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	<title>conteudo-online &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/conteudo-online/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "conteudo-online"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 04:08:13 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Cobrar ou não, eis a questão!]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/27/cobrar-ou-nao-eis-a-questao/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 15:22:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/27/cobrar-ou-nao-eis-a-questao/</guid>
<description><![CDATA[por Renato Garcia O sucesso da Internet é inquestionável. E muito se deve ao fato de a maior parte d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><em>por Renato Garcia</em></p>
<p style="text-align:justify;">O sucesso da Internet é inquestionável. E muito se deve ao fato de a maior parte dos sites serem gratuitos. Mas, remando contra essa corrente, surgiu a <a href="http://www.adnews.com.br/midia.php?id=96352">notícia de que os jornais vão começar a cobrar pelo seu conteúdo na web</a>. Aí se instalou a polêmica.</p>
<p style="text-align:justify;">Rupert Murdoch, presidente da News Corporation, foi quem anunciou tal medida. A partir daí, jornais brasileiros, como Folha, Estadão e O Globo se mostraram favoráveis a essa cobrança. Na verdade, a Folha já disponibiliza apenas parte de suas notícias gratuitamente. Quem consegue acessá-las na integra são apenas os assinantes do jornal ou do portal UOL. Os demais se contentam com os resumos.</p>
<p style="text-align:justify;">Na minha opinião, essa medida vai afugentar mais ainda os leitores. O brasileiro não gasta com cultura, isso é mais do que comprovado. Cinema e teatro, por exemplo, são consumidos apenas por uma pequena elite. O mesmo acontece com os livros, revistas e jornais. Afinal, quem não compra os jornais na banca, também não vai gastar seu dinheiro com um site. Se a maioria dos brasileiros utiliza apenas a televisão e o rádio pra se informar, esse número só tende a crescer.</p>
<p style="text-align:justify;">É claro que publicar notícias de qualidade é uma tarefa muito custosa. Mas colocar o ônus em cima do leitor virtual não é o mais adequado. Se a publicidade não dá conta de cobrir todos os gastos, o ideal seria criar conteúdos exclusivos para os sites. Melhor do que simplesmente publicar uma edição online do jornal impresso. Portanto, os periódicos brazucas deveriam tomar um pouco de cuidado antes de começar a cobrar, já que a nossa realidade é bem diferente da européia.</p>
<p style="text-align:justify;">Na Inglaterra, de acordo com uma <a href="http://www.bluebus.com.br/show/2/92744/agora_sao_70_das_empresas_de_conteudo_pensando_em_cobrar_na_web">pesquisa anual da Association of Online Publishers</a>, 70% das empresas jornalísticas já cobram ou pensam em cobrar pelo conteúdo online. Porém, a jornalista Georgina Prodhan, da Reuters Brasil, <a href="http://br.reuters.com/article/internetNews/idBRSPE5830NU20090904?pageNumber=1&#38;virtualBrandChannel=0">afirma que é muito fácil para Murdoch sair por aí dizendo que o acesso aos sites de seus jornais será pago.</a> Afinal, ele controla também redes de televisão inglesas, além de um estúdio de cinema, de onde poderia sair toda a possível receita perdida.</p>
<p style="text-align:justify;">Enfim, se o brasileiro deixa de ter acesso às notícias online, não é pagando que ele vai se informar. Quanto menos puder colocar a mão no bolso, melhor.</p>
<p style="text-align:justify;">[exercício #5 - 20/11]</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MGM: Conteúdo no Youtube]]></title>
<link>http://cinemagia.wordpress.com/2008/11/11/mgm-conteudo-no-youtube/</link>
<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 13:45:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>naomi</dc:creator>
<guid>http://cinemagia.wordpress.com/2008/11/11/mgm-conteudo-no-youtube/</guid>
