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	<title>comunidade-europeia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/comunidade-europeia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "comunidade-europeia"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 03:01:01 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA["erros estratégicos nas obras públicas"]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2009/11/26/erros-estrategicos-nas-obras-publicas/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 13:37:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
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<description><![CDATA[Artigo importante no Público de hoje (link só para assinantes): &#8220;A Espanha constrói as novas l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Artigo importante no <a href="http://jornal.publico.clix.pt/pages/section.aspx?id=61905&#38;d=26-11-2009">Público </a>de hoje (link só para assinantes): <em>&#8220;A Espanha constrói as novas linhas em bitola europeia e prepara a mudança na bitola da rede convencional (&#8230;). Assim, Portugal ficará isolado da europa, pois será impossível ligar  directamente por via ferroviária os nossos portos e parte dos centros industriais directamente ao centro da Europa. (&#8230;) Quem investirá em Portugal quando pode fazê-lo com condições muito mais favoráveis em Espanha?</em>&#8221; (Mário Lopes)</p>
<p>Ora aí está um tema que não ocupa televisões e jornais. Nem debates parlamentares. Ficamo-nos pelo TGV.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[o que vale é que amanhã há futebol!]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2009/10/30/o-que-vale-e-que-amanha-ha-futebol/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 18:25:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
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<description><![CDATA[  Quando leio sobre a ascensão e (rápida) queda de civilizações (ou sistemas políticos), parece que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-1358  aligncenter" title="the_fall_of_the_roman_empire_movie_poster" src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2009/10/the_fall_of_the_roman_empire_movie_poster1.jpg" alt="the_fall_of_the_roman_empire_movie_poster" width="446" height="350" /></p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:left;">Quando leio sobre a ascensão e (rápida) queda de civilizações (ou sistemas políticos), parece que um factor comum a todas as ascenções-quedas está no gasto irracional de recursos, nos investimentos massivos sem sustentação económica, ambiental, etc e tal. Tipo obras faraónicas, convento de Mafra, arsenais atómicos.</p>
<p>Fica-me a dúvida se as pessoas que viveram um período assim tiveram consciência do que se ia passar. A dúvida posso até restringi-la às elites dirigentes para simplificar a resposta: <em>não se deram conta do processo</em>?<em> Eram tão limitados os seus conhecimentos que não conseguiam projectar no médio, longo prazo, as consequências?</em></p>
<p>Creio que sabiam bem o que se iria passar, mas julgavam poder recorrer a um expediente clássico: a predação de novos territórios. Talvez os Maias acreditassem nisso. Os Europeus modernos praticaram-no à escala mundial, e o seu último império (o soviético) conseguiu chegar até à última década do sec.XX. Ou, em alternativa mais prosaica, aumentavam os impostos à população e desviavam atenções para um inimigo imaginário e temível. Até ao dia em que todos acordaram e descobriram que o Império Romano tinha ruído.</p>
<p>As &#8220;elites&#8221; podem sacrificar o longo prazo para se garantirem no curto, na boa lógica de &#8220;quem vier no fim que limpe a porcaria toda&#8221; . E se os restantes estivermos demasiado preocupados com os <em>casos do dia</em>, o futuro ficará realmente muito, muito curto&#8230;</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Europa com Plano de Acção para a Mobilidade Urbana]]></title>
<link>http://hrcastro.wordpress.com/2009/10/25/europa-com-plano-de-accao-para-a-mobilidade-urbana/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 11:04:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Castro</dc:creator>
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<description><![CDATA[A União Europeia adoptou, no dia 30 de Setembro, o Plano de Acção para a Mobilidade Urbana para os p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A União Europeia adoptou, no dia 30 de Setembro, o Plano de Acção para a Mobilidade Urbana para os p]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[nobel]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2009/10/09/nobel/</link>
<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 13:22:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nunca ouvira antes falar de Herta Mueller, mas desde já fico interessado no que possa contar quem te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nunca ouvira antes falar de <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/cultura/2009/10/091008_nobelliteratura_tp.shtml">Herta Mueller</a>, mas desde já fico interessado no que possa contar quem tenha nascido do lado de lá da Cortina de Ferro. Não se trata só da experiência sob a ditadura, mas duma voz oriunda  do mundo de cultura germânica espalhado pela Europa de Leste e que sobreviveu à IIª Guerra (<em><a href="http://www.signandsight.com/features/1925.html">My mother and especially my father, like all Germans in the town, believed in the beauty of blond plaits and white knee-length socks. In the black rectangle that was Hitler&#8217;s moustache, and in us Transylvanian Saxons being part of the Aryan race</a><span style="font-style:normal;">)</span></em>.</p>
<p>E, em ambos casos, recordar como a IIª Grande Guerra prolongou-se bem além da data da rendição alemã.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Comunidade Européia retira lâmpadas tradicionais do mercado europeu]]></title>
<link>http://hrcastro.wordpress.com/2009/09/17/comunidade-europeia-retira-lampadas-tradicionais-do-mercado-europeu/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 01:13:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Castro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Já estão em curso as medidas da União Europeia (UE) para substituir as lâmpadas tradicionais por uma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Já estão em curso as medidas da União Europeia (UE) para substituir as lâmpadas tradicionais por uma]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[realpolitik ou simples amesquinhamento?]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2009/08/21/realpolitk-ou-simples-amesquinhamento/</link>
<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 11:11:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
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<description><![CDATA[A libertação dum homem, por razões humanitárias motivadas pelo cancro que o irá brevemente matar, pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1397114">libertação dum homem, por razões humanitárias</a> motivadas pelo cancro que o irá brevemente matar, preso sob a acusação de ter participado no acto de terrorismo que vítimou quase três centenas de pessoas, é o típico caso polémico: vítimas (se as houvesse vivas) e familiares/amigos das vítimas (que são também outras vítimas), naturalmente não se conformam; as autoridades responsáveis sublinham o sentido moral da decisão; a opinião pública, especializada e outras dividem-se.</p>
<p>Para ser libertado, o homem teve de reconhecer a culpa que nunca assumira: típico ritual judicial para amenizar uma condenação, já que poupa tempo e dinheiro. <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2009/aug/20/lockerbie-bomber-frustration-statement">Como o próprio reconhece</a>, antes do diagnóstico da doença nada tinha a perder com o apuramento de toda a verdade. Agora, diz, sua memória será associada irrevogavelmente à autoria do crime que outros cometeram. Curiosamente, este é o tema central da famosa peça de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arthur_Miller">Arthur Miller</a> &#8220;The Crucible&#8221;, que culmina com a recusa dum acusado em admitir a culpa para se livrar da morte; e Miller estava a pensar nas vítimas do senador McCarthy.<!--more--></p>
<p>Seguramente, não tenho a menor opinião sobre a sua culpa: nada sei sobre o processo nem sobre as investigações, mas conheço algumas (boas) histórias sobre como fazer dum inocente culpado (ou a variante: fazer dum cúmplice menor o bode expiatório) e também sou capaz de partilhar dos inesgotáveis recursos da dissimulação, mentira e hipocrisia com que a nossa espécie soube sofisticar o convívio social, nomeadamente a arte dum canalha fazer-se passar por santo (no <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Decameron">Decameron</a>, há um excelente e memorável conto sobre o tema).</p>
<p>Já menos polémico parece ter sido a autoria do atentado por parte do regime do coronel Kadhafi, <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2003/030430_libiaaw.shtml">o qual desembolsou algum dinheiro, assumiu responsabilidades</a> e moderou palavras e actos para voltar a ser bem aceite na comunidade internacional capitalista, ocidental e colonialista que sempre abominou. E, no mínimo, é curiosa a forma como foi <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/africa/8213210.stm">encenada</a> a recepção do &#8220;funcionário&#8221; acusado dum crime (que diz não ter cometido), por parte do próprio regime para quem trabalhava ( e que assumiu responsabilidades e indemnizações às vítimas).</p>
<p>É de compreender o embaraço de governantes e a indignação de familiares das vítimas, mas o regime do coronel só surpreende quem não o conhece. Veja-se, <a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=347170">por exemplo</a>,quais são os padrões de justiça correntes na Líbia. Por isso, as invocadas razões humanitárias podem ser um testemunho da radical diferença entre o regime britânico (ou escocês) e o líbio. E, dum modo geral, pode ser uma demonstração da superioridade do Estado de Direito e da aplicação da Carta dos Direitos do Homem sobre a arbitrariedade dos regimes autoritários.</p>
<p>Ou será que Kadhafi até tem melhores razões para se orgulhar da justiça do seu regime? <a href="http://www.panapress.com/freenewspor.asp?code=por006270&#38;dte=21/08/2009">A avaliar pela triste figura</a> (ver <a href="http://www.swissinfo.ch/por/swissinfo.html?siteSect=105&#38;sid=10940502&#38;ty=st">aqui</a> também) que um país como a Suiça faz para lhe agradar, é bem de temer que hajam mais razões do que razões humanitárias por detrás desta libertação.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1231" title="jkKOPELNITSKY" src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2009/08/jkkopelnitsky1.jpg" alt="jkKOPELNITSKY" width="500" height="244" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[to be sure]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2009/07/23/to-be-sure/</link>
<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 08:27:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
<guid>http://novomundo3.wordpress.com/2009/07/23/to-be-sure/</guid>
<description><![CDATA[So when we speak of Europe, it is not the particular Brussels institutions we are talking about here]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>So when we speak of Europe, it is not the particular Brussels institutions we are talking about here. </em></p>
<p><em>It is the totality, across still diverse European nations, of a legal, political and economic system, a form of society, an ethos, a commitment, which put individual human dignity and freedom first, last, and in the centre</em>.</p>
<p>(Timothy Garton Ash in<a href="http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2009/jul/22/postwar-europe-education-history-eu"> The Guardian</a>)</p>
<div id="attachment_1178" class="wp-caption aligncenter" style="width: 324px"><img class="size-full wp-image-1178" title="Julie Nicholls" src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2009/07/julie-nicholls.jpg" alt="&#34;Each of those three exceptionally gifted boys could so easily have been killed, thrown on the pyre of Europe's crazed self-destruction, as many of their friends and relatives were. Each went on to live a long, full life, and to create work of enduring value. Each contributed, with brilliance, clarity, courage and humour, to the free Europe we live in today.&#34;" width="314" height="210" /><p class="wp-caption-text">&#34;Each of those three exceptionally gifted boys could so easily have been killed, thrown on the pyre of Europe&#39;s crazed self-destruction, as many of their friends and relatives were. Each went on to live a long, full life, and to create work of enduring value. Each contributed, with brilliance, clarity, courage and humour, to the free Europe we live in today.&#34;</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[HISTÓRICO DISCURSO DE JEAN MARIE LE PEN  EM NICE SOBRE A PODRIDRÃO DOS PARTIDOS POLÍTICOS FRANCESES NA UNIÃO EUROPÉIA.]]></title>
<link>http://homemculto.wordpress.com/2009/07/17/historico-discurso-de-jean-marie-le-pen-em-nice-sobre-a-podridrao-dos-partidos-politicos-franceses-na-uniao-europeia/</link>
<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 23:25:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>homemculto</dc:creator>
