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	<title>cinco-sentidos &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/cinco-sentidos/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "cinco-sentidos"</description>
	<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 04:05:57 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Faça algo útil para todos e se você fizer isto, todo o resto será cuidado pra você]]></title>
<link>http://sabedoriadesrisri.wordpress.com/2009/11/27/faca-algo-util-para-todos-e-se-voce-fizer-isto-todo-o-resto-sera-cuidado-pra-voce/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 06:02:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Arte De Viver</dc:creator>
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<description><![CDATA[Chennai, 26 de novembro. O Mahasatsang teve todos os elementos característicos de uma celebração da ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Chennai, 26 de novembro.</p>
<p style="text-align:justify;">O Mahasatsang teve todos os elementos característicos de uma celebração da Arte de Viver: Gaan (música), Gyaan (conhecimento) e Dhyaan (meditação). Um time de músicos muito talentosos tocou uma série de musicas que integravam rock ocidental e música clássica indiana, depois de Sri Sri falar e guiar todos a meditação.</p>
<p style="text-align:justify;">“Os 3 Ms são muito importantes para qualquer ocasião – Música, Meditação e ‘Meals’ (refeições).”</p>
<p style="text-align:justify;">“Verdade é aquilo que você não pode evitar ou confrontar.</p>
<p style="text-align:justify;">Amor é aquilo que você não pode esconder nem expressar completamente.</p>
<p style="text-align:justify;">Beleza é aquilo que você não pode possuir nem rejeitar.”</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri então guiou para a meditação os milhares que se reuniram para o Mahasatsang.</p>
<p style="text-align:justify;">Mais tarde, houve uma sessão de perguntas da audiência:</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">P: Onde está a mente e onde ela fica no corpo?</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri: Quem ou aquilo que está fazendo essa pergunta e aquilo que vai ouvir a resposta. Intelecto é aquilo que registra a resposta e a mente é aquilo que está procurando pela resposta.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">P: Como conquistar os cinco sentidos? Você poderia explicar em uma frase?</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri: Quando você tem a luz do sol e uma vela, a vela se torna insignificante. Da mesma forma, outras coisas se tornam insignificantes.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">P: Quando nós sabemos que somos feitos de amor?</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri: o amor não pode ser conhecido ou entendido. Ele apenas pode ser sentido. A criança não pergunta a sua mãe – ‘Quais são suas qualificações? O que você faz? Quem são seus amigos? Diga-me e então eu te amarei.’ Assim como seu corpo é formado por carboidratos e aminoácidos, nós somos feitos dessa substância chamada amor. Raiva, ganância, ciúmes são todos distorções do amor.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">P: Como controlar o terrorismo?</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri: O mundo inteiro e todas as religiões estão debatendo sobre o terrorismo e como controla-lo. Eu te digo – espiritualidade indiana e conhecimento espiritual tem o poder de diminuir o terrorismo e o fanatismo.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">P: A astrologia é uma ciência?</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri: Sim, a astrologia definitivamente é uma ciência. Isso não quer dizer que todos os astrólogos são cientistas. (risos)</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">P: A alopatia não tem cura para câncer nem para tuberculose. A Ayurveda e Siddha pode cura-los?</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri: Certamente. Sabe, o sistema Siddha só está disponível em Tamil Nadu. Ayurveda está disponível em toda Índia.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">P: O mundo vai acabar em 2012? Isto é verdade?</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri: As pessoas costumavam dizer isso em 1999 -  que o mundo seria destruído antes do novo milênio. Na verdade, no Canadá as pessoas estocaram comida para seis meses (risos). Haverá uma mudança espiritual positiva. Sabe, as pessoas estão meditando na Terra Del Fiago (perto do Pólo Sul) e na Noruega (perto do Pólo Norte), cantando Om Nama Shivaya, se tornando vegetariano e assumindo tradições indianas.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">P: Guruji, nós temos dois pedidos pra você. Por que você não vem mais para Chennai e abre um ashram aqui?</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri: Amanhã nós vamos começar um saguão de meditação aqui. Vocês todos devem vir e meditar.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">P: Por que não começamos um canal de TV da Arte de Viver para divulgar o conhecimento da Arte de Viver?</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri: Por que nós deveríamos ficar restritos a apenas um canal? Deveríamos estar em todos os canais (risos). De qualquer forma, se você quer começar um, você tem meu apoio. O canal não deve ser apenas sobre meditação ou musica. Deve ser sobre conhecimento espiritual com conhecimento do que está acontecendo no mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Mais uma coisa – sempre que você  tiver alguma preocupação, você pode mandar um entregador traze-la até a mim. Faça algo útil para todos e se você fizer isto, todo o resto será cuidado pra você.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>“Aquilo que você não pode expressar é Amor.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Aquilo que você não pode rejeitar/renunciar é Beleza.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Aquilo que você não pode evitar é a Verdade.”</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>~ Sri Sri</strong></p>
<p style="text-align:justify;">© Fundação Arte de Viver</p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hipertrofia visual (pt.4) - aesthesis]]></title>
<link>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2009/11/03/hipertrofia-visual-pt-4-aesthesis/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 17:38:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>NRC</dc:creator>
<guid>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2009/11/03/hipertrofia-visual-pt-4-aesthesis/</guid>
<description><![CDATA[[Um excerto da dissertação de mestrado] A equalização sensorial da arquitectura é a força impulsiona]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>[Um excerto da dissertação de mestrado]</p>
<p>A <em>equalização sensorial da arquitectura</em> é a força impulsionadora da arquitectura <em>hiper-sensorial</em>. Uma arquitectura que conserva a importância da imagem e estimula a força dos outros sentidos.</p>
<p>A nível biológico, os cinco sentidos encontram-se, directamente, relacionados com o cérebro mais, precisamente, com a secção responsável pela memória. “A antiga palavra grega aesthesis refere-se a percepções sensoriais, e não a teorias de beleza abstractas. Implica uma elevação dos sentimentos e emoções e um despertar dos sentidos, precisamente o oposto de «anestética». O que interessa aqui é o significado original. O processo de estetização eleva a consciência por meio da estimulação sensorial, o que desencadeia uma anestesia compensatória como protecção para o excesso de estímulos. A anestesia age assim paralelamente à estética; uma alimenta-se da outra. […] Mas esta inundação dos sentidos num determinado âmbito oculta a recepção dos impulsos noutro. À consciência que ganhamos em termos sensoriais – odor, gosto, tacto, ouvido e visão –, corresponde um plano de indiferença que cobre tudo o resto. Este processo cria o seu indivíduo, uma espécie de membrana semipermeável que assegura um estado de constante satisfação filtrando tudo o que é indesejável.”<span style="font-size:7pt;"><strong>1</strong></span>.</p>
<p><span style="font-size:7pt;"><strong>1</strong> &#8211; LEACH, Neil – <strong>A Anestética da Arquitectura</strong>. 1ª ed. Lisboa: Edições Antígona, 2005.  pp. 81, 82</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PORTO ALEGRE EVENTOS Lançamento da nona edição da Revista Haute Gamme na Diego Andino Pâtisserie]]></title>
<link>http://sortimentos.wordpress.com/2009/09/23/porto-alegre-eventos-lancamento-da-nona-edicao-da-revista-haute-gamme-na-diego-andino-patisserie/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 16:40:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>sortimentos</dc:creator>
<guid>http://sortimentos.wordpress.com/2009/09/23/porto-alegre-eventos-lancamento-da-nona-edicao-da-revista-haute-gamme-na-diego-andino-patisserie/</guid>
<description><![CDATA[PORTO ALEGRE EVENTOS Lançamento da nona edição da Revista Haute Gamme na Diego Andino Pâtisserie A r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.sortimentos.com/rs/porto-alegre-agenda-lancamento-da-revista-haute-gamme-na-diego-andino-patisserie.htm"><img title="em-sua-nona-edicao-haute-gamme-propoe-experiencia-sensorial" src="http://www.sortimentos.com/rs/porto-alegre-agenda-lancamento-da-revista-haute-gamme-na-diego-andino-patisserie.jpg" alt="Lançamento da nona edição da Revista Haute Gamme na Diego Andino Pâtisserie" width="505" height="300" /></a></p>
<p><strong>PORTO ALEGRE EVENTOS<br />
<a href="http://www.sortimentos.com/rs/porto-alegre-agenda-lancamento-da-revista-haute-gamme-na-diego-andino-patisserie.htm">Lançamento da nona edição da Revista Haute Gamme na Diego Andino Pâtisserie</a></strong></p>
<div id="HOTWordsTxt">A revista Haute Gamme, editada pelo Comitê de Luxo, que reúne lojas<br />
especializadas em produtos e serviços de qualidade diferenciada,<br />
chega a sua nona edição e completa dois anos de circulação trimestral<br />
ininterrupta. Nessa nova fase, a publicação agregou mais colunas e parceiros.<br />
.</div>
<div>. <a href="http://www.sortimentos.com/rs/porto-alegre-agenda-lancamento-da-revista-haute-gamme-na-diego-andino-patisserie.htm">LEIA MAIS</a></div>
<div>.</div>
<div>.</div>
<div>.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hipertrofia visual (pt.3) - arquitectura = plantas + cortes + alçados ???]]></title>
<link>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2009/07/14/hipertrofia-visual-pt-3-arquitectura-plantas-cortes-alcados/</link>
<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 19:24:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>NRC</dc:creator>
<guid>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2009/07/14/hipertrofia-visual-pt-3-arquitectura-plantas-cortes-alcados/</guid>
<description><![CDATA[[Um excerto da dissertação de mestrado] Diversas alterações são identificadas ao longo do processo c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>[Um excerto da dissertação de mestrado]</p>
<p>Diversas alterações são identificadas ao longo do processo criativo. O modo de exteriorização do conceito e o diálogo formal deixaram de se processar através do tacto e passaram a ser, predominantemente, visuais e virtuais. O acto de esquissar estimulava o arquitecto a manifestar-se pelos vários sentidos, tais como, o tacto (da folha, da caneta, do grafite, da maqueta e do protótipo) e a visão (que pretende equalizar a imaginação e o real através de qualquer manifestação artística preliminar). Neil Leach afirma:</p>
<p>“Convencionou-se que os arquitectos devem ver o mundo em termos de representação visual – planos, secções, alçados, perspectivas, e por aí fora. O mundo do arquitecto é o mundo da imagem.</p>
<p>As consequências disto são profundas. O facto de se privilegiar a imagem levou a uma compreensão empobrecida do espaço construído, transformando o espaço social numa abstracção fetichizada. A vivência directa foi reduzida a um sistema de significação codificado, e com a crescente valorização da percepção visual, reduziu-se proporcionalmente outras formas de percepção sensorial. [...]</p>
<p>Quanto ao olho do arquitecto, é tão inocente como o lote que lhe é dado para construir ou o papel branco em que desenha o primeiro esboço. O espaço ‘subjectivo’ de que dispõe carrega significados demasiado objectivos. Trata-se de um espaço visual, um espaço reduzido a cópias, a meras imagens – àquele ‘mundo da imagem’ que é o inimigo da imaginação.</p>
<p>Deste modo, e como consequência das técnicas e práticas dentro do atelier, os arquitectos vão-se distanciando cada vez mais do mundo da experiência real.”<span style="font-size:7pt;"><strong>1</strong></span>.</p>
<p>A quarta dimensão é, por excelência, a dimensão da arquitectura. Contudo, o resultado deste novo modo de concepção arquitectónica, ironicamente, pressupõe que a arquitectura seja vista de um ponto de vista estático. A variável «tempo» é determinante para a percepção de espaços arquitectónicos e os estímulos sensoriais são captados ao longo da <em>narrativa espaço-temporal</em>. A qualidade e intensidade identificadas na percepção espacial dependem de diversos factores, nos quais se destacam dois de suma importância: o segmento sócio-cultural do homem e a <em>sensorialidade</em> do espaço.</p>
<p><span style="font-size:7pt;"><strong>1</strong> &#8211; LEACH, Neil – <strong>A Anestética da Arquitectura</strong>. 1ª ed. Lisboa: Edições Antígona, 2005. pp. 25, 27</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Presentinho]]></title>
<link>http://cronicasurbanas.wordpress.com/2009/07/10/presentinho/</link>
<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 13:06:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Monica</dc:creator>
<guid>http://cronicasurbanas.wordpress.com/2009/07/10/presentinho/</guid>
<description><![CDATA[Ainda nem está na época do meu aniversário, mas já estou ganhando mimo da Rê &#8211; O Chapeleiro Lo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">Ainda nem está na época do meu aniversário, mas já estou ganhando mimo da <a href="http://www.letrassaltitando.blogspot.com/" target="_blank"><span style="color:#ff0000;">Rê</span></a> &#8211; O Chapeleiro Louco diria então que este é certamente um presente de desaniversário! &#8216;Brigada, Rê, super lindinho&#8230; Sorry pelo atraso na postagem!</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7692" title="esse blog mexe" src="http://cronicasurbanas.wordpress.com/files/2009/07/esse-blog-mexe.jpg" alt="esse blog mexe" width="171" height="200" /></p>
<p> </p>
<p>Mas como esses selinhos são seguidos de tarefinhas, aí vai o que eu tenho que fazer:<br />
1. Colocar o link de quem me enviou o selo (tá lá no primeiro parágrafo)<br />
2. Listar 10 (deeeeeez???) blogs que mexem comigo: ops, todos esses aí na coluna da direita eu recomendo, tá? Acho que fica mais prático do que repetir tudo aqui&#8230;<br />
3. Postar as coisas que atualmente mexem com os meus sentidos:<br />
     <em>Audição</em>:  a voz das meninas, sempre.<br />
     <em>Olfato</em>:  perfume &#8216;com cheirinho de banho&#8217;<br />
     <em>Paladar</em>:  comida caseira<br />
     <em>Tato</em>:  abraço apertado<br />
     <em>Visão</em>:  <a href="http://cronicasurbanas.wordpress.com/2009/06/28/mar-de-montanhas/" target="_blank"><span style="color:#ff0000;">montanhas</span></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El discreto encanto de Turquía (parte II)]]></title>
<link>http://destinosactuales.wordpress.com/2009/07/02/el-discreto-encanto-de-turquia-parte-ii/</link>
<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 13:03:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alejandra Parejo</dc:creator>
<guid>http://destinosactuales.wordpress.com/2009/07/02/el-discreto-encanto-de-turquia-parte-ii/</guid>
<description><![CDATA[Un país como Turquía tiene que -obligatoriamente- recorrerse palmo a palmo a través de los cinco sen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a rel="attachment wp-att-1920" href="http://destinosactuales.wordpress.com/2009/07/02/el-discreto-encanto-de-turquia-parte-ii/32103-tur-estambul-te_turco/"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-1920" title="32103-TUR-Estambul-Te_turco" src="http://destinosactuales.wordpress.com/files/2009/06/32103-tur-estambul-te_turco.jpg?w=150" alt="32103-TUR-Estambul-Te_turco" width="282" height="186" /></a>Un país como Turquía tiene que -obligatoriamente- recorrerse palmo a palmo a través de los cinco sentidos. La impresión que causa es indeleble. Conversamos de nuevo con Yunus Emre Dogan para que nos llevara en un mágico y a la vez práctico tour por Turquía.</p>
<p><strong><em>¿Cómo es Turquía desde los cinco sentidos: el tacto, la vista, el olfato, el oído y el gusto?</em><br />
El tacto:</strong> sería una alfombra artesanal. En Turquía hay la tradición de tener alfombras artesanales en todas las casas. Son una parte muy importante de la cultura turca. Se cuidan mucho, por eso se acostumbra sacarse los zapatos cuando se entra a la casa. Tienen figuras de flores, animales y cada región tiene su propio diseño. Generalmente las mujeres jóvenes las tejen mientras cantan, es un trabajo que tiene rasgos sociales.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1919" href="http://destinosactuales.wordpress.com/2009/07/02/el-discreto-encanto-de-turquia-parte-ii/alfombra/"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-1919" title="alfombra" src="http://destinosactuales.wordpress.com/files/2009/06/alfombra.jpg?w=150" alt="alfombra" width="281" height="185" /></a><br />
<strong>La vista:</strong> en Turquía se pueden ver obras históricas en casi todas las esquinas, es una tierra que tiene una historia por miles de años que era hogar para muchas comunidades. Las estatuas y templos de la Antigua Grecia, las iglesias de la época del Imperio Bizantino, las mezquitas del Imperio Otomano forman los elementos visuales más notables.<br />
<strong>El oído</strong>: sería el sonido de las bocinas de los autos (lamentablemente). Turquía tiene una población de 80 millones y un tráfico muy intenso. A los turcos les encantan tocar la bocina en el trafico, lo usan como un instrumento. Especialmente en las ciudades grandes ese sonido de bocina se escucha durante todo el día, en este sentido las calles son bastante ruidosas.<br />
<strong>El olfato:</strong> Turquía es una península que tiene una costa de 8500 km, el olor más particular es el de pescado grillado, se puede encontar desde los barcos chiquitos en que se vende sandwich de pescado hasta los restaurantes lujosos donde se sirve como un plato elegante. El pescado grillado lo come toda la gente, sea pobre o rica, hay muchas variedades de pescado.<br />
<strong>El gusto</strong>: sería el gusto de té. Turquía es uno de los países donde se consume más cantidad de té de todo el mundo. El té es indispensable, se toma en el desayuno, a la tarde, después de comer, en casa, en las tiendas, en todas partes. Cuando una visita llega a casa es una costumbre servirle té, se puede decir que esta bebida tiene un rol como el que tiene el mate en algunos países de Sudamérica.</p>
<p><a title="El discreto encanto de Turquía" href="http://destinosactuales.wordpress.com/2009/07/04/el-discreto-encanto-de-turquia-parte-iii-y-ultima/">El discreto encanto de Turquía. Ver parte I</a></p>
<p><a title="El discreto encanto de Turquía" href="http://destinosactuales.wordpress.com/2009/07/04/el-discreto-encanto-de-turquia-parte-iii-y-ultima/">El discreto encanto de Turquía. Ver parte III</a></p>
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<p><!-- AddThis Button END --></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hipertrofia visual (pt.2) - arquitectura: sedução ou persuação?]]></title>
<link>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2009/06/29/hipertrofia-visual-pt-2-arquitectura-seducao-ou-persuacao/</link>
<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 11:50:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>NRC</dc:creator>
<guid>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2009/06/29/hipertrofia-visual-pt-2-arquitectura-seducao-ou-persuacao/</guid>
<description><![CDATA[[Um excerto da dissertação de mestrado] Nos actuais concursos de arquitectura, a importância da imag]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>[Um excerto da dissertação de mestrado]</p>
<p>Nos actuais concursos de arquitectura, a importância da imagem revela-se nas propostas apresentadas e representadas em painéis com imagens de tal forma espectaculares, que, em diversas situações, permitem a organização de exposições. Durante o processo de concepção, o arquitecto tende a sobrevalorizar a imagem, pois entende que esta é o único veículo de comunicação entre o concorrente e o júri do concurso. Neil Leach expressa esta mesma visão: “O mundo ameaça assim ser cada vez mais compreendido em termos de imagens estéticas vazias de conteúdo.”<span style="font-size:7pt;"><strong>1</strong></span>.</p>
<p>Identifica-se uma obsessão pela imagem. O arquitecto contemporâneo utiliza ferramentas de simulação tridimensional, mas expõe o projecto, somente, através de composições estáticas e a duas dimensões. Quando os pressupostos de sobrevalorização da imagem se transpõem para a obra em si, destaca-se um problema (ou uma dicotomia): «o homem estático vê a arquitectura» ou «o homem em movimento sente a arquitectura»? Sabendo que a maioria dos prazeres são vividos com os olhos fechados, como se sente uma arquitectura que foi concebida só para ser vista?</p>
<p>Peter Zumthor muda o sujeito da questão anterior e afirma: “Uma boa arquitectura deve hospedar o homem, deixá-lo presenciar e habitar, e não tentar persuadir.”<span style="font-size:7pt;"><strong>2</strong></span>.</p>
<p>No entanto, Juhani Pallasmaa demonstra alguns dos efeitos colaterais da sobrevalorização da imagem: “Creo que muchos aspectos de la patología de la arquitectura corriente actual pueden entenderse mediante un análisis de la epistemología de los sentidos y una crítica a la tendencia ocularcentrista de nuestra sociedad en general, y de la arquitectura en particular. La inhumanidad de la arquitectura y la ciudad contemporáneas puede entenderse como consecuencia de una negligencia del cuerpo y de la mente, así como un desequilibrio de nuestro sistema sensorial. Por ejemplo, las crecientes experiencias de alienación, distanciamento y soledad en el mundo tecnológico actual pueden estar relacionadas con cierta patología de los sentidos. […] El dominio del ojo y la eliminación del resto de sentidos tiende a empujarnos hacia el distanciamiento, el aislamiento y la exterioridad. Sin duda, el arte del ojo ha producido edificios imponentes y dignos de reflexión, pero no ha facilitado el arraigo humano en el mundo.”<span style="font-size:7pt;"><strong>3</strong></span></p>
<p><span style="font-size:7pt;"><strong>1</strong> &#8211; LEACH, Neil – <strong>A Anestética da Arquitectura</strong>. 1ª ed. Lisboa: Edições Antígona, 2005. p. 22</span></p>
<p><span style="font-size:7pt;"><strong>2</strong> &#8211; ZUMTHOR, Peter – <strong>Pensar a arquitectura</strong>. 1ª ed. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2005. p. 28</span></p>
<p><span style="font-size:7pt;"><strong>3</strong> &#8211; PALLASMAA, Juhani – <strong>Los ojos de la piel</strong>. 1ª ed. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2006. pp. 18, 19</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hipertrofia visual (pt.1) - a perspectiva linear]]></title>
<link>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2009/06/18/hipertrofia-visual-pt-1-a-perspectiva-linear/</link>
<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 14:58:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>NRC</dc:creator>
<guid>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2009/06/18/hipertrofia-visual-pt-1-a-perspectiva-linear/</guid>
<description><![CDATA[[Um excerto da dissetação de mestrado] A arquitectura produzida nos dias de hoje, na sua grande maio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>[Um excerto da dissetação de mestrado]</p>
<p>A arquitectura produzida nos dias de hoje, na sua grande maioria, apresenta uma característica transversal a qualquer estilo, origem ou escola. Tal característica encontra-se na expressão “a importância da imagem na arquitectura”, e revela-se tanto no processo criativo como nos processos perceptivo e analítico. Ao longo dos tempos, os valores e princípios do arquitecto foram evoluindo e, consequentemente, gerando novas variáveis. A necessidade de comunicação entre o arquitecto e o construtor gerou uma sistematização: plantas, cortes e, posteriormente, alçados. O arquitecto, ao contrário do escultor, não produz a sua obra de arte e, por isso, codificou um sistema de representação para que o construtor entenda e construa o projecto representado. Na arte da música aconteceu algo semelhante com a codificação das partituras. Desta forma, um compositor escreve a sua obra de arte, e possibilita que um ou mais músicos reproduzam a peça musical.</p>
