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	<title>cofina &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/cofina/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "cofina"</description>
	<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 14:48:09 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Ainda sobre o artigo do Jornal A Bola]]></title>
<link>http://3aneldaluz.wordpress.com/2009/06/24/ainda-sobre-o-artigo-do-jornal-a-bola/</link>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 08:56:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>3aneldaluz</dc:creator>
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<description><![CDATA[que aqui dei destaque, costuma dizer-se que pela boca morre o peixe. Afinal não era a Cofina a inter]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>que <a href="http://3aneldaluz.wordpress.com/2009/06/22/contra-informacao/">aqui</a> dei destaque, costuma dizer-se que pela boca morre o peixe. Afinal não era a Cofina a interessada em entrar na TVI mas sim a <a href="http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1388288&#38;idCanal=57">PT</a> detentora da MEO.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Contra-informação]]></title>
<link>http://3aneldaluz.wordpress.com/2009/06/22/contra-informacao/</link>
<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 09:29:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>3aneldaluz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Agora que a poeira começa a assentar, o Jornal A Bola, publica hoje os motivos que levaram com que o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Agora que a poeira começa a assentar, o Jornal A Bola, publica hoje os motivos que levaram com que o nome José Eduardo Moniz fosse equacionado para a liderança do Benfica. Chegam mesmo a invocar a dinastia Filipina como termos de comparação. Tudo por causa dos direitos de transmissão televisiva, cujo contrato com a Olivedesportos termina em 2013. Uma coisa é certa, já está mais que provado que os valores hoje contractualizados, estão muito áquem do real valor. Em relação à peça, que o jornal apresenta, é pura contra-informação.</p>
<p>Aqui fica a &#8220;notícia&#8221; que dá conta, desse assalto. Confesso que a parte que mais gozo me dá é quando José Manuel Delgado, refere &#8220;fontes altamente colocadas no clube da luz&#8221;. Sinceramente, este texto mais parece um ditado de uma qualquer escola primária.</p>
<p>Por José Manuel Delgado</p>
<p>In Jornal A Bola (22-06-09)</p>
<p>Entre 1580 e 1640, o reino de Portugal foi dirigido pela dinastia dos Felipes, ao mesmo tempo reis de Espanha. Quase cinco séculos volvidos, do lado de lá da fronteira o alvo não foi o comércio das especiarias nem a criação da Invencível Armada, mas a entrada, pela porta dos fundos, no Sport Lisboa e Benfica.</p>
<p>Agora que a poeira vai assentando começam a ficar mais nítidos os contornos que estiveram por de trás do aparecimento de José Eduardo Moniz como candidato à presidência do Benfica. Fontes altamente colocadas no clube da Luz contaram a A BOLA pormenores de uma operação bem gizada, que apenas não se concretizou por não ter sido reunido, em tempo útil, o dinheiro pedido pelo Grupo Prisa, detentor de parte do capital da Mediacapital/TVI, para vender as acções que detém, avaliadas em 500 milhões de euros.</p>
<p>A Prisa, grupo de comunicação espanhol com ligações ao Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) tem atravessado grandes dificuldades em virtude da crise mundial, facto que a levou a ver com bons olhos a alienação de parte importante da TVI. A Prisa em processo de fusão consumado com a Mediapro, outra entidade espanhola com interesses particulares nos direitos dos jogos de futebol, está a criar uma empresa mais dinâmica e vocacionada para este rentável nicho de mercado.</p>
<p>Há uns meses, a Prisa, numa fase aguda de dificuldades, aceitou vender por um valor ligeiramente mais baixo as acções avaliadas em 500 milhões de euros à Cofina, um dos principais grupos de media portugueses. A Cofina (que viu chumbada a sua pretensão de deter um «quinto canal»), para proceder a esta operação pediu um financiamento no valor total à Caixa Geral de Depósitos (CGD), que viria a chumbá-lo. Mais recentemente, a CGD fixou em 200 milhões de euros a verba com que estava disposta a financiar a operação da Cofina. Perante este cenário, esteve em cima da mesa a possibilidade do restante dinheiro ser suportado quer pela Prisa (ficando assim a Cofina com uma participação menor) e uma outra empresa nacional com interesses televisivos, que não a Olivedesportos.</p>
<p>Perante a possibilidade de José Eduardo Moniz vir a ser presidente do Benfica neste quadro, tornar-se-ia muito fácil à TVI adquirir os direitos televisivos dos jogos do Benfica, vendidos à Olivedesportos, até 2013, pela irrisória quantia de oito milhões de euros/época.</p>
<p>Desta forma, ao mesmo tempo que a Cofina ficava numa posição de força na TVI, a nova empresa Prisa/Mediapro poderia tomar conta da marca-Benfica, a mais cobiçada, em Portugal.</p>
<p>Aliás, a mesma fonte do Benfica que colocou A BOLA a par destes desenvolvimentos que a direcção encarnada vinha a monitorizar há algum tempo, revelou que o boss da Cofina, eng. Paulo Fernandes, através da Tvtel, que detém, fez uma proposta de exploração, antes do arranque da Benfica TV, pela qual pagaria aos encarnados um milhão de euros líquidos por ano. O Benfica recusou esta possibilidade e aí se encontra a explicação, segundo a mesma fonte, para o facto de Luís Filipe Vieira não ter falado nos jornais mais representativos do grupo (Correio da Manhã e Record) e ter referido expressamente o nome do eng. Paulo Fernandes, quando revelou alguns ataques que o Benfica estaria a sofrer e uma perseguição pessoal que lhe estava a ser feita.</p>
<p>Assim, e para encerrar este capítulo, fontes benfiquistas não têm dúvidas em afirmar que o clube esteve em risco de ser «tomado de assalto» pelos espanhóis, desejosos de deitar mão aos direitos televisivos do Benfica, o que viria alterar o panorama das tv&#8217;s nacionais, com prejuízo da RTP, da SIC e da SportTv.</p>
