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	<title>critica-cultural &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/critica-cultural/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "critica-cultural"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 07:26:30 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Marcus, George. E. &amp; Fischer, Michael. J. 1986. “Ethnography and interpretative anthropology”. In: Anthropology as cultural critique.]]></title>
<link>http://stormblast.wordpress.com/2009/11/06/marcus-george-e-fischer-michael-j-1986-%e2%80%9cethnography-and-interpretative-anthropology%e2%80%9d-in-anthropology-as-cultural-critique/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 12:58:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>stormblast</dc:creator>
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<description><![CDATA[Marcus, George. E. &amp; Fischer, Michael. J. 1986. “Ethnography and interpretative anthropology”. I]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Marcus, George. E. &#38; Fischer, Michael. J. 1986. “Ethnography and interpretative anthropology”. In: <em>Anthropology as cultural critique</em>. Chicago &#38; London: The University of Chicago Press, pp. 17-44.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>George Marcus</strong> Chancellor&#8217;s Professor of Anthropology (PhD: Harvard, 1976)</p>
<p style="text-align:justify;">office: Social and Behavioral Sciences Gateway (SBSG) 3566. University Of California</p>
<p style="text-align:justify;">&#38;</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>MICHAEL M.J. FISCHER</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Professor of Anthropology and Science and Technology Studies</p>
<p style="text-align:justify;">Massachussets Institute Of Technology (MIT)</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-147" title="9780226504506" src="http://stormblast.wordpress.com/files/2009/11/9780226504506.jpg" alt="9780226504506" width="262" height="400" /></p>
<p style="text-align:justify;">O texto começa fazendo um histórico da antropologia no começo do Séc. XIX citando Edward Tylor, James Frazer e o norte-americano Lewis Henry Morgan.  A ‘armchair’ Ethnology que tinha sua pesquisa embasada via documentos e dados fornecidos por missionários e informantes ‘ qualificados’. Isto do ponto de vista metodológico.  No que diz respeito à teoria fundaram o evolucionismo cultural com uma agenda, estilo e escopo de pesquisa próprio. O principal eixo de investigação seria comparar costumes, hábitos e pensamentos em uma escala evolutiva que partia da selvageria passaria pelos bárbaros até chegar aos civilizados.</p>
<p style="text-align:justify;">A transição critica ocorrida em tal paradigma se deu apenas a partir dos anos 20 do Sec. XX. Os autores associam as mudanças teóricas aos contextos de profissionalização acadêmica que vinha ocorrendo, especialmente, nos Estados Unidos. Assim, neste contexto, a antropologia seguiu um desenvolvimento marginal em relação às outras ciências, pois tornara-se a disciplina responsável pela descrição do exótico e de costumes primitivos. Essa separação da antropologia social e cultural da biologia e dos estudos arqueológicos reveberou-se em alguns problemas como a associação direta desta aos pressupostos teóricos dos primeiros antropólogos ainda no Sec. XIX.</p>
<p style="text-align:justify;">Contudo, ocorreu um fato pelo qual os autores se referem como uma revolução em termos de método com a inauguração da própria etnografia. Segundo os autores: ‘ Ethnography is a research process in which the anthropologist closely observes, records and engages in the daily life of another culture – an experience labeled as the fieldwork method – and then writes accounts of this culture, emphasizing descriptive details‘ <a href="#_ftn1">[1]</a>. Esse procedimento sendo o primeiro na pesquisa de campo.</p>
<p style="text-align:justify;">Marcus and Fischer afirmam que o legado da antropologia antiga no novo mundo acadêmico e profissional foi a diversidade dos assuntos que a etnografia colocou em questão. Teoricamente os antropólogos apareciam parasitários, pois pesquisavam generalidades  sobre o homem nas bases  especificas de outras culturas a partir do método etnográfico. Essa transição como mostra os autores teve uma longa história. Mas uma coisa é fato: Bronislaw Malinowski e seus Argonautas do Pacífico Ocidental, principalmente, o primeiro capitulo de seu livro onde descreve o método é reconhecidamente o fundador desta nova perspectiva.</p>
<p style="text-align:justify;">O novo campo se configurou a partir dos Estados Unidos nos pressuposto do relativismo cultural e na Inglaterra com o funcionalismo. Menciona-se o avanço descritivo da perspectiva funcionalista e a produção de dados de campo e o relativismo cultural originariamente norte americano como oriundo de perspectivas metodológicas  que facilitaram  a predominância da antropologia no registro da diversidade cultural.</p>
<p style="text-align:justify;">O relativismo cultural teve bastante repercussão no debate publico norte-americano intimamente ligado aos ideais do liberalismo. Este proveu dados empíricos para as questões de cunho ideológico. No entanto, estas idéias que se estabeleceram na década de 50, já nos anos 60 passavam por mudanças. (Penso aqui em comparar este humanismo, ou política teórica com a proposta da antropologia enquanto uma antropologia filosófica como a proposta de C. Lévi-Strauss e seus trabalhos desenvolvidos para a ONU, pensar diretamente o clima do pós-guerra e da Guerra Fria).</p>
<p style="text-align:justify;">São duas as conseqüências desse momento apontadas pelos autores: (a) A primeira a coleta de dados fora dos pressupostos evolucionistas. (b) A outra seria a critica cultural de nós mesmos, não como no passado a artir de um evolucionismo, mas tendo um renovado potencial de desenvolvimento.  Isso teve um significado para a atual crise de representação que coloca a pesquisa etnográfica no centro da reflexão e a etnografia como um produto textual(escrito) do trabalho de campo, ainda que o campo seja uma experiência ele mesmo, afirmam os autores.</p>
<p style="text-align:justify;">Com isto, apresentam dois caminhos para a centralidade da etnografia na discussão da antropologia. (a) Um, a etnografia em termos de um gênero literário e (b) o outro como uma regra de demarcação da prática antropológica.</p>
<p style="text-align:justify;">Do ponto de vista institucional são três as esferas que contemplam a importância da etnografia na carreira dos antropólogos. (a) A primeira o papel da leitura das etnografias clássicas na formação dos antropólogos, trazendo um arsenal de questões que são formuladas em um novo aparato conceitual e de problemas teóricos. Esta perspectiva se ahistoricista, se sobrepõe como trabalhos imutáveis; ainda sim contribuem com um arsenal indispensável para a formação dos antropólogos. Os autores apontam para outra perspectiva a de que deve-se considerar o contexto histórico da produção desencorajando a cristalização destas descrições como uma forma social e cultural eterna.</p>
