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	<title>critica-musical &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/critica-musical/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "critica-musical"</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 15:01:30 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Portadas de revistas musicales]]></title>
<link>http://rinuccio31.wordpress.com/2009/11/19/portadas-de-revistas-musicales/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 01:09:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>rinuccio31</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cuando uno va al kiosko a comprar una revista musical, bien sea de música clásica o de música pop, e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Cuando uno va al kiosko a comprar una revista musical, bien sea de música clásica o de música pop, espera encontrar toda la información relativa a sus artistas preferidos, sus discos, sus giras, sus promociones, lo que sea.</p>
<p>Cuando en las numerosas revistas especializadas en clásica que se pueden comprar en España -recordemos nombres como Scherzo, Ópera Actual, Melómano, Ritmo, Gramophone, etc- vemos en sus portadas un artista, un sello discográfico una orquesta o una agrupación cualquiera, siempre se piensa que el o los que aparecen lo hacen porque están de moda, acaban de sacar una nueva grabación, están de gira de presentación de temporada, etc. Esto es lo normal y lo que se espera de una revista de información, que informe y saque a la luz a la gente que por méritos están en boca de todos y en los teatros o auditorios.</p>
<p>Hasta aquí la cosa es normal en el sentido de la información, teniendo en cuenta que la opinión también existe en las revistas y es necesaria ya que con las diferentes opiniones se van forjando las distintas visiones que el aficionado o el profesional tienen de lo que ocurre en su profesión o su afición, en su caso. En esto hay que tener en cuenta siempre que ningún critico debería convertirse en un gurú al que todo el mundo cree sin meditar y sin discutir los razonamientos que propone en sus críticas.Las opiniones son siempre buenas pero siempre discutibles porque en el arte hay mucho de subjetivo a mi entender.</p>
<p>Pienso que la crítica debe estar basada en un conocimiento profundo de la música, bien como especialista, bien como estudioso de la discografía y de las obras musicales. Ahora bien, todo el mundo sabe que los intereses personales existen y muchas veces lo que aparece en las críticas o comentarios de revistas adolecen de un interés más particular que real.</p>
<p>En estos intereses reside el problema que traigo hoy a colación.</p>
<p>¿Es consciente el público de que muchas de las portadas de las revistas musicales especializadas en música clásica son compradas y que el que sale o los que salen han gastado una suma interesante de dinero para propia promoción?</p>
<p>Pues sí, es totalmente cierto. Está claro que una gran compañía de discos puede &#8220;subvencionar&#8221; un artista pagando una portada a todo color con su artículo con muchas fotos dentro, pero, es lícito que un artista, a nivel particular, pueda pagar para aparecer en portada y hacer creer al público general que esa portada es por méritos propios y no porque se ha pagado del orden de 3000, 4000 o 5000 euros?</p>
<p>Es cierto que mucha gente, más de la que nos creemos, es muy crédula y cree todo lo que se le dice por televisión y mucho de lo que aparece en la prensa escrita, sin comparar, sin informarse y sin contrastar las informaciones. Por eso, y ahí va mi pregunta, ¿es lícito que las portadas de las revistas sean pagadas? ¿Es lícito que cualquiera que cante o toque, sin cuenta con una suma de dinero importante, pueda aparecer en portada de una revista especializada sin que ello suponga necesariamente que ese artista está al nivel para aparecer en portada desplazando a otros que sí que lo merecen por méritos artísticos probados?</p>
<p>Dejo la pregunta en el aire&#8230; ¿Alguien se anima?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O Barbeiro de Sevilha!]]></title>
<link>http://1stmovement.wordpress.com/2009/11/17/o-barbeiro-de-sevilha/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 15:41:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>1stmovement</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ópera é muito chique, não é mesmo? Mas somente hoje em dia, pois em sua concepção original no períod]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://1stmovement.wordpress.com/files/2009/11/barbeiro.jpg"><img src="http://1stmovement.wordpress.com/files/2009/11/barbeiro.jpg?w=211" alt="" title="Barbeiro de Sevilha" width="211" height="300" class="alignright size-medium wp-image-377" /></a></p>
<p>Ópera é muito chique, não é mesmo? Mas somente hoje em dia, pois em sua concepção original no período clássico a ópera era um espetáculo para o povo, algo feito para agradar o grande público. Mas hoje ela está subiu de nível, é sinônimo de refino, de inacessibilidade. Uma pena! Pois é com certeza uma das formas de arte mais completa e complexa existentes. Música, canto, atuação cênica, figurino, cenário&#8230; um cantor de ópera tem que ser muito versátil.</p>
<p>E isso existe em Santa Catarina! A Orquestra de Ópera de Santa Catarina, juntamente com o Polyphonia Khoros novamente cumpre no final do ano o ritual de apresentarem uma ópera oo público catarinense, desta vez, O Barbeiro de Sevilha, de Rossini. E desta vez eu pude estar lá no novo teatro Governador Pedro Ivo em Florianópolis. Simplesmente fantástico! Assistir de perto uma ópera completa com quase 3h de duração é realmetne uma experiência que precisa ser experimentada. </p>
<p>Méritos aos organizadores, aos músicos, aos cantores e principalmente aos solistas! O nosso querido Douglas Hahn no papel de Fígaro e o Pepes do Valle no papel de Don Bartolo foram os meus destaques. Além de uma voz potente e bem postada, ambos tem uma facilidade cênica digna de atores formados para tal.</p>
<p>Foram 4 noites de casa cheia que se encerraram no último domingo, eu assiti a apresentação de sexta-feira, e saí de lá com o sentimento de que estaria voltando para uma cidade desaculturada. Percebi o quão atrasados estamos culturalmente de nossa capital, que já não é tudo aquilo, imaginem de outras cidades brasileiras! Isso se tornou mais evidente quando trouxe comigo o catálogo das apresentações do ano de 2009 da Camerata Florianópolis&#8230; uma agenda cheia de apresentações de primeiro nível, à disposição dos florianopolitanos. </p>
<p>Que bom seria termo uma apresentação dessa em Joinville, não? Mas onde? Não temos teatro com fosso para orquestra&#8230; não temos teatro! Não quero reclamar, quero trabalhar para contribuir no crescimento dessa cidade em que vivo, mas não posso deixar de falar do que vi e ouvi em outros lugares&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[I Pré-Fórum de Crítica Cultural em Alagoinhas]]></title>