<p>A SAD DO BENFICA</p>
<p>Paralelamente a este objectivo referente aos direitos televisivos, havia outro, segundo as mesmas fontes, de ordem desportiva. Podia ser feito por duas vias, partindo sempre do princípio de que o Benfica, ao contrário do que actualmente sucede, passaria a estar disposto a alienar a maioria que detém na SAD.</p>
<p>Assim se explicariam os contactos feitos por José Veiga (que ficaria com o futebol) junto de um grupo asiático com ligação indirecta a Stanley Ho e de um outro grupo angolano. Seria, no fundo, abrir a &#8216;privatização&#8217; ao futebol do Benfica, colocando&#8211;o nas mãos de investidores puros e duros e retirando-o de todo e qualquer controlo dos sócios.</p>
<p>Caso as eleições fossem em Outubro, esta estratégia teria pernas para andar, mais a mais se fosse complementada com uma acção concertada de desgaste da Direcção, junto dos sócios, até esse momento, muito fácil de fazer — tocando nos pontos certos e catequizando cirurgicamente alguns elementos&#8230; — mais a mais se os resultados desportivos não fossem satisfatórios.</p>
<p>PROCESSO EM MARCHA</p>
<p>Porém, apesar do anúncio de José Eduardo Moniz de sair de cena, não se pense que este é um processo acabado. Há uma providência cautelar colocada (de um alegado apoiante de Bruno Carvalho que, entretanto, diz não saber de quem se trata nem estar interessado em que as eleições sejam adiadas) em tribunal pedindo o adiamento do acto eleitoral para Outubro.</p>
<p>Neste momento algumas coisas parecem absolutamente claras:</p>
<p>a) A enorme apetência pelos direitos televisivos do Benfica;</p>
<p>b ) a vontade da Cofina entrar na TVI;</p>
<p>c ) o interesse no negócio da Prisa/Mediapro;</p>
<p>d ) um projecto bem articulado, que entregaria a marca Benfica maioritariamente aos espanhóis e possibilitaria a venda da SAD a investidores externos.</p>
<p>As fontes contactadas por A BOLA garantem que, apesar de todo este esclarecimento, susceptível de explicar aos sócios o que realmente se terá passado, ainda há mais pormenores que poderão, em breve vir a lume.</p>
<p>NDR &#8211; A Mediapro a que José Manuel Delgado refere, também é aquela que paga ao Real Madrid por um contracto de 7 anos, algo como 155 milhões de Euros época. Apenas três vezes mais do que a Olivedesportos paga anualmente por toda a liga portuguesa.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CAPA DO CORREIO DA MANHÃ - O PSEUDO JORNALISMO DE EXTORSÃO]]></title>
<link>http://dissidentex.wordpress.com/2008/11/18/capa-do-correio-da-manha-o-pseudo-jornalismo-de-extorsao/</link>
<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 13:49:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>dissidentex</dc:creator>
<guid>http://dissidentex.wordpress.com/2008/11/18/capa-do-correio-da-manha-o-pseudo-jornalismo-de-extorsao/</guid>
<description><![CDATA[Uma das formas de atacar a democracia consiste no uso da liberdade de expressão. Na subversão da dem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="size-full wp-image-2147 alignleft" title="correio-da-manha-no-name-boys" src="http://dissidentex.wordpress.com/files/2008/11/correio-da-manha-no-name-boys.jpg" alt="correio-da-manha-no-name-boys" width="417" height="465" />Uma das formas de atacar a democracia consiste no uso da liberdade de expressão.</p>
<p style="text-align:justify;">Na subversão da democracia usando a liberdade de expressão para o fazer.</p>
<p style="text-align:justify;">A capa de hoje, 18 de Novembro de 2008, do jornal Correio da manhã, mostra como se faz.</p>
<p style="text-align:justify;">A Cofina, empresa que é dona do Jornal Correio da Manhã, esteve recentemente, em negociações com o Benfica.</p>
<p style="text-align:justify;">O objectivo por parte da Cofina, era o de fazer um contrato com o Benfica pelo qual esta empresa seria a responsável por fazer e emitir as transmissões  e notícias do novo Canal de televisão do Benfica&#8221;  &#8211; que o Benfica pretendia lançar.</p>
<p style="text-align:justify;">Devido a não entendimento entre as partes, as negociações foram rompidas e terminadas.</p>
<p style="text-align:justify;">O Benfica decidiu avançar para outras opções que achou serem melhores para si, enquanto SAD e clube.</p>
<p style="text-align:justify;">A Cofina é dona do Jornal Record &#8211; um jornal desportivo.</p>
<p style="text-align:justify;">Após quebra das negociações a &#8220;agressividade&#8221; contra o Benfica aumentou, também ali no jornal Record.</p>
<p style="text-align:justify;">São também conceitos de &#8220;guerra económica&#8221; que estão aqui. O &#8220;outro&#8221; não nos concede um contrato comercial, logo, o &#8220;outro&#8221; torna-se o nosso inimigo e deve ser atacado.</p>
<p style="text-align:justify;">Independentemente de ser verdade que esta claque &#8211; que o Benfica não reconhece &#8211; pratique actos ilegais, o que se deve notar é que uma empresa privada está a coagir outra empresa/clube de futebol utilizando estes métodos.</p>
<p style="text-align:justify;">Se uma empresa privada coage outra utilizando estes métodos, poderemos assumir que também o fará a pessoas individuais, e a órgãos do Estado &#8211; a julgar por esta amostra&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Parece que existe uma entidade reguladora da comunicação social. Mas regulará alguma coisa?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Nota: </strong>isto passa-se com o Benfica, mas em circunstâncias idênticas relacionadas com qualquer outro clube/Sad, a minha opinião era a mesma.</p>
<p style="text-align:justify;">O que aqui está não é jornalismo, mas sim outra coisa, a roçar a extorsão e a guerra económica &#8220;oficializada&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cofina taking the hit]]></title>
<link>http://netcrash.wordpress.com/2008/08/28/cofina/</link>