<p style="text-align:justify;">(b) O segundo ponto salientado pelos autores, ainda no que diz respeito ao caráter institucional, é  a etnografia como um veiculo pessoal e imaginativo e que os antropólogos tem como meio de fazer suas contribuições as discussões teóricas e intelectuais, tanto através de sua própria disciplina como para outros campos. Ressaltam o papel anônimo do etnógrafo e solitário na produção de seus dados, o que não é muito comum nas outras disciplinas. O etnógrafo escreve a partir de uma experiência únicaa afirmam.</p>
<p style="text-align:justify;">(c) O terceiro ponto e o mais importante segundo os autores é a atividade principal de iniciação da carreira do antropólogo e de estabelecimento de sua reputação. Tal atitude leva a uma certa romantização do fato. Não há consenso sobre a natureza da etnografia e os impactos que as criticas da década passada ofereceram. Os autores se perguntam por que essa desatenção com o que tem sido a pratica central da pesquisa em antropologia? Partindo do pressuposto de que há uma relação da questão do método ser peculiar  com a disputa com o positivismo de outras ciências que, no entanto, não exime a própria etnografia dos anos 50 de certo positivismo, mas esta questão teria que ser considerada.</p>
<p style="text-align:justify;">Estabelecendo-se o critério da observação participante como um método qualitativo em oposição ao positivismo metodológico de outras partes da ciência social decorreu uma nova orientação metodológica e o silencio sobre a escrita etnográfica foi quebrado com a crise da representação que mudou o legado da ciência social em geral e isso tem sido bastante precioso para os antropólogos de acordo com os autores.  (Parece haver uma associação da etnografia ao positivismo, a despeito dela ser um método qualitativo)</p>
<p style="text-align:justify;">Nesse sentido, entre a antropologia do Sec. XIX e a do XX, baseada na etnografia, a ambição generalista parece ter seguido dois caminhos segundo os autores: (a) Primeiro, a diferença seria que a etnografia se pautaria em um holismo diferente não para estabelecer generalizações, mas sim para demonstrar outras formas de vida possível a partir da diversidade cultural. Essas idéias têm sido atualmente seriamente criticadas, como eles prometem mostrar.  Então a diferença residiria que a essência desse holismo não estaria em uma representação enciclopédica dos costumes, mas sim na contextualização dos elementos de cada cultura dentro de um sistema coerentemente sistematizado.</p>
<p style="text-align:justify;">(b) Segundo, a dimensão comparativa não estaria orientada por esquemas evolucionistas, e sim por um valor relativo de progresso. (Pensar o caso do Neo-Evolucionismo e de Darcy Ribeiro). Então este parâmetro de comparação estaria subsumido a um campo fechado de acesso do pesquisador e de seus leitores. O debate contemporâneo acerca da relação nós &#8211; eles traz a tona como se colocaria esse lado comparativo das etnografias. Os autores fazem então uma associação do estilo literário realista e esta postura de relacionar a parte com o todo. Esta relação estaria denunciada pelo fato de: “In fact, what gives the ethnographer authority and the text a pervasive sense of concrete reality is the writer’s claim to represent a world as only one who has known it firsthand can, which. thus forges an intimate link between ethnographic writing and fieldwork. “<a href="#_ftn2">[2]</a> A tese dos autores estaria que deste ponto de vista a etnografia produziu um novo tipo de realismo. Uma narrativa que tem similaridades com o texto dos viajantes e exploradores e que o principal motivo é o descobrimento romântico do escritor de pessoas e lugares desconhecidos comunicada para leitores. Só que a etnografia desenvolveu mecanismos para se distanciar das narrativas dos viajantes e dos amadores que foi a salvaguarda da diversidade cultural, de uma antiocidentalização durante o colonialismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Os autores fecham o argumento dizendo que: “  The cultures of Word peoples need to be constantly <em>re</em>discovered as these peoples reinvent them in changing historical circumstances, especially at a time when confident  metanarratives or paradigms are lacking: as we noted, ours in an era of ‘post conditions’ – postmodern, postcolonial, postradicional.”<a href="#_ftn3">[3]</a> E que isto necessita de novos motivos narrativos. Isto se dá a partir de uma reflexão dos motivos passados que já foram analisadas em obras de Marcus e Clifford em que os autores discutem formas de etnografia experimental.</p>
<p style="text-align:justify;">Afora o realismo do funcionalismo, os autores irão se debruçar na mudança da uma explicação da cultura para os significados e o &#8216;ponto de vista nativo&#8217;, tal qual como nasceu a antropologia interpretativa, assunto que analisarão no tópico subseqüente.</p>
<p style="text-align:justify;">THE EMERGENCE OF INTERPRETATIVE ANTHROPOLOGY</p>
<p style="text-align:justify;">Os autores anunciam as influencias da antropologia interpretativista de meados dos anos 60 e 70 e seu intuito central de captar o ‘ponto de vista nativo’ e elucidar como diferentes construções culturais da realidade afetam a ação social. E instrumentalizou os antropólogos a perguntarem-se sobre a relação entre diferentes sistemas culturais representados nos textos etnográficos e sua relação com o autor. Assim ela atuou em dois níveis nos pressupostos epistemológicos e provendo dados de outros mundos. E a assertiva da vida social como uma negociação de significados. A cultura como um texto frase de Geertz serve para demarcar a fronteira entre uma ciência do comportamento e uma interpretação cultural.</p>
<p style="text-align:justify;">Os autores mencionam os paradigmas funcionalista, estruturalista e intepretativista e o papel que a linguagem assumia na discussão antropológica. Para a antropologia intepretativista haveria um movimento duplo se tratando da tradução de outras culturas. A do dialogo e o da passagem para o texto. Todavia esse debate foi influenciado por autores como Lacan e Gadamer com a questão histórica oferecendo certo tipo de hermenêutica cultural formulada por Geertz. Os autores mencionam alguns conceitos como justaposição e experiência próxima e experiência distante. E apontam que a antropologia interpretativa aparece como uma espécie de relativismo sofisticado a partir dos anos 60. Esse relativismo esta inscrito na problemática da comunicação entre as culturas. E esse discurso de igualdade legitimaria as diferenças de poder que colocariam a revelia um processo global de homogeneização pela qual o ocidente estaria à frente. Contudo, seria um campo complexo e pleno de discussões.</p>
