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	<title>consistencia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/consistencia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "consistencia"</description>
	<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 13:24:06 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Vinocamino no trata solo de vino]]></title>
<link>http://vinocamino.wordpress.com/2009/11/30/5/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 00:39:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>vinocamino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Es verdad que algunos vinos son mediocres y aburridos. Lo quehace un vino especial es todo el orgull]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Es verdad que algunos vinos son mediocres y aburridos. Lo quehace un vino especial es todo el orgullo, pasión y experiencia que demuestra su creador al intentar extraer la esencia pura de la tierra y transferirla a una copa que será capaz de transmitir sensaciones que nos transportarán a nuestros orígenes.</p>
<p>En Vinocamino lo que hacemos se rige por una serie de criterios que requiere que ofrezcamos lo mejor de lo que seamos capaces día tras día. Seguimos la misma línea de calidad, consistencia, responsabilidad y humanidad que todas las Bodegas, Cellers, Agricultores, Productores y Cooperativas con los que trabajamos.</p>
<p>Vinocamino es un proyecto que nace del deseo profundo de desarrollar un máximo potencial a base de asumir riesgos, mostrar perseverancia, sobreponerse a los fracasos y mantener una actitud positiva pasando de la motivación a la acción. También nos mueve la oportunidad de poder contribuir al crecimiento de nuestra comunidad, dando a conocer los excelentes productos de las diferentes D.O. a nivel nacional e internacional.</p>
<p>Todos nuestros productos reflejan el amor y cuidado que los cultivadores demuestran hacia cada una de sus tierras, liberando, con conocimiento, lo mejor de cada variedad, temperamento y característica.</p>
<p>Incluimos este video de los marcianitos en nuestro primer blog porque nos ha hecho reír, nos hemos sentido identificados con el pequeño hola y el mensaje.</p>
<p>David y Mila</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/i5ZnUlV9bNU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/i5ZnUlV9bNU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Texto del video</p>
<p>Cuando alguien evoluciona también evoluciona todo a su alrededor.</p>
<p>Cuando tratamos de ser mejores de lo que somos, todo a nuestro alrededor también se vuelve mejor.</p>
<p>Eres libre para elegir…para tomar decisiones, aunque solo tú las entiendas…</p>
<p>Toma tus decisiones con coraje, desprendimiento y, a veces, con una cierta dosis de locura.</p>
<p>Solo entenderemos la vida y el universo cuando no buscamos explicaciones. Entonces todo queda claro.</p>
<p>Aprender algo significa entrar en contacto con un mundo desconocido. En donde las cosas más simples son las más extraordinarias.</p>
<p>Atrévete a cambiar. Desafíate. No temas a los retos. Insiste una y otra y otra vez. Recuerda que sin fe, se puede perder una batalla que ya parecía ganada. No te des por vencido, acuérdate de saber siempre lo que quieres y empieza de nuevo.</p>
<p>El secreto está en no tener miedo de equivocarnos y de saber que es necesario ser humilde para aprender.</p>
<p>Ten paciencia par encontrar el momento exacto y congratúlate de tus logros. Y si esto no fuera suficiente… analiza las causas… e inténtalo con más fuerza.</p>
<p><strong>El mundo está en manos de aquellos que tienen el coraje de soñar y de correr el riesgo de vivir sus sueños.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Qué es una Demostración Matemática?]]></title>
<link>http://elmaquinadeturing.wordpress.com/2009/11/27/que-es-una-demostracion/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 21:51:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Javi Oribe</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uno de los primeros impactos que recibe un alumno de Primero de Matemáticas nada más pisar la univer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Uno de los primeros impactos que recibe un alumno de Primero de Matemáticas nada más pisar la univer]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tática para prova longa]]></title>
<link>http://blogsports4you.wordpress.com/2009/11/26/consistencia-2/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 23:58:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogbrunoviana</dc:creator>
<guid>http://blogsports4you.wordpress.com/2009/11/26/consistencia-2/</guid>
<description><![CDATA[Na minha opinião, se existe alguma dica ou opinião/orientação de como fazer provas de endurance, ser]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Na minha opinião, se existe alguma dica ou opinião/orientação de como fazer provas de endurance, seria de forma consistente. Você diria, como assim??? Veja bem, estou falando de como fazer, ou seja, tática de prova, e não de como treinar para uma prova, isso seria outro assunto. CONSISTÊNCIA, brother. Não adianta fazer pico se depois vem um vale. O negócio é a média alta,ainda que num primeiro momento ela pareça menor se comparado a dos outros, mas espere um pouquinho e verá que estará na frente. Quem já não viu o pessoal que &#8220;voa&#8221; no ciclismo, faz um excelente tempo e quando entrega a bike já sai quase andando? De que adiantou?  NADA!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mais razões pelas quais as pessoas não conseguem se tornar milionárias]]></title>
<link>http://jovemmilionario.wordpress.com/2009/10/21/mais-razoes-pelas-quais-as-pessoas-nao-conseguem-se-tornar-milionarias/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 01:08:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Coach</dc:creator>
<guid>http://jovemmilionario.wordpress.com/2009/10/21/mais-razoes-pelas-quais-as-pessoas-nao-conseguem-se-tornar-milionarias/</guid>
<description><![CDATA[Oi amigos. Inicialmente  gostaria de agradecer as visitas e e-mails recebidos. Continuando o post an]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Oi amigos.</p>
<p>Inicialmente  gostaria de agradecer as visitas e e-mails recebidos.<br />
Continuando o post anterior, vou falar sobre mais razões pelas quais as pessoas não conseguem acumular um grande patrimônio.<br />
<strong>Investimentos errados / falta de conhecimento sobre investimentos</strong><br />
Muitas vezes as pessoas aplicam seu dinheiro em investimentos que acabam lhes trazendo prejuízos, diminuindo seu patrimônio. Compram ou vendem na hora errada.  Algumas vezes aplicam em algo com risco muito elevado, correndo riscos desnecessários.  Outras vezes investem em coisas com baixissima rentabilidade, algumas vezes até menor que a inflação.<!--more--></p>
<p>Geralmente isso aconetce porque as pessoas  tem pouco conhecimento sobre investimento, trabalham duro e economizam seu dinheiro com cuidado, mas Nno tem a mesma dedicação na hora de investir. É fundamental saber investir para obter o máximo de rentabilidade com o mínimo e risco e assim garantir o crescimento de seu patrimônio.</p>
<p><strong>Solução: </strong>aprenda a investir, desenvolva sua inteligência financeira, leia, pesquise, estude, converse com pessoas que obtem bons resultados com investimentos, procure um bom consultor de investimentos (lembre-se que nem sempre o gerente de seu banco é a pessoa mais adequada para te aconselhar).</p>
<p><strong>Falta de consistência nos investimentos</strong><br />
As pessoas comecam a investir, mas o fazem de maneira muito irregular ou simplesmente desistem<br />
Um aporte consistente de recursos é fundamental para o aumento do seu patrimônio<br />
<strong>Solução</strong>:  é preciso desenvolver a discplina para seguir seu plano. evise seus objetivos e seus motivos para enriquecer isso lhe dará motivação para continuar a fazer as aplicações.<br />
Lembre se que é um projeto de longo prazo e que pequenas coisas acabam fazendo muita diferença no longo prazo.</p>
<p><strong>Gastar todo o dinheiro gerado pelos investimentos</strong><br />
As pessoas não percebem a importância de reinvestir o dinheiro proveniente dos investimentos e acabam gastando tudo o que os investimentos geram, impedindo que o dinheiro se acumule.<br />
<strong>Solução</strong>: reaplique a maior parte do dinheiro proveniente de seus investimentos. Faça seu dinheiro trabalhar em seu benefício, quanto mais dinheiro você reaplicar, mais rápido você conseguirá alcançar seus objetivos. Pense a longo prazo.</p>
<p>Espero que tenham gostado.</p>
<p>Estou preparando um super presente pra vocês, que leêm esse blog, esperem e verão!!</p>
<p>Um grande abraço!!</p>
<p>Coach</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Consistência na imagem e publicidade]]></title>
<link>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/10/14/consistencia-na-imagem-e-publicidade/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 02:09:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Ledo Fonseca</dc:creator>
<guid>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/10/14/consistencia-na-imagem-e-publicidade/</guid>
