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	<title>contradicao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/contradicao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "contradicao"</description>
	<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 04:22:54 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Despedidas...]]></title>
<link>http://sembrincadeiraaqui.wordpress.com/2009/11/26/despedidas/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 18:51:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>sembrincadeiraaqui</dc:creator>
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<description><![CDATA[Se tem algo no mundo que eu de fato odeio, é despedidas. Sempre que eu sei que haverá despedias, eu ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Se tem algo no mundo que eu de fato odeio, é despedidas.</p>
<p>Sempre que eu sei que haverá despedias, eu evito ir no local. Mas hoje não teve escapatória.</p>
<p>Eu estudo em determinada escola há 11 anos. Estou lá desde o Jardim I e este ano saio de lá, pois a escola só vai até o ensino fundamental, e este ano, me formo no fundamental, então preciso procurar uma escola para fazer o ensino médio. Até mais ou menos a quarta ou quinta série, talvez na sexta, eu gostava muito dessa escola. Eu amava ir pra lá. Mas, seilá quando, se foi na sexta ou na quinta série que&#8230; não sei o que aconteceu, acho que foi a mudança geral, era boa aluna e virei a pior da classe&#8230; Puraí. Desde então, eu não via a hora de chegar o nono ano, não para me formar, mas sim para sair logo de lá. E então, o tão esperado último ano chegou. E foi um inferno.</p>
<p>Não foi como um último ano típico, cheio de festas, zueiras, união&#8230; Foi um saco, pelo menos pra mim. Eu contava os dias para as férias! E olha que eu odeio a decadência das férias. Tomei suspensão, e obviamente eu não daria o papel para meus pais assinarem e eu ter que ouvir um puta de um sermão sobre algo injusto. Então não fui na escola durante uma semana, só voltando no ultimo dia de aula. Mas eu não sabia que seria &#8220;o ultimo dia de aula&#8221;, veja bem, eu fiquei uma semana sem ir na escola, e já me considerava de férias. Apenas ia na quinta-feira pois havia a festa do amigo secreto. Eu não brinco dessa idiotisse, então fui só por ser a clássica e indispensável festinha de fim de ano. O que eu não sabia, é que era o ultimo dia de aula de muita gente. Então: <strong>a despedida.</strong></p>
<p>Foi estranho entrar na escola sabendo que, após 11 anos, era a ultima vez que eu colocava os pés naquele chão, a ultima vez que eu sentava naquelas mesas, via aquele quadro, a &#8220;roda&#8221;, o pátio, a ultima vez que eu subia aquelas escadas, a ultima vez que eu bebia daquela água, que eu ouvia ordens daquelas pessoas&#8230; Mas tudo bem, era apenas ESTRANHO. O foda foi na ultima aula, quando começaram a se abraçar, quando a verdadeira despedida começou.</p>
<p>Eu jurei pra mim que não ia chorar. Naquela classe só havia falsos, sínicos e hipócritas que fazem panelinha para não ser o excluído e o assunto dos enturmados da penelinha. Gente que gosta de se aparecer, fala mal de você e no minuto seguinte está te lambendo. Ali só tinha gente sem palavra, duas caras e que não valia a roupa que usava. Em sua maioria putinhas de panelinhas e boyzinhos se achando os bons. Mas o fato é que eu me apeguei &#8211; mais do que eu imaginava &#8211; a essa massa ridícula. Então fiquei sentadinha no meu cantinho morrendo de medo que alguem viesse se despedir de mim. Começou bem, porque a mais falsa foi a primeira a vir me abraçar. Tudo bem, dela com certeza eu não sentirei falta. Mas depois veio as pessoas que eu realmente gosto. Então eu deixei de lado minhas opiniões e minhas (muitas) críticas aos alunos que ali estavam e cai no choro. Independentemente do quão chato e irritante são aquelas pessoas, eu gosto demais delas. Acabou que eu fui a que mais chorei. Mesmo depois de abraçar e me despedir de todo mundo, a sensação de que eu nunca mais os veria, de que eu nunca ficaria a manhã toda com eles ali naquela sala infernal era aterrorizante.</p>
<p>Talvez, a pessoa que a menos tempo que eu conheço dali, faz três ou quatro anos que eu conheço. E o que a mais tempo eu tenho amizade, há 11 anos eu o conheço. É tempo suficiente para se apegar a pessoa.</p>
<p>Foi com esses idiotas, hipocritas e falsos que eu passei os meus melhores momentos, e eu devo a eles. Quem me conhece sabe que eu odeio balada e social. Então, minhas zueiras eram ali. Naquela escola. E então, tudo acabado. Do nada, fim.</p>
<p>A gente chora, se abraça e diz pra ligar, manda manter contato porque o medo de perder a amizade da pessoa tão especial é grande. Mas no fundo, eu sei que é inevitável perder o contato. É <em>impossível</em> manter contato. Cada um seguirá sua vida, cada um irá pra outra escola, fará novas amizades e os velhos amigos serão apenas lembranças. Aquela minha amiga que eu tanto amo, indispensável para mim desde a sexta série, virará apenas mais um contato no meu msn, que eu terei vergonha de mandar um depoimento no orkut, e não vou ligar por falta de assunto, ou por não lembrar. E isso é triste. Isso é muito triste.</p>
<p>Quer dizer, tem todo aquele ritual de trocar telefone, juras de amor que parecem eternas e tudo mais.</p>
<p>Mas eu digo uma coisa: vamos todos nos perder de vista um dia. E o tempo para ver os ex-colegas de colégio não vai existir. Os papéis de telefones que acabamos de anotar vão sumir como que por encanto. Crescer é, de certa forma, se separar das pessoas amadas.</p>
<p>Vamos descrobrir, na carne, que sentir, nessa vida, é sentir o tempo indo embora.</p>
<p>E a escola? Vou colocar de lado a direção, e pensar apenas no local. A escola. O Caic. Foi ali minha primeira briga séria, meu primeiro &#8220;amor&#8221;, meu primeiro beijo, foi ali que eu aprendi português e matemática. Foi ali que eu aprendi que África não é um país e que literatura é ficção. Mas acima de tudo, aprendi coisas que nenhum professor pode ensinar; foi ali que eu aprendi a falar palavrão, foi ali que eu aprendi a chingar e a brigar. Ali eu aprendi a ser forte, a não ter vergonha de chorar, ali eu fiz minhas melhores amizades, ri, chorei, vivi momentos inesquecíveis. E eu não dei valor a isso. Mas agora está tudo indo embora, está tudo acabando. É o fim de uma (linda) fase da minha vida.</p>
<p>É injusto isso, mas deve ser necessário. Agora eu não entendo porque é necessário eu me separar deles. Mas a verdade, é que mesmo que essa escola tivesse ensino médio, eu estaria saindo dali. Como disse, eu conheço a muito tempo todos os alunos, e como também disse, ninguem ali vale nada. Eu ia sair porque estou enjoada dessas pessoas, dessas pessoas que eu gosto.</p>
<p>Estou sendo contraditória, mas meus sentimentos são contraditórios. Quer dizer: eu enjoei deles, foi um inferno o ultimo ano que passei com eles, mas sentirei muita falta&#8230; deste inferno. Sim. É isso.</p>
<p>Talvez porque eu esteja insegura a nova fase que começarei em 2010. Outro nível de alunos, de ensino&#8230; Tudo mudará radicalmente, e rápido demais. Não sei. Só sei que despedidas é injusto e triste.</p>