<guid>http://homemculto.wordpress.com/2009/07/17/historico-discurso-de-jean-marie-le-pen-em-nice-sobre-a-podridrao-dos-partidos-politicos-franceses-na-uniao-europeia/</guid>
<description><![CDATA[http://www.frontnational.com/doc_interventions_detail.php?id_inter=146  Auteur : Jean-Marie LE PEN  ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.frontnational.com/doc_interventions_detail.php?id_inter=146">http://www.frontnational.com/doc_interventions_detail.php?id_inter=146</a></p>
<p> Auteur : Jean-Marie LE PEN</p>
<p> </p>
<p>Date : mercredi 03 juin 2009</p>
<p> </p>
<p>Sujet : Discours à Nice Imprimer la Page</p>
<p> </p>
<p>Mers chers amis, Mes chers camarades,</p>
<p> </p>
<p>Permettez-moi tout d’abord, en prélude à ce discours final de la campagne des européennes, de vous dire mon plaisir de nous retrouver ici même, à l’Acropolis, dans cette salle que nous connaissons si bien, dans cette ville de Nice qui nous fut toujours fidèle, apportant au Front National ses meilleurs scores.</p>
<p> </p>
<p>Nous arrivons au terme d’une campagne électorale, qui n’aura pas permis d’aborder le sujet principal, c’est-à-dire l’Europe. Il y a pourtant beaucoup à dire, mais le pouvoir semble avoir choisi d’étouffer la campagne, d’abord en retardant son démarrage, ensuite en utilisant le dérivatif « people » de l’opposition de Ségolène et Martine, puis le livre de Bayrou, puis la surexposition médiatique d’un Président-candidat en campagne permanente.</p>
<p> </p>
<p>L’Europe de Bruxelles, celle que soutiennent Sarkozy, l’UMP, le MODEM, Europe-Ecologie et le PS, c’est l’Europe gouvernée par des technocrates coupés des réalités, celle des industries délocalisées en Chine et des services délocalisés en Inde, celle de la production agricole dévolue à l’Amérique, celle des emplois détruits et de l’appauvrissement croissant.</p>
<p> </p>
<p>L’Europe que l’on nous fait, c’est aussi l’Europe colonisée par l’immigration d’origine africaine ou asiatique : 10 millions d’immigrés sont entrés sur le sol français depuis 35 ans qui coutent 70 milliards d’euros par an à notre pays !</p>
<p> </p>
<p>Cette Europe-là, c’est l’Europe en voie d’islamisation qui s’apprête à faire de la Turquie un de ses membres.</p>
<p> </p>
<p>Tels sont, mesdames et messieurs, les résultats de la trahison des classes dirigeantes, de leur adhésion sans réserve au libre échangisme sans frein et au mondialisme…</p>
<p> </p>
<p>Pourtant, inutile d’avoir fait Polytechnique pour comprendre que cette logique du brassage obligatoire et universel, cette Europe sans frontières, mercantile et consumériste, ce consentement anarchiste à la libre circulation des hommes, des marchandises, des capitaux, a mené à la catastrophe.</p>
<p> </p>
<p>L’Europe de Bruxelles a créé un système dans lequel une simple crise du crédit immobilier qui n’aurait dû concerner que les Etats-Unis &#8211; les « subprime » &#8211; met en danger l’ensemble des systèmes bancaires et financiers mondiaux, et dégénère en une crise économique et sociale planétaire et sans précédent.</p>
<p> </p>
<p>En France, il y a eu 57 700 faillites d’entreprises en 2008 et depuis l’adoption de l’euro, le pouvoir d’achat des Français s’est effondré, avec une inflation de +30% sur les 250 produits les plus achetés.</p>
<p> </p>
<p>Le château de cartes s’effondre !</p>
<p> </p>
<p>Mais ce qu’il ne faut pas perdre de vue, c’est que dès avant cela, le bilan était catastrophique : au cours des trente dernières années, la France a vu disparaître complètement, ou peu s&#8217;en faut, son industrie minière, sa sidérurgie, les quatre cinquièmes de ses constructions et réparations navales, les trois quarts de son industrie métallurgique, de sa fabrication de machines-outils, de son industrie textile, de sa production d’armement, des cycles et motocycles, de son horlogerie, sans parler du jouet, des chaussures et des armes de chasse.</p>
<p> </p>
<p>Elle est totalement absente de l&#8217;optique et de l&#8217;électronique grand public : elle ne fabrique pas une seule chaîne de radio, un seul téléviseur, un seul magnétoscope, un seul appareil de photo, une seule caméra, un seul micro-ordinateur, un seul téléphone portable, alors que des millions de ces objets sont vendus sur son territoire !</p>
<p> </p>
<p>Contrairement à ce qu’elle dit, contrairement à ce que de nombreux Français croient, l’Europe de Bruxelles n’a pas été un rempart pour nos nations et leurs citoyens, elle a, au contraire, été un soporifique et une camisole paralysante !</p>
<p> </p>
<p>Aucune institution de l’Union n’a vu venir la crise actuelle : ni le Conseil, ni la Commission, ni la Banque Centrale, ni d’ailleurs le Parlement européen !</p>
<p> </p>
<p>Cette crise n’a été prédite il est vrai que par une poignée seulement d’économistes dissidents, comme le prix Nobel Maurice Allais, et de responsables politiques au premier rang desquels figurent bien sûr les dirigeants du Front National.</p>
<p> </p>
<p>Nous avons, quant à nous, une autre idée de l’Europe, à rebours de l’euro-mondialisme, qui dénature la civilisation européenne en laissant la maîtrise d’institutions dévoyées aux mains d’une petite caste d’eurocrates qui se recrute par cooptation.</p>
<p> </p>
<p>Non, notre Europe ce n’est pas l’Union Soviétique européenne, comme la décrit très justement l’ancien dissident et prix Nobel de physique Boukovski.</p>
<p> </p>
<p>Certes, l’Europe que nous proposons n’exclut ni la concertation européenne ni la coopération industrielle, culturelle, ou autre. Mais elle implique une rupture radicale avec le système mondialiste.</p>
<p> </p>
<p>L’Europe n’a de sens que si elle permet de créer des emplois, des richesses, que si elle crée les conditions d’une sécurité plus grande et de la paix au bénéfice des peuples européens d’abord, comme cela avait été d’ailleurs promis, pour les séduire, par Delors lui-même.</p>
<p> </p>
<p>Elle ne peut être forte que si les Nations qui la composent sont fortes, prospères, indépendantes, souveraines et respectées.</p>
<p> </p>
<p>Ce n’est plus le cas, loin s’en faut, aujourd’hui, parce que ce sont les fondements mêmes de notre économie qui sont touchés.</p>
<p> </p>
<p>Le bilan de 30 ans de politique des « fous de Bruxelles » est alarmant. La suppression méthodique de tous les contrôles et de toutes les protections nationales accroit les difficultés des salariés et les souffrances des familles.</p>
<p> </p>
<p>En vingt-cinq ans, 2 millions et demi d’emplois industriels ont disparu, 4 millions d’emplois agricoles, de la filière bois et de la pêche, 1 million et demi d’emplois dans le petit commerce et dans l’artisanat.</p>
<p> </p>
<p>- Le chômage réel, qui augmente de 100.000 personnes par an, atteint près de 20 % de la population active,</p>
<p> </p>
<p>- les prélèvements obligatoires officiels représentent 44% du Produit Intérieur Brut, c’est-à-dire de la richesse nationale, et en réalité près de 50%,</p>
<p> </p>
<p>- la dette publique dépassera 70% du PIB l’année prochaine,</p>
<p> </p>
<p>le déficit sera supérieur à 100 milliards d’euros,</p>
<p> </p>
<p>la France compte 1 million deux cent mille rmistes et 8 millions de pauvres, et les politiciens de gauche et droite responsables de cette situation viennent aujourd’hui solliciter les voix des électeurs, pour reconduire les sortants, perpétuer les privilèges et prolonger les erreurs politiques qui nous ont plongés dans l’ornière où nous nous trouvons aujourd’hui !</p>
<p> </p>
<p>Oui, mesdames et messieurs, l’Europe de l’UMP, du MODEM et du PS, c’est l’Europe gouvernée par des technocrates apatrides, l’Europe du chômage, de la fin des services publics, de la disparition du modèle rural français enraciné et d’une immigration qui prend tous les jours un peu plus l’allure d’une véritable colonisation de peuplement.</p>
<p> </p>
<p>L’INSEE vient d’annoncer que, contrairement aux affirmations dégoulinantes d’optimisme de Madame Lagarde, le ministre américain du gouvernement Sarkozy, la contraction du PIB atteindra en 2009 près de 3%.</p>
<p> </p>
<p>Les prévisions de l’institut en matière d’emploi étaient également dramatiques, mais sous évaluées, puisqu’il tablait sur 350 000 suppressions d’emplois supplémentaires, chiffre atteint au bout de 5 mois !</p>
<p> </p>
<p>Face à cette situation catastrophique, il semble qu’aucun enseignement n’ait été tiré de la crise et que rien n’ait changé de la part de la classe politique dirigeante.</p>
<p> </p>
<p>Monsieur Christian Noyer, Gouverneur de la Banque de France, a refusé de rendre publics les fameux tests de résistance des banques françaises.</p>
<p> </p>
<p>Les pouvoirs publics qui redoutent une panique et surtout une crise politique avant les élections européennes, ne pourront pourtant plus dissimuler longtemps la gravité de la situation d’insolvabilité financière du système bancaire.</p>
<p> </p>
<p>Celui-ci est en effet paralysé par l’ampleur des pertes et les dépréciations dues aux actifs frelatés, pour l’instant invisibles parce que planqués dans des structures hors bilan.</p>
<p> </p>
<p>L’illusion, alors, prendra fin !</p>
<p> </p>
<p>Je tiens ici à dénoncer cette dissimulation scandaleuse alors même que des milliards sortis de la poche des contribuables ont été versés aux banques.</p>
<p> </p>
<p>Nous exigeons que ces tests de résistance soient rendus publics et nous proposons, afin d’éviter des nationalisations ruineuses pour les Français, la solution transparente du « redressement judiciaire » des éventuelles banques en faillite afin de sauver l’épargne populaire et les finances publiques du pays.</p>
<p> </p>
<p>Non seulement l’assainissement de notre système bancaire est loin d’être terminé – et le pire est à venir &#8211; mais l’argent des contribuables continue d’être utilisé pour la promotion du Nouvel Ordre Mondial.</p>
<p> </p>
<p>En effet, à l’heure où notre pays s’enfonce dans une récession profonde et durable, où la précarité explose dans toutes les classes sociales, Madame Lagarde, Ministre de l’Economie, ne trouve rien de mieux à faire qu’un un chèque de 12 milliards d’euros, soit 78 milliards de Francs, au Fonds Monétaire International, pour aller aider d’autres pays, d’autres peuples.</p>
<p> </p>
<p>Il n’est pas inutile de savoir que le FMI a perdu 1000 milliards, rien que dans l’affaire des « Subprimes ».</p>
<p> </p>
<p>L’aveuglement de nos dirigeants n’est pas excusable.</p>
<p> </p>
<p>Il leur suffirait pourtant de sortir de leurs voitures de fonction, d’abandonner quelques heures les lambris de leurs bureaux ou de leurs appartements de fonction, pour s’apercevoir que la crise est là et bien là, et que tous les secteurs économiques et toutes les catégories socio-professionnelles sont touchés par la folle politique des technocrates de Bruxelles.</p>
<p> </p>
<p>On sait que l’automobile est un secteur-clé pour notre économie…</p>
<p> </p>
<p>Eh bien, dans ce domaine comme dans tant d’autres, Nicolas Sarkoky a menti.</p>
<p> </p>
<p>Loin d’avoir, comme il le laisse entendre, fait plier l’Union Européenne, c’est bel et bien la France qui vient de capituler devant les diktats européistes.</p>
<p> </p>
<p>Ainsi, contrairement au mensonge d’Etat diffusé par la majorité des média français, Figaro en tête, et couvert par le silence de l’ensemble de la gauche, Sarkozy a renoncé à exiger du secteur automobile l’arrêt des délocalisations en contrepartie des milliards d’euros attribués à la filière, et payés par les contribuables.</p>
<p> </p>
<p>La France s’est engagée à ce que « les conventions de prêts avec les constructeurs automobiles ne contiennent aucune condition relevant de la localisation de leurs activités ou de l’approvisionnement en priorité auprès des fournisseurs installés en France ».</p>
<p> </p>
<p>Pour camoufler cet énorme mensonge, cette énorme défaite, le gouvernement ose évoquer un «engagement moral » demandé aux constructeurs !!!</p>
<p> </p>
<p>Les Français apprécieront à sa juste valeur cet énième abandon des intérêts de la France.</p>
<p> </p>
<p>Dans la Vallée de l’Arve, grand secteur industriel de l’Ain que je visitai il y a 3 semaines, 200 nouveaux licenciements sont en cours, qui se rajoutent aux 4500 pertes d’emploi dont ont déjà été victimes les intérimaires et les CDD depuis six mois dans la Vallée.</p>
<p> </p>
<p>En votre nom, sympathisants et électeurs du Front National, j’ai tenu à apporter mon soutien le plus entier aux travailleurs du décolletage, mais aussi à l’ensemble du monde ouvrier victime de la politique libre-échangiste des partis du système depuis 30 ans.</p>
<p> </p>
<p>Conscient des ravages électoraux de la disparition des frontières, Nicolas Sarkozy a annoncé la nomination de « commissaires à l’industrialisation », mesure d’esbroufe s’il en est, car la France est soumise depuis des décennies aux commissaires à la désindustrialisation qui officient à Bruxelles…</p>
<p> </p>
<p>Et face à ceux-là, auxquels les gouvernements ont donné tous les pouvoirs, les commissaires du Chef de l’Etat ne peuvent être que des ectoplasmes !</p>
<p> </p>
<p>Ce n’est pas par des mesures-gadget que la France sortira de ses difficultés, d’autant que les autres secteurs de notre économie subissent le même sort que les activités industrielles.</p>
<p>En matière de pêche, la France est devenue en quelques années importateur de poissons, alors qu’elle fut pendant des décennies un grand exportateur.</p>
<p> </p>
<p>Prime à la casse des bateaux, suppression des aides, pré-retraite des patrons-pêcheurs, limitation des prises, l’Europe a tout fait pour réduire l’effort de pêche.</p>
<p> </p>