<description><![CDATA[Não é raro encontrar marcas que, ao longo do tempo, constroem uma imagem, ou uma linha de comunicaçã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Não é raro encontrar marcas que, ao longo do tempo, constroem uma imagem, ou uma linha de comunicaçã]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Relógio Parado da Praça]]></title>
<link>http://prypiat.wordpress.com/2009/10/12/o-relogio-parado-da-praca/</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 23:45:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>jguilherme</dc:creator>
<guid>http://prypiat.wordpress.com/2009/10/12/o-relogio-parado-da-praca/</guid>
<description><![CDATA[Erguido por antigas civilizações, num tempo onde o Sol não nascia no mesmo lugar e não se punha, ped]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong>Erguido por antigas civilizações</strong>, num tempo onde o Sol não nascia no mesmo lugar e não se punha, pedra sobre pedra e o mundo girando a marcar. Um pêndulo, também, hoje não funcional, logicamente, hipnotizava as folhas e as calçadas.</p>
<blockquote><p><em>Contemple como as cachoeiras tornam-se fontes,<br />
Como os templos tornam-se Igrejas.</em></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Chegou, então, um novo tempo onde todos tinham o próprio tempo no bolso. Corrente de ouro, prata, cobre ou ferro ou titânio ou até plasma, não importava. O relógio erguido há tempos, já desajustado, servia como figurante; atuava nas cenas de fundo, subliminar às ações corriqueiras dos grandes filmes vividos. Várias câmeras fixas, sensores, elevadores, bem como o que levava ao apartamento de <em>Spencer </em>(ou o que prensava uma banda inteira em qualquer filmografia da época pós-moderna). Era como um grande prédio horizontal. Os vizinhos, em maioria, pareciam, no fundo do coração, odiar uns aos outros.</p>
<p style="text-align:justify;">Vez ou outra, algum bêbado pode ter parado e dormido nas pedras, acordado assustado ao perceber que às três da manhã o sol queimava sua testa e a Lua havia fugido. E notou-se, então, como era engraçado: a garrafa esvazia-se em tão pouco tempo com tantos poucos goles, o dia amanhece, passa, pragueja todo o deserto por cima do travesseiro, e parece ter passados apenas minutos!</p>
<p style="text-align:justify;">Os séculos vão-se embora, e o mesmo bêbado acorda outra vez, olha para o relógio que marcava três da manhã, e se pergunta que humanidade seria tola o suficiente para confiar o tempo a algo que não se move. Nos olhos dele, o relógio era o mesmo sempre, os mesmos ponteiros parados, pêndulo rígido. Certo que os contextos eram desprezados, que contextos haveria de pensar o pensador se sua garrafa já estava vazia desde duzentos anos atrás? O contexto era comprar uma garrafa nova, daqui outros centos, por mais centavos achados em qualquer moita anoitecida.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Deparei-me com um ser, outro ser. Era humanóide, como todo o resto, e estava encarando, admirando os galhos da árvore, olhando para cima, sentado sobre o banco. Olhar </em><strong>serenóide</strong><em>; algumas poucas nuvens no azul clareado, círculos brancos e a grande hipérbole dupla continuava ali. Diferentemente daquela noite dos logaritmos, onde, pasmem, <strong>era </strong>noite!</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Bares esquecidos, garrafas fechadas e lacradas, cofres, dinheiro podre pelo chão e portinholas de madeira (às vezes, nem isso). Dentro dos buracos de bueiro, algum tempo perdido, provavelmente, possivelmente. Depois desse tempo todo, nem os buracos parecem ter o mesmo fedor. O esgoto todo deve ter secado desde que todo mundo fugiu daqui.</p>
<p style="text-align:justify;">Ou só o líquido fétido. Alguns pedaços sólidos e alguns baús devem descansar nas galerias subterrâneas do destino das descargas. É um bom projeto de caminhada, por ventura. Penso se algum dia, quando havia mais gente, alguém pensou em andar pelo bueiro. Sentir a podridão molhando as solas dos pés, o cheiro macabro entrando pelas fossas, baratas e formigas e lagartos andando freneticamente pelas canelas, braços, pescoço; antenas e patas roçando a boca, fagulhas de papel higiênico, restos industriais, todo o suco subúrbio num frenesi de sensações alheias a qualquer civilidade. Era a anti-moral, anti-ser, alimentação reversa: alguém um dia sentiria vontade de pegar um pedaço do lodo temperado por vermes e mastigá-lo. Sentir a consistência, o gosto, nem que fosse para vomitá-la toda em seguida.</p>
<p><strong>Consis(c)tência.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CONSISTENCIA DE LOS SUELOS Y LÍMITES DE ATTERBERG]]></title>
<link>http://carreteras1.wordpress.com/2009/09/26/consistencia-de-los-suelos-y-limites-de-atterberg/</link>
<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 04:58:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>The Phantom of the opera</dc:creator>
<guid>http://carreteras1.wordpress.com/2009/09/26/consistencia-de-los-suelos-y-limites-de-atterberg/</guid>
<description><![CDATA[La consistencia de los suelos cohesivos cambia significativamente cuando se adiciona agua o están en]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>La consistencia de los suelos cohesivos cambia significativamente cuando se<br />
adiciona agua o están en presencia de ella. Un suelo cohesivo seco tiende a<br />
ser duro y firme, pero cuando se le adiciona agua, su consistencia cambia y se<br />
torna suave y maleable.<br />
Este comportamiento se debe a que las arcillas que contiene el suelo son<br />
eminentemente plásticas, el agua forma una capa sobre las partículas<br />
laminares produciendo un efecto lubricante que facilita el deslizamiento de<br />
unas partículas sobre otras cuando es aplicado un esfuerzo sobre ellas.<!--more--><br />
La plasticidad de una arcilla es consecuencia de varios parámetros: la<br />
morfología; la cual es generalmente laminar, el tamaño extremadamente<br />
pequeño que aumenta el área superficial, la capacidad de hinchamiento que se<br />
asocia a la cantidad de deficiencia de carga de la estructura de la arcilla que<br />
controla la habilidad de ella de atraer iones y agua (también asociado a la<br />
capacidad de intercambio catiónico).<br />
La plasticidad de un suelo es controlada por el contenido de minerales<br />
arcillosos: el tipo de mineral y la cantidad presente.<br />
El investigador en suelos, Atterberg, desarrolló un sistema para cuantificar este<br />
comportamiento, que se basa en la determinación de los Límites de Atterberg e<br />
Índice de consistencia: Límite líquido, Límite Plástico, Límite de Retracción, e<br />
Índice de Plasticidad; estos datos indican el contenido de agua donde el suelo<br />
cambia de consistencia. Estos límites marcan una separación arbitraria entre<br />
los estados o modos de comportamiento de un suelo: sólido, semi-sólido, Plástico y liquido.</em></p>
<p>Límite de Retracción: (LR o ws): Es el límite en el cual, un suelo ante procesos<br />
de secado y liberación de agua, no experimenta cambios volumétricos.<br />
Límite Plástico: (LP o wp): Es el contenido de agua donde el suelo cambia de<br />
consistencia semi sólida a plástica.<br />
Límite Líquido: (LL o wL): Es el contenido de agua por encima del cual el suelo<br />
cambia su comportamiento o consistencia, pasa de plástico a líquido.<br />
Índice de Plasticidad: (I.P. o Ip): Es el rango de contenido de humedad donde el<br />
suelo presenta un comportamiento plástico.<br />
La relación existente entre el Límite Líquido y el Índice de Plasticidad ofrece<br />
una valiosa información sobre la composición granulométrica, comportamiento,<br />
naturaleza y calidad de la arcilla. Existe una gran variación entre los límites de<br />
Atterberg de diferentes arcillas e incluso para un mismo mineral arcilloso, esta<br />
variación se debe a la morfología y tamaño del cristal, cuanto más pequeña e<br />
imperfecta sea la estructura, más plástico es el material.<br />
DETERMINACIÓN DEL LÍMITE LÍQUIDO DE UN SUELO<br />
Basado en Norma ASTM D4318-00<br />
1. Descripción:<br />
Este método cubre la determinación del límite líquido de un suelo mediante la<br />
elaboración de una curva de flujo, resultado de la determinación de tres puntos<br />
con la ayuda del equipo de Casagrande.<br />
2. Definición:<br />
El límite líquido es el contenido de agua, expresado en porcentaje respecto al<br />
peso del suelo seco, que delimita la transición entre el estado líquido y plástico<br />
de un suelo.<br />
El límite líquido se define como el contenido de agua necesario para que la<br />
ranura de un suelo ubicado en el equipo de Casagrande, se cierre después de<br />
haberlo dejado caer 25 veces desde una altura de 10 mm.<br />
3. Muestra</p>
<p><img src="/Users/Oscar/AppData/Local/Temp/moz-screenshot.png" alt="" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Removendo duplicidade de registros - Parte 2]]></title>
<link>http://dominici.wordpress.com/2009/09/24/removendo-duplicidade-de-registros-parte-ii/</link>
<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 12:27:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo C. C. L. Dominici</dc:creator>
<guid>http://dominici.wordpress.com/2009/09/24/removendo-duplicidade-de-registros-parte-ii/</guid>
<description><![CDATA[Dando continuidade ao artigo Removendo duplicidade de registros, irei demonstrar uma forma de sanar ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Dando continuidade ao artigo Removendo duplicidade de registros, irei demonstrar uma forma de sanar ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Removendo duplicidade de registros]]></title>
