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	<title>colinas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/colinas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "colinas"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 09:21:20 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Lar]]></title>
<link>http://geeal.wordpress.com/2009/10/22/lar/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 03:00:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gil P.</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Incompetentes!” — exclamo quase inaudivelmente enquanto me dirijo ao ponto de ônibus, ainda um boca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>“Incompetentes!” — exclamo quase inaudivelmente enquanto me dirijo ao ponto de ônibus, ainda um bocado movimentado conquanto já passasse a hora do almoço.<br />
            Cansado após uma movimentada manhã, a qual começara cedo demais e envolvera treinos de direção na autoescola e algumas compras, eu interrompera meu percurso habitual até a casa para passar na faculdade. Haviam-me requerido qualquer papelada de discutível relevância, cuja entrega era devida até a véspera da iminente colação de grau.<br />
            Mas como se não me bastasse o cansaço, ainda me coube ser enredado pela supérflua burocracia em rotinas administrativas da academia. Faltava-me um documento, sem o qual não poderia entregar os demais, que, embora tão fundamental fosse, houvera sido negligenciado na lista que eu recebera da universidade por correio eletrônico.<br />
            Tomado de súbito furor e profundo desagrado com a aparente inutilidade dos secretários da instituição, rumei para o ponto. Mas não me detive por muito a pensar na ineficiência alheia, logo permitindo me ocupar a mente tópicos um tanto ou quanto mais perturbadores.<br />
            ‘Não devia ter comprado aquela camisa&#8230; Sim, eu precisava de uma daquela cor. Mas não já tenho outra? H’mm, não. Eu não repetiria aquela peça numa ocasião semelhante em que estivessem presentes as mesmas pessoas&#8230;’<br />
            Sujeito à voluntariosidade dos pensamentos que me absorviam, não noto que já passava do ponto de parada. E quando dou por mim, passara do posto de gasolina localizado a duas dezenas de passos de meu destino imediato.<br />
            Paro e olho para trás. Considero volver, mas não o quero. Antes, prossigo; e começo subir a ladeira daquela pista lateral à rodovia, por onde passam os ônibus até o pedágio. Sempre quisera voltar andando para casa. Não via melhor oportunidade. O céu convenientemente nublado ocultava o sol estrategicamente, eximindo-me de inquietações concernentes à irradiação solar e seus efeitos.<br />
            Subo a via olhando para as casas em nível mais baixo a minha direita. Simples em sua maioria, não apresentavam sinal de vida alguma, exceto por um casebre, cujo morador se utilizava de uma torneira e um espelho externos para escovar os dentes. Próximo dele, um cachorro da raça <em>pitbull</em> de corrente e coleira deitado no chão de terra batida. Observo descomedida e irrefletidamente o homem, até que este, virando-se bruscamente para a rua, percebe que eu o observava. Desvio o olhar resoluto, e continuo a subir.<br />
            Um ônibus da viação em que costumava viajar passa ao meu lado. Aquele poderia ser o ônibus que pegaria para casa. Mas era já tarde. Decidira-me por ir andando. Pelo menos, economizaria R$ 2,20. Humpf! Como se tal quantia me absolvesse do fato de ter computado gastos admissíveis para parcelamento em até quatro vezes sem juros no cartão de crédito.<br />
            Já sinto pesar a bolsa que me pendia às costas apenas pela alça sobre o ombro direito. Antes de descer do ônibus, enfiara as sacolas de compras na mochila.  Não havia por que ostentá-las naquele local, menos ainda me agradava a ideia de ociosas secretárias da faculdade ponderando minhas compras matinais.<br />
            Mudei de ombro a mochila — gesto que se repetiria várias vezes ao longo de todo o meu itinerário — assim que terminei a subida. Neste ponto, a pista se divide em duas: para o viaduto à esquerda que leva à pista do outro lado da autovia, e adiante.<br />
            A via lateral teve seu curso escavado na encosta de dois morros consecutivos. Logo, o trajeto à frente consiste de uma depressão até o nível da autopista, e as poucas construções no trecho entre um morro e outro compreendem casas modestas e um centro de reciclagem, com imensas caçambas cheias de sucata próximas da calçada por onde eu caminhava. Os cimos dos montes são cobertos de vegetação com pequenas árvores.<br />
            Após o segundo morro, inicia-se outro bairro — são dois até o meu —, e já é possível divisar a praça do pedágio ao fundo, que se limita por um pequeno monte forrado de vultoso arvoredo do lado esquerdo, e as casas da vila do outro lado. A vila deve contar com uma centena e meia de casas. Assenta-se em terreno plano, sendo delimitada ao fundo e aos lados por montanhas cobertas de mata atlântica. Ali, o céu mais densamente encoberto, e no cume de uma das montanhas, resíduos de uma indolente nuvem que se tardava a subir.<br />
            Sigo pela lateral direita do pedágio. Um suntuoso sedã preto passa por mim, freando gradualmente até chegar à passagem especial. Atento para a placa do automóvel. Azul. Placa identificativa de missão diplomática. Seria um enviado de algum consulado ou de alguma embaixada no Rio? Poderia até mesmo ser um cônsul ou embaixador, que subia a serra a fim de visitar algum amigo aristocrata. Ou talvez o diplomata fosse habitante da cidade imperial, e abreviando sua jornada de trabalho, retornava a Petrópolis mais cedo.<br />
            Retiro o celular do bolso frontal esquerdo da calça e olho as horas. Quase duas e meia. Ótimo horário para um diplomata encerrar seu expediente em plena terça-feira.<br />
            Imediatamente depois do pedágio, situa-se um posto da Polícia Rodoviária Federal, e presencio a vistoria de uma carreta por alguns policiais enquanto sigo caminho.<br />
            Passado o posto da polícia, um ponto de ônibus e uma passarela que marcam o fim da primeira vila. Esquivo-me da passarela para a direita, e vou em direção à mureta que separa a nova via lateral à rodovia e que provém da vila. Essa pista, sem comunicação direta com a autoestrada, sobe a encosta de um morro no mesmo esquema dos dois anteriores.<br />
            No topo da pista, um carro de bombeiros com dois homens uniformizados. Um em cima do caminhão, direcionando uma mangueira a jorrar água para o pico do morro, e o outro ao lado do veículo a observar o primeiro. Ao passar, eles me olham casualmente, logo voltando sua atenção para o trabalho. Decerto que estivessem a apagar o principiar de uma queimada no capim seco que cobria quase todo aquele outeiro. Não vi fogo algum. Todavia, ao ajeitar os óculos, um resquício de cinza própria de vegetação incinerada depositou-se no dorso de meu punho.<br />
            Àquele morro sucede-se a segunda vila. As casas, em menor número quando comparadas às da localidade anterior, dispõem-se em quarteirões planejados. Há também vários terrenos baldios. Atingindo eu o nível plano da calçada, uma rajada de vento me açoita. O farfalhar dos galhos de uma robusta árvore acorda um dos três cachorros, que sesteavam preguiçosamente estirados aqui e ali no terreno de um domicílio pelo qual eu passava.<br />
            Com o telhado colonial enegrecido e as paredes com a pintura branca desgastada, a casa era pequena e não possuía varanda. Exibia, porém, o que se assemelhava ao malogrado ensaio de um frontão à porta principal, que dava para o pequeno quintal em frente, o qual se estendia até os fundos da propriedade, apresentava porções encimentadas e outras de terra, e era cercado por um muro baixo. O portão de ferro que lhe dava acesso à rua estava parcialmente enferrujado e não devia ter mais que um metro e meio de altura.<br />
            Aqui, o céu inteiramente encoberto, e o vento continua, mais ou menos constante, a soprar em múltiplas direções. Ando pela vila, na rua mais próxima à autoestrada, vou me deparando com alguns moradores, os quais parecem me olhar levemente intrigados.<br />
            Fazia mais de dez anos que não transitava a pé por ali. De fato, mal me recordava da última vez que caminhara por aquele lugar. O trajeto da faculdade a minha casa não deveria exceder três quilômetros. Sempre o cumpria de ônibus, levando um tempo de até quinze minutos, incluindo as paradas.<br />
            Avanço a passos sempre no mesmo ritmo: nem muito ligeiros, ou muito vagarosos, em compasso que me permitisse estudar o entorno. Discirno uma gente simples: um grupo de cinco rapazes conversando sob uma árvore; um casal de idosos sentados em cadeiras de praia observando o movimento da rua a partir do portão de sua residência; um rapazinho descamisado pedalando uma vetusta bicicleta.<br />
            Não sei ao certo em que parte a segunda vila termina e começa o meu bairro, mas antes de transpor o posto de gasolina já distingo a bifurcação da rodovia: uma pista para subir a serra, e outra procedente da descida. Mais ao fundo, contemplo os morros cobertos de vegetação abundante — sempre aquela árvore de folhagem mais translúcida entre as de folhagem verde mais escuro. E no horizonte, a serra verde imperial salpicada de nuvens: prenúncio de chuva.<br />
            No ponto de ônibus próximo, alguns estudantes à espera de condução; no posto, frentistas diligentes, ágeis em prover os motoristas com o combustível para continuarem seu percurso. Também eu continuaria o meu.<br />
