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	<title>cinema-paradiso &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "cinema-paradiso"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 00:23:02 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[When Worlds Collide]]></title>
<link>http://joshroy.wordpress.com/2009/11/28/when-worlds-collide/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 07:42:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>JoshR</dc:creator>
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<description><![CDATA[Recently, I had a online chat with an old friend, W, who is a banana: Yellow on the outside, white o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Recently, I had a online chat with an old friend, W, who is a banana: Yellow on the outside, white on the inside. (She also claims to be an inner blonde.) Obviously, I am not a banana. I am a mango. The fact that W is often bananas, i.e. crazy—and I’m speaking the way an adult does of a cute but mischievous pet&#8211;—cannot be stressed more.</p>
<p>At the prospect of a meal consisting of the much-touted wagyu beef burger, W’s fingers went ahead of her mind and typed ‘Thank you! MUAH!’  In her glee, the <em>muah!</em> came out unfiltered and unabashedly, in uppercase on my chatscreen.  [Remind me to get her a HEPA filter for Christmas.] To her credit, she added “Am I allowed to do that?”</p>
<p>I skillfully sidestepped her query; afterall, I was exiting the MRT station going home and needed to focus on moving escalators, crossing bridges. Besides, muahs are reserved for kids and significant others, right?</p>
<p>There’s a scene in <a title="Award-winning Japanese film" href="http://www.imdb.com/title/tt1069238/"><em>Departures</em></a>, one of my favourite Japanese films, where a man and a woman get into a quarrel. They kneel on the tatami, a square table dividing them, and they exchange words. Their terse sitting positions never change, only their words are circling the air, tense and bitter, edged with a sharpness that can cut through the soul.  They are husband and wife, but you would not guess it if you just fast-forwarded to that scene.</p>
<p>Quintessentially Japanese, wouldn’t you say? And in the scene where she breaks the news that she is expecting their first child, the husband’s first reaction is not to go around the kitchen island to embrace her, but to express his joy in <em>words</em>.</p>
<p>One simply can’t go around giving everybody muahs and similar displays of affection.</p>
<p>She apparently thought differently. <a title="Obama's slogan" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Yes_We_Can"><em>Yes we can</em></a>. Displays of affection are not a big deal, not in a Western culture that thrives on warm greetings and physical contact. It comes as no surprise that one of W-the-banana’s favourite films is an Italian one called <a title="Another Oscar-winner" href="http://www.imdb.com/title/tt0095765/"><em>Cinema Paradiso</em></a>.  And we know how infamous the Italians are with showing their affections.</p>
<p>Well, perhaps if i <em>did </em>come from <a title="Music Conservatory " href="http://www.berklee.edu/">Berklee</a> (the famous music conservatory in Boston), things <em>might</em> have been different, I conceded. I imagine bohemian musicians walking around the campus as liberated in their display of affections as their forays into music.</p>
<p>“I used to be conservative, you know,” she said. “Still am. But spontaneity&#8230; <em>That</em> is allowed room for expression sometimes, right?”</p>
<p>Perhaps. Maybe more so when one has gone bananas for a long time.</p>
<p><a title="When worlds collide" href="http://joshroy.wordpress.com/2009/11/28/when-worlds-collide/">[Link to this post]</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[As crianças também podem ser tristes...]]></title>
<link>http://catalisecritica.wordpress.com/2009/11/21/as-criancas-tambem-podem-ser-tristes/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 16:55:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>leoparipiranga</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por José Leonardo Ribeiro Nascimento Escrever sobre filmes, para mim, não é muito difícil, pois tenh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;"><a href="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/tumulo-1.jpg"></a>Por José Leonardo Ribeiro Nascimento</span></p>
<p style="text-align:justify;">Escrever sobre filmes, para mim, não é muito difícil, pois tenho várias películas guardadas em lugares especiais na minha memória. Filmes que me provocaram reflexões, que me fizeram rir, chorar, ter raiva, enfim, filmes que me emocionaram. O problema, neste caso, é escrever sobre UM filme. Quem me conhece um pouquinho melhor &#8211; leia-se: quem já foi a uma locadora comigo &#8211; sabe como sou indeciso quando o assunto é cinema. Quando entro em uma locadora, mesmo que já tenha um filme na cabeça, tenho que passar por todas as prateleiras, ver filme por filme, para ter a certeza de que vou assistir ao filme certo (como se existisse o filme certo). Ao pensar, então, sobre qual filme eu iria escrever para o blog, imediatamente veio a vontade de escrever sobre algum clássico marcante: pensei em &#8220;A Malvada&#8221;, o roteiro mais bem escrito que já vi; &#8220;Quem tem medo de Virgínia Woolf&#8221;, também um roteiro belíssimo, um filme fantástico sobre relacionamentos entre casais; &#8220;Crepúsculo dos Deuses&#8221;, um grande filme sobre o próprio cinema, dentre tantos outros. Sentia que, ao escolher um, estaria sendo injusto com o outro, como se o texto que eu fosse escrever significasse qualquer contribuição relevante para a história da sétima arte ou acrescentasse algo à dignidade desses maravilhosos filmes&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Depois comecei a pensar em dois filmes em especial, ambos com protagonistas infantis. Em seguida veio um terceiro, e ainda a vontade de assistir a outros dois filmes que estavam na minha lista. Mais uma vez, esses últimos três filmes têm como característica o papel central de crianças na história. Mas não é essa a única semelhança entre as cinco obras: todas trazem uma carga dramática forte, um efeito peculiar que, para mim, é o mais impressionante que o cinema pode gerar.</p>
<p style="text-align:justify;">Como falei no início, filmes provocam emoções, e é isso o que mais admiro na telona. Quanto mais um filme pode emocionar, mais eu o considero autêntico cinema. Claro que quando falo de emoção, não estou me referindo necessariamente a lágrimas, mas ao riso, à raiva, ao medo, à tristeza e a um sentimento especialmente forte e desagradável, que chamo de <strong>nó na garganta</strong>, e que é aquela emoção impressionante à qual me referi. É aquela sensação ruim de desconforto, um misto de tristeza e de revolta, um mal-estar com uma determinada situação. Só não confundam com o mal-estar causado por filmes como Jogos Mortais, O Albergue e outras drogas.</p>
