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	<title>cluster &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/cluster/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "cluster"</description>
	<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 10:27:51 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Tortoise and Cluster, Royal Festival Hall, 22/11/09]]></title>
<link>http://mapsadaisical.wordpress.com/2009/11/25/tortoise-and-cluster-royal-festival-hall-221109/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 09:13:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>mapsadaisical</dc:creator>
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<description><![CDATA[The London Jazz Festival ran round some extremely far-flung bases on this last day. A day which had ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[The London Jazz Festival ran round some extremely far-flung bases on this last day. A day which had ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Regionalism (9): The Regional 'Lab' in Bet-Shemesh and Mate Yehuda prepares for Phase II]]></title>
<link>http://reut-blog.org/2009/11/25/regional-lab-bet-shemesh-mate-yehuda/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 08:04:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Noa Ecker</dc:creator>
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<description><![CDATA[Preparation meetings have recently begun in the lead up to the Bet-Shemesh and Mate Yehuda lab]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Preparation meetings have recently begun in the lead up to the Bet-Shemesh and Mate Yehuda lab]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Harmonia &amp; Eno '76 - Tracks And Traces reissue (2009 [1976/1997]; Grönland Records, Reino Unido [Alemanha]) ]]></title>
<link>http://camarilhadosquatro.wordpress.com/2009/11/25/harmonia-eno-76-tracks-and-traces-reissue-2009-19761997-gronland-records-reino-unido-alemanha/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 06:05:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>bernardo</dc:creator>
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<description><![CDATA[O álbum em questão é um reedição ampliada de uma clássica sessão batizada como Tracks and Traces e e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://camarilhadosquatro.wordpress.com/files/2009/11/harmonia.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2822" title="harmonia" src="http://camarilhadosquatro.wordpress.com/files/2009/11/harmonia.jpg" alt="" width="316" height="300" /></a></p>
<p>O álbum em questão é um reedição ampliada de uma clássica sessão batizada como <em>Tracks and Traces</em> e executada pelo grupo Harmonia &#8216;76. Formado em 1976 pelo duo integrante dos grupos Harmonia e Cluster, Hans-Joachim Roedelius e Dieter Moebius, pelo guitarrista do Neu!, Michael Rother, e pelo produtor inglês Brian Eno, o grupo se encontrou no estúdio do Harmonia, em Forst na Alemanha, mas o material foi lançado somente em 1997 por iniciativa de Roedelius. Consta que Rother encontrou um fita com as faixas inéditas e as lançadas em 1997 e remasterizou todo o material. Esta nova edição conta com três faixas a mais em relação a edição de 1997. (B.O.)</p>
<p>* # *</p>
<p>Quem se depara hoje com a pluralidade de manifestações musicais &#8220;eletrônicas&#8221; pode imaginar ingenuamente que elas configuram um espírito, um painel, algo que se relaciona com uma comunhão de propósitos ou mesmo com um rótulo. Mas o fato é que apesar da aparente generalização da música eletrônica, ela é filha da paciência individual, do experimentalismo contumaz e aventureiro. De <a id="hapa" title="Luigi Russolo" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Luigi_Russolo">Luigi Russolo</a> a Shackleton, passando por  <a title="Pierre Schaeffer" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pierre_Schaeffer">Pierre Schaeffer</a>, Xenakis, Stockhausen, Eliane Radigue e Luc Ferrari, todos trabalharam em oficinas solitárias ou em comunas muito restritas. Isto até eclodir a onda eletrônica da década de 90, quando a eletrônica orientada para a pista se consolidou e passou a angariar multidões de admiradores, produtores e djs. E mesmo a famigerada Jamaica, com o dub e suas invenções preciosas, se limita a atuação de Coxsone Dodd, Lee Perry e mais meia dúzia, haja visto o limbo no qual entrou o gênero naquele lugar &#8211; isso contando que o dub é um gênero, o que não é exatamente verdadeiro&#8230;</p>
<p>E eis aqui um grande exemplo do caráter de iniciativa que define a experimentação eletrônica: a reedição de <em>Tracks and Traces</em>, contendo as sessões realizadas por um quarteto estelar, demonstra que em matéria de música eletrônica não cabem as classificações, cronologias e pesquisas semânticas. Isto é, nenhuma explicação que tenda a definir o contexto como podemos fazer com o jazz e o rock, por exemplo. Resisto aqui, portanto, a tentação de analisar o álbum somente pelo seu caráter precursor, como pode nos induzir tanto a mera audição como a informação de que Shackleton e Appleblim tiveram acesso irrestrito e remixaram boa parte do material para o EP <em>&#8216;76 Remixes</em>. Realmente há muito para se surpreender com o álbum, pelas sonoridades que de alguma forma lembram grandes ícones da eletrônica contemporânea. Mas <em>Tracks and Traces</em> possui um brilho próprio e seu interesse não se resume a mera arqueologia do dubstep. Para tanto é preciso contextualizá-lo.</p>
<p>Envolvido por uma história cheia de episódios e eventos aparentemente pouco importantes, mas que reforçam o caráter &#8220;artesanal&#8221; da empreitada, <em>Tracks and Traces</em> marca a visita de Brian Eno ao estúdio de Hans-Joachim Roedelius e Dieter Moebius, onde encontrou também o guitarrista Michael Rother. Marca também um virada na carreira do produtor: é indubitável que, após esse encontro, mudanças radicais ocorreram na obra de Eno, bem como na de artistas que seguiram sua tentativa de sintetizar o glamour do pop e do rock com experiências musicais de ponta como Roxy Music e, mais tarde, David Bowie. Ora, isso se comprova quando tomamos o conhecimento de que antes mesmo dos anos 70, o Kluster, trio formado por Moebius, Roedelius e pelo músico experimental Conrad Schnitzler, já aterrorizava o público alemão semeando inflexões musicais que auxiliariam na fundação do <em>industrial</em>. Após a dissolução do trio, vieram os trabalhos do Cluster, responsáveis por operar nada mais nada menos que uma verdadeira revolução com apetrechos eletrônicos. Seguem-se daí os álbuns do Harmonia, que lhes renderam um epíteto dado pelo próprio Eno, &#8220;a mais importante banda dos anos 70&#8243;. O fato é que tanto nos dois &#8220;clusters&#8221; (com C e com K) como no Harmonia as sonoridades se constituíam ora de forma mais abstrata e atmosférica, valorizando a pesquisa de timbres, ora de forma a indicar um diálogo com o rock ou com o jazz (caminho que geralmente foi confundido com o rock progressivo inglês, o que considero uma lástima!). Para Eno, que acabava de gravar <em>Another Green World</em>, álbum precipuamente representado por canções, o encontro representou uma porta de experimentação absolutamente nova. É claro que muito de <em>Harmonia Deluxe</em>, por exemplo, teve o próprio Eno como influência, mas o que importa aqui é o modo absolutamente novo, a distância e a altivez com que os alemães trabalharam a sonoridade dos sintetizadores. Não é exagero nenhum identificar o dub e o kraut como os germes de um pensamento musical urbano e experimental que sobrevive através do dubstep.</p>
