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	<title>colaboracao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/colaboracao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "colaboracao"</description>
	<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 03:13:09 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[COP15 na web: pessoas criam mapa colaborativo em torno do movimento por um mundo viável]]></title>
<link>http://boldmindweb.wordpress.com/2009/12/08/cop15-na-web-pessoas-criam-mapa-colaborativo-em-torno-do-movimento-por-um-mundo-viavel/</link>
<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 18:16:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Diego Remus</dc:creator>
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<description><![CDATA[O mapa abaixo mostra pessoas, empresas e instituições que estão tecendo na rede um futuro melhor par]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><table style="border:2px solid #009900;" width="500">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="500"><img src="http://lh5.ggpht.com/_JcbJBm4qS00/Sx0eHCfbkII/AAAAAAAAARo/cE0ipmVg0PA/novoweaver.jpg" border="0" alt="" width="300" /></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="500">O mapa abaixo mostra pessoas, empresas e instituições que estão tecendo na rede um futuro melhor para o nosso planeta. Conecte-se com eles. Veja o que elas estão dizendo. <a href="http://ambientesp.ning.com/page/get-your-code-here-netweaving" target="_blank">Clique aqui</a> e leve esta ação para o seu site.  The Map below shows people, companies and institutions that are weaving, with the Internet, a better furture for our planet. Connect with them. Listen to what they are saying.<a href="http://ambientesp.ning.com/page/get-your-code-here-netweaving" target="_blank">Click here</a> and Take this action tou your website.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><a href="http://ambientesp.ning.com/page/netweaving-for-a-better-planet-1" target="_blank">CLIQUE AQUI E SE CONECTE A ESTE MAPA / CLICK HERE AND CONNECT TO THE MAP</a> <a href="http://ambientesp.ning.com/page/netweaving-for-a-better-planet-1" target="_blank"><img src="http://lh3.ggpht.com/_JcbJBm4qS00/Sx5jBrdaa9I/AAAAAAAAAWI/vK98DJcUJ8M/mapa.png" border="0" alt="" /> </a></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="font:1em arial,sansserif;color:#009900;"><strong><a href="http://ambientesp.ning.com/page/get-your-code-here-netweaving" target="_blank">CLICK HERE AND GET FULL EMBED CODE:</a></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>// //<br />
//<br />
//</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Negociação. Ajudando para ser ajudado.]]></title>
<link>http://gpnapratica.wordpress.com/2009/11/30/negociacao-ajudando-para-ser-ajudado/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 10:38:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Fabiano L. Rodrigues</dc:creator>
<guid>http://gpnapratica.wordpress.com/2009/11/30/negociacao-ajudando-para-ser-ajudado/</guid>
<description><![CDATA[Pode parecer um discurso político. Mais! Politicamente correto! A verdade é que quando negociamos al]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pode parecer um discurso político. Mais! Politicamente correto! A verdade é que quando negociamos algo, é isso que devemos ter em mente: &#8220;Me ajude a conseguir o que eu preciso que eu te ajudo a conseguir o que você precisa!&#8221;.</p>
<p>A rigor, há dois tipos de negociação: Competitiva e Colaborativa. É da natureza humana, pensar sempre em vencer. Estamos sempre em disputa com alguém, por alguma coisa. A sensação de ter seus objetivos atendidos, a sensação da vitória, faz com que a busquemos a qualquer custo. Mas para que ganhemos alguém tem que perder? Não! Esse é o objetivo da negociação colaborativa, fazer com que todos ganhem. Não estamos falando simplesmente em dividir ganhos, mas sim maximizar ganhos de ambas as partes! Quando falamos em ganhos, não estamos falando apenas ganhos financeiros, mas de ganhos sejam eles quais forem, tempo, qualidade e etc.</p>
<p>Não consigo imaginar situações agradáveis para aplicação de uma negociação competitiva, mas caso você ache que essa é a sua situação, pondere o seguinte:</p>
<p>Tenha um &#8220;Plano B&#8221;, isso aumenta seu poder de barganha;</p>
<p>Tenha certeza de que você não está entrando em uma negociação competitiva por algo que seja &#8220;de extrema necessidade&#8221; para você, além de correr o risco de perder algo importante, você aumenta o poder de barganha da outra parte, dispute por algo que você queira, não por algo que você precise;</p>
<p>Esteja certo (não me pergunte como) que os negócios que estão sendo feitos com a outra parte são pontuais, e que ela jamais se tratará de um parceiro comercial futuro e contínuo.</p>
<p>Depois de avaliar as condições acima, pense na negociação colaborativa:</p>
<p>Tenha também um &#8220;Plano B&#8221;, poder de barganha é importante sempre, mas não o use como ameaça ao seu parceiro;</p>
<p>Deixe a outra parte saber da sua necessidade, não proteja a informação, se ela realmente souber o que você quer, certamente poderá lhe atender melhor. Reciprocidade é importante, procure saber o que você deve fazer para que a outra parte execute a dela com mais facilidade;</p>
<p>Estabeleça uma relação de segurança, torne a outra parte um parceiro para seus projetos futuros. Isso pode facilitar muito suas negociações.</p>
<p>Vivemos em um mundo cada vez mais dinâmico e interligado (não disse globalizado para fugir do clichê!), e nunca sabemos de quem precisaremos no futuro, por isso é importante criar relações sólidas, para que tenhamos suporte quando necessário.</p>
<p>Lembre-se negociar exige planejamento. Para cada minuto de negociação, é necessário que tenha sido feito um minuto de planejamento, faça a lição de casa.</p>
<p>Colabore, faça o jogo &#8220;ganha-ganha&#8221;, não entre em uma guerra, afinal, em uma guerra todos perdem sempre.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Twitter supera Orkut no Brasil]]></title>
<link>http://marcelao.wordpress.com/2009/11/30/twitter-supera-orkut-no-brasil/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 04:20:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcelao</dc:creator>
<guid>http://marcelao.wordpress.com/2009/11/30/twitter-supera-orkut-no-brasil/</guid>
<description><![CDATA[↑ Grab this Headline Animator Pessoal, Enquanto a maioria das pessoas compara o Orkut com o Facebook]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://feeds.feedburner.com/~r/wordpress/kCoR/~6/1"><img src="http://feeds.feedburner.com/wordpress/kCoR.1.gif" alt="Blog do Marcelão" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.feedburner.com/fb/a/headlineanimator/install?id=1627364&#38;w=1" target="_blank">↑ Grab this Headline Animator</a></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://blogmeujapao.files.wordpress.com/2009/08/twitter_bird.jpg" alt="" /></p>
<p>Pessoal,</p>
<p>Enquanto a maioria das pessoas compara o Orkut com o Facebook, a empresa de pesquisas e monitoramento na internet<a href="http://www.slideshare.net/Elife2009/hbitos-de-usoe-comportamento-dos-internautasbrasileiros-em-mdias-sociais"> E-life e a InPress Porter Novelli, compararam todas as ferramentas consideradas de mídia social. E a descoberta é que o Orkut não é mais o rei absoluto no Brasil.</a></p>
<p>Dos quase 1 300 usuários entrevistados, 87,2% disseram que acessam o Twitter de sete a cinco vezes por semana, contra 72,6% que acessa o Orkut no mesmo período. É o líder, portanto, em frequência de acesso. Seria diferente se fossem analisados outros critérios.</p>
<p><!--more-->Segundo lugar no tempo de uso dos internautas, o Orkut ainda é o primeiro colocado entre as redes sociais com mais cadastrados no Brasil &#8212; 89,6% dos respondentes têm conta na rede. O Twitter é o segundo, com 80,1% e o YouTube o terceiro, com 79,6%. O Facebook aparece na quinta posição, com 57,6% dos entrevistados registrados.</p>