<p>Et ça continue ! Dans les mois qui viennent, ce sont 70 à 80 bateaux pratiquant la pêche au thon en Méditerranée qui vont devoir cesser leur activité et plusieurs centaines de marins-pêcheurs qui vont se retrouver au chômage, en raison d’une décision de la justice européenne.</p>
<p> </p>
<p>Asphixiée par les charges et les quotas, la pêche française n&#8217;avait pas besoin de ce nouveau coup dur.</p>
<p> </p>
<p>Les pêcheurs veulent vivre décemment de leur travail. Laissons les travailler normalement et cessons de les rendre coupables de la diminution des ressources halieutiques, qui s’explique avant tout par la surpêche des flottes japonaises et russes.</p>
<p> </p>
<p>Nicolas Sarkozy avait prétendu régler le problème des marins-pêcheurs lors de sa visite impromptue au Guilvinec le 6 novembre 2007. Michel Barnier avait alors élaboré un plan qui était un miroir aux alouettes, comme on en a aujourd’hui la confirmation.</p>
<p> </p>
<p>Le 18 janvier 2008, le Chef de l’Etat déclarait à Boulogne-sur-Mer qu’il fallait « sortir des quotas » et qu’il s’engageait à le faire au cours de la présidence française de l’UE. Il n’en fit rien, parce que la pêche est du domaine communautaire et qu’il n’avait même pas la possibilité de mettre la question sur la table.</p>
<p> </p>
<p>Et, pendant que les pêcheurs français sont interdits de pêche, les Norvégiens, qui se sont bien gardé d’intégrer l’Union européenne, pêchent le cabillaud et inondent le marché français.</p>
<p> </p>
<p>On constate aussi qu’aujourd’hui même la Commission européenne raccourcit encore de 15 jours la campagne de pêche au thon rouge en Méditerranée, et les quotas de près de 3.000 tonnes. L’Europe ajoute la provocation à la dictature.</p>
<p> </p>
<p>Après la pêche, l’agriculture…</p>
<p> </p>
<p>La colère des Jeunes agriculteurs qui ont manifesté dans une cinquantaine de grandes surfaces en France pour dénoncer les marges pratiquées par la grande distribution est justifiée et totalement légitime.</p>
<p> </p>
<p>Après les petits industriels et les pêcheurs, ce sont désormais les agriculteurs qui sont étranglés par la grande distribution et contraints de rogner leur propre marge jusqu’à l’asphyxie, au seul profit de ces mastodontes qui se gavent aussi bien sur les prix que sur les marges, ce qui est la conséquence, pourtant prévisible de la quasi-disparition des petits commerçants.</p>
<p> </p>
<p>Nous condamnons les orientations économiques d’un gouvernement qui a choisi délibérément de tuer l’agriculture, l’artisanat et le petit commerce au seul profit des grands lobbies agro-alimentaires, en brandissant comme alibi l’étendard de la soi-disant « concurrence libre et non faussée ».</p>
<p> </p>
<p>Et comme d’habitude, les seuls vrais défenseurs de l’Agriculture n’ont pas voix au chapitre : en décidant d’exclure le Front National de ses consultations dans la perspective des élections européennes, la FNSEA</p>
<p> </p>
<p>insulte la démocratie.</p>
<p> </p>
<p>Ce n’est pas une surprise pour nous qui savons que les dirigeants de la FNSEA finissent leur carrière « syndicale » comme députés UMP.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Ce soi-disant syndicat, qui s’est révélé incapable de défendre les paysans depuis 1964 &#8211; 5 millions à cette date, 500.000 aujourd’hui &#8211; se comporte en soutien objectif du PS, de l’UMP mais aussi du MODEM, d’EUROPE ECOLOGIE et de LIBERTAS.</p>
<p> </p>
<p>Tous ces gens forment une bande de copains, qui s’entraident, se font la courte échelle et se répartissent les postes et autres avantages.</p>
<p> </p>
<p>Alors mesdames et messieurs, disons la vérité : la FNSEA n’est pas une organisation professionnelle, c’est une organisation politicienne qui a failli à sa mission fondamentale de protection de ses membres !</p>
<p> </p>
<p>A Chateauneuf du Pape, dans le Vaucluse, j’ai dénoncé le dernier exemple en date de cet état de fait.</p>
<p> </p>
<p>Je veux parler du projet communautaire visant à autoriser le coupage du vin blanc et du vin rouge pour obtenir un « faux rosé », médiocre et bon marché, qui va particulièrement pénaliser l’emploi et les revenus dans</p>
<p> </p>
<p>les filières viticoles de Provence.</p>
<p> </p>
<p>Soumise à la volonté de l’Organisation Mondiale du Commerce, l’Europe de Bruxelles franchit une étape de plus dans la destruction de la qualité, des terroirs, des appellations et des savoirs faire.</p>
<p> </p>
<p>C’est toute l’identité française qui est ainsi atteinte pour permettre la commercialisation massive de produits étrangers. A quand l’interdiction des fromages au lait cru ?</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Après les pêcheurs tués à petit feu par les directives européennes, après les jeunes agriculteurs qui dénoncent, à juste titre, la pression inadmissible de la grande distribution qui les étrangle, c’est au tour des producteurs de lait de faire entendre leur colère.</p>
<p> </p>
<p>Ils ont raison !</p>
<p> </p>
<p>100 fois raison !</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>En leur nom, nous exigeons :</p>
<p> </p>
<p>- le maintien au-delà de 2014 des quotas laitiers</p>
<p>- la baisse immédiate de ces quotas afin d’arrêter la baisse considérable du prix du litre (-30 % en 1 an)</p>
<p>- la fixation des prix en fonction des charges supportées notamment par les producteurs indépendants.</p>
<p> </p>
<p>Le problème, c’est que dès qu’une voie d’eau est obstruée, il fut se précipiter pour colmater la suivante : en l’espèce, les entreprises de transport, qui sont spécialement menacées par la politique européenne mise en œuvre depuis le 1er mai 2009.</p>
<p> </p>
<p>En effet, depuis cette date, les transporteurs européens ont l’autorisation de « caboter » en France, c&#8217;est-à-dire d’exercer leur activité sans limitation de temps dans n’importe quel pays, pour n’importe quelle destination et pour transporter toutes marchandises.</p>
<p> </p>
<p>Les salaires des chauffeurs originaires des ex-pays de l’Est sont très inférieurs aux salaires français.</p>
<p> </p>
<p>En conséquence, les entreprises de transport françaises sont en grand danger du fait de cette concurrence particulièrement déloyale rendue obligatoire par Bruxelles.</p>
<p> </p>
<p>Le libre-échangisme absolu ne pose pas qu’un problème économique et social ; C’est notre mode de vie, notre manière de vivre, notre culture, nos valeurs morales qui sont aujourd’hui battues en brèche, et menacés par le renforcement inéluctable du Super-Etat européen.</p>
<p> </p>
<p>Au nom de la libre circulation des marchandises et des règles internationales de l&#8217;OMC, Bruxelles adopte en effet depuis plusieurs années des normes minimales permettant à des produits bas de gamme de concurrencer les produits de nos terroirs ou issus du savoir faire de nos artisans.</p>
<p> </p>
<p>Il en est ainsi du chocolat auquel peuvent désormais être incorporées des graisses diverses autres que le beurre de cacao, tout en continuant à s&#8217;appeler chocolat.</p>
<p> </p>
<p>Ce sera bientôt le cas des fromages au lait cru, dont on ne pourra plus vanter les qualités au nom de &#8220;profils nutritionnels&#8221; décidés administrativement par des bureaucrates…</p>
<p> </p>
<p>Les Européens ont échappé de peu au bœuf aux hormones ou au poulet au chlore. Du moins jusqu&#8217;au prochain chantage de l&#8217;OMC ou des Etats-Unis.</p>
<p> </p>
<p>Pour les eurocrates, une simple étiquette suffit à permettre un choix éclairé du consommateur.</p>
<p> </p>
<p>C&#8217;est faux ! Ce qui doit compter c&#8217;est la qualité de ce que nous consommons, la promotion et la protection de nos terroirs.</p>
<p> </p>
<p>Le savoir-faire de nos producteurs fait partie de notre patrimoine culturel.</p>
<p> </p>
<p>Nous devons les protéger contre la concurrence déloyale des produits industriels, des fromages sans goût, des bibines improbables et autres aliments saturés de conservateurs divers, fabriqués en dépit du sens commun et dans le seul objectif d’une rentabilité maximale.</p>
<p> </p>
<p>Plus grave encore, notre santé est aujourd’hui en cause.</p>
<p> </p>
<p>Alors que la grippe mexicaine a déjà fait plusieurs dizaines de morts, qu’elle a atteint plusieurs pays européens et menace de passer au stade de pandémie selon l’Organisation mondiale de la santé, l’Union européenne, d’habitude si prompte à s’ingérer dans les affaires qui ne la regardent pas ou à intervenir de manière autoritaire dans les moindres détails de la vie quotidienne des peuples européens, reste totalement muette.</p>
<p> </p>
<p>Dans un des seuls domaines où pourtant une réponse coordonnée serait nécessaire, Bruxelles démontre son incompétence et son inertie.</p>
<p> </p>
<p>A la vérité, dans le domaine de la sécurité sanitaire comme dans celui de la crise financière, il apparaît une nouvelle fois clairement que seuls les Etats-nations sont capables de réaction appropriée et rapide, pour autant qu’ils en aient la volonté.</p>
<p> </p>
<p>Et voilà que les valeurs morales et les principes fondateurs de notre société et de notre civilisation sont eux-mêmes sapés et battus en brèche par les nouveaux maîtres européens.</p>
<p> </p>
<p>Lors de son discours sur la politique familiale le 13 février 2009, Nicolas Sarkozy avait annoncé un projet de loi sur le « statut du beau-parent ».</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>C’était en réalité l’occasion, pour la première fois, de reconnaître légalement la « famille homoparentale ».</p>
<p>C’est ainsi que la loi ne parlera plus de « père et mère »,</p>
<p> </p>
<p>mais de « parents ».</p>
<p> </p>
<p>Mais en fait, Nicolas Sarkozy capitule une nouvelle fois devant l’Union Européenne qui, déjà, dans ses directives n’évoque plus le terme de « parent » mais celui de « personne majeure civilement responsable d’enfant mineur » !&#8230;</p>
<p> </p>
<p>Les attaques contre la famille n’ont d’égales que celles portées à l’identité nationale. En effet, les Français sont de plus en plus marginalisés et victimes d’exclusion sur leur propre sol.</p>
<p> </p>
<p>Concernant l’immigration, dont le poids grandissant pèse de plus en plus sur l’économie française, l’Europe l’accélère encore le phénomène, au lieu de l’endiguer …</p>
<p> </p>
<p>Elle est bien aidée par les institutions nationales, et plus particulièrement par celle qui assure la police idéologique du sarkozysme.</p>
<p> </p>
<p> La HALDE, la Haute Autorité de Lutte contre la Discrimination et pour l’Egalité (HALDE), crée par la fausse droite, a rendu publique en avril dernier une recommandation scandaleuse : la suppression de la clause de nationalité pour les emplois où elle existe encore, notamment dans la fonction publique, les entreprises et établissements publics, sans aucune clause de réciprocité bien évidemment, et au bénéfice exclusif des immigrés extra-communautaires, puisque l’essentiel des emplois concernés sont depuis 20 ans déjà accessibles aux ressortissants de l’Union européenne.</p>
<p> </p>
<p>Ainsi, selon la Halde, il n’y a pas assez de chômeurs en France ; le mondialisme n’a pas ruiné suffisamment d’emplois ; le dumping social n’est pas suffisamment nuisible ;</p>
<p> </p>
<p>La France n’a pas le droit de réserver un certain nombre d’emplois à qui elle le souhaite, et l’Europe ne peut en aucun cas, sur décision de M. Schweitzer, organiser la préférence communautaire !</p>
<p> </p>
<p>Si la HALDE fait de la surenchère dans le racisme anti-français et dans la discrimination positive, elle agit bien dans l’esprit de Bruxelles puisqu’au Parlement Européen, j’ai du m’opposer au scandaleux rapport du communiste Catania sur le Système d’asile européen commun.</p>
<p> </p>
<p>Celui-ci favorise clairement la mise en oeuvre d’une politique européenne ultra-immigrationniste.</p>
<p> </p>
<p>En effet, sous couvert de défense des droits de l’homme, il veut faire de l’Europe une communauté ouverte, prête à accueillir toute la misère du monde.</p>
<p> </p>
<p>Dans cette perspective, il propose une harmonisation du droit d’asile par le haut, le principe de non refoulement, l’absence de rétention ou bien encore l’extension aux réfugiés de la directive sur le statut des ressortissants de pays tiers résidents de longue durée.</p>
<p> </p>
<p>M. Catania feint d’oublier que la plupart des immigrés clandestins qui arrivent en Europe ne sont pas des réfugiés politiques mais des réfugiés économiques qui fuient la misère qui règne dans leur pays.</p>
<p> </p>
<p>Notez-bien que là encore, le Chef de l’Etat n’est pas en reste sur cette question ! Et il a trouvé un disciple de choix, en la personne de M. Besson, pour ce qui est du faux-semblant, et surtout du faire-semblant.</p>
<p> </p>
<p>Après l’opération médiatique qui a consisté à interpeller, il y a un mois, près de 200 clandestins pour les relâcher quelques heures plus tard, le ministre de l’Immigration s’est rendu à Calais pour annoncer la « fermeture » de la « Jungle » où des centaines de clandestins attendent de passer en Grande-Bretagne, mais aussi pour assurer que l’Etat ne laisserait pas sans soutien ces personnes qui n’ont pourtant aucun titre à se</p>
<p> </p>
<p>séjourner sur le territoire français.</p>
<p> </p>
<p>En réalité, le socialiste Besson n’est que l’exécuteur des ordres de la Commission européenne.</p>
<p> </p>
<p>Celle-ci a en effet décidé que des Centres d’Accueil de Demandeurs d’Asile seraient installés à Calais, c’est-à-dire des Sangatte améliorés, ainsi qu’un « bureau d’appui » aux demandes d’asile, afin de traiter en France les demandes d’asile concernant non seulement la France mais également la Grande-Bretagne !</p>
