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	<title>ciencias-naturais &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/ciencias-naturais/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ciencias-naturais"</description>
	<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 04:12:57 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Um novo camaleão na Tanzânia]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/24/um-novo-camaleao-na-tanzania/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:51:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
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<description><![CDATA[Foto: BBC Brasil &nbsp; Cientistas descobriram uma nova espécie de camaleão na Tanzânia.   Este é um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/camaleao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6192" title="camaleão" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/camaleao.jpg" alt="" width="301" height="401" /></a>Foto: BBC Brasil</p>
<p>&#160;</p>
<p>Cientistas descobriram uma nova espécie de camaleão na Tanzânia.   Este é um camaleão diferente de dois outros camaleões semelhantes encontrados na mesma região.  Trata-se de uma espécie até então desconhecida. A confirmação veio após análise genética dos animais.  O novo animal recebeu o nome de <em>Kynyongia magomberae</em>, em homenagem à floresta de Magombera, onde foi encontrado.</p>
<p> <em>Espécies de camaleões tendem a se concentrar em áreas pequenas e, infelizmente, o habitat do qual este novo animal depende &#8211; a floresta de Magombera &#8211; está ameaçado</em>, afirmou Andrew Marshall, do Departamento de Meio-Ambiente da Universidade de York e chefe da equipe de pesquisadores em campo. <em>Esperamos</em><em> que esta descoberta estimule os esforços para dar mais proteção a esta região e a outras próximas</em>.</p>
<p> A floresta Magombera da Tanzânia abriga ainda os macacos piliocolobus, que estão ameaçados de extinção. Por causa da tática de camuflagem do camaleão, muitas espécies passam despercebidas pelos cientistas. Ainda assim, cerca de duas novas espécies do réptil são descobertas a cada ano no mundo.</p>
<p> <em>É maravilhoso encontrar uma nova espécie desta maneira</em>,  disse Marshall ao jornal britânico <strong><em>The Daily Telegraph</em></strong>. <em>Trabalho na Tanzânia há 11 anos e identifiquei algumas novas espécies de árvores, mas encontrar um ser vertebrado é muito especial.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>FONTE: <strong><a title="Cientistas encontram nova espécie de camaleão na Tanzânia" href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4118451-EI238,00-Cientistas+encontram+nova+especie+de+camaleao+na+Tanzania.html" target="_blank">Terra</a></strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entre os pássaros ELAS preferem os mais inteligentes!!!]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/22/entre-os-passaros-elas-preferem-os-mais-inteligentes/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 18:37:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/22/entre-os-passaros-elas-preferem-os-mais-inteligentes/</guid>
<description><![CDATA[  Pássaros-cetim que se mostram mais inteligentes atraem um número maior de parceiras, segundo um es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/passarinho-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5623" title="passarinho 1" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/passarinho-1.jpg" alt="passarinho 1" width="470" height="500" /></a></p>
<p> </p>
<p>Pássaros-cetim que se mostram mais inteligentes atraem um número maior de parceiras, segundo um estudo da Universidade de Maryland publicado pela revista científica <strong><em>Animal Behaviour</em></strong>.</p>
<p>Os pesquisadores aplicaram uma série de testes cognitivos a machos da espécie para avaliar sua capacidade de resolução de problemas. Os pássaros que tiveram melhor desempenho também foram os que procriaram com mais fêmeas, em comparação com os pássaros menos inteligentes.</p>
<p>Este é o primeiro estudo a mostrar que os machos que se saem melhor na resolução de problemas também têm maior número de parceiras. Os cientistas estudaram os pássaros-cetim (Ptilonorhynchus violaceus) que vivem na floresta ao sul de Brisbane, na Austrália.</p>
<p>Os pássaros-cetim são conhecidos por seu complexo sistema de cortejar as fêmeas e a construção de elaborados ninhos, na forma de caramanchões. Os machos passam horas construindo o ninho, que decoram por dentro com objetos coloridos e até flores. As fêmeas visitam os ninhos antes de escolher os machos.</p>
<p>&#8220;<em>Os pássaros-cetim são o tipo de pássaro que faz você pensar que a expressão &#8221;cérebro de passarinho&#8221; deveria ser usada como um elogio</em>&#8220;, disse Jason Keagy, que liderou o estudo. Os cientistas desconfiaram que, por conta do complexo sistema para cortejar as fêmeas, os pássaros mais inteligentes teriam vantagens.</p>
<p>Para descobrir o quão inteligente os pássaros eram, os cientistas desenvolveram uma série de testes envolvendo resolução de problemas. &#8220;<em>Os pássaros-cetim machos não gostam de objetos vermelhos dentro de seus ninhos e imediatamente tentam removê-los</em>&#8220;, disse Keagy.</p>
<p>&#8220;<em>Nós criamos situações em que os machos tinham que remover um obstáculo para remover os objetos vermelhos. O primeiro teste consistia em um pote transparente colocado sobre três objetos, e os machos tinham que encontrar um meio de derrubar o pote para retirar os objetos ofensivos.</em>&#8220;</p>
<p>&#8220;<em>Os melhores em resolução de problemas conseguiram remover o pote mais rapidamente</em>&#8220;, disse ele. A equipe de cientistas ainda desenvolveu um segundo teste em que os pesquisadores fixaram um azulejo no chão, que o pássaro-cetim não poderia remover. Os pássaros mais inteligentes perceberam isso mais rapidamente e cobriram o azulejo com folhas e gravetos.</p>
<p>Quando os cientistas avaliaram o sucesso dos pássaros junto ao sexo oposto, descobriram que os que se saíram melhor nos testes também tinham maior número de parceiras.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/passarinho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5627" title="passarinho" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/passarinho.jpg" alt="passarinho" width="470" height="500" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Há várias razões potenciais para a o sucesso dos machos inteligentes, explica Keagy. &#8220;<em>Ajuda se pensarmos no cérebro como uma vitrine da qualidade genética de um macho por conta da complexidade do cérebro</em>&#8220;, disse ele.</p>
<p>Por exemplo, diz Keagy, outros estudos mostram que indivíduos doentes, com muitos parasitas, em geral não se saem bem em testes cognitivos. Esses mesmos machos geralmente têm parasitas por causa de um sistema imunológico deficiente. &#8220;<em>Se você for fêmea, esses não são os tipos de genes que você quer encontrar no pai de seus filhos.</em>&#8220;</p>
<p>&#8220;<em>Além disso, se você está falando de fêmeas de uma espécie em que o macho também assume responsabilidade sobre os filhos, os machos mais &#8221;inteligentes&#8221; podem se sair melhor na procura de comida e em cuidar dos filhos e, portanto, ser uma escolha melhor de parceiro</em>&#8220;, diz ele.</p>
<p>&#8220;<em>Neste momento, não sabemos com certeza como as fêmeas estão escolhendo parceiros mais &#8221;inteligentes&#8221;, mas há duas hipóteses básicas de como isso pode ocorrer</em>&#8220;, afirma Keagy. &#8220;As fêmeas podem ter evoluído para escolher machos que tem inteligência cognitiva superior e observam o comportamento deles durante a corte que indicam o quão <em>&#8221;inteligente&#8221; eles são</em>.&#8221;</p>
<p>O complexo sistema de cortejar dos pássaros-cetim, que envolve dança, e a construção dos ninhos permite às fêmeas ter uma idéia de seu desempenho cognitivo. Outra possibilidade, sugere Keagy, é que os machos usem seus cérebros para convencer as fêmeas a não deixá-los. Eles podem fazê-lo ao responder efetivamente aos sinais das fêmeas, já conhecidos na espécie.</p>
<p>&#8220;<em>O mais provável é que esteja ocorrendo uma espécie de combinação dessas duas coisas</em>&#8220;, diz Keagy. O cientista espera que o estudo levante a discussão sobre como a seleção sexual pode influenciar a evolução cognitiva.</p>
<p> &#8221;<em>Normalmente, quando a evolução do cérebro é discutida, a gente supõe que deve ter sido um tipo de seleção natural, como melhor desempenho em procurar comida ou se integrar em grupos sociais</em>&#8220;, diz o cientista. &#8220;<em>Mas nós não podemos ignorar que, a menos que um macho consiga se reproduzir com uma fêmea, ele não vai passar seus genes adiante. Se o animal carrega algo tão grande e valioso como um cérebro, por que não usá-lo para aumentar suas chances de procriar?&#8221;</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>FONTE:  <strong><a title="Estudo diz que pássaros inteligentes atraem mais fêmeas" href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI3929597-EI8145,00.html" target="_blank">Portal Terra</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Geologia e Ciências Naturais - Declarações de Ellen White - E-Book]]></title>
<link>http://setimodia.wordpress.com/2009/09/13/geologia-e-ciencias-naturais-declaracoes-de-ellen-white-e-book/</link>
<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 00:36:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Seventh Day</dc:creator>
<guid>http://setimodia.wordpress.com/2009/09/13/geologia-e-ciencias-naturais-declaracoes-de-ellen-white-e-book/</guid>
<description><![CDATA[Para fazer o download do livro, clique sobre a imagem acima !]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://www.4shared.com/file/132417745/f0e1d688/Geologia__Cincias_Naturais.html" target="_blank"><img class="size-full wp-image-2648  aligncenter" title="Geologia e Ciencias Naturais - Ellen White" src="http://setimodia.wordpress.com/files/2009/09/geologia-e-ciencias-naturais-ellen-white2.jpg" alt="Geologia e Ciencias Naturais - Ellen White" width="330" height="610" /></a></p>
<h2 style="text-align:center;">Para fazer o download do livro, clique sobre a imagem acima !</h2>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Filhotes são sempre fofos: Zoológico da Inglaterra apresenta filhote de girafa]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/08/20/filhotes-sao-sempre-fofos-zoologico-da-inglaterra-apresenta-filhote-de-girafa/</link>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 19:33:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/08/20/filhotes-sao-sempre-fofos-zoologico-da-inglaterra-apresenta-filhote-de-girafa/</guid>
<description><![CDATA[Foto: AFP   O zoológico de Chester, no noroeste da Inglaterra, apresentou nesta segunda-feira um fil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/bebe-girafa2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5079" title="bebe girafa2" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/bebe-girafa2.jpg" alt="bebe girafa2" width="348" height="464" /></a></p>
<p>Foto: AFP</p>
<p> </p>
<p>O zoológico de Chester, no noroeste da Inglaterra, apresentou nesta segunda-feira um filhote de girafa que nasceu no dia 11 de agosto. As informações são da agência AFP.</p>