<link>http://dominici.wordpress.com/2009/09/24/removendo-duplicidade-de-registros/</link>
<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 12:26:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo C. C. L. Dominici</dc:creator>
<guid>http://dominici.wordpress.com/2009/09/24/removendo-duplicidade-de-registros/</guid>
<description><![CDATA[Quem nunca se deparou com o problema de remoção de registros duplicados em tabela? O artigo a seguir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Quem nunca se deparou com o problema de remoção de registros duplicados em tabela? O artigo a seguir]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Promoção Mini Cooper e Lanchonete da Cidade: fortalece a marca?]]></title>
<link>http://prietoandre.wordpress.com/2009/09/15/promocao-mini-cooper-e-lanchonete-da-cidade-fortalece-a-marca/</link>
<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 13:42:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Prieto</dc:creator>
<guid>http://prietoandre.wordpress.com/2009/09/15/promocao-mini-cooper-e-lanchonete-da-cidade-fortalece-a-marca/</guid>
<description><![CDATA[Foi anunciada ontem uma promoção Mini Cooper e Lanchonete da Cidade em SP. Público alvo: pessoas des]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Foi anunciada ontem uma promoção Mini Cooper e Lanchonete da Cidade em SP.</p>
<p>Público alvo: pessoas descoladas. Nas palavras de Carlos Perrone, sócio diretor da Pepper  “o estilo da marca Mini combina com o estilo despojado da Lanchonete da Cidade&#8230; as duas marcas têm um perfil de público semelhante, e diante disso foi identificada a oportunidade de agregar valor e atrair interesse para ambas.”</p>
<p>Posicionamento: ????</p>
<p>Como diz o <em>press release</em>: “uma ação arrojada de marketing para a marca do famoso carro inglês, um hambúrguer transformado em mídia inusitada. Este é o resultado da ação de ativação da marca Mini Cooper, desenvolvida pela agência Pepper, com a participação da Lanchonete da Cidade.”</p>
<p>E continua: “Um hambúrguer criado especialmente para a marca Mini Cooper será comercializado nas três filiais da Lanchonete, em São Paulo, dando direito à realização de um test drive. Quem saborear o novo Cooper Burguer ganhará um cupom com direito a test drive do carro e um jogo americano no melhor estilo londrino, criado também para a ação, e terá direito a desconto na aquisição de produtos da coleção Mini Lifestyle.”</p>
<p>Olhem a foto promocional abaixo:</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-medium wp-image-329  aligncenter" title="mini cooper-lanchonete-da-cidade" src="http://prietoandre.wordpress.com/files/2009/09/mini-cooper-lanchonete-da-cidade.jpg?w=300" alt="mini cooper-lanchonete-da-cidade" width="300" height="246" /></p>
<p style="text-align:justify;">Parece um hambúrguer mini pra vocês? Tipo cabe na boca de uma vez só? Parece sofisticado? O que isso tem a ver com o posicionamento de marca?</p>
<p style="text-align:justify;">Mini é “pequeno” e “sofisticado” no mundo todo… como esta promoção ajuda a fortalecer o conceito eu não entendi.</p>
<p style="text-align:justify;">Pessoal, promoção não significa licença para abandonar o posicionamento da marca. É perfeitamente possível e desejável  que se faça promoções/ações de marketing/merchandising/virais/etc. que fortaleçam o posicionamento da marca.</p>
<p style="text-align:justify;">Lembram do filme “<em>The Italian Job</em>” (Uma Saída de Mestre), onde o Mini era o herói no regaste da fortuna roubada? Só ele era capaz de ajudar a recuperar o dinheiro porque era preciso um transporte eficaz, robusto e pequeno para passar em lugares super estreitos. A próposito, o <em>setting</em> do filme era todo sofisticado e descolado. Isso sim é consistência com o posicionamento de marca.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Scribe - Not Many (Remix)]]></title>
<link>http://tunesup.wordpress.com/2009/09/03/scribe-not-many-remix/</link>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 04:57:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>tunesup</dc:creator>
<guid>http://tunesup.wordpress.com/2009/09/03/scribe-not-many-remix/</guid>
<description><![CDATA[Seguindo a série Tunes Up! Worldwide, outro rapper neozelandês. Desta vez, Scribe, que teve seu prim]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Seguindo a série Tunes Up! Worldwide, outro <em>rapper</em> neozelandês. Desta vez, Scribe, que teve seu primeiro álbum, &#8220;The Crusader&#8221; lançado em 2003, conquistando o disco de platina na Nova Zelândia. O som, a exemplo do <em>rapper</em> francês Booba, segue a tendência americana! Com muita consistência na rima e peso na batida, a letra &#8220;how many dudes you know flow like this&#8221; resume o <em>flow</em> do cantor. Confesso que o <em>hip hop</em> do novo continente, pra mim, é uma surpresa até agora muito agradável! <a href="http://www.lyricsdomain.com/19/scribe/not_many_the_remix.html">Letra da música.</a></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/lkuK6UNsX70&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/lkuK6UNsX70&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Consistência e Regularidade - Por Roberto Shinyashiki]]></title>
<link>http://impressione.wordpress.com/2009/06/15/consistencia-e-regularidade-por-roberto-shinyashiki/</link>
<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 13:43:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>impressione</dc:creator>
<guid>http://impressione.wordpress.com/2009/06/15/consistencia-e-regularidade-por-roberto-shinyashiki/</guid>
<description><![CDATA[Não importa qual direção você quer dar à sua vida. Seja o que for que decidir fazer, acima de tudo s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Não importa qual direção você quer dar à sua vida. Seja o que for que decidir fazer, acima de tudo s]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Números primos, criptología y codificación]]></title>
<link>http://angelrey.wordpress.com/2009/05/27/numeros-primos-criptologia-y-codificacion/</link>
<pubDate>Wed, 27 May 2009 10:22:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>reygallego85</dc:creator>
<guid>http://angelrey.wordpress.com/2009/05/27/numeros-primos-criptologia-y-codificacion/</guid>
<description><![CDATA[En el libro &#8220;¿Por qué el mundo es matemático?&#8221; (1992) de John D. Barrow viene recogida u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-1288" title="barrow" src="http://angelrey.wordpress.com/files/2009/05/barrow.jpg" alt="barrow" width="321" height="400" /> En el libro <a href="http://www.ucm.es/info/especulo/numero5/j_barrow.htm" target="_blank">&#8220;¿Por qué el mundo es matemático?&#8221;</a> (1992) de <a href="http://www.tendencias21.net/El-fisico-y-cosmologo-John-D-Barrow,-Templeton-Price-2006_a997.html" target="_blank">John</a> D. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/John_David_Barrow" target="_blank">Barrow</a> viene recogida una idea sobre <a href="http://www.virusprot.com/Art28.html" target="_blank">codificación</a> usando números primos y la idea de las &#8220;funciones trampilla&#8221;. Llama la atención que un concepto tan sencillo pueda ser tan útil en <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Criptolog%C3%ADa" target="_blank">criptología</a> (la <strong>negrita</strong>, como acostumbro, es mía).</p>
<p><em>&#8230; He</em><em>mos distinguido entre operaciones que son <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Funci%C3%B3n_computable" target="_blank">computables</a> y las que no lo son. Pero en la vida real, el ser computable quizá no sea muy útil si el programa que efectúa la computación requerida necesita un millón de años para llevarla a cabo. El mundo podría ser matemático, e incluso lleno de funciones computables, y aun así podría ser de una profundidad y complejidad tal que seamos incapaces de encontrarlas en nuestros ordenadores más rápidos incluso si estuvieran funcionando durante miles de años. De hecho, la existencia de problemas tan &#8220;difíciles&#8221; se explota en gran medida en el mundo moderno. Muchos códigos sofisticados utilizados para proteger <a href="http://wwwimre.imre.oc.uh.cu/cmblog/?p=167" target="_blank">secretos </a>militares o comerciales se basan en <strong>codificaciones que son indescifrables en la práctica aunque no lo son en principio</strong>. Con esto queremos decir que sería necesario utilizar los ordenadores más rápidos durante miles de años para explorar todas las posibilidades de acceso al código (que para entonces, obviamente, ya habría sido cambiado).</em></p>
