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	<title>contrabando &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/contrabando/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "contrabando"</description>
	<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 21:24:00 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[1977]]></title>
<link>http://festivaldepenedo.wordpress.com/2009/11/29/1977/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 13:51:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>lisboalarissa</dc:creator>
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<description><![CDATA[AGONIA. Direção, montagem, roteiro e produção: Carlos Hora Santos. 1977. Média-metragem (30min), son]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>AGONIA. Direção, montagem, roteiro e produção: Carlos Hora Santos. 1977. Média-metragem (30min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Mostra alucinações e miragens em clima de sufocante pesadelo.</p>
<p>&#160;</p>
<p>ALEGRANDO. (original perdido). Direção, produção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. 1977. Curta-metragem (8min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Apresenta figuras do carnaval da região praiera da Garça Torta (Maceió/AL), produção de máscaras de carnaval, grupos carnavalescos “Boi Marrão” e “Maria Charclete”.</p>
<p>Observação:</p>
<p>1º lugar no I Festival Alagoano de Super 8, 1976. 2º lugar no III Festival de Cinema de Penedo, 1977, AL.</p>
<p>&#160;</p>
<p>ARTESANATO. Direção, montagem, roteiro e produção: Carlos Hora Santos. 1977. Média-metragem (30min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Aborda o trabalho dos oleiros da cidadezinha sergipana de Santana do São Francisco, conhecida como Carrapicho, vizinha a Penedo. Mostra o processo de elaboração do artesanato de barro.</p>
<p>Observação:</p>
<p>1º lugar no III Festival de Penedo, AL, 1977.</p>
<p>&#160;</p>
<p>CONTRABANDO. Direção, roteiro e montagem: Kleyner Gomes. Elenco: José Cícero “Cicinho”, José Carlos “Peu”, Geraldo “Veio”, Sérgio “Prego”, “Zé Gustavo” Barreiros, Luciano “Briba”, Márcio Guido, Ricardo “Baóba”, Irmãos – Cláudio, “Fonseca”, Luisinho e Dedé (Turma da Rua). 1977. Curta-metragem (12min), silencioso, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Uma carga chega ao porto, e uma das encomendas é objeto de transação entre contrabandistas.</p>
<p>&#160;</p>
<p>DESPREZO. Diretor: Edson Silva. 1977. Ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Ficção que aborda a exclusão social.</p>
<p>&#160;</p>
<p>EPÍLOGO. Direção, produção e montagem: Mario Jorge Calheiros Feijó. Roteiro: Mario Jorge Calheiros Feijó e Roseana Farias. Direção de fotografia: Vanilo Soares e José Márcio Medeiros. Assistente de direção: José Márcio Medeiros. Elenco: Roseana Farias, Mário Feijó, Edmar Araújo e Fernanda Simões. 1977. Média-metragem (29min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Filhos de pais desatenciosos, irmãos estimulam fantasias e outras nuâncias neste relacionamento. Amor incestuoso entre um casal de irmãos da alta classe média.</p>
<p>FARINHADA. Direção: Aldevan Henrique da Silva. 1977. Documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Mostra a produção de farinha no interior de Alagoas.</p>
<p>&#160;</p>
<p>JORNADA. Direção: José Maria Tenório Rocha. Assistente de direção: Iracilda Tenório. Fotografia: Celso Brandão e José Maria Tenório Rocha. 1977. Média-metragem (22min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Apresenta para os turistas ou pesquisadores os folguedos e danças de Alagoas.</p>
<p>&#160;</p>
<p>MACEIÓ, uma província no início do século. Direção, argumento/roteiro e montagem: Adnor Pitanga. Direção de fotografia: José de Almeida. Companhia produtora: Scorpios Produções Cinematográficas. 1977. Curta-metragem (10min), sonoro, cor, documentário, 35mm.</p>
<p>Sinopse: Descreve a evolução urbana e social de Maceió, utilizando fotografias da 1920.</p>
<p>Observações:</p>
<p>Participou do Festival de Brasília, 1977, Brasília-DF.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>MANDIOCA da terra à mesa. (original perdido). Direção, argumento/roteiro, direção de fotografia e de som: Celso Brandão. Maceió-AL. 1977. Curta-metragem (13min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Culinária de derivados da mandioca produzidos em fornos artesanais.</p>
<p>Observações:</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>MEU nome é Miss Paripueira. Direção, produção, argumento/roteiro: José Márcio Vieira. Direção de fotografia: Celso Brandão. Paripueira-AL. 1977. Curta-metragem (11min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Mostra a vida de D. Ambrosina, sua felicidade e a pureza do seu declínio frente às agressões que recebe das pessoas.</p>
<p>Observações:</p>
<p>2º lugar no IV Festival de Penedo, 1978, AL. 3° lugar para melhor filme no Festival Nacional de Cinema de Aracajú (FENACA), Aracajú-SE, 1978. A lista dos filmes premiados neste festival é composta por cinco títulos dispostos em ordem alfabética, não explicitando se esta é a mesma ordem das premiações.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>PASSEIO no céu – Torres e andores. Direção, produção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. 1977. Curta-metragem (10min), documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Mostra festejos católicos e umbandistas no dia dos Santos Cosme e Damião, em Igarassu, Pernambuco.</p>
<p>&#160;</p>
<p>A PROMESSA. Direção: Paulinho do Cadoz. Argumento: José Luiz da Silva. Direção de fotografia: Gerbase e Jackson. Roteiro e sonoplastia: Grupo Mandacaru. Elenco: Glória Melo, Marcos Ferreira, Maria Conceição, Dirson Souza, Padre Reginaldo Soares. 1977. Ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Filho tenta realizar a promessa que sua mãe não pôde cumprir, pois morreu.</p>
<p>&#160;</p>
<p>REENCONTRO na vida. Direção, roteiro e produção: Joaquim Silva Santos. Câmeras: Joaquim Silva Santos, Nelson Espíndolo, Elias Costa. Iluminador: Elias Costa. Maquiagem: Nadir Honorato. Elenco: Luiz Bezerra, Idalina Duarte, Mercia Duarte, Alcides Costa, Raimundo Diniz. Direção: Joaquim Silva Santos. 1977. Média-metragem (21min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Drama de uma família poderosa, cujo filho desde pequeno já apresentava distorções de caráter, temperamento agressivo, traços de um comportamento e que até a adolescência esteve envolvido com amizades e vícios diversos, levando a família ao sofrimento, decepções e dor. Após um grave acidente de carro, salvo por milagre, o filho se regenera e busca a vida religiosa como forma de se reencontrar com a vida.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SACROSSAQUES. Direção, roteiro e câmera: Joaquim Alves. Edição Joaquim Alves, Reinaldo Volpato e João Batista de Andrade. Elenco: Anilda Leão. 1977. Curta-metragem, sonoro, ficção, 35mm.</p>
<p>Sinopse: Nas cidades históricas do Nordeste, em especial Alagoas, a burguesia ingressa na moda de decorar suas mansões com obras sacras, algumas até saqueadas das igrejas católicas. Apresenta o processo de planejamento e roubo de uma imagem de padroeira por uma dama cleptomaníaca, para mostrar para suas amigas no próximo chá das cinco.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SÃO GONÇALO D&#8217;Água Branca. Direção e argumento/roteiro: José Maria Tenório Rocha. Fotografia: Mariano Paredes. Montagem e som: Celso Brandão. Narração: Ronaldo de Andrade. Água Branca-AL. 1977. Curta-metragem (6min), sonoro, cor, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Louvação ao santo com cânticos e danças.</p>
<p>Observações:</p>
<p>Menção honrosa no IV Festival de Penedo, 1978, AL.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SÃO RAFAEL, o grande, perdoai-nos, nós somos todos assassinos. Comandamos a morte dos poetas para depois cantá-los (sub-título: A Pier Paolo Pasolini). Direção, roteiro, produção, montagem e direção de fotografia: José Geraldo Marques. Elenco: Luciano Gonzaga, Isac Bezerra, Ana Guiomar, Maria das Graças, José Tenório Filho, Jorge Chagas, Carlos Alberto Vasconcelos. 1977. Silencioso, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Homenagem ao cineasta italiano, Píer Paolo Pasolini.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SOMOS culpados. Direção, roteiro, produção argumento/roteiro, câmera e direção de som: Joaquim Silva Santos. Câmeras: Nelson Espíndola e Elias Costa. Elenco: Valner Peixoto, Joaquim Silva Santos, Anilton Bastos Pereira, Rui Lisboa de Almeida, Raimundo Souza Rosário. Penedo-AL. 1977. Curta-metragem (14min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Aborda o problema da exclusão social, da mendicância, da pobreza mascarada em uma sociedade onde a religiosidade, o caráter humanitário se distanciam na prática. O filme m ostra que diante de todas as formas perversas ou não trabalhadas pelo homem, no contexto social, a criança é o único ser capaz de se sensibilizar diante da &#8220;aparência&#8221; do homem travestido de mendigo.</p>