<link>http://plugcultura.wordpress.com/2009/11/16/malha-cultural-no-brasil-e-tema-de-forum-em-alagoinhas/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 13:57:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>plugcultura</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Programa de Pós-Graduação em Crítica Cultural (Pós-Crítica), do Campus II da Universidade do Estad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Programa de Pós-Graduação em Crítica Cultural (Pós-Crítica), do Campus II da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), realiza nos dias 17 e 18 de dezembro o I Pré-Fórum em Crítica Cultural, na cidade de Alagoinhas.  O evento  acontece no auditório do Departamento de Educação (DEDC) do campus e vai selecionar 140 trabalhos científicos para serem apresentados no <strong>II Fórum de Crítica Cultural</strong>, a ser realizado em abril de 2010.</p>
<p>O pré-fórum é gratuito e aberto ao público externo, e os interessados podem inscrever trabalhos até o dia 30 de novembro. Para categoria ouvinte, as inscrições podem ser realizadas até o dia 17 de dezembro. Entre os convidados da organização do evento estão a filósofa Marilena Chauí e os escritores Silviano Santiago e Eneida Cunha.</p>
<p><strong><a href="http://www.uneb.br/exibe_noticia.jsp?pubid=4330"><span style="color:#3366ff;">Leia mais</span></a></strong></p>
<p><strong>Serviço<br />
O que:</strong> I Pré-Fórum em Crítica Cultural<br />
<strong>Quando:</strong> dias 17 e 18 de novembro<br />
<strong>Onde:</strong> em Alagoinhas</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curso de Crítica Musical Jornalística – Maringá]]></title>
<link>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/11/11/curso-de-critica-musical-jornalistica-%e2%80%93-maringa/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 22:42:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redação CPJ</dc:creator>
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<description><![CDATA[O curso tem a proposta de apresentar os principais conceitos que norteiam a produção jornalística vo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O curso tem a proposta de apresentar os principais conceitos que norteiam a produção jornalística voltada à crítica musical. Entre outros temas, o cronograma aborda os aspectos relevantes para a construção de uma boa análise, explica quais pontos devem ser considerados e ilustra os contextos necessários para a elaboração de uma crítica musical.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem organiza</strong> – Universidade Estadual de Maringá (UEM)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Onde</strong> – Departamento de Música – Avenida Colombo, Jardim Universitário, Bloco 8 – Maringá/PR</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quando</strong> – dia 14 de novembro de 2009, de 8h30 a 18h00</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Valor</strong> – de R$ 60  a R$ 120</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem ministra</strong> – <em>Leonardo Martinelli</em> (compositor com graduação e mestrado em composição pelo Instituto de Artes da Unesp (Universidade Estadual Paulista), tendo suas obras executadas nos mais importantes festivais do Brasil e da América Latina. Atua como crítico e jornalista, sendo em um dos pioneiros no Brasil a editar um blog totalmente dedicado à música clássica, em 2005)<em> </em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Telefone</strong> – (44) 3261-4040</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Site</strong> – <a href="http://www.dmu.uem.br/index.php?option=com_content&#38;view=article&#38;id=114:curso-de-critica-musical-jornalistica&#38;catid=8:Novidades&#38;Itemid=24" target="_blank">UEM – Departamento de Música</a></p>
<p style="text-align:justify;">Para mais informações sobre inscrições, formas de pagamento e outros, acesse o site da instituição.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: <a href="http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/229312" target="_blank">O Diário do Norte do Paraná</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Franconian Brass Ensemble]]></title>
<link>http://1stmovement.wordpress.com/2009/11/08/franconian-brass-ensemble/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 16:39:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>1stmovement</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nesta semana que se encerrou, Joinville recebeu mais um concerto especial em comemoração as 180 da i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://1stmovement.wordpress.com/files/2009/11/180.gif" alt="180 anos imigração alemã" title="180 anos imigração alemã" width="250" height="250" class="alignleft size-full wp-image-368" /></p>
<p>Nesta semana que se encerrou, Joinville recebeu mais um concerto especial em comemoração as 180 da imigração alemã em Santa Catarina, foi o Franconian Brass Ensemble. Esse grupo é um coro de metais, uma tradição na Alemanha de mais de 200 anos, onde praticamente todas as paróquias luteranas tem trabalho com instrumentistas com metais que participam nos cultos e nas celebrações festivas.</p>
<p>Esse grupo em especial, não é um grupo de uma única paróquia, é uma seleção de alguns músicos da região de Nüremberg, que foi formado especialmente para essa viagem ao Brasil. São 19 músicos de se reuniram apenas pouco tempo antes da viagem para ensaiar e se conhecer.</p>
<p>Foram dois concertos em Joinville, um na São Mateus e outro na Bom Pastor. Eu, particularmente não aprecio muito a música em forma de coro de metais, acho difícil encontrar um naipe de metais preciso e afinado até mesmo em bandas em geral. Tenho que dizer que o grupo me surpreendeu nesse aspecto: afinação, precisão e até mesmo entrosamento &#8211; em contradição ao pouco tempo juntos &#8211; se fizeram presente em todo o concerto. Com um repertório pouco conhecido por nós, com muitas músicas de compositores alemães recentes e integrantes da igreja de lá, o grupo cativou os presentes com algumas peças típicas da cultura alemã, como por exemplo &#8220;So ein tag&#8221; onde todos cantaram juntos! (todos os alemães!). Mantendo os padrões de comparação dentro de uma esfera de músicos amadores, que não se dedicam integralmente a esse trabalho, o grupo realemente alcançou o objetivo proposto nesse projeto e com um bom coeficiente de qualidade!</p>
<p>Tive também a oportunidade de hospedar em minha casa duas jovens integrantes do grupo: Marion Roeder (trompete) e Ulrike Kummer (trombone). Essa é uma experiência muito enriquecedora que eu aprendi a dar valor quando em minha viagem pela Alemanha com o grupo Txai vivenciei algumas vezes, trata-se da inclusão profunda na cultura e no dia-a-dia de um país até então desconhecido para você. Um dia eu aprendo alemão ainda&#8230; por enquanto a conversa foi num inglês mediano! Herzlichen Glückwunsch Marion und Ulrike für Konzerte und die schönen Momente der Gemeinschaft! Best wishes!</p>
<p><img src="http://1stmovement.wordpress.com/files/2009/11/franconian.jpg?w=300" alt="franconian brass ensemble" title="franconian brass ensemble" width="300" height="199" class="alignnone size-medium wp-image-369" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Me dê motivo!]]></title>
