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	<title>cronista &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/cronista/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "cronista"</description>
	<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 06:56:25 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[UN ALIBI PERFETTO]]></title>
<link>http://pompiere.wordpress.com/2009/11/18/un-alibi-perfetto/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 11:05:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>pompiere</dc:creator>
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<description><![CDATA[Un film di Peter Hyams. Con Michael Douglas, Amber Tamblyn, Jesse Metcalfe, Orlando Jones, Joel Moor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Un film di Peter Hyams. Con Michael Douglas, Amber Tamblyn, Jesse Metcalfe, Orlando Jones, Joel Moor]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[El kinde no cogió el paso.]]></title>
<link>http://elchiquitocubano.wordpress.com/2009/11/04/el-kinde-no-cogio-el-paso/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 19:21:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>estherdelacruz</dc:creator>
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<description><![CDATA[El Kinde siempre pregunta por el Chiquito cubano; con sus casi 70 años a cuestas no parece tener vol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El Kinde siempre pregunta por el Chiquito cubano; con sus casi 70 años a cuestas no parece tener vol]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Premios Luis Carandell de Periodismo Parlamentario]]></title>
<link>http://comolaslentejas.wordpress.com/2009/10/29/premios-luis-carandell-de-periodismo-parlamentario/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 23:06:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mirilla</dc:creator>
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<description><![CDATA[El Senado convoca la VI edición de los Premios Luis Carandell de Periodismo Parlamentario, tanto aud]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-471" title="parlamento-europeo" src="http://comolaslentejas.wordpress.com/files/2009/10/parlamento-europeo.jpg?w=300" alt="parlamento-europeo" width="300" height="188" />El Senado convoca la <strong>VI edición de los Premios Luis Carandell de Periodismo Parlamentario</strong>, tanto <strong>audiovisual como gráfico y escrito</strong>, en sus <strong>dos modalidades</strong>:</p>
<p>• <strong><span style="text-decoration:underline;">Premio Cronista Parlamentario</span></strong>, dotado con <strong>10.000 euros</strong> y un obsequio institucional.<br />
• <strong><span style="text-decoration:underline;">Premio Cronista Senatorial</span></strong>, dotado con <strong>6.000 euros</strong> y un obsequio institucional.</p>
<p>Los candidatos a los premios &#8211; profesionales de la información o de los medios de comunicación que hayan destacado en la información, divulgación o defensa de las instituciones parlamentarias y particularmente del Senado- deberán ser <strong>propuestos por asociaciones de periodistas, grupos parlamentarios o entidades</strong> reconocidas por su labor social y política en defensa de la democracia y de los derechos humanos.</p>
<p>El plazo de presentación de las propuestas finaliza el <strong>22 de diciembre de 2009</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">Más información<a href="http://www.fape.es/images/media/PREMIOS/carandell.pdf"> <strong>aquí</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gorn in Rio – parte 2]]></title>
<link>http://gorniak.wordpress.com/2009/10/26/gorn-in-rio-%e2%80%93-parte-2/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 22:16:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gorniak</dc:creator>
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<description><![CDATA[&nbsp; É meio dia quando eu acordei, não havia mais ninguém no dormitório. Tomei um banho rápido com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p>É meio dia quando eu acordei, não havia mais ninguém no dormitório. Tomei um banho rápido como só um banheiro imundo de albergue consegue te forçar e saí começar minhas aventuras pelo Rio de Janeiro. Mas, antes de sair, na recepção do albergue sou parado pelo recepcionista.</p>
<p>- Um minuto, você quem é?</p>
<p>Dou meu nome e ele.</p>
<p>(modo carioquês on) &#8211; Ah “cerrrto”, é que ta faltando você acertar sua “ixtadia” né?</p>
<p>Como assim, ta faltando acertar minha estadia? Explico que ao chegar, entreguei à menina que estava na recepção o comprovante de depósito, ele me replica que ela não avisou nada, eu insisto que está tudo certo, ajudo-o a localizar o comprovante, ele diz que não estava nominal mas ok, iria confirmar com ela. Quando eu acho que está tudo certo e já ponho um pé pra fora da porta, ele me chama de novo:</p>
<p>(modo carioquês on) &#8211; Então, mas falta ainda acerrrrrtar a ixtadia dax duax meninaxxx que estão com você.</p>
<p>- Comequié? Que duas meninas?</p>
<p>- Aquelax duax que chegaram contigo.</p>
<p>Pensei em responder “Peraí, meu amigo, não faço a menor idéia de que meninas você esteja falando, infelizmente estou sozinho, se estivesse com duas meninas teria o maior prazer em pagar a diária delas, mas não estou, Inclusive se eu tivesse dinheiro sobrando, pagaria só pra poder posar de o fodão que está acompanhado por duas meninas, mas infelizmente não é o caso, não conheço nenhuma menina, não tenho direito sobrando, então não vou pagar nada”, mas desisti.</p>
<p>- Não estou com ninguém.</p>