<p><em>Códigos como éste explotan la existencia de operaciones matemáticas llamadas <strong>funciones &#8220;trampilla&#8221;</strong>, que son<strong> muy fáciles de ejecutar en una dirección pero prácticamente imposibles de ejecutar a la inversa, igual que es fácil caer por una trampilla pero no es tan fácil salir de nuevo</strong>. Por ejemplo, <strong>si tomamos dos <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAmero_primo" target="_blank">números primos</a> muy grandes, cada uno de ellos con cientos de cifras, y los multiplicamos entre sí, entonces ésta es una operación sencilla que un ordenador puede realizar en una fracción de segundo. Pero demos a un ordenador de cualquier tipo el número resultante de doscientos dígitos y pidámosle que encuentre los dos números primos en que se factoriza: podría ser necesario el tiempo de toda una vida para llegar a la respuesta</strong>. Consideremos la lección de este ejemplo; la naturaleza podría estar codificada de algún modo por las <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1ticas" target="_blank">matemáticas</a> y la codificación equivaldría quizá a alguna ley de la naturaleza. Sería posible que descubriésemos esta codificación utilizando sólamente algunos principios de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Simetr%C3%ADa" target="_blank">simetría</a>, <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Consistencia_l%C3%B3gica" target="_blank">consistencia</a> y <a href="http://www.librosmaravillosos.com/circomatematico/capitulo14.html" target="_blank">simplicidad</a>, y aún seríamos incapaces en la práctica de aplicarla al revés para determinar la verdadera naturaleza de las cosas a partir de las apariencias codificadas.</em></p>
<p><em><img class="alignnone size-full wp-image-1292" title="candado" src="http://angelrey.wordpress.com/files/2009/05/candado.jpg" alt="candado" width="160" height="225" /> Podemos ilustrar de qué forma se utilizan las funciones trampilla para codificación con un ejemplo sencillo. Supongamos que yo quiero enviarle un mensaje secreto. Mi &#8220;codificación&#8221; es bastante primitiva y consiste en colocarlo en un cofre metálico y poner un candado. La &#8220;decodificación&#8221; corresponde a abrir el cofre. ¿Cómo puedo hacerle llegar el mensaje sin enviarle la llave de alguna forma y hacerlo así vulnerable a terceras personas que están tratando de robarlo? A primera vista parece imposible, pero no lo es; yo cierro la caja con el candado y se la envío a usted, guardándome mi llave. Usted coloca también </em>su<em> propio candado en la caja, lo cierra, conserva su llave y me devuelve la caja con dos candados. Yo retiro mi candado con mi llave y le devuelvo a usted la caja, y entonces quita su candado y saca el mensaje. ¡Y ninguno de los dos necesita saber nada sobre la llave del otro! En la vida real se utilizan números en lugar de llaves. Codifique su mensaje en algún número grande, </em>N<em>, y multiplíquelo por </em>su<em> número primo grande secreto </em>p<em> para obtener el número </em>Np<em>. Transmítame </em>Np<em> y yo lo multiplico por mi número primo secreto </em>q<em> para obtener el nuevo número </em>Npq<em>. Yo le devuelvo a usted </em>Npq<em> y usted lo divide por </em>p<em> para obtener </em>Nq<em> que luego me devuelve. Yo lo divido por </em>q<em> y obtengo </em>N<em> que es el mensaje. En ninguna etapa necesito conocer </em>p<em> ni usted conocer </em>q<em>, y <strong>si cualquier otro intercepta los números compuestos que nos estamos enviando de ida y vuelta, se enfrentaría con la tarea de encontrar los divisores primos de cierto número gigantesco, lo que le llevaría decenas o centenas de años</strong>. Para evitar dicha posibilidad cambiamos simplemente nuestros números </em>p<em> y </em>q<em> con cierta frecuencia. Aunque esta idea es brillante y sencilla, sólo se viene utilizando desde hace menos de veinte años.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El hiato de la contradicción]]></title>
<link>http://jvillalba.wordpress.com/2009/05/13/el-hiato-de-la-contradiccion/</link>
<pubDate>Wed, 13 May 2009 08:40:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>jvillalba</dc:creator>
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<description><![CDATA[  Cuando nos referimos a la comunicación tendemos de inmediato a identificarla con información y diá]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  Cuando nos referimos a la comunicación tendemos de inmediato a identificarla con información y diá]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comunicação no século XXI]]></title>
<link>http://infinitodepalavras.wordpress.com/2009/05/12/seis-seculos-depois/</link>
<pubDate>Tue, 12 May 2009 22:33:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Setti Rosa</dc:creator>
<guid>http://infinitodepalavras.wordpress.com/2009/05/12/seis-seculos-depois/</guid>
<description><![CDATA[Pode ser que nós, envolvidos como estamos em um mundo em rápida transformação, não tenhamos nos dado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Pode ser que nós, envolvidos como estamos em um mundo em rápida transformação, não tenhamos nos dado conta, mas de fato estamos todos interligados. Não mais a informação represada em nichos de poder e, por isso, passível de manipulação. Não mais uma mídia – conglomerados jornalísticos, rádio, tevê&#8230; – em destaque, sugerindo o ritmo de “como falar” com os públicos de interesse, de forma massiva ou segmentada. Não mais um interlocutor indistinto, perdido na multidão, absorvendo a “orientação” do que se considera melhor para ele.</strong></p>
<p><strong>Nesse início de um novo século, a internet galvanizou os interesses globais e misturou tudo o que estava separado, fazendo migrar para a rede – como garantia de sobrevivência – a informação segmentada. O interlocutor indistinto ganhou corpo e voz e é dele agora que parte a “orientação” do que absorver em termos de informação. E tudo está, sob sua perspectiva, a um toque de dedo, a um deslizar do mouse, ao seu comando.</strong></p>
<p><strong>Transparência, confiabilidade, conteúdo e consistência são algumas palavras de ordem dessa nova era da comunicação, quando todos falam com todos, de forma dinâmica, interativa e em tempo real. Destacam-se aqueles que utilizam esses recursos com bom senso, qualidade e “espírito” de navegador português do século XV. “O que será que nos espera mais adiante?”, ele diria, com receio do desconhecido, mas também com a curiosidade pelo ainda nunca visto. </strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-549" title="NavegadorportuguesVasco" src="http://infinitodepalavras.wordpress.com/files/2009/05/navegadorportuguesvasco1.jpg" alt="NavegadorportuguesVasco" width="235" height="353" /></p>
<p><strong>“Navegar é preciso&#8230;” seria, sem dúvida, sua divisa, que podemos com naturalidade voltar a utilizar, seis séculos depois!</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que será que texto e bombom têm em comum?]]></title>
<link>http://infinitodepalavras.wordpress.com/2009/03/31/o-texto-e-o-bombom/</link>
<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 18:48:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Setti Rosa</dc:creator>
<guid>http://infinitodepalavras.wordpress.com/2009/03/31/o-texto-e-o-bombom/</guid>
<description><![CDATA[Será que um texto pode ser equiparado a um bombom? Afinal, assim como um bombom, o texto precisa de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#999999;">Será que um texto pode ser equiparado a um bombom?</span><img class="alignright size-full wp-image-421" title="bombom-4" src="http://infinitodepalavras.wordpress.com/files/2009/03/bombom-4.jpg" alt="bombom-4" width="164" height="117" /></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#999999;">Afinal, assim como um bombom, o texto precisa de uma</span> <span style="color:#ffcc00;">forma</span> <span style="color:#999999;">(a embalagem ou o formato) e de um</span> <span style="color:#00ccff;">conteúdo</span> <span style="color:#999999;">(o recheio).</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#999999;">É fácil imaginar como seria um bombom atraente e apetitoso.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#999999;">Mas como seria uma</span> <span style="color:#ffcc00;">forma</span> <span style="color:#999999;">igualmente sedutora no caso de um texto?</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#999999;">Com certeza, a</span> <span style="color:#ffcc99;"><span style="color:#ffcc00;">correção gramatical</span> </span><span style="color:#999999;">(palavras corretamente escritas, frases bem construídas) cooperaria bastante para dar uma agradável forma ao texto.</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#999999;">O </span><span style="color:#ffcc00;">vocabulário adequado</span> <span style="color:#999999;">(palavras bem escolhidas, cujo sentido seja apropriado à mensagem que se quer transmitir e ao público ao qual se destina) seria outro recurso que propiciaria uma forma interessante para o texto. </span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#999999;">A</span> <span style="color:#ffcc00;">pontuação apropriada</span>,<span style="color:#999999;"> favorecendo a clareza, a &#8220;respiração&#8221; e a ênfase da mensagem, entraria como base sólida a sustentar a boa forma do texto.