<p style="text-align:justify;">Como vocês já devem ter percebido, citei cinco filmes com crianças e vou falar um pouquinho sobre eles, pois acho que cada um, dentro das suas características, são fundamentais e merecem ser vistos.</p>
<p style="text-align:justify;">***********</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/cinemaparadiso1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-186" title="Cinema Paradiso" src="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/cinemaparadiso1.jpg" alt="" width="500" height="428" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">O primeiro filme é um clássico: <strong>Cinema Paradiso</strong>, de 1988, do diretor italiano Giuseppe Tornatore. O filme é uma homenagem ao cinema e uma bela e tocante reflexão sobre as coisas que deixamos pelo caminho da vida, em especial as pessoas, os afetos. A película começa, na verdade, como uma pequena comédia, com uma das crianças mais carismáticas que já vi no cinema, o pequeno Totó, que desde cedo era completamente apaixonado pelo cinema e vivia na cabine de projeção conversando e brigando com Alfredo, o projecionista. A primeira parte, que contempla como Totó substituiu Alfredo no trabalho no Nuovo Cinema Paradiso, mostra o cotidiano daquele povo que se congregava no cinema, sendo tudo abordado com extremo bom humor, desde as censuras do padre (que não permitia que fossem exibidos nem beijos nos filmes) até as travessuras das crianças, as peculiaridades de cada morador e, claro, o divertido relacionamento entre Totó e Alfredo. A segunda parte, entretanto, vai ficando mais amarga, e vai nos mostrando como vamos deixando as coisas que nos são preciosas e como é difícil lidar com o remorso e o arrependimento, sentimentos terríveis e contra os quais eu, particularmente, luto cada dia da minha vida. Uma das coisas que mais me incomoda é exatamente imaginar que eu magoei alguém e que determinada situação chegou a um ponto em que não poderá ser consertada; por isso, graças a Deus, procuro viver em paz com todos. O final de Cinema Paradiso é um dos mais lindos e emocionantes, dispensando palavras, usando somente o que o cinema tem de melhor: as imagens. E justamente esse final nos deixa com aquele <strong>nó na garganta</strong>, ajudando-nos a refletir sobre o que realmente é importante em nossa vida.</p>
<p style="text-align:justify;">***********</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-187" title="A Criança" src="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/enfant2.jpg" alt="" width="400" height="259" /> Assisti também a <strong>“A Criança”</strong>, co-produção da Bélgica e da França, vencedor da Palma de Ouro em Cannes em 2005, escrito e dirigido pelos irmãos Luc e Jean-Pierre Dardenne. O filme conta a história de um jovem casal, Bruno e Sonia, que acabou de ter um filho. Bruno é um delinqüente, e comanda uma pequena quadrilha infantil, vivendo de pequenos roubos e não sentindo qualquer dificuldade em também pedir uns trocados na rua. Ele não sente o menor carinho pelo bebê, não hesitando em enxergá-lo como uma oportunidade de ganhar um bom dinheiro, vendendo-o ao mercado negro da adoção. O filme é feito de forma “naturalista”, ou seja, os diretores não aparecem, não há efeitos, não há ângulos inusitados, nem edição frenética, com cortes e montagem ousados. Há planos longos, câmera na mão, tudo de forma discreta, para enfatizar a simplicidade da vida dos três. Ao assistir ao filme, você percebe que a criança do título não é necessariamente o bebê: pode ser a mãe, Sonia, mas, em especial, é aplicável a Bruno. Ele é impulsivo e imaturo, e percebe-se que, apesar da vida que leva, não saiu completamente da sua infância. Ilustra bem esse fato as brincadeiras bem infantis que o jovem casal faz. Logo após o nascimento do filho, eles se reencontram após algum tempo e, em determinado momento, Sonia diz que está com vontade de fazer amor com ele. Eles saem para passear com um carro conversível alugado e, quando estão sós, ao invés de se beijarem, começam a brincar, um derrubando o outro, jogando pedras, derramando refrigerante; enfim, são duas crianças que não entenderam que têm um filho. Outro momento marcante é quando Bruno vai vender o filho. Enquanto espera um contato telefônico, ele fica brincando com uma poça d’água, deixando suas pegadas na parede.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/enfant3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-188" title="A Criança" src="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/enfant3.jpg" alt="" width="400" height="260" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">O filme mostra como Bruno vai se complicando por conta dessas suas ações infantis, e como a vida exige dele um amadurecimento. Ao final, o clima está muito, muito tenso, e nós esperamos ansiosos por um desabafo, por um ato que expresse que, finalmente, ele entendeu que é um adulto. Vi muita semelhança entre o que eu esperava quando o filme ia chegando ao fim e o que senti ao final de Crime e Castigo. Mais uma vez aquele <strong>nó na garganta</strong> apareceu, dessa vez meio com gosto de redenção, mesmo na dor&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">***********</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/fita-branca1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-189" title="A Fita Branca" src="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/fita-branca1.jpg" alt="" width="600" height="337" /></a>Ontem à noite assisti a um filme realmente impressionante: <strong>“A Fita Branca”</strong>, do austríaco Michael Haneke, vencedor da Palma de Ouro em Cannes neste ano. Na película, Haneke tenta demonstrar quais seriam as raízes para o surgimento do nazismo, a partir da observação de fatos ocorridos em uma pequena vila alemã às vésperas da 1ª Guerra Mundial. O foco do filme são as crianças e a educação altamente repressora que elas recebem. O nome do filme, inclusive, diz respeito a uma forma de castigo aplicada por alguns pais: a criança desobediente tinha uma fita branca amarrada a seu braço durante um longo tempo, para que todos vissem que ela carregava a marca da pureza, virtude que deveria almejar. O filme é muito, muito amargo. Há diálogos cruéis, como um momento em que um menino, ao arriscar gratuitamente sua vida, responde ao professor que estaria fazendo aquilo para “dar a Deus a chance de tirar sua vida”, já que ele havia feito algo de errado. Se ele não morreu, é porque Deus o perdoou. Em outro momento, uma criancinha de quatro anos descobre o que é a morte em uma conversa com sua irmã mais velha, de catorze anos. Estarrecedor&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Ajuda a compor o cenário desolador a fotografia em preto e branco, belíssima e triste, e o cenário, perfeito. Haneke, habilíssimo diretor, nos coloca como espectadores privilegiados, como se nós não devêssemos estar ali. Há uma cena em que uma senhora lava o corpo de uma mulher morta em um acidente. O ângulo que ele coloca a câmera, completamente imóvel, dá a impressão de estarmos observando da porta. O viúvo chega para ver sua esposa e senta-se na cama. Nós continuamos a ver somente os pés da mulher, mas ouvimos o choro convulsivo daquele homem. Nós até quereríamos chegar mais perto para vê-lo chorar, mas Haneke não nos deixa.