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	<title>conjuntura-economica &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/conjuntura-economica/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "conjuntura-economica"</description>
	<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 09:45:13 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Teoria dos Preços]]></title>
<link>http://minhasmelhoresaulas.wordpress.com/2009/08/25/teoria-dos-precos/</link>
<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 21:16:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
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<description><![CDATA[Atenção pessoal de teoria dos preços. Vocês fizeram por onde e conseguiram: agora, na página do plan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Atenção pessoal de teoria dos preços. Vocês fizeram por onde e conseguiram: agora, na página do plano de aula (você já sabe como chegar lá, presumo), há também uma seção de &#8220;leituras aplicadas&#8221;. Inaugurando a dita cuja, uma carta do Alex Schwartsman no qual o mesmo explicita, em apêndice, o argumento formal que lhe serve de base para o texto da carta.</p>
<p>Quem acha que teoria econômica não dá uma boa análise econômica acaba de cair do cavalo. Se você já entendeu a maximização &#8211; ver aula de hoje &#8211; falta pouco para saber fazer exatamente o que Alex faz na carta.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Nepom, segunda-feira]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2009/06/05/nepom-segunda-feira/</link>
<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 11:35:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
<guid>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2009/06/05/nepom-segunda-feira/</guid>
<description><![CDATA[A última reunião aberta do Nepom deste semestre será na próxima segunda-feira. Agende-se.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A última reunião aberta do Nepom deste semestre será na próxima segunda-feira. <a href="http://nepom.wordpress.com/2009/06/05/reuniao-do-nepom/">Agende-se</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Nordeste sofre menos com impacto da crise mundial]]></title>
<link>http://outroladodanoticia.wordpress.com/2009/03/24/nordeste-sofre-menos-com-impacto-da-crise-mundial/</link>
<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 12:25:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Osvaldo Bertolino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Os efeitos negativos da crise global têm apresentado um impacto menor sobre a economia nordestina do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Os efeitos negativos da crise global têm apresentado um impacto menor sobre a economia nordestina do que sobre a brasileira. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A análise é apresentada na mais recente edição da revista <em>BNB Conjuntura Econômica</em>, editada pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene) (veja a<a href="http://www.bnb.gov.br/projwebren/Exec/rce.aspx">qui</a>). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Segundo a revista, uma menor vulnerabilidade da economia nordestina ficou mais evidente diante dos indicadores divulgados nos meses de dezembro e janeiro, quando produção industrial, comércio varejista ampliado, arrecadação de receitas federais, operações de crédito, depósitos bancários e mercado formal de trabalho registraram variações negativas maiores em âmbito nacional do que regional. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Os técnicos responsáveis pelo estudo apontam algumas razões para explicar o resultado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A primeira é que, no Nordeste, cerca de dois terços da intermediação financeira estão a cargo dos bancos públicos, que dispõem de fontes de recursos mais estáveis, enquanto que em âmbito nacional essa posição é invertida, ficando a intermediação financeira sob responsabilidade de bancos privados, por sua vez mais dependentes de fontes externas de financiamento, especialmente no que tange a operações de comércio exterior. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Em segundo lugar, os estudiosos destacam o grau de abertura comercial da economia, que no caso do Nordeste é bem menor do que no país, o que torna a economia regional menos dependente das oscilações do comércio internacional.