<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 17:28:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando André</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cofina apresenta prejuízos de 46 milhões com participação na Zon A Cofina apresentou prejuízos no va]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="com_shownews_title">Cofina apresenta prejuízos de 46 milhões com participação na Zon</div>
<div class="com_shownews_lead" style="padding-left:30px;"><em>A Cofina apresentou prejuízos no valor de 46 milhões de euros, no primeiro semestre deste ano. Os resultados foram afectados negativamente, em 63 milhões de euros, pelo registo dos títulos da Zon Multimédia ao valor de mercado. </em></div>
<p>Estão melhor do que eu pois tem dinheiro para gastar, mas perder 46 milhões de euros é mau ! Quer dizer que para agradar ao share holders no final do ano tem de ter um lucro de 80 milhões.</p>
<p>Mas eu não percebo nada disto <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_mad.gif' alt=':x' class='wp-smiley' />  e se eles chegarem ao final do ano com qualquer lucro que seja já é muito bom.</p>
<p>Verdade seja dita que pelos movimentos do mercado muita gente espera uma fusão zon+sonae</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zon quer canal na TV aberta]]></title>
<link>http://tvdigital.wordpress.com/2008/07/21/zon-quer-canal-na-tv-aberta/</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 13:38:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sergio Denicoli</dc:creator>
<guid>http://tvdigital.wordpress.com/2008/07/21/zon-quer-canal-na-tv-aberta/</guid>
<description><![CDATA[A Zon Multimédia anunciou que vai entrar na corrida pelo 5º canal generalista da TV aberta, que será]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Zon Multimédia anunciou que vai entrar na corrida pelo 5º canal generalista da TV aberta, que será concedido a partir da implementação da TDT. A empresa tem conversado com a Cofina e com a Contolinveste sobre uma possível parceria. A afirmação foi do presidente da Zon, Rodrigo Costa. Li no <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1335824&#38;idCanal=57" target="_blank">Público</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cofina com cinco prémios]]></title>
<link>http://n2050.wordpress.com/2008/05/31/cofina-com-cinco-premios/</link>
<pubDate>Sat, 31 May 2008 10:23:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>n2050</dc:creator>
<guid>http://n2050.wordpress.com/2008/05/31/cofina-com-cinco-premios/</guid>
<description><![CDATA[A Cofina Media arrecadou cinco prémios ‘Meios &amp; Publicidade’ em cerimónia realizada anteontem à ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Cofina Media arrecadou cinco prémios ‘Meios &#38; Publicidade’ em cerimónia realizada anteontem à noite no Centro de Congressos de Lisboa. ‘Jornal de Negócios’, o site Negócios.pt – estes representados por Pedro Santos Guerreiro, José Manuel Gomes e Nuno Carregueiro – ‘Record’, ‘TV Guia’ e o ‘Destak’ foram as publicações distinguidas. O desportivo dedicou o troféu a Pedro Costa, director de Arte do CM falecido há uma semana.</p>
<p><img src="http://correiodamanha.xl.pt/imagedownload.aspx?schema=ca967162-b341-4feb-88dd-fecb0766bf67&#38;channel=738D42D9-134C-4FBE-A85A-DA00E83FDC20&#38;content_id=37F340FA-B034-47FA-934C-3F22105926A8&#38;field=img_detalhe_noticia&#38;lang=pt&#38;ver=1&#38;filetype=jpg" alt="" width="164" height="219" /></p>
<p align="justify">Os assinantes da ‘Meios &#38; Publicidade’ elegeram, entre outros, a RTP (televisão generalista), RFM (no segmento das rádios) e os jornais ‘Expresso’ e ‘Público’. Pinto Balsemão, presidente da Impresa, grupo que detém a SIC, foi o mais votado para personalidade do ano na área de ‘media’.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <span style="color:#ff0000;">Correio Da Manha</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sem PIS e Cofins, derivados do trigo devem ficar 5% mais baratos, acredita Associação]]></title>
<link>http://maria451.wordpress.com/2008/05/16/sem-pis-e-cofins-derivados-do-trigo-devem-ficar-5-mais-baratos-acredita-associacao/</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 14:43:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula</dc:creator>
<guid>http://maria451.wordpress.com/2008/05/16/sem-pis-e-cofins-derivados-do-trigo-devem-ficar-5-mais-baratos-acredita-associacao/</guid>
<description><![CDATA[Por: Giovanna Rodrigues 16/05/08 &#8211; 09h57 InfoMoney SÃO PAULO &#8211; Na última quarta-feira (1]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="titulo" class="tUpper">
<span>Por: Giovanna Rodrigues<br />
16/05/08 &#8211; 09h57<br />
InfoMoney</p>
<p></span></div>
<div id="HOTWordsTxt">SÃO PAULO &#8211; Na última quarta-feira (14), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou a <a class="select" href="http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=1122194&#38;path=/suasfinancas/" target="_blank">suspensão</a> do PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social), até dezembro, para o trigo, a farinha e o pão francês.</p>
<p>E de acordo com o vice-presidente da Apas (Associação Paulista de Supermercados), Martinho Paiva Moreira, a medida causará uma redução média de 5% nos preços dos derivados do trigo.</p>
<p>&#8220;As principais variações serão sentidas nos bolos e pães industrializados, massas e biscoitos&#8221;, argumenta Moreira.</p>
<p><strong>Pão francês</strong><br />
Ainda segundo o vice-presidente da Apas, o preço do pão francês deve cair em um percentual parecido. No entanto, ele afirma que para as padarias e supermercados menores, enquadrados no Supersimples, não deve haver variação por conta da isenção tributária.</p>
<p>&#8220;Como a cobrança de tributos nestes estabelecimentos é diferente, fica mais difícil haver redução do preço. Apenas uma pequena variação pode ocorrer porque a farinha de trigo chegará mais barata&#8221;, explica.</p>
<p>Conforme aponta Moreira, nos últimos seis meses, o pãozinho ficou cerca de 20% mais caro nos supermercados. E para o restante do ano, o vice-presidente espera estabilidade no preço dos derivados do pão, principalmente pelo esforço que o governo parece fazer para que isso ocorra.</p>
