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	<title>cmtc &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/cmtc/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "cmtc"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 13:42:20 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[chiropracty, lentils, conference]]></title>
<link>http://2sisters1mama.wordpress.com/2009/06/24/chiropracty-lentils-conference/</link>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 23:11:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Wendy</dc:creator>
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<description><![CDATA[A fabulous chiropractor when my SI joint needs to venture out on its own, and not in a good way. Ivo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-886" title="ivory lentil pancakes" src="http://2sisters1mama.wordpress.com/files/2009/06/ivory-lentil-pancakes.jpg?w=300" alt="ivory lentil pancakes" width="300" height="232" />A fabulous chiropractor when my SI joint needs to venture out on its own, and not in a good way.</p>
<p>Ivory lentil (urad dahl) pancakes with lime pickle and stir fry for a truly yummy share-feast.</p>
<p>The knowledge worker, closed up tight in his at-home office, uttering muttering iterating reiterating blathering ranting in-the-mirror rehearsing dancing out his co-convenor brilliance for tomorrow&#8217;s <a href="http://vre.upei.ca/cmtc/node/180">conference</a>.</p>
<p>posted by Wendy</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Experiência Antropológica 2: transporte coletivo]]></title>
<link>http://brunacelia.wordpress.com/2009/02/14/experiencia-antropologica-2-andar-de-onibus/</link>
<pubDate>Sat, 14 Feb 2009 21:16:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>brunacelia</dc:creator>
<guid>http://brunacelia.wordpress.com/2009/02/14/experiencia-antropologica-2-andar-de-onibus/</guid>
<description><![CDATA[Como atualmente quero ser uma pesquisadora nata (não de nata, eca), venho registrar uma experiência ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Como atualmente quero ser uma pesquisadora nata (não de nata, eca), venho registrar uma experiência etnográfica: andei de ônibus no dia da prova do mestrado (quem dera tivesse que andar só nesse dia&#8230;). Ônibus vazio, lálálá, umas 3 pessoas além de mim. Sentei num banco mais elevado para receber o vento que entrava pela janela que, não sei explicar porque (deve ser para nenhuma criança pular&#8230;) fiam lá em cima, deixando a temperatura interna daquela caixa de metal cada vez mais alta. Nos bancos ao lado do meu, vi um texto escrito à caneta. Não resisti e tirei uma foto. (claro que as três pessoas que estavam lá dentro não entenderam nada&#8230; &#8211; nem precisavam entender, né&#8230;).</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-681 aligncenter" title="onibus GYN" src="http://brunacelia.wordpress.com/files/2009/02/dsc01261.jpg" alt="onibus GYN" width="336" height="252" /></p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;ÔNIBUS NOVOS. Maquiagem para sistema obsoleto.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Eu pensei: pronto. Isso dá uma pauta. E deu.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align:justify;">No ano passado, Goiânia recebeu 750 ônibus novos. Ao chegar aqui na época do natal, fiquei surpresa com a nova pintura que receberam, pois ficaram muito mais bonitos. Bonitos, tudo bem. Agora se eram funcionais ou não, só fui saber no dia que precisei.</p>
<p style="text-align:justify;">Não vi nada de diferente. Tive que esperar um pouco, utilizei meu sit-pass (o passaporte da felicidade &#8211; veja o <a href="http://www.sitpass.com.br/" target="_blank">site</a>) e cheguei ao meu destino com tranquilidade. Não tive do que reclamar. Mas tenho meus motivos. Agora moro numa casa nova, perto da linha de um ônibus que vai pra vários lugares.</p>
<p style="text-align:justify;">Gostei de saber que todos os ônibus novos têm um elevador para dar acesso aos portadores de mobilidade reduzida (no caso, cadeirantes). Isso me impressionou, pois até então era raro ver alguém com &#8220;mobilidade reduzida&#8221; tentando andar de ônibus, pois isso era praticamente impossível devido ao número reduzidíssimo de ônibus adaptados.</p>