<p>Os administradores do zoo estão solicitando aos visitantes sugestões para o nome do filhote que, aos seis dias de vida, está medindo aproximadamente 1.67m de altura.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/bebe-girafa1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5080" title="bebe girafa1" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/bebe-girafa1.jpg" alt="bebe girafa1" width="510" height="382" /></a></p>
<p>Foto: AFP</p>
<p> </p>
<p>Os machos chegam a 5 m de altura e com suas línguas que alcançam até 40 centímetros são capazes de pegar as folhas de acácias &#8211; sua principal fonte de alimentação &#8211; nos altos dos galhos.</p>
<p>Os animais são capazes de comer as folhas das árvores até 6 m de altura. Devido ao baixo teor nutritivo das folhas, as girafas precisam comer grandes quantidades e passam quase 20 horas por dia comendo.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <strong><a title="Zoológico da Inglaterra apresenta filhote de girafa" href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3925832-EI8145,00.html" target="_blank">Terra</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Se você fosse dar um nome a esta nova girafinha, que nome escolheria?</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novas espécies de rãs, víboras, e mais descobertas no Nepal]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/08/10/novas-especies-de-ras-viboras-e-mais-descobertas-no-nepal/</link>
<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 01:35:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/08/10/novas-especies-de-ras-viboras-e-mais-descobertas-no-nepal/</guid>
<description><![CDATA[O escorpião Heterometrus nepalensis, catalogado em 2004 no Nepal, pode alcançar 8 cm de comprimento.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/o-escorpiao-heterometrus-nepalensis-catalogado-em-2004-no-nepal-pode-alcancar-8-cm-de-comprimento.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4987" title="O escorpião Heterometrus nepalensis, catalogado em 2004 no Nepal, pode alcançar 8 cm de comprimento" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/o-escorpiao-heterometrus-nepalensis-catalogado-em-2004-no-nepal-pode-alcancar-8-cm-de-comprimento.jpg" alt="O escorpião Heterometrus nepalensis, catalogado em 2004 no Nepal, pode alcançar 8 cm de comprimento" width="348" height="464" /></a></p>
<p>O escorpião <em>Heterometrus nepalensis</em>, catalogado em 2004 no Nepal, pode alcançar 8 cm de comprimento.  Foto: WWF-Nepal</p>
<p> </p>
<p>Mais de 350 novas espécies de animais e vegetais foram descobertas na região do Himalaia oriental na última década apesar das ameaças causadas pelo aquecimento global, anunciou nesta segunda-feira a ONG WWF (World Wide Fund for Nature). O catálogo, com dados coletados entre 1998 e 2008, apresenta 244 raridades de plantas, 16 anfíbios, 14 peixes, duas aves, dois mamíferos e pelo menos 60 invertebrados.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/a-pequena-ra-voadora-rhacophorus-suffry-registrada-em-2007-utiliza-as-membranas-das-longas-patas-avermelhadas-para-deslizar-pelo-ar.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4988" title="A pequena rã voadora Rhacophorus suffry, registrada em 2007, utiliza as membranas das longas patas avermelhadas para deslizar pelo ar" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/a-pequena-ra-voadora-rhacophorus-suffry-registrada-em-2007-utiliza-as-membranas-das-longas-patas-avermelhadas-para-deslizar-pelo-ar.jpg" alt="A pequena rã voadora Rhacophorus suffry, registrada em 2007, utiliza as membranas das longas patas avermelhadas para deslizar pelo ar" width="510" height="382" /></a></p>
<p>A pequena rã voadora <em>Rhacophorus suffry</em>, registrada em 2007, utiliza as membranas das longas patas avermelhadas para deslizar pelo ar.  Foto: WWF-Nepal</p>
<p> </p>
<p>Entre as novas espécies, encontram-se rãs voadoras, o menor cervo do mundo, o fóssil de uma espécie de lagarto com mais de 100 milhões de anos e a perigosa víbora venenosa Trimeresurus gumprechti. Os achados foram realizados por um grupo internacional de cientistas em uma região da cadeia montanhosa que compreende desde o Butão e o noroeste da Índia até o norte da Birmânia, do Nepal e o sul do Tibete (China).  A pequena rã voadora Rhacophorus suffry, registrada em 2007, utiliza as membranas das longas patas avermelhadas para deslizar pelo ar. O Muntiacus putaoensis, considerado a menor espécie de cervo do mundo, foi descrito em 1999 e não ultrapassa os 80 cm de altura e 11 kg.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/identificada-em-1999-no-estado-indiano-de-assam-a-ra-gigante-leptobrachium-smithi-possui-um-olho-dourado-que-impressiona-os-cientistas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4989" title="Identificada em 1999 no Estado indiano de Assam, a rã gigante Leptobrachium smithi possui um olho dourado que impressiona os cientistas" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/identificada-em-1999-no-estado-indiano-de-assam-a-ra-gigante-leptobrachium-smithi-possui-um-olho-dourado-que-impressiona-os-cientistas.jpg" alt="Identificada em 1999 no Estado indiano de Assam, a rã gigante Leptobrachium smithi possui um olho dourado que impressiona os cientistas" width="510" height="382" /></a></p>
<p>Identificada em 1999 no Estado indiano de Assam, a rã gigante <em>Leptobrachium smithi</em> possui um olho dourado que impressiona os cientistas.  Foto: WWF-Nepal</p>
<p> </p>
<p>Em 2002, os cientistas observaram pela primeira vez a Trimeresurus gumprechti, uma víbora venenosa perigosa que é capaz de atingir 1,3 m de comprimento. No entanto, os especialistas acreditam que existam exemplares maiores. Do ponto de vista científico, conforme a WWF, um dos descobrimentos mais importantes foi o fóssil da espécie de lagarto pré-histórico Cretacegekko burmae, com mais de 100 milhões de anos. O resto fossilizado do réptil foi encontrado em uma mina de âmbar no vale de Hukawng, norte da Birmânia.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/trimeresurus-grumprechti-vibora-veneneosa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4990" title="Trimeresurus grumprechti, vibora veneneosa" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/trimeresurus-grumprechti-vibora-veneneosa.jpg" alt="Trimeresurus grumprechti, vibora veneneosa" width="510" height="382" /></a></p>
<p>A <em>Trimeresurus gumprechti</em>, uma víbora venenosa perigosa, foi vista pela primeira vez em 2002.  Foto: WWF-Nepal</p>
<p> </p>
<p>O Himalaia oriental abriga uma diversidade biológica que inclui 10 mil espécies de flora, 300 mamíferos, 977 aves, 176 répteis, 105 anfíbios e 269 tipos de peixes de água doce. Além disso, a região concentra a maior população de tigres de Bengala do planeta e a última com a ocorrência do rinoceronte indio.</p>
<p> </p>
<p>Fontes:  <strong><a title="Rãs voadoras e víbora perigosa são descobertas no Himalaia" href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3915071-EI238,00.html" target="_blank">TERRA</a></strong></p>
<p><strong><a title="World Wildlife Federation" href="http://nepal.panda.org/" target="_blank">WWF-NEPAL</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A crise econômica afeta os animais dos zoológicos nos EUA.]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/07/28/a-crise-economica-afeta-os-animais-dos-zoologicos-nos-eua/</link>
<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 15:14:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/07/28/a-crise-economica-afeta-os-animais-dos-zoologicos-nos-eua/</guid>
<description><![CDATA[  Desde abril deste ano, que a rede de notícias ABC tem dedicado algumas de suas reportagens ao sofr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/piggy_bank-4174476.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4759" title="_piggy_bank-4174476" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/piggy_bank-4174476.jpg" alt="_piggy_bank-4174476" width="235" height="350" /></a></p>
<p> </p>
<p>Desde abril deste ano, que a rede de notícias ABC tem dedicado algumas de suas reportagens ao sofrimento dos grandes zoológicos dos EUA a partir da crise econômica.  Com seus orçamentos sofrendo grandes cortes, não só no financiamento dos governos como nas doações de instituições particulares, os zoológicos se vêem numa situação difícil tendo que escolher entre os empregos dos funcionários ou a eliminação de alguns animais de suas coleções.  Tudo isso acontecendo justo no momento em que famílias, limitadas nos seus orçamentos por causa da crise, têm procurado os parques zoológicos como um bom entretenimento, de custo baixo, apropriado a bolsos mais esquálidos, neste período de férias de verão.  </p>
<p> </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/piggybanks.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4760" title="A82HD5" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/piggybanks.jpg" alt="A82HD5" width="299" height="470" /></a></p>
<p> </p>
<p>Cisnes, veados, antílopes, porcos-espinho, guanacos e morcegos, por exemplo, estão entre os animais que sairão das coleções do Zoológico do Bronx, em Nova York, que por incrível que pareça é mantido por uma das maiores instituições de preservação da natureza, a <strong><a title="Wildlife Conservation Society" href="http://www.wcs.org/" target="_blank">Wildlife Conservation Society</a>.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/monkey_money.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-4761" title="monkey_money" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/monkey_money.gif" alt="monkey_money" width="357" height="418" /></a></p>
<p>O zoológico do Bronx, que tem 114 anos de existência, é um dos mais conhecidos e considerados zôos do mundo, mas mesmo assim sofre com a economia periclitante no país.   Como ponto turístico de valor, sua administratção teme que a instituição venha a ser conhecida como um zoológico sem animais.   Desde que a WCS reduziu seu orçamento anual por 15 milhões de dólares, cortes tiveram que ser feitos.  O zoológico do Bronx não é o único a sofrer durante a crise.  Outros zôos dos estados de Kansas, Connecticut, Missouri, Maryland acham-se em circunstâncias semelhantes, tendo que lidar com orçamentos minguantes e gerenciamento de dietas e nutrição para seus hóspedes do mundo animal.  Além disso, qualquer corte feito não pode retirar das exposições as principais atrações para o público porque aí sim, este público deixaria de vez de visitar os parques zoológicos e contribuir para o orçamento de manutenção dessas instituições com o valor das entradas e dos gastos nas lojas de lembranças.  É uma verdadeira saia justa que cada administrador de zoológico tem que considerar.  </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/broken-piggy-bank.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4762" title="broken-piggy-bank" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/broken-piggy-bank.jpg" alt="broken-piggy-bank" width="346" height="346" /></a></p>
<p> </p>
<p>Na maioria dos casos quem sofre primeiro são os humanos.  Viagens, treinamento, propaganda, serviços profissionais e almoxarifado foram reduzidos.  Depois disso, se um equilíbrio financeiro não é encontrado, são os animais que sofrem pequenos cortes.  Estes vêm em geral na redução de gastos de manutenção, com ênfase dada a uma dieta menos variada.  E alguns são escolhidos para irem para outro endereço.  </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/elephant-illustration-coloring-page.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4765" title="elephant-illustration-coloring-page" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/elephant-illustration-coloring-page.jpg" alt="elephant-illustration-coloring-page" width="331" height="360" /></a></p>