<p>Ele faz uma cara de quem não gostou muito, deu vontade de retrucar falando que também não tinha gostado dele, que a menina da manhã era bem mais bonita e simpática, mas desisti de novo e simplesmente me virei e fui embora. Nem sabia direito onde eu ia, só queria sair dali pra não arrumar bate boca, não tava mais levando na esportiva aquela visita ao Rio. Fazia no máximo três horas que eu estava na cidade e nada estava dando certo, parecia haver um complô contra mim. “Eu devo realmente ter muita cara de paulista e isso deve ser pegadinha, só pode. Primeiro dois malandros desarmados vêm me roubar, agora o pessoal do albergue quer levar um a mais. Tiraram o dia para zoar o paulista”, comecei a resmungar mentalmente, fazendo com eu meu humor piorasse a cada minuto. “Só falta encontrar a menina que vai ser minha guia e imediatamente ser brindado com uma história triste qualquer de como os ingressos foram extraviados e não iremos mais a jogo nenhum” . Incrível como nossa mente, quando estimulada, consegue formar os piores cenários possíveis, e eu já estava até levantando a hipótese de sequer conseguir encontrá-la quando passo por um bar onde uma turma enorme de são paulinos bebia animadamente. Rapidamente me entrosei com todos eles e, conversa vai, conversa vem, sou convidado a acompanhá-los ao Maracanã. Bom, dos males o menor, agora se tudo mais falhasse eu já tinha companhia pro estádio e, melhor de tudo, não andaria sozinho por aí para ser o único paulista a ser zuado. Agradeci o convite, mas segui em frente, pois ainda precisaria encontrar a minha desconhecida amiga, que acabava de me ligar dando as coordenadas de como fazer para chegar no apartamento dela. Pelo caminho a pé da Lapa até a Glória, enquanto passava por pessoas das mais estranhas possíveis, com seus panos estendidos na calçada, vendendo as coisas mais improváveis possíveis, me perguntava por que raios tinha me metido naquela aventura no Rio de Janeiro. Enquanto confirmava que havia chegado à rua indicada e buscava o número certo, eu ainda me reprovava mentalmente, definitivamente eu não era mais um moleque, esses arroubos de sair sozinho sem destino deveriam ficar no passado, mais ou menos uma década atrás, quando somos totalmente inconseqüentes. Onde, afinal, eu estava com a cabeça? Nesse exato momento cheguei ao prédio e vi minha amiga na porta me esperando. Ela abriu um sorriso tão sorriso que na hora eu me lembrei do motivo que me trouxe ao Rio.</p>
<p>(continua)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gorn in Rio – parte 1]]></title>
<link>http://gorniak.wordpress.com/2009/10/18/gorn-in-rio-%e2%80%93-parte-1/</link>
<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 22:38:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gorniak</dc:creator>
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<description><![CDATA[Depois de uma hora parado no trânsito, enfim chego à rodoviária. Desembarco em meio a um mundaréu de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Depois de uma hora parado no trânsito, enfim chego à rodoviária. Desembarco em meio a um mundaréu de passageiros. Uma chuva fina bastou para transformar em caos partidas e chegadas, e dezenas de pessoas aguardam para partir em ônibus que já deveriam ter saído ou para receber seus conhecidos que ainda não chegaram em ônibus que já eram pra estar lá há tempos. Vendo aquele tumulto todo, resolvo comprar o quanto antes a minha passagem de volta, o que me demora mais uns quarenta minutos na fila do guichê. Assim que consigo ouço alguém às minhas costas: “Não acredito! Chuchu?” Me viro e vejo uma amiga que há tempos não encontrava, sorrindo para mim. Pausa na narração. Esclarecimento importante: “chuchu” é um termo carinhoso ao qual alguns anos atrás eu usava para me referir a toda e qualquer mulher que eu conhecia. Não se tratava de menosprezar dizendo que era sem gosto, era simplesmente uma forma mais fácil de eu não ter que tentar gravar nomes e, repetidamente, fracassar. Claro que elas sempre me chamavam de “chuchu” de volta e, até hoje, ainda trombo com quem me chame assim. Voltemos à narração. Minha amiga está com mais uma menina num albergue em Copabacana e combinamos de fazer algo mais à noite, apesar de estarmos longe um do outro. Elas vão embora num táxi, em sentido inverso ao meu caminho, e eu tomo um ônibus. Pronto, se tudo mais der errado, pelo menos um rosto conhecido eu tenho no Rio. Incrível como quando você está sozinho, procura conversar e fazer amizade com todo mundo: no ônibus que eu pego para a Cinelândia conheço um casal de paulistas, que está procurando albergue pra ficar. Quando expliquei com empolgação do meu achado na Lapa, ao lado da boemia e da farra, eles gentilmente agradecem e vão para outro lugar “queremos ver monumentos e arquitetura”. Bom, cada um com suas prioridades, desço sozinho na Cinelândia e sigo caminhando para o albergue. A chuva não para de cair e me vem à mente a cena-cichê do cara que acaba de chegar na cidade e é surrado, roubado e deixado sem nada desacordado na chuva. Rio da minha idéia besta, mas me convenço de que bandido não sai pra assaltar sete e meia da manhã, e na chuva, certo? Errado. Lá longe vejo vindo na mesmo calçada na minha direção dois típicos malandros de morro. “Vai dar merda” pensei, ao ver que na rua éramos só nós três. “É só manter a calma, vou atravessar a rua e assim, sutilmente, fugir deles.”  Atravesso a rua e, adivinha? Eles também. “É, realmente vai dar merda” voltei a pensar, enquanto eles estavam chegando cada vez mais perto. “Só passar por eles rapidamente, não parar, e rezar pra nada acontecer”, me instruí.  