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/fita-branca2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-190" title="A Fita Branca" src="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/fita-branca2.jpg" alt="" width="500" height="331" /></a>O <strong>nó na garganta</strong> deste filme é o fato de sabermos o quanto a educação pode gerar frutos ruins. O clima de inveja, de “denuncismo”, de medo, de impiedade, de ódio se instaurou de tal forma naquela comunidade que a paz ali era impossível. A inocência há muito fora perdida, mesmo pelas crianças.</p>
<p style="text-align:justify;">***********</p>
<p style="text-align:justify;"><img title="O Túmulo dos Vagalumes" src="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/tumulo-1.jpg" alt="" width="540" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;">Mantendo-me no clima de guerra, cito aqui um filme muito triste e belo. E se trata de um <em>anime</em>, ou seja, um “desenho japonês”. O filme é <strong>“O Túmulo dos Vagalumes”</strong>, de 1988, baseado em uma história real, que conta a trajetória de Seita e Setsuko, pequenos irmãos que viviam em Tóquio na época da 2ª Guerra Mundial. Seu pai estava desaparecido, sua mãe acabou morrendo, e Seita tem que cuidar de Setsuko, sua irmãzinha. Ele tem que cruzar bairros, procurar a ajuda de parentes, que acabam por maltratá-los, lutar para conseguir comida. É difícil encontrar piedade durante a guerra, única vilã do filme. Em meio a tanta dor, Seita tem ainda que entreter sua irmã, brincando, encontrando forças para sorrir. Falando assim pode parecer uma trama batida, já que há tantos filmes sobre guerra. Mas “O Túmulo dos Vagalumes” acerta em cheio no coração de qualquer um, sendo capaz de arrancar lágrimas até de uma cadeira&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/tumulo-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-192" title="O Túmulo dos Vagalumes" src="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/tumulo-2.jpg" alt="" width="399" height="457" /></a>O <strong>nó na garganta </strong>vem sempre nesse filme, e quando acaba, você mal consegue respirar&#8230; O quanto as pessoas são ruins. Quanta maldade pode caber no coração humano. Por que as pessoas sofrem? Se essas frases não vierem à sua cabeça quando você terminar de assistir a esta obra-prima, deve haver algo de errado com você&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">***********</p>
<p style="text-align:justify;">Por último, cito um dos filmes mais intragáveis que já vi. Não se trata de Irreversível, de Gaspar Noé. Como já deixei claro ao longo do texto, o incômodo ao qual me refiro não é gráfico, mas psicológico. O nome do filme é <strong>“The Butcher Boy”</strong> no original (algo como <em>o garoto açogueiro</em>), mas o seu título em português, uma tradução não literal, é exatamente o sentimento do qual venho falando: Nó na Garganta.</p>
<p style="text-align:justify;"><img title="Nó na garganta" src="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/butcher_boy2.jpg" alt="" width="281" height="476" /></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/butcher_boy1.jpg"></a>Isso mesmo, o nome do filme é <strong>Nó na Garganta</strong>, e não é para menos: dirigido por Neil Jordan, esse filme irlandês de 1997 conta a história de Francis, um jovem garoto bastante levado que convivia com seu pai alcoólatra e com sua mãe depressiva e cada vez mais louca. Ele amava muito seus pais, e em determinado momento, quando sua mãe havia tentado o suicídio, ele promete que nunca a deixaria morrer. Algum tempo depois ela se mata e o menino começa a ficar cada vez mais desequilibrado, desenvolvendo uma paranóia em torno de uma vizinha sua, que costumava humilhá-lo, falando mal de seus pais.</p>
<p style="text-align:justify;">O filme todo é um <strong>nó na garganta</strong>. Uma criança, de quem se espera pureza e bondade, vai sofrendo e sofrendo cada vez mais pressão, e nunca encontra piedade, para onde quer que olhe. O clima do filme é muito tenso, e, ao invés de flertar, Neil Jordan cumpre tudo que tememos, culminando em uma cena terrível, na qual compreendemos que não há limites para a loucura, que não poupa nem mesmo as crianças.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/butcher_boy2.jpg"></a><img title="Nó na garganta" src="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/butcher_boy1.jpg" alt="" width="600" height="340" /></p>
<p style="text-align:justify;">Não é um filme com final feliz (aliás, nenhum dos filmes dos quais falei chega sequer perto de terem um final feliz). Mais uma vez, quem o vê sai do cinema (ou desliga o DVD, como foi o meu caso) com a impressão de que levou um soco no estômago. Por que assistir a um filme desses então, se ele me incomoda? Ora, isso é uma questão de gosto. Eu me divirto assistindo a filmes assim. Eles me fazem refletir&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">***********</p>
<p style="text-align:justify;">Nenhum dos filmes dos quais falei são filmes fáceis. Acabou que a minha lista é bem “diferente”: um filme austríaco, um filme belga/francês, um irlandês, um japonês e outro italiano.</p>
<p style="text-align:justify;">Não sou pessimista, nem tenho tendências à depressão. Não acredito que o mundo é um lugar ruim e que só a tristeza nos aguarda. Pelo contrário, sou feliz, vivo sorrindo e acredito que as coisas vão melhorar. Mas um pouco de introspecção não faz mal a ninguém. Um pouco de reflexão (no meu caso) só faz bem. Neste estilo, apenas para quem se interessou, posso citar diversos outros títulos, como “Antes que o diabo saiba você está morto”, que é <strong>SENSACIONAL</strong>, “Cova rasa”, “Um plano simples”, “Belíssima”, de Luchino Visconti, dentre tantos outros.</p>
<p style="text-align:justify;">O cinema foi feito para que as pessoas se emocionassem. Há quem prefira sorrir, há quem prefira chorar, há quem prefira ter medo. Eu, bem, quando o assunto é cinema, fico com o nó na garganta&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[El soldado y la princesa (Pilón Paradiso)]]></title>