            Como um romano regresso que ao avistar as elevações da <em>ruma</em> reconhece o seu lar, ao vislumbrar as minhas colinas suspirei e reconheci: estou em casa. Parei, passei a mochila de um ombro ao outro pela última vez, e me dirigi à antiga rua de paralelepípedos.<br />
 <br />
 </p>
<p><span style="font-size:9px;"><em>*ruma foi o nome dado, pelos seus primeiros habitantes, à região compreendida entre sete colinas no Lácio, onde mais tarde se fundaria a cidade de Roma.</em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escudo Colinas]]></title>
<link>http://escudosfutebol.wordpress.com/2009/10/14/escudo-colinas/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 21:43:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>danielst93</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img style="max-width:800px;" src="http://escudosfutebol.files.wordpress.com/2009/10/colinas.gif" /></p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=7fef1c14-b852-8658-a7ec-247b6f74e5f8" /></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[“ESTAR”  GARANHUNS É...]]></title>
<link>http://marcosleite.wordpress.com/2009/09/22/%e2%80%9cestar%e2%80%9d-garanhuns-e/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 16:45:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>josemarcosleite</dc:creator>
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<description><![CDATA[É, de longe, avistar as estradas retas e curvas escalando montanhas cada vez mais elevadas, anuncian]]></description>
<content:encoded><![CDATA[É, de longe, avistar as estradas retas e curvas escalando montanhas cada vez mais elevadas, anuncian]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O vinho dos reis.]]></title>
<link>http://queijosevinhos.wordpress.com/2009/09/03/o-vinho-dos-reis/</link>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 13:40:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogygastronomia03</dc:creator>
<guid>http://queijosevinhos.wordpress.com/2009/09/03/o-vinho-dos-reis/</guid>
<description><![CDATA[Não é de hoje que Portugal é reconhecido por seus excepcionais vinhos.  A cidade de Barolo é mundial]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.wine.com.br?blogtools_meio=79&#38;blogtools_usu=25&#38;blogtools_campanha=519"><img class="aligncenter size-medium wp-image-60" title="IN_Grasso_Barolo_Runcot_Elio-Grasso_D" src="http://queijosevinhos.wordpress.com/files/2009/09/in_grasso_barolo_runcot_elio-grasso_d.jpg?w=150" alt="IN_Grasso_Barolo_Runcot_Elio-Grasso_D" width="150" height="300" /></a></p>
<p>Não é de hoje que Portugal é reconhecido por seus excepcionais vinhos.  A cidade de Barolo é mundialmente reconhecida pelo excelência quando o assunto é o sabor de seus vinhos. Não é por menos, já que são conhecidos como o rei dos vinhos, ou vinho dos reis.</p>
<p> Além de seu renome na vitivinicultura, a paisagem da região é um assunto a parte. Sua espetacular geografia, marcada por elegantes colinas, torna essa região em um cenário quase cênico. A produção de vinhos fica por conta de suas tradicionais vinícolas. A Elio Grasso é um grande exemplo. Grande produtor de Barolo, essa vinícola preza pela busca da tipicidade e a qualidade em seus vinhos, procurando sempre manter as características que tornaram o Barolo um vinho famoso, mas sem abrir mão das inovações tecnológicas surgidas nos últimos tempos. Tal missão fica nítida quando degustamos o Elio Grasso Barolo Runcot DOCG 2000. Um verdadeiro &#8220;vino de meditazione&#8221;, com coloração rubi escura, aroma de especiarias, chocolate e sutis notas de anis. Na boca é estupendo, cheio, amplo, com taninos maduros e macios e um delicioso sabor frutado que mesclam café torrado, chocolate amargo e especiarias. Este vinho é o par ideal para assados de carne, carne de caça, aves de caça, queijos finos de consistência dura como granapadano, ou pratos que levem este ingrediente como massas cremosas. <a href="http://migre.me/6iPl">http://migre.me/6iPl</a><br />
<img src="http://ads.sigamedia.com.br/blogTools/conta_view_novo.php?blogtools_meio=79&#38;blogtools_usu=25&#38;blogtools_campanha=519" alt="" width="0" height="0" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Matagalpa]]></title>
<link>http://nicaraguatourist.wordpress.com/2009/07/29/matagalpa-2/</link>
<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 02:14:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>El Chele</dc:creator>
<guid>http://nicaraguatourist.wordpress.com/2009/07/29/matagalpa-2/</guid>
<description><![CDATA[Another view of this favorite from the hillside&#8230;. Otra vista de esta favorita desde las colina]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://nicaraguatourist.wordpress.com/files/2009/07/tressec3b1oras1231.jpg"><img alt="" src="http://nicaraguatourist.wordpress.com/files/2009/07/tressec3b1oras1231.jpg?w=300" border="0" height="394" width="518" /></a>  Another view of this favorite from the hillside&#8230;.</p>
<p>Otra vista de esta favorita desde las colinas&#8230;.
<div style="clear:both;text-align:right;"><a href="http://picasa.google.com/blogger/" target="ext"><img src="http://photos1.blogger.com/pbp.gif" alt="Posted by Picasa" align="middle" border="0" /></a></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Matagalpa]]></title>
<link>http://nicaraguatourist.wordpress.com/2009/07/29/matagalpa/</link>
<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 02:14:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>El Chele</dc:creator>
<guid>http://nicaraguatourist.wordpress.com/2009/07/29/matagalpa/</guid>
<description><![CDATA[Another view of this favorite from the hillside&#8230;. Otra vista de esta favorita desde las colina]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://nicaraguatourist.wordpress.com/files/2009/07/tressec3b1oras123.jpg"><img alt="" src="http://nicaraguatourist.wordpress.com/files/2009/07/tressec3b1oras123.jpg?w=300" border="0" height="394" width="518" /></a>  Another view of this favorite from the hillside&#8230;.</p>
<p>Otra vista de esta favorita desde las colinas&#8230;.
<div style="clear:both;text-align:right;"><a href="http://picasa.google.com/blogger/" target="ext"><img src="http://photos1.blogger.com/pbp.gif" alt="Posted by Picasa" align="middle" border="0" /></a></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Canon y antologías]]></title>
<link>http://elcanonliterario.wordpress.com/2009/06/18/canon-y-antologias/</link>
<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 18:01:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Licenciado K</dc:creator>
<guid>http://elcanonliterario.wordpress.com/2009/06/18/canon-y-antologias/</guid>
<description><![CDATA[Friedrich Hölderlin Son varios los principales factores que determinan el canon literario. Entre otr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Friedrich Hölderlin Son varios los principales factores que determinan el canon literario. Entre otr]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Antonio Colinas se somete al "Tercer Grado"]]></title>
<link>http://radiousal.wordpress.com/2009/05/06/antonio-colinas-se-somete-al-tercer-grado/</link>
<pubDate>Wed, 06 May 2009 11:03:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Radio Universidad</dc:creator>
<guid>http://radiousal.wordpress.com/2009/05/06/antonio-colinas-se-somete-al-tercer-grado/</guid>
<description><![CDATA[El escritor Antonio Colinas acudía a los estudios de Radio Universidad para intervenir en el espacio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">El escritor Antonio Colinas acudía a los estudios de Radio Universidad para intervenir en el espacio de entrevistas &#8220;El Tercer Grado&#8221;, dirigido y presentado por Elena Villegas.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Colinas es un poeta español, nacido en La Bañeza (León), en 1946. Aunque se le ha identificado con los novísimos, se distingue por seguir, prácticamente desde el principio, un camino personal, marcado por su propio instinto literario; debido a lo cual, enseguida se singulariza su voz: frente a los excesos vanguardistas del grupo, Antonio Colinas alcanza un raro equilibrio clásico, nacido de una capacidad poco común para asumir distintas tradiciones poéticas, literarias, filosóficas y espirituales, hacerlas propias y darles un aliento enteramente personal.Su obra ha recibido numerosos premios y reconocimientos, entre los que cabe destacar el Premio de la Crítica de Poesía Castellana (1976), el Premio Nacional de Literatura (1982), el Premio de las Letras de Castilla y León (1999) o, en Italia, el mismo año, el Premio Internacional Carlo Betocchi, concedido a su labor como traductor y estudioso de la cultura italiana. En el 2005 recibió el Premio Nacional de Traducción, concedido por el Ministerio de Asuntos Exteriores de Italia y, desde 2008, se convierte en Pregonero Vitalicio de la Feria del Libro de Salamanca.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;El Tercer Grado&#8221; es un espacio de entrevistas en profundidad que se emite cada martes a las 19:30, dentro del programa &#8220;Aula 89&#8243;. Durante media hora, Elena Villegas realiza sus <em>interrogatorios</em> a personalidades del mundo universitario, cultural, social&#8230;</p>