Eles vindo, eu indo, “vai dar merda mesmo” eles mais perto, eu mais perto, “qualquer coisa eu saio correndo”, nenhum dos três dá sinais que vai desviar do caminho, o encontro é iminente, um deles desacelera, o outro passa  já pega na minha mochila e se dirige a mim (mode carioquês on): “Ae, guerrero, perrrdeu.” O da frente já me segura pela camiseta “Seguinte, é um assalto, passa tudo ou te encho de facada”. Olho pra ambos e não vejo arma nenhuma. Se tivessem armaods, levariam o que quisessem, mas já passei da idade de ser intimidado só no grito, forcei a passagem e saí correndo. Eles não vieram atrás e eu só parei quando vi uma viatura de polícia parada. Mas aí eu já estava realmente perto do albergue, que rapidamente achei e entrei. A moça da recepção, muito simpática, enquanto fazia meu cadastro e pegava o comprovante de depósito das diárias, engatou aquele papinho de “primeira vez aqui, etc etc etc” e terminou com um “Você vai ver, vai gostar do Rio, tem muita coisa maneira aqui”. Pensei se deveria responder “É, tenho certeza que será ótimo, até me assaltar já tentaram”, mas achei uma resposta por demais ranzinza, ia contribuir pra ela falar mal dos paulistas, então me contive e virei para o lado, onde tinha um cartaz “Don´t be a gringo. Be a local” que oferecia excursões na favela. “Pronto, tudo certo, seu quarto é subindo a escada, primeira porta a direita”. Subi as escadas e entrei no quarto, onde imperava uma orquestra de roncos. Três beliches estavam ocupados e só um lá no canto tinha um colchão vago. Me acomodei o melhor que pude e resolvi dormir um pouco, para me refazer da madrugada insone no ônibus.</p>
<p>(continua)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gorn in Rio - Prólogo]]></title>
<link>http://gorniak.wordpress.com/2009/10/16/gorn-in-rio-prologo/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 03:06:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gorniak</dc:creator>
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<description><![CDATA[Eu nunca havia estado mais do que um dia no Rio de Janeiro. O “nunca”, que fique bem entendido, sign]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu nunca havia estado mais do que um dia no Rio de Janeiro. O “nunca”, que fique bem entendido, significa “não com idade suficiente para aproveitar o que o Rio tem de melhor, a saber: samba, chope brahma e mulheres-com-sotaque-carioca, não nessa ordem”. Pois eis que, numa conjunção de fatores que muitos diriam ser obra de Deus, a) a cidade é escolhida como sede das Olimpíadas de 2016; b) eu descubro que no mesmo fim de semana do feriado do dia das crianças (não sou católico, 12 de outubro é, portanto, dia das crianças) o São Paulo vai jogar no Maracanã e c) uma amiga convida “vem pra cá”, oferecendo-se ainda para ser minha guia ao descobrir (e, como todo carioca, ficar indignado) que eu não conheço praticamente nada da cidade dela. Como prova ainda maior da sua boa vontade, ela monta uma programação regada de samba e chopp brahma e arruma ingressos para o jogo no Maracanã. Tendo acontecido esse alinhamento cósmico, como poderia eu dizer “não”? A única coisa que eu deveria providenciar era a estadia, e, sorte das sortes, encontro um albergue de 20 reais por dia, de frente para os arcos da Lapa. O que mais poderia querer? Pausa na narrativa 1: nunca tendo visto os famosos arcos da Lapa e sabendo que ali é, por tradição, o reduto boêmio, bairro de samba e de bamba, me parecia o lugar perfeito, dado inclusive o valor. Pausa na narrativa 2: um ou outro leitor pode estar pensando “que mané você rapá! A menina te chama pra ir pro Rio, se oferece de guia, te compra ingresso pro maraca e tú não vai pra casa dela?” Esclareço que eu sequer a conhecia, é amiga de um cara que trabalhava comigo e isso de guia + estádio ela faz pra todo mundo, não era porque eu estava com a bola toda. Definidos esses pontos, só para não dar a impressão de que eu sou mais bobo do que realmente sou, posso dar despausa na narrativa.</p>
<p>Eis que chega a sexta-feira a noite, arrumo minha malinha, me meto num ônibus rumo ao Rio e, precisamente sete da manhã do sábado, chego na rodoviária da Cidade Maravilhosa.</p>
<p>(continua)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NOTICIAS.ANSELMO LOPEZ MORAIS FALLECIO AYER TARDE EN OURENSE]]></title>
<link>http://ourensegalicia.wordpress.com/2009/10/03/anselmo-lopez-morais-fallecio-ayer-tarde-en-ourense/</link>
<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 23:03:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>ourensegalicia</dc:creator>
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<description><![CDATA[La corporación municipal de Ourense como representante de todos los ourensanos ha expresado su más s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[La corporación municipal de Ourense como representante de todos los ourensanos ha expresado su más s]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entre col y col una lechuga, aparece de nuevo nuestro cronista tras la pista]]></title>
<link>http://puertohurraco.wordpress.com/2009/09/25/entre-col-y-col-una-lechuga-aparece-de-nuevo-nuestro-cronista-tras-la-pista/</link>
<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 10:26:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>mivipra</dc:creator>
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<description><![CDATA[CAPITULO II En la finca Morisca se dice “AGUA QUE PUEDES BEBER NO LA DEJES CORRER” La familia de la ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>CAPITULO II</p>
<p>En la finca Morisca se dice  “AGUA QUE PUEDES BEBER NO LA DEJES CORRER”<br />
<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/misterio-del-carmen.png?w=300" alt="Misterio del Carmen" title="Misterio del Carmen" width="300" height="135" class="aligncenter size-medium wp-image-1603" /><br />
La familia de la Mancha Chica, acaba de inaugurar  la década de los cuarenta, ¿Qué nuevos acontecimientos nos deparara esta etapa?<br />
Las niñas de Mikel se han convertido en unas jovencitas adolescentes. En casa se habla de pretendiente, de ajuares y futuro.<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/la-novia.jpg?w=300" alt="la novia" title="la novia" width="300" height="194" class="alignleft size-medium wp-image-1605" /><br />