<p>Na evolução histórica da arquitectura, o sistema da representação e os vários tratados e manifestos artísticos são considerados marcos de grande importância. Mas o grande momento que alterou todo o panorama artístico foi a descoberta e codificação da perspectiva linear. A profunda pesquisa sobre o entendimento da visão humana culminou com essa descoberta, durante o Renascimento. Não só a arte bidimensional (pintura) se tornou mais real, como o modo de ver e criar arquitectura também mudou. No século XXI ainda se sentem os efeitos dessas mudanças. A expressão anónima «uma imagem vale mais que mil palavras» assumiu-se como o <em>modus operandi</em> do arquitecto contemporâneo.</p>
<p>“En el renacimiento se consideraba que los cinco sentidos formaban un sistema jerárquico, desde el sentido más elevado de la vista hasta el más bajo del tacto. El sistema renacentista de los sentidos estaba relacionado con la imagen del cuerpo cósmico; la visión guardaba correlación con el fuego y la luz, el oído con el aire, el olfato con el vapor, el gusto con el agua y el tacto con la tierra.</p>
<p>La intervención de la representación en perspectiva hizo del ojo el punto central del mundo perceptivo, así como del concepto del yo. La propia representación en perspectiva se convirtió en una forma simbólica que no sólo describe sino que también condiciona la percepción.</p>
<p>No cabe duda de que nuestra cultura tecnológica ha ordenado y separado los sentidos aún con más claridad. La vista y el oído son ahora los sentidos socialmente privilegiados, mientras que se considera a los otros tres como restos sensoriales arcaicos con una función meramente privada y, normalmente, son suprimidos por el código de la cultura. Sólo algunas sensaciones, como el disfrute olfativo de una comida o de la fragancia de las flores a la conciencia en nuestro código de cultura ocularcentrista y obsesivamente higiénico.”<span style="font-size:7pt;"><strong>1</strong></span></p>
<p><span style="font-size:7pt;"><strong>1</strong> &#8211; PALLASMAA, Juhani – <strong>Los ojos de la piel</strong>. 1ª ed. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2006. pp. 15, 16</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O despertar dos sentidos urbanos]]></title>
<link>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2009/06/18/o-despertar-dos-sentidos-urbanos/</link>
<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 14:47:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>NRC</dc:creator>
<guid>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2009/06/18/o-despertar-dos-sentidos-urbanos/</guid>
<description><![CDATA[[Um excerto da dissertação de mestrado] O arquitecto Peter Zumthor, tanto nos seus projectos como no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>[Um excerto da dissertação de mestrado]</p>
<p>O arquitecto Peter Zumthor, tanto nos seus projectos como nos seus textos, demonstra uma grande sensibilidade, tanto na análise do espaço arquitectónico, como no processo criativo: “Para projectar, para inventar arquitectura, temos que aprender a tratá-los conscientemente. Isto é trabalho de investigação, é trabalho de memória.</p>
<p>[…] Experimentar concretamente a arquitectura, isto é tocar, ver, ouvir, cheirar o seu corpo. Descobrir estas qualidades e ocupar-se conscientemente com elas […].”<span style="font-size:7pt;"><strong>1</strong></span></p>
<p>Mesmo numa arquitectura <em>hiper-sensorial</em>, o prazer da criação artística é a força que motiva um arquitecto a projectar: “Devo admitir que me daria muito prazer conseguir criar coisas que os outros amem.”<span style="font-size:7pt;"><strong>2</strong></span></p>
<p><span style="font-size:7pt;"><strong>1</strong> &#8211; ZUMTHOR, Peter – <strong>Pensar a arquitectura</strong>. 1ª ed. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2005. p. 54</span></p>
<p><span style="font-size:7pt;"><strong>2</strong> &#8211; ZUMTHOR, Peter – <strong>Atmosferas</strong>. 1ª ed. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2006. p. 67</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cinco Sentidos]]></title>
<link>http://ciudadpirata.wordpress.com/2009/03/23/cinco-sentidos/</link>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 08:33:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ciudad Pirata</dc:creator>
<guid>http://ciudadpirata.wordpress.com/2009/03/23/cinco-sentidos/</guid>
<description><![CDATA[www.myspace.com/xcincosentidosx &#8220;Hardcore, los actos más fuertes que las palabras&#8221; Somos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="wp-caption alignleft" style="width: 212px"><a href="http://c3.ac-images.myspacecdn.com/images02/46/l_8da4d487097b4e76a683f293e01b8c76.jpg"><img title="5s" src="http://c3.ac-images.myspacecdn.com/images02/46/l_8da4d487097b4e76a683f293e01b8c76.jpg" alt="www.myspace.com/xcincosentidosx" width="202" height="304" /></a><p class="wp-caption-text">www.myspace.com/xcincosentidosx</p></div>
<p style="text-align:justify;"><strong>&#8220;Hardcore, los actos más fuertes que las palabras&#8221;</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Somos una banda que propone con letras que generen una espinita de duda en la cabeza de cada persona pensamos que la única forma de que le gente se consientise de lo que pasa es leyendo y escuchando música mucha música no somos  radicales ni nada por el estilo solo creemos que cualquier tipo de música es bueno para expresar ideas con sentido el proyecto ha tenido muchos pero muchos conflictos pero pues día tras día los superamos con ayuda de nosotros mismo y la gente que nos ah apoyado durante el tiempo sacamos un álbum nuestro primer álbum como banda fue tan gratificante saber que al sacarlo alguno lo pedirían algotros lo escucharian solo para saber que es eso algotros por apoyarnos pero igual es gratificante en el 2007 asistimos al averdugada numero 4 fue tan bonito estar compartiendo tarima con algunas de las mejores bandas de Colombia no supimos como llegamos a estar Allí pero tan solo paso el tiempo y resultamos en esa tarima en realidad no hay historia que contar solo recuerdos que día tras día son mas bonitos cada pelea es un hermoso recuerdo que nos queda por siempre solo agradecemos a todos los que nos han invitado a eventos grandes pequeños cada evento es un momento para pasarla bien y recordar que estamos vivos y podemos actuar y hacer realidad lo que pensamos.</p>
<p><strong>Integrantes =</strong> Danny (voz) Tomas (guitarra) huevo (guitarra) Álvaro (bajo) Jesús (batería)  algotros integrantes que nos acompañaron Fabián posada, oscar días, rochy, Marlon y el monito</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><img class="alignright" src="http://i39.tinypic.com/2i0vr00.jpg" alt="" width="224" height="63" />Género =</strong> En realidad escuchamos muchos géneros para al finar salir con esto entre los géneros más destacados es el hardcore, todo lo que tenga que ver con hardcore.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fwww.fileden.com%2Ffiles%2F2009%2F2%2F23%2F2335748%2FCinco%2520Sentidos%2520-%2520cinco%2520sentidos.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Presentaciones =</strong> <span style="text-decoration:underline;">En Ibagué </span>:   . <span style="text-decoration:underline;">En Bógota</span> : Verdurada 4.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Contácto =</strong> www.myspace.com/delacadistroibague ; delacadadistroixt@hotmail.com ; punk0511@hotmail.com ;  tomax69@hotmail.com ; nofx-03@hotmail.com ; jesuselpunki@hotmail.com ; huevosxe@hotmail.com.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 390px"><a href="http://c1.ac-images.myspacecdn.com/images01/111/l_199edff5f19ceb67425562fc9a771a08.jpg"><img title="5s" src="http://c1.ac-images.myspacecdn.com/images01/111/l_199edff5f19ceb67425562fc9a771a08.jpg" alt="www.myspace.com/xcincosentidosx" width="380" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">www.myspace.com/cincosentidos</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 140px"><a href="http://c4.ac-images.myspacecdn.com/images01/55/l_034bde81a799fbfef9fd65d991d2813b.gif"><img title="5s" src="http://c4.ac-images.myspacecdn.com/images01/55/l_034bde81a799fbfef9fd65d991d2813b.gif" alt="5s" width="130" height="100" /></a><p class="wp-caption-text">xCSx</p></div>
<div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 140px"><a href="http://c1.ac-images.myspacecdn.com/images01/28/l_0a7135bdf40d19265f4533334eaf50e0.jpg"><img title="5s" src="http://c1.ac-images.myspacecdn.com/images01/28/l_0a7135bdf40d19265f4533334eaf50e0.jpg" alt="5s" width="130" height="100" /></a><p class="wp-caption-text">Cinco Sentidos</p></div>
</div>
<div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 140px"><a href="http://s4.tinypic.com/nwa5xs.jpg"><img title="5s" src="http://s4.tinypic.com/nwa5xs.jpg" alt="CS en el Scremosh" width="130" height="100" /></a><p class="wp-caption-text">CS en el Scremosh</p></div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Cinco Sentidos do Desejo]]></title>
<link>http://marialynce.wordpress.com/2009/03/15/os-cinco-sentidos-do-desejo/</link>
<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 03:44:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>marialynce</dc:creator>
<guid>http://marialynce.wordpress.com/2009/03/15/os-cinco-sentidos-do-desejo/</guid>
<description><![CDATA[Desejamos aquilo que Vemos Desejamos aquilo que Cheiramos Desejamos aquilo que Ouvimos Desejamos aqu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#333399;">Desejamos aquilo que <strong>Vemos</strong><span style="color:#000000;"> </span></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#333399;">Desejamos aquilo que <strong>Cheiramos</strong></span></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#333399;">Desejamos aquilo que <strong>Ouvimos</strong></span></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#333399;">Desejamos aquilo que <strong>Gostamos</strong></span></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#333399;">Desejamos aquilo que <strong>Tocamos</strong>&#8230;.</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#333399;">O Desejo  remete-nos para os nossos sentidos, é através deles que o sentimos e exprimimos.</span></span></p>
<dl class="wp-caption alignnone">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-615 " title="visao" src="http://marialynce.wordpress.com/files/2009/03/visao.jpg" alt="Azulejos com a representação de um dos cinco sentidos : a Visão" width="466" height="503" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Azulejos com a representação de um dos cinco sentidos : a Visão</dd>
</dl>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">O tema dos Cinco Sentidos constituiu, no período barroco, uma das mais interessantes representações alegóricas relacionadas com o problema do <em>pecado,</em> no sentido de <em>Desejo carnal.</em> Este tema reflecte a contradição com que o Homem se debatia, dividido entre os valores sensoriais do seu corpo (<em>o Mal</em>) e as faculdades do espírito (<em>o Bem).</em></div>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<dt class="wp-caption-dt">
<div id="attachment_613" class="wp-caption alignnone" style="width: 373px"><img class="size-medium wp-image-613" title="cinco-sentidos" src="http://marialynce.wordpress.com/files/2009/03/cinco-sentidos2.jpg?w=300" alt="Azulejos com a representação dos Sentidos: a Visão e o Ouvido" width="363" height="292" /><p class="wp-caption-text">Azulejos com a representação dos Sentidos: a Visão e o Ouvido</p></div>
</dt>
</div>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;"> De uma forma algo contraditória o discurso artístico barroco apresenta a temática dos Sentidos com o objectivo de atender ao cumprimento de uma conduta moral estabelecida, através de uma valorização do aparato e da exaltação de sentimentos por um processo persuasivo ao serviço do poder instituído, quer laico quer religioso. Trata-se assim de um &#8220;espectáculo&#8221; encenado de modo a apelar, por via das emoções despertadas, aos valores da Alma.   </div>
<div id="attachment_612" class="wp-caption alignnone" style="width: 374px"><img class="size-medium wp-image-612" title="cinco-sentidos" src="http://marialynce.wordpress.com/files/2009/03/cinco-sentidos1.jpg?w=300" alt="Azulejos com a representação dos cinco sentidos: o Gosto e o Tacto (ca. 1750/Lisboa)" width="364" height="259" /><p class="wp-caption-text">Azulejos com a representação dos cinco sentidos: o Gosto e o Tacto (ca. 1750/Lisboa)</p></div>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;"><span style="color:#333399;">A representação desta alegoria tem vários exemplos na escultura e azulejaria portuguesas do séc.XVIII, e normalmente a sua ordenação segue a sequência de uma crescente pecaminosidade, ou seja, numa gradação da qualidade mais material ou física do sentido, mais sujeito ao apelo do Desejo carnal: <strong>Visão</strong> &#8211; <strong>Ouvido</strong> &#8211; <strong>Olfacto</strong> &#8211; <strong>Gosto</strong> &#8211; <strong>Tacto</strong>, este último o representativo do plano mais físico, e por tal, o mais condenável.</span></div>
<div id="attachment_614" class="wp-caption alignnone" style="width: 356px"><img class="size-medium wp-image-614" title="cinco-sentidos" src="http://marialynce.wordpress.com/files/2009/03/cinco-sentidos3.jpg?w=300" alt="Azulejos com a representação do Olfacto" width="346" height="239" /><p class="wp-caption-text">Azulejos com a representação do Olfacto</p></div>
<p style="text-align:justify;">Apesar de inserido numa problemática religiosa este tema estendeu-se ao plano civil: aparece em vários espaços arquitectónicos profanos, em conjuntos de azulejos colocados em varandas e jardins de quintas de veraneio. Afinal a estratégia persuasiva barroca pretendia transportar os ideais religiosos para o plano social.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;"><embed src='http://apps.rockyou.com/rockyou.swf?instanceid=134395165&#038;ver=102906' quality='high'  salign='lt' width='426' height='320' wmode='transparent' name='rockyou' type='application/x-shockwave-flash' pluginspage=' http://www.macromedia.com/go/getflashplayer'/><br /><a target='_BLANK' href=' http://www.rockyou.com/slideshow-create.php?refid=134395165'><img title='RockYou slideshow' src='http://apps.rockyou.com/images/logo-mini.gif ' border='0'></a> | <a target='_BLANK' alt='Comment, Add to Favorite' href='http://www.rockyou.com/show_my_gallery.php?instanceid=134395165'>View  Show</a> | <a target='_BLANK' href='http://www.rockyou.com/slideshow-create.php?refid=134395165'>Create  Your Own</a></div>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<p> </p>
<p><span style="color:#333399;">O mais usual na representação dos Sentidos é a personificação sob a forma de figuras femininas com trajes da época. A esta escolha não deverá estar alheia a memória da ligação ancestral entre a Mulher e o Pecado, a Mulher vista como objecto de Desejo, simbolo dos valores terrenos e sensoriais.</span></div>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;"><span style="color:#333399;">Mas também aparece sob a forma de <em>putti</em> ou anjinhos, acompanhados dos respectivos atributos, normalmente em espaços religiosos. Esta iconografia relaciona-se com o aspecto profano característico dos <em>putti</em>, enquanto figuração de herança clássica retomada no Renascimento e que passa para o repertório barroco.</span></div>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<p>Os Cinco Sentidos são assim associados ao plano sensorial, reflectem a relação do Homem com o domínio das sensações físicas que o impelem ao Desejo, relação essa que ao longo dos tempos, e em diferentes manifestações, nunca foi pacífica, mas antes condenada ao medo e à censura. </p>
<p>Este post foi a minha participação na colectiva <span style="color:#ff0000;"><a href="http://tervirtual.blogspot.com/">Tertúlia Virtual</a></span>, sobre o tema &#8220;Desejo&#8221;.</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Azulejos!]]></title>
<link>http://marialynce.wordpress.com/2008/10/18/azulejos/</link>
<pubDate>Sat, 18 Oct 2008 18:08:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>marialynce</dc:creator>
<guid>http://marialynce.wordpress.com/2008/10/18/azulejos/</guid>
<description><![CDATA[| View Show | Create Your Own Uma das minhas grandes paixões são os azulejos antigos, mais própriame]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><embed src='http://apps.rockyou.com/rockyou.swf?instanceid=124877355&#038;ver=102906' quality='high'  salign='lt' width='426' height='320' wmode='transparent' name='rockyou' type='application/x-shockwave-flash' pluginspage=' http://www.macromedia.com/go/getflashplayer'/><br /><a target='_BLANK' href=' http://www.rockyou.com/slideshow-create.php?refid=124877355'><img title='RockYou slideshow' src='http://apps.rockyou.com/images/logo-mini.gif ' border='0'></a> | <a target='_BLANK' alt='Comment, Add to Favorite' href='http://www.rockyou.com/show_my_gallery.php?instanceid=124877355'>View  Show</a> | <a target='_BLANK' href='http://www.rockyou.com/slideshow-create.php?refid=124877355'>Create  Your Own</a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Uma das minhas grandes paixões são os azulejos antigos, mais própriamente dos sécs. XVII/XVIII, com temas de carácter profano, ou seja, de cenas do quotidiano, ou mais eruditos, como as iconografias ligadas à mitologa, à visão do homem e do mundo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Em Portugal a azulejaria adquiriu durante estes séculos uma enorme importância, por motivos vários, e característcas singulares e específicas, como seja a completa articulação do azulejo com o espaço arquitectónico, ou jardim, para onde era criado, quer a nível formal, quer por via iconográfica. E esse mesmo gosto também ultrapassou as fronteiras, com vários exemplos no Brasil.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">O <span style="color:#00ccff;">azulejo</span> revelou-se assim elemento fundamental na animação dos espaços, trazendo o sentido <strong>lúdico, decorativo</strong> e até <strong>didáctico</strong> para a <span style="color:#008000;">natureza </span>e a <span style="color:#ff0000;">arquitecura</span>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Chegaram até nós muitos exemplares, ainda situados nos locais originais, mas muitos outros se perderam, até porque na maioria, por não serem temas religiosos, se encontram em propriedades particulares. Apresento aqui apenas alguns exemplos dos mais significativos que conheço.</span></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Este post foi a minha contribuição para o <a href="http://tsopin.blogspot.com/">&#8220;POST IN PROGRESS&#8221;, </a>cujo tema é <strong>&#8220;MINHA GRANDE PAIXÃO&#8221;</strong> no qual hoje tenho muito gosto em participar, a partir da sugestão deixada no blog <a href="http://jardinephemere.blogspot.com/">&#8220;Le Jardin Éphémere&#8221;.</a></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ALGO PARA LOS MAS PEQUEÑITOS DE LA CASA HI5, CINCO SENTIDOS]]></title>
<link>http://zonakidz.wordpress.com/2008/10/09/algo-para-los-mas-pequenitos-de-la-casa-hi5-cinco-sentidos/</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 03:05:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>exxtremen</dc:creator>
<guid>http://zonakidz.wordpress.com/2008/10/09/algo-para-los-mas-pequenitos-de-la-casa-hi5-cinco-sentidos/</guid>
<description><![CDATA[Para los fanticos de Hi5 les dejamos un video para que lo canten en sus casas, y recuerda visitarnos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Para los fanticos de Hi5 les dejamos un video para que lo canten en sus casas, y recuerda visitarnos diariamente y dejar tus comentarios</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/zMMG8jb48Yw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/zMMG8jb48Yw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Es Rioja "por los CINCO SENTIDOS"]]></title>
<link>http://quelujo.es/2008/09/29/es-rioja-por-los-cinco-sentidos/</link>
<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 11:26:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luz Divina Merchán</dc:creator>
<guid>http://quelujo.es/2008/09/29/es-rioja-por-los-cinco-sentidos/</guid>
<description><![CDATA[El Consejo Regulador de la Denominación de Origen Calificada Rioja lanza una iniciativa pionera e in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El Consejo Regulador de la Denominación de Origen Calificada Rioja lanza una iniciativa pionera e in]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La filosofía de la PNL]]></title>
<link>http://edmoli879.wordpress.com/2008/09/13/la-filosofia-de-la-pnl/</link>
<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 20:17:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>edmoli879</dc:creator>
<guid>http://edmoli879.wordpress.com/2008/09/13/la-filosofia-de-la-pnl/</guid>
<description><![CDATA[P { MARGIN: 0px } UL { MARGIN-TOP: 5px; MARGIN-BOTTOM: 5px } OL { MARGIN-TOP: 5px; MARGIN-BOTTOM: 5p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>P { 	MARGIN: 0px } UL { 	MARGIN-TOP: 5px; MARGIN-BOTTOM: 5px } OL { 	MARGIN-TOP: 5px; MARGIN-BOTTOM: 5px }</p>
<div id="yiv1645649869">
<p class="MsoNormal" align="center"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Fuente:  http://www.estrategiaspnl.com/5.34.0.0.1.0.phtml</span></p>
<p>Por pragmático que sea,  un enfoque de las ciencias humanas se apoya siempre sobre un cierto número de  postulados o hipótesis de orden filosófico. Estos son los que le dan sentido a  los métodos.</p>
<p>En P.N.L. estas hipótesis se nombran “presuposiciones”, ya  que una presuposición es imprescindible que exista, las presuposiciones forman  el punto de partida el cual se “supone” cierto. Las presuposiciones dan un  sentido a lo que se dice o se hace, y éstas son las que conforman la base de la  eficacia de P.N.L.</p>
<p>El objetivo de P.N.L. fue el de configurar un modelo a  partir de los comportamientos y capacidades de personas eminentemente  competentes en sus respectivos campos. Estos comportamientos se apoyaban sobre  un determinado número de creencias que los explican y que aparecían en las  actitudes de estas personas.</p>
<p>Las presuposiciones fundamentales de la  P.N.L. conciernen a:<br />
- la realidad;<br />
- las capacidades del ser humano;<br />
-  las relaciones humanas;<br />
- la naturaleza del cambio en el ser  humano.</p>
<p>PRESUPOSICIONES CONCERNIENTES A LA REALIDAD:</p>
<p>• LA  GENTE RESPONDE AL MAPA DE SU REALIDAD, NO A LA REALIDAD MISMA.</p>
<p>• EL MAPA  NO ES EL TERRITORIO.</p>
<p>PRESUPOSICIONES CONCERNIENTES A LAS CAPACIDADES  DEL SER HUMANO:</p>
<p>• LA GENTE SELECCIONA LA MEJOR OPCION QUE TIENE A CADA  MOMENTO.</p>
<p>• LA GENTE TIENE TODOS LOS RECURSOS QUE NECESITA A CADA  MOMENTO.</p>
<p>• DETRAS DE TODA CONDUCTA HAY UNA INTENCION POSITIVA.</p>
<p>•  SI ALGO ES POSIBLE PARA ALGUIEN, ES POSIBLE PARA OTRO.</p>
<p>• ES POSIBLE  REDUCIR UNA CONDUCTA A SUS COMPONENTES MINIMOS, ES POSIBLE  APRENDERLA.</p>
<p>PRESUPOSICIONES CONCERNIENTES A LAS RELACIONES  HUMANAS:</p>
<p>• TODA COMUNICACION ES REDUNDANTE.</p>
<p>• EL SIGNIFICADO DE TU  COMUNICACION ES LA RESPUESTA QUE OBTIENES.</p>
<p>• TODA CONDUCTA ES UTIL EN  ALGUN CONTEXTO.</p>
<p>PRESUPOSICIONES CONCERNIENTES A LA NATURALEZA DEL  CAMBIO EN EL SER HUMANO:</p>
<p>• SOLO HAY RETROALIMENTACION, NO ERROR.</p>
<p>•  EL SINTOMA ES UNA COMUNICACION.</p>
<p class="MsoNormal" align="center"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong><a rel="nofollow">Programación neurolingüística</a> </strong><a rel="nofollow" href="http://www.estrategia.info/html/monografias/pnl/quees.htm#Qu%C3%A9%20es%20PNL%20-%20Programaci%C3%B3n%20Neuroling%C3%BC%C3%ADstica" target="_blank">/\</a><strong><br />
</strong><br />
Fuente:  http://www.monografias.com/trabajos15/neurolinguistica/neurolinguistica.shtml</span></p>
<p>ORIGEN:</p>
<p>Tiene  sus orígenes en la década de los 70, en la Universidad de California, en Santa  Cruz, EEUU, donde Richard Bandler (matemático, psicólogo gestáltico y experto en  informática) y John Grinder (lingüista), estudiaron los patrones de conducta de  los seres humanos para desarrollar modelos y técnicas que pudieran explicar la  magia y la ilusión del comportamiento y la comunicación humana. El origen de sus  investigaciones fue la curiosidad por entender como a través de la comunicación  y del lenguaje se producían cambios en el comportamiento de las  personas.</p>
<p>Bandler y Grinder, logran englobar tres aspectos con respecto  al término de la Programación Neuro-Lingüística:</p>