<p>Mas, repito, <em>Tracks and Traces</em> é mais do que isso, espécie de elo perdido entre um Brian Eno ainda ligado às plumas e paetês eletrificadas do Glam e outro, mais maduro e dotado de uma postura de cientista maluco que encantaria David Bowie. Mas é também o testemunho de uma formalização mais radical do legado de Moebius e Roedelius, seja com a exploração de estruturas repetitivas que privilegiam e ressaltam pequenos detalhes parcimoniosamente distribuídos ao longo das faixas, como em &#8220;Atmosphere&#8221; (uma das três faixas novas), &#8220;By the Riverside&#8221; e na intrigante e abrasiva &#8220;Vamos Compañeros&#8221;; seja na exploração incisiva do tempo como suporte para a manipulação de rastros sonoros, loops, barulhos e outras preciosidades sonoras, como na obra-prima do álbum, &#8220;Sometimes In Autumn&#8221;; ou na única canção do álbum, a hipnótica &#8220;Luneburg Heath&#8221;. Há ainda aquelas faixas que, dependendo do mal humor, compromete defintivamente a trilogia de Berlim gravada por Bowie na companhia de Eno, como a horripilante &#8220;Weird Dream&#8221; (que lembra muito a estrutura de &#8220;Warszawa&#8221;, do álbum <em>Low</em> de 1977) ou a cândida &#8220;Almost&#8221;. Os fãs de Brian Eno encontrarão ecos de seus álbuns posteriores em faixas lúdicas como &#8220;Les Demoiselles&#8221; e &#8220;When Shade Was Born&#8221;.</p>
<p>Mas todo esse trabalho pode simplesmente ir por água abaixo se o considerarmos como preliminar para o que Eno fez depois ou como apêndice da empreitada de vanguarda capitaneada pelos alemães. Eu proponho que <em>Tracks and Traces</em> seja visto de fato com um dos álbuns mais importantes dos anos setenta, clássico absoluto tanto no ambiente do Kraut como na produção de vanguarda da época. A ousadia e o desprendimento visionário dos alemães ocasionaram uma situação propícia para os propósitos de Eno, mas o elemento original, se é que posso falar assim, reside na beleza eremítica dos sons que emanam de cada faixa deste álbum. De certa forma, discordamos de Eno: não é o Harmonia a banda mais importante dos anos 70, mas o Harmonia &#8216;76. <em>Tracks and Traces</em> é sua obra-prima, lapidar e, como convém, solitária, rica combinação de duas linhagens essenciais da música desta época. (Bernardo Oliveira)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[U.S. Air Force Buying 2,200 PlayStation 3s]]></title>
<link>http://forbus.wordpress.com/2009/11/24/u-s-air-force-buying-2200-playstation-3s/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 00:13:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>forbus</dc:creator>
<guid>http://forbus.wordpress.com/2009/11/24/u-s-air-force-buying-2200-playstation-3s/</guid>
<description><![CDATA[This is real modern warfare. Since the PlayStation 3 went cheaper, slimmer and lighter, more people ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[This is real modern warfare. Since the PlayStation 3 went cheaper, slimmer and lighter, more people ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Talking to Folks in Line at a Sarah Palin Book Signing]]></title>
<link>http://the44diaries.wordpress.com/2009/11/24/talking-to-folks-in-line-at-a-sarah-palin-book-signing/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 22:06:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>audiegrl</dc:creator>
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<description><![CDATA[This video was produced by the talented folks at NewLeftMedia. They catch up with Sarah Palin fans s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://the44diaries.wordpress.com/files/2009/11/sarah-palin-rouge-cover.jpg?w=90" alt="" title="Sarah-Palin-rouge-Cover" width="90" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-14604" />This video was produced by the talented folks at <a href="http://www.youtube.com/newleftmedia">NewLeftMedia</a>. They catch up with Sarah Palin fans standing outside of Borders Books &#38; Music in Columbus, OH.  The reporters asks them why they like Sarah Palin, how they feel about her policies, and what they think about the country under President Obama.  Lets just say the interviews are very <em>interesting</em>&#8230;.and that these fans have the Fox News <em>soundbites</em> down cold.</p>
<blockquote></blockquote>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/mKKKgua7wQk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/mKKKgua7wQk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Wild Card Bee]]></title>
<link>http://poms6c.wordpress.com/2009/11/24/wild-card-bee/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 20:24:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>mrs. geraci</dc:creator>
<guid>http://poms6c.wordpress.com/2009/11/24/wild-card-bee/</guid>
<description><![CDATA[Did you really want to be in the POMS Spelling Bee, but you didn’t make it? Come to the Wild Card Sp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Did you really want to be in the<br />
POMS Spelling Bee,<br />
but you didn’t make it?</p>
<p>Come to the<br />
Wild Card Spelling Bee<br />
on<br />
Wednesday, December 2nd<br />
4pm ~ sharp!</p>
<p>Five Students Will Win<br />
Any Grade, Any House</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Do You Know Someone Who Would Like to Help a Teacher?]]></title>
<link>http://poms6c.wordpress.com/2009/11/24/do-you-know-someone-who-would-like-to-help-a-teacher/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 18:31:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>mrs. geraci</dc:creator>
<guid>http://poms6c.wordpress.com/2009/11/24/do-you-know-someone-who-would-like-to-help-a-teacher/</guid>
<description><![CDATA[I am working on adding more technology and mentor texts to my classroom. If you know a person or org]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>I am working on adding more technology and mentor texts to my classroom. If you know a person or organization looking to sponsor an educator, please send them to the sites below.</p>
<p><a title="Digital Wish" href="http://www.digitalwish.com/dw/digitalwish/view_profile?id=6064302552136917" target="_blank">http://www.digitalwish.com/dw/digitalwish/view_profile?id=6064302552136917</a></p>
<p><a title="I Love Schools" href="http://www.iloveschools.com/teacher/cgeraci" target="_blank">http://www.iloveschools.com/teacher/cgeraci</a></p>
<p><a title="Donors Choose" href="http://www.donorschoose.org/?return=true&#38;return=true" target="_blank">http://www.donorschoose.org/?return=true&#38;return=true </a>For this site, please put my last name in the search box and press the arrow.</p>
<p>Please take a moment to see some of the other wonderful projects listed on these websites. Thank you for your consideration!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[English – Extra Time on Memoir Project]]></title>
<link>http://poms6c.wordpress.com/2009/11/24/english-%e2%80%93-extra-time-on-memoir-project/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 16:51:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>mrs. geraci</dc:creator>
<guid>http://poms6c.wordpress.com/2009/11/24/english-%e2%80%93-extra-time-on-memoir-project/</guid>
<description><![CDATA[Because I have been out, the students and I have not had a chance to really work on revision and edi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Because I have been out, the students and I have not had a chance to really work on revision and editing. Instead of having the Multimedia Memoir Project due November 30/December 1, I am moving the date to Friday, December 4.</p>
<p>Along with that change, I am offering another option on the project. Students may complete an online project where they post their text with pictures and/or video. One possible site for this is http://www.tabblo.com/studio/ . Another good site is https://www.blogger.com/start . For either of these, you will need to send me a link and/or make me a friend. If I am not signed up, and I may not be for the site you choose, please let me know where I need to sign up.</p>
<p>Please remember, with all options I need to have a copy of the text only. You may turn it in as a Word document or hand written.</p>
<p>Please enjoy your holiday!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Clusters de Hyper-V y clusteres virtuales ]]></title>