Mercy comenta que tiene mucho éxito con los chicos, que la mayoría del los albaicieros más apuestos, suspiran por ella. Pero existe un cansino Martini que no le quita ojo.<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/martini.jpg?w=150" alt="martini" title="martini" width="150" height="108" class="alignright size-thumbnail wp-image-1606" /><br />
A la enigmática María se le ha visto con un chico, delgado, de pelo muy rizado y cara de pito. Parece que se llama P. Ximenez y trabaja en un puesto de abastos en el mercado de San Agustín.<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/puesto-de-fruta.jpg?w=150" alt="puesto de fruta" title="puesto de fruta" width="150" height="100" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1607" /><br />
Frente a la casa, apoyado en el palo del teléfono, suele estar un jovencito, llamado Manolo, que cuando Candelaria corre el visillo para mirarlo, agita el brazo como si estuviera despidiendo a un tren.<br />
Jack se pasa los días viendo las gallinas, conejos y otro animales que viven en la cuadra, todas las mañanas muy ilusionado se dirige al patio. Hace días que plantó las cagarrutas de los conejos y espera que éstas den su fruto.<br />
Acabamos de iniciar 1940, será un año muy agitado, seremos espectadores de grandes y pequeños acontecimientos.<br />
<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/ano-1940.gif?w=300" alt="año 1940" title="año 1940" width="300" height="224" class="aligncenter size-medium wp-image-1608" /><br />
En el corazón de Europa ya se había iniciado la segunda guerra mundial, después de la invasión de Polonia por parte de Alemania, el 3 de septiembre de 1939, Francia e Inglaterra declara la guerra a la nación germana. En 1940 Alemania invade y ocupa Dinamarca, Noruega, Holanda, Bélgica y derrota fulminantemente a Francia. A mediados de este año, Italia entra en guerra, acompañando a los alemanes.<br />
<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/polonia-invasion.jpg?w=234" alt="Polonia invasión" title="Polonia invasión" width="234" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-1609" /><br />
Con el bombardeo por parte de la aviación alemana de Londres, comienza la Batalla de Inglaterra. Siendo nombrado Whiston Churchill, nuevo Primer Ministro. Como vemos se trata de un victorioso año para el nacionalsocialismo de Hitler.<br />
<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/churchil1.jpg?w=222" alt="Churchil[1]" title="Churchil[1]" width="222" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-1610" /><br />
En España el fin de la guerra civil no trae la paz, a los españoles solo se le regala un orden policial. Cientos de miles se ven obligados a vivir como aconseja el nuevo Estado. Otros miles caen victimas de los pelotones de fusilamiento y otros muchos, ven en exilio su única salida. Es cierto el dicho “Franco manda y España obedece”.<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/emigracion-francia.jpg?w=300" alt="emigración Francia" title="emigración Francia" width="300" height="204" class="aligncenter size-medium wp-image-1611" /><br />
El Caudillo encuentra en la Falange de José Antonio, unos ideales políticos de los que carece su régimen dictatorial. A través de su cuñado, Ramón Serrano Suñer que unifica la falange, con la Comunión tradicionalista, dando lugar a la Falange Española Tradicional de la JONS. Pensada como partido único e integrador, en un régimen que aborrece la pluralidad política y sindical.<br />
<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/jose-antonio-primo-de-rivera.jpg" alt="José Antonio Primo de Rivera" title="José Antonio Primo de Rivera" width="140" height="220" class="alignright size-full wp-image-1612" /><img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/milicianoscasacampo.jpg?w=150" alt="MilicianosCasaCampo" title="MilicianosCasaCampo" width="150" height="104" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1613" />España permanece al margen de la segunda guerra mundial, en parte debido al estado tan precario en que se encuentra y también por la proverbial indeterminación y asombrosa lentitud con la que Franco toma sus decisiones. Después de los triunfos de de Hitler, el Caudillo desea compartir el festín, pretendiendo las posesiones francesas del norte de África. Hitler se entrevista con Franco, pidiéndole que controle Gibraltar, pero el Caudillo después de la batalla de Inglaterra, sabe que se prevé un guerra larga, y pierde el entusiasmo de jugarse todo a la carta de Alemania.<br />
<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/1940-hendaya-franco-hitler.jpg?w=270" alt="1940-Hendaya- Franco-Hitler" title="1940-Hendaya- Franco-Hitler" width="270" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-1614" /><br />
Franco visitaba Granada, fue la primera  de sus visitas oficiales como Jefe de Estado. La ciudad se engalanó profusamente para el acontecimiento, en repuesta al bando del alcalde, que invitaba a la población a adornar balcones y fachadas. Brigadas de obreros en pocas horas levantaron arcos triunfales en las calles céntricas, el del mayor tamaño situado en la Gran Vía esquina con Reyes Católicos, tan alto como los edificios próximos. El Arzobispo ordenó que repicarán las campanas de todas las iglesias. Se le alojó en la planta noble del Ayuntamiento. El despacho del alcalde se habilitó como dormitorio, ricamente ornamentado con mobiliario y enseres, cedidos por las familias más importantes de la ciudad. Pese a tanta ceremonia, la estancia de Franco no duró más de un día. Recorrió apresuradamente la Catedral, la Capilla Real, la Alambra, la Basílica de las Angustias, donde rezo ante la Patrona de la ciudad y, por último la sede de la Falange, en el Campillo.<br />
