<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>crise-economica-mundial &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/crise-economica-mundial/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "crise-economica-mundial"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 03:01:39 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[As duas economias americanas]]></title>
<link>http://atamamoriya.wordpress.com/2009/11/25/as-duas-economias-americanas/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:31:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Atama Moriya</dc:creator>
<guid>http://atamamoriya.wordpress.com/2009/11/25/as-duas-economias-americanas/</guid>
<description><![CDATA[por Nouriel Roubini Apesar de os Estados Unidos recentemente terem registado 3,5 por cento de cresci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[por Nouriel Roubini Apesar de os Estados Unidos recentemente terem registado 3,5 por cento de cresci]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que aconteceria em caso de um colapso do dólar?]]></title>
<link>http://neccint.wordpress.com/2009/11/16/o-que-aconteceria-em-caso-de-um-colapso-do-dolar-2/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 15:57:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flávio7</dc:creator>
<guid>http://neccint.wordpress.com/2009/11/16/o-que-aconteceria-em-caso-de-um-colapso-do-dolar-2/</guid>
<description><![CDATA[Ninguém sabe se o dólar caminha para um desastre. Mas acreditar no melhor é arriscado Após se enfraq]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_4054" class="wp-caption aligncenter" style="width: 312px"><img class="size-full wp-image-4054" title="colapso do dólar" src="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/colapso-do-dolar.jpg" alt="colapso do dólar" width="302" height="344" /><p class="wp-caption-text">Ninguém sabe se o dólar caminha para um desastre. Mas acreditar no melhor é arriscado</p></div>
<p style="text-align:justify;">Após se enfraquecer gradualmente desde 2002, a moeda americana subiu com a crise financeira do ano passado. Mas acumula uma desvalorização de cerca de 15% desde março, quando os investidores passaram a mudar para moedas de maior rendimento. A sabedoria convencional diz que a esses níveis, o dólar está barato, prestes a iniciar uma recuperação.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim, vale ao menos cogitar a possibilidade de um &#8220;colapso&#8221; do dólar. A razão de o estouro da bolha imobiliária ter tido efeitos tão devastadores foi a falta de imaginação: bancos, autoridades reguladoras, agências de avaliação de crédito e outros simplesmente não conseguiam acreditar que os preços das casas cairiam do jeito que caíram, de modo que todos foram pegos de surpresa.</p>
<p style="text-align:justify;">Membros do governo Obama não parecem perturbados pela queda do dólar até agora. O dólar mais fraco ajuda a diminuir o déficit comercial ao tornar os produtos americanos mais competitivos. Mas essa calmaria pode desaparecer da noite para o dia se os mercados financeiros sentirem que a queda do dólar vai se tornar uma bola de neve sem controle. Nesse ponto, o &#8220;campo de força&#8221; invisível que protege o dólar vai sumir.<br />
Nesse cenário pessimista, o declínio ganha vida própria. As vendas geram mais vendas. Bancos centrais mundiais interviriam para estimular o câmbio, mas os especuladores, tendo já experimentado o gosto da vitória, não recuariam. Paul Krugman, economista da Universidade Princeton, certa vez chamou isso de cenário coiote, numa referência ao personagem do desenho animado Papa-Léguas, que perde o chão no alto de um despenhadeiro, mas só começa a cair quando olha para baixo e vê que não há nada sob seus pés.</p>
<p style="text-align:justify;">As especulações de que o dólar poderá sofrer um colapso podem se tornar autorrealizáveis se os operadores se apressarem a deixar a moeda. Ashraf Laidi, principal estrategista de câmbio da CMC Markets, uma corretora de Londres, diz que &#8220;agora há cerca de 30% a 40% de chances de vermos o dólar cair ao ponto de configurar uma crise&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Ninguém sabe se o dólar caminha para um desastre. Mas acreditar no melhor é arriscado.</p>
<p>Postado por Flávio Vieira</p>
<p><a href="http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/selecao_detalhe3.asp?ID_RESENHA=631099" target="_blank">Clique aqui para ler o texto completo</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crescimento da venda de Caminhões melhora a expectativa de resultados]]></title>
<link>http://amocaminhoes.wordpress.com/2009/11/06/crescimento-da-venda-de-caminhoes-melhora-a-expectativa-de-resultados/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 14:00:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Brusque</dc:creator>
<guid>http://amocaminhoes.wordpress.com/2009/11/06/crescimento-da-venda-de-caminhoes-melhora-a-expectativa-de-resultados/</guid>
<description><![CDATA[Os sinais da recuperação econômica já começam a aparecer na venda de máquinas, tratores e caminhões.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Os sinais da recuperação econômica já começam a aparecer na venda de máquinas, tratores e caminhões.]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que aconteceria em caso de um colapso do dólar?]]></title>
<link>http://neccint.wordpress.com/2009/11/03/o-que-aconteceria-em-caso-de-um-colapso-do-dolar/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 11:16:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flávio7</dc:creator>
<guid>http://neccint.wordpress.com/2009/11/03/o-que-aconteceria-em-caso-de-um-colapso-do-dolar/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Após se enfraquecer gradualmente desde 2002, a moeda americana subiu com a crise financeira d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-3905" title="dolar" src="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/dolar.jpg" alt="dolar" width="250" height="265" /></p>
<p>Após se enfraquecer gradualmente desde 2002, a moeda americana subiu com a crise financeira do ano passado. Mas acumula uma <span style="color:#ff0000;">desvalorização de cerca de 15% desde março</span>, quando os investidores passaram a mudar para moedas de maior rendimento. A sabedoria convencional diz que a esses níveis o dólar está prestes a iniciar uma recuperação.</p>
<p>Assim, <span style="color:#ff0000;">vale ao menos cogitar a possibilidade de um &#8220;colapso&#8221; do dólar</span>. A razão do estouro da <span style="color:#800000;">bolha imobiliária</span> ter tido efeitos tão devastadores foi a falta de imaginação: <span style="color:#0000ff;">bancos, autoridades reguladoras, agências de avaliação de crédito e outros simplesmente não conseguiam acreditar que os preços das casas cairiam do jeito que caíram,</span> de modo que todos foram pegos de surpresa.</p>
<p>Membros do governo Obama não parecem perturbados pela queda do dólar até agora. O dólar mais fraco ajuda a diminuir o déficit comercial ao tornar os produtos americanos mais competitivos. Mas essa calmaria pode desaparecer da noite para o dia se os mercados financeiros sentirem que a queda do dólar vai se tornar uma bola de neve sem controle. Nesse ponto, o &#8220;<span style="color:#0000ff;">campo de força</span>&#8221; invisível que protege o dólar vai sumir.<br />
Nesse cenário pessimista, o declínio ganha vida própria. As vendas geram mais vendas. <span style="color:#0000ff;">Bancos centrais mundiais interviriam para estimular o câmbio, mas os especuladores, tendo já experimentado o gosto da vitória, não recuariam. Paul Krugman, economista da Universidade Princeton, certa vez chamou isso de cenário coiote, numa referência ao personagem do desenho animado Papa-Léguas, que perde o chão no alto de um despenhadeiro, mas só começa a cair quando olha para baixo e vê que não há nada sob seus pés.<br />
</span><br />
As especulações de que o dólar poderá sofrer um colapso podem se tornar auto-realizáveis se os operadores se apressarem a deixar a moeda. <span style="color:#ff0000;">Ashraf Laidi</span>, principal estrategista de câmbio da CMC Markets, uma corretora de Londres, diz que <em>&#8220;agora há cerca de 30% a 40% de chances de vermos o dólar cair ao ponto de configurar uma crise&#8221;</em>. Ninguém sabe se o dólar caminha para um desastre. Mas acreditar no melhor é arriscado.</p>
<p><a href="http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/selecao_detalhe3.asp?ID_RESENHA=631099" target="_blank">Clique aqui pata acessar a reportagem completa</a></p>
<p>Postado por Flávio Vieira</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cruz Vermelha alerta para fome em países europeus]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/10/20/cruz-vermelha-alerta-para-fome-em-paises-europeus/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 12:56:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Helen Schossler</dc:creator>
<guid>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/10/20/cruz-vermelha-alerta-para-fome-em-paises-europeus/</guid>
<description><![CDATA[Suíça &#8211; Estadão &#8211; 19/10/2009 A Cruz Vermelha Internacional afirmou hoje que tem encontra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Suíça &#8211; Estadão &#8211; 19/10/2009 A Cruz Vermelha Internacional afirmou hoje que tem encontra]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Austrália é primeiro país do G20 a aumentar taxa de juros após crise]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/10/06/australia-e-primeiro-pais-do-g20-a-aumentar-taxa-de-juros-apos-crise/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 14:06:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>gleika</dc:creator>
<guid>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/10/06/australia-e-primeiro-pais-do-g20-a-aumentar-taxa-de-juros-apos-crise/</guid>
<description><![CDATA[BBC Brasil &#8211; 06/10/2009 A Austrália se tornou o primeiro país do G20 a aumentar sua taxa de ju]]></description>
<content:encoded><![CDATA[BBC Brasil &#8211; 06/10/2009 A Austrália se tornou o primeiro país do G20 a aumentar sua taxa de ju]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crise favoreceu o meio ambiente]]></title>
<link>http://ricardocampos.wordpress.com/2009/09/22/crise-favoreceu-o-meio-ambiente/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 04:02:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Campos</dc:creator>
<guid>http://ricardocampos.wordpress.com/2009/09/22/crise-favoreceu-o-meio-ambiente/</guid>
<description><![CDATA[O jornal britânico Financial Times antecipou nesta segunda, 21, algumas conclusões do relatório da A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O jornal britânico Financial Times antecipou nesta segunda, 21, algumas conclusões do relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) que só deve ser publicado em  novembro. O relatório concluiu que se a crise foi prejudicial para o empresariado e também para a maioria das nações, o planeta ao contrário agradece. No período houve redução significativa nas emissões de CO2, fruto da diminuição da atividade produtiva e do consumo de energia. A redução das emissões foram superiores a crise econômica de 1981, conhecida como a crise da Opep (petróleo).</p>
<p>Segundo o economista-chefe da AIE, Fatih Birol as reduções foram surpreendentes, e ajudaria bastante se o fenômeno se repetisse, minimizando as conseqüências do aquecimento global.</p>
<p>A notícia é um avanço para as discussões sobre o aquecimento global e um aperitivo do que será discutido no encontro da cúpula internacional em Copenhage, evento que reunirá 190 países para estabelecer um novo pacto global que busca diminuir a emissão de carbono no mundo.</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/qUh87ah7LcM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/qUh87ah7LcM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#008080;"><strong>Animação sobre o aquecimento global: vale a reflexão</strong></span></p>
