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	<title>cronica &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/cronica/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "cronica"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:15:55 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[All Star Vermelho]]></title>
<link>http://sergiodantas.wordpress.com/2009/11/30/all-star-vermelho/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 14:17:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>sergiodantas</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ganhei um tênis vermelho. Eu já o desejava há algum tempo. Mas, amigos gentis acabaram com minha ang]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://sergiodantas.wordpress.com/files/2009/11/allstar.jpg"></a><a href="http://sergiodantas.wordpress.com/files/2009/11/allstar1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-189" title="allstar" src="http://sergiodantas.wordpress.com/files/2009/11/allstar1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Ganhei um tênis vermelho. Eu já o desejava há algum tempo. Mas, amigos gentis acabaram com minha angústia, deram-me no dia do meu completar anos&#8230;</p>
<p>“Para que ter um tênis que não combina com nada?” &#8211; alguns arriscaram questionar. “Você tem mesmo coragem de usar isso?”.</p>
<p>Coragem não tenho muita, mas por vezes arriscar-se é a única opção que resta.</p>
<p>Sorrio tranqüilo, sem dar satisfações ou justificativas. Seria pior explicar, pois clarear nem sempre é solucionar.</p>
<p>Ando meio carregado de signos ultimamente. Não mais roupas, objetos, gráficos, comunicação eficaz e gestos úteis. Converti-me aos símbolos, versos, imagens e afeições. Por isso, ao invés de transitar pelos espaços concretos, sigo dançando pelas nuvens abstratas e vales sombrios.</p>
<p>Não mais vejo a rua, o sobrado e a montanha. Nelas só enxergo saudades de um amigo distante, as cores e formas que compõem o quadro, as enigmáticas composições dos dias comuns. Tudo se torna um apelo, um sentimento e um desvario.</p>
<p>Usar um tênis vermelho é finalmente vestir-me dessas imagens que foram alimentadas há tempos. “Só alguém com sessenta anos tem o direito de usar um blazer vermelho” – narrava o velho professor em um de seus textos apetitosos. “Estranho é gostar tanto do seu All Star azul” – cantava o amigo devoto da Cássia. Vermelho é um código do cinema que anuncia a morte à espreita, pronta para fazer mais uma vítima. Assim seja!</p>
<p>Quero e carrego tudo isso ao vesti-lo. Não será preciso pensar em moda, combinações e aparências. Nem sequer em atender os ferozes olhos dos outros. É impossível agradá-los.</p>
<p>Desapego-me da necessidade de provar-me homem macho, ser respeitável e varão valoroso. Ando desligado por outros caminhos.</p>
<p>E é exatamente porque vermelho não combina, que combina tanto com esse estado de coisas. Saio por aí descombinando na aparência o que dentro já acontece há tempos.</p>
<p>Mesmo que isso ataque minha masculinidade, feminilidade ou religião. Mesmo que se oponha ao meu título, minha formação e responsabilidades. Pode até ser contra os costumes do meu povo, minha cidade ou regras do condomínio.</p>
<p>Sigo contra a maré de cores monótonas, empunhando a chama que se desentende e mostra-se subversiva. Levo este estandarte esquisito e pitoresco para a batalha que se faz contra nossa liberdade.</p>
<p>Por isso ando tão confortavelmente em meu All Star vermelho. Não apenas desencontrado do mundo, mas também descombinado de tudo aquilo que não me pertence.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Verbo]]></title>
<link>http://sergiodantas.wordpress.com/2009/11/30/verbo/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 14:11:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>sergiodantas</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Semeador - Van Gogh O poeta é um ser de sombras e velas acesas. Caminha entre dois mundos tentando]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_185" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://sergiodantas.wordpress.com/files/2009/11/o-semeador-v-gogh1.jpg"><img class="size-medium wp-image-185" title="o semeador - v Gogh" src="http://sergiodantas.wordpress.com/files/2009/11/o-semeador-v-gogh1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="236" /></a><p class="wp-caption-text">O Semeador - Van Gogh</p></div>
<p>O poeta é um ser de sombras e velas acesas. Caminha entre dois mundos tentando conectá-los. Percebe que há uma fina tela que separa os dias comuns da eternidade e num esforço subversivo tenta desesperadamente criar fendas para que outros enxerguem aquilo que ele contempla com sua alma.</p>
<p>O poeta é um dançarino. Cria e recria mundos e desvarios enquanto movimenta-se pelo palco escuro de caos e desordem. Lança verbos, adjetivos e conjugações na esperança que uma nova frase se firme nos espaços vazios e dê fôlego a seres alados. A Criação do universo se faz pela palavra do poeta.</p>
<p>O poeta é um mergulhador. Arrisca-se a atravessar a superfície monótona onde transitam os homens. Rasga as águas perigosas e desconhecidas para trazer à tona encantos marinhos, monstros terríveis e verdades de nossa intimidade compartilhada.</p>
<p>O poeta é um ser deflorado por alguma semente lançada secretamente em seu ventre. Abriga contos, conflitos e heróis em seu ser frágil. Sofre as dores de permitir que outros usem seu corpo para existir e na plenitude dos tempos deixa vingar uma nova história. Igual uma virgem, dispõem-se como recipiente vazio e sem essência, na esperança de fazer amor com o vento cheio de vida.</p>
<p>O poeta revela o mistério, destrói impérios e fortalezas para que se faça nova todas as coisas.</p>
<p>Louvado seja o poeta.</p>
<p>Louvado seja Shakespeare e Van Gogh. Guimarães Rosa e Fernando Pessoa. Louvor seja dado a Handel e Bach. Louvadas sejam Cecília Meireles e Adélia Prado.</p>
<p>Louvados sejam, pelos séculos dos séculos, todos os nomes anônimos de artistas marginais, que suportaram a morte e a vida para trazer a tona histórias que jaziam esquecidas.</p>
<p>Louvados sejam todos os rostos, reais ou imaginários, que juntos formam a face do poeta que ainda não foi visto.</p>
<p>Glórias sejam dadas aos verbos que conjugam as histórias criadas e reinventadas, que um dia traduzirão o Nome impronunciável, encontrado apenas nas águas profundas e escrito desde a eternidade no abismo sem fim.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crónica CHORITEAM 0 – REAL GALOBO 5]]></title>
<link>http://realgalobo.wordpress.com/2009/11/30/cronica-29112009-choriteam-0-%e2%80%93-real-galobo-5/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:01:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Una triunfo que trae “moral y tranquilidad&#8221; El Real Galobo no acusó los problemas físicos  y m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2>Una triunfo que trae “moral y tranquilidad&#8221;</h2>
<p>El <strong>Real Galobo</strong> no acusó los problemas físicos  y mentales que algunos de sus jugadores arrastraban en las últimas fechas  y pese a la escasez de efectivos con que se presentó en el reino del chorizo, lograron imponerse ante un débil y poco voluntarioso rival.</p>
<p>La anécdota del partido la protagonizó el Real Galobo tras conseguir desenfundarse por primera vez en su escasa y patética historia, la polémica y despreciable elástica amarilla cancerígena y consecuentemente estrenar la deseada por todo el mundo (con dos dedos de frente) elástica blanca cedida por un tercer equipo.</p>
<p>El partido fue entretenido y emocionante, y el peso del partido y del juego fue para los visitantes que controlaron en la medida de los posible el esférico, gracias principalmente a la aportación de Bananas Toñin alias &#8220;yo me la guiso, yo me la como y luego lo poto&#8221; que con su entrega,su coraje y falta de pase logro la implicación de todo el equipo. La defensa visitante se mostro muy segura con Manitas Foru, Bananas Toñin, Curro Metzelder y Argen Koken, a excepción de éste ultimo que con una garrafal liada casi mete en el partido al chorizosteam. Además el cancerbero Colchones Adri poco a poco va cogiendo confianza con sus melones al área contraria.</p>
<p>Argen Koken abrió la lata tras una magistral jugada de equipo iniciada en un saque de banda por Garrafones Bolin, el cual no dudo en asignarse la autoría de la jugada tras la finalización del encuentro. La siguiente jugada tuvo como protagonista a  Melopeas Bolin, cuando consiguió empalmar por primera vez en su despreciable vida un decente disparo que  el guardameta chorizo repelió con la ayuda de los palos. &#8220;Vaya palomita se ha marcado el cabronazo&#8221; comentó el diestro borracho al descanso.</p>
<p>Tras el descanso Pichichi Manudo no fallo de cara a su cita con el gol y estableció el 2 &#8211; 0 que encumbró a a los galobos al reino de los tikitakeros. A partir de aqui, el partir solo tuvo un dueño con goles del celtral-delantero Curro Metzelder, Pichichi Manudo y limpia escuadras Argen Koken. Cabe también destacar a Cambios de juego Fuster y Manitas Foru que sin su aportación no hubiera sido posible el despliegue de tal nivel de juego.</p>
<h2>Incentes</h2>
<p>Incentes con un sector de la afición al grito de &#8220;Bolin dimisión, no tocas un balón&#8221;, &#8221; Bolin mamarracho, eres un borracho&#8221;, &#8220;Bolin gabacho, cómeme el carpacho&#8221;, acompañados del clásico &#8220;Koko tio bueno, te voy a comer el coseno&#8221; por parte del sector femenino y del &#8220;Bolin paquete, te voy a comer el churete&#8221; por parte del sector transexual-gay.</p>
<h2>Goles</h2>
<p>0-1 : Argen Koken; 0-2 : Pichichi Manudo; 0-3 : Pichichi Manudo; 0-4 : Curro Metzelder;0-5 : Argen Koken.</p>
<h2>Encuestas del Partido</h2>
<pre><a name="pd_a_2320441"></a><div class="PDS_Poll" id="PDI_container2320441" style="display:inline-block;"></div><script type="text/javascript" language="javascript" charset="utf-8" src="http://static.polldaddy.com/p/2320441.js"></script>
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<pre><a name="pd_a_2295863"></a><div class="PDS_Poll" id="PDI_container2295863" style="display:inline-block;"></div><script type="text/javascript" language="javascript" charset="utf-8" src="http://static.polldaddy.com/p/2295863.js"></script>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cronica San Mateo- Ponteareas]]></title>
<link>http://scsanmateo.wordpress.com/2009/11/30/cronica-san-mateo-ponteareas/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 12:42:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>davizgr</dc:creator>
<guid>http://scsanmateo.wordpress.com/2009/11/30/cronica-san-mateo-ponteareas/</guid>
<description><![CDATA[o San Mateo resolveu con solvencia, rematando o partido 2-1, o que me pareceu pouca diferencia para ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[o San Mateo resolveu con solvencia, rematando o partido 2-1, o que me pareceu pouca diferencia para ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carlão de Souza e o prazer de ler]]></title>
<link>http://blogdofialho.wordpress.com/2009/11/30/carlao-de-souza-e-o-prazer-de-ler/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 11:45:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Fialho</dc:creator>
<guid>http://blogdofialho.wordpress.com/2009/11/30/carlao-de-souza-e-o-prazer-de-ler/</guid>