<p><span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fwww.usal.es%2Fradiouni%2Fmp3%2Fantoniocolinas.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 129px"><a href="http://www.usal.es/radiouni/mp3/antoniocolinas.mp3"><img src="http://www.usal.es/radiouni/imagenes/descarga.jpg" alt="descarga el archivo" width="119" height="22" /></a><p class="wp-caption-text">descarga el archivo</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Diana García]]></title>
<link>http://antologiadebellezas.wordpress.com/2009/03/25/diana-garcia/</link>
<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 23:21:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>CuartelPirata</dc:creator>
<guid>http://antologiadebellezas.wordpress.com/2009/03/25/diana-garcia/</guid>
<description><![CDATA[  Nació el 16 de enero de 1982 en la ciudad de Monterrey, Nuevo León. Estudió la carrera de Comunica]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-411" title="dianagarcia002" src="http://antologiadebellezas.wordpress.com/files/2009/03/dianagarcia002.jpg" alt="dianagarcia002" width="497" height="364" /> </p>
<p><span class="font12">Nació el 16 de enero de 1982 en la ciudad de Monterrey, Nuevo León. Estudió la carrera de Comunicación en la Universidad de Monterrey (UDEM). Al terminar sus estudios decidió irse a la Ciudad de México a probar suerte como actriz, donde  tomó algunos cursos de actuación. </span></p>
<p>Ha participado en comerciales y videos; así como en programas  de televisión para el extranjero, como <strong>Big boutiqhe</strong> para Brighton TV, y <strong>Adelantadas en el mundial</strong> de Fox Life. </p>
<p>Su primer filme  fue <strong><a href="http://www2.esmas.com/entretenimiento/cine/peliculas/009644/dramamex" target="_blank"><span style="color:#993300;">Dramamex</span></a></strong>, de Gerardo Naranjo;  una película independiente que logró  llamar la atención en varios festivales internacionales, entre ellos Cannes.</p>
<p>Tuvo una pequeña participación en<strong> Fragmentos del destino,</strong> de Jieho Lee, compartiendo pantalla con actores de la talla de <strong>Forest Whitaker</strong>, <strong>Brendan Fraser</strong>, <strong>Emile Hirsch</strong>, <strong>Kevin Bacon</strong>, <strong>Andy García</strong> y <strong><a href="http://antologiadebellezas.wordpress.com/2008/12/27/sarah-michelle-gellar/">Sara Michelle Gellar</a></strong>.</p>
<p><a href="http://www2.esmas.com/entretenimiento/cine/peliculas/010919/casi-divas" target="_blank"><span style="color:#000000;"><strong><span style="color:#993300;">Casi Divas</span></strong></span></a> de Issa López,<strong> </strong> fue su segundo proyecto cinematográfico como protagonista, el cual le abrió las puertas en el cine comercial. En esta película actúan también <strong>Maya Zapata</strong>, <span style="color:#000000;"><strong><span style="color:#993300;">Julio Bracho</span></strong></span> y <span style="color:#000000;"><strong><span style="color:#993300;">Ana Layevska</span></strong></span>, entre otros.</p>
<p>En 2008, participa en la webserie de Televisa, <strong>Colinas</strong>, proyecto dirigido por Manolo Caro.</p>
<p>En el 2009 actua en las cintas <strong>Sin nombre**</strong> de Cary Fukunaga, <strong>Amar**</strong> de Jorge Ramírez y <strong>Labios rojos</strong> de Rafael Lara.</p>

<p> </p>
<p><!--Termina estructura de nota--></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novo Patrocínio]]></title>
<link>http://damadespadas.wordpress.com/2009/03/13/sporting7/</link>
<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 10:33:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>koala86</dc:creator>
<guid>http://damadespadas.wordpress.com/2009/03/13/sporting7/</guid>
<description><![CDATA[ Novo patrocínio do Sporting&#8230; &#8220;Cartão 7 colinas&#8230; Viaje com tranquilidade!&#8221;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-342  aligncenter" title="Sporting_Cartão 7 colinas" src="http://damadespadas.wordpress.com/files/2009/03/7-1.jpg" alt="Sporting_Cartão 7 colinas" width="227" height="132" /></p>
<p style="text-align:left;"> Novo patrocínio do Sporting&#8230;</p>
<p><strong>&#8220;Cartão 7 colinas&#8230; Viaje com tranquilidade!&#8221;</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El sur de la Toscana: el corazón y el sol]]></title>
<link>http://bajoelsoldelatoscana.wordpress.com/2009/03/11/el-sur-de-la-toscana-el-corazon-y-el-sol/</link>
<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 18:11:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>eliotropica</dc:creator>
<guid>http://bajoelsoldelatoscana.wordpress.com/2009/03/11/el-sur-de-la-toscana-el-corazon-y-el-sol/</guid>
<description><![CDATA[Aunque recién acabé de escribir el post pasado, que contaba de mi ultimo viaje invernal en las Monta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-395" title="Gulfo de Bolgheri, Toscana" src="http://bajoelsoldelatoscana.wordpress.com/files/2009/03/dscn0832.jpg?w=300" alt="Gulfo de Bolgheri, Toscana" width="275" height="192" />Aunque recién acabé de escribir el post pasado, que contaba de mi ultimo viaje invernal en las <a href="http://bajoelsoldelatoscana.wordpress.com/2009/02/24/un-dia-de-invierno-en-las-montanas-pistoiese-toscana/" target="_blank">Montañas Pistoiese</a>, ya he sentido, como un impulso, la necesidad de escribir otra vez. Estoy viajando desde Lucca hacia el sur a lo largo de la <a href="http://www.flickr.com/search/?q=costa+toscana+mare&#38;m=tags" target="_blank">costa toscana</a>, hace mucho que no hago este recurido en tren. A pesar de los fastidiosos y estresantes retrasos de los trenes italianos, esta linea es verdaderamente fantástica, porque fantástico es el paisaje. He viajado por esta ruta por muchos años, para ir a visitar mis abuelos en <a href="http://es.holiday-apartment-tuscany.net/guia_toscana/grosseto.htm" target="_blank">Grosseto </a>y mis otros abuelos en <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Salerno" target="_blank">Salerno</a>, en el extremo sur de Italia. Esta es belleza para mi: campos dorados de trigo, pinedas, bayas rocosas, barrancos y sobretodo el mar. Algunos extranjeros lo definen &#8220;oceano&#8221;, pero en la realidad no lo es. Este es nuestro <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Mediterraneo" target="_blank">Mar Mediterraneo</a>, con sus únicas plantas, colores y formas de las costas.Y los rayos del sol hacen de este zona particular de la costa <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Mar_Tirreno" target="_blank">Tirrena </a>un lugar increiblemente atractivo, que consigue encantarme a pesar de que conozco estos lugares desde hace mucho años, cada vez que veo estas imagenes, desde un tren, un velero o conduciendo en coche, siempre es una emoción. Tal vez esta es la Toscana que más quiero. Por supuesto, yo amo Lucca, la ciudad donde vivo, pero mis raíces están más cerca al sur de la Toscana, y ahora siento estas raíces más fuertes que nunca. Bueno, las pinedas están corriendo rapidas paralelamente al tren, pasamos por S. Vincenzo, hoy un poco glamour por las nobles familias italianas y ingleses que viven aqui, pero que originariamente fue un pueblo por los trabajadores de las minas de oro&#8230;.y entonces llegamos a Cecina, cientro turístico muy abarrotado las cuyas colinas son mucho más interesantes que sus playas, demasiada muchedumbre, y luego nos dirigimos hacia <a href="http://locuraviajes.com/blog/destinos/europa/Italia/Toscana/quercianella%20sonnino/informacion" target="_blank">Quercianella</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/manfrediadamo/3191049873/" target="_blank">Castiglioncello</a>, mi centro turístico costero preferido en Toscana. Una pequeña playa de arena, movida nocturna, pezes y el mejor pescado en los restaurantes en la playa&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</p>
<p>¡dificil resistir! ¡Dificil pensar al trabajo, al estudio o simplemente atender a las varias tares diarias cuando a 30 minutos de coche desde mi ciudad hay todo esto! &#8230;&#8230;&#8230;.</p>
<p>&#8230;a seguir &#8211; el corazón y el sol de Toscana.</p>
<p> </p>
<p><span lang="IT">Por más informaciones visita nuestro sitio web <a href="http://www.eliotropica.com/"><span style="color:#909d73;">www.eliotropica.com</span></a> o escribenos a <a href="mailto:info@eliotropica.it"><span style="color:#909d73;">info@eliotropica.it</span></a></span><span lang="IT"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Las villas de los nobles de Lucca]]></title>
<link>http://bajoelsoldelatoscana.wordpress.com/2009/02/10/villas-de-los-nobles-en-lucca/</link>
<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 15:16:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>eliotropica</dc:creator>
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<description><![CDATA[Los nobles de Lucca tenían la costumbre de ir a relajarse en las dulces colinas que rodean la ciudad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><span lang="IT">Los nobles de Lucca tenían la costumbre de ir a relajarse en las dulces colinas que rodean la ciudad y una vez allí, disfrutar del magnifico paisaje alrededor. Estos nobles, para poder disfrutar aún más, construyeron maravillosas fincas y villas que todavía podemos visitar para revivir el atmosfera del pasado.<img class="alignright size-medium wp-image-197" title="Antigua villa de Lucca" src="http://bajoelsoldelatoscana.wordpress.com/files/2009/02/nobilevillainluccarid.jpg?w=300" alt="Antigua villa de Lucca" width="300" height="225" /></span><span lang="IT">El plan es de visitar una de estas antiguas <a href="http://www.villelucchesi.net/sito/ville.html" target="_blank">Villas </a>de Lucca, tan al interior como al exterior. El billete incluye también la entrada a los jardines.</span></div>