<link>http://margotu.wordpress.com/2009/11/24/clusters-de-hyper-v-y-clusteres-virtuales/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:58:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Javier Aparicio</dc:creator>
<guid>http://margotu.wordpress.com/2009/11/24/clusters-de-hyper-v-y-clusteres-virtuales/</guid>
<description><![CDATA[Blog muy interesante sobre Clusters de Hyper-V y clusteres virtuales leido en el Blog de David Cervi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Blog muy interesante sobre Clusters de Hyper-V y clusteres virtuales leido en el Blog de David Cervigon.</em></p>
<p><!--more--></p>
<p>Hola</p>
<p>Hoy toca hablar de cluster. Lo cierto es que el término es a veces un poco confuso, porque se refiere a un grupo de diferentes máquinas trabajando juntas por alguna razón determinada. En <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cluster_(computing)" target="_blank">éste artículo de la Wikipedia</a> creo que se explica muy bien, y distingue entre clústeres de Alta Disponibilidad (HA clusters), clústeres de balanceo de carga (Load Balancing clusters) y clústeres de computación (Grids)</p>
<p>En particular, en el mundo Microsoft existen tres tecnologías diferentes para cada uno de estos tipos de clustering. Dos de ellas están incluidas en Windows Server, y la otra en una edición especial. <a href="http://download.microsoft.com/download/d/3/8/d381305a-ade9-4d1a-911b-8065116811a7/Evaluacion_de_Arquitecturas_en_Cluster.ppt" target="_blank">Ésta es una presentación</a> al respecto, un poco arcaica ya, pero es mía <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<ul>
<li>Failover Cluster: Conocido también como MSCS o de almacenamiento compartido. Se utiliza para dotar de alta disponibilidad por tolerancia a fallos de servicios que por lo general tienen una dependencia del almacenamiento. Ejemplos de esto serían bases de datos, buzones de correo, máquinas virtuales, etc.</li>
<li>Clústeres de NLB (Network Load Balancing): Pensados para dotar de alta disponibilidad por tolerancia a fallos y escalabilidad a servicios de red. El ejemplo más frecuente son granjas Web o de Terminal Services. Se asume que todos los frontales tienen la información que sirven a los clientes correctamente replicada o en un repositorio central o back-end (generalmente este en Failover Cluster).</li>
<li>Clústeres HPC o de High Performance Computing: A &#8220;grosso modo&#8221; un nodo cabecera recibe un trabajo que paraleliza entre los diferentes nodos de computación, y estos le devuelven los resultados de vuelta para componer el resultado total. Esto se usa generalmente para hacer sumas y restas de esas que con una calculadora resultaría extremadamente tedioso realizar.</li>
</ul>
<p>Todos y cada uno de estos tipos de cluster tienen algo que ver con el mundo de la virtualización. Todos pueden montarse en un entorno puramente virtual allí donde tenga sentido hacerlo (Clústeres virtuales, NLB entre VMs, o nodos de HPC virtuales), y los hosts físicos de Hyper-V pueden funcionar tanto con Failover Clustering como con NLB, si bien esto último es raro y me costaría imaginar algún entorno en el que fuera aplicable.</p>
<p>En adelante nos vamos a centrar únicamente en Failover Clustering y su relación tanto con los hosts de hyper-V como con las VMs que montemos encima. Distinguimos entonces:</p>
<ul>
<li><strong>Host Clustering:</strong> de 2 a 16 nodos con Hyper-V funcionando conjuntamente de modo que las Máquinas Virtuales puedan pivotar entre ellos, según sea necesario:
<ul>
<li>Bien por una caída no planificada del Host que la alberga. En este caso la VM reiniciará en alguno de los hosts del cluster automáticamente</li>
<li>Bien de manera manual o automática, por un mantenimiento planificado del host, o porque queramos redistribuir de forma diferente las cargas de trabajo entre los nodos del cluster. Esto es lo que hoy en día conocemos por Quick Migration, y en Windows Server 2008 R2 podremos hacer también con Live Migration.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Guest Clustering:</strong> Esto se refiere a un Failover Cluster en el que los diferentes nodos del mismo son máquinas virtuales corriendo en Hyper-V. Rizando el rizo puedes tener guest clustering en HA, es decir que las VMs que componen el cluster virtual, estén albergadas a su vez en un host cluster de Hyper-V</li>
</ul>
<p>Vamos a tratar de aclarar las dudas más frecuentes que suelen surgir sobre todo esto:</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Host Clustering</span></strong></p>
<p>Creo que esto se entiende fácilmente simplemente diciendo que es la combinación de la característica (role) de Hyper-V y la funcionalidad (feature) de Failover  Cluster incluidos en Windows Server 2008 x64 Enterprise y Datacenter. La configuración hardware más típica para montar esto consiste en:</p>
<ul>
<li>Almacenamiento compartido (típicamente SAN, con Fiber Channel, iSCSI o SAS, aunque este tipo de tecnologías proliferan). Muy importante en este punto y en lo que sigue: <span style="text-decoration:underline;">Windows Server 2008 NO SOPORTA Failover Clustering usando el tradicional bus SCSI</span></li>
<li>De 2 a 16 servidores que tienen la capacidad de acceder a un cierto numero de LUNs expuestas a todos ellos por el almacenamiento compartido</li>
<li>Dos o tres subredes diferentes para gestión, acceso publico y heartbeat.</li>
</ul>
<p>Por suerte, puedo ahorrarme el hacer un paso a paso de la creación de un cluster de Hyper-V porque abundan. Si que creo que es importante referenciar la documentación que considero &#8220;autoritativa&#8221; para ello:</p>
<ul>
<li><a href="http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=129117" target="_blank">Design for a Failover Cluster in Which All Nodes Run Hyper-V</a>  </li>
<li><a href="http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=129110" target="_blank">Requirements and Recommendations for Failover Clusters in Which All Nodes Run Hyper-V</a></li>
<li><a href="http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=129123" target="_blank">Checklist: Failover Cluster in Which the Servers Run Hyper-V</a></li>
<li><a href="http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=cd828712-8d1e-45d1-a290-7edadf1e4e9c&#38;DisplayLang=en" target="_blank">Step-by-Step Guide for Testing Hyper-V and Failover Clustering</a></li>
</ul>
<p>Para los interesados en probar esto y que no cuenten con este tipo de sistemas de almacenamiento compartido, queda la friki-opción de usar uno o varios File Shares (y si ya nos queremos complicar aún más la vida, que sean por NFS). Todo esto, y mucho más, está detallado <a href="http://blogs.technet.com/josebda/archive/2008/07/16/failover-clustering-for-hyper-v-with-file-server-storage.aspx" target="_blank">en este post de mi compañero José Barreto</a>. De hecho él tiene publicado un post mucho mas curado que éste que estas leyendo, y que se titula <a href="http://blogs.technet.com/josebda/archive/2008/06/17/windows-server-2008-hyper-v-failover-clustering-options.aspx" target="_blank">Windows Server 2008 Hyper-V Failover Clustering Options</a>.</p>
<p>Un tipo particular de Failover Clusters son los clústeres geográficamente dispersos, multi-site clusters o GeoClusters. Y están de moda. Espero poder dedicar algún tiempo a dar más detalles sobre ellos (aprovechando que Dani Matey, con nocturnidad y en compañía de otros, hace poco que ha estado montando un par de ellos en sendos clientes de esos cuyo nombre conocemos sin excepción todos los españolitos). Mientras tanto, vayan por delante algunas consideraciones:</p>
<ul>
<li>Estrictamente hablando, el almacenamiento debe estar replicado en las diferentes localizaciones. La idea es que el sitio físico donde reside el almacenamiento no sea un punto único de fallo.</li>