<p>Observações:</p>
<p>O ano de produção é provavelmente o indicado.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SOSSEGO. Direção: Kleber Montenegro. 1977. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>VAQUEJADA. Direção: Antonio Souza. 1977. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>VIAGEM ao reino da fantasia. Direção: José Paulo de Barros Melo. 1977. Documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Registro de um passeio turístico à Disneylândia.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dos toneladas de oro boliviano entran de contrabando a Brasil y Perú cada año]]></title>
<link>http://boliviasol.wordpress.com/2009/11/25/dos-toneladas-de-oro-boliviano-entran-de-contrabando-a-brasil-y-peru-cada-ano/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 06:20:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>boliviasol</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pueblo en Línea Cada año entran de contrabando a Brasil y Perú dos toneladas de oro boliviano, debid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pueblo en Línea<br />
Cada año entran de contrabando a Brasil y Perú dos toneladas de oro boliviano, debido a la falta de un control efectivo en las fronteras del país andino, informó el martes el ministro de Minería, Luís Alberto Echazú.</p>
<p>&#8220;De una producción de entre 7 y 8 toneladas métricas por año, dos toneladas escapan del control del Estado esencialmente de las cooperativas del norte de La Paz&#8221;, precisó el ministro.</p>
<p>A raíz del contrabando del metal preciado, explicó el funcionario, el gobierno busca recuperar las regalías a los impuestos del oro.</p>
<p>Echazu recordó que Bolivia llegó a una producción de 14 a 15 toneladas métricas de oro por año, cuando la empresa minera Inti Raymi alcanzó su máxima capacidad. Actualmente la producción alcanza a 8 toneladas anuales.</p>
<p>&#8220;Ya se ha organizando la comercialización de minerales. Las cooperativas tienen que entregar sus minerales a sus comercializadoras y de esa manera recuperar las regalías de los impuestos&#8221;, explicó en una entrevista con radio Fides.</p>
<p>En las últimas semanas el precio del Oro rompió récord y alcanzó 1,170 dólares la Onza Troy en el mercado internacional. (Xinhua)</p>
<p style="text-align:center;">###<a href="http://news.google.com/news/url?sa=t&#38;ct2=es_us%2F0_0_s_2_0_t&#38;usg=AFQjCNG9O9aRNKP2zWEMTjtHysKWwSZEwg&#38;cid=0&#38;ei=iscMS-CmPJvNlQfO1LKeAg&#38;rt=SEARCH&#38;vm=STANDARD&#38;url=http%3A%2F%2Fspanish.peopledaily.com.cn%2F31614%2F6823443.html" target="_self"></a></p>
<p><strong><a href="http://news.google.com/news/url?sa=t&#38;ct2=es_us%2F0_0_s_2_0_t&#38;usg=AFQjCNG9O9aRNKP2zWEMTjtHysKWwSZEwg&#38;cid=0&#38;ei=iscMS-CmPJvNlQfO1LKeAg&#38;rt=SEARCH&#38;vm=STANDARD&#38;url=http%3A%2F%2Fspanish.peopledaily.com.cn%2F31614%2F6823443.html" target="_self">Dos toneladas de oro <strong>boliviano</strong> entran de contrabando a Brasil y Perú cada año</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Gibson pode ter usado madeira contrabandeada]]></title>
<link>http://oauecombr.wordpress.com/2009/11/23/gibson-pode-ter-usado-madeira-contrabandeada/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 12:28:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>oauecombr</dc:creator>
<guid>http://oauecombr.wordpress.com/2009/11/23/gibson-pode-ter-usado-madeira-contrabandeada/</guid>
<description><![CDATA[(POR BOB) –  Página Inicial Agentes federais dos EUA apreenderam guitarras, computadores, madeiras e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>(POR BOB)</strong> –  <a href="http://www.oaue.com.br/page4.aspx"><strong>Página Inicial</strong></a><a href="http://i724.photobucket.com/albums/ww247/oaue/gibson-les-paul-standard.jpg"></a></p>
<p>Agentes federais dos EUA apreenderam guitarras, computadores, madeiras e arquivos na seda da Gibson em Nashville por suposto envolvimento da empresa no contrabando de madeiras para a fabricação dos instrumentos&#8230;<a href="http://oaue.com.br/materias/?p=3160" target="_self">(Veja a matéria completa)</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[STJ 414 - TENTATIVA. CONTRABANDO. MERCADORIA.]]></title>
<link>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2009/11/18/stj-414-tentativa-contrabando-mercadoria/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:50:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>diogofranca</dc:creator>
<guid>http://jurisprudenciasuprema.wordpress.com/2009/11/18/stj-414-tentativa-contrabando-mercadoria/</guid>
<description><![CDATA[Na espécie, a fiscalização aduaneira verificou que um grande número de bolsas e porta-maquiagens sup]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Na espécie, a fiscalização aduaneira verificou que um grande número de bolsas e porta-maquiagens supostamente de grifes famosas e de alto valor agregado havia sido importado por meio das remessas postais por pessoas físicas. Após as referidas mercadorias terem sido fotografadas e catalogadas, a matriz francesa elaborou laudo de constatação, o qual concluiu pela falsidade delas. O Min. Nilson Naves, o Relator, entendeu que, <strong><span style="color:#333399;">se a importação ou exportação faz-se através de alfândega, o crime somente estará consumado depois de ter sido a mercadoria liberada pelas autoridades ou transposta a zona fiscal.</span></strong> Diante disso, a Turma, ao prosseguir o julgamento, concedeu a ordem para reduzir a pena imposta a cada um dos pacientes, fixando-a em oito meses de reclusão no regime aberto, e substituiu a pena privativa de liberdade por prestação de serviços à comunidade, ficando a implementação da restritiva de direitos a cargo do juiz da execução. Os Ministros Og Fernandes e Maria Thereza de Assis Moura a concediam em menor extensão. <strong><a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&#38;valor=HC+120586" target="_blank">HC 120.586-SP</a>, Rel. Min. Nilson Naves, julgado em 5/11/2009.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Autopeça pirata invade o país]]></title>
<link>http://amocaminhoes.wordpress.com/2009/11/11/autopeca-pirata-invade-o-pais/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 14:00:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Brusque</dc:creator>
<guid>http://amocaminhoes.wordpress.com/2009/11/11/autopeca-pirata-invade-o-pais/</guid>
<description><![CDATA[Barranco do Rio Paraná, entre Foz do Iguaçu e Ciudad del Este: homens levam produtos para canoa e, p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Barranco do Rio Paraná, entre Foz do Iguaçu e Ciudad del Este: homens levam produtos para canoa e, p]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comércio ambulante e omissão do poder público]]></title>
<link>http://blogdoronaldo.wordpress.com/2009/11/10/comercio-ambulante-e-omissao-do-poder-publico/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 12:04:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>ronaldonezo</dc:creator>
<guid>http://blogdoronaldo.wordpress.com/2009/11/10/comercio-ambulante-e-omissao-do-poder-publico/</guid>
<description><![CDATA[Reportagem da CBN Maringá falou sobre as expectativas de venda do comércio ambulante. Os camelôs est]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Reportagem da CBN Maringá falou sobre as expectativas de venda do comércio ambulante. Os camelôs est]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Gíria dos contrabandistas de Quadrazais]]></title>
<link>http://capeiaarraiana.wordpress.com/2009/11/05/giria-de-quadrazais/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:23:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>jclages</dc:creator>
<guid>http://capeiaarraiana.wordpress.com/2009/11/05/giria-de-quadrazais/</guid>
<description><![CDATA[Autoria: SIC Notícias posted with Galeria de Vídeos Capeia Arraiana Gíria de Quadrazais. Um contraba]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Autoria: SIC Notícias posted with Galeria de Vídeos Capeia Arraiana Gíria de Quadrazais. Um contraba]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[os segredos divinos do rock em portugal.*]]></title>