<div>Excursión individual: ideal para 2 personas (media jornada)</div>
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<p> </p>
<p>Despues de la visita, que llevará más o menos una hora, iremos a una granja donde podremos degustar el óptimo vino que se produce en estas mismas colinas y otras tipicas gollerías.</p>
<p>Por el camino, quedarán fascinados a la vista de las otras Villas y también al escuchar de sus historias, leyendas y misterios.</p>
<p> </p>
<p><span lang="IT">Por más informaciones visita nuestro sitio web <a href="http://www.eliotropica.com/"><span style="color:#909d73;">www.eliotropica.com</span></a> o escribenos a <a href="mailto:info@eliotropica.it"><span style="color:#909d73;">info@eliotropica.it</span></a></span><span lang="IT"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comilones en Toscana: playa, sol y muy buena comida.]]></title>
<link>http://bajoelsoldelatoscana.wordpress.com/2009/02/10/comilones-en-toscana-playa-sol-y-muy-buena-comida/</link>
<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 14:25:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>eliotropica</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mar, playas y mucho más. La Versilia nos ofrece también la posibilidad de conocer los productos gast]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><span lang="IT">Mar, playas y mucho más. La Versilia nos ofrece también la posibilidad de conocer los productos gastronómicos más conocidos de la Toscana: vino, aceite de oliva, pescado, carnes, quesos&#8230;</span></div>
<div><span lang="IT">Por el aceite y el vino hemos pensado de hacerte descubrir la hermosura de las colinas alrededor de Lucca, para deliciarnos la boca meriendando en una granja: valdrá seguramente la pena alejarse unas horas de la playa si queremos apreciar los sabores más autenticos de estas tierras.</span></div>
<div><span lang="IT">Por una cena inolvidable en un ambiente único, entre esculturas y tiendas interesantes, hemos escogido un tipico restaurante en el pintoresco pueblo medieval de Pietrasanta, donde podremos gustar las especialidades regionales.</span></div>
<div><span lang="IT"> </span></div>
<p><span lang="IT"> </p>
<p></span></p>
<p>Te acogeremos al hotel con un rico vaso de vino toscano, y desde entonces siempre estarás acompañado de los sabores y odores que caracterizan esta región, por unos días completamente relajantes y gustosos, o como dicen aqui, en plan &#8220;godereccio&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>Por más informaciones visita nuestro sitio web <a href="http://www.eliotropica.com/">www.eliotropica.com</a> o escribenos a <a href="mailto:info@eliotropica.it">info@eliotropica.it</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Descalzos entre los olivares: relaje total en las dulces colinas de la Toscana]]></title>
<link>http://bajoelsoldelatoscana.wordpress.com/2009/02/10/descalzos-entre-los-olivares-relaje-total-en-las-dulces-colinas-de-la-toscana/</link>
<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 10:41:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>eliotropica</dc:creator>
<guid>http://bajoelsoldelatoscana.wordpress.com/2009/02/10/descalzos-entre-los-olivares-relaje-total-en-las-dulces-colinas-de-la-toscana/</guid>
<description><![CDATA[Imaginense dulces colinas, castillos, rocas, olivares y viñas&#8230;estas son las colinas de Lucca, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><span lang="EN"><img class="size-medium wp-image-91 alignright" title="Las dulces colinas de Lucca" src="http://bajoelsoldelatoscana.wordpress.com/files/2009/02/img_3081.jpg?w=300" alt="Las dulces colinas de Lucca" width="261" height="187" /></span></div>
<div><span lang="EN">Imaginense dulces colinas, castillos, rocas, olivares y viñas&#8230;estas son las colinas de Lucca, un paisaje natural y una tradición rural bien conservada, gracias al amor de la gente por su propia tierra, que aún hoy, en la era de la tecnología, da sus exquisitos frutos y nos donan unos óptimo vinos y aceites.</span></div>
<p> <span lang="EN">Bueno, si estais imaginando este ambiente natural no será dificil pensar que sea el lugar ideal para relajarse, para cortar con las persecuciones tecnologicas y encontrar el tiempo para hacer muchas de esas cosas que siempre aplazamos.</span> </p>
<p> Os acogeremos en pensiones y hoteles de gran clase, en las mismas colinas de Lucca o en el cientro de la ciudad también.</p>
<p> Para empiezar a abandonarse a un completo estado de relajación, un masaje de reflexología plantar u otras terapias relajantes es lo ideal, para luego pasar a una fase de mayor placer con una degustación de aceite, vino y otros productos de estas tierras, una delicia para todos los sentidos!</p>
<p>Para un contacto más profundo con la naturaleza, os aconsejamos de relajarse en los montículos, en el medio de los olivares, y de aprovechar de estos lugares por un pic-nic: leer un buen libro, gozar de un vino placentero y de ricas recetas de la exquisita tradición toscana&#8230;</p>
<p> En caso de lluvia o mal tiempo, el almuerzo podrá ser consumado eligiendo uno de los restaurantes que os señaleremos.</p>
<p> </p>
<div>Por más informaciones visita nuestro sitio web <a href="http://www.eliotropica.com/">www.eliotropica.com</a> o escribenos a <a href="mailto:info@eliotropica.it">info@eliotropica.it</a></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Serro: Brasil en sombras]]></title>
<link>http://signusphotosite.com/2009/02/10/serro-brasil-en-sombras/</link>
<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 10:10:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nelson González Leal</dc:creator>
<guid>http://signusphotosite.com/2009/02/10/serro-brasil-en-sombras/</guid>
<description><![CDATA[Serro es un municipio brasilero del Estado de Minas Gerais, que forma parte del circuito del Camino ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Serro es un municipio brasilero del Estado de Minas Gerais, que forma parte del circuito del Camino ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Portugal: 7 colinas de Lisboa y Sintra]]></title>
<link>http://edravitrip.wordpress.com/2009/02/07/portugal-7-colinas-de-lisboa-y-sintra/</link>
<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 10:32:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Emiliano Di Rosa</dc:creator>
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<description><![CDATA[Emplazada en las orillas del Río Tejo, tan cerca de las aguas del Océano Atlántico, estpa la antigua]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Emplazada en las orillas del Río Tejo, tan cerca de las aguas del Océano Atlántico, estpa la antigua]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Colinas, webserie de mierda]]></title>
<link>http://tiramelaneta.wordpress.com/2009/01/18/colinas-webserie-de-mierda/</link>
<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 20:45:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>elcagadero</dc:creator>
<guid>http://tiramelaneta.wordpress.com/2009/01/18/colinas-webserie-de-mierda/</guid>
<description><![CDATA[Como ya saben, los tiranetas no respetamos nada, en esta ocasión hablaré de una “webserie” que se tr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Como ya saben, los tiranetas no respetamos nada, en esta ocasión hablaré de una “webserie” que se transmite en el sitio tvolucion.com, pagina web impulsada por televisa, la serie madreada esta, se llama “Colinas”, según he escuchado es copia (como todo) de una serie gringa, bueno para quien no ha visto “Colinas”, parece ser la vida de unos <strong>juniors</strong> de la Ciudad de Guadalajara, muy pesaditos, seguramente entraron a la serie solo por ser hijos de papi, por tener varo, las actuaciones están bien madreadas y chafas, lo que podría ser una herramienta a su favor es que tienen más libertad en el vocabulario que usan, vocabulario que no podrían usar en tele abierta a nivel nacional, pero ellos lo echan a perder, hablan como según ellos habla la juventud actualmente, pero se equivocan ese vocabulario solo lo hablan los hijos de papi buenos para nada, como si no fuera suficiente ver a pedantes como estos en la calle, ahorita tenemos que verlos llenando de mierda también la red, solo nos queda rogar a Dios, para que mierdas como esta, nunca estén en canales a nivel nacional, aunque dudo que algún día eso suceda, la duración de cada episodio de esta basura es de casi 5 minutos, pero si le quitas lo que dura el intro y el cierre, debe ser muy poco el “contenido”, pero está bien, quien se echaría 30 minutos de esto en internet, esta serie es en parte producida por el cejón mamón aquel que estaba en el dueto <strong>Lú, </strong>el y otros riquillos son los creativos de esta payasada, lo curioso es que cuando alguien los critica en Youtube, siempre sale uno o dos tipos defendiendo a capa y espada sus videos, suponemos que quienes responden deben ser los “productores” o muy probablemente los mismos pseudo actores, como consejo no vean cochinadas como esta, ya que fomentan que se siga produciendo pura basura, aunque bueno, quizá es mucho pedir para ustedes, si Rebelde duró tanto y lo repiten una y otra véz en no sé cuantos canales, creo que ya podemos esperar ver cualquier cosa en la televisión nacional, poco a poco perderemos la capacidad de asombrarnos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Si quieren ver algún episodio de Colinas para comprobar lo que digo, busquen en YouTube, yo no pienso promover putadas.</span></p>