<li>El Failover Cluster de Windows Server 2008 ha sido rediseñado a nivel de almacenamiento y red para soportar este tipo de entornos. En particular sus modelos de quorum permiten una arquitectura del almacenamiento &#8220;shared nothing&#8221;, en la que la replicación de la información se realiza por algún medio más o menos ajeno al cluster. En un extremo tendríamos las soluciones tipo Database Mirroring, Log-shipping etc. (como la de los clústeres CCR de Exchange 2007) y en el otro la pura replicación hardware. En este último caso hay que tener en cuenta una máxima de cajón. La velocidad de la replicación debe ser mayor o igual que la velocidad a la que el nodo escribe datos en el almacenamiento.</li>
<li>Debe existir un componente software que medie entre el cluster y el almacenamiento para decidir en que sentido debe realizarse la réplica, y tomar la acciones necesarias en caso de fallo o movimiento manual de los recursos.</li>
<li>La arquitectura de Hyper-V le hace agnóstico de toda esta película. Mientras que en el otro nodo el almacenamiento sea a todos los niveles idéntico, todo lo que espera Hyper-V es que alguien le presente los ficheros necesarios para continuar moviendo la máquina virtual.</li>
<li>Esta solución es cara. Y hay quien pregunta por algo similar, pero sin el coste asociado. Existen diferentes soluciones de replicación de datos a nivel software (podríamos imaginar, solo imaginar, una replicación de datos a base de robocopys <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  ), pero dudo muchas de ellas lleguen a cumplir todas y cada una de las condiciones anteriores. Por tanto, se parecerán mucho más a una solución de backup que a un geocluster. Y en estos casos conviene preguntarse quién y como garantiza la consistencia de los datos copiados. Prometo investigar.</li>
</ul>
<p>Para hacernos una idea de soluciones de este tipo, <a href="http://www.windowsservercatalog.com/results.aspx?&#38;chtext=&#38;cstext=&#38;csttext=&#38;chbtext=&#38;bCatID=1293&#38;cpID=0&#38;avc=10&#38;ava=0&#38;avq=0&#38;OR=1&#38;PGS=25&#38;ready=0" target="_blank">he aquí una lista</a>, que francamente no he repasado y no sé cuantas de ellas pueden aplicar a Hyper-V y Windows Server 2008.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Guest Clustering</span></strong></p>
<p>Llegados a este punto, cabe preguntarse acerca de la necesidad o no de montar un cluster virtual. Por un lado, si el failover cluster se inventó principalmente para proteger a las cargas de trabajo ante un eventual fallo del hardware físico, y no solamente ya no tenemos hardware físico que se rompa sino que además ese &#8220;hardware virtual&#8221; se puede beneficiar de las tolerancia a fallos del host de virtualización que lo sustenta, ¿que ganamos?. Si la VM ya tiene alta disponibilidad, ¿para que rizar el rizo?. Pero por otro, ¿quien nos defiende ante un fallo que suceda a nivel de sistema operativo o aplicación dentro de la máquina virtual?. Y además, si tengo clusteres físicos en producción, ¿por qué no beneficiarme de las ventajas de la virtualización en los entornos de pre-producción y pruebas y desarrollo equivalentes?. Resumiendo, el &#8220;host clustering&#8221; de VMs reduce pero no elimina la necesidad de usar &#8220;guest clustering&#8221;.</p>
<p>Antes de meternos a ver cómo se montan en Hyper-V, es conveniente repasar la manera en que hace en Virtual Server y en otras soluciones de virtualización. En esos entornos se <span style="text-decoration:underline;">emular</span> una controladora SCSI que soporte bus sharing (la Adaptec 7870 para mas señas en el caso de Virtual Server, y en otros casos LSI, BusLogic, etc.), y que, en resumidas cuentas, pueda realizar las operaciones descritas <a href="http://support.microsoft.com/kb/309186/en-us" target="_blank">en este artículo de la Knowledge Base</a>. Pues bien, el diseño del Failover Cluster de Windows Server 2008 se lleva a cabo teniendo en cuenta las necesidades de los modernos entornos de almacenamiento compartido, y no soporta más el tradicional bus SCSI. Me sorprendería mucho que alguien montara un cluster virtual de Windows Server 2008 (que efectivamente funcione, no que termine el el proceso de configuración) usando las controladoras emuladas arriba citadas.</p>
<p>La controladora SCSI que se usa en Hyper-V <span style="text-decoration:underline;">no es una emulada sino sintética</span>, es decir, no es una implementación software de una ninguna controladora SCSI que exista o existió en el mercado. Y no soporta bus sharing, lo que la hace incapaz de soportar un cluster de Windows 2000 Server o Windows Server 2003. Mis sospechas (personales) es que si el clustering a través de SCSI no se soporta en Windows Server 2008, simplemente no se ha invertido en este sentido en la controladora SCSI sintética de Hyper-V.</p>
<p>¿Cómo se hace pues un cluster virtual en Hyper-V?. Pues a través de una tecnología bien soportada en Windows 2000, 2003 y 2008. Usando iSCSI. Para ello necesitamos dos piezas:</p>
<ul>
<li>El iSCSI Initiator en el sistema operativo de la máquina virtual. Windows Server 2008 lo lleva de serie, y para Windows 2000 SP4 y Windows 2003 se puede descargar de <a href="http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=12cb3c1a-15d6-4585-b385-befd1319f825&#38;DisplayLang=en" target="_blank">aquí</a>.</li>
<li>Almacenamiento que sea capaz de exponer sus LUNs mediante iSCSI o un &#8220;iSCSI Target&#8221; por software. Muchas de las cabinas modernas soportan tanto Fiber Channel con iSCSI, y hay también servidores de especializados de almacenamiento que exponen su almacenamiento a través de iSCSI. Tal es el caso de Windows Unified Data Storage Server 2003 (Windows Server Storage Server 2003 R2), que incluye una evolución de Wintarget que comercializaba String Bean Software.</li>
</ul>
<p>Esto tiene bajo mi punto de vista una ventaja y un inconveniente. La ventaja es que el almacenamiento se le presenta directamente a la VM, y solo nos tendremos que preocupar de optimizar las tarjetas de red virtuales y las del host físico, ya que obviamente estamos encapsulando comandos SCSI sobre Ethernet lo que debe ser tenido en cuenta a la hora de dimensionar la solución. El inconveniente es que a fecha de hoy el almacenamiento iSCSI no es tan frecuente como el Fiber Channel, y los buenos iSCSI targets gratuitos escasean. En este sentido creo que vamos a asistir en los próximos años a la competencia entre la fibra y el cobre también en el campo del almacenamiento.</p>
<p>Bueno, menudo ladrillo. Y lo peor es que tengo la sensación de dejarme un montón de cosas en el tintero. Espero que al menos a alguien le resulte aclaratorio.</p>
<p><a href="http://blogs.technet.com/davidcervigon"></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jewelry Feature of the Week]]></title>
<link>http://thepinklocket.wordpress.com/2009/11/23/jewelry-feature-of-the-week-14/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 17:43:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>thepinklocket</dc:creator>
<guid>http://thepinklocket.wordpress.com/2009/11/23/jewelry-feature-of-the-week-14/</guid>
<description><![CDATA[Crystal Cocktail Ring This cocktail ring will be a definite standout on your hand. Compliments galor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_652" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.etsy.com/view_listing.php?listing_id=35115059"><img class="size-medium wp-image-652" title="Crystal Cocktail Ring" src="http://thepinklocket.wordpress.com/files/2009/11/crystal-cocktail-ring3.jpg?w=300" alt="Crystal Cocktail Ring" width="300" height="259" /></a><p class="wp-caption-text">Crystal Cocktail Ring</p></div>
<p>This cocktail ring will be a definite standout on your hand. Compliments galore is what you’ll receive when wearing this crystal clear cocktail ring. Ring is made from copper wire which is wrapped to create a circular band. Chunky stone is acrylic. Ring speaks, “Clean look with a statement!” Makes a great stocking stuffer, holiday or bridesmaids’ gift.</p>
<p>&#160;</p>
<p>FREE Shipping Worldwide.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Wire is copper 20 gauge. Stone is acrylic measure .75 in wide (approx 19.4mm). Ring sizes available 5, 6 or 7.</p>