</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#999999;"><img class="alignleft size-full wp-image-422" title="bombomlilas" src="http://infinitodepalavras.wordpress.com/files/2009/03/bombomlilas.jpg" alt="bombomlilas" width="170" height="108" />A</span><span style="color:#ffcc00;"> </span><span style="color:#ffcc99;"><span style="color:#ffcc00;">apresentação</span> </span><span style="color:#999999;">- ou estética da mensagem &#8211; logo nos chamaria a atenção ou não. Caso não chamasse, o texto estaria condenado a ser preterido. Assim como um bombom amassado&#8230;</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#999999;">A não ser, claro, que tivessem, o bombom e o texto, um recheio absolutamente irresistível, aquele</span> <span style="color:#00ccff;">conteúdo</span> <span style="color:#999999;">que ninguém esquece&#8230;</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#999999;">Assim passada a &#8220;prova&#8221; da</span> <span style="color:#ffcc00;">forma</span> <span style="color:#999999;">- num átimo de segundo, porque basta uma primeira olhada num texto para se saber se está bem escrito (correto, adequado, bem pontuado&#8230;) &#8211; chega-se à sua parte mais substanciosa: o que ele (o texto) está querendo nos dizer.</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#999999;">E aí, pesam &#8211; para um <span style="color:#00ccff;">conteúdo</span> balanceado &#8211; aspectos como:</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#00ccff;">Coerência</span> <span style="color:#999999;">- pensamentos harmoniosamente encadeados, que <img class="alignright size-full wp-image-427" title="bombonsemserie" src="http://infinitodepalavras.wordpress.com/files/2009/03/bombonsemserie.jpg" alt="bombonsemserie" width="200" height="212" />correspondem ao objetivo da mensagem e à linha de raciocínio escolhida para expressá-lo.</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#00ccff;">Consistência</span> <span style="color:#999999;">- informações corretas, bem exploradas, coerentes em relação ao assunto abordado; argumentos bem desenvolvidos, justificados, convincentes, envolventes, persuasivos.</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#999999;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#999999;">Chega? Já podemos &#8220;atacar&#8221; o bombom, ou melhor, o texto?</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#999999;">Não, porque ainda é preciso obter &#8220;</span><span style="color:#99cc00;">liga</span><span style="color:#999999;">&#8221; entre os elementos, assim como em um bombom. Antes de chegar ao recheio, sempre tem uma &#8220;casquinha&#8221;, um &#8220;venha por aqui&#8221; sutil, que só nossa língua (sentido literal) é capaz de perceber. No texto, isso equivale a:</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#99cc00;">Lógica</span><span style="color:#999999;">, significando começo, meio e fim da mensagem bem definidos.</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#99cc00;">Objetividade</span><span style="color:#999999;">, que leva o leitor agradavelmente do ponto inicial até o fim, sem rodeios desnecessários.</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#99cc00;">Clareza</span> <span style="color:#999999;">ou a delícia de passar ao leitor exatamente o que se quer expressar, sem ambiguidades. </span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#c0c0c0;"> <img class="aligncenter size-full wp-image-430" title="bombom8" src="http://infinitodepalavras.wordpress.com/files/2009/03/bombom8.jpg" alt="bombom8" width="200" height="155" /></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#999999;">Seguindo essa receita, o resultado é um bombom, ou melhor, um texto ao qual ninguém resiste. Que tal experimentar? Comente aqui seus resultados.</span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuando los buenos se vuelven malos]]></title>
<link>http://juangabrielcendales.com/2009/03/31/cuando-los-buenos-se-vuelven-malos/</link>
<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 05:52:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Juan G Cendales</dc:creator>
<guid>http://juangabrielcendales.com/2009/03/31/cuando-los-buenos-se-vuelven-malos/</guid>
<description><![CDATA[La semana pasada Matthew Lynn, columnista de Bloomberg escribió sobre el papel que juegan las escuel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright size-full wp-image-1316" title="sheroes" src="http://jgcendales.wordpress.com/files/2009/03/sheroes.jpg" alt="sheroes" width="210" height="190" />La semana pasada Matthew Lynn, columnista de Bloomberg escribió <a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601039&#38;sid=aGebMOqj4TMg&#38;refer=columnist_lynn" target="_blank">sobre el papel que juegan las escuelas de negocios con respecto a la crisis actual</a>.</p>
<p>Este señor dice que estas escuelas son las “fabricas” que han abonado el terreno para esta crisis y sugiere cerrarlas.  Su tesis la soporta en lo que hizo la ultima “cohorte” que llego al olimpo.  Mastercitos famosos como Richard Fuld, CEO de Lehman Brothers Holdings Inc. (MBA de New York University), John Thain, CEO de Merrill Lynch &#38; Co., (MBA Harvard), Christopher Cox, presidente de la SEC &#8211; Securities and Exchange Commission &#8211; (M.B.A. de Harvard),  Andy Hornby, CEO del British Bank HBOS Plc (MBA de Harvard).</p>
<p>Con esta crisis se generan dudas sobre lo que las escuelas de negocios enseñan, y cómo se las arreglaron para crear líderes incapaces de detectar los fallos de las empresas que dirigían.  Se pregunta que pasaría si en lugar de una escuela de negocios estos “personajes” se hubieran entrenado como pilotos en una escuela de aviación. Seguramente ya hubieran cerrado la escuela.</p>
<p>Finaliza con tres afirmaciones sobre las escuelas de negocio:</p>
<ol>
<li>Alentaron un enfoque cuasi científico de los negocios, y afirmaban que todo podía explicarse a través de un libro. Predicando un conjunto de fórmulas, alentaron a los estudiantes a creer que dirigir una compañía era un arte que cualquiera podía dominar. Todo el sector de capital riesgo se basa en ese principio. Y también el de fusiones y adquisiciones.</li>
<li>Las herramientas intelectuales que nos llevaron a la crisis financiera fueron inventadas principalmente por el mundo académico.  Complejos modelos sobre riesgo de precios crearon el mercado de los contratos de opciones y derivados que han ocasionado tantos problemas en el último año.  Las escuelas de negocios tomaron algo que era misterioso e inescrutable -el riesgo- e intentaron volverlo tan fácil como contar  guisantes en una vasija.  Al hacerlo, alentaron a toda una generación de jóvenes a entrar en la banca de inversión armados con la creencia de que el riesgo había sido domado y controlado.</li>
<li>Las escuelas crearon una elite directiva que actuaba como una casta aparte.</li>
</ol>
<p>Podríamos decir que para cualquier medico que lea esto le sonara lógico, el problema es que NO es justo con las escuelas de negocios que se generalice de esta forma y si hay que llamar la atención a una,  será la de Harvard,  la mayoría de estos -súper héroes- vienen de ahí.</p>
<p>El capitalismo esta en crisis, pero en crisis de VALORES y efectivamente estos no los enseñan en las escuelas de negocios se aprenden en la casa.  Estos valores nos dan una pauta de nuestra conducta.</p>
<p>Los valores religiosos, éticos y morales están ahí. Hay que buscar en la raíz de nuestro ser los estímulos que nos lleven hacia la trascendencia.  Necesitamos que cada persona con o sin MBA, desde la función que ejerce en la sociedad, tome conciencia de los efectos que dejan sus actitudes en la construcción de un mundo más justo donde se respete la dignidad del ser humano eso será suficiente para salir de esta CRISIS!</p>
<p>Lo que si puedo afirmar es que NO hay nada peor que cuando los buenos se convierten en malos o ¿Ustedes que creen?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reflexiones filosófico-matemáticas sobre los viajes en el tiempo]]></title>
<link>http://angelrey.wordpress.com/2008/12/09/reflexiones-filosofico-matematicas-sobre-los-viajes-en-el-tiempo/</link>
<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 21:55:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>reygallego85</dc:creator>
<guid>http://angelrey.wordpress.com/2008/12/09/reflexiones-filosofico-matematicas-sobre-los-viajes-en-el-tiempo/</guid>
<description><![CDATA[Nota preliminar: Estas &#8220;Reflexiones filosófico-matemáticas sobre los viajes en el tiempo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nota preliminar: Estas <strong>&#8220;Reflexiones filosófico-matemáticas sobre los <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Viaje_a_trav%C3%A9s_del_tiempo" target="_blank">viajes en el tiempo</a>&#8220;</strong> sirven de complemento a mi post <a href="http://angelrey.wordpress.com/2008/02/08/%c2%bfuna-nueva-dimension-temporal/" target="_blank">&#8220;¿Una nueva dimensión temporal?&#8221;</a>, aunque escribí gran parte de estas reflexiones antes de éste. Por ello, pese a que sea un tanto largo, pueda quedar poco riguroso y de explicación redundante en ciertas partes o confuso (confiando además en no introducir errores u omitir aspectos importantes, puesto que el tema a tratar puede llegar a ser abstruso), voy a mantenerlo prácticamente igual a como lo tenía en borrador, salvo ciertos añadidos y pequeñas correcciones. No son más que el mero esbozo de unas cuantas ideas sobre las que estuve meditando (aunque también enlazo a links de páginas y foros donde hay quienes están también realizando sus aportaciones acerca de estas cuestiones). Estos temas siempre tienen un alto <a href="http://jurgendicanis.podomatic.com/entry/2006-10-06T13_03_37-07_00" target="_blank">interés</a> entre ciertos <a href="http://e-ciencia.com/opinion/foros/index.php?topic=10313.80;wap2" target="_blank">grupos</a> de <a href="http://foros.astroseti.org/viewtopic.php?t=1836&#38;start=180&#38;sid=b68e16fb5dd57433b08765135631291a" target="_blank">gente</a>, pero el enfoque sigue teniendo un cariz <a href="http://blogs.periodistadigital.com/ciberneticon.php/2006/10/11/viaje_en_el_tiempo_paredes_y_puertas_al" target="_blank">especulativo</a> más que científico (al no ser empírico).</p>