<p><a href="http://tiramelaneta.files.wordpress.com/2009/01/colinas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-689" title="colinas" src="http://tiramelaneta.wordpress.com/files/2009/01/colinas.jpg" alt="colinas" width="83" height="38" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Las colinas de chocolate de Filipinas]]></title>
<link>http://caosyentropia.wordpress.com/2008/11/20/las-colinas-de-chocolate-de-filipinas/</link>
<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 22:21:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>javisev</dc:creator>
<guid>http://caosyentropia.wordpress.com/2008/11/20/las-colinas-de-chocolate-de-filipinas/</guid>
<description><![CDATA[Estas últimas semanas han sido de mucho trabajo y cuestiones diversas. El año pasado ya pensaba que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estas últimas semanas han sido de mucho trabajo y cuestiones diversas. El año pasado ya pensaba que tenía poco tiempo pero este año me estoy encontrando con <em>mínimos paréntesis</em> en mi cabeza para desconectar y <strong>echar a volar la imaginación</strong>. Esto me complica escribir algo decente, y siempre he sido de los que piensa que si no vas a escribir algo bueno mejor no escribas nada. Es cierto que esto <em>empezó siendo un blog más bien técnico</em>, pero si os digo la verdad mi vida normal se mueve en ese entorno y me resulta más agradable <strong>abrir nuevos tópicos</strong> en algunas ocasiones.</p>
<p>Hoy quiero hablar de un tema que tenía aparcado desde hace mucho tiempo, uno de esos paisajes únicos y sorprendentes de nuestro planeta, <strong>Las Colinas de Chocolate</strong>.</p>
<p><a href="http://caosyentropia.files.wordpress.com/2008/11/chochillsbycrazyegg95.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-648" title="chochillsbycrazyegg95" src="http://caosyentropia.wordpress.com/files/2008/11/chochillsbycrazyegg95.jpg?w=300" alt="chochillsbycrazyegg95" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Las <strong>Colinas de Chocolate</strong> no son un invento creado en alguno de los sueños de <strong>Homer Simpson</strong>, son reales y se encuentran en <strong>Filipinas</strong>, y son un lugar turístico curioso. Su nombre no proviene porque estén hechas de chocolate, obviamente, aunque sé que si estuviesen hechas de chocolate más de uno y de una estarían encantados de hacerse una pequeña casita en lo alto de alguna de sus colinas.</p>
<p><a href="http://caosyentropia.files.wordpress.com/2008/11/chocolate-hills.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-650" title="chocolate-hills" src="http://caosyentropia.wordpress.com/files/2008/11/chocolate-hills.jpg?w=300" alt="chocolate-hills" width="300" height="225" /></a></p>
<p>En una isla <strong>al sur de Manila</strong> se asienta un frondoso bosque del que sobresalen curiosos montes, con escasa vegetación aunque con tonalidades diferentes dependiendo de la época del año en la que estemos. Podría decirse que hay <strong>más de cien de estas colinas</strong> y que su nombre toma su máximo esplendor durante la estación seca, ya que debido a su escaso follaje la loma adquiere una fuerte tonalidad marrón. En esa época dan ganas de darle un suculento mordisco.</p>
<p><a href="http://caosyentropia.files.wordpress.com/2008/11/chocolatehillsbymeteparozzi.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-649" title="chocolatehillsbymeteparozzi" src="http://caosyentropia.wordpress.com/files/2008/11/chocolatehillsbymeteparozzi.jpg?w=300" alt="chocolatehillsbymeteparozzi" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Hay varias leyendas sobre la formación de estas colinas, dejo al curioso lector que se adentre en la frondosidad de internet a investigar sobre el tema.</p>
<p><strong>Más información:</strong></p>
<p>- <a href="http://sobreturismo.es/2008/09/11/las-colinas-de-chocolate-en-filipinas/">Sobreturismo.es</a><br />
- <a href="http://noticiasinteresantes.blogcindario.com/2008/10/01311-las-curiosas-colinas-de-chocolate-de-filipinas.html">Blogcindario</a></p>
<p>La verdad es que viendo las imágenes dan ganas de tirarse por la colina haciendo la croqueta o en plan tobogán. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Un saludo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuatro Colinas - La serpiente]]></title>
<link>http://trazosdejeshua.wordpress.com/2008/07/06/cuatro-colinas-la-serpiente/</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 22:08:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>jeshuamorbus</dc:creator>
<guid>http://trazosdejeshua.wordpress.com/2008/07/06/cuatro-colinas-la-serpiente/</guid>
<description><![CDATA[Agares no comprendió bien lo que pasaba el día que se encontraron a la serpiente. Lo mismo que en es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;" align="center">
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Agares no comprendió bien lo que pasaba el día que se encontraron a la serpiente. Lo mismo que en ese momento en el que la perdieron de vista.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Llevaba guiando el Mateus más de seis meses guiado por las órdenes de un Ingenioso de carácter impredecible cuyas órdenes, tremendamente abstractas, nunca le dejaban las cosas sencillas.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">“Busca los fenómenos que se produzcan a lo largo y ancho de Cuatro Colinas e infórmame sobre ellos”. Tal fue la orden de su jefe. Y Agares no alcanzaba a comprender por qué su señor toleraba que se usaran tantos recursos, dinero y hombres para buscar quimeras que el Ingenioso ni tan siquiera se molestó en explicar a qué venían.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left"><!--more--></p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Pero, cierto era: Se encontró sucesos extraños. La gente de a pie no era capaz de apreciar los efectos de lo que estuviera recorriendo ese gran valle pero, desde las alturas,  alguien como Agares y sus hombres si que podían distinguir las marcas que “algo” había ido dejando en diversos lugares de Temón. Lo primero que pudieron encontrar fue ese gran pedazo de cristal que encontraron en el desierto de Cetno, al oeste de Grea, un auténtico mar vitrificado que durante la noche anterior habían visto arder como si de un auténtico volcán se tratara. Cuando llegaron, sólo encontraron los restos del pueblo hundidos en ese cristal pero sin ver ni rastro de los habitantes de esa aldea. Gracias al dirigible pudieron ver que ese mar de cristal no fue la única marca que había: Se podía ver un largo rastro en la arenas de Cetno, como si por ese lugar se hubiera estando deslizando algún enorme cuerpo bajo las arenas, como si un gran gusano casi tan enorme como el mismo dirigible que ahora dirigía hubiera pasado por allí. Tal escala se le hacía inconcebible en un ser vivo así que Agares pensó que sería alguna clase de ingenio mecánico de tamaño colosal. Pero, tras ver que no encontraban más rastros de lo que buscaban, tuvo que redirigir la expedición a otras tierras, a la colina Oroi.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Allí, entre las sempiternas nieves que cubrían su pico y falda, encontraron más rastros, esta vez de algo diferente y, si cabe, más grande que lo anterior. No supieron qué veían cuando vieron esas enormes marcas redondas en la nieve, tan enormes como una de las hélices del dirigible así como no comprendieron qué se pudo haber arrastrado por las paredes rocosas hasta el punto de dejar marcas a una altura de más de diez metros. Buscaron durante días lo que pudiera haber generado esas monstruosas “pisadas” pero, de nuevo, perdieron su rastro por culpa de las ventiscas de Oroi.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Y ahora, la serpiente. Ahora tenían una prueba tangible de que había criaturas tan enormes como montañas que se movían con completa tranquilidad sin que nadie reparara en ellas.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Cuando vieron ese alargado cuerpo sobresalir de entre las nubes de Sumin, comenzaron a asumir lo pequeños que eran realmente. Pequeños en comparación con esa monstruosa culebra voladora con decenas de pares de alas que se movía parsimoniosa y pacíficamente por encima de los bosques de Sumin mientras era ignorado gracias a su discreción natural que le permitía volar sin levantar el menor ruido o corriente de aire.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Pero, un buen día, apareció muerta. Nadie lo comprendió, cómo ese ente de colosales proporciones pudo acabar abatido de esa manera tan grotesca. Nadie entendió cómo, en una sola noche, la serpiente había bajado a tierra a morir. No había ni motivos, ni datos, ni rastros, ni tan siquiera una maldita marca sobre su casi pétrea piel que indicara qué le había ocurrido a semejante titán aéreo.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Lo único que pudieron sacar en claro fue que, a las pocas horas de la caída del monstruo, el clima en Sumin se volvió terriblemente hostil: Las corrientes de aire se enfurecieron, la lluvia se convirtió en afiladísimo granizo, Agares perdió la máquina que gobernaba y quedó a merced de los elementos&#8230;</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Tardaron días en poder volver al lugar tras tan terrible trance tras hacer una cantidad inimaginable de reparaciones sobre la lona de Mateus. Y, cuando regresaron, no hallaron el cuerpo de la serpiente.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Descendieron al lugar para encontrar evidencias del cuerpo de la serpiente. Pero sólo encontraron una lápida ante la que un hombre de tez morena y cabellos negros como el tizón lloraba amargamente.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Un hombre cuya presencia elevaba la temperatura del ambiente varios grados. Un ser cuya ira se reflejaba en las llamas que lo rodeaban.</p>
