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	<title>compaixao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/compaixao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "compaixao"</description>
	<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 14:36:47 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Ponte : : : biscoito champagne - - - vida monástica ]]></title>
<link>http://mantraman.wordpress.com/2009/11/27/ponte-biscoito-champagne-vida-monastica/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 23:52:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>mantraman</dc:creator>
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<description><![CDATA[    presença de tapetes voadores al oetse do tibetse ~ ~ ~ tudo muito vaago idelimiitado &#8211; . ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:medium;"><em><a href="http://mantraman.wordpress.com/files/2009/11/300px-paldenlhamo2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-691" title="300px-PaldenLhamo2" src="http://mantraman.wordpress.com/files/2009/11/300px-paldenlhamo2.jpg" alt="" width="300" height="459" /></a></em></span> </p>
<p><span style="font-size:medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size:medium;">presença de tapetes voadores al oetse do tibetse ~ ~ ~ tudo muito vaago idelimiitado &#8211; . &#8211; . &#8211; um carro.scéu de imagens so<strong>bbbb</strong>renaturant&#8217;s ^ ^ ^ sob um céu de deuses e astronautas &#8216; vertigem, colapso em lhassa sob tuaregs ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ o mistério ao enésimo número } a ciência da revida reviravolta &#8211; - &#8211; no tao do cérebro do caramujo &#8211; - &#8211; : uma multidão de seres ávidos pela vida ^e^a vida logo ali &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</span></p>
<p><span style="font-size:medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size:medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size:medium;">tudo muito vago &#8212; &#8211; &#8212; um ir ^ vir parede mentale / / / um caleidoscópio da mandala das três jóias &#8211; ^ ~ e as revelações : ouro sangrando no firmamento &#8211; um index das possibildades &#8211; - &#8211; alvorecer nas montanhas mágicas : eis tudo </span></p>
<p><span style="font-size:medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size:medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size:medium;">rumor de aves ~~~ ~~~ ~~~ &#38; oo ^: : . ´` ´` ´` </span></p>
<p><span style="font-size:medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size:medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size:medium;">&#8216;eco de uma compaixão </span></p>
<p><span style="font-size:medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size:medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size:medium;">e o cavalgar de mahakala</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Compaixão]]></title>
<link>http://marinafranconeti.wordpress.com/2009/11/27/compaixao/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 17:18:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marina</dc:creator>
<guid>http://marinafranconeti.wordpress.com/2009/11/27/compaixao/</guid>
<description><![CDATA[Uma bela borboleta passou pela majestosa janela de vidro. As asas possuíam uma mistura fascinante de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Uma bela borboleta passou pela majestosa janela de vidro. As asas possuíam uma mistura fascinante de rosa e lilás. Tinham algumas pintas amarelas e pretas. A forma de voar era leve, suave, lembrava uma delicada e tímida bailarina que não tinha conhecimento de quanto era bela. A borboleta parou abruptamente ao ver a menina por trás da janela de vidro.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa fração de segundo parece que durou uma eternidade. Houve uma compaixão por parte da pequena menina pela borboleta e vice-versa. A garota tocou o vidro com sua mãozinha, buscando um toque, uma aproximação. Os grandes olhos castanhos da menina observavam a delicadeza e a presença de belas cores na borboleta, num misto de curiosidade e fascinação. É raro hoje em dia ver algo tão natural e belo. O clima preto, branco e acinzentado da cidade, essa rigidez não é exatamente um bom plano de fundo para a fragilidade da borboleta. Nada mais é percebido, notado. Os olhos do ser humano possuem apenas função prática, assim deixam de metaforizar ao contemplar o mundo. O cotidiano não permite que se pare para admirar o que ocorre a sua volta. E ver uma pequena e delicada borboleta faz pensar que algo tão ingênuo se contradiz a severidade da cidade. A borboleta incorporara uma antítese. Comumente a beleza não é notada, porém, naquele momento, a borboleta tornara-se a bailarina principal de um grande espetáculo. </p>
<p style="text-align:justify;">Para a borboleta, era incrível ver algo, alguém, tão grande. Tão diferente de si. Mas ao mesmo tempo em que aquela figura por trás do vidro lhe encarava, também via fascinação por parte dela. Um carinho, respeito. Tão diferente de muitos dos sentimentos que ela presenciara em outros momentos.</p>
<p style="text-align:justify;">O chamado ser humano devastando florestas, devastando ao mesmo tempo habitat de diversas espécies. Os animais se sentiam aterrorizados. Pássaros viam seus ninhos destruídos e a perspectiva de continuar a espécie também.</p>
<p style="text-align:justify;">Tráfico de animais silvestres, crueldade a que animais eram submetidos. Fatos assim não ocorriam perto apenas da borboleta. Focas lá no Ártico são friamente mortas apenas para satisfazer um tolo capricho de alguém que acha interessante ostentar uma pele ou uma bolsa de crocodilo. Fêmeas de ursos polares chegam a ficar um bom tempo sem se alimentar, esperando seus filhotes nascerem. Quando estes nascem, ela vai em busca de alimento para ela e para a cria. Porém, com o derretimento das calotas polares, não há um solo seguro para ela procurar alimento e muitas vezes nada por quilômetros em busca de um gelo rígido sob suas patas.</p>
<p style="text-align:justify;">A borboleta, ao ver a expressão da garota lhe admirando, começou a acreditar que em algum lugar poderia haver um ser humano que saiba admirar o animal sem querer tê-lo. O quanto pode ser diferente amar sem possuir, o quanto apenas um gesto, apenas um olhar, poderia significar para a Humanidade.</p>
<div id="attachment_39" class="wp-caption alignnone" style="width: 235px"><a href="http://marinafranconeti.wordpress.com/files/2009/11/imagem-9661.jpg"><img class="size-medium wp-image-39" title="A menina e a borboleta" src="http://marinafranconeti.wordpress.com/files/2009/11/imagem-9661.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">&#34;A borboleta parou abruptamente ao ver a menina por trás da janela de vidro&#34;</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Compaixão]]></title>
<link>http://tonmozz.wordpress.com/2009/11/25/compaixao/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 20:09:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>tonmozz</dc:creator>
<guid>http://tonmozz.wordpress.com/2009/11/25/compaixao/</guid>
<description><![CDATA[Perguntam-me às vezes “por que você é tão frio?” e eu sempre respondo com outra pergunta: “mas frio ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://tonmozz.wordpress.com/files/2009/11/empalamento1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-93" title="empalamento" src="http://tonmozz.wordpress.com/files/2009/11/empalamento1.jpg?w=223" alt="" width="223" height="300" /></a></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->Perguntam-me às vezes “por que você é tão frio?” e eu sempre respondo com outra pergunta: “mas frio como?”. Dizem que não me importo com as mazelas que afligem os seres humanos. Que não me importo com os outros seres humanos. Que não tenho compaixão. Que não sou uma pessoa boa&#8230;</p>
<p>Como assim não sou uma pessoa boa? Eu me esforço ao máximo para isso. O que é ser bom? Para mim é poder me elevar como ser. Tornar-me mais forte. Ter mais poder sobre mim mesmo. Esse é o caminho para a virtuose.  Estou falando da virtuose sem moralismo. Virtù.</p>
<p>Se não me importo com os fracos e fracassados? Não, não me importo. Aliás, isso faz parte de minha filantropia pessoal, ajudar os fracassados a alcançarem o fracasso total. Livrar-me de todos, não me impregnar tornando-me assim mais forte. Sou cada dia melhor por isso. Sim, sou uma pessoa boa. Sou bom para mim e assim todos o deviam ser.</p>
<p>Porque não me deixo infectar pela compaixão é outra premissa que me deixa mais e mais forte. Para ser uma boa pessoa é preciso ser superior ao resto da humanidade. Seja pela força, seja pelo desprezo.</p>
<p>Essa compaixão cristã que tantos falam é perigosa. Ela sim que leva a humanidade à mazela. A compaixão pelo sofrimento alheio só nos traz mais sofrimento. A compaixão torna o sofrimento contagioso. E isso é ser uma pessoa ruim. A compaixão só nos faz negar nossa própria vida que poderia ser bem mais prazerosa. A compaixão é a prática do niilismo passivo. Entorpece nossos instintos de preservação, desvaloriza a vida. A compaixão anda de mãos dadas com a decadência. É uma propagadora da miséria. Miséria esta que bate em nossas portas e pela compaixão a deixamos entrar.  Ela nos torna hostis a vida e por isso mesmo se torna a calúnia de ser virtuosa. Não, não o é. Não a nada de virtuoso na compaixão. Ela é insalubre. E nos infecta. Transforma a tragédia num purgativo. A compaixão converte ao nada.</p>
<p>Ter deus no coração é o maior perigo para humanidade. Só nos traz violência e sofrimento. Só nos torna escravos de mentiras.  A fé só nos faz fechar os olhos para nós mesmos. Nos nega a vida. Faz-nos negar a verdade sob qualquer ponto de vista. O falso se torna verdadeiro, e se é verdadeiro não pode ser falso. Desvirtua-nos do caminho da evolução, do melhor, do mais forte. Torna o humano em animal domesticado, um animal de rebanho. Tira-nos o amor e respeito por nós mesmos, tira-nos a liberdade. Faz-nos optar pelo que é prejudicial a nós mesmos.  A compaixão tomou partido de tudo que é fraco e fracassado. Tornou o homem forte em mau, num depravado.  Classificou os valores mais altos da intelectualidade como pecaminosos.</p>
<p>Não meus caros, eu sou uma pessoa boa sim. Sou livre da compaixão e não tenho deus no coração.  Sou livre das amarras da fé. Ainda almejo os valores mais altos, seguros e dignos de viver. E isso me torna uma pessoa boa.</p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://tonmozz.wordpress.com/files/2009/11/tannhauser200.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-94" title="tannhauser200" src="http://tonmozz.wordpress.com/files/2009/11/tannhauser200.jpg?w=150" alt="" width="116" height="106" /></a> <strong>Ao som de Wagner &#8220;Tannhauser&#8221;</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Perspectiva científica da compaixão]]></title>