<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/franco-granada.jpg?w=300" alt="francogranada1.jpg" title="francogranada1.jpg" width="300" height="256" class="aligncenter size-medium wp-image-1615" /><br />
El mismo día, mientras que los distintos diarios se hacían eco de esta noticia, con grandes titulares. Se producía una noticia pequeñita, se anunciaba que Intendencia y la Asociación de Caridad estaban procurando alimentar a 30.000 presos que estaban recluidos en la plaza de toros del Triunfo. Muchos granadinos, condolidos por esta situación, les llevaban comestibles, arrojándoselas por las ventanas.<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/plazas.jpg?w=150" alt="Plazas" title="Plazas" width="150" height="94" class="alignright size-thumbnail wp-image-1616" /><br />
Mientras esto problemas acaparan los diarios granadinos, en la casa de nuestros abuelos la vida no se detiene.<br />
Estamos a finales del verano de 1940, sigue haciendo mucho calor, Granada sufre ya tres años de sequía, pero este verano está siendo el más caluroso de la última centuria. Los cármenes están fritos de sed, muchos árboles se secan, y casi no hay agua para beber. La situación es tan calamitosa que D. Antonio Gallego Burín,  como Gobernador Civil de Granada ha ordenado a la Guardia Civil, que vigilen de día y de noche las acequias evitando los frecuentes robos de agua.<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/gallego-morell-19951.jpg" alt="Gallego-Morell-1995[1]" title="Gallego-Morell-1995[1]" width="148" height="151" class="alignleft size-full wp-image-1618" /><img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/guardia_civil_escolta_1_.jpg" alt="guardia_civil_escolta_1_" title="guardia_civil_escolta_1_" width="271" height="400" class="alignright size-full wp-image-1619" /><br />
Al despuntar el día el abuelo Mikel I, con su atillo debajo del brazo, inicia su larga caminata que le llevará como todos los días a su trabajo en el pueblo de Jun.<br />
<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/puertohurraco.jpg?w=300" alt="Puertohurraco" title="Puertohurraco" width="300" height="158" class="aligncenter size-medium wp-image-1620" /><br />
La abuela Merche, comienza  pronto su jornada doméstica, lo primero que hace es abrir ventanas y balcones, para que pueda entrar el frescor de la mañana. De repente oye voces de riña en la calle, Merche se asoma a la reja para ver lo que pasa, pero es Pepe el “Cañero”, que discute acaloradamente con Antonio el del tinte.<br />
El dueño del tinte de lanas, se queja al cañero. Ayer no me diste agua y Mikel el de la casa de la escuela sí que tenía en abundancia. Pepe responde, que “eso no es cierto, yo reparto el agua por igual”. Responde Antonio: eso es mentira, ayer yo no tenía casi agua para poder trabajar, en cambio a Mikel le sobraba, estaba regando y le salía el agua por debajo de la puerta. El Cañero respondía: que yo te digo que la reparto por igual, que no sé lo que pasa, hay algo extraño, que no logro comprender, es como si hubiera una mano negra. Déjame de cuentos, interpeló Antonio. La discusión fue subiendo de tono, hasta que el Cañero como autoridad en la materia, dio la callada como repuesta.<br />
Pepe de profesión Cañero, era todo un personaje en el barrio, tendría unos 54 años, con sus botas de agua, camisa arremangada, portaba una media caña en la mano derecha y un acetre con estopa en la otra. Se pateaba todo el día las calles. Su oficio era dar agua a las diferentes casas del Albaicín. Según una ordenanza muy estricta. Para ello abría los cauchiles, con unas llaves largas que llevaba colgadas en el cinto, y colocando o retirando unos tapones de estopa con trapos viejos, iba dando agua a las distintas viviendas del Albaicín.<br />
Efectivamente, Pepe” el cañero” tenia razón, en la finca morisca de Mikel I, existía un extraño misterio, guardado con gran secreto por los propietario del carmen morisco. Este misterio nunca fue comprendido por nuestros abuelos, pero sabía que les beneficiaba, era con una bendición que le había caído del cielo.<br />
En este capítulo desvelaremos este curioso misterio, tan celosamente guardado por nuestro antepasado, y se aclararán los entresijos de esta rareza del Albaicín musulmán.<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/bady.jpg?w=215" alt="bady" title="bady" width="215" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-1621" /><br />
Pero antes de la revelación, tomaremos el camino de la historia, y nos transportaremos al Abaycin de la dinastía Ziri. El rey Badis fundador de este linaje, construyó su palacio cerca de la finca que después pertenecería a Miel I. Como es de suponer, el monarca necesitaba de grandes cantidades de agua, para poder abastecer este gran complejo palaciego.<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/fuente-grande.jpg?w=225" alt="fuente grande" title="fuente grande" width="225" height="300" class="alignright size-medium wp-image-1622" /><br />
Badys como rey de grades proezas, al pueblo de Alfacar el agua fue a buscar. Y la trajo desde Aynadamar, la Fuente de las Lagrimas o Fuente Grande de Alfacar, a doce leguas de distancia, por medio de la acequia de Aydenamar, a través de valles, torrenteras, y no pocos accidentes ortográficos. Para ello se realizaron, acueductos, canales, minas, y toda una serie de ingeniosas y complejas obras hidráulicas. Hasta llegar al Albayzín, la acequia avanza descubierta haciéndose subterránea al entrar en la ciudad. La vemos penetrar por la muralla para abrirse paso, cerca de la puerta de Fajalauza,<br />
<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/puerta-de-fajalauza-plaza-de-san-luis-granada-antigua.jpg?w=300" alt="Puerta-de-Fajalauza-Plaza-de-San-Luis-Granada-antigua" title="Puerta-de-Fajalauza-Plaza-de-San-Luis-Granada-antigua" width="300" height="211" class="aligncenter size-medium wp-image-1623" /><br />