<link>http://horasextraordinarias.wordpress.com/2009/11/02/os-segredos-divinos-do-rock-em-portugal/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 21:02:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cláudio Vieira Alves</dc:creator>
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<description><![CDATA[[ este artigo foi publicado — com erros de paginação alheios ao seu autor — na 1ª edição do jornal c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>[ este artigo foi publicado — com erros de paginação alheios ao seu autor — na </em><a title="1ª. edição do jornal contrabando" href="http://contrabando.org/edicoes/contrabando_0.pdf"><em>1ª edição </em></a><em>do jornal </em><strong><a title="contrabando" href="http://contrabando.org"><em>contrabando</em></a><em>.</em></strong><em> o título original era: </em><strong><em>a nova música portuguesa. ou, cristo tinha cabelos compridos por gostar de grunge? </em></strong><em>]</em></p>
<p><em><a href="http://contrabando.org/edicoes/contrabando_0.pdf"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-1177" title="&#34;só neste país&#34;, a rubrica de música portuguesa do jornal contrabando." src="http://horasextraordinarias.wordpress.com/files/2009/11/imagem-1.png?w=125" alt="&#34;só neste país&#34;, a rubrica de música portuguesa do jornal contrabando." width="125" height="150" /></a><br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;">Há já muito tempo que o mercado da música popular portuguesa se encontrava fechado em si mesmo. O retrato da música nacional era polarizado e a imagem deste alternava apenas entre dois estados: uma espécie de promiscuidade criativa; ou políticas castradoras de talento. Ou seja: ou existia o monopólio dos mesmos músicos, mesmas produtoras e os mesmos protagonistas em curto-circuito; ou aparições tímidas, aqui e ali, afastadas de um grande público de consumo e impossibilitadas de se demarcarem de um primeiro EP caseiro. A referência e tendência para o nosso mercado local — diziam-nos os especialistas — era o modelo discográfico das fracas vendas a que lá fora assistíamos. A isto juntavam, e insistiam, um só nome para o grande culpado. Pirataria. A mesma que, ainda hoje, é sinónimo da dificuldade em se venderem discos. Sinónimo, claro, nas mentes que só vêm a redução das vendas onde a maioria espreita um aumento de procura e consumo da música.</p>
<p style="text-align:justify;"><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-style:normal;">Ora, com tudo isto, toda uma geração musical de adeptos de um pop-rock português  pautado por inovação — e cujo sinal dos últimos fragmentos residia no final inesperado dos Ornatos Violeta —, sofria e ansiava por novo alimento musical. Os teimosos, ainda da explosão dos anos 80, que mantinham a sua produção musical ou, por exemplo, os inventivos Clã já não bastavam. Era urgente maior produção nacional de música.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-style:normal;">O deserto musical desaparece quando, recentemente, qualquer coisa de refrescante ocorre. A música portuguesa volta a ocupar a sua posição dinamizadora com a entrada em cena de algumas bandas que se tornaram um fenómeno. Assuma-se a qualidade criativa e ambiente sonoro que, sustentadamente, Linda Martini, peixe:avião, Mundo Cão, doismileoito, etc, reúnem. Mas, assuma-se maior surpresa quando, subitamente, confrontamo-nos com um culto desenhado à volta de Tiago Guillul, Os Pontos Negros, Samuel Úria, Os Golpes, Diabo na Cruz e tantos outros. Num curto espaço de tempo aparecem uns desconhecidos que nos parecem de origem clandestina. E, damos por nós a pensar: mas, como é que a estes tipos a pirataria não destruíu o crescimento? E, enquanto o pensamos, os ditos especialistas ainda se interrogam quem são eles.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-style:normal;">O denominador comum destes diferentes nomes — que nos aparecem seja nas colectâneas ou festivais de verão, passando pela rádio — traduz-se em: evangelização, associativismo religioso, clubismo, crença num mesmo Deus — caramba!, tanta adjectivação para algo tão simplesmente traduzido no português corrente como fé. Mas sempre existiu?, pergunta o leitor mais interrogativo. Decerto que sim. A novidade está na sua união, através da editora <a title="flor caveira" href="http://florcaveira.blogspot.com/">Flor Caveira</a> ou promotora <a title="amor fúria" href="http://www.amorfuria.blogspot.com/">Amor Fúria</a>, que os transporta para o mercado onde todos os outros, hereges, se encontram. “Os Pontos Negros” não estarão muito longe da qualidade dos antigos “A Instituição” (banda dos anos 90 de Tiago “Guillul” Cavaco) mas a sua promoção e suporte é hoje diferente daquela que, anteriormente, estava limitada a uma pequena comunidade baptista. É colectiva. Assente. Sólida. E, pelo que se vê, tudo isto funciona. Isto porque não acredito que eles sejam abençoados por Cristo — apesar de, segundo a História, Cristo ter tido cabelo comprido e só por isso podermos afirmar ter sido um apaixonado por boa música. O segredo é menos divino e, como dizia o outro, está na massa. Nos ingredientes mais básicos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-style:normal;">Em última análise, e a provocação é atirada para fora da compreensão dos analistas de mercado, o que move estas novas bandas de rock é desconcertante na filosofia comercial da indústria da música. É imperceptível ao radar de negócios. Na realidade o que os move(u), fundamentalmente, é uma necessidade de levar a mensagem. Fazem-no afastados dos números e da imposição de vendas. E o desígnio, a emergência de cumprir os sonhos, é imbatível. Ironia das ironias, um dos veículos para se vender música popular portuguesa é precisamente o meio anti-comercial. Ainda, deste modo colectivo, conseguiram ocupar uma posição e ganhar um mercado mais robusto para a sua equipa (o seu catálogo de músicos) do que teriam conseguido para um nome isolado. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-style:normal;">Generalizando, reparo que depois de tantos anos regressamos a este que foi, outrora, o grau zero das indústrias discográficas. E na volta, talvez interesse retornar aos primeiros conceitos para deles reerguer a indústria. Porque é possível vender discos num mercado que afirmavam estar saturado pela pirataria do mp3? É possível conquistar pequenos e grandes palcos alheados de um marketing peganhento? Sim, aparentemente, é possível recrutar, ainda, entusiastas para a nossa cultura musical. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-style:normal;">É uma lição para promotoras e editoras. E para os analistas. E se não o é, devia.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A que ponto chegamos..]]></title>
<link>http://reflexovp.wordpress.com/2009/10/26/a-que-ponto-chegamos-2/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 16:50:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>viniciuspacheco</dc:creator>
<guid>http://reflexovp.wordpress.com/2009/10/26/a-que-ponto-chegamos-2/</guid>
<description><![CDATA[Homem é preso com lagartixas e cobras presas ao corpo na Noruega. O indivíduo deu pistas de que esta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img alt="" src="http://i2.r7.com/data/files/2C92/94A4/247A/B457/0124/9150/AD10/37BC/contrabando-noruega-g-20061026.jpg" title="cobrlarg" class="alignnone" width="700" height="525" /></p>
<p>Homem é preso com lagartixas e cobras presas ao corpo na Noruega. O indivíduo deu pistas de que estava contrabandeando animais depois que uma tarântula foi encontrada em uma de suas malas.</p>
<p>fonte: R7</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[“Carteles del Carbón” se imponen en la frontera haitiana dominicana; mafias se reparten territorios]]></title>
<link>http://noticieroalternativo.com/2009/10/26/%e2%80%9ccarteles-del-carbon%e2%80%9d-se-imponen-en-la-frontera-haitiana-dominicana-mafias-se-reparten-territorios/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 11:23:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>noticieroalternativo</dc:creator>
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<description><![CDATA[El carbón que se obtiene de la quema de árboles se ha convertido en un lucrativo negocio para bandas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-322" title="Frontera Haití República Dominicana" src="http://noticieroalternativo.wordpress.com/files/2009/10/frontera-haiti-republica-dominicana.jpg" alt="Frontera Haití República Dominicana" width="350" height="233" /></p>