<p><strong>Medidas fiscais</strong><br />
De acordo com o secretário de Acompanhamento <a href="http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1123544&#38;path=/suasfinancas/#">Econômico</a> do Ministério da Fazenda, Nelson Henrique Barbosa Filho, o governo federal não pretende adotar medidas de aperto fiscal para conter a demanda da <a href="http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1123544&#38;path=/suasfinancas/#">economia</a> e impedir a escalada da inflação.</p>
<p>Conforme divulgou a Agência Brasil, Barbosa Filho informou que o governo pretende controlar a alta dos preços com medidas setorizadas, como as adotadas em relação ao trigo e aos <a class="select" href="http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=1109010&#38;path=/suasfinancas/" target="_blank">combustíveis</a>.</p>
<p>Em relação ao trigo, ele disse que a medida é temporária e que o impacto será analisado. &#8220;O governo espera que o preço do trigo caia no segundo semestre e, para isso, conta com a safra dos Estados Unidos e Canadá prevista para entrar no país entre agosto e setembro&#8221;.</p>
<p><strong>Preços</strong><br />
Segundo o secretário, o Ministério da Fazenda identifica as crises externas como principal fator de alta nos preços. &#8220;Além disso, há as crises sazonais, como a do leite, no terceiro trimestre do ano passado, do feijão, do trigo, e do arroz, como colaboradores para a alta dos índices de inflação&#8221;.</p>
<p>Por fim, ele afirma que a desoneração dos produtos da cesta básica é um dos objetivos do governo.</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cofina Media compra 49% do portal Empregos.online]]></title>
<link>http://spotmagazine.wordpress.com/2008/05/16/cofina-media-compra-49-do-portal-empregosonline/</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 01:27:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodolfo Oliveira</dc:creator>
<guid>http://spotmagazine.wordpress.com/2008/05/16/cofina-media-compra-49-do-portal-empregosonline/</guid>
<description><![CDATA[A Cofina Media anunciou ontem a compra de 49% do portal Empregos.online. O portal de classificados o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://spotmagazine.files.wordpress.com/2008/05/empregoson.jpg"><img class="size-full wp-image-498" src="http://spotmagazine.wordpress.com/files/2008/05/empregoson.jpg" alt="" width="389" height="127" /></a></p>
<p>A Cofina Media anunciou ontem a compra de 49% do portal Empregos.online. O portal de classificados online apresenta uma média de 350 mil visitas e três milhões de pageviews em cada mês, reunindo mais de quatro mil ofertas de emprego e 250 mil subscritores, segundo os dados avançados pela Cofina Media.</p>
<p>A aquisição deste projecto, há cinco anos no mercado, foi justificada por Pedro Araújo e Sá, administrador do grupo com responsabilidades na área da internet, pelo facto da oferta do portal ser “complementar” (a nível de áreas) a outros produtos em papel do grupo de media, nomeadamente, o Correio da Manhã. “O que nos permite que o que temos no Correio da Manhã seja potenciado no online e o existente no Emprego.online possa passar para outros produtos papel que façam sentido”, afirma. Questionado sobre se nas intenções da Cofina Media estariam novas aquisições no universo online, Pedro Araújo e Sá admite que “haverá novidades”, mas escusa-se a avançar mais detalhes.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zon pode entrar na TV aberta junto com a Cofina e Controlinveste]]></title>
<link>http://tvdigital.wordpress.com/2008/04/22/zon-pode-netrar-na-tv-aberta-junto-com-a-cofina-e-controlinveste/</link>
<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 12:02:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sergio Denicoli</dc:creator>
<guid>http://tvdigital.wordpress.com/2008/04/22/zon-pode-netrar-na-tv-aberta-junto-com-a-cofina-e-controlinveste/</guid>
<description><![CDATA[Apesar de estar fora dos actuais concursos para a TV digital terrestre, a Zon Multimédia não descart]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Apesar de estar fora dos actuais concursos para a TV digital terrestre, a Zon Multimédia não descarta a possibilidade de entrar no mercado da TDT num futuro próximo e passar a actuar também na TV aberta.</p>
<p>A Zon, a Cofina e a Controlinveste têm estudado a possibilidade de formar um consórcio para concorrer ao quinto canal da TV aberta, cuja concessão será dada pelo Governo por meio de um concurso público, que deve ser lançado até o final do ano.</p>
<p>A previsão é que o quinto canal entre em operação em 2010. Sua distribuição será exclusivamente em plataforma digital.</p>
<p>O Diário Económico publicou uma interessante <a href="http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/media_x_publicidade/pt/desarrollo/1114274.html" target="_blank">reportagem</a> sobre o possível acordo entre as três empresas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SIC, TVI e Cofina não pagam taxas ao regulador]]></title>
<link>http://istoenoticia.wordpress.com/2008/01/10/sic-tvi-e-cofina-nao-pagam-taxas-ao-regulador/</link>
<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 14:17:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>istoenoticia</dc:creator>
<guid>http://istoenoticia.wordpress.com/2008/01/10/sic-tvi-e-cofina-nao-pagam-taxas-ao-regulador/</guid>
<description><![CDATA[Três dos maiores grupos de media portugueses &#8211; Impresa, Media Capital e Cofina &#8211; não pag]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>Três dos maiores grupos de media portugueses &#8211; Impresa, Media Capital e Cofina &#8211; não pagaram, no ano passado, a taxa da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, disse hoje à Lusa o director executivo do organismo.</div>
<p>A falta de pagamento destes 3 grupos significa um &#8220;buraco&#8221; de 25 por cento no valor que era suposto a Entidade Reguladora (ERC) ter recebido dos órgãos de comunicação social durante o ano de 2007.</p>