<p style="text-align:center;"><strong>REFLEXIONES FILOSÓFICO-MATEMÁTICAS SOBRE LOS VIAJES EN EL TIEMPO</strong></p>
<p>Observación previa: En estos párrafos no consideramos de una forma plena las llamadas <em>líneas temporales flexibles o mutables</em>, que permiten cambios de <em>acontecimientos históricos</em> en ellas, puesto que las considero inviables por la razón siguiente, que repetiré de nuevo en el texto: una línea temporal que ya ha existido no tendría por qué desaparecer por un viaje en el tiempo, puesto que si ha existido en algún momento, ya se puede considerar que existe, y si desapareciera no tendría sentido y sería contradictorio decir que no existe si ya ha existido; resumiendo: <em>lo que en un momento y lugar ha existido, de alguna forma tiene que seguir existiendo en algún momento y/o lugar, ya que si no nunca habría existido</em>. Pero una aclaración, sí que admito que una línea temporal puede cambiar en un intervalo finito de ella siempre que no afecte al resto -ni al pasado, ni al futuro-; es cierto que realmente la línea cambiaría aunque la variación fuera mínima, pero hacemos esta suposición o abuso de notación para simplificar los razonamientos.</p>
<p><strong>Respecto al viaje en el tiempo con una sola línea temporal (sin universos paralelos):</strong></p>
<p>Consideraciones:</p>
<p>- El <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Tiempo" target="_blank">tiempo</a> es una medida del cambio; un <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Segundo" target="_blank"><em>segundo</em></a> es igual a 9.192.631.770 períodos de radiación correspondiente a la transición entre los dos niveles hiperfinos del estado fundamental del isótopo 133 del átomo de cesio (133Cs), medidos a 0 K.</p>
<p>- “La energía ni se crea ni se destruye, solamente se transforma”. Ésta es la formulación coloquial del <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Primera_ley_de_la_termodin%C3%A1mica" target="_blank"><em>primer principio de la termodinámica</em></a>, por ello, sabiendo que el tiempo es considerado como una medida del cambio, se supone que la energía total de nuestro universo se mantiene constante a lo largo del tiempo.</p>
<p>- También sabemos, por la ecuación que nos reveló <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein" target="_blank">Einstein</a> (<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/E%3Dmc%C2%B2" target="_blank">E = mc²</a>), que la energía y la masa son equivalentes, pudiendo llamar al conjunto de ambos de nuestro universo “masa-energía total”, que será constante.</p>
<p>Según éstas <em>consideraciones previas</em>, la “masa-energía total” respecto al tiempo tendrá una imagen de la siguiente forma:</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://angelrey.files.wordpress.com/2008/05/fig12.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-89 aligncenter" src="http://angelrey.wordpress.com/files/2008/05/fig12.jpg" alt="" width="263" height="135" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Figura-1</p>
<p>Imaginemos ahora que un viajero en el tiempo se dirige al pasado y permanece ahí durante un cierto tiempo, después, regresa al momento justo en que se encontraba. En la presente suposición tomamos que <strong><em>no hay <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Universos_paralelos" target="_blank">universos paralelos</a></em></strong> en ningún momento, ni el viajero crea ninguno cuando viaja hacia atrás al cambiar algo, sino que la línea temporal es una y sólo una.</p>
<p>Cuando ese viajero esté en el pasado, el universo durante todo ese tiempo habrá aumentado su “masa-energía total” con la propia del viajero y lo que traiga con él. Al volver, suponemos que el viajero trae consigo toda la masa con la que viajó y cualquier energía que dejara durante su estancia en el pasado (fuerzas de rozamiento, etc.). En definitiva, imaginamos que, cuando el viajero regresa, la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Entrop%C3%ADa_(termodin%C3%A1mica)" target="_blank">entropía</a> total del universo queda igual que cuando llegó (si no suponemos esto, la línea temporal única que conjeturamos en la <em>observación previa</em> no podría darse, pues todo el universo a partir de la vuelta del viajero al futuro tendría una “masa-energía total doble prima” –debida a las fuerzas de rozamiento y demás que dejemos en el pasado–, mayor que la primigenia pero menor a la que habría mientras estuviera el viajero; con lo que, al llegar al momento futuro en que el viajero realiza su viaje al pasado, el universo tendría más masa que cuando realmente hizo ese primer viaje, llegando a una contradicción. Además, al volver el viajero, bajaríamos la “masa-energía total” del universo, pues nos habríamos dejado parte de ella en el pasado, aunque es verdad que podría compensarse con esta misma).</p>
<p>Quedaría una gráfica como ésta:</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://angelrey.files.wordpress.com/2008/05/fig2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-90" src="http://angelrey.wordpress.com/files/2008/05/fig2.jpg" alt="" width="265" height="137" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Figura-2</p>
<p>Donde &#60;t1&#62; y &#60;t2&#62; son los tiempos de llegada al pasado y vuelta al presente del viajero, &#60;M-Et&#62; es la “masa-energía total” previa y &#60;M-E´&#62; la “masa-energía total” que tiene esta línea temporal durante el tiempo en que el viajero está en el pasado. La función “masa-energía” frente al tiempo pasa a ser discontinua cuando se produce el viaje, con dos saltos finitos.</p>
<p>Pondré ahora unos añadidos extraídos de un <a href="http://foros.astroseti.org/viewtopic.php?p=27056&#38;highlight=&#38;sid=b1909f7fade1a1f897fc5acd316a9a89" target="_blank">foro</a>, que contienen las mismas ideas desde una óptica ligeramente distinta: &#60;&#60;Como la <a href="http://www.monografias.com/trabajos/termoyentropia/termoyentropia.shtml" target="_blank">entropía</a> siempre aumenta con el tiempo, un salto temporal al pasado supondría un descenso de la entropía. Y eso es algo que no permite la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Segunda_ley_de_la_termodin%C3%A1mica" target="_blank">segunda ley de la termodinámica</a>. Por lo tanto, el viaje al pasado es imposible. Según la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Termodin%C3%A1mica" target="_blank">termodinámica</a>, en el principio del universo la entropía era mínima, y el universo morirá cuando la entropía sea máxima.</p>
<p>Un salto temporal al futuro de un cuerpo significaría un aumento drástico de la entropía del sistema. Consideremos como sistema un habitáculo (la cápsula del tiempo). Dentro de ella cambia el tiempo de forma brusca (aumenta la entropía bruscamente). Pero esto no es exactamente posible porque en la práctica no existen sistemas totalmente cerrados (excepto el propio universo ya que fuera de el no hay ni tiempo ni espacio, es decir, no hay NADA, por eso el propio universo es el único sistema aislado totalmente) Como en la práctica no existen sistemas totalmente cerrados, ese aumento de entropía se difundiría por todo el universo, al igual que se difunde el agua por un recipiente o el calor por una habitación. En definitiva: todo el universo notaría el cambio temporal. Es decir aumentaría la entropía de todo el universo, que es lo mismo que decir que todo el universo entero habría realizado el salto temporal. Esto supone que si hiciéramos un viaje al futuro, &#8220;arrastraríamos&#8221; a todo el universo con nosotros en este viaje. Al final del viaje temporal resulta que no habríamos hecho ningún viaje puesto que todo el universo lo habría hecho.&#62;&#62;</p>
<p>&#60;&#60;Cuando hablo de viaje en el tiempo me refiero a un &#8220;salto&#8221; en el tiempo. Es decir, que pasas de un tiempo A a un tiempo X sin pasar por los tiempos que hay entre medio (B,C,D,&#8230;). Es decir, que no hablo de los viajes en el tiempo causados por velocidades relativistas, que no considero como auténticos viajes en el tiempo si no simplemente cambios en la velocidad del propio tiempo&#8221;&#62;&#62;</p>
<p>Retomando de nuevo la argumentación, si realizamos la integración de la función 1 (Figura-1) y de la función 2 (Figura-2), el área bajo la curva de la gráfica 2 es mayor que el de la gráfica 1. Este resultado violentaría el primer principio de la termodinámica, pues estaríamos <em>creando</em> energía. Iterando este proceso podríamos <em>crear</em> energía indefinidamente. Tendríamos una <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Principio_de_no_contradicci%C3%B3n" target="_blank">contradicción</a>, con lo que por el razonamiento por <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Demostraci%C3%B3n_por_reducci%C3%B3n_al_absurdo" target="_blank">reducción al absurdo </a>podríamos colegir que no es posible el viaje en el tiempo (al menos según las condiciones dadas) si no se pueden crear universos o líneas paralelas que quizá corrijan este efecto.</p>