<p> </p>
<p>Autrement dit, Bruxelles va mettre en œuvre à Calais, par l’entremise de ses laquais de Paris, une gigantesque pompe aspirante de l’immigration clandestine, en violant la souveraineté nationale de la</p>
<p> </p>
<p>France comme du Royaume-Uni.</p>
<p> </p>
<p>Ce faisant, le gouvernement Français est rétrograde et demain, il sera isolé en Europe.</p>
<p> </p>
<p>Pour la première fois en effet, ce que nous répétons depuis plus de trente ans commence à être appliqué dans certains pays voisins…</p>
<p> </p>
<p>Face à cette crise du mondialisme, de l’autre côté des Pyrénées, le gouvernement espagnol vient de proposer un plan de retour des travailleurs étrangers dans leur pays d’origine, et met en place une politique d’embauche prioritaire en faveur de ses ouvriers nationaux.</p>
<p> </p>
<p>Avec l’annonce, il y a quinze jours, par le Portugal, d’une réduction de moitié de ses quotas d’immigration hors Union Européenne, c’est l’ensemble de la péninsule ibérique qui opte clairement pour une politique de préférence nationale en matière d’emploi.</p>
<p> </p>
<p>Alors, c’est simple, le Front National demande au gouvernement français de suivre les exemples espagnol et portugais et d’appliquer les solutions de bon sens qui s’imposent.</p>
<p> </p>
<p>Oui, mesdames et messieurs, nous, les défenseurs historiques de la préférence nationale, nous demandons solennellement au gouvernement Fillon de tourner définitivement le dos à la démagogie immigrationniste imposée par les euro-mondialistes, pour mettre en place une authentique politique économique et sociale, en faveur de la France et des Français d’abord.</p>
<p> </p>
<p>Tandis que la dépression s’accentue à l’échelle mondiale, les gouvernements des plus grands pays adoptent peu à peu les solutions de bon sens qui découlent du principe de la Préférence nationale.</p>
<p> </p>
<p>Le Japon lance un programme massif d’aide au retour des immigrés au chômage. Ceux qui demanderont la prime au retour ne pourront plus jamais travailler au Japon.</p>
<p> </p>
<p>Aux Etats-Unis, les entreprises renflouées par des fonds publics n’ont plus le droit de recruter des immigrés et ce pays envisage de limiter les visas accordés aux travailleurs immigrés qualifiés.</p>
<p> </p>
<p>Le Japon et les Etats-Unis, les deux premières puissances économiques mondiales, sont donc les premiers pays à abandonner l’expérience funeste « d’immigration choisie », dont le Chef de l’Etat, Nicolas Sarkozy, continue à se gargariser en permanence !</p>
<p> </p>
<p>Arrêtez vos mensonges et votre démagogie, monsieur Sarkozy !</p>
<p> </p>
<p>Cessez de nous payer de mots creux ou d’arrières</p>
<p> </p>
<p>pensées trompeuses !</p>
<p> </p>
<p>En faisant ouvrir, sous votre présidence de l’Union Européenne, deux nouveaux chapitres d’adhésion et en imposant le retour de la France dans l’OTAN, vous avez ouvert, consciemment, les portes de l’Europe à Ankara, allié majeur des Etats-Unis.</p>
<p> </p>
<p>Vous ne pouvez pas aujourd’hui prétendre être un opposant à cette entrée ! Ou quand vous le prétendez, vous mentez !</p>
<p> </p>
<p>En plus des négociations avec la Turquie, Nicolas Sarkozy a fait supprimer l’article de la Constitution qui obligeait à organiser un référendum sur l’adhésion de</p>
<p> </p>
<p>nouveaux membres.</p>
<p> </p>
<p>Face à tant de mauvaise foi, de tromperie et de dissimulation, je forme des vœux pour que nos compatriotes ne se trompent pas lorsqu’ils mettront leur bulletin dans l’urne, lors des élections de Dimanche prochain !</p>
<p> </p>
<p>Car il ne s’agit pas simplement de voter pour ou contre l’Europe, pour ou contre Sarkozy, mais pour ou contre le gouvernement mondial !</p>
<p> </p>
<p>Les Français doivent se préparer au pire des scénarios, car un nouvel ordre mondial s’est peu à peu mis en place, dans la perspective d’une gouvernance planétaire totale.</p>
<p> </p>
<p>L’oligarchie française est euromondialiste, et l’UMPS, le Modem mais aussi le NPA ou Europe-Ecologie sont, en France, les adeptes zélés de la disparition des frontières, des Etats, des nations.</p>
<p> </p>
<p>La meilleure preuve que l’Europe n’est pas une fin en soi, c’est précisément qu’elle s’obstine à ne pas définir les contours géographiques de l’Union Européenne et qu’au contraire, ils prônent un élargissement sans fin… !</p>
<p> </p>
<p>De l’aveu-même des européistes, depuis 20 ans, ceux-ci ont toujours conçu l’Europe comme un tremplin vers le « grand marché mondial ».</p>
<p> </p>
<p>A ce sujet, les propos de Jacques Delors, Président de la Commission de Bruxelles de 1985 à 1994 sont éloquents, à propos du rôle essentiel joué par des Français –lui-même à la Commission, Henri Chavranski à l’OCDE et Michel Camdessus au FMI – dans la libéralisation de la finance et des échanges :</p>
<p> </p>
<p>« Nous, cette minorité modernisatrice, partagions une doctrine commune, que nous avons continué à défendre lorsque nous nous sommes trouvés en poste dans des organisations internationales ».</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Dans cette doctrine commune, le « grand marché » intérieur est jugé essentiel pour créer des entreprises compétitives au niveau mondial.</p>
<p> </p>
<p>Mais il ne suffit pas : la vocation de l’Union Européenne doit être également d’œuvrer à l’unification d’un vaste marché mondial.</p>
<p> </p>
<p>La philosophie centrale de cette doctrine c’est la création, je cite « d’une Europe compétitive – entendez : soumise à la concurrence totale – dans une économie mondialisée ». La conclusion logique de ces petits porteurs d’eau de la finance internationale, c’est que l’Europe doit refuser tout protectionnisme.</p>
<p> </p>
<p>Pascal Lamy, commissaire européen au Commerce extérieur, avant d’être promu à la tête de l’OMC, se montrait lui aussi pour le moins explicite devant le TransAtlantic Business Dialogue (TABD): « Nous ferons ce que nous avons à faire d’autant plus facilement que, de votre côté, vous nous indiquerez vos priorités », expliquait-il aux membres de ce puissant lobby d’affaires.</p>
<p> </p>
<p>La politique européenne en matière de commerce mondial sert ainsi explicitement les intérêts des multi-nationales.</p>
<p> </p>
<p>Les conséquences de cette authentique idéologie « euromondialiste » se révèlent aujourd’hui catastrophiques.</p>
<p> </p>
<p>Un économiste a pu dire : « De l’ouverture des frontières à l’ouverture des marchés de services à la concurrence, en passant par la désinflation et la réduction –forcée- des déficits budgétaires, la France a fait jouer à l’intégration européenne le rôle que les pays mal gouvernés confient aux FMI ou à la Banque mondiale ».</p>
<p> </p>
<p>Derrière le fanion européen, qui hante depuis Victor Hugo les consciences soi-disant progressistes, ronronne en réalité le moteur de la soumission à l’économie mondialisée et de la normalisation politique qu’incarne aussi bien l’ultra-libréchangisme que la social-démocratie.</p>
<p> </p>
<p>Or, précisément, l’Union Européenne actuelle ne réalise pas les idéaux de solidarité et de fraternité dont elle se targue parfois.</p>
<p> </p>
<p>On ne saurait pour autant affirmer que son inclination ultra-libérale constitue un dévoiement du projet des « pères fondateurs »: elle marque, au contraire, son aboutissement.</p>
<p> </p>
<p>L’Acte unique a levé les obstacles à l’épanouissement des principes du marché commun ;</p>
<p>l’Union économique et monétaire a parachevé l’ouvrage en imposant un socle institutionnel nouveau qui détache la politique économique des pressions populaires pour les soumettre à celles des marchés financiers…</p>
<p> </p>
<p>Et les mécanismes visant à dessaisir les Etats-Nations de leurs prérogatives vitales sont bien connus. Nous les avons maintes fois analysés.</p>
<p> </p>
<p>Michel Rocard avait dit : « la monnaie unique, ce sera moins de chômeurs et plus de prospérité »…</p>
<p> </p>
<p>« Ce sera plus d’emplois, plus de protection sociale et moins d’exclusion », avait surenchéri Martine Aubry !</p>
<p> </p>
<p>Avec la mise en place de l’Europe de Bruxelles, non seulement les Etats acceptent de se couper les deux bras &#8211; les leviers budgétaires et monétaires &#8211; mais, mieux encore, ils se satisfont d’une Europe sans tête dont la politique économique se réduit à la saine gestion de la concurrence et à la promotion du libre-échange.</p>
<p> </p>
<p>Il y a encore un an, la remise en cause des piliers de la doctrine européiste relevait de l’impensable.</p>
<p> </p>
<p>Il a fallu une crise d’ampleur comparable à celle de 1929 pour inciter les autorités publiques à suspendre – hélas provisoirement et à faible échelle – l’application de quelques unes de toutes ces règles dogmatiques.</p>
<p> </p>
<p>Les mémoires sont courtes, hélas.</p>
<p> </p>
<p>Mais nous sommes là pour les rafraîchir, et aussi pour rappeler à chacun que la méthode pour bâtir une véritable « Europe des Nations », respectueuse du bien-être social de nos concitoyens et de la pérennité de notre tissu économique national, est relativement simple.</p>
<p> </p>
<p>Il faut briser au marteau-pilon les trois piliers de l’ordre économique européiste: le dogmatisme monétaire, le rigorisme budgétaire e le libre-échangisme planétaire.</p>
<p> </p>
<p>A la dérégulation anarchique, il faut opposer le filtre des frontières économiques.</p>
<p> </p>
<p>Les mesures essentielles sont bien identifiées :</p>
<p> </p>
<p>revenir sur l’indépendance octroyée à la BCE afin de placer cette instance au service d’une politique coordonnée de croissance et d’emploi</p>
<p> </p>
<p>mettre fin à la déréglementation quasi-totale des marchés (en particulier financiers)</p>
<p> </p>
<p>distinguer les banques d’affaire et les banques de dépôts</p>
<p> </p>
<p>permettre la protection de secteurs-clés de notre économie si nécessaire (services publics, production d’énergie, armement, banques…)</p>
<p> </p>
<p>empêcher le dumping social en introduisant, en lieu et place du libre-échangisme intégral, une dose de protectionnisme modulé</p>
<p> </p>
<p>Protéger notre pays du déferlement migratoire</p>
<p> </p>
<p>Combattre le laxisme judiciaire, éducatif et moral</p>
<p> </p>
<p>Appliquer la tolérance zéro à tous les crimes et délits, en assurant la certitude, la promptitude et l’effectivité des peines.</p>
<p> </p>
<p>Vous le voyez, mesdames et messieurs, pas plus que les Africains ne sont « contre l’Afrique » ou les Asiatiques « contre l’Asie », les patriotes français du Front National, leurs amis et alliés européens, ne sont donc, ni «contre l’Europe» en tant que réalité géographique, humaine et culturelle, ni contre toute forme de coopération européenne.</p>
<p> </p>
<p>Nous autres patriotes français savons bien que la France appartient géographiquement à l’Europe, et que par delà l’extrême diversité des caractères nationaux, le patrimoine culturel commun aux peuples d’Europe est indiscutable.</p>
<p> </p>
<p>Et même si nos gouvernants répugnent à le dire, la civilisation européenne est fondamentalement chrétienne.</p>
<p> </p>
<p>Nous voulons des relations pacifiques et fructueuses avec nos voisins européens, et sommes résolument contre l’escroquerie qui consiste, sous le couvert de cette coopération, à édifier un Super-Etat destructeur de nos identités particulières, de nos souverainetés, de nos libertés, en s’aidant d’une colonisation de peuplement venue d’autres continents.</p>
<p> </p>
<p>Nous refusons le jeu d’un grand marché qui réduit l’homme à un consommateur passif et manipulé.</p>
<p> </p>
<p>Nous refusons l’anarchie économique consistant à ouvrir les frontières à tous les vents de la libre circulation des hommes, des services, de l’argent et des marchandises, surtout quand ces marchandises ont été fabriquées à vil prix par les nouveaux esclaves des temps modernes, et surtout enfin quand ces capitaux sont des instruments de domination de notre économie par des puissances étrangères ou des entreprises multinationales.</p>
<p> </p>
<p>En d’autres termes, mesdames et messieurs, les Nationaux combattent résolument les évolutions criminelles de l’Union européenne.</p>
<p> </p>
<p>Ce refus d’un Super-Etat euromondialiste est conforme à la vraie tradition européenne, puisque l’Europe, cette petite péninsule située à l’extrémité de l’immense continent asiatique est l’espace qui, dans l’Histoire de l’humanité, a inventé la liberté et l’égalité des Nations, se gouvernant librement, sans ingérence extérieure, modèle unique et sans équivalent ailleurs.</p>
<p> </p>
<p>Dans cette perspective, la victoire des nationaux le 7 juin prochain ne sonnerait pas seulement la fin d’une utopie, mais aussi celle d’un alibi : celui de nos dirigeants politiques qui cherchent en permanence à fuir leur responsabilité au prétexte que « tout est décidé à Bruxelles ».</p>
<p> </p>
<p>Non, mesdames et messieurs, l’Europe ne pourra plus être l’excuse de l’inaction, des promesses non tenues, des réformes en souffrance !</p>
<p> </p>
<p>Cette victoire peut être l’occasion d’un sursaut national, renouveau dans lequel nous ferions enfin jouer, au service de nos intérêts légitimes, les atouts réels que sont, non seulement notre art de vivre reconnu dans le monde entier et notre excellence culturelle,</p>
<p> </p>
<p>mais aussi la qualité de nos produits agricoles,</p>
<p>les irremplaçables savoir-faires de notre patrimoine scientifique, technologique et industriel,</p>
<p> </p>
<p>les ressources de notre immense domaine maritime, et bien d’autres encore !</p>
<p> </p>
<p>Oui, l’Europe et le monde ont encore besoin de la France !</p>
<p> </p>