<p>&#160;</p>
<p>~Kamilah C.</p>
<p><a title="www.thepinklocket.com" href="http://www.thepinklocket.com" target="_blank">www.thepinklocket.com</a></p>
<p><a title="www.thepinklocket.etsy.com" href="http://www.thepinklocket.etsy.com" target="_blank">www.thepinklocket.etsy.com</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[L'ambition nationale du Grand Paris, par Christian Blanc]]></title>
<link>http://patrick-guyennon.fr/2009/11/23/lambition-nationale-du-grand-paris-par-christian-blanc/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:51:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Patrick</dc:creator>
<guid>http://patrick-guyennon.fr/2009/11/23/lambition-nationale-du-grand-paris-par-christian-blanc/</guid>
<description><![CDATA[L&#8217;ambition nationale du Grand Paris, par Christian Blanc Le 23 novembre, j&#8217;ai présenté à]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<h3>L&#8217;ambition nationale du Grand Paris, par Christian Blanc</h3>
<p>Le 23 novembre, j&#8217;ai présenté à l&#8217;Assemblée le projet de loi qui sera l&#8217;acte I du Grand Paris. La veille, l&#8217;exposition des projets des dix équipes d&#8217;architectes-urbanistes, chargées par le président de la République d&#8217;imaginer l&#8217;urbanisme de la future métropole, fermera ses portes ; elle aura permis à un peu plus de 205 000 visiteurs de rêver aux visages possibles d&#8217;une ville-monde post-Kyoto. Ce projet de loi ne signera pas le passage du rêve à une réalité affaiblissant notre ambition. Car si nous avons tous le même grand désir et la même grande ambition, nous sommes aussi tous conscients du temps et des rythmes nécessaires pour transformer nos rêves en réalité.</p></blockquote>
<p><a title="L'ambition nationale du Grand Paris, par Christian Blanc" href="http://j.mp/4yt2Yp" target="_blank">Le Monde.fr</a></p>
<h3>Un chantier qui devrait s&#8217;achever autour de 2025</h3>
<ul>
<li>La <strong>Société du Grand Paris</strong>, créée par le projet de loi sur le Grand Paris, est chargée de la réalisation du métro. L&#8217;État sera majoritaire au conseil de surveillance où siègeront la Région et les huit départements d&#8217;Ile-de-France. Elle participera à l&#8217;aménagement des terrains autour des quelque quarante gares. L&#8217;État pourra signer des &#8220;contrats de développement territoriaux&#8221; sur ces zones avec les élus.</li>
<li>Le <strong>tracé du métro</strong> sera arrêté par décret en Conseil d&#8217;État après consultation des habitants par la commission nationale du débat public.</li>
<li>L&#8217;<strong>emplacement des gares</strong> sera connu fin 2010. Les travaux commenceront en 2013. Les premiers tronçons seront mis en service en 2017. Le chantier devrait être achevé autour de 2025.</li>
<li>Le <strong>coût de la construction du métro</strong> est estimé par Christian Blanc à 21 milliards d&#8217;euros. Il prévoit une dotation d&#8217;État de 4 milliards et un emprunt de 17 milliards remboursables en quarante ans.</li>
<li>Le <strong>projet de loi sur le Grand Paris</strong> crée l&#8217;établissement public d&#8217;aménagement du pôle scientifique du plateau de Saclay (Essonne).</li>
</ul>
<h3>Voir aussi</h3>
<ul>
<li><a title="Des économistes contestent le choix d'un développement fondé sur neuf pôles économiques." href="http://j.mp/4p155l" target="_blank">Le Monde.fr</a> &#8211; Grand Paris : faut-il croire au pari de Christian Blanc ?</li>
<li><a title="La discussion autour du projet de loi relatif au Grand Paris tend à mettre en cause son rabattement sur un schéma de transports, pour peser les vertus respectives d'un parcours aérien ou souterrain ou à incriminer son manque de vision globale pour l'Ile-de-France. Là n'est pas la question : au sein d'une &#34;République décentralisée&#34;, il n'est pas de la légitimité de l'Etat de définir cette vision. En revanche, il lui revient bien d'énoncer une stratégie de développement de la région-capitale, c'est-à-dire définir les conditions de sa contribution optimale à la performance de la France dans le contexte de la mondialisation." href="http://j.mp/79MhvZ" target="_blank">Le Monde.fr</a> &#8211; Le projet du Grand Paris n&#8217;est pas métropolitain, par Daniel Behar et Philippe Estebe</li>
<li><a title="Député PCF de Seine-Saint-Denis, Patrick Braouezec préside la communauté d'agglomération de Plaine Commune, qui regroupe Saint-Denis et sept autres communes." href="http://j.mp/7rGEkE" target="_blank">Le Monde.fr</a> &#8211; &#8220;On ne dit pas non au Grand Paris&#8221;</li>
<li><a title="Entre Christian Blanc et les architectes du Grand Paris, le torchon brûle." href="http://j.mp/91UwIE" target="_blank">Le Monde.fr</a> &#8211; Les architectes se sentent &#8220;comme le cresson autour du rôti&#8221;</li>
<li><a title="La région, l'Etat ou le gouvernement… Qui dirige la région Ile-de-France ?" href="http://j.mp/6kA03V" target="_blank">Le Monde.fr</a> &#8211; Le mille-feuille politique de la région-capitale</li>
<li><a title="A l'occasion d'un &#38;quot;chat&#38;quot; sur Le Monde.fr, mercredi, Roger Karoutchi, conseiller régional d'Ile-de-France, revient sur le projet de loi gouvernemental sur la création d'un Grand Paris." href="http://j.mp/52nJJz" target="_blank">Le Monde.fr</a> &#8211; Quel Grand Paris prépare Nicolas Sarkozy ?</li>
</ul>
<h3>Précédemment</h3>
<ul>
<li><a title="L’architecte et urbaniste répond point par point aux récentes prises de position de ses confrères Paul Chemetov et Jean Nouvel au sujet du Grand Paris." href="http://patrick-guyennon.fr/2009/11/13/michel-bourdeau-lhorizon-de-la-ville-nest-pas-un-mirage-darchitecte/" target="_self">Patrick Guyennon.fr</a> &#8211; Michel Bourdeau : “L’horizon de la ville n’est pas un mirage d’architecte”</li>
<li><a title="Dans une tribune exclusive adressée au Moniteur, l’architecte et urbaniste Paul Chemetov réagit aux propos de Jean Nouvel sur “l’ensablement” de la consultation sur le Grand Paris." href="http://patrick-guyennon.fr/2009/11/05/paul-chemetov-les-mirages-annonces-du-grand-paris-se-sont-dissipes/" target="_self">Patrick Guyennon.fr</a> &#8211; Paul Chemetov : “Les mirages annoncés du Grand Paris se sont dissipés”</li>
<li><a title="Il est urgent de retrouver l’ambition initiale et l’imagination collective." href="http://patrick-guyennon.fr/2009/10/20/le-projet-du-grand-paris-est-menace-de-senliser-dans-la-confusion-par-jean-nouvel/" target="_self">Patrick Guyennon.fr</a> &#8211; Le projet du Grand Paris est menacé de s’enliser dans la confusion, par Jean Nouvel</li>
</ul>
<h3>A lire !</h3>
<ul>
<li><a href="http://www.amazon.fr/gp/product/B0000DV24W?ie=UTF8&#38;tag=inme-21&#38;linkCode=as2&#38;camp=1642&#38;creative=19458&#38;creativeASIN=B0000DV24W">Paris et le désert français</a><img style="border:none!important;margin:0!important;" src="http://www.assoc-amazon.fr/e/ir?t=inme-21&#38;l=as2&#38;o=8&#38;a=B0000DV24W" border="0" alt="" width="1" height="1" />, par Jean-François Gravier (Flammarion, 1947)</li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Una ruina, 6 años de trabajo y...en la Ruina]]></title>
<link>http://casadobatan.wordpress.com/2009/11/23/una-ruina-6-anos-de-trabajo-y-en-la-ruina/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 14:03:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>casadobatan</dc:creator>
<guid>http://casadobatan.wordpress.com/2009/11/23/una-ruina-6-anos-de-trabajo-y-en-la-ruina/</guid>
<description><![CDATA[Al principio fue la ruina. Todo empezó, hace bastante más de 6 años,  cuando esto que veis en la fot]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong><em>Al principio fue la ruina.</em></strong><a href="http://casadobatan.wordpress.com/files/2009/11/dendeponte.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-119" title="Antiga" src="http://casadobatan.wordpress.com/files/2009/11/dendeponte.jpg?w=300" alt="" width="240" height="170" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Todo empezó, hace bastante más de 6 años,  cuando esto que veis en la foto quisimos que fuese nuestro sueño, nuestra aventura y nuestra vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Soñábamos con un alojamiento pequeño de tamaño pero grande de humanidad. Humilde, sencillo, distinto y un pelín anárquico.  Queríamos romper un poco con lo que por aquí veíamos e  ir un poco a nuestro aire.</p>