<p>Eu ainda verei todo mundo de novo, no baile de formatura. Mesmo quem reprovará, estará no baile. Então eu os verei de novo. E garanto: Será um inferno, mas depois eu sentirei saudade desta noite. Levarei a câmera e todos vão ficar em cima pra sair nas fotos, eu vou odiar isso na hora, mas depois valerá a pena, porque estará todo mundo junto de novo, pela ultima vez.</p>
<p>Preciso de tempo para pensar sobre tudo isso, sei que estou sendo contraditória demais. Talvez, nem todo o tempo do mundo me faça entender o que escrevi aqui, este é apenas um desabafo, afinal, este é o intuito do blog: desabafar.</p>
<p>O proximo post será sobre fases, porque eu estou com isso na cabeça. Fases da vida que começam e terminaram. E o que resta são lembranças, boas e ruins, mas todas inesquecíveis, que independentemente do que aconteça, a gente vai sentir falta. A gente vai lembrar com nostalgia e querer voltar neste tempo. Sem lembrar, que quando vivíamos esse tempo, não víamos a hora que acabasse..</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Paradoxo paroxístico-reflexivo]]></title>
<link>http://supertoin.wordpress.com/2009/11/23/paradoxo-paroxistico-reflexivo/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 02:00:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tóin</dc:creator>
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<description><![CDATA[O meu sonho é nunca conseguir realizar o meu sonho.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O meu sonho é nunca conseguir realizar o meu sonho.]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Uma coisa é uma coisa...]]></title>
<link>http://codinomesejalaqualfor.wordpress.com/2009/11/08/uma-coisa-e-uma-coisa/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 22:07:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula</dc:creator>
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<description><![CDATA[Há sempre um infinito de possilbilidades, caminhos diversos para escolher e seguir. O que sobra de t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Há sempre um infinito de possilbilidades, caminhos diversos para escolher e seguir. O que sobra de tudo isso ou o resultado dessas decisões é a vida que levamos. O gosto de cada conquista. E como é bom ganhar. E quando eu falo em ganhar é qualquer coisa. Um sorriso, um abraço, uma boa notícia, uma promoção, uma medalha, um aprendizado com aquela decisão que não saiu exatamente conforme esperávamos. Não dá pra saber se daria certo se agíssemos de outra forma. Talvez não fosse mesmo pra acontecer de qualquer jeito e isso já é dar certo visto de certo ângulo. Sabe-se lá as consequências que viriam mais tarde. Acredito sim que a vida de alguma maneira que eu não posso comprovar nos protege muitas vezes de tombos maiores, mesmo não aparentes e que a princípio nos fazem querer morrer de decepção e pensar durante dias outras possibilidades para transformar aquilo que já passou em algo diferente. Na realidade, ultimamente tenho me perdido entre certo e errado, bom e ruim, alegria e tristeza. Sempre penso que o um pode ser o outro e o outro pode ser o um. Faz parte da minha confusão, da minha clareza, da minha contradição.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[contradição]]></title>
<link>http://ichinuketa.wordpress.com/2009/10/27/13/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 21:15:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>沖田</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ela não queria.Não queria te ver partir, muito menos ter de dizer adeus.Ela não queria que você foss]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ela não queria.<br />Não queria te ver partir, muito menos ter de dizer adeus.<br />Ela não queria que você fosse embora &#8211; uma ironia, já que o que ela mais queria era alguém que fosse embora. Ela queria garantia.<br />Foi tudo muito rápido, e as coisas se transformaram diversas vezes, das formas mais inesperadas&#8230; vocês mudaram. Ou talvez apenas você tenha mudado; ela continua a mesma, sempre a mesma pessoa procurando lugares diferentes para se esconder daquela coisa que nem ela mesma sabe o que é. Ela tem medo.<br />Disseram-me que você também tem medo. Ela não acreditou.<br />Você, medo? Impossível. As mudanças não te assustam, deixar tudo pra trás não te aterroriza. Não, não você. Ela não acredita que você tenha medo, ainda mais quando o seu medo envolve ela.<br />Ela não consegue acreditar. Ela prefere pensar no fim do sentimento do que no seu medo &#8211; e talvez isso seja um reflexo do próprio medo que ela sente.<br />Mas você nunca diz nada, não é mesmo? Nem uma palavra. E ela se sente perdida.<br />As palavras têm poder, elas podem acalmar, assegurar&#8230; palavras podem salvar, sabia?<br />Ela não pode com o seu silêncio&#8230;<br />Seus gestos a confundem. Distantes, próximos, numa oscilação de significados que torna-se um transtorno na mente dela&#8230; e assim ela se perde mais ainda. Ela se perde em você.<br />Devo confessar, ela fugiu por um tempo. O fim era óbvio &#8211; o fim estava até marcado nos calendários! -, então ela tentava de todas as formas fugir, temendo que todo aquele medo que ela sentia fosse consumi-la por inteiro&#8230; novamente.<br />Mas ela parou. Será que foi tarde demais? (e teria isso mudado alguma coisa?)<br />Você a envolveu da forma que ela sempre quis, você a encantou da forma mais inesperada. Você a conquistou e a perdeu tantas vezes&#8230;<br />Mas havia uma diferença: antes, haviam palavras. Haviam gestos com leves certezas. A confusão não era relevante &#8211; era apenas fruto da mente excessiva da criança imatura que ela era.<br />(E mesmo assim as palavras nunca foram o suficiente, sempre faltava algo a ser dito&#8230;)<br />Ela quer suas palavras (mesmo que elas denunciem o fim), quer seus gestos (mesmo que sejam de adeus), quer alguma certeza (mesmo que seja a sua ausência). Ela cansou de estar perdida, cansou de se perder em você. Ela quer, sim, se achar! Quer achar-se em você, quer achar qual parte dela está e ficará em você&#8230; ela só quer palavras.<br />Ela sabe como você é. Sabe da sua forte timidez (e isso a encantava tanto!), e sabe que pode não chegar a ouvir as palavras que tanto quer ouvir&#8230; mas ela precisa disso.<br />As memórias não deixam a mente dela em paz, e junto com cada memória, vem a incerteza. Ela já não aguenta, ela precisa das suas palavras&#8230; mas você não as dá. E ela espera. Ela vai esperar até consegui-las, vai esperar o que parecerá uma eternidade (mas no fim, foram só menos de 20 dias).<br />Ela quer você. Mas sabe que não poderá ter por muito tempo, e quer saber? Ela aceita isso.<br />Ela não quer te ver sofrer, mas também não quer sofrer &#8211; e novamente, suas palavras poderiam fazer toda a diferença&#8230;<br />Mas ter de dizer adeus, em tão pouco tempo&#8230; não, te ver partir, não&#8230;<br />Ela não queria.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Respeito.Se você tem,use.]]></title>
<link>http://vinylpunk.wordpress.com/2009/10/24/respeito-se-voce-temuse/</link>
<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 21:14:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rufino</dc:creator>
