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	<title>crash-no-limite &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "crash-no-limite"</description>
	<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 19:14:25 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Crash - No limite "Resenha"]]></title>
<link>http://blogaodojoao.wordpress.com/2009/10/11/crash-no-limite-resenha/</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 01:17:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jaqueline Vaz</dc:creator>
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<description><![CDATA[O etnocentrismo está em nosso cotidiano, em um país coberto pela miscigenação étnica e cultural em q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O etnocentrismo está em nosso cotidiano, em um país coberto pela miscigenação étnica e cultural em que a cor da pele origina a “epiderme da conduta”. A minha cor é superior a sua? Será que existe um gene que identifique que a cor negra origina assaltantes e pessoas inescrupulosas? Negro tem que ser inferior?</p>
<p style="text-align:justify;">Que eu saiba a Lei Áurea já foi assinada! Em parâmetros sociológicos o racismo é caracterizado como uma discriminação ideológica ao qual um grupo considera-se em ter mais qualidades que os outros. Tornando um ciclo esmagador para o “grupo inferiorizado” e atribuindo feições marginalizadas.</p>
<p style="text-align:justify;">Em o filme Crash no Limite retrata de forma clara como o negro até no entretenimento da atuação tem que estar em papel inferior e “comportar-se como negro”. O branco em posição heróica e o negro o seu vassalo. Fato que além de social é histórico em vários países que são segregatórios e os Estados Unidos são um deles.</p>
<p style="text-align:justify;">O diretor trata de um assunto ignorado pelas pessoas e o orgulho desonesto da supremacia “branca”, colocando em um contraste com momentos de redenção destes que foram vítimas de episódios racistas.</p>
<p style="text-align:justify;">O filme começa relatando sobre a atenção indiferente e capitalista na forma em que julga a posição econômica do negro e em conseqüências do preconceito, resulta sempre em inferiorizar ou então passa a ignorar e não reconhecer a sua própria cor. </p>
<p style="text-align:justify;">Não somente o preconceito por cor, mas também pessoas de outros países sofrem preconceitos. Pois quem não nasceu “branco” e teve ainda o infortuìto de ter nascido negro e pobre, sofrerá as mazelas que a sociedade irá impor. Isso sem falar no olhar de desconfiança eterno.</p>
<p style="text-align:justify;">Imaginem só a cena: Um casal negro entra em uma loja da Luis Vutton para comprar algo. Como vocês acham que as atendentes desta loja irão se portar? Estas cenas fazem parte do cotidiano brasileiro. E só quem é negro ou índio que sabe o que é ser achincalhado nas ruas, ou ter a sua honestidade posta a prova.</p>
<p style="text-align:justify;">A mensagem que o filme passa é que por mais diferente que as pessoas sejam é a cor que menos importa, pois em uma passagem do filme que me emocionou foi o policial na salvação de uma mulher negra, em que em outro episódio ele tinha à humilhado (assédio moral em uma blitz de trânsito).</p>
<p style="text-align:justify;">O orgulho etnocêntrico nessa passagem foi esquecido, a isso faz refletir e também ter a esperança de que o crash que vivemos hoje irá mudar e que até para o preconceito á limites. Culpar outra raça por um problema ou pelos problemas do mundo é mais fácil do que reconhecer o erro. Infelizmente!</p>
<p style="text-align:justify;">E o pior disto é que sempre não faremos nada de mal, nunca seremos preconceituosos ou antiéticos. Tudo é uma questão de ótica. Mas para quem sofre&#8230; A dor rasga o peito. O peito de um filho ou filha de Deus.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[A Proposta (The Proposal, 2009)]]></title>
<link>http://moviefordummies.wordpress.com/2009/07/13/a-proposta-the-proposal-2009/</link>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 14:38:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Pongas</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Bruno Pongas Está aqui um gênero que é subestimado pelos críticos e por boa parcela do público q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong><img class="size-full wp-image-817  aligncenter" title="proposal" src="http://moviefordummies.wordpress.com/files/2009/07/proposal.jpg" alt="proposal" width="450" height="301" /></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#3366ff;">Por Bruno Pongas</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Está aqui um gênero que é subestimado pelos críticos e por boa parcela do público que se diz entendedor de cinema. A comédia romântica é vista com maus olhos por muita gente, mas atinge em cheio outra parcela generosa do mercado: talvez os casais apaixonados ou os românticos de carteirinha. Enfim&#8230; <strong>A Proposta </strong><a href="http://youtube.com/watch?v=ztLH2TiytCY" target="_blank">pode ser facilmente considerado mais do mesmo</a>, muito pelo seu roteiro óbvio ou por se ater a detalhes já batidos em qualquer longa do tipo. O trabalho da diretora Anne Fletcher tem pouca coisa inovadora - ou quase nada mesmo -, e por isso, talvez merecesse uma nota ruim, já que segue um modelo pré-estabelecido pela indústria cinematográfica. No entanto, há pontos positivos que fazem com que a trama valha a pena (vejamos no restante do texto).</p>