<p>Mas é notório que as discussões não serão fáceis, pois as grandes nações se negam a abrir mão do desenvolvimento e de atender a solicitação das nações emergentes que sugerem uma contribuição de até 1% do PIB destes países para financiar temas ligados ao clima. É lamentável que após anos de crescimento desenfreado e de acabar com todos os seus recursos naturais os países desenvolvidos não queiram negociar e abrir mão dos intensos ganhos que já perduram a diversos anos.</p>
<p>A crise econômica foi contornada com sabedoria por muitas nações, falta agora aplicar a mesma inteligência para a questão climática, que não é mais emergente, é urgente.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Da crise a redenção]]></title>
<link>http://ricardocampos.wordpress.com/2009/09/18/da-crise-a-redencao/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 21:15:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Campos</dc:creator>
<guid>http://ricardocampos.wordpress.com/2009/09/18/da-crise-a-redencao/</guid>
<description><![CDATA[A última terça-feira, 15, marcou um ano do início da crise econômica mundial, data em que o Banco Le]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A última terça-feira, 15, marcou um ano do início da crise econômica mundial, data em que o Banco Lehman Brothers quebrou revelando uma grande farsa na questão das hipotecas e levando o mundo a derrocada. Estima-se que a crise pulverizou 50 trilhões de dólares, o equivalente ao PIB produzido em todo o mundo.</p>
<p>Neste período empresas quebraram, assim como outras instituições financeiras, o desemprego aumentou e com ele a recessão que prometia conseqüências piores do que a depressão causada pela quebra da bolsa em 1929. A marolinha acabou virando um tsunami (não no Brasil, segundo o Lula e o Le Monde) que poderia acabar com qualquer nação que duvidasse da sua força. Mas o alarme foi soado a tempo e após um ano o mundo volta a respirar, já estamos com o pé no pós-crise.</p>
<p>Mas a crise, assim como todos os problemas enfrentados pela humanidade, traz uma série de ensinamentos que nos possibilitará, no futuro, se precaver de novos acontecimentos. E uma das grandes lições que esta crise demonstrou foi a fragilidade do sistema financeiro mundial, principalmente nos Estados Unidos, que não mantém uma política rigorosa de controle sobre as instituições financeiras. Eles aprenderam com o Brasil de que é necessário um controle maior do Estado para que a irresponsabilidade de alguns empresários não cause danos a nações inteiras.</p>
<p>Os países emergentes, justamente por manterem políticas próprias e por terem escutado a tempo o soar do alarme, tomaram providências para que as conseqüências sobre as economias locais fossem reduzidas.</p>
<div id="attachment_981" class="wp-caption aligncenter" style="width: 308px"><a href="http://ricardocampos.wordpress.com/files/2009/09/crisis.jpg"><img class="size-full wp-image-981" title="Segundo o Le Monde Lula tinha razão: no Brasil crise foi apenas uma marolinha" src="http://ricardocampos.wordpress.com/files/2009/09/crisis.jpg" alt="Segundo o Le Monde Lula tinha razão: no Brasil crise foi apenas uma marolinha" width="298" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Segundo o Le Monde Lula tinha razão: no Brasil crise foi apenas uma marolinha</p></div>
<p>O Brasil, quem diria, entrou em cena e virou destaque dentro do turbilhão, justamente por ser um dos últimos países a entrar na crise e um dos primeiros a sair, utilizando como estratégia a redução de impostos, a concessão de incentivos fiscais, aumento do crédito, etc. Nosso país sai desta crise fortalecido estando presente nos principais fóruns de discussão e reuniões sobre economia, algo inimaginável a alguns anos atrás. Estamos dando aula de economia para os gringos, sendo que a poucos anos atrás tínhamos o FMI ditando o que deveríamos fazer ou não.</p>
<p>E assim, após um ano do início de uma das piores crises econômicas mundiais, o Brasil demonstrou a sua maturidade, demonstrou que está pronto para fazer parte do círculo das nações mais respeitadas do mundo, que pode hoje negociar de igual para igual com os grandes, deixando para trás a herança de uma nação subalterna proveniente da época colonial. Somos sim, uma grande nação!    </p>
<p>Para gestores, bem como comunicadores, a crise diminuiu o budget, houve adequações, mas a necessidade de se comunicar com clientes e demais públicos fez com que a área mantivesse-se movimentada. Os investimentos começam a voltar, com parcimônia, como deve ser mesmo, o setor se restabelecendo frente a um cenário controverso, principalmente nas organizações que tem no mercado internacional a sua base comercial. Com certeza, todos terão a possibilidade, assim como a maioria das organizações brasileiras, de passar da crise a redenção.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA['Governos dos países ricos são culpados pela crise', diz Lula (Entrevista)]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/09/14/governos-dos-paises-ricos-sao-culpados-pela-crise-diz-lula-entrevista/</link>
<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 13:40:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Emilia C. de Paula</dc:creator>
<guid>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/09/14/governos-dos-paises-ricos-sao-culpados-pela-crise-diz-lula-entrevista/</guid>
<description><![CDATA[Brasilia &#8211; BBC &#8211; 14/09/09. O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Brasilia &#8211; BBC &#8211; 14/09/09. O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lula vê crise financeira desaparecer aos poucos]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/08/17/lula-ve-crise-financeira-desaparecer-aos-poucos/</link>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 16:10:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Emilia C. de Paula</dc:creator>
<guid>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/08/17/lula-ve-crise-financeira-desaparecer-aos-poucos/</guid>
<description><![CDATA[BRASÍLIA &#8211; Reuters &#8211; 17/08/09. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segund]]></description>
<content:encoded><![CDATA[BRASÍLIA &#8211; Reuters &#8211; 17/08/09. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segund]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rumo a uma divisa global? Rumo à integração do Dólar e do Euro? Algo acontece nos bastidores...]]></title>
<link>http://atamamoriya.wordpress.com/2009/08/12/rumo-a-uma-divisa-global-rumo-a-integracao-do-dolar-e-do-euro-algo-acontece-nos-bastidores/</link>
<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 22:34:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Atama Moriya</dc:creator>
<guid>http://atamamoriya.wordpress.com/2009/08/12/rumo-a-uma-divisa-global-rumo-a-integracao-do-dolar-e-do-euro-algo-acontece-nos-bastidores/</guid>
<description><![CDATA[por Michel Chossudovsky Objetivando restaurar a estabilidade financeira, líderes mundiais apelaram a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[por Michel Chossudovsky Objetivando restaurar a estabilidade financeira, líderes mundiais apelaram a]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A gripe 'A' e suas histórias]]></title>
<link>http://emboanca.wordpress.com/2009/08/09/a-gripe-a-e-suas-historias/</link>
<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 15:30:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Iris</dc:creator>
<guid>http://emboanca.wordpress.com/2009/08/09/a-gripe-a-e-suas-historias/</guid>
<description><![CDATA[Desde a sua aparição no Brasil, a gripe H1N1, já teve diversas versões. Muitas estão espalhadas por ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Desde a sua aparição no Brasil, a gripe H1N1, já teve diversas versões. Muitas estão espalhadas por aí, correndo por e-mails. Muitas delas chegam aos nossos ouvidos por aquele velho “o Fulano que é irmão de Cicrano que trabalha Não Sei Onde me disse que a gripe já matou 10 mil pessoas só em Tal Lugar” (O melhor mesmo é não citar nomes para não dar veracidade)&#8230;</p>
<p>E é assim que as histórias vão se multiplicando&#8230;</p>
<p>A história de que a gripe não existe, é a melhor. Sem citar nomes novamente, chegou aos meus ouvidos que a gripe foi uma invenção Norte Americana (adoro histórias anti-americanismo) para fechar a fronteira dos EUA com o México assim os Estados Unidos diminuiria a invasão de estrangeiros pela fronteira com o México. Na mesma história (não sei se colocado pelo mesmo autor ou pelas vozes que a vão carregando) a ‘ocupação’ da gripe A na mídia tiraria o foco da Crise Econômica Mundial e assim os EUA teriam mais tempo para se recuperar.</p>
<p>Dado os fatos é bom lembrar, desde o aparecimento da gripe no mundo os holofotes da mídia passaram a ser doença. Quantas pessoas mesmo nos Estados Unidos morreram de gripe? Até ela chegar ao Brasil e o foco passar a ser as vítimas brasileiras, foram pouquíssimas. Engraçado no México foram muitas.</p>
<p>Depois do anti-americanismo todas as outras histórias são sem graça. Tem que ter muita imaginação para criar algo tão bom assim.</p>
<p>Meu pai dizia esses dias atrás que logo vão divulgar que em Curitiba já morreram 2 milhões de pessoas (!) e que estão trazendo pessoas de outros lugares para povoar a cidade e aparecer que nada está acontecendo. Essa se cair na rede será uma ótima história. Como conseguem isso? Esconder de toda uma população que toda a população morreu de gripe A. Ótima!</p>
<p>Tem outras coisas engraçadas na rede. Até porque nenhuma dessas informações que nos chegam é de órgãos confiáveis, sempre é alguém que conhece alguém que trabalha no HC, no Hospital do Trabalhador, é enfermeiro em postos de saúde, etc. tentando alertar a população para os riscos da gripe. Tem também aquele nível de risco (acho que de contaminação) que no início da semana passada, em Curitiba, estava em 2 e agora já está em 3 que é o nível máximo indicado pela OMS (Organização Mundial de Saúde). De fato, alguém entrou no site a OMS e viu isto escrito no site da instituição? Quem foi que falou isso?</p>
<p>Sei que a doença é uma pandemia. Mas vamos falar de números. Quantas pessoas de fato morreram de gripe A no Brasil? Segundo O Globo o <a href="http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2009/08/08/chegam-170-os-mortos-por-gripe-suina-no-brasil-757225313.asp" target="_blank">número de mortes chega a 170</a>. Agora vamos a números de verdade. Para se ter uma idéia são estimadas 14 mil mortes de doença de Chagas em países latino-americanos por ano (mais informações <a href="http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=155152" target="_blank">aqui </a> e <a href="http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=doenca-chagas-mais-esquecida-todas-doencas-negligenciadas&#38;id=4333" target="_blank">aqui</a>) e quem noticia isso? Há mais doenças que podemos citar. A Aids, por exemplo. Há quanto tempo não ouvimos quantas pessoas morreram no país por complicações da doença?</p>
<p>A gripe A e suas soluções</p>
<p>De todas as coisas que a gripe trouxe algumas delas são interessantes. Minha teoria que ela foi criada para controle populacional. Mas tem uma melhor ainda. A gripe está por aí para controle do transito. Sem aulas o transito em Curitiba está uma maravilha. Até pegar ônibus em horário de pico está melhor. O mesmo não se pode dizer dos shoppings&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novo Master System na área]]></title>
<link>http://holycheat.wordpress.com/2009/08/08/novo-master-system-na-area/</link>
<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 03:43:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>holycheat</dc:creator>
<guid>http://holycheat.wordpress.com/2009/08/08/novo-master-system-na-area/</guid>
<description><![CDATA[Olha só o e-mail que a Tec Toy me enviou: O Dia das Crianças está chegando e a Tectoy preparou uma s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olha só o e-mail que a Tec Toy me enviou:</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-345" title="image013" src="http://www.holycheat.com.br/wp-content/uploads/2009/08/image013.jpg" alt="image013" width="199" height="160" /></p>
<p><span style="font-family:Verdana;color:#999999;font-size:xx-small;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;color:#999999;">O Dia das     Crianças está chegando e a Tectoy preparou uma série de novidades para     você!!!</p>