<p> </p>
<p>A maioria dos diretores de zoológicos sabe que retirar animais de suas coleções dilui o valor da instituição.   Mas o que não podem aceitar é ter que se descuidarem dos animais.  Este é o limite para todos os zoológicos.  Todos vêem a segurança e a saúde de seus animais como item de primeira ordem.  Mas as instituições estão sofrendo e ver que o zoológico do Bronx, mantido pela WCS, sofre com a crise econômica tanto quanto outros zôos, está soando um sinal de alarme para toda a sociedade americana.  </p>
<p>Fontes:</p>
<p><strong><a title="Zoos fear forced closure" href="http://abcnews.go.com/Technology/AmazingAnimals/Story?id=8061115&#38;page=1" target="_blank">ABC  &#8212; 30/4/2009</a></strong></p>
<p><strong><a title="Even animals get the pink slip" href="http://abcnews.go.com/Technology/AmazingAnimals/story?id=7467561&#38;page=1" target="_blank">ABC  &#8212; 11/7/2009</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novo sagui descoberto na Amazônia]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/07/07/novo-sagui-descoberto-na-amazonia/</link>
<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 01:11:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/07/07/novo-sagui-descoberto-na-amazonia/</guid>
<description><![CDATA[Pesquisadores descobriram uma nova subespécie de macaco numa parte remota da Floresta Amazônica, dis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/sagui.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4656" title="sagui" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/sagui.jpg" alt="sagui" width="347" height="464" /></a></p>
<p>Pesquisadores descobriram uma nova subespécie de macaco numa parte remota da Floresta Amazônica, disse um grupo de conservação da vida selvagem com sede nos Estados Unidos na terça-feira. O macaco recém-descoberto foi visto pela primeira vez por cientistas em 2007 no Estado do Amazonas e é parente do sagui-de-cara-suja, conhecido pelo dorso marcado, disse a Wildlife Conservation Society (WCS).</p>
<p>O macaquinho, que é basicamente cinza e marrom e pesa 213 gramas, recebeu o nome de sagui-de-cara-suja de Mura, numa homenagem à tribo indígena de Mura, da região da bacia dos rios Purus e Madeira, onde a nova subespécie foi encontrada. Ele tem 24 cm de altura e uma cauda de 32 cm.</p>
<p>&#8220;Esse macaco descrito recentemente mostra que mesmo hoje há grandes descobertas na natureza a serem feitas&#8221;, disse Fábio Rohe, autor principal de um estudo que confirmou a descoberta, em um comunicado divulgado pela WCS. &#8220;Essa descoberta deveria servir de alerta de que ainda há muito a aprender sobre os locais selvagens do mundo, embora os homens continuem a ameaçar essas áreas com destruição.&#8221;</p>
<p>O estudo descobriu que o macaco está sendo ameaçado por projetos de desenvolvimento da região, incluindo uma grande rodovia que atravessa a floresta, que está sendo asfaltada e poderia aumentar o desmatamento.</p>
<p>Fonte:  <strong><a title="Cientistas descobrem nova subespécie" href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3862537-EI238,00.html" target="_blank">TERRA</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil: uma terra de plantas raras]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/07/05/brasil-uma-terra-de-plantas-raras/</link>
<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 11:26:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/07/05/brasil-uma-terra-de-plantas-raras/</guid>
<description><![CDATA[Holocheilus-monocephalus, nativa dos campos úmidos do extremo sul do Brasil, chega a altura de 60 cm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/holocheilus-monocephalus-campos-umidos-do-extremo-sul-do-brasil-60-cm.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4599" title="holocheilus-monocephalus, campos umidos do extremo sul do Brasil, 60 cm" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/holocheilus-monocephalus-campos-umidos-do-extremo-sul-do-brasil-60-cm.jpg" alt="holocheilus-monocephalus, campos umidos do extremo sul do Brasil, 60 cm" width="466" height="262" /></a></p>
<p><em>Holocheilus-monocephalus</em>, nativa dos campos úmidos do extremo sul do Brasil, chega a altura de 60 cm.</p>
<p> </p>
<p>O livro <strong><em>Plantas Raras do Brasil</em></strong>, lançado quinta-feira passada, dia 2 de julho , identifica 2.291 espécies de plantas encontradas exclusivamente no território nacional.   O trabalho, fruto de uma parceria entre a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e a ONG Conservação Internacional, é resultado de dois anos de pesquisas que reuniram 175 cientistas de 55 instituições brasileiras e internacionais.</p>
<p> Nas pesquisas, os cientistas também identificaram 752 áreas de relevância biológica para a conservação da flora brasileira e verificaram que 50% dessas áreas estão degradadas.   Segundo os organizadores da obra, a publicação poderá reacender uma polêmica entre cientistas e o Ministério do Meio Ambiente.</p>
<p> Em uma lista divulgada em setembro do ano passado, o ministério relacionou 472 espécies da flora ameaçadas. No entanto, um consórcio formado por cerca de 300 cientistas afirma que há no Brasil 1.472 espécies ameaçadas.  O professor Alessandro Rapini, da UEFS, um dos organizadores da obra, diz que a situação da flora brasileira pode ser &#8220;mais grave&#8221; do que os números oficiais apontam.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/calliandra-hygrophilaencontrada-em-campos-rupestres-da-serra-do-sincora-na-bahia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4600" title="calliandra-hygrophila,encontrada em campos rupestres da Serra do Sincorá, na Bahia." src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/calliandra-hygrophilaencontrada-em-campos-rupestres-da-serra-do-sincora-na-bahia.jpg" alt="calliandra-hygrophila,encontrada em campos rupestres da Serra do Sincorá, na Bahia." width="510" height="382" /></a></p>
<p><em>Calliandra-Hygrophila</em>, encontrada em campos rupestres da Serra do Sincorá, na Bahia.</p>
<p> </p>
<p>“<em>O número total de espécies reconhecidas nesse levantamento significa cerca de 4% a 6% de todas as espécies de angiospermas (subdivisão do reino vegetal que compreende as plantas com flores) do país e, dada a área restrita de ocorrência, muitas delas podem ser consideradas ameaçadas de extinção</em>&#8220;, comenta Alessandro Rapini.</p>
<p>Os autores ressaltam que o número de espécies raras e de áreas consideradas estratégicas no Brasil é certamente maior do que o apontado no livro. Isso se deve ao fato de algumas famílias não terem sido incluídas nessa edição ou não terem sido completamente analisadas devido ao grande número de espécies.</p>
<p> Em 496 páginas, o livro traz um catálogo completo com informações sobre as famílias (são ao todo 108, dentre as 177 analisadas) e suas espécies detalhando dados e distribuição de cada uma, além de um acervo fotográfico com 113 imagens e um capítulo especial, sobre as áreas-chave para a biodiversidade (ACBs), organizadas por região geográfica.</p>
<p> As áreas-chave para biodiversidade, ou ACBs, são lugares de relevância biológica detectados e delineados a partir da presença de espécies raras (distribuição restrita), endêmicas (exclusivas de uma determinada região) ou ameaçadas de extinção. No escopo da Convenção da Diversidade Biológica (CDB), as ACBs devem ser os alvos preferenciais dos governos para atividades integradas de conservação, pois há o compromisso global de proteger, até 2010, grande parte dessas áreas contra a degradação.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/barbacenia-fanniae-tem-flores-rosa-e-pode-ser-encontrada-no-rio-de-janeiro1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4603" title="barbacenia-fanniae, tem flores rosa e pode ser encontrada no Rio de Janeiro" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/barbacenia-fanniae-tem-flores-rosa-e-pode-ser-encontrada-no-rio-de-janeiro1.jpg" alt="barbacenia-fanniae, tem flores rosa e pode ser encontrada no Rio de Janeiro" width="466" height="262" /></a></p>
<p><em>Barbacenia Fanniae</em>, tem flores cor-de-rosa e pode ser encontrada no estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>A Conservação Internacional informa que, das 752 ACBs identificadas a partir da presença de plantas raras, 47% apresentam alto grau de degradação, com mais de 50% de área já alterada por atividade humana. Em contraste, somente 7,8% das ACBs possuem mais de 50% de suas áreas em unidades de conservação ou terras indígenas, indicando lacunas importantes no sistema nacional de áreas protegidas.</p>
<p> O vice-presidente de ciência para América do Sul, José Maria Cardoso da Silva, co-organizador da obra, diz que a situação é preocupante. &#8220;<em>A combinação desses dois indicadores nos traz uma mensagem explosiva: se nada for feito rapidamente, estamos produzindo um evento de megaextinção de plantas brasileiras, que pode aniquilar em poucas décadas o produto de milhões de anos de evolução e criar um embaraço diplomático para o Brasil, um dos primeiros signatários da CDB, pois o governo brasileiro se comprometeu a fazer todos os esforços para evitar a perda de espécies no país</em>&#8220;, declara.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/paepalanthus_globulifer-encontrada-na-serra-do-cipo-em-mg-floresce-o-ano-todo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4604" title="paepalanthus_globulifer, encontrada na Serra do Cipó em MG, floresce o ano todo" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/07/paepalanthus_globulifer-encontrada-na-serra-do-cipo-em-mg-floresce-o-ano-todo.jpg" alt="paepalanthus_globulifer, encontrada na Serra do Cipó em MG, floresce o ano todo" width="466" height="262" /></a></p>
<p><em>Paepalanthus Globulifer</em>, encontrada na Serra do Cipó em MG, floresce o ano todo.</p>
<p>O professor Alessandro Rapini, lembra que o que mais preocupa os cientistas no momento são espécies raras que ainda não foram detectadas. &#8220;<em>Correm o risco de desaparecer antes mesmo de serem descritas</em>&#8220;, afirma.  Os organizadores da publicação estimam que o Brasil detenha 15% de toda a flora mundial.</p>
<p>As espécies raras não estão distribuídas de forma homogênea. Os Estados campeões em número de espécies raras são Minas Gerais, com 550, e Bahia, com 484, afirmam os pesquisadores. O lançamento do livro ocorre durante o 60º Congresso Nacional de Botânica, em Feira de Santana, na Bahia.  (<strong><a title="Uol Ciência e Saúde" href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/2009/07/01/ult4477u1815.jhtm" target="_blank">UOL- Ciência e Saúde</a></strong>)</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><strong>Ameaças e desafios</strong> &#8211; As ameaças à flora brasileira são muitas e ocorrem nas diferentes regiões brasileiras. Vão desde o uso não sustentado de seus componentes, até a retirada total da vegetação para dar lugar à expansão da agricultura mecanizada, de pastagens e de áreas urbanas, passando pela construção de estradas e pressão imobiliária, dentre outros. Ana Maria Giulietti, co-organizadora do livro, chama a atenção para o dilema desenvolvimento x conservação, especialmente crítico no atual contexto do planeta, com a iminência do aquecimento global. “O Brasil, pela riqueza de sua flora e pelo forte contraste cultural entre os habitantes ao longo do território, precisa utilizar estratégias de desenvolvimento que contemplem a melhoria da qualidade de vida de seu povo, com a conservação da nossa biodiversidade. Assim, informações científicas e bem embasadas como as desse livro, certamente ajudarão para a proposição de providências concretas por parte do poder público para evitar a extinção das espécies de plantas no Brasil e conservar o patrimônio natural brasileiro, promovendo o uso sustentável dos recursos naturais”, enfatiza.  &#8212; (<strong><a title="Ambiente Brasil, notícias" href="http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=46639" target="_blank">Ambiente Brasil</a></strong>)</p>