<p style="text-align:justify;">THE REVISION OF INTERPRETATIVE ANTHROPOLOGY</p>
<p style="text-align:justify;">A emergência da antropologia interpretativa é apresentada pelos autores ainda nos anos 60 e foi significativa por mudar o escopo dos estudos das estruturas sociais e ações para o campo simbólico, dos significados e da mentalidade. As outras duas criticas foram ao método etnográfico e ao caráter ahistórico e apolítico do mesmo.</p>
<p style="text-align:justify;">A partir de trabalhos como o de Paul Rabinow a relação com a pesquisa de campo começa a ser questionada. Uma das criticas mostradas pelos autores diz respeito que o contexto que diz respeito a historia e a economia política não estão restrito aos assuntos pesquisados, mas também ao próprio processo de pesquisa. O que se tinha na época era um profundo debate sobre o colonialismo que colocou a critica de Talal Asad bastante proeminente. Esse debate também foi marcado pelo contexto da guerra do Vietnam. Destaca, pois, dois projeto o Project Camelot destinado à América Latina e o Asian Studies Meeting para o sul da Ásia que tinham haver tanto com o processo de insurgência nos golpes de estados ocorridos no contexto de um mundo divido pela guerra fria. Há a menção da influencia dos estudos em economia política nos trabalhos de Eric Wolf, Sidney Mintz e June Nash. Os autores dizem que discutem um possível debate entre esta corrente da economia política e a interpretativa a partir de novas etnografias experimentais.</p>
<p style="text-align:justify;">A principal questão colocada então é a distancia entre o que se coleta na pesquisa de campo e o processo de escrita da etnografia mediado por convenções e artifícios literários. Outro ponto é o papel da etnografia como critica cultural quando retorna e passa a ser lida em casa. Há então uma discussão sobre influencia do liberalismo na questão sobre diferença cultural a partir de pressuposto como a critica ao etnocentrismo e ao racismo, mas ao mesmo tempo reduz as questões dos conflitos como parte inerente de todas as sociedades. Desta perspectiva cultura é uma categoria de resistência e não um conceito que subjaz uma unidade universal.</p>
<p style="text-align:justify;">A autoconsciência do próprio processo de escrita etnográfica e de que a etnografia atinge algo mais além do que um público de especialistas é precisamente isto que caracteriza o modo experimental de etnografias.</p>
<p style="text-align:justify;">THE SPIRIT AND SCOPE OF EXPERIMENTAL ETHNOGRAPHIC WRITTING</p>
<p style="text-align:justify;">Pensar no caso da Lila Abu-Lughod, a relação antropologia e prática militante.  Os autores mencionam a ficcionalidade da obra de Carlos Castaneda como um tipo de experimento etnográfico e sua inovação na escrito e que é este o quadro de se repensar a escrita etnográfica. A definição de uma etnografia experimental estaria na escrita etnográfica que ativa um efeito de inovação. Trata-se de uma reflexão sobre estratégias textuais. Dá o exemplo de Naven do Bateson com uma etnografia experimental. Estas mudanças liberam situações de experimentação. O senso a autoconsciência do caráter experimental da etnografia não significa um experimento em si, no entanto, pode ser uma importante ferramenta para desenvolvimentos da própria teoria.</p>
<p style="text-align:justify;">O perigo do período experimental é certo tipo de etnografia cristalizar-se e torna-se um modelo. Os autores mencionam que é importante a presença do escritor no texto não apenas em nota de rodapé ou em prefácios, mas que seja discutida sua própria experiência em campo. Os períodos experimentais surgem com as crises e segundo os autores este seria um momento de crise.</p>
<p style="text-align:justify;">O atual escopo dos experimentos em etnografia são derivados de revisões da antropologia interpretativista. Então a tarefa dessas experimentações é expandir as fronteiras da escrita etnográfica como gênero narrativo. Outra coisa é o destaque das diferenças culturais e outra a consciência histórica de inserir a etnografia no contexto da economia política. A articulação desses dois espectros leva a critica cultural. Finalizam com: “While sophisticated in representing meaning and symbol system, interpretative approaches can only remain relevant to wider readerships and can only be a convincing response to the perception of compelling global homogenization of cultural diversity IF they can come to terms with the penetration of large-scale political and economic systems that have affected, and even shaped, the cultures of ethnographic subjects almost anywhere in the world.” <a href="#_ftn4">[4]</a></p>
<p style="text-align:justify;">Marcar as posições do micro a partir da marcação da diferença cultural oferecida pela antropologia interpretativista, considerar as estratégias textuais como um meio de experimentação e por fim conseguir articular a economia política para dar cabo ao debate. Em suma são essas idéias que os autores defendem.</p>
<hr size="1" />
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref1">[1]</a> Marcus and Fischer, 1986, p. 18</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref2">[2]</a> Marcus and Fischer, 1986, p.23</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref3">[3]</a>Marcus and Fischer, 1986, p.24</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref4">[4]</a> Marcus and Fischer, 1986, p.44</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[2° Misterio; La Llamada Telefónica de Maria a su Prima Santa Isabel]]></title>
<link>http://abmiramontes.wordpress.com/2009/10/28/2%c2%b0-misterio-la-llamada-telefonica-de-maria-a-su-prima-santa-isabel/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 19:37:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>abmiramontes</dc:creator>
<guid>http://abmiramontes.wordpress.com/2009/10/28/2%c2%b0-misterio-la-llamada-telefonica-de-maria-a-su-prima-santa-isabel/</guid>
<description><![CDATA[Tras enterarse Maria que su prima Isabel estaba encinta (esperando un bebé) se encaminó presurosa ha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tras enterarse Maria que su prima Isabel estaba encinta (esperando un bebé) se encaminó presurosa hacia la sala de su casa, marco la clave de Larga Distancia hacia las montañas de galilea seguido del numero de su prima Santa Isabel; Apenas escucho Isabel el timbre del teléfono el niño salto de gozo en su vientre, entonces, Isabel,  Llena del Espíritu Santo exclamo en la bocina; “Bendita eres entre todas las mujeres y bendito es el fruto de tu vientre…¿ Quien soy yo Para que la Madre de MI Señor me llame por teléfono?”…. A lo que María respondió: “Proclama mi alma la grandeza del Señor, se alegra mi  espíritu en Dios mi Salvador por que ha mirado la humillación de su esclava&#8230; (Lc 1,28 ss)<br />