<p>A primeira delas é o novo modelo</span></span><span style="font-family:Verdana;color:#999999;font-size:x-small;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#999999;"> </span></span><span style="font-family:Verdana;color:#999999;font-size:xx-small;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;color:#999999;">do videogame de maior sucesso no     Brasil, o Master System. Além do belo design, ele possui uma variedade     de jogos incrível. </span></span> <span style="font-family:Verdana;color:#999999;font-size:xx-small;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;color:#999999;">Aguarde!!! Muitas outras novidades estão     por vir!!!</span></span><span style="font-family:Verdana;color:#595959;font-size:xx-small;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;color:#595959;"><br />
</span></span><span style="font-family:Verdana;color:#999999;font-size:xx-small;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;color:#999999;"><br />
Um abraço,<br />
Equipe Tectoy.</span></span></p>
<p>Péraê! Como assim, EVOLUTION? E como assim NOVIDADE?</p>
<p>Fizeram um enjambre com os controles do Mega Drive, socaram 132 jogos na memória e chamam de EVOLUTION?</p>
<p>Mais um lançamento obsoleto para ficar encalhado nas prateleiras das lojas &#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[É "indesejável" que Brasil adote mais medidas de estímulo--OCDE]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/07/14/e-indesejavel-que-brasil-adote-mais-medidas-de-estimulo-ocde/</link>
<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 20:11:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nejme Joma</dc:creator>
<guid>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/07/14/e-indesejavel-que-brasil-adote-mais-medidas-de-estimulo-ocde/</guid>
<description><![CDATA[SÃO PAULO/BRASÍLIA (Reuters) -14/07/2009. A OCDE avalia que o governo brasileiro tomou as medidas ap]]></description>
<content:encoded><![CDATA[SÃO PAULO/BRASÍLIA (Reuters) -14/07/2009. A OCDE avalia que o governo brasileiro tomou as medidas ap]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crise põe em risco conquistas na luta contra a aids, diz ONU]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/07/07/crise-poe-em-risco-conquistas-na-luta-contra-a-aids-diz-onu/</link>
<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 09:33:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/07/07/crise-poe-em-risco-conquistas-na-luta-contra-a-aids-diz-onu/</guid>
<description><![CDATA[A crise econômica mundial põe em perigo as conquistas dos últimos anos na luta contra a expansão da ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A crise econômica mundial põe em perigo as conquistas dos últimos anos na luta contra a expansão da aids e no tratamento das pessoas infectadas pelo vírus, alertou hoje o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids, em inglês).</p>
<p>O Unaids mostra que, segundo as estimativas, se espera um crescimento da mortalidade e da morbidade, uma interrupção inesperada dos tratamentos, uma dificuldade de acesso aos mesmos e um maior risco de contágio.</p>
<p>Estas são as conclusões de um estudo realizado pela Unaids em 71 países onde residem 3,4 milhões de pessoas submetidas a tratamento antirretroviral, um terço dos pacientes que o necessitam.</p>
<p>O relatório indica que a mortalidade e a morbidade aumentarão porque &#8220;não serão cumpridos os compromissos financeiros de apoio à intensificação do acesso ao tratamento antirretroviral&#8221;.</p>
<p>Além disso, o documento mostra que os serviços de saúde pública se saturarão no momento em que os cortes orçamentários vierem com mais força, dado que aumentarão as consultas e internações por doenças relacionadas à aids.</p>
<p>Todos os consultados concordaram que &#8220;o caráter acessível dos tratamentos anti-retrovirais&#8221; deve ser prejudicado futuramente por várias razões.</p>
<p>Entre elas estão o aumento do preço por culpa da depreciação da taxa de câmbio; a diminuição do acesso aos alimentos, aspecto chave para o sucesso do tratamento; a falta de disponibilidade de remédios por causa das restrições orçamentárias e o corte na ajuda externa.</p>
<p>Em 31% dos países incluídos na pesquisa, o que corresponde a 1,8 milhão de soropositivos, os participantes da enquete esperam que haja repercussões negativas nos tratamentos este ano.</p>
<p>Além disso, os entrevistados em 11% dos países asseguram que as consequências já estão sendo sentidas.</p>
<p>Por regiões, até o momento há o consenso de que a crise terá efeitos na África Subsaariana, Europa Oriental, Europa Central e Caribe.</p>
<p>Segundo os últimos dados, 33 milhões de pessoas vivem no mundo com o HIV.</p>
<p><strong>EFE &#8211; 06.07.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[2008: O Brasil (seria) outro!]]></title>
<link>http://valmirsarmento.wordpress.com/2009/07/01/2008-o-brasil-seria-outro/</link>
<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 18:29:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Valmir Sarmento</dc:creator>
<guid>http://valmirsarmento.wordpress.com/2009/07/01/2008-o-brasil-seria-outro/</guid>
<description><![CDATA[  Em obediência à Palavra de Deus que afirma que devemos julgar as profecias, quero fazer uma modest]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  Em obediência à Palavra de Deus que afirma que devemos julgar as profecias, quero fazer uma modest]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dicas para comprar uma placa de vídeo]]></title>
<link>http://holycheat.wordpress.com/2009/05/29/dicas-para-comprar-uma-placa-de-video/</link>
<pubDate>Fri, 29 May 2009 19:33:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>holycheat</dc:creator>
<guid>http://holycheat.wordpress.com/2009/05/29/dicas-para-comprar-uma-placa-de-video/</guid>
<description><![CDATA[Em geral, as pessoas tem sempre as mesmas dúvidas na hora de comprar uma placa de vídeo. Baseado nis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-73" title="ati_radeon_4870x2_0" src="http://www.holycheat.com.br/wp-content/uploads/2009/05/ati_radeon_4870x2_0.jpg" alt="ati_radeon_4870x2_0" width="500" height="266" /></p>
<p>Em geral, as pessoas tem sempre as mesmas dúvidas na hora de comprar uma placa de vídeo.</p>
<p>Baseado nisso, seguem abaixo algumas dicas que podem auxiliar na próxima compra:</p>
<h3>1-PCI Express ou AGP?</h3>
<p>Antes de mais nada, você deve verificar o tipo de slot disponível na sua placa mãe. Basta abrir o gabinete e dar uma olhada. Se você não entende coisa alguma, o manual da placa mãe vai indicar o tipo de slot utilizado. Algumas motherboards um pouco mais antigas possuem tanto AGP quanto PCI Express.</p>
<h3>2- Comprar uma placa de vídeo baseado somente na memória da placa?</h3>
<p>Mais é melhor, certo? Nem sempre.</p>
<p>Na verdade, a performance de uma placa de vídeo é baseada em diversos fatores, como o modelo da GPU, a frequência de GPU/memória, a largura de banda da memória, etc.</p>
<p>Um bom exemplo é quando alguém compra uma Geforce 8600GT 512MB ao invés de uma 8800GT 256MB. Claro, a primeira tem mais memória, porém vários outros fatores vão limitar a performance da 8600 GT nesta comparação.</p>
<p>Tenha em mente que você não precisará de memória extra a menos que jogue em altíssimas resoluções, como 1920×1080 e/ou com os filtros AA/AF ativados.</p>
<h3>3- Comprar uma placa lower-end de nova geração ao invés de outra higher-end da geração anterior?</h3>
<p><em>&#8220;É mais nova, então <strong>deve</strong> ser mais rápida!&#8221;</em></p>
<p>Será? Na maioria dos casos, isto é verdade, mas <strong>não é sempre verdadeiro</strong>.</p>
<p>O engano ocorre quando se escolhe um modelo baseado apenas no número da geração. Você deve estar pensando que uma 4xxx da ATI é automaticamente mais rápida que uma 3xxx. Se você pega uma Radeon 3870, ela vai destroçar uma Radeon 4350 ou ser mais rápida que uma Radeon 4650. E agora?</p>
<p>Vejamos como funciona a numeração dos modelos, utilizando uma ATI 4850 como exemplo.</p>
<p><strong>4</strong>850: O primeiro número se refere a geração da placa. Um número mais alto significa que a placa de vídeo é baseada numa geração mais recente, o que sempre traz melhorias em relação a geração anterior.</p>
<p>4<strong>8</strong>50: O segundo número se refere à categoria da placa. Aqui também, quanto maior, melhor. No caso da Ati, para a série 4xxx, funciona assim:</p>
<ul>
<li>3: Lower-end (baixa performance)</li>
<li>6: Mid range (intermediária)</li>
<li>8: Higher-end (top de linha)</li>
</ul>
<p>48<strong>50</strong>: Os últimos dois dígitos se referem ao lugar que o modelo ocupa, dentro da hierarquia da série de placas de vídeo. Na vasta maioria dos casos, um número mais alto significa mais performance, mas tanto a Ati quanto a Nvidia confundiram as pessoas no passado com os modelos GS/SE, portanto muito cuidado quando há um destes sufixos (SE não quer dizer special edition!).</p>
<p>Atualmente a ATI não se utiliza dos sufixos no modelos mais novos, mas a Nvidia sim. Aqui segue uma pequena referência (do mais lento ao mais rápido), para comparar dois modelos iguais, porém com sufixos diferentes:<br />
GS&#60;GT&#60;GTS&#60;GTX .</p>
<p>Bem,  na verdade esta nomenclatura nem sempre funciona, se você pega uma Geforce 8800 por expemplo. Alguns modelos antigos GTS eram mais lentos que uma nova GT. Confuso, não?</p>
<p>Apenas tenha em mente que muitas placas da geração anterior, modelo higher-end  são mais rápidas que algumas da nova geração (lower-end e mid), portanto pesquise testes de benchmark e compare preço!</p>
<h3>4- Não considerar os requisitos de espaço/energia &#8230;</h3>
<p>Então, baseado no que leu anteriormente, você compra uma nova Geforce GTX280 … só pra perceber que ela não cabe dentro do seu gabinete! Bom trabalho =P</p>
<p>Isto ocorre principalmente quando se tem um gabinete de formato pequeno, ou quando se compra uma placa de vídeo top de linha.</p>
<p><strong>Atenção: </strong>meça o espaço disponível no gabinete (normalmente da traseira do gabinete até onde está instalado o HD) e também a largura que a placa pode ocupar (geralmente elas ocupam o espaço de dois slots).</p>
<p>OK. Ela cabe no gabinete, mas agora você tem um ou mais dos problemas listados abaixo?</p>
<ul>
<li>Sua placa de vídeo precisa de conectores de força extra &#8211; e você não tem sobrando.</li>
<li>O computador não inicia.</li>
<li>O computador inicia, mas &#8220;trava&#8221; ao rodar um jogo.</li>
</ul>
<p>Bem, pode ser que a sua fonte de alimentação não é forte o suficiente para suprir a demanda de energia que a placa de vídeo precisa.  É claro que esta é a razão mais provável, porém faça mais testes (recolocando a placa de vídeo, limpando os pentes de memória RAM, etc.) antes de comprar uma nova fonte.</p>
<h3>5- Combinando uma placa de vídeo poderosa com um computador lento</h3>
<p>Beleza, você comprou uma Radeon 4870X2 e está pronto para dominar o mundo virtual. Isto até perceber que o framerate dos jogos está deixando a desejar, com travadas constantes, nem perto do que a placa prometia.</p>
<p>Bom, se você está usando uma gpu poderosa com um processador lento, como um Intel E4300, então as coisas não vão funcionar como você imaginava. Sua cpu será o gargalo do sistema, o que significa que a placa de vídeo terá a performance reduzida enquanto espera pelo trabalho do processador.</p>
<p>O correto é equilibrar a performance da sua cpu com a da placa de vídeo. Se você tem uma placa midrange (Geforce 9800 GTX, 4850) , tente combinar com um processador também midrange (Intel E7400 ou similar).</p>
<p>Se você utiliza SLI/Crossfir, tente a combinação das placas de vídeo com um processador quad-core veloz. A maioria dos jogos ainda não tira proveito da tecnologia quad-core, mas os drivers de vídeo sim. O ideal para este caso é um processador Intel Core i7.</p>
<h3>6- Comprar uma placa de vídeo matadora para jogos lançados há mais de dois anos</h3>
<p>Se o que você joga é Counter-Strike 1.6, WoW ou a maioria dos jogos lançados há dois anos ou mais, você provavelmente não precisa da placa de vídeo mais nova e mais rápida.</p>
