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	<title>commum &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/commum/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "commum"</description>
	<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 23:16:38 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[A Metrópole e o Comum]]></title>
<link>http://frossard.wordpress.com/2008/12/11/149/</link>
<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 21:39:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>flaviafrossard</dc:creator>
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<description><![CDATA[  Fala do Michael Hardt  na quarta mesa do Mundo Vix, só isso que posso falar, o resto é tão sensaci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> </p>
<p class="MsoNormal">Fala do Michael Hardt  na quarta mesa do Mundo Vix, só isso que posso falar, o resto é tão sensacional que é melhor ler!</p>
<p class="MsoNormal"><strong><span><img class="alignleft size-medium wp-image-150" title="dsc_2330" src="http://frossard.wordpress.com/files/2008/12/dsc_2330.jpg?w=300" alt="dsc_2330" width="300" height="199" />Revolução?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Porque a noção de revolução se tornou desacreditada? E o que nós entendemos por revolução quando pensamos nisso?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span>Três modelos de entendimento da Revolução:</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>1. Visão Realista:</span></strong><span> Revolução como transformação social para possivelmente criar democracia.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Revolução: Não muda fundamentalmente a noção de poder, mas impacta a aristocracia.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>2. Visão Idealista ou Anarquista</span></strong><span>: Dar poder a maioria da população </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Habilidades Naturais de cooperação; pessoas por natureza não sabem como cooperar.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Esses dois pontos geram então um IMPASSE, que é entre a idéia realista e a ideia idealista de revolução:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span> </span>A primeira idéia é essencialmente pessimista sobre a noção dos humanos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>A segunda idéia é fundamentalmente boa sobre a noção de cooperação dos humanos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Entretanto, o ponto sobre a natureza humana na política é bem diferente, uma vez que a natureza humana é plástica, mudável. Se as pessoas não cooperam: Precisam de treino e hábitos o que não é <span> </span>algo imutável.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>3. Visão da transformação.</span></strong><span> Revolução: transformação da natureza humana, para transformá-los em capazes de alcançar a democracia.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Como Lênin dizia: pessoas precisam de um líder, para transformar a natureza humana e fazê-las entender a democracia; precisa-se de uma ditadura para depois chegar a democracia &#8211; transformação diálética &#8211; Democracia precisa ser negada para que a população alcance a democracia – Isso nunca acabará e a ditadura nunca ensinará a democracia.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>4. Visão do treinamento.</span></strong><span> Revolução: Que tipo de treinamento te transformará em capaz de entender a revolução?  Quais os meios democráticos para se criar democracia ? Como pode a própria democracia ser instituída pra fundar a democracia? Isso é o conceito que a multidão quer abordar.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Hipótese: Metrópole e o esqueleto e a espinha dorsal do sistema nervoso da multidão, no sentido do ambiente construído. A metrópole é para multidão o que a fábrica era para a classe operária: </span></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><strong><span>Em      termos de produção :</span></strong><span>  A metrópole      é o lugar do comum, temos que reconhecer a forma como a produção saiu das      paredes da fabrica e entrou nos circuitos atuais de produção, a produção      imaterial está nessa mesma função, não no quantitativo mas no de influência.</span></li>
<li class="MsoNormal"><strong><span>Em      termos de local da exploração e do sofrimento da multidão</span></strong><span>: Na cidade biopolítica não é mais possível      distinguir o local da produção, quando se formam as externalidades,      eles estão na verdade falando do comum. O que não é reconhecido é essa      relação com o comum.</span></li>
<li class="MsoNormal"><strong><span>Em      termos local da revolta</span></strong><span>: Hoje      podemos reconhecer o crescimento dinâmico de lutas urbanas reapropriando a      luta do comum, ex. argentina: bloqueio das ruas etc.. brigas contra      privatização e lutas do comum&#8230; </span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal"><span>É preciso então, separar duas <strong>noções do comum</strong>:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>1. Comum na maneira como a natureza nos dá, o normal.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>2. Comum artificial &#8211; nos produzimos a relação social, artifício que nós construímos juntos .</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Bloquear como maneira de ocupar a cidade são lutas do comum. 2005 marcou essas lutas: lutas de segregação espacial, social e de segmentos, isso na tentativa de reapropriar o comum e reapropriar a cidade.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Que tipo de treinamento te transformará em capaz de entender a revolução?  quais os meios democraticos para se criar democracia?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span>Treinamento envolve a relação com o comum , na defesa do comum e acima do comum ; apesar da revolução estar desacreditada e parecer impossível, nas lutas do comum é o único lugar em que é possível pensar e ver a revolução hoje.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
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