<p>No total, a ERC deveria ter recebido a título de taxa de regulação 1 milhão de euros durante o ano passado.</p>
<p>«Do cerca de 1 milhão de euros notificado no ano de 2007, foram pagos à ERC três quartos daquele valor», afirmou Nuno Pinheiro Torres, explicando que o montante já liquidado foi entregue por «cerca de 80 por cento dos órgãos de comunicação social notificados».</p>
<p>Os grupos Impresa (que detém a SIC, o Expresso, a Visão e a Caras), Media Capital (proprietário da TVI e rádios Comercial, Cidade FM, M80 e Rádio Clube Português) e Cofina (dona dos jornais Correio da Manhã, Record, Jornal de Negócios e da revista Sábado) «não pagaram».</p>
<p>Ainda assim, o director executivo da ERC faz um «balanço positivo» do pagamento da taxa de regulação em 2007, já que se registou «um aumento da percentagem do valor cobrado e dos órgãos de comunicação social que pagaram em relação a 2006».</p>
<p>Em 2006, além da Impresa, Media Capital e Cofina, também a Global Notícias se recusou a pagar a taxa de regulação por a considerarem inconstitucional.</p>
<p>«Os outros grupos &#8211; RTP, Soanecom, RR, Impala e Controlinveste) pagaram [a taxa] bem como todos os operadores de cabo e comunicações móveis», adiantou o mesmo responsável.</p>
<p>O ano passado foi o primeiro em que a ERC cobrou a totalidade da taxa de regulação &#8211; 1 milhão de euros -, sendo que as 3 estações de televisão em sinal aberto são responsáveis por metade desta verba.</p>
<p>A taxa de regulação e supervisão constitui uma das formas de financiar a ERC que também é sustentada pela dotação orçamental &#8220;herdada&#8221; da extinta Alta Autoridade para a Comunicação Social (cerca de 2 milhões de euros), pelos valores relativos aos serviços de fiscalização e registo que eram do Instituto da Comunicação Social (0,5 milhões de euros) e pelas taxas cobradas por serviços prestados, e pela emissão de títulos habilitadores.</p>
<p>A taxa de regulação e supervisão referente a este ano vai começar a ser cobrada esta semana.</p>
<p>In <a href="http://www.destak.pt/artigos.php?art=7005">Destak</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SIC, TVI e Cofina não pagam taxas ao regulador]]></title>
<link>http://zzaassdd.wordpress.com/2008/01/10/sic-tvi-e-cofina-nao-pagam-taxas-ao-regulador/</link>
<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 14:17:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>istoenoticia</dc:creator>
<guid>http://zzaassdd.wordpress.com/2008/01/10/sic-tvi-e-cofina-nao-pagam-taxas-ao-regulador/</guid>
<description><![CDATA[Três dos maiores grupos de media portugueses &#8211; Impresa, Media Capital e Cofina &#8211; não pag]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>Três dos maiores grupos de media portugueses &#8211; Impresa, Media Capital e Cofina &#8211; não pagaram, no ano passado, a taxa da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, disse hoje à Lusa o director executivo do organismo.</div>
<p>A falta de pagamento destes 3 grupos significa um &#8220;buraco&#8221; de 25 por cento no valor que era suposto a Entidade Reguladora (ERC) ter recebido dos órgãos de comunicação social durante o ano de 2007.</p>
<p>No total, a ERC deveria ter recebido a título de taxa de regulação 1 milhão de euros durante o ano passado.</p>
<p>«Do cerca de 1 milhão de euros notificado no ano de 2007, foram pagos à ERC três quartos daquele valor», afirmou Nuno Pinheiro Torres, explicando que o montante já liquidado foi entregue por «cerca de 80 por cento dos órgãos de comunicação social notificados».</p>
<p>Os grupos Impresa (que detém a SIC, o Expresso, a Visão e a Caras), Media Capital (proprietário da TVI e rádios Comercial, Cidade FM, M80 e Rádio Clube Português) e Cofina (dona dos jornais Correio da Manhã, Record, Jornal de Negócios e da revista Sábado) «não pagaram».</p>
<p>Ainda assim, o director executivo da ERC faz um «balanço positivo» do pagamento da taxa de regulação em 2007, já que se registou «um aumento da percentagem do valor cobrado e dos órgãos de comunicação social que pagaram em relação a 2006».</p>
<p>Em 2006, além da Impresa, Media Capital e Cofina, também a Global Notícias se recusou a pagar a taxa de regulação por a considerarem inconstitucional.</p>
<p>«Os outros grupos &#8211; RTP, Soanecom, RR, Impala e Controlinveste) pagaram [a taxa] bem como todos os operadores de cabo e comunicações móveis», adiantou o mesmo responsável.</p>
<p>O ano passado foi o primeiro em que a ERC cobrou a totalidade da taxa de regulação &#8211; 1 milhão de euros -, sendo que as 3 estações de televisão em sinal aberto são responsáveis por metade desta verba.</p>
<p>A taxa de regulação e supervisão constitui uma das formas de financiar a ERC que também é sustentada pela dotação orçamental &#8220;herdada&#8221; da extinta Alta Autoridade para a Comunicação Social (cerca de 2 milhões de euros), pelos valores relativos aos serviços de fiscalização e registo que eram do Instituto da Comunicação Social (0,5 milhões de euros) e pelas taxas cobradas por serviços prestados, e pela emissão de títulos habilitadores.</p>
<p>A taxa de regulação e supervisão referente a este ano vai começar a ser cobrada esta semana.</p>
<p>In <a href="http://www.destak.pt/artigos.php?art=7005">Destak</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cofina, Controlinveste e o novo canal generalista]]></title>
<link>http://tvdigital.wordpress.com/2008/01/07/cofina-controlinveste-e-o-novo-canal-generalista/</link>
<pubDate>Mon, 07 Jan 2008 14:51:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sergio Denicoli</dc:creator>
<guid>http://tvdigital.wordpress.com/2008/01/07/cofina-controlinveste-e-o-novo-canal-generalista/</guid>
<description><![CDATA[Seguem algumas informações sobre a Cofina e a Controlinveste, os dois grupos que surgem como princip]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Seguem algumas informações sobre a Cofina e a Controlinveste, os dois grupos que surgem como principais concorrentes ao novo canal generalista que o Governo anunciou:</p>