<p style="text-align:justify;">A história por si só é clichê&#8230; temos a executiva bem sucedida que é &#8216;má&#8217; e pisa em todos os seus funcionários &#8211; podemos associar a personagem de Sandra Bullock com a editora Miranda Priestly (Meryl Streep), de <strong>O Diabo Veste Prada</strong>. Ao mesmo tempo, temos o subordinado (Ryan Reynolds) que é feito de capacho pela chefe e tem sua competência contestada a todo o momento. Acho que nem precisamos dizer que por algum motivo milagroso os dois se juntam e formam um casal. No início ambos se odeiam, mas com o tempo sentem que têm algo em comum. O que era ódio vira amor, num esquema bem semelhante às outras comédias românticas.</p>
<p style="text-align:justify;">Para salvar o trabalho e o roteiro precário, contamos com um desempenho inspirado da carismática dupla de protagonistas. E como Sandra Bullock se sai bem nesse tipo de papel&#8230; na pele da durona Margaret Tate, ela nos rende as cenas mais divertidas e hilárias da trama &#8211; para mim, o filme é dela! Assim como em <strong>Miss Simpatia</strong>, onde seu trabalho é impecável. E quem pensa que ela só leva jeito para comédia está enganado, é só lembrar do dramático <strong>Crash &#8211; No Limite</strong>. Ryan Reynolds, por sua vez, se consolida cada vez mais como um ator de filmes &#8216;bobinhos&#8217;, longe disso ser um demérito, já que ele se sai muito bem nesse tipo de personagem &#8211; vale lembrar <strong>Três Vezes Amor</strong>, por exemplo.</p>
<p style="text-align:justify;">Além do bom trabalho do elenco em geral, podemos dizer que as piadas funcionam, temos alguns ótimos momentos e muitas sacadas inteligentes (como a da parte em que os dois se veem obrigados a deitar de conchinha). Uma pena que em determinadas passagens o filme seja escrachado demais, o que ao meu ver é o grande defeito das comédias de hoje em dia. A necessidade de fazer rir coloca a originalidade ladeira abaixo, e o que deveria ser natural acaba se tornando falso, bobo&#8230; talvez seja por isso que é cada vez mais difícil ver um bom longa desse gênero.</p>
<p style="text-align:justify;">Por fim, ainda acho que <strong>A Proposta </strong>seja um filme recomendável. As qualidades superam os defeitos e as cenas impagáveis &#8211; a maioria delas vindas de Sandra Bullock - fazem com que o caro dinheiro do ingresso acabe valendo a pena. Se você procura um filme pura e simplesmente para se divertir, sem precisar pensar e refletir durante horas e horas, vá assistir, sem compromisso, sem expectativa&#8230; caso contrário, creio que é melhor ficar em casa mesmo.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Minha Nota: 7.0</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Direção: </em></strong>Anne Fletcher<br />
<strong><em>Gênero: </em></strong>Comédia/Romance<br />
<strong><em>Duração: </em></strong>108 minutos<br />
<strong><em>Elenco: </em></strong>Sandra Bullock, Ryan Reynolds, Mary Steenburgen, Craig T. Nelson, Betty White, Denis O&#8217;Hare, Malin Akerman, Oscar Nuñez, Aasif Mandvi e Michael Mosley.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="https://twitter.com/moviefordummies" target="_blank">Siga as principais novidades do Movie For Dummies também no twitter. Clique aqui!</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness)]]></title>
<link>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2008/03/15/a-procura-da-felicidade-the-pursuit-of-happyness/</link>
<pubDate>Sat, 15 Mar 2008 03:48:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
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<description><![CDATA[Guarda dos filhos: um direito apenas da mãe? E do pai, não? Sobre o título original, o &#8220;y]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a title="a-procura-da-felicidade2.jpg" href="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/a-procura-da-felicidade2.jpg"><img src="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/a-procura-da-felicidade2.jpg" alt="a-procura-da-felicidade2.jpg" width="400" height="278" /></a></p>
<blockquote><p><span style="color:#003366;"><strong>Guarda dos filhos: um direito apenas da mãe? E do pai, não?<br />