Descendiendo por San Gregorio Alto, dando ramales a derecha e izquierda, van dando vida y verdor, a huertos, aljibes y casa señoriales.<br />
<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/plazalarga1.jpg?w=300" alt="plazalarga1" title="plazalarga1" width="300" height="210" class="aligncenter size-medium wp-image-1624" /><br />
El ramal principal, siempre soterrado, baja por la calle del Agua, a nivel de plaza larga, forma un sifón y por medio de taponamientos, el agua adquiere la suficiente presión para poder<br />
alcanzar la parte más alta de la Alcazaba Cadima. A este nivel salen varios ramales, uno atraviesa la puerta de Bab-Qastar hoy ermita de San Cecilio, y se dirige hacia el aljibe de San Nicolás.<br />
El ramal más importante se introducía por la muralla un poco más abajo del Arco de la Pesas, abastecía a la aljibe de la Gitana y continuaba hasta el aljibe del Rey, en la placeta del Cristo de las Azucenas.<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/placeta_minas3.jpg?w=150" alt="placeta_minas" title="placeta_minas" width="150" height="90" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1631" /><br />
El Aljibe del Rey es el mayor de los aljibes musulmanes de Granada, con una capacidad de 300 metros cúbicos. Era la pieza clave del entramado urbano de esta zona de la Alcazaba Cadima.<img src="http://puertohurraco.wordpress.com/files/2009/09/aljibe_del_rey.jpg?w=150" alt="aljibe_del_rey" title="aljibe_del_rey" width="150" height="112" class="alignright size-thumbnail wp-image-1628" /><br />
Se proyectó para abastecer el magnifico palacio del primer rey ziri, así como a las casas señoriales y de los altos funcionarios de la corte. Continuara…… “EL MISTERIO DEL CARMEN”<br />
Malin, desde Puertohrraco</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[IN MEMORIAM: ANTONIO G. PARRILLA]]></title>
<link>http://unoseis.wordpress.com/2009/09/22/in-memoriam-antonio-g-parrilla/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 18:56:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>unoseis</dc:creator>
<guid>http://unoseis.wordpress.com/2009/09/22/in-memoriam-antonio-g-parrilla/</guid>
<description><![CDATA[Foto: J.J. de Oro Escribe en exclusiva J. L. Lindo, Cronista Oficial de Aranjuez; y J. J. de Oro e I]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:center;">
<div id="attachment_314" class="wp-caption aligncenter" style="width: 405px"><a href="http://unoseis.wordpress.com/files/2009/09/001peque.jpg"><img class="size-full wp-image-314" title="001peque" src="http://unoseis.wordpress.com/files/2009/09/001peque.jpg" alt="Foto: J.J. de Oro" width="395" height="570" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: J.J. de Oro</p></div>
<h2 style="text-align:center;">Escribe en exclusiva J. L. Lindo, Cronista Oficial de Aranjuez; y J. J. de Oro e Isaac Campos:</h2>
<h1 style="text-align:center;"><a href="http://unoseis.wordpress.com/files/2009/09/unoseis007_parrilla.pdf">UnoSeis007_parrilla</a></h1>
</h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Integración de redacciones]]></title>
<link>http://redacciones.wordpress.com/2009/09/22/integracion-de-redacciones/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 11:43:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo</dc:creator>
<guid>http://redacciones.wordpress.com/2009/09/22/integracion-de-redacciones/</guid>
<description><![CDATA[Os dejo un interesante vídeo sobre cómo están solucionando algunas redacciones de grandes diarios la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Os dejo un interesante vídeo sobre cómo están solucionando algunas redacciones de grandes diarios la <a href="http://www.rosajc.com/2008/04/15/mas-ejemplos-de-integracion-en-redacciones/" target="_blank">integracción de sus redacciones</a> de papel e Internet. Visto en <a href="http://lahuelladigital.blogspot.com/2009/09/ejemplos-de-integracion-de-redacciones.html" target="_blank">La Huella Digital</a> y en <a href="http://elblogdejackdaniels.blogspot.com/2009/09/redacciones-on-line-en-espanol.html" target="_blank">Jack&#8217;s Daniel Blog</a>.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><br />
<object type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" data="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3552349&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=01AAEA"><param name="quality" value="best" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="scale" value="showAll" /><param name="movie" value="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3552349&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=01AAEA" /></object><br />
</span></p>
<p>Aquí más enlaces sobre el asunto (no todos actuales):</p>
<p><a href="http://www.soitu.es/participacion/2009/04/21/u/ceuelche_1240318623.html" target="_blank">La integración a debate</a> (Soitu).</p>
<p><a href="http://www.hoytecnologia.com/noticias/dificultad-integrar-redacciones-tradicional/13106" target="_blank">La dificultad de integrar</a> (Hoy Tecnología).</p>
<p><a href="http://paperpapers.blogspot.com/2009/09/dana-el-cerebro-la-integracion-de.html" target="_blank">¿Daña el cerebro la integración?</a> (Paper Papers).</p>
<p><a href="http://periodistasdigitales.es/2009/02/03/enredados-3x09-una-mala-integracion-desintegrara-la-redaccion/" target="_blank">Una mala integración desintegra</a> (Enredados).</p>
<p>Y un poco de humor (<a href="http://www.233grados.com/blog/2009/03/mi%C3%A9rcoles-en-la-redacci%C3%B3n-xxxi.html" target="_blank">viñeta de Jesús Martínez del Vas en 233 grados</a>):</p>
<p><a href="http://www.despeinados.com/wp-content/uploads/2009/03/integracion_redacciones.jpg"><img class="aligncenter" src="http://www.despeinados.com/wp-content/uploads/2009/03/integracion_redacciones.jpg" alt="" width="515" height="452" /></a></p>