<p style="text-align:center;">***</p>
<p style="text-align:left;"><a title="Plantas Raras" href="http://www.plantasraras.org.br/" target="_blank"><strong>PLANTAS RARAS DO BRASIL</strong> </a>é um projeto desenvolvido pela Universidade Estadual de Feira de Santana e a ONG ambientalista Conservação Internacional com objetivo combinar esforços de pesquisadores e instituições para identificar e mapear todas as espécies raras de plantas do Brasil e também as áreas mais importantes para a conservação dessas espécies. A primeira etapa do projeto foi concluída com a publicação do livro “Plantas Raras do Brasil”, lançado no dia 2 de julho de 2009, em Feira de Santana, Bahia, durante o Congresso Brasileiro de Botânica. As informações do livro estão organizadas aqui para que elas possam ser utilizadas por todos os setores da sociedade brasileira nos seus esforços para garantir a conservação da extraordinária biodiversidade existente no país. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Beija-flores: muitos mergulhos por amor!]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/06/15/beija-flores-muitos-mergulhos-por-amor/</link>
<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 09:49:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/06/15/beija-flores-muitos-mergulhos-por-amor/</guid>
<description><![CDATA[  Uma ave tão pequenina – 8 a 10 cm &#8211;  detém o invejável recorde de ser, proporcionalmente, ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/beija-flor-grande.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4317" title="beija-flor-grande" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/beija-flor-grande.jpg" alt="beija-flor-grande" width="510" height="340" /></a></p>
<p> </p>
<p>Uma ave tão pequenina – 8 a 10 cm &#8211;  detém o invejável recorde de ser, proporcionalmente, mais rápida  e de resistir melhor à gravidade do que do aviões caça O macho da família dos beija-flores Anna, faz tudo isso por amor.</p>
<p> O velho ditado diz que o amor move montanhas.  Entre os beija-flores ele bate recordes de velocidade.  Esses colibris da espécie Ana, conseguem atingir os 27,3 metros por segundo.  Comparado ao comprimento do seu corpo, &#8211; 8,5 a dez centímetros – eles são mais rápidos do que a mais rápida das andorinhas, do que um falcão peregrino ou um jato militar.</p>
<p> <em>A velocidade atingida pelos colibris é a maior já registrada por um vertebrado, em comparação ao seu tamanho</em>, afirma o zoólogo Christopher James Clark, da Universidade da Califórnia. O cientista conseguiu captar em fotografia de alta velocidade os vôos de acasalamento dos beija-flores machos.  Esses são os chamados vôos picados, manobras de alto risco, executadas pelos colibris para atraírem a atenção das fêmeas.  Esses vôos picados são importantes para a sedução das fêmeas, pois produzem um silvo característico, bastante forte.  As fêmeas são atraídas pelo silvo intenso.  Os vôos picados, são mergulhos rápidos, feitos em média 15 vezes próximo à fêmea.  Desta maneira os beija-flores se  submetem a mais elevada força de gravidade até hoje registrada por um vertebrado em manobra voluntária.  Os mergulhos dos machos são elemento central da sedução nos colibris, além é claro da exuberância cromática da plumagem que exibem na cabeça e pescoço durante a época de acasalamento.  Esta estratégia de sedução aerodinâmica coloca os colibris no limite das suas capacidades, escreve James Clark no texto divulgado esta semana na revista <strong><em>Proceedings of the Royal Society B. </em></strong></p>
<p>Fontes:</p>
<p><a title="Beija-flor" href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3816813-EI238,00.html" target="_blank">Portal Terra</a></p>
<p><a title="Colibri" href="http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1259726" target="_blank">Diário de Notícias, Lisboa</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Depois dos équidnas, vejamos o ornitorrinco (platipus)...]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/06/11/depois-dos-equidnas-vejamos-o-ornitorrinco/</link>
<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 12:34:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/06/11/depois-dos-equidnas-vejamos-o-ornitorrinco/</guid>
<description><![CDATA[Desenho ilustrativo de um ornitorrinco.   Não há nada igual. Quando exemplares do ornitorrinco (Orni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/platypus81.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4216" title="platypus8" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/platypus81.jpg" alt="platypus8" width="509" height="343" /></a><strong><em>Desenho ilustrativo de um ornitorrinco.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Não há nada igual. Quando exemplares do ornitorrinco (Ornithorhynchus anatinus), também chamado por alguns de platipus,  foram enviados da Austrália para a Inglaterra, em 1798, causaram tamanho espanto que os cientistas britânicos consideraram se tratar de uma farsa.   Não é para menos, pois o estranho animal desfila uma lista de características inusitadas. Para começar, é um mamífero que põe ovos. Apesar de pôr ovos em vez de dar à luz filhotes vivos, o ornitorrinco é um mamífero. A fêmea alimenta os filhotes com seu leite, como os outros mamíferos, mas há uma diferença importante em relação aos mamíferos placentários: as fêmeas deste animal não têm mamilos e suas crias sugam o leite materno através dos poros existentes em meio a pelagem da barriga.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><em><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/platypus7.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4217" title="platypus7" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/platypus7.jpg" alt="platypus7" width="210" height="190" /></a></em></strong></p>
<p><strong><em>Austrália e Ilha da Tasmânia, onde podemos encotrar os ornitorrincos.</em></strong></p>
<p>Este curioso animal combina um couro espesso e macio que cobre todo o seu corpo protegendo-o debaixo de águas geladas.   Seu bico não é ósseo, mas coberto por uma membrana sensível.  Além disso tem um sistema sensorial usado para buscar alimentos na água.  O bico fica onde na maioria dos outros mamíferos estão o nariz e os beiços.  Com este bico o ornitorrinco, que é carnívoro, apanha no fundo dos riachos, moluscos, vermes de girinos, crustáceos, peixinhos e alguns insetos aquáticos, que são seu principal alimento. Ele usa o bico como uma ferramenta para procurar na lama sua comida. As placas córneas das maxilas são usadas para mastigar e como no pato, eles não têm dentes. Mas quando as crias dos ornitorrincos estão dentro de um ovo, possuem um dente na ponta do bico chamado dente do ovo. Com ele podem perfurar a casca do ovo. Pouco tempo depois do nascimento este dente cai.</p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/platypus1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4218" title="Platypus1" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/platypus1.jpg" alt="Platypus1" width="510" height="308" /></a></p>
<p> </p>
<p>Seus pés, tanto os dianteiros como os traseiros têm garras. A fêmea usa as garras para cavar, na margem de um rio ou outro curso de água, um longo túnel – que às vezes chega a 1,80 m de comprimento, onde constrói o ninho. Põe de um a três ovos, de dois a 2,5 cm de comprimento. Os ovos são moles, de casca coriácea, como os das cobras e tartarugas. Quando os ovos se abrem, a fêmea usa a cauda para manter os filhotes junto ao seu corpo e, então, amamentá-los. Ela amamenta os filhotes durante quatro meses.  Neste período eles crescem bastante.  Nascem com menos de 2,5 cm e chegam a 30 cm de comprimento antes de serem desmamados. Os filhotes não têm pêlos quando nascem e permanecem no ninho durante vários meses.</p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/platypus3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4219" title="platypus3" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/platypus3.jpg" alt="platypus3" width="439" height="330" /></a></p>
<p> </p>
<p>O ornitorrinco macho tem uma garra oca, ou esporão, em cada pata posterior. Os esporões são ligados a glândulas de veneno, que disparam para afugentar predadores ou competidores. O ornitorrinco arranha e envenena seus inimigos com esses esporões.</p>
<p>Membranas crescem entre os dedos das quatro patas do ornitorrinco. As membranas das patas dianteiras crescem muito além dos dedos, como espessas abas de pele. Os pés palmados e a cauda fazem do ornitorrinco um bom nadador e mergulhador, capaz de ficar debaixo da água por cinco minutos. Dentro da água seus olhos e ouvidos se fecham.  Quando necessita usar as garras dianteiras para cavar, o ornitorrinco dobra para trás as abas da membrana, para deixar os dedos mais livres.   Um animal adulto chega a ter 60 cm de comprimento, incluindo a cauda de cerca de 15 cm. A cauda, em forma de remo, ajuda o animal a nadar.</p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/platypus5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4220" title="platypus5" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/platypus5.jpg" alt="platypus5" width="400" height="302" /></a></p>
<p>Tudo isso tem aguçado, desde o século XVIII, o interesse da ciência por este  representante da ordem dos monotrematas. Estudos sobre o genoma do ornitorrinco, o estranho animal com pele, pêlos, bico de pato, rabo de castor e patas com membranas, apontaram que o animal é, ao mesmo tempo, um réptil, um pássaro e um mamífero. Agora, um grupo internacional acaba de dar a mais valiosa contribuição ao conhecimento do ornitorrinco, com o seqüenciamento de seu genoma.</p>
<p>Publicada na edição de 8 de maio da revista <strong><em>Nature</em></strong>, a análise revela que as características únicas do animal não se resumem ao seu exterior, mas são também destacadas geneticamente. A seqüência foi comparada com as do homem, camundongo, cão, gambá, frango e lagarto.</p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/platypus4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4221" title="platypus4" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/platypus4.jpg" alt="platypus4" width="245" height="400" /></a></p>
<p>Os pesquisadores descobriram que o genoma do ornitorrinco tem aproximadamente o mesmo número de genes que codificam proteínas que o genoma dos demais mamíferos – cerca de 18,5 mil. Ele também compartilha mais de 80% de seus genes com outros mamíferos cujos genomas foram seqüenciados.</p>
<p>Bico de pato à parte, os cientistas verificaram no genoma do animal, além de detalhes de mamíferos, características comuns aos répteis. A principal foi a presença de genes associados à fertilização de ovos. Outra é a presença de poucos receptores olfativos, diferente dos demais mamíferos.</p>
<p>O grupo também descobriu que o veneno produzido pelo animal deriva de duplicações em determinados genes durante a evolução, que foram herdados de ancestrais répteis.</p>