<link>http://almostnever.wordpress.com/2009/11/23/perspectiva-cientifica-da-compaixao/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 00:57:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>almostnever</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><object width="446" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param> <param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/RobertWright_2009P-medium.flv&su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/RobertWright-2009P.embed_thumbnail.jpg&vw=432&vh=240&ap=0&ti=679&introDuration=16500&adDuration=4000&postAdDuration=2000&adKeys=talk=robert_wright_the_evolution_of_compassion;year=2009;theme=the_charter_for_compassion;theme=new_on_ted_com;event=TEDSalon+2009%3A+Compassion;&preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/RobertWright_2009P-medium.flv&su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/RobertWright-2009P.embed_thumbnail.jpg&vw=432&vh=240&ap=0&ti=679&introDuration=16500&adDuration=4000&postAdDuration=2000&adKeys=talk=robert_wright_the_evolution_of_compassion;year=2009;theme=the_charter_for_compassion;theme=new_on_ted_com;event=TEDSalon+2009%3A+Compassion;"></embed></object>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Caridade]]></title>
<link>http://igorborges.wordpress.com/2009/11/17/caridade/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 23:47:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Borges</dc:creator>
<guid>http://igorborges.wordpress.com/2009/11/17/caridade/</guid>
<description><![CDATA[Terça-feira, 17 de Novembro de 2009, 20h38 Você se sente bem ajudando os outros? Os que não tem tant]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Terça-feira, 17 de Novembro de 2009, 20h38</p>
<p>Você se sente bem ajudando os outros? Os que não tem tanta sorte como você? Ou você não liga, diz um &#8220;dane-se&#8221; e não fica com um pinguinho de peso que seja em sua consciência?</p>
<p>Não é bem caridade, é apenas.. sei lá, compaixão, ou qualquer coisa que seja.. hoje, minha sala foi ao Pró-Visão, uma instituição que promove a reabilitação e inclusão de cegos (ou quase cegos) na sociedade. Eu nem queria ir, pra falar a verdade; mas, quando cheguei, não tive porque querer ir embora &#8211; mesmo lembrando que essa visita foi o único motivo de eu ter ido na escola -. Nós apresentamos alguns poemas, músicas, histórias e entregamos um CD que foi feito em sala. Mas esse CD&#8230; enquanto ouvia a primeira faixa, fiquei mal por não ter feito algo melhor.. todas as gravações estavam horríveis! Só prestavam para tirar nota (e foi isso que pensávamos quando fizemos esse trabalho).</p>
<p>Aí vem a questão da exclusão social, porque, como diria a adorada Mazé, <em>a palavra agora é <strong>inclusão</strong>, e não exclusão</em>. E, além da exclusão, o preconceito. Seria certo ajudar alguém cego, se somos todos iguais? Na minha opinião sim, pelo menos com os cegos. Não sei porquê, mas eu senti bastante compaixão hoje. Queria ter apresentado algo melhor, mais elaborado. Mas por falar em preconceito, estive debatendo essa semana a questão racial. Pra quê existem aquela merda de <strong>cotas</strong>? Se todos são iguais, não importando a cor, religião ou time de futebol que torce, por que os negros têm mais chance de entrar em uma federal &#8211; ou estadual, que seja -? Isso realmente me irrita.. não há um motivo explícito. Outra coisa.. na ficha de inscrição do ENEM, por exemplo (aquela grande cheeia de perguntas que você tem que entregar no dia), qual o motivo de se perguntar a cor do indivíduo? <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_confused.gif' alt=':?' class='wp-smiley' />  O Felipe me disse que é para o IBGE calcular não sei o quê.. <strong>mas não interessa a cor</strong>! Qual a finalidade de calcular quantos brancos, negros ou amarelos entraram em sei lá que vaga de qual curso?</p>
<p>Bom, falando um pouco de meu hoje, fui à dentista, e coloquei oito incômodos elásticos entre meus dentes. :&#124; Até o fim das aulas eu devo estar usando um aparelho mesmo. Além disso, não fiz mais nada a não ser dormir e ver Supernatural. Eu já devia ter esperado por isso, mas depois de ver um capítulo legendado, nunca mais vou ligar no SBT as 21h. ^^</p>
<p>21h46</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Perdão: Receita de saúde e felicidade]]></title>
<link>http://psicoport.wordpress.com/2009/11/12/receita-de-saude-e-felicidade/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 21:36:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>psicoport</dc:creator>
<guid>http://psicoport.wordpress.com/2009/11/12/receita-de-saude-e-felicidade/</guid>
<description><![CDATA[O Dr. Frederic Luskin, Ph.D., vem confirmando, através de estudos científicos realizados na Universi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O Dr. Frederic Luskin, Ph.D., vem confirmando, através de estudos científicos realizados na Universi]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Leia as histórias de compaixão]]></title>
<link>http://tagarelaz.wordpress.com/2009/11/11/leia-as-historias-de-compaixao/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 22:14:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joserilde Júnior</dc:creator>
<guid>http://tagarelaz.wordpress.com/2009/11/11/leia-as-historias-de-compaixao/</guid>
<description><![CDATA[Seguindo o espírito do Natal, o Gospel Music Channel estará contando as histórias de artistas que no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://i33.tinypic.com/2qumd6h.jpg" alt="" /></p>
<p>Seguindo o espírito do Natal, o <a href="http://www.gospelmusicchannel.com/" target="_blank.htm">Gospel Music Channel</a> estará contando as histórias de artistas que nos inspiram, não somente através da música, mas também através de seus atos de gentileza e generosidade.</p>
<p>A cada semana você poderá acompanhar a história de um novo artista, além de ter acesso a um conteúdo exclusivo, downloads gratuitos, fotos e vídeos.</p>
<p>E quem mora nos EUA terá a oportunidade de contar a sua própria história e ainda concorrer a uma viagem à América Central.</p>
<p><strong>PS:</strong> Lembrando que o site é todo em inglês. Por isso vamos desenferrujar o nosso inglês embromation <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EDUCAR PARA A COMPAIXÃO]]></title>
<link>http://clinicapsicodramatica.wordpress.com/2009/11/08/educar-para-a-compaixao-2/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 18:55:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>jairacoutinho</dc:creator>
<guid>http://clinicapsicodramatica.wordpress.com/2009/11/08/educar-para-a-compaixao-2/</guid>
<description><![CDATA[Educar para a Compaixão Escrito por Rubens Alves    &#8220;A boca fala do que está cheio o coração]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><table border="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="100%"><a href="http://www.artesocial.org.br/index.php/artigos/30-educar-para-a-compaixao">Educar para a Compaixão</a></td>
<td width="100%"><a title="PDF" href="http://www.artesocial.org.br/index.php/artigos/30-educar-para-a-compaixao?format=pdf"></a></td>
<td width="100%"><a title="Imprimir" href="http://www.artesocial.org.br/index.php/artigos/30-educar-para-a-compaixao?tmpl=component&#38;print=1&#38;page="></a></td>
<td width="100%"><a title="E-mail" href="http://www.artesocial.org.br/index.php/component/mailto/?tmpl=component&#38;link=aHR0cDovL3d3dy5hcnRlc29jaWFsLm9yZy5ici9pbmRleC5waHAvYXJ0aWdvcy8zMC1lZHVjYXItcGFyYS1hLWNvbXBhaXhhbw%3D%3D"></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">Escrito por Rubens Alves   </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">&#8220;A boca fala do que está cheio o coração&#8221;: esse é um ditado da sabedoria judaica que se encontra nas escrituras sagradas.Bem que poderia ser a explicação sumária daquilo que a psicanálise tenta fazer: ouvir o que a boca fala para chegar ao que o coração sente. Acontece comigo. Cada texto é uma revelação do coração de quem escreve. Pois o meu coração ficou cheio com uma coisa que me disse minha neta Camila, de 11 anos. O que ela falou fez meu coração doer. Como resultado, fico pensando e falando sempre a mesma coisa.A Camila estava na sala de televisão sozinha, chorando. Fui conversar com ela para saber o que estava acontecendo. E foi isso que ela me disse:</p>
<p>- &#8220;Vovô, quando eu vejo uma pessoa sofrendo, eu sofro também. O meu coração fica com o coração dela&#8221;.</p>
<p>Percebi que o coração da Camila conhecia aquilo que se chama &#8220;compaixão&#8221;. Compaixão, no seu sentido etimológico, quer dizer &#8220;sofrer com&#8221;. Não estou sofrendo, mas vejo uma pessoa sofrer. Aí, eu sofro com ela. Ponho o outro dentro de mim. Esse é o sentido do amor: ter o outro dentro da gente. O apóstolo Paulo escreveu que posso dar tudo o que tenho aos pobres, mas, se me faltar o amor, nada serei, porque posso dar com as mãos sem que o coração sinta.</p>
<p>De que vale o conhecimento sem compaixão?</p>
<p>Todas as atrocidades que caracterizam os nossos tempos foram feitas com a cumplicidade do conhecimento científico.</p>
<p>A compaixão é uma maneira de sentir. É dela que brota a ética.</p>
<p>Alguém foi se aconselhar com Santo Agostinho sobre o que fazer numa determinada situação. Ele respondeu curto e definitivo:</p>
<p>- &#8220;Ama e faz o que quiseres&#8221;.</p>
<p>Pois não é óbvio? Se tenho compaixão, nada de mau poderei fazer a quem quer que seja.</p>
<p>Fernando Pessoa escreveu um curto poema em que descreve a sua compaixão.</p>
<p>Por favor, leia devagar:</p>
<p>- &#8220;Aquele arbusto fenece, e vai com ele parte da minha vida. Em tudo quanto olhei fiquei em parte. Com tudo quanto vi, se passa, passo. Nem distingue a memória do que vi do que fui&#8221;. Compaixão por um arbusto&#8230; Ele explica esse mistério da alma humana dizendo que &#8220;em tudo quanto olhei fiquei em parte. Com tudo quanto vi, se passa, passo&#8230;&#8221;. Os olhos, movidos pela compaixão, o faziam participante da sorte do pequeno arbusto.</p>
<p>Eu já sabia disso, mas nunca havia enchido o meu coração a ponto de doer. Doeu porque liguei a fala da Camila a essa tristeza que está acontecendo no Brasil. Os corruptos são homens que passaram pelas escolas, são portadores de muitos saberes. Tendo tantos saberes, o que lhes falta?</p>
<p>Falta-lhes compaixão. A falta de compaixão é uma perturbação do olhar.</p>
<p>Olhamos, vemos, mas a coisa que vemos fica fora de nós. Vejo os velhos e posso até mesmo escrever uma tese sobre eles, se eu for um professor universitário, mas a tristeza do velho é só dele, não entra em mim. Durmo bem. Nossas florestas vão aos poucos se transformando em desertos, mas isso não me faz sofrer. Não as sinto como uma ferida na minha carne.</p>
<p>Vejo as crianças mendigando nos semáforos, mas não me sinto uma criança mendigando em um semáforo. Vejo os meus alunos nas salas de aulas, mas meu dever de professor é dar o programa e não sentir o que os meus alunos estão sentindo. De que vale o conhecimento sem compaixão?</p>
<p>Todas as atrocidades que caracterizam os nossos tempos foram feitas com a cumplicidade do conhecimento científico. Parece que a inteligência dos maus é mais poderosa que a inteligência dos bons. Sabemos como ensinar saberes. Há muita ciência escrita sobre isso. Não me lembro, no entanto, de nenhum texto pedagógico que se proponha a ensinar a compaixão. Talvez o livrinho &#8220;Como Amar uma Criança&#8221;, do Janusz Korczak &#8211; mas Korczak é uma exceção. Ele sabia que, para ensinar algo a uma criança, é preciso amá-la primeiro. Korczak era um romântico. Por isso o amo. Aí, fiz a mim mesmo uma pergunta pedagógica:</p>