<link>http://meucriadomudo.wordpress.com/2009/10/30/me-de-motivo/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 01:22:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruna Pinheiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sabe quando você vê uma coisa e não consegue ficar sem dar uma opinião? Pois fiquei assim nesse exat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Sabe quando você vê uma coisa e não consegue ficar sem dar uma opinião? Pois fiquei assim nesse exat]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chimarruts no Big Bowlling]]></title>
<link>http://1stmovement.wordpress.com/2009/10/28/chimarruts-no-big-bowlling/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 15:27:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>1stmovement</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sexta-feira passada foi noite de reggae em Joinville, e a casa do reggae em Joinville é o Big Bowlli]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sexta-feira passada foi noite de reggae em Joinville, e a casa do reggae em Joinville é o Big Bowlling. Joinville tem um grande público pra esse estilo, todas as bandas que passam por aqui encontram casas cheias e muita animação. Nesse show a cantora Tati confessou que é um dos lugares que ela se sente mais a vontade pra cantar. Legal ouvir isso!</p>
<p>Eu já tive a oportunidade de assistir alguns shows do Chimarruts, e esse não foi diferente dos demais, o carisma da banda contagia o público e faz o povo cantar. Legal é que eles não tem apenas um punhado de músicas boas como algumas bandas, é um show que mantém o nível do começo ao final. Gosto muito da musicalidade da banda: aquele naipe de metais e a segunda voz da Tati são um diferencial incrível! E ainda complementado com flauta transversa e gaita de boca em uma música ou outra. É uma banda completa, com uma produção musical rica e um futuro ainda promissor! Levou merecidamente o prêmio de melhor banda de reggae do Brasil (VMB).</p>
<p><img src="http://1stmovement.wordpress.com/files/2009/10/chimarruts-banda-de-reggae.jpg?w=300" alt="Chimarruts" title="Chimarruts" width="300" height="200" class="alignleft size-medium wp-image-346" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[7o Joinville Jazz Festival]]></title>
<link>http://1stmovement.wordpress.com/2009/10/26/7o-joinville-jazz-festival/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 14:59:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>1stmovement</dc:creator>
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<description><![CDATA[Na última semana aconteceu em Joinville a sétima edição do Joinville Jazz Festival. Isso mesmo, fest]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Na última semana aconteceu em Joinville a sétima edição do Joinville Jazz Festival. Isso mesmo, festival de Jazz em Joinville! Se você não ficou sabendo, não se preocupe, muita gente também está nesse grupo. As últimas edições tem sido marcadas pelo aperto orçamentário e definições em cima da hora, o que prejudica a divulgação do evento na cidade.</p>
<p>Mas quem conseguiu ficar sabendo e conseguiu liberar a agenda em cima da hora pra assistir às apresentações no palco da Lyra não se decepcionou. Eu só conseguiu me fazer presente na primeira noite, e fiz questão de aproveitar ao máximo, com direito aos três shows na Lyra e Jam Session no Liverpool na sequência.</p>
<p>No palco principal, a noite teve a abertura com a banda do 62ºBI e na sequência Heloísa Fernandes, uma pianista muito virtuosa. Mas o auge mesmo foi a apresentação de Toninho Horta com seu Quarteto Fantasma, um guitarrista da com muita estrada percorrida, já considerado um dos melhores do mundo. E quem foi pra ver Toninho na guitarra se surpreendeu com o Mr. Berger no violino, um austríaco super excêntrico que roubou a cena! Ele simplesmente “destruía” com seu violino! Solos incríveis com afinação precisa e som claro e limpo. Claro que chama a atenção um instrumento como o violino no meio do jazz e do som instrumental contemporâneo, mas o Mr. Berger realmente foi a estrela da noite.</p>
<p>O som descontraído e mais a vontade rolou no Liverpool mais tarde. Tendo como banda base o pessoal da Amazônia Jazz Band (de Belém do Pará), os músicos se revezaram no palco com músicos locais e oficineiros. Música de qualidade que não acontece toda hora em Joinville (mas poderia, pois músicos não faltam!).</p>
<p>Enfim, entre shows, oficinas e apresentações públicas o Joinville Jazz Festival passa voando e se despede novamente. O que fica é o desejo de que no ano que vem seja melhor, não precisa nem ser melhor em termos de qualidade, mas e planejamento e divulgação, pra fazer o joinvillense saber que o festival existe e encher a casa todas as noites! Deixo um trecho da primeira música interpretada por Rudi Berger e companhia, ou melhor, Toninho Horta e Quarteto Fantasma! (será que eu sou violinista?)</p>
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<title><![CDATA[<em>parênteses_</em> <strong>O que Lester Bangs teria dito disso tudo?</strong>]]></title>
<link>http://untuned.wordpress.com/2009/10/22/o-que-lester-bangs-teria-dito-disso-tudo/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 23:49:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo Hiraoka</dc:creator>
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<description><![CDATA[Os Beatles foram acima de tudo um momento. Mas a geração deles não foi a única geração na história, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-3062" title="Lester Bangs" src="http://untuned.wordpress.com/files/2009/10/lesterbangs_post.jpg" alt="Lester Bangs" width="467" height="189" /></p>
<blockquote><p>Os Beatles foram acima de tudo um momento. Mas a geração deles não foi a única geração na história, e insistir em manter a brasa daqueles sonhos acesa de qualquer maneira, com a esperança de que ela voltará de alguma forma a arder novamente nos anos 80, é uma busca tão fútil quanto tentar transformar as letras de Lennon em poesia. É por aquele momento &#8211; não pelo homem John Lennon &#8211; que você está de luto, se é que você está de luto. Em última instância, você está de luto por si mesmo.</p></blockquote>
<p>Um louco atirou em Lennon, em frente ao edifício Dakota, na noite do dia 8 de dezembro de 1980, uma segunda-feira. Três dias depois, foi com essas palavras, transcritas acima, que Lester Bangs estampou as páginas do Los Angeles Times e estapeou a cara dos milhares de leitores que ainda choravam a morte do ex-Beatle. &#8220;Thinking the unthinkable about John Lennon&#8221; chamava-se o artigo. Assim era. Lester Bangs não negava o atrevimento. Mas também não se desculpava. Nem tinha porquê, na verdade. Afinal, o negócio do rock, e de tudo que o envolve, sempre foi esse. Pensar o impensável &#8211; e dizê-lo, acima de tudo. Bangs, como crítico e músico de rock, fazia isso. Lennon também. Já em 1970, ele havia declarado, &#8220;The dream is over&#8221;, na mesma canção em que dizia não acreditar em Jesus, nem em Elvis, nem nos Beatles. Ninguém o escutou. E durante uma década, ninguém quis acordar. Até aquela noite de segunda-feira.</p>