<p>&#8220;<em>À primeira vista, o ornitorrinco aparenta ser resultado de um acidente evolucionário. Mas, independentemente de sua aparência estranha, a seqüência de seu genoma é muito valiosa para compreender como os processos biológicos fundamentais dos mamíferos evoluíram. Comparações de seu genoma com os de outros mamíferos levarão a novas descobertas a respeito da história, estrutura e funcionamento do nosso próprio genoma</em>&#8220;, disse Francis Collins, diretor do <em><strong>Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano</strong></em>, nos Estados Unidos, que financiou parte do estudo.</p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/platypus2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4223" title="platypus2" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/platypus2.jpg" alt="platypus2" width="298" height="224" /></a></p>
<p> </p>
<p>&#8220;<em>Com o seqüenciamento, poderemos identificar quais genes foram conservados, quais foram perdidos e quais se transformaram durante a evolução dos mamíferos</em>&#8220;, disse Richard Wilson, da Escola de Medicina da Universidade Washington, um dos autores da pesquisa.</p>
<p> </p>
<p>O artigo <em>Genome analysis of the platypus reveals unique signatures of evolution,</em> de Wesley Warren e outros, pode ser lido por assinantes da <strong>Nature</strong> em <a href="http://www.nature.com">www.nature.com</a>  Este artigo foi baseado em grande parte na tradução do artigo da revista <strong>Nature </strong>divulgada pela agência da FAPESP.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/platypus_by_lewin.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4224" title="Platypus_by_Lewin" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/platypus_by_lewin.jpg" alt="Platypus_by_Lewin" width="510" height="417" /></a></span></p>
<p><strong><em>Desenho de Lewin.</em></strong></p>
<p>NOME CIENTÍFICO: Ornithorhynchus anatinus</p>
<p>NOME EM INGLÊS: Duck-Billed Platypus &#8211; The platypus</p>
<p>FILO: Chordata</p>
<p>CLASSE: Mammalia</p>
<p>ORDEM: Monotremata</p>
<p>FAMILIA: Ornithorhynchidae</p>
<p>CARACTERÍRSTICAS:</p>
<p>Comprimento do macho: 40cm, mais 13 cm de cauda.</p>
<p>Esporões nas patas traseiras.</p>
<p>Período de incubação: 10 dias</p>
<p>Ovos: 2 ou 3 de cada vez</p>
<p>Maturidade: 1 ano</p>
<p>Tempo de Vida: 15 anos</p>
<p><span><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/platypus6.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4226" title="platypus6" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/platypus6.jpg" alt="platypus6" width="509" height="229" /></a> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Équidna: um parente do ornitorrinco (platipus)]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/06/11/echidna-um-parente-do-ornitorrinco/</link>
<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 03:41:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/06/11/echidna-um-parente-do-ornitorrinco/</guid>
<description><![CDATA[ Équidna de nariz longo. Foto: The New York Times   Muse Opiang levou muitos anos de estudo para con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/echidna.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4202" title="echidna" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/echidna.jpg" alt="echidna" width="510" height="281" /></a><strong><em> Équidna de nariz longo. Foto: The New York Times</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Muse Opiang levou muitos anos de estudo para conseguir testemunhar os hábitos de um dos menos conhecidos mamíferos da terra, o équidna de nariz-longo, encontrado nas florestas tropicais da Nova Guiné. Ele próprio, um especialista trabalhando em seu doutorado na Universidade da Tasmânia, iniciou estes estudos sobre o elusivo mamífero patrocinado pela <em>Wildlife Conservation Society</em> e o <em>Museu do Bronx</em>.  Mas hoje, ele está patrocinado pelo <em>Instituto de Pesquisas Biológicas da Papua-Nova-Guiné</em>, que ele mesmo fundou no curso dos anos de pesquisa que dedicou ao équidna de nariz longo.</p>
<p> Os équidnas são mamíferos monotremas [<em>mamíferos que pões ovos</em>], e são animais representativos de uma linha de transição entre répteis e mamíferos.  São compostos de tantos elementos que pertencem a diferentes grupos que lembram e são parentes dos ornitorrincos ou platipus, outro animal monotrema.   Eles põem ovos cujo aparência exterior é de couro, como acontece com os  répteis.  Mas também desenvolvem uma maneira de aleitar seus pequenos, através da pele da barriga,  pois não apresentam nenhuma teta.  É como se suassem o leite materno que alimenta a cria. </p>
<p> <a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/echidna-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4203" title="echidna 2" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/echidna-2.jpg" alt="echidna 2" width="510" height="357" /></a></p>
<p><strong><em>Muse Opiang segura um Équina de nariz longo, foto: The New York Times.</em></strong></p>
<p>São também animais que vivem muito tempo.  Uma das fêmeas que está sendo observada pelos pesquisadores, tem aproximadamente 45 anos e ainda é fértil.  São animais muito pacíficos.  Noturnos.  Alimentam-se de invertebrados.  E têm um cérebro de dar inveja!  Grande!  Como o usam?  Não sabemos.  Os équidnas de bico-curto, mais abundantes na Austrália e por isso mesmo melhor estudados,  são capazes de variar sua temperatura corporal  entre os meses frios e quentes,  como se tivessem uma maneira de controlar seu metabolismo como numa hibernação.  </p>
<p> </p>
<p>Para maiores detalhes leia a fonte:  <strong><a title="Brainy Echidna Proves Looks Aren’t Everything" href="http://www.nytimes.com/2009/06/09/science/09angi.html" target="_blank">The New York Times</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hahahaha!!!!!  Riso surgiu de ancestral comum...]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/06/09/hahahaha-riso-surgiu-de-ancestral-comum/</link>
<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 17:08:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/06/09/hahahaha-riso-surgiu-de-ancestral-comum/</guid>
<description><![CDATA[Quando os cientistas se dispuseram a encontrar as raízes do riso, alguns gorilas e chimpanzés sentir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/gargalhada-11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4144" title="gargalhada 11" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/gargalhada-11.jpg" alt="gargalhada 11" width="510" height="487" /></a></p>
<p>Quando os cientistas se dispuseram a encontrar as raízes do riso, alguns gorilas e chimpanzés sentiram cócegas para ajudar. Literalmente.</p>
<p> Foi assim que pesquisadores fizeram uma variedade de macacos, e alguns bebês humanos, rirem. Depois de analisar os sons, concluíram que pessoas e grandes símios herdaram a risada de um ancestral comum, que viveu há mais de 10 milhões de anos.</p>
<p>Especialistas elogiaram o trabalho. Ele oferece evidências muito fortes de que o riso humano e o símio estão ligados pela evolução, disse Frans de Waal, do <em>Centro Nacional Yerkes de Pesquisa com Primatas. </em></p>
<p> </p>
<p>Desde o tempo de Charles Darwin que cientistas notam que macacos fazem sons característicos enquanto brincam ou quando recebem cócegas, aparentemente num sinal de interesse na brincadeira.</p>
<p>Já havia sido sugerido que o riso humano teria raízes nos primatas. Mas a risada primata não soa como riso humano. Ela pode ser um arfar rápido, uma respiração ruidosa ou uma curta série de grunhidos.</p>
<p> <a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/risinho-eloise-wilkin.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4145" title="risinho, eloise wilkin" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/risinho-eloise-wilkin.jpg" alt="risinho, eloise wilkin" width="375" height="500" /></a></p>
<p><strong><em>Risinho, ilustração de Eloise Wilkin.</em></strong></p>
<p>Então, o que isso teria a ver com gargalhada humana?</p>
<p> </p>
<p>Para investigar a questão, Marina Davila Ross, da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra, e colegas realizaram uma detalhada análise  dos sons evocados quando se faz cócegas em três bebês humanos e 21 orangotangos, gorilas, chimpanzés e Bonobos.</p>
<p>Após medir 11 características no som de cada espécie, eles mapearam possíveis relações entre cada um. O resultado parece uma árvore genealógica. Significativamente, a árvore combina com o modo pelo qual as espécies de relacionam, informam os cientistas na edição online da revista <a title="Reconstructing the Evolution of Laughter in Great Apes and Humans" href="http://www.cell.com/current-biology/abstract/S0960-9822(09)01129-4" target="_blank"><strong><em>Current Biology</em></strong>.</a></p>
<p>Eles também concluíram que, embora o riso humano soe muito diferente das versões simiescas, suas características peculiares podem ter surgido a partir de peculiaridades partilhadas com as outras espécies e herdadas de ancestrais.</p>
<p>FONTE:<em><strong>  <a title="Riso surgiu em ancestral comum" href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,riso-surgiu-em-ancestral-comum-de-homens-e-macacos,382354,0.htm" target="_blank">O Estado de São Paulo, Online</a></strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A evolução da espécie em mosquitos nas ilhas Galápagos]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/06/05/a-evolucao-da-especie-em-mosquitos-nas-ilhas-galapagos/</link>
<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 03:05:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/06/05/a-evolucao-da-especie-em-mosquitos-nas-ilhas-galapagos/</guid>
<description><![CDATA[Iguana marinho, foto Penelope Curtis, AP.   Os animais das ilhas Galápagos têm sido amplamente estud]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-4054" title="iguana marinho, foto Penelope Curtis, NYT, AP" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/06/iguana-marinho-foto-penelope-curtis-nyt-ap.jpg" alt="iguana marinho, foto Penelope Curtis, NYT, AP" width="510" height="281" /></p>
<p><strong><em>Iguana marinho, foto Penelope Curtis, AP.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Os animais das ilhas Galápagos têm sido amplamente estudados desde o tempo de Darwin, exceto os insetos, incluindo os mosquitos.  Agora, um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Leeds, na Inglaterra, baseando-se no mosquito  Aedes taeniorhynchus, uma das três espécies de mosquitos habitando o arquipélago, revela que esta espécie, que não foi introduzida  pelo homem, mas que habita as ilhas há mais de 200.000 anos, tem evoluído muito, tornando-se quase uma variedade distinta. </p>
<p>Uma das descobertas  é a de que esse mosquito foi se adaptando ao sangue dos lagartos, tartarugas e outros répteis, e não se limita a alimentar-se do sangue de mamíferos como acontece com o mesmo mosquito no continente.  </p>
<p>Este poderia ser um problema preocupante se um vírus como o do Nilo Ocidental [West Nile vírus] chegasse às ilhas.  Pois o vírus poderia se propagar com uma rapidez inimaginável.  Os pesquisadores sugeriram então que todos os aviões e barcos que chegassem ao arquipélago fossem tratados com pesticidas, para evitar quaisquer  conseqüências de um eminente desastre ecológico.  </p>
<p>Fonte: <strong><a title="Evolving Mosquitoes in the Galapagos" href="http://www.nytimes.com/2009/06/02/science/02obskeeter.html?_r=1&#38;ref=science" target="_blank">New York Times</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Actividades do Clube da Ciência]]></title>