<p>-&#8221;Como ensinar a compaixão?&#8221;.</p>
<p>Conversando sobre isso com minha filha Raquel, arquiteta, ela se lembrou de um incidente dos seus primeiros anos de escola, quando ainda era uma menina de sete anos. Seria o aniversário da faxineira, uma mulher que todos amavam. A classe se reuniu para escolher o seu presente. Ganhou por unanimidade que, no dia do seu aniversário, as crianças fariam o seu trabalho de faxina. Disse-me a Raquel que a faxineira chorou.</p>
<p>Sei que as crianças aprendem com um olhar especial, o olhar de suas professoras. Elas sabem quando as professoras as olham com os mesmos olhos com os quais Fernando Pessoa olhava o arbusto quando escreveu o poema. Sei também que as histórias provocam compaixão quando o leitor se identifica com um personagem. Sei de um menininho que se pôs a chorar ao final da história &#8220;O Patinho que Não Aprendeu a Voar&#8221;. Ele teve compaixão do patinho. Identificou-se com ele. Vai carregar o patinho dentro de si, embora o patinho não exista.</p>
<p>Lemos histórias para as crianças e para nós mesmos não só para ensinar a nossa língua, mas também para ensinar a compaixão. Mas continuo perdido.</p>
<p>Preciso que vocês me ajudem. Como se pode ensinar a compaixão?</p>
<p>Site do autor: www.rubemalves.com.br</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EDUCAR PARA A COMPAIXÃO]]></title>
<link>http://clinicapsicodramatica.wordpress.com/2009/11/05/educar-para-a-compaixao/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 02:24:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>jairacoutinho</dc:creator>
<guid>http://clinicapsicodramatica.wordpress.com/2009/11/05/educar-para-a-compaixao/</guid>
<description><![CDATA[Educar para a Compaixão Escrito por Rubens Alves    &#8220;A boca fala do que está cheio o coração]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-86" title="compaixao_0" src="http://clinicapsicodramatica.wordpress.com/files/2009/11/compaixao_0.jpg" alt="compaixao_0" width="310" height="310" /></p>
<table border="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="100%"><a href="http://www.artesocial.org.br/index.php/artigos/30-educar-para-a-compaixao">Educar para a Compaixão</a></td>
<td width="100%"><a title="PDF" href="http://www.artesocial.org.br/index.php/artigos/30-educar-para-a-compaixao?format=pdf"></a></td>
<td width="100%"><a title="Imprimir" href="http://www.artesocial.org.br/index.php/artigos/30-educar-para-a-compaixao?tmpl=component&#38;print=1&#38;page="></a></td>
<td width="100%"><a title="E-mail" href="http://www.artesocial.org.br/index.php/component/mailto/?tmpl=component&#38;link=aHR0cDovL3d3dy5hcnRlc29jaWFsLm9yZy5ici9pbmRleC5waHAvYXJ0aWdvcy8zMC1lZHVjYXItcGFyYS1hLWNvbXBhaXhhbw%3D%3D"></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">Escrito por Rubens Alves   </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">&#8220;A boca fala do que está cheio o coração&#8221;: esse é um ditado da sabedoria judaica que se encontra nas escrituras sagradas.Bem que poderia ser a explicação sumária daquilo que a psicanálise tenta fazer: ouvir o que a boca fala para chegar ao que o coração sente. Acontece comigo. Cada texto é uma revelação do coração de quem escreve. Pois o meu coração ficou cheio com uma coisa que me disse minha neta Camila, de 11 anos. O que ela falou fez meu coração doer. Como resultado, fico pensando e falando sempre a mesma coisa.A Camila estava na sala de televisão sozinha, chorando. Fui conversar com ela para saber o que estava acontecendo. E foi isso que ela me disse:</p>
<p>- &#8220;Vovô, quando eu vejo uma pessoa sofrendo, eu sofro também. O meu coração fica com o coração dela&#8221;.</p>
<p>Percebi que o coração da Camila conhecia aquilo que se chama &#8220;compaixão&#8221;. Compaixão, no seu sentido etimológico, quer dizer &#8220;sofrer com&#8221;. Não estou sofrendo, mas vejo uma pessoa sofrer. Aí, eu sofro com ela. Ponho o outro dentro de mim. Esse é o sentido do amor: ter o outro dentro da gente. O apóstolo Paulo escreveu que posso dar tudo o que tenho aos pobres, mas, se me faltar o amor, nada serei, porque posso dar com as mãos sem que o coração sinta.</p>
<p>De que vale o conhecimento sem compaixão?</p>
<p>Todas as atrocidades que caracterizam os nossos tempos foram feitas com a cumplicidade do conhecimento científico.</p>
<p>A compaixão é uma maneira de sentir. É dela que brota a ética.</p>
<p>Alguém foi se aconselhar com Santo Agostinho sobre o que fazer numa determinada situação. Ele respondeu curto e definitivo:</p>
<p>- &#8220;Ama e faz o que quiseres&#8221;.</p>
<p>Pois não é óbvio? Se tenho compaixão, nada de mau poderei fazer a quem quer que seja.</p>
<p>Fernando Pessoa escreveu um curto poema em que descreve a sua compaixão.</p>
<p>Por favor, leia devagar:</p>
<p>- &#8220;Aquele arbusto fenece, e vai com ele parte da minha vida. Em tudo quanto olhei fiquei em parte. Com tudo quanto vi, se passa, passo. Nem distingue a memória do que vi do que fui&#8221;. Compaixão por um arbusto&#8230; Ele explica esse mistério da alma humana dizendo que &#8220;em tudo quanto olhei fiquei em parte. Com tudo quanto vi, se passa, passo&#8230;&#8221;. Os olhos, movidos pela compaixão, o faziam participante da sorte do pequeno arbusto.</p>
<p>Eu já sabia disso, mas nunca havia enchido o meu coração a ponto de doer. Doeu porque liguei a fala da Camila a essa tristeza que está acontecendo no Brasil. Os corruptos são homens que passaram pelas escolas, são portadores de muitos saberes. Tendo tantos saberes, o que lhes falta?</p>
<p>Falta-lhes compaixão. A falta de compaixão é uma perturbação do olhar.</p>
<p>Olhamos, vemos, mas a coisa que vemos fica fora de nós. Vejo os velhos e posso até mesmo escrever uma tese sobre eles, se eu for um professor universitário, mas a tristeza do velho é só dele, não entra em mim. Durmo bem. Nossas florestas vão aos poucos se transformando em desertos, mas isso não me faz sofrer. Não as sinto como uma ferida na minha carne.</p>
<p>Vejo as crianças mendigando nos semáforos, mas não me sinto uma criança mendigando em um semáforo. Vejo os meus alunos nas salas de aulas, mas meu dever de professor é dar o programa e não sentir o que os meus alunos estão sentindo. De que vale o conhecimento sem compaixão?</p>
<p>Todas as atrocidades que caracterizam os nossos tempos foram feitas com a cumplicidade do conhecimento científico. Parece que a inteligência dos maus é mais poderosa que a inteligência dos bons. Sabemos como ensinar saberes. Há muita ciência escrita sobre isso. Não me lembro, no entanto, de nenhum texto pedagógico que se proponha a ensinar a compaixão. Talvez o livrinho &#8220;Como Amar uma Criança&#8221;, do Janusz Korczak &#8211; mas Korczak é uma exceção. Ele sabia que, para ensinar algo a uma criança, é preciso amá-la primeiro. Korczak era um romântico. Por isso o amo. Aí, fiz a mim mesmo uma pergunta pedagógica:</p>
<p>-&#8221;Como ensinar a compaixão?&#8221;.</p>
<p>Conversando sobre isso com minha filha Raquel, arquiteta, ela se lembrou de um incidente dos seus primeiros anos de escola, quando ainda era uma menina de sete anos. Seria o aniversário da faxineira, uma mulher que todos amavam. A classe se reuniu para escolher o seu presente. Ganhou por unanimidade que, no dia do seu aniversário, as crianças fariam o seu trabalho de faxina. Disse-me a Raquel que a faxineira chorou.</p>
<p>Sei que as crianças aprendem com um olhar especial, o olhar de suas professoras. Elas sabem quando as professoras as olham com os mesmos olhos com os quais Fernando Pessoa olhava o arbusto quando escreveu o poema. Sei também que as histórias provocam compaixão quando o leitor se identifica com um personagem. Sei de um menininho que se pôs a chorar ao final da história &#8220;O Patinho que Não Aprendeu a Voar&#8221;. Ele teve compaixão do patinho. Identificou-se com ele. Vai carregar o patinho dentro de si, embora o patinho não exista.</p>
<p>Lemos histórias para as crianças e para nós mesmos não só para ensinar a nossa língua, mas também para ensinar a compaixão. Mas continuo perdido.</p>
<p>Preciso que vocês me ajudem. Como se pode ensinar a compaixão?</p>
<p>Site do autor: <a href="http://www.rubemalves.com.br">www.rubemalves.com.br</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: <a href="http://www.artesocial.org.br">www.artesocial.org.br</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Acredite em Você]]></title>
<link>http://simpless.wordpress.com/2009/11/05/acredite-em-voce/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 19:16:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo B. Motta</dc:creator>
<guid>http://simpless.wordpress.com/2009/11/05/acredite-em-voce/</guid>
<description><![CDATA[A pergunta parece óbvia, mas faço mesmo assim: você acredita em você? Não responda agora, pois sua f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">A pergunta parece óbvia, mas faço mesmo assim: você acredita em você? Não responda agora, pois sua fala pode estar pronta como um macarrão instantâneo. Sem gosto, sem graça e artificialmente vitaminado. Basta encher de água quente, fervendo como ódio, que logo o ego infla dando ar de comida bem feita. E basta uma platéia para ouvir seus dotes, culinários ou não, que você se apropria de todas as receitas para mostrar o quão <em>chef</em> e mestre você é. Sim, amigo, fazemos isto com frequência. Buscamos todo tipo de <em>fast food</em> para nos afirmarmos como seres importantes, desejosos e alvitrantes. Usamos a mente como papagaio tagarela, buscando lacunas para preencher. Adoramos uma pesquisa, afinal, querem saber o que pensamos. Vasculhamos as roupas da moda no <em>outlet</em> americano, a preços módicos claro, mas só para nos fazer notar na passarela. Lemos livros de séries globalmente famosas – novela da Globo já não é tão impactante –, apenas para fazer parte do contexto. E assinamos o twitter – puxa! quanta tecnologia – simplesmente para assumir a pole digital. Triste prole. Pois é no meio deste furacão, tão furioso como o katrina, que deixamos de lado a credibilidade. É ensaiando ideias, anseios, rejeições e filosofias que plastificamos a alma. Descrédito, antes de má fama ou desonra, é definido como perda ou diminuição da estima. É falta de confiança o nome. Irônico, pois se tudo o que fazemos tem por intuito algum tipo de reconhecimento – de ser percebido pelo(s) outro(s) –, é pela mesma via que nos tornamos menos crédulos de nós mesmos. Está incrédulo? Perdão, olhe para si primeiro. Com olhos de ver, assuma a hipocrisia de querer levar vantagem na vida sem notar que a vida é a sua própria vantagem. Pratique atos generosos fitando os olhos de quem lhe dá a oportunidade de realizá-los. Não esconda suas dúvidas sobre a existência, se há algum sentido em tudo isso, como irá descobrir se continuar esnobe e cheio de certezas? E, por fim, não tema a morte. Como ouvi num belo ensinamento recente, é certo que ela chegará e incerto quando será. Para acreditar em você jogue fora o que deseja que os outros joguem. Não adianta notar suas necessidades quando está necessitado. Ofereça enquanto puder, preocupe-se com os outros enquanto está sem preocupações, alivie o sofrimento enquanto não sofre e ame tudo enquanto está vivo.</p>