<guid>http://vinylpunk.wordpress.com/2009/10/24/respeito-se-voce-temuse/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Diferentes, Porem,Iguais.&#8221; Texto Por: William &#8220;Palhaço&#8221; Torres Bello   Dife]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1><span style="color:#ff0000;">&#8220;Diferentes,</span></h1>
<h1><span style="color:#ff0000;">Porem,Iguais.&#8221;</span></h1>
<h6>Texto Por: William &#8220;Palhaço&#8221; Torres Bello</h6>
<h5><span style="color:#000000;"> </span></h5>
<h5><span style="color:#000000;">Diferentes, porém , iguais isso mesmo, todos nós somos iguais, independentemente dos estilos, tribos, roupas e por ai vai.</span></h5>
<h5><span style="color:#000000;"> </span></h5>
<h5><span style="color:#000000;">Nós em maioria nos queixamos pelo fato de que, os que não nos conhecem nos julgam, pelo nosso penteado, pelas nossas camisas, pela nossa música, enfim qualquer, coisa diferente do que eles acham “legal”. Não importa se você é um peão, um rapper, um nerd, um emo, um punk, um skatista, todos sofremos pelo mesmo preconceito. Mas a questão é: se você não gosta porque o faz?</span></h5>
<h5><span style="color:#000000;"> </span></h5>
<h5><span style="color:#000000;">Ouvi tantas pessoas, inclusive amigos meus que reclamavam disso, mas faziam exatamente quando viam outros diferentes, insultando pelo simples fato da pessoa não gostar das mesmas coisas.</span></h5>
<h5><span style="color:#000000;"> </span></h5>
<h5><span style="color:#000000;">Não que você não tenha o direito de não gostar, tem esse direito, mas seus direitos acabam quando começam os meus; esse direito não lhe da razão para ofensas, você não acha ?</span></h5>
<h5><span style="color:#000000;"> </span></h5>
<h5><span style="color:#000000;">Ótimo, guarde sua opinião para você se ela não for pedida. Ou tente pelo menos procurar saber, entender, pode ser que até goste.</span></h5>
<h5><span style="color:#000000;"> </span></h5>
<h5><span style="color:#000000;">Todos nós, de todas as tribos, gostando ou não temos que pegar ônibus, enfrentar filas, trabalhar, pagar impostos, nos preocuparmos com a violência urbana, queremos um futuro melhor; queremos ser ouvidos, temos que conviver uns com os outros. Embora lutemos contra o preconceito, estamos sendo preconceituosos, não aceitando as diferenças alheias, então lutamos à toa.</span></h5>
<h5><span style="color:#000000;"> </span></h5>
<h5><span style="color:#000000;">O maior exemplo disso hoje em dia é o preconceito contra os EMOS; conheço “punx” que dizem “odiar esse sistema preconceituoso e desigual, que não os deixa ser quem eles são”, mas quando vêem um EMO, ofendem, gritam e até chegam a espancar. Que morais tais têm para reclamar do sistema?Nenhumas, apóiam o que de fato não utilizam, use a cabeça pessoal, que liberdade é essa? Liberdade minha e não do próximo? É muito fácil criticar sem se informar.</span></h5>
<h5><span style="color:#000000;"> </span></h5>
<h5><span style="color:#000000;">Toda e qualquer forma de Radicalismo leva ao erro. Misturas de tribos como Rock e Rap, batidas rápidas e agressivas do Hardcore com letras de falam de amores perdidos e não de política, violas e músicas Sertanejas com batidas de DJ’S, são cada vez mais comuns.</span></h5>
<h5><span style="color:#000000;"> </span></h5>
<h5><span style="color:#000000;">Somos todos diferentes, isso nos torna iguais, não jogue fora nosso direito da Liberdade de Expressão que nossos antepassados lutaram tanto para termos. Não seja cabeça dura, pense e logo exista, reflita seus atos e torne sua vida e muitas outras melhores.</span></h5>
<h5><span style="color:#000000;"> </span></h5>
<h5><span style="color:#000000;">Respeite para ser respeitado!</span></h5>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Under the brigde]]></title>
<link>http://julferbas.wordpress.com/2009/10/19/under-the-brigde/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 23:55:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>julferbas</dc:creator>
<guid>http://julferbas.wordpress.com/2009/10/19/under-the-brigde/</guid>
<description><![CDATA[At least I have her love, the city she loves me Lonely as I am, together we cry     Amor é um sentim]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><em>At least I have her love, the city she loves me<br />
Lonely as I am, together we cry</em></p>
<p><em> </em></p>
<p> </p>
<p style="text-align:left;">
Amor é um sentimento indecifravel.<br />
O amor a minha cidade natal tem certa similaridade com o amor que sinto pelo meus familiares.<br />
Eu não escolhi a minha família, não escolhi minha mãe ou irmão, mas do jeito que eles foram me dados, eu não tive outra opção.<br />
Foi aqui que a minha mãe passou os nove meses comigo na barriga e foi com esse ar poluído que enchi os meus pulmões pela primeira vez. Os prédios da Santa Cecília foram a minha primeira impressão de paisagem.<br />
Dei os primeiros passos no carpete de casa, aprendi a andar de bicicleta no cimento do quintal e a nadar numa piscina com onda artificial do Parque São Jorge.<br />
Ônibus e metrô foram meus companheiros rumo a liberdade de ir aonde eu quisesse. Essa chuva que reclamo tanto molhou todos os meus livros do colégio, meus cartões postais no aniversário de 450 anos e as minhas amigas, enquanto esperavamos o show.<br />
Foi nesse caos louco, cheio de barbeiros, caminhos tortuosos e congestionamentos quilométricos que descobri uma das coisas que mais gosto na vida: dirigir.<br />
Muitas coisas importantes aconteceram fora daqui, mas foi sempre pra cá que eu voltei, cada estação me lembra uma pessoa, cada rua, uma musica, os lugares, datas.<br />
Eu sei, assim como sei dos defeitos do meu irmão, que essa cidade tem um milhão de motivos pra não atrair ninguém, mas assim como ninguém pode falar mal dele na minha presença, eu me incomodo em ouvir as críticas, quase sempre verdadeiras, sobre a minha cidade.<br />
Eu simplesmente não tenho escolha. Ela é parte de mim. Eu sou eu porque vivi aqui.<br />
É um amor incondicional, que vai ficar pra toda a minha vida. Mesmo que me irrite profundamente, mesmo que a zona leste continue longe, que o povo feio se acotovele na Sé, que o céu seja cinza e o Tietê não tenha peixes&#8230;<br />
Mesmo que eu vá pra longe por vontade própria ou por vontade da vida, nenhum outro lugar no mundo será meu berço e tomará este lugar no meu coração.</p>
<p>Como diria a <a href="http://www.natchu.blogspot.com" target="_blank">Natália</a>, <em>essa é só mais uma bossa falando de amor</em>.</p>
<p> </p>
<p>&#60;3 Sampa.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Apóstolo Inspirado vs. Meretrizes Acadêmicas]]></title>
<link>http://apdsji.wordpress.com/2009/10/17/o-apostolo-inspirado-vs-meretrizes-academicas/</link>
<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 03:16:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>thimax77</dc:creator>
<guid>http://apdsji.wordpress.com/2009/10/17/o-apostolo-inspirado-vs-meretrizes-academicas/</guid>
<description><![CDATA[ANTI-SEITA por Vincent Cheung &#8220;Se alguém ensina falsas doutrinas e não concorda com a sã doutr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[ANTI-SEITA por Vincent Cheung &#8220;Se alguém ensina falsas doutrinas e não concorda com a sã doutr]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[as empty as that beating drum.]]></title>