<p style="text-align:justify;">Sin ningún referente y sin ninguna experiencia en el sector nos embarcamos, con más ganas que sentido,  en tres largos, complicados, duros e intensos años de trabajo. Va para 6 años en que la ruina de la foto  se convertía en Casa do Batán.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>A continuación vino el trabajo.</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Hacemos un flashback&#8230;  y<em> </em>es recordar abrir un negocio  con luz de obra (y continuamos), trabajar sin linea telefónica, no tener web ni correo electrónico, ver las estancias de la casa vacías, simplemente con lo mínimo. Es recordar los nervios al recibir los primeros y segundos (y bastantes más) huéspedes, el caos de dos personas preparando los desayunos, el miedo a lo desconocido,  y tantas cosas.</p>
<p style="text-align:justify;">El tiempo, el trabajo y  las personas <a href="http://casadobatan.wordpress.com/files/2009/11/antiga-rest.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-125" title="antiga rest" src="http://casadobatan.wordpress.com/files/2009/11/antiga-rest.jpg?w=300" alt="" width="243" height="143" /></a>han sido nuestros maestros canteros que al igual que  en la foto han conseguido darle forma,  color y vida a lo que era una ruina.</p>
<p style="text-align:justify;">Internet y el viajar de una forma distinta fue nuestra revolución.</p>
<p style="text-align:justify;">Pasamos de tener un pequeño y humilde alojamiento, perdido en una esquina de mapa, con el que te dispones a vivir de una manera distinta tu vida a empezar a ser bombardeado por mil ideas&#8230;.</p>
<p style="text-align:justify;">Descubrimos páginas como <a href="http://notodohoteles.com/hoteles/Lugo/casa-do-batan">Notodohoteles</a> y a misteriosos personajes como Fernando Gallardo, al que nadie conoce, que nos hace ver la hotelería de otra forma.  Lo seguimos en su blog, vemos  el perfil de los hoteles de su web y de repente queremos estar ahí. Desconocemos sus baremos o niveles de exigencia pero nos gusta &#8220;el cliente misterioso&#8221;, como la mejor forma de que cada día nuestro trabajo sea el mejor y mejorable. Al final estamos en Notodohoteles, pero soñar con que nos visitase algún día el tal Fernando Gallardo, no dejaba de ser eso, un sueño.</p>
<p style="text-align:justify;">Desde un primer momento apostamos por la calidad y por la función crítica de los clientes. Queremos que opinen, que lo expresen públicamente como nuestra mejor dosis de motivación. Queremos tener retos diarios y no estancarnos..</p>
<p style="text-align:justify;">También descubrimos <a href="http://www.pqliar.com/hotel-lugo-hotel-casa-do-batan-497">pQliar</a>, una pequeña empresa gallega que apuesta, como dice su palabra, por la peculiaridad y con unos ideas muy claras de lo que es y lo que debe de ser el turismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Al final nos damos cuenta que no llega &#8220;dar lo que te gustaría recibir&#8221;, que tenemos  que ir más allá. Que no es cuestión de <em>Qs</em> o <em>espigas</em>, si no de ofrecer calidad y diferenciación. La estandarización nos anula y nos hace comunes.  No es cuestión de bajar (por no decir tirar) los precios, tendremos que buscar formulas para apostar por la calidad y mejora de los  servicios. Tenemos que ser capaces de ofrecer algo diferente, distinto. Ya no queremos que nuestros huéspedes estén como en casa  o mejor que en casa. Tenemos que conseguir que aquí estén y sientan algo completamente diferente. Hacia eso vamos&#8230;.</p>
<p style="text-align:justify;">Y todo eso lo vamos descubriendo  al entrar en contacto con gente que tiene la misma motivación que tú, que va en la misma dirección. Sin internet y las redes sociales estaríamos abocados a morir lentamente en nuestra esquinita del mapa. El uso de las redes sociales reconvierten la soledad del hotelero en una mesa redonda repleta de gente con ideas y proyectos. Y cuando entre tantos hay una sabia mente que nos puede llevar a<em> La Ruina</em> pues nos dejamos llevar encantados.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Y al final acabamos en </em><em>La Ruina</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://casadobatan.wordpress.com/files/2009/11/la-ruina-habitada.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-129" title="La Ruina Habitada" src="http://casadobatan.wordpress.com/files/2009/11/la-ruina-habitada.jpg?w=230" alt="" width="230" height="300" /></a><a href="http://www.laruinahabitada.com/">La Ruina Habitada</a> no solo es la vivienda de Fernando Gallardo y un boom arquitectónico a nivel internacional. Es el germen de una nueva arquitectura, de los sentidos, y en este caso aplicada a la hostelería.</p>
<p style="text-align:justify;">Ha sido el lugar de reunión y debate de jornadas hoteleras en pequeños grupos en los últimos años. Un lugar de expresión, comunicación y diálogo sobre el futuro de este sector.</p>
<p style="text-align:justify;">Todo esto, iniciado en pequeñas dosis, ha ido a más y de ahí  salen las jornadas de Jávea, en el pasado marzo,  y la que tenemos esta próxima semana en Solares.</p>
<p style="text-align:justify;">Aparte de un foro de debate y un clúster de innovación hotelera que se acaba de crear, ambos con el  nombre de La Ruina Habitada.</p>
<p style="text-align:justify;">Casa do Batán será una Ruina oficialmente el próximo lunes en Solares.</p>
<p style="text-align:justify;">Por cierto, los sueños a veces se hacen <a href="http://casadobatan.wordpress.com/2009/10/01/casa-do-batan-en-el-viajero/">realidad</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lethal cluster in Nacodoches, Texas]]></title>
<link>http://monotreme1000.wordpress.com/2009/11/22/lethal-cluster-in-nacodoches-texas/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 19:05:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>monotreme1000</dc:creator>
<guid>http://monotreme1000.wordpress.com/2009/11/22/lethal-cluster-in-nacodoches-texas/</guid>
<description><![CDATA[One of the signs that a more lethal H1N1 virus has evolved is a cluster of deaths. Two such clusters]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>One of the signs that a more lethal H1N1 virus has evolved is a cluster of deaths. Two such clusters have previously been reported, one in <a href="http://monotreme1000.wordpress.com/2009/07/27/fatal-cluster-in-indiana/" target="_blank">Indiana</a> and the other in <a href="http://monotreme1000.wordpress.com/2009/10/08/fatal-cluster-in-texas/" target="_blank">Austin, Texas</a>. However, in both cases, the clusters involved siblings. Hence, one could argue that a genetic susceptibility to flu viruses might be responsible for the fatal outcomes.</p>
<p>Now comes a report that two oil workers have died of pandemic H1N1. They were apparently not related to each other but were roommates.</p>
<p>From <a href="http://www.ktre.com/Global/story.asp?S=11550606" target="_blank">KTRE</a>, November 21, 2009</p>
<blockquote><p>A hospital spokesman has confirmed the second recorded H1N1 related death in Nacogdoches County. The 53-year-old oil rig worker from Enid, Oklahoma died Friday at 3:50 p.m.</p>
<p>The victim checked into Nacogdoches Memorial Hospital last week when he began experiencing severe symptoms.</p>
<p>This update follows the death of his roommate, a 55-year-old oil rig worker from Mississippi, who passed away Thursday morning as a result of H1N1.</p></blockquote>
<p>The deaths of two unrelated men within 24 hours of pandemic H1N1 suggests that they may have been exposed to a more lethal form of the disease.</p>