<p>Se você joga numa tela de 17″ ou 19″, você provavelmente não precisa da placa de vídeo mais nova e mais rápida.</p>
<p>Você estará desperdiçando dinheiro, energia elétrica, e upgrade dos outros componetes do PC (processador, fonte, memória) se você comprar uma placa de vídeo muito mais potente do que você precisa (ou pode usar).</p>
<p>Pense bem em quanto &#8220;poder&#8221; você realmente precisa para jogar os jogos que você quer.</p>
<p>Tenha em mente que as placas de vídeo top de linha desvalorizam muito rápido, devido aos constantes lançamentos.</p>
<h3>7- Nunca ouça as recomendações de somente uma fonte</h3>
<p>Por último, e não menos importante: não siga as recomendações de somente uma pessoa. Mas e o que há de errado nisso?</p>
<ul>
<li>A pessoa pode ser um fanboy, que recomendaria um produto inferior da Nvidia ou ATI só porque eles preferem a marca.</li>
<li> A pessoa pode não ter a mínima idéia do que está falando. Nem todo mundo tem vasto conhecimento sobre o mundo das placas de vídeo.</li>
<li>A informação da pessoa pode estar desatualizada. Afinal de contas, novas placas de vídeos são lançadas em períodos regulares (a cada dois meses, as vezes menos).</li>
<li>Pode ser um invejoso, que deseja que você compre uma porcaria, para assim continuar com um PC inferior ao dele.</li>
</ul>
<p>Sempre busque informações de fontes confiáveis, pergunte nos fóruns, leia testes comparativos em websites. Você está para gastar um monte do seu suado dinheiro numa placa de vídeo, portanto tenha certeza de que está fazendo a escolha certa.</p>
<p>E o mesmo vale para este blog. Não dê crédito apenas ao que está escrito aqui. Ao contrário do Marcel, eu sou humano.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.hardware-revolution.com/mistakes-when-buying-video-card/">Hardeware-Revolution.com</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[&quot;Real forte, economia fraca&quot;, por Paulo Nogueira Batista Jr.]]></title>
<link>http://humbertocapellari.wordpress.com/2009/05/29/real-forte-economia-fraca-por-paulo-nogueira-batista-jr/</link>
<pubDate>Fri, 29 May 2009 01:53:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Humberto Amadeu</dc:creator>
<guid>http://humbertocapellari.wordpress.com/2009/05/29/real-forte-economia-fraca-por-paulo-nogueira-batista-jr/</guid>
<description><![CDATA[Real forte, economia fraca 28 de Maio de 2009 Por um lado, a valorização é um sintoma de que a econo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div align="justify"><strong><span style="font-family:arial;">Real forte, economia fraca </span></strong></div>
<div align="justify"><strong><em><span style="font-family:arial;">28 de Maio de 2009</span></em></strong></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Por um lado, a valorização é um sintoma de que a economia brasileira começa a escapar da crise. No exterior, prevalece a percepção de que o país resistiu bem à gravíssima turbulência internacional. Essa percepção, aliada a certa melhora do quadro mundial e aos juros altos no Brasil, está levando a um aumento da demanda por ativos em reais e a entradas significativas de capital. A valorização cambial também ajuda a controlar a inflação, que já vinha em queda por conta da recessão. Por outro lado, a valorização ameaça a competitividade das exportações brasileiras, já fortemente prejudicadas pela recessão mundial. Representa, além disso, um estímulo à importação, favorecendo a substituição de produção nacional por bens e serviços externos. A queda das exportações e o deslocamento da produção nacional por importações contribuem para dificultar a retomada da economia. Como lidar com o problema? A acumulação de reservas é uma alternativa atraente, que vem sendo adotada pelo Banco Central desde o início do mês. Ao intervir no mercado de câmbio, absorvendo o excesso de oferta de moeda estrangeira, o BC alcança dois objetivos: a) segura a apreciação do real, impedindo pelo menos parcialmente a perda de competitividade; e b) eleva o nível das reservas, reforçando a proteção contra choques externos e garantindo a autonomia do país. O aumento das reservas para mais de US$ 200 bilhões, que ocorreu antes da fase mais grave da crise mundial, é um dos fatores que explicam o desempenho relativamente favorável do Brasil em circunstâncias muito adversas. Diversos outros países em desenvolvimento, que não tinham a proteção proporcionada por reservas elevadas, sofreram crises cambiais e tiveram que bater às portas do FMI. O Brasil, inversamente, irá emprestar dinheiro ao Fundo, pela primeira vez na história. Tivemos, entretanto, alguma perda de reservas. As reservas brasileiras, no conceito de caixa, caíram de US$ 206 bilhões no final de setembro de 2008 para US$ 191 bilhões no final de abril de 2009, uma perda de US$ 15 bilhões. Convém aproveitar a conjuntura mais favorável para recompor as reservas. Neste mês, até o dia 22, as reservas aumentaram em US$ 4,5 bilhões. Um esforço adicional de acumulação de reservas ajudaria a conter a tendência de apreciação do real e poderia trazer as reservas para o nível observado antes da intensificação da crise, em outubro. A valorização acentuada do real sugere também que a taxa de juro continua fora do lugar, apesar das diminuições recentes. O diferencial de juros entre o Brasil e o resto do mundo ainda é muito alto, contribuindo para o fortalecimento do real. Os juros altos também obstruem a recuperação da demanda interna. Portanto, uma diminuição mais rápida dos juros internos traria um duplo benefício: contribuiria para conter a perda de competitividade externa e apressaria a recuperação do mercado interno. Em suma, o governo tem instrumentos para lidar com o problema. Trata-se basicamente de intensificar a acumulação de reservas e acelerar a redução dos juros. É recomendável, porém, agir com rapidez, evitando que se instale a expectativa de um novo ciclo de valorização da moeda brasileira.</span> </div>
<div class="blogger-post-footer">OBRIGADO PELA PREFERÊNCIA. SERVIMOS BEM PARA SERVIRMOS SEMPRE. QUEM NÃO VIVE PARA SERVIR, NÃO SERVE PARA VIVER. SE AMAR É VIVER, EU VIVO PORQUE AMO VOCÊ.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crise econômica agravou abusos contra os direitos humanos, diz ONG]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/05/28/crise-economica-agravou-abusos-contra-os-direitos-humanos-diz-ong/</link>
<pubDate>Thu, 28 May 2009 14:44:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Emilia C. de Paula</dc:creator>
<guid>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/05/28/crise-economica-agravou-abusos-contra-os-direitos-humanos-diz-ong/</guid>
<description><![CDATA[BBC &#8211; 28/05/09. A crise econômica internacional agravou abusos aos direitos humanos, desviou a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[BBC &#8211; 28/05/09. A crise econômica internacional agravou abusos aos direitos humanos, desviou a]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Após o Pico Petrolífero teremos a queda da produção e a escassez crescente - revendo os limites do crescimento devido aos limites dos recursos naturais]]></title>
<link>http://atamamoriya.wordpress.com/2009/05/22/apos-o-pico-petrolifero-teremos-a-queda-da-producao-e-a-escassez-crescente-revendo-os-limites-do-crescimento-devido-aos-limites-dos-recursos-naturais/</link>
<pubDate>Fri, 22 May 2009 18:19:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Atama Moriya</dc:creator>
<guid>http://atamamoriya.wordpress.com/2009/05/22/apos-o-pico-petrolifero-teremos-a-queda-da-producao-e-a-escassez-crescente-revendo-os-limites-do-crescimento-devido-aos-limites-dos-recursos-naturais/</guid>
<description><![CDATA[- Na década de 1970 o aumento da população mundial e os recursos finitos disponíveis para suportá-la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[- Na década de 1970 o aumento da população mundial e os recursos finitos disponíveis para suportá-la]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[&quot;Blindagem do BC &quot;, por Delfim Netto]]></title>
<link>http://humbertocapellari.wordpress.com/2009/05/21/blindagem-do-bc-por-delfim-netto/</link>
<pubDate>Thu, 21 May 2009 02:14:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Humberto Amadeu</dc:creator>
<guid>http://humbertocapellari.wordpress.com/2009/05/21/blindagem-do-bc-por-delfim-netto/</guid>
<description><![CDATA[20/05/2009É cada vez mais evidente que o Brasil “importou” uma crise de crédito no dia 16 de setembr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div align="justify"><span style="font-family:arial;">20/05/2009<br />É cada vez mais evidente que o Brasil “importou” uma crise de crédito no dia 16 de setembro de 2008 em dimensão muito superior à necessária.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">O nosso sistema bancário havia sido “saneado” com o Proer em 1997 ( alguns de seus autores ainda respondem por isso na Justiça! ), e suas “ligações” com o sistema financeiro mundial poderiam ter sido sustentadas ( pelo menos no curto prazo ) por uma ação mais enérgica e mais expedita do nosso Banco Central.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Na falta dela, nossos banqueiros, infelizmente, mas compreensivelmente, entraram em pânico naquele domingo à tarde, quando o Tesouro americano e o Fed comunicaram ao mundo a grande “barbeiragem” do século 21. Haviam destruído um “nó” importante da grande rede de crédito mundial com o abandono do Lehman Brothers à sua própria sorte. Isso levou ao colapso instantâneo de toda a rede, antes mesmo de os mercados abrirem na segunda-feira&#8230;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Entre 2002 e 2008, nossa situação mudou completamente, como resultado da expansão mundial: </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">1) nossas exportações, que cresciam à taxa de 4% ao ano, passaram a crescer a 22%; </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">2) nossa dívida externa, que representava quatro anos de exportações, foi reduzida a um ano; </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">3) nossas reservas, que representavam 10% da dívida externa, passaram a 100% dela, e nosso crescimento econômico anual duplicou, sem risco para a taxa de inflação ou o equilíbrio externo.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Durante esse período, o nosso Banco Central adquiriu musculatura suficiente para dar conforto imediato aos bancos nacionais. Como explicar que, depois de oito meses, ainda estamos fazendo o que deveríamos ter feito em setembro: amenizar a redução do crédito interbancário e frustrar a busca pela liquidez que a insegurança impôs a todos os agentes do mercado ( banqueiros, empresários e trabalhadores )?</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Há muitas hipóteses. Talvez a mais plausível seja a de que a estrutura jurídica existente não dava (e ainda não dá) “conforto” ao próprio Banco Central. Ele não recebeu suporte jurídico necessário e criou uma perigosa filosofia: banco grande é melhor do que banco pequeno, e banco público é melhor do que banco privado, dificultando ainda mais o restabelecimento do crédito interbancário.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">A situação do crédito está melhorando, mas ainda está muito longe da normalidade e, na margem, o seu custo continua absurdo. O BC agiu na direção correta, mas sem convicção, e estamos pagando um alto preço por isso.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Talvez seja hora de o “blindarmos”, de fato, para que ele possa, com maior desenvoltura e com sua musculatura, estimular a atividade neste meio ano de 2009 que nos falta viver&#8230;</span></p>
<p></div>
<div class="blogger-post-footer">OBRIGADO PELA PREFERÊNCIA. SERVIMOS BEM PARA SERVIRMOS SEMPRE. QUEM NÃO VIVE PARA SERVIR, NÃO SERVE PARA VIVER. SE AMAR É VIVER, EU VIVO PORQUE AMO VOCÊ.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La región acepta la oferta europea contra la crisis]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/05/14/la-region-acepta-la-oferta-europea-contra-la-crisis/</link>
<pubDate>Thu, 14 May 2009 17:36:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Emilia C. de Paula</dc:creator>
<guid>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/05/14/la-region-acepta-la-oferta-europea-contra-la-crisis/</guid>