<link>http://ichinuketa.wordpress.com/2009/10/16/as-empty-as-that-beating-drum/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 05:41:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>沖田</dc:creator>
<guid>http://ichinuketa.wordpress.com/2009/10/16/as-empty-as-that-beating-drum/</guid>
<description><![CDATA[Vazio.Vazio, vazio, vazio &#8211; sempre, e quase que de forma constante, vazio.E não é exatamente s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vazio.<br />Vazio, vazio, vazio &#8211; sempre, e quase que de forma constante, vazio.<br />E não é exatamente sobre isso do que eu falo? O nome desse lugar é Paraíso Vazio, acho que isso deveria significar alguma coisa.</p>
<p>Sim, eu sei, estamos sempre em busca de algo, nunca estamos satisfeitos, sempre falta alguma coisinha &#8211; aquela coisinha que às vezes é tão irrelevante&#8230; &#8211; e a gente nunca cansa de buscar. Por isso, vazio.<br />Sentir-se vazio chega a ser uma sensação de prazer pra muitos&#8230; nada como deliciar-se com a sua própria essência humana, não?<br />É&#8230; não.<br />Pode parecer contraditório (na verdade, é pra parecer &#8211; desculpa, mas a contradição se faz necessária praticamente o tempo todo&#8230; a contradição é nada mais, nada menos que a prova do tal &#8216;penso, logo existo&#8217;&#8230; ou não!), mas o vazio não me agrada nem um pouco.<br />Eu sei, eu sei, a melancolia com toque nostálgico gerado por esse vazio é o que inspira, é o que motiva, o que nos faz ver as entrelinhas, enxergar aquilo que nos passa despercebido&#8230; enfim, o vazio faz com que a intelectualidade artística seja exercida.<br />Taí o problema.</p>
<p>Quando escrevo, só tenho frustrações, pois nunca escrevo como eu quero; as palavras e os sentidos fazem graça comigo &#8211; juro que consigo ouvi-los rindo de mim!<br />Se decido desenhar, o mais provável é parar na metade. Canso de não conseguir colocar no papel o que se encontra tão nítido e impecável na minha mente&#8230; talvez seja falta de confiança, falta de coragem de arriscar, ou (e eu faço questão de afirmar que o que se segue é o mais provável) a mais pura e sincera falta de habilidade. É a vida!<br />É isso.<br />Não consigo escrever, nem desenhar. Não danço, não toco nenhum instrumento (fora a minha ocarina! Mas isso, como diria a nossa ilustre Mallu Magalhães, é só dentro de mim&#8230; há, piadinha infame &#8211; não podia ficar sem, né?), nem componho canções com letras intrigantes que fazem o mundo se emocionar e pensar sobre a vida de uma outra forma. Sério, já até tentei os três.<br />O que eu deveria fazer, então, pra colocar pra fora toda essa melancolia vinda de um vaziozinho que poderia (não tão) facilmente ser preenchido? Artes marciais? Pegar frutas da minha tia e garrafas vazias pra fazer altos malabarismos? Algo me diz que não&#8230;</p>
<p>A questão é: eu gosto de me sentir preenchida.<br />Gosto, sim, de levantar de manhãzinha com um sorriso meio-adormecido e pensar &#8220;tô completinha, o dia vai ser ainda melhor&#8221; e me arrastar pra fora da cama, acordando só pra encontrar evidências do meu preenchimento ao longo do tal dia maravilhoso. E eu encontro essas provas em qualquer esquina, em qualquer gato a observar a janela, em qualquer céu de cores misturadas, em qualquer sorriso ao amanhecer (ao contrário, não é a melancolia que me faz enxergar o despercebido, e sim a busca por provas de que, sem dúvida, em tudo se encontra uma porçãozinha de euforia).</p>
<p>Fácil assim.<br />Sem frustrações literárias, artísticas ou cirquenses. Rápido e indolor.</p>
<p>Até o momento, nunca o meu drama foi o drama da leveza (outra contradição? Não cabe a mim decidir &#8211; sou um organismo de puras contradições, fazer o quê&#8230;). É sempre o peso &#8211; o peso da falta de um peso dentro de mim &#8211; que me joga ao chão.<br />Ou seria o contrário?</p>
<p>É&#8230; talvez esse seja o real problema.<br />Mas não era disso que eu tava falando, era?</p>
<p><span style="font-style:italic;"><span style="font-size:85%;">but as the water fills my mouth, it couldn&#8217;t wash the echoes out<br />I swallow the sound, and it swallows me whole &#8211; until there&#8217;s nothing left inside my soul<br />I&#8217;m empty, as that beating drum &#8211; but the sound has just begun.</span><br /></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://sitiodascitacoes.wordpress.com/2009/10/09/19210/</link>
<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 08:44:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Meg</dc:creator>
<guid>http://sitiodascitacoes.wordpress.com/2009/10/09/19210/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Então que é isso? O Sr. Abade estuda a espada e a palavra divina?&#8221; William Shakespeare ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<h5 style="text-align:center;"><span style="color:#33cccc;">&#8220;Então que é isso? O Sr. Abade estuda a espada e a palavra divina?&#8221;</span></h5>
<pre style="text-align:center;">William Shakespeare (As Alegres Comadres de Windsor)</pre>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Contradições]]></title>
<link>http://subjetividadematematica.wordpress.com/2009/10/07/contradicoes/</link>
<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 00:01:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedroferreira1223</dc:creator>
<guid>http://subjetividadematematica.wordpress.com/2009/10/07/contradicoes/</guid>
<description><![CDATA[O post de hoje nos ajudará a pensar a respeito de algo que venho insistentemente citando: a capacida]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O post de hoje nos ajudará a pensar a respeito de algo que venho insistentemente citando: a capacidade humana de agir segundo um ponto de vista momentâneo. A partir daí também poderemos, futuramente, fazer a pergunta &#8220;quem sou eu&#8221; de forma diferenciada.</p>
<p>O que um indivíduo faz quando é totalmente contra o racismo, mas tem uma mãe – a quem ama muito – que é racista? Ou pior, como ele sabe quando está sendo altruísta demais, ou de menos. Como saber se estamos agindo certo (ou seja, como estabelecer se somos ou não culpados) se duas fontes extremamente confiáveis nos dão opiniões opostas?</p>
<p>Esses questionamentos são mais do que diários, ocorrem diversas vezes por minuto dentro da mente de todo humano social. Erramos e acertamos a todo o tempo por escolher essa ou aquela pressão como sendo a mais correta. Nesse jogo, nem sempre vence o mais inteligente, nem o mais forte, mas o que teve sorte. Contudo, esse que teve a sorte dessa vez poderá perdê-la em outro momento (e irá).</p>
<p>O que esse jogo incompreensível nos traz? Primeiro, uma eterna busca por regras, por perfis ideais – mesmo que esse perfil seja o de alguém que não busque regras. Segundo, centenas de milhares de falácias a respeito de nós e dos outros. Por exemplo, alguns decidem que se um indivíduo pára de falar com a mãe, mesmo ela sendo racista, ele é uma pessoa sem coração. Ou um amigo pode nos cobrar que o visitemos cinco vezes por semana, e caso não o façamos, ele sinta-se totalmente abandonado e nos julgue egoísta. E talvez (porque o julgamento de um amigo é uma pressão social forte), passemos a acreditar que ele está correto e a culpa se estabelecerá.</p>