<p style="text-align:justify;">El carbón que se obtiene de la quema de árboles se ha convertido en un lucrativo negocio para bandas organizadas de haitianos y dominicanos que rivalizan por su distribución y comercio. <!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">A esto se debió el hecho de sangre ocurrido la pasada semana donde murieron a tiros tres ciudadanos haitianos, según el testimonio de  munícipes de esta localidad, a quienes se les preguntó sobre las causas de la acción violenta.</p>
<p style="text-align:justify;">Según explican, el tráfico de carbón hacia Haití o para el consumo local rivaliza, por el volumen de ganancias, con el de las drogas, armas de fuegos, electrodomésticos, bebidas y productos comestibles, como el arroz y otras formas de comercio ilegal que se dan en esta zona.</p>
<p style="text-align:justify;">En Jimaní se produce el mayor mercado fronterizo, después del de Dajabón, y el contrabando es la opción que utilizan algunos grupos que actúan al margen de la ley. La rivalidad por la territoriedad o repartición de los lugares donde se hacen los hornos del carbón muchas veces genera violencia, aunque nunca como lo ocurrido esta vez.</p>
<p style="text-align:justify;">En el comercio del carbón participan varios intermediarios, desde el dominicano que contrata a los haitianos para que construyan los hornos, hasta los haitianos que compran y luego revenden el producto en su país.</p>
<p style="text-align:justify;"> Se calcula que un saco de carbón es comprado a 250 gourdes, unos mil pesos dominicanos, pero su precio puede alcanzar hasta los mil quinientos pesos en la vecina nación.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>CIENTOS DE SACOS EN LA “TIERRA DE NADIE”</strong><br />
En la frontera, específicamente en la parte a la que se llama “Tierra de Nadie”, por quedar situada en medio de las dos aduanas, se pueden observar cientos de sacos de carbón almacenados, a la esperas de ser trasladados hacia Haití.<br />
Uno de los principales componentes que originó esta situación es el económico, la mayoría del pueblo haitiano no tiene estufa y el carbón es el único medio para cocer sus alimentos.</p>
<p>Una gran parte de los haitianos vive con menos de dos dólares diarios y la tasa de desempleo está por encima del 60 por ciento, según reiterados estudios del Banco Mundial, que colocan Haití como el país más pobre de América.<br />
Haití encabeza la lista de los países con mayores índices de deforestación en América Latina y el Caribe, según un estudio del Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente (PNUMA), realizado en el 2002.</p>
<p>Dice además que en los últimos 50 años, el 18 por ciento de los bosques de la Hispaniola ha sido eliminado por sus habitantes que talan los árboles para producir energía y para urbanizar sus zonas campestres.</p>
<p>El dinero obtenido por la venta de tan solo tres sacos de carbón es superior al salario que devenga en un mes un guardia forestal, la persona que en estos lugares tiene la responsabilidad de cuidar los bosques.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Carbón y Contrabando<br />
</strong>El carbón vegetal es utilizado para cubrir la mayor parte de las necesidades energéticas en Haití. También de muchas poblaciones fronterizas y de comunidades en República Dominicana.  Debido a su utilidad para la vida de miles de personas, el traslado del carbón se ha convertido en un negocio de grandes beneficios económicos.</p>
<p style="text-align:justify;"> Cada día los sacos de carbón son trasladados desde poblaciones dominicanas, como Las Treinta y Nueve, Las Cuarenta, Boca de Cachón y Tierra Nueva, hacia destinos en Haití, como Fond Parisien y Puerto Príncipe, los grandes centros de distribución.   El Lago Sumatre o Azuey, que va desde Jimaní y se adentra en gran parte del territorio haitiano, es utilizado para este tráfico de carbón en barcos de velas o pequeñas embarcaciones movidas por remos.</p>
<p style="text-align:justify;"> A pesar de estar ubicadas en territorio dominicano, Las Treinta y Nueve y Las Cuarenta están poblados de ciudadanos haitianos que viven de la venta del carbón. Esos lugares se han convertido en los grandes centros de depósito.  Según el estudio “ATLAS de la Pobreza”  publicado por Onaplan en el 2005,  el 70 por ciento de los habitantes de la zona fronteriza es pobre, un 20 por ciento es indigente hasta el punto de que uno de cada cinco habitantes no garantiza su manutención física.</p>
<p style="text-align:justify;">“En este lugar la gente no tiene que comer, entonces se ven en la necesidad de hacer un horno para vender carbón, pero no saben el daño que están haciendo a la naturaleza”, explicó  Santos Novas Matos la Cruz, un agricultor de la zona, hablando para el documental “Bosques de Humos”, que se difundirá próximamente y donde se planea el tema del negocio del carbón en la frontera.</p>
<p style="text-align:justify;">En el trabajo audiovisual de Luis Manuel Ferreras y Ramón Pérez Reyes se tomaron en video y fotografías las rutas que hacen para transportar el carbón desde República Dominicana hacia Haití.</p>
<p style="text-align:justify;">Fuente: El Listín Diario. República Dominicana</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[  Mais da metade dos laptops vendidos em 2008 foram contrabandeados, revela estudo ]]></title>
<link>http://jmsalles.wordpress.com/2009/10/24/mais-da-metade-dos-laptops-vendidos-em-2008-foram-contrabandeados-revela-estudo/</link>
<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 11:51:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>jmsalles</dc:creator>
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<description><![CDATA[Muitos produtos da linha de informática ainda são comercializados ilegalmente e o resultado é a enor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Muitos produtos da linha de informática ainda são comercializados ilegalmente e o resultado é a enor]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem são os ETs afinal?]]></title>
<link>http://dreina86.wordpress.com/2009/10/19/quem-sao-os-ets-afinal/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 00:58:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>dreina86</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ontem eu fui ao cinema em função de um filme de animação. Mas no horário em que eu e minha amiga Hel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Ontem eu fui ao cinema em função de um filme de animação. Mas no horário em que eu e minha amiga<strong> <a href="http://karollyne1.multiply.com/"><span style="color:#ff0000;">Hellen</span></a></strong> chegamos ao guichê, não tinha mais seções e eu estava seca de vontade de ver um filme no cinema.</p>
<p style="text-align:justify;">Acabamos por escolher outro e chegamos a conclusão de ver <strong><a href="http://www.adorocinema.com/filmes/distrito-9/"><span style="color:#ff0000;">Distrito 9</span></a>.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-598" title="district9_4" src="http://dreina86.wordpress.com/files/2009/10/district9_4.jpg?w=202" alt="district9_4" width="202" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;">Confeço que achei meio sem graça porque não sou tão fã de ficção mas como eu queria ver um filme e a<span style="color:#ff0000;"> </span><strong><span style="color:#ff0000;"><a href="http://karollyne1.multiply.com/"><span style="color:#ff0000;">Hellen</span></a></span> </strong>disse que era bom, resolvi arriscar.</p>
<p style="text-align:justify;">O filme inicialmente parece um documentário, meio que <a href="http://www.adorocinema.com/filmes/bruxa-de-blair/"><strong><span style="color:#ff0000;">A Bruxa de Blair</span></strong></a> (muito chato) e os primeiros 20 min do filme foram um pouco entediantes.</p>
<p style="text-align:justify;">Em geral o filme fala de ets.  O grande diferencial deste, é que os ets convivem com os humanos e não são tão malvados como todos os outros filmes relativos que já ví.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Eles são até bonzinhos. Pelo menos eu achei e viviam em uma favela em uma região da África em condições sub-humanas, ou deveria dizer, sub-ets. Como preferirem.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas o que me levou a postar, além de ter gostado do filme, é que eu me sentia no Rio de Janeiro! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':-P' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-600" title="bandido2" src="http://dreina86.wordpress.com/files/2009/10/bandido21.jpg?w=225" alt="bandido2" width="225" height="300" />Achei incrível a proximidade dos fatos ao dia-a-dia e ficava comparando cada cena com a realidade vivida pelos cariocas atualmente. Até uma cena de um elicóptero caindo tinha, para vocês verem a proximidade dos fatos.</p>