<description><![CDATA[PRAGA &#8211; El Nuevo Herald &#8211; 14/05/09. Los países latinoamericanos aceptaron ayer, con las ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[PRAGA &#8211; El Nuevo Herald &#8211; 14/05/09. Los países latinoamericanos aceptaron ayer, con las ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desaceleração económica coloca o tratamento de milhões em risco ]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/05/13/desaceleracao-economica-coloca-o-tratamento-de-milhoes-em-risco/</link>
<pubDate>Wed, 13 May 2009 07:11:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/05/13/desaceleracao-economica-coloca-o-tratamento-de-milhoes-em-risco/</guid>
<description><![CDATA[Após meses de especulação acerca de como é que a desaceleração económica poderia afectar os programa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Após meses de especulação acerca de como é que a desaceleração económica poderia afectar os programas de HIV/SIDA, um relatório recente do Banco Mundial detalha o resultado projectado da crise e como esta poderá colocar o tratamento de mais de 1,7 milhão de pessoas em risco até ao final do ano.</p>
<p>Escassez de medicamentos, interrupções no tratamento e cargas mais pesadas de doenças relacionadas com a SIDA são apenas algumas das previsões ameaçadoras para os países em vias de desenvolvimento apresentadas num relatório publicado recentemente: Evitar uma Crise Humana durante a Desaceleração Económica: Opções de Políticas da Rede de Desenvolvimento Humano do Banco Mundial.</p>
<p>Uma pesquisa acerca de países que representam cerca de 60 por cento de pessoas a receber tratamento globalmente observou que até o final de 2009, programas de tratamento em mais de um terço destes países seriam directamente afectados por déficits orçamentais devido à desaceleração económica. Prevê-se que os programas de prevenção sejam ainda mais afectados devido à realocação de financiamento para programas de tratamento, onde os governos podem mais facilmente medir os ganhos.</p>
<p>“Os serviços sociais são susceptíveis de sofrer à medida que os governos cortam nos gastos, as moedas desvalorizam e a ajuda de doadores externos se vê sob pressão para manter os níveis elevados de assistência,” disse o vice-presidente do Banco Mundial para o desenvolvimento humano Joy Phumaphi no relatório. “A desaceleração tem tido o efeito de uma bola demolidora no crescimento e ganhos de desenvolvimento dos países mais pobres do mundo.”</p>
<p>É provável que a desaceleração atinja a África austral e do leste – o epicentro da epidemia do HIV – mais duramente. Os programas nestas regiões são grandes e fortemente dependentes em financiamento de doadores, com poucos recursos caseiros que possam atenuar o golpe no declínio do financiamento dos doadores.</p>
<p>Em 2008 o Fundo Global de Luta contra a SIDA, Tuberculose e Malária foi forçado a cortar o financiamento em 10 por cento; este ano a Tanzânia, um dos recipientes do Fundo, anunciou que planeia cortar o seu orçamento nacional para o HIV/SIDA em 25 por cento e segundo o Banco Mundial, movimentos semelhantes no Quénia e Sudão já provocaram escassez de suprimentos médicos nalgumas áreas.</p>
<p>O relatório prevê que em países como estes, o dinheiro irá amplamente decidir o velho debate em relação ao financiamento de “prevenção versus tratamento”, com ênfase renovada no financiamento, mas não necessariamente em aumentar a escala de intervenções de tratamento, que produz benefícios a curto prazo fáceis de medir, em vez de investir em programas de prevenção.</p>
<p>Prevê-se que trabalhadoras do sexo, usuários de drogas injectáveis e homens que fazem sexo com homens – grupos que já estão mais abaixo da agenda da prevenção do que grupos visíveis tais como mulheres grávidas – sejam mais negligenciados nos esforços nacionais.</p>
<p>Os países vão ter que fazer escolhas mais duras para aguentar a desaceleração. O relatório recomendou que as nações altamente dependentes em ajuda estrangeira deveriam identificar escassez iminente de fundos ou medicamentos através de sistemas de alerta precoces e trabalhar para evitar interrupções no tratamento na medida do possível.</p>
<p>Até 50 por cento das pessoas que falham a sua dose diária de medicação antiretrovial por duas ou mais semanas podem subsequentemente precisar de um regime de tratamento diferente e normalmente mais caro.</p>
<p>“Não podemos permitir “perder” uma geração de pessoas como resultado desta crise”, disse Phumaphi.</p>
<p><strong>PlusNews &#8211; 12.05.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Números da crise: tchau, marolinha?]]></title>
<link>http://humbertocapellari.wordpress.com/2009/05/05/numeros-da-crise-tchau-marolinha/</link>
<pubDate>Tue, 05 May 2009 21:13:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Humberto Amadeu</dc:creator>
<guid>http://humbertocapellari.wordpress.com/2009/05/05/numeros-da-crise-tchau-marolinha/</guid>
<description><![CDATA[Presidente da CNI vê sinais de recuperação na indústria05/05/2009Agência CNI Brasília – O presidente]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div align="justify"><a href="http://anba.achanoticias.com.br/noticia_industria.kmf?cod=8412427"><strong><span style="font-family:arial;">Presidente da CNI vê sinais de recuperação na indústria</span></strong></a><br /><span style="font-family:arial;">05/05/2009<br />Agência CNI </span><a href="mailto:"></a><br /><span style="font-family:arial;">Brasília – O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, afirmou nesta terça-feira (05) que a alta de 0,7% da produção industrial em março, em comparação com fevereiro, mostra que a queda-livre experimentada pelo setor no fim do ano passado e no começo deste foi interrompida.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">“Há sinais tênues de que a atividade possa estar evoluindo de forma positiva neste segundo trimestre”, disse Monteiro Neto, que participa, ao comentar dados divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar de prever um início de recuperação, Monteiro Neto ressaltou que não se deve exagerar no otimismo. “No segundo trimestre teremos um desempenho melhor, mas há uma ponta de preocupação de que voltemos a ter uma forte queda na produção industrial, que conseqüentemente gerará forte queda no PIB industrial.”</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">O presidente da CNI lembrou que em 2009 o PIB industrial será negativo em relação a 2008, mesmo com certa recuperação a partir deste trimestre, ou mais provavelmente no segundo semestre. “Teremos, no ano, crescimento do PIB próximo de zero, e a indústria contribuirá de forma negativa, com queda de 2,5% a 3% na produção industrial.”</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Armando Monteiro Neto disse que os resultados divulgados hoje pelo IBGE não surpreenderam. “Eles vieram em linha com os indicadores antecedentes.”</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;"></span> </div>
<div align="justify"><a href="http://anba.achanoticias.com.br/noticia_industria.kmf?cod=8411547&#38;indice=0"><span style="font-family:arial;"><strong>Produção industrial teve alta em março</strong><br /></span></a><span style="font-family:arial;">A produção da indústria brasileira cresceu levemente em março sobre fevereiro, com alta de 0,7%. É o <strong>terceiro aumento consecutivo na comparação com o mês anterior</strong>. Sobre março de 2008 houve queda.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Agência Brasil , 05.05.09<br />Rio de Janeiro &#8211; A produção industrial brasileira teve leve alta na passagem de fevereiro para março, registrando crescimento de 0,7%. O resultado aponta a terceira elevação consecutiva nesse tipo de comparação. Já em relação ao mesmo período do ano passado, o setor sofreu forte queda, de 10%. Com o resultado de março, a atividade fabril fechou o primeiro trimestre de 2009 com recuo de 14,7% ante igual período de 2008. Em relação ao trimestre imediatamente anterior, a taxa ficou em -7,9%. Nos dois últimos trimestres, a perda acumulada pelo setor é de 16,7%, a mais elevada desde o segundo trimestre de 1990 (-19,8%). Nos últimos 12 meses, a variação acumulada é de -1,9%. De acordo com dados divulgados hoje (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o crescimento verificado em março atingiu 11 das 27 atividades pesquisadas. O destaque foi a indústria de veículos automotores (7,0%), seguida pela farmacêutica (9,0%), por outros produtos químicos (3,5%), equipamentos de instrumentação médico-hospitalar e óticos (20,8%) e indústrias extrativas (2,4%).Em movimento contrário, as principais quedas foram observadas nos setores de outros equipamentos de transporte (-15,2%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-15,3%), máquinas e equipamentos (-3,3%) e material eletrônico e equipamentos de comunicações (-5,5%). Já em relação a março de 2008, a pesquisa aponta que houve retração em 20 dos 27 ramos pesquisados. As principais pressões negativas partiram de máquinas e equipamentos (-27,2%), veículos automotores (-18,5%), metalurgia básica (-29,2%) e material eletrônico e equipamentos de comunicações (-38,9%). O levantamento do IBGE destaca que este ano o mês de março contou com dois dias úteis a mais do que em 2008.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;"></span> </div>
<div align="justify"><a href="http://anba.achanoticias.com.br/noticia_corrente.kmf?cod=8322286"><strong><span style="font-family:arial;">Exportação aos árabes volta a crescer forte</span></strong></a><br /><span style="font-family:arial;">Embarques do Brasil para a região renderam US$ 807 milhões em março, um aumento de 50% sobre o mesmo mês do ano passado. O volume de negócios reverteu dois meses seguidos de queda.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">São Paulo – As exportações do Brasil aos países árabes voltaram a ter forte crescimento em março deste ano. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) compilados pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira, os embarques renderam US$ 807,35 milhões, um aumento de mais de 50% em comparação com março do ano passado e de 66,6% em relação a fevereiro de 2009.O desempenho do mês anulou a queda registrada em janeiro e fevereiro, fez com que as vendas acumuladas no primeiro trimestre crescessem 4,1% sobre o mesmo período do ano passado e chegassem a US$ 1,84 bilhão. Em março as exportações totais do Brasil recuaram 6,37% em comparação com o mesmo mês de 2008. No acumulado do primeiro trimestre, elas caíram 19,4%.“Nesses três primeiros meses já houve uma recuperação e um crescimento, o que nos dá mais ânimo”, comentou o presidente da Câmara Árabe, Salim Taufic Schahin. “Estou mais otimista hoje do que em janeiro”, acrescentou.Desde que assumiu a presidência da entidade em janeiro, Schahin já viajou para Líbia, Tunísia, Marrocos, Argélia, Líbano, Catar e Egito e conversou com lideranças políticas e empresariais desses países. “A percepção é de que o mundo árabe não vai sofrer tanto com a crise como as economias centrais”, afirmou. “O que houve foram perdas de investimentos feitos [pelos árabes] nas nações desenvolvidas”, declarou.Embora ressalte que é difícil fazer previsões sobre como os negócios vão se comportar até o final do ano, ele destacou que a crise tem dado sinais de arrefecimento. No caso do Brasil, por exemplo, o Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) voltou a crescer de forma relativamente constante, ultrapassando os 50 mil pontos ontem (04), maior nível desde setembro de 2008, e há menor flutuação no mercado de câmbio.Na avaliação do presidente da Câmara Árabe, as exportações do Brasil ao mundo árabe deverão continuar a crescer. Ele acredita ser possível um aumento de dois dígitos até o final de 2009. No caso das importações o cenário é diferente, uma vez que o preço do petróleo está muito abaixo do que estava no ano passado e a produção nacional da Petrobras voltou a ser maior do que o consumo do país.Salim destacou que durante o ano ainda vão ocorrer eventos que poderão dar mais impulso aos negócios com os árabes, como a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Arábia Saudita, na segunda quinzena de maio, e a vinda ao Brasil de uma missão da Câmara de Comércio e Indústria de Jeddah no final do mês.ProdutosEm março houve principalmente crescimento das exportações de minério de ferro, açúcar, aviões, soja em grãos, óleo de soja, fumo, tratores, vergalhões, milho, gado vivo, farelo de soja e motores elétricos.Em relação aos destinos, destaque para a Arábia Saudita, que importou o equivalente a US$ 170 milhões do Brasil, um aumento de 26% em comparação com março de 2008; Egito, com US$ 147,5 milhões, um crescimento de 119%; e Emirados Árabes Unidos, com US$ 111 milhões, um acréscimo de 41%. Houve crescimento acima da média nas vendas para o Líbano (213%), Marrocos (150%), Mauritânia (144%), Síria (53%), Líbia (92%) e Iraque (57%).As importações brasileiras de produtos árabes, por sua vez, caíram de US$ 804 milhões em março de 2008 para US$ 233 milhões em março deste ano, e de US$ 2,17 bilhões no primeiro trimestre do passado para US$ 737 milhões no mesmo período de 2009, resultando em um saldo comercial favorável ao Brasil em US$ 574 milhões no mês e em US$ 1,1 bilhão no ano. Houve redução nas vendas de petróleo, combustíveis e fertilizantes.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;"></span> </div>