<p>Não há como uma pessoa não cair nunca nesse tipo de falácia, ninguém tem &#8220;parâmetros sociais perfeitos&#8221;, até porque eles mudam a todo tempo! A convivência com as contradições só é pacífica com o estabelecimento de crenças ideais sem, contudo, radicalismos. Quanto mais um homem se incline para a intolerância ao racismo, e suas atitudes sejam cada vez mais anti-sociais no que tange ao assunto, mais ele será condenado por essa atitude. Expor-se a diferentes opiniões e ter a humildade de ajustar o rumo quando se perceber inadequado é o que sinto ser a forma mais equilibrada de agir (mas busque outras fontes além de mim antes de fazer as coisas de acordo com o que digo).</p>
<p>Assim que eu entrar nos meus pensamentos a respeito do desenvolvimento da mente humana, falarei muito mais sobre contradições. Hoje quis apenas enfatizar a dimensão que elas tomam no nosso dia-a-dia.</p>
<p>Até breve.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A questão de fé e ciência !]]></title>
<link>http://presentepravoce.wordpress.com/2009/10/01/a-questao-de-fe-e-ciencia/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 10:52:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>presentepravoce</dc:creator>
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<description><![CDATA[Bento XVI e a teoria da evolução . Augusto Pasquoto Em abril deste ano de 2007, o Papa Bento XVI lan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Bento XVI e a teoria da evolução . Augusto Pasquoto Em abril deste ano de 2007, o Papa Bento XVI lan]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crença]]></title>
<link>http://subjetividadematematica.wordpress.com/2009/09/23/crenca/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 13:40:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedroferreira1223</dc:creator>
<guid>http://subjetividadematematica.wordpress.com/2009/09/23/crenca/</guid>
<description><![CDATA[Acredito que o conceito mais fundamental das minhas idéias a respeito da psique humana seja o de cre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">Acredito que o conceito mais fundamental das minhas idéias a respeito da psique humana seja o de crença. Tratarei crença como tudo aquilo em que acreditamos e que nos impulsiona a ter ou deixar de ter alguma atitude, desde a certeza de que existe a força da gravidade (e, conseqüentemente, que todo objeto que jogarmos pra cima cairá), até a crença em um Deus criador e guia (que tem plenos poderes sobre tudo).</p>
<p style="text-align:left;">Daí vem uma percepção que eu creio ser extremamente importante, algo que toma conta dos meus pensamentos todos os dias. A crença da existência da força da gravidade direciona muitas das nossas ações, fazendo-nos colocar as chaves de casa sobre a estante sem nem olhar para elas. Contudo, a crença do Deus onipotente nos diz que a qualquer momento um milagre pode ocorrer e a chave pode flutuar, em vez de pousar.</p>
<p style="text-align:left;">A questão que fica é: por que a mesma pessoa que, quando reza, sente profundamente que os milagres podem ocorrer e, quando entra em casa com compras, esquece disso e tem total convicção de que as chaves serão atraídas pela gravidade?</p>
<p style="text-align:left;">A minha resposta é óbvia: as crenças não são absolutas. Elas precisam ser convidadas àquela situação por algum elemento ali presente. O que eu quero dizer com isso é que nem a mais beata das pessoas relaciona Deus com toda atitude diária. Posso inclusive ir além: não há pessoa que acredite em Deus o tempo inteiro. Com isso, não quero dizer que todos duvidem da existência de um ser supremo, mas sim que essa crença não é relevante em todos os momentos e, por não ser pensada, é como se não existisse.</p>
<p style="text-align:left;">Qual a importância disso, então? A resposta também é óbvia, mas vai nos ajudar muito a analisar toda a complexidade do mundo psíquico: somos limitados por crenças distintas em ocasiões distintas, ou seja, somos extremamente <strong>contraditórios</strong>.</p>
<p style="text-align:left;">Resumindo, as três primeiras coisas que devemos saber sobre crenças, então, são:</p>
<ol style="text-align:left;">
<li>Todas as atitudes voluntárias são guiadas por crenças.</li>
<li>Uma crença precisa ser convocada por algum elemento da situação.</li>
<li style="text-align:left;">Por causa da possibilidade de co-existência de crenças opostas no mesmo indivíduo, somos todos extremamente contraditórios.</li>
</ol>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aconselhar-se]]></title>
<link>http://alexcosmo.wordpress.com/2009/09/13/aconselhar-se/</link>
<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 17:37:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>alexcosmo</dc:creator>
<guid>http://alexcosmo.wordpress.com/2009/09/13/aconselhar-se/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Aceita o conselho dos outros mas nunca desista de sua própria opinião&#8221; &#8211; Willian ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#8220;Aceita o conselho dos outros mas nunca desista de sua própria opinião&#8221; &#8211; Willian ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nada Como Ter Bons Amigos!]]></title>
<link>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/09/13/nada-como-ter-bons-amigos/</link>
<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 09:40:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>izaprado</dc:creator>
<guid>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/09/13/nada-como-ter-bons-amigos/</guid>
<description><![CDATA[“A gente não faz amigos, reconhece-os” Vinícius de Moraes Graças a Deus, considero-me uma pessoa mui]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><span style="color:#000000;">“A gente não faz amigos, reconhece-os”</span></p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><strong><em>Vinícius de Moraes</em></strong></span></p>
<p align="center">
<p align="center"><span style="color:#000000;"><strong><em><img class="aligncenter size-full wp-image-2517" src="http://apenassentimentos3.wordpress.com/files/2009/09/fantastic_four1.gif" alt="" width="200" height="230" /><br />
</em></strong></span>
</p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><br />
</span>
</p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Graças a Deus, considero-me uma pessoa muito privilegiada. Como todos os reles mortais, tenho fases complicadas, sofro de amor, já acordo sentindo saudade daquela pessoa importante e, atualmente, observo a minha família desmoronar como um frágil castelo de cartas. E tudo isso, sempre, elevado há uma grande potência, já que sou uma pessoa basicamente guiada pelos sentimentos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Mas, por sorte, tenho amigos muito especiais e importantes. Sim! Tenho várias pessoas em minha vida – cada uma em sua época, em seu momento, em sua circunstância. Mas os meus amigos estão ali sempre: comemorando meu aniversário, ligando para saber as novidades, abrindo os braços para consolar as dores cotidianas e secando as lágrimas nos momentos de alegria.<br />
</span>
