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	<title>comemoracoes-e-festividades &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/comemoracoes-e-festividades/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "comemoracoes-e-festividades"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 15:14:46 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Férias enfim!]]></title>
<link>http://jornalculturanet.wordpress.com/2007/12/27/ferias-enfim/</link>
<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 18:15:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalculturanet</dc:creator>
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<description><![CDATA[Depois de um ano turbulento, de greve, de correria, de muuuuitos projetos na escola, de festas, de a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><a href="http://jornalculturanet.wordpress.com/files/2007/12/ferias.gif" title="Fééééééérias!"><img src="http://jornalculturanet.wordpress.com/files/2007/12/ferias.gif" alt="Fééééééérias!" /></a></p>
<p align="center">Depois de um ano turbulento, de greve, de correria, de muuuuitos projetos na escola, de festas, de aulas e mais aulas, enfim chegaram as férias mais uma vez para nos dar uma trégua nesse corre-corre louco da vida!</p>
<p align="center">=]</p>
<p align="center">Aproveitem bem cada segundo, galerinha! Só não percam o juízo, hein!!</p>
<p align="center">Abraços carinhosos da professora Thaiza.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[III Mostra Interdisciplinar do Cultura!!]]></title>
<link>http://jornalculturanet.wordpress.com/2007/12/05/iii-mostra-interdisciplinar-do-cultura/</link>
<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 17:09:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalculturanet</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uma ótima tarde a todos! Muita correria ultimamente, mas consegui [enfim!!!] fazer os slides com alg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center">Uma ótima tarde a todos!</p>
<p align="center">Muita correria ultimamente, mas consegui [enfim!!!] fazer os slides com algumas fotos da nossa <strong>III Mostra Interdisciplinar do Colégio Cultura</strong>!</p>
<p align="center">E gente&#8230;.Que Mostra viu!!! Trabalhos exceleeeeeentes! De um nível muito bom!</p>
<p align="center">Nossos[as] alunos[as] estão, definitivamente, de parabéns!!</p>
<p align="center">Saboreiem as imagens abaixo!!</p>
<p align="center"><span style="color:blue;font-family:Georgia;"><u>!!!<!--Slide.com error: provide id, w, h--></u></span></p>
<p align="center"><span style="color:blue;font-family:Georgia;"><font color="#000000">Forte abraço a todos que sempre deixam seu carinho por aqui!</font></span></p>
<p align="center"><span style="color:blue;font-family:Georgia;"><font color="#000000">E a cada um[a] de meus[as] aluninhos[as] queridos[as]!!</font></span></p>
<p align="center"><span style="color:blue;font-family:Georgia;"><font color="#000000">p.s.: <strong>Leonor</strong>, valeu a dica pelo LEITE! Vou começar a &#8220;mexer meus pausinhos&#8221;!hehehe!!Abraços a ti!</font></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nossa Mostra Interdisciplinar se aproxima!!!!]]></title>
<link>http://jornalculturanet.wordpress.com/2007/11/20/nossa-mostra-interdisciplinar-se-aproxima/</link>
<pubDate>Tue, 20 Nov 2007 10:57:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalculturanet</dc:creator>
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<description><![CDATA[DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA!!! Construindo o &#8220;Dia da Consciência Negra&#8221;  Há 32 anos, o poet]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><a href="http://jornalculturanet.wordpress.com/files/2007/11/iiimostra-interdisciplinar-banner.jpg" title="III Mostra"><img src="http://jornalculturanet.wordpress.com/files/2007/11/iiimostra-interdisciplinar-banner.jpg" alt="III Mostra" /></a></p>
<p align="center"><strong>DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA!!!</strong></p>
<p align="center"><strong><font size="2" face="Verdana">Construindo o &#8220;Dia da Consciência Negra&#8221;</font><br />
</strong><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Há 32 anos, o poeta gaúcho Oliveira Silveira sugeria ao seu grupo que o 20 de novembro fosse comemorado como o &#8220;Dia Nacional da Consciência Negra&#8221;, pois era mais significativo para a comunidade negra brasileira do que o 13 de maio. &#8220;Treze de maio traição, liberdade sem asas e fome sem pão&#8221;, assim definia Silveira o &#8220;Dia da Abolição da Escravatura&#8221; em um de seus poemas. Em 1971 o 20 de novembro foi celebrado pela primeira vez. A idéia se espalhou por outros movimentos sociais de luta contra a discriminação racial e, no final dos anos 1970, já aparecia como proposta nacional do Movimento Negro Unificado. </font></p>
<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A diversidade de formas de celebração do 20 de novembro permite ter uma dimensão de como essa data tem propiciado congregar os mais diferentes grupos sociais. &#8220;Os adeptos das diferentes religiões manifestam-se segundo a leitura de sua cultura, para dali tirar elementos de rejeição à situação em que se encontra grande parte da população afro-descendente. Os acadêmicos e os militantes celebram através dos instrumentos clássicos de divulgação de idéias: simpósios, palestras, congressos e encontros; ou ainda a partir de feiras de artesanatos, livros, ou outras modalidades de expressão cultural. Grande parte da população envolvida celebra com sambão, churrasco e muita cerveja&#8221;, conta o historiador Andrelino Campos, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.</font></p>