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Em janeiro, enquanto a produção física da indústria nordestina apresentou queda de 10,7% contra 17,2% da nacional. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">No campo, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção nordestina de cereais, leguminosas e oleaginosa deverá alcançar, em 2009, 12,9 milhões de toneladas, com crescimento de 3,4% sobre 2008. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Para o Brasil a expectativa é de uma redução de 7,3%. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Na área comercial, entretanto, o aumento de 8,8% no volume de vendas do comércio varejista ampliado do Nordeste (comércio varejista mais os segmentos de veículos e material de construção) ficou ligeiramente abaixo do índice nacional (9,9%). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">O mesmo aconteceu com as exportações no mês de janeiro, com redução de 31,4% em relação ao mesmo mês de 2008 (- 26,3% no Brasil). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">No mesmo período, as importações caíram 43,4% no Nordeste e 16,6% em nível nacional. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Entre fim de novembro e início de dezembro, registrou-se redução de 8% nas operações de crédito no Nordeste e de 11,6%, em âmbito nacional. Já a arrecadação federal no Nordeste alcançou, em janeiro, R$ 2,6 bilhões (excluindo Previdência), queda real de 7,4% sobre o mesmo mês de 2008, contra 11,8% no Brasil como um todo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">O mercado de trabalho formal também continua sendo afetado pelos efeitos da crise financeira internacional. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Em janeiro último, o saldo líquido (admissões menos desligamentos) foi negativo: perda de 24,3 mil postos de trabalho no Nordeste e 101,7 mil no Brasil. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">No Nordeste, à exceção da construção civil, que obteve pequena evolução, os demais setores pesquisados pelo Ministério do Trabalho registraram saldo negativo no emprego formal. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Os maiores impactos foram na agropecuária, com 8 mil postos a menos, indústria, 7,7 mil; comércio, 6,6 mil; e os serviços, com menos 2,3 mil vagas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A informação é do portal Plenário</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Clima Econômico]]></title>
<link>http://nepom.wordpress.com/2009/02/19/o-clima-economico/</link>
<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 09:14:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
<guid>http://nepom.wordpress.com/2009/02/19/o-clima-economico/</guid>
<description><![CDATA[Cristiano Costa se pergunta se estamos ou não em recessão. Na verdade, este é um tema que se resolve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Cristiano Costa se pergunta se estamos ou não em <a href="http://cristianomcosta.blogspot.com/2009/02/se-ja-nao-e-vai-ser.html">recessão</a>. Na verdade, este é um tema que se resolve com um bom estudo dos dados de conjuntura. A próxima reunião do NEPOM, em 09 de março, será esclarecedora neste aspecto. Confira detalhes sobre a reunião na barra lateral à direita.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Análise de Conjuntura - Janeiro/2009]]></title>
<link>http://nepom.wordpress.com/2009/01/19/titulo/</link>
<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 19:08:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Renato Moreira Byrro</dc:creator>
<guid>http://nepom.wordpress.com/2009/01/19/titulo/</guid>
<description><![CDATA[O que o COPOM fará em 20 e 21 de janeiro deste ano? Para responder a esta pergunta, analisamos dados]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O que o COPOM fará em 20 e 21 de janeiro deste ano?</p>
<p>Para responder a esta pergunta, analisamos dados sobre a atividade econômica, inclusive emprego, comércio, indústria e agricultura. Também são incorporados à análise dados sobre confiança e expectativas de mercado. Finalmente, apresentamos o resultado de mais uma estimativa de nosso modelo de previsão sobre as ações do COPOM para esta reunião.</p>
<h3 style="text-align:justify;">1) Atividade Econômica</h3>
<h4 style="text-align:justify;">1.a) Emprego</h4>
<p style="text-align:justify;">A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) realizada pelo IBGE, referente a novembro/08, mostrou que a taxa de desocupação da população economicamente ativa ainda não foi afetada pela redução na atividade econômica e piora nas expectativas e confiança do mercado.</p>