</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Ser amigo em momentos bons e felizes é muito fácil. Mas estar junto quando sua estima está na ponta do pé ou a sua depressão está acabando com o seu sistema nervoso, é para poucos. E acho que, neste ponto, não posso reclamar. Apesar de algumas grandes frustrações – porque sim, elas acontecem todos os dias – sinto que os meus verdadeiros amigos estão sempre perto de mim&#8230; Nem que seja em pensamento!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Saber disso é que me ajuda a levantar da cama quando a noite de sono foi ruim, é o que me dá coragem para procurar ajuda e, assim, corrigir os pequenos defeitos de personalidade, é o que me anima quando o mundo parece ser só mais um lugar sozinho e frio. Ter a consciência disso é que anima as músicas que eu ouço, que enfatiza as risadas que eu dou nos momentos mais estranhos e que legitima todos os meus sentimentos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Não preciso nomear! Eu sei – em minha alma e em meu coração – quem são as pessoas importantes que fazem a grande diferença na minha vida e que me tornam um ser humano melhor. E é por isso que afirmo categoricamente: eu sou uma pessoa privilegiada!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span>
</p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2516" src="http://apenassentimentos3.wordpress.com/files/2009/09/sdc11957.jpg" alt="" width="450" height="337" /><strong>Jantar com Fabi e Varella. Uma noite que só não foi <em>TOTALMENTE</em> perfeita pela ausência da Mari!</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Consumo Responsável: E eu com isso?]]></title>
<link>http://lucynoceu.wordpress.com/2009/09/11/consumo-responsavel-e-eu-com-isso/</link>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 17:12:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>lucynoceu</dc:creator>
<guid>http://lucynoceu.wordpress.com/2009/09/11/consumo-responsavel-e-eu-com-isso/</guid>
<description><![CDATA[Por: Luciene Ferrari Falar de consumo consciente é falar de algo complexo, principalmente quando que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;">Por: <strong>Luciene Ferrari</strong></p>
<p style="text-align:right;">Falar de consumo consciente é falar de algo complexo, principalmente quando quem escreve resolve seu problema de sede momentânea com uma Coca-Cola bem ao lado. É um assunto amplo, mas muitos nem querem ouvir falar ou fingem que não se importam – o que é normal, pois se tratando de consumo consciente e responsável, todos temos culpa no cartório.</p>
<p style="text-align:right;">Não é errado consumir. Errado é consumir exageradamente, fechando os olhos para a solidariedade, para a crise ambiental, para a mão-de-obra escrava e infantil, para os impiedosos testes em animais e para tantos outros fatores ligados ao consumo irresponsável da grande maioria da população.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-200" title="Consumo Responsável" src="http://lucynoceu.wordpress.com/files/2009/09/consumo-responsavel.jpg" alt="Consumo Responsável" width="500" height="373" /></p>
<p style="text-align:right;">Compactuamos com tudo isso quando compramos qualquer produto, de qualquer marca, sem analisar sua origem. Inúmeras empresas utilizam trabalho escravo e infantil na confecção de seus produtos, por exemplo. Outras revertem parte de seus lucros para os EUA, utilizados na compra de armamentos para atacar o Iraque. Temos ainda tantos outros produtos que contribuem para a crise ambiental, para a geração de resíduos que sequer podem ser reciclados, e que talvez se decomponham daqui a mil anos.</p>
<p style="text-align:right;">A idéia de consumo consciente vai além de nossas necessidades individuais. Leva em conta outros aspectos, como os reflexos na sociedade, economia e meio ambiente. Esses reflexos podem ser positivos ou negativos: ao comprar produtos de uma empresa que utiliza trabalho escravo, ou que realiza testes em animais, o consumidor compactua com essas práticas abomináveis. Por outro lado, se comprar alimentos orgânicos, ou roupas feitas com algodão agroecológico, contribuirá com o setor da economia que não utiliza substâncias tóxicas em sua produção e que não agride o meio ambiente.</p>
<p style="text-align:right;">Óbvio que a consciência tem um preço, e não é baixo. Nem todo mundo está disposto a controlar o que compra, fiscalizar os produtos e marcas que utiliza, veste e come, ou ainda avaliar se realmente precisa daquilo naquele momento. Entretanto, por mais complicado que possa parecer, ações cotidianas, concretas e voluntárias de consumo consciente permitem a qualquer pessoa contribuir para a preservação do meio ambiente e melhorar a qualidade de vida de todos.</p>
<p style="text-align:right;">O poder de transformação social está na mão dos consumidores, ou seja, na mão de todos nós. Cabe-nos a tarefa de escolher empresas éticas, que respeitam os direitos humanos e os limites naturais do planeta. Além disso, comprar menos e melhor, consumir só o necessário, reutilizar produtos, separar o lixo, não comprar produtos piratas, são importantes práticas de consumo responsável que podem ser adotadas. E nada disso é complicado ou difícil se passar a ser encarado como uma prática natural, como lavar as mãos, olhar televisão ou arrumar a cama.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O retorno do recalcado: HEGEL e LEIBNIZ depois da "Diferença e Repetição" - Parte I]]></title>
<link>http://stylo.wordpress.com/2009/09/07/deleuze-leibniz-hegel-diferenca-e-repeticao/</link>
<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 11:47:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>mecanosfera</dc:creator>
<guid>http://stylo.wordpress.com/2009/09/07/deleuze-leibniz-hegel-diferenca-e-repeticao/</guid>
<description><![CDATA[Deluze está hoje sobre intenso ataque. Os inimigos porém são insidiosos e aproximam-se como se fosse]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Deluze está hoje sobre intenso ataque. Os inimigos porém são insidiosos e aproximam-se como se fosse]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[David Shrigley]]></title>
<link>http://marcelaarone.wordpress.com/2009/09/04/david-shrigley/</link>
<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 20:49:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcela Arone</dc:creator>
<guid>http://marcelaarone.wordpress.com/2009/09/04/david-shrigley/</guid>
<description><![CDATA[Imagens retiradas do livro “Who I am and what I want” de David Shrigley. Mais informações sobre o li]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Imagens retiradas do livro “Who I am and what I want” de David Shrigley. Mais informações sobre o livro e autor: <a href="http://bit.ly/3dngOr">http://bit.ly/3dngOr</a></p>