<description><![CDATA[Do site da Abril: A partir de hoje, o YouTube exibirá algumas séries de TV e longas-metragens comple]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://cinemagia.wordpress.com/files/2008/11/mgm-logo.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-6141" style="margin:3px;" title="mgm-logo" src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2008/11/mgm-logo.jpg?w=128" alt="mgm-logo" width="128" height="79" /></a>Do site da Abril:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">A partir de hoje, o YouTube exibirá algumas séries de TV e longas-metragens completos do estúdio MGM, de Hollywood.</p>
<p style="text-align:justify;">O site do Google realizou um acordo com o Metro Goldwin Mayer (aquele do leão rugindo na apresentação) para disponibilizar gratuitamente a série &#8220;American Gladiators&#8221;, e os filmes: &#8220;O Monge à Prova de Balas&#8221;, &#8220;Sete Homens e um Destino&#8221; e &#8220;Legalmente Loira&#8221;, como os primeiros exemplares do canal, que contará com anúncios publicitários ao lado da tela de exibição.</p>
</blockquote>
<p>A notícia pode ser <a href="http://www.abril.com.br/noticias/tecnologia/mgm-publicara-filmes-inteiros-youtube-175082.shtml">lida aqui</a>.</p>
<p>O link para o canal oficial da MGM é <a href="http://www.youtube.com/user/mgm">http://www.youtube.com/user/mgm</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Webwriting, Redação &amp; Informação para a Web - Bruno Rodrigues]]></title>
<link>http://exvertebrum.wordpress.com/2008/02/18/webwriting-redacao-informacao-para-a-web-bruno-rodrigues/</link>
<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 01:19:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Rez Oliveira</dc:creator>
<guid>http://exvertebrum.wordpress.com/2008/02/18/webwriting-redacao-informacao-para-a-web-bruno-rodrigues/</guid>
<description><![CDATA[Autor: Bruno Rodrigues Tempo Estimado de Leitura: 3 horas Linguagem: Simples Diagramação: Tradiciona]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Autor: Bruno Rodrigues Tempo Estimado de Leitura: 3 horas Linguagem: Simples Diagramação: Tradiciona]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BarCamp SP - Monetização de conteúdo online]]></title>
<link>http://digitalmundoin.wordpress.com/2007/03/26/barcamp-sp-monetizacao-de-conteudo-online/</link>
<pubDate>Mon, 26 Mar 2007 23:35:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>inhsieh</dc:creator>
<guid>http://digitalmundoin.wordpress.com/2007/03/26/barcamp-sp-monetizacao-de-conteudo-online/</guid>
<description><![CDATA[Acompanhei só parte da discussão do domingo à tarde, sobre monetização, então, só posso falar sobre ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Acompanhei só parte da discussão do domingo à tarde, sobre monetização, então, só posso falar sobre a mesma.</p>
<p>Sobre conteúdo online, a grande questão foi o modelo de negócios. Como ganhar dinheiro se há tanta coisa grátis na grande rede. Foram mencionados principalmente assinatura e micropagamento. E como fator determinante para se conseguir cobrar, um dos participantes falaou bastante na relevância do conteúdo.</p>
<p>Obviamente não precisamos sequer discutir a importância disso, mas do ponto-de-vista do internautas, considero que devemos fazer uma análise de uma série de critérios, entre eles:</p>
<p>. Relevância<br />
. Disponibilidade em outras fontes a menores custos (diretos e indiretos)<br />
. Exclusividade<br />
. Potencial de geração de receita<br />
. Autor<br />
. Marca<br />
. Ineditismo<br />
. Velocidade<br />
. Acuracidade<br />
. Disponibilidade<br />
. Canal de distribuição<br />
. Tecnologia (ex: formato xml)<br />
. Timing<br />
. Nível de detalhamento<br />
. Estilo</p>
<p>Considere que cada nicho de mercado dá pesos diferentes a cada um desses fatores (por isso, a importância do conceito de long tail). No BarCamp, comentei um exemplo típico: cotação do dólar. Esse é um dado que pode ser obtido diariamente de graça no Jornal Nacional, porém, muitas empresas pagam para ter acesso ao índice com a chancela de jornais como Gazeta Mercantil e Valor Econômico. Se for uma cotação da semana passada, não tem valor, mas se for uma série história de 1 ano, por exemplo, pode valer algo novamente. Se for na web pode ter um valor, agora, se vier automaticamente na planilha através de uma atualização online, poderá custar um pouco mais caro.</p>