<p style="text-align:justify;">©Este post é um compromisso pessoal, não leve com você se não estiver preparado. Mas se estiver, abrace-o com plenitude e realize a verdade dentro de você. Que todos os seres possam se beneficiar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As Fronteiras da Consciência (The Frontiers of Consciousness) legendado]]></title>
<link>http://sebastianvalle.wordpress.com/2009/11/02/as-fronteiras-da-consciencia-the-frontiers-of-consciousness-legendado/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 10:28:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>sebastianvalle</dc:creator>
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<description><![CDATA[Postmodern Times é um projeto de produção e divulgação gratuita de curta-metragens. São documentário]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Postmodern Times é um projeto de produção e divulgação gratuita de curta-metragens. São documentários que apresentam novas idéias sobre consciência global e técnicas de transformação social e ecológica.</p>
<p style="text-align:justify;">Neste episódio eles entrevistam o presidente do Instituto de Ciências Neoéticas, James O&#8217;Dea. Ele dedicou sua vida a estudar os efeitos de traumas numa escala individual e coletiva. Desde seus primeiros anos na Anistia Internacional ele tem mostrado sua devoção ao alívio da dor e do <a href="http://sebastianvalle.wordpress.com/2009/08/01/4-a-humanidade-tem-que-sofrer/" target="_blank">sofrimento</a> entre grupos opostos. Como chefe do IONS, sua prática permeia todo o programa e enfatiza a relação direta do estudo da <a href="http://sebastianvalle.wordpress.com/2009/06/07/2-estamos-todos-transtornados/" target="_blank">consciência</a> com a importância da compaixão.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/c65LtacYI1M&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/c65LtacYI1M&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><br />
<em>In this episode we interview the president of Institute Of Noetic Sciences, James O&#8217; Dea who has devoted his life to studying the effects of trauma on a personal and a social scale. From his early years at Amnesty international he has repeatedly shown his devotion to alleviating pain and suffering amongst opposing groups. As head of IONS his ethos permeates the entire program, and highlights the overlap between the study of consciousness and the significance of compassion.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre compaixão e feridas...]]></title>
<link>http://nihilsubsolenovum.wordpress.com/2009/11/01/sobre-compaixao-e-feridas/</link>
<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 13:57:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andrea</dc:creator>
<guid>http://nihilsubsolenovum.wordpress.com/2009/11/01/sobre-compaixao-e-feridas/</guid>
<description><![CDATA[No primeiro volume de Os Miseráveis, de Victor Hugo, consta a seguinte frase: &#8220;A maior compaix]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-949" title="curativo" src="http://nihilsubsolenovum.wordpress.com/files/2009/11/curativo.jpg" alt="curativo" width="175" height="150" />No primeiro volume de Os Miseráveis, de Victor Hugo, consta a seguinte frase:</p>
<blockquote><p>&#8220;A maior compaixão para com um homem que tem uma ferida, é não tocar nela.&#8221;</p></blockquote>
<p>Imagine que você tem uma ferida há anos, que apesar de todos os seus esforços e de todos os tratamentos, não cicatriza. Imagine agora que você se torna cristão. No início, todos te aceitam como você é. Mas com o passar do tempo, logo você começa a incomodar as pessoas, elas querem te obrigar a sarar, querem que você se cure de qualquer jeito, nem que seja à força. E começam a arrumar receitas caseiras e curativos, e cada vez que você aparece, essa ferida é sistematicamente cutucada e combatida. Ninguém se importa se você está sentindo dor, e se em vez de melhorar, a ferida só está piorando. E essas pessoas ainda conseguem sentir raiva de você, porque acham que você nunca fez nada para tratar a ferida. Mas fala sério, será que elas pensam que é gostoso ter uma ferida incurável? Será que pensam que alguém escolhe isso?</p>
<p>O que você faz? Não vai repelir essas pessoas, que estão apenas aumentando seu sofrimento em vez de ajudar? Não prefere confiar essa ferida a quem tem capacidade para tratá-la, sem transformar isso numa tortura?</p>
<p>Tem muitas pessoas que, para tratarem a ferida, matam o paciente. Isso é extremamente comum em igrejas. Preferem o paciente morto, a vê-lo continuar vivo e sem cura.</p>
<p>Muitas vezes, é melhor ficar ferido e sozinho, do que cercado de pessoas que se metem a receitar remédios e fazer curativos, sem ter nem habilidade nem o conhecimento necessário. Enxergam a ferida, mas não sabem o que a causa, e imaginam causas, explicações e tratamentos próprios.  Sem se colocar no lugar de quem sente a dor. E como a explicação que imaginam para a presença da ferida está errada, o tratamento que aplicam não funciona. E o paciente fica pior do que antes, muitas vezes, morre.</p>
<p>Se o bom samaritano não soubesse como tratar as feridas, não teria tocado nelas; teria apenas transportado o homem ferido até quem as soubesse tratar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[acordando]]></title>
<link>http://papeldeseda.wordpress.com/2009/10/26/acordando/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 11:49:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lívia Estrella</dc:creator>
<guid>http://papeldeseda.wordpress.com/2009/10/26/acordando/</guid>
<description><![CDATA[Eu já senti dores bem grandes. Dessas que reduzem todos os outros pensamentos a um grão de areia, re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://papeldeseda.wordpress.com/files/2009/10/espirito20olimpico.jpg"><img alt="" src="http://papeldeseda.wordpress.com/files/2009/10/espirito2520olimpico.jpg?w=269" border="0" /></a></p>
<div>
<div>Eu já senti dores bem grandes. Dessas que reduzem todos os outros pensamentos a um grão de areia, restando só a imensidão da dor, como um mar que não parece ter fim.</div>
<div>A primeira dor bem grande foi na Ginástica Olímpica. Na ânsia de querer ser uma grande atleta aos oito anos de idade me submeti ao esforço de um treinamento rigoroso. Deitada no colchonete a instrutora que mais parecia uma máquina de fazer criancinhas super-musculosas abriu minhas pernas até o chão pra que eu entendesse o que era “espacate”. Meu grito de dor arregalou os olhos do meu pai na arquibancada, que assistia tudo atônito. Supliquei com os olhos, e ele entendeu. Até hoje acho que foi essa razão pra ele ter me tirado de lá, apesar de insistir na história de uma greve na prefeitura.</div>
<p>
<div>A segunda grande dor foi a morte do meu avô. Quando você é criança não entende muito bem a palavra morte até que ela leve alguém muito especial embora. Eu só entendi o que era morte quando vi meu avô imóvel no caixão, com uma tristeza silenciosa no rosto. Quando entendi que ele ficaria embaixo da terra por um tempo que ninguém sabia me explicar, meu coração se partiu e eu só quis abraçá-lo e dizer que não concordava com aquela idéia maluca de enterrar alguém que a gente ama dentro de uma caixa com terra em cima. Eu queria ter dito que eu o amava, mas eu só vim descobrir o quanto o amei muito tempo depois.</div>
<p><img alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Pkd1PT20bU0/SuWRMfgOlyI/AAAAAAAAAKE/iBraccFmpPM/s400/salgueiro.bmp" border="0" /></p>
<div>Eu tinha dó de uma árvore que via sempre quando passava pela Marginal Tietê. Aos meus olhos ela era imensa, mas isso pouco a ajudava. Ela parecia reunir todas as tristezas do mundo só pra ela. Seus galhos estavam sempre pra baixo; o vento dançava com suas folhas e ela se deixava levar, sem vontade nenhuma. Eu sempre achei que era porque o rio estava muito sujo e ela lamentava muito que um rio tão grande não tivesse vida nenhuma. Até o dia que minha mãe falou que ela tinha aqueles galhos pra baixo porque chorava por um amor que foi embora. Acho que foi nesse momento que entendi o que era compaixão. Queria tanto sair correndo do carro e dizer que o mundo tinha muitas árvores, de gostos incontáveis! Então ela não precisava sofrer, logo mais uma nova espécie cresceria ali ao lado para lhe fazer companhia.</div>
<p>
<div>Todas as minhas dores foram por amor. De uma forma que eu ainda desconhecia eu queria estar inteira, mas muitas vezes o mundo não compreende a nossa intensidade.</div>
<div>A natureza das correntes que venho criando se unem para chegar a um único destino: ao profundo Amor, ao Amor espiritual. Não sei quais palavras poderiam explicar esse estado e não quero simplificar meus sentimentos.</div>
<p>
<div>Só sei que o Amor nutre o espírito e alimenta a alma. O Amor é uma nota musical. È uma gratidão pela vida que emana do centro de cada indivíduo. Eu preciso estar acordada, cada vez mais. Preciso reconhecer as pessoas, as pessoas reais. Seria uma dor bem grande ver todos adormecidos. Seria uma dor maior ainda saber que não fiz nada para mudar isso. Esse é o meu esforço, e cada vez mais tenho certeza que é por isso que estou aqui.</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Permanente Alice,]]></title>
<link>http://incandescencia.wordpress.com/2009/10/25/permanente-alice/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 02:52:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>edilson</dc:creator>
<guid>http://incandescencia.wordpress.com/2009/10/25/permanente-alice/</guid>
<description><![CDATA[Pra desfazer-se dos amores fáceis. Que pra apaixonar-se, pra perder-se às voltas com flores que fala]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pra desfazer-se dos amores fáceis. Que pra apaixonar-se, pra perder-se às voltas com flores que falam, pra ver sorrisos e ouvir perguntas de lagartas, pra prender teus pés em sapatos que não te cabem. Ser repreendida pelos olhos teus, mas mais velhos. Querer com vontade que tudo estivesse ao controle dos teus dedos finos, dos meus dedos ensopados. Parar para ler o que você não quer, porque foram tão feitos pra as figuras que você desenhou. Se tivesse dançado contra os meus quadris por mais tempo, ou te despido do que estava entre nós dois. Ter me alcançado contigo mesma, assim pura e sozinha, assim esparramada, complicada. Assim atraente em teus todos três sentidos, teus todos meus amigos, teus bonitos santos vivos. Assim, poderosa e pronta, rindo com a mentira na ponta da língua &#8211; da minha. Assim.</p>
<p>Decifrável, das que contam o que lhes é perguntado, mas recatada com vergonha de ter as perguntas arrancadas. Tão tímida pra ser tão, tão. Intriga e maldade, que diriam os teus pra mim, se te vissem tão assim, em teus momentos mais bonitos, convalescentes e metidos, verdes como só eu vi. Compaixão e condolência, você com toda tua decência, própria de você, apropriada por mim. Cantar sem conhecer, morrer sem viver, teus ódios e teus modos, que intriga e maldição. Você c&#8217;as tuas paráfrases, tuas feições plásticas que só se contorcem, só franzem quando te puxo pra dentro, expulso e te disponho mais solta do que presa, mas ainda assim querendo em vez de tuas. Tuas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ABRAZO]]></title>