<p>It should go without saying that it is extremely urgent to sequence the virus that killed these two men to determine if it has mutated to a more lethal form. Isolates should be administered to ferrets to determine if virus is more lethal than other strains. I have been arguing for the need for this data for previous clusters. As far as I know, these obvious steps have not been taken. As a result, events may soon overtake experiments. The deaths of two unrelated men who were in close proximity strongly suggests that the fatalities were not due to host factors, but rather, a more lethal virus</p>
<p>Time is running out.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Math Pre-Ap/GT  November 20, 2009]]></title>
<link>http://poms6c.wordpress.com/2009/11/20/math-pre-apgt-november-20-2009/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 20:45:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>nhernand</dc:creator>
<guid>http://poms6c.wordpress.com/2009/11/20/math-pre-apgt-november-20-2009/</guid>
<description><![CDATA[Note to parents and students: Homework:  Study Vocabulary Words Chapter 3.  Test on Monday/Tuesday: ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#ff6600;">Note to parents and students:</span></p>
<p><span style="color:#ff6600;">Homework: </span></p>
<p><span style="color:#ff6600;">Study <span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#ff0000;"><strong>Vocabulary Words Chapter 3</strong></span></span>.  Test on Monday/Tuesday:   Nov. 23-24.  </span></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong><span style="color:#ff0000;">clustering, decimal, decimal point, equivalent decimals, expanded form, front-end-estimation, standard form</span>.  The student must be able to complete sentences with the above terms and define two of them.   </strong></span></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><span style="color:#ff0000;"><strong>Extra practice on page 165:  Vocabulary check #1-10.  </strong></span></span></p>
<p><span style="color:#ff6600;">Parents:  I have sent detailed progress report to any student with an average less than 80%.  If your child has less than 80% as average, there is special homework that must be completed:  Study Guide Intervention Workbook pages 19 through 23.  The student will receive extra points for completing those pages. </span></p>
<p><span style="color:#ff6600;">If there are any missing assignments, those must be completed ASAP.   I will not accept missing work after November 24.</span></p>
<p><span style="color:#ff6600;">TUTORIALS:  Mondays after school from 3:45 to 4:45 p.m.  **The school will not provide transportation after tutorials. </span></p>
<p><span style="color:#ff6600;">Have a great weekend!!</span></p>
<p><span style="color:#ff6600;"> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />                                              <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />                                           <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[oneworlday 2009 @ SP]]></title>
<link>http://conceptmj.wordpress.com/2009/11/20/oneworlday-2009-sp/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 04:56:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>conceptmj</dc:creator>
<guid>http://conceptmj.wordpress.com/2009/11/20/oneworlday-2009-sp/</guid>
<description><![CDATA[5 November 2009 marked the first ever &#8220;oneworlday&#8221; event in Singapore Polytechnic. And i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[5 November 2009 marked the first ever &#8220;oneworlday&#8221; event in Singapore Polytechnic. And i]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Yet another fail - Cluster Stock chart of the day ]]></title>
<link>http://alphafound.wordpress.com/2009/11/19/yet-another-fail-cluster-stock-chart-of-the-day/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 22:07:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tim Wood</dc:creator>
<guid>http://alphafound.wordpress.com/2009/11/19/yet-another-fail-cluster-stock-chart-of-the-day/</guid>
<description><![CDATA[ST. LOUIS (Alpha Found) &#8212; ClusterStock.com has a problem with the brains working up its charts]]></description>
<content:encoded><![CDATA[ST. LOUIS (Alpha Found) &#8212; ClusterStock.com has a problem with the brains working up its charts]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Caso: Analisis Multivariado en Variabilidad fenotipica]]></title>
<link>http://stadistikos.wordpress.com/2009/11/19/caso-analisis-multivariado-en-variabilidad-fenotipica/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 18:19:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>stadistikos</dc:creator>
<guid>http://stadistikos.wordpress.com/2009/11/19/caso-analisis-multivariado-en-variabilidad-fenotipica/</guid>
<description><![CDATA[Variabilidad fenotipica inter e intraespecífica en cuatro especies de lberodorcadion Breuning (Escar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Variabilidad fenotipica inter e intraespecífica en cuatro especies de lberodorcadion Breuning (Escarabajos)</strong></p>
<p>Se analiza la variabilidad en una serie de poblaciones que se distribuyen a l o largo de la Sierra de Guadarrama. Los caracteres utilizados han sido aquellos que separan las cuatro especies actualmente aceptadas, junto con otros que revelan el grado de apomorfismo de las poblaciones.</p>
<p>Se han estudiado un total de 1769 ejemplares, para cada individuo se han estudiado los ocho caracteres siguientes:</p>
<p>1. Extensión de las callosidades protorácicas<br />
2. Carencia de tomento en la sutura elitral<br />
3. Número de bandas elitrales<br />
4. Extensión de la superficie glabra de los élitros<br />
5. Proporción de formas carentes de tomento<br />
6. Número de bandas fusionadas<br />
7. Anchura de las bandas elitrales<br />
8. Número de bandas elitrales completas.</p>
<p>Los caracteres fueron medidos de forma cuantitativa, excepto los referentes a extensión de tomento (1,2,4,7). Estos, fueron codificados en los individuos como cualitativos multiestado ordenados, estableciendo al menos cuatro categorías correlativas, con el objeto de poder ser transformados directamente a cuantitativos (tomando valores de 1 a IOO), permitiendo de esta manera calcular una media entre todos los individuos. La exactitud del método no es tan significativa como las medidas cuantitativas, pero permite la incorporación de caracteres cualitativos a un análisis que precisa datos cuantitativos.</p>
<p>Con objeto de estudiar como se agrupan las poblaciones con respecto a los ocho caracteres, se ha llevado a cabo un análisis de componentes principales (ACP). Para ello, se ha tomado la totalidad de poblaciones con los valores medios para cada carácter, sin tener en cuenta a que especie pertenecen. Así se agrupan en el gráfico sin que tenga ningún peso la categoría taxonómica, pudiendo compararse posteriormente la identificación de cada grupo de poblaciones con los taxones descritos.</p>
<p>Aunque la distancia euclídea entre los distintos grupos que representan las poblaciones en el gráfico de ACP puede dar una idea de la mayor o menor semejanza entre las mismas, se ha llevado a cabo un análisis<br />
clúster UPGMA, utilizando el índice de Gower para el cálculo de la matriz de distancia, con objeto de cuantificar la distancia entre cada uno de los grupos de poblaciones. Entre la gran cantidad de índices de<br />
distancia y similitud existentes se ha utilizado el índice de Gower por permitir la utilización simultánea de caracteres binarios, cualitativos con más de dos estados y cuantitativos (DUNN &#38; EVERITT, 1982).</p>
<p>___________________<br />
Documento completo:<br />
<a href="http://stadistikos.wordpress.com/files/2009/11/variabilidad-fenotipica.pdf">Variabilidad fenotipica</a></p>
<p>﻿</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ladybird madness!]]></title>