<div align="justify"><a href="http://empresas.globo.com/Empresasenegocios/0,19125,ERA1699489-2574,00.html"><span style="font-family:arial;"><strong>Varejo continua gerando empregos, segundo Ipea</strong> </span></a></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Da Agência Brasil<br />O varejo de consumo e a prestação de serviços às famílias (ensino, medicina, odontologia, veterinária) estão entre os setores que mais criaram postos de trabalho em meio à crise financeira, segundo a pesquisa Crise Internacional: Impactos sobre o Emprego no Brasil e o Debate para a Constituição de uma Nova Ordem Global, divulgada nesta semana pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).<br />O Ipea constatou que o consumo no varejo manteve saldo positivo no saldo de postos de trabalho relativo aos dois períodos. Entre outubro de 2007 e março de 2008, foram criados 172.577 empregos. De outubro de 2008 a março de 2009, os novos postos somaram 39.601 vagas.<br />Quanto às faixas salariais, antes mesmo da crise, a participação do segmento de dois salários mínimos já vinha diminuindo. Após outubro do ano passado, a tendência de queda passou a atingir também os postos de trabalho com remuneração entre um e dois salários mínimos. “Até então, esta faixa vinha obtendo ganhos”, diz diretor de Estudos Sociais do Ipea, Jorge Abrahão. “Parte disso se deve ao aumento do salário mínimo e ao fato de os salários mais elevados tenderem a não receber reajustes semelhantes.”<br />Segundo ele, esse movimento mostra que o mercado formal é muito focado no salário mínimo, “que se apresenta como elemento central da política de geração de emprego”.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;"></span> </div>
<div align="justify"><a href="http://empresas.globo.com/Empresasenegocios/0,19125,ERA1699478-2574,00.html"><strong><span style="font-family:arial;">Vendas em shoppings crescem 12% em março<br /></span></strong></a><span style="font-family:arial;">As vendas em shopping centers aumentaram 12% no mês de março na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce). O aumento teve forte influência das lojas âncoras, que responderam por 21,4% das vendas, seguidas por artigos diversos, com 18,7%, conveniência e serviços, com 17,7, e 13% para as lojas satélites. O restante ficou dividido ente alimentação, vestuário, artigos do lar, megalojas e lazer e entretenimento</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;"></span> </div>
<div align="justify"><a href="http://www.portaldocomercio.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=9695&#38;sid=8&#38;tpl=view%5Ftpl04%2Ehtm"><strong><span style="font-family:arial;">Comércio espera alta no faturamento para o Dia das Mães<br /></span></strong></a><span style="font-family:arial;">Considerada a segunda data de maior movimento para o Comércio, a expectativa dos comerciantes para o Dia das Mães é positiva, impulsionada principalmente pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre eletrodomésticos. A medida pode  contribuir para o faturamento dos lojistas no período que antecede a comemoração, em 10 de maio.<br />A redução do IPI para a linha branca é um fator novo no atual cenário econômico, avalia Fábio Bentes, da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). “Vai haver uma ajuda nas vendas, já que os empresários podem repassar a redução do imposto para o preço final dos produtos”, diz o economista. <strong>A recuperação do crédito &#8211; cujo volume, no sistema financeiro nacional, chegou a R$ 1,241 trilhão em março &#8211;  também é um bom sinal para os comerciantes</strong>. “Em 2008, as vendas desses produtos já estavam crescendo em ritmo forte, até que, no último trimestre do ano, pioraram. Mas, <strong>com o aumento gradual do crédito e a queda do câmbio que estamos verificando desde o início de 2009, os preços dos produtos podem cair”</strong>. De acordo com Bentes, a estimativa da Divisão Econômica da CNC para as vendas totais do comércio até o fim deste ano é de crescimento na ordem de 2,5%. Com a redução do IPI, pode chegar a 2,8%. <br />Fábio Pina, economista da Federação do Comércio de São Paulo, acredita que a redução do IPI para geladeiras, fogões, tanques e máquinas de lavar seja um estímulo ao consumidor, que terá a oportunidade comprar um bem mais durável, seja para presentear ou adquirir novos eletrodomésticos para si próprio. “É como se fosse um prêmio. O setor é grande e pode influenciar nos resultados finais. Mas ainda assim acredito que os resultados podem variar entre -2,55% e +2,5%, em São Paulo”. O economista aponta a queda da confiança do consumidor como fator que pode prejudicar os resultados do comércio &#8211; o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), da Fundação Getulio Vargas, caiu 0,7% de fevereiro para março, menor nível da série, iniciada em setembro de 2005.   <br />Vamberto Santana, economista da Federação do Comércio do Paraná, concorda com a opinião sobre a influência do IPI nas vendas. “As condições para que a população adquira mais produtos da chamada linha branca é muito grande, e pode gerar comprar adicionais”. Santana explica: ao comprar um fogão, o consumidor pode adquirir, por exemplo, produtos de culinária. <strong>Outro fator que pode alavancar as vendas no Paraná é o salário-mínimo diferenciado &#8211; o aumento para seis faixas salariais, que vão de R$ 605,52 a R$ 629,65, beneficia diretamente 174 mil empregados domésticos, no comércio e em atividades rurais, entre outras categorias.</strong> “O reajuste passa a valer a partir de 1.º de maio, e atinge inclusive os trabalhadores que não são contemplados em acordos coletivos de trabalho, o que é um bom incentivo para as compras ”, explica.<br />Do Rio de Janeiro, o economista Gabriel Santini, da Fecomércio-RJ, endossa as expectativas. “O consumidor pode até, devido à atual redução do índice de desemprego no Estado, adquirir produtos à vista, sobretudo da linha branca, mais acessíveis para este tipo de negócio”.    <br />O Sindicato do Comércio Varejista do Distrito Federal (Sindivarejista/DF), filiado à Fecomercio-DF, aguarda uma redução entre 5 e 10% no preço de produtos como geladeiras, fogões, tanquinhos e máquinas de lavar. O presidente do Sindivarejista, Antônio Augusto de Moraes, acredita que a data vai aquecer em até 6% as vendas de setores como Floriculturas, Vestuário, Perfumaria, Calçados e Jóias. “Apesar da crise financeira, a expectativa é de bom desempenho neste ano. O resultado dos primeiros meses, cujas vendas foram superiores às de 2008, nos deixa otimistas”, analisa.<br /></span><span style="font-family:arial;"><strong>Preparativos<br /></strong>Para aumentar as vendas no Dia das Mães, a Federação do Comércio de Minas Gerais (Fecomercio-MG) realiza nos dias 27, 28 e 29 de abril o curso “Incrementando suas vendas para o Dia das Mães”. O evento é direcionado aos profissionais da área comercial e contratados para serviço temporário, e vai abordar temas como o perfil do novo cliente versus perfil do vendedor de sucesso; técnicas de vendas; vendas adicionais e vendas complementares; e importância da fidelização dos clientes.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;"></span> </div>
<div align="justify"><strong><span style="font-family:arial;">A solução da crise leva tempo</span></strong></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Antonio Oliveira Santos</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Presidente da Confederação Nacionial do Comércio de Bens, Serviços e Turismo<br />O mundo está enfermo, resultado de uma “intoxicação de consumo”, durante 20 anos. Agora, precisa descansar algum tempo, para se recuperar. A medicação adotada nos Estados Unidos, na Europa, assim como no Brasil, leva algum tempo para produzir efeito. Intoxicar o “doente” com sucessivas doses de um sem número de medicamentos não vai promover a cura imediata. Leva tempo.<br />O ritmo de expansão do comércio internacional, que crescia celeremente desde 2003, reconhecida alavanca do crescimento econômico, sofreu uma queda brusca de 20% , no último  trimestre de 2008, e não vai voltar tão rapidamente ao nível anterior. Leva tempo. O volume de crédito bancário caiu fortemente, o mercado de capitais está praticamente paralisado e os índices das cotações nas principais Bolsas de Valores do mundo caíram até 50% e não vão se recuperar enquanto não se recuperar a lucratividade (P/L) das grandes empresas. Leva tempo.<br />As medidas anticíclicas, que estão sendo adotadas, certamente vão restaurar o crédito no sistema financeiro, vão reanimar o consumo e, portanto, vão criar incentivos para que voltem a ocorrer os investimentos privados. No momento, estão deprimidas a propensão a consumir e a propensão a investir. É importante que as medidas monetárias e fiscais se orientem no sentido de compensar a queda dos investimentos e promover a criação de novos empregos, para neutralizar o desemprego gerado pela crise. É preciso um pouco de paciência para aguardar os resultados. Não adianta ir “com muita sede ao pote”, adotando um elenco interminável de medidas. Leva tempo.<br />Segundo reportagem do Jornal do Comércio, 92% das empresas de porte médio anunciaram que pretendiam investir, em 2008. Neste ano, esse  percentual caiu para 70%, um recuo de 24 %, bem maior que o verificado nas pequenas e grandes empresas.<br />Janeiro de 2009 marcou uma reversão abrupta nos avanços sociais alcançados pelo Brasil, nos últimos seis anos.  Em apenas um mês, a classe C,  nas seis maiores regiões metropolitanas,  perdeu 11% de todo o aumento conseguido  no governo Lula. Em janeiro de 2009,  563 mil pessoas saíram da classe C para as classes D e E, nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife. O recuo na participação da classe C, no total da população dessas regiões metropolitanas,  foi de 1,2 ponto percentual, saindo de 53,8%, em dezembro de 2008,  para 52,6% atuais.<br />A economia brasileira teve um desenvolvimento auspicioso ao longo de 2008, crescendo ao ritmo anual de 6,0%, até setembro. A partir de outubro, houve uma reversão dramática, para 3,6% negativos, devido basicamente à queda  de 27% nas exportações de novembro e dezembro, que continuaram perdendo força no primeiro trimestre de 2009. Pelo visto, a recuperação das atividades econômicas deverá recomeçar pela <strong>retomada das exportações</strong>, mas a OECD estima uma queda de 13% no comércio internacional, em 2009. A recuperação, evidentemente, leva tempo.<br />De acordo com os princípios da teoria shumpeteriana, ou seja, a de que as fases de prosperidade são iniciadas por impulso das ondas de inovações, é bem possível que a atual recessão econômica leve algum tempo para recuperar-se. Uma nova revolução industrial, de consumo e de investimentos, está sendo gerada no campo das pesquisas e da experimentação de novas formas de energia “limpa”. Bilhões de dólares estão sendo investidos em pesquisas no campo de biocombustíveis, de novas fórmulas de etanol celulósico e de algas, de energia solar e nuclear, de geração eólica e marítima, além das enormes expectativas no campo do biodiesel e do hidrogênio. Já se encontram no mercado os veículos flex e já estão chegando os veículos com motores elétricos e as primeiras experiências de gerações de energia com hidrogênio.  Essas inovações vão gerar impulso para pôr em marcha uma nova fase de prosperidade, início de um novo ciclo econômico.<br />Esse será o tempo necessário para entrarem em campo, com maior vigor, os investimentos do PAC, se não faltarem recursos do Governo, que poderão estar sendo utilizados em muitas outras finalidades. Exportações e investimentos na infra-estrutura  são, necessariamente, os caminhos da recuperação. Até que chegue a nova onda de inovações.<br />A análise da crise atual nos revelou que sua origem, sem dúvida, foi a indigestão de consumo e de especulação, muito além das possibilidades permitidas pela efetiva geração da renda resultante das atividades produtivas. Agora, é preciso dar tempo ao tempo, para concluir a digestão da crise. É uma questão matemática e de tempo. Não adianta criar soluções artificiais. Até as jibóias sabem disso&#8230;<br />( Publicado no Jornal do Commercio de 30/04/2009 )</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;"></span> </div>