<p>1. Programación: se  refiere al proceso de organizar los elementos de un sistema (representaciones  sensoriales), para lograr resultados específicos.</p>
<p>2. Neuro: (del griego  &#8220;neurón&#8221;, que quiere decir nervio), representa el principio básico de que toda  conducta es el resultado de los procesos neurológicos.</p>
<p>3. Lingüística:  (del latín &#8220;Lengua&#8221;, que quiere decir lenguaje), indica que los procesos  nerviosos están representados y organizados secuencialmente en modelos y  estrategias mediante el sistema del lenguaje y comunicación.</p>
<p>La PNL  originalmente fue concebida para los procesos terapéuticos, los resultados que  se sucedieron en forma extraordinaria lograron que su utilización trascendiera  esa frontera. Médicos, psicólogos, educadores, profesionales de distintas áreas  y empresas de gran embargadora, aplican actualmente la PNL, tanto para el  desarrollo individual como para la optimización de cada grupo  humano.</p>
<p>CONCEPTOS:</p>
<p>&#8220;La Programación Neuro-Lingüística es el nombre  que inventé para evitar la especialización de un campo en otro…una de las  maneras que la PNL representa es enfocar el aprendizaje humano…básicamente  desarrollamos maneras de enseñarle a la gente a usar su propia cabeza&#8221; (Bandler,  1.982).</p>
<p>&#8220;…Es el estudio de cómo el lenguaje, tanto el verbal como el no  verbal, afecta el sistema nervioso, es decir, que a través del proceso de la  comunicación se puede dirigir el cerebro para lograr resultados óptimos&#8221;  (Robbins, 1.991).</p>
<p>&#8220;La PNL es una meta-modelo porque va más allá de una  simple comunicación. Esta meta-modelo adopta como una de sus estrategias,  preguntas claves para averiguar que significan las palabras para las personas.  Se centra en la estructura de la experiencia, más que en el contenido de ella.  Se presenta como el estudio del &#8220;como&#8221; de las experiencias de cada quien, el  estudio del mundo subjetivo de las personas y de las formas como se estructura  la experiencia subjetiva y se comunica a otros, mediante el lenguaje&#8221; (González,  1.996).</p>
<p>EXPLICACIÓN: La PNL es el estudio de la experiencia humana  subjetiva, cómo organizamos lo que percibimos y cómo revisamos y filtramos el  mundo exterior mediante nuestros sentidos. Explora cómo transmitimos nuestra  representación del mundo a través del lenguaje.</p>
<p>De acuerdo a la PNL  nuestras experiencias vitales son captadas por los cinco sentidos y procesada  como información por nuestro sistema nervioso, el cual nos ayuda a &#8220;representar&#8221;  internamente dichas experiencias con el fin de darle significado y estructura a  cada una de ellas. Esto se realiza a nivel lingüístico, a través de las  palabras, sonidos, sentidos, sensaciones y olores.</p>
<p>Al conversar, el  practicante observa el idioma del cliente, el movimiento de sus ojos, la  postura, la respiración y la gesticulación para detectar y luego ayudar a  cambiar patrones inconscientes que se encuentran ligados al estado emocional de  la persona.</p>
<p>FUNDAMENTOS TEÓRICOS DE LA PNL:</p>
<p>La PNL parte de los  fundamentos de la teoría constructivista, la cual define la realidad como una  invención y no como un descubrimiento. Es un constructo psíquico de Grinder y  Bandler basados en el hecho de que el ser humano no opera directamente sobre el  mundo real en que vive, sino que lo hace a través de mapas, representaciones,  modelos a partir de los cuales genera y guía su conducta. Estas representaciones  que además determinan el cómo se percibirá el mundo y que elecciones se  percibirán como disponibles en él, difieren necesariamente a la realidad a la  cual representan. Esto es debido a que el ser humano al transmitir su  representación del mundo tiene ciertas limitaciones, las cuales se derivan de  las condiciones neurológicas del individuo, de la situación social en que vive y  de sus características personales.</p>
<p>Estas limitaciones a su vez de  determinan que el lenguaje como toda expresión humana, esté también sometido a  ciertos procesos que empobrecen su modelo. Para el abordaje de estos modelos la  PNL se apoya en el modelo de la gramática transformacional, que se basa en la  creación de nuevos mensajes. Considera que las personas son capaces de  interpretar y producir mensajes nuevos, de manera que puede afirmarse que no  produce por repetición ni por recuerdo.</p>
<p>Una persona frente a su  experiencia del mundo forma de éste una representación lingüística bastante  completa, variada y rica en detalles. A nivel lingüístico, esto corresponde a la  estructura profunda. Sin embargo, al comunicar su experiencia a otros, utiliza  expresiones empobrecidas (estructura superficial) que presenta omisiones,  generalizaciones y distorsiones.</p>
<p>Bandler y Grinder en este sentido  (1.980), proponen una serie de estrategias verbales para tratar con la  estructura superficial del lenguaje. Estas estrategias consisten primordialmente  en evitar las generalizaciones, omisiones y distorsiones:</p>
<p>1.  Generalizaciones: es un proceso por el cual las personas no representan algo  específico en la experiencia. Ejemplo: &#8220;La gente se la pasa molestándome&#8221;. Como  solución al problema se pueden emplear intervenciones que contradigan la  generalización, verbos que el sujeto no especifica completamente, etc.</p>
<p>2.  Omisiones: mecanismo que se produce cuando se presta atención selectiva a  ciertas dimensiones de la experiencia, pero se eliminan otras, se persigue que  el sujeto identifique y complete la frase faltante. Ejemplo: &#8220;Estoy asustado&#8221;.  No se especifica de qué o de quién está asustado. Como solución al problema se  emplean intervenciones que le permitan a la persona identificar detalles de la  situación.</p>
<p>3. Distorsiones: cuando la gente asigna a los objetos  externos, responsabilidades que están dentro de su control. Ejemplo: &#8220;El alumno  me pone furioso&#8221;. Es una distorsión debido a que la emoción &#8220;rabia&#8221; es atribuida  a alguien más, distinto de la persona que lo está experimentando. La solución es  emplear opciones que acercan la oración as una mayor concepción de la  realidad.</p>
<p>CARACTERÍSTICAS DE LA PNL:</p>
<p>1. La PNL tiene la habilidad  de ayudar al ser humano a crecer, trayendo como resultado una mejor calidad de  vida.</p>
<p>2. Presenta un enfoque práctico y potente para lograr cambios  personales debido a que posee una serie de técnicas que se asocian entre sí para  lograr una conducta que se quiere adquirir.</p>
<p>3. Se concibe como una  poderosa herramienta de comunicación, influencia y persuasión, puesto que, a  través del proceso de comunicación se puede dirigir el cerebro para lograr  resultados óptimos.</p>
<p>MANERAS COMO FUNCIONAN LAS PERSONAS:</p>
<p>* VISUAL:  Son aquellas personas que prefieren, de todo lo que ocurre en el mundo interno y  externo, &#8220;lo que se ve&#8221;. Son los que necesitan ser mirados cuando les estamos  hablando o cuando lo hacen ellos, es decir, tienen que ver que se les está  prestando atención. Necesitan ser mirados para sentirse queridos, son las  personas que dicen cosas como &#8220;mira&#8221;, &#8220;necesito que me aclares tu enfoque  sobre&#8221;, etc. Hablan más rápido y tienen un volumen más alto, piensan en imágenes  y muchas cosas al mismo tiempo. Generalmente empiezan una frase y antes de  terminarla pasan a otra, y así constantemente, van como picando distintas cosas  sin concluir nada e inclusive no les alcanzan las palabras de la mima manera les  ocurre cuando escriben.</p>
<p>* AUDITIVOS: Estas personas tienen un ritmo  intermedio, no son ni tan rápidos como los visuales, ni tan lentos como los  kinestésicos. Son los que necesitan un &#8220;aha…&#8221;, &#8220;mmm…&#8221;, es decir una comprobación  auditiva que les dé la pauta que el otro está con ellos, que les presta  atención. Además son aquellos que usan palabras como &#8220;me hizo clic&#8221;,  &#8220;escúchame&#8221;, &#8220;me suena&#8221;, palabras que describen lo auditivo. Los auditivos  piensan de manera secuencial, una cosa por vez, si no terminan una idea no pasan  a la otra. Por eso más de una vez ponen nervioso a los visuales, ya que estos  van más rápidos, el pensamiento va más rápido. En cambio el auditivo es más  profundo comparado con el visual.</p>
<p>* KINESTÉSICOS: Tienen mucha capacidad  de concentración, son lo que más contacto físico necesitan. Son los que nos dan  una palmadita en la espalda y nos preguntan &#8220;¿cómo estás?&#8221;; además son los que  se van a sentir atendidos cuando se interesen en algunas de sus sensaciones.  Usan palabras como &#8220;me siento de tal manera&#8221;, &#8220;me puso la piel de gallina tal  cosa&#8221; o &#8220;me huele mal este proyecto&#8221;. Todo es a través de las  sensaciones.</p>
<p>Todos tenemos tres sistemas representacionales y a lo largo  de la vida se van desarrollando más uno que otros y esto depende de diferentes  cosas: de las personas que tenemos alrededor, de la experiencia laboral,  inclusive hasta de los docentes. Existen familias que pueden ser más visuales,  más auditivas o más kinestésicas.</p>
<p>UTILIDADES DE LA PNL:</p>
<p>* Mejora  la conciencia de lo que se hace.</p>
<p>* Mejora la comunicación o forma de  decir las cosas.</p>
<p>* Aumento del potencial de la persona.</p>
<p>*  Aprovechamiento mejor de los recursos.</p>
<p>* Aumento de la  creatividad.</p>
<p>* Mejora de la salud.</p>
<p>* Mejora de las  costumbres.</p>
<p>* Aumenta la utilización del cerebro.</p>
<p>* Utilización de  tus capacidades y potenciar tus recursos.</p>
<p>* Mejora de las relaciones  interpersonales, detectando como piensan los otros.</p>
<p>* Aumento de tu  creatividad, confianza en ti mismo, y autoestima.</p>
<p>* Motivación y  objetivos.</p>
<p>* Cambio de creencias limitantes.</p>
<p>* Cura de fobias y  miedos.</p>
<p>* Encontrar tu visión y misión personal.</p>
<p>FUNCIONAMIENTO  DEL CEREBRO Y SU RELACIÓN CON LA EDUCACIÓN:</p>
<p>Actualmente los aportes de  investigaciones realizadas en el ámbito de la psicología y de otras disciplinas  han despertado un interés por conocer el funcionamiento del cerebro y diseñar  experiencias organizadas y sistemáticas que faciliten su abordaje con modelos de  intervención.</p>
<p>Su entendimiento es básico para la aplicación y  entendimiento de los diferentes métodos o sistemas que pueden mejorar y tener  utilidad práctica de cualquier método de programación o sistema que se emplee.  Se llama PNL por lo conocido del nombre, pero en realidad es el entendimiento  del cerebro y su forma de aprovechamiento.</p>
<p>Debemos partir de la base de  que el cerebro de los individuos tiene sus propias peculiaridades, no hay dos  que sean exactamente iguales.</p>
<p>Cerebro Reptil:</p>
<p>Es el cerebro  primario. En él se ubica la inteligencia básica, se posesionan los  comportamientos y conductas que adquieren en la niñez y se repiten en la vida  adulta. El uso de este cerebro proporciona la formación de hábitos mediante una  acción repetida varias veces, hasta que se organiza y se estructura en  &#8220;rutinas&#8221;.</p>
<p>Cerebro Neo-Cortex:</p>
<p>Este cerebro construye el pasado,  el presente y el futuro de manera secuencial. Es un proceso que ocurre  internamente y que permite fomentar y consolidar las capacidades de  análisis.</p>
<p>El hemisferio izquierdo se especializa en reconocer las partes  que constituyen un conjunto, es lineal y secuencial. Pasa de un punto a otro de  manera gradual, paso a paso. Procesa información verbal, codifica y decodifica  el habla. Separa las partes que constituyen un todo. Es como una computadora  &#8212;&#62; tiene su propio lenguaje.</p>
<p>El hemisferio derecho combina partes  para crear un todo, se dedica a la síntesis. Busca y construye relaciones entre  partes separadas. Procesa simultáneamente en paralelo, es especialmente  eficiente en el proceso visual y espacial (imágenes). Se especializa en  relaciones no lineales, pareciera que es la fuente de la percepción creativa.  Las palabras o figuras por sí solas no dicen nada, y si se juntan, se obtiene  una comunicación más clara. Es como un caleidoscopio &#8212;&#62; número casi  infinito de variedades.</p>
<p>Cerebro Límbico:</p>
<p>Procesa las emociones y  los sentimientos. Constituye el sentir, las manifestaciones de las emociones  humanas, de los afectos. En el se registra la sexualidad como fenómeno  mental.</p>
<p>METODOS MÁS UTILIZADOS:</p>
<p>En principio la PNL no funciona si  no se aplica.</p>
<p>1. Saber comunicarse, no es cuestión de decir las cosas, si  no que el otro interlocutor pueda entenderlo, que tenga tanto la atención, como  la disposición y la sintonía.</p>
<p>2. Rapport &#8212;&#62; termino que se utiliza  en esta técnica, que trata de sobre como incentivar la capacidad de retener la  atención de una persona y a la vez crear una sensación de confianza. Ejemplo:  cuando se habla a los niños y ellos están jugando, por más que los llamemos no  nos escucharán porque no hemos ingresado a su nivel de interés o que estemos  dentro de su juego.</p>
<p>3. Disponibilidad: trata de estar atento al otro  interlocutor, observando sin juzgar. Tomar conciencia de los movimientos del  otro, presentado la mayor atención en lo que dice y hace.</p>
<p>4. Sistemas y  métodos representacionales.</p>
<p>5. El lenguaje sensorial.</p>
<p>6.  Movimientos oculares, etc.</p>
<p>La PNL se puede emplear con sus diversos  métodos en diferentes aspectos, tales como:</p>
<p>TERAPIA: Ansiedad, Stress,  Fobias, Relaciones de Pareja, Falta de confianza/autoestima, problemas de  relaciones Padres-hijos, adicciones, conductas anómalas, complejos, sexualidad,  enfoques de futuro, etc.</p>
<p>DESARROLLO PERSONAL: Logro de Objetivos  personales, mejora autoestima, establecimiento de estrategias de éxito,  etc.</p>
<p>EDUCACION: Técnicas de enseñanza y comunicación para el incremento  de capacidades y rendimiento en el aprendizaje, técnicas para &#8220;aprender a  aprender&#8221;, etc.</p>
<p>TRABAJO/EMPRESA: Motivación, control de stress,  aprovechamiento de recursos, creatividad, desarrollo y consecución de objetivos,  liderazgo, competencia, negociación, etc.</p>
<p>APLICACIONES ORGANIZATIVAS:  Programas, desbloqueo de negociaciones, sistemas de comunicación convincentes,  persuasión, conflictos, preparación entrevistas, etc.</p>
<p>Los resultados de  la capacitación en PNL son positivos tanto para los puntos señalados  anteriormente, de la misma manera el hecho de que la gente pueda reconocer los  estilos de comunicación de los otros y el propio es muy útil para lograr buenas  interacciones en la vida cotidiana. Es una técnica que<br />
se puede utilizar en  cualquier ámbito y en toda circunstancia.</p>
<p>EXPERIENCIAS  SIGNIFICATIVAS:</p>
<p>ESTRÉS:</p>
<p>1. Técnica de Intervención General: Con el  desarrollo de las técnicas y diversos ejercicios de P.N.L., al individuo no le  resultaría definir específicamente aquellos recursos que de él mismo necesitaría  &#8220;movilizar&#8221; para afrontar tal situación de Estrés, o lograr que la misma no se  produzca.</p>
<p>2. Técnica de Intervención Cognitiva: Con el desarrollo de las  técnicas de P.N.L., por parte del individuo se obtendría una puesta a  disposición de la situación, con observación de la misma desde diversos puntos  de vista, o dicho de otra manera, encontrando por parte del protagonista de la  situación de Estrés, de su auto-observación tanto desde su propia posición,  desde otra distinta, e incluso desde la de un tercero objetivo. Ello tendría la  consecuencia de cambiar su percepción y su propia forma &#8220;estresante&#8221; de observar  la realidad, su interpretación desde otras &#8220;perspectivas&#8221; que no se había  planteado hasta el momento y su propia evaluación y auto-evaluación del  problema.</p>
<p>3. Técnica de Intervención Fisiológica: Tanto los ejercicios de  relajación física, aquellos de control de la respiración y la &#8220;desconexión&#8221; que  forman parte y acompañan en su realización a todas las técnicas y ejercicios de  P.N.L., ya por sí mismos constituyen una adecuada técnica de intervención que al  estar asociada a la determinación de determinadas &#8220;sub-modalidades&#8221; en el  sujeto, favorecen el logro del objetivo propuesto en cuanto al control de las  situaciones estresantes.</p>
<p>4. Técnica de Intervención Conductual: Las  técnicas de la P.N.L., favorecen precisamente la promoción de conductas  adaptativas &#8220;elegidas&#8221; por el propio sujeto como las más adecuadas para afrontar  la situación, toda vez que las mismas son pre-experimentadas por el interesado a  través de ejercicios de &#8220;puentes al futuro&#8221; en los que es el propio sujeto quien  &#8220;experimenta&#8221; de forma no traumática la utilidad de su libre conducta  seleccionada.</p>
<p>EDUCACION:</p>
<p>Se plantean objetivos a cumplir,  seleccionan los contenidos que se relacionan con el tema, que actúa como  organizador, interpretan y adaptan el currículo, creando situaciones ricas de  aprendizaje, realizando evaluaciones iniciales en relación con los conocimientos  previos y finales para evaluar los resultados y elaborar  recapitulaciones.</p>
<p>El objetivo entre lo que los docentes quieren que los  alumnos sepan y lo que los alumnos quieren aprender, surge de un ajuste de los  dos propósitos de una negociación.</p>
<p>Tenemos que tener en cuenta que gran  parte de nuestros aprendizajes nos llegaron de forma intuitiva y sólo percibimos  los resultados. Debemos crear un entorno que maximice las oportunidades del  aprendizaje, un entorno abierto que permita explorar y experimentar sin peligro,  en que las personas se puedan mostrar como son, donde los alumnos aprendan a  asumir las responsabilidades de los aprendizajes, y se hagan más responsables de  su desarrollo.</p>
<p>LA PNL Y LA EDUCACIÓN:</p>
<p>Partimos de la base que  educar es comunicar.</p>
<p>* La Programación Neurolingüística, amplía nuestras  habilidades para conocer la importancia del lenguaje verbal y no  verbal.</p>
<p>* Potencia nuestras capacidades para lograr un clima de  comunicación más propicio. Concientizando los procesos mediante los cuales  recibimos información, la almacenamos y la trasmitimos a través de nuestros  sentidos.</p>
<p>* La conducta está generada por las respuestas internas a lo  que veo, lo que oigo&#8230; Uno se comunica mediante palabras, calidad de voz, con  el cuerpo: posturas y gestos. Aún cuando uno se mantiene quieto, está dando un  mensaje.</p>
<p>* Si logramos ser buenos comunicadores nuestros alumnos nos  percibirán intensamente presentes en lo que están compartiendo. El Otro, los  Contenidos y Yo, estaremos formando parte de un acontecimiento muy valioso y  significativo.</p>
<p>* Compartir el conocimiento con los alumnos y que éstos  logren la aplicación del mismo.</p>
<p>* Trasmitir habilidades, la experiencia  práctica es esencial para desarrollar habilidades, desde las físicas a las  interpersonales.</p>
<p>* Cuanto más podamos descubrir sobre la manera cómo las  personas aprenden, mejor podremos diseñar el proceso para fomentar el  aprendizaje.</p>
<p>* Todo aprendizaje implica un cambio, en los conocimientos,  habilidades o experiencias de los alumnos, y quizás la misión fundamental del  docente sea demostrar que los cambios son posibles.</p>
<p>* En la actualidad se  emplea una tendencia a alejarse de los cursos centrados en el Profesor, para  orientarse en los centrados en el alumno, porque resultan más  efectivos.</p>
<p>* El docente crea un contexto en que los niños pueden  aprender. Los alumnos deben querer aprender. Deben sentir que el aprendizaje es  significativo y valioso. Los docentes crearán un contexto rico para el  aprendizaje.</p>
<p>* Es importante dar a nuestros alumnos las herramientas de  aprender a aprender. En esto nos puede ayudar la PNL. ¿Cómo piensan nuestros  alumnos? ¿Cómo sus valores, creencias, afectan sus estados emocionales?</p>
<p>*  La PNL relaciona nuestras palabras, pensamientos y conductas con nuestros  objetivos.</p>
<p>* La PNL contempla las distintas partes de nuestra  personalidad. Importa la conducta, las acciones, la fisiología y tener en cuenta  que atrás de todo comportamiento están los valores y las creencias.</p>
<p>* La  P N L nos proporciona herramientas para cambiar comportamientos y habilidades,  creencias y valores.</p>
<p><span style="font-family:Verdana;"><strong></strong></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Creación,(creatividad), la imaginación y la innovación en la acción empresarial]]></title>
<link>http://edmoli879.wordpress.com/2008/09/13/la-creacioncreatividad-la-imaginacion-y-la-innovacion-en-la-accion-empresarial/</link>
<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 20:14:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>edmoli879</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>P { 	MARGIN: 0px } UL { 	MARGIN-TOP: 5px; MARGIN-BOTTOM: 5px } OL { 	MARGIN-TOP: 5px; MARGIN-BOTTOM: 5px }</p>
<div id="yiv504114115">
<p class="MsoNormal" align="center"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong><br />
</strong><br />
Fuente:  http://www.gestiopolis.com/recursos2/documentos/fulldocs/ger/reconlefco.htm</span></p>
<p>1.  Introducción</p>
<p>Qué es un concepto? Un concepto es una idea que concibe o  forma el entendimiento, o sea un pensamiento expresado con palabras. Se lo  define también como una opinión o juicio. Los empresarios, directivos y el  personal de las empresas tienen un montón de opiniones, juicios e ideas de lo  que son los negocios, de lo que es una empresa, de lo que son los procesos, de  lo que representa la calidad de los productos y servicios, de lo que es la  satisfacción del cliente, y así muchos más conceptos referentes a los distintos  aspectos vinculados a la actividad económica, los negocios y el  mercado.</p>
<p>En una era de muy rápidos cambios los conceptos ayer adquiridos,  hoy ya no sirven, nos han dejado de ser útiles. Si la imprenta de Gutenberg  constituyó un hecho revolucionario al reducir los costos de publicación y por lo  tanto permitió a un mayor numero de personas adquirir conocimientos, hoy  Internet permite con un costo bajísimo y a nivel global hacer llegar nuevas  ideas, conceptos, productos y servicios. La conjunción de la computación y las  comunicaciones han revolucionado la esfera del conocimiento, ampliando con ello  los límites de la acción. Por lo tanto ha llegado la hora de no atenerse a los  límites, sino trabajar con ellos a través de la imaginación.</p>
<p>La  imaginación es el arma mas poderosa que posee el hombre. La imaginación sumado  al esfuerzo han permitido a este logros impresionantes. Ahora bien, ese enorme  caudal de energía puede volcarse para el bien o para el mal. La imaginación del  hombre superando todos los límites, inclusive los límites morales hizo factible  tanto las fábricas de la muerte durante la Segunda Guerra Mundial, con procesos  y actividades analizados minuciosamente en cuanto a eficacia y eficiencia  destinado a la destrucción masiva y estandarizada de seres humanos, como también  dio lugar a comienzos de éste nuevo siglo a la destrucción en minutos de las  Torres Gemelas el 11 de Septiembre utilizando para ello aviones  comerciales.</p>
<p>La imaginación y la creatividad pueden ser utilizados para  el bien o para el mal, de lo que se trata acá es de utilizar las mismas para  mejorar día a día la calidad de vida del hombre, por medio de un uso más  equitativo y productivo de los recursos, aumentando la producción sin destruir  el medio ambiente, permitiendo el desarrollo de los individuos en el trabajo y  capacitando a la sociedad para ir continuamente en busca de nuevos logros que la  enriquezcan no sólo en lo material, sino además en lo espiritual.</p>
<p>Cuando  antes se afirmo acerca de no atenerse a los límites, sino a trabajar con ellos,  se hacia claramente referencia a la creatividad puesta en acción para dar  solución a problemas que nuestros actuales esquemas mentales no han sabido o  podido dar solución. No se quiere con ello hacer afirmaciones en torno a los  límites morales que deben ser la base firme sobre la cual puedan desarrollarse  el crecimiento tecnológico. La cuestión entonces es saber, cuales son esos  límites morales, algo de lo cual trataremos en el desarrollo  posterior.</p>
<p>Sí podemos afirmar desde ya que el sólo manejo o conocimientos  técnicos y científicos, no implica hacer el mejor uso de los recursos, ni  adoptar las mejores decisiones que beneficien a la sociedad en su  conjunto.</p>
<p>Retomando el contenido inicial en torno a los conceptos, cabe  hacerse la pregunta de que conceptos deben ser reevaluados y por lo tanto  vueltos a concebir, y las razones que originan esa necesidad.</p>