<link>http://rospoblog.wordpress.com/2009/11/20/el-soldado-y-la-princesa-pilon-paradiso/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 16:10:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rospo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Venga, para los que gusten de estas cosas, he de parafrasear al maloso de Muñeco Diabólico 3: Este e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Venga, para los que gusten de estas cosas, he de parafrasear al maloso de Muñeco Diabólico 3: Este e]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Dulce Pontes, Ennio Morricone]]></title>
<link>http://elversodeluniverso.wordpress.com/2009/11/20/dulce-pontes-ennio-morricone-2/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 03:58:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>elversodeluniverso</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/KNSgko31Cp8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/KNSgko31Cp8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
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<title><![CDATA[Dulce Pontes, Ennio Morricone]]></title>
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<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 03:47:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>elversodeluniverso</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/pw9JUQmWf_0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/pw9JUQmWf_0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
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<title><![CDATA[Dulce Pontes, Ennio Morricone]]></title>
<link>http://elversodeluniverso.wordpress.com/2009/11/20/dulce-pontes-ennio-morricone/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 03:45:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>elversodeluniverso</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/pw9JUQmWf_0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/pw9JUQmWf_0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
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<title><![CDATA[The Love Theme from Cinema Paradiso-Andrea Bocelli]]></title>
<link>http://sofreelygiven.wordpress.com/2009/11/17/the-love-theme-from-cinema-paradiso-andrea-bocelli/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 15:33:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>sofreelygiven</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cimema Paradiso (Italy, 1988.) Written and directed by Giuseppe Tornatore.  Starring Salvatore Casci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="text-decoration:underline;">Cimema Paradiso</span> (Italy, 1988.) Written and directed by Giuseppe Tornatore.  Starring Salvatore Cascio, Marco Leonardi, Philippe Noiret and Jacques Perrin.   One of the first foreign films I ever saw and one of the best films I have ever seen.  If it doesn&#8217;t touch your heart, it has gone cold.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/vgtc7CiVm8M&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/vgtc7CiVm8M&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Free DVD Rental]]></title>
<link>http://freebiescouponsandfreestuff.com/2009/11/11/free-dvd-rental/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 18:12:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>freestufflover</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cinema Paradiso is an independent online DVD rental service established in early 2003 with ever expa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Cinema Paradiso is an independent online DVD rental service established in early 2003 with ever expanding library of over 55,000 titles.</p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[best music original score- ennio morricone]]></title>
<link>http://lemondegala.wordpress.com/2009/11/10/best-music-original-score-ennio-morricone/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 09:36:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>gala</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pentru ca astazi Ennio Morricone implineste 81 de ani, pentru ca este compozitorul de muzica de film]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Pentru ca astazi Ennio Morricone implineste 81 de ani, pentru ca este compozitorul de muzica de film]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[An Education]]></title>
<link>http://lotusjune.wordpress.com/2009/11/06/an-education/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:36:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>lotusjune</dc:creator>
<guid>http://lotusjune.wordpress.com/2009/11/06/an-education/</guid>
<description><![CDATA[The film was set in 1961.An intelligent teenager girl in suburban Twickenham was waiting for bus in ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-227" title="an-education" src="http://lotusjune.wordpress.com/files/2009/11/an-education.jpg?w=199" alt="An Education " width="199" height="300" />The film was set in 1961.An intelligent teenager girl in suburban Twickenham was waiting for bus in a downpouring day. A stranger, a soft spoken older man (Peter Sarsgaard), drove by and offered her a ride.</p>
<p>That ride took her home, but also brought her into a world of adult fun and fancy – weekend trip to Paris, classical concerts, smoky jazz clubs, auctions, dressing up glamorously with the help from stranger’s glamorous friend Helen (Rosamund Pike).</p>
<p>I had very little knowledge about the 60’s. When I told a friend that I was going to see An Education, he wasn’t terribly impressed by the sound of it.</p>
<p>“I suppose this is kind of films that you saw before. They are always very similar to each other.” He said.</p>
<p>I laughed. Maybe he was right. I like the coming out of age films. I can see them again and again. If the film is well directed with a strong cast, I would never get bored. What we know about the sixties – feminism, sex revolutions, hippies, Vietnam War.  What about the beginning of that period in Britain?</p>
<div id="attachment_236" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-236" title="an-education2" src="http://lotusjune.wordpress.com/files/2009/11/an-education21.jpg?w=300" alt="Miss Stubbs (Olivia Williams)" width="300" height="199" /><p class="wp-caption-text">Miss Stubbs (Olivia Williams)</p></div>
<p>An Education is not a slow film. It is incredibly smooth and upbeat. The plot isn’t complicated. There are a lot of smart dialogues throughout the film. Carey Mulligan played Jenny, a pretty, innocent but rather head strong girl. Carey interpreted so well Jenny’s naivety and intelligence. When she finally got to Paris, she put her hair up and wore a dress with floral prints; she was stunning just like Audrey Hepburn!</p>