<p>En résumé, Mesdames et Messieurs, Chers amis, partant du concret vers l’abstrait et de la situation dramatique de notre pays et d’ailleurs de l’Europe, nous avons considéré la crise en cours, je dis bien en cours, car contrairement aux prévisions euphémistes à vocation électorale, elle n’a pas encore réalisé tous ses méfaits, mais on peut dire déjà que cette crise, née aux Etats-Unis du formidable endettement de ce pays qui vit depuis des décennies sur le dos du monde entier, aurait dû rester confinée à ce continent.</p>
<p> </p>
<p>Si elle s’est étendue au monde entier, ravageant tout sur son passage comme un tsunami, la faute en est à l’utopie mondialiste dont l’Union Européenne est le principal complice et les gouvernements, dont le nôtre, de fidèles sectateurs.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Pour autant, la ruine de notre pays était largement entamée avant 2007, date à laquelle la crise, pourtant prévisible, est devenue visible même aux yeux des myopes.</p>
<p> </p>
<p>Les gouvernements qui, aujourd’hui, s’en servent comme alibi, sont des menteurs et des lâches qui n’osent affronter leurs responsabilités.</p>
<p> </p>
<p>Mais ce sont la France et le Peuple français qui en sont les victimes et qui le resteront tant qu’ils ne voudront pas entendre ceux qui, lucides et courageux, leur disent la vérité et tant qu’ils préféreront écouter les imposteurs qui les charment.</p>
<p> </p>
<p>Depuis plus de 30 ans, le Front National assume le rôle de Cassandre, qui annonçait sans être crue, elle aussi, les malheurs qui menaçaient sa patrie Troyenne.</p>
<p> </p>
<p>Il dénonçait parmi d’autres causes de notre décadence :</p>
<p> </p>
<p>L’immigration issue du Tiers-Monde, qui en était alors à ses débuts et qui en 30 ans a atteint 10 millions d’entrée, le double si l’on compte les familles nées de l’immigration.</p>
<p> </p>
<p>L’insécurité, qui en était une conséquence immédiate et qui explose dans tous les domaines, aussi bien dans les villes que dans les campagnes et même dans les écoles où le désordre qu’elle induit et le laxisme des enseignants compromettent l’avenir de notre jeunesse.</p>
<p> </p>
<p>Le chômage, qui est aussi une des conséquences de l’abandon suicidaire du contrôle de nos frontières.</p>
<p> </p>
<p>Les déficits, dont j’ai parlé déjà et la dette de 1.300 milliards d’euros, le double, 2.600 milliards, si l’on y ajoute les dettes des entreprises publiques, soit 100.000 euros par actif occupé, cadeau empoisonné que nos politiciens de gauche et de droite lèguent aux jeunes français, déjà pourtant massivement frappés par le chômage et l’injustice nationale que constitue la préférence étrangère.</p>
<p> </p>
<p>Oui, disons le tout net, dans bien des domaines, être français, souchiens, comme l’on dit aujourd’hui, c’est un handicap.</p>
<p> </p>
<p>A titre d’exemple, les petits retraités touchent moins que les clandestins.</p>
<p> </p>
<p>Qui peut ignorer que des centaines de milliers de personnes âgées sont aujourd’hui dans la plus extrême précarité ?</p>
<p> </p>
<p>Il y a plus de 700.000 allocataires du minimum-vieillesse !</p>
<p> </p>
<p>Les retraités sont de plus en plus nombreux à faire la queue aux Restos du cœur, à la Croix Rouge et au Secours Populaire.</p>
<p> </p>
<p>Et il ne faut pas croire que leur situation est meilleure dans les régions du Sud de la France, où ils sont particulièrement nombreux.</p>
<p> </p>
<p>Qui se soucie de leur sort ?</p>
<p> </p>
<p>Certainement pas Nicolas Sarkozy, qui est passionné par ce qui est ailleurs. Il s’est servi de l’affaire Betancourt qui a tourné en eau de boudin.</p>
<p> </p>
<p>Mais il a offert aux terroristes qui abandonnaient le combat en Colombie, l’asile, le vivre, le couvert et le reste. Il a offert le même cadeau à un algérien, Boumediene, injustement détenu par les américains.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Mais ce n’est pas à la France d’assumer la charge ni de l’Algérie, ni des Etats-Unis.</p>
<p> </p>
<p>Il a fait chercher à Malte une soixantaine de clandestins dont Malte ne voulait plus !</p>
<p> </p>
<p>Il faut savoir aussi que tout clandestin régularisé dans un des 27 pays de l’Union a le droit de circuler mais aussi de s’installer dans n’importe quel autre pays de l’Union.</p>
<p> </p>
<p>A titre d’exemple, Berlusconi l’italien et l’espagnol Zapatero, le copain à Nicolas, ont régularisé en 2007 et 2008, 1 million et demi de clandestins.</p>
<p> </p>
<p>Nous avions déjà la honte d’avoir 7 millions de pauvres, ils sont 8 millions au bout d’un an de crise, combien seront-ils demain ?</p>
<p> </p>
<p>Comment &#8211; si l’on en croit les sondages, mais il y a de fortes raisons d’en douter &#8211; les français peuvent-ils voter pour Sarkozy et l’UMP qui les cocufient à longueur d’année ?</p>
<p> </p>
<p>Comme De Gaulle qui en 5 ans est passé de l’Algérie française à l’Algérie fellagha, Sarko, élu en empruntant le langage du Front National, n’a cessé de se rapprocher de la Gauche.</p>
<p> </p>
<p>Jusqu’où ira-t-il ? de la France française à la France fellagha ?</p>
<p> </p>
<p>Les socialistes n’arrivent même plus à faire semblant d’être l’opposition.</p>
<p>Qu’ils se rassurent, le puits de la bêtise humaine étant insondable, ils rebondissent malgré les scandales, malgré l’aberrante décision de la retraite à 60 ans, malgré la gabegie qui fut toujours la leur au pouvoir !</p>
<p> </p>
<p>Je les ai connus à 5 % avec Gaston Defferre.</p>
<p> </p>
<p>Mais comment les français peuvent-ils encore faire confiance à ceux qui les conduisent à la ruine et sont bien incapables de les en sortir ?</p>
<p> </p>
<p>Le NPA et le Parti communiste, mêmes Mélenchonnés, bien que gonflés par la complaisance présidentielle, vont probablement décevoir les espérances de celui-ci.</p>
<p> </p>
<p>Philippe de Villiers, qui après Goldsmith et Pasqua, est attaché à sa nouvelle locomotive financière, Ganley, est un candidat irlando-atlantiste. L’intermittent du souverainisme n’ira pas loin.</p>
<p> </p>
<p>En Ile de France, c’est vrai, la liste cosmopolite germano-norvego-larzacienne trouvera un bon public chez les bobos de la capitale.</p>
<p> </p>
<p>On dit, et cette affirmation n’est pas gratuite, qu’il y aura beaucoup d’abstentionnistes. Aussi, c’est à eux que je voudrais m’adresser en conclusion.</p>
<p> </p>
<p>Vous savez que la France, et donc vous et vos familles, risquez une ruine dramatique.</p>
<p> </p>
<p>Vous n’avez pas le droit d’assister en spectateurs à cette catastrophe, vous n’avez pas le droit de vous abstenir.</p>
<p> </p>
<p>Si vous croyez, comme moi, que l’Europe de Bruxelles est un piège, une arnaque, une impasse, si vous n’avez pas, ou n’avez plus confiance dans les promesses mensongères de Strasbourg sur le pouvoir d’achat ou la Turquie, si les mots France – Français – Patrie –Honneur ont encore un écho dans vos cœurs ou dans vos âmes alors, faites confiance aux patriotes du Front National, ils ne vous ont jamais menti, ils ne vous ont jamais trahi dans la défense de la France et des français d’abord.</p>
<p>Par respect et par solidarité pour nos militantes et nos militants qui luttent avec leurs petits moyens contre l’hégémonie médiatique de leurs adversaires, allez voter Front National, faites voter Front National.</p>
<p> </p>
<p>Participez aujourd’hui en nous aidant financièrement, dans les jours qui viennent et dans les bureaux le jour du vote.</p>
<p>Il y va de votre avenir et de celui de vos enfants.</p>
<p> </p>
<p>Demain, il sera trop tard !</p>
<p> </p>
<p>En cette fin de campagne électorale méprisée par les partis politiques de l’Etablissement, disons notre fierté d’être les seuls à oser nous dire patriotes français, face à tous ceux qui ont accepté de renoncer au droit d’aînesse de la France pour une poignée de lentilles européennes.</p>
<p> </p>
<p>Oui, nous sommes des patriotes français fiers de la France, de son territoire béni des Dieux, de son passé prestigieux, de la gloire de ses soldats, de ses artistes, ses poètes, de ses savants, de ses explorateurs, de ses saints, de ses martyrs.</p>
<p> </p>
<p>Fier de son peuple d’ouvriers, de paysans, de marins, de travailleurs, qui au long des siècles ont construit notre Patrie avec leur peine, leurs mains, leurs larmes et leur sang.</p>
<p>Certes, il y eut aussi dans son histoire des épisodes tragiques, des crimes sanglants, des trahisons, des abandons, des lâchetés dont certaines sont encore brûlantes.</p>
<p> </p>
<p>Mais nous n’acceptons pas que sous couvert de mémoire, il soit exigé d’elle confession et repentance.</p>
<p> </p>
<p>Nous sommes fiers de la France, fiers d’être français.</p>
<p> </p>
<p>Il est peut être dans le monde des nations plus étendues, plus puissantes, plus nombreuses ou plus riches, mais notre patrie a à nos yeux une qualité irremplaçable : c’est d’être la nôtre !</p>
<p> </p>
<p>En avant, amis et camarades, sous les plis de nos drapeaux,</p>
<p> </p>
<p>En avant pour ce combat et pour les combats futurs.</p>
<p> </p>
<p>Car il ne nous arriva jamais de faiblir contre l’espérance.</p>
<p> </p>
<p>Vive le Front National !</p>
<p> </p>
<p>Vive la France !</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[eleições e bocejos]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2009/06/05/eleicoes-e-bocejos/</link>
<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 18:11:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
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<description><![CDATA[E pensar que houve e continua a haver quem dê a vida ou arrisque a liberdade pelo direito ao voto...]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1135" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1135" title="Suffragettes: Would-be voters. A bevy of strong-minded amazons create a sensation at a New York polling place by attempting to vote. Woodcut, ca. 1875" src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2009/06/suffragettes-would-be-voters-woodcut-1875.jpg" alt="E pensar que houve e continua a haver quem dê a vida ou arrisque a liberdade pelo direito ao voto..." width="500" height="371" /><p class="wp-caption-text">E pensar que houve e continua a haver quem dê a vida ou arrisque a liberdade pelo direito ao voto...</p></div>
<p>Porque tem de ser um frete especial participar num acto eleitoral genuinamente democrático? E porque é que os assuntos &#8220;europeus&#8221; nos são tão distantes e indiferentes (apesar de abalarem fortemente o nosso dia-a-dia e determinarem, para o melhor e o pior, o nosso futuro)?</p>
<p>Talvez fosse diferente se as &#8220;famílias políticas&#8221; representadas no Parlamento Europeu fizessem campanha &#8220;regional&#8221; pelos diversos países e através dos seus membros &#8220;locais&#8221;. Aí podiam defender um programa à escala europeia (do mesmo modo como faz um partido nacional nas legislativas).</p>
<p>Surgiriam, inevitavelmente, as &#8220;grandes questões&#8221; e a abordagem ultrapassaria as temáticas nacionais (embora seja duvidoso elencar os &#8220;grandes&#8221; temas da campanha europeia em Portugal como temas nacionais, quanto mais europeus&#8230;).</p>
<p>Os representantes eleitos teriam, a meu ver, maior eficácia e responsabilidade. Assim como o eleitorado.</p>
<p>Havia um slogan &#8220;anarca&#8221;, em tempos que já lá vão, que argumentava que &#8220;se o voto é uma arma, não votes&#8221; (porque ficarias desarmado, suponho). Uma arma não é certamente, mas é triste a nossa cultura política obrigar a relembrar constantemente a importância das eleições  livres e universais para os órgãos de soberania.</p>
<p>E uma coisa é certa: não basta votar em liberdade para que o exercício da cidadania tenha valor e eficácia. Mas isso é com cada qual (e com todos nós). Complicada coisa a Política. Em liberdade, bem entendido.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[eleições europeias]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2009/04/16/eleicoes-europeias/</link>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 10:18:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pode ser que as eleições para o Parlamento Europeu nunca tenham sido exemplo de debate, polémica e a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1044" title="de Alberto Ruggieri" src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2009/04/alberto-ruggieri.jpg?w=300" alt="de Alberto Ruggieri" width="300" height="211" /></p>
<p>Pode ser que as eleições para o Parlamento Europeu nunca tenham sido exemplo de debate, polémica e apresentação de propostas interessantes. Em Portugal como nos restantes países comunitários.</p>
<p>Pelo que ouço e <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1374532">leio</a>, estas não serão excepção.</p>
<p>E é pena. Sou dos que pensa que uma crise como a actual necessita medidas excepcionais e temporárias para a criação de empregos e estímulo ao investimento, aliadas à prudência económica, à solidariedade social, a medidas a médio e longo prazo. Que traduzir isto em soluções concretas implica riscos, erros, falhanços, injustiças, abusos. Mas que uma política europeia tem mais hipóteses de ultrapassar a crise do que vinte e tal políticas regionais centradas em outros tantos umbigos.</p>
<p>Só que é ao nível dos governos, e não do Parlamento Europeu, que pode acontecer alguma coisa (e em tempo útil). E isso é mais complicado quando o governo dum país andar em campanha eleitoral ao longo de um ano inteiro, &#8220;apoiado&#8221; pelas oposições também elas em <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1374484">campanhas eleitorais internas </a> (ver <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1374482">aqui</a> também) e externas aos próprios partidos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quando os erros do passado se cometem no presente…]]></title>