<p>Estas ideas  o conceptos que poseemos acerca del mundo, y de los negocios en particular, son  como las lentes a través de la cual percibimos el entorno y nuestro propio ser.  Somos en gran medida lo que pensamos, y pensamos en función de lo que somos y  sentimos. Tomar conciencia de ello, y a partir de allí adoptar una actitud  sistemática de poner a prueba cada concepto que tengamos individual y  grupalmente en materia de negocios, administración, procesos, sistemas,  productos, calidad y diseños entre otros, dando con ello lugar a la posibilidad  de nuevas realidades es el objetivo fundamental de este  desarrollo.</p>
<p>Descartes dio lugar a éste sistema de pensamiento que dudando  de todo pretendía con ello ahondar en las causas y razones de cada hecho o  circunstancia, así pues concebida como una metodología de indagación se utilizó  como forma de comprender y reestructurar filosóficamente al hombre y al  cosmos.</p>
<p>Hoy el incesante avance tecnológico, científico y cultural con  los efectos que ellos tienen en el mundo de los negocios hacen necesario crear  un método o sistema destinado a reconceptualizar y recrear nuestra visión de los  mismos. Los paradigmas (conjunto de juicios e ideas a través de las cuales  concebimos y juzgamos la realidad) que sirvieron para tomar decisiones y  resolver problemas en una época, ya no son útiles en esta nueva era signados por  nuevas realidades en los procesos y técnicas de producción, y en las necesidades  individuales y sociales.</p>
<p>El recrear implica crear nuevamente nuestra  visión y forma de hacer las cosas, o sea dar lugar a nuevas forma de realizar y  desarrollar la forma de administrar, producir, vender, dirigir, motivar,  planificar, diseñar y generar valor en la actividad empresaria.</p>
<p>Quienes  serán los vencedores en el nuevo mercado global signado por la  ultra-competencia? Serán aquellos que tengan la capacidad y osadía a través de  una actitud revolucionaria de concebir y generar nuevas realidades. Más que una  actitud preventiva, se requiere de actitudes proactivas, más que adelantarse a  los hechos, se requiere generar las nuevas realidades. Es aquí donde toma forma  la necesidad de trabajar con los límites. En un mundo donde los productos poseen  ciclos de vida cada día más cortos se requerirá de una revolución permanente. Lo  que hoy es una gran innovación dejará de ser tal cosa no en 10 o 20 años como  ocurría hasta hace un tiempo, sino en un año, en meses y en algunos casos hasta  en semanas.</p>
<p>2. El valor de la creatividad</p>
<p>Ante todo debemos  definir que es la creatividad. Crear se define como producir algo de la nada.  Ahora bien, cualquier creación que el hombre genera no es de la nada sino  producto de la combinación y recombinación, de ideas, conceptos y usos antes  creados por otros. Así pues cuanto más rica sea la experiencia del hombre tanto  en el orden intelectual, como en sus relaciones con otras personas, como así  también en el conocimiento de otras culturas y sistemas, aumentará en éste la  capacidad de crear. Pero tales experiencias si bien son necesarias, no son  suficientes para generar nuevas ideas y conceptos. En primer lugar acumular  experiencias exteriores e inclusive interiores requiere de tanto de apertura  mental, como así también de la capacidad de inquirir, o sea tanto la inquietud,  como la capacidad de querer saber acerca del porqué o razón de las cosas,  sucesos o hechos.</p>
<p>En segundo termino una vez absorbida esa experiencia  deberá tenerse la capacidad de análisis, de deducción como de inducción, la  intuición y la imaginación para combinar los conceptos de modo tal de generar  nuevas ideas, sea esta en el campo de la ciencia, la tecnología, el arte, los  negocios, los deportes o cualquier otro campo de interés para el hombre y la  sociedad.</p>
<p>De tal modo la creación es producto de un continuo proceso  dialéctico, en el cual las ideas (tesis) son puestas a prueba confrontada con  los hechos, y / o con otras ideas (antítesis), lo cual da lugar a nuevas ideas  superadoras (síntesis). Esta síntesis es pues la tesis sobre la cual se  generarán a su vez un nuevo proceso y así sucesivamente. De tal forma los  individuos originan dentro del marco social en el cual se desarrollan nuevas y  mejores ideas que no sólo den respuesta a los problemas, sino además que generen  la capacidad de mejorar los conceptos e ideas antes plasmadas. Así pues en  cualquier sociedad no abierta al contacto con otras sociedades, o que no  fomentan y dan libertad tanto a la investigación como a la libertad de expresión  se impide ese fenomenal proceso dialéctico mediante el cual se logran nuevos  avances, descubrimientos y creaciones.</p>
<p>Ahora bien, que valor posee la  creatividad? Para los individuos poseer creatividad significa diferenciarse de  los demás. Para las empresas u organizaciones tener individuos creativos implica  alcanzar ventajas estratégicas. Y para las sociedades fomentar y proteger  debidamente la creatividad implica mejorar el nivel de vida de sus ciudadanos en  su conjunto. En un mundo donde todo se produce en serie, donde todos los  procesos se estandarizan y copian, la educación a pasado también a generar  individuos que piensan sino igual en materia profesional, si semejante o muy  parecido. Si todos se parecen, la pregunta es: quién triunfará? El más creativo.  Aquel que tenga la capacidad de generar nuevas ideas para producir un mayor  valor agregado. En un campo de educación masiva, con abundante cantidad de  licenciados, ingenieros, médicos, postgraduados, master y doctores, han de  sobresalir aquellos que generen nuevas ideas, aquellos que sean realmente  creativos tanto en la producción de nuevos productos y servicios, como en las  nuevas formas de ofrecerlos, venderlos y satisfacer a los clientes y  consumidores.</p>
<p>Lo mismo acontece con la producción de bienes y servicios,  la retroingeniería o ingeniería al revés permite rápida y eficientemente copiar  a las empresas los modelos ofrecidos por otras empresas, sólo la creatividad  puesta al servicio de crear los procesos más eficientes en la producción y en la  satisfacción total del cliente permiten a las empresas generar un plus de valor  agregado, lo cual le permite un mejor posicionamiento y participación en el  mercado.</p>
<p>La creatividad puesta al servicio de la estrategia de negocios  marca claramente la diferencia entre las empresas y profesionales de excelencia  de aquellos que no lo son.</p>
<p>Así en el arte están quienes pintan magníficas  telas, pero sólo se limitan a copiar técnicas y figuras ya pintadas por otros.  Son los creativos quienes generan nuevas técnicas y se enfocan a nuevas figuras  a ser pintadas. Así pues tenemos a quienes trabajan dentro de los límites de  determinada escuela, y quienes trabajan con los límites dando lugar a nuevos  conceptos e ideas. Siempre habrá líderes y seguidores, la cuestión es donde  pretende ubicarse usted.</p>
<p>Son los creativos quienes tienen la mayor  posibilidad de posicionarse en los puestos de vanguardia, se traten de  individuos o empresas. La pregunta es ahora, las empresas pueden también ser  creativas? La respuesta es sí. De que forma? Fomentando la tanto la creatividad  individual, como del trabajo en equipo. El trabajo en equipo tiene la capacidad  de combinar los conocimientos y experiencias de muchos y variados individuos que  así mediante una transacción de ideas y experiencias pueden generar nuevos  productos, servicios, procesos y soluciones de problemas. Liderar la  inteligencia colectiva para la generación creativa de ideas, y apoyar firmemente  la labor de los individuos en la organización es una de las principales  funciones y roles del ejecutivo del siglo XXI.</p>
<p>3. Revolucionarios y  Conservadores en el mundo de los negocios. La labor de los líderes.</p>
<p>De  igual modo que en el terreno de la política, ante determinadas circunstancias en  el desarrollo de las realidades surgen la necesidad de nuevas ideas y conceptos  que se adapten mejor a los nuevos tiempos y a los cambios que estos requieren.  Así pues las condiciones están dadas, pero se requiere de individuos que lideren  el cambio. Producidos dichos cambios los individuos que las generaron se  enamoran de sus propias ideas, se desentienden de los procesos dialécticos, no  reconocen que la única realidad permanente es el continuo cambio, y pretenden  evitar cambio alguno esclavos de sus ideas y temerosos al cambio, o sea pasaron  de ser revolucionarios a ser conservadores. Los nuevos líderes que requieren las  empresas y organizaciones en el siglo XXI son aquellos involucrados con la  revolución permanente. Aquellos dispuestos a destruir sus propios conceptos para  generar otros nuevos y más poderosos. Los líderes deben privilegiar el  pragmatismo por sobre los dogmatismos que los llevarán a ellos y a sus empresas  a la desaparición. Así las misiones y valores de las empresas deben  reconsiderarse continuamente a la luz de las nuevas realidades. La misión que en  otro momento pudo llevar a una empresa a los primeros lugares, hoy puede  significar llevarla al sepulcro. El líder debe tener la capacidad de crear y  recrear constantemente las ideas y conceptos que guían a la empresa. Un  individuo no puede contentarse con ser un creativo en una etapa de su vida. La  realidad actual requiere de una creatividad constante, y si ya no posee esa  fuerza deberá dar lugar a otros creativos para que continúen con el proceso  pasando él a un puesto de consejero o asesor. De tal modo la empresa conservará  la fuerza de crear, pero además mantendrá dentro suya la rica experiencia de los  anteriores líderes.</p>
<p>El líder moderno no sólo debe sobresalir por su  creatividad, sino que además debe fomentar y apoyar la creatividad de sus  subordinados.</p>
<p>4. Innovación. La creatividad puesta en  práctica</p>
<p>Innovar implica introducir algo nuevo, lo que significa crear  nuevos conceptos e ideas, en este caso en el mundo de los negocios, que originen  nuevos procesos, productos, servicios y estrategias en el campo empresario. De  tal forma la innovación es la creatividad puesta en práctica, o sea crear nuevas  ideas y llevar éstas al campo de la producción. Lo que hasta ese momento era un  esbozo, un plano, una fórmula, un programa, pasa a desarrollarse en el terreno  material. La idea del escultor pasa a estar plasmada en el mármol, deja de ser  sólo una idea para ser una escultura. Dicho en términos aristotélicos, lo que la  idea representaba como potencia, paso a ser un acto como escultura.</p>
<p>Que  implicancia tiene ello en el mundo de los negocios? Los líderes y estrategas  deben comprender que mientras sólo se posea una idea, por más buena que ésta  sea, representa tan sólo una potencialidad. La labor del líder es hacerse de los  recursos y administrarlos eficazmente para transformar esas ideas en negocios  concretos. Pensemos en cualquier campo de la alta tecnología, desde la  farmacéutica a la informática, tener la mejor idea y no pasarla rápidamente a la  práctica puede ser quedarse sólo con papeles, pues en el mundo actual  super-informatizado e hipercomunicado, muchos investigadores y empresas trabajan  con ideas semejantes al mismo tiempo. De ello tenemos una nueva e importante  regla: no sólo se debe ser creativo sino que además las ideas generadas deben  ponerse rápidamente a rodar en el campo de los negocios.</p>
<p>Vivimos en una  época en la cual ya se mide el tiempo en nanosegundos, mostrando aún más lo  valioso del mismo y de su medición. En un mundo totalmente intercomunicado el  tiempo tiene un gran valor, y mucho más si tomamos en consideración que a partir  del año 2000 los conocimientos se han de duplicar cada diez años.</p>
<p>5. Las  nuevas realidades</p>
<p>A nuevos entornos, corresponden nuevas ideas y  paradigmas. Tratar de seguir viendo, analizando y tomando decisiones a la luz de  conceptos que correspondieron a otras circunstancias, es no poseer la suficiente  flexibilidad ni capacidad mental para adaptarse a las nuevas realidades. El  mundo cambió, cambia y cambiará constantemente, razón por la cual debemos  reactualizar continuamente nuestros conceptos. Pero como antes dijimos nuestra  capacidad competitiva serán mucho mayor si somos nosotros los generadores de esa  nueva realidad, o sea en lugar de reaccionar o anticiparnos a los cambios del  entorno, tenemos que tener la imaginación y la capacidad creativa de provocar el  cambio con nuevos conceptos e ideas.</p>
<p>Debemos aceptar pues que todo  cambia. Como dijo el filósofo griego Heráclito “la existencia es la corriente de  un río, en el cual no podemos bañarnos dos veces en las mismas aguas”. Pero si  bien el cambio siempre existió, hay fases de la historia en la cual dichos  cambios se aceleran, y actualmente estamos atravesando por uno de esos momentos  de fuerte aceleración.</p>
<p>Cuales son aquellos cambios radicales a los cuales  debemos reacomodar nuestras formas de pensar, y por lo tanto la manera de  establecer las estrategias? Si hasta ayer nuestras estrategias se acomodaban a  determinadas reglas de juego, hoy al cambiar estas reglas debemos cambiar sí o  sí las estrategias a emplear.</p>
<p>En primer lugar tenemos la caída de lo que  por mucho tiempo se considero como algo inexpugnable, que fue la caída del  sistema comunista. Ello trajo consigo importantes movimientos poblacionales, en  la aparición de nuevos competidores tanto a la hora de ofrecer productos y  servicios, como a la hora de recepcionar inversiones, en la ampliación de los  mercados, en la aparición de dos enormes colosos en los mercados como lo son la  China Continental y Rusia. Al mismo tiempo numerosos países disgregados tanto  del bloque comunista como del soviético pasan a formar parte de la Unión Europea  con lo que ello significa para el poderío económico del mismo.</p>
<p>La caída  del comunismo también significó la terminación de luchas ideológicas, dando  lugar a un fuerte crecimiento industrial y comercial del Sudeste Asiático. Así  pues hoy acompañan a Corea del Sur, Hong Kong, Singapur y Taiwán el fuerte  crecimiento de Indonesia, Filipinas, Malasia, Tailandia, e inclusive Vietnam. Si  a éstos países, se le agrega China Continental, más el despertar de la India  (país cuya proyecciones apuntan a superar en número de habitantes a la mismísima  China para dentro de 15 años) tenemos la aparición de nuevos supermercados,  tanto a la hora de colocar productos, como a la hora de competir. Países que  carecen de una historia sindical que los limiten en materia reglamentaria,  países con fuertes necesidades de crecimiento y desarrollo para alimentar a una  gran masa humana, nos ofrecen la capacidad de generar bienes con un muy bajo  costo de mano de obra.</p>
<p>A lo anterior debe agregarse la fenomenal caída en  los costos tanto del transporte como de las comunicaciones, producto de las  nuevas tecnologías. Debemos sumar a ello la aparición de nuevos materiales  surgidos de la ingeniería de materiales, los cuales reemplazan a productos  naturales como minerales básicos y productos derivados de animales. No menos  auspicioso es el avance de la aplicación de la genética y de las biotecnologías  al desarrollo agrícola, lo cual genera mayores rendimientos productivos por  hectárea, además de la posibilidad de producir en climas y tipo de suelos hasta  este momento no aptos o de escasos rendimientos.</p>
<p>Otro aspecto fundamental  es la revolución informática que permite rápidas y amplias comunicaciones a un  bajo costo, y de una manera cada vez más eficaz. Además la teleinformática ha  permitido dar lugar tanto al surgimiento de las empresas virtuales, como así  también al teletrabajo (llamado también trabajo a distancia). El trabajo a  distancia hace factible que profesionales, empresas de servicios e individuos en  general puedan producir servicios desde su lugar de residencia y  comercializarlos en lugares muy distantes. Hoy dìa ya se están efectuando  operaciones quirúrgicas a control remoto, o bien se procesan informaciones en un  país y se transfieren los resultados a un país distante, entre muchísimas más  alternativas que están teniendo hoy lugar.</p>
<p>El reconocimiento de estos  profundos cambios implica la necesidad no sólo de modificaciones profundas en  las estrategias nacionales, sino además en las de las empresas.</p>
<p>Uno de  los grandes cambios a producirse gira en torno a la generación de energía en  base a hidrógeno, por medio de la separación de las moléculas que componen el  agua. De igual forma ya hay importantes avances no sólo en el plano científico,  sino además técnico y comercial para la desalinización del agua. De tal forma  aquellos países que hasta ahora obtienen fuertes ingresos de la renta petrolera  verán caer en gran forma sus recursos financieros. Para muchos de estos países  hoy poseedores de extensas zonas desérticas la estrategia estaría dada por la  utilización de su actual renta petrolera en el proceso de desarrollo de las  plantas desalinizadoras que permitan la producción agrícola que de sustento a  sus poblaciones.</p>
<p>Sumado a todo lo descrito, está la caída de las barreras  aduaneras y el surgimiento de un gigantesco mercado internacional de capitales,  de los cuales participan además de los países centrales los llamados países  emergentes, ello facilitado por los modernos sistemas de información, lo cual  genera enormes desplazamientos de capitales entre países, como así también la  aparición de fuertes crisis monetarias y cambiarias (México, Brasil, Sudeste  Asiático, Rusia, Argentina).</p>
<p>Así tenemos que estos grandes cambios a  nivel mundial que semejan a grandes movimientos y desplazamientos continentales,  generan la fuerte necesidad de repensar las estrategias de la empresa vinculadas  tanto al marketing, las finanzas, los costos y la producción, como también a la  investigación y desarrollo. Hoy ya no sólo se compite con los inventores,  creadores e innovadores de Europa, Japón, Estados Unidos y Canadá, sino también  con los millones de creativos de China, India, Corea, Brasil y el Sudeste  Asiático. Basta con pensar en marcas de automotores y productos electrónicos de  la India y Corea del Sur hasta hace poco impensadas en Occidentes y hoy hechas  realidad.</p>
<p>Hoy la capacidad competitiva de una nación ya no está dada por  sus recursos naturales, sino por su conocimientos, y su capacidad de generar  nuevas ideas comercializables en los mercados.</p>
<p>Las empresas se ven así en  la necesidad imperiosa de agregar cada día nuevos valores a sus productos y  servicios para diferenciarlos de los competidores. Las diferencias estarán dadas  por mejores niveles de calidad, menores costos, velocidad de atención, capacidad  de respuesta, satisfacción total del cliente y capacidad de diversificación  (adaptación a segmentos particulares en lugar de estándares  generales).</p>
<p>6. Imaginar el futuro</p>
<p>Imaginar es representar o crear  idealmente algo. Así es como deberán pensar y repensar el futuro cercano y  distante aquellos líderes que pretendan lograr el éxito de sus compañías. Pensar  y repensar, crear y recrear constantemente el presente y futuro de las empresas  es el deber que tienen los gerentes. Pensar que repitiendo lo que antes llevó al  triunfo volverá a generarlo en el presente y en el futuro es un gravísimo error.  Continuar administrando la empresa con los conceptos que correspondían a otras  realidades políticas, sociales, económicas, tecnológicas, y científicas  constituye un enorme y grave error. Un gerente errado no puede dirigir una  empresa, es como una brújula que no funciona, conduce irremediablemente a la  corporación a un desfiladero. No es posible resolver problemas importantes en el  mismo nivel de pensamiento en que esos problemas han surgido. Para resolver un  problema que parece no tener solución, es preciso ante todo cambiar el nivel de  pensamiento, es decir, variar de paradigma. A cada nuevo problema, corresponde  una nueva visión del mundo, o sea un nuevo paradigma. Ello trae a colación otro  hecho importante: “al cambiar de paradigma, el conocimiento anterior no sirve de  nada”.</p>
<p>El nuevo líder, el líder para esta nueva era de los negocios  globalizados, necesita no sólo capacidad de razonamiento y de análisis  lógico-cuantitativo, sino además deberá tener la capacidad de imaginación e  intuición suficiente para generar nuevas ideas, impulsar la innovación y  resolver creativa y eficazmente los problemas generados por las nuevas  realidades. Un nuevo entorno dará origen a nuevos problemas, problemas cuya  misma existencia, y por lo tanto soluciones, no fueron vistas ni en la  universidad, ni en su anterior experiencia.</p>
<p>7. Reeducar a los directivos  y al personal</p>
<p>Nuestro cerebro está compuesto de dos hemisferios: el  izquierdo y el derecho. Por regla general, la educación que nos dan en la  escuela privilegia el desarrollo del hemisferio izquierdo, que es la parte  lógica y analítica del cerebro. El hemisferio derecho, donde residen la  intuición y la creatividad, queda en segundo plano en el desarrollo intelectual  del alumno. ¿Resultado? Aprendemos a pensar sólo con un lado del cerebro, y no  aprovechamos plenamente la capacidad de nuestro cerebro.</p>
<p>En tanto el lado  izquierdo del cerebro se concentra en: el detalle, la mecánico, la sustancia, en  blanco y negro, el lenguaje, es lógico, cerrado, cauteloso, escéptico,  repetitivo, verbal, analítico y memorioso, el lado derecho se concentra en: la  amplitud, la creatividad, la esencia, los colores, es receptivo, artístico,  abierto, aventurero, innovador, intuitivo, sintético, espacial y  meditativo.</p>
<p>El hemisferio izquierdo y el derecho tienen funciones  totalmente distintas, procesan la información de forma diferente, pero son  complementarios. Tener éxito depende de que los dos hemisferios cerebrales  trabajen en equilibrio y armonía. Así como el ser humano necesita de dos piernas  en perfectas condiciones para andar y correr, con el cerebro ocurre algo  parecido. Por lo tanto no sólo debe repensarse los contenidos de la educación  primaria, secundaria y universitaria, sino que es fundamental mientras tanto  reeducar a nuestros directivos y al personal. Entre dos empresas, aquella que  posea personal con mayor capacidad intuitiva y creativa tendrá el plus de  obtener una ventaja en los mercados.</p>
<p>8. Creando nuevos  paradigmas</p>
<p>Si los directivos y gerentes no están preparados para  identificar y aprovechar una oportunidad, con toda seguridad otro lo hará por  ellos: alguien mejor preparado, que me más allá cuando los demás simplemente  miran, alguien que ha tenido éxito en cambiar su paradigma.</p>
<p>El paradigma  nos explica cómo es el mundo, y con ello, nos ayuda a predecir su  comportamiento. El paradigma es para el ser humano lo que el agua es para el  pez, que no sabe que vive dentro de ella hasta que lo sacan fuera. La educación  y la sociedad hacen que veamos el mundo de una forma masificada, estándar. La  moda nos dice cómo vestir; la publicidad, qué consumir. El mundo influye en  nuestra manera de pensar, creando y fortaleciendo paradigmas en nuestra mente.  El empresario y directivo que consigue cambiar este estado de cosas y modificar  sus paradigmas, empezará a ver lo que los demás no ven, y entonces surgirán las  oportunidades para alcanzar el éxito.</p>
<p>Conocer los paradigmas es  fundamental para los negocios. Suiza es un país conocido por sus relojes. En  1970, Suiza controlaba el 90% del mercado mundial de relojes. Un día un técnico  de una de las mayores empresas de relojería mostró a sus jefes un nuevo modelo  que acababa de inventar. Se trataba de un reloj electrónico de cuarzo. Su  superior observó el prototipo y le dijo: “Esto no es un reloj. No tiene resortes  ni rubíes”, y no dio ninguna importancia al descubrimiento. Pero los japoneses y  los estadounidenses sí se la dieron. Y el mundo entero también. Pusieron a la  venta el reloj de cuarzo, y en 1982, el 90% del mercado que controlaban los  suizos, se redujo al 15%. Perdieron el liderazgo y cincuenta mil puestos de  trabajo por culpa de la nueva tecnología, ¡inventada por un suizo! El problema  es que cuando se cambia de tecnología –en el caso suizo, de relojes mecánicos a  electrónicos-, la tecnología anterior, adquirida a lo largo de años de esfuerzos  e investigaciones, se convierte en humo. Es preciso empezar de nuevo, y por eso  es tan difícil cambiar. Pero el mercado mundial es extraordinariamente  competitivo. Una empresa que tarda en cambiar de paradigma, pierde mercado a  favor de otra que cambia más deprisa. El mundo está en permanente  transformación, o las empresas cambian con él, o tienden a quedarse  atrás.</p>