<p>Peter Sarsgaard did not present a slimy lady killer. His gentleness, sleepy eyes, even the flirtatious cliche lines with Jenny’s mother seemed all so harmless, light-hearted and boyish lost.  Emma Thompson is the best actress to play the imperious school-mistress.</p>
<div id="attachment_235" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-235" title="rosamundpike_an_education" src="http://lotusjune.wordpress.com/files/2009/11/rosamundpike_an_education1.jpg?w=300" alt="Helen (Rosamund Pike)" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Helen (Rosamund Pike)</p></div>
<p>Rosamund Pike perhaps was far too smart to play a beautiful dumb bimbo. Educated in Oxford, Rosamund has this depth in her beauty– pale, sophisticated, feminine, intelligent, witty, very British.</p>
<p>You sit there and wonder where Jenny is heading to and what she will turn out to be. It’s an education about life.</p>
<p>Without a doubt, this could be the best British film of the year 2009.</p>
<p>The film was based on Lynn Barber&#8217;s autobiographical essay in Granta Literary magazine. Screenplay by Nick Hornby. Directed by Lone Scherfig.</p>
<p>Trivial: In Lynn Barber&#8217;s early career, she was a journalist writing for Penthouse, she also published a book &#8211; How to Improve Men in Bed.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sicily, At Last!]]></title>
<link>http://somewherenearhere.wordpress.com/2009/11/04/sicily-at-last/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 00:08:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>somewherenearhere</dc:creator>
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<description><![CDATA[Today is my sixth day in Sicily and the first that I have wifi. I&#8217;ve been disappointed not to ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Today is my sixth day in Sicily and the first that I have wifi. I&#8217;ve been disappointed not to ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[cinema paradiso]]></title>
<link>http://jururu.wordpress.com/2009/10/26/cinema-paradiso/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 01:15:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>garota do Blah</dc:creator>
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<description><![CDATA[toda vez que eu escuto essa música, meu coração esquece de pensar e fica preenchido com uma mistura ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/1FzVWlOKeLs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/1FzVWlOKeLs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>toda vez que eu escuto essa música, meu coração esquece de pensar e fica preenchido com uma mistura de esperança, paz e tristeza.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cinema Paradiso and Hot Summer Nights]]></title>
<link>http://hajiwashington.wordpress.com/2009/10/03/cinema-paradiso-and-hot-summer-nights/</link>
<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 03:08:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>hajiwashington</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cinema paradiso What a wounderful movie. The sound track always reminds me of hot summer nighs!]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/1FzVWlOKeLs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/1FzVWlOKeLs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><strong>Cinema paradiso</strong></p>
<p>What a wounderful movie. The sound track always reminds me of hot summer nighs!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Música do dia]]></title>
<link>http://beijodepracinha.wordpress.com/2009/10/02/musica-do-dia/</link>
<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 20:36:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>beijodepracinha</dc:creator>
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<description><![CDATA[Bom fim de semana! Se você estivesse em meus olhos por um dia veria a beleza que me enche de alegria]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Bom fim de semana!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/AICSf6r8m24&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/AICSf6r8m24&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><em>Se você estivesse em meus olhos por um dia<br />
veria a beleza que me enche de alegria<br />
que encontro dentro dos seus olhos<br />
e perto da magia ou da realidade</em></p>
<p><em>Se você estivesse em meu coração por um dia<br />
poderia ter uma ideia do que eu sinto<br />
quando me abraço forte a você<br />
e peito a peito respiramos juntos</em></p>
<p><em>Protagonista do teu amor<br />
não sei se é magia ou realidade</em></p>
<p><em>Se você estivesse em minha alma por um dia<br />
saberia o que está em mim,<br />
que me apaixonei<br />
a partir daquele instante com você,<br />
e o que eu sinto é só amor.</em></p>
<p><em>(Se, Josh Groban)</em></p>
<p><em> </em>ps. sorry por qualquer erro na tradução, mas foi o melhor que eu consegui com o meu <em>Portuliano</em> aprendido com novelas do Benedito Ruy Barbosa.</p>
<p><em>*19&#8230;<br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["¿Sabes?, esta podría ser mi obra maestra"  ]]></title>
<link>http://gitanuela.wordpress.com/2009/10/02/%c2%bfsabes-esta-podria-ser-mi-obra-maestra/</link>
<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 10:39:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>gitanuela</dc:creator>
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<description><![CDATA[Jueves 17 de septiembre, 22:50 horas: Me pego a la pantalla de la tele y engullo de principio a fín ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><img class="aligncenter size-full wp-image-136" title="Malditos-Bas-1" src="http://gitanuela.wordpress.com/files/2009/10/malditos-bas-1.jpg" alt="Malditos-Bas-1" width="450" height="336" /></em></p>
<p>Jueves 17 de septiembre, 22:50 horas:</p>
<p>Me pego a la pantalla de la tele y engullo de principio a fín <em>Dias de cine</em>. Mañana se estrena <em>Malditos Bastardos</em> y el programa hace un especial de cine bélico, Elia Kazan y Quentin Tarantino.</p>
<p>Empiezo a ponerme nerviosa pensando que solo quedan unas horas…</p>
<p>Viernes 18 de septiembre, 22:15 horas:</p>
<p><em>(Diálogo en la taquilla del autocine Star)</em></p>
<p>-          Crees que se despejará? (Al taquillero)</p>
<p>-          Psé, seguro que aguanta (Taquillero a nosotros)</p>
<p>Se nos ocurrió la gran idea de ir al autocine a ver Malditos Bastardos un dia nubiloso y lluvioso. Gran idea ya lo se. Eso sí, con el parabrisas reluciente.</p>
<p>Estaba acabando la sesión de <em>Pagafantas</em> y aprovechamos para zamparnos el kebab. Ni por asomo pensaba perderme un segundo de la película por culpa de un chorretón de salsa.</p>