<p style="text-align:justify;">A luta era a seguinte: os ets tinham que sair porque os humanos não queriam mais que eles ficassem ali e foram literalmente despejados.</p>
<p style="text-align:justify;">Ai começou a guerra do Rio de Janeiro no filme. Todos se achando certos e donos da razão. Confeço que senti pena dos ets e acho que dá situação, eles eram os menos culpados. Tentei compará-los a realidade, e não os identifiquei como seres irracionais, e sim aqueles que se encontram em situação de maior risco: os que não tem nada a ver com a história.</p>
<p style="text-align:justify;">No decorrer ainda existe a prática do contrabando.  E como sempre, os policiais agiam de forma rude e cruel.</p>
<p style="text-align:justify;">Quero deixar bem claro que não estou desmerecendo o trabalho dos policiais do Rio, mas que às vezes, ou na sua grande maioria, fica a desejar. A sensação de serem os donos da razão causa uma sensação, imagino eu, de superioridade, completamente ajustável aos policiais do filme que se sentiam os maiorais.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-601" title="FAVELA-ALIENIGENA-DISTRITO-9-o-filme" src="http://dreina86.wordpress.com/files/2009/10/favela-alienigena-distrito-9-o-filme.jpg?w=300" alt="FAVELA-ALIENIGENA-DISTRITO-9-o-filme" width="300" height="300" />Os bandidos terroristas do Rio poderiam ser comparados aos traficantes do filme, que humilhavam sobre medida os pobres ets e queriam controlar tudo.</p>
<p style="text-align:justify;">Não sei se o filme muito bem estruturado do diretor Neill Blomkamp teve algum tipo de crítica ao que vivemos atualmente no mundo mas realmente, adorei!</p>
<p style="text-align:justify;">Fiz a minha comparação. Realmente o que eu achei. E como os ets do filme, acho que nós, os cidadãos de verdade deveriamos nos revoltar às vezes e nos rebelar contra esta estupidez que se tornou o confronto do Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Não sei se seria uma solução real ao caso, mas está em nossas mãos, em nossos votos, na educação de nossas crianças a esperança de um mundo menos marginalizado e cheio de pessoas que acham que são superiores por serem de uma classe, posição social ou uma simples etinia diferenciada.</p>
<p style="text-align:justify;">Nosso mundo precisa de pessoas menos rudes, menos ignorantes e menos donas da razão. Precisamos nos tornar mais sensíveis aos problemas dos outros, mais companheiros e ajudadores de quem quer que seja.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu me pergunto então: Quem são os ets afinal?</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-602" title="1251405409_l_1136608_57f0429c" src="http://dreina86.wordpress.com/files/2009/10/1251405409_l_1136608_57f0429c.jpg?w=300" alt="1251405409_l_1136608_57f0429c" width="300" height="168" /></p>
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<p style="text-align:justify;">PS: Recomendo o filme!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Exoneraciones Tributarias de la Amazonía: Típica receta desde el "far west" Limeño]]></title>
<link>http://caviardecianuro.wordpress.com/2009/10/12/exoneraciones-tributarias-de-la-amazonia-tipica-receta-desde-el-far-west-limeno/</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 06:03:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>bobsparz</dc:creator>
<guid>http://caviardecianuro.wordpress.com/2009/10/12/exoneraciones-tributarias-de-la-amazonia-tipica-receta-desde-el-far-west-limeno/</guid>
<description><![CDATA[Oxapampa... un pueblo de la selva Peruana Las exoneraciones tributarias en la amazonía son supuestam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Oxapampa... un pueblo de la selva Peruana Las exoneraciones tributarias en la amazonía son supuestam]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tabaco: impuestos y contrabando]]></title>
<link>http://panaletras.wordpress.com/2009/09/25/tabaco-impuestos-y-contrabando/</link>
<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 03:54:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hector Robles</dc:creator>
<guid>http://panaletras.wordpress.com/2009/09/25/tabaco-impuestos-y-contrabando/</guid>
<description><![CDATA[La opinión del Ingeniero y Analista Político&#8230;. . JOSÉ I. BLANDÓN C. . Tabaco: impuestos y cont]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>La opinión del Ingeniero y Analista Político&#8230;.</p>
<p style="padding-left:150px;">.<br />
<strong><span style="color:#0000ff;">JOSÉ I. BLANDÓN C.</span></strong></p>
<p>.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Tabaco: impuestos y contrabando</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">-<br />
De continuar las tendencias actuales, 10 millones de personas morirán por causas relacionadas con el uso de tabaco en todo el mundo para el año 2030.   De ellas, la mitad vivirá en las naciones en desarrollo como Panamá.   Hoy en día, en la región de las Américas, el tabaco causa más defunciones que el SIDA, el abuso del alcohol y drogas, los accidentes de tránsito y la violencia, en conjunto. No obstante, las defunciones por el uso del tabaco son totalmente prevenibles y de ahí la importancia de establecer una clara política antitabaco.</p>
<p style="text-align:justify;">El consumo de tabaco en Panamá, según reveló la Encuesta Nacional de Salud y Calidad de Vida que realizó el Ministerio de Salud, en el 2007 el 9.4% de la población panameña mayores de 18 años consume algún producto de tabaco, lo que significa que para el 2009, un total de 205,277 personas consuman estos productos.</p>
<p style="text-align:justify;">Otros estudios, realizados en jóvenes, registraron que el 8.3% de los jóvenes entre 13 y 15 años consumen algún producto de tabaco y que para el 2009, cerca de 16,000 jóvenes serán atrapados por la adicción al cigarrillo.</p>
<p style="text-align:justify;">Al considerar los gastos en los que incurre la República de Panamá en el manejo de los problemas de salud relacionados con el consumo habitual o pasivo del tabaco, las estimaciones indican que el país se gasta cerca de 100 millones de dólares para enfrentar este problema.   El actual impuesto del tabaco es de 32.5% y solo se logran recaudar 11 millones de dólares. Es decir, el Estado, en términos financieros, tiene una pérdida neta de cerca de 90 millones de dólares.</p>
<p style="text-align:justify;">A pesar de estas cifras, el problema más grave es que durante el periodo 2000-2007, han ocurrido 11,685 muertes en Panamá a causa del consumo de tabaco. Esta información permite estimar un promedio de 2,090 defunciones por año.</p>
<p style="text-align:justify;">En la discusión de las pasadas reformas fiscales, el cabildeo de las tabacaleras logró que solo se incrementara en 17.5% el impuesto del tabaco. El impuesto pasó de 32.5% a 50%, lo que en la práctica significa que el precio de la cajetilla de cigarrillos permanecerá casi inalterable como lo deseaba la industria del tabaco.</p>
<p style="text-align:justify;">Las tabacaleras y sus aliados no contaron con el alto nivel de conciencia que tienen el pueblo, los medios de comunicación, los dirigentes políticos, sobre el grave problema que significa la adicción al tabaco y sus consecuencias mortales para los panameños. Es por ello, que al regresar de su viaje a Italia, el presidente Ricardo Martinelli ordenó que en la discusión de la eliminación de las equiparaciones se volviera a tratar el tema del impuesto del tabaco, de manera que se elevara el impuesto al tabaco entre un 100% a un 150%.</p>
<p style="text-align:justify;">La decisión del Ejecutivo panameño ha movilizado a las empresas tabacaleras y su equipo de cabilderos, que tratan de impedir el incremento con el argumento de que el nuevo impuesto desatará el contrabando del cigarrillo. ¿Cuál es la verdad? ¿Quiénes realmente están detrás del contrabando de cigarrillos?</p>
<p style="text-align:justify;">Comenzaremos por decir que en enero de 1998, la industria tabacalera tuvo que publicar en la Internet un gran número de documentos internos, que hasta entonces habían sido secretos. Las primeras tandas que contenían cientos de miles de páginas fueron presentadas durante el juicio iniciado por los aseguradores de salud de los Estados Unidos en Minnesota.</p>