<p>Para las empresas, tanto como para los directivos y profesionales  es mucho más fácil continuar con la vieja visión del mundo, haciendo lo que  siempre se ha hecho, que adoptar una nueva y hacer lo que todavía no se ha  aprendido. El problema es que la gente vive inmersa en su propio paradigma y no  se da cuenta de ello.</p>
<p>Otra forma de explicar los paradigmas es  considerándolos como mapas. Todos sabemos que “el mapa no es el territorio”. Un  mapa es simplemente una explicación de ciertos aspectos de un territorio. Un  paradigma es exactamente eso. Es una teoría, una explicación o un modelo de  alguna otra cosa. Todos tenemos muchos mapas en la cabeza, que pueden  clasificarse en dos categorías principales: mapas del modo en que son las cosas,  o realidades, y mapas del modo en que deberían ser, o valores. Con esos mapas  mentales interpretamos todo lo que experimentamos. Pocas veces cuestionamos su  exactitud; por lo general ni siquiera tenemos conciencia de que existen.  Simplemente damos por sentado que el modo en que vemos las cosas corresponden a  lo que realmente son o a lo que deberían ser. Estos supuestos dan origen a  nuestras actitudes y a nuestra conducta. El modo en que vemos las cosas es la  fuente del modo en que pensamos y del modo en que actuamos.</p>
<p>Todos  tendemos a pensar que vemos las cosas como son, que somos objetivos. Pero no es  así. Vemos el mundo, no como es, sino como somos nosotros, o como se nos ha  condicionado par que lo veamos. Así pues, cuanta más conciencia tengamos de  nuestros paradigmas, mapas o supuestos básicos, y de la medida en que nos ha  influido nuestra experiencia, en mayor grado podremos asumir la responsabilidad  de tales paradigmas, examinarlos, someterlos a la prueba de la realidad,  escuchar a otros y estar abiertos a sus percepciones, como lo cual lograremos un  cuadro más amplio y una modalidad de visión mucho más objetiva.</p>
<p>En cierto  sentido, un paradigma indica la existencia de un juego, en qué consiste y cómo  jugar con éxito. La idea del juego es una metáfora muy apropiada para los  paradigmas puesto que refleja la necesidad de límites y de instrucciones sobre  cómo actuar correctamente. Un paradigma indica cómo jugar de acuerdo con las  reglas establecidas. Un cambio paradigmático es, por tanto, un cambio hacia un  nuevo juego, un nuevo conjunto de reglas.</p>
<p>9. El Efecto  Fosbury</p>
<p>Durante muchos años la forma más común de realizar el salto de  altura era el “salto de rodillo”: el atleta corría hasta la barra y se lanzaba  hacia delante efectuando un movimiento de rodillo. Durante los juegos celebrados  en México durante 1968, el atleta Dick Fosbury sorprendió al mundo al establecer  una nueva marca olímpica y ganar la medalla de oro con una nueva técnica en la  que había trabajado durante varios años: el “salto Fosbury” consistente en  correr hacia la barra y sobrepasarla lanzándose de espalda. Fosbury “cambio el  modelo” en el salto de altura, sustituyó un modelo por otro nuevo en su  totalidad. Aplicando estos conceptos al área de la producción, administración y  dirección de empresas ello implica que es menester adoptar las nuevas técnicas  si se quiere mantener a la empresa en competencia, ya no sirve perfeccionar los  viejos métodos.</p>
<p>En estos tiempos el mayor peligro es la posibilidad de  que un competidor cambie las reglas básicas del juego en la industria en la cual  este insertada la empresa. Si la empresa sigue jugando conforme a las viejas  reglas (paradigmas), la fuente de su ventaja competitiva podría  desaparecer.</p>
<p>Ahora veamos un caso a nivel industrial. El precio de los  tubos de imagen para los televisores siguió el modelo de la curva de experiencia  desde la introducción de la televisión a finales de la década de 1940 hasta  1963. El precio unitario promedio cayó en ese entonces de U$S 34 a U$S 8 (precio  del dólar en 1958). La llegada de la televisión en colores interrumpió la curva  de experiencia. La fabricación de tubos de imagen para los aparatos en color  necesitó una nueva tecnología de fabricación, y el precio de estos tubos se  elevó a U$S 51 en 1966. Luego, la curva de experiencia se reafirmó por sí misma,  El precio bajó a U$S 48 en 1968, a U$S 37 en 1970 y a U$S 36 en 1972. En  resumen, el cambio tecnológico puede alterar las reglas del juego, al exigir que  las antiguas compañías de bajo costo emprendan medidas con el fin de restablecer  su ventaja competitiva.</p>
<p>10. La capacidad de cambio permanente</p>
<p>La  vida es un río, y cada día todos tenemos que tomar una decisión acerca de cómo  navegaremos en él. La forma en que el río corre está cambiando. En el pasado el  río por lo general era tranquilo, bastante predecible y moderadamente manejable.  Pero el río del futuro es más turbulento, generalmente impredecible, y mucho  menos manejable. Nuestra corriente fluvial está cambiando, y también debía  cambiar nuestra navegación; porque la vida en ese nuevo río significa que  tenemos que aprender, no sólo a esperar los cambios y responder a ellos, sino  también imaginarlos y crearlos. Esta nueva forma de analizar y tomar decisiones  se denomina Incertidumbre Positiva para tiempos de cambios. La incertidumbre  representa la condición del río de la vida de hoy. Quien toma las decisiones con  éxito al navegar por esa corriente, necesita ser comprensivo, aceptante y  positivo acerca de esa incertidumbre. El mundo moderno, al igual que el río de  hoy, cambia constantemente. El tomador de decisiones de ésta nueva era, debe ser  capaz de cambiar, igual que lo hace el medio ambiente. Sabemos cómo tomar  decisiones racionales, lineales, para un río tranquilo y predecible, pero  ¿sabemos cómo manejar las partes extraordinariamente complicadas y al azar de un  río turbulento? Necesitamos algunas estrategias que no sean racionales, que no  sean lineales. Requerimos de tácticas decisivas tanto para la estabilidad como  para lo inesperado; necesitamos los conocimientos y actitudes para manejar tanto  el orden como el caos, la estabilidad como la inconsistencia. Necesitamos  flexibilidad y equilibrio.</p>
<p>El mundo es cada día más turbulento, y debemos  aprender rápidamente a manejarnos en él. En un mundo con nuevas reglas de juego,  quién no modifique sus estrategias de juego a estas nuevas circunstancias dejará  de ser competitivo, pasará a un segundo plano, y correrá el riesgo de  desaparecer.</p>
<p>11. La ética y la moral</p>
<p>Ante un mundo en constante  cambio, los paradigmas éticos y morales cambian como resultado de las nuevas  visiones y valores que el hombre va adoptando. Por otra parte lo que resulta una  conducta moral para determinada civilización o cultura en un momento dado puede  resultar inmoral en otra civilización o momento. Ello es de fundamental  importancia en la economía globalizada, pues los directivos en la constante  interrelación con agentes de otras naciones o países deberán ser capaces de  reconocer las diferencias de paradigmas a los efectos de mejorar sus relaciones  de negocios.</p>
<p>En cuanto al cambio en las reglas, un empresario o directivo  puede cambiar las reglas relativas a las formas de ver o comercializar un  producto, o la manera de procesarlo o diseñarlo. Pero no puede modificar el  sentir interno de los consumidores, clientes, empleados y la comunidad en su  conjunto. Deberá estar siempre alerta tratando de evitar entrar en choque con el  pensamiento social en cuanto a valores morales, respetando la libertad de  conciencia. Debe tener en cuenta que la ética en los negocios está pasando a ser  cada día un componente de mayor trascendencia, por la importancia que tiene en  materia de respeto al medio ambiente, como por la rapidez con que las malas  conductas son dadas a conocer por medio de los actuales sistemas de  información.</p>
<p>12. El cambio de paradigma como estrategia</p>
<p>La  revisión constante de nuestros paradigmas, analizando que tanto concuerdan con  la realidad, con los cambios del entorno, y con nuestras posibilidades de  subsistencia, pasan a ser un metodología fundamental a la hora de planear las  estrategias competitivas. Recordemos los casos antes comentados en torno al  televisor color o a los relojes de cuarzo. Sólo bastaría con mencionar al señor  Fosbury cuando en lugar de efectuar en salto de altura con el método de rodillo  (paradigma existente en ese momento) decidió cambiarlo saltando de espalda. Sus  competidores no estaban preparado para algo así, el reglamento no prohibía tal  tipo de salto, conclusión Fosbury no sólo se quedo con la presea dorada, sino  que además batió un nuevo record olímpico y fijo un nuevo  estándar.</p>
<p>Piense usted como empresario, directivo o profesional de que  otra forma puede realizar un proceso, producto o servicio, o bien imagine que  nuevo producto o servicio puede ofrecer. Piense en aquellas reglas que usted  sigue pero que no está obligado a respetar, a aquellas otras formas en que puede  diseñar sus negocios. En ello encontrará la ventaja competitiva total. Tendrá en  sus manos la posibilidad de fijar las nuevas reglas, en lugar de atenerse a las  reglas ya fijadas. Piense la forma en que puede ejecutar o realizar un negocio  en función de sus fortalezas y de las debilidades de los contrarios.</p>
<p>13.  El PNL como herramienta para modificar las creencias</p>
<p>La Programación  Neurolingüística (PNL) es el estudio de los factores que influyen sobre nuestra  forma de pensar, de comunicarnos y comportarnos. Es un modo de codificar y  reproducir la excelencia y nos permite obtener de manera consistente los  resultados que deseamos en nuestra vida, trabajo o empresa.</p>
<p>El mundo de  los negocios está cambiando a pasos tan acelerados que la demanda de  especialización se ha visto reemplazada por la de aprendizaje y diferenciación.  Cada día hay más entidades interesadas en crear una organización discente: una  organización capaz de aprender, en la que los individuos que la componen  gestionen su propio desarrollo, aprendan a desplegar sus habilidades y exploten  su potencial al máximo. Sin embargo, esto no puede lograrse con métodos del  pasado. ¡Si continuas haciendo lo de siempre, acabarás igual que siempre! La  clave del futuro descansa en los individuos. La capacidad para gestionar sus  pensamientos, resolver conflictos y percibir experiencias será, en última  instancia, lo que marque la diferencia entre aquellos individuos y  organizaciones que se abran paso hacia un nuevo futuro, interesante, creativo y  cooperativo, y los que se queden en la estacada.</p>
<p>En la actualidad, muchos  de los libros dedicados al futuro de los negocios inciden en que las empresas  necesitan realizar una extensiva labor de reestructuración. Pero el secreto no  reside en renovar la estructura de la organización, sino en volver a programar  la forma de pensar y las actitudes de los individuos que la integran. La cultura  de una organización es la expresión de las personas que la componen,  especialmente de aquellos que la dirigen. La forma de pensar de un líder se  convertirá inevitablemente en las pautas de la organización de la que forma  parte.</p>
<p>Las creencias o paradigmas son puntos de vista que las personas  mantienen acerca de sus personas, los demás o el mundo que las rodea, y que  determinan las decisiones que toman y cómo se comportan en cada situación. La  magia de la PNL (Programación Neurolingüística) consiste en que les permite a  las personas modificar sus paradigmas y adoptar otras que apoyen la forma de ser  que quieren. Existen varias formas en que la PNL puede ayudar a las personas a  modificar sus creencias. Uno de ellos consiste en que la persona asuma que posee  esas creencias, que pese a ser nuevas, son más acordes con la forma de ser que  quieres. Otra técnica consiste en permitir a las personas volver a escribir sus  historias personales. Dado que el inconsciente no conoce la diferencia entre lo  real y lo imaginario, es posible imaginar el pasado que les hubiere gustado  tener y reajustar sus recuerdos.</p>
<p>14. Conclusiones</p>
<p>Un dirigente  empresarial que no sienta que la tierra se mueve bajo sus pies, está viviendo en  el pasado y no está preparado para el futuro. Actualmente estamos experimentando  diferencias dinámicas en todos los aspectos de la empresa comercial, diferencias  que afectan la permanencia de nuestras empresas y nuestras posiciones dentro de  ellas. A medida que pasa el tiempo, estas diferencias aumentan en frecuencia e  intensidad hasta obtener proporciones casi sísmicas. La evidencia del cambio en  el sector comercial nos rodea a cada uno de nosotros, independientemente de  nuestra industria o del papel que jugamos en ella. Vemos cambios tecnológicos  impresionantes que han ocurrido gracias a las microfichas, el rayo láser, la  ingeniería genética y la industrialización del espacio. Los cambios sociales  abundan, incluyendo la disolución del núcleo familiar, los papeles cambiantes  que está jugando la mujer, el envejecimiento de la población en los países  centrales, la revolución de la buena salud y la descentralización de las  instituciones. En la faz productiva nuevos procesos y bienes han surgido, y en  el caso de éstos últimos sujetos a ciclos de vidas cada vez más  acelerados.</p>
<p>Analizar y adoptar decisiones en función de paradigmas o  conceptos que no corresponden a las nuevas necesidades del mercado, a las nuevas  maneras de procesar los bienes y servicios, que no concuerdan con las actuales  necesidades de los consumidores en cuanto a valor agregado, que no permiten  tomar eficaces decisiones en materia económica y financiera, es administrar  erróneamente la empresa. Para ello los directivos no sólo deben readaptar sus  conceptos, sino que deben revisar éstos de forma continua para no sólo estar al  día con los paradigmas, sino además adoptar actitudes proactivas que le permitan  generar las nuevas reglas que dominarán al mercado.</p>
<p>Los técnicos,  profesionales, directivos y líderes, no sólo deben poseer el más actualizado y  profundo conocimiento técnico, sino además poseer conocimientos que marquen la  diferencia con sus rivales y competidores. Deberán adquirir conocimientos en  materia de Programación Neurolingüística, Pensamiento Lateral, Creatividad,  Imaginización, Innovación, Pensamiento Sistémico, Administración Quántica,  Inteligencia Emocional, e Intuición. Los que piensen que en el siglo XXI puede  administrarse usando sólo un lado del cerebro están desperdiciando el gran  potencial diferenciador del lado derecho del cerebro. Los japoneses al  desperdicio lo llaman muda, cabría preguntarse que tanto desperdicia Usted y su  empresa las capacidades intuitivas, creativas, imaginativas e innovadoras, y que  tanto se preocupa en desarrollarlas y darles cabida en sus planes y estrategias  de negocios.</p>
<p class="MsoNormal" align="center"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong><a rel="nofollow">La  filosofía de la PNL</a> </strong><a rel="nofollow" href="http://www.estrategia.info/html/monografias/pnl/quees.htm#Qu%C3%A9%20es%20PNL%20-%20Programaci%C3%B3n%20Neuroling%C3%BC%C3%ADstica" target="_blank">/\</a></span></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Fuente:  http://www.estrategiaspnl.com/5.34.0.0.1.0.phtml</span></p>
<p>Por pragmático que sea,  un enfoque de las ciencias humanas se apoya siempre sobre un cierto número de  postulados o hipótesis de orden filosófico. Estos son los que le dan sentido a  los métodos.</p>
<p>En P.N.L. estas hipótesis se nombran “presuposiciones”, ya  que una presuposición es imprescindible que exista, las presuposiciones forman  el punto de partida el cual se “supone” cierto. Las presuposiciones dan un  sentido a lo que se dice o se hace, y éstas son las que conforman la base de la  eficacia de P.N.L.</p>
<p>El objetivo de P.N.L. fue el de configurar un modelo a  partir de los comportamientos y capacidades de personas eminentemente  competentes en sus respectivos campos. Estos comportamientos se apoyaban sobre  un determinado número de creencias que los explican y que aparecían en las  actitudes de estas personas.</p>
<p>Las presuposiciones fundamentales de la  P.N.L. conciernen a:<br />
- la realidad;<br />
- las capacidades del ser humano;<br />
-  las relaciones humanas;<br />
- la naturaleza del cambio en el ser  humano.</p>
<p>PRESUPOSICIONES CONCERNIENTES A LA REALIDAD:</p>
<p>• LA  GENTE RESPONDE AL MAPA DE SU REALIDAD, NO A LA REALIDAD MISMA.</p>
<p>• EL MAPA  NO ES EL TERRITORIO.</p>
<p>PRESUPOSICIONES CONCERNIENTES A LAS CAPACIDADES  DEL SER HUMANO:</p>
<p>• LA GENTE SELECCIONA LA MEJOR OPCION QUE TIENE A CADA  MOMENTO.</p>
<p>• LA GENTE TIENE TODOS LOS RECURSOS QUE NECESITA A CADA  MOMENTO.</p>
<p>• DETRAS DE TODA CONDUCTA HAY UNA INTENCION POSITIVA.</p>
<p>•  SI ALGO ES POSIBLE PARA ALGUIEN, ES POSIBLE PARA OTRO.</p>
<p>• ES POSIBLE  REDUCIR UNA CONDUCTA A SUS COMPONENTES MINIMOS, ES POSIBLE  APRENDERLA.</p>
<p>PRESUPOSICIONES CONCERNIENTES A LAS RELACIONES  HUMANAS:</p>
<p>• TODA COMUNICACION ES REDUNDANTE.</p>
<p>• EL SIGNIFICADO DE TU  COMUNICACION ES LA RESPUESTA QUE OBTIENES.</p>
<p>• TODA CONDUCTA ES UTIL EN  ALGUN CONTEXTO.</p>
<p>PRESUPOSICIONES CONCERNIENTES A LA NATURALEZA DEL  CAMBIO EN EL SER HUMANO:</p>
<p>• SOLO HAY RETROALIMENTACION, NO ERROR.</p>
<p>•  EL SINTOMA ES UNA COMUNICACION.</p>
<p class="MsoNormal" align="center"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong><a rel="nofollow">Programación neurolingüística</a> </strong><a rel="nofollow" href="http://www.estrategia.info/html/monografias/pnl/quees.htm#Qu%C3%A9%20es%20PNL%20-%20Programaci%C3%B3n%20Neuroling%C3%BC%C3%ADstica" target="_blank">/\</a><strong><br />
</strong><br />
Fuente:  http://www.monografias.com/trabajos15/neurolinguistica/neurolinguistica.shtml</span></p>
<p>ORIGEN:</p>
<p>Tiene  sus orígenes en la década de los 70, en la Universidad de California, en Santa  Cruz, EEUU, donde Richard Bandler (matemático, psicólogo gestáltico y experto en  informática) y John Grinder (lingüista), estudiaron los patrones de conducta de  los seres humanos para desarrollar modelos y técnicas que pudieran explicar la  magia y la ilusión del comportamiento y la comunicación humana. El origen de sus  investigaciones fue la curiosidad por entender como a través de la comunicación  y del lenguaje se producían cambios en el comportamiento de las  personas.</p>
<p>Bandler y Grinder, logran englobar tres aspectos con respecto  al término de la Programación Neuro-Lingüística:</p>
<p>1. Programación: se  refiere al proceso de organizar los elementos de un sistema (representaciones  sensoriales), para lograr resultados específicos.</p>
<p>2. Neuro: (del griego  &#8220;neurón&#8221;, que quiere decir nervio), representa el principio básico de que toda  conducta es el resultado de los procesos neurológicos.</p>
<p>3. Lingüística:  (del latín &#8220;Lengua&#8221;, que quiere decir lenguaje), indica que los procesos  nerviosos están representados y organizados secuencialmente en modelos y  estrategias mediante el sistema del lenguaje y comunicación.</p>
<p>La PNL  originalmente fue concebida para los procesos terapéuticos, los resultados que  se sucedieron en forma extraordinaria lograron que su utilización trascendiera  esa frontera. Médicos, psicólogos, educadores, profesionales de distintas áreas  y empresas de gran embargadora, aplican actualmente la PNL, tanto para el  desarrollo individual como para la optimización de cada grupo  humano.</p>
<p>CONCEPTOS:</p>
<p>&#8220;La Programación Neuro-Lingüística es el nombre  que inventé para evitar la especialización de un campo en otro…una de las  maneras que la PNL representa es enfocar el aprendizaje humano…básicamente  desarrollamos maneras de enseñarle a la gente a usar su propia cabeza&#8221; (Bandler,  1.982).</p>
<p>&#8220;…Es el estudio de cómo el lenguaje, tanto el verbal como el no  verbal, afecta el sistema nervioso, es decir, que a través del proceso de la  comunicación se puede dirigir el cerebro para lograr resultados óptimos&#8221;  (Robbins, 1.991).</p>
<p>&#8220;La PNL es una meta-modelo porque va más allá de una  simple comunicación. Esta meta-modelo adopta como una de sus estrategias,  preguntas claves para averiguar que significan las palabras para las personas.  Se centra en la estructura de la experiencia, más que en el contenido de ella.  Se presenta como el estudio del &#8220;como&#8221; de las experiencias de cada quien, el  estudio del mundo subjetivo de las personas y de las formas como se estructura  la experiencia subjetiva y se comunica a otros, mediante el lenguaje&#8221; (González,  1.996).</p>
<p>EXPLICACIÓN: La PNL es el estudio de la experiencia humana  subjetiva, cómo organizamos lo que percibimos y cómo revisamos y filtramos el  mundo exterior mediante nuestros sentidos. Explora cómo transmitimos nuestra  representación del mundo a través del lenguaje.</p>
<p>De acuerdo a la PNL  nuestras experiencias vitales son captadas por los cinco sentidos y procesada  como información por nuestro sistema nervioso, el cual nos ayuda a &#8220;representar&#8221;  internamente dichas experiencias con el fin de darle significado y estructura a  cada una de ellas. Esto se realiza a nivel lingüístico, a través de las  palabras, sonidos, sentidos, sensaciones y olores.</p>
<p>Al conversar, el  practicante observa el idioma del cliente, el movimiento de sus ojos, la  postura, la respiración y la gesticulación para detectar y luego ayudar a  cambiar patrones inconscientes que se encuentran ligados al estado emocional de  la persona.</p>
<p>FUNDAMENTOS TEÓRICOS DE LA PNL:</p>
<p>La PNL parte de los  fundamentos de la teoría constructivista, la cual define la realidad como una  invención y no como un descubrimiento. Es un constructo psíquico de Grinder y  Bandler basados en el hecho de que el ser humano no opera directamente sobre el  mundo real en que vive, sino que lo hace a través de mapas, representaciones,  modelos a partir de los cuales genera y guía su conducta. Estas representaciones  que además determinan el cómo se percibirá el mundo y que elecciones se  percibirán como disponibles en él, difieren necesariamente a la realidad a la  cual representan. Esto es debido a que el ser humano al transmitir su  representación del mundo tiene ciertas limitaciones, las cuales se derivan de  las condiciones neurológicas del individuo, de la situación social en que vive y  de sus características personales.</p>
<p>Estas limitaciones a su vez de  determinan que el lenguaje como toda expresión humana, esté también sometido a  ciertos procesos que empobrecen su modelo. Para el abordaje de estos modelos la  PNL se apoya en el modelo de la gramática transformacional, que se basa en la  creación de nuevos mensajes. Considera que las personas son capaces de  interpretar y producir mensajes nuevos, de manera que puede afirmarse que no  produce por repetición ni por recuerdo.</p>
<p>Una persona frente a su  experiencia del mundo forma de éste una representación lingüística bastante  completa, variada y rica en detalles. A nivel lingüístico, esto corresponde a la  estructura profunda. Sin embargo, al comunicar su experiencia a otros, utiliza  expresiones empobrecidas (estructura superficial) que presenta omisiones,  generalizaciones y distorsiones.</p>
<p>Bandler y Grinder en este sentido  (1.980), proponen una serie de estrategias verbales para tratar con la  estructura superficial del lenguaje. Estas estrategias consisten primordialmente  en evitar las generalizaciones, omisiones y distorsiones:</p>
<p>1.  Generalizaciones: es un proceso por el cual las personas no representan algo  específico en la experiencia. Ejemplo: &#8220;La gente se la pasa molestándome&#8221;. Como  solución al problema se pueden emplear intervenciones que contradigan la  generalización, verbos que el sujeto no especifica completamente, etc.</p>
<p>2.  Omisiones: mecanismo que se produce cuando se presta atención selectiva a  ciertas dimensiones de la experiencia, pero se eliminan otras, se persigue que  el sujeto identifique y complete la frase faltante. Ejemplo: &#8220;Estoy asustado&#8221;.  No se especifica de qué o de quién está asustado. Como solución al problema se  emplean intervenciones que le permitan a la persona identificar detalles de la  situación.</p>
<p>3. Distorsiones: cuando la gente asigna a los objetos  externos, responsabilidades que están dentro de su control. Ejemplo: &#8220;El alumno  me pone furioso&#8221;. Es una distorsión debido a que la emoción &#8220;rabia&#8221; es atribuida  a alguien más, distinto de la persona que lo está experimentando. La solución es  emplear opciones que acercan la oración as una mayor concepción de la  realidad.</p>
<p>CARACTERÍSTICAS DE LA PNL:</p>
<p>1. La PNL tiene la habilidad  de ayudar al ser humano a crecer, trayendo como resultado una mejor calidad de  vida.</p>
<p>2. Presenta un enfoque práctico y potente para lograr cambios  personales debido a que posee una serie de técnicas que se asocian entre sí para  lograr una conducta que se quiere adquirir.</p>