<p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    Para a socióloga Antonia Garcia, doutoranda do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, é importante que se conquiste o &#8220;Dia Nacional da Consciência Negra&#8221; &#8220;como o dia nacional de todos os brasileiros e brasileiras que lutam por uma sociedade de fato democrática, igualitária, unindo toda a classe trabalhadora num projeto de nação que contemple a diversidade engendrada no nosso processo histórico&#8221;.</font></p>
<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diferente do 20 de novembro o 13 de maio perdeu força em nossa sociedade devido a memória histórica vencedora: a que atribuiu a abolição à atitude exclusiva da princesa Isabel, aparentemente paternalista e generosa Isabel, analisa o historiador Flávio Gomes. Pesquisas recentes têm recuperado a atuação de escravos, libertos, intelectuais e jornalistas negros e mestiços para o 13 de maio, mostrando como este não se resumiu a um decreto, uma lei ou uma dádiva. Esses estudos também têm resgatado o significado da data para milhares de escravos e descendentes, que festejaram na ocasião.<br />
São poucos os locais onde se mantêm comemorações no 13 de maio. No Vale do Paraíba, no estado de São Paulo, o 13 de maio é dia de festa. &#8220;Não porque a princesa foi uma santa ou porque os abolicionistas simpáticos foram fundamentais, mas porque a população negra reconhece que a Abolição veio em decorrência de muita luta&#8221;, diz Gomes. Albertina Vasconcelos, professora do Departamento de História da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, também lembra que a data é celebrada em vários centros de umbanda na Bahia como o dia do preto-velho e que moradores antigos do Quilombo do Bananal, em Rio de Contas, Bahia, contam que seus pais e avós festejaram o 13 de maio de 1888 com muitos fogos e festas.</font></p>
<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na opinião de Vasconcelos &#8220;é importante comemorar, não para contrapor uma data a outra, os heróis brancos aos heróis negros, mas porque é necessário tomarmos consciência da história que está nessas datas, que traz elementos da nossa identidade&#8221;. Para a pesquisadora, assim seria possível contribuir para desmistificar toda a construção ideológica produzida sobre o povo negro.</font></p>
<p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><strong>Nas escolas: muita proposta, pouca mudança</strong><br />
No início de seu mandato o presidente Lula aprovou a inclusão do Dia Nacional da Consciência Negra no calendário escolar e tornou obrigatório o ensino de história da África nas escolas públicas e particulares do país. Embora a decisão tenha sido comemorada, alguns pesquisadores ressaltam que existem obstáculos a serem ultrapassados para que a proposta se transforme em realidade. &#8220;Em geral, a história dada segue o livro didático e ele é insuficiente para dar conta de uma forma mais ampla e crítica de toda a história&#8221;, ressalta Vasconcelos. Essa avaliação da historiadora é confirmada pela professora de história Ivanir Maia, da rede estadual paulista. &#8220;A maioria dos professores se orienta pelo livro didático para trabalhar os conteúdos em sala de aula. Nos livros de história, por exemplo, o negro aparece basicamente em dois momentos: ao falar de abolição da escravatura e do apartheid&#8221;.</font></p>
<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Campos destaca que alguns livros didáticos de história têm sido mais generosos ao retratar a &#8220;história dos vencidos&#8221;, mas ressalta que a maioria, inclusive os livros ligados a sua área &#8211; a geografia -, continua a veicular os fatos sociais de forma depreciativa, seja referente ao Brasil ou a África. &#8220;Encontramos com fartura os elementos de modo civilizatório ocidental como a única verdade que merece maiores considerações&#8221;, exemplifica. Uma iniciativa importante que ocorreu nesse período foi o controle dos livros didáticos distribuídos pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), visando evitar a distribuição de livros contendo erros conceituais e representações negativas sobre determinados indivíduos e grupos. Mas, na opinião de Garcia, seria necessário exigir uma maior revisão nessas obras: &#8220;os livros didáticos precisariam abordar a participação do povo negro na construção do país, na construção da riqueza nacional, na acumulação do capital e também as suas batalhas, rebeliões, quilombos e suas lutas mais contemporâneas&#8221;.</font></p>
<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Paula Cristina da Silva Barreto, professora da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal da Bahia, destaca que, além dos livros didáticos, outro foco importante são as propostas de mudança na formação dos professores. &#8220;Foi tímido o trabalho feito pelo MEC nessa direção até o momento&#8221;, critica a pesquisadora. Na avaliação dela, sem professores bem preparados para abordar temas complexos, como os abordados nos PCNs, &#8220;é muito difícil obter sucesso com a alteração curricular e existe uma grande probabilidade de que as escolas não coloquem em prática o que foi proposto&#8221;. Os baixos salários pagos e as condições de trabalho desanimadoras nas escolas são fatores também destacados pelos pesquisadores como possíveis responsáveis pelo pequeno envolvimento dos professores com propostas que visam abordar a diversidade étnica e problematizar a questão do negro no Brasil no interior das escolas.</font></p>