<p style="text-align:justify;">Agora é muito mais fácil topar com alguém que precise desses elevadores (ontem mesmo vi um menino). Mas com uma ressalva: o acesso não é tão simples assim. O motorista tem que descer do ônibus, apertar um controle remoto, esperar o elevador descer (a porta do meio serve com elevador) e depois que a pessoa e sua cadeira forem acomodados, o motorista aciona o controle novamente e volta para a direção do veículo. O acompanhante dessa pessoa encaixa a cadeira num lugar apropriado, prende com um sinto de segurança e pronto, a viagem continua. Só penso que o sistema deveria ser mais ágil do que vi.</p>
<p style="text-align:justify;">Porém, é muito bom ver um sistema novo, funcionando, com câmeras de segurança (ainda não sei se funcionam mesmo), iluminação interna nova, itinerário digital e motor eletrônico (veja o <a href="http://www.rmtcgoiania.com.br/cronograma.html" target="_blank">cronograma</a> de instalação completa do sistema). Tanta tecnologia deve servir para algo, né?</p>
<p style="text-align:justify;">Bom, acredito que sim, que deveria servir. No entanto, a pessoa que tirou a foto acima parece discordar. Eu não acredito que o sistema seja &#8220;obsoleto&#8221;, pois essa palavra quer dizer:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Obsoleto</strong><br />
Datação<br />
1752-1797 cf. PerObs</p>
<p style="text-align:justify;">Acepções<br />
■ adjetivo<br />
1    que já não se usa; arcaico, antigo<br />
2    fora de moda; ultrapassado, antiquado</p>
<p style="text-align:justify;">Não acho que o sistema seja obsoleto, pois traz uma tecnologia nova, que mesmo não sendo a última inventada, é nova. Não é fora de moda, muito pelo contrário. Não são todas as cidades no Brasil que utilizam um sistema digital como esse, aliás, em muitas cidades ainda é possível encontrar o cobrador para quem você tem que pagar sua passagem.</p>
<p style="text-align:justify;">Em Goiânia já utilizam o sit-pass (passaporte da felicidade) que evita a transação de dinheiro no interior do ônibus, o que reduziu os assaltos (reduziu empregos também, mas isso já é tema para outro post). E o sistema não é arcaico, aliás, muitas cidades têm projeto de modernização da frota (<a href="http://www.procuradoria.campos.rj.gov.br/noticia.php?id=14407" target="_blank">Campos dos Goyatacazes-RJ</a>, <a href="http://indexet.gazetamercantil.com.br/arquivo/2002/02/18/70/Empresas-de-onibus-de-Porto-Alegre-modernizam-frota.html" target="_blank">Porto Alegre-RS</a>, <a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=10788" target="_blank">São Paulo-SP</a>, etc.) há muito tempo.</p>
<p style="text-align:justify;">Sugiro ao autor do texto mostrado na foto acima (não creio que ele vá ler esse blog), pare e repense suas atitudes. Quer se expressar porque o sistema de transporte não está bom? Vá aos órgãos competentes e reclame (informações no site da <a href="http://www.goiania.go.gov.br/index1.htm" target="_blank">Prefeitura de Goiânia</a> &#8211; ou acesse o site da própria <a href="http://www.rmtcgoiania.com.br/" target="_blank">Rede Metropolitana de Transporte Coletivo</a>), afinal é você que paga sua passagem e tem todo direito de reclamar. Agora pegar uma caneta e danificar o banco de um ônibus recém-reformado ou trocado? Isso é vandalismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Para piorar, ontem entrei em outro ônibus e vi escrito num banco: &#8220;Vanessa. H-T-A&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Sem comentários&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Da próxima vez vamos definir o que significa ser fora de moda, né&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exposição "Memórias e caminhos..." lotada na tarde deste sábado]]></title>
<link>http://sponibus.wordpress.com/2008/09/28/exposicao-memorias-e-caminhos-lotada-na-tarde-deste-sabado/</link>
<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 03:12:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leo Zanon</dc:creator>
<guid>http://sponibus.wordpress.com/2008/09/28/exposicao-memorias-e-caminhos-lotada-na-tarde-deste-sabado/</guid>
<description><![CDATA[Encontrei o senhor José sentado no banco do bonde Camarão. &#8220;Já andei bastante neste aqui. Subi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://sponibus.files.wordpress.com/2008/09/bonde.jpg"><img class="size-full wp-image-104 alignleft" title="bonde" src="http://sponibus.wordpress.com/files/2008/09/bonde.jpg" alt="" width="266" height="188" /></a>Encontrei o senhor José sentado no banco do bonde Camarão. &#8220;Já andei bastante neste aqui. Subia a Angélica, ia para Pinheiros&#8230;&#8221; relembra o passageiro. Conversamos um bocado enquanto as crianças lá dentro queriam mexer nas poucas partes mais frágeis do bonde elétrico com interior quase todo em madeira, luminárias de vidro e botões de campainha elétrica em cada uma das colunas. &#8220;Não pode mexer aí!&#8221; reclamou a guia com a criançada fuçando no recipiente de vidro onde era guardado o dinheiro da tarifa. &#8220;aí também não!&#8221;, disse ela voltando-se para mim, quando eu e o sr. José tentávamos mexer na janela tipo guilhotina.</p>