<link>http://airaesustentavel.wordpress.com/2009/05/28/actividades-do-clube-da-ciencia-6/</link>
<pubDate>Thu, 28 May 2009 16:48:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>DSA</dc:creator>
<guid>http://airaesustentavel.wordpress.com/2009/05/28/actividades-do-clube-da-ciencia-6/</guid>
<description><![CDATA[As actividades do Clube da Ciência continuam, como sempre, às quartas-feiras entre as 15h.30 e as 17]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-807" title="Clube da Ciencia" src="http://airaesustentavel.wordpress.com/files/2009/05/dsci02761.jpg" alt="Clube da Ciencia" width="185" height="216" />As actividades do Clube da Ciência continuam, como sempre, às quartas-feiras entre as 15h.30 e as 17h.00.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim, os alunos que frequentam as áreas de Geografia e Matemática encontram-se a finalizar o estudo da nossa região através de mapas topográficos e geológicos. Já falta pouco!</p>
<p style="text-align:justify;">Na área de Ciências Físico–Químicas os alunos continuam a finalizar os trabalhos de um ano de trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao nível das Ciências da Natureza/Naturais finalizaram-se as actividades experimentais ligadas ao estudo dos solos. Esta semana, conclui-se o levantamento e análise da percentagem de manta morta e horizonte A dos solos da escola. Os resultados surgirão brevemente.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Animais sabem a diferença entre certo e errado]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/05/27/animais-sabem-a-diferenca-entre-certo-e-errado/</link>
<pubDate>Wed, 27 May 2009 18:21:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/05/27/animais-sabem-a-diferenca-entre-certo-e-errado/</guid>
<description><![CDATA[Macaquinhos: MW Editora &amp; Ilustrações   Novas pesquisas demonstram que os animais tem um sentido]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-3874" title="macaquinhos com bananas MW Editora &#38; Ilustrações" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/05/macaquinhos-com-bananas-mw-editora-ilustracoes.jpg" alt="macaquinhos com bananas MW Editora &#38; Ilustrações" width="510" height="705" /><strong><em>Macaquinhos: MW Editora &#38; Ilustrações</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Novas pesquisas demonstram que os animais tem um sentido do que é certo ou errado.   Muitas espécies, dos ratos aos lobos, demonstram serem portadores de emoções bastante complexas.   Até recentemente pensava-se que só o homem pudesse tê-las, no entanto, o Professor Marc Bekoff, da Universidade de Colorado em Boulder, acredita que estas emoções estão impressas nos cérebros dos mamíferos.</p>
<p> </p>
<p>Um dos exemplos citados por ele é o de lobos maiores e mais fortes que suprimem sua força quando estão brincando com lobos mais fracos e menores, mostrando que aceitam pequenas mordidas, mesmo que não sejam fortes.    Por sua vez, os chimpanzés também</p>
<p>Mostram emoções complexas, principalmente em relação aqueles que se desviam do código de conduta do grupo.  Neste grupo de primatas, os animais com deficiências ou mais fracos, também são tratados de maneira diferenciada, sem violência.</p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3876" title="lobo e ratinho" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/05/lobo-e-ratinho.jpg" alt="lobo e ratinho" width="510" height="482" /></p>
<p> </p>
<p>Golfinhos e baleias são conhecidos por sua capacidade de empatia, atribuído à células fusiformes que estes mamíferos têm em comum com os seres humanos.  Experimentos com ratos mostram que eles preferem não comer, se acreditam que sua escolha pela alimentação venha a causar a um outro ratos alguma dor.  Por outro lado, camundongos reagem mais fortemente a dor quando vêem outro companheiro sofrendo de dor.</p>
<p> </p>
<p>A crença de que só os seres humanos desfrutam da noção de moral é um pressuposto muito comum, no entanto, estudos e pesquisas mais recentes sugerem que este talvez não seja o caso.   É verdade que cada espécie parece ter um código moral específico e diferente entre as espécies.  Mas eles existem para cada uma delas.   Mais estudos serão necessários para termos certeza dos detalhes do comportamento analisado, mas tudo indica que a pesquisa de Berkoff  venha a ser provada correta.  Muitos relatos de comportamento animal, como golfinhos que ajudam seres humanos a escapar de perigosos predadores no mar; ou de elefantes que fazem o mesmo, na selva, já demonstram que existe mais do que um simples comportamento selvagem sem códigos de ética estabelecidos como se acreditou até os dias de hoje.</p>
<p> </p>
<p>Baseado no artigo de Richard Grey para o jornal britânico The Telegraph.</p>
<p>FONTE:  <strong><a title="Animals can tell right from wrong" href="http://www.telegraph.co.uk/earth/wildlife/5373379/Animals-can-tell-right-from-wrong.html" target="_blank">The Telegraph</a>  &#8211;  </strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Actividades do Clube da Ciência]]></title>
<link>http://airaesustentavel.wordpress.com/2009/05/21/actividades-do-clube-da-ciencia-5/</link>
<pubDate>Thu, 21 May 2009 18:17:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>DSA</dc:creator>
<guid>http://airaesustentavel.wordpress.com/2009/05/21/actividades-do-clube-da-ciencia-5/</guid>
<description><![CDATA[As actividades do Clube da Ciência continuam, como sempre, às quartas-feiras entre as 15h.30 e as 17]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:8pt;"><img class="alignleft size-full wp-image-755" title="Matemática" src="http://airaesustentavel.wordpress.com/files/2009/05/dsci0270.jpg" alt="Matemática" width="202" height="269" />As actividades do Clube da Ciência continuam, como sempre, às quartas-feiras entre as 15h.30 e as 17h.00.</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:8pt;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:8pt;">Assim, os alunos que frequentam as áreas de Geografia e Matemática encontram-se a finalizar o estudo da nossa região através de mapas topográficos e geológicos. Os resultados estão a ficar excelentes. Já há muitos mapas prontos e o empenho é evidente. A escolha de material está a ser difícil, dada a qualidade dos trabalhos realizados. Mais uma vez, estas actividades receberam também alunos da turma de Percurso Alternativo de 5º Ano. </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:8pt;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:8pt;">Na área de Ciências Físico–Químicas os alunos estiveram a realizar trabalho de pesquisa e tratamento de informação.</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:8pt;">Ao nível das Ciências da Natureza/Naturais os alunos continuaram a realização de actividades experimentais ligadas ao estudo dos solos. Esta semana, fez-se o levantamento e análise da percentagem de manta morta e horizonte A dos solos da escola. Foi muito interessante. Já na semana passada, também com alunos da turma de Percurso Alternativo, estivemos a fazer um novo estudo dos insectos presentes no solo. Recordo, que fez esta quarta-feira duas semanas que montamos as armadilhas….</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:8pt;"><img class="aligncenter size-full wp-image-756" title="DSCI0264" src="http://airaesustentavel.wordpress.com/files/2009/05/dsci0264.jpg" alt="DSCI0264" width="358" height="269" /></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aquecimento pode aumentar tamanho de aranhas carnívoras]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/05/16/aquecimento-pode-aumentar-tamanho-de-aranhas-carnivoras/</link>
<pubDate>Sat, 16 May 2009 16:59:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/05/16/aquecimento-pode-aumentar-tamanho-de-aranhas-carnivoras/</guid>
<description><![CDATA[    Como se o aquecimento global já não nos desse motivo suficiente de preocupação, agora os cientis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-3739" title="pardosa glacialis 1" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/05/pardosa-glacialis-1.jpg" alt="pardosa glacialis 1" width="309" height="464" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Como se o aquecimento global já não nos desse motivo suficiente de preocupação, agora os cientistas afirmam que ele pode conduzir ao surgimento de aranhas maiores e possivelmente de mais exemplares em pelo menos uma espécie de aracnídeos.</p>
<p>Um grupo de cientistas dinamarqueses decidiu determinar se o aquecimento global poderia tornar maiores as aranhas-lobo, uma espécie carnívora e peluda que vive no nordeste da Groenlândia, já que verões mais longos significariam uma temporada de caça mais extensa. A espécie, <em>Pardosa glacialis</em>, não é muito conhecida e costuma ter comprimento da ordem de 4 cm de acordo com Toke Hoye, da Universidade de Aarhus, Dinamarca, um dos co-autores do estudo.</p>
<p>As aranhas podem viver por até dois anos e os pesquisadores constataram que, nos anos em que a primavera começa mais cedo, os animais tendem a crescer mais, em média. Por exemplo, quando a primavera chega 30 dias mais cedo do que a data costumeira, algumas aranhas desenvolvem exoesqueletos que podem ser 10% mais espessos do que a média, o que resulta em corpos maiores. Nos anos mais frios, por outro lado, foi constatada uma redução no exoesqueleto.</p>
<p>Ao final do estudo de 10 anos de duração, a espessura média do exoesqueleto era de 2,65 mm, cerca de 2% acima dos 2,6 mm constatados nos anos iniciais do estudo &#8211; uma grande diferença a ser registrada durante um período de estudo de apenas 10 anos, de acordo com os pesquisadores.</p>
<p><strong>Fêmeas robustas</strong><br />
As temperaturas mais quentes também parecem estar conferindo às fêmeas uma vantagem de tamanho com relação aos machos, sugere o novo estudo. As fêmeas da espécie <em>Pardosa glacialis</em> tendem a ser apenas ligeiramente maiores que os machos &#8211; como era o caso em 1997, quando o degelo da primavera aconteceu por volta do 160° dia do ano.</p>
<p>Mas em 2005, por exemplo, quando o degelo aconteceu no 143° dia do ano, os exoesqueletos das fêmeas se provaram cerca de 2% maiores que os dos machos, em média.</p>
<p><strong>Qual seria o motivo?</strong><br />
O motivo para que o aquecimento esteja aparentemente resultando em crescimento para essas aranhas é um mistério. A razão pode ser o fato de que as aranhas estão crescendo devido ao prolongamento de sua temporada primária de caça. Ou os verões mais longos podem estar permitindo que elas procedam à muda &#8211; o abandono de seus exoesqueletos antigos &#8211; com mais frequência, o que resultaria em crescimento maior ao longo de suas vidas. Não se sabe se as aranhas-lobo já estão nascendo maiores, já que o tema do estudo eram animais adultos.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3740" title="spider-pic" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/05/spider-pic.gif" alt="spider-pic" width="345" height="297" /></p>
<p> </p>
<p>Ninguém faz idéia do efeito que essas aranhas maiores podem exercer sobre o meio ambiente local, disse Hoye. Mas ele está bastante certo de que as aranhas não só serão maiores como mais numerosas. Fêmeas adultas maiores provavelmente resultarão em aumento na população de aranhas, e/ou em mais crias, disse Hoye.</p>
<p>Pelo lado positivo, ao menos para os aracnófobos, o canibalismo é comum entre muitas espécies de aranhas. A prática ajudaria a conter o crescimento das populações, disse Hoye, especialmente se os adultos continuarem a crescer, o que tornaria os filhotes presas mais fáceis. As constatações foram publicadas pela revista <em>Biology Letters</em>.</p>
