<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>comportamento-humano &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/comportamento-humano/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "comportamento-humano"</description>
	<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 10:43:21 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Questionando a sociedade atual]]></title>
<link>http://qualidadeonline.wordpress.com/2009/11/30/questionando-a-sociedade-atual/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 18:40:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>hayrton</dc:creator>
<guid>http://qualidadeonline.wordpress.com/2009/11/30/questionando-a-sociedade-atual/</guid>
<description><![CDATA[Mino: “Existe uma sensação estranha e angustiante que nos acomete quando olhamos para nós mesmos e v]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://qualidadeonline.wordpress.com/files/2009/11/mino-25.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-382" title="mino 25" src="http://qualidadeonline.wordpress.com/files/2009/11/mino-25.jpg" alt="" width="200" height="281" /></a></p>
<p><em>Mino: “Existe uma sensação estranha e angustiante que nos acomete quando olhamos para nós mesmos e vemos – além das obviedades mundanas – um hiato monstruoso entre o ser e o ter”</em></p>
<p>Mino de Oliveira (<a href="mailto:minodeoliveira@sosaguaevida.org.br">minodeoliveira@sosaguaevida.org.br</a>) é um ser humano bastante interessante. Depois de viver como um produtor cultural de bastante sucesso, ganhar muito dinheiro e viver com muito luxo, se sentia incompleto, infeliz. “Era a síndrome do vazio interior. Sinais disso eram os três maços de cigarros que fumava por dia e a necessidade de tomar lexotan para dormir. Então, eu decidi largar tudo e buscar outros caminhos. Depois de um duro processo de mudança de rotina, durante o qual cada minuto era uma nova incerteza e uma lição a mais, tornei-me um homem bem humorado, despreocupado com posses e com o julgamento alheio, e livre das amarras sociais impostas”, conta ele.</p>
<p>Depois disso, escreveu &#8220;Realizo, Logo Sou&#8221;, um livro onde ele convida o leitor a questionar seu modo de vida e a promover mudanças, mencionando como exemplo a sua própria experiência na busca da realização pessoal através da identificação de seus mais íntimos anseios e sentimentos. Mesmo que isso tenha levado a ele a abandonar as situações sociais e profissionais aparentemente confortáveis. “Quero instigar o leitor a avaliar seu grau de satisfação com a vida e a libertar-se de tudo o que o desvia da sua realização como ser humano. Quero questionar o modelo de existência que aprendemos desde o berço que, segundo o autor, nos leva a perseguir diuturnamente sexo, tempo e dinheiro; esquecendo as vocações mais íntimas e distanciando-nos da nossa realização pessoal”, diz.</p>
<p><a href="http://www.qualistore.com.br/produto.asp?codigo=418" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-384" title="Capa-Realizo - 1 - Rosto" src="http://qualidadeonline.wordpress.com/files/2009/11/capa-realizo-1-rosto1.jpg" alt="" width="250" height="360" /></a><a href="http://qualidadeonline.wordpress.com/files/2009/11/capa-realizo-1-rosto.jpg"></a></p>
<p>Assim, Mino criou alguns termos ou filosofias que ele acha importantes:</p>
<ul>
<li>Normose &#8211; é o politicamente correto, aceito automaticamente, que ninguém questiona.</li>
<li>Homo-bossalis &#8211; é o ser humano típico atual, que usou toda a sua inteligência para criar o caos em que vivemos hoje, com muita violência, fome, desigualdade e desequilíbrio ambiental.</li>
<li>Síndrome do vazio interior &#8211; é a sensação de que ainda não se chegou à felicidade, por mais que se tenha dinheiro, status, conforto, etc. “Quase todo mundo sofre disso e não sabe”.</li>
</ul>
<p>“Hoje, 98% da população do planeta trabalha fazendo o que não gosta, para sobreviver, e adquire sintomas de um denominado novo mal do século: a Síndrome do Vazio Interior, caracterizado por apatia, mau humor, desânimo, estresse, angústia, depressão, insegurança, agressividade, pânico, etc., que acomete o homem moderno, engajado nessa luta entre o ter e o ser”, finaliza.</p>
<p>Para comprar o livro: <a href="http://www.qualistore.com.br/produto.asp?codigo=418">http://www.qualistore.com.br/produto.asp?codigo=418</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Otimizando o mercado do casamento: Está a procura de um Noivo(a)? Aqui vão as dicas!]]></title>
<link>http://ecdisemental.wordpress.com/2009/11/29/otimizando-o-mercado-do-casamento-esta-a-procura-de-um-noivoa-aqui-vao-as-dicas/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 21:54:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gábi Locher</dc:creator>
<guid>http://ecdisemental.wordpress.com/2009/11/29/otimizando-o-mercado-do-casamento-esta-a-procura-de-um-noivoa-aqui-vao-as-dicas/</guid>
<description><![CDATA[Se você acha que homens e mulheres escolhem  seus parceiros baseados no sentimento (óh, o amor!! Plo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">Se você acha que homens e mulheres escolhem  seus parceiros baseados no sentimento (óh, o amor!! Ploc ploc.. corações explodindo&#8230;), atração física (uhmmm..), similaridades nos gostos, crenças e atitudes e valores compartilhados, você pode até estar certo, essas determinantes supostamente ajudam o casal a se manter feliz&#8230; pelo menos por um tempo! Mas certos estudos vêm mostrando que a longevidade da vida a dois também depende de outras variáveis! Certamente alguma vez você já pensou “nossa, ele é muito novinho&#8230;” ou “ai, será que vai dar certo? Ela já foi casada 15 vezes..” (ok, concordo, apelei no último exemplo).</p>
<p style="text-align:left;">É, um pessoal lá da Suíça resolveu  fazer um modelo pra mostrar pra gente que atributos objetivos como diferença de idade, histórico familiar e nível escolar também fazem a diferença na hora de escolher aquele indivíduo que vai sentar no seu sofá por um bom tempo e assistir futebol ou aquela linda e fofa moça que não vai parar de falar por um segundo por horas a fio na sua cabeça!</p>
<div id="attachment_13" class="wp-caption alignright" style="width: 274px"><a href="http://ecdisemental.wordpress.com/files/2009/11/table-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-13 " title="table 1" src="http://ecdisemental.wordpress.com/files/2009/11/table-1.jpg?w=264" alt="" width="264" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Peso   dos Preditores (pela regressão logística)</p></div>
<p style="text-align:left;">Com base em dados de 1999 sobre casais residentes na Suíça (casados ou não) alguns pesquisadores fizeram um estudo de acompanhamento de 1074 casais para determinar quantos se separaram (ó dó!) ou quantos se mantiveram firmes e fortes! A partir destes dados construíram indicadores de homogamias (características similares presentes no casal) para cada dupla fazendo uma análise de regressão logística e avaliando a influência específica de cada variável (Table 1), chegando à conclusão de que a idade influencia sim, um divórcio prévio faz muita diferença, a origem cultural pode gerar conflitos e (pasmem) aparentemente é melhor o casal apresentar diferença quanto ao grau de escolaridade (será que eu senti o pânico do pessoal que começou a namorar na graduação??)!</p>
<p>Com essas variáveis esses danadinhos realizaram uma abordagem matemática do tema para otimizar a escolha do parceiro realocando cônjuges de uma forma que a separação/divórcio fosse reduzida!! O melhor é que para produzir essa função maluca eles usaram também as características sociais utilizadas para juntar pombinhos no mercado do casamento e rodaram os modelos em cima dos dados cadastrados em uma dessas agências matrimôniais (a final, elas acham que sabem como é que se faz&#8230; mas será?).</p>
<p>Com o modelo criado, os teóricos chegaram a dois extremos de casais: Se vocês dois são suíços, nunca passaram por um divórcio, a senhorita tem um nível escolar maior do que o mocinho e este é no mínimo 5 anos mais idoso (rsrs) do que jovem: Parabéns, vocês já podem financiar o apartamento! No entanto&#8230; se pelo menos um dos dois vem de origem cultural diferente, o homem da relação já teve uma familinha feliz por um tempo, ambos tem o mesmo nível escolar (e além disso este é alto!) e o moço é de dois a quatro anos mais velho do que a moça: Melhor não comprar o labrador chocolate ainda&#8230;</p>
<p>Comparando com os casais estudados entre 1999 e 2004 as características do casal perfeito bateram, enquanto a dos que que não se deram muito bem apresentou algumas variações. Isso aconteceu porque o resultado que acabei de passar pra vocês é o famoso 8 ou 80 do estudo, queremos o 44, certo? O 44  seria o modelo final do estudo, que vai dar um solução ótima de acordo com as características dos parceiros oferecendo soluções alternativas de união ao invés de uma solução fixa e limitada (Como diria Luciano Huck: Loucura..Loucura!)!</p>
<p>O modelo final apresenta predições que devem ser colocadas em funções com muitas variáveis, afinal temos duas pessoas que podem apresentar cada uma das características diferentes que apresentam diferentes pesos de importância! Bom, finalmente, com auxílio desse modelo os novos cientistas casamenteiros realocariam 68% dos indivíduos que estão no mercado suíço formador de parceiros (sexuais?) em novos casais pra melhorar a “sobrevivência” da vida a dois desses coitados, o que mostrou que essas agências podem estar subestimando algumas importantes variáveis e formando um monte de casais que não vão ter um labrador com lacinho vermelho dentro de uma cestinha embaixo da árvore de natal!</p>
<p>Agora o que eu queria saber mesmo é se estes pesquisadores estão usando tudo isso na busca pelo par perfeito deles, ou eles deixaram tudo isso na teoria e na real estão “pegando geral” sem critério algum por ai?</p>
<p>Cao, N. V., E.  Fragnière<em>, et al.</em> Optimizing the marriage market: An application of the linear assignment model. <span style="text-decoration:underline;">European Journal of Operational Research</span>, v.202, p.547-553. 2010.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como e porque ser uma mulher canalha]]></title>
<link>http://doutoracanalha.wordpress.com/2009/11/25/como-e-porque-ser-uma-mulher-canalha/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:27:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dra. Canalha</dc:creator>
<guid>http://doutoracanalha.wordpress.com/2009/11/25/como-e-porque-ser-uma-mulher-canalha/</guid>
<description><![CDATA[Desde que o mundo é mundo, homens são canalhas. Homens são treinados, doutrinados e cobrados para qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Desde que o mundo é mundo, homens são canalhas. Homens são treinados, doutrinados e cobrados para que sejam sempre canalhas.</p>
<p style="text-align:justify;">Nós, mulheres, as maiores vítimas dessa canalhice masculina quando esposas, namoradas e afins, cobramos deles que não sejam canalhas conosco. Porém, quando mães, muitas vezes sem ao menos termos a mínima consciência do que estamos fazendo, ratificamos as idéias sociais incutidas em nossas mentes ao longo dos anos e acabamos por reforçar, endossar e acatar a canalhice dos nossos filhos homens, prejudicando as outras mulheres que virão a ser as esposas, namoradas e afins deles.</p>