<p>As deturpações e idealismos baratos, no entanto, não cessariam. Pelo contrário, tirariam dali o incentivo para se inflamarem. O artigo de Lester talvez tenha representado um último suspiro neste empenho de chacoalhar a cabeça das pessoas e, quem sabe, influenciar em um destino melhor para os anos 80, ao menos mais promissor do que aquele de desilusão que se anunciava no nascer da década. Enfim, Bangs não odiava Lennon, ele apenas sabia bem o que ex-Beatle era.</p>
<blockquote><p>Não consigo ficar de luto por John Lennon. Eu não conhecia o cara. Mas sei bem que, depois de tudo que se fez e falou, isso é tudo que ele era &#8211; um cara. Essa recusa de seus fãs, de jamais deixá-lo ser ele mesmo simplesmente, foi por fim quase tão letal quanto seu &#8220;assassino&#8221; (e, por favor, vamos para com esse papo de &#8220;assassinato político&#8221;, e não o chamem de &#8220;mártir do rock&#8217;n'roll&#8221;). Você assistiu aos especiais de TV na terça à noite? Viu todas aquelas pessoas paradas na rua em frente ao edifício Dakota, onde Lennon vivia, cantando &#8220;Hey Jude&#8221;? O que você acha que o John Lennon real &#8211; o cínico, indolente, sarcástico, convulsivamente perspicaz e iconoclasta &#8211; teria dito disso tudo?</p></blockquote>
<p>Assim como Lennon, Bangs não viveu o suficiente para testemunhar os desdobramentos daquela década. Morreu em 1982, aos 33 anos, após uma overdose de medicamentos &#8211; aparentemente, um acidente. Hoje, quase trinta anos depois, sabemos que as coisas não mudaram tanto assim. Lennon, os Beatles, os sonhos. E sempre alguém pronto para reavivá-los e cobrar caro pelo espetáculo; e sempre uma multidão em polvorosa pronta para consumir tudo num átimo. O que você acha que Bangs teria dito disso tudo?</p>
<blockquote><p>Não sei o que é mais patético, as pessoas da minha geração que se recusam a deixar sua adolescência nos anos 60 morrer de morte natural ou os mais jovens, que irão arrancar e devorar qualquer pedaço, qualquer migalha de um sonho que alguém já declarou acabado há mais de 10 anos.</p></blockquote>
<p>&#8220;Não existe ocasião melhor para conhecer Lester&#8221;, já dizia o escritor Wu Ming 1 (pseudônimo do italiano Roberto Bui), em 2004, no prefácio da edição italiana de <em>Psychotic Reactions and Carburetor Dung</em>, livro que reúne alguns artigos de Bangs. Wu Ming 1 se referia a situação caricatural vivenciada pelo rock e pelos rockstars nestes nossos tempos. Em 2009, sua afirmação é ainda mais compreensível. Afinal, certas coisas escritas por Lester Bangs talvez nunca tenham feito tanto sentido como agora.</p>
<blockquote><p>Talvez os jovens sejam os mais tristes, porque ao menos os meus companheiros ainda têm alguma memória nostálgica das longas e frias lembranças que hoje eles se ajoelham para reavivar, enquanto os garotos têm que se virar com coisas tipo o show de Beatlemania e uma lista de mercadorias de consumo.</p></blockquote>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/WGoCnPDRLv4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/WGoCnPDRLv4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>PS.: Para quem quiser conhecer mais do crítico Lester Bangs, a coletânea <em>Psychotic Reactions and Carburetor Dung</em> foi lançada no Brasil pela Editora Conrad, com o título <em>Reações Psicótica</em>s. Não é difícil de encontrar o livro por aí, na internet ou em boas livrarias. E para quem quiser conhecer o músico Lester Bangs, recomendo o disco <em>Jook Savage on the Brazos</em> (link nos comentários), que ele lançou em 1980, junto com a banda The Delinquents.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MIST&Eacute;RIOS DA MPB: MARISA MONTE PODE; TIRIRICA N&Atilde;O PODE...]]></title>
<link>http://gutegomes.wordpress.com/2009/10/15/mistrios-da-mpb-marisa-monte-pode-tiririca-no-pode/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 14:08:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gutemberg Gomes</dc:creator>
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<description><![CDATA[AH, ESSA MPB&#8230; Quando os medalhões da MPB decidem gravar coisas abomináveis -  é alternativo, é]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>AH, ESSA MPB&#8230; Quando os medalhões da MPB decidem gravar coisas abomináveis -  é alternativo, é genialidade na simplicidade; Quando os Palhaços autênticos gravam coisas meramente risíveis &#8211; é imbecilidade, é debilidade mental. Alguém me explica??? E o duro é que sempre há os que defendem quando os medalhões gravam coisas absolutamente imbecis. E ainda justificam com aquele linguajar abominável de músico frustrado que geralmente caracteriza o que dizem os ´´críticos´´. Veja algo que achei aqui em relação à musiquinha (Melô da Jujuba) da Marisa Monte:</p>
<blockquote><p><span style="text-decoration:line-through;">´´Até na hora de fazer algo mais na linha comercial, Marisa sabe caprichar. Ela consegue fazer algo pop sem ser brega ou ridícula, com uma certa elegância própria. Os arranjos podem ser mais básicos, sem nenhuma surpresa, mas são de bom gosto e levam a marca registrada da cantora. Agrada a gregos e troianos. Mesmo sendo uma música non sense, não cai na linha das grandes firula tocadas por aí. Acho que assim, o público menos esclarecido pode chegar a conhecer algo melhor, içado por uma linha mais atraente e mais light de quem sabe fazer algo de qualidade. Ela não perdeu o senso e muito menos a qualidade.´´</span></p></blockquote>
<p>Não dá uma certa ânsia de vômito ler isso? E refere-se a essa bobagem perpetrada pela Marisa Monte:</p>
<p>Jujuba, bananada, pipoca…<br />
Cocada, queijadinha, sorvete<br />
Chiclete, sundae de chocolate<br />
uhhhhhhhhhh</p>
<p>Paçoca, mariola, quindim…<br />
Frumelo, doce de abóbora com côco<br />
Bala Juquinha, Algodão doce, manjar</p>
<p>Venha pra cá, venha comigo<br />
A hora é pra já, não é proibido                                  <a href="http://gutegomes.files.wordpress.com/2009/10/tiririca_florentina.jpg"><img style="display:inline;margin-left:0;margin-right:0;border:0;" title="Tiririca_Florentina" src="http://gutegomes.files.wordpress.com/2009/10/tiririca_florentina_thumb.jpg?w=353&#038;h=354" border="0" alt="Tiririca_Florentina" width="353" height="354" align="right" /></a><br />
Vou te contar, tá divertido<br />
Pode chegaaar</p>
<p>Vai ser nesse fim-de-semana<br />
Manda um e-mail para a Joana vir<br />
uooonnn uhhhh<br />
Não precisa tocar bacana<br />
Fala para o Peixoto chegar aí<br />
Traz todo mundo<br />
Tá liberado<br />
É só chegar<br />
Traz toda gente<br />
Tá convidado<br />
Para dançar…</p>
<p>Que alguém queira defender dizendo que a Marisa Monte tem todo o direito de gravar uma música absolutamente imbecil, eu concordo, mas não queiram ver genialidade onde ela não existe. Caetano Veloso vive gravando coisas imbecis nos últimos tempos (quando quer fazer sucesso de verdade, precisa recorrer ao Peninha ou Fernando Mendes) mas seu Status de Medalhão da MPB não permite que ninguém o acuse de tentar tirar o espaço do Tiririca ou do Latino nas rádios.</p>