<p>Cada rede social, no entanto, parece ter uma função definida na rotina dos usuários. O Twitter, de acordo com 70% dos respondentes, é usado para leitura de notícias. O Orkut serve para contato com os amigos (segundo 86% das pessoas ouvidas) e o YouTube para passatempo e diversão (89,6%). </p>
<p>Para Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.Life, essa diferenciação é interessante porque muitas empresas usam abordagens semelhantes para redes sociais, mas dificilmente uma só estratégia vai funcionar para todas elas. &#8221;As redes são usadas para finalidades muito diferentes e não uma abordagem para cobrir tudo&#8221;, diz.</p>
<p>Nos três últimos meses, 4,8% dos respondentes fizeram cadastro no LinkedIn, o que foi uma surpresa na opinião de Lima. &#8221;Foi a terceira rede social mais lembrada, atrás apenas do Twitter e do Facebook (em que 46,3% e 10% fizeram cadastros, respectivamente).&#8221;</p>
<p><a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091124_listar_dia.shtml">Via Portal Exame.</a></p>
<p>Um abraço.</p>
<p>&#8220;Keep the Faith&#8221;</p>
<p><a rel="#someid42" href="http://www.addthis.com/bookmark.php" target="_blank"><img src="http://s9.addthis.com/button1-addthis.gif" border="0" alt="Bookmark and Share" width="125" height="16" /></a></p>
<p> Leia também os seguintes posts :</p>
<p>- Vídeos : Visão da Nokia para os celulares &#8211; &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/11/30/videos-visao-da-nokia-para-os-celulares/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Recuse certos “presentes” – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/11/30/um-pouco-de-sabedoria/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Vídeo : História do Google – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/11/29/video-historia-do-google/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Heróis que não precisamos – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/11/16/herois-que-nao-precisamos/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Seis tendências em mídias sociais – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/11/10/seis-tendencias-para-midias-sociais/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Valorizando o que é nosso – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/11/10/valorizando-o-que-e-nosso/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Erre para acertar – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/11/10/erre-para-acertar/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Reconstruir e Recomeçar – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/10/23/reconstruir-e-recomecar/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Confiar mais = Arriscar mais = Inovar mais – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/10/12/mais-confianca-arriscar-mais-inovar-mais/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- O valor do respeito – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/10/05/o-valor-do-respeito/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- A diferença entre líderes e gerentes : Controlador X Inovador – &#62;  <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/10/02/a-diferenca-entre-lideres-e-gerentes-controlador-x-inovador/"></a><a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/10/01/forum-mundial-de-negociacao-hsm-o-que-eles-disseram/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Fórum Mundial de inovação - O que eles disseram -&#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/10/01/forum-mundial-de-negociacao-hsm-o-que-eles-disseram/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Negociar e decidir – competências importantes para a vida – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/09/30/negociar-e-decidir-competencias-importantes-para-a-vida/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p> - Mudar = Aprender = Ter Humildade – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/09/30/mudar-aprender-ter-humildade/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p> - 10 Lições de Gandhi para mudar o mundo – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/09/28/10-licoes-de-gandhi-para-mudar-o-mundo/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p> - Dicas de conteúdo aberto sobre empreendedorismo e inovação – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/09/15/dicas-de-conteudo-aberto-sobre-empreendedorismo-e-inovacao/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p> - Gestão 2.0 : A diferença entre líderes e gerentes by Gary Hamel – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/09/07/gestao-2-0-a-diferenca-entre-lideres-e-gerentes-by-gary-hammel/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p> - Gestão 2.o : Crie uma cultura de inovação -&#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/09/06/gestao-2-0-crie-uma-cultura-de-inovacao/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p> - 10 razões para adotar redes sociais nas empresas – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/09/02/10-razoes-para-adotar-redes-sociais-nas-empresas/"><strong>clique aqui para ler</strong></a>;</p>
<p> - Digital Age – Minhas impressões – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/08/30/digital-age-minhas-impressoes/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a></p>
<p> - O papel das empresas – Parte II – A lição Tony Stark – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/08/30/o-papel-das-empresas-parte-ii-a-licao-tony-stark/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a></p>
<p> - O papel das empresas – Parte I – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/08/26/o-papel-das-empresas-parte-i/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a></p>
<p> - Vida digital em um planeta inteligente – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/08/10/vida-digital-em-um-planeta-inteligente/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a></p>
<p> - Paulo Freire e o líder como educador – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/08/06/paulo-freire-e-o-lider-como-educador/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a></p>
<p> - Identifique um agente da inovação e da mudança – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/07/23/identifique-um-agente-da-inovacao-e-da-mudanca/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a></p>
<p> - Estratégia : 10 tendências a monitorar – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/07/29/estrategia-10-tendencias-para-monitorar/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a></p>
<p> - A dor e o valor de fazer escolhas difíceis - &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/08/04/a-dor-e-o-valor-de-fazer-escolhas-dificeis/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a> </p>
<p>- Gestão 2.0 : Por quê lideres criativos são tão raros? – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/07/27/porque-lideres-criativos-sao-tao-raros/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a></p>
<p> - A diferença entre líderes e gerentes – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/01/02/a-diferenca-entre-lideres-e-gerentes/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fabio Allves no Com Limão - "Do Começo ao Fim"]]></title>
<link>http://allaboutt.wordpress.com/2009/11/27/fabio-allves-no-com-limao-do-comeco-ao-fim/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 22:30:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>fabioallves</dc:creator>
<guid>http://allaboutt.wordpress.com/2009/11/27/fabio-allves-no-com-limao-do-comeco-ao-fim/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O uso da tecnologia de colaboração nas empresas]]></title>
<link>http://blog.allagi.com.br/2009/11/27/o-uso-da-tecnologia-de-colaboracao-nas-empresas/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 17:13:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Andrade</dc:creator>