<p style="text-align:justify;">Veio a tal da revolução e liberação sexual, a queima de sutiãs em praça pública, o divórcio, mas continuamos permitindo que eles esperem de nós uma personalidade de &#8220;Amélia&#8221;, de &#8220;Mulheres de Atenas&#8221;, de heroínas dispostas a tudo pelo homem amado. Por quê???</p>
<p style="text-align:justify;">Acumulamos funções e responsabilidades. Cuidamos do trabalho na empresa, da casa, dos filhos, do marido, dos pais idosos, dos animais de estimação, das plantas do nosso jardim e&#8230; quem cuida de nós??? Nossos maridos??? NÃO!!!</p>
<p style="text-align:justify;">Nossos maridos são capazes de cuidar muito bem é de alguma vagabunda que eles descolem no bar, no escritório, na academia, no trânsito e que fazem deles gato e sapato, mas não de nós, as mulheres corretas que eles já conquistaram, já passaram pro nome deles e não precisam mais se preocupar em agradar, paparicar e cuidar.</p>
<p style="text-align:justify;">Gostaria de entender porque motivo, em pleno século XXI, a grandessíssima maioria das mulheres ainda pensa e/ou sente que tem a obrigação de &#8220;segurar a onda&#8221; de tudo, de &#8220;aceitar&#8221; tudo, de &#8220;perdoar&#8221; tudo em nome da família e, principalmente, de anularmos nossos gostos, vontades e pensamentos em função do egoísmo e do egocentrismo masculino.</p>
<p style="text-align:justify;">Vocês sabem quem, efetivamente, pode cuidar bem de nós? NOSSOS AMANTES! Sim, minhas queridas, nossos amantes! Aqueles homens que podem até pensar que estão nos usando, mas que na verdade estão sendo usados por nós. Aqueles que não cobram de nós nada além de estarmos bonitas, cheirosas e à disposição deles no dia, hora e local combinado. Aqueles que só nos trazem a parte boa de um relacionamento a dois, ou seja, o sexo, o tesão, os elogios, a alta auto-estima e não nos cobram que sejamos perfeitas, uma vez que estamos vivendo uma aventura ousada e arriscada, onde enganamos outro homem e eles têm plena consciência disso. Mas não se iludam em levar esse amante prá casa prá se tornar o &#8220;seu&#8221; homem, pois ele se transformará no marido, e você voltará à estaca zero&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Esses dias me atrasei mais do que o esperado para voltar de um encontro com um de meus amantes. Quando cheguei em casa, meu marido estava furioso porque eu não havia servido o jantar das crianças na hora certa (sendo que ELE estava em casa há horas por ter saído mais cedo do trabalho e poderia muito bem ter feito isso, já que o jantar estava prontinho na geladeira) e veio gritando, cobrando e reclamando.</p>
<p style="text-align:justify;">Nessa hora eu pensei comigo mesma: É POR ISSO QUE É CORNO! PORQUE MERECE SER CORNO! Quando eu ainda era uma esposa fiel, aturava o mesmo tipo de atitude se eu me atrasasse da lavanderia, super-mercado, médico, colégio das crianças, dentista, etc., ou seja, dando motivo ou não, a reação deles quando não estamos cumprindo o papel que eles esperam no momento que eles esperam é sempre nos acusar.</p>
<p style="text-align:justify;">Neste dia, eu havia passado uma tarde maravilhosamente romântica e &#8216;orgástica&#8217; com um homem que eu paquerava há anos e agradeci aos céus quando o corno saiu porta afora, esbravejando, achando que eu agregaria a culpa por ele estar saindo sozinho prá rua na hora do jantar, achando que eu pensaria que eu falhei&#8230; porém é claro que eu já abri meus olhos e não penso mais assim, o que eu realmente pensei foi que assim eu teria tempo de verificar se havia sobrado alguma marca daquela tarde espetacular em meu corpo, e teria tempo para encobrí-la.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao contrário de quando eu era uma jovem esposa inexperiente, aprendi a não me importar com suas colocações e argumentações (naquela época eu chorava muito&#8230;), e muito menos a me importar quando ele sai sozinho. Pelo contrário, hoje em dia fico feliz da minha vida quando ele vai um pouco prá rua (seja prá onde for, com quem for&#8230;) e me dá um pouco de sossego. É ótimo ficar sozinha em casa com meus filhos, meus animais e minhas plantas, sem ninguém para &#8220;encher o saco&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Aí vocês me perguntam: Se a relação está desgastada assim, por que não se separar e ficar livre para um novo relacionamento que possa vir a ser muito melhor?</p>
<p style="text-align:justify;">E eu lhes respondo com toda segurança: porque não resolve, não adianta. A não ser que eu estivesse disposta a me tornar uma monja ou freira e a viver enclausurada em um monastério nas montanhas do Tibet ou em um convento hipócrita castrador, em total abstinência sexual. E do jeito que eu gosto de sexo, minhas amigas, não estou disposta meeeesmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando estamos insatisfeitas nos sentimos corajosas e auto-suficientes para pedirmos o divórcio. Passado algum tempo, começamos a nos sentir sozinhas, carentes e daí então buscamos um novo parceiro para nossas vidas, de preferência que seja o oposto de todos os outros com quem já vivemos uma história que não funcionou bem antes. Acontece que, no jogo da sedução, eles nos fazem crer que são diferentes, que dessa vez sim encontramos o grande amor de nossas vidas, que agora sim teremos o relacionamento e o homem que merecemos, eles nos enganam. Como tudo o que é bom dura pouco, quando menos esperamos, nos damos conta de que estamos mais uma vez, encoleiradas, escravizadas, controladas, monitoradas e eles se tornam, praticamente, um clone dos nossos ex.</p>
<p style="text-align:justify;">Então, para que trocar? Melhor ficarmos com este corno com quem já estamos acostumadas, com quem já fizemos filhos, com quem já cuidamos dos animais de estimação, com quem já temos dívidas e patrimônio, o que dá muito menos trabalho, muito menos gasto, muito menos desgaste emocional e muito menos traumas para todos, afinal, darmos fim em um lar para começarmos um novo é extremamente desgastante para todas as pessoas envolvidas.</p>
<p style="text-align:justify;">A chave é: agirmos com eles da mesma maneira que eles SEMPRE agiram com a gente!</p>
<p style="text-align:justify;">A grande diferença é: sempre que uma mulher se dedica a fazer algo que um homem já faz, ela faz melhor!</p>
<p style="text-align:justify;">O que os olhos não vêem, o coração não sente. O que não se pode é deixar rastros&#8230; É apenas uma questão de mudar a ótica que temos pré-programada em nós. Seja canalha com os homens antes que eles sejam com você!</p>
<p style="text-align:justify;">Agora vamos mudar um pouco o foco para a situação das mulheres solteiras. Quantas de vocês já não passaram por uma das duas situações a seguir:</p>
<p style="text-align:justify;">1ª &#8211; Você está de olho em um carinha da turma que, aparentemente, também está interessado em você. Em função disso, você ignora toda e qualquer possibilidade de todo e qualquer envolvimento (seja esporádico e superficial, seja com intenção de compromisso) com qualquer outro cara do mesmo círculo social, ou mesmo evita aparecer acompanhada de alguém nos ambientes em que se encontram, para não &#8220;queimar o filme&#8221;. Aí você fica esperando, esperando, esperando&#8230; e quando percebe, ele já está desfilando com outra (ou até mesmo outras) sem nem ao menos ter &#8220;chegado&#8221; em você, e você se dá conta que perdeu várias oportunidades por alguém que não valia a pena, pois não deu em n-a-d-a, pois ele não intencionava nada.</p>
<p style="text-align:justify;">2ª &#8211; Você está &#8220;enrolada&#8221; com um &#8220;amigo&#8221;, gosta dele e espera que essa história dê em namoro. Então você investe, age como ele gosta, fala como ele gosta, vai aos lugares que ele gosta e quer estar acompanhado, se dedica 100% a esse cara. O tempo vai passando e você continua esperando que ele te &#8220;assuma&#8221; e isso não acontece. Aí você se dá conta de que está sendo enrolada literalmente, de que ele não pretende nada com essa situação a não ser ter você na mão dele, na cama dele e à disposição exclusiva dele. Você o vê dando em cima de outras mulheres, sabe que ele apareceu &#8220;por aí&#8221; com outras mulheres e se fala alguma coisa, está completamente sem razão porque ele não te prometeu nada. Só que você ainda gosta dele e acha que, se fizer o mesmo que ele tem feito, ele sentirá ciúmes e tomará uma atitude. Sabe que atitude ele toma, né? Te dispensa! Te dispensa porque mulher desse tipo, que sai com ele e dá assunto prá outro homem, não serve prá ele.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu defino essas duas situações acima citadas como situações de &#8220;banho-maria&#8221;. O que é isso? Ele não te quer de verdade, mas quer você prá quebrar o galho se ele &#8220;precisar&#8221;. O que nós costumamos fazer diante disso? Sofrer, sentir arrependimento, deixar que nossa auto-estima vá parar no dedinho do pé, achar que o problema é com você, já que outra mulher ele assume.</p>
<p style="text-align:justify;">E é aí que a gente erra, mulherada! O problema não é com a gente, o problema é com eles! Às vezes eu tenho a impressão que basta nascer com aqueles &#8220;acessórios extras&#8221; pendurados entre as pernas para nascer com defeito de fabricação.</p>
<p style="text-align:justify;">Então qual é a conclusão disso tudo? Nos focarmos justamente no &#8220;acessório extra&#8221;, já que eles também só conseguem focar nesse nosso &#8220;lado&#8221;. Prá que ter um homem ao teu lado? Prá te dar segurança, te fazer companhia? NÃO! Você só precisa de homem prá uma coisa: prá te comer, minha amiga! Pro resto você tem as amigas e a família. O grande desafio da mulher moderna é este: se divertir, se defender e fazer tudo muito bem feito!</p>
<p style="text-align:justify;">Os homens estão aí prá isso, para nos servir, para nos satisfazer e nada mais. Só que se eles se dão conta desse nosso pensamento, a vaca vai pro brejo! Logo, você tem que aprender a fazer com que eles acreditem que você é a mulher que eles esperam que você seja, mas sem deixar de ser a mulher que você realmente é &#8220;atrás da cortina&#8221;, sem deixar de fazer nada que te faça bem, que te faça feliz, que te alivie as tensões e, principalmente, que te faça acreditar em você mesma e te faça sempre gozar muito!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ginástica laboral]]></title>
<link>http://qualidadeonline.wordpress.com/2009/11/09/ginastica-laboral/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 09:49:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>hayrton</dc:creator>
<guid>http://qualidadeonline.wordpress.com/2009/11/09/ginastica-laboral/</guid>
<description><![CDATA[Ela pode ser resumida como a prática de exercícios e alongamentos realizados no ambiente de trabalho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-178" title="GINÁSTICA LABORAL" src="http://qualidadeonline.wordpress.com/files/2009/11/ginastica-laboral.jpg" alt="GINÁSTICA LABORAL" width="296" height="182" /><br />