</strong></span></p></blockquote>
<p><span style="color:#003366;">Sobre o título original, o &#8220;y&#8221; em vez de um &#8220;i&#8221; em happyness faz parte da história. É interessante o porque dele.</span></p>
<p><span style="color:#003366;">O filme é baseado numa história real. De início, parece um drama comum, atual, em tantos lares: questões financeiras. Contas a serem pagas e pouco dinheiro entrando. Bem, o diferencial, talvez esteja no fato do personagem querer manter seu filho próximo.</span></p>
<p><span style="color:#003366;">A história conta das dificuldades de um cara em tentar conciliar família, estudo e profissão. Acreditando no seu potencial, investe tempo e dinheiro numa venda. Acontece que escolheu um item difícil de ser vendido. Com a falência batendo na porta, a mulher vai embora. Para ela surgiu uma oportunidade de trabalho. Mas longe dali. Então, ele lhe implora para que não leve o filho. Até pela infância que teve&#8230; ele não quer o mesmo para seu filho.</span></p>
<p><span style="color:#003366;">Abrindo um parêntese. Não sou contrária ao pai ficar com a guarda dos filhos. E esse filme, meio que de leve, aponta para que isso deixe de ser algo negativo. Até porque as mulheres também têm direito de pensar e cuidar do seu lado profissional; de sua carreira. Antes, um papel só bem visto para os homens.</span></p>
<p><span style="color:#003366;">Sendo assim, mesmo quando sua vida parece descer ladeira-abaixo&#8230; Chris Gardner (Will Smith) faz o impossível para que o filho sinta que eles ainda têm um lar. Se quem se emocionou com a história do casaco ligando pai e filha no filme &#8220;Crash &#8211; No Limite&#8221;&#8230; Não tem como não se emocionar com a história da caverna para que filho sinta que têm um lar. A cena arrepia! Até mesmo num albergue para desabrigados&#8230; Ele mostra o significado da palavra Lar.</span></p>
<p><span style="color:#003366;">Também ficamos ciente do que fazem, alguns, com estagiários&#8230; Haveria também algo de discriminação por ele ser um negro? O que fizeram com ele não poderia ter sido um teste em paralelo ao estágio&#8230; Jogaram pesado!<br />
</span></p>
<p><span style="color:#003366;">Will Smith, me surpreendeu! Eu que sempre o vi como um ator cômico; a menção de seu nome, logo pensava em &#8220;MIB&#8221;, em &#8220;Hitch&#8221;&#8230; agora terei também esse personagem. Foi ótimo! Confesso que chorei com ele no finalzinho.</span></p>
<p><span style="color:#003366;">A trilha sonora é linda! Citando algumas: “This Masquerade”, com George Benson; “Jesus Children of America”, com Stevie Wonder; “Lord, Don&#8217;t Move That Mountain”, com The Glide Ensemble. E amei a versão que a Roberta Flack deu para &#8220;Bridge over troubled water&#8221;!</span></p>
<p><span style="color:#003366;">Um filme que entrou na minha lista de que será gostoso revê-lo. Gostei! Nota: 09.</span></p>
<p><span style="color:#003366;">Por: Valéria Miguez.</span></p>
<p><span style="color:#003366;"><strong>À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness)</strong>. 2006. EUA. Direção: Gabriele Muccino. Elenco: Will Smith, Jaden Smith, Thandie Newton, Brian Howe, Jay Twistle, James Karen, Dan Castellaneta, Kurt Fuller. Gênero: Drama, Bibliografia. Duração: 117 minutos. Classificação: Livre.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hotel Ruanda (Hotel Rwanda)]]></title>
<link>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2008/03/04/hotel-rwanda-movie/</link>
<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 02:56:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
<guid>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2008/03/04/hotel-rwanda-movie/</guid>
<description><![CDATA[África &#8211; Que Continente é este? O que sabemos de seus habitantes, hoje? Uma parte da história ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a title="hotel-ruanda061.jpg" href="http://lella.wordpress.com/files/2008/02/hotel-ruanda061.jpg"><img src="http://lella.wordpress.com/files/2008/02/hotel-ruanda061.jpg" alt="hotel-ruanda061.jpg" /></a></p>
<p><span style="color:#660000;"><strong>África &#8211; Que Continente é este? O que sabemos de seus habitantes, hoje?</strong></span></p>
<p><span style="color:#660000;">Uma parte da história dessa gente, está nos livros. Mas&#8230; Ficamos nisso? Será que ao ouvirmos esse nome o que vem de imediato é esse &#8220;passado&#8221;? Ou os animais nos safáris? Um tempo atrás, tomamos (???) conhecimento de que lá haviam crianças passando fome (Biafra, Nigéria). Foram imagens chocantes; e que nos tocou.</span></p>