<p style="text-align:justify;">Dados da Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (PIMES), também do IBGE, indicaram expansão de 0,9% do rendimento médio real, o segundo melhor resultado da série histórica para um mês de novembro.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto, os dados preliminares divulgados pelo Caged, referentes a dezembro/08, mostraram um fechamento de postos de trabalho com carteira assinada (mais de 600 mil) duas vezes acima da média do mês nos anos anteriores.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda não podemos analisar os efeitos deste número sobre a renda, mas esperamos que o rendimento médio tenha ficado estável em dezembro, o que não é um resultado ruim comparado com anos anteriores, mas seria uma inversão na tendência de alta da renda em dezembro que vem desde 2005.</p>
<h4 style="text-align:justify;">1.b) Comércio</h4>
<p style="text-align:justify;">A última Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) divulgada pelo IBGE indicou uma queda de 2,27% no comércio varejista em novembro/08, na comparação com outubro/08. A série tem forte influência sazonal, mas o mês de novembro não apresenta um comportamento com padrão observável, o que torna difícil tomar qualquer conclusão a respeito desta variação.</p>
<p style="text-align:justify;">Desde o ano 2000, é o quinto resultado negativo em novembro. Outras quedas, até mesmo em magnitude superior, foram observadas nos anos 2001, 2002, 2004 e 2005.</p>
<p style="text-align:justify;">As perspectivas de redução na atividade econômica e elevação do desemprego em grande parte das economias mundiais &#8211; e também no Brasil, embora com menor intensidade &#8211; pode ter contribuído para a piora no quadro do varejo, mas os números não nos permitem uma conclusão prudente. Também não é possível afirmar com segurança se houve uma inversão da tendência de alta no setor, o que seria um forte indicador de redução da dinâmica na economia e da pressão sobre o nível de preços ao consumidor.</p>
<p style="text-align:justify;">O comércio de materiais de construção apresentou, no mesmo período, queda mais abrupta, de 9,04%, que certamente é reflexo da forte contração na concessão de empréstimos para o setor imobiliário. O cenário de maior incerteza também contribuiu para a redução de investimentos por parte do setor de construção civil e, consequentemente, para a queda nas vendas do comércio da área.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro setor comercial profundamente afetado pela contração no setor de crédito foi o de veículos, motos e peças, que apresentou redução de 16,8% em novembro/08.</p>
<p style="text-align:justify;">Consideramos que as quedas verificadas, apesar de intensas, são pontuais e os setores comerciais de construção civil e veículos devem começar a para retomar a atividade normal a partir do segundo trimestre de 2009, liderados pelo início de retomada da confiança no setor de crédito.</p>
<h4 style="text-align:justify;">1.c) Indústria</h4>
<p style="text-align:justify;">Após a queda de 2,8% em outubro, o índice de Produção Industrial Mensal (PIM) do IBGE, sofreu nova redução em novembro, de 5,2%. Esperamos outra redução em dezembro, talvez até de maior magnitude, tendo em vista a paralisação de atividades com acordos de férias coletivas e suspensão de contratos de trabalho entre sindicatos e setores de grande peso na indústria brasileira.</p>
<p style="text-align:justify;">Dos 26 setores industriais avaliados pela pesquisa, 20 apresentaram queda na produção (77%), o que indica um quadro de redução generalizada na atividade industrial.</p>
<p style="text-align:justify;">Desde 2002, em média, apenas 12 dos 26 setores apresentaram queda no mês de novembro. Os piores resultados haviam sido em novembro de 2004 e 2007, quando 17 e 15 setores apresentaram queda, respectivamente, frente ao mês de outubro dos mesmos anos.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto, podemos observar que dos 20 setores em queda, apenas 7 apresentaram uma variação de magnitude &#8220;anormal&#8221;: borracha e plástico, metalurgia básica, máquinas e equipamentos, máquinas para escritórios e eq. de informática, material eletrônico e aparelhos e eq. de comunicações, eq. hospitalares e veículos automotores. Os demais setores não sofreram queda fora do normal observado nos últimos anos.</p>