<p> </p>
<p><em>Artigo de Matt Kaplan, para a revista</em> <strong><em>National Geographic.</em></strong></p>
<p><em>Tradução: Paulo Migliacci ME</em></p>
<p><strong><a title="Aquecimento pode aumentar tamanho de aranhas" href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3768021-EI238,00.html" target="_blank">Portal Terra</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inteligência de corvos intriga cientistas]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/05/14/inteligencia-de-corvos-intriga-cientistas/</link>
<pubDate>Thu, 14 May 2009 14:50:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/05/14/inteligencia-de-corvos-intriga-cientistas/</guid>
<description><![CDATA[  Os corvídeos, uma família de aves que inclui corvos e gralhas, têm surpreendido cientistas com sua]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-3701" title="corvo" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/05/corvo.jpg" alt="corvo" width="510" height="510" /></p>
<p> </p>
<p>Os corvídeos, uma família de aves que inclui corvos e gralhas, têm surpreendido cientistas com sua capacidade de memória, habilidade de empregar raciocínios complexos e uma capacidade extraordinária de criar e usar ferramentas. Betty, um corvo da Nova Caledônia, impressionou os pesquisadores com suas habilidades, o que foi relatado pela primeira vez no jornal <strong><em>Science</em></strong> em 2002.</p>
<p> </p>
<p>Pesquisadores do grupo de ecologia comportamental da universidade de Oxford estavam testando como os corvos da Nova Caledônia selecionavam ferramentas. Perto deles, foram colocados um mini-balde cheio de comida dentro de um tubo e vários pedaços de arame, alguns retos e outros com pontas de gancho.</p>
<p> </p>
<p>O objetivo era ver se os corvos escolheriam os arames dobrados para pescar os baldes. Mas Betty surpreendeu a todos quando escolheu um arame reto e usou o bico para dobrá-lo como um gancho para pegar o balde de comida.</p>
<p> </p>
<p>Foi a primeira vez que um animal foi observado criando uma nova ferramenta para uma tarefa específica, sem um período prolongado de tentativa e erro. Cada vez mais, cientistas estão observando comportamento inteligente em corvídeos e agora estão tentando entender porque esse grupo de aves tem habilidades tão desenvolvidas.</p>
<p> </p>
<p><strong><a title="Inteligência de corvos deixa cientistas" href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2009/05/090508_corvos_video.shtml" target="_blank">Fonte: BBC  &#8212; veja VÍDEO</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Além dos humanos, que animais se reconhecem no espelho?]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/05/13/alem-dos-humanos-que-animais-se-reconhecem-no-espelho/</link>
<pubDate>Wed, 13 May 2009 03:22:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/05/13/alem-dos-humanos-que-animais-se-reconhecem-no-espelho/</guid>
<description><![CDATA[  A capacidade de identificar a si mesmo em um espelho é bastante rara na natureza, presente apenas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-3685" title="macaco com espelho" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/05/macaco-com-espelho.jpg" alt="macaco com espelho" width="424" height="299" /></p>
<p> </p>
<p>A capacidade de identificar a si mesmo em um espelho é bastante rara na natureza, presente apenas entre os grandes primatas (chimpanzés, bonobos, gorilas, orangotangos e humanos), nos golfinhos e nos elefantes.</p>
<p>Entre os cientistas há o entendimento de que essa habilidade de se reconhecer no espelho só é possível em espécies com alto grau de empatia e comportamento altruístico, ou seja, que são aptos a perceber as necessidades de outros indivíduos de sua espécie e tentar ajudar. &#8220;<em>Além disso, trata-se de animais que têm uma capacidade cerebral muito mais sofisticada que a dos cães</em>&#8220;, diz o professor Luciano Mendes Castanho, da Faculdade de Ciências Biológicas da PUC-SP.</p>
<p> </p>
<p><strong><a title="você sabia" href="http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/interna/0,,OI3746307-EI8399,00.html" target="_blank">Terra</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rio São Francisco perdeu volume d'água]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/04/24/rio-sao-francisco-perdeu-volume-dagua/</link>
<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 01:13:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/04/24/rio-sao-francisco-perdeu-volume-dagua/</guid>
<description><![CDATA[          Uma pesquisa feita por cientistas norte-americanos aponta que o fluxo de água na bacia do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-3480" title="seca" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/04/seca.jpg" alt="seca" width="470" height="310" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;">Uma pesquisa feita por cientistas norte-americanos aponta que o fluxo de água na bacia do rio São Francisco, que nasce em Minas Gerais e deságua no nordeste do Brasil, caiu 35% no último meio século. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;">O estudo, que será publicado no próximo dia 15 de maio no Journal of Climate, da Sociedade Meteorológica Americana, foi feito por pesquisadores do National Center for Atmospheric Research (NCAR), que fica no Estado americano do Colorado. <span> </span><span> </span>Eles analisaram dados coletados entre os anos de 1948 e 2004 nos 925 maiores rios do planeta, e concluíram que vários rios de algumas das regiões mais populosas estão perdendo água. <span>  </span><span>  </span>De acordo com os pesquisadores, a bacia do São Francisco foi a que apresentou o maior declínio no fluxo de águas entre os principais rios que correm em território brasileiro durante o período pesquisado. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;">Neste mesmo período, o fluxo de águas na bacia do Amazonas caiu 3,1%, enquanto as bacias de outros rios brasileiros apresentaram uma elevação na vazão. <span>  </span>O fluxo de águas no rio Paraná (que termina na Argentina), por exemplo, apresentou um aumento de 60% no período pesquisado, enquanto a bacia do Tocantins registrou um acréscimo de 1,2% em sua vazão. <span>  </span>Segundo o cientista Aiguo Dai, o líder da pesquisa, esta variação está relacionada principalmente a mudanças na quantidade de chuvas nas regiões das bacias. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;">Estas alterações nos níveis de precipitações, de acordo com o pesquisador, estariam relacionadas, principalmente, ao fenômeno meteorológico El Niño, que consiste em um aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico e que afeta o clima da região e do planeta.Dai afirma que, entre 1948 e 2004, a região da bacia do rio São Francisco apresentou uma leve queda nos níveis de precipitações e um grande aumento de temperatura. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;">Estes dois fatores contribuíram para o grande declínio do escoamento do rio. Segundo ele, o aumento das temperaturas eleva a evaporação, e assim, reduz o fluxo de água do rio. <span>  </span>&#8220;<em>Eu avalio que algumas destas mudanças na temperatura e nas precipitações estão relacionadas às mudanças nas atividades do El Niño, mas não todas elas</em>&#8220;, afirma o cientista. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;">De um modo geral, o estudo aponta que alguns dos rios mais importantes do planeta e que abastecem áreas populosas estão perdendo água. <span> </span><span>  </span>Um terço dos 925 rios pesquisados apresentaram mudanças significativas nos fluxos de água no período, sendo que aqueles que perderam vazão ultrapassam os que ganharam em uma proporção de 2,5 para 1. <span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;">Entre os rios que apresentaram declínios na vazão estão alguns que servem a grandes populações, como o Amarelo, na China, o Niger, na África, e o Colorado, nos Estados Unidos. Em contraste, os pesquisadores constataram um aumento considerável na vazão de rios em áreas pouco habitadas no Oceano Ártico. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;">Entre os que permaneceram estáveis ou que registraram um pequeno aumento no fluxo de água estão o Yang Tsé, na China e Bhrahmaputra, na Índia.<span>  </span>Segundo os pesquisadores, muitos fatores podem afetar a vazão desses rios, incluindo barragens e o desvio de água para a irrigação. <span>  </span>Mas, de acordo com os dados da pesquisa, em muitos casos, a redução no fluxo de água pode estar relacionada às mudanças climáticas globais, que alteram os padrões de chuvas e os níveis de evaporação. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;">&#8220;<em>A redução na vazão aumenta a pressão sobre as reservas de água doce em grande parte do mundo, especialmente em um momento em que a demanda por água aumenta por causa do crescimento da população. A água doce é um recurso vital, e a tendência de queda é motivo de preocupação</em>&#8220;, diz Aiguo Dai. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;">Pesquisas anteriores feitas em grandes rios, no entanto, apontavam que a vazão global dos cursos de água estaria aumentando. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="PT"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Georgia;" lang="PT">BBC Brasil/ <a title="Volume d'água do rio São Francisco" href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,volume-de-agua-do-rio-sao-francisco-caiu-35-em-50-anos,359158,0.htm" target="_blank">Estadão</a></span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:Georgia;" lang="PT"><a title="Volume d'água do rio São Francisco" href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,volume-de-agua-do-rio-sao-francisco-caiu-35-em-50-anos,359158,0.htm" target="_blank"> </a></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Árvores não resistem ao aquecimento...]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/04/15/arvores-nao-resistem-ao-aquecimento/</link>
<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 22:11:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/04/15/arvores-nao-resistem-ao-aquecimento/</guid>