<p style="text-indent:0.53cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Agares no podía probarlo pero sabía que se había encontrado con un demonio sediento de venganza&#8230;</p>
<p style="margin-left:100px;margin-right:100px;border-color:#000000;border-style:none none solid;border-width:medium medium 1px;">
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;text-align:right;"><em>Parece que ha pasado una soberana eternidad desde la última vez que tocara las historias de la bonita región de Cuatro Colinas. En fin, más vale tarde que nunca: He aquí una nueva historia. </em></p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;text-align:right;"><em>Esta vez se trata de un cuento de unión, una historia que muestra cómo están de relacionadas las historiasd de Cuatro Colinas unas con otras. Todas son independientes pero todas forman parte del mismo todo. Espero que, al final, no me salga un batiburrillo de letras difícil de digerir&#8230;</em></p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;text-align:right;"><em>En fin, como sea, espero que os guste lo que leáis. Yo me despido hasta más leer.</em></p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;text-align:right;"><em>P.D.: Respecto al asunto del acertijo &#8220;El número 12&#8243;, decir que, visto que nadie responde, daré un tiempo antes de dar la respuesta al mismo. EL DÍA 15 DE JULIO daré la respuesta al enigma&#8230; si no me la dais vosotros antes.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuatro Colinas - Un mensaje para el cielo]]></title>
<link>http://trazosdejeshua.wordpress.com/2008/04/07/cuatro-colinas-un-mensaje-para-el-cielo/</link>
<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 21:56:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>jeshuamorbus</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pashu estaba distraída, cosa muy extraña en ella. Con lo que había logrado semanas atrás no la había]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Pashu estaba distraída, cosa muy extraña en ella. Con lo que había logrado semanas atrás no la habían dejado ni a sol ni a sombra durante demasiado tiempo.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Mientras observaba a Merluri terminar de dibujar el mensaje de ese día sobre la torre Arte en la que estaban, pensó en toda esa serie de apelativos que les habían referido esos últimos días: “La mujer que había logrado hablar con las estrellas”, “la dama de la luna”, “los genios de la luz”, “los que hablan con los selenitas”&#8230; así hablaban de ellos los habitantes de la ciudad (y, qué demonios, de prácticamente toda población alrededor de Dre). Y seguro que la gente de las cuatro colinas ya se había dado cuenta de ese peculiar cambio que había permanecido tres días en el cielo.<!--more--></p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">El prestigio de su señor Masoh había crecido por enteros y ahora gran cantidad de señores vecinos se rifaban a su Ingeniosa Pashu. Lo mismo que había empezado a escuchar palabras de rechazo por parte de los Nuntios de poblaciones cercanas. Por suerte, el Nuntio Leg siempre había estado al tanto de lo que hacían y sabía que nada pecaminoso había en las actuaciones de la ingeniosa y el Artista.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">¿Y qué podría haber de pecaminoso en el poder hablar con los habitantes del satélite de ese mundo? ¿Qué problema había con expandir un poco la comunicación?</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Los Ingeniosos vecinos se encogían de hombros pero, sucintamente y sin que sus Nuntios se enteraran, felicitaban a la Ingeniosa. Y, por su parte, los Artistas homenajeaban sin temor alguno a la figura de Merluri. Homenaje más que merecido porque fue precisamente gracias a él que lograron encontrar una manera de comunicarse con esos seres que vivían allá en lo alto del cielo.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Pashu observó con calma los símbolos que estaba dibujando Merluri con tiza sobre el suelo. Antes le parecían dibujos sin sentido, estupideces propias de ese hombre que le parecía tan y tan necio. Pero tuvo que ceder ante la evidencia de que ella no servía para comunicarse con los selenitas.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Durante días, desde que cruzara su vista con la de un selenita que también observaba el cielo con un telescopio, había estado haciendo diversos aspavientos a los que el otro respondía repitiéndolos como un mono&#8230; muchos días intercambiando movimientos con el de arriba pero sin lograr entender nada. A pesar de todo su poco común entusiasmo, nada podía lograr entender de la otra parte. Hasta que Merluri se dio cuenta de lo que la Ingeniosa estaba haciendo.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Fue humillante para ella que le dijera que se estaba equivocando, que lo único que estaba haciendo era una serie de movimientos ridículos y sin sentido. Él fue el segundo que logró ver a las criaturas que vivían en la cúpula celestial&#8230; y lo aceptó con una sonrisa sosegada. Le bastó levantar la mano para que desde el otro lado le respondieran tres de esas criaturas de la misma manera. Y entonces, empezó a dibujar.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Dibujó paisajes y les enseñó conceptos de Cuatro Colinas: Cómo eran las praderas, los ríos y montañas del lugar; qué animales moraban esas tierras; cómo eran las construcciones de esos lugares&#8230; y, sin comerlo ni beberlo, les hizo entender los conceptos de “tú” y “yo” al indicarles que ellos hicieran lo propio con sus paisajes y vistas.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Ese Artista siempre había parecido ser el hombre más frívolo que jamás hubiera conocido la mujer pero, ahora que lo veía, comprendía mejor su labor en el feudo Risea:  Ese hombre “sabía” (y nunca mejor dicho) comunicarse. No importaba que la otra parte no supiera hablar, que no pudiera escucharle, que no pudiera ver lo que él veía o que sintiera lo que él. Un Artista estaba ahí para que todo el mundo pudiera sentir el mundo de cualquier manera posible.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Merluri era capaz de hacer ver a un ciego; de hacer bailar al ritmo a un sordo, lograr que un mudo cantara; que un ignorante llorara, que los desgraciados rieran y de colorear la noche más negra. Tal era su genialidad.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Y ahora era capaz de comunicarse con seres a los que no podía ni escuchar ni tocar, ni tan siquiera ver directamente. Y, gracias a su gran obra en el monte de Risea, los selenitas sabían que los terrícolas los habían visto y ya comprendían cómo eran las gentes de Cuatro Colinas.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Y Merluri reía. Reía como siempre había reído, como si nada hubiera pasado mientras Pashu apenas era capaz de alargar la comisura de sus labios para reflejar esa alegría que no creía merecida. Porque, ¿ahora qué iba a hacer? Nunca había pensado en darle una utilidad a su descubrimiento casual, tampoco había esperado llegar a tener tanta comunicación con esa gente&#8230;</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">“¿Para qué sirve hablar con ellos si no podemos llegar hasta ellos?” preguntó al aire, sin darse cuenta de que Merluri la iba a escuchar como siempre.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">“Para tener un juez que vigile nuestras acciones” respondió Merlurí, medianamente serio y sudoroso por el exhaustivo trabajo que estaba realizando. “Ahora hay cientos de ojos observándonos desde lo alto de esta bóveda celeste, sabemos que no estamos solos y sentiremos la presión de sentirnos juzgados por ellos. Es la mejor solución a las grandes guerras, ¿no crees, mi bella Ingeniosa?”</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Pashu no supo que responder de inmediato. Cogió una tiza blanca y se pasó un rato observándola, cavilando cosas varias&#8230;</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Trazó varios de los ideogramas que había inventado Merluri y sin pensarlo demasiado, unió en un sólo símbolo los ideogramas “viaje” y “visita” con la suficiente maña como para que pudiera ser observado desde allá arriba.</p>
<p style="text-indent:0.48cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="left">Pashu no esperaba abandonar el planeta que la había visto nacer. Pero sabía que, si alguien podía hacerlo, ésos eran los selenitas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuatro Colinas - La danzarina del lago]]></title>
<link>http://trazosdejeshua.wordpress.com/2008/03/26/cuatro-colinas-la-danzarina-del-lago/</link>
<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 21:02:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>jeshuamorbus</dc:creator>