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<description><![CDATA[por João Andrade Os trabalhadores do conhecimento, categoria que representa 75% da classe trabalhado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>por João Andrade</p>
<p>Os trabalhadores do conhecimento, categoria que representa 75% da classe trabalhadora norte-americana, são players importantes na inovação e crescimento sustentável, mas a maior parte do seu trabalho ainda permanece incompreendida. Seu papel nas corporações é o de colaboração, o que se traduz em interagir para resolver problemas, promover o engajamento com parceiros, servir os clientes e fomentar novas idéias. A tecnologia e os processos desempenham um papel de suportá-los no trabalho, aumentando sua produtividade.</p>
<p>A natureza do trabalho colaborativo varia entre altos níveis de abstração, como o desempenhado por cientistas, até a manutenção de redes profissionais de contato, para a resolução de problemas mais simples. Aumentar a qualidade do trabalho executado por esses diferentes perfis não é uma tarefa trivial, requer uma visão sistemática sobre tecnologias de suporte (wikis, redes sociais, vídeos, <em>google wave</em>) e sobre a natureza do trabalho a ser desenvolvido (complexidade, intensidade e periodicidade de interações, dentre outras).</p>
<p>Estruturar o trabalho colaborativo pode economizar bastante tempo e dinheiro, minimizando o dispêndio de esforços em iniciativas desnecessárias. A maior parte das empresas está começando a trilhar este caminho e, ainda que a tecnologia seja tradicionalmente associada à redução de custos e <em>headcount</em>, no paradigma de trabalho colaborativo, é um multiplicador de interações e de extensão da esfera de influência dos trabalhadores do conhecimento.</p>
<p>A aplicação de tecnologias de suporte à colaboração passa por entender quais os requisitos específicos para tarefas interativas (escopo da colaboração, fluxo da informação pelos <em>stakeholders</em>), mapear quais tarefas geram valor para a organização (colaboração com o cliente, parceiros, etc) e determinar as ineficiências e desperdícios que podem afetar as interações (divergência, desentendimento, dentre outros). De posse destas informações, o gestor de inovação pode estabelecer a base para o trabalho colaborativo em sua empresa.</p>
<p>Fortalecer a colaboração na empresa requer competências não muito intuitivas para a maioria dos gestores. Tomando como o exemplo o rapaz que ganha R$12.000 para ficar na internet na Tecnisa, citado por Romeo Busarello, Diretor de Marketing, durante o <a href="http://openinnovationseminar.com.br/">Open Innovation Seminar 2009</a>, percebe-se o caráter de novidade do trabalhador do conhecimento e de seu ferramental produtivo. As empresas devem atentar para esse novo profissional colaborativo, segmentando suas tarefas críticas e provendo a infraestrutura necessária para desempenhá-las.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O emblema do conteúdo aberto]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/27/o-emblema-do-conteudo-aberto/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 09:54:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/27/o-emblema-do-conteudo-aberto/</guid>
<description><![CDATA[por Paula Bassi If your site is easy to find on Google, you don&#8217;t sue — you celebrate. Não é t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;">por Paula Bassi</p>
<p><em>If your site is easy to find on Google, you don&#8217;t sue — you celebrate.</em></p>
<p>Não é todo mundo que concorda com essa frase de Tim Wu, autor do artigo <a href="http://www.slate.com/id/2128094" target="_blank">Leggo My Ego &#8211; Google Print and the other culture war</a>. Rupert Murdoch, presidente da gigante News Corporation, vê o Google como um parasita, uma empresa que lucra em cima da produção alheia. Reflexo dessas suas ressalvas foi seu <a href="http://www.guardian.co.uk/media/2009/nov/09/murdoch-google">anúncio </a>de que pretende bloquear o conteúdo de seus jornais, entre eles o Wall Street Journal, dos resultados de buscas do Google.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/M7GkJqRv3BI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/M7GkJqRv3BI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>O receio em relação a ser &#8220;usado&#8221; por ferramentas como o Google e o YouTube não é exclusivo nem de veículos da grande mídia nem de empresários magnatas. Trebor Scholtz, no artigo <a href="http://www.re-public.gr/en/?p=138" target="_blank">What the MySpace generation should know about working for free</a> coloca uma questão similar à de Murdoch, sob o ponto de vista da produção de conteúdos colaborativos.</p>
<p><em>Sociable Web Media make people easier to use but we can’t let them (and them in us) get the best of us.</em></p>
<p>Muitos jornais brasileiros também se posicionam com relutância em relação à informação aberta na internet. O diretor-presidente do Grupo Estado Silvio Genesini<a href="http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&#38;p2=idnot%3D54328%26Editoria%3D8%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D21470747841%26fnt%3Dfntnl" target="_blank"> garantiu recentemente </a>que o conteúdo online do jornal continuará aberto, mas também aponta o Google  e outros buscadores como vilões da história. Já a Folha de São Paulo restringe boa parte de seus conteúdos digitais. Mas a cultura da Web parece ter assimilado a idéia de que aquilo que está disponível na rede deve ser gratuito e a restrição de conteúdo com o intuito de reavivar as finanças dos veículos não parece funcionar.</p>
<p>Então, qual seria a solução para evitar a falência das empresas de comunicação e, simultaneamente, impedir que seus trabalhos se entrelacem com ferramentas como YouTube, Google e outras? Andrew Keen, no livro Culto do Amador, propõe a luta pela permanência do modelo tradicional de veiculação de informação. Mas isso será possível? A meu ver, não. A inércia do sistema econômico capitalista tradicional encontrou um obstáculo simplesmente muito grande para ser desviado e não é a simples digitalização das mesmas fórmulas que vai salvar os meios de comunicação.</p>
<p>No debate entre o pago e o não pago, deve-se levar em conta o contrapeso de cada argumento: conteúdo livre já faz parte do repertório cultural da Web, mas é preciso ter em mente que textos jornalísticos de qualidade custam, e muito. Além disso, uma reportagem patrocinada por empresas e/ou pelo governo pode tornar-se tendenciosa e isso afeta a credibilidade e a independência da notícia. Ao mesmo tempo, é preciso considerar que essas influências sempre estiveram presentes, explícita ou implicitamente.</p>
<p>O mito de que tudo o que cai na rede é gratuito deve ser analisado com muita cautela e as soluções adotadas devem ser condizentes com  a atualidade, deixando de lado o saudosismo e o medo de encarar o novo.</p>
<p>Obs: Texto referente ao <a href="http://impressao.wordpress.com/2009/11/17/exercicio-5-cobrar-ou-nao-cobrar-pelo-conteudo/">Exercício #5</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FastPencil – facilitando a publicação de livros]]></title>
<link>http://enioaragon.wordpress.com/2009/11/26/fastpencil-%e2%80%93-facilitando-a-publicacao-de-livros/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:53:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>enioaragon</dc:creator>
<guid>http://enioaragon.wordpress.com/2009/11/26/fastpencil-%e2%80%93-facilitando-a-publicacao-de-livros/</guid>