<p>______________________</p>
<p>Edito: <a href="http://www.elpais.com/articulo/Pantallas/Silencio/elpepiopi/20090922elpepirtv_3/Tes/" target="_blank">Silencio en las redacciones</a>, de Enric González, hoy en El País.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[XIII Fiesta Ganchera en el Alto Tajo. Poveda de la Sierra.]]></title>
<link>http://joseluislindo.wordpress.com/2009/09/19/xiii-fiesta-ganchera-en-el-alto-tajo-poveda-de-la-sierra/</link>
<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 10:10:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Luis Lindo Martínez</dc:creator>
<guid>http://joseluislindo.wordpress.com/2009/09/19/xiii-fiesta-ganchera-en-el-alto-tajo-poveda-de-la-sierra/</guid>
<description><![CDATA[El Cronista Oficial del Real Sitio y Villa de Aranjuez José Luis Lindo Martínez, en declaraciones al]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El Cronista Oficial del Real Sitio y Villa de Aranjuez José Luis Lindo Martínez, en declaraciones al]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O sábado à noite é dos bêbados – final]]></title>
<link>http://gorniak.wordpress.com/2009/09/17/o-sabado-a-noite-e-dos-bebados-%e2%80%93-final/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 02:52:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gorniak</dc:creator>
<guid>http://gorniak.wordpress.com/2009/09/17/o-sabado-a-noite-e-dos-bebados-%e2%80%93-final/</guid>
<description><![CDATA[- Oi Ela olhou pra mim com um misto de desinteresse e mau-humor, como se pensasse “Ih, lá vem mais u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>- Oi</p>
<p>Ela olhou pra mim com um misto de desinteresse e mau-humor, como se pensasse “Ih, lá vem mais um”. Dei o meu melhor sorriso, aperfeiçoado diariamente com creme dental branqueador, mas que acho que não foi suficiente, porque ela não respondeu nada.</p>
<p>- Tem alguém aqui ou posso me sentar?</p>
<p>Ela me mediu de cima abaixo, sem grande entusiasmo. Até que viu a garrafa de água com gás da minha mão (especulação minha) e viu que eu não era mais um dos bêbados puxadores de cabelo e assentiu:</p>
<p>- Não tem ninguém. Se você quiser&#8230;</p>
<p>No “quiser” eu já estava sentado, mais temendo o fato de que a minha ansiedade me fizesse sair correndo dali do que qualquer outra coisa. Bonita mesmo a menina, seus vinte e (bem) poucos anos, começamos a conversar amenidades, ela até que se mostrou receptiva, mostrei a água, pra reafirmar o conceito de &#8220;eu não sou bêbado” e comentei como estava quente o lugar, ela falou de como tinha gente, estava muito cheio, eu concordei e, como pra quebrar o gelo não há nada melhor que uma piada, mesmo que besta, emendei:</p>
<p>- Pois é, cheio mesmo. Se eu fosse o Belchior, viria aqui tranqüilo, que com certeza ninguém me acharia.</p>
<p>Encarei-a esperando a risada, que seria o sinal de “é, você é engraçado e legal”, mas ao invés disso só vi no rosto dela um ponto de interrogação gigante. Pela idade ela não fazia idéia de quem era Belchior e com certeza não devia imaginar que ele tinha sumido. Bola fora minha. Eu confesso que a piadinha não era boa, mas algum risinho, mesmo de “que merda” deveria arrancar dela, mas ela simplesmente não entendeu. Eu fiquei sem graça, ela continuou sem entender nada e, durante uns três segundos que passamos olhando um para o outro, uma bola de feno rolou do nosso lado. Dei um sorriso amarelo, tomei um gole da água com gás, agora já não tão gelada, pedi licença e fui embora. Pronto agora isso&#8230; precisava achar uma mulher mais nova (ou seja, em melhores condições estéticas) do que a cinquentona e uma mulher mais velha (ou seja, em melhores condições cultuais). E tudo isso sóbrio. Passei um tempo vagando pelos inúmeros ambientes da casa, sem sucesso. Até que eu me toquei que, o tipo de mulher que eu queria era suficientemente esperta para não estar ali, no meio daquela muvuca interminável, era sábado a noite e ela deveria estar fazendo algo bem mais interessante. Isso me fez pensar “E o que eu, então, estou fazendo aqui?” A resposta não veio, então eu fui embora e dormi, com uma grande lição aprendida: o sábado à noite é dos bêbados.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Area di servizio (cristiano)]]></title>
<link>http://biblicamente.wordpress.com/2009/09/15/area-di-servizio-cristiano/</link>
<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 09:15:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>pj</dc:creator>
<guid>http://biblicamente.wordpress.com/2009/09/15/area-di-servizio-cristiano/</guid>
<description><![CDATA[Onestamente non pensavo di trovare spunti di riflessione, qualche giorno fa, in un articolo di Panor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Onestamente non pensavo di trovare spunti di riflessione, qualche giorno fa, in un articolo di Panor]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O sábado à noite é dos bêbados – parte 3]]></title>
<link>http://gorniak.wordpress.com/2009/09/15/o-sabado-a-noite-e-dos-bebados-%e2%80%93-parte-3/</link>
<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 04:27:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gorniak</dc:creator>
<guid>http://gorniak.wordpress.com/2009/09/15/o-sabado-a-noite-e-dos-bebados-%e2%80%93-parte-3/</guid>