<link>http://steveshark.wordpress.com/2009/11/19/ladybird-madness/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 16:59:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>steveshark</dc:creator>
<guid>http://steveshark.wordpress.com/2009/11/19/ladybird-madness/</guid>
<description><![CDATA[I&#8217;ve seen ladybirds hibernating before &#8211; usually singly, and occasionally in pairs ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>I&#8217;ve seen ladybirds hibernating before &#8211; usually singly, and occasionally in pairs &#8211; but never in clusters.</p>
<p>Here&#8217;s 16 of them, all huddled together on the side of the capstone on top of the churchyard gate pillar outside my house:</p>
<p><a href="http://steveshark.wordpress.com/files/2009/11/20091119_2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3311" title="20091119_2" src="http://steveshark.wordpress.com/files/2009/11/20091119_2.jpg?w=300" alt="" width="359" height="351" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Distopie]]></title>
<link>http://babylonoise.wordpress.com/2009/11/19/distopie/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 11:10:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>babylonoise</dc:creator>
<guid>http://babylonoise.wordpress.com/2009/11/19/distopie/</guid>
<description><![CDATA[Parte a valului de muzica, aparut in Gemania la sfarsitul anilor 70, Cluster au in 2009 un nou album]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://static.rateyourmusic.com/lk/f/a/137c2306347fa36992db766cd45c0d8e/1049309.jpg" alt="" /></p>
<p>Parte a valului de muzica, aparut in Gemania la sfarsitul anilor 70, Cluster au  in 2009 un nou album, Qua. Centrat pe aceeasi explorare a distopiei, a sunetelor venite parca din spatiul cosmic, crescute din gene straine, LP-ul e imbinarea perfecta intre arpegiile minimale la pian ale lui Roedelius si frazele electronice ambientale ale lui Moebius. E muzica care se afla dincolo de praful interstelar, dupa ce ai calatorit prin galaxii, dincolo de linistea cosmica.<br />
<a href="http://babylonoise.wordpress.com/files/2009/11/11-gissander.mp3">Cluster &#8211; Gissander</a><br />
<span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fbabylonoise.wordpress.com%2Ffiles%2F2009%2F11%2F11-gissander.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span></p>
<p>Dieter Moebius, unul dintre membrii Cluster, are si un album solo &#8211; Kram, in care experimenteaza mai mult, interpoland ritmurile recente cu sunete psihedelice produse de diverse sintetizatoare (foloseste chiar si Kaossilator). De remarcat e ca, desi muzica e in esenta ritmica, si sunt influente contemporane (8-bit music, dnb, techno), structura nu e orientata pe ritmul in sensul popular al cuvantului, e mult mai libera, in stilul primelor albume de krautrock. Iti lasa mintea sa zboare departe. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
<a href="http://babylonoise.wordpress.com/files/2009/11/04-dauert.mp3">Dieter Moebius &#8211; Dauert</a><br />
<span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fbabylonoise.wordpress.com%2Ffiles%2F2009%2F11%2F04-dauert.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DIY: VW Golf/Jetta mk3 dash color change]]></title>
<link>http://callmemagic.wordpress.com/2009/11/15/mk3-dash-color/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 20:55:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>kabutto</dc:creator>
<guid>http://callmemagic.wordpress.com/2009/11/15/mk3-dash-color/</guid>
<description><![CDATA[Not being too happy about my VW MK3&#8217;s OEM green lighting, I decided that I want it to be white]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Not being too happy about my VW MK3&#8217;s OEM green lighting, I decided that I want it to be white]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[catatan: gpfs on windows node]]></title>
<link>http://parasatria.wordpress.com/2009/11/15/catatan-gpfs-on-windows-node/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 10:29:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>m teguh satria</dc:creator>
<guid>http://parasatria.wordpress.com/2009/11/15/catatan-gpfs-on-windows-node/</guid>
<description><![CDATA[Here&#8217;s a general installation procedure Create AD Domain User account &#8220;root&#8221; Add r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Here&#8217;s a general installation procedure Create AD Domain User account &#8220;root&#8221; Add r]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[UN 2010 Menerapkan Sistem Silang?]]></title>
<link>http://adifia.wordpress.com/2009/11/15/un-2010-menerapkan-sistem-silang/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 09:34:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>adifia</dc:creator>
<guid>http://adifia.wordpress.com/2009/11/15/un-2010-menerapkan-sistem-silang/</guid>
<description><![CDATA[Mantan Ketua Badan Standar Nasional Pendidikan (BSNP), Prof. Dr. Mungin Eddy Wibowo, M.Pd., Kons. me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" title="bsnp" src="http://bsnp-indonesia.org/id/wp-content/themes/bsnp/images/logo.gif" alt="" width="250" height="80" />Mantan Ketua Badan Standar Nasional Pendidikan (BSNP), Prof. Dr. Mungin Eddy Wibowo, M.Pd., Kons. mengatakan, dalam penyelenggaraan Ujian Nasional (UN) 2010 mendatang, sistem silang antarsekolah akan diterapkan untuk para peserta UN dari kalangan SMA dan MA.</p>
<p>“Dalam penyelenggaraan UN tahun-tahun sebelumnya, sistem  silangantarsekolah diterapkan untuk pengawas UN yang berasal dari guru, sedangkan untuk tahun ini justru murid-murid peserta UN yang akan disilang dengan sekolah lain,” katanya, Rabu (11/11).</p>
<p>Ia mengatakan, dengan sistem silang tersebut dapat dipastikan tidak ada peserta yang mengerjakan soal UN di sekolahnya sendiri, namun sistem silang tersebut akan diterapkan antarsekolah yang tidak berjarak terlalu jauh untuk memudahkan para siswa.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more-->Nantinya, kata dia, sekolah-sekolah akan dikelompokkan berdasarkan wilayah tertentu. Setiap kelompok akan berisi 4-5 sekolah dan sistem silang antar-sekolah itu akan diterapkan dalam masing-masing kelompok untuk memudahkan peserta dalam mengikuti UN.</p>
<p style="text-align:justify;">“Apabila peserta UN disilang dengan sekolah lain yang berjarak relatif jauh, tentunya akan kesulitan, baik dalam hal transportasi maupun biaya, sehingga dikhawatirkan akan menyulitkan dan membebani mereka,” kata dia.</p>
<p style="text-align:justify;">Menurut dia, sistem silang itu hanya diterapkan untuk siswa SMA dan MA, sementara peserta UN dari SMA Luar Biasa (SMALB), SMK, SMP tetap melangsungkan UN seperti sistem yang digunakan pada tahun lalu, yang menerapkan silang antar-sekolah untuk pengawas.</p>
<p style="text-align:justify;">Berkaitan dengan penyilangan peserta UN untuk SMA dan MA tersebut, ia mengatakan, dalam praktiknya nanti kemungkinan akan ada siswa SMA dan MA yang mengerjakan soal UN dalam satu ruangan, namun menurut dia hal itu tidak akan menyulitkan distribusi soal.</p>
<p style="text-align:justify;">“Materi UN untuk SMA dan MA sama persis untuk bidang IPA dan IPS, kecuali untuk siswa MA yang mengambil jurusan keagamaan, namun nantinya akan dibuat suatu sistem yang mengatur tentang distribusi soal untuk mengatasi kesulitan semacam itu,” katanya.</p>
<p style="text-align:justify;">Ditanya tentang alasan penerapan sistem silang antarsekolah untuk peserta UN itu, ia mengatakan, sistem tersebut diterapkan untuk meminimalisasi tindak kecurangan yang dilakukan oleh guru dan pihak sekolah yang banyak ditemui dalam pelaksanaan UN tahun sebelumnya.</p>
<p style="text-align:justify;">“Dengan sistem itu, para siswa akan termotivasi untuk belajar lebih giat, karena masing-masing peserta tidak mengenal satu sama lain, sehingga potensi tindak kecurangan dengan bekerja sama dalam mengerjakan soal akan berkurang,” kata Mungin.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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