<p>Me acabo la cena y me revuelvo en mi asiento de ansia. Pienso que quizá no se cumplirían mis expectativas con respecto a Tarantino esta vez. Que mucho ruido y pocas nueces; no me fiaba yo de si tanto marketing podía ser bueno.</p>
<p>Pero luego recapacité, como admiradora de Brad Pitt ,en especial de Tyler Durden  en <em>El club de la lucha</em>, sabía que este actor matando nazis dirigido por Tarantino, no me podía fallar. Y las hondonadas de ostias estarían aseguradas.</p>
<p>La película empieza y esa sensación tan conocida que tanto me gusta empieza a recorrer mi cuerpo. Parecida a cuando le quitas el envoltorio a un kinder bueno antes de meterle el primer <em> </em>bocao.</p>
<p>Capitulo primero:</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"> </span></p>
<p>“Érase una vez…”</p>
<p>Aún estoy flipando con el arranque de la película. El capítulo 1 de la película solo es capaz de desarrollarlo un maestro del cine, así de sencillo. Magistral, está entre lo mejor que haya rodado Tarantino jamás.</p>
<p>Es entonces cuando comprobamos que el oficio del taquillero no es la tapadera del hombre del tiempo que creíamos se escondía tras la taquilla. En efecto, se trataba de un taquillero sin más, sin estudios en meteorología, porque empezó a llover y ya no paró hasta el final de la sesión.</p>
<p>Ni siquiera las gotitas en las caras de los personajes  distrajeron mi atención de diálogos de 20 minutos perfectamente estudiados que me tenían completamente absorta. Retales de cine cogidos de aquí y de allá, las interpretaciones, los guiños, las referencias cinéfilas… la cultura pop y las extensas charlas entre los personajes características de Tarantino siguen ahí, sólo que esta vez se refieren a las novelas de Karl May o a las películas de Leni Riefenstahl, recuerdos de mis clases de documental. Y sigue siendo el único que puede conseguir que en escenas de extrema violencia te partas de risa.</p>
<p>A través de limpiaparabrisas, veo mis expectativas cumplidas. Lo que esperaba ver era una canallada y gamberrada de las suyas parodiando la segunda guerra mundial y, además de eso y aunque nos encontremos en los años cuarenta, el director continúa llamando la atención sobre la naturaleza artificial del cine y su &#8220;cine dentro del cine&#8221;¿Recordáis a Uma Thurman dibujando una caja en el aire en <em>Pulp Fiction</em>? A ese tipo de detalles me refiero, que no os voy a contar.</p>
<p>Y para todos aquellos <em>Condes de Montecristo</em>, os diré que Tarantino nos regala una nueva entrega de venganza, servida en plato frío y con postre de caramelo, solo que esta vez no se llama Mamba Negra, sino Shossana Dreyfus.</p>
<p>Si aún no os he convencido para que vayáis a verla, me queda otro as bajo la manga: se llama Christoph Waltz, encarna a un<em> matajudíos </em>llamado Coronel Hans Landa  y su actuación es una constante performance de la interpretación, pura delicia, caviar del bueno. Sólo apto para paladares que disfruten del buen gusto. Que los Oscar no se atrevan a ignorarlo, que si no este es el año que me planto en la alfombra roja cuchillo en mano!!!</p>
<p>En poco mas de dos horas se reinventa la historia de la alemania nazi, aunque para ello el director  tenga que malmeter un poco con el guión. Ya han llegado a mis oídos  críticas sobre la falta de concordancia de algunos hechos. A ver, esto es ficción, estamos jugando al ¿Qué hubiera pasado si…? y para aquellos que no hayan jugado nunca les diré que se trata de inventarse una situación imaginaria y que es muy, muy divertido, y si además eres director de cine,  te apellidas Tarantino y tienes un montón de millones de dólares a tu disposición, por mí puedes cambiar hasta la lista de nombres de los reyes godos, si te place.</p>
<p>Mis queridos bastardos&#8230; esto si es una obra maestra. La última del mejor contador de historias del cine actual.</p>
<p>“Diles <em>auf </em><em>wiedersehen</em> a tus huevos!!!”</p>
<p><em> </em></p>
<p>Larga vida a Quentin.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The September Issue]]></title>
<link>http://lotusjune.wordpress.com/2009/09/27/the-september-issue/</link>
<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 17:58:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>lotusjune</dc:creator>
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<description><![CDATA[The September Issue This documentary tells some interesting stories about a bunch of larger than lif]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_193" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-193" title="The September Issue" src="http://lotusjune.wordpress.com/files/2009/09/still_the_september_issue.jpg?w=300" alt="The September Issue" width="300" height="207" /><p class="wp-caption-text">The September Issue</p></div>
<p>This documentary tells some interesting stories about a bunch of larger than life editors at Vogue.</p>
<p>Editor in chief Anna Wintour &#8211; behind her icy armour, it is her business talent that has been driving Vogue to success.</p>
<p>Grace Coddington, ex-model turned creative director, seemed to eclipse Anna in the film. Her working relationship with Anna, however odd it is, is the compelling driving force at Vogue. In the end, Anna had to put some of  Grace&#8217;s ingenious ideas back to the drawing board.</p>
<div id="attachment_196" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-196" title="grace coddington anna wintour" src="http://lotusjune.wordpress.com/files/2009/09/grace-coddington-anna-wintour.jpg?w=300" alt="Grace and Anna" width="300" height="213" /><p class="wp-caption-text">Grace and Anna</p></div>
<p>I often thought fashion designers predict the trend for the next season.  I was wrong. It is Anna Wintour who influence the fashion industry. She has the final say about what goes to the issue. We, as readers of Vogue,  will probably never have a glimpse over what she has &#8216;killed&#8217;.  I was very surprised to see how those big names so scared of Anna. If she breathed a word like &#8216;no&#8217;, their effort over months would go to the drain.</p>
<p>Some critics claimed that this film failed to probe deeper into Anna&#8217;s inner world. I think the film is good enough to prevail what&#8217;s behind the glitz of fashion industry.  Do we really want to know more about Anna&#8217;s private life? We were told that her father was an editor at Evening Standard and her siblings all engage in rather respectable and more serious jobs.  Anna&#8217;s daughter wanted to go to a law school, she did not think a job like her mom&#8217;s is serious enough for her.</p>
<p>It is a serious job to run any business into profit.</p>
<p>Anna Wintour is doing a damn serious job.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ladies and gentlemen ...]]></title>