<p>Ahora bien, éstas gráficas recuerdan a la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Funci%C3%B3n_escal%C3%B3n_unitario" target="_blank"><em>función salto de Heaviside</em></a>, que en realidad es una <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Teor%C3%ADa_de_distribuciones" target="_blank">distribución</a>, no una <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Aplicaci%C3%B3n_(matem%C3%A1ticas)" target="_blank">función</a> (pese al nombre que la damos), con lo que en las discontinuidades podríamos no estar teniendo en cuenta algo que corrigiera ésta aparente <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Paradoja" target="_blank">paradoja</a>.</p>
<p>Otro caso: Suponiendo que el viajero, una vez realizado el viaje, no regrese, nos quedaría una gráfica análoga a la de la Figura-2, sólo que en este caso sólo habría un salto -no habría &#60;t2&#62;- y la “masa-energía total” se quedaría en el nivel &#60;M-E´&#62;, habiéndose <em>creado</em> energía igualmente, y seguiríamos teniendo nuestra contradicción.</p>
<p>Apunte final: En todos estos casos no estamos teniendo en cuenta que, cuando el viajero se dirija hacia atrás en el tiempo, el futuro se cambiaría necesariamente: aún por cualquier mínima variación, la línea temporal ya sería diferente, con lo cual en realidad ya estamos creando un universo paralelo (destruyendo o no la línea temporal original). En mi opinión, <em>una línea temporal que ya ha existido no tendría por qué desaparecer por un viaje en el tiempo, puesto que si ha existido en algún momento, ya se puede considerar que existe, y si desapareciera no tendría sentido y sería contradictorio decir que no existe si ya ha existido</em>. Por tanto, es posible que, si se puede viajar en el tiempo, estos viajes generen nuevos universos paralelos para no hacer desaparecer al original. Tendríamos problemas de nuevo, ya que al generar nuevos universos estamos creando nueva “masa-energía” (y en mucha mayor cantidad que en los pasados casos considerados). Una solución posible sería que con cada nuevo universo generado se genere otro a su vez con “masa-energía” negativa, llegando, si fundiéramos ambos universos, a una “suma cero”.</p>
<p>Con estos argumentos se podría afirmar (si no estoy pasando por alto algo que invalide el resultado) que <strong><em>no es posible el viaje en el tiempo teniendo sólo en cuenta una única línea temporal</em></strong>.</p>
<p>Es cierto que los procesos de viaje los suponemos instantáneos y sin intercambio de energía, y en realidad habría que tenerla en cuenta, pero no sabemos cómo van a ser esos intercambios (pudiendo cruzarse energías de tiempos diferentes e incluso entrar en juego universos paralelos), pero deberían evitar esta <em><strong>paradoja temporal termodinámica</strong></em> en que crearíamos energía (suponiendo que se cumpla estrictamente la primera ley de la termodinámica a lo largo de la flecha del tiempo). Quizá se evitaría la paradoja con compensaciones de “masa-energía” en los procesos de viaje en el tiempo extrayéndolas de algún universo paralelo u otras formas.</p>
<p>Otra posibilidad sería <strong><em><a href="http://mckay.stickytech.com/Science/TimeTravel/index.html" target="_blank">redefinir</a> la primera ley de la termodinámica</em></strong> afirmando que <em>la superficie bajo la curva &#8220;masa-energía&#8221; a lo largo de una línea temporal es constante entre el inicio y final de ésta (en un periodo infinito de tiempo)</em>, o dicho de forma matemática, la integral respecto del tiempo de la función &#8220;masa-energía&#8221; es constante entre &#8220;t = 0&#8243; y &#8220;t = <span style="font-size:12pt;">∞</span>&#8221; (infinito), con t = 0 como el instante inicial del universo. También se puede añadir que el valor de la integral entre dos puntos concretos &#8220;t = a&#8221; y &#8220;t = b&#8221; (con &#8220;a&#8221; y &#8220;b&#8221; valores de tiempo mayores que cero) depende de los límites de integración tomados: el valor de una integral específica entre dos momentos temporales dependerá siempre del intervalo &#8220;t&#8221; en el que integremos (He aquí la redefinición sacada del <a href="http://mckay.stickytech.com/Science/TimeTravel/index.html" target="_blank">link</a> enlazado: &#8220;The law of thermodynamics might be rewritten as follows: The amount of energy in any enclosed area <em>over an infinite period of time</em> remains constant.&#8221;).</p>
<p><strong>Respecto al viaje en el tiempo con varias líneas temporales (con universos paralelos):</strong></p>
<p>En este caso podemos viajar al pasado e intentar cambiarlo, pero seguimos suponiendo que la línea temporal de la que provenimos es <em>rígida</em>, puesto que, como hemos apuntado arriba, lo que en un momento y lugar ha existido, de alguna forma tiene que seguir existiendo en algún momento y/o lugar, ya que si no nunca habría existido (por este argumento, desechamos el que las líneas temporales puedan ser flexibles -que puedan cambiar-, pues introducirían paradojas). Con el intento de cambio del pasado pueden ocurrir dos cosas: que lo logremos (introduciendo una aparente paradoja), o que no.</p>
<p>- El último caso puede venir descrito en dos situaciones: porque de alguna forma no podamos cambiarlo aunque queramos, ocurriendo siempre algo que lo impida, o por el <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Principio_de_autoconsistencia_de_Novikov" target="_blank"><em>principio de autocoherencia de Novikov</em></a>, que propone que nadie que viaje en el tiempo pueda generar una paradoja debido a que sus propias acciones resultarían coherentes con la línea temporal (aunque éste principio podría tener como consecuencia que todas las acciones estuvieran <em>prefijadas</em> de cara a la consistencia de la línea temporal, llevando a un <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Determinismo" target="_blank">determinismo </a>que quizá acabara con el <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libre_albedr%C3%ADo" target="_blank">libre albedrío</a> sin nosotros constatarlo).</p>
<p>- También tenemos el caso de que podamos cambiar el pasado, pero en base a la suposición de rigidez de nuestra línea, con el cambio introducido al viajar al pasado crearíamos un universo paralelo. Teniendo en cuenta esto, al regresar al futuro el viajero en el tiempo, podría llegar al futuro de esa línea paralela, no regresando a su línea original, y posiblemente creando otro universo paralelo más resultado de las variaciones introducidas en ese viaje al futuro que perturbaría la línea de nuevo.<br />
Al estar <em>creando</em> nuevos universos paralelos, podríamos tener el mismo problema que en el caso de una sola línea temporal, por una posible violación del primer principio de la termodinámica (a menos que pueda solucionarse, o simplemente no se cumpla por alguna razón: ¿quizá en un hipotético procedimiento de viaje en el tiempo las reglas varíen?). Basándose en la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Cu%C3%A1ntica" target="_blank">teoría cuántica</a>, que es probabilística, y afirmando que cuando algo ha ocurrido ya su probabilidad pasaría a ser del 100%, hay quien propone que los viajes al pasado serían sólo <em>de visita</em>, pero que volveríamos a nuestro tiempo original al regresar. Esto choca en parte con la <em>observación previa</em> que hemos tomado al inicio del texto, ya que esa <em>línea de visita</em> generada, al haber existido, tiene que pasar a existir de alguna forma Aunque se resolvería si fuera una línea paralela que perviviría mientras este el viajero en ella, destruyéndose al volver el viajero a la suya (quizá este universo paralelo colapsara sobre sí mismo en el momento del regreso del viajero), pero manteniéndose en algún tiempo y lugar –existiendo de hecho, aun no sabiendo ahora dónde ni cómo acceder a ese universo paralelo de duración limitada– ese pequeño intervalo de visita del viajero.</p>
<p>Apunte final: Ambas posibilidades de viaje en el tiempo con varias (o casi infinitas) líneas paralelas tienen sus inconvenientes de cara a su validez; no obstante hay que recordar que remarco que en todo lo concerniente a los viajes temporales podemos no estar teniendo en cuenta algo (es inevitable) y que la mente humana es suficientemente imaginativa y creativa como para llegar, si es posible, a solventar estos problemas como lo hizo antes a la hora de realizar otros hitos –para algunos <em>“imposibles”</em>–, como tratar de volar y demás <a href="http://www.blogsocial.com.ar/2008/09/01/frases-o-predicciones-erroneas/" target="_blank">ejemplos históricos</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Manejando los datos de una aplicación web]]></title>
<link>http://planbyweb.wordpress.com/2008/11/19/manejando-los-datos-de-una-aplicacion-web/</link>
<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 22:39:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Meseguer</dc:creator>
<guid>http://planbyweb.wordpress.com/2008/11/19/manejando-los-datos-de-una-aplicacion-web/</guid>
<description><![CDATA[Como ya os comente en el post anterior, estoy trabajando en un script para migrar los datos del mode]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Como ya os comente en el <a href="http://planbyweb.wordpress.com/2008/11/18/primeros-pasos-de-la-migracion/">post anterior</a>, estoy trabajando en un script para migrar los datos del modelo que esta usando actualmente Cinecin.com al nuevo. Aunque cada vez tiene más lineas, esta funcionando muy bien (Aunque ciertas partes no son muy reusables).</p>