<p align="center">
<p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><strong>Experiências educativas alternativas</strong><br />
Existem diversos programas educativos espalhados pelo país que são propostos e organizados por entidades ligadas aos movimentos negros brasileiros. Para Campos, a diferença fundamental entre essas propostas e o ensino escolar &#8220;é o comprometimento daqueles que montam os programas. Em geral são frutos de experiências de grupos ligados aos problemas dos afro-descendentes; buscam, sobretudo, a eliminação da desigualdade através de um instrumento poderoso: a consciência cada vez maior da coletividade&#8221;. Como exemplos, o pesquisador cita o Projeto da Mangueira, voltado para os esportes, que já existe há muito tempo, além de experiências que têm levado meninos e meninas às escolas de sambas-mirins no Rio de Janeiro.</font></p>
<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Barreto, que tem acompanhado de perto alguns projetos na área de educação implementados por organizações anti-racistas e/ou culturais de Salvador, destaca como exemplos bem sucedidos a Escola Criativa do Olodum, o projeto de extensão pedagógica do Ilê Aiyê e o Ceafro. &#8220;Essas experiências têm sido importantes por fomentarem o debate e gerarem demandas por mais qualidade do ensino público, por um currículo menos eurocêntrico e mais multicultural e multirracial, por melhores livros didáticos e por um ambiente racialmente mais democrático nas escolas&#8221;, diz Barreto. O mais interessante é que esses projetos se transformaram em referência para as políticas adotadas por órgãos oficiais como o Ministério Educação (MEC) e as Secretarias de Educação. Combinando educação formal e não-formal esses projetos tratam, por exemplo, de conteúdos presentes no currículo oficial em espaços como os barracões dos terreiros de candomblé ou as quadras dos blocos afro; outros utilizam parte da produção cultural das organizações &#8211; letras de música, mitos africanos etc. &#8211; no currículo das escolas regulares. O ensino de História da África, na escola do Ilê Aiyê, já acontece há vários anos.</font></p>
<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para Barreto &#8220;é de fundamental importância o fato de que as crianças e jovens negros e mestiços são positivamente valorizados nesses projetos, elas são consideradas como portadores de direitos, o que tem um efeito direto sobre a auto-imagem e a construção da identidade pessoal e coletiva&#8221;. Atualmente, a socióloga trabalha com projetos educativos voltados para a democratização do acesso e a permanência de estudantes negros e mestiços no ensino superior e coordena o programa A cor da Bahia, que há dez anos realiza pesquisas, publicações e atividades de formação na área de relações raciais, cultura e identidade negra na Bahia. Desde 2002, o programa desenvolve o projeto tutoria, que cria estratégias diversas para estimular, apoiar e promover a formação de estudantes negros que ingressaram na Universidade Federal da Bahia. Com o apoio do programa Políticas da cor fornecem bolsas de ajuda de custo aos alunos e orientação acadêmica, visando o ingresso destes no mercado de trabalho e em cursos de pós-graduação em condições mais competitivas. Na opinião de Barreto, ainda há muito para ser feito com no sentido de assegurar uma maior democratização &#8211; em termos raciais e econômicos &#8211; do sistema de ensino superior público.</font></p>
<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#8220;É preciso entender que a desigualdade no Brasil tem cor, nome e história. Esse não é um problema dos negros no Brasil, mas sim um problema do Brasil, que é de negros, brancos e outros mais&#8221;, avalia Gomes.</font></p>
<p align="center"><font size="2" face="Verdana">FONTE: <a href="http://www.comciencia.br/reportagens/negros/03.shtml">http://www.comciencia.br/reportagens/negros/03.shtml</a></font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[HORA CULTURA!!]]></title>
<link>http://jornalculturanet.wordpress.com/2007/09/29/hora-cultura/</link>
<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 18:41:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalculturanet</dc:creator>
<guid>http://jornalculturanet.wordpress.com/2007/09/29/hora-cultura/</guid>