<p>3. Se concibe como una  poderosa herramienta de comunicación, influencia y persuasión, puesto que, a  través del proceso de comunicación se puede dirigir el cerebro para lograr  resultados óptimos.</p>
<p>MANERAS COMO FUNCIONAN LAS PERSONAS:</p>
<p>* VISUAL:  Son aquellas personas que prefieren, de todo lo que ocurre en el mundo interno y  externo, &#8220;lo que se ve&#8221;. Son los que necesitan ser mirados cuando les estamos  hablando o cuando lo hacen ellos, es decir, tienen que ver que se les está  prestando atención. Necesitan ser mirados para sentirse queridos, son las  personas que dicen cosas como &#8220;mira&#8221;, &#8220;necesito que me aclares tu enfoque  sobre&#8221;, etc. Hablan más rápido y tienen un volumen más alto, piensan en imágenes  y muchas cosas al mismo tiempo. Generalmente empiezan una frase y antes de  terminarla pasan a otra, y así constantemente, van como picando distintas cosas  sin concluir nada e inclusive no les alcanzan las palabras de la mima manera les  ocurre cuando escriben.</p>
<p>* AUDITIVOS: Estas personas tienen un ritmo  intermedio, no son ni tan rápidos como los visuales, ni tan lentos como los  kinestésicos. Son los que necesitan un &#8220;aha…&#8221;, &#8220;mmm…&#8221;, es decir una comprobación  auditiva que les dé la pauta que el otro está con ellos, que les presta  atención. Además son aquellos que usan palabras como &#8220;me hizo clic&#8221;,  &#8220;escúchame&#8221;, &#8220;me suena&#8221;, palabras que describen lo auditivo. Los auditivos  piensan de manera secuencial, una cosa por vez, si no terminan una idea no pasan  a la otra. Por eso más de una vez ponen nervioso a los visuales, ya que estos  van más rápidos, el pensamiento va más rápido. En cambio el auditivo es más  profundo comparado con el visual.</p>
<p>* KINESTÉSICOS: Tienen mucha capacidad  de concentración, son lo que más contacto físico necesitan. Son los que nos dan  una palmadita en la espalda y nos preguntan &#8220;¿cómo estás?&#8221;; además son los que  se van a sentir atendidos cuando se interesen en algunas de sus sensaciones.  Usan palabras como &#8220;me siento de tal manera&#8221;, &#8220;me puso la piel de gallina tal  cosa&#8221; o &#8220;me huele mal este proyecto&#8221;. Todo es a través de las  sensaciones.</p>
<p>Todos tenemos tres sistemas representacionales y a lo largo  de la vida se van desarrollando más uno que otros y esto depende de diferentes  cosas: de las personas que tenemos alrededor, de la experiencia laboral,  inclusive hasta de los docentes. Existen familias que pueden ser más visuales,  más auditivas o más kinestésicas.</p>
<p>UTILIDADES DE LA PNL:</p>
<p>* Mejora  la conciencia de lo que se hace.</p>
<p>* Mejora la comunicación o forma de  decir las cosas.</p>
<p>* Aumento del potencial de la persona.</p>
<p>*  Aprovechamiento mejor de los recursos.</p>
<p>* Aumento de la  creatividad.</p>
<p>* Mejora de la salud.</p>
<p>* Mejora de las  costumbres.</p>
<p>* Aumenta la utilización del cerebro.</p>
<p>* Utilización de  tus capacidades y potenciar tus recursos.</p>
<p>* Mejora de las relaciones  interpersonales, detectando como piensan los otros.</p>
<p>* Aumento de tu  creatividad, confianza en ti mismo, y autoestima.</p>
<p>* Motivación y  objetivos.</p>
<p>* Cambio de creencias limitantes.</p>
<p>* Cura de fobias y  miedos.</p>
<p>* Encontrar tu visión y misión personal.</p>
<p>FUNCIONAMIENTO  DEL CEREBRO Y SU RELACIÓN CON LA EDUCACIÓN:</p>
<p>Actualmente los aportes de  investigaciones realizadas en el ámbito de la psicología y de otras disciplinas  han despertado un interés por conocer el funcionamiento del cerebro y diseñar  experiencias organizadas y sistemáticas que faciliten su abordaje con modelos de  intervención.</p>
<p>Su entendimiento es básico para la aplicación y  entendimiento de los diferentes métodos o sistemas que pueden mejorar y tener  utilidad práctica de cualquier método de programación o sistema que se emplee.  Se llama PNL por lo conocido del nombre, pero en realidad es el entendimiento  del cerebro y su forma de aprovechamiento.</p>
<p>Debemos partir de la base de  que el cerebro de los individuos tiene sus propias peculiaridades, no hay dos  que sean exactamente iguales.</p>
<p>Cerebro Reptil:</p>
<p>Es el cerebro  primario. En él se ubica la inteligencia básica, se posesionan los  comportamientos y conductas que adquieren en la niñez y se repiten en la vida  adulta. El uso de este cerebro proporciona la formación de hábitos mediante una  acción repetida varias veces, hasta que se organiza y se estructura en  &#8220;rutinas&#8221;.</p>
<p>Cerebro Neo-Cortex:</p>
<p>Este cerebro construye el pasado,  el presente y el futuro de manera secuencial. Es un proceso que ocurre  internamente y que permite fomentar y consolidar las capacidades de  análisis.</p>
<p>El hemisferio izquierdo se especializa en reconocer las partes  que constituyen un conjunto, es lineal y secuencial. Pasa de un punto a otro de  manera gradual, paso a paso. Procesa información verbal, codifica y decodifica  el habla. Separa las partes que constituyen un todo. Es como una computadora  &#8212;&#62; tiene su propio lenguaje.</p>
<p>El hemisferio derecho combina partes  para crear un todo, se dedica a la síntesis. Busca y construye relaciones entre  partes separadas. Procesa simultáneamente en paralelo, es especialmente  eficiente en el proceso visual y espacial (imágenes). Se especializa en  relaciones no lineales, pareciera que es la fuente de la percepción creativa.  Las palabras o figuras por sí solas no dicen nada, y si se juntan, se obtiene  una comunicación más clara. Es como un caleidoscopio &#8212;&#62; número casi  infinito de variedades.</p>
<p>Cerebro Límbico:</p>
<p>Procesa las emociones y  los sentimientos. Constituye el sentir, las manifestaciones de las emociones  humanas, de los afectos. En el se registra la sexualidad como fenómeno  mental.</p>
<p>METODOS MÁS UTILIZADOS:</p>
<p>En principio la PNL no funciona si  no se aplica.</p>
<p>1. Saber comunicarse, no es cuestión de decir las cosas, si  no que el otro interlocutor pueda entenderlo, que tenga tanto la atención, como  la disposición y la sintonía.</p>
<p>2. Rapport &#8212;&#62; termino que se utiliza  en esta técnica, que trata de sobre como incentivar la capacidad de retener la  atención de una persona y a la vez crear una sensación de confianza. Ejemplo:  cuando se habla a los niños y ellos están jugando, por más que los llamemos no  nos escucharán porque no hemos ingresado a su nivel de interés o que estemos  dentro de su juego.</p>
<p>3. Disponibilidad: trata de estar atento al otro  interlocutor, observando sin juzgar. Tomar conciencia de los movimientos del  otro, presentado la mayor atención en lo que dice y hace.</p>
<p>4. Sistemas y  métodos representacionales.</p>
<p>5. El lenguaje sensorial.</p>
<p>6.  Movimientos oculares, etc.</p>
<p>La PNL se puede emplear con sus diversos  métodos en diferentes aspectos, tales como:</p>
<p>TERAPIA: Ansiedad, Stress,  Fobias, Relaciones de Pareja, Falta de confianza/autoestima, problemas de  relaciones Padres-hijos, adicciones, conductas anómalas, complejos, sexualidad,  enfoques de futuro, etc.</p>
<p>DESARROLLO PERSONAL: Logro de Objetivos  personales, mejora autoestima, establecimiento de estrategias de éxito,  etc.</p>
<p>EDUCACION: Técnicas de enseñanza y comunicación para el incremento  de capacidades y rendimiento en el aprendizaje, técnicas para &#8220;aprender a  aprender&#8221;, etc.</p>
<p>TRABAJO/EMPRESA: Motivación, control de stress,  aprovechamiento de recursos, creatividad, desarrollo y consecución de objetivos,  liderazgo, competencia, negociación, etc.</p>
<p>APLICACIONES ORGANIZATIVAS:  Programas, desbloqueo de negociaciones, sistemas de comunicación convincentes,  persuasión, conflictos, preparación entrevistas, etc.</p>
<p>Los resultados de  la capacitación en PNL son positivos tanto para los puntos señalados  anteriormente, de la misma manera el hecho de que la gente pueda reconocer los  estilos de comunicación de los otros y el propio es muy útil para lograr buenas  interacciones en la vida cotidiana. Es una técnica que<br />
se puede utilizar en  cualquier ámbito y en toda circunstancia.</p>
<p>EXPERIENCIAS  SIGNIFICATIVAS:</p>
<p>ESTRÉS:</p>
<p>1. Técnica de Intervención General: Con el  desarrollo de las técnicas y diversos ejercicios de P.N.L., al individuo no le  resultaría definir específicamente aquellos recursos que de él mismo necesitaría  &#8220;movilizar&#8221; para afrontar tal situación de Estrés, o lograr que la misma no se  produzca.</p>
<p>2. Técnica de Intervención Cognitiva: Con el desarrollo de las  técnicas de P.N.L., por parte del individuo se obtendría una puesta a  disposición de la situación, con observación de la misma desde diversos puntos  de vista, o dicho de otra manera, encontrando por parte del protagonista de la  situación de Estrés, de su auto-observación tanto desde su propia posición,  desde otra distinta, e incluso desde la de un tercero objetivo. Ello tendría la  consecuencia de cambiar su percepción y su propia forma &#8220;estresante&#8221; de observar  la realidad, su interpretación desde otras &#8220;perspectivas&#8221; que no se había  planteado hasta el momento y su propia evaluación y auto-evaluación del  problema.</p>
<p>3. Técnica de Intervención Fisiológica: Tanto los ejercicios de  relajación física, aquellos de control de la respiración y la &#8220;desconexión&#8221; que  forman parte y acompañan en su realización a todas las técnicas y ejercicios de  P.N.L., ya por sí mismos constituyen una adecuada técnica de intervención que al  estar asociada a la determinación de determinadas &#8220;sub-modalidades&#8221; en el  sujeto, favorecen el logro del objetivo propuesto en cuanto al control de las  situaciones estresantes.</p>
<p>4. Técnica de Intervención Conductual: Las  técnicas de la P.N.L., favorecen precisamente la promoción de conductas  adaptativas &#8220;elegidas&#8221; por el propio sujeto como las más adecuadas para afrontar  la situación, toda vez que las mismas son pre-experimentadas por el interesado a  través de ejercicios de &#8220;puentes al futuro&#8221; en los que es el propio sujeto quien  &#8220;experimenta&#8221; de forma no traumática la utilidad de su libre conducta  seleccionada.</p>
<p>EDUCACION:</p>
<p>Se plantean objetivos a cumplir,  seleccionan los contenidos que se relacionan con el tema, que actúa como  organizador, interpretan y adaptan el currículo, creando situaciones ricas de  aprendizaje, realizando evaluaciones iniciales en relación con los conocimientos  previos y finales para evaluar los resultados y elaborar  recapitulaciones.</p>
<p>El objetivo entre lo que los docentes quieren que los  alumnos sepan y lo que los alumnos quieren aprender, surge de un ajuste de los  dos propósitos de una negociación.</p>
<p>Tenemos que tener en cuenta que gran  parte de nuestros aprendizajes nos llegaron de forma intuitiva y sólo percibimos  los resultados. Debemos crear un entorno que maximice las oportunidades del  aprendizaje, un entorno abierto que permita explorar y experimentar sin peligro,  en que las personas se puedan mostrar como son, donde los alumnos aprendan a  asumir las responsabilidades de los aprendizajes, y se hagan más responsables de  su desarrollo.</p>
<p>LA PNL Y LA EDUCACIÓN:</p>
<p>Partimos de la base que  educar es comunicar.</p>
<p>* La Programación Neurolingüística, amplía nuestras  habilidades para conocer la importancia del lenguaje verbal y no  verbal.</p>
<p>* Potencia nuestras capacidades para lograr un clima de  comunicación más propicio. Concientizando los procesos mediante los cuales  recibimos información, la almacenamos y la trasmitimos a través de nuestros  sentidos.</p>
<p>* La conducta está generada por las respuestas internas a lo  que veo, lo que oigo&#8230; Uno se comunica mediante palabras, calidad de voz, con  el cuerpo: posturas y gestos. Aún cuando uno se mantiene quieto, está dando un  mensaje.</p>
<p>* Si logramos ser buenos comunicadores nuestros alumnos nos  percibirán intensamente presentes en lo que están compartiendo. El Otro, los  Contenidos y Yo, estaremos formando parte de un acontecimiento muy valioso y  significativo.</p>
<p>* Compartir el conocimiento con los alumnos y que éstos  logren la aplicación del mismo.</p>
<p>* Trasmitir habilidades, la experiencia  práctica es esencial para desarrollar habilidades, desde las físicas a las  interpersonales.</p>
<p>* Cuanto más podamos descubrir sobre la manera cómo las  personas aprenden, mejor podremos diseñar el proceso para fomentar el  aprendizaje.</p>
<p>* Todo aprendizaje implica un cambio, en los conocimientos,  habilidades o experiencias de los alumnos, y quizás la misión fundamental del  docente sea demostrar que los cambios son posibles.</p>
<p>* En la actualidad se  emplea una tendencia a alejarse de los cursos centrados en el Profesor, para  orientarse en los centrados en el alumno, porque resultan más  efectivos.</p>
<p>* El docente crea un contexto en que los niños pueden  aprender. Los alumnos deben querer aprender. Deben sentir que el aprendizaje es  significativo y valioso. Los docentes crearán un contexto rico para el  aprendizaje.</p>
<p>* Es importante dar a nuestros alumnos las herramientas de  aprender a aprender. En esto nos puede ayudar la PNL. ¿Cómo piensan nuestros  alumnos? ¿Cómo sus valores, creencias, afectan sus estados emocionales?</p>
<p>*  La PNL relaciona nuestras palabras, pensamientos y conductas con nuestros  objetivos.</p>
<p>* La PNL contempla las distintas partes de nuestra  personalidad. Importa la conducta, las acciones, la fisiología y tener en cuenta  que atrás de todo comportamiento están los valores y las creencias.</p>
<p>* La  P N L nos proporciona herramientas para cambiar comportamientos y habilidades,  creencias y valores</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Orígenes de la PNL]]></title>
<link>http://edmoli879.wordpress.com/2008/09/13/origenes-de-la-pnl/</link>
<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 20:07:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>edmoli879</dc:creator>
<guid>http://edmoli879.wordpress.com/2008/09/13/origenes-de-la-pnl/</guid>
<description><![CDATA[Programación neurolingüística /\ Fuente: http://www.monografias.com/trabajos15/neurolinguistica/neur]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><strong><a rel="nofollow">Programación neurolingüística</a> </strong><a rel="nofollow" href="http://www.estrategia.info/html/monografias/pnl/quees.htm#Qu%C3%A9%20es%20PNL%20-%20Programaci%C3%B3n%20Neuroling%C3%BC%C3%ADstica" target="_blank">/\</a><strong><br />
</strong><br />
Fuente:  http://www.monografias.com/trabajos15/neurolinguistica/neurolinguistica.shtml</p>
<p>ORIGEN:</p>
<p>Tiene  sus orígenes en la década de los 70, en la Universidad de California, en Santa  Cruz, EEUU, donde Richard Bandler (matemático, psicólogo gestáltico y experto en  informática) y John Grinder (lingüista), estudiaron los patrones de conducta de  los seres humanos para desarrollar modelos y técnicas que pudieran explicar la  magia y la ilusión del comportamiento y la comunicación humana. El origen de sus  investigaciones fue la curiosidad por entender como a través de la comunicación  y del lenguaje se producían cambios en el comportamiento de las  personas.</p>
<p>Bandler y Grinder, logran englobar tres aspectos con respecto  al término de la Programación Neuro-Lingüística:</p>
<p>1. Programación: se  refiere al proceso de organizar los elementos de un sistema (representaciones  sensoriales), para lograr resultados específicos.</p>
<p>2. Neuro: (del griego  &#8220;neurón&#8221;, que quiere decir nervio), representa el principio básico de que toda  conducta es el resultado de los procesos neurológicos.</p>
<p>3. Lingüística:  (del latín &#8220;Lengua&#8221;, que quiere decir lenguaje), indica que los procesos  nerviosos están representados y organizados secuencialmente en modelos y  estrategias mediante el sistema del lenguaje y comunicación.</p>
<p>La PNL  originalmente fue concebida para los procesos terapéuticos, los resultados que  se sucedieron en forma extraordinaria lograron que su utilización trascendiera  esa frontera. Médicos, psicólogos, educadores, profesionales de distintas áreas  y empresas de gran embargadora, aplican actualmente la PNL, tanto para el  desarrollo individual como para la optimización de cada grupo  humano.</p>
<p>CONCEPTOS:</p>
<p>&#8220;La Programación Neuro-Lingüística es el nombre  que inventé para evitar la especialización de un campo en otro…una de las  maneras que la PNL representa es enfocar el aprendizaje humano…básicamente  desarrollamos maneras de enseñarle a la gente a usar su propia cabeza&#8221; (Bandler,  1.982).</p>
<p>&#8220;…Es el estudio de cómo el lenguaje, tanto el verbal como el no  verbal, afecta el sistema nervioso, es decir, que a través del proceso de la  comunicación se puede dirigir el cerebro para lograr resultados óptimos&#8221;  (Robbins, 1.991).</p>
<p>&#8220;La PNL es una meta-modelo porque va más allá de una  simple comunicación. Esta meta-modelo adopta como una de sus estrategias,  preguntas claves para averiguar que significan las palabras para las personas.  Se centra en la estructura de la experiencia, más que en el contenido de ella.  Se presenta como el estudio del &#8220;como&#8221; de las experiencias de cada quien, el  estudio del mundo subjetivo de las personas y de las formas como se estructura  la experiencia subjetiva y se comunica a otros, mediante el lenguaje&#8221; (González,  1.996).</p>
<p>EXPLICACIÓN: La PNL es el estudio de la experiencia humana  subjetiva, cómo organizamos lo que percibimos y cómo revisamos y filtramos el  mundo exterior mediante nuestros sentidos. Explora cómo transmitimos nuestra  representación del mundo a través del lenguaje.</p>
<p>De acuerdo a la PNL  nuestras experiencias vitales son captadas por los cinco sentidos y procesada  como información por nuestro sistema nervioso, el cual nos ayuda a &#8220;representar&#8221;  internamente dichas experiencias con el fin de darle significado y estructura a  cada una de ellas. Esto se realiza a nivel lingüístico, a través de las  palabras, sonidos, sentidos, sensaciones y olores.</p>
<p>Al conversar, el  practicante observa el idioma del cliente, el movimiento de sus ojos, la  postura, la respiración y la gesticulación para detectar y luego ayudar a  cambiar patrones inconscientes que se encuentran ligados al estado emocional de  la persona.</p>
<p>FUNDAMENTOS TEÓRICOS DE LA PNL:</p>
<p>La PNL parte de los  fundamentos de la teoría constructivista, la cual define la realidad como una  invención y no como un descubrimiento. Es un constructo psíquico de Grinder y  Bandler basados en el hecho de que el ser humano no opera directamente sobre el  mundo real en que vive, sino que lo hace a través de mapas, representaciones,  modelos a partir de los cuales genera y guía su conducta. Estas representaciones  que además determinan el cómo se percibirá el mundo y que elecciones se  percibirán como disponibles en él, difieren necesariamente a la realidad a la  cual representan. Esto es debido a que el ser humano al transmitir su  representación del mundo tiene ciertas limitaciones, las cuales se derivan de  las condiciones neurológicas del individuo, de la situación social en que vive y  de sus características personales.</p>
<p>Estas limitaciones a su vez de  determinan que el lenguaje como toda expresión humana, esté también sometido a  ciertos procesos que empobrecen su modelo. Para el abordaje de estos modelos la  PNL se apoya en el modelo de la gramática transformacional, que se basa en la  creación de nuevos mensajes. Considera que las personas son capaces de  interpretar y producir mensajes nuevos, de manera que puede afirmarse que no  produce por repetición ni por recuerdo.</p>
<p>Una persona frente a su  experiencia del mundo forma de éste una representación lingüística bastante  completa, variada y rica en detalles. A nivel lingüístico, esto corresponde a la  estructura profunda. Sin embargo, al comunicar su experiencia a otros, utiliza  expresiones empobrecidas (estructura superficial) que presenta omisiones,  generalizaciones y distorsiones.</p>
<p>Bandler y Grinder en este sentido  (1.980), proponen una serie de estrategias verbales para tratar con la  estructura superficial del lenguaje. Estas estrategias consisten primordialmente  en evitar las generalizaciones, omisiones y distorsiones:</p>
<p>1.  Generalizaciones: es un proceso por el cual las personas no representan algo  específico en la experiencia. Ejemplo: &#8220;La gente se la pasa molestándome&#8221;. Como  solución al problema se pueden emplear intervenciones que contradigan la  generalización, verbos que el sujeto no especifica completamente, etc.</p>
<p>2.  Omisiones: mecanismo que se produce cuando se presta atención selectiva a  ciertas dimensiones de la experiencia, pero se eliminan otras, se persigue que  el sujeto identifique y complete la frase faltante. Ejemplo: &#8220;Estoy asustado&#8221;.  No se especifica de qué o de quién está asustado. Como solución al problema se  emplean intervenciones que le permitan a la persona identificar detalles de la  situación.</p>
<p>3. Distorsiones: cuando la gente asigna a los objetos  externos, responsabilidades que están dentro de su control. Ejemplo: &#8220;El alumno  me pone furioso&#8221;. Es una distorsión debido a que la emoción &#8220;rabia&#8221; es atribuida  a alguien más, distinto de la persona que lo está experimentando. La solución es  emplear opciones que acercan la oración as una mayor concepción de la  realidad.</p>
<p>CARACTERÍSTICAS DE LA PNL:</p>
<p>1. La PNL tiene la habilidad  de ayudar al ser humano a crecer, trayendo como resultado una mejor calidad de  vida.</p>
<p>2. Presenta un enfoque práctico y potente para lograr cambios  personales debido a que posee una serie de técnicas que se asocian entre sí para  lograr una conducta que se quiere adquirir.</p>
<p>3. Se concibe como una  poderosa herramienta de comunicación, influencia y persuasión, puesto que, a  través del proceso de comunicación se puede dirigir el cerebro para lograr  resultados óptimos.</p>
<p>MANERAS COMO FUNCIONAN LAS PERSONAS:</p>
<p>* VISUAL:  Son aquellas personas que prefieren, de todo lo que ocurre en el mundo interno y  externo, &#8220;lo que se ve&#8221;. Son los que necesitan ser mirados cuando les estamos  hablando o cuando lo hacen ellos, es decir, tienen que ver que se les está  prestando atención. Necesitan ser mirados para sentirse queridos, son las  personas que dicen cosas como &#8220;mira&#8221;, &#8220;necesito que me aclares tu enfoque  sobre&#8221;, etc. Hablan más rápido y tienen un volumen más alto, piensan en imágenes  y muchas cosas al mismo tiempo. Generalmente empiezan una frase y antes de  terminarla pasan a otra, y así constantemente, van como picando distintas cosas  sin concluir nada e inclusive no les alcanzan las palabras de la mima manera les  ocurre cuando escriben.</p>
<p>* AUDITIVOS: Estas personas tienen un ritmo  intermedio, no son ni tan rápidos como los visuales, ni tan lentos como los  kinestésicos. Son los que necesitan un &#8220;aha…&#8221;, &#8220;mmm…&#8221;, es decir una comprobación  auditiva que les dé la pauta que el otro está con ellos, que les presta  atención. Además son aquellos que usan palabras como &#8220;me hizo clic&#8221;,  &#8220;escúchame&#8221;, &#8220;me suena&#8221;, palabras que describen lo auditivo. Los auditivos  piensan de manera secuencial, una cosa por vez, si no terminan una idea no pasan  a la otra. Por eso más de una vez ponen nervioso a los visuales, ya que estos  van más rápidos, el pensamiento va más rápido. En cambio el auditivo es más  profundo comparado con el visual.</p>
<p>* KINESTÉSICOS: Tienen mucha capacidad  de concentración, son lo que más contacto físico necesitan. Son los que nos dan  una palmadita en la espalda y nos preguntan &#8220;¿cómo estás?&#8221;; además son los que  se van a sentir atendidos cuando se interesen en algunas de sus sensaciones.  Usan palabras como &#8220;me siento de tal manera&#8221;, &#8220;me puso la piel de gallina tal  cosa&#8221; o &#8220;me huele mal este proyecto&#8221;. Todo es a través de las  sensaciones.</p>
<p>Todos tenemos tres sistemas representacionales y a lo largo  de la vida se van desarrollando más uno que otros y esto depende de diferentes  cosas: de las personas que tenemos alrededor, de la experiencia laboral,  inclusive hasta de los docentes. Existen familias que pueden ser más visuales,  más auditivas o más kinestésicas.</p>
<p>UTILIDADES DE LA PNL:</p>
<p>* Mejora  la conciencia de lo que se hace.</p>
<p>* Mejora la comunicación o forma de  decir las cosas.</p>
<p>* Aumento del potencial de la persona.</p>