<description><![CDATA[FastPencil oferece a autores de livros ferramentas de edição, colaboração, design, publicação e, até]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://www.fastpencil.com/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-4032" title="FastPencil" src="http://enioaragon.wordpress.com/files/2009/11/11-26-fastpencil.jpg" alt="" width="480" height="221" /></a></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-weight:normal;font-family:&#38;"><a href="http://www.fastpencil.com/" target="_blank">FastPencil</a> oferece a autores de livros ferramentas de edição, colaboração, design, <a href="http://www.fastpencil.com/company/publishing_services" target="_blank">publicação</a> e, até mesmo, a venda de suas obras literárias. Além dos recursos de edição e colaboração, o serviço oferece também consultoria profissional para os autores. </span><span style="background:white none repeat scroll 0 0;font-size:10pt;font-weight:normal;font-family:&#38;">Um recurso interessante do FastPencil é que ele pode importar posts e transformá-los em livros e e-books que os blogueiros podem então vender através de todos os principais canais de distribuição do livro. <a href="http://www.fastpencil.com/company/pricing" target="_blank">Confira aqui</a> quanto custa para imprimir seu livro ou transformá-lo num e-book. <a href="http://www.fastpencil.com/demo.html" target="_blank">Veja um demo</a> da ferramenta. Se seu livro já estiver pronto ou os recursos do FastPencil forem demais para sua publicação, considere o <a href="http://www.smashwords.com/" target="_blank">SmashWords</a>.</span></p>
<h1 style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-weight:normal;font-family:&#38;"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></span></h1>
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<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://paidcontent.org/article/419-ebook-distributor-smashwords-buys-online-self-publisher-bookhabit/" target="_blank">eBook Distributor Smashwords Buys Online Self-Publisher BookHabit</a> (paidcontent.org)</li>
<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://www.gajeebo.com/blog/index.php/2009/11/21/write-share-publish-and-sell-your-books-with-fastpencil/" target="_blank">Write, Share, Publish and Sell Your Books With FastPencil</a> (gajeebo.com)</li>
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<div class="zemanta-pixie" style="margin-top:10px;height:15px;"><a class="zemanta-pixie-a" title="Reblog this post [with Zemanta]" href="http://reblog.zemanta.com/zemified/46334e39-f186-4c8c-ab95-438ff0f75503/"><img class="zemanta-pixie-img" style="border:medium none;float:right;" src="http://img.zemanta.com/reblog_e.png?x-id=46334e39-f186-4c8c-ab95-438ff0f75503" alt="Reblog this post [with Zemanta]" /></a><span class="zem-script more-related pretty-attribution"> </span></div>
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<title><![CDATA[EPAL - Colaboração imoral com Israel ]]></title>
<link>http://antinatoportugal.wordpress.com/2009/11/26/epal-colaboracao-imoral-com-israel/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 00:22:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>antinatoportugal</dc:creator>
<guid>http://antinatoportugal.wordpress.com/2009/11/26/epal-colaboracao-imoral-com-israel/</guid>
<description><![CDATA[imagem daqui Portuguese water company&#8217;s immoral collaboration with Israel Adri Nieuwhof, The E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://antinatoportugal.wordpress.com/files/2009/11/agua-water-drop.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-335" title="agua Water Drop" src="http://antinatoportugal.wordpress.com/files/2009/11/agua-water-drop.jpg?w=252" alt="" width="252" height="300" /></a><a href="http://www.valley-pt.com/userfiles/image/Valmont%20Water%20Management%20Group/Water%20Drop.jpg">imagem daqui </a></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Portuguese water c</strong><strong>ompany&#8217;s immoral collaboration with Israel<br />
Adri Nieuwhof, The Electronic Intifada</strong>, 9 November 2009</p>
<p style="text-align:left;">The Portugese company EPAL collaborates with Israeli water companies violating international law in the occupied West Bank. (Khaleel Reash/MaanImages)</p>
<p style="text-align:left;">The management of Portuguese water company EPAL recently informed its workers about its collaboration with the Israeli national water company Mekorot on &#8220;water security issues.&#8221; An EPAL intern who recently visited the occupied West Bank reacted to the news by informing colleagues about how Israel is depriving Palestinians from water, referring to Amnesty International&#8217;s 27 October report on the situation. EPAL responded by sacking the intern within one hour.</p>
<p style="text-align:left;">In the report titled &#8220;Israel rations Palestinians to trickle of water,&#8221; Amnesty accused Israel of denying Palestinians the right to access adequate water by maintaining total control over the shared water resources and pursuing discriminatory policies.</p>
<p style="text-align:left;">EPAL is a subsidiary of the state water company Agua de Portugal. The company provides water to roughly three million people in 35 municipalities in Portugal, including the city of Lisbon. Meanwhile, Mekorot plays a key role in the implementation of Israel&#8217;s discriminatory water policies.</p>
<p style="text-align:left;">Mekorot was founded in 1937 by Levi Eshkol to support the development of Zionist settlements in British mandate Palestine. Eshkol held the position of managing director of Mekorot until 1951 and later became prime minister of the State of Israel. During his term, the West Bank was seized in the June 1967 War. Several military orders issued shortly after the war demonstrate Eshkol&#8217;s commitment to water for Israel. In August 1967, authority over West Bank water was transferred to Israel by Military Order 92. Two months later, Military Order 158 declared that no person in the West Bank is &#8220;allowed to establish or own or administer a water installation without a new official permit.&#8221; Permits can be refused without reason. A year later, Military Order 291 was issued, declaring all water resources in the West Bank to be public property of the State of Israel.</p>
<p style="text-align:left;">Mekorot became an important player in the water sector in the West Bank after 1982, when then Minister of Defense Ariel Sharon oversaw the transfer of ownership of all water supply systems in the West Bank. Mekorot paid a symbolic price of one shekel for Palestinian-owned assets of an estimated value of $5 million.</p>
<p style="text-align:left;">According to Amnesty International, Israel uses 80 percent of the water from the &#8220;mountain aquifer,&#8221; the only source of water for the Palestinians in the West Bank. Meanwhile, Mekorot sells water at highly subsidized prices to Israeli settlers in the illegal settlements in the West Bank. Nearly 40 percent of water supplied to Palestinians in the West Bank is distributed by Mekorot at much higher, unsubsidized prices.</p>
<p style="text-align:left;">Israel&#8217;s illegal settlements receive a continuous supply of water, even in the hot summers when water is scarce. In 2000, a senior official who had worked for the Israeli Water Commission told the Israeli human rights organization B&#8217;Tselem in telephone conversation that &#8220;Mekorot&#8217;s obligation is, first of all, to the Jewish settlements and Israeli citizens&#8221; (Thirsty for a Solution,&#8221; B&#8217;Tselem, July 2000). For example, in its October 2009 report &#8220;Water &#8211; A question of survival for Palestinians,&#8221; the Applied Research Institute Jerusalem reported that Mekorot reduced the supplies from 10,000 cubic meters per day to 6,000 cubic meters per day in Bethlehem this summer. In June, July and August, Mekorot cut water supplies from 5,000 cubic meters a day to 2,500 cubic meters a day in the Hebron municipality as increased demand from the Israeli settlements were prioritized over the needs of Palestinians. In response to the cuts in water supply, a coalition of Israeli, Palestinian and international non-governmental organizations coordinated the Breaking the Thirst water convoy to the villages in the south Hebron hills on 26 September.</p>