<p>“It’s not about who you are and what you want.You always think everything I write is about you but it’s not. It’s all about me. (&#8230;) I don’t care about you and I don’t care what you want – just shut up and listen. (&#8230;) I’m just trying to make you understand.”</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-95" title="1" src="http://marcelaarone.wordpress.com/files/2009/09/1.jpg" alt="1" width="500" height="380" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-96" title="2" src="http://marcelaarone.wordpress.com/files/2009/09/2.jpg" alt="2" width="500" height="380" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-97" title="3" src="http://marcelaarone.wordpress.com/files/2009/09/3.jpg" alt="3" width="500" height="380" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-108" title="4" src="http://marcelaarone.wordpress.com/files/2009/09/41.jpg" alt="4" width="500" height="380" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-103" title="4quase5" src="http://marcelaarone.wordpress.com/files/2009/09/4quase51.jpg" alt="4quase5" width="500" height="380" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-100" title="5" src="http://marcelaarone.wordpress.com/files/2009/09/5.jpg" alt="5" width="500" height="380" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-101" title="6" src="http://marcelaarone.wordpress.com/files/2009/09/6.jpg" alt="6" width="500" height="380" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cabeça de Repolho]]></title>
<link>http://marcelaarone.wordpress.com/2009/08/24/cabeca-de-repolho/</link>
<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 23:06:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcela Arone</dc:creator>
<guid>http://marcelaarone.wordpress.com/2009/08/24/cabeca-de-repolho/</guid>
<description><![CDATA[É aquele tipo de gente que perde a viagem por não ter bagagem, que alega ingenuidade para não se res]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-72" title="cabecarepolho" src="http://marcelaarone.wordpress.com/files/2009/08/cabecarepolho.jpg" alt="cabecarepolho" width="500" height="461" /></p>
<p>É aquele tipo de gente que perde a viagem por não ter bagagem, que alega ingenuidade para não se responsabilizar pela busca da verdade. É um tipo fácil de encontrar, posto à mesa de qualquer bar, salas de jantar, refeitórios, bancadas, dá em qualquer lugar.</p>
<p>É aquele cidadão que vota no DEM, ou demais ex-ARENA, e diz que é contra o sistema. Que compra a Playboy da Mônica Veloso. Que diz fazer regime por uma questão de saúde e fica sem comer o dia inteiro.</p>
<p>É aquele sujeito que só é bom via repressão. Que resume fé em comoção. Que não entende a diferença entre respeito e falsidade.</p>
<p>É o tipo da pessoa tapada, que jura jogar no time dos malandros, mas não passa de um Mané. Ou quase sempre critica a falta de educação no outro, esquecendo-se do próprio trato frígido.</p>
<p>Tipo comum. Difícil de digerir.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pátria amada, Brasil...]]></title>
<link>http://lucynoceu.wordpress.com/2009/08/21/patria-amada-brasil/</link>
<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 22:42:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>lucynoceu</dc:creator>
<guid>http://lucynoceu.wordpress.com/2009/08/21/patria-amada-brasil/</guid>
<description><![CDATA[Conforme Deise Froelich (apud Programa Cafezinho, 2009): &#8220;O Brasil é o único país em que cafet]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;">Conforme Deise Froelich (apud Programa Cafezinho, 2009):</p>
<p style="text-align:right;"><strong>&#8220;O Brasil é o único país em que cafetão sente ciúmes, puta goza, e pobre vota na direita.&#8221;</strong></p>
<p style="text-align:right;">.</p>
<p style="text-align:right;">.</p>
<p style="text-align:right;">.</p>
<p style="text-align:right;">.</p>
<p style="text-align:right;">.</p>
<p style="text-align:right;">.</p>
<p style="text-align:right;">.</p>
<p style="text-align:right;">.</p>
<p style="text-align:right;">.</p>
<p style="text-align:right;">.</p>
<p style="text-align:right;">Sem mais por alguns dias&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[::o tapete de flores...]]></title>
<link>http://gcestreito.wordpress.com/2009/08/14/o-tapete-de-flores/</link>
<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 09:04:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>gcestreito</dc:creator>
<guid>http://gcestreito.wordpress.com/2009/08/14/o-tapete-de-flores/</guid>
<description><![CDATA[&#8230;das festas do Santíssimo Sacramento, na paróquia de n. s.ª da graça, no estreito de câmara de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-736" title="DSC01582" src="http://gcestreito.wordpress.com/files/2009/08/dsc01582.jpg?w=150" alt="DSC01582" width="150" height="112" />&#8230;das festas do Santíssimo Sacramento, na paróquia de n. s.ª da graça, no estreito de câmara de lobos, é uma das grandes atracções das festividades religiosas que neste fim-de-semana decorrerão naquela localidade. desde tempos imemoriais os populares dos diversos sítios da freguesia reunem-se com algumas semanas de antecedência para a preparação dos materiais vegetais e de flores que irão servir de ornamentação ao tapete que elaboram no dia da festa do santíssimo. em romarias, deslocam-se às serras e a algumas quintas particulares da madeira para catar e recolher as candeias dos castanheiros, a aparar os cedros, as hortenses, etc, que depois são pacientemente cortados em pequenos pedaços. no dia da festa, logo pela manhã, crianças e adultos percorrem as casas dos moradores dos sítios para que ofertem flores dos seus quintais e <img class="alignleft size-thumbnail wp-image-738" title="17_Agosto_2008_(9)" src="http://gcestreito.wordpress.com/files/2009/08/17_agosto_2008_9.jpg?w=112" alt="17_Agosto_2008_(9)" width="112" height="150" />jardins, as quais servirão para cerzir e ornar os tapetes. na dia da festa, enquanto decorre a missa, e sob o olhar curioso que milhares de pessoas residentes na freguesia e rorasteitos, começam a montar o tapete que percorre as ruas que circundam a igreja e por onde passará a procissão.</p>
<p style="text-align:justify;">para ver mais imagens do tapete do ano passado, do sítio da igreja, clicar <a href="http://tapetefloresssecl.blogspot.com/">aqui</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E uma viagem...]]></title>
<link>http://gabrielaraujo.wordpress.com/2009/08/10/e-uma-viagem/</link>
<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 07:33:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>gabrielaraujo</dc:creator>
<guid>http://gabrielaraujo.wordpress.com/2009/08/10/e-uma-viagem/</guid>
<description><![CDATA[Vivendo e observando&#8230; Vivo e observo tudo a minha volta. Sou capaz de notar até a menor das ex]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="margin:0 0 10pt;">Vivendo e observando&#8230;</p>
<p style="margin:0 0 10pt;">Vivo e observo tudo a minha volta. <br />Sou capaz de notar até a menor das expressões. </p>
<p>Mas o que me incomoda de verdade e o que me deixa com esperança?</p>
<p style="margin:0 0 10pt;">Como sempre viajando da Baixada Fluminense para o Rio de Janeiro ou vice-versa, observo muitos fatos à minha volta.</p>
<p style="margin:0 0 10pt;">Ontem eu parei para observar um pouco a ignorância, falta de educação, sofrimento, realidade e contradição. Situações essas que sempre acompanham o brasileiro em suas viagens diárias.</p>