<p>A exposição promovida pela prefeitura e montada no Parque do Ibirapuera sobre a história do transporte coletivo da capital esteve lotada na tarde deste sábado, 27 de setembro. O mais disputado dos carros para visita era o ônibus de dois andares, o fofão (ou dose dupla). Havia uma grande fila para entrar, e os visitantes tinham que ser rápidos lá dentro para conhecer o apertado piso superior do carro.</p>
<p>Mas deixamos a jóia para o final. Antes, subimos no confortável trólebus da CMTC e no ônibus modelo Monika, este quase todo forrado de estofamento azul, tanto os bancos como painel e até o capô interno do motor. &#8220;Vamos entrar pelo lado certo&#8221;, disse o sr. José, referindo-se aos diferentes lados pelos quais se entrava e saía dos coletivos em épocas diferentes. &#8220;Antigamente o pessoal entrava por trás, saía e não pagava. Eu mesmo já fiz isso!&#8221;, revelou outro visitante enquanto andávamos pelo Monika, cuja entrada era por trás.</p>
<p><a href="http://sponibus.files.wordpress.com/2008/09/bonde2.jpg"><img class="size-full wp-image-105 alignleft" title="bonde2" src="http://sponibus.wordpress.com/files/2008/09/bonde2.jpg" alt="" width="234" height="170" /></a>Todos os veículos presentes puderam ser vistos por dentro, com exceção do Papa-móvel. Mas os modelos mais recentes (Padron, Mondego e Busscar trólebus), apesar de modernos, grandes, coloridos, não chamaram tanta atenção do público, possivelmente porque a maior parte das pessoas não passa horas muito agradáveis dentro desses veículos durante todas as outras semanas do ano.</p>
<p>Muitas fotografias (quase um rolo inteiro) depois, eu e o sr José resolvemos encarar a fila para o dois-andares. Ambos confessamos nunca ter andado num daqueles, mas a breve visita propiciou sabermos o barulho das pessoas no andar de cima, os bancos cinza parecidos com os dos vagões de metrô e pouca altura do teto, principalmente no andar de cima, onde todos precisavam andar curvados (no &#8220;térreo&#8221;, apenas eu raspei a cabeça&#8230;) Disse a ele que era o principal motivo para eu ter vindo, e parece que foi o principal motivo boa parte dos outros visitantes: horas depois, quando saía de uma exposição do <a href="http://www.mac.usp.br/mac/menuInterno.asp?op=1">MAC USP</a>, às 17h30, ainda havia fila no dose-dupla.</p>
<p>Dentro do Mondego (articulado da Caio), encontrei Alex, um busólogo que monta miniaturas. Ele fotografava o carro por dentro com um telefone celuar, e me mostrou fotos de suas miniaturas. Espero em breve poder mostrar o trabalho dele aqui no blog. E ele não era o único. Muitas máquinas fotográficas também captaram os carros e os tótens com as informações. Alguns também anotavam textos, guardando as placas com informações.</p>
<p>Após um lanche (pago pelo sr. José, que nem me conhecia, mas fez questão de pagar, me deixando sem jeito- obrigado novamente!), voltamos para a exposição para ver o bonde de tração animal. Meu colega de visita não gostou do fato de apenas dois animais puxarem o carro onde viajavam pelo menos dez pessoas: &#8220;coitados dos animais, é muito peso para apenas dois&#8221;.</p>
<p>Este bonde de tração animal, apesar de ser uma réplica, não tinha isto explicado em seu tóten. Considerei uma falha, já que a exposição propôs uma retomada da história dos transportes, e não um parque de diversões. Um breve aviso não faria mal algum, pelo contrário.</p>
<p>Despeço-me do Sr. José pouco antes das 16h. Dou e-mail e endereço aqui do Blog, e garanto que, assim que reveladas, enviarei as fotos. Aos demais internautas, também será preciso esperar um pouco pelas imagens. Por enquanto publicarei apenas o postal recebido na exposição.<br />
Lembro também que ainda há tempo para ver pessoalmente a exposição, que vai até este domingo, 28 de setembro.</p>
<p>Páginas relacionadas:<br />
ônibus de dois andares<br />
<a href="http://losguatemaltecos.blogspot.com/2007/04/janio-quadros-e-seus-coletivos.html">Los Guatemaltecos</a><br />