<p style="text-align:justify;">Destes sete, apenas os de materiais para escritório e eq. de informática, material eletrônico e aparelhos e eq. de comunicações e de veículos automotores vinham crescendo num ritmo superior à indústria geral nos últimos anos.</p>
<p style="text-align:justify;">Sabemos que o consumo relacionado a estes três setores é muito dependente do crédito. A expansão da produção acima da média pode ser explicada pela aceleração da expansão do crédito ao consumo. A contração no crédito também pode explicar a redução abrupta na produção destes setores no mês de novembro/08.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar de ainda não observarmos melhora no quadro de crédito, as vendas de veículos automotores apresentaram alta na primeira quinzena de 2009, com variação positiva de 6,55% sobre igual período do mês de dezembro, que já havia apresentado expressiva alta.</p>
<p style="text-align:justify;">Esperamos que as quedas observadas na produção destes segmentos industriais sejam pontuais e, a partir do segundo ou terceiro trimestre de 2009 já haja uma recuperação da indústria, em consequência da retomada do setor de crédito bancário.</p>
<h4 style="text-align:justify;">1.d) Agricultura</h4>
<p style="text-align:justify;">De acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LPSA) do IBGE, houve um aumento médio de 12,5% na produção agrícola brasileira na comparação entre as safras de 2007 e 2008.</p>
<p style="text-align:justify;">No mesmo período, a área plantada e colhida cresceram, respectivamente, 4,6% e 4,8%, em média.</p>
<p style="text-align:justify;">Os estoques médios de produtos agrícolas no comércio (incluindo supermercados) cresceram 172% no primeiro semestre de 2008, em comparação com o segundo semestre de 2007. Na indústria e nos serviços de armazenagem, os estoques cresceram, respectivamente, 120% e 155% no mesmo período. Na produção agropecuária, a elevação dos estoques foi ainda maior: 314%.</p>
<p style="text-align:justify;">A queda na demanda e nos preços internacionais de commodities agrícolas, o aumento dos estoques nos primeiros seis meses de 2008 e a elevação expressiva na safra do ano passado, devem contribuir de forma positiva para o controle do nível geral de preços em 2009, com maior oferta de produtos agrícolas no mercado interno.</p>
<h3 style="text-align:justify;">2) Confiança do Mercado</h3>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" title="Índices de Confiança do Consumidor" src="http://br.geocities.com/rmbyrro/confianca_cons.PNG" alt="" width="447" height="339" /></p>
<p style="text-align:justify;">O índice de situação presente demonstrou uma melhora de novembro para dezembro, mas o índice de expectativas dos consumidores se mantêm em queda, sugerindo que o mercado espera uma piora na situação econômica em 2009, o que deve contribuir para o arrefecimento do consumo neste início de ano.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" title="Índices de Confiança da Indústria" src="http://br.geocities.com/rmbyrro/confianca_industria.PNG" alt="" width="438" height="326" /></p>
<p style="text-align:justify;">Ambos os índices mostram uma abrupta piora na confiança e expectativa da indústria. Isto sugere que deverá haver uma redução no ritmo de investimentos da economia, penalizando, principalmente, os setores produção de bens  intermediários e de capital. Além disso, é de se esperar um primeiro trimestre ainda negativo para a produção industrial em 2009.</p>
<h3 style="text-align:justify;">3) Expectativas de Mercado</h3>
<p><img class="aligncenter" title="Expectativas de mercado (Focus) para IPCA em 2009 e 2010" src="http://br.geocities.com/rmbyrro/expectativa_ipca.PNG" alt="" width="422" height="319" /></p>
<p style="text-align:justify;">As expectativas de inflação para 2009 e 2010 começaram a subir já no início do ano de 2008 e só cederam após o início da alta nos juros promovida pelo BC e a piora no cenário internacional, após a quebra do banco Lehman Brothers nos EUA.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda assim, a expectativa para 2010 está exatamente no centro da meta de inflação, de 4,5% . Mesmo com a perspectiva de queda na demanda externa e interna e a redução na atividade industrial observada nos últimos meses, as expectativas para o ano que vem ainda não cederam. O mercado provavelmente incorporou os efeitos da desvalorização cambial, que ainda não foram sentidos na economia devido a um ciclo de alta nos estoques pelo qual passamos, que dificulta o repasse de preços ao consumidor final. Esperamos que, nos próximos meses, sejam sentidos com maior intensidade os efeitos do <em>pass-throught</em> cambial sobre a inflação.</p>