<description><![CDATA[Jovens, navegando outro dia pelo Substantivo Plural do Tácito Costa, cliquei na coluna de Carlos de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Jovens, navegando outro dia pelo <a href="http://www.substantivoplural.com.br">Substantivo Plural do Tácito Costa</a>, cliquei na coluna de <a href="http://www.substantivoplural.com.br/author/carlao-de-souza/">Carlos de Souza</a>, conhecido pelos amigos como Carlão. Lendo algumas de suas postagens me deparei com um belíssimo texto sobre o prazer e, sobretudo, a importância da leitura. Fiquei tão encantado que pedi permissão a Tácito e ao próprio Carlão para reproduzi-lo na íntegra aqui nO Fiasco, citando obviamente a fonte e dando-lhes todo o crédito. Permissão concedida, divido o texto com vocês.</p>
<p>***</p>
<p>Por Carlos de Souza</p>
<p>20 de outubro de 2009</p>
<p>Depois que li o texto de Vargas LLosa, enviado por Tácito, sobre a importância do romance, fiquei pensando. Outro dia fui convidado a sentar numa mesa de jovens recém-contratados por uma grande empresa. Eles festejavam a vitória recente e queriam que eu compartilhasse com eles. Ocorre que, passados mais ou menos uns trinta minutos, eles continuavam falando no ambiente de trabalho e apenas nisso. Deixei o tempo passar e esperei que o assunto descambasse para algum filme recentemente assistido, algum romance recentemente lido, alguma obra de arte recentemente apreciada. Mas nada. Ficaram ali se deliciando com os acontecimentos do cotidiano corporativo como se extraíssem daquilo um grande prazer. Pedi licença e fui para outra mesa.</p>
<p>Depois disso tenho notado que somente nas mesas em que convivem pessoas que gostam de ler é possível se estabelecer uma boa conversa com rico repertório. Fora disso, é uma aridez acabrunhante. Pessoas que não lêem são incapazes de sustentar uma boa conversa. Quando chegam às raias do desespero, lançam mão de uma enxurrada de piadas que mais constrangem que diverte quem é obrigado a ouvir e polidamente sorrir. Vargas LLosa tem razão ao dizer que o mundo sem o romance cai direto na barbárie. Não tenho a menor dúvida disso.</p>
<p>Arrisco até a dizer que quem fica viciado em leitura dificilmente a substitui por alguma droga fuleira como a cocaína ou o crack. Acho que os problemas das drogas poderiam ser resolvidos com um simples livro. Quem lê muito não abre mão deste prazer por paraísos artificiais por muito tempo. Ler é sempre melhor. O melhor ópio que existe. Melhor que religião. Melhor que álcool. Um pouco menos que sexo. Um pouco menos que música.</p>
<p>No dia em que fui convidado para falar de literatura no programa Grandes Temas, da TV Universitária, eu disse que escrever era inútil, mas ler não. Meus parceiros arregalaram os olhos e disseram, mas como? Eu queria dizer que não é necessário escrever mais nada. Basta ler os clássicos. Mas era só uma provocação.  Claro que uma estória sempre pode ser recontada de outra maneira, ad infinitum. Não, o romance não morreu. A cada dia descubro novos e novos autores que justificam o fato de eu continuar vivendo e gostando muito dessa loucura toda.</p>
<p>Então, já que gosto tanto de ler, eu mesmo me arrisco a escrever livros irrelevantes que ninguém quer ler. Mas continuo fazendo deste ofício o motivo de minha existência. Porque escrever é como amar e “ninguém pode viver sem amar”, como diz aquele mexicano no filme À Sombra do Vulcão, de John Huston, baseado no livro de Malcom Lowry. Livro que foi reescrito até a exaustão, porque Lowry não suportava a idéia de estar plagiando alguém. Como se fosse possível ser original depois dos gregos.</p>
<p>Li na coluna de Ailton Medeiros o texto de uma pessoa que não encontrava mais prazer em ler. Fiquei triste por ela. Queria que essa pessoa redescobrisse o prazer de ler alguns clássicos da literatura, Cervantes, Kafka, Dostoievski… Shakespeare. Talvez assim ela redescobrisse o caminho dos novos autores que estão fazendo releituras magníficas destes mesmos clássicos. Moacy Scliar recontando a estória de Tamar ou Saramago recontando a estória de Caim. Essa pessoa pode até mesmo ler a Bíblia, não para procurar conforto espiritual, mas para buscar textos literário de altíssima qualidade como esses citados acima.</p>
<p>Para finalizar, gostaria de recomendar o filme O Leitor, de Stepehn Daldry. A cena em que ela pede ao menino, “leia Guerra e Paz, kid” é a síntese de tudo que eu queria dizer aqui.</p>
<p>Ler é a grande aventura da humanidade.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Goa por Cora Rónai]]></title>
<link>http://autoreselivros.wordpress.com/2009/11/30/goa-por-cora-ronai/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 03:33:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo Coelho</dc:creator>
<guid>http://autoreselivros.wordpress.com/2009/11/30/goa-por-cora-ronai/</guid>
<description><![CDATA[Na crônica de 26 de novembro, a jornalista Cora Rónai, do Segundo Caderno do jornal O Globo, fez um ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Na crônica de 26 de novembro, a jornalista Cora Rónai, do Segundo Caderno do jornal <em>O Globo</em>, fez um relato sobre Goa:</p>
<blockquote><p>O jantar da Associação de Professores de Português foi um evento simpático. Reuniu cerca de quarenta pessoas, entre professores, maridos e esposas, que se divertiram conversando em grupinhos, bebendo vinho português e comendo risoles. A associação aproveitou a ocasião para eleger o melhor professor (no caso, professora) e, no fim da noite, todos receberam CDs de bossa-nova. No cardápio, além da discussão dos eternos problemas da classe, lombo de porco à moda e bacalhoada, com sorvete de coco de sobremesa. Tudo muito familiar e corriqueiro, exceto pelo fato de estarmos a cinco horas e meia de Portugal, ou sete horas e meia do Brasil.</p>
<p>Goa fica na costa Oeste da Índia, mas como geografia nem sempre é destino, vive, culturalmente, num vago ponto latino. Há nomes portugueses espalhados por todo o estado e, em alguns bairros da capital, Pangim, o português continua sendo a língua de casa, embora os idiomas predominantes sejam o konkani e o inglês. O grande artista local, hoje verdadeira instituição indiana, é o desenhista Mario Miranda, goense de quatro costados e fala portuguesa; o estilista que pôs Goa no mapa da moda é Wendell Rodricks (Rodrigues), que veste os astros de Bollywood em linhos e algodões elegantes e despojados, com um viés mediterrâneo, na contramão dos brilhos e paetês orientais.</p>
<p>Ao contrário das tradicionais casas indianas, que terminam em terraços, as de Goa têm telhados de quatro águas, diretamente importados de Portugal; mas contribuíram para a arquitetura lusotropical (na definição de Gilberto Freyre) com os alpendres, criados para proteger o interior do aguaceiro das monções. Em frente à entrada, em vez dos habituais altares para divindades hindus, têm pequenos santuários encimados pela cruz, onde o santo de devoção é enfeitado pelas mesmas guirlandas alaranjadas que, no resto do país, enfeitam os Ganeshas, Shivas e Laksmis.</p>
<h3>* * *</h3>
<p>Há cruzes e igrejas por toda a parte, até no meio da selva. Quando a antiga capital mudou-se para o litoral em 1843, as casas foram desmontadas para que se aproveitassem as pedras, raras na região. As antigas igrejas, porém, permaneceram intocadas. Hoje são lindas de se ver, cercadas de árvores por todos os lados, e parecem o cenário perfeito para um filme de Indiana Jones.</p>
<h3>* * *</h3>
<p>Como em Portugal, os nomes de várias ruas vêm escritos em placas de azulejos; o chão é imaculadamente limpo, ao contrário do que se vê pelo resto da Índia, onde jogar lixo porta afora é tradição desde os tempos em que o lixo era orgânico e, por conseguinte, ótima comida para animais. Por falar nisso, não se vêem muitas vacas fora do pasto, e as pobres pouco têm de sagradas: um bom bife é apreciado em Goa, assim como a carne de porco, coisa que praticamente não se come em outra parte do subcontinente.</p>
<p>As mulheres usam cabelo curto, andam de salto e vestem-se com roupas ocidentais, ainda que bem-comportadas. Se não fosse pela cor da pele e pela fisionomia, podiam muito bem estar no interior de Portugal ou numa cidadezinha qualquer em Minas ou no Nordeste. A linguagem corporal local é cem por cento ocidental. Homens e mulheres se dão as mãos e se beijam quando se encontram ou se despedem; e ninguém se acocora ou se senta no chão, como é normal entre os demais indianos. No final da tarde, todos trazem cadeiras para a porta de casa, para aproveitar a fresca e pôr a conversa em dia.</p>
<h3>* * *</h3>
<p>Apesar do sotaque português, Goa tem muito mais de Brasil do que de Portugal. A vegetação é parecidíssima com a nossa, e a colonização portuguesa tratou de torná-las ainda mais semelhantes, levando para o Brasil manga e coco e trazendo para a Índia goiaba, mamão, caju, abacaxi e tomate, para não falar na onipresente pimenta malagueta.</p>
<p>O caju merece uma observação à parte. As castanhas são preparadas de diversas maneiras, algumas horrivelmente apimentadas; as passas e o caju em calda ainda não foram descobertos, assim como o suco e a cajuína. A explicação mais provável que encontro para essas graves lacunas gastronômicas é o aproveitamento das frutas para a produção de uma cachaça forte e cheirosa chamada feni que, segundo amigos que entendem do assunto, é o que há de bom.</p>
<h3>* * *</h3>
<p>O calor e as praias atraem gente de perna de fora do mundo inteiro. Calingute, que fica a meia hora de Pangim, podia ser Búzios, Trancoso ou Porto de Galinhas: concentra uma quantidade de pizzarias, restaurantes e botecos, abertos dia e noite. Entre uns e outros, dezenas de lojinhas de roupa de praia e cacarecos indianos, com a diferença que os donos não são argentinos, e os cacarecos indianos vêm ali da esquina. Na moda para estrangeiros, prevalece o hippie fino universal.</p>
<h3>* * *</h3>
<p>Goa foi colônia portuguesa até 1961. Com a independência, o português deixou de ser língua obrigatória. É falado hoje apenas pelos goeses quatrocentões e, se o estado continuar sendo ignorado pelos portugueses &#8212; e, sobretudo, pelos brasileiros &#8212; logo dará lugar ao inglês, que é o que os indianos usam para se comunicar mesmo entre si, quando vêm de estados diferentes.</p>
<p>Ainda assim, acho que mais importante do que a língua é a cultura como herança comum. Não é tanto o português que faz dos goeses os indianos exóticos que são, mas um jeito de ser que se reconhece na Bahia, no Rio ou em Luanda, em Cabo Verde ou em Moçambique. Vai ser uma pena se, um dia, Goa deixar de ser a mistura que é: afinal, onde mais se pode encontrar um padre brâmane?</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Aritmética dos Seres Humanos ]]></title>
<link>http://unfairyworld.wordpress.com/2009/11/30/a-aritmetica-dos-seres-humanos/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 02:32:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>icarostrela</dc:creator>
<guid>http://unfairyworld.wordpress.com/2009/11/30/a-aritmetica-dos-seres-humanos/</guid>
<description><![CDATA[Na matemática, existe a odiosa teoria dos conjuntos. Na vida prática, também impera a odiosa teoria ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://unfairyworld.wordpress.com/files/2009/11/quebra-cabeca.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16" title="Quebra-cabeça" src="http://unfairyworld.wordpress.com/files/2009/11/quebra-cabeca.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Na matemática, existe a odiosa teoria dos conjuntos. Na vida prática, também impera a odiosa teoria dos conjuntos. O tempo todo tentamos encaixar as pessoas, as coisas dentro de um odioso conjunto qualquer.</p>