<p style="text-align:justify;">En estos documentos quedó demostrado que la British American Tobacco y la Phillip Morris montaron operaciones bien planeadas para impulsar el contrabando. La Phillip Morris ha trasladado los registros concernientes a muchas de sus actividades ilegales a Suiza, a fin de evadir la vigilancia de los gobiernos que son victimizados por sus actividades fraudulentas, esto fue revelado en el juicio del Estado colombiano contra la Phillip Morris en el año 2000.</p>
<p style="text-align:justify;">En realidad un incremento en los precios de los cigarrillos y de todos los subproductos del tabaco produce una reducción del consumo, particularmente en los jóvenes de bajos ingresos, en los potenciales nuevos fumadores y en los fumadores viejos de bajos ingresos.</p>
<p style="text-align:justify;">Las tabacaleras en Panamá y sus cabilderos están fomentando la tesis que habrá más contrabando si se aumenta el impuesto, pero en realidad quien organiza el contrabando son los grandes distribuidores de las propias tabacaleras. Para enterarse de esto basta leer los documentos del juicio que se celebró en nuestro hermano país de Colombia hace varios años, en donde se divulgó que la Phillip Morris y la British Tobacco, utilizaban a Panamá para contrabandear en Colombia la marca de cigarrillo Belmont que ambas se disputaban en ese mercado.</p>
<p style="text-align:justify;">El gobierno ha actuado bien y debemos incrementar el impuesto del tabaco y con ese dinero fortalecer al Ministerio de Salud, las clínicas de cesación de fumar, el deporte y la educación a nuestros jóvenes.</p>
<p>-</p>
<p>&#60;&#62;<br />
Publicado el 25 de septiembre de  2009 <a href="http://www.estrelladepanama.com">en el diario La Estrella de Panamá,</a> a quien damos, lo mismo que al autor, todo el crédito que les corresponde.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Caso Nelson Vaca: El Ministerio Público vincula a periodistas de la Red Unitel con grupo armado ]]></title>
<link>http://boliviasol.wordpress.com/2009/09/25/caso-nelson-vaca-el-ministerio-publico-vincula-a-periodistas-de-la-red-unitel-con-grupo-armado/</link>
<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 06:16:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>boliviasol</dc:creator>
<guid>http://boliviasol.wordpress.com/2009/09/25/caso-nelson-vaca-el-ministerio-publico-vincula-a-periodistas-de-la-red-unitel-con-grupo-armado/</guid>
<description><![CDATA[La Paz, 24 Sep (Erbol).- La Fiscalía de Distrito de La Paz aseguró este jueves que un grupo de perso]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>La Paz, 24 Sep (Erbol).- La<a title="MINISTERIO_PUBLICO_DE_BOLIVIA_-_FISCALIA_GENERAL" href="http://www.fiscalia.gov.bo/" target="_blank"> Fiscalía</a> de Distrito de La Paz aseguró este jueves que un grupo de personas con armas de fuego en tres vagonetas, junto al equipo de prensa de la televisora Unitel que estaban en otro motorizado, hicieron la persecución a efectivos de la disuelta Unidad Táctica de Resolución de Crisis (Utarc) durante la captura de Nelson Vaca, supuesto traficante de madera.</p>
<p>Junto “al auto verde en el que supuestamente iban los señores periodistas, habían otras tres vagonetas con gente armada, con armas contundentes y armas de fuego”, dijo el fiscal Coordinador del Distrito de La Paz, Fernando Ganam.</p>
<p>Indicó que entre esas personas armadas estaba la esposa de esposa de Vaca.<br />
“La gente que la acompañaba estaba armada, inclusive de una vagoneta con franjas rojas y amarillas, el conductor había sacado arma para disparar al vehículo de los policías que realizaban la operación”, señaló.</p>
<p>Sin embargo, Mery Rodas, esposa de Nelson Vaca, negó la versión del presunto grupo armado que habría intentado interceptar a los efectivos de la Utarc.</p>
<p>Rodas, con lágrimas en los ojos, dijo que todo se está inventado.</p>
<p>La tarde del jueves 3 de septiembre, el automóvil donde se encontraba el periodista de la red UNITEL Alberto Ruth Justiniano y su camarógrafo Francisco Cuéllar fue chocado intencionalmente por el vehículo de la Utarc, además fueron amedrentados a balazos, según esa casa televisora.</p>
<p>El hecho ocurrió cuando el equipo de prensa de la televisora realizaba la cobertura de un operativo policial que derivó en la aprehensión del agricultor y ganadero cruceño Nelson Vaca Gutiérrez, acusado de avasallamiento de tierras y tráfico de madera.</p>
<p style="text-align:center;">###</p>
<p><strong><a href="http://www.erbol.com.bo/noticia.php?identificador=2147483919542">Caso Nelson Vaca: El Ministerio Público vincula a periodistas de la Red Unitel con grupo armado </a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tragadas dentro e ... fora da lei ]]></title>
<link>http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/09/23/tragadas-dentro-e-fora-da-lei/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 22:42:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Celso Galli Coimbra</dc:creator>
<guid>http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/09/23/tragadas-dentro-e-fora-da-lei/</guid>
<description><![CDATA[__ Revista Isto É 22/9/2009 A maior parcela dos fumantes brasileiros vive nas regiões mais desenvolv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[__ Revista Isto É 22/9/2009 A maior parcela dos fumantes brasileiros vive nas regiões mais desenvolv]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tomarán medidas para evitar contrabando de arroz]]></title>
<link>http://agroislenablog.wordpress.com/2009/09/21/tomaran-medidas-para-evitar-contrabando-de-arroz/</link>
<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 12:51:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Aníbal J Melo.</dc:creator>
<guid>http://agroislenablog.wordpress.com/2009/09/21/tomaran-medidas-para-evitar-contrabando-de-arroz/</guid>
<description><![CDATA[Presidente Hugo Chávez El Ejecutivo Nacional tomará medidas para evitar el contrabando de extracción]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Presidente Hugo Chávez El Ejecutivo Nacional tomará medidas para evitar el contrabando de extracción]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[89- La Guajira: primeros pasos en Colombia]]></title>
<link>http://viajeros4x4x4.wordpress.com/2009/09/20/89-la-guajira-primeros-pasos-en-colombia/</link>
<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 20:27:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>viajeros4x4x4</dc:creator>
<guid>http://viajeros4x4x4.wordpress.com/2009/09/20/89-la-guajira-primeros-pasos-en-colombia/</guid>
<description><![CDATA[Puesta de sol en Cabo de Vela, Guajira La Raya es un pueblo de frontera gris, sucio, el salvaje oest]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Puesta de sol en Cabo de Vela, Guajira La Raya es un pueblo de frontera gris, sucio, el salvaje oest]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[problemas en el zoo de lahore ]]></title>
<link>http://perros.wordpress.com/2009/09/18/problemas-en-el-zoo-de-lahore/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 21:46:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>lisperguer</dc:creator>
<guid>http://perros.wordpress.com/2009/09/18/problemas-en-el-zoo-de-lahore/</guid>
<description><![CDATA[[Lahore, Pakistán] [Interesante reportaje sobre las dificultades de un zoológico, que algunos compar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" src="http://img19.imageshack.us/img19/674/pakistanslahorezoo.jpg" alt="" width="229" height="152" /><strong>[Lahore, Pakistán] [Interesante reportaje sobre las dificultades de un zoológico, que algunos comparan con un campo de concentración].</strong> Lo leímos para traducir en Los Angeles Times:</p>
<p><strong><em>El Zoo de Lahore de Pakistán ha tenido más que su cuota de problemas.</em></strong> Según acusan amantes de la naturaleza y ex miembros de la directiva, en el Zoo de Lahore, el zoológico más grande de Pakistán, los animales están sufriendo debido a la mala administración y tratos crueles.<!--more-->Lahore, Pakistán. Los críticos dicen que la mala administración y los tratos crueles ponen en peligro a los animales que viven allí. Ahora el zoológico también está envuelto en un escandálo por el contrabando de un tigre blanco y con las secuelas de un atentado suicida.<br />