<link>http://autopoeta.wordpress.com/2009/10/22/abrazo/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 02:04:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>autopoeta</dc:creator>
<guid>http://autopoeta.wordpress.com/2009/10/22/abrazo/</guid>
<description><![CDATA[O abraço, a compaixão, a não-violência. Boa energia na animação da música The Year of the Rat, do Ba]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O abraço, a compaixão, a não-violência. Boa energia na animação da música The Year of the Rat, do Badly Drawn Boy. (4min)</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/PScUdYTO0UM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/PScUdYTO0UM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>________________________</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sessão de perguntas e respostas com Sri Sri em Israel]]></title>
<link>http://sabedoriadesrisri.wordpress.com/2009/10/22/secao-de-perguntas-e-respostas-com-sri-sri-em-israel/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 17:14:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Arte De Viver</dc:creator>
<guid>http://sabedoriadesrisri.wordpress.com/2009/10/22/secao-de-perguntas-e-respostas-com-sri-sri-em-israel/</guid>
<description><![CDATA[20 de outubro de 2009 P: Qual é o caminho para eu me libertar de apegos, especialmente das feridas e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Fao_QTJ7voc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Fao_QTJ7voc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">20 de outubro de 2009</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">P: Qual é o caminho para eu me libertar de apegos, especialmente das feridas emocionais do passado, assim como confiança e desconfiança? Como eu me liberto para ser capaz de confiar novamente, depois de traição e não ficar suspeitoso e cínico?</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri: Uma das coisas que precisamos nos lembrar é que toda a história acabará aqui! Todos nós iremos embora! Nós estaremos debaixo da terra. A vida chegará ao fim, certo? Se nós olharmos para trás e virmos quantas pessoas nós conhecíamos que se foram. Aqueles que estiveram aqui conosco, se acabaram. Mais irão embora. Todos irão embora e um dia nós também iremos. Esta é a verdade permanente, a verdade definitiva na vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu estava pensando que hoje é o aniversário do décimo ano da morte da minha mãe. Já se passaram dez anos! O tempo passa, as coisas mudam, quando nós vemos a vida de um ângulo mais amplo, então o que são feridas emocionais? Alguém disse algo que nos magoou e nós choramos; alguém disse uma coisa boa e nós rimos. Qual a grande novidade nisto? Algumas vezes você disse algo que magoou alguém, mas esta não era sua intenção. Quantos de vocês tiveram esta experiência? Você tem repreendido sua filha/o tantas vezes, não tem? E se eles se lembrarem disto a vida toda e disserem que não se esquecerão que você os magoou? O que você diria para eles?  “Vamos, deixe ir! Eu não queria magoá-lo!”  Não é?  Ou “Eu estava estressado e aborrecido, eu não estava de bom humor por isto eu disse algo”. Você não espera que as pessoas se esqueçam das mágoas que foram causadas por você?</p>
<p style="text-align:justify;">Você quer que as pessoas que você magoou relevem as mágoas que você causou nelas. Da mesma forma, você não deve relevar as mágoas que eles causaram em você?  Se alguém te magoou primeiro, é devido ao egoísmo e porque eles não sabem como a vida é vasta, como a vida é linda. Eles são egoístas porque estão com medo. Eles são egoístas e egocêntricos porque eles não tem conhecimento. Ninguém os ensinou a amar às pessoas, a ficar em silêncio, a ter este lindo conhecimento. Não é culpa deles. É culpa deles? Se você não aprendeu a ler e a escrever, é culpa sua? A sociedade lhe ensina. Seus professores, seus pais o levam a escola, fazem você aprender e, então, você aprende. Do mesmo jeito, não há nenhum sistema para eles aprenderem sobre a vida de um ângulo mais amplo. Logo, você pode apenas ter compaixão por eles. Eles não tiveram chance de aprender, não tiveram um guia, um professor. Eles não foram expostos à espiritualidade. Eles não foram expostos aos maneirismos. Então, eles eram pessoas egoístas e com mente pequena.  É como ele foram criados. Então, porque você fica repetindo: “Oh! Você me magoou!” Vamos, deixe ir! A vida está passando. Quando você morrer, você será perguntado duas coisas: quanto amor você deu e quanto conhecimento você aprendeu. Não devia importar o que os outros fizeram a você mas, de sua parte, você deve ter compaixão. Se as pessoas são boas para você, fique feliz. Se eles erram, tenha compaixão. A vida pode apenas oscilar entre feliz e compaixão. Não há terceira opção. Na nossa vida, nós perdemos pessoas que nos foram muito queridas. O que fazemos?  É como a vida foi desenhada. Nós seguimos em frente. Nós também morreremos um dia. Então, vamos seguir em frente com comprometimento. Quando estivermos tristes, nós rezamos por força e quando estivermos felizes rezamos por força para servirmos.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">P. Querer encontrar muito amor na vida é considerado febrilidade?</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri: Se você está consciente da febrilidade, “Oh! Eu quero”, então é  febrilidade. De outro modo, você apenas deve relaxar. Suponha que você queira ir a Jerusalém. Você pensa sobre isto e então vai. Sua febrilidade é “Oh! Eu quero ir a Jerusalém, Oh! Eu quero ir&#8230;.” Febrilidade é  “Oh! Eu quero um namorado ou eu quero uma namorada”.  Olhando para toda garota e todo rapaz, correndo atrás deles, sendo irritante com eles, isto é febrilidade. Você vê como algumas vezes as pessoas te irritam? As moças entendem melhor. Um rapaz apaixonado fica correndo atrás de você. Quantos de vocês acham isto irritante? Então, apenas você deve decidir se é febrilidade ou não.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">P. Como posso me libertar da polaridade de dependência e independência, de tal forma que eu fique livre de verdade?</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri: Não existe nada chamado de independência total na vida. Esqueça-se disto. Se você está pensando que “eu quero ser totalmente independente”, você não está. Até a idade de 15, 16 ou 17 anos, você não é independente. Você nasceu dependente. Alguém teve que levantá-lo. Alguém teve que trocar suas fraldas. Alguém teve que lavá-lo. Alguém teve que alimentá-lo. Alguém teve que dar-lhe banho, colocá-lo para dormir. Você nasceu dependente. Quando você morrer, não é você quem vai cremar seu corpo. Quando você fica doente, alguém o assiste. Você não pode ser seu próprio médico.  Após 50-60 anos, fica óbvio que você é dependente de alguém. Até certo ponto, você não pode dizer que “eu sou totalmente independente”. Alguém tem que fazer algo para você. Só pelo fato de você pagar algumas contas, não significa que você se tornou independente. Você está apenas fazendo uma troca. Você os está ajudando um pouco, mas você ainda é dependente deles. Suponho que ninguém queira suas contas, ninguém queira trabalhar para você, o que acontecerá para você? Porque você tem algumas cédulas, e as pessoas precisam destes papéis-moeda, isto dá a você uma ilusão que você é independente. Dinheiro dá uma falsa noção que você é independente. Você pode ter dinheiro, mas e se ninguém quiser seu dinheiro, o que acontecerá com você? Você é dependente. Portanto, a vida oscila entre independência e dependência. Ao mesmo tempo, você é independente para pensar, você é independente para agir, você é independente a para ter uma opinião sobre seus sentimentos, controlar seus sentimentos, se você quer se sentir bem, é sua escolha. Se você quiser se sentir mal. É sua escolha.</p>
<p style="text-align:justify;">Você devia ouvir o conhecimento Ashtavakra. Eu tenho falado sobre isto. A vida é uma combinação de independência e dependência. Se você quer ser atencioso, você é completamente independente para ser atencioso. Se você quiser ter boas maneiras, você é completamente independente para ter boas maneiras. Isto não depende dos outros. Se você quiser falar docemente, é depende totalmente de você fazer isto. Se você quiser culpar alguém ou ser rude com os outros, você é independente para fazê-lo. Você deve escolher sobre o que você quer ser dependente ou independente e onde você quer se meter. Você pode pensar que é independente financeiramente, mas eu lhe digo que se você não pode suportar certos comentários depreciativos de um de seus amigos, ou família, ou qualquer pessoa, você não é independente. Se alguém o culpa ou lhe diz coisas más sobre você mesmo, então, você descobrirá quão independente ou dependente você é.  Se você for realmente independente, nada poderá aborrecê-lo. Você se move com zelo, com visão e com um sorriso.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">P. Como ter alegria na vida?</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri: Esqueça-se sobre obter alegria, ela virá até você.  Você deve apenas relaxar.</p>
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<p style="text-align:justify;">P. Eu sou uma mulher muito feliz e abençoada com várias coisas; então, por que eu me preocupo por estar acima do peso?</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri; Você sabe que um homem ou uma mulher não podem viver sem preocupações. Por isto eu comecei o Arte de Viver, para ter mais preocupações! Esta é uma boa preocupação, pelos menos interromperá você de colocar uma segunda bola de sorvete. Você não estenderá sua mão para um segundo pedaço de sobremesa, um segundo pedaço de torta de maçã. Você vai parar na metade. É bom ter um pouquinho de preocupação, se não, quando você envelhecer, terá que pagar muitas contas de médicos. Então, é melhor manter controle do peso a não ser que você queira que você que os médicos fiquem ricos.  Está é sua escolha!</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">P. O que posso fazer sobre a culpa que sinto por não ser capaz de amar algumas pessoas da minha família, nem os parentes de sangue?</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri: Não se force a amar. Assuma que alguns sentimentos, conexões ou amor já estão lá. Você não examina isto todos os dias, certo? Eu amo meu pai, ou minha mãe, o aquela pessoa? – mesmo que você não goste do comportamento deles. Se seu pai ou sua mãe são velhos e cínicos, você pode se sentir muito irritado e não gostar da companhia deles porque eles te colocam para baixo ou cantam as mesmas velhas músicas. Gostos e desgostos surgem na cabeça. Eu tenho certeza que no fundo do seu coração há amor, um certo sentimento. Por ele existir que você faz está pergunta. Então, é apenas que você não quer reconhecer seu amor por eles, mesmo os amando. Há uma profunda conexão de amor mas você não gosta do comportamento deles, do jeito que eles agem ou da mentalidade deles. É apenas uma coisa externa. É perfeitamente OK. Nunca duvide de seu amor pelas pessoas. O amor está sempre lá e lá estará. Apenas assuma isto.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">P: Tudo que eu fiz profissionalmente este ano não funcionou. Eu estudei hindu, massagem, fisioterapia e anatomia. Eu realmente quero ser bem sucedido. Por favor, me ajuda!</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri: Há muito trabalho que precisa ser feito. Há muitas necessidades. 30% da Europa está deprimida e nós temos este maravilhoso conhecimento que pode ajudar as pessoas a superar a depressão e pensamentos suicidas. Seria muito bom para nós trabalharmos juntos visualizando um mundo com menos sofrimento. Eu gostaria de ter muitos jovens fazendo o trabalho do Arte de Viver em tempo integral. Três a quatro dias para sair e ensinar a todos. Uma vez você aprendendo a ser professor, você pode ensinar, criar uma comunidade do Arte de Viver  aqui. Você pode ter seu próprio ashram aqui. Meditar aqui. Cada um pode fazer seu trabalho e ainda contribuir. É um grupo comunitário, onde todos podem contribuir. Você pode começar uma cozinha comunitária. Você não precisa se preocupar com compras de supermercado. Uma pessoa pode fazer as compras, um outra cozinha, e todos pode se revezar. Uma pequena comunidade de 60 ou 100 pessoas pode viver assim. Pode haver celebração, meditação e yoga.</p>