<p>Observamos as suas semelhanças, contemplamos as suas diferenças e depois de considerarmos os nossos julgamentos acertados, enfiamos os elementos em um determinado conjunto. Assim obtemos, amiúde, um conjunto A de elementos que compartilham das mesmas características. Ou um conjunto B, composto por elementos cujas características diferem das do conjunto A. Ou ainda muito possivelmente um conjunto C, onde os elementos pertencentes reúnem características semelhantes entre si, mas que, de alguma forma, se comunicam com os outros dois anteriormente citados.</p>
<p>Paro por aqui. Não irei me estender falando de <em>n</em> conjuntos. Eles existem e são possíveis. Possíveis na loucura humana de classificar as coisas e separá-las em grupos. Nesta necessidade doentia de preencher lacunas, de estabelecer lugares. Também faço isso, mas, na maior parte do tempo, ciente da nocividade deste trabalho.</p>
<p>Todos somos um pouco matemáticos nesta operação de categorizar, mas nos esquecemos que também somos categorizados. Eu o fui inúmeras vezes, sobretudo durante a adolescência. Pertenci ao conjunto daqueles que possuem espinhas, daqueles que usam óculos e que, por isso, parecem nerds e não são, daqueles que demoraram a beijar na boca, daqueles estranhos demais que devem ser postos de lado em um conjuntinho qualquer bem afastado em alguma encruzilhada perdida da Via Láctea.</p>
<p>Bem, essa fase passou e eu sobrevivi, e os conjuntos a que pertenci um dia foram, aos poucos, ruindo. Não faço mais parte da maioria deles, mas continuo sendo estranho, pertencendo ao conjunto das pessoas estranhas, daquelas que não gostam de ser rotuladas, que vivem burlando as regras e apagando os contornos das figuras geométricas. No entanto, continuo sendo enquadrado e novos conjuntos haverão de surgir ainda. Devo suportar com bravura os<em> pertences</em> ou <em>não-pertences</em> da vida, as intersecções e uniões corriqueiras, ou os <em>contidos</em> e <em>não-contidos </em>que insistem em nos encerrar em potes de mantimento.</p>
<p>Terei que sobreviver a tudo isto, se realmente desejo fazer parte deste mundo. Terei que fingir aceitar ser fragmentado em inúmeros pedacinhos para não ter que passar mais uma pela dolorosa experiência de fazer parte integralmente de um conjunto vazio.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ah, se eu pudesse...]]></title>
<link>http://sobrekant.wordpress.com/2009/11/30/ah-se-eu-pudesse/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 01:55:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>sobrekant</dc:creator>
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<description><![CDATA[Verão. Em São Paulo, existem duas alternativas para alguém que queira aproveitar o Sol, o que é prat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Verão.</p>
<p>Em São Paulo, existem duas alternativas para alguém que queira aproveitar o Sol, o que é praticamente impossível na metrópole: litoral norte ou litoral sul.</p>
<p>O primeiro tem a vantagem de receber um pessoal mais bonito, mas é mais caro e também mais longe. Por isso, a maioria dos paulistanos acaba indo para o litoral sul, e grande parte deles opta por uma cidadezinha chamada Guarujá.</p>
<p>Eu, arrastado por meus fihos adolescentes, que querem ir para o &#8220;Guaru&#8221; porque os amigos da escola vão estar lá; e por minha mulher, que quer ser uma quarentona descolada e também deseja fazer parte da muvuca, sou mais um dos vários visitantes que enfrentam um trânsito absurdo para chegar na pequena cidade de 142,7 Km².</p>
<p>Uma vez lá, o inferno começa a tomar forma. Primeiro, a avenida da praia congestionada graças a um garotão que pára o carro para conversar com um grupo de meninas. Depois, horas de filas enfrentadas em supermercados. Como se isso não fosse o bastante, na hora da praia forma-se uma guerra para conseguir um lugar ao sol- literalmente.</p>
<p>Com todos esses cenários maravilhosos, acompanhados dos berros de meus filhos e das reclamações sempre muito construtivas de minha esposa, eu sinto vontade de gritar.</p>
<p>Não só de gritar; quero dar um chute no carro do garotão galanteador na avenida da praia; quero pegar as minhas compras e passar na frente de todo mundo que estava na fila; quero empurrar a multidão que já ocupara toda a praia para abrir o meu guarda-sol, e poder escolher se quero me sentar na sombra ou na luz.</p>
<p>Mas quando sinto vontade de fazer tudo isso, lembro-me que não posso. Não posso porque, se todos o fizéssemos, a socidade se tornaria um caos. Por fim percebo que essas regras, esses deveres, foram criados por nós homens, de forma voluntária, como exercício de nossa própria liberdade.</p>
<p>Acalmo-me, finalmente, com a ideia de que essas formas de conduta não passam de minha expressão de liberdade. Respiro fundo, e então volto a agir moralmente, como tantos outros que se estrangulam para seguir as normas e calar seus instintos e desejos.</p>
<p>Quem sabe não convenço a família a ficar em casa no próximo feriado?</p>
<p>Maldito verão.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pessoas]]></title>
<link>http://silentinsanity.wordpress.com/2009/11/29/pessoas/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 01:02:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo Leme</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tem gente que estraga lugar bacana? Quase. Hoje estive lá no Café Santo Grão lá na Oscar Freire, seg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Tem gente que estraga lugar bacana? Quase. Hoje estive lá no Café Santo Grão lá na Oscar Freire, seg]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[F.C. BARCELONA 1 REAL MADRID 0. ¿QUE?, ¿QUE ME IBA A ACOBARDAR Y NO DECIR NADA?]]></title>
<link>http://ramrockmanchesterunited.wordpress.com/2009/11/30/f-c-barcelona-1-real-madrid-0-%c2%bfque-%c2%bfque-me-iba-a-acobardar-y-no-decir-nada/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 00:14:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>ramrockmanchesterunited</dc:creator>
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<description><![CDATA[&nbsp; Pues nada de eso, RECORDEMOS QUE ESTO ES, AUN CON TODOS LOS MILLONES DE EUROS QUE ACTUALMENTE]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Pues nada de eso, RECORDEMOS QUE ESTO ES, AUN CON TODOS LOS MILLONES DE EUROS QUE ACTUALMENTE MUEVE ESTE &#8220;JUEGO&#8221;, RESULTA QUE&#8230;&#8230;..¡¡¡¡SIGUE SIENDO UN JUEGO!!!!.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Parafernalias aparte, el partido empezó y&#8230;..mira por donde, el Barcelona con su &#8220;tiki-taka&#8221;, el Madrid, mas cerradito.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A partir de ahí&#8230;&#8230;hemos podido ver, aunque la gente se queje (joder, que no he estado en un estadio, he estado viendolo en un &#8220;pub&#8221;, donde, aunque la mayoria era del Madrid, habia gente del Barça y gente que, sin ser del Barça, estaba de su parte, ¿ESTAMOS?) que el Barcelona ha intentado hacer su juego, juego de toque, buen toque, pero se ha encontrado c0n un Madrid que le cerraba todos los espacios y que, además, cuando recuperaba el balón, se lanzaba verticalmente (aunque, eso si, con una falta de precisión que se supone que unos jugadores como esos no debian tener) sobre el area del contrario, de hecho, las ocasiones mas claras en ese primer tiempo resulta que han sido del Madrid Y SOBRE TODO UNA DE CRISTIANO RONALDO QUE, A PLACER, POR QUERER COLOCARLA, VICTOR VALDES HA DESPEJADO CON EL PIÉ A CORNER.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>EL PARTIDO, EN CONJUNTO, HA SIDO DE UNA IGUALDAD IMPRESIONANTE, SE HA PODIDO VER, PERO PERFECTAMENTE, PORQUÉ TIPO DE JUEGO APUESTA CADA EQUIPO Y&#8230;NO HA QUEDADO NADA CLARO CUAL DE LOS DOS ES EL MEJOR PARA GANAR (¡¡¡¡¡¡¡IMPORTANT E. NO ESTOY HABLANDO DE &#8220;BELLEZA EN EL JUEGO&#8221; Y COSAS PARECIDAS, ¿ESTAMOS?!!!!).</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Como suele ocurrir Y HA OCURRIDO A LO LARGO DE LA HISTORIA FUTBOLÍSTICA&#8230;&#8230;.EL PRIMERO QUE HA APROVECHADO SU OPORTUNIDAD HA GANADO EL PARTIDO Y&#8230;¡¡¡¡¡SE LO HA MERECIDO!!!!!!, la cosa ha sido bien clara, el amigo &#8220;Ibra&#8221;, LE HA GANADO LA ESPALDA AL CENTRAL DEL MADRID Y HA ¡¡¡MACHACADO!!!!.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Si, ha habido una primera expulsión y el Madrid ha tomado ventaja en eso, pero&#8230;&#8230;NO LA HA SABIDO APROVECHAR. Después ha habido otra expulsión, esta vez en el Madrid y &#8230;&#8221;diez contra diez&#8221;, pero la cosa estaba bien clara.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>¿QUE DE, DE UNA PUTA VEZ, MI RESULTADO?, bien, LO DOY, CREO POR EL JUEGO DESARROLLADO POR UNO Y OTRO EQUIPO, EL EMPATE, INDEPENDIENTEMENTE DE LAS OPORTUNIDADES QUE TAMBIEN UNO Y OTRO HAYAN TENIDO, HUBIERA SIDO LO JUSTO, PERO, POR SUPUESTO, DE NINGUNA MANERA VOY A DECIR QUE EL RESULTADO SEA INJUSTO.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>EL PARTIDO, PARA MI, HA SIDO TAN IGUALADO, CON SUS ALTERNATIVAS, CON LOS DIFERENTES ESTILOS DE UNO Y OTRO QUE,  SI LOS MIOS (EL MADRID) HUBIERA GANADO, NO ME PARECERIA INJUSTO, EL EMPATE TAMPOCO Y, POR SUPUESTO, EL RESULTADO QUE SE HA DADO, ES DECIR, LA VICTORIA DEL BARCELONA, TAMPOCO ME PARECE INJUSTA.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>¡¡¡¡QUE ASÍ ES EL JUEGO, COÑÓ!!!!! </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Y ahora ya&#8230;..jajajajajajajajaja, que los perio&#8221;LISTOS&#8221;", empiecen con sus &#8220;cátedras&#8221;, QUE NO SON NADA OBJETIVAS y que lo único que buscan es VENDER EJEMPLARES, SER LOS QUE TIENEN MAYOR AUDIENCIA Y BLABLABLABLA, PERO, ¿OBJETIVIDAD?&#8230;&#8230;NI DE COÑA.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Ya vereis la que montan tanto en Cataluña como en Madrid y sobre todo&#8230;la que monta gente como Roberto &#8220;MENDRUGO&#8221; Gomez, Alfredo Duro y&#8230;.Y DEMÁS MANIPULADORES PERIO&#8221;LISTOS&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>La cosa es TAN SENCILLA COMO ESO, EL PARTIDO HA ESTADO MUY IGUALADO Y NINGUNO DE LOS DOS SE HA IMPUESTO CLARAMENTE AL OTRO.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Todo lo demás es CHARLATANERIA.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>PDTA: Por favor, independientemente de todo esto, ¿alguien me puede ayudar para mandar al paro a gente como Roberto &#8220;MENDRUGO&#8221; Gomez, Joio Mamón de la Morralla&#8230;upsss. queria decir, Jose Ramón de la Morena, ese garrulo impresentable, a su acólito &#8220;CEPORRETE&#8221;, digo &#8220;manolete&#8221;, tipejo absurdo que NI SIQUIERA SABE HABLAR o ESE CHULO QUE SE HACE LLAMAR &#8220;ALFREDO DURO&#8221;?.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>EL PERIODISMO DEBERIA SER OBJETIVO, Y GENTUZA COMO ESTOS SUJETOS LO IMPIDEN.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Well, y volvamos ya a LOS HECHOS, que, como digo, han sido VICTORIA DEL BARCELONA contra la que NO TENGO NADA QUE OBJETAR, ES MAS, ES QUE EL GOL ES MAGNÍFICO, IBRAHIMOVIC LE HA GANADO LA ESPALDA A PEPE EN UN BIEN MARCADO PASE Y SIN DEJAR CAER EL BALÓN, HA REMATADO ADENTRO, CASILLAS NO HA TENIDO LA MAS MÌNIMA OPORTUNIDAD.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>¡¡¡ES ASÍ!!!, SIN MAS. Hay quien, a mi lado, ha llegado a decir &#8220;fuera de juego&#8221;, PARA NADA, LA JUGADA HA SIDO PERFECTA.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Es mas, quizás el Madrid siga teniendo que pensar Y ESO QUE HOY HA DEFENDIDO MUY BIEN, como arreglar este tipo de temas ya que ESTO LLEVA PASANDO DESDE HACE AÑOS, incluyendo la época de Fernando Hierro.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Y todo este &#8220;coñazo&#8221; es &#8220;COSECHA PROPIA&#8221; (por eso ahora pongo una firma mia) y lo demás&#8230;&#8230;.videos, fotos, alineaciones, etc&#8230;LO QUE PILLO POR AHÌ, JAJAJAJAJAJAJAJAJAJAJAJAJAJAJAJAA.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>FELIZ COMIENZO DE SEMANA A TODOS/AS (excepto al &#8220;SANTERO HIJOPUTA&#8221; que ahora anda usando a niños para buscar simpatizantes y unas cuantas &#8220;casadas y maduritas insatisfechas&#8221;, una de ellas, además, NAZI-ONAL SEPARATISTA Y, SOBRE TODO, EMBUSTERA IMPRESENTABLE).</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>PARA LOS BUENOS Y BUENAS JUGADORES, PARA LOS QUE SI SABEN LO QUE ES &#8220;FAIR PLAY&#8221; O, EN CATALUÑA, SENY, FELICIDADES, HABEIS GANADO LIMPIAMENTE, PUNTO PELOTA (cosa que, por ejemplo, un tal &#8220;Sombra de Angel&#8221; y GENTUZA de ese tipo, NO ENTIENDE NI ENTENDERÁ JAMÁS, porque no son mas que SUBNORMALES).</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://ramrockmanchesterunited.wordpress.com/files/2009/11/firmaseria19.png"><img class="alignnone size-full wp-image-1003" title="firmaseria1" src="http://ramrockmanchesterunited.wordpress.com/files/2009/11/firmaseria19.png" alt="" width="143" height="42" /></a></p>