<p style="text-align:justify;">O gráfico abaixo demonstra a resposta do IPCA, da expectativa de mercado para IPCA e da taxa Selic para um choque no câmbio em nossas estimativas preliminares. Podemos observar que a transmissão para a inflação chega no seu pico aproximadamente 10 períodos após o choque, que na situação atual, seria em julho/09.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Vetor Auto-Regressivo - Impulso/Resposta" src="http://br.geocities.com/rmbyrro/var_impulso_resposta.PNG" alt="" width="533" height="166" /><a title="Clique para ampliar o gráfico" href="http://br.geocities.com/rmbyrro/var_impulso_resposta.PNG" target="_blank">Clique para ampliar</a></p>
<p style="text-align:justify;">A combinação dos dados apresentados com a passagem pelo pico no ciclo de estoques nos indica que a transmissão do câmbio para os preços se dará de forma acumulada e mais intensa no segundo semestre do ano corrente. Note, contudo, que os intervalos de confiança não permitem uma análise mais profunda sobre o caráter temporal do <em>passthrough</em>. Este é um dos temas de estudo dos nossos grupos de trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;">No gráfico abaixo, as expectativas de mercado desde o início de 2008 com relação ao fechamento da meta Selic em 2009 e 2010.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" title="Expectativa de Mercado para Selic em 2009/2010" src="http://br.geocities.com/rmbyrro/expectativa_selic.PNG" alt="" width="441" height="317" /></p>
<p style="text-align:justify;">A partir de meados de 2008, a expectativa para 2009 começou a se descolar do ano 2010. O mercado esperava uma Selic mais alta em 2009, mas não revisava para cima na mesma intensidade suas expectativas para 2010, o que indica que já precificavam quedas na taxa básica após o ciclo de aperto monetário.</p>
<p style="text-align:justify;">A deterioração da conjuntura externa apenas antecipou o que já estava precificado na expectativa dos analistas pesquisados pelo boletim Focus.</p>
<p style="text-align:justify;">Atualmente, o mercado espera um corte de 2,5 pontos-base na Selic até o final de 2009, e apenas 0,25 ponto em 2010. Desta forma, a expectativa de inflação a 4,5% em 2010 incorpora este corte de 2,5 pontos até dezembro/09.</p>
<p style="text-align:justify;">Um corte agressivo na Selic este início de ano pelo BC, poderia colocar em risco a estabilidade de preços no ano que vem, o que com certeza será evitado ao máximo pela autoridade monetária.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" title="Expectativa de Mercado para Crescimento do PIB em 2009/2010" src="http://br.geocities.com/rmbyrro/expectativa_pib.PNG" alt="" width="435" height="294" /></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" title="Expectativa de Mercado para Crescimento da Produção Industrial em 2009/2010" src="http://br.geocities.com/rmbyrro/expectativa_producaoindustrial.PNG" alt="" width="446" height="328" /></p>
<p style="text-align:justify;">Há forte queda das expectativas para crescimento do PIB e da Produção Industrial em 2009, o que é totalmente devido aos recentes acontecimentos no sistema financeiro e economia internacional.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto, os gráficos demonstram que houve uma contaminação muito pequena das expectativas para o ano de 2010. Apesar de algumas variações negativas, ambos os índices vêm subindo novamente nas pesquisas das últimas semanas.</p>
<p style="text-align:justify;">Este quadro indica que o Banco Central não tem muito espaço para promover quedas agressivas na taxa básica, já que o mercado espera inflação no centro da meta e produto interno e indústria em expansão no ano que vem.</p>
<h3 style="text-align:justify;">4) Conclusão</h3>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Parte 1 &#8211; Um resumo do que vimos</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A redução na atividade econômica e o alívio sobre o nível de preços da economia parece ser pontual e esperamos que se restrinja ao primeiro semestre de 2009.</p>