<a href="http://www.saopaulominhacidade.com.br/list.asp?ID=2137">São Paulo minha cidade</a><br />
exposição:<br />
<a href="http://www.sptrans.com.br/sptrans08/noticias/materias/2008/setembro/24_exposicao_Ibirapuera.asp">SPTrans</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Memórias e Caminhos do Transporte Coletivo"]]></title>
<link>http://sponibus.wordpress.com/2008/09/24/memorias-e-caminhos-do-transporte-coletivo/</link>
<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 18:07:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leo Zanon</dc:creator>
<guid>http://sponibus.wordpress.com/2008/09/24/memorias-e-caminhos-do-transporte-coletivo/</guid>
<description><![CDATA[Esse é o nome da exposição que está rolando esta semana no Parque do Ibirapuera. Li no Jornal do Ôni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" src="http://farm4.static.flickr.com/3260/2554761364_55de730237_m.jpg" alt="" width="154" height="226" />Esse é o nome da exposição que está rolando esta semana no Parque do Ibirapuera. Li no Jornal do Ônibus sobre o evento, que é gratuito e vai até o dia 28 (domingo). A matéria no <a href="http://portal.prefeitura.sp.gov.br/noticias/sec/transportes/2008/09/0091">site da prefeitura</a> promete vários carros, desde o bonde a cavalo até o busão articulado. Pena que boa parte dos ônibus e bondes antigos parece ter vindo do <a href="http://sponibus.wordpress.com/2008/05/05/no-museu-do-transporte-publico/">Museu do Transporte Público</a> (as fotos da matéria da prefeitura são de lá), perdendo um pouco do ineditismo da exposição, para quem já conhece o museu. Ainda assim, o <a href="http://www.sptrans.com.br/sptrans08/fotos_exposicao/fofao.jpg">ônibus de dois andares</a> é motivo mais que suficiente para uma visita, pois até onde sei não está no Museu. Os ônibus atuais completam a exposição, embora devam ser a parte mais &#8220;chata&#8221; para quem anda nesses modelos quase todos os dias.</p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>Serviço<br />
Memórias e Caminhos do Transporte<br />
Parque do Ibirapuera – Arena de Eventos<br />
De 22 a 28 de setembro de 2008<br />
Horário: 2ªfeira, das 15 às 18 horas, <br />
                 3ª a 6ªfeira, das 8 h às 18 h <br />
                 sábado e domingo, das 8 h às 19 h<br />
Informações sobre a exposição<br />
no telefone 0800-7710118</strong></p>
<p>Com informações do site da <a href="http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/transportes">Prefeitura</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Na Mooca, o último dos bondes]]></title>
<link>http://sponibus.wordpress.com/2008/06/05/na-mooca-o-ultimo-dos-bondes/</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 22:12:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leo Zanon</dc:creator>
<guid>http://sponibus.wordpress.com/2008/06/05/na-mooca-o-ultimo-dos-bondes/</guid>
<description><![CDATA[Não fiquei contente em ver um monte de ônibus e bondes estacionados no Museu do Transporte Público, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Não fiquei contente em ver um monte de ônibus e bondes estacionados no Museu do Transporte Público, e desci do metrô no meio do caminho&#8230;</p>
<p>Saindo da estação Bresser-Mooca e seguindo à direita após as catracas, acompanhando o muro do metrô, podem ser vistos os últimos vestígios de um veterano do transporte em São Paulo. Os trilhos, ainda no chão, são o caminho que o último bonde paulistano percorre aos domingos, entre a estação do Metrô e o Memorial do Imigrante.<img style="vertical-align:baseline;" src="http://farm4.static.flickr.com/3096/2554761170_c155241a7a_o.jpg" alt="O último dos bondes" width="456" height="304" /></p>
<p>O velho carro já não trabalha pesado como antigamente. Só anda aos domingos, passeando nos trilhos gastos. Nos bancos, crianças e adultos que não viveram nos tempos em que os bondes eram presentes em muitas partes de São Paulo.</p>
<p>Até 1968, ano da desativação do sistema, os trilhos se extendiam por centenas de quilômetros, quase dez vezes mais que o metrô possui atualmente. Para a última viagem de linha comercial, autoridades a bordo e matéria &#8220;New journalism&#8221; em O Cruzeiro (a matéria pode ser lida em um mural no Museu do Transporte Público).</p>
<p>Os atuais motorneiros vestem roupa e quepe antigos da CMTC e da São Paulo Railway. Trabalham voluntariamente para contar um pouco da história do transporte paulistano. Entre os voluntários está o Sr. Cecílio, aposentado como trabalhador da rodoviária e agora vendendo os bilhetes de passagem.</p>