<link>http://madimcm.wordpress.com/2009/09/23/ladies-and-gentlemen/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 16:16:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Madi</dc:creator>
<guid>http://madimcm.wordpress.com/2009/09/23/ladies-and-gentlemen/</guid>
<description><![CDATA[Pofţiti la film !]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Pofţiti la film !</strong></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/BW_-0H_u3RQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/BW_-0H_u3RQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¬ Fotos na parede]]></title>
<link>http://kantega.wordpress.com/2009/09/18/%c2%ac-fotos-na-parede/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 19:16:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>kantega</dc:creator>
<guid>http://kantega.wordpress.com/2009/09/18/%c2%ac-fotos-na-parede/</guid>
<description><![CDATA[Aguardava a abertura do Festival de Videos Universitários (REC) em Vitória quando um amigo, o organi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1394" title="toto cinema paradiso" src="http://kantega.wordpress.com/files/2009/09/toto-cinema-paradiso.jpg" alt="toto cinema paradiso" width="205" height="224" />Aguardava a abertura do Festival de Videos Universitários (REC) em Vitória quando um amigo, o organizador do Festival, passou por mim apressado. Recordei-me de uma conversa que tivemos dias antes e na hora perguntei, enquanto ele passava correndo: “E a sala de projeção?”. Ele respondeu: “Vamos?”. Fugiu-me da garganta apenas um sonoro “sim” e saí no seu encalço. E naquele breve instante em que me direcionava às escadas, caminhando atrás do colega, o cenário mudou, como em um filme. A imagem ao redor embaçou, ficou desfocada e assumiu um tom meio verde musgo. O foco centrou-se, então, no caminhar do sujeito da frente e finalmente no primeiro degrau; e a cada um deles que galgava um turbilhão de imagens se passava em minha cabeça. Também já não ouvia nada, os sentidos haviam se preparado para algo diferente. Em dois lances de escada, não menos que os da minha lembrança de um outro filme, uma relativa angústia me acometeu.</p>
<p style="text-align:justify;">Era uma coisa relativamente idiota pra maioria, não pra mim. Eu estava, finalmente, em uma sala de projeção e, depois de décadas, lá estava ele, no mesmo cinza opaco das minhas recordações, relativamente barulhento &#8230; o projetor. Brotavam em seu pequeno &#8220;olho&#8221;, exatamente como no filme, luzes, piscando incessantemente, que empurravam, na pequena massa de luz, 40mts á frente, imagens, que arremessadas contra a parede carregavam do passado, e de algures, algo pro presente. Era como se jogássemos uma pluma na frente do ventilador e acompanhássemos o seu trajeto, tortuoso, com encantamento, até que a força do vento findasse e a fizesse dormir, tranquila, mais á frente. Uma diversão boba, que se torna infinitamente prazerosa quando o que se transporta no ar são imagens, na verdade fotos, em série, que colidem em alta velocidade com um obstáculo à frente. E depois do &#8220;longo e exaustivo&#8221; trajeto dentro do feixe de luz simplesmente cedem espaço às que vem atrás. É o fim da viagem; adormecem, e então se apagam, por um momento apenas, pois uma outra  lente, em seguida, as absorverá e transportará, agora por pulsos elétricos, a um lugar completamente desconhecido, e transformará todo esse mecanismo físico em sensações até então, pra mim, indescritíveis. As mesmas que me fazem relatar aqui o que senti naquele dia.</p>
<p style="text-align:justify;">Não sei por que só agora tive oportunidade de ver de perto aquela engenhoca. Até então eu era apenas um dos que estavam de costas pra ela, aguardando que as imagens fossem transportadas pra minha frente. Minha única inserção no mundo da projeção foi ao ver Cinema Paradiso, algumas dezenas de vezes, confesso. Ali via-se o cinema por um outro ângulo, não do telespectador. É um mundo diverso e por isso interessante. Não me recordo de outro filme que tenha retratado o cinema daquela forma. Abordava não só os bastidores, a vida daqueles que projetam sonhos,  mas também daqueles que os buscavam, do outro lado. E todos se encontram, na mesma parede. Era uma sensação estranha, eu estava pela primeira vez, depois de Cinema Paradiso, do lado de lá.</p>
<p style="text-align:justify;">A bem da verdade, desde pequeno sempre me encantei, como Totó, com os negativos apontados para o alto à contra-luz. As imagens, mesmo que paradas, em preto e branco, eram maravilhosas, e ainda hoje faço isso com os milhares de negativos que tenho guardados. E talvez por isso a fotografia digital não me encante, não há filmes preciosos a serem garimpados dentre as dezenas que se perderam por erro no foco, na fotometria ou na profundidade de campo.</p>
<p style="text-align:justify;">Não precisei de mais do que 5 minutos olhando todo aquele maravilhoso mecanismo funcionando para buscar horas de recordações na memória. Aquelas do Cinema Paradiso; cada filme projetado por Alfredo e interrompido pelo pequeno sino insistente do padre; cada recorde de beijos, lascivos ou não, caprichosamente guardadas pelo pequeno Salvatore e degustados em seu quarto; cada película de 35mm rompida ou tomada pelo fogo durante a projeção. Senti-me tão infantil e curioso quanto o garoto - e via na sala de projeção uma cópia do Alfredo adormecido no canto, como se nada se passasse ao redor, algo que parece ser comum face ao relativo tédio daqueles recintos. </p>
<p style="text-align:justify;">Do outro lado o colega, apesar de já ter visto isso inúmeras vezes, também apreciava toda aquela engenharia. O barulhinho ininterrupto do filme passando a 24 quadros por segundo na frente daquela luz era realmente encantador. A imagem era “roubada” da película e brotava, minúscula, dentro da luz que se formava na lente &#8211; podia ver pequenas particulas de poeira que passavam à sua frente, cintilantes. De um agito frenético diante dos olhos as fotos saltavam e eram levadas adiante pela luz, agigantando-se, e tomando conta da tela do outro lado. As imagens do filme que surgiam na minha memória nesse momento não corriam a mais do que 10 quadros por segundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Valeram cada um dos 16 anos de espera por esse momento. E talvez o amigo ainda não saiba da tamanha felicidade que me proporcionou naqueles 5 minutos - pra ele aquilo era algo tão corriqueiro que, talvez não fosse lá tão atrativo. Mas, criança é assim mesmo, se encanta com qualquer engenhoca movida à energia e que tenha uma luzinha piscando.</p>
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<title><![CDATA[Sex and the city.]]></title>