<p style="text-align:justify;">A influência do <em>pass-through</em> cambial deverá ser sentida sobre a inflação com maior intensidade também a partir de meados do ano corrente.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar da alta esperada nos estoques de produtos agrícolas atuais, as incertezas do mercado de crédito e as fortes quedas nas cotações de commodities serão incentivos negativos que devem conter o crescimento da safra de 2009, causando preocupações quanto à oferta e nível de preços agrícolas internos para o final de 2009 e início de 2010.</p>
<p style="text-align:justify;">As expectativas de mercado para 2010 com relação à inflação e atividade econômica não demonstram muito espaço para abandono do conservadorismo na condução da política monetária.</p>
<p style="text-align:justify;">O cenário pelo qual passamos já é de muita incerteza, e o Banco Central certamente será cauteloso para não elevar ainda mais as incertezas do mercado com uma guinada na política monetária.</p>
<p style="text-align:justify;">O principal fator determinante da diminuição na atividade produtiva brasileira no último trimestre foi a contração no crédito, e este se deveu a uma crise de confiança e de incerteza que se instalou em todo o mundo. Para impedir a instalação de um círculo vicioso, o BC precisa contribuir para a restauração da confiança do mercado. Isto significa sinalizar que seguirá firme no compromisso assumido com a política monetária do Sistema de Metas.</p>
<p style="text-align:justify;">Acreditamos que um posicionamento mais agressivo do BC poderia desancorar as expectativas e inibir investimentos de longo prazo. Isto seria especialmente danoso para a inflação e para os setores industriais que hoje mais sofrem com a piora no cenário econômico: bens de consumo duráveis, intermediários e de capital.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Parte II &#8211; Resultados do Modelo Econométrico do NEPOM</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Como visto acima, é possível que o Copom altere o comportamento da taxa de juros. Mas como ele fará isto? Com uma redução de 0.50 ponto? Ou de 0.25? Mais ainda: qual a probabilidade de que a taxa caia nesta ou naquela magnitude?</p>
<p>Para responder a esta pergunta atualizamos nosso modelo econométrico levando em conta os dados da conjuntura atual e os resultados são:</p>
<p style="text-align:justify;">Probabilidade de 31% para uma redução de 0,75 ponto.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Probabilidade de 63% para uma redução de 0,50 ponto.</em><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Probabilidade de 6% de uma redução de 0,25 ponto.</p>
<p style="text-align:justify;">Probabilidade de 0,15% de manutenção da taxa em 13,75% a.a.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Desta forma, esperamos que o Copom reduza a Selic em 0,50 ponto</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align:justify;">(*) Agradecimento especial a Pedro Henrique Sant&#8217;anna, pela estimativa dos modelos VAR e Probit.</p>
<p style="text-align:justify;">(**) Devido ao período de férias universitárias, apenas Renato M. Byrro e Pedro H. Sant&#8217;anna trabalharam nesta análise do NEPOM. Também por conta disto, nossa análise econométrica levou em conta apenas os dados atuais  da conjuntura. Não foram considerados cenários alternativos, como usualmente fazemos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Trocadilho]]></title>
<link>http://oimperativocategorico.wordpress.com/2008/10/30/trocadilho/</link>
<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 23:28:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Endora</dc:creator>
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<description><![CDATA[O &#8220;inconsciente coletivo&#8221; está para os comunicadores assim como a &#8220;conjuntura econ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O &#8220;inconsciente coletivo&#8221; está para os comunicadores assim como a &#8220;conjuntura econômica&#8221; está para os administradores.</p>
<p>Captou?</p>
<p>Não?</p>
<p>Culpa do inconsciente coletivo. Ou da conjuntura econômica.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[A seguir de perto]]></title>
<link>http://vascocampilho.wordpress.com/2008/06/30/a-seguir-de-perto/</link>
<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 14:24:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>vascocampilho</dc:creator>