<p><strong>- Ficha técnica:</p>
<p>1 &#8211; Barcelona: </strong>Valdés; Alves, Puyol, Piqué, Abidal, Xavi, Sergio Busquets, Keita (Touré Yaya, min.66), Messi, Iniesta y Henry (Ibrahimovic, min.51).</p>
<p><strong>0 &#8211; Real Madrid: </strong>Casillas; Sergio Ramos, Pepe, Albiol, Arbeloa (Raúl, min.75), Lass Diarra, Xabi Alonso, Kaká, Marcelo, Cristiano Ronaldo (Benzema, min.66) e Higuaín.</p>
<p><strong>Gol: </strong>1-0, m.56: Ibrahimovic.</p>
<p><strong>Árbitro:</strong> Undiano Mallenco (Colegio navarro). Mostró tarjeta amarilla a Arbeloa (min.34), Albiol (min.41), Pepe (min.69) y Marcelo (min.79) y expulsó por doble amonestación a Sergio Busquets (min.50 y 63) y Lass (min.48 y 90).</p>
<p><strong>Incidencias: </strong>Partido de la duodécima jornada de Liga disputado en el Camp Nou ante 97.132 espectadores.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/dSGfReQVL4U&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/dSGfReQVL4U&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.que.es/archivos/200911/20091129-633951225263787500-600x600x80.jpg" alt="" width="445" height="318" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.que.es/archivos/200911/real-madrids--kaka-con2168871-600x600x80.jpg" alt="" width="444" height="302" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.que.es/archivos/200911/20091129-633951214982225000-600x600x80.jpg" alt="" width="441" height="383" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.que.es/archivos/200911/real-madrids-diarra-is2168859-600x600x80.jpg" alt="" width="439" height="600" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.que.es/archivos/200911/barcelonas-messi-is-ch2168850-600x600x80.jpg" alt="" width="438" height="532" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.que.es/archivos/200911/barcelonas-messi-and-r2168865-600x600x80.jpg" alt="" width="407" height="342" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.que.es/archivos/200911/barcelonas-busquets-ta2168869-600x600x80.jpg" alt="" width="438" height="329" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.que.es/archivos/200911/barcelonas-alves-and-r2168855-600x600x80.jpg" alt="" width="448" height="333" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.que.es/archivos/200911/20091129-633951210037225000-600x600x80.jpg" alt="" width="431" height="548" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.que.es/archivos/200911/barcelonas-messi-contr2168828-600x600x80.jpg" alt="" width="403" height="600" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.que.es/archivos/200911/barcelonas--xavi-jumps2168821-600x600x80.jpg" alt="" width="426" height="313" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.que.es/archivos/200911/barcelonas--pique-kick2168839-600x600x80.jpg" alt="" width="447" height="285" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.que.es/archivos/200911/20091129-633951199970350000-600x600x80.jpg" alt="" width="439" height="600" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.que.es/archivos/200911/barcelonas-ibrahimovic2168906-600x600x80.jpg" alt="" width="396" height="600" /></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aferrandonos al 1er puesto...xDD]]></title>
<link>http://scsanmateo.wordpress.com/2009/11/30/aferrandonos-al-1er-puesto-xdd/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 23:23:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>davizgr</dc:creator>
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<description><![CDATA[Partidazo de las chicas del San Mateo que se aferra al 1er puesto de la tabla..Tras la victoria cont]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Partidazo de las chicas del San Mateo que se aferra al 1er puesto de la tabla..Tras la victoria cont]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crónica Sárdoma 3 - Castrelos 1 (8ª Jornada)]]></title>
<link>http://sardomafemenino.wordpress.com/2009/11/29/cronica-sardoma-3-castrelos-1-8%c2%aa-jornada/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 21:37:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>sardomacf</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estrenamos Crónica en el Blog, así que como es la primera no me la critiquéis mucho. Fue un partido ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Estrenamos Crónica en el Blog, así que como es la primera no me la critiquéis mucho. Fue un partido ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FIGHT!!!]]></title>
<link>http://cronicaspachanguiles.wordpress.com/2009/11/29/fight/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:33:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>cronicaspachanguiles</dc:creator>
<guid>http://cronicaspachanguiles.wordpress.com/2009/11/29/fight/</guid>
<description><![CDATA[Pues sí. Esta edición fue la de las luchas y peleas, aunque un poco desequilibradas, todo hay que de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pues sí. Esta edición fue la de las luchas y peleas, aunque un poco desequilibradas, todo hay que decirlo.</p>
<p>De primeras, el tiempo amenazaba lluvia, y hasta algún mariconcillo mandó un correo en serie con la intención aparente de confirmar cuanta gente iba, pero con la secreta esperanza de que más cagones le apoyaran y se cancelara el partido. Naturalmente  no lo consiguió, dado que aquí somos todos muy hombres (menos Almudena y alguno más que no diré&#8230;)</p>
<p>Así que nadie se atrevió a faltar a la cita, quedando un total de ocho ójcuros y siete blancos, aunque se empezó seis contra seis, dado que Tronchamozas no salió a tiempo, seguramente por estar &#8220;trabajándose&#8221; el ascenso, y Almudena había ido a comprar unas medias (que luego no nos enseñó, mala pécora&#8230;)</p>
<p>Así, el partido empezó muy competido, pero con los ójcuros tocando bien por una vez,  y adelantándose rápidamente.  Fue en estas cuando vimos el primer duelo de la noche, José Carlos que ya había triunfado en algunas cargas legales se vio enfrentado con Palas por un balón. Ah, la eterna lucha de la fuerza contra la velocidad, ¿quién ganaría este duelo?</p>
<div id="attachment_301" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://cronicaspachanguiles.wordpress.com/files/2009/11/palas-vs-jc.gif"><img class="size-full wp-image-301" title="Palas vs. JC" src="http://cronicaspachanguiles.wordpress.com/files/2009/11/palas-vs-jc.gif" alt="" width="450" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">Con ese mismo brazo, en ná más empezar, José Carlos hizo un FATALITY que riete tú...</p></div>
<p>Obviamente, Palas hizo lo único que pudo&#8230; caer con estilo y hacer un ángel en el barro.</p>
<p>El partido siguió hasta que una de las rodillas de Julián, sobreexigida por el esfuerzo que requiere su dueño en esta zona dijo basta, así que Fran, que ya no podía más con la camiseta negra, se sacó la camiseta blanca, que le esperaba con ansía.</p>
<p>Así, el partido vivió al poco su segunda lucha. La de Almudena contra los &#8220;elementos&#8221;. Primero chocó contra Fran, y a sus espaldas estaba José Carlos&#8230; vamos, la pesadilla de toda chica</p>
<div id="attachment_302" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a title="Dramatización..." href="http://cronicaspachanguiles.wordpress.com/files/2009/11/almudena-vs-jc-and-fran.jpg"><img class="size-full wp-image-302" title="almudena vs. JC and Fran" src="http://cronicaspachanguiles.wordpress.com/files/2009/11/almudena-vs-jc-and-fran.jpg" alt="Dramatización..." width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Debido a la atrocidad de las auténticas imágenes, les ofrecemos esta dramatización...</p></div>
<p style="text-align:left;">Debido a sus lesiones, Julian hubo de irse, llevándose con él a Raúl, motivo por el que Hector, aún limpiándose la boca, entró a jugar. Eso obviamente,  no mejoró el juego blanco, ya que era uno más a chupar. Así que los ójcuros acabaron llevándose el partido. Hay que hacer mención honorífica a los <span style="text-decoration:line-through;">mari</span>&#8230; esto, a los cobardes que se fueron antes de que acabara el partido, como Andrés, José Carlos&#8230;</p>
<p style="text-align:left;"><em><strong>Ójcuros</strong></em></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Miguel</strong>: Probablemente su partido más desafortunado hasta la fecha. Sigue siendo zurdo cerrado, cerrado, pero al menos se llevó la victoria</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Samuel</strong>: Sigue intentando justificar los millones que costó su fichaje, llegando su felonía hasta el punto de rematar balones que ya iban dentro para engordar sus estadísticas.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Almudena</strong>: Estaba jugando bien hasta que empezó a fingir que Fran (vamos, un inocente angelito) le hacía falta cada dos por tres. Sólo por eso se lleva un -2 en la calificación</p>
<p style="text-align:left;">
<div id="attachment_303" class="wp-caption aligncenter" style="width: 194px"><a href="http://cronicaspachanguiles.wordpress.com/files/2009/11/me-suena.jpg"><img class="size-full wp-image-303" title="Me suena" src="http://cronicaspachanguiles.wordpress.com/files/2009/11/me-suena.jpg" alt="" width="184" height="232" /></a><p class="wp-caption-text">El caso es que esta escena me suena de algo...</p></div>
<p style="text-align:left;"><strong>Esteban:</strong> ¡Después de tres años consiguió meter un gol desde su campo! Ahora esperemos que lo deje (aunque se le veía muy crecido al final de partido diciendo que se sentía como un tren&#8230; hasta el punto de embestir contra los topes)</p>
<p style="text-align:left;">
<div id="attachment_304" class="wp-caption aligncenter" style="width: 331px"><a href="http://cronicaspachanguiles.wordpress.com/files/2009/11/trenecito.jpg"><img class="size-full wp-image-304" title="trenecito" src="http://cronicaspachanguiles.wordpress.com/files/2009/11/trenecito.jpg" alt="" width="321" height="461" /></a><p class="wp-caption-text">Así se sentía Esteban al final del partido...</p></div>