<p style="text-align:left;">International law limits the rights of an occupying power to utilize water resources of an occupied territory, and prohibits an occupying power from discriminating between residents of an occupied territory. However, Israel has illegally annexed water resources from the Occupied Palestinian Territories since 1967. Israel exercises full control over Palestinian water resources, and employs a discriminatory policy of water distribution. Mekorot plays a key role in Israel&#8217;s water policies and assists in its violation of international law.</p>
<p style="text-align:left;">According to European law, EPAL has the power to exclude an economic operator from bidding for a public contract or to reject any such bid where it is found that the individual or organization has committed an act of &#8220;grave misconduct&#8221; in the course of its business of profession. Directive 2004/18/EC of the European Parliament and of the Council of 31 March 2004 on the coordination of procedures for the award of public works contracts, public supply contracts and public service contracts is explicit about this. Like other European companies supporting Israel&#8217;s occupation, EPAL and its investors can expect increasing scrutiny and pressure to withdraw from agreements that undermine international law.</p>
<p style="text-align:left;">Adri Nieuwhof is a consultant and human rights advocate based in Switzerland.</p>
<p style="text-align:left;">in The Electronic Intifada</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://electronicintifada.net/v2/article10880.shtml">http://electronicintifada.net/v2/article10880.shtml</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[pós-visita: texto de Adriana Barcellos]]></title>
<link>http://arestabern.wordpress.com/2009/11/24/pos-visita-texto-de-adriana-barcellos/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 00:10:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>andresilvabern</dc:creator>
<guid>http://arestabern.wordpress.com/2009/11/24/pos-visita-texto-de-adriana-barcellos/</guid>
<description><![CDATA[É nítida a busca da identidade como caminho; uma identidade que questiona a vida instituída, o consu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É nítida a busca da identidade como caminho; uma identidade que questiona a vida instituída, o consumo, a alienação, os absurdos aceitos em nome do senso comum.</p>
<p>Ter um caminho está além do sentimento de <em>ser</em>. Estar incluso num meio ambiente, atento aos passos que se desenvolvem e direcionam, exprime uma relação de interioridade assumida, que transborda nos limites do corpo, nas relações estabelecidas que encaminham para uma finalidade.</p>
<p>O que move o André?</p>
<p>Uma necessidade de desvelar o consumo desenfreado que culmina no entorpecimento dos sentidos e da própria identidade humana. Não somos mais seres pensantes e autônomos, mas alienados consumidores de uma vida esvaziada de significados. Somos produtos e nos colocamos à mostra maquiados por <em>personas</em> múltiplas que servem aos mais variados ambientes e necessidades.</p>
<p>O corpo, como a vida, está repleto de ações, obrigações, atitudes esperadas e normalidades aceitas.</p>
<p>Enche-se a vida e o tempo para não encarar o vazio e o silêncio de uma individualidade sufocada.</p>
<p><em>* texto de Adriana Barcellos, após visita a ensaio no Centro Coreográfico.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Colabora&ccedil;&atilde;o sem planejamento &eacute; caminho para o caos]]></title>
<link>http://gestaoegovernancaweb.wordpress.com/2009/11/24/colaborao-sem-planejamento-caminho-para-o-caos/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:27:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Viberti</dc:creator>
<guid>http://gestaoegovernancaweb.wordpress.com/2009/11/24/colaborao-sem-planejamento-caminho-para-o-caos/</guid>
<description><![CDATA[Durante a conferência do Prêmio Intranet Portal 2009, realizada em São Paulo, o assunto mais citado ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Durante a conferência do Prêmio Intranet Portal 2009, realizada em São Paulo, o assunto mais citado ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ciência, colaboração, Web]]></title>
<link>http://cienciadoispontozero.com/2009/11/24/ciencia-colaboracao-web/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 04:17:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alessandra</dc:creator>
<guid>http://cienciadoispontozero.com/2009/11/24/ciencia-colaboracao-web/</guid>
<description><![CDATA[A autora desse blog está em imersão na pesquisa de mestrado. Passos finais e prioridades rígidas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">A autora desse blog está em imersão na pesquisa de mestrado. Passos finais e prioridades rígidas&#8230;. It means, prioridade 1: pesquisa; prioridade 2: pesquisa; prioridade 3: pesquisa.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="background-color:#ffffff;">Hoje, o <a href="http://nepo.com.br/" target="_blank"><strong>Carlos Nepomuceno</strong></a> compartilhou via twitter, matéria do <a href="http://online.wsj.com/home-page" target="_blank">Wall Street Journal</a>, abordando a colaboração científica via Web, tema da minha pesquisa.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Me desculpo pelo post &#8220;copy-paste&#8221; (pelas razões já expostas), mas achei interessante compartilhar, mesmo sem os meus devidos comentários.</p>
<p style="text-align:justify;">Também me desculpo por não ter tempo de verter o texto para o portugês. Esse é um blog &#8220;brasileirinho&#8221; com muita honra, assim, dou preferência ao nosso idioma, mas dessa vez vamos no original&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<blockquote>
<div>
<ul>
<li><img src="http://s.wsj.net/img/wsj_print.gif" alt="The Wall Street Journal" /></li>
</ul>
</div>
<div><span style="background-color:#ffffff;">SCIENCE JOURNAL</span><br />
<span style="background-color:#ffffff;">NOVEMBER 23, 2009</span>More Scientists Treat Experiments as a Team SportMassive Collider, a Global Collaboration, Has a Bumpy Start; but Sometimes the Work of Crowds Yields Wisdom
<p>&#160;</p>
<div>
<div>
<ul>
<li><span style="background-color:#ffffff;">By ROBERT LEE HOTZ</span></li>
</ul>
</div>
<div><span style="background-color:#ffffff;"> </span></div>
<p style="text-align:justify;">If all goes well, researchers Friday may power up the Large Hadron Collider &#8212; a $6 billion particle accelerator near Geneva. The atom smasher is so large that a brief status report lists 2,900 authors, so complex that scientists in 34 countries have readied 100,000 computers to process its data, and so fragile that a bird dropping a bread crust can short-circuit its power supply &#8212; as occurred earlier this month.</p>
<p style="text-align:justify;">Far from trouble-free, the proton accelerator is resuming operations after a catastrophic breakdown in 2008 that triggered a year of repairs and recriminations. Its large research teams operate on such an elaborate scale that project management has become one of science&#8217;s biggest challenges.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><strong><span style="color:#003300;">Around the world, scientists are cutting across boundaries of place, organization and technical specialty to conduct ever more ambitious experiments. Inspired by such cooperative enterprises as Linux and Wikipedia, they are encouraging creative collaborations through networks of blogs, wikis, shared databases and crowd-sourcing.</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Once a mostly solitary endeavor, science in the 21st century has become a team</strong> sport. <span style="color:#0000ff;"><strong><span style="color:#003300;">Research collaborations are larger, more common, more widely cited and more influential than ever, management studies show.</span></strong></span><span style="color:#003300;"> </span>Measured by the number of authors on a published paper, research teams have grown steadily in size and number every year since World War II.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">To gauge the rise of team science, management experts at Northwestern University recently analyzed 2.1 million U.S. patents filed since 1975 and all of the 19.9 million research papers archived in the Institute for Scientific Information database. &#8220;We looked at the recorded universe of all published papers across all fields, and we found that all fields were moving heavily toward teamwork,&#8221; says Northwestern business sociologist Brian Uzzi.</p>