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<description><![CDATA[Joan, siempre que su tiempo se lo permitía, se quedaba embelesado observando la isla de Trocene. Com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Joan, siempre que su tiempo se lo permitía, se quedaba embelesado observando la isla de Trocene. Como a muchos le resultaba una visión fascinante y cautivadora pero él era la única alma romántica que mantenía ese sueño platónico de alcanzar las alturas y posarse sobre esa tierra voladora.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Le gustaba la sombra que proyectaba a lo largo del día, la cascada que surgía de ella, las brumas que la rodeaban y ese salvaje movimiento de corrientes de aire que, de lejos, parecía un armonioso baile de cientos de serpientes grises.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Nadie había sido capaz de llegar hasta allí arriba. Nadie.<!--more--></p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Los vientos que había alrededor de esa isla eran tan fuertes que ni los más avanzados zeppelines podían atravesar la tormenta. Todos cuantos habían intentado tan siquiera acercarse ya por aire, ya por el lago, habían acabado completamente muertos a causa de esa eterna tormenta.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Pero para Joan, esa inaccesibilidad era algo que acrecentaba el valor de esa isla. Por ello, era incapaz de dejar de pensar en verse desde tan privilegiada posición, observando todo el valle de Temon en todo su esplendor.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Y, embobado como estaba en lo que podía ver de la isla, no se fijó en algo que se movía en el interior de la tormenta&#8230; tan lejos como estaba la tormenta, apenas se podía apreciar como un punto de leve color blanco. Sin embargo, a medida que pasaba el tiempo, la figura fue descendiendo y quedándose más a la vista del embelesado Joan.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Por supuesto, no tardó en darse cuenta de esa presencia extraña. Al principio pensó que sería una hoja de papel que se movía caprichosamente al son del viento. Luego pensó que tal vez fuera un trozo de tela blanca.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Pero cuando vio los cabellos de esa dama que danzaba grácil sobre las brumas, se levantó anonadado.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Era una mujer&#8230; eso lo podía asegurar. Su piel, ligeramente oscura casaba muy bien con sus largos cabellos dorados. A pesar de la ligereza de sus ropas, no parecía sufrir lo más mínimo por las bajas temperaturas que había allí a la sombra de la isla de Trocene.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Sus movimientos se coordinaban con los cambios de dirección del aire con una elegancia indescriptible. Era tan natural que Joan pensó estar delante de la misma encarnación del viento&#8230;</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Danzó durante varios minutos hasta que, cansada, se posó sobre el agua del lago, a pocos metros de su único espectador. Aún cubierta de sudor era incapaz de borrar ese aura de elegancia que la había acompañado desde el mismo momento en el que Joan la había avistado.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Ella avanzó lentamente hacia él, apoyando sus pies sobre el agua, con calma y quietud, sin dejar de sonreír. Parecía agradada por saberse vista y admirada por alguien de la superficie. No tardó en tocar tierra, momento en el cual, Joan pudo, por fin, verle bien los ojos. Ojos alargados cuyos iris no dejaban de cambiar de color. Una mirada preciosa que le robó la voluntad durante los segundos en los que estuvo cruzando esa mirada con ella.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Ella rió, se inclinó ante él y, de nuevo, separó sus pies del suelo remontado el vuelo.</p>
<p style="text-indent:0.53cm;margin-bottom:0;"> Todo cuanto le dirigió después de eso, fue un leve saludo mientras la danzarina de Trocene se dirigía en dirección a Cetno&#8230;</p>
<p style="margin-left:100px;margin-right:100px;border-color:#000000;border-style:none none solid;border-width:medium medium 1px;">&#160;</p>
<p style="text-indent:0.53cm;margin-bottom:0;" align="right"> <i>Cuando escribí &#8220;El bucle&#8221;, una historia de la que proviene parte del argumento de Cuatro Colinas, esta danzarina era mi personaje favorito de los ocho de la caverna. Bonita, elegante, rápida, temperamental&#8230; acabará teniendo cierta importanca en la historia (NdD: Ya se verá&#8230; aún no se ha escrito).</i></p>
<p style="text-indent:0.53cm;margin-bottom:0;" align="right"> <i>Espero que os haya gustado.</i></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuatro Colinas - La mansión]]></title>
<link>http://trazosdejeshua.wordpress.com/2008/03/17/cuatro-colinas-la-mansion/</link>
<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 22:46:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>jeshuamorbus</dc:creator>
<guid>http://trazosdejeshua.wordpress.com/2008/03/17/cuatro-colinas-la-mansion/</guid>
<description><![CDATA[Érase una vez que se era, un hombre adinerado vivía en una gran mansión. Era un hombre poderoso mas,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Érase una vez que se era, un hombre adinerado vivía en una gran mansión. Era un hombre poderoso mas, bastante desconfiado. Solitario y huraño, casi nunca abandonaba su morada salvo en ocasiones muy señaladas.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Porque no confiaba en nadie. Ni aún entre las paredes de su gran casa dejaba de recelar de todos. Los pocos que se acercaban allí eran viciosamente vigilados por el dueño de tan enorme casa, que no dejaba de pensar que todos querían algo de él.<!--more--></p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> No tenía criados y se bastaba con los servicios de algunas mujeres del pueblo que le preparaban comida para subsistir una semana más. Por lo demás, estaba aislado. Ya hiciera sol, ya nevara copiosamente, no saldría.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Una noche, mientras el hombre paseaba por los largos pasillos de su gran mansión, aunque más bien cabría decir que estaba llevando a cabo su “ronda”, el hombre escuchó un leve craqueteo resonar en las paredes de ese pasillo.  Tal vez fuera una puerta mal cerrada, una mala pisada suya de sonido taponado por la moqueta pero el dueño de la mansión era mucho más desconfiado que eso y no tardó en darse prisa en ir al lugar de procedencia de ese ruido.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Llegó al pasillo norte de la gran casa y, como casi siempre, allí no encontró a nadie. Sin embargo, lámpara en mano, comenzó a mirar en todas las salas a las que daba ese pasillo. No iba a descansar hasta confirmar que no había ningún intruso en su propiedad.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Miró uno de sus salones: No había nadie aunque allí permanecían sus muebles de caoba, sus asientos bien tapizados, las alfombras persas, los cuadros de su familia con marcos dorados. La ventana daba directamente al jardín interior, bien cuidado gracias a sus arduas labores durante el día aunque, ahora de noche, era tenebroso a pesar de la armonía de sus elementos. Sus cuatro cipreses se movían al son del viento que soplaba fuerte esa noche&#8230;</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Quietud y armonía.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Siguió por el pasillo hasta llegar a la cocina. Olía a cerrado y húmedo. Sin embargo, todo estaba en su sitio. Sobre la mesa aún quedaba parte del asado que le había preparado su asistenta, en el fregadero estaban los platos y todo lo demás permanecía quieto. Como desde hacía años.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Vejez y óxido.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Otro craqueteo resonó a su espalda. ¡Ahora estaba seguro de que no estaba solo en su mansión! Corrió escaleras arriba, de frente hacia quien pudiera estar importunándole y fue revisando una a una todas las salas.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> La primera que revisó fue su habitación. Ya fuera de día, ya de noche; la mirara quien la mirase esa salita era rematadamente angosta. Sin ventana que diera al exterior, con apenas un agujero que dejaba pasar algo de aire, esa habitación estaba escasamente formada por un camastro desvencijado y medio roto y su caja de caudales donde guardaba sus pertenencias más valiosas.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> ¿Humildad o avaricia?</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Intranquilo, continuó buscando. Oteó el camino que llevaba a la mansión desde su portón y no vio su puerta forzada&#8230; otro craqueteo resonó.</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> No se paró a pensar en lo frío que parecía el exterior de su casa y no pensó más que en llegar a la habitación que había habitado cuando él era niño. Y, como en carreras anteriores, nada se encontró allí&#8230; salvo los recuerdos, polvorosos y viejos de su infancia. Ni le gustaba entrar allí ni pensar en esos tiempos&#8230;</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> ¿Tal vez porque recordaba algo malo?</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Un golpe sordo resonó encima suyo. ¡El desván! ¡Quien fuera había logrado colarse hasta allí!</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Como imaginó, cuando llegó frente a la puerta del desván, se encontró la puerta entreabierta. Ni lo pensó y entró, al tiempo que apuntaba con su lámpara en todas direcciones&#8230;</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Sin embargo, en menos de un segundo encontró al intruso. Frente a la puerta, delante de él, quieto como si lo estuviera esperando, había un encapuchado en medio de las sombras. Éste se tapaba de tal manera que no se podía ver nada de su cuerpo y menos aún de su cara&#8230; nada, salvo su mano enguantada se podía ver de él&#8230;</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;">&#160;</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;" align="center"> <i>Sepulturero que te ocultas. Señor de los hombres que tienen miedo. Centinela incansable.