<p style="text-align:left;"><strong>Alfonso:</strong> Sigue metiendo goles, por inverosímil que esto resulte. Además hasta pasa y todo. Este no es nuestro Alfonso que nos lo han cambiado</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Javi</strong>: Entre otras cosas se irá directo al infierno por reirse del remate de panza de Fran. Aparte de eso, ha mejorado bastante el pase.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Palas:</strong> Al principio le ganó siempre la partida a José Carlos por velocidad, pero en una de estas se le ocurrió proteger el balón&#8230; Parece que está aprendiendo a correr con el balón controlado</p>
<p style="text-align:left;"><em><strong>Blancos</strong></em></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Elier</strong>: Protagonizó la jugada de la noche (sin hostias de por medio). De portero, retrocede, retrocede&#8230; hasta que ve los palos a su alrededor, con lo que tropieza, cae, y marca gol en propia meta. Una de las pocas chorrijugadas inéditas hasta esta semana.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>José Carlos</strong>: Se nota que está un punto físico por debajo de los demás blancos (no pasó la prueba infernal de este verano a mediodia). Sin embargo, lleva las cargas hasta el límite de lo legal (que se lo digan a Palas)</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Julianín</strong>: Desgraciadamente se lesionó al poco de empezar, así que no califica.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Raúl</strong>: Bien para ser su primer partido. Hasta metió un gol aprovechando la principal debilidad de Almudena (y esta vez no me refiero a Samuel)</p>
<p style="text-align:left;"><strong><em>&#8220;Garrapata&#8221;</em> Hector</strong>: Su legendario poder de succión le impidió llegar a tiempo a la pachanga, pero cuando llegó no defraudó&#8230; El &#8220;Puto Esteban&#8221; volvió a sonar alto y claro.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Andrés</strong>: Le dio bien al balón, pero se notó que le faltaba Julián echándole la bronca por todo. Mariquita total, se fue antes de tiempo.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Carlos</strong>: El traidor &#8220;silencioso&#8221;. Ha jugado de blanco casi tantas veces como Fran pero no se ha llevado la fama de éste.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Fran</strong>: El blanco por dentro&#8230; En lo bueno, metió dos goles (a los ójcuros). En lo malo, regaló un gol a Edu (como un Carlos cualquiera), pero como contó para los blancos, igual no fue tan malo&#8230;</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Expoziţie de sculptură Gal. Simeza - martie 2003 ]]></title>
<link>http://crissminea.wordpress.com/2009/11/29/expozitie-de-sculptura-gal-simeza-martie-2003/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:31:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>swannehals</dc:creator>
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<description><![CDATA[Expoziţia sculptorului Radu Dumitru de la Gal. Simeza evocă &#8211; sub titlul &#8220;Eterna întoarc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Expoziţia sculptorului Radu Dumitru de la Gal. Simeza evocă &#8211; sub titlul &#8220;Eterna întoarcere&#8221; &#8211; rigoarea şi abstractizarea cu care era tratat lemnul la precedenta expoziţie, de la Sala Rondă a TNB, adăugând un nou element, bronzul.<br />
Născut în &#8216;57, la Valea Mare, în jud. Vâlcea, absolvent al Institutului &#8220;I. Andreescu&#8221; din Cluj &#8211; secţia Sculptură şi membru al U.A.P., artistul se află la cea de-a cincea sa expoziţie personală, plasată sub zodia cercului, aici simbol al ciclicităţii. Banalul element uzual, funcţional este abstras din cotidian şi transformat în artă &#8211; fragmente de roţi adevărate, din lemn, provenind de la care; bronzul pe alocuri coclit, păstrând uneori vagi urme de vopsea. O posibilă contaminare cu sfera aşa-numitei &#8220;arte povera&#8221;?</p>
<p>Lucrările, de dimensiuni mai mici (panouri) sau mai mari (cu desfăşurare autonomă în raport cu peretele), se constituie într-un discurs sobru, coerent şi unitar, exploatând la maximum cele câteva motive, ce se repetă aproape obsesiv, dar niciodată monoton: micii vizitii încremeniţi în bronz conduc, într-un act imaginar, care abia schiţate, trase de animale invizibile, ca într-un joc de copil.<br />
Jocul vid-plin propune un echilibru extrem de fragil, un ritm tensionat, fiind greu de precizat, în ansamblu, cui îi aparţine victoria.<br />
Paleta cromatică are propriul ei cuvânt de spus, un cuvânt important, cu atât mai mult cu cât ea se bazează pe tonurile naturale ale lemnului şi ale bronzului, ce păstrează patina timpului: de la nuanţe de verde până la cele de galben şi brunuri.<br />
În ansamblu, raportarea lucrărilor la spaţiul avut la dispoziţie este una fericită, bazată pe armonie. Există o dispunere suficient de aerisită a operelor, pentru ca acestea să fie bine puse în valoare.</p>
<p>Nota de rigurozitate şi unitate se traduce şi la nivelul titlului purtat de opere, acel invariabil şi obsesiv &#8220;Eterna întoarcere&#8221;, îngânat, de la o lucrare la alta, aproape ca o litanie.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Expoziţie Gal. Simeza - decembrie 2003 ]]></title>
<link>http://crissminea.wordpress.com/2009/11/29/expozitie-gal-simeza-decembrie-2003/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:12:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>swannehals</dc:creator>
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<description><![CDATA[Paolo Porto îşi începe activitatea de fotograf în anul 1980, specializându-se în dansul şi teatrul c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Paolo Porto îşi începe activitatea de fotograf în anul 1980, specializându-se în dansul şi teatrul contemporan. Din 1995, atenţia sa se îndreaptă şi către domeniul fotografiei sociale.</p>
<p>Studiile sale asupra mişcării îi aduc un premiu din partea World Press Photo &#8211; ediţia 2003, pentru o lucrare a cărei protagonistă este dansatoarea italiană Ines Cara, de la Compagna Thor-Belgio.<br />
Paolo Porto are la activ numeroase colaborări cu artişti naţionali şi internaţionali (în teatru: Kemp, G. Lavia, Poli, Piera degli Esposti, Maddalena Crippa, Peter Stein, Juri Lubjmov; în dans: Pina Baush, Susanne Linke, Mikhail Baryshnikov, Dance T. of Harlem, Maya Plisetskaya, Maguy Marin, Rudra, Jose Limon D. C., No mades).<br />
Reportajele sale l-au purtat prin toată lumea: Albania, Bosnia, Africa, S.U.A., India, Bolivia, Moldova, Transilvania.<br />
În perioada 2001-2002, a evoluat la Milano şi Veneţia în cadrul unor expoziţii colective, al căror obiectiv era strângerea de fonduri în favoarea copiilor aflaţi în dificultate.</p>
<p>Expoziţia organizată la Gal. Simeza în decembrie 2003 ne propune doi artişti plastici: pictoriţa Irina Florescu şi fotograful Paolo Porto. Segmentul rezervat acestuia din urmă ne dezvăluie o serie de fotografii pe tema dansului, rod al muncii sale migăloase din ultimul deceniu, în preajma unora dintre cele mai mari companii de gen ale lumii.</p>
<p>Lucrările lui Paolo Porto sunt un elogiu adus trupului uman în mişcare, nudului care se extinde, se deschide către spaţiul neutru în care evoluează sau se repliază asupra sa<br />
însuşi, într-un persuasiv act de claustrare. Înscriindu-se în succesiunea tenebrosiştilor italieni, artistul realizează imagini în care formele umane se revelează prin accente luministice violente.<br />
Accentul este pus pe elementul geometric şi pe exacerbarea detaliului anatomic, ambele sub imperiul unei extraordinare flexibilităţi, într-o tentativă de abstractizare a figurativului. Corpul uman, zeus şi &#8220;axis mundi&#8221;, încremeneşte în definiţii-semn, în urma procesului autocreării sale din haos, din neantul fertil al cutiei negre.<br />
Paolo Porto este un fin observator, sensibil la ritmurile intime ale modelelor sale. În acest complex joc de linii frânte, diagonala apare ca principală linie de forţă. Uneori, figura umană pare lansată pe drumul metamorfozei într-o măiastră brâncuşiană; alteori, ea devine o marionetă, o minusculă gâză suspendată în golul imens monoton.</p>
<p>În majoritatea lor, fotografiile reprezintă personaje izolate; dar este înfăţişat şi cuplul sau grupul, deşi într-o înlănţuire atât de fermă a siluetelor, încât pot fi luate drept alte forme singulare. Compoziţional, &#8220;tablourile&#8221; sunt echilibrate, uneori apropiindu-se în mod periculos de tentaţia simetriei. Ispita culorii este absolut sublimată, astfel că senzualitatea ei n-are nici un cuvânt de spus. Darul vorbirii, magia limbajului rămâne exclusiv în sarcina nudului, cu năucitoarea strălucire sidefie a carnaţiei, a epidermei sale: un simplu jet de pastă albă abia ţâşnită din tub pe cartonul negru, într-un joc de-a pulsul vieţii şi de-a tăcerea.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Regras do Futebol de Rua]]></title>
<link>http://geek4jesus.wordpress.com/2009/11/29/regras-do-futebol-de-rua/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 16:31:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>gabesan</dc:creator>
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<description><![CDATA[Li este texto há muito tempo atrás, quando estava na 5a. ou 6a. série, em um livro de escola, numa d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Li este texto há muito tempo atrás, quando estava na 5a. ou 6a. série, em um livro de escola, numa d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um garotinho chamado José Carlos]]></title>
<link>http://blogdolaranja.wordpress.com/2009/11/29/um-garotinho-chamado-jose-carlos/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 16:20:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>lindinor</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ídolo, para mim, é aquele cara que se destaca, vira referência no que faz, tem estilo próprio. Na se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ídolo, para mim, é aquele cara que se destaca, vira referência no que faz, tem estilo próprio. Na segunda-feira, 23 de novembro, após o expediente de trabalho, não poderia perder a oportunidade de ir à livraria Saraiva do Norteshopping para, numa tarde/noite de autógrafos, conhecer, cumprimentar e, claro, tietar, um dos grandes personagens da história do rádio brasileiro e não apenas do rádio esportivo nacional, “o garotinho ligeiro, que transmite o jogo inteiro, José Carlos Araújo”.</p>
<p>Escrevo depois de devorar o ótimo livro do vascaíno e jornalista, Rodrigo Taves, “Paixão pelo rádio: do milésimo gol de Pelé, ao milésimo gol de Romário”, que traz a história dos 45 anos da trajetória radiofônica de um eterno garotinho que deu leveza, jovialidade, cor e vibração às transmissões de futebol.</p>
<p>Voltando àquele início de noite, chego na entrada da livraria e não avisto o ilustre personagem e o autor. Pergunto ao vendedor: “É hoje mesmo o lançamento do livro do Zé Carlos Araújo?” A resposta positiva me encaminha direto ao caixa para comprar e, em seguida, pegar os autógrafos no mezanino da loja, onde estavam José Carlos e Rodrigo.</p>
<p>Subo o lance de escada e recebo o cumprimento cordial: “Fala, garotinho.” Era ele mesmo e eu não podia deixar de dizer: “Hoje estou conhecendo um ídolo, como Assis, Washington, Romerito. Um dos maiores narradores do rádio esportivo brasileiro de todos os tempos, como foram Jorge Curi, Waldir Amaral e Doalcey Camargo. Além disso, um dos caras, que como Haroldo de Andrade e Cidinha Campos, me inspiraram a fazer jornalismo e trabalhar no rádio”. Aí, o Rodrigo perguntou: “Você já fez rádio?” Respondo: “Já, mas agora tô trabalhando na Comunicação da Petrobras”. O autor ainda pergunta sobre o meu time, que aliás, pelo sobrenome só poderia ser mesmo o Tricolor das Laranjeiras.</p>