<p style="text-align:justify;">As research projects grow more complicated, management becomes a variable in every experiment<span style="color:#0000ff;"><strong>. <span style="color:#003300;">&#8220;You can&#8217;t do it alone&#8221;</span></strong><strong>,</strong></span> says research management analyst Maria Binz-Scharf at City College of New York. <strong><span style="color:#003300;">&#8220;The question is how you put it all together&#8221;.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><strong><span style="color:#003300;">The key is bringing the people together in the first place, which has sped technological advancements that often benefited the rest of us. The ease of global business and social networking today owes much to the World Wide Web, which was designed to aid information-sharing between scientists.</span></strong></span> It was invented at the <a href="http://public.web.cern.ch/public/" target="_blank">European Organization for Nuclear Research (CERN)</a>, the home of the Large Hadron Collider.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><strong><span style="color:#003300;">New online science management experiments are underway.</span></strong></span> <span style="color:#339966;"><strong><span style="color:#333300;">Last year, the National Science Foundation started a $50 million project to map all plant biology research, from the level of molecules to organisms to entire ecosystems, so scientists can swoop through shared data as if they were using Google Earth. Last month, U.S. computer experts launched a $12 million federal project to create a national biomedical network called VIVOweb to encourage collaborations.</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">Scientists are experimenting with the new technology of teamwork even in mathematics, where researchers customarily work alone.</p>
<p style="text-align:justify;">Last January, British mathematician Timothy Gowers invited volunteers to work on a problem in combinatorial research called the density Hales-Jewett theorem, which he posted at his <a href="http://polymathprojects.org/" target="_blank"><strong>Polymath Project</strong> blog</a>. By brain-storming together online, two dozen volunteers solved the problem in 37 days. &#8220;This way of doing research led to our finding the proof much more quickly than otherwise,&#8221; says Dr. Gowers at Cambridge University.</p>
<p style="text-align:justify;">Other scientists team up out of frustration. Biology students created an online collaboration called OpenWetware to share technical tips about cell lines, enzymes, protocols and screening assays. &#8220;This stuff is never published,&#8221; says Sriram Kosuri at the Harvard University Institute of Genetics, who was among its organizers. <span style="color:#000000;">&#8220;We wanted to get this information into the open.&#8221;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><strong><span style="color:#333300;">Since 2005, the project has grown into an online collaborative of 7,000 registered users on five continents and 65,000 Web pages &#8212; all with little or no direct management. &#8220;Everyone uses it for their own purposes and it grows organically&#8221;</span></strong><strong>, </strong></span>says Dr. Kosuri.</p>
<p style="text-align:justify;">In that spirit, paleontologist Michael Taylor at the University College London recently set up the Open Dinosaur Project, encouraging volunteers to create an online database of dinosaur bones from collections world-wide. &#8220;The whole nature of the scientific engagement is changing dramatically and quickly,&#8221; Dr. Taylor says.</p>
<p style="text-align:justify;">By many measures, the Large Hadron Collider is the largest machine in the world. It is designed to smash together proton beams to test ultimate theories of matter. Its science teams, drawing on independent researchers, resources and funds from 150 universities and dozens of government agencies, already transcend the physics of conventional management.</p>
<p style="text-align:justify;">Strictly speaking, no one is in charge.</p>
<p style="text-align:justify;">Consider Tejinder Virdee, who occupies the top spot in the organizational chart of the collider&#8217;s Compact Muon Solenoid detector &#8212; an intricate 12,500-ton device the size of a medieval cathedral. At least 3,600 people from 183 institutes in 38 countries are involved. Ordinarily, Dr. Virdee might exercise considerable executive authority. Instead, he carries the misleading title of &#8220;spokesperson.&#8221; He was elected by researchers to negotiate with other groups on their behalf.</p>
<p style="text-align:justify;">He has no power to order or insist, only to cajole and persuade. &#8220;I cannot direct anybody to do anything that they do not want to do,&#8221; Dr. Virdee says. &#8220;All decision-making is by consensus.&#8221; Yet, he is more or less the boss &#8212; at least of this component.</p>
<p style="text-align:justify;">All around the collider, <span style="color:#0000ff;"><strong><span style="color:#333300;">research groups organized themselves in</span><span style="color:#333300;"> democratic cooperatives, arranged in an anti-hierarchy</span></strong><strong><span style="color:#333300;">. All deliberations are open &#8212; and exhaustive. Everyone gets their say no matter how long it takes&#8221;</span></strong><strong>. <span style="color:#333300;">It is bottom-up and not top-down</span></strong><strong><span style="color:#333300;">,</span></strong><strong>&#8220;</strong></span> says Markus Nordberg, who is the resource coordinator &#8212; essentially the chief financial officer &#8212; for the collider&#8217;s ATLAS detector. The ATLAS detector weighs as much as the Eiffel Tower and is among the largest collaborations ever attempted in the physical sciences.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;None of them can do the research without each other,&#8221; says Barbara Gray, a management analyst at Pennsylvania State University. &#8220;No one can play with the Large Hadron Collider unless they all play together.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">In one sign of trust, the scientists who designed the systems relied on technologies that did not yet exist, delaying key decisions as long as practicable in the expectation someone would invent a way out of the problem. &#8220;There is enough confidence in the community that the technical problems will be solved at the last possible affordable moment,&#8221; says Dr. Nordberg. &#8220;That is not the way industry works.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">If all performs as planned,<span style="color:#333300;"> </span><span style="color:#0000ff;"><strong><span style="color:#333300;">research teams will equally share the data and the credit</span></strong></span>.</p>
<p style="text-align:justify;">For all their skill, the scientists starting up the Large Hadron Collider have encountered any number of operational glitches this year and, perhaps, one unique obstacle. The accelerator is expected to unleash forces so fundamental &#8212; even a black hole, some fear &#8212; that a few physicists fret the universe may be sabotaging the project to protect itself.</p>
<p><em>Write to Robert Lee Hotz at sciencejournal@wsj.com</em></p>
<p><span style="color:#808080;"><em>Printed in The Wall Street Journal, page A14</em></span></p>
<p><span style="color:#808080;"><strong><span style="color:#000000;">Font:</span></strong> <a href="http://online.wsj.com/article/SB125868444693956911.html" target="_blank">http://online.wsj.com/article/SB125868444693956911.html</a></span></p>