<p style="text-align:justify;">Toda atmosfera fica tão melhor! No Ashram de Bangalore, nós temos 800 pessoas morando juntas. Antes éramos 10 ou 12 pessoas. Agora há tantas pessoas que querem vir viver aqui no ashram que nós não temos lugar.  É porque ninguém precisa se preocupar com contas de luz, casa, impostos e comida. Está tudo sendo cuidado e todos contribuem do jeito que puderem. O mesmo está acontecendo na Alemanha, Canadá e EUA e mais recentemente começou na Argentina. Nossa vida é muito curta para gastarmos tempo com coisas desnecessárias e que não queremos. Metade da vida é de qualquer forma gasta com sono. Os outros 40 ou 50 anos ou qualquer tempo mais longo que você viverá neste planeta, você precisa que as pessoas cuidem de você, tomem conta de você, ou você quer fazer algo para os outros e para a sociedade? Ajudar aos outros e servir a sociedade, não seria uma boa idéia? Sempre haverá alguém pensando nos outros, cuidando dos outros e ajudando-os. Eu quero que vocês todos pensem sobre isto. Não quero chamar isto de casa de velhos. Estas casa de velhos são muito depressivas. Ashram é um lugar onde há gente velha, gente nova, crianças, todos vivem juntos. Assim, a geração mais jovem fica enriquecida pelas experiências dos mais velhos e os mais velhos ficam entusiasmados pelos jovens. Nós podemos criar este tipo de atmosfera. O que você acha?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">P. Eu sou um covarde. Toda a minha vida eu tenho ficado com medo de qualquer coisinha. Eu vejo riscos e perigo no meu caminho e tenho medo e tudo e de todos. Eu tenho medo de me machucar. Como eu supero isto?</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri: Em primeiro lugar, remova este rótulo: “eu sou um covarde”. Quem disse que você é um covarde? Tire este rótulo.  Quando você rotula, como o ditado da bíblia “Colherás o que semeias”, você encoraja aquilo. Você é maravilhoso. Nós todos estamos aqui para apoiá-lo e todos vamos apoiá-lo. Não pense que você é fraco.  Deixe disto.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">P. Pode-se fazer meditações ‘oco e vazio’ em casa também?</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri: Em casa você não precisa fazer isto. Apenas sente-se e começará a acontecer. Você deixa o carro na oficina e quando você pega o carro de volta você simplesmente o dirige. Ele já está pronto. Todos os dia, em casa, você não precisa consertá-lo. Mas todos os dias você lava o carro, então similarmente, você deve apenas fechar os olhos e meditar.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">P. Eu aprendi a aceitar as pessoas como elas são.  Todavia eu também aprendi o conceito de responsabilidade. Eu tenho um filho de 13 anos de idade. Ele é maduro, quebra as regras, deixa a escola no meio, não aprende, não vem para casa na hora certa e fica com os amigos. Isto me preocupa. Como eu cumpro meu papel de mãe, aceito-o e coloco limites?</p>
<p style="text-align:justify;">Sri Sri: Você já o está fazendo. É muito difícil administrar ou lidar com adolescentes. Algumas vezes é necessário ser rigoroso e algumas vezes carinhoso, também. É como andar a cavalo. Algumas vezes deixa solto e outras segura firme. Assim, administrar adolescentes é como andar a cavalo.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">© Fundação Arte de Viver</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Convite]]></title>
<link>http://alvedrio.wordpress.com/2009/10/21/convite/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 00:40:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>alvedrio</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ontem uma figurinha carimbada da mídia voltou a ocupar um lugar de destaque na imprensa. O ex-cantor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ontem uma figurinha carimbada da mídia voltou a ocupar um lugar de destaque na imprensa. O ex-cantor Rafael Ilha, após tentar suicídio, foi novamente hospitalizado. Hoje, seu médico psiquiatra tratou de esclarecer que Rafael teve um surto psicótico, provavelmente em razão da ausência de medicamentos.</p>
<p>Decidimos tratar do assunto porque é lamentável como certos veículos de imprensa, e como também algumas pessoas tratam o ser humano Rafael, frequentemente o classificando como um drogado.</p>
<p>É necessário recordar que a dependência química é uma doença, uma patologia. Não bastasse, os entorpecentes causam ainda dependência psíquica. O adicto não consegue se libertar da vontade de usar a substância. Rafael enfrenta ainda outra dificuldade: outrora ídolo, aclamado, hoje é olhado pelos brasileiros com reprovação, como se recebesse uma repreensão a cada olhar, a cada vez que é reconhecido nas ruas.</p>
<p>O sentimento de que incomoda, da reprovação implícita, são pesos ainda maiores a alguém que já tem uma luta deveras árdua para travar contra o si próprio.</p>
<p>Por isso nosso convite. Convidamos a sociedade a olhar o ser humano com mais compaixão. Todos gostaríamos que assim fosse se estivéssemos em condições semelhantes.</p>
<p>É importante ressaltar a vocês, nossos leitores, que não temos a intenção de repreendê-los, de forma alguma.</p>
<p>Apenas buscamos dar um outro enfoque ao caso.</p>
<p>Abraços!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[UM CONTINENTE MAIOR ]]></title>
<link>http://mantraman.wordpress.com/2009/10/21/um-continente-maior/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 15:46:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>mantraman</dc:creator>
<guid>http://mantraman.wordpress.com/2009/10/21/um-continente-maior/</guid>
<description><![CDATA[                              Com 95 anos de idade, Genpo Roshi, um dos grandes mestres zen da atual]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-657" title="roshi" src="http://mantraman.wordpress.com/files/2009/10/roshi.jpg" alt="roshi" width="320" height="410" /></p>
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<p>Com 95 anos de idade, Genpo Roshi, um dos grandes mestres zen da atualidade, falava do &#8220;portão sem portão&#8221; e enfatizava que, de fato, não existe portão algum por onde tenhamos de passar a fim de darmo-nos conta do que nossa vida é. Não obstante, segundo ele, do ponto de vista da prática, devemos atravessar um portão, o portão de nosso orgulho. Todos nós, desde o momento em que nos levantamos pela manhã, temos de confrontar nosso orgulho, de alguma maneira — todos nós que estamos aqui. Para ultrapassarmos esse portão, que não é um portão, temos de ir além do portão de nosso próprio orgulho.</p>
<p>Bem, a filha do orgulho é a raiva. Quando me refiro a raiva, digo todos os tipos de frustrações, incluindo a irritação, o ressentimento e o ciúme. Falo tanto da raiva como do modo de trabalhar com ela porque entender como praticar com a raiva é entender como aproximar-se do &#8220;portão sem portão&#8221;. Em termos de vida diária, entendemos o que significa distanciar-se de um problema. Por exemplo, observei que Laura fez um lindo arranjo de flores. Ela mexe aqui, ali, tira, põe, e, num determinado momento, dá um passo atrás para ver as flores, o que fez com elas, como foi que ficou o arranjo pronto. Se você está costurando um vestido, primeiro corta o pano e une as peças, costura e arremata, e em um determinado momento, você vai para a frente do espelho para ver como ficou. Está penso nos ombros? Como está a bainha? Está caindo bem? Tornou-se um vestido adequado? Você dá um passo atrás. Da mesma forma, para pôr nossa vida em perspectiva, devemos dar um passo atrás e dar uma olhada.</p>
<p>Bom, a prática zen é fazer isso. Ela desenvolve a habilidade de dar um passo atrás e olhar. Tomemos um exemplo prático, uma discussão. A qualidade ostensiva de qualquer discussão é o orgulho. Suponhamos que sou casada e discuto com meu marido. Ele fez alguma coisa de que não gostei — gastou, digamos, as economias da família comprando um carro novo — e acho que nosso carro atual está bom. Acredito — aliás, eu sei — que tenho razão. Fico com raiva, fico furiosa. Quero gritar. Bem, o que posso então fazer com a minha raiva? O que é proveitoso que eu faça? Antes de mais nada, creio que é uma boa idéia simplesmente dar um passo atrás: fazer e dizer o mínimo possível. Quando recuo um pouco que seja, posso me lembrar de que o que na realidade desejo é ser aquilo que poderia ser chamado de Um Continente Maior (em outras palavras devo praticar as coisas mais elementares). Agir assim é o mesmo que penetrar em uma outra dimensão, numa dimensão espiritual, se quisermos dar-lhe um nome.</p>
<p>Consideremos uma seqüência de passos da prática, tendo em mente que, no auge da raiva, é impossível à maioria efetuar a prática no desenrolar do drama. Entretanto, tente de fato dar um passo atrás; faça e diga o mínimo possível; afaste-se. Depois, quando estiver sozinho, apenas sente e observe. O que quero dizer com &#8220;observe&#8221;? Observe a novela que está passando na televisão da cabeça: o que ele (o marido) disse, o que ele fez; o que tenho a dizer a respeito disso tudo, o que eu deveria fazer sobre o caso&#8230; todas essas considerações são fantasia. Não são a realidade do que está acontecendo. Se pudermos rotular esses pensamentos (difícil de fazer quando estamos com raiva), devemos fazê-lo. Por que é tão difícil? Quando estamos com raiva, há um enorme obstáculo no caminho da prática: o fato de não querermos praticar. Preferimos alimentar nosso orgulho, ter &#8220;razão&#8221; na discussão, no argumento. (&#8220;Não busque a Verdade: apenas cesse de alimentar suas opiniões.&#8221;) É por isso que o primeiro ato é dar um passo atrás, falar pouco. Semanas de prática assídua podem passar, até que sejamos capazes de ver que, o que desejamos, não é ter razão, mas ser Um Continente Maior. Dê um passo atrás e observe. Rotule os pensamentos do drama: sim, ele não deveria ter feito isso; sim, não consigo suportar o que ele está fazendo; sim, vou encontrar um jeito de me vingar. Tudo isso pode se dar num nível superficial, porém, não deixa de ser uma novela.</p>