<p>Fica aqui a minha sugestão: Tiririca, regrave o ´´Não é proibido´´ e volte a ser a alegria das crianças nas festinhas de aniversário em todo Brasil. Com a gravação da Marisa Monte, os pais podem se envolver num debate sociológico/filosófico/dietético/calórico/musical – e aborrecer os circunstantes&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Flauta Mágica de Mozart, ópera em Pomerode]]></title>
<link>http://1stmovement.wordpress.com/2009/10/11/a-flauta-magica-de-mozart-opera-em-pomerode/</link>
<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 18:00:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>1stmovement</dc:creator>
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<description><![CDATA[Recém terminada a turnê de música sacra, o Polyphonia Khoros já está na estrada novamente para a apr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Recém terminada a turnê de música sacra, o Polyphonia Khoros já está na estrada novamente para a apresentação da ópera A Flauta Mágica de Mozart. Com escala em Florianópolis, Pomerode, Tijucas e Laguna, ontem foi a vez de Pomerode, e o palco foi o recém inaugurado Teatro Municipal de Pomerode. Gostaria de abrir um parênteses para comentar sobre esse novo espaço, um teatro digno de cidade grande, a ponto de fazermos nos envergonhar de dizermos que temos um teatro em Joinville! Espaçoso, confortável, boa acústica e bonito! Vai virar ponto túristico da cidade!</p>
<p>Sobre a ópera, um tipo de apresentação artística difícil de se encontrar no estado, e difícil de ser executada, trata-se de um espetáculo completo que envolve diversas áreas artísticas. Na parte músical, tudo muito bem, a qualidade do coro já conhecemos, e ainda enriquecida com solistas convidados (entre eles o joinvilense Douglas Hahn), não há o que questionar. Na parte de intepretação, ponto para a superação cênica dos coralistas, destaque para o Papageno interpretado pelo Douglas, um papel divertido e muito dinâmico que foi muito bem executado (não conhecia esse lado do Doiuglas!). Outros aspectos, como iluminação, deixaram a desejar, ela podia ser muito mais explorada para tornar a execução mais rica e emocionante.</p>
<p>Mas valeu muito! A viagem até Pomerode foi recompensadora, e muitos outros também vieram de outras cidades pra apreciar. Quando eu disse para as pessoas: &#8220;vou pra Pomerode assistir à uma ópera no feriadão&#8221;, muitos riram! Eu também ri e me diverti muito! E espero outras!!</p>
<p>Abaixo um pequeno trecho do primeiro ato onde Tamino e Papageno são presenteados com os instrumentos mágicos das três damas comandadas pela Rainha da Noite.</p>
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  <img alt="Flauta Magica" src="http://cdn.videos.wordpress.com/BaJT9iya/2009_10-flauta-magica1_std.original.jpg" width="400" height="300" /><p><strong>Flauta Magica</strong></p><p>This movie requires <a href="http://www.adobe.com/go/getflashplayer">Adobe Flash</a> for playback.</p>
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<title><![CDATA[The Divas are back - parte 1]]></title>
<link>http://wickedtwins.wordpress.com/2009/10/06/the-divas-are-back-parte-1/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 22:04:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>ftostes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoje é um bom dia para ser fã de uma diva. Qual? Não importa muito. Tem pra todos os gostos, com suc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Hoje é um bom dia para ser fã de uma diva. Qual? Não importa muito. Tem pra todos os gostos, com sucessos estrondosos de alguma década que você gostou. Tem até divas se unindo, outras atacando publicamente antigos desafetos, tem coletâneas pra finalizar contratos com gravadoras, e até ex-drogadas tentando voltar ao sucesso. As usual. Analisemos os lançamentos:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>I Look to you &#8211; Whitney Houston</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-932" title="whitney-houston-i-look-to-you-cover" src="http://wickedtwins.wordpress.com/files/2009/10/whitney-houston-i-look-to-you-cover1.jpg?w=150" alt="whitney-houston-i-look-to-you-cover" width="150" height="150" />Whitney foi um sucesso na década de 80 e 90. Quem não lembra de O Guarda Costas?  &#8220;I will always love you&#8221; é ícone cultural, todo mundo conhece. Seu último CD de inéditas foi em 2002 (longínquos 7 anos atrás, pra uma indústria onde as Britneys lançam 1 CD por ano antes de surtar). Na época, lembro de sair do armário ao som de Try it on my own.  Porque a Whitney é especialista em músicas &#8220;vamos sair do armário&#8221;, né? Desde então a Whitney foi drogada, quase prostituída, apanhava do marido e só saiu dessa pra dar entrevista pra Oprah. A boa notícia é que o CD novo é bom. Talvez tenha faltado A música, aquela que inspiraria toda uma nova geração. Mas seria pedir demais, né? Só dela ainda ter uma voz agradável, e não estragar tentando coisas ridículas, ou parecer que tem 18 anos e ficar rebolando em videoclipes escrotos, eu já dou um crédito pra ela. Vou ouvindo mais o CD, talvez depois eu poste uma review mais longa. Mas no momento, gosto de &#8220;I Got You&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Clipe da música nova, bonita, e graças a Deus não uma tentativa de &#8220;Single Ladies&#8221;:</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/mdEEwnlaF84&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/mdEEwnlaF84&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Memoirs of an Imperfect Angel &#8211; Mariah Carey</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-933" title="folder" src="http://wickedtwins.wordpress.com/files/2009/10/folder.jpg?w=150" alt="folder" width="150" height="150" />Ok, esse nome foi uma piada, né? Imperfect Angel que se torna uma puta (Desculpa a expressão, mas eu não consigo respeitar essas pessoas&#8230; (piada interna)) a cada clipe. Esse é o meu maior problema com a Mariah. Eu gosto da voz dela, gosto de diversas músicas, os últimos 2 CDs dela jpa tinham sido muito bons e ela tem trilhado um bom caminho musicalmente. Então me diz, precisa usar shortinho camisa apertada, fazer 15 mil pessoas sofrerem pra photoshopar cada frame dos videoclipes, só porque você não reparou que já passou dos 40?? Acho isso totalmente aceitável em quem não tem uma voz, e precisam de uma muleta pra segurar a carreira. Mas não é o caso, e fica difícil perdoar. Como se não bastasse tudo, Mariah a faixa de trabalho (que é a boa &#8220;Obsessed&#8221;) pra continuar uma briga pública com o Eminem? Vai gostar de ser baixo nível! Ainda assim, &#8220;Imperfect Angel&#8221; (aspas de ironia) continua do mesmo ponto que o último CD, o &#8220;E=MC²&#8221;. Boas músicas dançantes, cada vez menos baladas românticas e uma enorme síndrome de Peter Pan. Daqui a pouco tá fazendo dueto com a Hanna Montana. É esperar pra ver.</p>