<link>http://jsdseccaoilisboa.wordpress.com/2009/04/15/quando-os-erros-do-passado-se-cometem-no-presente%e2%80%a6/</link>
<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 13:22:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>jsdseccaoilisboa</dc:creator>
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<description><![CDATA[Passaram cerca de 2 décadas desde a entrada portuguesa na Comunidade Europeia, segundo a revista exa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Passaram cerca de 2 décadas desde a entrada portuguesa na Comunidade Europeia, segundo a revista exa]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[sociedade laica e liberdade]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2009/03/27/sociedade-laica-e-liberdade/</link>
<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 10:43:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
<guid>http://novomundo3.wordpress.com/2009/03/27/sociedade-laica-e-liberdade/</guid>
<description><![CDATA[  Ayer, el Senado aprobó otra enmienda considerada clave por la Iglesia, la que impedirá a los pacie]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em></em> </p>
<p><em>Ayer, el Senado aprobó otra enmienda considerada clave por la Iglesia, </em><a href="http://www.elpais.com/articulo/sociedad/iglesia/italiana/pide/agilizar/ley/testamento/vital/fallo/Eluana/elpepusoc/20081114elpepusoc_4/Tes" target="blank"><em>la que impedirá a los pacientes renunciar a la hidratación y alimentación artificial</em></a><em>. Maurizio Gasparri, líder del grupo del Pueblo de la Libertad, estaba exultante: &#8220;El partido de la muerte y la eutanasia no ha ganado&#8221;. Y el ministro de Sanidad, Maurizio Sacconi, resumió con otro eslogan episcopal la aprobación: &#8220;Con esta ley no será posible nunca más un caso Englaro&#8221;.</em> (in <a href="http://www.elpais.com/articulo/sociedad/Senado/italiano/aprueba/ley/anula/testamento/vital/elpepusoc/20090326elpepusoc_4/Tes">El País</a>)</p>
<p>A perplexidade de <a href="http://novomundo3.wordpress.com/2009/03/26/porque-sera/">quem questiona o &#8220;interesse&#8221; de quem não é católico </a>(ou sequer crente de alguma coisa) pelas posições do Papa tem no exemplo mais recente de Itália a resposta: nossas sociedades laicas, no interior da Comunidade Europeia, estão sujeitas à pressão política religiosa, com suas simpatias partidárias e jogos de poder, umas vezes às claras, a maioria das vezes nos bastidores.</p>
<p>Ao exigirem a proibição do aborto voluntário em qualquer circunstância, porque não há-de chegar depois a exigência da proibição do divórcio? Ao se oporem ao uso do preservativo em qualquer circunstância, porque não há-de haver uma lei a proibir a sua comercialização? Ao se oporem ao direito a reclamar a morte assistida no contexto dramático dos doentes terminais ou de pessoas em coma há anos, porque não criminalizar as tentativas de suicidio? A lista é infindável e basta ver o que se passa nas sociedades onde o Direito é praticado segundo o que as autoridades religiosas entendem ser a vontade divina, para se perceber o que está em jogo.</p>
<p>As guerras religiosas que eclodiram na Europa ao longo dos séculos XVI e XVII, afectando os países mais desenvolvidos na ciência, na técnica, na organização social, na actividade económica, tiveram como reacção um saudável espírito de tolerância, liberdade, laicismo, individualismo e crítica, culminando no Espírito das Luzes. Foi pela força social desse espírito iluminista e sua evolução no que entendemos ser hoje uma sociedade livre, democrática, laica, que a Igreja Católica lentamente evoluiu para a entidade que hoje conhecemos, mais ou menos marcada pelo Concílio Vaticano II, e cujas variações nacionais traem o seu &#8220;pecado original&#8221; que é a vontade de impor sua Verdade e Salvação através do poder do Estado.</p>
<p>Se, como escreve o <a href="http://agualisa6.blogs.sapo.pt/1425140.html">João Tunes</a>, a Igreja Católica se limitasse a proibir às &#8220;senhoritas&#8221; católicas o recurso à pilula, ao planeamento familiar, à interrupção voluntária da gravidez, ao sexo extra-conjugal, ao divórcio, etc, etc, sob ameaça de penitência (voluntária, bem entendido), excomunhão e condenação às chamas do Inferno, o máximo que pessoas ateias, apóstatas e blasfemas como eu diriam a propósito do papa e quejandos seria &#8221; e ainda há quem os leve a sério?!&#8221;</p>
<p>Mas não é assim: o interdito é para ser aplicado a todos os cidadãos, e isso é inadmissível quando o que está por base são convicções de ordem confessional com aplicação na vida íntima de qualquer um. Quando se assiste ao espectáculo mediático, às campanhas virulentas, à má-fé despudorada e à manipulação execrável das emoções das campanhas anti-interrupção voluntária da gravidez, anti-direito à morte assistida, anti-casamento entre pessoas do mesmo sexo, dá para entender o potencial de violência e a pulsão de poder que o chamado &#8220;sentimento religioso&#8221; pode albergar conjuntamente com o lado benigno de fraternidade, solidariedade e não-violência activa. Torna patente, até, porque é que fenómenos abjectos como o nacionalismo étnico encontram nas estruturas religiosas locais uma plataforma ideal de exaltação de fidelidades e ódios atávicos.</p>
<p>No sec.XX assistiu-se à &#8220;morte da ideologias&#8221;, essas herdeiras &#8220;degeneradas&#8221; do espírito iluminista pela sua aparência racional a esconder estereotipos mentais de subordinação e ausência de crítica. O sec.XXI assiste ao &#8220;renascer do espírito religioso&#8221;, não na sua vertente contemplativa ou aberta para o mundo, mas nas já esquecidas figuras do &#8220;guerreiro da fé&#8221;, do &#8220;vigilante da moral e bons costumes&#8221;, para quem o Estado e o Direito não podem contrariar a Lei de Deus, nem a Sociedade pode ser &#8220;afrontada&#8221; nos seus principios e valores. Esquecidas?! Só no chamado mundo ocidental (e mesmo assim&#8230;): veja-se como os estados confessionais relacionam cidadania com <a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Rabat/desata/campana/chiies/romper/relaciones/Iran/elpepuint/20090327elpepiint_7/Tes">a obrigação de seguir a religião de Estado, a obediência ao Líder Espiritual</a>.</p>
<p>É por tudo isto que a mim, ateu confesso, me interessam e me preocupam as &#8220;dores&#8221; do Papa e da Santa Madre Igreja.</p>
<div id="attachment_988" class="wp-caption aligncenter" style="width: 426px"><img class="size-full wp-image-988" title="detail-of-blessed-ludovica-albertoni-by-gian-lorenzo-bernini" src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2009/03/detail-of-blessed-ludovica-albertoni-by-gian-lorenzo-bernini.jpg" alt="Detalhe da Beata Ludovica Albertoni de Gian Lorenzo Bernini " width="416" height="336" /><p class="wp-caption-text">Detalhe da Beata Ludovica Albertoni de Gian Lorenzo Bernini </p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[cultura da crise]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2009/03/26/cultura-da-crise/</link>
<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 10:51:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
<guid>http://novomundo3.wordpress.com/2009/03/26/cultura-da-crise/</guid>
<description><![CDATA[(&#8230;) o contributo que a cultura pode dar para enfrentar e ultrapassar a crise que vivemos, como]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>(&#8230;) o contributo que a cultura pode dar para enfrentar e ultrapassar a crise que vivemos, como de resto foi defendido pelo anterior ministro das Finanças, Luís Campos e Cunha (Público, 28/11/08). </em></p>
<p><em>É para isso que apontam também todos os estudos internacionais, nomeadamente da União Europeia, sobre o papel da cultura e da criação no PIB, no emprego, na coesão, na competitividade. Não reconhecer isto é, hoje, de uma cegueira tragicamente irresponsável.</em></p>
<p><em>E valorizar o contributo da cultura significa ainda ter em conta os diversos factores que, na última década, alteraram muitos dos parâmetros tradicionais das actividades culturais: a inovação tecnológica, a transformação das modalidades de aceso aos bens culturais, os desafios da gratuitidade, o impacto das indústrias criativas, etc.</em> (M.M.Carrilho no <a href="http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1180586">DN</a>)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Look harder still:"]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2009/03/03/look-harder-still/</link>
<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 18:59:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
<guid>http://novomundo3.wordpress.com/2009/03/03/look-harder-still/</guid>
<description><![CDATA[For that matter, the bad debts accumulated by British financial institutions alone far exceed, by ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>For that matter, the bad debts accumulated by British financial institutions alone far exceed, by many tens of billions, the governmental debt of Poland and the Czech Republic, two countries that have had no domestic banking failures to speak of.</em> (<a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/03/02/AR2009030201952.html?wpisrc=newsletter">Anne Applebaum</a>)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["oh, Portugal, se fosses apenas..."]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2009/02/04/portugal-portugal-se-fosses-apenas/</link>
<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 16:37:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
<guid>http://novomundo3.wordpress.com/2009/02/04/portugal-portugal-se-fosses-apenas/</guid>
<description><![CDATA[Para um ano eleitoral tão intenso como o de 2009, o debate ideológico, até agora, tem sido nulo. Ent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-indent:35.45pt;line-height:200%;text-align:justify;"><span style="font-family:Tunga;"><span style="font-size:small;">Para um ano eleitoral tão intenso como o de 2009, o debate ideológico, até agora, tem sido nulo. Entre os dois partidos do Poder, as questões sucedem-se sobre detalhes técnicos (tipo: &#8220;subir impostos?” “avançar com as grandes obras públicas?&#8221;), sobre o perfil dos líderes (se é mentiroso, se tem ou não projecção) e, mais recentemente, escândalos em potência, cabalas (freeport, claro). Pouca coisa, dir-se-á. Alguém falou em <em><span style="font-family:Tunga;">esquerdadireita</span></em>?</span></span></p>
<p style="text-indent:35.45pt;line-height:200%;text-align:justify;"><span style="font-family:Tunga;"><span style="font-size:small;"><img class="size-full wp-image-812 alignnone" title="bandeira-portugal1" src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2009/02/bandeira-portugal1.jpg" alt="bandeira-portugal1" width="256" height="256" /></span></span></p>
<p style="text-indent:35.45pt;line-height:200%;text-align:justify;"><span style="font-family:Tunga;"><span style="font-size:small;"><!--more--></span></span></p>
<p style="text-indent:35.45pt;line-height:200%;text-align:justify;"><span style="font-family:Tunga;"><span style="font-size:small;">A verdade é que a ganga ideológica assenta mal nos partidos do Poder, <span style="text-decoration:line-through;">re</span>construídos em função duma maioria sociológica que quer paz, sossego e dinheiro (bastante, se puder ser). Mesmo noutros anos, é na recta final das campanhas eleitorais que surgem questões &#8220;fracturantes&#8221; para cativar votos à esquerda e à direita. Ainda assim, os “casos” rendem mais do que as “políticas”.</span></span></p>
<p style="text-indent:35.45pt;line-height:200%;text-align:justify;"><span style="font-family:Tunga;"><span style="font-size:small;"><span> </span>Para complicar, este ano vive-se um momento sem precedentes, não cabendo nos livros de bolso sobre receitas para &#8220;se sair da crise&#8221;. Até um partido com tradição, e que vem anunciando a crise capitalista há quase 100 anos, não arranja melhor do que fazer seu o slogan eleitoral dum candidato americano à presidência (como foi o candidato vencedor, deve ser por isso).</span></span></p>
<p style="text-indent:35.45pt;line-height:200%;text-align:justify;"><span style="font-family:Tunga;"><span style="font-size:small;">Há já algumas décadas que o país se convenceu de que precisa de empresários, empresas e capital para se desenvolver, criar empregos e sermos todos classe média (com a evidente excepção daqueles que são classe alta). Aparentemente, ninguém contesta isso e seria o fim da História. Porém, algo corre mal no pacato reino de Portugal desde que alguém avistou o pântano-em-nós vai fazer quase dez anos.</span></span></p>
<p style="text-indent:35.45pt;line-height:200%;text-align:justify;"><span style="font-family:Tunga;"><span style="font-size:small;"><span> </span>Os entendidos dizem que já vivemos no pântano desde as lutas no regime da monarquia constitucional, mas a verdade é que, nesse tempo, os entendidos de então recuavam às Descobertas (+expulsão dos Judeus+Inquisição) a origem do problema. </span></span></p>