<p><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><strong>COFINA</strong></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"></span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';">        É uma holding que desenvolve suas actividades na área dos media e conteúdos. Tem como empresa chave a Cofina Media (antes denominada Investec). Detém títulos importantes como os diários “Correio da Manhã”, o desportivo “Record” e o jornal gratuito “Destak”, além de diversas revistas.</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';">       </span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';">A entrada da Cofina no mundo dos media foi uma surpresa para o mercado, incentivada pelo anúncio do empresário Joe Berardo, em 1999, de que iria vender a Investec. O grupo, cuja vocação inicial era a indústria, decidiu entrar na área das comunicações ao observar que tinha a possibilidade de assumir o controlo da SIC. Fez então uma parceria com o Banco Português de Investimento (BPI) e lançou uma OPA sobre a totalidade do capital da Investec, após ter comprado 39,957% das acções da holding (Silva, 2004). <span> </span></span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span>            </span></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span>       </span>A Lusomundo também estava interessada na SIC e havia sido a primeira a anunciar a compra de grande parte das acções da Investec, sendo seguida, poucos dias depois, pela COFINA/BPI, mas Pinto Balsemão conseguiu negociar com outros accionistas e a Impresa comprou a maioria das acções da SIC, mantendo e consolidando o controlo sobre a emissora. </span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span>            </span></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span>       </span>Portanto, ao tentar entrar na área da televisão a Cofina acabou no mercado da Imprensa com os títulos que eram da Investec, como o jornal Record e a revista Máxima. Ainda em 1999 assumiu o controlo da empresa que publicava o Jornal de Negócios. Em 2000, a parceria com o BPI foi desfeita, mas a Cofina manteve os seus investimentos nos media e, no mesmo ano, adquiriu o Correio da Manhã. O seu último grande investimento foi o lançamento do jornal Destak, em 2006.</span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span>            </span></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span>       </span>A Cofina não desistiria de entrar no ramo televisivo. Demonstrou-se interessada em comprar a RTP2, quando o PSD havia estabelecido essa meta em seu programa eleitoral e saiu vitorioso nas urnas, em 2002. Mas a promessa não se cumpriu e o canal não foi privatizado.</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"></span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';">       </span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';">Agora, com a TDT em marcha, a Cofina volta ao cenário e anuncia o interesse em obter uma concessão para um canal generalista. O grupo já tem pronto, desde o início de 2007, um projecto para esse canal. </span></p>
<p><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><strong>CONTROLINVESTE</strong></span></span></p>
<p style="line-height:150%;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"></span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"> </span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span>      </span></span></span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';">Está presente no rádio, imprensa e televisão e possui participação em empresas com actividade na área da publicidade, comunicação multimédia, produção de conteúdos e design.</span> </span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"></span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';">       </span></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';">       Em 2005, o grupo adquiriu da Portugal Telecom a Lusomundo Serviços (agora chamada Controlinveste Media) e somou à sua holding 50% do canal SporTV – que detém juntamente com a PT Multimédia, a rádio TSF e a Global Notícias, que publica jornais importantes como o Jornal de Notícias, Diário de Notícias, 24 Horas e o gratuito Global Notícias.</span></span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"></span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';">       </span></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';">       O nome à frente da Controlinveste é Joaquim Oliveira, um antigo militar que iniciou a vida empresarial em Angola. Após o 25 de Abril voltou para Portugal e, em 1984, fundou a Olivedesportos, uma empresa inicialmente dedicada à explorar a publicidade nos estádios de futebol, que depois entrou também no mercado televisivo, negociando os direitos de transmissão de jogos. </span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';">Com a entrada da TV privada, o grupo teve um embate com a SIC, que ambicionava ter o direito de transmitir os jogos e conquistar mais audiências. A disputa envolveu dirigentes de clubes e a imprensa desportiva posicionou-se contra a Olivedesportos. </span></span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"></span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"></span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';">       </span></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';">       Foi nesta altura, em 1994, que Joaquim Oliveira decidiu comprar o jornal desportivo “O Jogo”, que era da Lusomundo e estava para encerrar. Em dez anos, o jornal aumentaria em sete vezes suas vendas, com investimentos aproximados de 15 milhões de euros. A Olivedesportos investiria também em acções dos clubes, com participações expressivas no Benfica, Porto, Sporting, Boavista, Beleneses, Braga e Alverca (Expresso, 25 de Março de 2005).</span></span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"> </span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"></span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';">       </span></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';">       O empresário tem um grande domínio do mercado desportivo e o futebol é um dos principais factores de audiências na TV portuguesa. A SporTV é um grande sucesso no país e ocupa a liderança dos canais por subscrição. Na TV Cabo, é o quinto canal com maior audiência e atinge, por vezes, a liderança no cabo quando transmite jogos decisivos. Os direitos de transmissão do principal campeonato do futebol português e da Liga dos Campeões da UEFA, são também do SporTV. Em 2006, foi o canal oficial do Campeonato do Mundo da FIFA.</span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"></span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"></span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"></span><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"> </span></span></p>