<p style="margin:0 0 10pt;">Observei logo que subi as escadas do ônibus, as expressões de sofrimento e cansaço das pessoas. Um senhor estava de pé próximo à catraca. Sua expressões corporais e até mesmo sua vestimenta deixavam claro como a neve que ele pegou peso, bateu massa, carregou baldes de areia e cimento. Sua calça tinha ainda respingos de cimento, quem já virou massa sabe como é, seu humilde calçado estava quase todo cinza. Parei para pensar. Por que reclamamos? Eu admito com certa vergonha que quando adentrei por aquele ônibus e vi que não mais havia acentos onde eu pudesse repousar um pouco antes da aula na faculdade, fiquei um tanto quanto decepcionado e reclamei internamente por ter subido naquele ônibus. Mas naquele momento de observações que resolvi ter, pude tirar conclusões melhores e maiores do que se eu tivesse apenas sentado em algum acento e dormido. Aquele senhor apesar de visivelmente cansado, tinha uma expressão de dever cumprido em seu rosto. Vi nele o retrato de muitos compatriotas. Vi que apesar de todas as estripulias que fazem conosco, ainda temos a dignidade de trabalhar e de sentir que nosso dever está sendo cumprido. A volta para casa é como ainda uma parte do trabalho. Você viaja de pé, muitas vezes como uma sardinha.</p>
<p style="margin:0 0 10pt;">Observando o banco que estava por trás desse senhor, fiquei deveras irritado com a situação. Um homossexual espalhafatoso que ocupava um dos bancos simplesmente ignorava o fato daquele senhor estar de pé ali, um homem que muito poderia ser seu pai ou avô. O pior não é isso. O pior mesmo é que o mesmo não ocupava o banco normalmente, sentado ou seja como for, desde que normal e convencional. Ao invés disso estava de pé, sim, de pé e a mochila no banco. Quando eu comecei a me atentar para aquele fato, fiquei realmente com muita vontade de discutir com o meliante para que ele cedesse o lugar para aquele senhor. Mas como tudo no Brasil agora é homofobia, preferi ficar quieto. Agora sigam meu pensamento. Se um ser que &#8220;sofre&#8221; ou pelo menos alega sofrer discriminação e lutam, fazem paradas e outras coisas que eu sinceramente acho desrespeitoso com a sociedade em geral, mas temos que aturar, não se toca que além de estar errado por não ceder o lugar ao senhor e não usá-lo, estava mais errado ainda por ser um dos lugares reservados a pessoas acima de 65 anos.</p>
<p style="margin:0 0 10pt;">E então, onde fica agora a questão dos direitos, que tanto falam?</p>
<p style="margin:0 0 10pt;">Vou parar por aqui. Cansei! </p>
<p>Postou: <br /><img src="http://br.geocities.com/websguru/BARRA.jpg" style="display:inline;width:400px;height:50px;">        </p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Documento contradiz versão de Sarney sobre genro de Agaciel]]></title>
<link>http://entranhasbr.wordpress.com/2009/08/06/documento-contradiz-versao-de-sarney-sobre-genro-de-agaciel/</link>
<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 18:05:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>editor</dc:creator>
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<description><![CDATA[LEANDRO COLON O Estado de S. Paulo Em nota divulgada nesta quinta-feira, 6, o presidente do Senado, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h4>LEANDRO COLON</h4>
<h4><em>O Estado de S. Paulo</em></h4>
<p>Em nota divulgada nesta quinta-feira, 6, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), tenta confundir com uma informação equivocada. O senador diz na nota que na quarta-feira, 5, em seu discurso no plenário, referiu-se a &#8220;Rodrigo Miguel Cruz&#8221; quando disse desconhecer &#8220;Rodrigo Cruz&#8221;.</p>
<p>Sarney alega que &#8220;Rodrigo Miguel Cruz&#8221; é o nome que aparece na representação protocolada pelo PSOL no Conselho de Ética no dia 30 de junho. Seria, segundo o senador, um ex-funcionário de sua filha Roseana. &#8220;É este que está relacionado na denúncia do PSOL, que se baseia em O Estado de S. Paulo&#8221;, afirma Sarney.</p>
<p>Não é bem assim. A representação do PSOL não cita nenhum &#8220;Rodrigo Miguel Cruz&#8221;. Refere-se, na página 4 do texto, a &#8220;Rodrigo Cruz&#8221; e cita um link do portal do <a href="http://www.estadao.com.br/especiais/imprimir.php?especial=62297">Estadão</a> com a lista de apadrinhados e parentes de Sarney envolvidos em atos secretos. No site, ao clicar no nome de &#8220;Rodrigo Cruz&#8221;, surge a descrição de que ele é a pessoa que casou-se com Mayanna Maia, filha de Agaciel Maia, no dia 10 de junho. Sarney foi padrinho do casamento. Rodrigo Cruz foi nomeado por ato secreto em 19 de janeiro de 2006.</p>
<p>O &#8220;Rodrigo Miguel Cruz&#8221; citado por Sarney trabalhou entre 2003 e 2007 no gabinete de Roseana e do então senador e hoje ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA). Ele não aparece em atos secretos, nem na representação do PSOL.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Nurse Jackie – 1x09 – Noosebleed]]></title>
<link>http://netiteve.wordpress.com/2009/08/05/nurse-jackie-%e2%80%93-1x09-%e2%80%93-noosebleed/</link>
<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 02:50:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>netiteve</dc:creator>
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<description><![CDATA[Exibido em 03.08.2009 na MTV O Netiteve, por enquanto, publicou uma crítica desse episódio apenas no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Exibido em 03.08.2009 na MTV O Netiteve, por enquanto, publicou uma crítica desse episódio apenas no]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Paradoxal]]></title>
<link>http://pedaladas.wordpress.com/2009/08/03/paradoxal/</link>
<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 23:30:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>rchia</dc:creator>
<guid>http://pedaladas.wordpress.com/2009/08/03/paradoxal/</guid>
<description><![CDATA[Fui buscar o carro da revisão. De bicicleta.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fui buscar o carro da revisão. De bicicleta.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[My timing…]]></title>
<link>http://carolvallu.wordpress.com/2009/07/24/my-timing%e2%80%a6/</link>
<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 12:50:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carol Vallu</dc:creator>
<guid>http://carolvallu.wordpress.com/2009/07/24/my-timing%e2%80%a6/</guid>
<description><![CDATA[Existe um tempo que é tempo de mudanças&#8230;(e eu odeio mudanças; prefiro brócolis!) Existe um tem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Existe um tempo que é tempo de mudanças&#8230;(e eu odeio mudanças; prefiro brócolis!)<br />
Existe um tempo em que é preciso ter paciência&#8230;(autênticos leoninos são imediatistas , ou seja, isso é quase impossível, mas eu tenho tentado).<br />
Um tempo que é preciso ter calma e aprender a tolerar os outros&#8230;<br />
Existe um tempo que é chegado à hora de &#8220;se dar um tempo&#8221; pra poder perceber melhor as coisas&#8230;<br />
Um tempo que noção de espaço perde o sentido, deixando pra trás a gente que nunca tem tempo de quase nada.<br />
Às vezes, eu tenho a impressão de que meu mundo caminha sem mim&#8230;<br />
Cada um tem seu tempo e ainda assim nós conseguimos nos perder no nosso próprio ritmo&#8230;<br />
E isso pra mim é mais do que contraditório, mas como já diziam: o doce amargo da vida são as incríveis e surpreendentes contradições dos opostos!<br />
&#8230;Eu consegui me perder em você e eu, digamos, me fudi&#8230;Nem tudo é o mesmo pra todos, não é mesmo?!<br />
Agora eu só preciso reencontrar o meu próprio ritmo, ou melhor, retornar pro meu caminho, pra nossa estrada.</p>
<p>Você vem comigo?!</p>
<p>S2</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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</rss>