Suena raro pensar que nuestra madre Maria hubiera hecho esto, y pareciera una burla al evangelio el texto anterior, pero es todo lo contrario, lo escribo solo para exaltar esa virtud humana de nuestra Madre; Asistir personalmente hasta las montañas de Galilea a ayudar a un familiar suyo, para nosotros esta costumbre es cada vez mas lejana. En mi caso; tengo comunicación constante, con algunos amigos de Argentina, Estados Unidos y España, nunca los he visto personalmente, pero a través de la Web nos saludamos constantemente. Sin embrago hace mas de seis mese que no voy a visitar a una tía que vive apenas a dos cuadras de mi casa, no se diga a mi tío abuelo Juan, que vive un poco mas lejos.<br />
Hablando de mi tío Juan (hermano de mi fallecido abuelo que ya canta en presencia de nuestro Señor; tangos, boleros, y huapangos al son de liras celestiales, con los acompasados aleteos de angelitos vestidos de charro). Este agradable señor tiene la costumbre de visitar a mi familia cada jueves, su mejor excusa: ese día se pone un mercado ambulante en la calle aledaña a mi casa, (en México los llamamos “tianguis”) y aprovecha para llevar los víveres a su familia y de paso visitar a la mía.<br />
Para nosotros la costumbre de visitar es cada vez mas rara y es que los avances en materia de comunicación modifican las distancias, hoy saludamos en tiempo real vía Messenger  a todo tipo de personas en el Mundo; “Hola”  –  “que cuentas” &#8211;  “aquí En la Compu, y tu?  &#8211;   “TMBN”  &#8211;   “Ke flojo… NTC ”   –   “y Q tal el Klima x alla?” &#8211; “????&#8230; no le entiendo a tus Emotikones”  –   “Ke Kmo STA l CLIM@ x Alla”  –  “Oye, no t ofendas p-ro: Kien eres”  &#8211;   “clik…. Usuario 2 ha dejado la conversación, recibirá tus mensajes la próxima vez que inicie sesión”<br />
Sin embargo al vecino no lo conocemos; -oye, supiste que ya se fueron los del depa 23, &#8211; ¡no me digas, ¿la chica de ojos azules?!- no esos tienen como tres años que se fueron, después llego el licenciado, y luego los chicos que estudiaban en el Tec, y últimamente estaban unos que traían un “Renol” Negro -¡¿apoco los del zapatomovil vivían al otro lado? ¡Mira nomás de lo que se entera uno!&#8230;<br />
Yo recuerdo que en mi infancia, aun se acostumbraba compartir algunas cosas con el vecino, por ejemplo,  cuando se terminaban las tortillas (alimento mexicano x excelencia hecho a base de maíz, que se utiliza para acompañar todo tipo de comidas habidas y por haber, y  que solo se producen entre las 6 de la mañana y las 3 de la tarde –horarios establecidos por los usos y costumbres de los tortilleros-) me mandaba con doña Julia o Doña Ramona  “Dice mi mamá que si no tiene unas tortillas que le preste”, &#8211; ¡Hay claro que si “Mijo”! oye, ya estas bien grandote, ¿y ya mero terminas la primaria? (y tras un breve escaneo verbal para ver como andaban las cosas en mi casa regresaba saltando y canturreando algunas coplas infantiles con una docena de tortillas para cenar)<br />
Eran costumbres muy buenas, fortalecían la vida de comunidad y la confianza entré vecinos, no imagino la realización de la obra de la salvación sin una multitud de pequeños y sencillos actos humanos en los que Dios visitaba a su pueblo; primero en la persona de Maria a cualquier lugar al que iba: un simple “hola”, “hasta luego”, o estar compartiendo el chisme junto al poso de agua de la aldea, debió haber sido maravillosamente sencillo, estar hablando de temas totalmente triviales con el “Arca de la Alianza” que llevaba en su vientre a toda la Palabra de Dios. Y mas tarde imagino al pequeño Jesús diciendo a su vecina “Dice mi mamá que si no tiene algunos panes que le preste” y a Salome, la vecina contestando: Hay claro que si “Mijo” oye, ya estas bien grandote, ¿y que dice don José, tu papi? es bien trabajador… y tras un breve escaneo verbal (con el Verbo de Dios hecho niño y que vino por unas piezas de pan) regresar a casa con saltos acompasados y canturreando alguna copla infantil, con unas cuantas hogazas de pan para cenar.<br />
Mas  Tarde será Jesús quien lleve la salvación de una manera muy sencilla: “Hoy ha llegado la salvación a esta casa” (y a que venía?; Solo a comer;  “Ya llegaron los gorrones, hay que poner mas agua a la sopa para que alcance” pero su presencia los dejaba satisfechos, y llenos de Amor). Palabras sencillas, “el reino de Dios se parece a una semilla, a una moneda, a un hijo malcriado, a un poco de levadura a las aves del cielo y los peces del mar” gestos humanos: Una visita: “Baja de ahí, por que hoy voy a comer en tu casa”  un reto: “denles ustedes de comer” o hasta un simple silencio “¿no dices nada? Mira que puedo condenarte o liberarte”.<br />
Hoy, en nuestros días, es posible repetir el acontecimiento salvífico de maneras muy sencillas:  cuando llevamos a nuestro ser el cuerpo de Cristo Eucaristía, nos convertimos, como Maria, en nuevas Arcas de la Alianza, y del mismo modo que Jesús llevamos la salvación a través de hechos simples; un saludo al chofer del autobús, que extrañado de que alguien le hable responde con un  tembloroso: “Buenos días Joven” o una visita a tu prima Isabel o Sandra o Maggie o Rafael, haciendo saltar su corazón de gozo por que de alguna manera la comunión de vida es comunión de amor, y unas palabras amables acompañadas de una presencia humilde y familiar, convierte las mas profunda soledad en Fiesta:<br />
La fiesta del encuentro humano entre hijos de Dios.</p>
<p>Abraham Miramontes:<br />
Comentarios: abmiramontes@hotmail.com.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fuerzas huracanadas en el centro de todo]]></title>
<link>http://comunarte.wordpress.com/2009/10/14/fuerzas-huracanadas-en-el-centro-de-todo/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 21:35:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Diana Soto De Jesús</dc:creator>
<guid>http://comunarte.wordpress.com/2009/10/14/fuerzas-huracanadas-en-el-centro-de-todo/</guid>
<description><![CDATA[Confieso: voy a cometer una infracción contra la propiedad privada. Le voy a pasar el rolo al copyri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="font-size:13px;color:#333333;font-weight:normal;margin:0;padding:0;"><em>Confieso: voy a cometer una infracción contra la propiedad privada. Le voy a pasar el rolo al copyright y tumbarme un status de facebook: </em><span style="color:#000000;"><em>¨Es como un flashback de high school: a todos mis amigos: nos encontramos en Plaza y a ver lo que pasa¨. </em></span></h3>
<p>Observo los eventos que se desenlazan en Puerto Rico ante el <a href="http://www.prensa-latina.cu/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=125844&#38;Itemid=1" target="_blank">inminente paro general</a> desde la distancia. Al menos, la distancia física. Me encuentro en Holanda, país donde a nuestros ojos (los boricuas, que de alguna forma extraña mi cuerpo se fragmenta y se vuelve cyborg globalizado con los pies en Amsterdam y los ojos en Puerto Rico) la libertad es ícono nacional.</p>