<p>*  Aprovechamiento mejor de los recursos.</p>
<p>* Aumento de la  creatividad.</p>
<p>* Mejora de la salud.</p>
<p>* Mejora de las  costumbres.</p>
<p>* Aumenta la utilización del cerebro.</p>
<p>* Utilización de  tus capacidades y potenciar tus recursos.</p>
<p>* Mejora de las relaciones  interpersonales, detectando como piensan los otros.</p>
<p>* Aumento de tu  creatividad, confianza en ti mismo, y autoestima.</p>
<p>* Motivación y  objetivos.</p>
<p>* Cambio de creencias limitantes.</p>
<p>* Cura de fobias y  miedos.</p>
<p>* Encontrar tu visión y misión personal.</p>
<p>FUNCIONAMIENTO  DEL CEREBRO Y SU RELACIÓN CON LA EDUCACIÓN:</p>
<p>Actualmente los aportes de  investigaciones realizadas en el ámbito de la psicología y de otras disciplinas  han despertado un interés por conocer el funcionamiento del cerebro y diseñar  experiencias organizadas y sistemáticas que faciliten su abordaje con modelos de  intervención.</p>
<p>Su entendimiento es básico para la aplicación y  entendimiento de los diferentes métodos o sistemas que pueden mejorar y tener  utilidad práctica de cualquier método de programación o sistema que se emplee.  Se llama PNL por lo conocido del nombre, pero en realidad es el entendimiento  del cerebro y su forma de aprovechamiento.</p>
<p>Debemos partir de la base de  que el cerebro de los individuos tiene sus propias peculiaridades, no hay dos  que sean exactamente iguales.</p>
<p>Cerebro Reptil:</p>
<p>Es el cerebro  primario. En él se ubica la inteligencia básica, se posesionan los  comportamientos y conductas que adquieren en la niñez y se repiten en la vida  adulta. El uso de este cerebro proporciona la formación de hábitos mediante una  acción repetida varias veces, hasta que se organiza y se estructura en  &#8220;rutinas&#8221;.</p>
<p>Cerebro Neo-Cortex:</p>
<p>Este cerebro construye el pasado,  el presente y el futuro de manera secuencial. Es un proceso que ocurre  internamente y que permite fomentar y consolidar las capacidades de  análisis.</p>
<p>El hemisferio izquierdo se especializa en reconocer las partes  que constituyen un conjunto, es lineal y secuencial. Pasa de un punto a otro de  manera gradual, paso a paso. Procesa información verbal, codifica y decodifica  el habla. Separa las partes que constituyen un todo. Es como una computadora  &#8212;&#62; tiene su propio lenguaje.</p>
<p>El hemisferio derecho combina partes  para crear un todo, se dedica a la síntesis. Busca y construye relaciones entre  partes separadas. Procesa simultáneamente en paralelo, es especialmente  eficiente en el proceso visual y espacial (imágenes). Se especializa en  relaciones no lineales, pareciera que es la fuente de la percepción creativa.  Las palabras o figuras por sí solas no dicen nada, y si se juntan, se obtiene  una comunicación más clara. Es como un caleidoscopio &#8212;&#62; número casi  infinito de variedades.</p>
<p>Cerebro Límbico:</p>
<p>Procesa las emociones y  los sentimientos. Constituye el sentir, las manifestaciones de las emociones  humanas, de los afectos. En el se registra la sexualidad como fenómeno  mental.</p>
<p>METODOS MÁS UTILIZADOS:</p>
<p>En principio la PNL no funciona si  no se aplica.</p>
<p>1. Saber comunicarse, no es cuestión de decir las cosas, si  no que el otro interlocutor pueda entenderlo, que tenga tanto la atención, como  la disposición y la sintonía.</p>
<p>2. Rapport &#8212;&#62; termino que se utiliza  en esta técnica, que trata de sobre como incentivar la capacidad de retener la  atención de una persona y a la vez crear una sensación de confianza. Ejemplo:  cuando se habla a los niños y ellos están jugando, por más que los llamemos no  nos escucharán porque no hemos ingresado a su nivel de interés o que estemos  dentro de su juego.</p>
<p>3. Disponibilidad: trata de estar atento al otro  interlocutor, observando sin juzgar. Tomar conciencia de los movimientos del  otro, presentado la mayor atención en lo que dice y hace.</p>
<p>4. Sistemas y  métodos representacionales.</p>
<p>5. El lenguaje sensorial.</p>
<p>6.  Movimientos oculares, etc.</p>
<p>La PNL se puede emplear con sus diversos  métodos en diferentes aspectos, tales como:</p>
<p>TERAPIA: Ansiedad, Stress,  Fobias, Relaciones de Pareja, Falta de confianza/autoestima, problemas de  relaciones Padres-hijos, adicciones, conductas anómalas, complejos, sexualidad,  enfoques de futuro, etc.</p>
<p>DESARROLLO PERSONAL: Logro de Objetivos  personales, mejora autoestima, establecimiento de estrategias de éxito,  etc.</p>
<p>EDUCACION: Técnicas de enseñanza y comunicación para el incremento  de capacidades y rendimiento en el aprendizaje, técnicas para &#8220;aprender a  aprender&#8221;, etc.</p>
<p>TRABAJO/EMPRESA: Motivación, control de stress,  aprovechamiento de recursos, creatividad, desarrollo y consecución de objetivos,  liderazgo, competencia, negociación, etc.</p>
<p>APLICACIONES ORGANIZATIVAS:  Programas, desbloqueo de negociaciones, sistemas de comunicación convincentes,  persuasión, conflictos, preparación entrevistas, etc.</p>
<p>Los resultados de  la capacitación en PNL son positivos tanto para los puntos señalados  anteriormente, de la misma manera el hecho de que la gente pueda reconocer los  estilos de comunicación de los otros y el propio es muy útil para lograr buenas  interacciones en la vida cotidiana. Es una técnica que<br />
se puede utilizar en  cualquier ámbito y en toda circunstancia.</p>
<p>EXPERIENCIAS  SIGNIFICATIVAS:</p>
<p>ESTRÉS:</p>
<p>1. Técnica de Intervención General: Con el  desarrollo de las técnicas y diversos ejercicios de P.N.L., al individuo no le  resultaría definir específicamente aquellos recursos que de él mismo necesitaría  &#8220;movilizar&#8221; para afrontar tal situación de Estrés, o lograr que la misma no se  produzca.</p>
<p>2. Técnica de Intervención Cognitiva: Con el desarrollo de las  técnicas de P.N.L., por parte del individuo se obtendría una puesta a  disposición de la situación, con observación de la misma desde diversos puntos  de vista, o dicho de otra manera, encontrando por parte del protagonista de la  situación de Estrés, de su auto-observación tanto desde su propia posición,  desde otra distinta, e incluso desde la de un tercero objetivo. Ello tendría la  consecuencia de cambiar su percepción y su propia forma &#8220;estresante&#8221; de observar  la realidad, su interpretación desde otras &#8220;perspectivas&#8221; que no se había  planteado hasta el momento y su propia evaluación y auto-evaluación del  problema.</p>
<p>3. Técnica de Intervención Fisiológica: Tanto los ejercicios de  relajación física, aquellos de control de la respiración y la &#8220;desconexión&#8221; que  forman parte y acompañan en su realización a todas las técnicas y ejercicios de  P.N.L., ya por sí mismos constituyen una adecuada técnica de intervención que al  estar asociada a la determinación de determinadas &#8220;sub-modalidades&#8221; en el  sujeto, favorecen el logro del objetivo propuesto en cuanto al control de las  situaciones estresantes.</p>
<p>4. Técnica de Intervención Conductual: Las  técnicas de la P.N.L., favorecen precisamente la promoción de conductas  adaptativas &#8220;elegidas&#8221; por el propio sujeto como las más adecuadas para afrontar  la situación, toda vez que las mismas son pre-experimentadas por el interesado a  través de ejercicios de &#8220;puentes al futuro&#8221; en los que es el propio sujeto quien  &#8220;experimenta&#8221; de forma no traumática la utilidad de su libre conducta  seleccionada.</p>
<p>EDUCACION:</p>
<p>Se plantean objetivos a cumplir,  seleccionan los contenidos que se relacionan con el tema, que actúa como  organizador, interpretan y adaptan el currículo, creando situaciones ricas de  aprendizaje, realizando evaluaciones iniciales en relación con los conocimientos  previos y finales para evaluar los resultados y elaborar  recapitulaciones.</p>
<p>El objetivo entre lo que los docentes quieren que los  alumnos sepan y lo que los alumnos quieren aprender, surge de un ajuste de los  dos propósitos de una negociación.</p>
<p>Tenemos que tener en cuenta que gran  parte de nuestros aprendizajes nos llegaron de forma intuitiva y sólo percibimos  los resultados. Debemos crear un entorno que maximice las oportunidades del  aprendizaje, un entorno abierto que permita explorar y experimentar sin peligro,  en que las personas se puedan mostrar como son, donde los alumnos aprendan a  asumir las responsabilidades de los aprendizajes, y se hagan más responsables de  su desarrollo.</p>
<p>LA PNL Y LA EDUCACIÓN:</p>
<p>Partimos de la base que  educar es comunicar.</p>
<p>* La Programación Neurolingüística, amplía nuestras  habilidades para conocer la importancia del lenguaje verbal y no  verbal.</p>
<p>* Potencia nuestras capacidades para lograr un clima de  comunicación más propicio. Concientizando los procesos mediante los cuales  recibimos información, la almacenamos y la trasmitimos a través de nuestros  sentidos.</p>
<p>* La conducta está generada por las respuestas internas a lo  que veo, lo que oigo&#8230; Uno se comunica mediante palabras, calidad de voz, con  el cuerpo: posturas y gestos. Aún cuando uno se mantiene quieto, está dando un  mensaje.</p>
<p>* Si logramos ser buenos comunicadores nuestros alumnos nos  percibirán intensamente presentes en lo que están compartiendo. El Otro, los  Contenidos y Yo, estaremos formando parte de un acontecimiento muy valioso y  significativo.</p>
<p>* Compartir el conocimiento con los alumnos y que éstos  logren la aplicación del mismo.</p>
<p>* Trasmitir habilidades, la experiencia  práctica es esencial para desarrollar habilidades, desde las físicas a las  interpersonales.</p>
<p>* Cuanto más podamos descubrir sobre la manera cómo las  personas aprenden, mejor podremos diseñar el proceso para fomentar el  aprendizaje.</p>
<p>* Todo aprendizaje implica un cambio, en los conocimientos,  habilidades o experiencias de los alumnos, y quizás la misión fundamental del  docente sea demostrar que los cambios son posibles.</p>
<p>* En la actualidad se  emplea una tendencia a alejarse de los cursos centrados en el Profesor, para  orientarse en los centrados en el alumno, porque resultan más  efectivos.</p>
<p>* El docente crea un contexto en que los niños pueden  aprender. Los alumnos deben querer aprender. Deben sentir que el aprendizaje es  significativo y valioso. Los docentes crearán un contexto rico para el  aprendizaje.</p>
<p>* Es importante dar a nuestros alumnos las herramientas de  aprender a aprender. En esto nos puede ayudar la PNL. ¿Cómo piensan nuestros  alumnos? ¿Cómo sus valores, creencias, afectan sus estados emocionales?</p>
<p>*  La PNL relaciona nuestras palabras, pensamientos y conductas con nuestros  objetivos.</p>
<p>* La PNL contempla las distintas partes de nuestra  personalidad. Importa la conducta, las acciones, la fisiología y tener en cuenta  que atrás de todo comportamiento están los valores y las creencias.<br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Puertas de la percepción - El gusto: Sentido 5 de 5]]></title>
<link>http://diegollaneza.wordpress.com/2008/07/21/puertas-de-la-percepcion-el-gusto-sentido-5-de-5/</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 17:32:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Diego Maria LLaneza</dc:creator>
<guid>http://diegollaneza.wordpress.com/2008/07/21/puertas-de-la-percepcion-el-gusto-sentido-5-de-5/</guid>
<description><![CDATA[Por Diego María Llaneza, para ASARetail El miedo a la hoja en blanco. Parálisis por análisis. El pri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:130%;margin:6pt 0;"><strong><em><span style="font-size:9pt;line-height:130%;font-family:Verdana;color:#ff6600;" lang="ES-AR">Por Diego María   Llaneza, para ASARetail </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">El miedo a la hoja en blanco. Parálisis por análisis. El primer día de clases. Pero no es solo eso. Es que hoy es mi primer día de vacaciones después de un año muy largo, muy cansador y, afortunadamente, sumamente productivo. Y esta página en blanco, esta suerte de parálisis, este primer día de vacaciones empiezan con el placer de compartir con ustedes una nueva nota sobre los sentidos del ser humano; las puertas de la percepción; las barreras que el retailer supera y las instancias que aprovecha para concretar una venta cuando el cliente entra a su local.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Esta última nota de la serie de cinco está dedicada al gusto. No hace falta decir que es éste uno de lo sentidos más aprovechados por quienes saben vender. Es probable que estos párrafos ayuden mucho más a quienes aún no lo saben que a los que han probado alguna vez qué sucede cuando a un cliente se le ofrece probar un producto en el punto de venta. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Sin estadísticas a mano, solo me queda arriesgarme y calificar: la posibilidad de que se concrete la venta de ese mismo producto es altísima. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">El sentido del gusto no engaña nunca a su dueño. Cuando algo llega a la boca, de un modo mucho mas intimo que a través de la vista, del tacto y aun del olfato, el individuo puede definir si le gusta o no. Después entenderá razones de precio, practicidad, cultura y demás. Pero ya sabrá si le gusta o no.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Hace muy poco tiempo trabajábamos para uno de nuestros clientes en el testeo de una nueva formula para una de sus salsas. Uno de los entrevistados probó nuestra salsa y otras a lo largo de la entrevista, y con una anécdota nos graficó su opinión: “una vez tuve la dicha de viajar a Mendoza, en una invitación que nos hicieron para visitar las bodegas. No fue fácil – tomamos bastante – pero fue muy divertido. Y en una de las bodegas aprendí algo muy importante. Un enólogo nos dijo algo que nunca voy a olvidar ‘el vino malo se siente acá, en la punta de la lengua. El vino regular, el más o menos, se siente acá, en los costados de la lengua. Y el bueno, se siente en la garganta’. Esta salsa, si a mi me preguntan, la siento en la garganta. Es buenísima”. No dejó dudas a nadie: lo que su gusto aprobaba, era bueno.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Esta es la solidez de la influencia del sentido del gusto sobre nuestras decisiones. Gustar para creer.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">La degustación es una práctica antigua en el comercio – como tantas otras que hemos visto a lo largo de esta serie -, hoy extendida y profesionalizada acorde al desarrollo e importancia del marketing en el punto de venta. Concretada a través de promotoras y promotores entrenados que ofrecen productos a clientes que pasean cerca de donde se exhibe el producto en promoción, es probablemente la herramienta de mejor relación costo-beneficio. Una persona entrenada puede realizar cientos de contactos en un solo día y lograr que una gran porción de los visitantes del punto de venta “conozcan” a su producto, con la fuerza de haberlo probado con su propio gusto. El balance entre el costo y el beneficio depende también de que el retailer no exagere a la hora de fijar el precio. En otras épocas, el abuso sobre el valor inmobiliario del salón de ventas llevaba a que, quien promovía su producto con esta u otras técnicas no podía mas que confiar en que la gente se llevara un buen recuerdo de su producto y se construyera algo de imagen de marca: la promoción en si, donde la ecuación buscada es la de aumentar la venta y lograr que esta pague todos sus gastos y aumente el retorno sobre lo invertido, rara vez se daba. El tiempo ha dado sus frutos y las promociones actuales tienen un alto grado de colaboración, con valores y expectativas mucho mas razonable que en el pasado.<span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Como tantos servicios que las personas y las empresas necesitan, varias empresas ofrecen la tercerización de estas acciones a través de la locación de recursos humanos y logisticos. De esta manera, fabricantes de todo tipo de alimentos – y muchos otros productos que por no probarse con el gusto hoy no estamos abordando &#8211; logran llegar a cabo promociones masivas en cadenas de supermercados. Muchas veces estas promociones llegan a tener un alcance nacional.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Algunos fabricantes dan un paso mas en pos de aprovechar estas acciones y entrenan a sus promotoras para que presten atención a la reacción de quienes degustan el producto. Una promotora con un poco de experiencia puede notarlo: el producto gusta o no gusta, y la cara del que lo prueba no miente. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">También los puntos de venta hacen sus propias degustaciones. La misma independencia que algunos supermercados logran en cuanto a la producción de productos: desde el trozado y embanderado de carnes y fiambres hasta la elaboración de comidas calientes, pasando por la fabricación de panes y pastas, se puede volcar a la promoción. Las áreas productivas están en condiciones de fabricar producto y destinarlo a que el publico lo deguste en su visita al punto de venta. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Un buen ejemplo de esta práctica nos lo dió hace pocos días la cadena de cafeterías Starbucks. Su necesidad era complicada: como hacer para lanzar un nuevo sabor y tener la oportunidad de que la gente lo pruebe? La cadena tiene hoy más de cien variedades de café, y uno mas es candidato seguro a pasar desapercibido. Simplemente decidieron regalarlo. De manera sorpresiva, en todos sus locales de Estados Unidos, entregaron sin cargo una taza de la nueva formula a cada uno de quienes los visitaron. Aun no hay resultados publicados de la acción, pero lograron su cometido: una fabulosa porción de sus clientes ya conoce este nuevo “blend”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Si estas pruebas están bien ejecutadas – horario correcto, temperatura correcta, actitud correcta, presentación correcta – y la prueba es positiva, la oportunidad de que se concrete la venta es enorme. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Volvamos por un momento al factor económico de la  actividad. En el arco de la promoción de productos podemos ubicar en un extremo a la publicidad masiva tradicional: la televisión abierta y los diarios nacionales. Son las herramientas de mayor alcance absoluto, y habitualmente las de mayor costo. Casi al final del otro extremo se encuentran las acciones en el punto de venta, más dirigidas, puntuales, económicas y prácticamente en la boca de cada consumidor. Y en el extremo final: el propio producto – su precio, su envase … su sabor. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Aun el mas flaco presupuesto promocional permitirá a su empresa aprovechar las oportunidades en el punto de venta y vender más. Si su producto tiene la calidad necesario y el público puede probarlo, todas las chances están a favor de ganar más.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">El gusto no miente. Vamos… pruébelo!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES-AR"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Puertas de la percepción - Vista: Sentido 4 de 5]]></title>
<link>http://diegollaneza.wordpress.com/2008/07/21/puertas-de-la-percepcion-vista-sentido-4-de-5/</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 17:30:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Diego Maria LLaneza</dc:creator>
<guid>http://diegollaneza.wordpress.com/2008/07/21/puertas-de-la-percepcion-vista-sentido-4-de-5/</guid>
<description><![CDATA[Por Diego María Llaneza, para ASARetail Hoy fui al supermercado. Para escribir en esta revista hay i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:130%;margin:6pt 0;"><strong><em><span style="font-size:9pt;line-height:130%;font-family:Verdana;color:#ff6600;" lang="ES-AR">Por Diego María Llaneza, para ASARetail </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Hoy fui al supermercado. Para escribir en esta revista hay ir, y mucho, al supermercado. Y fui al Carrefour de Bancalari, que no es mi super habitual (para escribir en esta revista también hay que cambiar de super todas las semanas y estar al tanto de lo que hace cada cadena con cada local) pero que cada tanto visito. Un poco porque me queda cerca y otro poco porque fue el primer hipermercado extranjero que conocí por mis propios medios y todavía, cada vez que entro, me trae memorias de aquellas primeras veces. Tengo que admitir que la primera vez que entré fue porque necesitaba conocerlo como negocio, pero todas las demás – por varios años &#8211; fueron para andar en skate en el parque que alguien había construido ahí… que también era el primer skate park que había visto en el país. Así las cosas, Bancalari es este lugar que visito porque me da placer.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Quiero hablar del cuarto de los cinco sentidos, que venimos tratando en esta columna desde hace algunos meses: la vista. Y este hipermercado, como muchos otros, es un buen comienzo para recordar como este formato empujó los limites de la exhibición hacia nuevas fronteras. Los hipermercados trajeron a la Argentina &#8211; junto a otras cosas – una gran necesidad de perfeccionar la comunicación visual. En general, y hasta hace pocos no mas de veinte años, el espacio interior de un supermercado tradicional no permitía ni necesitaba mucho mas que carteles de precios en las góndolas y una señalización lo suficientemente clara como para que se identificaran los sectores perecederos perimetrales. Pero en un hipermercado eso no esta cerca de ser suficiente. Se necesita mucho mas para invitar al público a moverse y recorrerlo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Las técnicas de señalización y cartelería se exigieron hasta sus límites posibles y todos hemos vivido lo que los expertos llaman contaminación visual: carteles de precios, ofertas, descuentos por bulto, combos de productos, punteras, exhibiciones especiales, degustaciones, pasillos, subsectores y sectores todo en un mismo plano. El departamento de publicidad hace lo que puede e imprime, imprime, imprime y cuelga. Los noventa fueron probablemente el punto crucial de este caos. Los salones estaban atiborrados de nuevos productos y todos – desde el gerente hasta los proveedores – querian mostrar mas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Por que me concentro solo en el problema visual del salón de ventas e los supermercados? Primero porque son autoservicio: habitualmente no habría nadie para explicar y guiar al visitante a través de sus pasillos como puede haber en una tienda de ropa, ni habrá un listado de las opciones del día, como hay en cualquier restaurante, ni un acomodador como hay en el cine … y porque el mas básico supermercado cuadruplica holgadamente la cantidad de ítems exhibidos de su pariente<span> </span>mas cercano: la casa de electrodomésticos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES">El problema, que desde Farmacity hasta Ribeiro y desde Blockbuster hasta Zara atraviesan hoy con reconocible éxito, no se acerca al de un supermercado que se precie de serlo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Arrancando en 10.000 ítems es indispensable encontrar un código visual que no maree y rechace al consumidor. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Y creo que los hipermercados están ayudando a lograrlo. A comienzos de esta década WalMart instaló el concepto del “store within a store” que a grandes rasgos propone que algunos sectores se transformen en “locales dentro del local”. Varios pasos mas allá del category management, el SWAS ha transformado el interior de los canales masivos como ninguna otra intervención visual. Sectores que antes tomaban dos o tres pasillos apenas distinguibles del resto hoy se repliegan sobre si mismos y reciben al visitante como si fueran un negocio único y completamente especializado en un rubro especifico. Así, las secciones para bebes, la tienda de indumentaria, la sección de electro y música, la jardinería, la ropa de cama, la decoración, se han ido configurando como unidades de negocio y han llevado a nuevos limites a la comunicación visual. Hoy podemos recorrer la zona de computación de varios Carrefour; o la papelería de WalMart; o algunos sectores de Jumbo y leerlos con la facilidad que se lee el menú de un restaurante. Estos mismos conceptos están permeando al formato y derramándose a los supermercados, y hoy es más fácil que nunca realizar las compras. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES">La buena asignación de espacios hace que no extrañemos los productos que buscamos. La buena circulación hace que encontremos el sustituto que necesitamos. Y esta es una de las misiones fundamentales del sistema autoservicio: mostrar lo que el cliente necesita u ofrecer una alternativa efectiva en el acto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES">La señalética también ha acompañado el proceso, y hoy es mucho más fácil identificar los sectores porque existen códigos de colores que – aun cuando son propios de cada cadena – nos ayudan a distinguir entre uno y otro. Antiguamente estos trabajos involucraban siempre – indefectiblemente – a “los colores del logo”, y quien transgredía la norma era apedreado por su propia organización. Afortunadamente ya no. De esta manera nos encontramos con colores que nos permiten navegar de una sección a otra sin mayores sobresaltos, y los clientes, agradecidos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Y es así como, cuando visito Bancalari, siento que ese local fue el que nos empujó a todos los supermercadistas a hacer las cosas un poco mejor. Y recorrerlo me gusta, aunque ya no ande en skate. Igual me pregunto .. por qué habrán sacado el skate park?</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Puertas de la percepción - Tacto: Sentido 3 de 5]]></title>