Ela pode ser resumida como a prática de exercícios e alongamentos realizados no ambiente de trabalho, ao longo das jornadas. Segundo a diretora da APA Consultoria, Andrealis Martins Bueno (<a href="mailto:andrealis.m.bueno@apaconsultoria.com.br">andrealis.m.bueno@apaconsultoria.com.br</a>) os Programas de Ginástica Laboral (PGLs) atualmente têm ganhado cada vez mais espaço no contexto corporativo, alinhada a objetivos e interesses de áreas importantes dentro das Organizações tais como: Recursos Humanos, SESMT, Jurídico e até mesmo Compras por vir se apresentando como uma importante ferramenta na prevenção dos DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) ou, se preferir, como era conhecida num passado recente: Lesões por Esforços Repetitivos (LER).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-179" title="GINÁSTICA LABORAL2" src="http://qualidadeonline.wordpress.com/files/2009/11/ginastica-laboral2.jpg" alt="GINÁSTICA LABORAL2" width="130" height="173" /></p>
<p>“Além disso, sua prática combate o sedentarismo e o stress; diminui o absenteísmo, a procura ambulatorial e o consumo de medicamentos entre os colaboradores, principalmente os do tipo: analgésico e antiinflamatório pois favorece a prevenção e diminuição de dores e desconfortos corporais e demais sintomatologias”, explica ela. “Com uma maior sensação de bem estar, seus praticantes acabam faltando menos ao trabalho e tendo uma performance e produtividade otimizadas. Os exercícios são aplicados em sessões (pausas) que duram em média de 5 a 15 minutos, dependendo da área ou segmento da empresa. Sua aplicabilidade e planejamento é prerrogativa do Profissional da Educação Física de acordo com a Lei Federal 9.696 de 01 de Setembro de 1998 e, Resolução do CONFEF 073/2004. Tramita na Câmara, um Projeto de Lei 317/07 do Deputado Fábio Souto (DEM-BA) que obrigada empregadores a implantarem PGLs para funcionários que executem movimentos repetitivos em suas atividades. Tal proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho Decreto Lei 5.452/43, mas que, por enquanto, encontra-se em análise”.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eles vêem, eles fazem]]></title>
<link>http://room4d.wordpress.com/2009/10/30/eles-veem-eles-fazem/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 18:57:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>room4d</dc:creator>
<guid>http://room4d.wordpress.com/2009/10/30/eles-veem-eles-fazem/</guid>
<description><![CDATA[Uma da maneiras em que aprendemos é indiretamente:  olhando os demais e então imitando  suas ações o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Uma da maneiras em que aprendemos é indiretamente:  olhando os demais e então imitando  suas ações o]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Erro humano ]]></title>
<link>http://qualidadeonline.wordpress.com/2009/10/29/erro-humano/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 12:08:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>hayrton</dc:creator>
<guid>http://qualidadeonline.wordpress.com/2009/10/29/erro-humano/</guid>
<description><![CDATA[O comportamento humano nem sempre é constante e racional, e, portanto, não segue padrões rígidos pre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O comportamento humano nem sempre é constante e racional, e, portanto, não segue padrões rígidos preestabelecidos. No entanto, a caracterização do erro humano não é simples e direta, mas depende de uma definição clara do comportamento ou do resultado esperado. Uma definição mínima de erro humano comporta a idéia de um desvio anormal com relação a uma norma ou padrão estabelecido.</p>
<p>A segurança e a qualificação de pessoal são fatores constantes de qualquer filosofia empresarial que tenha como objetivo primordial a melhoria da qualidade e da produtividade. No entanto, estas condicionantes têm sido negligenciadas e tornam-se, em muitos casos, as principais responsáveis pelo fracasso nas tentativas de implementação de novas filosofias gerenciais e operacionais em empresas. Resultados de investigações de grandes acidentes mostram que as falhas responsáveis por eles estão associadas a quatro fatores principais: tecnologia, sistemas de gerenciamento, fatores humanos e agentes externos.</p>
<p>Deste modo, muitas organizações têm se preocupado com a confiabilidade de seus equipamentos e investido em melhores tecnologias. Porém, uma análise mais detalhada acerca das causas que precedem estas situações mostra que o erro humano e a falta de sistemas de gerenciamento de riscos adequados são os contribuintes mais significativos para a concretização dos acidentes.</p>
<p>Portanto, o desconhecimento dos riscos associados ao uso de novas tecnologias e a velocidade com que determinadas ações devem ser tomadas frente a problemas operacionais conduz ao aumento da probabilidade de falha humana, podendo comprometer o bom andamento operacional e resultar em acidentes catastróficos, com elevadas perdas tanto materiais quanto humanas. A qualificação de pessoal e o estabelecimento de condições mais seguras e confiáveis de operabilidade reduzem os riscos e, consequentemente, as perdas de material humano e de capital, auxiliando no desenvolvimento tecnológico e social das empresas nacionais.</p>
<p>É muito importante o conhecimento profundo sobre os riscos presentes dentro de um sistema organizacional para que seja possível, por parte do indivíduo, a identificação e a correção dos desvios do sistema antes que ocorra a sua falha, reduzindo-se, desta forma, a probabilidade de erro humano. No entanto, mesmo que todos os riscos sejam conhecidos, ainda persistirá a possibilidade de falha humana, pois cada indivíduo organiza e interpreta as situações de maneira diferente. Além do mais, estudos demonstram que a ocorrência de erro humano é agravada principalmente em organizações em que:</p>
<ul>
<li>Não há reconhecimento da importância do fator humano para a prevenção de perdas e danos à propriedade.</li>
<li>Não existem regras a serem seguidas e as responsabilidades de cada indivíduo não são claramente definidas.</li>
<li>O indivíduo desconhece os riscos e as ações corretas a serem tomadas frente às variações do sistema.</li>
<li>A norma requer que as empresas preparem programas que incluam a participação ativa dos trabalhadores em termos de identificação e conhecimento sobre os riscos, e na investigação de acidentes. Profundo sobre o processo e sobre o desempenho das variáveis operacionais são componentes essenciais para a melhoria da confiabilidade humana.</li>
<li>Apesar do treinamento nem sempre auxiliar na redução da incidência de erros humanos, aumenta a sensibilidade quanto à sua identificação, aumentando a probabilidade para que sejam corrigidos a tempo.</li>
</ul>
<p style="text-align:left;">Portanto, como no Brasil a ausência de uma consciência sobre os riscos operacionais e a falta de treinamento adequado de funcionários ainda são constantes nos diversos segmentos organizacionais, qualquer iniciativa no sentido de minimização de riscos e melhoria das condições de trabalho deve ser considerada válida e implementada o mais brevemente possível por empresas que possuam consciência de seu valor social. Para acessar a ÁRVORE DAS CAUSAS DO ERRO HUMANO clique no link <a href="http://qualidadeonline.wordpress.com/files/2009/10/arvore.pdf">http://qualidadeonline.wordpress.com/files/2009/10/arvore.pdf</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jogando para Ganhar]]></title>
<link>http://room4d.wordpress.com/2009/10/26/jogando-para-ganhar/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 16:23:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>room4d</dc:creator>
<guid>http://room4d.wordpress.com/2009/10/26/jogando-para-ganhar/</guid>
<description><![CDATA[Acabei de visitar meu sobrinho recém-nascido Martín no Rio e, comovido pelo nascimento da próxima ge]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Acabei de visitar meu sobrinho recém-nascido Martín no Rio e, comovido pelo nascimento da próxima ge]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Saramago e a Bíblia]]></title>
<link>http://anatomiadozeroinfinito.wordpress.com/2009/10/19/saramago-e-a-biblia/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 10:05:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Heleno</dc:creator>
<guid>http://anatomiadozeroinfinito.wordpress.com/2009/10/19/saramago-e-a-biblia/</guid>
<description><![CDATA[Acho que José Saramago está a dar uma importância à Bíblia que ela, de facto, não tem dentro da esma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Acho que José Saramago <a href="http://www.publico.pt/Cultura/biblia-e-manual-de-maus-costumes-diz-o-escritor-jose-saramago_1405681" target="_blank">está a dar</a> uma importância à Bíblia que ela, de facto, não tem dentro da esmagadora maioria da comunidade católica. Por muito que custe à hierarquia religiosa fortemente assente na <em>docta</em> teologia do pontificado de Bento XVI, o certo é que as pessoas cada vez conhecem menos não apenas o conteúdo da Bíblia, como a sua história e as ideias que lá estão contidas. Tenho pena. Como defensor da livre troca de ideias, e de que essas mesmas ideias têm justificação pelo menos enquanto são base de qualquer opinião e discussão, tenho uma certa pena que a Bíblia, como livro que representa um acervo de histórias e narrativas que abrangem um período largo da história, e não como livro de fundamentação de pensamento religioso, não seja mais conhecida e discutida, nas valiosas lições de um passado que nos surge como cada vez mais determinante na construção de um rumo futuro.<br />
Essa actualidade, nos aspectos positivos e negativos, provém do facto de ser um livro que mais do que falar de Deus, mostra o comportamento humano perante a imposição de padrões morais e doutrinários durante um largo período de tempo, o que estabelece uma base comportamental importante que ainda se torna visível nos dias de hoje, embora com desafios diferentes, governantes também diferentes, mostrando como se pode influir no comportamento humano, quando se mexe com o mais básico do nosso instinto, que ainda reside fundo em nós, e cujo aproveitamento (de forma cada vez mais subtil) continua a ser o motor do mundo empresarial moderno.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Palmas ]]></title>
<link>http://blogordinario.wordpress.com/2009/10/13/palmas/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 14:30:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando</dc:creator>
<guid>http://blogordinario.wordpress.com/2009/10/13/palmas/</guid>
<description><![CDATA[Dentro de um avião dos anos 80, quiçá 70, umas 120 pessoas contam os minutos para chegar depois de v]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Dentro de um avião dos anos 80, quiçá 70, umas 120 pessoas contam os minutos para chegar depois de viagem de três horas. São quase todos argentinos. No pouso, o avião acelera rapidamente antes de atingir o solo e, quando os pneus tocam o asfalto, tudo treme absurdamente. Foi uma bela merda.</p>
<blockquote><p><em>São quase todos argentinos e começaram a<br />
aplaudir como se fosse o pouso de um condor</em></p></blockquote>
<p>Mas não é que os hermanos começaram a aplaudir como se fosse o pouso de um condor tão comum por lá? Achei bizarro. Na volta para a capital brasileira, Buenos Aires, um pouso bem parecido e os mesmos aplausos. Será que eles aplaudem sempre, como quando os atores de Sai de Baixo entravam no palco?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6" title="4a6ca01fa8152" src="http://blogordinario.wordpress.com/files/2009/10/4a6ca01fa81521.jpg" alt="4a6ca01fa8152" width="500" height="250" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brainstorming + funções implícitas + método iterativo = brainstorming!]]></title>