<h1><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman';">Denicoli, Sergio; Sousa, Helena. Os Bastidores da TV digital. 5º SOPCOM. Braga, 2007.</span></span></h1>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novabase regressa à lista do BCP ]]></title>
<link>http://aartedomomento.wordpress.com/2007/11/20/novabase-regressa-a-lista-do-bcp/</link>
<pubDate>Tue, 20 Nov 2007 10:26:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Monge Ferreira</dc:creator>
<guid>http://aartedomomento.wordpress.com/2007/11/20/novabase-regressa-a-lista-do-bcp/</guid>
<description><![CDATA[A Novabase voltou a integrar a lista das empresas nacionais com maior potencial de valorização, real]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Novabase voltou a integrar a lista das empresas nacionais com maior potencial de valorização, realizada pelo Millennium bcp investimento. Com um &#8220;upside&#8221; de 32%, a tecnológica substitui a Cofina na quinta posição do &#8220;ranking&#8221; que continua a ser liderado pela Sonae Indústria.</p>
<p>O banco de investimento atribui um preço-alvo de 4,25 euros a cada acção da Novabase <a href="http://www.jornaldenegocios.pt/default.asp?SqlPage=quotedetail&#38;Ticker=nba" class="def_cp_metatag">[Cot]</a>. Valor que face à cotação do fecho de sexta-feira passada, de 3,60 euros, representa um potencial de valorização de 32%.</p>
<p>Pela segunda semana consecutiva, a liderança da lista do Millennium bcpi volta a ser ocupada pela Sonae Indústria <a href="http://www.jornaldenegocios.pt/default.asp?SqlPage=quotedetail&#38;Ticker=soni" class="def_cp_metatag">[Cot]</a> com um preço-alvo de 12,40 euros. A empresa tem assim um &#8220;upside&#8221; de 57%, calculado a partir da cotação de 16 de Dezembro (7,92 euros).</p>
<p>Segue-se a Portucel <a href="http://www.jornaldenegocios.pt/default.asp?SqlPage=quotedetail&#38;Ticker=ptcl" class="def_cp_metatag">[Cot]</a>, cujas acções têm uma margem de progressão a longo prazo de 52% face a um &#8220;target&#8221; estimado em 3,65 euros. A Semapa <a href="http://www.jornaldenegocios.pt/default.asp?SqlPage=quotedetail&#38;Ticker=sema" class="def_cp_metatag">[Cot]</a> surge na terceira posição da lista, com um potencial de subida de 45% e logo depois está a Sonaecom  <a href="http://www.jornaldenegocios.pt/default.asp?SqlPage=quotedetail&#38;Ticker=snc" class="def_cp_metatag">[Cot]</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TDT: novos canais generalistas em Portugal]]></title>
<link>http://tvdigital.wordpress.com/2007/07/06/tdt-trara-novos-canais-a-portugal/</link>
<pubDate>Fri, 06 Jul 2007 13:00:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sergio Denicoli</dc:creator>
<guid>http://tvdigital.wordpress.com/2007/07/06/tdt-trara-novos-canais-a-portugal/</guid>
<description><![CDATA[No encontro promovido pela Confederação Portuguesa de Meios de Comunicação Social (CPMCS), além de o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No encontro promovido pela Confederação Portuguesa de Meios de Comunicação Social (CPMCS), além de ouvir críticas do presidente da Impresa, o Ministro Augusto Santos Silva deu algumas importantes informações sobre a TV digital em Portugal, conforme publicou o <a href="http://jn.sapo.pt/">Jornal de Notícias</a>:</p>
<p><span class="arial_11_preto"><strong>Canais generalistas</strong></span></p>
<p><span class="arial_11_preto"></span><span class="arial_11_preto">&#8220;O ministro admitiu que o pacote gratuito da TDT (substituto da actual oferta em sistema analógico) poderá contar com novos canais generalistas. Para o &#8220;bouquet&#8221; da Televisão Digital Terrestre, que terá entre cinco a sete ou oito canais, &#8220;há várias possibilidades o espaço pode ser preenchido com um canal de alta definição, serviços informativos como o canal Parlamento, ser reservado a emissões temáticas ou generalistas&#8221;. Sobre esta última hipótese sublinhou que a sua criação dependerá de uma licença aberta pelo governo e de um processo conduzido pela ERC. Recorde-se que tanto a Cofina como a Controlnveste já se mostraram interessadas em ter um canal.&#8221;</span><span class="arial_11_preto"> </span></p>
<p><span class="arial_11_preto"></span><span class="arial_11_preto"><span class="arial_11_preto"><strong>Duas fases</strong></span></span></p>
<p><span class="arial_11_preto"><span class="arial_11_preto"></span></span><span class="arial_11_preto"><span class="arial_11_preto">&#8220;O primeiro concurso para a TDT, a ser lançado até ao final do ano, atribuirá a licença para o acesso aos canais &#8216;free&#8217; (livres). O segundo tratará da gestão de rede dos canais pagos. O operador vencedor será concorrente da TV Cabo. Segundo explicou Santos Silva, a PT Multimédia não poderá candidatar-se à licença para distribuição de canais, por ser dona da TV Cabo, já instalada neste mercado&#8221;</span><span class="arial_11_preto"><span class="arial_11_preto"></span><span class="arial_11_preto"><br />
 </span></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eles disseram...]]></title>
<link>http://tvdigital.wordpress.com/2007/05/11/eles-disseram/</link>