</div>
</div>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Solução para Colaboração]]></title>
<link>http://colaboracao.net/2009/11/23/solucao-para-colaboracao/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 18:08:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Antonio Ricardo</dc:creator>
<guid>http://colaboracao.net/2009/11/23/solucao-para-colaboracao/</guid>
<description><![CDATA[Para auxiliar no entendimento dos assuntos abordados neste BLOG, minha sugestão é acessar o site do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Para auxiliar no entendimento dos assuntos abordados neste BLOG, minha sugestão é <a href="http://office.microsoft.com/pt-br/sharepointserver/default.aspx" target="_blank">acessar o site do SharePoint</a> (em português), onde é possível entender como uma solução - de colaboração, portais, pesquisa corporativa <strong>(POST ANTERIOR)</strong>, processos entre outros recursos &#8211; funciona na prática.</p>
<p>É possível entender as possibilidades e aprender com experiências de outras empresas que já adotaram a cultura e ferramenta de colaboração.</p>
<p>ACESSE e confira em <a href="http://office.microsoft.com/pt-br/sharepointserver/default.aspx">http://office.microsoft.com/pt-br/sharepointserver/default.aspx</a> </p>
<p>Um grande abraço,<br />
Antonio Ricardo Gonçalves<br />
Consultor Sr. de TI</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Colaboração nas empresas versus Colaboração na WEB]]></title>
<link>http://colaboracao.net/2009/11/23/colaboracao-nas-empresas-versus-colaboracao-na-web/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 17:46:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Antonio Ricardo</dc:creator>
<guid>http://colaboracao.net/2009/11/23/colaboracao-nas-empresas-versus-colaboracao-na-web/</guid>
<description><![CDATA[Hoje vou começar meu POST com uma pergunta um tanto quanto óbvia &#8211; talvez estúpida &#8211; e f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoje vou começar meu POST com uma pergunta um tanto quanto óbvia &#8211; talvez estúpida &#8211; e fácil de respondermos.</p>
<p><strong>Você considera mais simples buscar/encontrar:</strong><br />
<strong>A)</strong> Uma informação &#8211; o número de uma Nota Fiscal de Compra de um simples &#8220;mouse pad&#8221; &#8211; na intranet da sua empresa?<br />
<strong>B)</strong> Uma informação &#8211; a data de nascimento de Nelson Mandela &#8211; na Internet?</p>
<p>Se você respondeu a<strong> letra B</strong>, saiba que você está muito bem acompanhado, pois, pouquíssimas empresas no Brasil estão preparadas &#8211; e interessadas &#8211; em organizar suas informações de maneira inteligente atualmente. Assunto que vem sendo trabalhado por várias empresas &#8211; Sites e serviços &#8211; na Internet como por exemplo o Wikipedia, Google, Microsoft e as inúmeras redes sociais como o Google, Facebook, LinkedIn etc. O motivo deste disparate é óbvio, pois, estas empresas são direcionadas a este tipo de solução, o que não isenta a mediocridade da maioria das empresas, as quais não percebem a importância no tratamento das suas informações.</p>
<p>Muitas empresas são <em><strong>&#8220;especialistas em retrabalho&#8221;</strong></em> devido a sua incapacidade de gerenciar de maneira inteligente o conhecimento de suas equipes. O que poderia ser tratado como patrimônio da empresa é simplesmente tratado como informação de propriedade individual, ou seja, um processo qualquer que é utilizado em um determinado departamento de produção está &#8220;armazenado&#8221; no cérebro de apenas um profissional e não há nenhum cuidado para que esta informação seja escrita (de acordo com um padrão pré-estabelecido), armazenada adequadamente e amplamente divulgada. Muitas empresas reinventam seus processos internos várias vezes em diferentes áreas pela pura falta de <strong>COLABORAÇÃO</strong>. Cada uma das áreas criam e recriam suas pequenas rodinhas, desperdiçando tempo e principalmente dinheiro.</p>
<p>Tem um outro detalhe bem importante relacionado a falta de cultura colaborativa, que acredito ser algo você ter visto algumas vezes: Alguém saiu da empresa e levou com ele seu conhecimento. Consequentemente o seu antigo departamento parou de funcionar porque as pessoas não sabem o que fazer e nem como fazer suas atividades.E agora? O que fazer? Será que este profissional é insubstituível? Ou um gênio? Obviamente que não. O maior responsável pela situação é novamente a falta de cultura relacionada a gestão do conhecimento e colaboração.</p>
<p><strong>E o que fazer para melhorar a situação?<br />
</strong>É importante que as empresas tratem a informação da mesma maneira que tratam seus bens materiais, como seus equipamentos eletrônicos, por exemplo. Não vai resover muito a situação se você tiver belos servidores, excelentes desktops e um sistema que custe uma fortuna se você não entender o conceito e nem a importância da informação acessível a todos durante todo o tempo.<br />
Comece avaliando qual tipo de informação é importante para sua empresa, aquela mais valiosa e organize-a de maneira que não dependa de quem irá utilizar, trate-a realmente como seu patrimônio. Se é sigilosa, organize-a e guarde a sete chaves ou se é algo que você quer incorporar a cultura da sua empresa, como sua missão ou mesmo um processo global, trate-a com cuidado da mesma maneira para que seja fácil o acesso de qualquer um, independente de sua função. O mais importante é que você entenda o valor da informação e o quanto ela pode ser vital para a continuidade de seus negócios e, nunca esqueça, informações públicas mal organizadas são transformadas em lixo, pois, só ocupam espaço e custam caro ao meio ambiente, portanto <strong>entre na ERA DA COLABORAÇÃO!</strong> Mãos à obra!</p>
<p>Caso você tenha alguma situação interessante, seja ela trágica, cômica, frustrante etc compartilhe conosco enviando para argoncalves@pop.com.br. Não será citado nenhum nome rela de pessoas ou empresas envolvidas, pois, o mais importante é a lição aprendida e não causar nenhum tipo de constrangimento aos envolvidos. Sempre vale à pena lembrarmos que ÉTICA é fundamental em nossas vidas e não seria diferente na Colaboração.</p>
<p>Um grande abraço,<br />
Antonio Ricardo Gonçalves<br />
Consultor Sr. de T.I.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Site oferece serviço para organizar conteúdo acessado da web]]></title>
<link>http://colaboracao.net/2009/11/23/site-oferece-servico-para-organizar-conteudo-acessado-da-web/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:24:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Antonio Ricardo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Passem pelo IDG NOW para ler a seguinte matéria: &#8220;Site oferece serviço para organizar conteúdo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Passem pelo IDG NOW para ler a seguinte matéria: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/11/23/site-oferece-servico-para-organizar-conteudo-acessado-da-web/">&#8220;Site oferece serviço para organizar conteúdo acessado da web&#8221;</a>. Sem custos, o Pearltrees permite criar marcações em um sistema de interface simples, com recursos de <strong>compartilhamento </strong>e <strong>discussão</strong>.</p>
<p>É uma ferramenta gratuita muito interessante que está totalmente relacionada com nossos assuntos aqui abordados.</p>
<p>Quem tiver um tempo após ler a matéria, por favor, faça seus comentários neste POST.</p>
<p>Abraços,<br />
Antonio Ricardo Gonçalves<br />
Consultor Sr. de TI</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Wiggio - facilitando o trabalho em equipe]]></title>
<link>http://enioaragon.wordpress.com/2009/11/23/wiggio-facilitando-o-trabalho-em-equipe/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 03:28:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>enioaragon</dc:creator>