</i></p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;" align="center"> <i>Abre la puerta a un lugar donde todos puedan ocultarse.</i></p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;" align="center">&#160;</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Esto dijo con su voz de tono alto y levemente agudo, al tiempo que en su mano enguantada lucía una llave de bronce vieja y pesada que avanzó para que el dueño de la casa la cogiera. Y éste, sin palabras al ver a esa presencia, avanzó sin dejar de observar esa llave&#8230; porque él conocía esa llave de algo. Sabía que una vez había usado esa llave para encerrar algo. Ese algo que le impidió volver a confiar en nadie&#8230;</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;">&#160;</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;" align="center"> <i>Abre la puerta, deja entrar y protege a todo aquel que te lo pida.</i></p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;" align="center">&#160;</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;"> Con esta concisa y sencilla orden, la luz de la lámpara del dueño de la mansión se apagó súbitamente. Cuando logró volver a encenderla, se encontró solo dentro del desván, en medio de un montón de trastos con esa valiosa llave en su mano&#8230;</p>
<p style="text-indent:0.5cm;margin-bottom:0;">&#160;</p>
<p style="text-indent:0.53cm;margin-bottom:0;"> Al día siguiente, el portón, la puerta, las ventanas, hasta los tragaluces estaban abiertos de par en par, al igual que todas las flores de esa primavera. Y el dueño de esa casa había desaparecido por completo&#8230;</p>
<p style="margin-left:100px;margin-right:100px;border-color:#000000;border-style:none none solid;border-width:medium medium 1px;">&#160;</p>
<p style="text-indent:0.53cm;margin-bottom:0;" align="right"> <i>Aquí es cuando las historias de Cuatro Colinas ya pueden verse unidas por alguna clase de nexo (dejando a un lado las historias de los titanes). La verdad&#8230; es que esta historia es, técnicamente, la continuación espiritual de otra que aún estoy escribiendo. Las dos ocurren en el mismo lugar y detalles de las dos historias se entrecruzan para bien o para mal.. aunque sin ninguna intención por parte de ninguno de los personajes.</i></p>
<div align="right"><i>En este mundo se entrecruzan toda clase de seres y voluntades. No hay una única verdad. Hay viajes, sí. Hay bestias, sí. Hay magia, también. Hay gente con poderes extraños, de verdad. Hay dioses y monstruos, a rabiar&#8230; pero ninguno destaca. Como en nuestro mundo en el que de todo hay y todo influye a su manera ya sea a la vista ya sea a escondidas.</i></div>
<div align="right"><i>Espero lograr reflejarlo bien&#8230;</i></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prefeitura divulga lista dos aprovados no concurso da Secretaria de Educação]]></title>
<link>http://ayres1000.wordpress.com/2008/03/12/prefeitura-divulga-lista-dos-aprovados-no-concurso-da-secretaria-de-educacao/</link>
<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 18:19:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>José</dc:creator>
<guid>http://ayres1000.wordpress.com/2008/03/12/prefeitura-divulga-lista-dos-aprovados-no-concurso-da-secretaria-de-educacao/</guid>
<description><![CDATA[1_Convocados_para_avaliacao_psicologica_e_teste_de_aptidao_fisica. 2_Convocados_para_prova_de_titulo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><b><a href="http://www.jornalpequeno.com.br/Arquivos/1_convocados_para_avaliacao_psicologica_e_teste_de_aptidao_fisica.pdf" rel="nofollow" target="_blank"><u>1_Convocados_para_avaliacao_psicologica_e_teste_de_aptidao_fisica.</u></a></b></p>
<p><b><a href="http://www.jornalpequeno.com.br/Arquivos/2_Convoca_para_prova_de_titulos.pdf" rel="nofollow" target="_blank"><u>2_Convocados_para_prova_de_titulos.</u></a></b></p>
<p><b><a href="http://www.jornalpequeno.com.br/Arquivos/3_relacao_de_candidatos_aprovados_para_nivel_medio_e_fundamental.pdf" rel="nofollow" target="_blank"><u>3_Relacao_de_candidatos_aprovados_para_nivel_medio_e_fundamental.</u></a></b></p>
<div>
<h1>Prefeitura divulga lista dos aprovados no concurso da Secretaria de  Educação</h1>
</div>
<div><a rel="nofollow"><img src="http://www.jornalpequeno.com.br/imagens/bot_reduzfonte.gif" alt="Diminuir corpo de texto" border="0" height="19" width="16" /></a> <a rel="nofollow"><img src="http://www.jornalpequeno.com.br/imagens/bot_amentafonte.gif" alt="Aumentar corpo de texto" border="0" height="19" width="16" /></a></div>
<div>
<b>Data de Publicação:</b> 12 de março de  2008</div>
<div><img src="http://www.jornalpequeno.com.br/imagens/ico_not.gif" height="11" width="9" /> <a href="http://www.jornalpequeno.com.br/2008/3/11/Pagina74720.htm" rel="nofollow" title="Índice da edição - Edição 22,546" target="_blank">Índice</a>   <img src="http://www.jornalpequeno.com.br/imagens/ico_back.gif" alt="Texto Anterior" height="12" width="9" /> <a href="http://www.jornalpequeno.com.br/2008/3/12/Pagina74749.htm" rel="nofollow" title="Texto anterior - Ufma divulga locais e datas de matrcula para aprovados" target="_blank">Texto  Anterior</a> &#124; <a href="http://www.jornalpequeno.com.br/2008/3/12/Pagina74742.htm" rel="nofollow" title="Próximo texto - Começam atividades do Pólo de Biotecnologia do Estado" target="_blank">Próximo  Texto <img src="http://www.jornalpequeno.com.br/imagens/ico_next.gif" alt="Texto Anterior" height="12" width="9" /></a></div>
<p>A Prefeitura Municipal de São Luís, por meio das  secretarias municipais de Administração e Educação, divulgou na tarde desta  terça-feira, 11, a lista dos aprovados no concurso da Secretaria Municipal de  Educação para provimento de cargos de níveis fundamental, médio e superior na  área da educação.</p>
<p>A lista completa com os nomes dos aprovados já está  disponível no site do Jornal Pequeno (www.jornalpequeno.com. br), e nos portais  da Prefeitura de São Luís, no endereço: www.saoluis.ma.gov.br e da Fundação  Sousândrade (www. fsadu.org.br), organizadora do concurso.</p>
<p>O candidatos  aprovados para o cargo de condutor de lancha deverão realizar ainda a avaliação  psicológica e o teste de aptidão física que acontece no dia 28 de março, nos  horários de 8h00 e de 10h30 (confira lista no edital de convocação para prova),  no Multicenter Sebrae, localizado na avenida Jerônimo de Albuquerque, s/n, Altos  do Calhau.</p>
<p>Os candidatos habilitados na prova objetiva para os cargos de  nível superior, de professor e de suporte pedagógico deverão realizar a prova de  títulos, no mesmo local, de 18 a 24 de março, das 8h às 18h, para as áreas de  Administração; Agronomia; Arquitetura; Biblioteconomia; Contabilidade; Economia;  Engenharia Civil; Fisioterapia; Fonoaudiologia; Medicina Veterinária;  Psicologia; Psicologia com Especialização em Psicopedagogia; Serviço Social;  Terapia Ocupacional; Professor das Séries Finais do Ensino Fundamental das  matérias de Artes, Ciências, Educação Física, Ensino Religioso, Filosofia,  Geografia, História, Inglês, Matemática, Português e Intérprete de Língua  Brasileira de Sinais (Libras); e de 25 a 28 de março, no mesmo horário, para  Professor das Séries Iniciais do Ensino Fundamental (Educação Infantil) e  Pedagogo.</p>
<p>Após esta fase serão divulgados os resultados e em seguida a  Prefeitura de São Luis fará a homologação e convocação dos aprovados. “Vamos  aguardar os recursos dos candidatos que porventura discordem do resultado do  concurso para que seja feita a homologação final pelo prefeito Tadeu Palácio, e  só então iniciar a convocação dos aprovados”, explica a secretária municipal de  Administração, Maria Filomena Saads.</p>
<p>Já o secretário municipal de  Educação, Moacir Feitosa, aponta que a admissão dos 1.437 novos professores  demonstra o compromisso firmado com a educação. “Teremos novos professores e  servidores na rede municipal e a meta de que até o final do ano teremos  construídas mais 13 escolas e implantados 4 telecentros”, informa o  secretário.</p>
<p>Foram oferecidas 1.437 vagas para os níveis fundamental,  médio e superior (técnico e magistério), sendo 15% destinadas aos portadores de  deficiência física. As vagas foram distribuídas nos seguintes cargos: auxiliar  de serviços gerais (57 vagas), motorista (08), vigia (203) e condutor de lancha  (09), no nível fundamental. Para o nível médio foram para agente administrativo  (254) e secretário escolar (250). Já para o nível superior as vagas foram para  as áreas de Administração (02), Agronomia (01), Arquitetura (02),  Biblioteconomia (05), Contabilidade (02), Economia (02), Engenheiro Civil (02),  Filosofia (02), Fonoaudiólogo (03), Psicopedagogo (02), Serviço Social (05),  Terapia Ocupacional (02) e Medicina Veterinária (01).</p>
<p>O concurso foi  destinado também a especialista e grupo operacional magistério: Professor de  Artes (21), Ciências (28), Educação Física (22), Ensino religioso (21),  Filosofia (40), Geografia (30), História (15), Inglês (12), Matemática (36),  Português (35) e Educação Infantil (300). Para especialista as vagas são para  intérprete de libras ou línguas de sinais (03), instrutor de libras (03) e  instrutor de braile (03). Já para pedagogo são 50 vagas.</p>
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