<pubDate>Fri, 11 May 2007 13:04:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sergio Denicoli</dc:creator>
<guid>http://tvdigital.wordpress.com/2007/05/11/eles-disseram/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;O concurso para a TDT que será lançado é o segundo, depois de, há alguns anos, já ter sido la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>&#8220;O concurso para a TDT que será lançado é o segundo, depois de, há alguns anos, já ter sido lançado e falhado um primeiro concurso, inexplicavelmente e com graves prejuízos para o País.&#8221;</strong></p>
<p>Paulo Fernandes, presidente do Grupo Cofina, ao reclamar um canal de TV para a Cofina.<br />
Fonte: <a href="http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=241971&#38;idselect=92&#38;idCanal=92&#38;p=200">Correio da Manhã</a>.</p>
<p><strong>&#8220;Iremos trabalhar no novo quadro regulatório para o sector, que inclui a definição para o desenvolvimento da televisão digital terrestre. Nesse âmbito, falaremos sobre o dividendo digital, ou seja, o que fazer com as frequências que ficam livres após a passagem para a TDT&#8221;.</strong></p>
<p>Mário Lino, ministro das Obras Públicas e Comunicações, sobre os objectivos da presidência portuguesa da União Europeia (UE), no segundo semestre de 2007.<br />
Fonte: <a href="http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/nacional/economia/pt/desarrollo/990858.html">Diário Económico</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Expresso: "Em guerra pela nova televisão"]]></title>
<link>http://tvdigital.wordpress.com/2007/05/07/expresso-em-guerra-pela-nova-televisao/</link>
<pubDate>Mon, 07 May 2007 10:00:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sergio Denicoli</dc:creator>
<guid>http://tvdigital.wordpress.com/2007/05/07/expresso-em-guerra-pela-nova-televisao/</guid>
<description><![CDATA[A última edição do Expresso dedica duas páginas à TV digital. A reportagem informa que a TDT portugu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A última edição do <a href="http://expresso.clix.pt/">Expresso </a>dedica duas páginas à TV digital. A reportagem informa que a TDT portuguesa oferecerá 11 canais gratuitos e 48 canais pagos e, em sua fase inicial, deve abranger 1,6 milhões de lares, que é o mesmo número de casas que hoje têm acesso apenas às ondas hertzianas da TV analógica.</p>
<p>O Expresso diz que uma das desvantagens da TDT em relação à TV digital à cabo, por satélite ou por Internet (IPTV), é um grau de interactividade limitado &#8220;que se cinge a um guia de programação electrónico e a um canal-mosaico para escolher os restantes canais. Para aceder a serviços mais sofisticados como «vídeo on-demand» ou de comércio electrónico, os utilizadores terão que investir num descodificador mais avançado e também mais caro, como sucede em Itália&#8221;.</p>
<p>O descodificador é um aparelho que poderá ser ligado à TV analógica para que ela consiga exibir os sinais digitais. O mais simples deverá custar cerca de 60 euros. No entanto, o telespectador poderá optar por comprar aparelhos televisores já aptos a receber a TV digital.</p>
<p>Há ainda, segundo o semanário, a possibilidade de que o espectro radioeléctrico hoje ocupado pelos canais analógicos, que migrarão para o digital, possa ser reconvertido e vendido às empresas de telemóveis, que poderão ter seus próprios serviços de TV digital móvel.</p>
<p>O governo tem muitos caminhos pela frente e deve enfrentar fortes <em>lobbys </em>para definir o cenário futuro da TV portuguesa. Como haverá novos canais, deve-se decidir se eles serão distribuídos entre os operadores já existentes, se serão entregues ao poder público ou se o mercado será aberto a novos operadores privados. A <a href="http://assinaturas.globalnoticias.pt/">Controlinveste</a>, de Joaquim Oliveira, e a <a href="http://www.cofina.pt/">Cofina</a>, de Paulo Fernandes, alimentam expectativas de entrar no mercado da TV aberta. </p>
<p>Se as coisas migrarem por esse caminho, não devem agradar à <a href="http://www.impresa.pt/">Impresa</a>, de Francisco Pinto Balsemão, ou a <a href="http://www.prisa.es/">Prisa</a>, de Juan Luis Cebrián. Segundo o Expresso, &#8220;nesse contexto, a entrada de Pina Moura na TVI é olhada como uma estratégia da Prisa de conquista do Executivo para a manutenção do quadro actual&#8221;.</p>
<p>A reportagem traz ainda algumas análises sobre as movimentações das empresas em torno da TVD. Veja as considerações do Jornal:</p>
<p><strong>RTP:</strong> A estação pública é uma das mais preparadas para a entrada da TDT. O administrador da empresa, Gonçalo Reis, diz que a RTP poderá emitir gratuitamente alguns canais que só existem hoje no cabo ou satélite, como RTPN ou RTP memória.</p>
<p><strong>SIC: </strong>A emissora já possui tecnologia e equipamentos digitais, o que facilitaria a transição. Inicialmente a SIC deve transmitir canais que hoje são pagos, como a SIC Notícias ou a SIC Mulher.</p>
<p><strong>TVI:</strong> Para emitir em sinal digital a empresa terá que fazer investimentos de 10 a 15 milhões de euros, o que poderá demorar entre seis e nove meses. A TVI estuda a possibilidade de oferecer mais canais, mas o administrador da Media Capital, Pedro Morais Leitão, não entre em detalhes operacionais sobre ocmo seria esse processo.</p>
<p><strong>COFINA:</strong> A Cofina já tem concluído há pelo menos dois meses um projecto para um canal generalista. A intenção é lançá-lo ainda antes do arranque da TDT em Portugal, através de uma licença «free-to-ar», tal como a RTP, SIC e TVI. O presidente da empresa, Paulo Fernandes, tem criticado o governo e sua política televisiva.</p>
<p><strong>CONTROLINVESTE:</strong> A empresa já anunciou o lançamento de um novo canal generalista, mas não revela se a plataforma preferencial será a TDT ou o cabo. Este grupo d eocmunicação já detém o canal Sport TV. Possui ainda os jornais &#8220;Diário de Notícias&#8221;, &#8220;Jornal de Notícias&#8221;, &#8220;24 Horas&#8221; e &#8220;O Jogo&#8221;, além da Rádio TSF. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