<link>http://engenhalogia.wordpress.com/2009/09/23/brainstorming-funcoes-implicitas-metodo-iterativo-brainstorming/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 15:52:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fábio Lofrano</dc:creator>
<guid>http://engenhalogia.wordpress.com/2009/09/23/brainstorming-funcoes-implicitas-metodo-iterativo-brainstorming/</guid>
<description><![CDATA[Brainstorming Recentemente participei de duas sessões de brainstorming. Nunca havia participado de p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Brainstorming </em></p>
<p style="text-align:justify;">Recentemente participei de duas sessões de brainstorming. Nunca havia participado de processo semelhante, e graças à moderação de meu colega e amigo Miguel Chaves, do blog <a title="Caos Focado" href="http://www.caosfocado.blogspot.com/" target="_blank">Caos Focado </a>, foi possível ao grupo chegar a ótimos resultados e, eu, a uma interessante reflexão.</p>
<p style="text-align:justify;">O objetivo desse levantamento de idéias era delimitar a problemática do meio ambiente em uma comunidade de baixa renda. Pelo fato de o grupo envolvido ser bastante variado (envolvendo engenheiros de diversas área, moradores, agentes e líderes comunitários da região em questão), além de aspectos técnicos, foram suscitados durante a discussão  fatores psicológicos, políticos e sociais.</p>
<p style="text-align:justify;">Reunidos os conceitos em temas gerais, o grupo chegou a um impasse: enxergar neles uma relação de causalidade. Uma das questões, por exemplo, foi se a exclusão social e a falta de auto-estima são responsáveis pelo acúmulo de lixo por parte da comunidade ou se é a presença desse lixo que reduz a auto-estima e gera a sensação de exclusão.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto, não deveria essa relação de causalidade ser testada, como qualquer outra hipótese?</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Funções implícitas </em></p>
<p style="text-align:justify;">Por conta disso, comecei a pensar sobre funções implícitas. Basicamente, uma função implícita é toda aquela em que pelo menos uma de suas variáveis aparece em dois termos distintos, não sendo algebricamente possível isolá-la. Um exemplo clássico disso é a <em>Equação de Colebrook-White</em>, utilizada para a determinação do fator <em>f </em>de fricção em condutos hidráulicos.</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_21" class="wp-caption aligncenter" style="width: 291px"><img class="size-full wp-image-21" title="colebrook" src="http://engenhalogia.wordpress.com/files/2009/09/colebrook.png" alt="Equação de Colebrook-White" width="281" height="49" /><p class="wp-caption-text">Equação de Colebrook-White</p></div>
<p>Nesse caso, a obtenção desse fator <em>f</em> só pode se dar atribuindo arbitrariamente valores para essa variável e conferindo se os dois lados da equação se igualam. Tal processo tornou-se muito mais trivial  com o advento da computação eletrônica.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Método iterativo linear (MIL) </em></p>
<p style="text-align:justify;">O método iterativo linear (ou MIL) é um processo numérico de determinação de incógnitas. Aplicado à resolução de funções implícitas, ele nada mais é, grosso modo, do que a utilização de &#8220;tentativa e erro&#8221;, repetida (iterada) até que se encontre uma resposta dentro da precisão desejada. Com a disseminação da computação eletrônica, tais métodos tornam-se extremamente rápidos e fáceis de serem implementados, sendo muitas vezes apelidados de métodos da &#8220;força bruta&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Voltando (ou &#8220;iterando&#8221;) ao assunto&#8230; </em></p>
<p style="text-align:justify;">A resolução do conflito estabelecido no brainstorming ocorreu somente no momento em que se percebeu que a natureza dos problemas humanos segue, muitas vezes, a característica tão peculiar às funções implícitas &#8211; a impossibilidade de se isolar as ações de seus efeitos.</p>
<p style="text-align:justify;">Ou seja, quaisquer que sejam as medidas levantadas para contornar a problemática que estava sendo discutida, elas irão requerer paciência e constante avaliação de seus resultados, pois serão implementadas passo a passo, iterativamente, rumo a uma  solução &#8220;dentro da precisão desejada&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">E poderia ser diferente disso? Afinal, se os próprios seres humanos não são capazes de enxergar conscientemente todas as suas motivações nem a total extensão de suas ações, não deve haver modelo concebido pelo homem que seja capaz de abordar explicitamente tais questões.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>REFERÊNCIAS </strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.caosfocado.blogspot.com/" target="_blank">Caos Focado </a>(blog sobre inovação)</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.ideo.com/" target="_blank">IDEO </a>(grande consultora em design e inovação)</p>
<p style="text-align:justify;">Wikipedia: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Iterative_method" target="_blank">métodos iterativos </a>(em inglês)</p>
<p style="text-align:justify;">Wikipedia: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Implicit_function" target="_blank">funções implícitas </a>(em inglês)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A tirania da escolha]]></title>
<link>http://pessoadma.wordpress.com/2009/09/15/a-tirania-da-escolha/</link>
<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 02:36:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel Pessoa</dc:creator>
<guid>http://pessoadma.wordpress.com/2009/09/15/a-tirania-da-escolha/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;É razoável pensar que um leque maior de opções seria conveniente e agradaria às pessoas. O ex]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em>&#8220;É razoável pensar que um leque maior de opções seria conveniente e agradaria às pessoas. O excesso de possibilidades, no entanto, muitas vezes contribui para a infelicidade delas&#8221;.</em> Barry Schwartz</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo Barry Schwartz, o universo de consumidores estaria dividido em dois grupos: os &#8220;maximizadores&#8221; (aqueles que sempre almejam fazer a melhor escolha possível) e os que &#8220;buscam a satisfação&#8221; (os que se contentam com o &#8220;suficientemente bom&#8221;, independentemente da existência ou não de melhores opções).</p>
<p style="text-align:justify;">Quer saber em qual categoria você se encaixa? A seguir podemos encontrar a Escala de Maximização. Atribua um valor a cada enunciado, numa escala de 1 (discordo inteiramente) a 7 (concordo inteiramente). Some tudo e divida por 13. Caso o resultado seja superior a 4, você é um maximizador. Mas, cuidado! Os resultados podem não ser animadores.</p>
<p style="text-align:justify;">Os maximizadores levam mais tempo para decidir o que comprar. Lêem rótulos, conferem anúncios, experimentam novos produtos e comparam suas decisões às de outras pessoas. Já os que buscam a satisfação param de procurar um item assim que encontram aquele que satisfaça seus critérios.</p>
<p style="text-align:justify;">Por tentarem atingir a meta de analisar cada uma das opções existentes, os maximizadores tornam suas tomadas de decisão cada vez mais difíceis, ficando preocupados com alternativas que não tiveram tempo de investigar. No final, é mais provável que façam escolhas objetivas melhores do que as daqueles que buscam apenas a satisfação, mas ficam menos satisfeitos.</p>
<p style="text-align:justify;">Os maximizadores são mais propensos ao arrependimento após uma compra e, quando ficam frustrados, levam mais tempo para recuperar a sensação de bem-estar. Uma alta pontuação na escala de maximização parece estar relacionada a um baixo grau de satisfação pessoal, infelicidade, pessimismo e depressão. Segundo Schwartz, muitos apresentam índices de depressão na fronteira do caso clínico.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-44 aligncenter" title="escala de maximizacao" src="http://pessoadma.wordpress.com/files/2009/09/escala-de-maximizacao.jpg" alt="escala de maximizacao" width="392" height="1031" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De novo os ceresumanos]]></title>
<link>http://clotildetavares.wordpress.com/2009/09/14/de-novo-os-ceresumanos/</link>
<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 12:40:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Clotilde Tavares</dc:creator>
<guid>http://clotildetavares.wordpress.com/2009/09/14/de-novo-os-ceresumanos/</guid>
<description><![CDATA[Saio pouco de casa. O mundo ultimamente se tornou um lugar barulhento, quente e sem vagas para estac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Saio pouco de casa. O mundo ultimamente se tornou um lugar barulhento, quente e sem vagas para estac]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Psicologia Travessa - 11/09/2009]]></title>
<link>http://doceoutravessuras.wordpress.com/2009/09/12/psicologia-travessa-11092009/</link>
<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 01:25:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>cesar pedrotti</dc:creator>
<guid>http://doceoutravessuras.wordpress.com/2009/09/12/psicologia-travessa-11092009/</guid>
<description><![CDATA[Por Cesar Pedrotti Dar selinho ou não dar selinho?? Quem nunca viu um pai ou uma mãe dando um singel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-242" title="psicologiacpia" src="http://doceoutravessuras.wordpress.com/files/2009/09/psicologiacpia.jpg" alt="psicologiacpia" width="510" height="95" /></p>
<p><span style="color:#3366ff;">Por Cesar Pedrotti</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">Dar selinho ou não dar selinho??</span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-243" title="0,,21144451,00" src="http://doceoutravessuras.wordpress.com/files/2009/09/02114445100.jpg" alt="0,,21144451,00" width="650" height="450" /></p>
<p>Quem nunca viu um pai ou uma mãe dando um singelo selinho em seu filho(a)?</p>
<p>Você já viu não é? Eu também!</p>
<p>Leitores, vocês acreditam que isso virou polêmica e estudo?</p>
<p>É&#8230; Se você é pai ou mãe, se avalie, pois esse hábito comum entre as famílias brasileiras foi estudado e o resultado não foi aprovado como algo positivo quando se torna um hábito constante.</p>
<p>‘’Na terça-feira (1º), um italiano foi preso por beijar a filha de 8 anos na boca, na em uma praia, em Fortaleza. O homem, de 40 anos, a mulher e a filha estavam na piscina de uma barraca de praia. O pai beijou a menina na boca e foi advertido por outros turistas. Segundo a polícia, um casal de turistas de 70 e 75 anos disse que o estrangeiro beijou a menina na boca e acariciou as partes íntimas da filha. ’’</p>
<p>(Fonte: Central Globo de Televisão).</p>
<p>Esse já é um caso a parte, onde vemos ( se comprovado) um abuso sexual praticado pelo próprio responsável da criança.Mas será que ele seria preso se ele somente desse um selinho em sua filha?</p>