<p style="text-indent:35.45pt;line-height:200%;text-align:justify;"><span style="font-family:Tunga;"><span style="font-size:small;">E, todavia, esta crise até tem algo de consolador: afinal, na toda-poderosa América a economia também andou descontrolada, à mercê de especuladores, vígaros e tartufos, sob a aparente indiferença de quem competia zelar pela boa ordem da coisa financeira. Ainda ontem ouvi dizer que o Reino Unido pode estar na eminência de abrir falência. Tal como aconteceu à rica Islândia, aliás. E que o &#8220;tigre celtico&#8221; tem pés de barro. Ou que a vizinha, rica, Espanha anda nas ruas da amargura. Nós cá temos os nossos defeitos, é certo, mas os outros não serão melhores. Menos mal&#8230;</span></span></p>
<p style="text-indent:35.45pt;line-height:200%;text-align:justify;"><span style="font-family:Tunga;"><span style="font-size:small;">Como aquela tese que dizia haver uma ética nos países protestantes que os favorecia frente aos países católicos, as doutrinas pós-yupiees do neo-liberalismo já não incomodam o amor-próprio do lusitano acomodado ao ordenado certinho. Infelizmente, o mal dos outros também nos afecta. </span></span></p>
<p style="text-indent:35.45pt;line-height:200%;text-align:justify;"><span style="font-family:Tunga;"><span style="font-size:small;">Um processo eleitoral num momento assim é uma oportunidade para mudar, para ter esperança, etc e tal (veja-se nos Estados Unidos). Por pouco que valham estados de espírito e processos de intenção, provavelmente são elementos essenciais para que &#8220;algo&#8221; mude e para melhor. Que é coisa que não se assiste em Portugal.</span></span></p>
<p style="text-indent:35.45pt;line-height:200%;text-align:justify;"><span style="font-family:Tunga;"><span style="font-size:small;">As crises económicas são muito previsíveis nos seus efeitos : o crescer da xenofobia, do desejo por uma liderança sem dúvidas sobre o caminho a seguir e da receptividade a propostas autoritárias para meter na ordem o que está mal. Em troca, claro, de empregos, ordenados e uma vidinha decente. E segurança nas ruas. </span></span></p>
<p style="text-indent:35.45pt;line-height:200%;text-align:justify;"><span style="font-family:Tunga;"><span style="font-size:small;">A brutal falência da transição democrática na Rússia não se deveu a outra coisa, e se o regime autoritário que se seguiu corresponde aos desejos da população é irrelevante para o caso. A ditadura do partido único é explicitamente apontada pelos próprios mandarins como condição para o sucesso económico da China que, por sua vez, é essencial para a economia capitalista mundial. Neste tempo em que somos todos capitalistas, que sentido faz o debate esquerda-direita? </span></span></p>
<p style="text-indent:35.45pt;line-height:200%;text-align:justify;"><span style="font-family:Tunga;"><span style="font-size:small;">O problema das crises económicas é que necessitam de soluções políticas para serem ultrapassadas. No contexto duma crise mundial, que políticas pode um país como Portugal desenvolver por si só? Pelo menos, alguma coisa pode decidir se a questão for a de  <em><span style="font-family:Tunga;">mais</span></em> ou <em><span style="font-family:Tunga;">menos</span></em> Estado.</span></span></p>
<p style="text-indent:35.45pt;line-height:200%;text-align:justify;"><span style="font-family:Tunga;"><span style="font-size:small;">Estimular a economia </span><a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1358165"><span style="font-size:small;">através do Estado</span></a><span style="font-size:small;">-Empreiteiro? Do Estado-Empresário? Do Estado-Patrão? Do Estado-amigo-dos-pobrezinhos? Do Estado centralizador? </span></span></p>
<div><span style="font-family:Tunga;"><span style="font-size:small;">Ou, em alternativa, dar oportunidade a que mil empresas floresçam do dia para a noite (com <a href="http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1124764">redução/isenção dos impostos, obrigações sociais e coisas e tais</a>)?</span></span></div>
<div><span style="font-family:Tunga;"><span style="font-size:small;">Avançar novamente com a <a href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1075947">Regionalização</a> (corrigida e melhorada em relação à proposta anterior)?</span></span></div>
<div><span style="font-family:Tunga;"><span style="font-size:small;">Não faltam exemplos do Estado centralista, ineficiente, gastador, burocrático, que distorce o país (assimetrias regionais) e favorece grupos económicos. Assim como o papão dum país onde o exemplo madeirense de João Jardim se multiplique não é de todo descabido (a avaliar pelo pequenos e grandes déspotas autárquicos).</span></span></div>
<p><span style="font-family:Tunga;"><span style="font-size:small;">Nem são tão animadoras as histórias dos pequenos e grandes sucessos empresariais construídos sobre mão-d&#8217;obra barata, subsídios comunitários e outras benesses temporárias que tarde ou cedo revelam-se fiascos, fraudes ou megalomanias.</p>
<p> O futuro sorri para quem tenha vocação de profeta da desgraça. Não admira que o debate político se restrinja ao nível a que nos habituamos. Sempre fica mais fácil tomar partido consoante nossas simpatias/antipatias.</p>
<p style="text-indent:35.45pt;line-height:200%;text-align:justify;"> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[novo mundo, velho mundo]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2009/01/26/novo-mundo-velho-mundo/</link>
<pubDate>Mon, 26 Jan 2009 10:03:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
<guid>http://novomundo3.wordpress.com/2009/01/26/novo-mundo-velho-mundo/</guid>
<description><![CDATA[Eis uma excelente oportunidade para debater se é este ( ou não) um daqueles momentos de viragem: E A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-789" title="e agora, obama?" src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2009/01/capa-70-edoc-obama-cs.jpg" alt="e agora, obama?" width="305" height="448" /></p>
<p>Eis uma excelente oportunidade para debater se é este ( ou não) um daqueles momentos de viragem:</p>
<div style="text-align:center;"><span style="font-size:130%;"><span style="font-size:medium;"><a href="http://ovalordasideias.blogspot.com/2009/01/e-agora-obama-debate-sobre-relao-entre.html">E AGORA, OBAMA?<br />
Perspectivas das novas relações entre Europa e EUA<br />
</a></span></span></div>
<div style="text-align:center;"><em>pelos Professores Carlos Santos e Seabra Figueiredo</em></div>
<div style="text-align:center;"><em>SERÕES CULTURAIS DA BONJÓIA</em></div>
<div style="text-align:center;"><em></em></div>
<div style="text-align:center;"><em></em></div>
<div style="text-align:center;"><em>TERTÚLIAS À MODA DO PORTO</em></div>
<div style="text-align:center;"><em>LOCAL: Quinta da Bonjóia. Rua da Bonjóia 185, Porto</em><br />
<span style="text-decoration:underline;">QUINTA, 29 de Janeiro 2009 / 21H15</span></div>
<div style="text-align:center;"> </div>
<div style="text-align:justify;">O pessimismo é um valor seguro a prazo, mas há sempre lugar para a novidade <em>eu acredito que ele possa realmente trazer mudança. Já conseguiu mudar a cor da América no mundo, mas eu espero muito mais. A ver vamos…</em>(<a href="http://novomundo3.wordpress.com/2009/01/21/palavras-que-magoam-como-punhos-fechados/">Celi M</a>).</div>
<div style="text-align:justify;"> </div>
<div> </div>
<div> </div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pesquisador europeu discute ecossistemas digitais]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/2008/11/11/pesquisador-europeu-discute-ecossistemas-digitais/</link>
<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 10:00:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
<guid>http://carlosscomazzon.wordpress.com/2008/11/11/pesquisador-europeu-discute-ecossistemas-digitais/</guid>
<description><![CDATA[O grupo de pesquisa Comunicação e Tecnologias Digitais (Comtec), do Programa de Pós-graduação em Com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O grupo de pesquisa Comunicação e Tecnologias Digitais (Comtec), do Programa de Pós-graduação em Comunicação Social da Metodista, e o Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação (IPTI) promovem o seminário <em>State of the Art in Digital Ecosystems Research (O estado da arte da pesquisa em ecossistemas digitais)</em> nesta terça-feira, dia 11 de novembro, às 14 horas, em São Bernardo do Campo (SP). O seminário terá como palestrante Paolo Dini, <em>senior research fellow</em> do Departamento de Mídia e Comunicação da London School of Economics and Political Science (LSE).</p>
<p>O ecossistema digital surge como um conceito inovador para dar suporte à adoção e ao desenvolvimento de tecnologias de informação e comunicação. Dini trabalha particularmente em projetos voltados para o desenvolvimento local com vistas à inclusão social, geração de empregos e com ênfase em pequenas e médias empresas. O seminário buscará oferecer visões globais sobre ecossistemas digitais com foco em ciências sociais e da computação. Serão discutidos aspectos teóricos e aplicações.</p>
<p>Dini trabalha com ecossistemas digitais desde 2002 em projetos financiados pela Comunidade Européia. Sua formação multidisciplinar inclui física, eletrônica, novas mídias, ciências da computação e ciências sociais. O evento é gratuito com vagas limitadas. A palestra será proferida em inglês, e as inscrições podem ser feitas por <a title="Comtec" href="mailto:comtec@metodista.br" target="_blank">e-mail</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vote Gaddafi pra OTAN.]]></title>
<link>http://obocatriste.wordpress.com/2008/08/30/vote-gaddafi-pra-otan/</link>
<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 12:44:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Silveira</dc:creator>
<guid>http://obocatriste.wordpress.com/2008/08/30/vote-gaddafi-pra-otan/</guid>
<description><![CDATA[Gaddafi e Berlusconi Foto: www.bbc.co.uk Os palestinos seguem morrendo por falta de comida e moral, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Gaddafi e Berlusconi Foto: www.bbc.co.uk Os palestinos seguem morrendo por falta de comida e moral, ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[the problem is often exaggerated... ]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2008/08/25/often-exaggerated/</link>
<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 15:59:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
<guid>http://novomundo3.wordpress.com/2008/08/25/often-exaggerated/</guid>
<description><![CDATA[(&#8230;) Many of these provinces are beyond the control of the respective governments or the intern]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>(&#8230;) Many of these provinces are beyond the control of the respective governments or the international community.</em></p>
<p><em> In many cases, the absence of monitoring has turned these territories into havens for smuggling as well as illegal trafficking in arms, people and drugs. </em></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-427" src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2008/08/caucasus.jpg" alt="" width="441" height="480" /></p>
<p><em><!--more-->Corruption and human-rights abuses are rampant. These areas are marked by their lack of democratic electoral procedures and their unfree or biased media. The ethnic dimension of the problem is often exaggerated to help conceal the criminal practices. </em></p>
<p><em>Moreover, an area home to such activities poses a threat to the prosperity and development of adjacent nations. Official authorities are compelled to counter attacks from separatist paramilitaries. But they are not always successful. </em></p>
<p><em>Before large-scale combat erupted in Georgia, Russian peacekeepers failed to prevent the shelling of Georgian territory by South Ossetian separatists. Indeed, that activity intensified in the days before the greater conflict</em>.( <a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2008/08/24/AR2008082401856.html?wpisrc=newsletter&#38;wpisrc=newsletter&#38;wpisrc=newsletter">Victor Yushchenko</a>, presidente da Ucrânia)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["the critical question"]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2008/08/19/the-critical-question/</link>
<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 12:40:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
<guid>http://novomundo3.wordpress.com/2008/08/19/the-critical-question/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;The critical question now is whether the West is prepared to behave like the West, to speak w]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>&#8220;The critical question now is whether the West is prepared to behave like the West, to speak with one voice and create a common transatlantic policy.</em></p>
<p><em> In recent years, Russia has preferred to deal with Western countries and their leaders one by one. Just last week, an affiliate of </em><a href="http://www.washingtonpost.com/ac2/related/topic/OAO+Gazprom?tid=informline"><span style="color:#0c4790;"><em>Gazprom</em></span></a><em>, the Russian state-dominated gas company, added a former Finnish prime minister to its payroll &#8212; which already includes former German chancellor Gerhard Schroeder&#8221; </em><a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2008/08/18/AR2008081801852.html?wpisrc=newsletter&#38;wpisrc=newsletter">(Anne Applebaum)</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://novomundo3.files.wordpress.com/2008/08/putin.jpg"><img class="size-medium wp-image-416 aligncenter" src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2008/08/putin.jpg?w=300" alt="" width="300" height="217" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[COMUNIDADE EUROPÉIA: PORTUGAL ESTUDA PROFISSIONALIZAR MÉDICOS DO SERVIÇO PÚBLICO]]></title>