<p>Holanda el país de la droga, Holanda del sexo&#8230; y los gays. Holanda, también, el país de Anna Frank, la voz que quizás más alto pudo hablar (de una forma perversamente necrófila) contra el Holocausto. ¿Curioso no? Me encuentro, yo -boricua que no he hecho más que vivir en Puerto Rico- en Holanda, esto en un momento donde muchos puertorriqueños se sienten oprimidos por censura institucional (<a href="http://comunarte.wordpress.com/2009/10/13/cierre-inconstitucional-en-la-upr/" target="_blank">el cierre de la universidad del Estado</a>), censura física (l<a href="http://dialogodigital.com/node/2997" target="_blank">os multiples incidentes de macanazos en escuelas y centros educativos</a>), censura estatal (el <a href="http://www.lostiempos.com/diario/actualidad/internacional/20090926/anuncian-despido-de-16470-trabajadores_38091_63642.html" target="_blank">quitarle el ingreso a miles de persona</a>s, por tanto su medio de consumir y participar directa-y legalmente-en una economía y sociedad capitalista) y censura emocional (<a href="http://www.primerahora.com/diario/noticia/politica/noticias/rodriguez_ema_acusaria_de_terrorismo_a_quienes_paralicen_los_muelles/335715" target="_blank">llamando a los disidentes terroristas</a> y citando el Patriot Act tal cuales talibanes con ecos nebulosos a Guantánamo, y esto que ni hablo de los comentarios de Fortuño sobre como estaba el recogido de café disponibles para <a href="http://www.primerahora.com/diario/noticia/politica/noticias/gobernador_pide_16_mil_personas_para_recoger_cafe/334852" target="_blank">los puertorriqueños ¨que quieran trabajar</a>¨, de forma que ni sentirse mal o quejarse por quedar desempleado es válido, es cosa de vagos y débiles).</p>
<p>Y en medio de todo esto, regresamos a <a href="http://www.plazalasamericas.net/" target="_blank">Plaza, el centro de todo</a>. El ¨mall¨ más grande del Caribe. A donde viajan hasta en avión los pobrecitos caribeños de las islas vírgenes para hacer compras ¨de verdad¨. Donde van los jóvenes a janguear, los viejitos a caminar, las jevas a modelar, los jevos a josear. Las madres a resolver todas las necesidades de la familia y escaparse de ellas a la vez. Plaza. Mi Plaza. Tu Plaza. Nuestra Plaza.</p>
<p><a href="http://www.elnuevodia.com/plazalasamericasamaneceracerrado-626425.html" target="_blank">Plaza que mañana permanecerá cerrada</a>.</p>
<p><em> ¨No puedo creer, los Fonalledas solidarios?¨pregunta otro estatus en el ciberespacio facebookiano.</em></p>
<p><span style="color:#333333;">Solidarios&#8230;curiosa palabra. Implica la unión, y casi por definición, una unión que surge por empatía a pesar de la diferencia, no porque estemos todos en el mismo bando. La solidaridad es un puente emocional, una forma de subsanar nuestra soledad, melancolía e impotencia ante cosas que se salen de nuestro control. Cosas que últimamente tienden a empezar en letras mayúsculas: Estado, Iglesia, Nación. Pero si la solidaridad es un puente, ¿por qué necesitaría de verjas, de muros&#8230;.de tormenteras? como las que están poniendo ahora mismo en Plaza. Para qué necesita poner una muralla (a lo frontera con México) quien es solidario. </span></p>
<p><span style="color:#333333;">No quiero ponerme cínica y paranoica pero quizás convendría recordar en este preciso momento que Rodríguez Ema, secretario de Estado y quien le arrebatara la cuestionable fama a Mr. ¨Such is life¨ al acusar a los dicidentes de terrorista, fue abogado y asesor financiero de los Fonalledas por mucho tiempo.</span></p>
<p><span style="color:#333333;">La gente no es bruta. Y con gente me refiero tanto a los Fonalledas (que sí, son gente también) como los demás. ¨Los demás¨, quienes quieran que sean, esa masa amorfa que se une ante al paro nacional, parece actual en coordinación aunque sin necesariamente estarlo. Nada más vale pensar en las protestas espontáneas en las escuelas a la hora del almuerzo, la protesta improntu frente a la oficina de trabajo estatal al recibir las infames cartas, y sí, hasta <a href="http://www.youtube.com/watch?v=l3esTGx5t_o" target="_blank">el huevo volador</a>&#8230;quién dijo que hacían falta los sindicatos. </span></p>
<p><span style="color:#333333;">Ante las circunstancias a la gente no le ha dado la real gana de esperar hasta el 15, y eso asusta. Que la gente le dé con <a href="http://www.vocero.com/noticia-32768-mujeres_se_encandenan_frente_al_banco_popular.html" target="_blank">amarrarse a bancos</a>, con <a href="http://www.primerahora.com/Xstatic/primerahora/template/content.aspx?se=nota&#38;id=337279" target="_blank">acampar en medio de la calle</a>, con protestar, con tirar, <a href="http://www.vocero.com/noticia-32502-amenazan_de_muerte_a_fortuo.html" target="_blank">amenazar de muerte</a> incluso&#8230; eso asusta. Pero lo más tenebroso es que se hace en lugares comunes.</span></p>
<p><span style="color:#333333;">Ya no se trata de la clásica demostración frente al capitolio. De la tradicional marcha a alguna institución gubernamental. La protesta no está localizada, delimitada por el Estado (o el sindicato) a un lugar particular. Hoy nos vamos a plaza, el centro de todo; lugar donde de alguna forma estraña los puertorriqueños diversos encuentran un lugar común. Un lugar que para muchos por mucho tiempo fue meramente lugar comodificado, sitio de consumerismo asociado con pasividad, ¨mamonismo¨ digamos. </span></p>
<p><span style="color:#333333;">Más la primera marcha contra la ley  7 fue en la Milla de Oro, y hoy nos vamos a Plaza. El lugar privado se vuelve público.  Como si se tratara de uno de nuestros peregrinajes cotidianos, pero de forma diferente, volvemos a los espacios comunes de nuestra vida diaria. Y así el lugar comodificado se vuelve harto incómodo. Desobediente. Desconfigurado, o quizás, hasta reconfigurado. La masa amorfa se vuelve multitud palpable. </span></p>
<p><span style="color:#333333;"><em> Fuerzas huracanadas, indeed, soplan en el centro de todo. </em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[“EM ALGUM MOMENTO A REALIDADE NÃO FOI HIPERREAL?”]]></title>
<link>http://semcp.wordpress.com/2009/10/06/%e2%80%9cem-algum-momento-a-realidade-nao-foi-hiperreal%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 14:24:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>semcp</dc:creator>
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<description><![CDATA[“EM ALGUM MOMENTO A REALIDADE NÃO FOI HIPERREAL?” – Questionamentos sobre uma pretensa irrealidade d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[“EM ALGUM MOMENTO A REALIDADE NÃO FOI HIPERREAL?” – Questionamentos sobre uma pretensa irrealidade d]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[De las palabras a las manos]]></title>
<link>http://mapacultural.wordpress.com/2009/09/17/de-las-palabras-a-las-manos/</link>
<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 21:56:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>mapacultural</dc:creator>
<guid>http://mapacultural.wordpress.com/2009/09/17/de-las-palabras-a-las-manos/</guid>