<p>Me he encontrado (otra vez) con un problema que siempre <strong>he parcheado y dejado a un lado</strong>. No es otro que <strong>la consistencia de los datos</strong>. Y&#8230; <strong>¿qué huevos es eso?</strong>, pues entre otras cosas, que las cosas sean lo que son. Es decir, podemos guardar los datos mediante un formulario o recogiéndolos de <span style="text-decoration:line-through;">una web</span> cualquier parte y una vez igual se inserta mi nombre como Carlos Meseguer, otra como carlos Meseguer o CARLOS MESEGUER, o aún peor, C. Meseguer.</p>
<p>Como el objetivo final es una aplicación relativamente complicada, he decidido <strong>afrontar este problema ahora</strong>, aunque sin dudas, debería haberse hecho en su momento. En las anteriores ocasiones que he ampliado cinecin ya lidie con esto, pero como comentaba antes, lo solucioné de una manera fea (Sin hacer un análisis del problema y los casos posibles).</p>
<p>Se da el caso que actores, directores, músicos&#8230; participan en muchas películas, y queremos saber en cuales, por lo que si introducimos sus nombres de maneras distintas, para el sistema serán personas distintas, lo que no dejará en buen lugar a la información de la web.</p>
<p><strong>Aunque es completamente</strong> <span style="text-decoration:line-through;">imposible</span> <strong>inviable solucionar este problema al 100%</strong> he decidido sentar unas reglas para los nombres para poder tener una base sólida. Algunas de estas normas son directamente gramaticales, pero hay que tenerlo en cuenta, ya que la aplicación no lo hara por nosotros.</p>
<p>Una relación de las reglas seria la siguiente:</p>
<ol>
<li><a href="http://planbyweb.wordpress.com/2008/11/19/primera-letra-en-mayusculas-javascript/">Todas las palabras empiezan por mayúscula.</a> (Otros criterios serian igualmente válidos).</li>
<li><a href="http://planbyweb.wordpress.com/2008/11/19/primera-letra-en-mayusculas-javascript/">Todas las letras que no sean la primera, serán minúscula</a>.</li>
<li>Un único espacio entre cada palabra.</li>
<li>Comprobar que no se cuelan espacios en blanco al principio o al final de los nombres.</li>
<li>Los posibles guiones (&#8220;-&#8221;) que pudiesen aparecen en los nombres, serán sustituios por espacios. En los nombres chinos aparecen a menudo, no se si al quitárselos pierde significado, si alguien lo sabe le agradecería que lo comentara. Por otro lado, los guiones son utilizados en las URLS, por lo que podría crear conflictos.</li>
<li>Los nombres que se siempre se escriben acortados (<em>James P. Morgan</em> , me lo he inventado), siempre se dejará un espacio entre el punto y la siguiente palabra.</li>
</ol>
<p>Sinceramente creo que con estas reglas, la aplicación puede tener un mejor funcionamiento ademas de ser más fiable.</p>
<p>En cuanto a los nombres de los géneros y países <strong>se podrían aplicar unos criterios similares</strong>, aunque como es posible que los convierta en <strong>entidad</strong> (Para entendernos una nueva tabla) y en conjunto, son muchos menos, los voy a dejar estar por el momento.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ouvir, ver e sentir]]></title>
<link>http://pontocultural.wordpress.com/2008/11/14/ouvir-ver-sentir/</link>
<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 12:45:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>pontocultural</dc:creator>
<guid>http://pontocultural.wordpress.com/2008/11/14/ouvir-ver-sentir/</guid>
<description><![CDATA[Sensações indescritíveis para quem abre espaço na vida à cultura. Para isso, veja as dicas abaixo: O]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sensações indescritíveis para quem abre espaço na vida à cultura. Para isso, veja as dicas abaixo:</p>
<p><strong><a href="http://pontocultural.wordpress.com/files/2008/11/lenine.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-577" title="lenine" src="http://pontocultural.wordpress.com/files/2008/11/lenine.jpg" alt="lenine" width="166" height="109" /></a>Ouvir</strong>: sem regras e testando novas possibilidades sonoras, <strong>Lenine</strong> se apresenta nesta sexta e sábado, às 21 horas, e domingo, às 18 horas, com canções do CD Labiata, no Teatro do Sesc Pinheiros, que fica na Rua Paes Leme, 195, em Pinheiros.<strong> Ingressos a R$ 30,00.</strong></p>
<p><strong><a href="http://pontocultural.wordpress.com/files/2008/11/saramago.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-578" title="saramago" src="http://pontocultural.wordpress.com/files/2008/11/saramago.jpg" alt="saramago" width="276" height="155" /></a>Ver:</strong> sonhos de uma vida concentradas em um só lugar. A exposição <strong>&#8220;A Consistência dos Sonhos&#8221;</strong> mostra a vida de José Saramago, com mais de 500 peças entre manuscritos, videos e fotografias do escritor portugues. Alegre seus olhos no Instituto Tomie Ohtake, na Av. Faria Lima, 201, em Pinheiros, de terça a domingo, das 11h às 20h, até 15.02.09. <strong>Gratuito.</strong></p>
<p><strong><a href="http://pontocultural.wordpress.com/files/2008/11/comecar.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-579" title="comecar" src="http://pontocultural.wordpress.com/files/2008/11/comecar.jpg" alt="comecar" width="160" height="190" /></a>Sentir:</strong> o começo de um término é doloroso e torna uma pessoa sensível. É esta sensibilidade que trata a peça <strong>&#8220;Começar a Terminar&#8221;</strong>, com Antonio Abujamra, que conta a iminência da morte e a questiona a validade do reconhecimento. Até 23.11, no Teatro João Caetano, que fica na Rua Borges Lagoa, 650, Vila Clementino. De sexta e sábado às 21 horas, e domingos às 19 horas. <strong>Ingressos à R$ 10,00.</strong></p>
<p><strong>Aproveitem o final de semana!</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Competencia Justa Vs. Rating Televisivo]]></title>
<link>http://cabralchez.wordpress.com/2008/10/23/competencia-justa-vs-rating-televiso/</link>
<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 04:20:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Javier Cabral</dc:creator>
<guid>http://cabralchez.wordpress.com/2008/10/23/competencia-justa-vs-rating-televiso/</guid>
<description><![CDATA[Ayer comenzó la Serie Mundial de Béisbol, la etapa final de la competencia oficial de este deporte, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Ayer comenzó la Serie Mundial de Béisbol, la etapa final de la competencia oficial de este deporte, ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrada Primera]]></title>
<link>http://dromboken.wordpress.com/2008/10/07/entrada-primera/</link>
<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 02:29:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>carmeyeii</dc:creator>
<guid>http://dromboken.wordpress.com/2008/10/07/entrada-primera/</guid>
<description><![CDATA[Esta es como la quinta vez en mi vida que intento empezar un blog. Lo triste del asunto es que siemp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Esta es como la quinta vez en mi vida que intento empezar un blog. Lo triste del asunto es que siempre me dura la ilusión algunas semanas, a lo mucho. Y eso contando los últimos cinco días que son más bien <span style="text-decoration:line-through;">algunas palabras para decir que escribí algo</span> intentos de entradas antes de dormir. La cosa es esta: creo que tengo el sueño de ser una blogger mundialmente conocida o al menos famosa en mi ciudad, o no sé qué pretendo, que al ver que mis brillantemente profundas entradas no tienen comentarios, me rindo. Y por más que me digo que &#8220;esta vez lo voy a hacer para mí&#8221;, que &#8220;no es para hacerme famosa, si no para tener un lugar donde sacar ls cosas raras que pasan por mi cerebro todos los días&#8221;, siempre caigo. Esta vez no será así. Tengo que establecer algún tipo de disciplina&#8230; algo que transforme ese &#8220;voy a escribir diario&#8221; en un &#8220;es necesario, tengo que, debo escribir mi entrada de hoy&#8221;. Sin excepciones! Digo, ¿Qué tan difícul puede ser tomarse 30 minutos diarios para esforzarse y poner algunas palabras juntas y ventilar un poco de lo que en algún punto del día gritaba por salir? Leo, oigo y escucho (y vivo) tantas cosas raras, chistosas, interesantes, preocupantes día a día que es increíble creer que me cueste trabajo sentarme a escribirlo. Oh, pero no más. Éste será el último intento de establecer un blog. Seré una niña aplicada y cumpliré con la tarea día a día, y quién sabe, tal vez añgún día sea la bloggra más famosa del mundo&#8230;. ñacañacañca&#8230; Pero algo que me ha tomado 18 años aprender es que todo, absoltamente todo en esta vida, toma práctica, consistencia, y paciencia. Carajo, no se puede ser <span style="text-decoration:line-through;">Miguel Ángel si no se pinta diario</span> Guillermo del Toro sin décadas de cine en la espalda. Hmmm&#8230; no encuentro la metáfora correcta. El punto es que necesito aprender a ser consistente. Y para eso voy a usar esto esta vez. Screw comments!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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