<p>Será que realmente isso é prejudicial à educação de uma criança??</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-246" title="Patotinha (11)" src="http://doceoutravessuras.wordpress.com/files/2009/09/patotinha-11.jpg?w=225" alt="Patotinha (11)" width="194" height="259" /></p>
<p>“É fundamental não transformar o selinho em um hábito, uma forma freqüente de carinho, mas uma ‘bitoquinha’ em um momento de brincadeira não tem nenhum problema”, diz a psicóloga Ana Cássia Maturano. A especialista ressalta ainda a importância de deixar claro o limite e a diferença entre um carinho entre namorados e o carinho com os pais.</p>
<p>Isso vai muito da forma com a qual é passada a tal situação, sabemos que isso mal interpretado diante das crianças pode se tornar uma catástrofe marcante na formação de um ser. Como você sendo uma criança veria a imagem de seu pai e sua mãe se beijando e em situações diferentes fazendo o mesmo com você? Exatamente isso que a psicóloga citou no trecho anterior, onde deve a ver uma compreensível explicação para que se entenda a diferença e o espaço que há entre selinho de pai/mãe entre si e pai/mãe entre seus filhos.</p>
<p>Vemos isso em outro caso mais extensivo&#8230; Pais e mães, vocês deixam seus filhos verem vocês tomando banho? Se a resposta foi sim que bom, a partir do momento que isso se torne uma coisa natural e principalmente: RESPEITOSA. Agora se a resposta foi não, acredito que também não seja algo de costume dar selinhos em seus filhos, isso acredito eu, ser uma forma mais convicta de que haverá essa divisão e esses limites respeitosos dos filhos diante de vocês.</p>
<p>Para a psicóloga Patrícia Gugliotta, mestre em saúde mental pela Universidade de Campinas (Unicamp), o afeto entre pais e filhos pode ser demonstrado de outras formas. “Eu não sou a favor desse contato. Não que haja sexualidade, mas a criança nem sempre consegue entender até onde ela pode ir. Além disso, não acho saudável o beijo na boca entre pais e filhos porque os pais são referência, e como explicar então que com os colegas esse comportamento não é aceito”, diz.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-245" title="beijo01" src="http://doceoutravessuras.wordpress.com/files/2009/09/beijo011.jpg" alt="beijo01" width="240" height="220" /></p>
<p>O selinho frequente pode levar a criança a considerar natural esse tipo de manifestação entre amigos na escola, por exemplo, o que pode trazer problemas. Para evitar essa situação, Ana Cássia sugere a constante conversa com a criança. “Os pais devem explicar que há algumas formas de carinho que fazemos apenas com quem temos intimidade, em família.Ainda assim ressalto que estou falando de um selinho simples, e de vez em quando.”</p>
<p>Segundo Elisa, a criança é capaz de distinguir os tipos de contato que são familiares e o que é uma cultura compartilhada. “A criança deve estar ciente de que nem tudo que ela faz em casa, com os pais e irmãos, pode ser feito entre outras pessoas. As culturas de outras famílias também precisam ser respeitadas. E a melhor forma de fazer a criança compreender isso é com uma boa conversa”, afirma a especialista.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como fazer perguntas, como dar respostas]]></title>
<link>http://clotildetavares.wordpress.com/2009/09/10/como-fazer-perguntas-como-dar-respostas/</link>
<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 11:55:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Clotilde Tavares</dc:creator>
<guid>http://clotildetavares.wordpress.com/2009/09/10/como-fazer-perguntas-como-dar-respostas/</guid>
<description><![CDATA[Nos meus tempos de médica, quando trabalhava atendendo populações carentes em consultórios nos bairr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Nos meus tempos de médica, quando trabalhava atendendo populações carentes em consultórios nos bairr]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como fazer um amigo dos bonobos travar durante um debate]]></title>
<link>http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/08/27/como-fazer-um-amigo-dos-bonobos-travar-durante-um-debate/</link>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 13:19:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>lucianohenrique</dc:creator>
<guid>http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/08/27/como-fazer-um-amigo-dos-bonobos-travar-durante-um-debate/</guid>
<description><![CDATA[Nada contra a Teoria de Darwin. Acho que é a melhor teoria para explicar a biodiversidade, e também ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-309" title="bonobos" src="http://neoateismodelirio.wordpress.com/files/2009/08/bonobos.png" alt="bonobos" width="344" height="205" /></p>
<p>Nada contra a Teoria de Darwin.</p>
<p>Acho que é a melhor teoria para explicar a biodiversidade, e também explica muito bem o processo de especiação pela seleção natural.</p>
<p>Mas daí a tentar explicar o COMPORTAMENTO HUMANO com base no comportamento dos bonobos (um tipo de chimpanzé) é no mínimo risível. Mas alguns esforçados, como Frans de Wall (que escreveu o livro &#8220;Eu, Primata&#8221;), continuam tentando.</p>
<p>O material nesse livro cai naquela mesma ladainha de que &#8220;o comportamento dos bonobos explica o comportamento humano&#8221;. Isso me diverte.</p>
<p>Justiça seja feita: nem todos os crentes nesse tipo de &#8220;similaridade comportamental entre humanos e bonobos&#8221; são neo-ateus, mas vou mostrar aqui como fazer um defensor dessa bobagem simplesmente TRAVAR em um debate no qual ele venha tentar vender a idéia. Chamarei o alegador que defende Frans de Wall de CRÉDULO, e o seu oponente de CÉTICO. Esse papel de cético foi exercido por mim em debate recente.</p>
<p>Vejamos:</p>
<ul>
<li><strong>CRÉDULO: </strong>É importante notar que não somos assim muito diferentes dos chimpanzés ou bonobos, conforme disse Frans de Wall. Nosso comportamento pode ser explicado pela análise do comportamento dos bonobos.</li>
<li><strong>CÉTICO:</strong> Ah, que interessante. Qual parte do comportamento?</li>
<li><strong>CRÉDULO:</strong> O comportamento em geral. Basta investigarmos a complexidade das estratégias de guerra dos bonobos&#8230;</li>
<li><strong>CÉTICO: </strong>Eu gostaria de ver isso.</li>
<li><strong>CRÉDULO:</strong> Há vídeos do Discovery Channel&#8230;</li>
<li><strong>CÉTICO: </strong>É uma alegação extraordinária. Um vídeo desse deve estar no YouTube, não? Demonstre onde está o vídeo, ou então faça o upload dele, e aponte a parte exata onde a &#8220;estratégia de guerra&#8221; é vista&#8230;</li>
<li><strong>CRÉDULO:</strong> <span style="color:#ff0000;"><strong>Veja bem&#8230; <span style="color:#000000;"><span style="font-weight:normal;">Eu não afirmei que tinha um vídeo com a estratégia de guerra. </span> <span style="color:#ff0000;">&#60;- primeira travada</span></span></strong></span></li>
<li><strong>CÉTICO: </strong>Ué, então você alega e não traz sequer uma prova? Assim fica difícil&#8230;</li>
<li><strong>CRÉDULO:</strong> Mas o livro de Frans de Wall fala da intrincada estrutura política dos bonobos&#8230;</li>
<li><strong>CÉTICO: </strong>Falar é fácil! Isso qualquer um faz. Eu quero VER as evidências dessa estrutura política.</li>
<li><strong>CRÉDULO: </strong><span style="color:#ff0000;"><strong>Não é assim&#8230; </strong></span>O fato é que isso está descrito no livro de Frans de Wall. <span style="color:#ff0000;"><strong>&#60;- segunda travada</strong></span></li>
<li><strong>CÉTICO:</strong> E o problema é que você ACREDITOU no livro de Frans de Wall e não foi investigar. Problema teu.</li>
<li><strong>CRÉDULO: </strong>Mas é importante sabermos a origem de nosso comportamento&#8230;</li>
<li><strong>CÉTICO: </strong>Importante em que sentido?</li>
<li><strong>CRÉDULO: </strong>Para entender como agimos.</li>
<li><strong>CÉTICO: </strong>Eu entendo como eu ajo. Dispenso tua preocupação. A preocupação talvez seja tua e do Frans de Wall. Não fale pelos demais.</li>
<li><strong>CRÉDULO: </strong>Entendo o seu comportamento. Você deve ser um crente no criacionismo.</li>
<li><strong>CÉTICO:</strong> Já errou! Eu acredito no darwinismo, mas sei que o escopo da teoria refere-se a explicar as espécies e como elas surgiram, e não explicar o comportamento humano em comparação com outras espécies. Tente de novo.</li>
<li><strong>CRÉDULO:</strong> Mas não temos uma fonte importante de explicação do nosso comportamento.</li>
<li><strong>CÉTICO:</strong> Claro que temos. Chama-se psicologia. Você não anda muito informado, certo?</li>
<li><strong>CRÉDULO: </strong>Mas não é uma explicação com base no darwinismo.</li>
<li><strong>CÉTICO:</strong> Aha! Então você quer é uma explicação com base no darwinismo, mas eu poderia escolher uma explicação com base no Big Bang também. Besteira. O fato de não ser explicação com base no darwinismo, não implica em que não exista uma explicação.</li>
<li><strong>CRÉDULO:</strong> Mas Frans de Wall é convincente ao dizer &#8220;como agimos&#8221;&#8230;</li>
<li><strong>CÉTICO:</strong> Opa, opa&#8230; vamos parar de covardia.</li>
<li><strong>CRÉDULO:</strong> Como assim covardia?</li>
<li><span style="color:#ff0000;"><strong><span style="color:#000000;">CÉTICO: </span></strong></span>Notou que você covardemente usa a expressão &#8220;nós somos&#8221; ou &#8220;nosso comportamento&#8221;. Isso é jogar para a galera. O fato é que você está com uma explicação constrangedora em mãos, e, para evitar maior vergonha, tenta atribuir isso a todos os humanos ao invés de você&#8230;</li>
<li><strong>CRÉDULO:</strong> Como é?</li>
<li><strong>CÉTICO: </strong>Vamos fazer um teste. Primeiro deixe a covardia de lado e substitua o &#8220;nós somos&#8221; por &#8220;eu sou&#8221;. Depois substitua o &#8220;nosso comportamento&#8221; por &#8220;meu comportamento&#8221;&#8230;</li>
<li><strong>CRÉDULO:</strong> Mas por que isso?</li>
<li><strong>CÉTICO:</strong> Ué, você não falou que a explicação de Frans de Wall era convincente? Está com medo de aceitar a explicação para falar do SEU comportamento?</li>
<li><strong>CRÉDULO: </strong>Mas espere&#8230; A idéia é falar do comportamento de todos.</li>
<li><strong>CÉTICO:</strong> Desculpe, se você não consegue explicar nem o seu comportamento, como quer explicar o do resto?</li>
<li><strong>CRÉDULO: </strong>Ok, então prossiga&#8230;</li>
<li><strong>CÉTICO</strong>: Certo. Vamos lá. Utilize o método do Frans de Wall, e faça um relacionamento dos 10 aspectos mais relevantes para o seu sustento e sua satisfação em seu dia. Depois utilize o modelo de análise desses 10 comportamentos nos bonobos, e explique o SEU comportamento utilizando basicamente a descrição do comportamento dos bonobos. Não se esqueça de mencionar a forma como você organiza suas coisas, como você trabalha e a intimidade sua com sua esposa. Que tal?</li>
<li><strong>CRÉDULO: </strong>Mas assim também não, né&#8230;</li>
<li><strong>CÉTICO:</strong> Qual o problema?</li>
<li><strong>CRÉDULO:</strong> Não, não era esse o objetivo&#8230;</li>
<li><strong>CÉTICO:</strong> Esses 10 aspectos mais relevantes são o que além de COMPORTAMENTO????</li>
<li><strong>CRÉDULO:</strong> Está certo, mas a idéia é diferente&#8230;<span style="color:#ff0000;"><strong> &#60;- a grande travada</strong></span></li>