<p>Por outro lado, depende também da decisão estratégica do próprio empreendedor para se estabelecer o modelo de negócios. Um relatório financeiro pelo qual uma consultoria financeira cobra centenas de dólares pode ser disponibilizado gratuitamente se um patrocinador bancar o custo.</p>
<p>Pegue o check-list acima, determine a importância que o seu público dá para cada um deles e avalie a sua publicação. Depois, poste nos comentários daqui para conseguirmos discutir e melhorar o método.</p>
<p>Posts que comentaram esse debate:</p>
<p>. <a href="http://www.tiagodoria.com.br/barcamp/wp-trackback.php?p=85" target="_blank" rel="bookmark">2º dia: Sustentabilidade, networking e críticas ao Adsense (Tiago Dória)</a></p>
<p>. <a href="http://www.techbits.com.br/2007/03/25/barcamp-dia-dois/trackback/" target="_blank">BarCamp: dia dois (Techbits)</a></p>
<p>. <a href="http://logbr.reflectivesurface.com/2007/03/25/barcamp-sampa-v/" rel="bookmark" title="Permanent Link to BarCamp Sampa V">BarCamp Sampa V (Superfície Reflexiva)</a></p>
<p>. <a href="http://www.marceloantunes.com/barcamp-sao-paulo-barcamp-sampa-resumos-e-fotos-do-segundo-e-ainda-do-primeiro-dia/" rel="bookmark" title="Barcamp São Paulo - Barcamp Sampa - resumos e fotos do segundo (e ainda do primeiro) dia">Barcamp São Paulo &#8211; Barcamp Sampa &#8211; resumos e fotos do segundo (e ainda do primeiro) dia (Repositório)</a></p>
<p>ps: a idéia do <a href="http://marcogomes.com/blog/2007/marcogomescom-no-websinsider/trackback/" target="_blank">Marco Gomes</a> de postar a foto foi muito boa, foi assim que pude reconhecê-lo. O evento acabou, mas já há boas sugestões, como a do <a href="http://simplesideias.com.br/como-foi-o-barcamp-sao-paulo-1/trackback/" target="_blank">Nando Vieira</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revista digital: alternativa para conteúdo online]]></title>
<link>http://jacacarambola.wordpress.com/2008/04/16/revista-digital-alternativa-para-conteudo-online/</link>
<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zé</dc:creator>
<guid>http://jacacarambola.wordpress.com/2008/04/16/revista-digital-alternativa-para-conteudo-online/</guid>
<description><![CDATA[Estava a caminho da pós quando me entregaram um encarte da Super Interessante. Como o conteúdo da re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:verdana;">Estava a caminho da pós quando me entregaram um encarte da Super Interessante. Como o conteúdo da revista  não tem mais a mesma qualidade de alguns anos atrás, peguei e quase não dei a devida atenção. Eu realmente não queria saber quem inventou o palito de dentes muito menos se era higiênico proteger as latinhas de cerveja com selo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">Não querendo me estender muito nas reportagens, li só a contracapa. Claro que induzia o leitor, de acordo com a curiosidade dele, a acessar o site da revista e ler na íntegra a matéria de capa &#8211; que por sinal tem tudo a ver com ciência: &#8220;a cadeia como você nunca viu&#8221;. Lá fui eu visitar o site; não me surpreendi quando vi que não havia quase destaque na página &#8211; e os poucos destaques não conseguiam chamar a atenção. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">Enfim, meu objetivo não é falar do layout pobre e do conteúdo fraco do site. Cliquei direto no ícone da revista para ler a matéria &#8220;super interessante&#8221;. Minhas expectativas desceram pelo ralo quando percebi que não era uma versão em PDF ou equivalente ao clicar em um outro ícone: &#8220;folheie a revista&#8221;. Simplesmente abriu uma janela em flash com a revista aberta em miniatura &#8211; só o título das matérias estavam legíveis. A intenção é só folhear mesmo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">Admito que meu equívoco foi grande ao pensar que iria encontrar uma revista digital. Sei que, a princípio, pode não haver muita diferença entre online e digital, mas quando você escolhe fazer o download de qualquer conteúdo para ler, ouvir ou assistir <span style="text-decoration:underline;">depois</span> (podcast e videocast), já deixa de ser online &#8211; daí a vantagem de ser digital.