<link>http://diegollaneza.wordpress.com/2008/07/21/puertas-de-la-percepcion-tacto-sentido-3-de-5/</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 17:28:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Diego Maria LLaneza</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Diego María Llaneza, para ASARetail Hemos venido explorando algunos de los sentidos del ser huma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:130%;margin:6pt 0;"><strong><em><span style="font-size:9pt;line-height:130%;font-family:Verdana;color:#ff6600;" lang="ES-AR">Por Diego María Llaneza, para ASARetail </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Hemos venido explorando algunos de los sentidos del ser humano y su relevancia en el proceso de … iba a decir de compra, pero eso sería sobre simplificar el asunto. La interacción del sujeto y el punto de venta no se pueden reducir a la frase “proceso de compra”. Tan complejo es el juego de la percepción, el análisis, la comparación, el rechazo y la aceptación, que no podemos encerrarlo en una sola frase. Lo siento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="ES">No obstante, hace falta poner palabras para entender los fenómenos y este ha de ser un intento. Fenómeno .. ésa puede ser la palabra para empezar. El fenómeno de la elección de un producto en el punto de venta demanda atención del comprador. Poder influir sobre esa atención exige al comerciante entender no solo a quienes lo visitan sino también a lo que tiene para ofrecer, y cómo esto que tiene para ofrecer llega a entenderse en los ojos de esos visitantes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Como dije, hemos venido explorando cómo diferentes sentidos pueden aprovecharse para que estos visitantes se acerquen a probar lo que tenemos para ofrecer. Cuál es el rol del tacto en este juego? Cuál es su importancia?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Los humanos tocamos todo lo que podemos. Todo. Las cosas que no tocamos son esas que nos han presentado como peligrosas o asquerosas. El resto, siempre motivará a ese impulso que nos hace levantar una mano y algún dedo para probar. En el punto de venta pasa lo mismo. Cada vez que algo no llama la atención, nos acercamos y lo tocamos. Sus clientes se acercan y tocan, tocan, tocan. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Recuerdo perfectamente el día en que la cadena de supermercados para la que trabajaba descubrió que podía guardar las botellas de whisky (en esa época todavía no éramos todos expertos en vino, y no había ningún de Malbec que triplicara el precio de cualquier whisky importado) detrás de un vidrio. El vidrio tenía una cerradura y la llave estaba en poder de la Supervisora de Cajas. Muy simple: quien quería comprar una botellas en vez de robarla pedía ayuda y ésta le era entregada en mano. Solo había que esperar cinco o diez minutos frente a la góndola. Bueno .. la idea no prosperó, probablemente por atentar directamente contra el sistema autoservicio. Las ventas cayeron estrepitosamente y no solo disminuía el robo, sino que también bajaba la facturación de la categoría y aumentaba el malhumor de los clientes honestos (probablemente el de los otros también, pero bueno, no podían quejarse). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Así que el sistema fue abolido (aunque ha reaparecido recientemente en muchos autoservicios orientales de Buenos Aires y del Interior) y otros tomaron su lugar, con mayor o menor éxito. Afortunadamente hoy hay varios medios electrónicos de mucha efectividad que, justamente, nos permiten tocar el producto deseado aún colocando algunas barreras al hurto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Qué cosas no podemos dejar de tocar cuando elegimos? La fruta.  Los supermercadistas también intentaron de muchas maneras que la gente no incidiera sobre la merma al tocar y apretar los vegetales, pero no hubo caso: la fruta se elije. Existen muchos supermercados, casi siempre independientes o pequeños, que no permiten que la gente tome sus propia fruta o verdura, pero es definitivamente menos provechoso en términos de satisfacción. No es lo mismo que el verdulero de toda la vida nos elija la compra que el empleado de turno. Al menos eso dicen los clientes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="ES">El pan? También. Esté o no permitido. Sea suelto o envasado. Siempre, muchos, apretaremos el pan antes de decidir comprarlo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="ES">La carne? No! La carne que la corte él y la ponga en una bolsita. Que además no pierda ni una gota, porque es un asco. Recuerdan? Cosas peligrosas o asquerosas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Qué más? La ropa. Una recorrida por cualquier zona de negocios de indumentaria nos arroja escenas de personas que tocan, acarician y meditan mientras repiten variaciones al clásico mantra: me durará? le gustará a él? será mejor que el que vi en el negocio de al lado? El tacto ayuda a elegir una tela, indefectiblemente. Nunca vieron a una mujer abrazada a una toalla en un local de Arredo? Seguro que si. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="ES">El tacto cobra enorme relevancia a medida que escalamos la pared de la durabilidad. Si acaso es importante tocar algo que vamos a consumir en los próximos dos o tres días, es fundamental hacerlo cuando lo que estamos eligiendo nos va acompañar por mucho tiempo. Por ejemplo… el equipo de música. Es cierto, en muchas de las tradicionales casas de electrodomésticos el vendedor aceptará con un suspiro de incomodidad cuando le preguntemos si podemos poner uno de nuestros cds en un equipo exhibido, pero otras, como los Mac Stores, se asegurarán que cada aparato esté funcionando en perfectas condiciones y exactamente a la altura óptima para que la gente pueda verlo y tocarlo en el mismo acto. Un ejemplo sensacional es el Mac Store de la Quinta Avenida en Nueva York, donde hay mas de trescientos equipos de todo tipo disponibles para que la gente los use … durante horas. En Buenos Aires hay menos, pero los Mac empleados tratan por todos los medios de no preocuparse y dejar que la gente toque, toque.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Cúspide también sabe que por mucho que sus visitantes lea en el punto de venta no podría leer gratis todo lo que necesita. Si un libro que se lleva alguien a una mesa para hojearlo es bueno, lo comprará. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Hasbro también ha resuelto de manera interesante la necesidad de mostrar a las nuevas mamas los nuevos materiales que inventan para sus juguetes. Un agujero en el blister plástico permitirá que pasemos un dedo para acariciar el brazo de algún osito, o el ala de alguna mariposa. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Y más arriba de la pared de la durabilidad? El auto! Es imposible (en condiciones normales, claro) comprar un auto sin haber salido a dar una vuelta. Las empresas lo saben y se aseguran de llevar a cabo una suficiente cantidad de eventos de test drives cada año. Este mismo verano hay más de diez a lo largo de la costa atlántica y otros centros turísticos. Las automotrices necesitan que la gente los sienta (“el auto se maneja con la cola”, me dijo un profesor en la facultad) y le cuente a otra gente cómo se siente ese nuevo modelo que, además, aparece en la tele.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="ES">“Satisfacción total. Lleve esta herramienta, sino le gusta cuando la usa, le devolvemos su dinero”. Hace muchos años conocí en Estados Unidos a un iraní que tenía cantidad de aparatitos electrónicos en su casa de las afueras de Virginia. “Te gusta mucho la música?” Sí, pero en realidad, lo que pasa (hablaba perfecto argentino) es que cada vez que se cae un árbol en el jardín necesito una motosierra para limpiarlo. Así que voy a Sears, compro una, limpio el árbol y después les digo que no me sirve y la cambio por algún aparatito de estos.” “Ah”, pensé, “ahora entiendo de donde sacó el acento”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Hay otra forma en que el tacto se está incorporando a la oferta del retail … y ese es el camino de la asistencia informática en el punto de venta. A partir del desarrollo de las tecnologías de touch screen es cada vez mas frecuente ver que algunas grandes superficies optan por cargar en una terminal de computadora su surtido, layout o precios y ponerlo a entera disposición del explorador. En este sentido, es muy probable que tengamos más novedades a partir de haber pasado la nueva frontera: pantallas multitouch. En términos caseros, antes tocábamos las pantallas en un solo punto, probablemente con un solo dedo. Ahora, podremos hacerlo tocando con varios dedos a la vez y en varios lugares, girando las imágenes, agradándolas y seleccionándolas de una manera mucho más natural. Casi como movemos cosas sobre una mesa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;" lang="ES">Cuando llegue a los hogares y computadoras de la gente común ésta será una muy buena noticia para los retailers que venden online. Porque allí, donde todo esté disponible, nada se puede tocar.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Puertas de la percepción - Olfato: Sentido 2 de 5]]></title>
<link>http://diegollaneza.wordpress.com/2008/07/21/puertas-de-la-percepcion-olfato-sentido-2-de-5/</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 17:27:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Diego Maria LLaneza</dc:creator>
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<description><![CDATA[Olfato &#8211; Sentido 2 de 5 Por Diego María Llaneza, para ASARetail Bizcochuelo de vainilla. Cabal]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:130%;margin:6pt 0;"><strong><span style="font-size:11pt;line-height:130%;font-family:Verdana;color:#ff6600;" lang="ES-AR">Olfato &#8211; Sentido 2 de 5</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:130%;margin:6pt 0;"><strong><em><span style="font-size:9pt;line-height:130%;font-family:Verdana;color:#ff6600;" lang="ES-AR">Por Diego María Llaneza, para ASARetail </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:130%;margin:6pt 0;"><strong><em><span style="font-size:9pt;line-height:130%;font-family:Verdana;color:#ff6600;" lang="ES-AR"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:130%;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;line-height:130%;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Bizcochuelo de vainilla. Caballo. Café. Falcon del abuelo. Pan de cebolla.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:130%;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;line-height:130%;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">No es increíble cómo el aroma de las cosas nos queda grabado en la memoria? También resulta increíble la capacidad que tiene el olfato de llevarnos a otros lugares, otros momentos. Tal vez sea porque es el único sentido que procesa sus hallazgos en la misma parte del cerebro donde la memoria hace lo suyo. Tal vez sea porque es el sentido que durante siglos nos protegió de caer envenenados por algún alimento en mal estado, por alguna hierba toxica. La reacción a lo que olemos es básica y completamente instintiva. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:130%;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;line-height:130%;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Hace ya varios años un señor llamado Rodríguez me ayudó a instalar una pequeña panadería en el local que yo gerenciaba en el entonces lujoso Harrod’s. La idea era agregar cierto refinamiento a una propuesta ya de por si bastante sofisticada de vinos, fiambres y productos importados de almacén. Empezaban a aparecer los primeros sectores de panadria que elaboraban sus propios productos dentro del supermercado, muchas veces a la vista del público. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:130%;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;line-height:130%;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">“Pongamos la salida del horno hacia adentro, para que la gente que está comprando sienta el olor, se acerque, y lleve nuestros panes… no, pongámosla hacia fuera, para que la gente que pasa por la calle se tiente y entre al local”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:130%;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;line-height:130%;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Rodríguez tuvo razón. El local y su pequeña panadería entraron a su momento de fama y por mucho tiempo no hubo oficinista de la zona que no viniera a comprar algo del surtido que pronto creció a sándwiches, tartas y panes de variadísimos sabores. También los funcionarios de la propia Cámara Argentina de Supermercados cruzaban la  calle Paraguay a diario para hacerse de su almuerzo. El aroma fue el señuelo perfecto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:130%;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;line-height:130%;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Patio Bullrich. No hay ejemplo mas claro de lo que un aroma bien elegido puede hacer por los visitantes a un lugar. La gente que visita al Patio – como lo llaman los conocedores – se siente como en su casa. Centenares de personas lo visitan todos los días, mas allá de los miles de turistas y clientes ocasionales, para comer, leer el diario, encontrarse o tomar un café. Perfectamente elegida, la fragancia que expelen los aparatos dispuestos para ese fin han hecho para la marca tanto o más que el logo de sus marquesinas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:130%;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;line-height:130%;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Elegir el olor adecuado para un local comercial no es algo que se haga frecuentemente. Tal vez se trate del sentido que menos atención recibe por parte del los diseñadotes y desarrolladores de interiores. Mientras las vistas, sonidos y temperaturas reciben largas horas de debate y reflexión, el olor es un factor que la mayoría de las veces encuentra su propio lugar .. siempre y cuando no moleste.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:130%;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;line-height:130%;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Más fuerte que el buen olor es el malo. Mientras en un lugar de entretenimiento como es el Patio el buen aroma ayuda a que el público pase mas tiempo en su interior y adopte un ritmo relajado a la hora de recorrerlo, un olor marcadamente malo en un supermercado o restaurante que vende alimentos es una bomba contra las ventas, </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:130%;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;line-height:130%;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Una cadena de supermercados nos encargó un estudio de<span> </span>satisfacción entre clientes y no clientes de la Ciudad de Bahia Blanca. “Tiene olor a pescado”, dijeron en conjunto los que alguna vez lo habían visitado pero no habían vuelto mas. “No puede ser, dijo uno de los directores de la firma “arreglamos ese problema la misma semana de la  inauguración. Había un caño tapado por la obra y ahí se juntaba el desagüe del hielo de la pescadería… pero ya está”. Las ventas reflejaban claramente la circunstancia: era la pescadería que menos vendía de toda la cadena.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:130%;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;line-height:130%;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Ocho meses más tarde volvimos a preguntar cómo veían el desempeño de este local. “Yo no voy. Tiene olor a pescado.” La respuesta volvió a sorprender a todos, hasta que el mismo director dijo: “Está bien, es verdad, hubo un olor a pescado terrible y todos los que estuvieron ahí en esos días decidieron no volver nunca más. Qué podemos hacer para que vengan a visitarnos una vez mas y se den cuenta de que ya arreglamos ese problema?” El esfuerzo dedicado a revertir la situación y el tiempo ayudaron, y hoy es una boca de excelente performance … y sin quejas por el pescado!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:130%;margin:6pt 0;"><span style="font-size:8pt;line-height:130%;font-family:Verdana;" lang="ES-AR">Ya eisten varias empresas que se dedican a asesorar y proveer a empresas que quieren mejorar sus locales, oficinas o salas de espera a traves del aroma ambiental. Las posibilidades son muchas, y los beneficios de un uso adecuado al alcance de todos. Cual es el aroma ideal para ofrecer a su clientela? </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Errores a evitar si se quiere seducir a una audiencia creciente: los baby boomers. Parte 2.]]></title>
<link>http://tvlowcostspain.wordpress.com/2008/06/13/errores-a-evitar-si-se-quiere-seducir-a-una-audiencia-creciente-los-baby-boomers-parte-2/</link>
<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 10:38:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>tvlc</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ignorar las consecuencias del envejecimiento Es un hecho que algunos redactores y diseñadores de anu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><strong><span lang="CA"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Ignorar las consecuencias del envejecimiento</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span lang="CA"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Es un hecho que algunos redactores y diseñadores de anuncios son algo “terroristas”. Especialmente los redactores, que se esfuerzan al máximo para conseguir que los textos sean lo más ilegibles, inaudibles e invisibles posible. Uno de los principios básicos del marketing para seniors es la CLARIDAD meridiana. Todos nos hacemos mayores, todos envejecemos, sin importar a qué generación pertenecemos o qué edad tenemos. A los 20 años, nuestros cinco sentidos alcanzan su cota máxima: visión, oído, olfato, gusto y tacto. A partir de esa edad, los sentidos se deterioran progresivamente. Esto es un hecho innegable, por eso no entendemos la razón por la que tantos publicitarios “convencionales” dedican su tiempo en generar ideas inaccesibles, incomprensibles. ¿Sobreestiman la importancia de su profesión? Pues deben saber que la publicidad ha dejado de ser un virus inevitable, un hueco a cubrir entre las noticias y el hombre del tiempo en TV. Parece que a nuestra profesión no le interesa para nada los seniors.<span>  </span>A los seniors se les han prometido tantas cosas que luego se han incumplido que han aprendido a desconectar. Si no hacemos un esfuerzo real para conectar con ellos, no podemos esperar despertar su interés. Incluso en campañas muy notorias, no podemos esperar influenciarles si no recogemos los principios más elementales de la comunicación a seniors. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span lang="CA"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Proponemos un ejercicio divertido: leer una revista destinada a seniors y analizarla, aunque sea superficialmente. Nos sorprenderemos al ver cuántos anuncios incluyen un texto ridículamente pequeño, tienen cupones con poco espacio para rellenar o utilizan texto rosa sobre fondo azul pastel. Hagamos lo mismo frente a la tele de casa: en muchos anuncios la música está tan alta que impide escuchar la locución, el montaje es demasiado picado (rápido), el teléfono que aparece en pantalla es imposible de leer, etc. ¿Es necesario que los publicitarios repitan hasta la saciedad esta serie de errores?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span lang="CA"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Aquí tenemos una lata de Coca Cola. ¿Alguien puede leer la frase de abajo de &#8220;menos de 1 caloría&#8221;? Nosotros tampoco. Y es relevante, ya que se refiere a que contiene menos de 1 caloría por 100 ml.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span lang="CA"><a href="http://tvlowcostspain.files.wordpress.com/2008/06/letra-pequena4.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-102" src="http://tvlowcostspain.wordpress.com/files/2008/06/letra-pequena4.jpg?w=200" alt="" width="200" height="150" /></a></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los cinco sentidos]]></title>
<link>http://vramosp.wordpress.com/2008/01/20/los-cinco-sentidos/</link>
<pubDate>Sun, 20 Jan 2008 19:35:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>vramosp</dc:creator>
<guid>http://vramosp.wordpress.com/2008/01/20/los-cinco-sentidos/</guid>
<description><![CDATA[Tenemos cinco sentidos pero utilizamos uno y medio: la vista y la oída. Poco el tacto, algo el gusto]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://vramosp.wordpress.com/files/2008/01/sentidos.jpg" alt="sentidos" /></p>
<p>Tenemos cinco sentidos pero utilizamos uno y medio: la vista y la oída. Poco el tacto, algo el gusto y menos el olfato. Sin embargo, está demostrado que no son los que más usamos los más eficaces para todo.</p>
<p>Por ejemplo, a la hora de comunicarnos con otras personas, sí que es cierto que la vista resulta de vital importancia, mucho más que el contenido del mensaje (va a ser cierto eso que dicen de que la forma importa más que el contenido&#8230;). Impacto del mensaje:</p>
<ul>
<li>55%: para el lenguaje del cuerpo (para la vista, entonces)</li>
<li>38%: lo marca el tono de voz</li>
<li>7% (y sólo eso): se lo lleva el contenido</li>
</ul>
<p>Increíble ¿no? Y es no es todo&#8230; Recordamos, aproximadamente:</p>
<ul>
<li> un 10% de lo que oímos</li>
<li>un 20% de lo que leemos</li>
<li>un 30% de lo que vemos</li>
<li>un 50% de lo que vemos y oímos</li>
<li>un 80% de lo que decimos</li>
<li>un 90% de lo que decimos y hacemos</li>
</ul>
<p>Cuando supe por primera de vez de estas cifras&#8230; hombre, tampoco me asusté mucho. Lo que me parece realmente fascinante es la capacidad de algunos sentidos, por ejemplo del olfato, para evocar los recuerdos. Y aquí sí que cambian las posiciones. Contrariamente a lo que pueda parecer, <b>el sentido que más capacidad tiene para evocar recuerdos en las personas</b> es el olfato, seguido de la oída (¿cuántas veces has oído una canción y te has teletransportado a la adolescencia, por ejemplo?) y finalmente, de la vista (esos álbumes de fotos&#8230; analógicos o digitales <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> ). Y es que una foto te transporta, claro que te transporta, pero un olor causa en nosotros un impacto mucho más fuerte.</p>
<p>Me contaba mi primo Manel, que quiere ser psiquiatra y que últimamente está loco con lo que le cuentan en la clase de psicología en el instituto, que, instintivamente, el ser humano busca a su pareja por el olfato. Sí, sí, por el olfato. Por ese olor corporal que luego tanto nos atrae de nuestra pareja.</p>
<p><b>Algunos de mis recuerdos (olfativos y auditivos) más increíbles e instantáneos<br />
</b></p>
<ul>
<li>Colonia Liberto, a mi primer novio</li>
<li>Colonia Brumel, a mi padre (aunque hace siglos que no la usa)</li>
<li>Colonia Rochas, a JJ cuando teníamos 20 años</li>
<li>Living on a Prayer, de Bon Jovi; a Marina, Dani, Mireia&#8230; en aquellas colonias de séptimo de EGB aprendiendo Pre-Logo</li>
<li>Jennie&#8217;s got a gun, de Aerosmith; a octavo de EGB</li>
<li>Come out and play, de The Offspring; al verano en Bournemouth</li>
<li>Cualquiera de Chris Cornell, al viaje a Holanda</li>
<li>Celebrity skin, de Hole; a las Navidades que Adela y Viky pasaron en mi casa</li>
<li>Mecano, a cuando jugábamos a dardos en mi habitación</li>
</ul>
<p>Y en realidad hay bastantes más&#8230; y sonrío cada vez que pienso en alguno&#8230; pero como muestra sirvan estos ¿cuáles son los tuyos?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