<p>Cecílio explica que o bonde em que estamos andando não é paulistano &#8220;de nascença&#8221;, mas veio de Santos. Enquanto os bondes da CMTC eram vermelhos (apelidados de camarões), o nosso é verde. Além disso, o bonde já não é mais elétrico, como antigamente, agora é puxado por um motor de Fiat Tempra, que faz girar as engrenagens.</p>
<p>No fim da linha, de frente para o Metrô, uma palestra sobre o bonde e o agradecimento aos que pagaram 2 reais pelo ingresso, para a manutenção do carro. Na hora de voltar, não tem retorno. O encosto do banco é virado para o lado oposto, e o que era frente passa a ser traseira. O bonde retorna ao Memorial.</p>
<p>Além do bonde, o Memorial também tem passeios de Maria-Fumaça, também apenas aos domingos. O Memorial fica na Rua Visconde de Parnaíba, 1316. Mais detalhes do bonde, da Maria-fumaça e das outras atrações podem ser vistos no site <a href="http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/">http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/</a></p>
<p>Mais imagens do Museu do Transporte Público e do bonde da Mooca em <a href="http://www.flickr.com/sponibus">www.flickr.com/sponibus</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[No Museu do Transporte Público]]></title>
<link>http://sponibus.wordpress.com/2008/05/05/no-museu-do-transporte-publico/</link>
<pubDate>Mon, 05 May 2008 00:07:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leo Zanon</dc:creator>
<guid>http://sponibus.wordpress.com/2008/05/05/no-museu-do-transporte-publico/</guid>
<description><![CDATA[A primeira máquina que vejo é de 1963. Mas não é nenhum ônibus, vagão, bonde ou coisa do tipo. A máq]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A primeira máquina que vejo é de 1963. Mas não é nenhum ônibus, vagão, bonde ou coisa do tipo. A máquina em questão é de costura mesmo, uma Singer, utilizada nos bancos de ônibus da Companhia Municipal de Transportes Coletivos, a CMTC.</p>
<p>O Museu de Transporte Público “Gaetano Ferolla” é na verdade um museu dedicado à antiga CMTC, criada em 1946 para ser monopólio no transporte urbano da capital. O nome do museu é em homenagem ao seu criador, interessado em manter viva a história bondes e ônibus que rodaram pelas ruas da cidade.</p>
<p>O que se vê nas salas é basicamente o mobiliário e o maquinário da CMTC e de sua principal antecessora, a São Paulo Tramway Light and Power Company Limited.</p>
<p>Instrumentos de medição diversos, telefones, mesas e fotografias servem de aperitivo para aqueles que querem mesmo é ver os velhos transportes: bondes de tração animal, elétricos, trolebus e ônibus Diesel. Os carros, bem conservados, parecem mostrar uma São Paulo mais amigável em outras épocas. Grandes bancos laterais, de espuma, para quatro ou cinco pessoas, deixavam alguns daqueles carros com um ar de sala de visitas.</p>
<p>Junto aos avós e tios dos busões de hoje, alguns veículos de serviço da prefeitura em épocas passadas. Lado a lado, um velho ônibus e um Ford Landau.</p>
<p>O Landau perde em comprimento para o ônibus por coisa de um metro, ou um pouco a mais. Na largura também estão pau-a-pau (ambos não cabem nas faixas da Radial Leste perto do Centro da cidade), mas a diferença maior está no número de passageiros: Se não contarmos passageiros pendurados na porta de um ou vítimas de seqüestro no porta-malas de outro, o ônibus bate o Landau por uns 60 a 6. Dez vezes mais gente, pelo mesmo espaço na rua.</p>
<p>O Museu, infelizmente, não conta com novas peças a algum tempo. E parece não ter nem espaço para mais coisa. Também não há visitas monitoradas aos domingos, para dar informações adicionais às placas desatualizadas.</p>
<p>Da visita realizada neste 4 de maio, ficou a sensação de que a história do transporte público paulistano sofre da mesma falta de atenção que o sistema de transporte da cidade sempre sofreu.</p>
<p>Ainda assim vale a pena conhecer o Museu do Transporte Público. Ele fica na Av. Cruzeiro do Sul, 780 (é pertinho do metrô Armênia e não deve ser muito fácil estacionar por lá, então largue sua carroça em casa!). A entrada é gratuita. O telefone do Museu é (11)3315-8884. Conheça o site  do museu clicando <a href="http://www.sptrans.com.br/new05/conteudos/historia/museu.htm">aqui</a>.</p>
<p>***Em breve serão postadas fotografias do Museu***   <br />
 </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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