<p>Após os autógrafos, peço para tirar uma foto com José Carlos, que me atende com a maior simpatia. Foto tirada, me despeço desejando vida longa para o nosso garotinho no rádio e desejando sucesso a Rodrigo.</p>
<p>Ah, já ia esquecendo: perguntei sobre um possível sucessor. Mas a resposta, como foi a mesma do livro, não vou dizer, mas recomendar que, mesmo que você não tenha uma paixão pelo rádio ou pelo futebol, vale a pena conhecer a história de um grande profissional e ser humano, que para nós será sempre o verdadeiro e único garotinho.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A crítica e o elogio]]></title>
<link>http://universoparalego.wordpress.com/2009/11/29/a-critica-e-o-elogio/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 13:24:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>daianageremias</dc:creator>
<guid>http://universoparalego.wordpress.com/2009/11/29/a-critica-e-o-elogio/</guid>
<description><![CDATA[Ele me disse sobre a juventude. Não é mais como no meu tempo. Antigamente, se você percebia que era ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Ele me disse sobre a juventude. Não é mais como no meu tempo. Antigamente, se você percebia que era bom, se esforçava. Hoje, não. Se você vê que é bom, fica acomodado. Tem que ser menos preguiçosa, menina. Se Deus lhe deu um campo fértil e você joga apenas uma semente, é desperdício&#8230; Precisa jogar várias sementinhas&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">E ele falou em bíblia também. Citou algo que me pareceu uma parábola, não sei, nunca fui boa nisso de bíblia, mas acho que era parábola. Dizia sobre os homens que recebiam moedas, aquele que recebeu uma moeda e, ao final, voltou com uma moeda, levou bronca. Mas por que a bronca? Porque você precisa multiplicar a moeda. Se a recebeu e não fez nada com ela, não adianta&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Entende, menina? Entende o que eu digo? Entendo&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Essa juventude de hoje me deixa triste&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">E eu com a cabeça baixa, a ouvir o sermão&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Promete pra mim que vai jogar mais sementinhas nesse teu campo? Prometo.</p>
<p style="text-align:justify;">Desculpa se o que falo te desanima, mas é que, às vezes, a gente precisa dar bronca, sabe, precisa falar&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Tudo bem&#8230; Eu agradeço os conselhos e agradeço, inclusive, o puxão de orelha.</p>
<p style="text-align:justify;">E foi caminhando comigo, até a saída da faculdade, o professor que, posso dizer, é um dos melhores que tive. Melhor por ensinar coisas em sala de aula, nos corredores, na escada e pra vida.</p>
<p style="text-align:justify;">A minha irmã mais velha, a Paty, uma vez, há muito tempo, disse, quando ainda fazia faculdade, uma frase que ouviu na sala de aula: “A gente cresce na direção em que é elogiado”. Se não me engano era uma aula de uma das professoras que ela mais amava, a Moema. Eu nem conheci a Moema, conheci apenas de tanto que a Paty falava&#8230; E fiquei com aquela frase na cabeça&#8230; De fato. A gente cresce na direção em que é elogiado. E é preciso entender que críticas também são belas formas de elogio&#8230; Aliás, eu sempre duvido de quem sempre e somente elogia.</p>
<p style="text-align:justify;">Obrigada, Tomás.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">(Daiana Geremias)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coluna da Digi # 8 - Romances Gráficos]]></title>
<link>http://blogdofialho.wordpress.com/2009/11/29/coluna-da-digi-8-romances-graficos/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 12:38:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Fialho</dc:creator>
<guid>http://blogdofialho.wordpress.com/2009/11/29/coluna-da-digi-8-romances-graficos/</guid>
<description><![CDATA[No dia 08 de outubro de 2007 publiquei minha 8ª coluna na Diginet. Era um texto falando de histórias]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No dia <strong>08 de outubro de 2007</strong> publiquei minha <strong>8ª coluna na Diginet</strong>. Era um texto falando de histórias em quadrinhos e de o quanto essa modalidade de leitura (chamada pelos aficcionados de 9ª arte) vem ganhando em importância nos últimos anos. Pode ser que alguns dados do texto estejam desatualizados, uma vez que ele foi escrito há mais de 2 anos, porém, vale como registro.</p>
<p>***</p>
<p><strong>Romances gráficos – A vingança dos nerds.</strong></p>
<p>Sou de uma geração que aprendeu a ler com os quadrinhos. Não que sejamos todos uma turma de superdotados, autodidatas das letras que aprendemos sozinhos o bê-a-bá. A ler mesmo (e escrever) aprendemos na escola. Quando digo que aprendemos com os quadrinhos, me refiro ao ato de ler por prazer, de pegar uma história e não largar mais até que encontremos o lamentável nomezinho FIM no canto da página. Essa relação com a leitura nos veio primeiro com as HQs e, naquela altura da vida, nenhum Machado de Assis seria capaz de nos provocar tamanho impacto, envolvimento, sedução.</p>
<p>Gostávamos mesmo de ler os belos quadradinhos, coloridos ou não, que comprávamos avidamente nas bancas da cidade ou nos sebos do Alecrim. Acreditávamos que nossa realidade estava mais próxima de um homem com poderes de aranha ou de um pato que se vestia de marinheiro do que de qualquer Simão Bacamarte ou Brás Cubas que nos aborreceriam com suas loucuras e obsessões se nos fossem apresentados antes do tempo.</p>
<p>Eu e os meus contemporâneos temos uma visão das histórias em quadrinhos mais evoluída do que os nossos pais. Para eles (os pais) aquelas revistinhas não passam disso: revistinhas. São, portanto, coisas de criança. Já nós, temos pelos quadrinhos o respeito que os eleva à categoria de literatura séria, uma arte digna de ser apreciada também na maturidade. É uma visão mais próxima da americana do que da brasileira tradicional. Nos Estados Unidos, para se ter uma idéia de o quanto eles são valorizados por lá, as HQs são chamadas de romances gráficos, definindo claramente já na nomenclatura que quadrinhos por lá é coisa de gente grande também.</p>
<p>Na França, todas as livrarias têm espaços enormes para as revistas, pois para os franceses, as HQs são uma vertente respeitadíssima da literatura. Nessas seções pode-se encontrar os gauleses Asterix e Obelix, o belga Tintin, os mangas japoneses, adaptações do cinema para os quadrinhos, os tradicionais Garfield e Snoopy, os imortais Alan Moore e Frank Miller, além de uma infinidade de histórias de todos os tipos, para todas as idades, inclusive clássicos da literatura como “O Médico e o monstro” ou “A metamorfose” desenhadas em edições de luxo.</p>
<p>Em julho passado, em São Paulo, houve um evento que acena para uma mudança de mentalidade dos brasileiros ou para um claro sinal de vitória cultural de nossa geração. O Fest Comix reuniu milhares de pessoas no Colégio São Luís, na avenida Paulista. Eram mais de 290 mil títulos em oferta de todas as editoras, de todos os tipos, nacionais e importados. Durante os 3 dias, palestras e debates sobre o tema ocorriam em auditórios lotados de adultos. Marmanjos de várias idades desfilavam com camisas temáticas que traziam emblemas de super-heróis ou personagens como o Cebolinha ou o Tio Patinhas. Fui conhecer o evento na companhia do jornalista potiguar Roberto Sadovsky, o maior fanático por HQs que conheço, que por sua vez trajava uma camisa do Quarteto Fantástico.</p>
<p>Mal adentramos no local e Sadovsky fez uma compra de uma coleção inteira dos X-Men. “Essa coleção é raridade.”, falou para justificar as centenas de Reais que desembolsara pelas revistas. “Minha mãe ficava louca com a quantidade de revistas que eu tinha em casa, mas eu nunca me desfiz delas. Quando mudei de Natal pra São Paulo foi o que deu mais trabalho de trazer, mas está tudo aqui comigo.”</p>
<p>Sadovsky, ou Boinha como é conhecido pelos amigos natalenses, é há mais de 10 anos Editor-chefe da Revista Set, uma das mais respeitadas publicações de cinema do mundo inteiro. Ele disse que só chegou aonde chegou graças às HQs que consome com avidez de um fanático desde a infância. “Uma vez eu disse: tá vendo, mãe? Se não fossem os quadrinhos, não teria acontecido nada disso.” Boinha também comemora o fato de as principais produções recentes do cinema mundial serem adaptações de romances gráficos. Cinema e HQs juntos são com certeza a melhor mistura sobre a qual ele gosta de escrever.</p>
<p>Como eu não sou bobo nem nada, também aproveitei os preços mais em conta para fazer algumas compras, itens essenciais em qualquer cesta básica (Aliás, era exatamente isso que recebíamos à entrada: uma cesta para fazer compras.) de um amante de HQs. Comprei Homem-aranha e Elektra de Frank Miller, toda a série Watchmen de Alan Moore, o clássico Crise nas infinitas Terras e uma outra que não me lembro qual foi, mas que Boinha disse: “Compre isso. Não me pergunte nada. Confie em mim!” Achei melhor não duvidar.</p>
<p>Recentemente na Bienal de Natal, foi dado um espaço para os quadrinhos, inclusive com uma oficina de produção. Iniciativas como essas devem ocorrer cada vez mais em eventos literários. Na FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty), ocorrida semana passada, falava-se que na edição de 2008, os romances gráficos terão seu espaço. Nas livrarias de Natal já é possível encontrar grandes obras da literatura convencional como “O Chalaça” e até “O Alienista” de Machado de Assis, aquele que só pudemos ler com propriedade e plena compreensão após termos passado pelo necessário estágio da literatura em quadrinhos. Ou seja, se até Machado aderiu, é porque os quadrinhos venceram a batalha, superaram barreiras, derrubaram preconceitos.</p>
<p>E todos nós, nerds, nascidos nos anos 70 e 80, estamos deliciosamente vingados. Longa vida aos romances gráficos porque imagem também pode ser literatura.<span id="_marker"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sí hay dos sin tres]]></title>
<link>http://distrito13.wordpress.com/2009/11/29/si-hay-dos-sin-tres/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 11:43:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jon Cuesta</dc:creator>
<guid>http://distrito13.wordpress.com/2009/11/29/si-hay-dos-sin-tres/</guid>
<description><![CDATA[Perdimos. En primer y único lugar, porque ellos eran mejores. Pero perdimos también por no tener pac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Perdimos. En primer y único lugar, porque ellos eran mejores. Pero perdimos también por no tener paciencia, por no saber divertirnos y por las caras largas. Está clarísimo que tenemos que aprender a ganar, pero, sobre todo, debemos aprender a perder.</p>