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<description><![CDATA[Wiggio é um conjunto de ferramentas online que tornam mais fácil o trabalho em grupo. O conceito do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!--[if !mso]&#62; &#60;!  v\:* {behavior:url(#default#VML);} o\:* {behavior:url(#default#VML);} w\:* {behavior:url(#default#VML);} .shape {behavior:url(#default#VML);} --> <!--[endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; Normal   0   21 &#60;![endif]--><!--  --></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.wiggio.com/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-4007" title="Wiggio" src="http://enioaragon.wordpress.com/files/2009/11/11-23-wiggio.jpg" alt="" width="480" height="313" /></a></p>
<p><a href="http://www.wiggio.com/" target="_blank">Wiggio</a> é um conjunto de ferramentas online que tornam mais fácil o trabalho em grupo. O conceito do site é baseado em manter as coisas o mais simples possível para que o usuário já saia utilizando todas as ferramentas que o Wiggio proporciona. Para cada grupo privado, é criado um microblog no estilo Twitter para transmitir mensagens para os membros do grupo, além de agenda compartilhada, mensagens de voz, textos e arquivos compartilhados, enquetes, videoconferências e muito mais. Muitos desses recursos podem também ser encontrados em outros produtos como as <a href="https://www.yammer.com/" target="_blank">Yammer</a>, <a href="http://www.basecamphq.com/" target="_blank">Basecamp<!--[if gte vml 1]&#62; &#60;![endif]--><img src="/DOCUME%7E1/enio/CONFIG%7E1/Temp/msoclip1/01/clip_image001.gif" border="0" alt="" width="1" height="1" /></a>,<a href="http://www.wizehive.com/" target="_blank">WizeHive<!--[if gte vml 1]&#62; &#60;![endif]--><img src="/DOCUME%7E1/enio/CONFIG%7E1/Temp/msoclip1/01/clip_image001.gif" border="0" alt="" width="1" height="1" /></a>, e <a href="http://www.producteev.com/" target="_blank">Producteev<!--[if gte vml 1]&#62; &#60;![endif]--><img src="/DOCUME%7E1/enio/CONFIG%7E1/Temp/msoclip1/01/clip_image001.gif" border="0" alt="" width="1" height="1" /></a> mas, Wiggio tem ser firmado como a melhor opção para estudantes e outros grupos afins. Em apenas um ano de beta, já possui mais de 45 mil usuários, 80% dos quais em escolas e fauldades.</p>
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<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://mashable.com/2008/09/15/wiggio/" target="_blank">Aggregation gets schooled with Wiggio</a> (mashable)</li>
<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://www.nettiehartsock.com/2009/10/02/six-ways-to-expand-your-2-0-sociability/" target="_blank">Six Ways to Expand Your 2.0 Sociability</a> (nettiehartsock.com)</li>
<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://news.cnet.com/8301-13515_3-10041326-26.html" target="_blank">Wiggio finnaly give us accessible group colaboration</a> (cnet)</li>
<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://www.techcrunch.com/2009/09/02/producteev-now-lets-your-crowdsource-your-tasks-on-twitter/">Producteev Now Lets You Crowdsource Your Tasks On Twitter</a> (techcrunch.com)</li>
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<div class="zemanta-pixie" style="margin-top:10px;height:15px;"><a class="zemanta-pixie-a" title="Reblog this post [with Zemanta]" href="http://reblog.zemanta.com/zemified/a1bc19f1-f5b8-431f-8467-dec3cb7bacc1/"><img class="zemanta-pixie-img" style="border:medium none;float:right;" src="http://img.zemanta.com/reblog_e.png?x-id=a1bc19f1-f5b8-431f-8467-dec3cb7bacc1" alt="Reblog this post [with Zemanta]" /></a><span class="zem-script more-related pretty-attribution"> </span></div>
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<title><![CDATA[seis coisas que as mídias sociais ressuscitaram]]></title>
<link>http://ptodecontato.wordpress.com/2009/11/18/seis-coisas-que-as-midias-sociais-ressuscitaram/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 20:48:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>ptodecontato</dc:creator>
<guid>http://ptodecontato.wordpress.com/2009/11/18/seis-coisas-que-as-midias-sociais-ressuscitaram/</guid>
<description><![CDATA[Comunidade Isso já foi dito milhões de vezes, mas o que é menos óbvio é que a mídia social permite q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://ptodecontato.wordpress.com/files/2009/11/wordofmouth_icon.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1281" title="wordofmouth_icon" src="http://ptodecontato.wordpress.com/files/2009/11/wordofmouth_icon.jpg" alt="" width="471" height="560" /></a></p>
<p><strong>Comunidade</strong></p>
<p>Isso já foi dito milhões de vezes, mas o que é menos óbvio é que a mídia<a href="http://30segundos.com.br/828/seis-coisas-que-as-midias-sociais-ressuscitaram/"></a> social permite que comunidades pequenas, com interesses muito específicos se espalhem por todo o mundo. A evolução dos meios de comunicação<a href="http://30segundos.com.br/828/seis-coisas-que-as-midias-sociais-ressuscitaram/"></a> social também permite que as pessoas compartilhem experiências cada vez mais específicas de seu interesse. Isto propicia uma maior unidade conversa e mais importante, a inovação nessas áreas.</p>
<p><strong>Transparência</strong></p>
<p>O segredo e a desinformação desenfreada que marcaram o passado de muitas administrações públicas foi diminuído, em grande parte pela Internet. Enquanto os escândalos deflagrados pelo jornalismo investigativo ganharam espaço na televisão<a href="http://"></a>, foi na internet que sua visibilidade foi amplificada. Sites especializados em deflagrar mazelas políticas ganham cada vez mais visibilidade e servem de base para muitas pessoas decidirem o rumo de suas escolhas nas urnas.</p>
<p><strong>Prestação de contas</strong></p>
<p>Pequenas e grandes empresas estão empregando pessoas para ficar online quando as coisas tomam um rumo ruim. Antes da web social, quando acontecia alguma coisa ruim para a imagem das empresas elas sumiam até que a questão fosse esquecida. Hoje, insatisfação pode tomar fôlego rapidamente e de uma forma tal que pode acabar com o negócio. Atualmente, o único meio de parar esta tendência é enviar alguém para a linha de frente e enfrentar a multidão. Relações públicas em sua essência.</p>
<p><strong>Personalização</strong></p>
<p>Existem várias empresas que podem produzir seus desenhos em vários produtos desde simples de camisetas a calendários e canecas de café. Isso representa basicamente pequenas encomendas de coisas que são simples de fazer e são facilmente replicadas, mas é o próximo passo para artesãos que produzem pouco desenvolver bens de alta qualidade para praticamente todo tipo de aplicações. O site <a href="http://notcot.org/"><strong>NOTCOT</strong></a> é um bom exemplo disso.</p>
<p><strong>A famosa propaganda boca a boca</strong></p>
<p>Antigamente o conhecimento era transmitido de orelha a orelha. Estamos agora em uma espécie de saída da idade da mídia de massa e nos tornando, como nos dias antigos, pessoas que contam histórias uns aos outros em grupos menores. A qualidade das mensagens tem melhorado porque tem uma finalidade específica e é destinada à educação, não (sempre) à persuasão.</p>
<p><strong>Pequenas empresas</strong></p>
<p>Pode a era do Walmart estar acabando? Este é um momento muito importante para as pequenas empresas. Enquanto o período entre 1995 e 2000 era de pequenas empresas querendo vender online, a era atual é a que lhes permite transmitir sua mensagem para um público mais amplo, focar em um público mais específico e diferenciar-se com maior eficácia. Além disso, podem criar e manter um relacionamento com o cliente baseado na confiança. Isto torna o processo de venda contínua bem mais simples e leva a um negócio centrado nos clientes, o que diminui muito a dependência do “acho que vai dar certo” durante o desenvolvimento de um produto.</p>
<p>via <a href="http://30segundos.com.br/828/seis-coisas-que-as-midias-sociais-ressuscitaram/">30&#8243;</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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