<p><span style="color:#660000;">Para quem assistiu, &#8220;O Jardineiro Fiel&#8221;, pode ver do que a indústria farmacêutica é capaz. Parte desse povo, virou &#8220;cobaia&#8221;. Outra grande indústria que usa e abusa de seu poder mundial é a bélica. &#8220;Tiros em Columbine&#8221; mostrou esse alcance. Visando lucro, ora fornecendo armas para os &#8220;governantes&#8221;, ora para os &#8220;rebeldes&#8221;. Sem se importar com os &#8220;inocentes&#8221;.</span></p>
<p><span style="color:#660000;">Por querer saber mais sobre essas pessoas, sobre a história recente nesse Continente, também motivada pelo ator principal, assisti Hotel Ruanda (Hotel Rwanda). Para alguns, ficará como uma aula de História que pulou das páginas dos livros, ou melhor, da tela da Tv &#8211; retrato de uma guerra que dividiu a população de um país. Um genocídio.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Um pouco dessa tragédia: Em um dos massacres mais sanguinários de que se tem notícia, Ruanda foi palco de  política de extermínio. Sem intervenção internacional, um grupo de hutus  radicais matou, usando facões, cerca de 1 milhão de tútsis.</span></p>
<p><span style="color:#660000;">Agora, deixo as minhas impressões em cima de alguns personagens e seus respectivos atores. Mas com certeza o documento histórico é muito importante. O título também tem razão de ser; muito bem escolhido.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#800000;">E o que é mostrado nesse Filme?</span></p>
<p><span style="color:#800000;"> Mais do que mostrar um genocídio, ele traz a determinação de um homem. Alguém que em meio ao caos, ciente das suas limitações ante uma guerra, segue em frente. Poderia ter sido mais um joguete nas mãos dos que detém o poder, mas até nisso ele usou como <em>inspiração</em>. Administrando bem as situações críticas. Por ter pouco tempo, sua tomada de decisão é em cima do fato; e o faz a cada reviravolta.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Quem o interpreta é <strong>Don Cheadle</strong> (Brilhante em &#8220;Crash &#8211; No Limite&#8221;). Faz um gerente de um <strong>Hotel</strong> 4 estrelas; de um Grupo belga. E o que faz? De que <em>armas</em> utiliza? É impressionante! É comovente! Ele, o ator, é perfeito! No olhar, na postura, na expressão! Não cai no caricato.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Por falar em caricato&#8230; Há uma cena dele com o <strong>Nick Nolte</strong>, onde a expressão facial desse último, até que veio a calhar. O diálogo, assusta; vendo, entenderão porque. Os dois ali, no bar do Hotel, o <strong>Nolte</strong> sentado num banquinho, o <strong>Cheadle</strong>, em pé, do outro lado do balcão, servindo&#8230; A câmera indo de um ao outro&#8230; Nos faz pensar: &#8220;Quem é ou está subserviente ali? Qual dos dois? E servindo a quem, ou, a que?&#8221;&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Outra cena, tocante, do qual se eu apenas falar que ele se atrapalha em fazer o nó da gravata, vocês não entenderão porque ela emociona. Fiquei com lágrimas nos olhos.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Um momento romântico dele no terraço com a esposa, também nos toca. E ainda nessa cena, um toque alegre com um <em>merchan</em> da Volkswagen.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Ele faz uma &#8220;dobradinha&#8221; também com <strong>Jean Reno</strong>. Que para mim, suas participações são sempre ótimas! Ele interpreta o presidente da Rede de Hotéis. Aqui também há a tal da subserviência &#8211; a serviço de quais valores. A cena final entre eles é tocante! Cada um, sentado em seu escritório, em seu país, ao telefone, dizendo&#8230; O texto choca&#8230; E a postura de ambos é um brinde em interpretação!</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Ainda citaria o personagem de <strong>Joaquim Phoenix</strong>. Um fotógrafo que por sua ousadia mostra ao mundo o que de fato está acontecendo com aquelas pessoas. E ao se despedir de Paul nos traz uma verdade cruel.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Paul, dos obstáculos retira idéias. E sem contar o antes, nem o depois, trago uma delas. Mais ou menos assim: <em>&#8220;Devem contar o que vai nos acontecer. Dizer adeus. Mas ao dizer adeus façam como que se através do telefone segurassem a mão deles. Façam com que saibam que se eles soltarem a mão, morreremos&#8230;&#8221;</em></span></p>
<p><span style="color:#800000;">Uma trilha sonora linda!</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Assistam! Nota: 09.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">Por: Valéria Miguez.</span></p>
<p><span style="color:#660000;"><strong>Hotel Rwanda</strong>. 2004. Reino Unido. Direção: Terry George. Com: Don Cheadle, Sophie Okonedo, Nick Nolte, Cara Seymour, Joaquin Phoenix, Jean Reno. Gênero: Drama, História. Duração: 121 minutos. Classificação: 14 anos.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
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