<description><![CDATA[Participación de Melanie Pérez Ortíz en el panel de la premiación. De las palabras a las manos Por M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Participación de Melanie Pérez Ortíz en el panel de la premiación. De las palabras a las manos Por M]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Los Críticos: ¿policías de la cultura?]]></title>
<link>http://mapacultural.wordpress.com/2009/09/16/los-criticos-%c2%bfpolicias-de-la-cultura/</link>
<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 22:44:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>mapacultural</dc:creator>
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<description><![CDATA[Participación de Mario E. Roche Morales en panel de la premiación. Los Críticos: ¿policías de la cul]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Participación de Mario E. Roche Morales en panel de la premiación. Los Críticos: ¿policías de la cul]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[En Puntillas todo es posible]]></title>
<link>http://mapacultural.wordpress.com/2009/09/16/en-puntillas-todo-es-posible/</link>
<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 22:37:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>mapacultural</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mención en la categoría de Crítica Cultural Certamen Universitario de Crítica e Investigación Cultur]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Mención en la categoría de Crítica Cultural Certamen Universitario de Crítica e Investigación Cultur]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[¿Cuál es el objetivo de la fama?: reconocimiento, poder y consumo en Objetivo Fama  ]]></title>
<link>http://mapacultural.wordpress.com/2009/09/16/%c2%bfcual-es-el-objetivo-de-la-fama-reconocimiento-poder-y-consumo-en-objetivo-fama/</link>
<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 22:25:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>mapacultural</dc:creator>
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<description><![CDATA[Premio en la categoría de Crítica Cultural Certamen Universitario de Crítica e Investigación Cultura]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Premio en la categoría de Crítica Cultural Certamen Universitario de Crítica e Investigación Cultura]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Miguel Sanches Neto discute formação do leitor]]></title>
<link>http://pasquimcultural.wordpress.com/2009/08/25/sanches-neto-discute-prejuizos-na-formacao-do-leitor/</link>
<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 16:58:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Henrique Luiz Fendrich</dc:creator>
<guid>http://pasquimcultural.wordpress.com/2009/08/25/sanches-neto-discute-prejuizos-na-formacao-do-leitor/</guid>
<description><![CDATA[Aproximar o leitor dos autores. Esse é um dos méritos que o escritor e crítico literário paranaense ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Aproximar o leitor dos autores. Esse é um dos méritos que o escritor e crítico literário paranaense Miguel Sanches Neto enxerga na realização da 1ª Bienal do Livro de Curitiba, de 27/08 à 04/09 na Expo Unimed. Um evento como esse, simbolicamente dedicado à literatura, também representa uma boa oportunidade de mídia para o autor. “Cria-se, assim, um fato que coloca a literatura no centro do noticiário”, explica. E isso num momento em que, para Sanches, diminuem os espaços para os livros no mundo todo.</p>
<p>O escritor fará parte da mesa-redonda “Literatura em Perigo? Obras ou Críticos? Ou: Todorov Uma Ova”, prevista para às 19h30 de segunda-feira, dia 31, no auditório principal do evento. Além de Sanches, farão parte da mesa Regina Zilberman e Wander Melo Miranda. O trio deve debater o momento em que a literatura deixou de ser o centro da cultura, perdendo espaço para a crítica cultural, e o quanto isso foi prejudicial para a formação do leitor. “Hoje o leitor não consegue ver a relevância do texto literário como instrumento de formação pessoal. A literatura tornou-se apenas uma disciplina a mais”, comenta.</p>
<p><strong>Serviço: </strong><em>Mesa Redonda “Literatura em Perigo? Obras ou Críticos? Ou: Todorov Uma Ova” – I Bienal do Livro de Curitiba</em></p>
<p><strong>Participantes</strong>: Miguel Sanches Neto, Regina Zilbermann e Wander Melo Miranda, com moderação de Marta Morais da Costa</p>
<p><strong>Quando</strong>: 31/08/09</p>
<p><strong>Onde</strong>: Auditório Principal da Expo Unimed – Curitiba</p>
<p>Endereço: R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza 5300 – Campo Comprido</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curso de Especialização em Jornalismo e Crítica Cultural – Recife]]></title>
<link>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/08/24/curso-de-especializacao-em-jornalismo-e-critica-cultural-%e2%80%93-recife/</link>
<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 12:42:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redação CPJ</dc:creator>
<guid>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/08/24/curso-de-especializacao-em-jornalismo-e-critica-cultural-%e2%80%93-recife/</guid>
<description><![CDATA[O curso de pós-graduação visa capacitar jornalistas e outros profissionais para exercer com o trabal]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O curso de pós-graduação visa capacitar jornalistas e outros profissionais para exercer com o trabalho de crítica e produção cultural. O programa abrange produções culturais voltadas às áreas de cinema, teatro, fotografia, literatura, música popular e clássica, artes visuais, entre outros. As aulas englobam também questões conceituais como as relações da cultura local com a cultura global, os diferentes padrões do texto crítico e as técnicas de pesquisa científica. Além de jornalistas, o curso é direcionado a profissionais de outras áreas, como galeristas, educadores, museólogos, produtores culturais e interessados em cultura contemporânea.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem organiza</strong> – UFPE &#8211; Universidade Federal de Pernambuco</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Onde</strong> – Avenida Prof. Moraes Rego, 1235, Cidade Universitária – Recife/PE</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quando</strong> – de 21 de setembro de 2009 a 30 de novembro de 2010</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Inscrição – </strong>R$ 15</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Prazo final de inscrição – </strong>28 de agosto de 2009</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Resultado da seleção – </strong>2 de setembro de 2009</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Telefone</strong> – (81) 2126-8960</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>E-mail –</strong> <a href="mailto:propesq@propesq.ufpe.br">propesq@propesq.ufpe.br</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Site</strong> – <a href="http://www.ufpe.br/" target="_blank">Universidade Federal de Pernambuco</a></p>