<p style="text-align:justify;">O clipe ridículo (sim, é ela vestida de delinquente):</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/-hpiwPXkbVc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/-hpiwPXkbVc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Fanny Lu: a mais nova revelação da música latina!]]></title>
<link>http://elementocritico.wordpress.com/2009/10/06/fanny-lu-a-mais-nova-revelacao-da-musica-latina/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 00:48:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Apolo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Apresento a vocês fãs de música latina, em especial aos fãs do tradicional latino, uma das mais nova]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Apresento a vocês fãs de música latina, em especial aos fãs do tradicional latino, uma das mais nova]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[D'black: a mais nova revelação da música brasileira!]]></title>
<link>http://elementocritico.wordpress.com/2009/10/06/dblack-a-mais-nova-revelacao-da-musica-brasileira/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 00:35:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Apolo</dc:creator>
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<description><![CDATA[O jovem D&#8217;black é a mais nova sensação da música brasileira, antes conhecido somente pela inte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O jovem D&#8217;black é a mais nova sensação da música brasileira, antes conhecido somente pela inte]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rosa de Saron: a revelação pop/rock do Brasil!]]></title>
<link>http://elementocritico.wordpress.com/2009/10/06/rosa-de-saron-a-revelacao-poprock-do-brasil/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 00:31:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Apolo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Depois de tanto tempo sem aparecer uma banda pop/rock com um som mais adulto desde LS Jack, eis que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Depois de tanto tempo sem aparecer uma banda pop/rock com um som mais adulto desde LS Jack, eis que ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Laura Pausini e sua "Primavera Antecipada"!]]></title>
<link>http://elementocritico.wordpress.com/2009/10/06/laura-pausini-e-sua-primavera-antecipada/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 00:28:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Apolo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Laura Pausini, uma das cantoras mais conhecidas no Brasil, ao lado de Madonna e Céline Dion está de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Laura Pausini, uma das cantoras mais conhecidas no Brasil, ao lado de Madonna e Céline Dion está de ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Liah está de volta: mais LIVRE do que nunca!]]></title>
<link>http://elementocritico.wordpress.com/2009/10/06/liah-esta-de-volta-mais-livre-do-que-nunca/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 00:26:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Apolo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Depois de praticamente quatro anos sem lançar um álbum inédito, a maior revelação feminina do pop/ro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Depois de praticamente quatro anos sem lançar um álbum inédito, a maior revelação feminina do pop/ro]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Gloria Estefan de volta com "90 Millas"!]]></title>
<link>http://elementocritico.wordpress.com/2009/10/05/gloria-estefan-de-volta-com-90-millas/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 16:23:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Apolo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Reconhecida mundialmente como a rainha do pop latino, Gloria Estefan volta a lançar um álbum em espa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Reconhecida mundialmente como a rainha do pop latino, Gloria Estefan volta a lançar um álbum em espa]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Vanessa da Mata em Blumenau]]></title>
<link>http://1stmovement.wordpress.com/2009/09/22/vanessa-da-mata-em-blumenau/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 00:14:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>1stmovement</dc:creator>
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<description><![CDATA[Demorou, mas estou escrevendo sobre o grande show que tive a oportunidade de assistir na semana pass]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Demorou, mas estou escrevendo sobre o grande show que tive a oportunidade de assistir na semana passada em Blumenau: Vanessa da Mata com o seu show MTV Ao Vivo. Sou um pouco tendencioso pra escrever dela, porque me considero fã mesmo! Isso não é muito meu estilo, pois me considero bastante eclético nos gostos musicais. Mas essa história com a Vanessa já vem de tempos, quando ela ainda não fazia sucesso e esteve no festival de Itajaí, cativou o público presente com sua voz e sua simpatia, elementos que não foram afetados com a fama internacional.</p>
<p>O show em Blumenau na quinta-feira foi ao estilo mais &#8220;comportado&#8221;. Assisti sentadinho numa mesa, degustando uma tábua de frios na companhia de amigos daqui e de lá. Mas parece que perde um pouco da energia de assistir um show em pé, vibrando com suas músicas que vão de vibrantes e dançantes à românticas e melodiosas. Mas foi um grande show! Começou meio devagar mais foi esquentando e a banda foi se soltando e exibindo seus grandes sucessos em versões nem sempre parecidas com as gravadas. Isso foi um ponto legal, a surpresa do que viria e de como viria! Um grande contribuidor para essas versões alternativas foi o tecladista Donatinho, o cara é muito bom e criativo! A música &#8220;Eu Sou Neguinha&#8221; ficou realmente muito boa com o groove conduzido pelo teclado. Além de tocar, Donatinho também se arriscou no solo do Ben Harper na música &#8220;Good Luck&#8221; destorcendo sua voz com o recurso do &#8220;talk box&#8221;. Incrível!</p>
<p>Vanessa também se arriscou com músicas de outros compositores, como &#8220;Último Romance&#8221; do Los Hermanos e &#8220;As Rosas Não Falam&#8221; do Cartola. Sempre ao estilo Vanessa da Mata de incorporar o personagem e fazer o público acreditar piamente no que ela está cantando. Uma grande artista, com um bom projeto e uma boa banda&#8230; o sucesso é consequência!</p>
<p>Deixo um gravação ruinzinha feita no meu celular do finalzinho da música &#8220;Amado&#8221;. A parte mais legal da música!</p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Artículo recomendado: Mapa de los sonidos del siglo XX según Alex Ross]]></title>
<link>http://bibliotecaiie.wordpress.com/2009/09/22/articulo-recomendado-mapa-de-los-sonidos-del-siglo-xx-segun-alex-ross/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 16:55:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>bibliotecaiie</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Mientras que la obra de artistas como Kandinsky, Picasso, Pollock o Warhol ha conseguido calar en e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-3078" title="Ruido Eterno" src="http://bibliotecaiie.wordpress.com/files/2009/09/ruido-eterno.jpg?w=86" alt="Ruido Eterno" width="86" height="150" /></p>