<description><![CDATA[    A mais recente e triste revelação sobre o aquecimento global traz à luz um aspecto ainda muito p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-3280" title="dead-tree" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/04/dead-tree.jpg" alt="dead-tree" width="398" height="400" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">A mais recente e triste revelação sobre o aquecimento global traz à luz um aspecto ainda muito pouco discutido pela população em geral: o desaparecimento das árvores  por causa do aumento das temperaturas locais.  Esta é a conclusão a que chegaram cientistas da Universidade do Arizona, nos EUA.  Eles descobriram que árvores expostas a temperaturas mais quentes do que as existentes no seu ambiente nativo foram menos capazes de tolerar a seca.  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Os cientistas fizeram uma pergunta simples: Será que as temperaturas mais altas fariam com que as árvores ficassem mais suscetíveis à seca?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Para estudar a tolerância das árvores a um aumento de temperatura, o biólogo David Breshears da Universidade do Arizona transportou 20 árvores maduras [pinheiros Pinyon] de um sítio em  Ojitos Frios, New Mexico, e mandou-as para <em>Biosfera 2,</em> aproximadamente 960 km de distância, para o deserto do Arizona, na região de Tucson.   </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">A <em>Biosfera 2</em> foi construída para provar que seres humanos poderiam viver num ambiente fechado organizado em volta de um ecossistema fechado.  Mas o projeto teve seus problemas e hoje não é nada mais nada menos do que uma gigantesca estufa com micro zonas climáticas internas.  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3281" title="pinyonpine-foto-joe-martinez" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/04/pinyonpine-foto-joe-martinez.jpg" alt="pinyonpine-foto-joe-martinez" width="510" height="382" /></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"><strong><em>Biosfera 2, pinheiro pinyon.</em></strong>  Foto: Joe Martinez</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#ffffff;">&#8212;-</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Henry Adams, que trabalhou com Breshears nesta pesquisa disse que eles colocaram as arvores em duas áreas:  uma, onde as condições climática lembravam as do Novo México,  e a outra onde a temperatura local era 5 ° C mais quente.  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Depois eles pararam de dar água para as árvores em ambos os locais.  “ O que vimos é que as árvores em locais mais quentes morreram  30% mais rapidamente do que as árvores que permaneceram em ambientes semelhantes ao seus originais,” disse Adams. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;" lang="EN-US"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Essas descobertas estão publicadas no numero mais recente da publicação científica <em>Proceedings of the National Academy of Sciences. </em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Este artigo foi livremente traduzido do portal da National Public Radio.  Para ver o artigo na sua totalidade, clique <strong><a title="Trees may dry up with global warming" href="http://www.npr.org/templates/story/story.php?storyId=103081498&#38;ft=1&#38;f=1003" target="_blank">AQUI</a></strong>. </span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tornozelo separa os hominídeos dos macacos]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/04/14/tornozelo-separa-os-hominideos-dos-macacos/</link>
<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 17:23:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/04/14/tornozelo-separa-os-hominideos-dos-macacos/</guid>
<description><![CDATA[    Um estudo publicado nesta semana afirma que os ancestrais humanos não eram tão parecidos com os ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-3220" title="hominidio" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/04/hominidio.jpg" alt="hominidio" width="470" height="538" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Um estudo publicado nesta semana afirma que os ancestrais humanos não eram tão parecidos com os macacos e tinham dificuldades em subir em árvores. A pesquisa foi feita com a análise do tornozelo de hominídeos que viveram há mais de quatro milhões de anos, depois que humanos e chipanzés começaram a evoluir separadamente. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Alguns especialistas acreditavam que o hominídeo e os primeiros humanos eram bastante semelhantes aos chimpanzés, mas o novo estudo contradiz esta tese.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">O pesquisador Jeremy DeSilva, da Universidade de Michigan em Ann Arbor, comparou a estrutura de ossos dos hominídeos com a de chimpanzés da Uganda.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Tornozelos</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">O estudo mostrou que o tornozelo dos chimpanzés é muito mais flexível do que o dos humanos e dos hominídeos. Os chimpanzés conseguem dobrar o tornozelo em um ângulo de até 45 graus, comparado com apenas 20 dos hominídeos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">DeSilva também analisou a parte inferior da tíbia, o osso da perna. Nos chimpanzés, a tíbia está adaptada para dar mais flexibilidade ao tornozelo. Nos hominídeos, esse tipo de adaptação não ocorre, o que indicaria que eles não conseguiriam subir em árvores com a mesma agilidade dos macacos. O pesquisador estudou 15 fósseis de hominídeos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">&#8220;Este estudo conclui que se os hominídeos incluíam a escalada de árvores no repertório de movimentos, eles provavelmente estavam realizando esta tarefa de forma muito diferente dos chimpanzés modernos&#8221;, escreveu DeSilva na sua pesquisa.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">O resultado do estudo foi publicado no artigo Morfologia funcional do tornozelo e a probabilidade de se escalar em hominídeosna revista científica americana Proceedings of the National Academy of Sciences.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Fonte: <strong><a title="Estudo: ancestral do homemnão subia em árvores" href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3701395-EI8147,00-Estudo+ancestral+do+homem+nao+subia+em+arvores+como+macacos.html" target="_blank">Portal Terra</a></strong></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cangurus: um problema de Camberra!]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/04/13/cangurus-um-problema-de-camberra/</link>
<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 22:01:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/04/13/cangurus-um-problema-de-camberra/</guid>
<description><![CDATA[    Eles sobem telhado do Parlamento, colidem com carros, entram em residências pelas janelas.  A ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-3200" title="cangurus" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/04/cangurus.jpg" alt="cangurus" width="461" height="300" /></p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:3.75pt 0 10.65pt;"><span style="color:#5d5850;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:3.75pt 0 10.65pt;"><span style="color:#5d5850;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Eles sobem telhado do Parlamento, colidem com carros, entram em residências pelas janelas.<span>  </span>A capital da Austrália, Camberra, tem um problema sério com a superpopulação de cangurus.<span>   </span>Os cangurus, animais-símbolos do país, deixaram momentaneamente de ser um dos principais atrativos turísticos australianos, para se tornarem sinônimos de desgosto para a população da capital. A superpopulação da espécie fez com que os mamíferos se aventurassem pelas ruas da cidade. <span> </span>As informações são da agência <em>AP</em>.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:3.75pt 0 10.65pt;"><span style="color:#5d5850;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">A população de cangurus-cinza, o mais comum, é a maior já registrada na cidade nos últimos 100 anos. Das 60 espécies de cangurus, as do tipo cinza e vermelha são as mais numerosas, com 50 milhões de exemplares na Austrália.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:3.75pt 0 10.65pt;"><span style="color:#5d5850;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">As autoridades locais agora querem um sacrifício coletivo porque medidas anteriores como vasectomias e anticoncepcionais orais para esses marsupiais não impediram sua reprodução em numero suficiente para a convivência pacífica entre população e animais. O plano, que ainda tem que ser discutido e aprovado, recomenda um canguru por cada 1.500 hectares.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:3.75pt 0 10.65pt;"><span style="color:#5d5850;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:3.75pt 0 10.65pt;"><span style="color:#5d5850;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:3.75pt 0 10.65pt;"><span style="color:#5d5850;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:3.75pt 0 10.65pt;"><span style="color:#5d5850;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> <img class="aligncenter size-full wp-image-3202" title="canguru" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/04/canguru.jpg" alt="canguru" width="298" height="463" /></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:3.75pt 0 10.65pt;"><span style="color:#5d5850;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:3.75pt 0 10.65pt;"><span style="color:#5d5850;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:3.75pt 0 10.65pt;"><span style="color:#5d5850;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:3.75pt 0 10.65pt;"><span style="color:#5d5850;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">No entanto, a proposta não foi bem recebida pela maioria da população, que é contra o massacre do marsupial mais famoso do país. Segundo uma enquete governamental, mais de 80% dos habitantes acredita que os cangurus selvagens devem continuar onde estão. Por outro lado, numa outra pesquisa, 17% dos motoristas disseram ter atropelado um exemplar pelo menos uma vez.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:3.75pt 0 10.65pt;"><span style="color:#5d5850;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Recentemente, um canguru com cerca de 1,75m se feriu ao quebrar o vidro de uma janela na tentativa de saltar para dentro de uma residência. O animal caiu sobre a cama onde uma mulher descansava com a filha de 9 anos e depois pulou sobre outra onde dormia o filho de 10 anos.<span>  </span>O animal foi finalmente expulso da casa pelo pai das crianças, Beat Ettlin, fugindo para as colinas mais próximas mas deixando para trás um rastro de sangue proveniente de seus ferimentos. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:3.75pt 0 10.65pt;"><span style="color:#5d5850;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">De acordo com Maxine Cooper, comissária de meio ambiente do governo na capital, os seres humanos não são os únicos a correrem perigo com a invasão dos marsupiais. Os cangurus destroem o habitat de outras espécies em perigo de extinção, como lagartos e insetos e acabam com todas as gramíneas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:3.75pt 0 10.65pt;"><span style="color:#5d5850;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Os sacrifícios coletivos de cangurus não são algo novo no país. A 350km ao norte da capital, mais de 25 exemplares são mortos durante as noites com licença do governo. &#8220;Não é agradável sacrificá-los, mas quando chega o momento, temos que fazê-lo&#8221;, explicou o responsável pelos abates, Barry Stuart.<span>  </span>Ninguém sabe o numero exato de cangurus que vivem próximo a Cramberra, uma cidade de 340.000 habitantes.<span>  </span>Mas as colinas a sua volta, os campos arborizados e parques tornam a área perfeita para estes saltitantes animais.<span>   </span>A tendência à invasão da cidade por causa da superpopulação desses animais<span>  </span>começou há aproximadamente 220 anos atrás quando colonos europeus derrubaram milhares de hectares de vegetação natural que alimentava e mantinha um equilíbrio sustentável do número de cangurus. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:26.9pt;margin:0;"><em><span style="color:#47423a;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Fonte: </span></span></em><strong><span style="color:#47423a;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"><a title="Australia too many roos" href="http://news.yahoo.com/s/ap/20090412/ap_on_re_au_an/as_australia_too_many_roos" target="_blank">AP </a></span></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
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