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">Confesso também que não sou leitor assíduo de revistas, me contento perfeitamente com os feeds de sites de notícias e alguns veículos jornalísticos. Mesmo assim, acho que as editoras deveriam se preocupar em oferecer uma alternativa &#8211; e por que não tratá-la como um diferencial para o leitor &#8211; ao conteúdo online. Entendo que a internet, assim como o impresso, depende e muito da publicidade. Se os leitores deixarem de visitar o site por terem a comodidade de fazer o download da revista digital, um conflito entre anunciante e veículo pode aumentar consideravelmente (que, na verdade, já existe entre os mundos online e offline). </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">A transferência de conhecimento é um fator comum entre os leitores, ainda mais quando se trata de revista ou jornal. Eu pelo menos não faço coleção do gênero, então me livrar do impresso após a leitura é sinônimo de mais espaço em minha casa. Não creio que esse tipo de atitude ameaçaria as vendas das revistas , assim como acontece entre o CD e o MP3. Aliás, não há como compará-los, visto que são dois produtos totalmente diferentes e com preços bem distintos. Com os e-books (já falei sobre eles <a href="http://jacacarambola.wordpress.com/2008/02/18/e-scritores-de-plantaoe-scritores-de-plantao/" target="_blank">aqui</a>), é uma tendência que começa a tomar força, mesmo que aos poucos. A <a href="http://www.penguin.co.uk/" target="_blank">Penguin Books</a>, por exemplo, vai disponibilizar aproximadamente 5.000 títulos em versão digital para serem vendidos diretamente no site da editora (só achei que o valor deveria ser diferente do cobrado em papel).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">E se falamos em digital, logo pensamos em economia de papel. Um bom motivo para incentivar na preservação do planeta. Claro que o conceito deveria ser mais esclarecido  e difundido entre as pessoas, senão ninguém teria a necessidade (ou pura precaução) de imprimir um e-mail, por exemplo. O medo do virtual ainda é grande perto da segurança que o físico oferece.  </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">Uma sugestão muito boa &#8211; e, adivinhem, é sobre marketing - de revista eletrônica é a <strong><a href="http://www.meiodigital.com.br/" target="_blank">Meio Digital</a></strong>. O que mais gostei foi a interatividade com o leitor através de comentários e opiniões no estilo sim-ou-não para cada artigo. A opção pela <a href="http://meiodigital.digitalpages.com.br" target="_blank">edição completa</a> também não deixa a desejar, abusando e usando do flash com inteligência.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">Para os blogueiros e não-blogueiros de plantão &#8211; acho que a blogosfera inteira já está sabendo, mas não custa nada divulgar -, a revista <a href="http://www.feed-se.com.br/" target="_blank"><strong>Feed-se</strong></a> já está na rede. Faça seu download já <a href="http://www.feed-se.com.br/edicoes/edicao-piloto.html" target="_blank">direto daqui</a>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">Por último, indico a revista <a href="http://www2.uol.com.br/sciam/" target="_blank"><strong>Scientific American Brasil</strong></a>. O slogan faz jus ao conteúdo: a ciência como você nunca viu. Isso sim que é conteúdo interessante (que me desculpe a Super Interessante). Bem que podiam aderir às edições digitais &#8211; fica aqui minha sugestão.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;font-family:Verdana;"><strong>José Brandão &#38; Jacacarambola</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
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