Ha quedado destrozado tras un ataque suicida, los residentes están traumatizados y los funcionarios han sido criticados duramente por no proporcionar agua limpia, comidas decentes y cuidados médicos básicos.<br />
¿Se trata de una comunidad en la agitada frontera de Pakistán? ¿De un campamento para gente desplazada que huye del combate en el Swat Valley?<br />
Amantes de la naturaleza y ex miembros de la directiva dicen que una larga historia de mala administración y tratos inhumanos en el zoológico que ya cumplió 137 años, pone en peligro a los animales que se supone debe proteger.<br />
&#8220;Si todo esto no es fraude y uso indebido de espacio público, no sé qué podría ser&#8221;, dijo Masood Hasan, ex ejecutivo de publicidad y ex miembro de la Comisión de Administración del Zoo de Lahore. &#8220;No sería una mala idea&#8230; encerrar a los funcionarios en una jaula&#8221;.<br />
El último problema que afectó a la atribulada institución es un escándalo por el contrabando de dos tigres blancos, que se supone fueron importados desde Indonesia hace unos meses sin los permisos necesarios para trasladar fuera de las fronteras a especies en peligro de extinción.<br />
De acuerdo a informes de prensa locales, el zoológico solicitó retroactivamente varios permisos, después de acceder a pagar cerca de 47 mil dólares por tigre, un elevado margen para los costes de 1.250 dólares del importador.<br />
Una investigación tratará de determinar qué papel jugaron el zoológico, el importador y los intermediarios, y si se pagaron sobornos, pero Hasan dijo que no esperaba demasiado de la pesquisa.<br />
Los visitantes del zoológico no parecen particularmente asombrados por las acusaciones.<br />
&#8220;Si hay corrupción, sería muy malo&#8221;, dijo Ayaz Ahmed, 56, empresario retirado, frente a la jaula de los tigres, con sus nietos. &#8220;Luego, hay corrupción en todo Pakistán, ¿por qué no debería haberla en negocios con animales?&#8221;<br />
Las dos tigresas blancas están tendidas lánguidamente bajo el calor de 38 grados hasta que un cuidador las aguijonea con una vara de hierro para obligarlas a mirar a la gente, provocando un contrariado gruñido. La jaula no tiene aire acondicionado, sino sólo un aparato que sopla aire en su celda a través de un trapo húmedo.<br />
Un letrero dice: &#8220;En Pakistán, los tigres se extinguieron en 1886&#8243;.<br />
Aunque los tigres prefieren la soledad, los dos majestuosos animales están apretujados en una jaula de acero y cemento de cinco metros por seis. Al lado, una jaula todavía más apretujada alberga a cuatro leones adultos.<br />
Durante la duración de la investigación por contrabando, los dos tigres no podrán salir de su jaula, ni siquiera para estirar las piernas. &#8220;Eso exigiría demasiados permisos&#8221;, dice Saman Bhatti, la única veterinaria del zoológico.<br />
Los críticos dicen que el zoológico tiene la costumbre de adquirir animales exóticos -que luego a menudo son mal tratados- para aumentar beneficios que no son fiscalizados. Algunos cuestionan la política oficial de subastar pieles, cuernos y otras partes del cuerpo de los animales que mueren por causas naturales.<br />
&#8220;Es como un campo de concentración&#8221;, dijo Shaista Sonnu, profesor de la Universidad de Punjab y ex miembro de la directiva. &#8220;Es absolutamente criminal, una litaría de miserias y torturas administrada por subordinados&#8221;.<br />
A unos metros de los tigres, un puma camina de un lado a otro, con el ojo izquierdo hinchado, ciego y lechoso. Se peleó con un macho antes de que el zoo la adquiriera, dice Bhatti, y el zoo quiere ahora que el vendedor, un coleccionista privado, le devuelva el dinero.<br />
Durante años los funcionarios prometieron que se mejoraría la infraestructura tan pronto como el plan maestro -de 250 mil dólares-, presentado en 2005, sea implementado. Pero los años pasan y señorean las guerras territoriales y los choques de egos sobre la estructura y diseño del plan, dicen los críticos.<br />
&#8220;No me importaría si se llevaran el dinero, provisto que alguna parte sirviera a los animales&#8221;, dice Hasan. &#8220;Pero nadie lo hace&#8221;.<br />
Los parques de diversiones, los títeres, las tiendas de regalo, los restaurantes y cafeterías, las visitas nocturnas con música e iluminación estilo discoteca, una mezquita y un edificio de varias plantas se encuentran entre las mejoras propuestas, la mayoría de las cuales reducirá todavía más el espacio para los animales en el zoo, donde 1.100 animales se concentran en un espacio de sesenta mil metros cuadrados. En comparación, el Zoológico de Los Angeles tiene el mismo número de animales en más de 400 mil metros cuadrados.<br />
&#8220;Es una locura&#8221;, dice Shoaib Ahmed, periodista de fauna silvestre en el diario Dawn.<br />
Entretanto, el zoo no tiene dispensario, enfermería, sala de operaciones, máquina de rayos equis, programas de vacunas ni equipo de ultrasonido. Los techos se derrumban, los fosos se desmoronan y las atiborradas jaulas dan alas a enfermedades y estrés. Arreglos básicos se dejan para más adelante, dicen los críticos.<br />
El director del zoo, Zafar Shah, dijo que asumió el cargo hace sólo unos meses y espera mejorar las condiciones.<br />
Shah se negó a hacer comentarios sobre la corrupción y las acusaciones de contrabando, observando que la investigación de los tigres estaba en curso. &#8220;Muchas de esas muertes son una vieja historia&#8221;, dijo. &#8220;Ocurren accidentes&#8221;.<br />
Tauqeer Shah, cazador, dueño de una granja con fauna silvestres y antiguo miembro de la directiva del zoológico, dijo que la investigación en el caso del contrabando de tigres demostrará que el zoológico no tiene culpa alguna.<br />
Los animales gozan de buena salud, dijo. Se han mandado a hacer jaulas más grandes, pronto llegarán más equipos veterinarios y se ha discutido el tema del robo de carne y verduras destinadas a los animales. &#8220;Las cosas han mejorado mucho&#8221;, dijo. &#8220;Ahora nadie puede salir del zoo con una banana&#8221;.<br />
En un rincón del zoo que alberga los edificios públicos, las puertas están entreabiertas, las ventanas rotas y las paredes destrozadas. Además de sus numerosos problemas, a fines de mayo el zoológico fue el blanco de un ataque suicida dirigido contra la agencia de espionaje del premier paquistaní en un complejo aledaño.<br />
Durante más de treinta minutos, la veterinaria Bhatti y otros buscaron refugio cuando, a unos metros de allí, estalló una balacera. Cuando los militantes detonaron un coche bomba, la explosión mató a un ciervo, rompió las puertas de las jaulas, obligó a huir a los animales aterrorizados y dejó los árboles incrustados de fragmentos de metal.<br />
Menos visible pero no menos importante fue la angustia que sufrieron los animales, dijo Bhatti. La mayoría no comieron en días, y muchos todavía muestran síntomas de estrés, pese a que ha pasado un mes.<br />
En una apretada oficina atiborrada de papeles, frascos de remedios, hipodérmicas y letreros de pájaros y tortugas, Bhatti mostró una serie de peticiones para examinar a animales enfermos, controlar los cuernos astillados de uno, ocuparse de un recién nacido.<br />
Antes de ser contratada hace dos años, poco después de su graduación, el zoológico no tenía un médico veterinario. Bhatti obviamente ama a los animales. Durante un paseo se para a rascar los cuernos de un rinoceronte y mimar a los monos. Pero ocuparse sola de tantos es un montón para una médico veterinaria sin experiencia. &#8220;No es un trabajo para una sola persona&#8221;, dijo.<br />
Algunos se maravillan de que Pakistán se preocupe de los animales cuando todos los días muere gente en ataques de los militantes, pero están olvidando lo más importante, dicen los animalistas.<br />
Se trata de valores centrales y del alma de un país, dijo Hasan, parafraseando la frase de Mohandas Gandhi de que el valor de una nación se juzga por cómo trata a sus animales: &#8220;Si una sociedad permite que su pueblo descienda al infierno, ¿por qué deberían los animales seguir el ejemplo?&#8221;<br />
<strong>[Mark Magnier]<br />
[18 de septiembre de 2009]<br />
[2 de agosto de 2009]<br />
[©<a href="http://www.latimes.com/news/nationworld/world/la-fg-pakistan-zoo2-2009aug02,0,7210293,full.story" target="_blank">los angeles times</a>] </strong></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Em SP, nem tudo é ilegal no 'paraíso' do contrabando]]></title>
<link>http://lifefpnews.wordpress.com/2009/09/17/em-sp-nem-tudo-e-ilegal-no-paraiso-do-contrabando/</link>