<link>http://faxsindical.wordpress.com/2008/07/29/comunidade-europeia-portugal-estuda-profissionalizar-medicos-do-servico-publico/</link>
<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 14:37:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>gh7a</dc:creator>
<guid>http://faxsindical.wordpress.com/2008/07/29/comunidade-europeia-portugal-estuda-profissionalizar-medicos-do-servico-publico/</guid>
<description><![CDATA[A idéia da profissionalização dos médicos do serviço público, transformando-os em servidores de dedi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><code><br />
<span style="font-family:Courier New;"><br />
 <span style="font-size:12pt;font-family:Dactylographe;"><b> A idéia da profissionalização dos médicos do serviço público, transformando-os em servidores de dedicação exclusiva com salário digno, é uma proposta que sempre foi vista por vários analistas como a salvação para o sistema público de saúde. Em Portugal, o Governo resolveu adotar a idéia e prepara uma proposta para profissionalizar os médicos do serviço público. Mas, entre os doutores portugueses há um temor muito grande. É relativo aos salários. A manter o atual padrão salarial teme-se que os doutores não terão nenhuma empolgação em aderir ao novo sistema. De qualquer modo, a realidade e o mercado colocaram a questão no centro dos debates. </p>
<p>Uma política justa de recursos humanos para o setor é indispensável e seus efeitos sobre o funcionamento do sistema serão, sem dúvida, benéficos. Isso é verdade tanto na Europa quanto no Brasil.</p>
<p>29 Julho 2008 - 02h00<br />
Saúde: Proposta de revisão das carreiras na função pública<br />
Médicos obrigados à exclusividade<br />
O Governo quer impor aos médicos dedicação exclusiva ao Serviço Nacional de Saúde, sem possibilidade de opção por um regime de trabalho a tempo parcial. A medida integra a proposta do Ministério da Saúde para a revisão das carreiras médicas dentro da FunçãoPública. Só nos hospitais há mais de 11 mil médicos sem exclusividade.</p>
<p>Leia todos os pormenores em exclusivo na edição de terça-feira do Jornal 'Correio da Manhã'.<br />
<a href="http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000181-0000-0000-0000-000000000181&#38;contentid=7E280937-5367-452E-802C-A0AB040DC103" rel="me">FONTE: “CORREIO DA MANHÃ”, de Lisboa. http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000181-0000-0000-0000-000000000181&#38;contentid=7E280937-5367-452E-802C-A0AB040DC103<br />
</a></p>
<p style="text-align:center;"><b>TAGS</B></p>
<p><a href="http://technorati.com/tag/m%C3%A9dicos" rel="tag">médicos</a>, <a href="http://technorati.com/tag/hospitais" rel="tag">Hospitais</a>, <a href="http://technorati.com/tag/recursos%20humanos" rel="tag">recursos humanos</a>, <a href="http://technorati.com/tag/rh" rel="tag">RH</a>, <a href="http://technorati.com/tag/sa%C3%BAde%20p%C3%BAblica" rel="tag">Saúde Pública</a>, <a href="http://technorati.com/tag/administra%C3%A7%C3%A3o%20p%C3%BAblica" rel="tag">administração pública</a>, <a href="http://technorati.com/tag/governan%C3%A7a" rel="tag">governança</a>, <a href="http://technorati.com/tag/governo" rel="tag">Governo</a> <a href="http://technorati.com/tag/portugal" rel="tag">Portugal</a>, <a href="http://technorati.com/tag/comunidade%20europ%C3%A9ia" rel="tag">Comunidade Européia</a>.<br />
</b></span></p>
<p></code></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comunidade Européia - PORTUGAL - Bloco de Esquerda propõe ao Parlamento salários decentes para médicos com saída para a Saúde Pública.]]></title>
<link>http://faxsindical.wordpress.com/2008/07/21/comunidade-europeia-portugal-bloco-de-esquerda-propoe-ao-parlamento-salarios-decentes-para-medicos-com-saida-para-a-saude-publica/</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 14:34:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>gh7a</dc:creator>
<guid>http://faxsindical.wordpress.com/2008/07/21/comunidade-europeia-portugal-bloco-de-esquerda-propoe-ao-parlamento-salarios-decentes-para-medicos-com-saida-para-a-saude-publica/</guid>
<description><![CDATA[Ovo de Colombo: Bloco de Esquerda propõe no Parlamento português a elevação dos salários médicos com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><code><span style="font-family:&#34;"><br />
<span style="font-size:12pt;font-family:Dactylographe;"><br />
<strong>Ovo de Colombo: Bloco de Esquerda propõe no Parlamento português a elevação dos salários médicos como forma de fixar os profissionais na rede pública de saúde.</strong> A falta de médicos no serviço público em Portugal tornou-se um problema crônico e um grande incômodo para o país. No mundo da política, os debates sobre os negócios públicos da saúde têm ocupado um grande espaço, bem como na mídia portuguesa. A situação gera preocupações até entre as autoridades da Comunidade Européia.<a rel="me" href="http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=81FC30CC-946E-421B-9D54-DAF90CF68175&#38;channelid=F48BA50A-0ED3-4315-AEFA-86EE9B1BEDFF&#60;br &#62;&#60;/a&#62;&#38;#xd;&#38;#xa;"> A notícia está no Correio da Manhã, de Lisboa e pode ser lida em http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=81FC30CC-946E-421B-9D54-DAF90CF68175&#38;channelid=F48BA50A-0ED3-4315-AEFA-86EE9B1BEDFF<br />
ou na transcrição abaixo.</a></p>
<p>18 Julho 2008 - 00h27<br />
<strong><span style="text-decoration:underline;">Proposta do BE: Médicos bem pagos</span></strong><br />
O Bloco de Esquerda quer que o Governo aumento os ordenados dos médicos, que mantenha os internos dez anos no Serviço Nacional de Saúde e que suspenda as licenças sem vencimento para aqueles que querem ir para o privado. São sete as medidas para travar a falta de clínicos de um projecto de resolução do deputado João Semedo, apresentado ontem.</p>
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pública</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/recursos+humanos"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=recursos+humanos" alt=" " />recursos humanos</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/pol%C3%ADtica"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=pol%C3%ADtica" alt=" " />política</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/elei%C3%A7%C3%B5es"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=elei%C3%A7%C3%B5es" alt=" " />eleições</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/profissionais+liberais"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=profissionais+liberais" alt=" " />profissionais liberais</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/central+sindical"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=central+sindical" alt=" " />central sindical</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/fax+sindical"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=fax+sindical" alt=" " />fax sindical</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/Congresso+Nacional"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=Congresso+Nacional" alt=" " />Congresso Nacional</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/Presidente+Lula"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=Presidente+Lula" alt=" " />Presidente Lula</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/Minist%C3%A9rio+da+Sa%C3%BAde"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=Minist%C3%A9rio+da+Sa%C3%BAde" alt=" " />Ministério da Saúde</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/sindicalismo"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=sindicalismo" alt=" " />sindicalismo</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/hospital"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=hospital" alt=" " />hospital</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/hospital"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=hospital" alt=" " /></a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/m%C3%A9dicos"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=m%C3%A9dicos" alt=" " />médicos</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/RH"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=RH" alt=" " />RH</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/CNPL"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=CNPL" alt=" " />CNPL</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/FENAM"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=FENAM" alt=" " />FENAM</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/CSP"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=CSP" alt=" " />CSP</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/CUT"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=CUT" alt=" " />CUT</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/tributo"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=tributo" alt=" " />tributo</a><a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/Ministério da Fazenda"><img style="border:0;vertical-align:middle;margin-left:.4em;" src="http://static.technorati.com/static/img/pub/icon-utag-16x13.png?tag=Ministério da Fazenda" alt=" " />Ministério da Fazenda</a></p>
<p></span></span></code></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[europeu]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2008/06/30/europeu/</link>
<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 08:58:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
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<description><![CDATA[Claro que fico contente com a vitória da seleção espanhola: porque é uma seleção ibérica, porque jog]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://novomundo3.files.wordpress.com/2008/06/europa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-293" src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2008/06/europa.jpg?w=300" alt="" width="300" height="250" /></a></p>
<p>Claro que fico contente com a vitória da seleção espanhola: porque é uma seleção ibérica, porque jogou bem e melhor do que a adversária, porque realizou uma excelente &#8220;campanha&#8221; ao longo do Europeu. Sim, e porque mostrou que os &#8220;baixinhos&#8221; podem superiorizar-se aos &#8220;grandes&#8221; desde que joguem com arte e atitude.</p>
<p>Também fiquei maravilhado com a forma alucinante como a seleção turca jogou. Sim, e também porque imagino que ajude a reforçar o sentimento europeu na Turquia e a baixar as resistências contra a candidatura turca na Comunidade Europeia.</p>
<p>E muito me alegram os êxitos da seleção internacional brasileira, de Portugal à Turquia, neste Europeu.</p>
<p>Naturalmente, aprecio com muito gosto a regularidade com que a seleção portuguesa se tem apresentado nos Europeus/Mundiais desde finais do século passado, e seu estatuto de &#8220;potência&#8221; futebolística.</p>
<p>Não menos importante, também me alegra um Europeu assim: jogado em dois países (e podiam ser três ou quatro).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["a kind of bastard populism"]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2008/06/27/a-kind-of-bastard-populism/</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 07:26:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
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<description><![CDATA[In their innermost souls most of them probably know that the institutional changes envisaged in the ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>In their innermost souls most of them probably know that the institutional changes envisaged in the Lisbon treaty were, if anything, far too modest to give the EU even a modicum of the political clout it will need as the 21st century progresses. </em></p>
<p><em>But they were afraid to say so. Indeed, their treaty was expressly designed not to say so. </em></p>
<p><em>Their whole object was to present the narrowest possible front to Eurosceptic opposition, to smuggle barely adequate changes into law, in the hope that nobody would notice</em>. (<a href="http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2008/jun/27/eu.ireland">David Marquand </a>)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[what now?]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2008/06/13/what-now/</link>
<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 15:59:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
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<description><![CDATA[Goste-se ou não do Tratado de Lisboa, a Europa Comunitária vai cair num impasse, num interregno mais]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Goste-se ou não do Tratado de Lisboa, a Europa Comunitária vai cair num impasse, num interregno mais ou menos longo, que nos prejudicará a todos.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-278" src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2008/06/irish-coffee.jpg?w=114" alt="" width="114" height="170" /></p>
<p>Felizmente, não há crise económica à escala mundial, nem os combustíveis, nem os alimentos estão cada dia mais caros, nem a concorrência de outras regiões do mundo afectam a boa e velha Europa. Deve ser por isso que não fizeram um &#8220;plano B&#8221; caso o referendo irlandês bloqueasse a coisa. <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1332208">Como é o caso</a>.<a href="http://novomundo3.files.wordpress.com/2008/06/irish-coffee.jpg"></a></p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