<p style="text-align:justify;">“Mientras que la obra de artistas como Kandinsky, Picasso, Pollock o Warhol ha conseguido calar en el imaginario colectivo, la dodecafonía de Schoenberg -surgida hace más de ochenta años- sigue sonando esotérica para la mayoría de los oyentes actuales. Y qué decir de la equiparación entre ruido y música o de la utilización de procedimientos aleatorios en la composición, percibidos todavía a menudo como experiencias estériles y abstrusas cuya consecuencia última ha sido, según algunos, la de enervar y ahuyentar al público.</p>
<p style="text-align:justify;">Crítico musical del New Yorker desde 1996, Alex Ross ha cogido el toro por los cuernos. El ruido eterno tiene, en primer lugar, el valor de estar escrito sin complejos. El autor se entrega por completo a la materia que está tratando, totalmente confiado en su belleza e interés. Por ello precisamente resulta tan persuasivo y seductor, porque habla desde el placer y no desde la reivindicación.”</p>
<p style="text-align:justify;">Extracto de artículo publicado en ABC de las Artes y las Letras. <a title="ABC de las Artes" href="http://www.abc.es/abcd/noticia.asp?id=12411&#38;num=916&#38;sec=33" target="_blank">Leer completo.</a></p>
<p style="text-align:justify;">Ver además:</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.seix-barral.es/fichalibro.asp?libro=1134">http://www.seix-barral.es/fichalibro.asp?libro=1134</a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.therestisnoise.com/">http://www.therestisnoise.com/</a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.nytimes.com/2007/10/28/books/review/Dyer-t.html">http://www.nytimes.com/2007/10/28/books/review/Dyer-t.html</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rock'n Camerata!]]></title>
<link>http://1stmovement.wordpress.com/2009/09/18/rockn-camerata/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 21:44:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>1stmovement</dc:creator>
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<description><![CDATA[Na quarta-feria, dando sequência na semana do BB Itinerante, foi a vez de um concerto um tanto quant]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Na quarta-feria, dando sequência na semana do BB Itinerante, foi a vez de um concerto um tanto quanto diferente entitulado Rock’n Camerata. Trata-se de uma apresentação da Camerata Florianópolis juntamente com uma banda de rock interpretando sucessos do rock mundial.</p>
<p>Essa mistura da instrumentalidade erudita com o rock não é mais coisa nova. Lembro de duas grandes bandas que gravaram álbuns com duas grandes orquestras mundiais: Metallica com a Sinfônica de São Francisco e Scorpions com a Filarmônica de Berlin. Mas assim, de perto e ao vivo, eu ainda não tinha visto nada parecido.</p>
<p>Minha expectativa não era muto grande, mas o show me surpreendeu. Os músicos da camerata, acostumados com o terno e gravata, estavam como sempre sonharam em tocar, bem a vontade no palco e demonstrando toda a habilidade já conhecida mas agora em outro estilo musical. A spalla até se aventurou em um violino elétrico com muito sucesso, um timbre muito particular que se encaixou (obviamente) muito bem ao repertório. E a banda também levou-me a surpresas positivas. O leader guitar era realmente muito bom, interpretando solos virtuosos e levantando o público. Outros elogios cabem aos cantores, cada um ao seu estilo, mas afinados e incorporados ao estilo.</p>
<p>Bem, o difícil era distinguir se a apresentação foi um show ou um concerto. De um lado, o público sentado e cantando timidamente as músicas, e de outro uma banda/orquestra tentando causar o impacto de um verdadeiro show de rock, que ao meu ver não conseguiu em sua totalidade. Faltava o peso de um show de rock, volume!! Mas obviamente, o local não permitia nada muito diferente.</p>
<p>Repertório muito bom e arranjos que alternavam entre muito bons e não tão empolgantes seguiram pela noite onde rolou Beatles, U2, Led Zeppelin, Deep Purple, Kiss, Ozzy Osbourne, e outros. Pra deixar algo pra ouvir, posto o vídeo de parte da música Lonely, do Led Zeppelin, que foi o bis da apresentação, já com a galera de pé! Eu pedi um Mozart de bis, mas eles não me deram ouvidos&#8230;</p>
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<title><![CDATA[Show Almir Sater e Fernando Sodré]]></title>
<link>http://1stmovement.wordpress.com/2009/09/17/show-almir-sater-e-fernando-sodre/</link>
<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 16:22:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>1stmovement</dc:creator>
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<description><![CDATA[Na noite de terça-feira aconteceu a abertura do projeto BB Itinerante em Joinville. Noite cheia de e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Na noite de terça-feira aconteceu a abertura do projeto BB Itinerante em Joinville. Noite cheia de expectativas, com o show de Almir Sater e abertura de Fernando Sodré. Expectativas essas superadas completamente, considero o melhor show do ano até aqui em Joinville!</p>
<p>Primeiramente, gostaria de destacar a abertura com esse nome um tanto quanto desconhecido para mim, Fernando Sodré. Um violeiro de primeira categoria que ousa com sua viola caipira entrar em mares profundos da música instrumental. Em ritmos brasileiros complexos e arretados como o baião, Fernando Sodré e banda mostram todo o seu virtuosismo e coletividade me fazendo recordar dos bons festivais de jazz e de mpb que ocorrem em Joinville e Itajaí todos os anos. O bom disso tudo é que foi uma grande surpresa, não esperava isso na abertura do show do Almir Sater.</p>
<p>E eu não podia deixar de citar os intergrantes da banda do Fernando Sodré, todos são músicos de altíssima qualidade e grandes nomes da música instrumental brasileira. São eles: Daniel Santiago (violão), Márcio Bahia (Bateria), Thiago do Espírito Santo (baixo freatless, filho do grande Arismar do Espírito Santo) e Gabriel Grossi (Harmônica).</p>
<p>Posto aqui a música Baião Quebrado do álbum Rio de Contrastes. Sintam a intensidade musical e a precisão melódica de harmônica e viola nas suas frases em uníssono. Volte sempre Sodré!</p>
<p><span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2F1stmovement.wordpress.com%2Ffiles%2F2009%2F09%2F08-baiao-quebrado.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span></p>
<p><img src="http://1stmovement.wordpress.com/files/2009/09/tn_280_651_almir_sater_2.jpg" alt="Almir Sater" title="Almir Sater" width="280" height="420" class="alignright size-full wp-image-300" /><br />
Mas a noite não era só dele, embora eu já sairia contente com apenas a abertura! A noite era de Almir Sater, que realmente não deixo por menos e brindou o público com um grande show. Acompanhado de sua banda (acordeon, violões, percussão, baixo e back vocals), Almir entrou no palco sorrateiramente, e começou a recitar suas poesias em forma de música. É daquelas músicas que acalmam o coração e faz a gente esquecer que do lado de fora do teatro um mundo estressado nos espera! </p>