<p style="text-align:justify;">Para mais informações sobre inscrições e outros, acesse o site da instituição.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: <a href="http://pe360graus.globo.com/educacao/educacao-e-carreiras/pos-graduacao/2009/08/14/NWS,496314,35,343,EDUCACAO,885-UFPE-PROMOVE-CURSO-ESPECIALIZACAO-JORNALISMO-CRITICA-CULTURAL.aspx" target="_blank">pe360graus</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Parte 3 – Nietzsche sobre o ‘Último Homem’ e Niilismo]]></title>
<link>http://semcp.wordpress.com/2009/07/22/parte-3-%e2%80%93-nietzsche-sobre-o-%e2%80%98ultimo-homem%e2%80%99-e-niilismo/</link>
<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 19:52:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>semcp</dc:creator>
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<description><![CDATA[O que seria a parte 2.2 vai ser adiada por acabar sendo meramente uma resposta ao tipo de mentalidad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O que seria a parte 2.2 vai ser adiada por acabar sendo meramente uma resposta ao tipo de mentalidad]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Todas as críticas oficiais do FIT, só que 'abertas']]></title>
<link>http://cubomagicoblog.wordpress.com/2009/07/20/todas-as-criticas-oficiais-do-fit-so-que-abertas/</link>
<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 20:15:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lucas Pretti</dc:creator>
<guid>http://cubomagicoblog.wordpress.com/2009/07/20/todas-as-criticas-oficiais-do-fit-so-que-abertas/</guid>
<description><![CDATA[Acabei de abrir outro blog, temporário e com a intenção de arquivar material para consulta eterna. É]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Acabei de abrir outro blog, temporário e com a intenção de arquivar material para consulta eterna. É o <a href="http://painelcriticofit2009.wordpress.com" target="_blank">Painel Crítico &#8211; FIT 2009</a>, com as críticas oficiais do Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto.</p>
<p><a href="http://painelcriticofit2009.wordpress.com/"><img class="alignnone size-full wp-image-1066" title="lay-out Painel Crítico" src="http://cubomagicoblog.wordpress.com/files/2009/07/painelcritico-thumb.jpg" alt="lay-out Painel Crítico" width="630" height="482" /></a></p>
<p>A descrição (<a href="http://painelcriticofit2009.wordpress.com/sobre/" target="_blank">original aqui</a>):</p>
<blockquote>
<p style="font-size:1em;margin:0 0 10px;padding:0;">O <a href="http://www.festivalriopreto.com.br" target="_blank">Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto (FIT)</a> se diferencia dos demais por oferecer ao público especializado ou não um painel de críticas de todos os espetáculos selecionados – então, além de vitrine de espetáculos, o festival se propõe realmente a discutir linguagem, estética, influências e a temática do teatro contemporâneo brasileiro e internacional.</p>
<p style="font-size:1em;margin:0 0 10px;padding:0;">Mas…</p>
<p style="font-size:1em;margin:0 0 10px;padding:0;">Todas as críticas ficam fechadas no site do festival. Não tem nem como fazer referência aos textos e colocar links, quanto mais pensar em comentá-las. O site todo é péssimo, desenvolvido em flash com mil movimentos em cada item e usabilidade sofrível.</p>
<p style="font-size:1em;margin:0 0 10px;padding:0;"><strong>Abro este blog para abrir também as críticas do festival</strong>, para poupar a organização dos comentários negativos sensatos de sempre: a classe teatral só discute entre si e as peças e todo o debate em torno delas são herméticos por natureza.</p>
<p style="font-size:1em;margin:0 0 10px;padding:0;">Quem sabe não sirva também para apresentar a internet ao FIT – ferramentas gratuitas, integradas, aberta a comentários, participação do público e acessibilidade. Não adianta discursar sobre interatividade e as “instâncias da subjetividade” (o “conceito” do FIT 2009) com um site como este: <a href="http://www.festivalriopreto.com.br" target="_blank">www.festivalriopreto.com.br</a>.</p>
<p style="font-size:1em;margin:0 0 10px;padding:0;">Aproveitem, comentem e espalhem os textos de Clóvis Massa (Porto Alegre), Lúcio Agra (São Paulo), Luiz Marfuz (Salvador), Maria Beatriz de Medeiros (Brasília), Kil Abreu (Santo André) e Walter Lima Torres (Curitiba).</p>
</blockquote>
<p style="font-size:1em;margin:0 0 10px;padding:0;">Estou acompanhando o FIT desde sábado (18) e fico até o próximo (25). Logo posto impressões sobre as peças. Elas são só um dos motivos que me trazem a Rio Preto – tem também os <a href="http://cubomagicoblog.wordpress.com/2009/07/08/rituais/" target="_self">amigos</a>, a cerveja, o calor e as férias.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre o jornalismo tradicional de artes – resposta de Rockwell a McLennan]]></title>
<link>http://culturascopio.com/2009/07/20/sobre-o-jornalismo-tradicional-de-artes-%e2%80%93-resposta-de-rockwell-a-mclennan/</link>
<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 11:06:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dora Santos Silva</dc:creator>
<guid>http://culturascopio.com/2009/07/20/sobre-o-jornalismo-tradicional-de-artes-%e2%80%93-resposta-de-rockwell-a-mclennan/</guid>
<description><![CDATA[A quem leu o artigo sobre o futuro do jornalismo “tradicional” de artes de Douglas McLennan (sobre o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">A quem leu o artigo sobre o futuro do jornalismo “tradicional” de artes de Douglas McLennan (<a href="http://culturascopio.wordpress.com/2009/07/15/um-futuro-para-o-jornalismo-de-artes-e-um-concurso-que-deve-ser-acompanhado-de-perto/" target="_blank">sobre o qual escrevi aqui há uns dias</a>) proponho a leitura dos <a href="http://www.najp.org/articles/2009/07/traditional-arts-journalism.html" target="_blank">comentários de John Rockwell </a>a esse mesmo artigo, em particular na sua posição em relação à crítica cultural, que tem vindo a perder força e a sofrer de uma crise de identidade em todos <em>media</em>, inclusive em Portugal, onde esta está a ser substituída cada vez mais pelas <em>reviews</em> de índole comercial e por listas extensivas das agendas culturais.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Para este jornalista do New York Times, os melhores críticos de arte são “cúmplices” dos leitores e não superiores (de uma forma “snob”), criando laços e público fiel. Este género jornalístico – que é, no fundo, um elemento diferenciador do jornalismo de artes – não deve, por isso, ser renegado de um novo modelo desta área.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">A meio do artigo, num parágrafo perdido, Rockwell consegue tocar na ferida, ironicamente numa passagem entre parênteses, ao “lançar” três problemas que afectam o jornalismo de artes – recursos humanos com demasiado trabalho, editores mal informados e, sobretudo, uma concepção prosaica e sem imaginação do que a cultura realmente significa hoje. Subscrevo sem dúvidas o último e fico à espera que Rockwell o aprofunde.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curso – Fundamentos de crítica cultural – Cinema e Literatura]]></title>