<p>El partido tuvo al menos una anotación más decente que el partido anterior (anotamos 45 puntos, por 61 de ellos). Comenzó con algunos despistes defensivos en la individual que les pusieron pronto por delante, aunque supimos estar tranquilos, buscar cosas que ensayamos en los entrenamientos (pick and rolls, jugar con el poste y lanzar buenos contraataques) y ajustar un pelín –que no mucho– la defensa. Les aguantamos el tirón hasta el segundo cuarto, en el que nos olvidamos de hacer todo lo anterior para jugar como pollos sin cabeza, a la ley de la máxima improvisación. Eso generó en nervios y desquicio general, que no hizo más que ampliar la ventaja en contra con millones de contraataques y canastas fáciles y una racha de tres triples consecutivos. Después la cosa volvió a medio funcionar, pero ya fue demasiado tarde. Nos falta constancia y disfrute, pero me temo que la primera es imposible sin la segunda&#8230;</p>
<p>PD1: Hay vídeo del partido. En cuanto lo tenga, lo cuelgo por aquí.<br />
PD2: Me falta que Álvaro, Rubén y Juan pasen por el fotomatón. Si no me equivoco, el resto ya está retratado.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A FAMA - Crônica by Má na revista Fazenda da Grama]]></title>
<link>http://retratoserelatos.com/2009/11/29/a-fama-cronica-by-ma-na-revista-fazenda-da-grama/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 10:10:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maira</dc:creator>
<guid>http://retratoserelatos.com/2009/11/29/a-fama-cronica-by-ma-na-revista-fazenda-da-grama/</guid>
<description><![CDATA[Um pouco antes de ir ao Brasil esse ano, fui convidada pela jornalista Giseli Miliozi para escrever ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Um pouco antes de ir ao Brasil esse ano, fui convidada pela jornalista Giseli Miliozi para escrever ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[José Gil Fortoul: la fiesta del béisbol en la Venezuela de 1917]]></title>
<link>http://noticieroalternativo.com/2009/11/29/jose-gil-fortoul-la-fiesta-del-beisbol/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 10:08:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>noticieroalternativo</dc:creator>
<guid>http://noticieroalternativo.com/2009/11/29/jose-gil-fortoul-la-fiesta-del-beisbol/</guid>
<description><![CDATA[Discurso de inauguración del nuevo stand de béisbol al norte del Ferrocarril Central el 23 de septie]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.vtv.gov.ve/files/imagecache/preview/imagecache/beisbol+historia.jpg" alt="" width="320" height="210" /></p>
<p style="text-align:justify;">Discurso de inauguración del nuevo stand de béisbol al norte del Ferrocarril Central el 23 de septiembre de 1917. Tanto el discurso como la reseña periodística citada fueron publicados en <em>El Nuevo Diario</em>, Caracas, el 24 de septiembre de 1917.</p>
<p style="text-align:justify;">Señoras y señores:</p>
<p style="text-align:justify;">Mis jóvenes amigos y camaradas en sport, que inauguran aquí el nuevo Stand de base-ball, quieren que yo inicie con algunas palabras esta fiesta caraqueña, la cual, en mi entender, será también una fiesta nacional.<br />
<!--more-->Breves han de ser mis palabras —breves y rápidas hojas de otoño que ceden el aire y la luz a exuberantes rosales de primavera&#8230; ¿Otoño? Estoy por retirar esa palabreja, que huele a vejez o a decadencia. (Risas.) Los hombres de sport no tenemos otoño. Vivimos siempre en primavera (risas y aplausos), como que dejaríamos de ser gente de sport, si aun bajo las canas y los años no practicásemos todos los días algún ejercicio violento con gestos elegantes, ni aspirásemos a marcar hasta el último inning de la vida enlazando con brazo vigoroso el talle flexible de una virgen. (Grandes aplausos.)</p>
<p style="text-align:justify;">Fiesta nacional, porque este nuevo Stand queda abierto a la presente generación y a las futuras; a cuantos jóvenes, de la capital y de los estados, quieran aquí adiestrar sus músculos y desarrollar su habilidad.</p>
<p style="text-align:justify;">Todo campo de sport es liberal escuela de energía y, de compañerismo, donde se ejercitan a un tiempo el músculo y el alma. (Aplausos.) En vez de cuerpos anémicos, de nervios flojos y venas palúdicas, vamos a ver y admirar aquí cuerpos ágiles y sanos, con nervios donde vibra la voluntad resuelta y arterias donde palpita impaciente la sangre generosa. (Aplausos.)</p>
<p style="text-align:justify;">Todo muchacho, y toda muchacha, obligados están a practicar algún sport, primero para conservar la salud, respirando a pleno pulmón, moviéndose a paso rítmico y en ademán armonioso realizando a cada instante los dos milagros de la existencia —la fuerza disciplinada y la eurítmica hermosura. (Grandes aplausos.) De esta salud individual dependerá luego la salud de la familia y de la raza.</p>
<p style="text-align:justify;">Vosotros, muchachos y jóvenes&#8230; en sport no hay viejos. (Risas)&#8230; ya sabéis que, adiestrando aquí el músculo y la voluntad, os preparáis a más nobles contiendas. Hoy más que nunca, porque los días tristes que la humanidad está viviendo ahora nos enseñan de nuevo que no hay hombre libre ni pueblo grande con brazo débil y cerebro tímido y corazón cobarde. (Ruidosos aplausos) &#8230; Si bien es verdad que, bajo este cielo y sobre esta tierra, bastará siempre, para levantar la mano y retemplar el alma, ampararse al recuerdo de nuestros inmortales antepasados en sport: Páez con su lanza, Bolívar con su espada. (Aplausos.)</p>
<p style="text-align:justify;">Vosotros, aficionados o profanos, atención: el pitcher, inteligente y hábil, va a lanzar la pelota contra la vigilancia del batsman; la pelota, voluble como alguna mujer, inconstante como algún hombre (risas y aplausos), será imagen y remedo de la vida; bajo la máscara del catcher se oculta el destino; las novenas, con su destreza y su energía, van a sobreponerse a la suerte, al azar; al final, el alborozo del triunfo: alborozada victoria para vinos, pero sin tristeza de la derrota para otros; todos saldrán de aquí satisfechos y alegres, porque cada cual habrá dado el máximun de su esfuerzo: alta Y noble lección de todo sport. (Prolongados aplausos.)</p>
<p style="text-align:justify;">Luego de las palabras del Dr. Gil Fortoul, tuvo lugar el juego entre «Los Samanes» y el «Independencia». Al día siguiente la reseña Periodística de <em>El Nuevo Diario</em> contó: «&#8230;Desde temprano en la mañana se había intensificado el tráfico por la calle real de Candelaria. Los tranvías pasaban repletos de gente jubilosa y los automóviles y coches corrían bocineando, hacia allá, a perderse en las curvas iniciales de la carretera del este».</p>
<p style="text-align:justify;">«El primer stand de base-ball que se levanta en Caracas está cómoda y cuidadosamente construido. El diamante fue trazado conforme a las reglas técnicas, el campo es amplio y las tribunas capaces, techadas con tejas de cemento y colocadas en situación que no les da el sol de frente a la hora de los juegos, por lo cual resultan frescas, aireadas por el viento que barre la sabana».</p>
<p style="text-align:justify;">«Allí se acumuló un grupo de lo más florido del mujerío caraqueño, fervientes deportistas, que daban al espectáculo el sortilegio de su gracia y la nota vivaz de los trajes mañaneros&#8230;»</p>
<p style="text-align:justify;">Por lo demás, vale la pena completar la estampa de El Nuevo Diario señalando que el «Independencia » le ganó a «Los Samanes» en lo que el corresponsal de turno describió como «felpa tamaña».</p>
<p>Federico Pacanins (compilador), <em>El libro del béisbol</em>. Cien años de pelota en la literatura venezolana, Caracas: <em>El Nacional,</em> 1998.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PORTSMOUTH 1 MANCHESTER UNITED 4]]></title>
<link>http://ramrockmanchesterunited.wordpress.com/2009/11/29/portsmouth-1-manchester-united-4/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 09:21:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>ramrockmanchesterunited</dc:creator>
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<description><![CDATA[&nbsp; Contundente victoria del United pero fraguada en la segunda parte ya que, durante la primera,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Contundente victoria del United pero fraguada en la segunda parte ya que, durante la primera, que terminó con empate a uno, la cosa no parecia tan sencilla.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fué  un primer tiempo igualado, los locales, últimos de la tabla, salieron desde el principio a morder y no dieron la sensación de estar en el puesto en que están, al menos yo he visto a otros equipos con un futbol mucho mas rudimentario, por su parte, el United, una vez mas, hizo gala de algo que está haciendo mucho esta temporada, salir conservador, con aires de suficiencia, lento, como sintiendo que con el nombre tarde o temprano se llevarán el partido y así empezó además, pues un penalty, claro pero de lo mas ingenuo, los puso por delante. NO se amilanó el Portsmouth que siguió luchando al límite por cada balón y en algunos momentos tuvo incluso encerrado al United, sin embargo, fué otro penalty, también claro, pero de esos que, curiosamente, no suelen pitar los arbitros, el que hizo que estos lograran el empate.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>En el segundo tiempo si tenemos al United que sale como debe, como un grande que, además, no puede permitirse errores ante la marcha brutal del lider Chelsea (que hoy juega frente al Arsenal) y empieza a jugar con su juego bien trenzado, rápido, alegre y vertical y es fruto de esto que una gran jugada es terminada, una vez mas, por Wayne Rooney</strong> <strong>consiguiendo el segundo gol y segundo tambíen de su cuenta.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A partir de aquí el United ya empezó a jugar a placer, tocando el balón, llevando el partido a su ritmo, controlando el juego y en una nueva buena jugada, un nuevo penalty es transformado tambíen por Rooney.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Luchó aun así hasta el final el Portsmouth que achuchó bastante, pero sin apenas peligro, solo registrar un buen remate en tijera que, tras tocar casi de rebote en la mano de su portero el balón va al larguero y sale rebotado.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Y practicamente finalizando, una falta al borde del area es aprovechada magistralmente por Giggs para redondear  un resultado que quizás es un tanto abultado si contamos los méritos que los locales hicieron en el primer tiempo aunque en la segunda parte el juego fué totalmente del United.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Well, y ahora&#8230;a esperar que pasa en el derby ARSENAL-CHELSEA de esta tarde, a ver si palma el Chelsea y recortamos puntos.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mención especial para el ecuatoriano Valencia que se está convirtiendo en un jugador importantísimo para el United, con buena técnica y regate, aporta además lucha y entrega, es un buen, muy buen extremo, lástima que no le veremos en el mundial.</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>PORTSMOUTH:</strong> Begovic <strong>6</strong>; Ben Haim <strong>5</strong>, Kaboul <strong>7</strong>, Wilson <strong>7</strong>, Hreidarsson <strong>6</strong>; Piquionne <strong>5</strong> (Kanu 63 <strong>6</strong>), Yebda <strong>7</strong> (Utaka 78 <strong>n/a</strong>), Brown <strong>6</strong>, O&#8217;Hara <strong>6</strong>, Boateng <strong>7</strong>; Dindane <strong>8</strong> (Smith 81 <strong>n/a</strong>)</p>