<link>http://gitanuela.wordpress.com/2009/09/18/sex-and-the-city/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 13:42:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>gitanuela</dc:creator>
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<description><![CDATA[Vereis.  Se empieza hablando de sexo y se acaba hablando de porno para mujeres. Tema que últimamente]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vereis.  Se empieza hablando de sexo y se acaba hablando de porno para mujeres. Tema que últimamente me tiene fascinada.</p>
<p>Todo comenzó en una conversación entre dos amigas. Veinteañeras y cómodas con su sexualidad. Y cinéfilas a tope. Así que inevitablemente, acabamos hablando de dos de nuestras pasiones: el sexo y el cine.</p>
<p>La casualidad quiso que esa misma semana leyera un artículo sobre pornografía para mujeres mientras hacía uno de mis innumerables viajes en tren.</p>
<p>Hay veces que las casualidades te dan un toque de atención.</p>
<p>En un botellón nada común, salió a relucir la conversación entre las dos amigas. Cual fue mi sorpresa al ver el entusiasmo y la algarabía con la que fue acogido el tema por el resto. Y la diversidad de opiniones.</p>
<p>Tiempo después, otro amigo interesado en lo que a las cinéfilas nos pone, volvió a sacar el tema que aún seguirá haciendo eco por las callejas de Logroño de los berridos que soltamos. Pero tranquilos, es nuestra forma de hablar cuando nos apasionamos.</p>
<p>Así que haciendo un trabajo de investigación a lo Carrie  Bradshow, me pongo manos a la obra e inauguro esta mi particular “columna” en la Mala Ortografía.</p>
<p>¿Qué busca una mujer en  el porno?</p>
<p>Para empezar, es un debate que desde mi punto de vista es absurdo por un sencillo motivo: ¿Podemos encasillar juntas a todas las mujeres? O lo que es lo mismo ¿todas las mujeres desean el mismo tipo de porno?<em> </em>Si partimos de la base de que la sexualidad femenina es tan variada o más que la masculina, entrar en la generalidad es meterse en  camisa de once varas. En un mismísimo berenjenal.</p>
<p>Pero me arriesgaré. Hablaré en general, basándome en mi propia experiencia y en la de las mujeres cuyas opiniones he podido recopilar.</p>
<p>A todas nos pasó más o menos lo mismo la primera vez que vimos porno. No nos gustó demasiado, nos excitaba por momentos pero algo había en las imágenes que no cuajaba, hasta el punto de no repetir, o de llegar a esa conclusión tan oída: “Todas son iguales, vista una vistas todas”.</p>
<p>Ese <em>algo</em> que no cuaja viene dado por varios motivos. Y son tantos que no se por donde empezar.</p>
<p>El rol femenino sólo tiene una meta: complacer al masculino. Y no me negareis que las situaciones en las que aparecen las mujeres en estas pelis rozan la ridiculez, por lo menos desde el punto de vista de una fémina. Y esto es así, porque la mayoría están basadas en fantasías masculinas machistas. No creáis que esto me parece mal, todo lo contrario, pienso que las fantasías sexuales son una manera deliciosa de disfrutar del sexo. Pero cada una tiene su público, y en la mayoría de películas porno esas fantasías van dirigidas a hombres.</p>
<p>El rol masculino sin embargo, siempre tiene su punto de héroe sexual que supongo muchos hombres imaginan: mafiosos, multimillonarios o delincuentes. Esta parte del guión no sólo no pone en absoluto a las tías sino que hace que el film se pueda calificar cómo género de comedia. No se si me explico. A mí por lo menos me entra la risa cada vez que veo a un tipejo así.</p>
<p>Y ahora llega la parte de ese <em>algo</em> que a mi personalmente me toca la moral. La calidad audiovisual de este tipo de cine decepciona y mucho. La dirección artística es mediocre, los decorados te <em>tiran  patrás</em>, el vestuario es un desatre, la música…¿saben estos directores la importancia de una buena banda sonora?</p>
<p>Por no hablar de los planos, se que se trata de sexo explícito pero a mi personalmente me parecen planos ginecológicos. Una mujer también quiere ver el detalle pero lo quiere en un contexto y enfocado a su deseo y placer. Si obviamos eso, suele recordar a  nuestras visitas al ginecólogo, que por norma son algo incomodas y no muy agradables.</p>
<p>El subconsciente es peligroso y si el de  una mujer le da por hacer esta asociación de ideas al ver esos planos, es lógico que no excite en absoluto.</p>
<p>Sin embargo y a pesar de todo el rollo que acabo de soltar la pornografía me interesa. Sí lo admito. Y a pesar de que lo intento una y otra vez, en todas acabo decepcionada cuando salen los títulos de crédito. Depende de cómo esté ese día  prefiero ver el sexo  de una manera o de otra. En cambio, para los hombres siempre está bien la imagen explícita. Y no los culpo, los envidio, son simples y concretos.</p>
<p>La calidad audiovisual y el buen guión no está reñido con el cine para adultos y la pornografía convencional tiene muy poco que ver con la mujer moderna y lo que ella quiere ver. No hablo de  romanticismo, y si me apuras, ni siquiera de erotismo, que dicho sea de paso nunca viene mal para los preliminares. Pero es ese tipo detalles, eso que rodea a un plano de sexo detallado y explicito, ya sea la música o una buena fotografía, esa aureola invisible, si estas sóla o acompañada … Es  ese contexto o como queramos llamarlo, lo que llega y hace “toc, toc” a la lívido femenino. Para que vamos a engañarnos a estas alturas, muy a nuestro pesar las mujeres somos más complejas en ese sentido.</p>
<p>Pero no hay que perder la esperanza! Michael Winterbottom nos dio en <em>9 Songs</em> un ejemplo maravilloso de lo que puede ser sexo explicito de calidad, y excitante a tope. Y otras directoras han ido en busca de lo que<em> funciona</em> cinematográficamente hablando a la hora de excitar a una mujer. De entre ellas destaco a Erika Lust, a la que intento seguir a través de sus films, y lo que he visto hasta ahora no es en absoluto decepcionante.</p>
<p>No se si realmente he llegado a alguna conclusión interesante o no estereotipada, pero para empezar he decidido regalarle a mi amiga la cinéfila  el nuevo libro de Lust , <em>Porno par mujeres</em>, en nuestro afán de convertirnos, como denomina la autora, en <em>masturbadoras informadas</em>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-128" title="porno_para_mujeres_de_erika_lust" src="http://gitanuela.wordpress.com/files/2009/09/porno_para_mujeres_de_erika_lust.jpg" alt="porno_para_mujeres_de_erika_lust" width="300" height="300" /></p>
<p>Hasta la próxima entrega de <em>sex  and the city</em>, que seguro  saldrán más.</p>
<p>Se admiten comentarios, no olvidéis que mi investigación es por el bien común y toda ayuda y reflexión es poca.</p>
<p>Mrs. P</p>
</div>]]></content:encoded>
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