<p>Ele até se arriscou em uns levadas mais rock, ou um blues, mas as modas de viola e sua voz serena são sua marca registrada. &#8220;Tocando em frente&#8221; fez o público cantar junto várias vezes num laço de repetição que parecia infinito, sem ser cansativo. O show contou também com a participação especial de Paulo Simões, autor de &#8220;Trem do Pantanal&#8221;, que cantou essa e mais algumas músicas com seu parceiro de infância no palco.</p>
<p>Pra fechar, o público exigiu a Chalana! Eu acho que ele não sairia de lá se não tocasse essa música, embora já deva estar cansado de tocá-la sempre! Mas fazer o que né? Fez sucesso, agora aguenta!</p>
<p>Enfim, Joinville precisa de mais mestres como estes nos poucos palcos da cidade. Teatro cheio é sinal de que há apreciadores! E pode trazer que vai encher sempre!</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Arlindo Cruz - MTV Ao Vivo]]></title>
<link>http://1stmovement.wordpress.com/2009/09/11/arlindo-cruz-acustico-mtv/</link>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 16:37:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>1stmovement</dc:creator>
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<description><![CDATA[O mês de setembro está se mostrando surpreendentemente um mês de muitos eventos culturais (principal]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O mês de setembro está se mostrando surpreendentemente um mês de muitos eventos culturais (principalmente musicais) na cidade de Joinville. Shows e eventos aparecendo sem um divulgação massiva mas alcançando o público que está sempre antenado. Verifique a agenda do 1stmovement blog e fique ligado!</p>
<p>Um desses grandes artistas esteve ontem no Big Bowlling, Arlindo Cruz e banda apresentando seu show recentemente gravado no projeto MTV Ao Vivo. Ex-integrante do grupo Fundo de Quintal, Arlindo já era conhecido como grande compositor do samba brasileiro, com músicas gravadas por grandes nomes como Maria Rita, Beth Carvalho, Zeca Pagodinho, etc. Mas agora ele vem ganhando espaço como intérprete na sua carreira solo e está conquistando o público.</p>
<p>Confesso que me senti um intruso na noite de ontem, eu era o mais &#8220;alemão&#8221; daquele lugar! Impressionante como os afrodescendentes tem samba na veia! Mas tem branquelo que se vira bem, ou pelo menos sabe apreciar (aí eu me enquadro!).</p>
<p>Samba é muito bom né? Embora eu não conhecia muitas músicas desse trabalho novo e estivesse sofrendo terrívelmente pelo fato de ter ido ao show após um tratamento odontológico, consegui me divertir e apreciar os mestres cariocas e sua arte nos mais variados instrumentos percussivos. </p>
<p>Tem muita coisa boa vindo por aí ainda. Nos vemos numa dessas!</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Fevereiro da Silva recebe Banda Eddie]]></title>
<link>http://1stmovement.wordpress.com/2009/08/24/fevereiro-da-silva-recebe-banda-eddie/</link>
<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 20:41:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>1stmovement</dc:creator>
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<description><![CDATA[A banda Fevereiro da Silva, já conhecida no cenário joinvilense, continua a sua boa iniciativa de re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://1stmovement.wordpress.com/files/2009/08/eddie.jpg" alt="eddie" title="eddie" width="333" height="500" class="alignright size-full wp-image-273" /></p>
<p>A banda Fevereiro da Silva, já conhecida no cenário joinvilense, continua a sua boa iniciativa de receber na cidade bandas convidadas de outras cidade e até de outros estados. Na última sexta-feira os convidados foram os olindenses da banda Eddie. A banda Eddie tem sua história trilhada sobre o mangue beat, estilo recente, da década de 90, que misturou os ritmos regionalistas do nordeste com o rock, hip hop, música eletrônica, o maracatu, entre outros. Ao lado de Nação Zumbi e Mundo Livre S/A, a banda Eddie é uma das precursoras desse estilo.</p>
<p>Mas descrever esse estilo é uma tarefa complicada, seria muito melhor se você tivess ido lá na Sociedade Cruzeiro assitir! É um ritmo arretado, muito percussivo, muito dançante, assimo como qualquer estilo vindo do nordeste. </p>
<p>Eu não tenho muitos parâmetros pra emitir um parecer mais crítico pra esse tipo de música, mas gostei muito! Sou fã de percussão, e o percussionista além de tocar (alfaia, tumbadoras, pandeiro) fazia um vocal oitavando a voz principal que dava um efeito muito bom &#8211; quase que necessário, considerando o timbre grave do vocal principal. O tecladista era outro show a parte, timbres e acordes a princípio destoantes ao estilo davam sustento ao groove &#8220;do mangue&#8221;! E ele mesmo, as vezes largava o teclado e contribuia melodicamente com seu trompete.</p>
<p>Bom, se eu disser que teve até Ramones ao estilo mangue beat, vocês não iriam acreditar, por isso, deixo que vocês imaginem e aguardem a próxima aparição de algo parecido pelo sul.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Polyphonia Khoros - Música Sacra]]></title>
<link>http://1stmovement.wordpress.com/2009/08/08/polyphonia-khoros-musica-sacra/</link>
<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 17:28:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>1stmovement</dc:creator>
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<description><![CDATA[Como vocês puderam observar em nossa agenda, no último dia primeiro esteve em Joinville o grupo voca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Como vocês puderam observar em nossa agenda, no último dia primeiro esteve em Joinville o grupo vocal Polyphonia Khoros acompanhada do octeto de cordas da Camerata de Florianópolis. Trata-se do melhor coral do estado de Santa Catarina fazendo sua turnê com um repertório de música sacra. Nesse repertório, eles interpretaram todo o Glória em Ré menor de Vivaldi e também peças avulsas de Händel, Schulz, Mozart, Schubert, Mendelssohn e Bach. </p>
<p>Como eu não pude estar presente no concerto de Joinville, fiz questão de ir até Itajaí no dia 5 conferir o concerto que se realizou naquela igreja luterana central. Foi muito recompensador! É impressionante a qualidade vocal desse grupo que executa com precisão peças complicadas e belíssimas. Dinâmica, afinação, precisão&#8230; algumas interpretações de arrepiar. Uma delas foi  a Lacrimosa, do famoso Requiem inacabado de Mozart, foi perfeitamente executada!</p>
<p>Isso sem falar do octeto da Camerata de Florianópolis, que fez o papel dela, não tirou a atenção do coro e abrilhantou ainda mais o espetáculo.</p>
<p>Abaixo, posto um video que fiz do banco onde eu estava assistindo, somente para manter o registro. Mas já dá pra ter uma idéia do que foi. Vale a pena ficar ligado na agenda deles no site: http://www.polyphonia.org.br</p>
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