<div align="justify"><a href="http://www.investidorinformado.com/2009/05/receita-com-exportacao-de-acucar-sobe.html"><strong><span style="font-family:arial;">Receita com exportação de açúcar sobe 48% em abril</span></strong></a><span style="font-family:arial;"> </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">As exportações brasileiras de açúcar atingiram, em abril, o volume de 1,3 milhão de toneladas. O montante é ligeiramente superior aos 1,297 milhão de toneladas verificados às exportações de março e 36,6% maior que o registrado em igual período de 2008, quando o volume exportado ficou em 951 mil toneladas.<br />Do total exportado em abril, 964,4 mil toneladas foram de açúcar demerara, alta de 69,4% ante abril de 2008, e 335,7 mil toneladas foram de refinado, queda de 12,16% ante igual período do ano passado. Em abril, a receita obtida com as exportações ficou em US$ 404,7 milhões, queda de 0,5% em relação a março mas alta de 48% ante resultado de abril de 2008, quando as vendas atingiram US$ 273,7 milhões. Do total registrado em março, US$ 289,7 milhões vieram de venda de demerara e US$ 115 milhões da venda de refinado.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;"></span> </div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">ENTREMENTES&#8230;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;"></span> </div>
<div align="justify"><strong><span style="font-family:arial;">ANÁLISE IEDI, 05.05.09:</span></strong></div>
<div align="justify"><strong><a href="http://www.iedi.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=4199&#38;sid=73"><span style="font-family:arial;">Indústria &#8211; O momento difícil</span></a></strong><br /><span style="font-family:arial;">Só na aparência os resultados da indústria em março, divulgados hoje pelo IBGE, podem ser considerados positivos. Houve de fato um aumento da produção industrial com relação a fevereiro com ajuste sazonal, sendo este o terceiro aumento consecutivo, mas o desse último mês foi o menor, e, além disso, foi muito pouco expressivo, de apenas 0,7%. Nos meses anteriores a variação positiva tinha chegado a 2,1% em janeiro e 1,9% em fevereiro. Houve também uma redução expressiva na queda da produção industrial de março último com relação a março do ano passado, -10,0%, contra reduções de 17,5% e 16,8% em janeiro e fevereiro. Contudo, essa “melhora” decorreu muito mais de um fator calendário ou de um fator estatístico do que qualquer outra coisa. É que no corrente ano o mês de março contou com dois dias úteis a mais do que março do ano passado e, ademais, o resultado da produção industrial nesse último mês fora muito baixo, portanto formando uma base baixa de comparação.<br />Os dados relevantes para se aferir o estado da produção industrial do país não são esses, mas sim, o que informa que na média dos últimos 3 meses a indústria opera em um nível de produção quase 15% inferior ao do mesmo período do ano passado. A outra informação relevante é que o coração de um sistema produtivo, ou seja, a sua indústria de bens de capital, que espelha a intenção de investir da economia, não pára de aprofundar sua queda. Com ajuste sazonal, a comparação da produção desse setor em março com fevereiro apresentou recuo de 4,7%, acumulando dois meses de mega retrações, já que em fevereiro o declínio chegara a 7,1%. Isso significa que esse setor desde o início da crise já perdeu, em seis meses, 33% de sua produção, sem que apresente qualquer sinal de reação. Em si, esse é um desempenho que deprime os resultados da indústria como um todo, que caiu 16%, também comparando-se a produção de março com o auge anterior à crise verificado em setembro do ano passado. Mas, mais do que isso, o colapso em bens de capital é revelador de que o investimento na economia brasileira está tendo um declínio de grandes proporções. As variações do investimento têm o poder de determinar à frente os aumentos de renda e emprego, razão pela qual os negativos indicadores em bens de capital devem ser tomados com extrema preocupação.<br />No momento atual, a economia brasileira vem acumulando resultados favoráveis. Tem sido assim na área do emprego, do comércio varejista, do comércio exterior, na conta de transações correntes do balanço de pagamentos, na inflação, denotando que sob muitos critérios a crise internacional não afeta o Brasil tão negativamente como em outras épocas, o que pode ser indicativo de que a economia do país desfruta de capacidade para superar a atual etapa adversa com antecedência a outras economias. Tudo isso é verdadeiro, menos com relação ao eixo central da dinâmica econômica, que no Brasil, assim com em qualquer outro lugar do mundo, tem no investimento o seu centro irradiador. E o investimento no Brasil vai muito mal.<br />O governo tem realizado reduções de impostos em segmentos de bens duráveis, o que contribuiu para minimizar a queda de vendas e de produção nesses setores. Mas até agora não instituiu nenhum mecanismo adicional de incentivo para as empresas que, mesmo diante do horizonte incerto causado pela crise internacional, venham a se aventurar em projetos de investimento. Não deve ser minimizado o conjunto de medidas, extremamente relevantes, para ampliação dos recursos para o BNDES. Elas asseguraram que por falta de financiamento não haverá descontinuidade dos investimentos na economia. Mas não somente por falta de financiamento os investimentos deixam de ser realizados, se, como é o caso no presente momento econômico, há uma queda generalizada e profunda nas expectativas, deprimindo a demanda por novos investimentos. Reduções de impostos na compra de bens de capital ajudariam nessa direção, mas seria importante um incentivo extra, tal como a redução de tributos (IR e outros impostos e contribuições federais) em contrapartida aos gastos com investimentos realizados, digamos nesse e no próximo ano. ( </span><a href="http://www.iedi.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=4199&#38;sid=73"><span style="font-family:arial;"><strong>Leia mais&#8230;</strong> </span></a><span style="font-family:arial;">)</span>     </div>
<div class="blogger-post-footer">OBRIGADO PELA PREFERÊNCIA. SERVIMOS BEM PARA SERVIRMOS SEMPRE. QUEM NÃO VIVE PARA SERVIR, NÃO SERVE PARA VIVER. SE AMAR É VIVER, EU VIVO PORQUE AMO VOCÊ.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Números da crise: tsunami arrefece ou era marolinha mesmo?]]></title>
<link>http://humbertocapellari.wordpress.com/2009/05/03/numeros-da-crise-tsunami-arrefece-ou-era-marolinha-mesmo/</link>
<pubDate>Sun, 03 May 2009 02:24:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Humberto Amadeu</dc:creator>
<guid>http://humbertocapellari.wordpress.com/2009/05/03/numeros-da-crise-tsunami-arrefece-ou-era-marolinha-mesmo/</guid>
<description><![CDATA[Primeiros balanços do ano marcam início da retomadaBalanço de grandes empresas mostram retomada no p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div align="justify"><span style="font-family:arial;"><strong>Primeiros balanços do ano marcam início da retomada</strong><br /></span><span style="font-family:arial;"><em>Balanço de grandes empresas mostram retomada no primeiro trimestre deste ano<br /></em>Fonte: DCI (SP)<br />O arrefecimento da crise financeira internacional dá sinais mais claros com as divulgações dos resultados financeiros das companhias brasileiras no primeiro trimestre do ano, comparados ao último trimestre do ano passado.<br />O lucro líquido da Weg, por exemplo, saltou de R$ 97,6 milhões, no último trimestre de 2008, para R$ 122,1 milhões, no trimestre que inicia 2009, crescimento de 25,1% no comparativo. Outra empresa a apresentar melhora foi a Net Serviços, que saiu de um prejuízo de R$ 91 milhões, no quarto trimestre do ano passado, para um lucro líquido de R$ 82 milhões, no 1º trimestre do ano.<br />Para Alcides Leite, professor de Economia da Trevisan Escola de Negócios, as empresas brasileiras vão apresentar uma melhora em seus resultados, com destaque para alguns setores. &#8220;A recuperação deve começar com os balanços principalmente de companhias do setor de varejo, além do setor de construção civil, que já apresenta um aquecimento com o pacote habitacional&#8221;, afirma o professor.<br />O Índice de Consumo (ICON), da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que mede o comportamento das ações das empresas representativas dos setores de consumo cíclico e não-cíclico, apresenta valorização de 24,19% no ano, acima do Ibovespa, principal indicador da Bolsa paulista, que tem elevação de 15,39%.<br />Outro setor lembrado por Alcides é o de construção civil, que apresenta, através de seu indicador na Bolsa, o IMOB, que mede o comportamento das ações das empresas representativas dos setores da atividade imobiliária compreendidos por construção civil, intermediação imobiliária e exploração de imóveis. Este indicador apresenta expressiva valorização de 52,94% no ano.<br />Clodoir Vieira, analista-chefe da Souza Barros Corretora, também concorda com que as companhias brasileiras deverão apresentar uma melhor evolução em seus resultados financeiros do primeiro trimestre do ano, porém ele cita outros setores como de maior crescimento.<br />&#8220;Acredito que o destaque deve vir por conta dos setores de telecomunicações e de energia elétrica, que são dois setores que têm demanda do mercado&#8221;, explica Clodoir. No pregão da última terça feira, as ações de companhias de energia elétrica lideraram, com a maior alta do dia. A Copel teve em suas ações preferenciais Classe B a maior alta do pregão, com elevação de 6,25%. Já no pregão de ontem, as ações de companhias do setor de construção civil apresentaram a maior alta do dia. As maiores altas ficaram por conta de Gafisa ON (13,62%), Cyrela Realty (10,42%) e Rossi Residencial ON, com alta de 9,20%.<br />Vale lembrar que o setor de construção civil foi o que mais sofreu com a crise financeira, uma vez que a maior parte das empresas realizou sua oferta de ações em 2006 e 2007, com o que grande parte de seus papéis estava nas mãos de investidores estrangeiros, que logo os venderam com a chegada da crise. O setor ainda é uma grande aposta de forte consolidação, com aquisições ou cisões das companhias.<br />O índice que mede o desempenho das ações de empresas do setor de energia elétrica, o IEE, apresenta valorização de 24,53% no ano, e o índice que mede as ações do setor de telecomunicações, o ITEL, vem em um momento de maior cautela, mas também com crescimento (15,78%).<br />Por ser um setor considerado defensivo na Bolsa, o ITEL foi o índice que menos caiu no momento da crise financeira, mas também foi o que menos subiu na hora da euforia do mercado, como, por exemplo, quando o Brasil recebeu o Investment Grade, pelo que é considerado defensivo.<br />Alcides Leite destaca também o setor financeiro, por ter sido o que menos sofreu no mundo. &#8220;Claro que o setor financeiro não vai apresentar números melhores que os já apresentados no período antes da crise, mas vai continuar bem&#8221;, diz o professor.