<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 17:48:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>ricardoschw</dc:creator>
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<description><![CDATA[Postado por Ricardo Schwalfemberg Em SP, nem tudo é ilegal no &#8216;paraíso&#8217; do contrabando. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Postado por Ricardo Schwalfemberg Em SP, nem tudo é ilegal no &#8216;paraíso&#8217; do contrabando. ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Impuestos especiales detonar&aacute;n el contrabando]]></title>
<link>http://canacoirapuato.wordpress.com/2009/09/14/impuestos-especiales-detonarn-el-contrabando/</link>
<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 17:00:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>CANACO SERVyTUR Irapuato</dc:creator>
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<description><![CDATA[Es importante hacerle ver al Gobierno que al abusar de los Impuestos Especiales sobre Producción y S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify"><img style="display:inline;border-width:0;margin:0 0 0 20px;" border="0" align="right" src="http://www.granitegrok.com/pix/campaign cash.jpg" width="208" height="241" />Es importante hacerle ver al Gobierno que al abusar de los Impuestos Especiales sobre Producción y Servicios (IEPS) se afectará aún más la actividad económica y provocará que el contrabando se vuelva atractivo, pues al alejarnos de los precios de referencia internacional se generará ese tipo de competencia desleal, lo cual a su vez causará un crecimiento de la economía informal y con ello habrá menos recaudación.</p>
<p align="justify">Noé Paredes Meza, vicepresidente nacional de la Cámara Nacional del Autotransporte de Carga (Canacar) aseguró lo anterior y añadió que las medidas que pretende aplicar la Secretaría de Hacienda son un obstáculo al repunte económico de México.</p>
<p align="justify">Explicó que el panorama económico y fiscal que hoy ofrece el Gobierno federal, a través de las propuestas establecidas en el Proyecto de Presupuesto de Ingresos y Egresos de la Federación 2010 provocará, sin lugar a dudas, el estancamiento y la quiebra de miles de empresas autotransportistas.</p>
<p> <!--more-->
<p align="justify">Lo anterior sin analizar que, por ejemplo, los transportistas de carga son los más afectados, agraviados, desfavorecidos y mal valorados de la cadena productiva, por lo que exigió se les tome en cuenta por ser uno de los sectores estratégicos para la economía del país.</p>
<p align="justify">El también aspirante a presidir este organismo para el período 2009-2010, aseguró que la industria del transporte de carga es una de las más afectadas porque <em>“sin proponérnoslo, servimos como amortiguadores financieros de clientes y proveedores, ante la astringencia de créditos, financiamientos y programas de apoyo a la industria”</em>.</p>
<p align="justify">Asimismo, consideró al sector del autotransporte como <em>“mal valorado, porque a pesar de lo anterior, preservamos nuestra actividad y en 2009 aportamos 4.2 por ciento del Producto Interno Bruto (PIB), al generar cuatro millones 200 mil empleos directos y 980 mil indirectos”</em>.</p>
<p align="justify">Paredes Meza señaló que los financiamientos indirectos que otorgan a los clientes, los plazos de pago y las quitas de deuda que les aplicamos, equivalen a 5.7 por ciento de todos los créditos otorgados por la banca comercial a la actividad empresarial mexicana durante los últimos 12 meses. <em>“Por este hecho, ni se nos reconoce ni se nos valora”</em>.</p>
<p align="justify">Por todo lo anterior y por el peso específico que se tiene en la economía y en la población, <em>“queremos que se nos consulte antes de aplicar impuestos que frenan nuestra actividad, como el pretendido 30 por ciento al Impuesto Sobre la Renta (ISR) que le pegará directo a la competitividad de todos los negocios y cuatro por ciento a los servicios de interconexión, que hará aún más caras las comunicaciones de las empresas”</em>. </p>
<p align="right">[Carlos Aviña <img style="border-width:0;" border="0" src="http://farm4.static.flickr.com/3437/3887790953_8cab7efcab_o.gif" width="9" height="11" />]</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[¿Qué no está en crisis?]]></title>
<link>http://aprenderadesaprender.wordpress.com/2009/05/14/%c2%bfque-no-esta-en-crisis/</link>
<pubDate>Thu, 14 May 2009 17:54:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Víctor Álvarez</dc:creator>
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<description><![CDATA[Desde el punto de vista global, tanto macroeconómicamente como microeconómicamente, se puede decir q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Desde el punto de vista global, tanto macroeconómicamente como microeconómicamente, se puede decir que el mundo desarrollado está en una crisis severa. Analizando todo de una manera un poco exhaustiva, habría que preguntarse, más bien, ¿qué no está en crisis?, y no hablamos sólo de la economía, sino también de otros aspectos como la sociedad, la ética, la religión o el medio ambiente.</p>
<p>Se habla mucho y se menciona numerosas veces la palabra “crisis”, pero ¿qué es una crisis? Una crisis es un estado de expectativas frustradas, no satisfechas o en declive.</p>
<p>Sería apropiado seleccionar los sectores y actividades humanas que, según el marco temporal a tener en cuenta:</p>
<ol>
<li> Llevan años sufriendo una crisis más o menos prolongada sin solución de continuidad</li>
<li>Acaban de entrar en una crisis más o menos profunda</li>
<li>Van a experimentar una crisis muy severa de forma inminente</li>
<li>Se encaminan inexorablemente a una crisis intensa y duradera si no cambian las condiciones</li>
</ol>
<p>El resultado del anterior análisis muestra una serie de 23 sectores y actividades humanas reconocidas en alguno de los 4 puntos anteriores:</p>
<ul>
<li> Crisis macroeconómica y microeconómica</li>
<li>Crisis financiera y bancaria</li>
<li>Crisis monetaria</li>
<li>Crisis política</li>
<li>Crisis laboral</li>
<li>Crisis inmobiliaria</li>
<li>Crisis de los medios de comunicación</li>
<li>Crisis publicitaria</li>
<li>Crisis musical</li>
<li>Crisis cinematográfica</li>
<li>Crisis automovilística</li>
<li>Crisis aeronáutica</li>
<li>Crisis de recursos naturales no renovables</li>
<li>Crisis energética</li>
<li>Crisis hídrica</li>
<li>Crisis alimentaria</li>
<li>Crisis demográfica</li>
<li>Crisis climática</li>
<li>Crisis de la biodiversidad</li>
<li>Crisis educativa</li>
<li>Crisis ideológica</li>
<li>Crisis de valores éticos y morales</li>
<li>Crisis espiritual</li>
</ul>
<p>Seguro que se podrían encontrar más elementos en crisis, pero casi todos, o los más importantes, están recogidos en la lista anterior. Resulta muy difícil discutir la presencia de los anteriores sectores en la lista, puesto que existen sobrados motivos para que cada uno de dichos elementos merezcan estar en el desglose.</p>
<p>No todo se encuentra en la misma situación. A grandes rasgos y, quizá, en algún que otro caso debido a que algunos sectores de la lista “crítica” se encuentra presente en ella, existen actividades humanas que presentan una posición excelente, como, por ejemplo:</p>
<ul>
<li> Informática, Telecomunicaciones y Tecnologías de la Información</li>
<li>Medicina, industria farmacéutica e industria natracéutica</li>
<li>Ecologismo y ambientalismo</li>
<li>Nanotecnología</li>
<li>Biotecnología e industria genética</li>
<li>Industria militar</li>
<li>Tráfico y explotación de mujeres con fines sexuales o neo-esclavistas</li>
<li>Tráfico y explotación de niños con fines sexuales, neo-esclavistas o bélicos</li>
<li>Tráfico de armas y material bélico</li>
<li>Tráfico de drogas, estupefacientes y fármacos</li>
<li>Tráfico de órganos humanos</li>
<li>Tráfico y explotación de animales salvajes</li>
<li>Tráfico de influencias, corrupción y nepotismo</li>
<li>Organizaciones criminales y mafiosas</li>
<li>Economía sumergida o tráfico ilegal de bienes y servicios (estraperlo y contrabando)</li>
</ul>
<p>No se conocen causas exógenas al ser humano que hayan provocado las crisis descritas en el primer desglose. En la gran mayoría de los casos, de una manera directa o indirecta, detrás de estas situaciones se esconde una dinámica o escalada de sobreproducción-sobreconsumo que responde a la idea preconcebida de que en un mundo finito como éste se puede experimentar un crecimiento ilimitado de las actividades humanas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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