</ul>
<p>Nesse momento, a situação do CRÉDULO é mais ou menos a abaixo:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-310" title="tela_azul" src="http://neoateismodelirio.wordpress.com/files/2009/08/tela_azul.png" alt="tela_azul" width="569" height="166" /></p>
<p>Essa técnica que usei de questionamento é apenas o ceticismo aplicado, a la James Randi, para investigar a alegação de um neo-ateu que queria vender a idéia de que o comportamento humano poderia ser explicado pela análise dos bonobos.</p>
<p>O mais divertido foi notar que o maior constrangimento da parte do alegador surgiu quando lhe pedi para mostrar com exemplos no COTIDIANO DELE a similaridade com os bonobos. Aparentemente, ele estava bem confortável enquanto usava a expressão &#8220;nós somos&#8221; ou &#8220;nosso comportamento&#8221;. Quando precisou se referir ao seu dia-a-dia, a coisa complicou para o lado dele.</p>
<p>Importante também notar que ele se omitiu de apresentar evidências DIRETAS das alegações dele, que, em muitos casos são extraordinárias. Tá legal, os bonobos são engraçadinhos. Divertidos, até. Mas daí a falar em estratégia de guerra? Estrutura política? Que vá enrolar outro!</p>
<p>Essa técnica citada aqui de questionamento cético aliado à solicitação do exemplo da aplicação do modelos sugerido na vida do alegador tem funcionado em todos os debates que participei nesse assunto.</p>
<p>O resultado, para o alegador da similaridade com os bonobos, é geralmente a tela azul.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como Fazer o seu Chefe Concordar]]></title>
<link>http://room4d.wordpress.com/2009/08/26/como-fazer-o-seu-chefe-concordar/</link>
<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 21:32:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>room4d</dc:creator>
<guid>http://room4d.wordpress.com/2009/08/26/como-fazer-o-seu-chefe-concordar/</guid>
<description><![CDATA[Todos nós esperamos que nosso chefe concorde conosco quando apresentamos uma solicitação, mas geralm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Todos nós esperamos que nosso chefe concorde conosco quando apresentamos uma solicitação, mas geralm]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A GERAÇÃO PROFISSIONAL PÓS-CRISE:  NOVO DESAFIO NA GESTÃO DE PESSOAS]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/2009/08/20/a-geracao-profissional-pos-crise-novo-desafio-na-gestao-de-pessoas/</link>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 17:53:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
<guid>http://suserania.wordpress.com/2009/08/20/a-geracao-profissional-pos-crise-novo-desafio-na-gestao-de-pessoas/</guid>
<description><![CDATA[Texto por: Floriano Serra* Profissionais e empresas agora respiram um pouco mais aliviados: a famige]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Texto por: Floriano Serra*</em></p>
<p>Profissionais e empresas agora respiram um pouco mais aliviados: a famigerada crise já dá sinais de estar sendo vencida, embora não na velocidade e na dimensão que todos gostariam. Ainda é pouco, mas, diante das catastróficas previsões que foram feitas no seu auge, nos primeiros meses do ano, já é um bom motivo para se acreditar que o pior já passou e que a vida continua como antes.</p>
<p>Muitas sequelas emocionais – além das financeiras &#8211; ficaram e vão continuar por algum tempo. Empregos foram perdidos, oportunidades foram deixadas de lado, planos e projetos foram adiados e muitas empresas, se não fecharam, tiveram seus alicerces comprometidos e perderam a solidez de antes. Há, agora, para todos, um longo e difícil caminho de recuperação – certamente possível, mas nem por isso mais fácil.</p>
<p>No caso específico das demissões, cabe aos principais gestores das empresas uma cuidadosa reflexão a respeito. Há casos em que ocorreram precipitações e excessos nas decisões. Muitos profissionais dedicados, comprometidos e talentosos foram dispensados aos milhares, em nome de uma -às vezes discutível &#8211; redução de custos. Nem todas as empresas que fizeram demissões, procederam de forma planejada ou negociada. De qualquer forma, o leite já foi derramado e, neste momento, a questão é saber como vai ser o “dia seguinte” – ou seja, o hoje.</p>
<p>Antes da crise, muitas empresas vinham desenvolvendo excelentes programas voltados para a melhoria do clima interno, com ótimas políticas de integração, motivação, comunicação, saúde, qualidade de vida, benefícios e outros. De repente, veio a crise e o sonho acabou – ou foi drasticamente interrompido. Para as empresas, vendas e produção caíram e, como conseqüência, os resultados finais seguiram o mesmo caminho. Os funcionários viram seus colegas perderem os empregos, assistiram desconsolados a suspensão ou cancelamento dos programas de melhoria do clima e qualidade de vida e alguns até negociaram para baixo seus salários para manter o emprego.</p>
<p>Que conseqüências comportamentais pode-se esperar de tudo isso? A insegurança permanece entre os profissionais, porque há o natural receio de que a crise ressurja forte como no começo. E, se isso acontecer, quem serão os próximos “sacrificados”? Se, no auge da crise, profissionais tão dedicados e competentes saíram, por que não sairia quem ficou e achava que tinha escapado? Quais os critérios que, na crise, foram adotados para escolher os demitidos? E quais serão adotados se a empresa precisar “enxugar” ainda mais seus custos? Contarão pontos a lealdade, o comprometimento, a dedicação, o tempo de casa, os bons serviços prestados, os ótimos resultados atingidos no passado? Deve haver funcionários se perguntando: por que a empresa mandou “fulano” embora, se era tão competente? Por que não mandou o “sicrano”, que é notoriamente menos capaz?</p>
<p>Essas são feridas que precisam ser tratadas daqui para frente e cabe às empresas que fizeram demissões refletir a respeito e avaliar se existem tais feridas na sua estrutura, no seu clima interno. Para consolidar a vitória definitiva sobre a crise, não convém a nenhuma empresa conviver com um ambiente de desconfiança,  insegurança e ressentimentos. Onde houver sequelas, será preciso recuperar a amizade, a admiração, a confiança, o comprometimento de toda a equipe. Precisará ser feito um pacto sincero, profissional, positivo, consistente de “começar de novo”.</p>
<p>Este será um trabalho delicado, mas fundamental. Um trabalho transparente e convincente de diálogo, feito por profissionais qualificados e experientes, capazes de interagir e estabelecer empatia com todos os colaboradores para entender as razões dos sentimentos e expectativas de cada um. Não se trata de justificar as demissões, mas de esclarecer as causas globais da crise, a situação em que a empresa ficou, as conseqüências naturais e a necessidade de medidas de sobrevivência geradas a partir daí. É indispensável que esse trabalho seja focado nas novas atitudes, condutas e políticas que passam a ser necessárias, daqui para frente, para a empresa<br />
retomar o crescimento anterior. Mas para que esse trabalho atinja o efeito desejado, é preciso que haja credibilidade e boa vontade em todo o processo. Recuperar confiança é muito mais difícil do que inspirá-la.</p>
<p>Acredito que muitas empresas e profissionais compartilharão desta nova preocupação com a relação ao capital / trabalho pós-crise e tratarão de fazer o que deve ser feito. Mas poderá haver quem não a ache relevante – e nada farão a respeito. A meu ver, a opção por qualquer uma dessas duas posturas fará toda a diferença do mundo para a empresa que pretenda voltar a crescer. Como em tudo na vida, aqui também é uma questão de escolha.</p>
<p>* <strong>Floriano Serra</strong> é psicólogo, consultor e palestrante, presidente da SOMMA4 Projetos em Gestão de Pessoas. É autor de vários livros e inúmeros artigos sobre o comportamento humano. Ex-diretor de Recursos Humanos e Qualidade de Vida de empresas nacionais e multinacionais.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Psicologia Travessa - 16/08/2009]]></title>
<link>http://doceoutravessuras.wordpress.com/2009/08/17/psicologia-travessa-16082009/</link>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 00:24:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>cesar pedrotti</dc:creator>
<guid>http://doceoutravessuras.wordpress.com/2009/08/17/psicologia-travessa-16082009/</guid>
<description><![CDATA[&#8216;Levei mais de 20 tapas no rosto&#8217;, diz professora agredida por mãe de aluna&#8230;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1><img class="aligncenter size-full wp-image-153" title="psicologiacpia" src="http://doceoutravessuras.wordpress.com/files/2009/08/psicologiacpia1.jpg" alt="psicologiacpia" width="510" height="95" /></h1>
<h1>&#8216;Levei mais de 20 tapas no rosto&#8217;, diz professora agredida por mãe de aluna&#8230;&#8217;</h1>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-154" title="bater" src="http://doceoutravessuras.wordpress.com/files/2009/08/bater.jpg?w=300" alt="bater" width="300" height="200" /></p>
<p>O caso ocorreu no maior colégio estadual de Santa Catarina.<br />
Professores não deram aula na sexta como forma de repúdio.</p>
<p>A professora da maior escola pública de Santa Catarina que foi         agredida pela mãe de uma aluna conta que recebeu mais de 20         tapas no rosto e, depois, caída, levou ainda pontapés.</p>
<p>Como forma de repúdio à agressão, os professores do Instituto         Estadual de Educação (IEE), em Florianópolis, onde estudam cinco         mil alunos, decidiram não dar aula na sexta-feira (14).</p>
<p>Isso aconteceu nessa quinta feira.Diz a vítima que ela ao se aproximar da agressora, ao inves de receber cumprimentos, ela recebeu tapas no rosto e pontapés e isso tudo na frente dos alunos .A professora, que há 12 anos trabalha na Escola         de Aplicação do IEE e pediu para não ser identificada, estava na         sala de professores quando foi chamada por um colega para         atender a mãe da aluna.</p>
<p>&#8220;Eu fui colocar a mão no ombro dela, e ela pegou a minha         mão, não deixou eu falar e começou a me bater. Acho que levei         mais de 20 tapas no rosto. Caí no chão e ela ficou me         chutando&#8221;, relembra a professora, que é contadora de         histórias e há dois anos trabalha com 36 turmas de ensino         infantil.</p>
<p>Segundo a coordenadora da Escola de Aplicação, Ângela Zavarize,         foi preciso a intervenção de outros professores para separar a         mãe da professora. De acordo com ela, o rosto da contadora de         histórias estava com bastante sangue. Um boletim de ocorrência         foi registrado na 1ª Delegacia da Capital.</p>
<p>A professora atacada acredita que a agressão teve         origem em uma aula sua na qual sorteou um chiclete e uma         tatuagem entre os estudantes e que a menina, filha da mulher que         a agrediu, sentiu-se contrariada por não ter sido sorteada:</p>
<p>&#8220;Ela ficou bastante nervosa, chutou a         carteira e eu peguei a agenda dela para fazer uma anotação. Ela         pediu para eu devolver a agenda.&#8221;</p>
<p>A professora disse que, quando isso aconteceu, a         aula já estava acabando e outros alunos da turma começaram a se         aproximar das duas.</p>