<link>http://seminariocinema2009.wordpress.com/?p=263</link>
<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 19:46:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Orlando Lopes</dc:creator>
<guid>http://seminariocinema2009.wordpress.com/?p=263</guid>
<description><![CDATA[Curso – Fundamentos de crítica cultural – Cinema e Literatura Prof. Orlando Lopes (Doutor em Literat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Curso – Fundamentos de crítica cultural – Cinema e Literatura</p>
<p>Prof. Orlando Lopes (Doutor em Literatura Comparada/UERJ)</p>
<p>Data: 06/07 (segunda)</p>
<p>Início: 15h</p>
<p>Fim: 18h</p>
<p>Sinopse: O contexto contemporâneo da crítica cultural: algumas aproximações. Definição de Literatura e de Cinema para o exercício crítico: entre o sistema da arte e o campo da cultura. Sociedades de massa, sociedades de rede, sociedades de informação – as economias simbólicas da ação crítica na cultura contemporânea.</p>
<p>O contexto contemporâneo da crítica cultural: algumas aproximações.</p>
<p>Definição de Literatura e de Cinema para o exercício crítico: entre o sistema da arte e o campo da cultura.</p>
<p>Sociedades de massa, sociedades de rede, sociedades de informação – as economias simbólicas da ação crítica na cultura contemporânea.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Iconoclastia]]></title>
<link>http://semcp.wordpress.com/2009/07/02/iconoclastia/</link>
<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 19:15:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>semcp</dc:creator>
<guid>http://semcp.wordpress.com/2009/07/02/iconoclastia/</guid>
<description><![CDATA[Eu torrei meu último seguro desemprego ficando uns dias na cidade que talvez seja considerada o berç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Eu torrei meu último seguro desemprego ficando uns dias na cidade que talvez seja considerada o berç]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Kulturnazis, o filme]]></title>
<link>http://semcp.wordpress.com/2009/07/02/kulturnazis-o-filme/</link>
<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 16:33:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>semcp</dc:creator>
<guid>http://semcp.wordpress.com/2009/07/02/kulturnazis-o-filme/</guid>
<description><![CDATA[Topei com um ex-aluno no metrô, que na época era um bola de meia total viciado em vídeo-game, hoje é]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Topei com um ex-aluno no metrô, que na época era um bola de meia total viciado em vídeo-game, hoje é]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¡Un año y un mes sin publicar ninguna nota!]]></title>
<link>http://laconjura.wordpress.com/2009/05/08/%c2%a1un-ano-y-un-mes-sin-publicar-ninguna-nota/</link>
<pubDate>Fri, 08 May 2009 15:56:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>NedLudd</dc:creator>
<guid>http://laconjura.wordpress.com/2009/05/08/%c2%a1un-ano-y-un-mes-sin-publicar-ninguna-nota/</guid>
<description><![CDATA[El Consejo, propenso a enorgullecerse de cualquier cosa, se enorgullece esta vez de haber estado 1 a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>El <strong>Consejo</strong>, propenso a enorgullecerse de cualquier cosa, se enorgullece esta vez de haber estado 1 año y un mes sin publicar ninguna nota en la página. No obstante lo cual siguió siendo un éxito sin precedentes en visitas (ver &#8220;<em>El increíble éxito de La conjura de los necios&#8221;</em> en <strong>Google, Facebook, Taringa, La conjura y otro casos de éxitos</strong> de<em> </em>Federico Wiemeyer, Horacio Verbitsky y Luis Pedro Tony, Editorial Sudalaamericana 2009), en comentarios y en amenazas de muertes recibidas.</p>
<p>Por tal motivo, hemos decidido desde el<strong> Comité de Emergencia Comunicacional</strong> del <strong>Consejo</strong>, romper el silencio de letras y homenajear a nuestros fieles visitantes, comentaristas y amenazadores con este post que no tiene otro objetivo que el de decir &#8220;acá estamos, como siempre, junto a ustedes. Y gracias, de corazón&#8221;.</p>
<p>Como decir esa boludes, la verdad que no merece un posteo, decidimos agregar a continuación la siguiente <a href="http://www.questionpro.com/akira/TakeSurvey?id=1235824" target="_blank">encuesta</a> para conocer la opinión de nuestros leedores sobre la página y el <strong>Consejo </strong>en general, pero fundamentalmente sobre la &#8220;polémica&#8221; nota que Indio nos diera en exclusiva, diciendo las cosas &#8220;que nunca antes me atreví a contar&#8221;, como él nos aclaró.</p>
<p>Sin más, con ustedes la encuesta. Desde ya, agradecemos por vuestra participación.</p>
<p>El mismo afectuoso saludo de hace una año y un mes, recargado de emoción.</p>
<p>Comité de Emergencia Comunicacional del Consejo</p>
<p><a href="http://www.questionpro.com/akira/TakeSurvey?id=1235824" target="_blank">Click acá para responder la encuesta</a></p>
<p><a href="http://www.questionpro.com/akira/TakeSurvey?id=1235824"><br />
</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EL FUTURO DE LA UNIVERSIDAD PÚBLICA Por José Luis Pardo ]]></title>
<link>http://labola.wordpress.com/2009/03/07/el-futuro-de-la-universidad-publica-por-jose-luis-pardo/</link>
<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 11:48:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>avrocca</dc:creator>
<guid>http://labola.wordpress.com/2009/03/07/el-futuro-de-la-universidad-publica-por-jose-luis-pardo/</guid>
<description><![CDATA[Dr. José Luis Pardo Universidad Complutense Dr. Adolfo Vásquez Rocca &#8211; Compilador José Luis Pa]]></description>
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<title><![CDATA[SLOTERDIJK Y LA GLOBALIZACIÓN:  FONDECYT  2008 - 2009]]></title>
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<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 18:43:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>avrocca</dc:creator>
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<description><![CDATA[SLOTERDIJK Y LA GLOBALIZACIÓN: ESCÁNDALO EN FONDECYT CHILE 2008 &#8211; 2009 FONDECYT FINANCIA INVES]]></description>
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<title><![CDATA[EL EFECTO CNN;  DEL SECUESTRO DE LAS IMÁGENES AL  “ESPECTÁCULO HUMANITARIO”.  Por Adolfo Vásquez Rocca]]></title>
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<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 02:11:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>avrocca</dc:creator>
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<description><![CDATA[Adolfo Vásquez Rocca Adolfo Vásquez Rocca Doctor en Filosofía y Teoría del Arte Referencia: VÁSQUEZ ]]></description>
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