<br /><strong>Bolsa de Valores</strong><br />A Bovespa encerrou esta quarta-feira com forte alta de 3,07%, aos 47.226 pontos. O volume financeiro foi de R$ 5 bilhões, com 322.702 contratos negociados.<br />Entre as ações que fazem parte do Ibovespa, as ON da Gafisa apresentaram a maior alta (13,62%) e a maior queda ficou com as PNB da Aracruz (-5,59%).<br />O arrefecimento da crise financeira internacional começa a aparecer nos resultados financeiros das companhias brasileiras no primeiro trimestre do ano, comparados ao último trimestre do ano passado, em especial em telecomunicações, energia, construção civil e consumo.<br />As boas projeções feitas pelos analistas são confirmadas pelo mercado. O Índice de Consumo (ICON), da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que mede o comportamento das ações das empresas representativas dos setores de consumo cíclico e não-cíclico, apresenta valorização de 24,19% no ano, acima do Ibovespa, principal indicador da Bolsa paulista, que tem elevação de 15,39%. O Índice Imobiliário (IMOB), que mede o comportamento das ações das empresas representativas dos setores da atividade imobiliária compreendidos por construção civil, intermediação imobiliária e exploração de imóveis. Este indicador apresenta expressiva valorização de 52,94% no ano.<br />O índice que mede o desempenho das ações de empresas do setor de energia elétrica, o IEE, apresenta valorização de 24,53% no ano, e o índice que mede as ações do setor de telecomunicações, o ITEL, vem em um momento de maior cautela, mas também com crescimento (15,78%).<br />Os indicativos positivos do consumo se confirmam entre os supermercados, que acumularam alta de 10,5% no ano passado, ante 2007, com um faturamento de R$ 158,5 bilhões. Animados, os empresários do segmento, principalmente os das redes regionais, sinalizam a retomada dos planos de expansão este ano, ao perceberem a canibalização da concorrência nos grandes centros. É o caso da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal), detentora da bandeira Cesta do Povo. Para o presidente da rede Reub Celestino, a meta é repetir o negócio de concorrentes como Extra, Wal-Mart e Pão de Açúcar, ao tornar-se correspondente do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Bradesco recebendo o pagamento de contas dos consumidores. &#8220;Estamos crescendo mês a mês e a crise não afetou nosso desempenho. Em abril superamos os números de março e a tendência é manter este ritmo&#8221;.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;"><strong>FGTS tem saldo positivo entre arrecadação e saque</strong><br />Brasília &#8211; O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) está com saldo superavitário de R$ 1,79 bilhão nos quatro primeiros meses do ano. A informação é do ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi que detalhou os números da arrecadação e do saque do FGTS. Apesar do salto total ser positivo, isoladamente, no mês de março, houve um déficit de R$ 440 bilhões. No mês, foram sacados do fundo R$ 4,85 bilhões e a arrecadação bruta foi de R$ 4,41 bilhões. Março foi o mês de 2009 no qual houve o maior valor de saques do FGTS. &#8220;As demissões ocorridas em dezembro e em janeiro repercutiram mais pesadamente em março”, explicou. Em dezembro de 2008, as demissões somaram 654.946; em janeiro,101.748; em fevereiro, 1,22 milhão; e em março, 1,38 milhão. Em janeiro, os saques somaram R$ 3,77 bilhões e a arrecadação foi de R$ 5,35 bilhões. Em fevereiro, foram sacados R$ 3,97 bilhões contra uma arrecadação de R$ 4,32 bilhões. Já em abril, o total de saques foi de R$ 3,87 bilhões e a arrecadação foi de R$ 4,18 bilhões. Hoje, os veículos de comunicação divulgaram que, com o déficit de R$ 440 bilhões registrado em março e se essa situação continuasse no longo prazo, o FGTS poderia ter dificuldade de disponibilidade de recursos. O ministro reagiu mal ao fato e criticou a reportagem. “Não se pode pegar um mês atípico, no qual repercutiu a demissão e dizer que o FGTS é deficitário. Não é real. Esse não é o mundo real. Esse aqui é o dado oficial. Nos temos hoje, nos quatro primeiros meses do ano, um saldo positivo”, respondeu Lupi. <strong>ABr 30/4/2009 </strong></span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;"><strong>Desempenho do BNDES sinaliza que o pior da crise já passou</strong><br />Rio de Janeiro &#8211; Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foram recordes no primeiro trimestre. Eles apresentaram crescimento de 13% em comparação ao mesmo período do ano passado, alcançando cerca de R$ 19 bilhões. O desempenho foi puxado pelo setor de infra-estrutura, com expansão de 21,4% e recursos da ordem de R$ 6,8 bilhões. No acumulado dos últimos 12 meses findos em março, os desembolsos do BNDES também foram recordes para o período, somando R$ 94 bilhões, com aumento de 35% sobre os 12 meses anteriores. O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, afirmou que, com base nos números, &#8220;já dá para dizer que o pior momento [da crise internacional no Brasil] já passou&#8221;. “Acho que as expectativas dos empresários já começam a se distender. Há compreensão de que a economia brasileira tem capacidade de sustentar o crescimento, que o mercado interno tem potencial de mostrar e de recuperar o crescimento neste ano”, disse. Para Coutinho, isso não quer dizer que, “enquanto banqueiro público”, ele deva parar de trabalhar e de se esforçar. “Porque nós temos que remar para sustentar o crescimento da economia. Mas, a impressão que se tem é que, do ponto de vista do cálculo empresarial, as coisas começam a melhorar”, afirmou. Ele afirmou ainda que o importante é que já existe um consenso de que a economia brasileira vai sair do último trimestre de 2009 e entrar em 2010 com uma taxa de crescimento entre 3% a 3,5%, “na margem, podendo acelerar para 4%. Esta convicção de que a economia vai acelerar o crescimento é algo que está ganhando corpo na percepção do sistema empresarial”. <strong>ABr 30/4/2009 </strong></span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;"><strong>Projeções sobre a economia vão de alto a baixo</strong><br />Brasília &#8211; No momento de grande crise mundial, até as projeções e estimativas dos economistas apresentam muitos contrastes e instabilidade. Governo, mercado, bancos, institutos de pesquisa e entidades de classe prevêem um cenário em que a economia brasileira pode ter desde uma queda de 1,5% até um crescimento de 2%.<span style="color:#ff0000;"><strong> Há estimativas para otimistas e para pessimistas</strong></span>. O professor Fabio Kanczuk, da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo (USP), afirmou que projeções para o crescimento da economia são importantes tanto para as empresas quanto para os trabalhadores. No caso das empresas, as estimativas servem para que saibam qual será a demanda pelos seus produtos. Um dos parâmetros que servem de base para os cálculos do desempenho da economia é o Produto Interno Bruto (PIB), a soma dos bens e serviços produzidos no país. “Se o PIB é alto [a indústria e o comércio], vão vender mais e têm que produzir mais. Se o número é baixo, se produzir mais vai ficar cheio de estoque e não terá para quem vender e pode até quebrar”, disse Kanczuk O professor da USP lembrou, ainda, que alguns setores são “muito elásticos”, ou seja, a demanda por produtos cai quando há menor crescimento ou retração da economia, diferentemente do que ocorre com, por exemplo, itens básicos da alimentação, como arroz e feijão, que as pessoas precisam consumir sempre. Já para os trabalhadores, as projeções sobre o PIB têm a ver com a disponibilidade de emprego e até mesmo com as perspectivas salariais do mercado de trabalho. “Em geral, o trabalhador não dá a menor bola para o PIB. Mas quando o PIB aumenta, cresce o emprego e quando é baixo perde-se o emprego”. Segundo Kanczuk, um dos motivos para as estimativas para o PIB serem contrastantes são os diferentes modelos usados pelos economistas para definir a projeção. “Tem gente que acha que o PIB tem mais a ver com indústria, outros com comércio, outros com as commodities”, explicou. Outro fator é o que o professor chamou de “jogo político normal”, uma vez que o governo, segundo ele, não projeta números ruins para não piorar a expectativa do mercado. <strong><span style="color:#ff0000;">“Tem ainda gente biruta no mercado que prevê algo próximo de menos 5% [de retração]. É aí um jogo de interesse particular.</span></strong> A pessoa arrisca e, se acertar, ganha status”, disse. Para Kanczuk, as projeções feitas com vários modelos variam de retração de 2% à estabilidade, ou seja, 0%, não haveria crescimento. “É o que dá para obter com os modelos. Sair disso, que tem a ver com questão política, que empurra o número para cima, ou de arriscar e colocar o número para baixo para estimular a carreira”, disse. A projeção do professor é de uma retração de 1%. “Com os dados que a gente tem hoje, a projeção dá negativa. Mas a possibilidade maior é de nos surpreendermos com um resultado mais para cima do que para baixo.” Para o economista da SulAmérica, Newton Rosa, as projeções sobre o PIB atualmente dependem muito da avaliação que cada um está fazendo da evolução da crise financeira internacional. Na sua opinião, se for avaliado que as medidas adotadas pelos governos estão surtindo efeito e que a economia brasileira é sólida, é possível “trabalhar com uma trajetória de crescimento”. Mas, no cenário em que o crédito está escasso e, por conseqüência, há menos investimento e consumo, “a conclusão é que a recessão não só vai pegar 2009, mas vai também avançar em 2010”. “Num cenário como esse, a economia brasileira, que também depende da economia mundial, vai terminar sofrendo. Conseqüentemente, deve acusar retração neste ano e talvez [um crescimento] medíocre no ano que vem”, disse o economista. A projeção do economista é de queda de 0,8% no PIB deste ano. “Como eu trabalho com um cenário onde a economia vai responder positivamente às medidas fiscais e monetárias que estão sendo adotadas em todas as partes do mundo, acredito que a gente comece a ver o esboço de alguma reação ainda no segundo semestre deste ano”, disse Rosa.</span></div>
<p align="center"><a href="http://3.bp.blogspot.com/_ges0XAt9K0g/Sf0Ft5NwyOI/AAAAAAAAAgk/CwyqhBfE5Gk/s1600-h/untitled2.bmp"><span style="font-family:arial;"><img style="width:150px;cursor:hand;height:181px;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ges0XAt9K0g/Sf0Ft5NwyOI/AAAAAAAAAgk/CwyqhBfE5Gk/s400/untitled2.bmp" border="0" /></span></a></p>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">“<strong>Infelizmente, é bola de cristal mesmo.</strong> Por mais que você tente sofisticar as suas projeções e os seus modelos, você está partindo de pressupostos, de hipóteses que podem se verificar ou não”, acrescentou Newton Rosa. Confira as mais recentes projeções de variação do PIB do Brasil em 2009: </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Fundo Monetário Internacional (FMI): – 1.3% </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp): de – 1% a – 1,5% </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Mercado financeiro (consultados pelo Banco Central): – 0,49% </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Banco Central: + 1,2% </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea): de + 1,5% a + 2,5% </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Ministério da Fazenda: + 2% </span></div>
<div align="justify"><strong><span style="font-family:arial;">27/4/2009</span></strong></div>
<p align="center"><a href="http://4.bp.blogspot.com/_ges0XAt9K0g/Sf0Ft00pUbI/AAAAAAAAAgc/-W3_XuFqdl4/s1600-h/untitled.bmp"><img style="width:95px;cursor:hand;height:98px;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ges0XAt9K0g/Sf0Ft00pUbI/AAAAAAAAAgc/-W3_XuFqdl4/s400/untitled.bmp" border="0" /></a></p>
<p><strong></strong>
<div class="blogger-post-footer">OBRIGADO PELA PREFERÊNCIA. SERVIMOS BEM PARA SERVIRMOS SEMPRE. QUEM NÃO VIVE PARA SERVIR, NÃO SERVE PARA VIVER. SE AMAR É VIVER, EU VIVO PORQUE AMO VOCÊ.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