<p>&#8220;Eu tentei afastar todo mundo e a menina foi         para o fundo da sala. Ela tinha dois arranhões no pescoço. Eu         tentei descobrir quem fez aquilo, porque podia ter sido eu ou         qualquer outro aluno&#8221;, lembrou.</p>
<p>A diretora-geral do IEE, Gilda Mara Marcondes         Penha, disse que em momento algum a mãe da criança procurou a         escola para conversar ou registrar qualquer tipo de queixa em         relação à professora. A escola não divulgou o nome da mãe para         preservar a identidade da aluna.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A vida é feita de escolhas - Façam as suas e que sejam conscientes.]]></title>
<link>http://nossodireito.wordpress.com/2009/08/15/a-vida-e-feita-de-escolha-facam-as-suas-e-que-sejam-conscientes/</link>
<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 15:42:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mônica Filomena</dc:creator>
<guid>http://nossodireito.wordpress.com/2009/08/15/a-vida-e-feita-de-escolha-facam-as-suas-e-que-sejam-conscientes/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;SER FELIZ OU TER RAZÃO? &#8220; Para reflexão&#8230; Oito da noite, numa avenida movimentada.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">&#8220;SER FELIZ OU TER RAZÃO? &#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">Para reflexão&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: &#8211; Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais&#8230; E ela diz: &#8211; Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!</p>
<p style="text-align:justify;">MORAL DA HISTÓRIA:</p>
<p style="text-align:justify;">Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro pensamento parecido, diz o seguinte: &#8216;Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam. Passe este e-mail aos seus amigos, para ver se o mundo melhora&#8230; Eu já decidi&#8230; EU QUERO SER FELIZ e você?</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Nota: O presente texto foi enviado por uma colega Dra. Elza Casemiro Autori, não sei a fonte originária do texto.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os 10 mistérios do comportamento humano que a ciência não consegue explicar]]></title>
<link>http://apenasumfoca.wordpress.com/2009/08/07/sorrir-mas-para-que/</link>
<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 20:22:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pedro Nogueira</dc:creator>
<guid>http://apenasumfoca.wordpress.com/2009/08/07/sorrir-mas-para-que/</guid>
<description><![CDATA[Os cientistas já levaram o homem para a Lua. E dividiram o átomo. Criaram a bomba atômica. Até mesmo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Os cientistas já levaram o homem para a Lua. E dividiram o átomo. Criaram a bomba atômica. Até mesmo inventaram o Google.</p>
<p>Mas quando o assunto é comportamento humano, há vários mistérios que a ciência ainda não conseguiu explicar. A revista <em>New Scientist </em>juntou os <a href="http://www.newscientist.com/special/ten-mysteries-of-you" target="_blank">10 maiores aspectos da vida moderna que continuam sendo um enigma</a> para os cérebros mais brilhantes do planeta. Como, por exemplo, o motivo de nós sonharmos. Ou por que passamos pela adolescência.</p>
<p>“Não há nada mais fascinante para nós do que nós mesmos&#8221;, diz em seu editorial a <em>New Scientist, </em>que dedicou uma capa ao assunto. &#8220;Então não é surpreendente que, durante toda a história, os humanos tenham investido um grande esforço para tentar descobrir a fundo o que significa ser humano. O surpreendente é que ainda existam vários traços que permanecem enigmáticos.”</p>
<p>Mas&#8230; Será que realmente precisamos ter uma resposta científica para tudo?</p>
<div id="attachment_155" class="wp-caption alignright" style="width: 185px"><img class="size-full wp-image-155" title="rubor" src="http://apenasumfoca.wordpress.com/files/2009/08/rubor.jpg" alt="rubor" width="175" height="193" /><p class="wp-caption-text">&#34;Juro, amor, não joguei o controle do seu Playstation no lixo&#34;</p></div>
<p><strong>1) Rubor</strong></p>
<p>A <em>New Scientist</em> diz: “Até Darwin debateu-se tentando explicar por que nosso corpo tem uma reação que permite aos outros saber se nós estamos mentindo ou trapaceando.”</p>
<p>Eu digo: Há alguma coisa mais bonita do que uma mulher vermelhinha? Mesmo que ela esteja mentindo para você?</p>
<p><strong>2) Risada</strong></p>
<p>A <em>New Scientist</em> diz: “A descoberta de que comentários banais produzem mais risadas do que piadas nos leva a pensar, por que ela existe?”</p>
<p>Eu digo: Há alguma coisa mais bonita do que uma mulher rindo? Ainda mais se ela estiver rindo para você?</p>
<p><strong>3) Pelos pubianos</strong></p>
<p>A <em>New Scientist</em> diz: “Radiador de aroma, provedor de calor, ou proteção contra irritação? A razão de os humanos terem cabelo em suas partes íntimas está aberta para debate.”</p>
<p>Eu digo: Sim, há coisas mais bonitas do que uma mulher do estilo <a href="http://img157.imageshack.us/img157/6835/011461c6jt4.jpg" target="_blank">Claudia Ohana</a>.</p>
<p><strong>4) Sonhos</strong></p>
<p>A <em>New Scientist</em> diz: “Hoje, a maioria dos pesquisadores rejeita a idéia de Freud de que os sonhos são uma expressão de nossos desejos inconscientes – mas se esse for o caso, então para que eles servem?”</p>
<p>Eu digo: Imagine se Martin Luther King pensasse assim. “Eu tive um sonho&#8230; e gostaria de discutir hoje com vocês a razão pela qual as pessoas sonham.”</p>
<p><strong>5) Adolescência</strong></p>
<p>A <em>New Scientist</em> diz: “Mesmo nossos primos próximos, como os gorilas, passam suavemente da infância para a vida adulta – então por que humanos agonizam durante uma década escondendo-se atrás de uma voz de gralha?”</p>
<p>Eu digo: Se não existisse a adolescência, não existiriam as cheerleaders.</p>
<p><strong>6) Altruísmo</strong></p>
<p>A <em>New Scientist</em> diz: “As pessoas ainda discutem se os humanos são genuinamente altruístas por natureza, mas se de fato somos, a maioria concorda que isso não faz nenhum sentido evolucionário.”</p>
<p>Eu digo: No fundo, todo mundo sabe que é cada um por si, Deus por todos.</p>
<div id="attachment_156" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-156" title="formol" src="http://apenasumfoca.wordpress.com/files/2009/08/formol.jpg" alt="formol" width="450" height="300" /><p class="wp-caption-text">Se o tubarão no formol de Damien Hirst é arte, o que não é?</p></div>
<p><strong>7) Arte</strong></p>
<p>A <em>New Scientist</em> diz: “Exibição sexual, ferramenta de aprendizado ou uma forma de grude social?”</p>
<p>Eu digo: Desde que o tubarão conservado em formol de Damien Hirst foi considerado obra de arte, sabe-se lá o que não é.</p>
<p><strong>8 ) Superstição</strong></p>
<p>A <em>New Scientist</em> diz: “Muitos de nós temos superstições – excêntricos e tranqüilizadores hábitos sem nenhum senso racional –, mas talvez exista um motivo oculto para tal comportamento.”</p>
<p>Eu digo: Não acredito em bruxas – mas que elas existem, existem.</p>
<p><strong>9) Cutucar o nariz</strong></p>
<p>A <em>New Scientist</em> diz: “Muitas pessoas fazem isso, mas comer o produto traz pouca recompensa nutricional – poderia existir uma razão real para esse hábito nojento?”</p>
<p>Eu digo: Existindo ou não, eu passo.</p>
<p><strong>10) Beijar</strong></p>
<p>A <em>New Scientist</em> diz: “Por que achamos tão prazeroso dividir saliva?”</p>
<p>Eu digo: Se o cientista que colocou o beijo em pauta tivesse experimentado um, não faria essa pergunta.</p>
<div id="attachment_159" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-159" title="beijo" src="http://apenasumfoca.wordpress.com/files/2009/08/beijo.jpg" alt="beijo" width="450" height="567" /><p class="wp-caption-text">&#34;Mas senhor marinheiro, beijar para quê?&#34;, perguntou depois o cientista que presenciou a cena</p></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;                                                                                                                                            &#60;![endif]--><!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:10.0pt; 	line-height:115%;} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:&#34;Tabela normal&#34;; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:&#34;&#34;; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:&#34;Calibri&#34;,&#34;sans-serif&#34;; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:&#34;Times New Roman&#34;; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin;} --> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">Os cientistas já levaram o homem para a Lua. E dividiram o átomo. Criaram a bomba atômica. Até mesmo inventaram o Google.</p>
<p class="MsoNormal">Mas quando o assunto é comportamento humano, há vários mistérios que a ciência ainda não conseguiu explicar. A revista <em>New Scientist </em>juntou os 10 maiores aspectos da vida moderna que continuam sendo um enigma para os cérebros mais brilhantes do planeta. Como, por exemplo, o motivo de nós sonharmos. Ou por que passamos pela adolescência.</p>
<p class="MsoNormal">Em seu editorial, a <em>New Scientist </em>(que dedicou uma capa ao assunto), diz: “Não há nada mais fascinante para nós do que nós mesmos. Então não é nada surpreendente que, durante toda a história, os humanos tenham investido um grande esforço para tentar descobrir a fundo o que significa ser humano. O surpreendente é que ainda existam vários traços que permanecem enigmáticos.”</p>
<p class="MsoNormal">Mas&#8230; Será que realmente precisamos ter uma resposta científica para tudo?</p>
<p class="MsoNormal"><strong>1) Rubor</strong></p>
<p class="MsoNormal">A <em>New Scientist</em> diz: “Até Darwin debateu-se tentando explicar por que nosso corpo tem uma reação que permite aos outros saber se nós estamos mentindo ou trapaceando.”</p>
<p class="MsoNormal">Eu digo: Há alguma coisa mais bonita do que uma mulher coradinha?</p>
<p class="MsoNormal"><strong>2) Risada</strong></p>
<p class="MsoNormal">A <em>New Scientist</em> diz: “A descoberta de que comentários banais produzem mais risadas do que piadas nos leva a pensar, por que ela existe?”</p>
<p class="MsoNormal">Eu digo: Há alguma coisa mais bonita do que uma mulher rindo?</p>
<p class="MsoNormal"><strong>3) Pelos pubianos</strong></p>
<p class="MsoNormal">A <em>New Scientist</em> diz: “Radiador de aroma, provedor de calor, ou proteção contra irritação? A razão de os humanos terem cabelo em suas partes íntimas está aberta para debate.”</p>
<p class="MsoNormal">Eu digo: Sim, há coisas mais bonitas do que uma mulher como a Claudia Ohana.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>4) Adolescência</strong></p>
<p class="MsoNormal">A <em>New Scientist</em> diz: “Mesmo nossos primos próximos, como os gorilas, passam suavemente da infância para a vida adulta – então por que humanos agonizam durante uma década escondendo-se atrás de uma voz de gralha?”</p>
<p class="MsoNormal">Eu digo: Que papo de velho.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>5) Sonhos</strong></p>
<p class="MsoNormal">A <em>New Scientist</em> diz: “Hoje, a maioria dos pesquisadores rejeita a idéia de Freud de que os sonhos são uma expressão de nossos desejos inconscientes – mas se esse for o caso, então para que eles servem?”</p>