<p>Se realmente recuarmos e observarmos — o que, como disse, é bastante difícil de fazer quando estamos com raiva —, seremos com o tempo capazes de enxergar nossos pensamentos como pensamentos (irreais), não como a verdade. Houve ocasiões em que repeti o processo dez, vinte, trinta vezes, antes de os pensamentos por fim cessarem. Quando isso acontece, o que me resta? Resta-me a experiência direta da reação física de meu corpo, o resíduo, por assim dizer. Quando vivencio de forma direta o resíduo (como tensão, contração), visto que na experiência direta não há dualidade, entro lentamente naquela dimensão que sabe o que fazer, qual a ação a ser empreendida (samadhi). Ali se sabe qual é a melhor atitude não só para mim, como para o outro também. Ao tornar-me Um Continente Maior, saboreio a &#8220;unidade&#8221; de modo direto.</p>
<p>Podemos falar sobre &#8220;unidade&#8221; até o final dos tempos. Como efetivamente nos destacamos dos outros? Como? O orgulho do qual a raiva nasce é o que nos destaca. A solução é uma prática na qual vivenciemos essa emoção de separação como um estado corporal definido. Quando fazemos isso, é criado Um Continente Maior.</p>
<p>O que é criado, o que cresce, é o tanto de vida que posso conter sem que ele me aborreça ou me domine. No início, esse espaço é bastante restrito, depois fica maior, cada vez maior. Nunca precisa parar de crescer, O estado de iluminação é aquele espaço enorme e compadecido. No entanto, enquanto vivermos, descobriremos que existe um limite para o tamanho de nosso continente e, nesse ponto, é que devemos praticar. Como sabemos onde se localiza esse ponto-limite? Estamos nele quando sentimos em qualquer nível raiva ou aborrecimento. Não há mistério nenhum. A força de nossa prática está no tamanho que nosso continente alcança.</p>
<p>Ao fazermos essa prática, precisamos ser caridosos com nós mesmos. Necessitamos reconhecer os momentos em que não estamos com disposição para efetuá-la. Ninguém tem vontade o tempo todo. E não faz mal que não a façamos sempre. Estamos fazendo sempre aquilo para o que estamos prontos.</p>
<p>Essa prática de fazer Um Continente Maior é em essência espiritual, porque essencialmente não é nada em absoluto. Um Continente Maior não é uma coisa; a consciência não é uma coisa; a testemunha não é uma coisa, nem uma pessoa. Não há ninguém testemunhando.</p>
<p>Apesar disso, aquilo que pode testemunhar minha mente e meu corpo deve ser algo que não seja minha mente e meu corpo. Se posso observar minha mente e meu corpo num estado de raiva, quem é este &#8220;eu&#8221; que observa? Ele me demonstra que sou diferente de minha raiva, que sou maior do que minha raiva, e esse conhecimento permite-me construir Um Continente Maior, crescer. Portanto, é essa capacidade de observar que deve ser expandida. O que observamos sempre é secundário. Não é importante estarmos aborrecidos; o importante é termos a habilidade de observar o aborrecimento.</p>
<p>Conforme essa habilidade se expande, primeiro para observar e depois experimentar, aumentam, ao mesmo tempo, dois outros fatores: a sabedoria, que é a capacidade de ver a vida tal como ela é (e não do jeito que eu gostaria que fosse), e a compaixão, que é a ação natural decorrente dê ver a vida como ela é. Não podemos ter compaixão por ninguém nem por nada se nosso encontro com eles está tingido de raiva e orgulho; é impossível. A compaixão cresce conforme criamos Um Continente Maior.</p>
<p>Quando efetuamos a prática, estamos penetrando profundamente em nossa vida tal como a conhecemos, e o modo como esse processo se desenrola varia de uma pessoa para outra. Para algumas, dependendo de seu condicionamento e história pessoais, o processo pode transcorrer de maneira suave, e a compreensão é gradativa. Para outros, vem em ondas, em enormes ondas emocionais. É como um dique que se rompe. Temos medo da inundação e de sermos tragados pela voragem. É como ter contido parte do oceano atrás de frágeis diques que, quando explodem sob o impacto da água, deixam-na retomar o que simples e verdadeiramente é; e há alívio nisso porque agora ela pode fluir com as correntezas e a vastidão do oceano.</p>
<p>Não obstante, acredito ser importante que o processo não aconteça rápido demais. Se for acelerado, creio que deveria ser desacelerado. Chorar, tremer e ficar transtornado não são coisas indesejáveis. Aquele dique está começando a se romper, mas não é preciso que se quebre rápido demais. É melhor desacelerar, e, se romper depressa, que seja, está tudo certo; quero enfatizar apenas que não tem de ser obrigatoriamente assim. Pensamos que somos todos do mesmo jeito, mas é provável que, quanto mais repressora e difícil tenha sido a infância, mais importante é que o dique ceda com lentidão. Contudo, não importa quanto nossa vida possa ter transcorrido com suavidade, sempre há um dique para estourar em algum ponto.</p>
<p>Lembremo-nos ainda de que um pouco de humor a respeito de tudo isso não é uma má idéia. Essencialmente, jamais nos livramos de coisa alguma. Não precisamos nos livrar de todas as nossas tendências neuróticas; o que fazemos é começar a ver como são engraçadas, como apenas fazem parte do lado engraçado da vida, da graça de viver com outras pessoas. São todas loucas, assim como nos, e claro. Mas na realidade nunca enxergamos que somos loucos; esse é nosso orgulho. Claro que eu não sou louca, afinal de contas, sou a instrutora! </p>
<p>Texto de Charlotte  Joko Beck, extraído livro &#8220;Sempre Zen&#8221;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sarah &amp; Psicopatia]]></title>
<link>http://versar.wordpress.com/2009/10/17/sarah-psicopatia/</link>
<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 17:06:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>imprensar</dc:creator>
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<description><![CDATA[by: Sarah Adoro temas avulsos e sonhos que me fazer perder o sono. Adoro sorvete, chocolate quente e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<p>by: Sarah</p>
<p>Adoro temas avulsos e sonhos que me fazer perder o sono. Adoro sorvete, chocolate quente e uvas. Adoro cheirar o perfume doce de minha irmã mais nova e de imitar as pessoas. Aliás, sou uma eterna mímica. Fale no seu tom que eu falo no seu tom. Diga com intensidade e também responderei com a mesma sinergia. Gesticule, olhe invocadamente/descaradamente/irritantemente e te acompanharei no olhar. Eu sou assim. Eu vivo assim: copiando o mundo ao meu redor. Pego bordões de amigos e aplico em outras rodas de convivência. Mas não me veja como papagaio, pois não respondo igual a você, mas o que você quer.</p>
<p>Não me preocupo com sua companhia, nem me importo com suas preferências. Apenas gosto de desafios, colocar as pessoas em seus limites e vê-las descabeladas, emputecidas, aborrecidas e chorosas. Adoro o sofrimento alheio. Envolvo meus próximos com as palavras mais amigáveis, grito sonhos, sussurro carinhos e o convencimento torna-se fácil aos mais inexperientes. Coitados daqueles que passaram em minha vida. Rio enquanto choram. Compaixão? Vá se fuder com essa porra de compaixão! Estou muito mais interessada em observá-los. Entenda-me, Edgar, foi tudo proposital. Faz parte do meu show querer a dor e a agonia alheia.</p>
<p>Burro foi você de acreditar em mim tão fácil. Sexo? Só carne, só corpo. Não dá pra gozar com um homem tão estúpido como você. Fingi, fingi mesmo. Mas não queira colocar a culpa toda em mim, nããão. Culpa sua! De sua fraqueza! De você não saber valorizar a Nanda. Agora se fudeu. Dei o ombro amigo a ela e, veja só, conheceu o Rick. Muito melhor do que esse boyzinho aqui à minha frente. O quê? Pensava que eu gostava mesmo de você? Fiz tudo para te agradar, palerma. Agora você tá aí, na minha mão. Que pena que não tem mais o papaizinho pra te socorrer. Parece até aqueles fedelhos sem saber onde colocar as mãos. Isso! Chore! Seja esse maricas que sempre deixou esconder aos outros. Burro.</p>
<p>Bye bye, querido. Você vai partir dessa pra melhor. Reze, porque te encontro no inferno. (pausa) Agora é só guardar essa arma. Como vou tirar esse corpo? O Rafa não arrombou a porta ainda, desse jeito, quem vai pensar que o Edgar morreu num assalto no próprio apê? Vou indo. Tenho encontro com outro ricaço. Edgar, se pudesse me ouvir, eu até que gostava de trepar contigo.</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pregação - Uma Igreja Que Ama]]></title>
<link>http://ribeiranews.wordpress.com/2009/10/14/pregacao-uma-igreja-que-ama/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 23:00:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>ribeiranews</dc:creator>
<guid>http://ribeiranews.wordpress.com/2009/10/14/pregacao-uma-igreja-que-ama/</guid>
<description><![CDATA[Tema: Uma Igreja Que Ama Texto: Lucas 7:36-50 Data: 14/10/2009 Pr Marcel Clique aqui para ouvir/baix]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tema: Uma Igreja Que Ama</p>
<p>Texto: Lucas 7:36-50</p>
<p>Data: 14/10/2009</p>
<p>Pr Marcel</p>
<p><a href="http://www.archive.org/details/CongregacaoRibeira-Pregacao-PrMarcel-UmaIgrejaQueAma">Clique aqui para ouvir/baixar o audio em MP3.</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Da Indiferença]]></title>
<link>http://ziario.wordpress.com/2009/10/07/da-indiferenca/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 14:03:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Iara</dc:creator>
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<description><![CDATA[A terceira dimensão do amor de Freud é o reconhecimento do oposto tanto do amor quanto do ódio: a in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000000;"><img class="alignnone size-full wp-image-3489" title="4321256" src="http://ziario.wordpress.com/files/2009/10/4321256.jpg" alt="4321256" width="350" height="344" /></span></p>
<p><span style="color:#000000;">A terceira dimensão do amor de Freud é o reconhecimento do oposto tanto do amor quanto do ódio: <strong>a indiferença.</strong> Se você é indiferente a alguém ou alguma coisa, não faz nenhum <strong>investimento emocional</strong> nele ou nela. <strong>Sem emoções investidas, não se pode amar nem odiar.</strong> Isso lhe permite exercer a <strong>razão imparcial</strong>, o que é útil na maioria dos casos. Também constitui a base do estoicismo, cuja idéia condutora é não supervalorizar nada que possa lhe ser tirado pelos outros, pois ao fazê-lo você se coloca sob o poder deles. <strong>Se fica apegado demais a pessoas ou coisas, está criando problemas para si mesmo.</strong> <strong>A indiferença às circunstâncias pode ser boa, ainda mais quando as circunstâncias são más.</strong> É o que todos chamam de entender as coisas filosoficamente ou estoicamente. <strong>Esse tipo de indiferença <span style="text-decoration:underline;">não é insensibilidade nem falta de compaixão.</span></strong> <strong>É a capacidade de não entender as coisas de forma excessivamente pessoal, mesmo quando parecem envolver sua pessoa.</strong> <strong>É mais como ficar frio durante o tiroteio. Permite-lhe agir da melhor maneira possível sob estresse.</strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Assim, do lado benéfico, a indiferença impede que você sofra de apego negativo a alguma coisa.</strong> No entanto, a indiferença também<strong> </strong>faz com que você<strong> não possa sentir o prazer do apego positivo a alguma coisa.</strong> <strong>Se passar a vida tentando ser indiferente às pessoas e coisas para poupar-se de mal-estar, estará se privando de envolvimento e satisfação</strong>. <strong>Também pode ser como uma pedra na floresta: cercada por todo tipo de ser vivo e exposta a todo tipo de mudanças naturais e estações, mas incapaz de relacionar-se organicamente com qualquer deles. </strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Lou Marinoff</strong>, Pergunte a Platão (Record), pg. 188.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Comprometa-se!]]></title>