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<description><![CDATA[No Quarta República, Tavares Moreira tem feito um acompanhamento notável da conjuntura económica int]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No <a href="http://quartarepublica.blogspot.com/" target="_blank">Quarta República,</a> Tavares Moreira tem feito um acompanhamento notável da conjuntura económica internacional. Quem o lê com regularidade não foi certamente surpreendido pela rápida degradação das perspectivas para a economia portuguesa. Por isso mesmo, a sua ideia de uma <a href="http://quartarepublica.blogspot.com/2008/06/inflao-na-zona-euro-sobe-para-4-bce.html" target="_blank">Estratégia Nacional de Financiamento da Economia</a> é para seguir de perto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Movimentos populares discutem em Brasília plano de atuação]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/2008/06/26/movimentos-populares-discutem-em-brasilia-plano-de-atuacao/</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 12:43:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Agência Brasil Brasília &#8211; A Central de Movimentos Populares (CMP) promove, a partir de hoje (2]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Agência Brasil Brasília &#8211; A Central de Movimentos Populares (CMP) promove, a partir de hoje (2]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bons artigos do boletim da FIPE]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2007/12/19/bons-artigos-do-boletim-da-fipe/</link>
<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 12:32:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
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<description><![CDATA[Luque Martone]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><ul>
<li><a href="http://www.fipe.org.br/Publicacoes/downloads/bif/2007/12_9-13-luque.pdf" target="_blank">Luque</a></li>
<li><a href="http://www.fipe.org.br/Publicacoes/downloads/bif/2007/12_16-21-mart.pdf" target="_blank">Martone</a></li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conseqüências práticas do bolivarianismo]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2007/11/05/consequencias-praticas-do-bolivarianismo/</link>
<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 11:34:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
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<description><![CDATA[Se de um lado o governo Lula teve juízo suficiente para prosseguir na rota delineada no governo FHC,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><a href="http://si.knowtec.com/scripts-si/MostraNoticia?&#38;idnoticia=11275&#38;idcontato=1135&#38;origem=fiqueatento&#38;nomeCliente=FUNCEX&#38;data=2007-11-05" target="_blank"><font size="2">Se de um lado o governo Lula teve juízo suficiente para prosseguir na rota delineada no governo FHC, de outro, todos os demais países emergentes também abandonaram políticas macroeconômicas irresponsáveis (Venezuela e Bolívia são exceções que confirmam a regra geral).</font></a></p></blockquote>
<p>Muito além do discurso, o prof. Pastore explica um pouco sobre a crise mundial (crise?) e a responsabilidade de se adotar políticas fiscais não-bolivarianas ou, o que dá no mesmo, não-populistas. Atente para o final do texto, no qual há um alerta importante para os eternos otimistas.</p>
<p>Eu apenas acrescentaria uma informação: nossa política fiscal &#8220;responsável&#8221; tem duas caras. Uma, interessante, que é a de mostrar ao investidor estrangeiro um equilíbrio razoável nas contas. Outro, cruel no médio e no longo prazo, é o do microfundamento deste ajuste, baseado numa inacreditável política de aumento dos gastos públicos federais sustentado por aumentos na carga tributária. No longo prazo, claro, todos estaremos mortos&#8230;por conta do governo. Keynes tinha razão, mas pelos motivos errados.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Novo boletim da FIPE]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2007/10/22/novo-boletim-da-fipe-2/</link>
<pubDate>Mon, 22 Oct 2007 18:26:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
<guid>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2007/10/22/novo-boletim-da-fipe-2/</guid>
<description><![CDATA[Eu sempre gosto e divulgo este boletim. Aposto que poucos alunos de Economia dão uma lida no boletim]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu sempre gosto e divulgo <a href="http://www.fipe.org.br/Publicacoes/downloads/bif/2007/10_bif325.pdf" target="_blank">este boletim</a>. Aposto que poucos alunos de Economia dão uma lida no boletim. Estou errado, leitor-aluno?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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