<p class="MsoNormal">Eu digo: Imagine se Martin Luther King pensasse assim. “Eu tive um sonho&#8230; e gostaria de discutir com vocês o seu significado.”</p>
<p class="MsoNormal"><strong>6) Altruísmo</strong></p>
<p class="MsoNormal">A <em>New Scientist</em> diz: “As pessoas ainda discutem se os humanos são genuinamente altruístas por natureza, mas se de fato somos, a maioria concorda que isso não faz nenhum sentido evolucionário.”</p>
<p class="MsoNormal">Eu digo: No fundo, todo mundo sabe que é cada um por si, Deus por todos.</p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="EN-US">7) Arte</span></strong></p>
<p class="MsoNormal">A <em>New Scientist</em> diz: “Exibição sexual, ferramenta de aprendizado ou uma forma de grude social?”</p>
<p class="MsoNormal">Eu digo: Desde que o tubarão conservado em formol de Damien Hirst foi considerado obra de arte, sabe-se lá o que não é.</p>
<p class="MsoNormal"><strong> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Superstição</strong></p>
<p class="MsoNormal">A <em>New Scientist</em> diz: “Muitos de nós temos superstições – excêntricos, tranqüilizadores hábitos que não fazem nenhum senso racional –, mas talvez exista um motivo oculto para tal comportamento.”</p>
<p class="MsoNormal">Eu digo: Não acredito em bruxas – mas que elas existem, existem.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>9) Cutucar o nariz</strong></p>
<p class="MsoNormal">A <em>New Scientist</em> diz: “Muitos fazem isso, mas comer o produto traz pouca recompensa nutricional – poderia existir uma razão real para esse hábito nojento?”</p>
<p class="MsoNormal">Eu digo: Existindo ou não uma boa razão para fazer isso, esse hábito eu passo.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>10) Beijar</strong></p>
<p class="MsoNormal">A <em>New Scientist</em> diz: “Por que achamos tão prazeroso dividir saliva?”</p>
<p class="MsoNormal">Eu digo: Se o cientista que colocou o beijo em pauta tivesse experimentado um, não faria essa pergunta.</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Transtorno Bipolar]]></title>
<link>http://netux.wordpress.com/2009/08/06/transtorno-bipolar/</link>
<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 13:27:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Acácio</dc:creator>
<guid>http://netux.wordpress.com/2009/08/06/transtorno-bipolar/</guid>
<description><![CDATA[Olá, bom dia! Gosoto muito de ler, e em minhas “aventuras” pelos livros de psicologia descobri que g]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000000;">Olá, bom dia! Gosoto muito de ler, e em minhas “aventuras” pelos livros de psicologia descobri que gosto muito da área de psicopatologia. (Psicopatologia é um termo que se refere tanto ao estudo dos estados mentais patológicos, quanto à manifestação de comportamentos e experiências que podem indicar um estado mental ou psicológico anormal. O termo é de origem grega; psykhé significa espírito e patologia, estudo das doenças, seus sintomas. Literalmente, seria uma patologia do espírito. )<br />
Analisar e ver o comportamento humano para mim é fantástico e entre outros temas, o Transtorno Bipolar me chama a atenção. Não pretendo fazer aqui um ampla explicação sobre o assunto, apenas fazer um pequeno comentário a respeito. </span></p>
<p><span style="color:#000000;">O transtorno bipolar de humor é caracterizado principalmente por grandes oscilações de humor, que podem variar desde fases depressivas onde a pessoa mal sai da cama até fases em que a euforia é tanta que a pessoa pode chegar a sair para viajar para lugares muito longes e não avisar a família ou qualquer outra pessoa, gastar todo o dinheiro que tem (ou até mesmo o que não tem) em compras. Além da pessoa se sentir muito eufórica, ela ainda perde todos os limites e aproveita para fazer muito do que sempre quis.<br />
Hoje esse transtorno tem tratamentos e apesar de muitas pessoas afirmarem que não há cura, conheço relato de pessoas que tiveram uma evolução  muito grande depois de entrar em terapia comportamental mostrando que esse transtorno não precisa ser obrigatóriamente tratado apenas com remédios.<br />
</span><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Achei esse vídeo no Youtube, e achei interessante coloca-lo aqui porque ficar lendo textos grandes ninguém merece e principalmente vocês né!</span><span style="color:#000000;"><br />
<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/xXWbBzZUg_I&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/xXWbBzZUg_I&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span> </span></p>
<div><span style="font-family:monospace, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><span style="line-height:normal;white-space:pre-wrap;"><br />
</span></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma Sociedade sem REGRAS]]></title>
<link>http://netux.wordpress.com/2009/08/05/uma-sociedade-sem-regras/</link>
<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 16:50:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Acácio</dc:creator>
<guid>http://netux.wordpress.com/2009/08/05/uma-sociedade-sem-regras/</guid>
<description><![CDATA[Por que nos são impostas tantas regras e leis? Foi com essa pergunta em mente que decidi sobre o que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-90" title="Regras" src="http://netux.wordpress.com/files/2009/08/regras.jpg" alt="Regras" width="280" height="400" />Por que nos são impostas tantas regras e leis?<br />
Foi com essa pergunta em mente que decidi sobre o que escrever hoje para vocês.<br />
A maioria das pessoas reclama das leis impostas pelo governo pela nossa prefeitura e nossos superiores. Mas se não existissem essas regras, como seria nossa vida hoje? Em que ponto a sociedade estaria?<br />
A pluralidade de pessoas, grupos étnicos, religiosos, políticos e econômicos, ao mesmo tempo em que enriquecem a sociedade através de suas características, ameaçam e põem em risco a unidade e coesão social devido ao confronto das diferenças. Segundo <a href="http://de.wikipedia.org/wiki/Walter_Brugger">Walter Brugger</a>,&#8221;sociedade é uma associação de homens e mulheres livres em vista do bem comum&#8221;. Mas como poderíamos ver o bem comum sem leis e regras para nos guiar? Sinceramente, se você não fosse obrigado a pagar o imposto de sua residência, ou melhor, se não fosse o medo dela ser tomada, você pagaria seu imposto ou simplismente guardaria o dinheiro para você? E você funcionário; se não existisse as leis trabalhistas, quando acha que receberia por seu mês de trabalho?<br />
Na minha opinião, a sociedade sem leis se destruiria, e isso é óbvio, pois vivemos e somos uma sociedade egoísta. Você pode até me falar que realiza trabalhos voluntários, faz a sua &#8220;boa ação&#8221; e eu acho isso ótimo, sinceramente acho lindo o fato de ajudar ao próximo, mas assistindo a um capítulo do seriado Friends, a personagem <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Phoebe_Buffay">Phoebe</a> diz que toda &#8220;boa ação&#8221; é na verdade egoista. Resumidamente ela fala que fazemos a caridade com medo da conseqüência do não fazer; com medo de que as portas do céu não sejam abertas para nós, se não seguirmos aquilo que nos foi ensinado na bíblia. Esse é mais um exemplo de como a sociedade acaba seguindo uma regra apenas por medo da punição, que é o mesmo caso do imposto, de respeitar o limite de velocidade entre outras coisas. Tenho minha fé em Deus e acredito sim que algumas pessoas ajudam ao próximo sem pensar em si, mas esse é um exemplo que não poderia deixar de citar.<br />
Se não existissem normas regulamentando o trânsito, você iria parar no vermelho para o pedestre passar ou ia seguir seu caminho sem perder tempo? Ia ter prudência no volante ou dirigir como um louco seguindo apenas a sua vontade?<br />
Vamos pegar o exemplo de uma avenida no centro da cidade e de sentido único; o que vai acontecer se você resolver subir e outro resolver descer? Quem vai falar qual é o certo se não possui lei? Creio que nossa sociedade não esta e não sei se chegará um dia a estar apta a trabalhar sem leis.<br />
Este é apenas o começo de um longo assunto.<br />
Deixe a sua opinião, argumente. Se for do interesse de vocês podemos continuar a falar sobre esse assunto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A vingança é recompensadora]]></title>
<link>http://pessoadma.wordpress.com/2009/08/01/a-vinganca-e-recompensadora/</link>
<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 00:27:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel Pessoa</dc:creator>
<guid>http://pessoadma.wordpress.com/2009/08/01/a-vinganca-e-recompensadora/</guid>
<description><![CDATA[A maioria de nós não consegue deixar de esboçar um sorriso ao infligir uma punição merecida a alguém]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">A maioria de nós não consegue deixar de esboçar um sorriso ao infligir uma punição merecida a alguém. Agora os cientistas sabem o porquê. Em 2004, a neurocientista Dominique de Quervain (Universidade de Zurique) e seus colaboradores reportaram que regiões ligadas ao prazer em nossos cérebros são ativadas durante o ato de vingança e porque continuamos a punir apesar do custo embutido na ação.</p>
<p style="text-align:justify;">Em um experimento, quinze homens participaram de jogos com dinheiro real. Se alguém fosse desonesto com o dinheiro, os demais escolheriam como puni-lo. Os cientistas perceberam que uma parte do cérebro conhecida como estriato (importante para sensações de satisfação e excitação) era ativada enquanto os participantes escolhiam como punir seus colegas.</p>
<p style="text-align:justify;">Em seguida, os pesquisadores analisaram se os voluntários infligiriam punições mesmo se lhes custasse algo. A maioria escolheu impor o castigo até quando isso lhes custava parte do dinheiro. Neste caso, o estriato foi ativado, assim como uma área chamada córtex pré-frontal medial, que possui um papel no balanceamento de custos e benefícios.</p>
<p style="text-align:justify;">A vingança sempre foi encarada como um ato irracional, que não oferece benefícios a quem pune. Contudo, segundo o psicólogo Brian Knutson (Universidade de Stanford), o cérebro é dotado de um auxílio emocional proeminente, uma agradável sensação de satisfação, que garante a realização da vingança. Segundo Dominique de Quervain, os experimentos apóiam a hipótese de que as pessoas obtêm satisfação da punição e são recompensadas por suas ações.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Você tem uma excessiva necessidade de ser você mesmo?]]></title>
<link>http://room4d.wordpress.com/2009/07/30/voce-tem-uma-excessiva-necessidade-de-ser-voce-mesmo/</link>
<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 23:13:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>room4d</dc:creator>
<guid>http://room4d.wordpress.com/2009/07/30/voce-tem-uma-excessiva-necessidade-de-ser-voce-mesmo/</guid>
<description><![CDATA[Um dos 20 hábitos irritantes discutidos no livro &#8220;O Que Te Trouxe Aqui Não Vai Te Levar Lá]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Um dos 20 hábitos irritantes discutidos no livro &#8220;O Que Te Trouxe Aqui Não Vai Te Levar Lá]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