<link>http://demodelando.wordpress.com/2009/10/01/comprometa-se/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 05:00:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joe</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quanto mais você aceitar tanto seu lado bom quanto o ruim, tanto menos crítico será para com as pess]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1766" title="Amor" src="http://demodelando.wordpress.com/files/2009/09/amor.jpg" alt="Amor" width="150" height="143" />Quanto mais você aceitar tanto seu lado bom quanto o ruim, tanto menos crítico será para com as pessoas que o cercam. Se estivermos dispostos a agir de forma honesta, cada relacionamento pode tornar-se um espelho.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando reagimos com irritação desproporcional ao comportamento de outra pessoa, isso normalmente acontece porque tal atitude espelha algo que não queremos perceber em nós mesmos.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao identificar e aceitar as múltiplas facetas de sua natureza, você estará se capacitando a aceitar com maior facilidade as pessoas e, portanto, a viver mais em paz consigo e com as pessoas que importam em sua vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Sob uma perspectiva espiritual, a meta do amor consiste em enxergar você no outro e o outro em você. Este estado de consciência unificadora é a expressão da divindade na humanidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao se sentir confortável dentro de si, seu contentamento interior ajuda naturalmente aqueles que estão ao seu redor a se sentirem mais confortáveis.</p>
<p style="text-align:justify;">Um coração repleto de compaixão transmite a mensagem:</p>
<p style="text-align:justify;">“Reconheço você &#8230; Conheço você &#8230;  Aceito você &#8230;&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Você pode assumir um risco indo além de seus limites normais, e isso significa mover-se para fora de sua zona de segurança &#8230; mas vale a pena.</p>
<p style="text-align:justify;">Abraçar o desconhecido nos oferece nossa maior oportunidade de crescimento pessoal, enquanto desperta nossos maiores temores.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando você se apaixona torna-se uma pessoa diferente &#8230; existem vários tipos de relacionamentos apaixonantes &#8230; O amor expande nosso sentido de nós mesmos, algo que, uma vez expandido, jamais retorna a seu tamanho original. Uma vida desfrutada em amor é a única vida que vale a pena. Como citado em Coríntios, sem amor, o conhecimento e a caridade são vazios. Entre a fé, a esperança e o amor, o amor é maior.</p>
<p style="text-align:justify;">Comprometa-se a amar sob todas as suas expressões. Mesmo depois de tanto tempo, o sol nunca diz para a terra, “você me deve”. Veja o que acontece com um amor como este, Ele ilumina o céu inteiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Libertar-se de hábitos exige atenção focada e força de vontade. Os hábitos preenchem necessidades. Para abandonar um comportamento indesejável você deve substituí-lo por um que o gratifique. “À medida que você trouxer para o seu cotidiano influências que apoiem seu bem estar emocional e físico, o alívio temporário que seu antigo hábito lhe oferecia será substituído por conforto e harmonia duradouros.</p>
<p style="text-align:justify;">Procure relacionamentos e comunidades que reforcem seu compromisso de adotar escolhas que promovam a vida. Somos a soma das escolhas que fizemos.</p>
<p style="text-align:justify;">Lembre-se a cada momento: todo mundo faz seu melhor, com base em seu atual estado de consciência. Das amebas unicelulares aos seres humanos com trilhões de células, a dança da vida inclui a alternância entre pausa e o movimento. A vitalidade e o entusiasmo são frutos de uma vida em harmonia com os ritmos da natureza.</p>
<p style="text-align:justify;">By David Simon, extraído do livro &#8220;Comprometa-se&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[CRUELDADE COM OS GOLFINHOS]]></title>
<link>http://petvideo.wordpress.com/2009/09/26/crueldade-com-os-golfinhos/</link>
<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 16:58:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>petvideo</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8230;.Dinamarca, uma vergonha O mar se tinge de vermelho, entretanto não é devido aos efeitos clim]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><strong>&#8230;.Dinamarca, uma vergonha </strong><strong>O mar se tinge de vermelho, entretanto não é devido aos efeitos climáticos da natureza.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-942" title="image001" src="http://petvideo.wordpress.com/files/2009/09/image001.jpg" alt="image001" width="390" height="255" /></p>
<p>Se deve a crueldade com que os seres humanos (ser civilizado) matam centenas dos famosos e inteligentíssimos.<br />
Golfinhos Calderon.<img class="aligncenter size-full wp-image-943" title="image002" src="http://petvideo.wordpress.com/files/2009/09/image002.jpg" alt="image002" width="390" height="255" /></p>
<p>Isso acontece ano após ano na Ilha Feroe na Dinamarca. Deste massacre participam principalmente jovens<br />
Por que?<br />
Para demonstrar que estes mesmo jovens já chegaram a uma idade adulta, estão maduros.<img class="aligncenter size-full wp-image-944" title="image003" src="http://petvideo.wordpress.com/files/2009/09/image003.jpg" alt="image003" width="390" height="255" /></p>
<p>Em tal celebração, nada falta para a diversão<br />
TODOS PARTICIPAM DE UMA MANEIRA OU DE OUTRA, matando ou vendo a crueldade “apoiando-a como espectador”.<img class="aligncenter size-full wp-image-945" title="image004" src="http://petvideo.wordpress.com/files/2009/09/image004.jpg" alt="image004" width="390" height="255" /></p>
<p>Cabe mencionar que o golfinho calderon, como quase todas as outras espécies de golfinhos, se aproxima do homem unicamente para interagir e brincar em gesto de pura amizade.<img class="aligncenter size-full wp-image-946" title="image005" src="http://petvideo.wordpress.com/files/2009/09/image005.jpg" alt="image005" width="390" height="255" /></p>
<p>Eles não morrem instantaneamente, são cortados uma ou duas vezes com ganchos grossos. Nesse momento os golfinhos produzem um som estridente bem parecido ao choro de um recém-nascido.<img class="aligncenter size-full wp-image-947" title="image006" src="http://petvideo.wordpress.com/files/2009/09/image006.jpg" alt="image006" width="390" height="260" /></p>
<p>Mas sofre e não há compaixão até que este dócil ser sangrando lentamente e sofra com feridas enormes até perder a consciência e morrer no seu próprio sangue.</p>
<p>Finalmente estes heróis da ilha, agora são adultos racionais e direitos, já demonstraram sua maturidade.<img class="aligncenter size-full wp-image-948" title="image007" src="http://petvideo.wordpress.com/files/2009/09/image007.jpg" alt="image007" width="390" height="260" /></p>
<p>Basta<br />
Encaminhremos este apêlo até que o mesmo chegue alguma associação de defesa dos animais, não leremos somente.<br />
Isso nos transformaria em cúmplices, ESPECTADORES<strong>.</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-949" title="image008" src="http://petvideo.wordpress.com/files/2009/09/image008.jpg" alt="image008" width="390" height="215" /></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Cuide do mundo, ele é sua casa!</span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="margin:0;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:small;">Precisamos de 1.000 assinaturas… Mandem o protesto para: </span><span style="color:red;font-size:20pt;"><a href="mailto:peta2@peta.org">peta2@peta.org</a></span></span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-950" title="image009" src="http://petvideo.wordpress.com/files/2009/09/image009.jpg" alt="image009" width="390" height="583" /></p>
<p>Você pode deixar que isto continue acontecendo???</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-951" title="image010" src="http://petvideo.wordpress.com/files/2009/09/image010.jpg" alt="image010" width="390" height="241" /></p>
<p><a href="http://www.petvideobook.com.br">www.petvideobook.com.br</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Hora de acordar]]></title>
<link>http://poemasepensamentos.wordpress.com/2009/09/22/hora-de-acordar/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 14:08:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo Treska</dc:creator>
<guid>http://poemasepensamentos.wordpress.com/2009/09/22/hora-de-acordar/</guid>
<description><![CDATA[É duro hoje olhar o mundo e ver o que vemos assistir os telejornais e ver mortes por todos os lados,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" title="Guerra Vietña" src="http://www.estonova.com/images/articulos/vietn.jpg" alt="" width="500" height="293" /></p>
<p>É duro hoje olhar o mundo e ver o que vemos assistir os telejornais e ver mortes por todos os lados, seja a morte por revolta da natureza por estamos destruindo o planeta ou causadas pela violência que ocupa os corações das pessoas hoje.<br />
Será que algum dia conseguiremos viver em harmonia, um respeitando o outro não por status ou por quanto ganha, mas sim porque é um ser humano e seu semelhante?<br />
Viver neste mundo hoje é cansativo não pela correria do dia a dia, mas porque sabemos que iremos chegar ao fim de nossa vida e de fato não teremos sido felizes, não sabemos se nossos filhos ficarão em segurança depois que partirmos ou se ainda vai existir amor e compaixão.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Para ler o restante clique no link abaixo e conheçam nosso novo blog</strong></span></p>
<p><a href="http://www.poemasepensamentos.com.br/2009/09/22/hora-de-acordar/">http://www.poemasepensamentos.com.br/2009/09/22/hora-de-acordar/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Palavras...]]></title>
<link>http://fantasticomundodeleticia.wordpress.com/2009/09/18/palavras/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 17:08:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>yorana</dc:creator>
<guid>http://fantasticomundodeleticia.wordpress.com/2009/09/18/palavras/</guid>
<description><![CDATA[Adoro definições. E hj recebi o mail de uma amiga com um trecho retirado do livro: &#8220;O homem qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Adoro definições. E hj recebi o mail de uma amiga com um trecho retirado do livro: &#8220;O homem qu]]></content:encoded>
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