<p><strong>MANCHESTER UNITED:</strong> Kuszczak <strong>9</strong>; Neville <strong>7</strong>, Brown <strong>7</strong>, Vidic <strong>8</strong>, Evra <strong>7</strong>; Valencia <strong>9</strong>, Fletcher <strong>9</strong>, Scholes <strong>8</strong>, Carrick <strong>7 </strong>(Anderson 76 <strong>5</strong>), Giggs <strong>9</strong>; Rooney <strong>10</strong></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/M_2SCuNUzK8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/M_2SCuNUzK8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><img class="alignnone" src="http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2009/11/28/article-1231663-0763FAB2000005DC-731_468x350.jpg" alt="" width="449" height="331" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://static.guim.co.uk/sys-images/Guardian/Pix/pictures/2009/11/28/1259439943756/Wayne-Rooney-scores-Unite-009.jpg" alt="" width="442" height="273" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://static.guim.co.uk/sys-images/Guardian/Pix/pictures/2009/11/28/1259439947966/Frederic-Piquionne-brings-013.jpg" alt="" width="442" height="269" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://i.telegraph.co.uk/telegraph/multimedia/archive/01533/rooney2get_1533005c.jpg" alt="" width="456" height="284" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2009/11/28/article-1231663-07640D77000005DC-884_468x326.jpg" alt="" width="451" height="312" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://static.guim.co.uk/sys-images/Guardian/Pix/pictures/2009/11/28/1259439946936/United-keeper-Tomasz-Kusz-012.jpg" alt="" width="445" height="289" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2009/11/28/article-1231663-076440D4000005DC-456_468x286.jpg" alt="" width="456" height="275" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://static.guim.co.uk/sys-images/Guardian/Pix/pictures/2009/11/28/1259439935871/Wayne-Rooney-walks-off-wi-002.jpg" alt="" width="432" height="390" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A noite de Ouro Preto]]></title>
<link>http://criapub.wordpress.com/2009/11/29/a-noite-de-ouro-preto/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 02:11:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Robertson Mayrink</dc:creator>
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<description><![CDATA[Diego chegou em Ouro Preto no sábado. O sol quente batia nas pedras, intensificando o cheio de urina]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Diego chegou em Ouro Preto no sábado. O sol quente batia nas pedras, intensificando o cheio de urina seca. Restos do carnaval. Ficou alguns minutos olhando a Praça Tiradentes, tentando descobrir a beleza de que tanto falavam. Quando criança, visitara a cidade em uma excursão de escola, subindo e descendo ladeira, entrando e saindo de igrejas, numa monotonia de cansar.</p>
<p>- Você tem as fotos da campanha? – perguntou à diretora de arte durante a reunião de pré-produção, na véspera. Olhou as fotos, pensando nos detalhes do roteiro.</p>
<p>- Como você vai trabalhar a iluminação? – perguntou-lhe a diretora de arte. Ele pensou alguns segundos, decidiu ser sincero.</p>
<p>– Olha, eu não conheço Ouro Preto. Ainda não sei. Vamos fazer o seguinte, amanhã vou até a cidade, faço uma pesquisa, durmo por lá, afinal o filme é sobre a noite de Ouro Preto. A gente conversa depois. – alguém na reunião insinuou se não seria melhor trocar o diretor. Não, o talento de Diego compensava e tinham tempo. A diretora de arte se ofereceu para ir junto, conhecia a cidade de carnavais e noitadas.</p>
<p>- Não, prefiro ir sozinho.</p>
<p>Na porta de um bar, ele viu a mulher. Cabeça nos joelhos, despenteada, sentada na calçada com roupas de ontem à noite. Sentiu aquela velha atração por mulheres de 40 anos. Ela levantou-se, deu alguns passos, tropeçou. Diego a segurou. Sentiu o hálito de bebida e fumo quando a mulher pediu que a levasse até a pousada onde estava hospedada.</p>
<p>O porteiro não disse nada, apenas entregou as chaves. Diego deitou a mulher na cama, esperou. Simulou um quadrado com as mãos, enfocando o rosto, os longos cabelos negros esparramados no travesseiro. Um vício, ver tudo através da câmera de cinema. Quando ela acordou, ele tentou se justificar.</p>
<p>- Você passou mal, eu a carreguei &#8230;.</p>
<p>- Não, não precisa&#8230; Eu me lembro de tudo, eu sempre me lembro de tudo. – ela desviou os olhos para a garrafa de vodka na cabeceira da cama. Levantou-se. Minutos depois, Diego escutou o barulho do chuveiro. Ele lembrou-se de quando entrava no banheiro apenas para ver a ex-esposa tomar banho. O box dava a ela uma cor escura, bonita. Os gestos difusos através do blindex, ritmados, sensuais, quase uma trilha sonora.</p>
<p>A mulher de quarenta anos saiu do banheiro. Nua. Sentou-se no colo de Diego, beijaram-se com lentidão.</p>
<p>Na manhã seguinte, ele acordou tarde. Perdera a luz da noite. Não havia ninguém a seu lado. Vestiu as mesmas roupas do dia anterior – sua mochila ficara no carro. Desceu as escadas da pousada, pensou em perguntar ao porteiro pela mulher. Não perguntou.</p>
<p>Foi até o carro. Pegou a câmera digital. Um menino ofereceu-se como guia. Não, prefiro ficar sozinho. Andou o dia todo por ladeiras, igrejas, museus. Molhou a cabeça no chafariz da rua. Lembrou-se de Januário olhando a cidade do alto da serra, a Vila Rica adormecida dos sinos da agonia.</p>
<p>O sol descia, hora morta do entardecer. Parou em frente à pousada. Fez uma panorâmica de alguns segundos com a câmera, do chão ao teto, parando em uma das janelas. A janela se abriu. Diego entrou e subiu as escadas correndo.</p>
<p>Acordou de manhã com os lábios da mulher descendo por seu corpo. Lembrou-se da cena: Susan Sarandon acordando James Spader no filme Loucos de Paixão. Será que essa mulher gosta de filmes?</p>
<p>No banho, Diego ouviu a porta do quarto batendo. Saiu do banheiro, jogou as roupas usadas na mochila. Era quase meio-dia, tinha que estar em Belo Horizonte no fim da tarde para uma nova reunião com a equipe da agência de propaganda. Pensou em deixar um recado na portaria, telefone, qualquer coisa. Não deixou.</p>
<p>Na saída da cidade, parou na Igreja de São Francisco. Olhou demoradamente a cidade, um sorriso nos lábios, pensando na expressão de raiva da diretora de arte quando ouvir: &#8220;eu não tenho a menor idéia de como filmar a noite de Ouro Preto&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O palco do teatro]]></title>
<link>http://moniquebuzatto.wordpress.com/2009/11/28/o-palco-do-teatro/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 01:10:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nicky-san</dc:creator>
<guid>http://moniquebuzatto.wordpress.com/2009/11/28/o-palco-do-teatro/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Life is but a walking shadow&#8230;&#8221; Silêncio. Um sussurro ecoa na plateia&#8230; o púb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong>&#8220;Life is but a walking shadow&#8230;&#8221;</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Silêncio.</p>
<p style="text-align:justify;">Um sussurro ecoa na plateia&#8230; o público aguarda o começo.</p>
<p style="text-align:justify;">Quem vê a cortina de fora, espera com ansiedade. Quem vê a cortina de dentro, sente uma mistura de medo, angústia, orgulho, pressa, preguiça, felicidade&#8230; Infinitas razões levaram você pra coxia, a um passo de começar sua atuação.</p>
<div id="attachment_24" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://moniquebuzatto.wordpress.com/files/2009/11/flamenco-dancer-ii1.jpg"><img class="size-medium wp-image-24" title="flamenco-dancer-ii" src="http://moniquebuzatto.wordpress.com/files/2009/11/flamenco-dancer-ii1.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Flamenco Dancer ii - Fabian Perez</p></div>
<p><a href="http://moniquebuzatto.wordpress.com/files/2009/11/flamenco-dancer-ii.jpg"></a> </p>
<p><a href="http://moniquebuzatto.wordpress.com/files/2009/11/flamenco-dancer-ii.jpg"></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>&#8220;It is a tale (&#8230;) full of sound and fury&#8230;&#8221;</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Abrem-se as cortinas.<br />
Luzes, fumaça, música.</p>
<p style="text-align:justify;">Tensão.<br />
O silêncio é quebrado pela arte, ainad que silenciosa. Há quem suba ao palco e atue para o público. Há os que simplesmente atuam, deixando o público à mercê de sua vontade.<br />
E quando é você lá em cima, o momento é único e incomparável.</p>
<p style="text-align:justify;">A sensação é de saber que cada gesto, palavra, até seu tom de voz é interpretado por uma ou mil pessoas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>&#8220;&#8230;a poor player that struts and frets his hour upon the stage&#8230;&#8221;</strong></p>
<div id="attachment_25" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://moniquebuzatto.wordpress.com/files/2009/11/tango-iv.jpg"><img class="size-medium wp-image-25" title="tango-iv" src="http://moniquebuzatto.wordpress.com/files/2009/11/tango-iv.jpg?w=300" alt="" width="300" height="223" /></a><p class="wp-caption-text">Tango iv - Fabian Perez</p></div>
<p style="text-align:justify;">O que vai pro palco é cada livro, cada filme que eu vi <em>over and over</em>, músicas de rir e chorar, abraços do <em>carissimo nonno</em>, cada “de coração partido”, cada “eu te amo”&#8230;<br />
O que vai pro palco é cada segundo que você desperdiçou nas coisas que eram importantes <em>naquele</em> momento; <em>naquele</em> contexto; <em>praquele</em> propósito.</p>
<p style="text-align:justify;">(<em>Perhaps</em> você não tenha reparado, Monique, mas as pessoas ainda estão chorando com a morte da sua Julieta. Não teve UMA mulher na plateia sem lágrimas nos olhos.<span style="text-decoration:line-through;"> Não que você se importe</span>.)</p>
<p style="text-align:justify;">Não entende por quê o diretor manda voltar ao palco pra receber aplausos. Você só faz o que faz porque te faz bem&#8230; Natural como respirar?</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;"> </div>
<p style="text-align:justify;">(Será que a naturalidade é uma arte que se aprende com treino?<br />
<em>For instance</em>, enquanto você vê poesia no seu Fabian Perez, há pessoas que só veem dançarinas.<br />
Mas não se engane. Se você ler de novo sem os parênteses, notará que não é somente ao seu palco que me refiro. Pode voltar pra ler, te dou mais 5 minutos&#8230;</p>
<div id="attachment_26" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://moniquebuzatto.wordpress.com/files/2009/11/balcony-at-buenos-aires-x.jpg"><img class="size-medium wp-image-26" title="balcony-at-buenos-aires-x" src="http://moniquebuzatto.wordpress.com/files/2009/11/balcony-at-buenos-aires-x.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Balcony at Buenos Aires x - Fabian Perez</p></div>
<p style="text-align:justify;">&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Sim, menina. Uma crônica inteira, usando seu teatro, pra falar da vida. )</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>&#8220;And then is heard no more&#8230;&#8221;</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Eis que as pessoas aplaudem e a cortina se fecha. <em>For good.</em></p>
<div id="attachment_22" class="wp-caption aligncenter" style="width: 135px"><a href="http://moniquebuzatto.wordpress.com/files/2009/11/tablado-flamenco.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-22 " title="tablado-flamenco" src="http://moniquebuzatto.wordpress.com/files/2009/11/tablado-flamenco.jpg?w=112" alt="" width="125" height="164" /></a><p class="wp-caption-text">Tablado Flamenco - Fabian Perez</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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