<description><![CDATA[ Entrevista com os meninos do grupo “LITTLE B’BOY”  O encerramento da Gincana da Paz, no último dia ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><strong><span style="color:#990000;font-family:Arial;"></span></strong> <span style="font-family:Arial;">Entrevista com os meninos do grupo <strong>“LITTLE B’BOY”</strong></span><strong><span style="font-family:Arial;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-family:Arial;"></span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">O encerramento da <em>Gincana da Paz, </em>no último dia 21/09/07, trouxe a nossa escola os alunos do <em>Colégio Estadual Luiz Perillo</em> do grupo <strong>“LITTLE B’BOY”</strong> que são dançarinos de Hip-Hop os quais fizeram uma pequena apresentação conquistando a admiração e o carinho de todos.</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Os convidamos então para uma pequena entrevista para conhecermos um pouco mais sobre o trabalho realizado por eles. </span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Integrantes do grupo presentes na apresentação?</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">André, Luís Paulo, Elder, Lucas, Yuri, Junior e Rodolfo.</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Quantos dançarinos têm no grupo?</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">No total oito integrantes.</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">O que significa o nome do grupo e que levou vocês a criar esse nome?</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">O nome significa “pequenos dançarinos”.Queríamos mostrar humildade, pois, grande só Deus.</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Como surgiu o grupo?</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">No improviso.Há um ano atrás nesse mesmo projeto que aconteceu hoje, lá no nosso colégio, era pra ser apenas uma brincadeira mais vimos que poderia dar certo.</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Como vocês aprenderam a dançar?</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Sozinhos. Criamos nossos próprios passos vendo vídeos e na internet.</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Qual o ritmo predominante nas apresentações?</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">O Hip-Hop.</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Qual a mensagem que vocês procuram passar nas apresentações?</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Principalmente PAZ, amizade, expressão e a diferença do Hip-Hop.</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">O Hip-Hop ainda é visto com preconceito por boa parte da sociedade.Como vocês enfrentam a sociedade e suas ignorâncias nesse sentido?</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Quase em todas as nossas apresentações a primeira impressão é de “malas”, mais ai depois que a gente dança todos gostam mudando totalmente de opinião.</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Vocês participam de algum trabalho social?</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Sim. Em nosso Colégio, todos os sábados às 10:00 hs e existem outros ritmos disponíveis também, como Capoeira e <span style="color:black;">Street D</span>ance.</span></p>
<p align="center"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"><strong>Telefones de contato: [062] 35732695/91139791</strong></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"> <a href="http://jornalculturanet.wordpress.com/files/2007/09/little-bboys.JPG" title="Little B’Boys"><img width="2321" src="http://jornalculturanet.wordpress.com/files/2007/09/little-bboys.JPG" alt="Little B’Boys" height="1648" style="width:591px;height:406px;" /></a></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">[Entrevista realizada pelas alunas: Ana Paula Garcia-2ºB e Elisangela Bueno-2ºA, turno matutino]</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Logo a seguir, confiram as demais fotos do Evento!!</span></p>
<p align="center"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"><u><font color="#0000ff" face="Georgia">!!!<!--Slide.com error: provide id, w, h--></font></u></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"> Cidadania e paz!Tudo depende de nós mesmos!</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">E, nunca é tarde para começar!!</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Um ótimo final de semana a todos!</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"><a href="http://jornalculturanet.wordpress.com/files/2007/06/bfdesemana.gif" title="bfdesemana.gif"></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://jornalculturanet.wordpress.com/files/2007/06/bfdesemana.gif" alt="bfdesemana.gif" /></p>
<p></a></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Promessa é dívida!!]]></title>
<link>http://jornalculturanet.wordpress.com/2007/09/11/promessa-e-divida/</link>
<pubDate>Tue, 11 Sep 2007 21:03:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalculturanet</dc:creator>
<guid>http://jornalculturanet.wordpress.com/2007/09/11/promessa-e-divida/</guid>
<description><![CDATA[Uma ótima tarde a todos! Sim, como diz o ditado &#8220;Promessa é dívida&#8221;!! E eu havia prometi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uma ótima tarde a todos!</p>
<p>Sim, como diz o ditado <em>&#8220;Promessa é dívida&#8221;</em>!!</p>
<p>E eu havia prometido a vocês nossas fotos das Eleições deste ano de 2007 e as da nossa Festa Junina. Pois bem&#8230;Ei-las!!!</p>
<p>             Fotos das Eleições de 2007:</p>
<p><u><font color="#0000ff">!!!<!--Slide.com error: provide id, w, h--></font></u></p>
<p><u></u></p>
<p>            Fotos da nossa Festa Junina de 2007:</p>
<p><u><font color="#0000ff">!!!<!--Slide.com error: provide id, w, h--></font></u></p>
<p><u></u></p>
<p><u></u><u></u> Espero que vocês tenham gostado, e agradeço a paciência devido ao atraso.</p>
<p>Forte abraço a todos!</p>
<p>Semana de paz!!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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