<description><![CDATA[A aglomeração e o empurra-empurra da entrada já começavam a me dar saudade e parecer um fim de seman]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A aglomeração e o empurra-empurra da entrada já começavam a me dar saudade e parecer um fim de semana tranqüilo no campo enquanto eu tentava abrir espaço num mar de gente. Como é que eu conseguia andar nesse rebuliço com tanta desenvoltura antes? Meu amigo viu uma menina vindo no fluxo contrário naquele espreme-espreme, fez sua melhor cara de pedreiro e, quando ela emparelhou, pegou no cabelo e deu uma fungada no melhor estilo “mim-tarzan-you-jane”. Senti uma vergonha alheia absurda e já me preparava para um “desculpa ele, ta bêbado”, vi que ela olhou para trás e sorriu! Sorriu! Perae, minha gente, em que mundo estamos? Será que, pra  xaveco, estilo homem das cavernas agora é vintage? Meu amigo, que não tava nem aí para as minhas considerações filosóficas, sumiu atrás da sorridente garota e eu permaneci ali, atônito. Olhei ao redor e, para meu desespero, quase todos abordavam as mulheres desse jeito. Ta certo que pelo espaço disponível não havia muito mais o que fazer, mas mesmo assim não dava pra concordar com aquele tipo de abordagem. Bom, é como telemarketing, se existe é porque funciona com alguém. Encostei no balcão do bar e pedi uma água com gás. Odeio água com gás, mas eu merecia me penitenciar por estar naquele lugar. Não consegui abordar uma alma viva sequer, só consegui constatar que, com o senso crítico lá em cima, minha capacidade de ver mulher feia era tremenda. Isso me fez temer pelas outras dezenas de vezes que eu já tinha ido naquele lugar. Uma coisa é você falar “Já fiz muita merda, já peguei muita mulher feia”, outra é ter a comprovação disso. Resolvi sair do meio daquela multidão e me estabelecer um lugar mais calmo. Acabei indo parar num andar superior que nos meus tempos de cachaceiro encachaçado eu não me lembrava de ter visitado. Ali acabou se revelando o lugar que eu estava procurando: bem mais tranqüilo, com várias mesas onde se viam mulheres sozinhas e que, pela cara, desprezavam o approach “vem cá minha nega” do puxão de cabelo. E, melhor de tudo: era suficientemente escuro! Isso de penumbra sempre me agradou, por me fazer parecer melhor do que eu realmente sou. Vasculhando o ambiente, elegi como alvo uma menina até que bem bonita que estava a pouco metros sentada sozinha. Esperei algum tempo pra ver se realmente não estava acompanhada e, como ninguém apareceu depois de algum tempo, resolvi chegar mais perto e falar oi. Bom, mais fácil pensar do que fazer, descobri porque o álcool era tão bom. Ensaiei uma vez, duas vezes, três vezes e&#8230; não saí do lugar. Comecei a mentalizar mantras e chacras e energias e tudo mais o que podia me ajudar a tomar coragem, “Vai Paulo que você consegue”, “Vai Paulo que você pode”, respirei fundo, dei um grande gole na água com gás, fiz uma careta porque o troço é ruim mesmo e fui.</p>
<p>(continua)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Confesso que bebi" é o livro de crônicas do gênio Jaguar]]></title>
<link>http://jornalismob.wordpress.com/2009/09/11/confesso-que-bebi-e-o-livro-de-cronicas-do-genio-jaguar/</link>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 23:16:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alexandre Haubrich</dc:creator>
<guid>http://jornalismob.wordpress.com/2009/09/11/confesso-que-bebi-e-o-livro-de-cronicas-do-genio-jaguar/</guid>
<description><![CDATA[Creio eu que uma boa parte dos leitores do Jornalismo B sabe quem é, ou ao menos já ouviram falar, d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Creio eu que uma boa parte dos leitores do Jornalismo B sabe quem é, ou ao menos já ouviram falar, de um cara chamado Jaguar. Se não ouviu, deveria ter ouvido. Não o carro, não o animal selvagem. O cartunista <a href="http://www.tvsinopse.kinghost.net/art/j/jaguar.htm">Jaguar</a>. O Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe, um dos maiores cartunistas do país e um grande bebedor.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2752" style="border:black 0 solid;" title="jaguar_livro" src="http://jornalismob.wordpress.com/files/2009/09/jaguar_livro.jpg" alt="jaguar_livro" width="240" height="234" />Pois há pouco tempo foi-me apresentada uma face que eu não conhecia desse gênio do humor: a face cronista. Falo do livro “<a href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/60918">Confesso que Bebi – Jaguar de bar em bar</a>”, editado pela Record em 2001, que caiu nas minhas mãos em um sebo aqui de Porto Alegre. O livro é feito de crônicas que são uma espécie de guia dos bares do Rio de Janeiro, e alguns outros mais.</p>
<p>Com um texto engraçado, bem construído e inteligente, Jaguar, que foi um dos fundadores do Pasquim, fez, sim, jornalismo, ao mesmo tempo em que fez humor e literatura. Em tempos em que cada vez mais tenta-se converter o jornalismo em algo isolado do resto, definindo-o em conceitos que excluem outras formas de arte, afirmo que o livro de Jaguar é um exemplo do contrário.</p>
<p>E é jornalismo – e de qualidade – pelo seguinte: o livro conta histórias, das pessoas e dos lugares. Histórias de nomes conhecidos que tomaram seus aperitivos com jaguar, histórias dos donos dos bares, histórias contadas pelos donos dos bares, histórias dos bares. No fim das contas, jornalismo é isso: contar histórias. E parte do bom jornalismo é contar histórias relevantes e interessantes. É o caso.</p>
<p>Os bares também são a cultura de uma cidade, e, ao contrário do que devem achar os mais conservadores, crônicas sobre a boemia não estimulam o abuso de álcool – um problema sério –, mas seu consumo consciente como mais uma forma de diversão, tão normal quanto as outras.</p>
<p>E, além de tudo, o mais óbvio, mas o mais estimulante: é o Jaguar, né. Sem mais.</p>
<p><em>Postado por Alexandre Haubrich</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O sábado à noite é dos bêbados – parte 2]]></title>
<link>http://gorniak.wordpress.com/2009/09/11/o-sabado-a-noite-e-dos-bebados-%e2%80%93-parte-2/</link>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 03:16:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gorniak</dc:creator>
<guid>http://gorniak.wordpress.com/2009/09/11/o-sabado-a-noite-e-dos-bebados-%e2%80%93-parte-2/</guid>
<description><![CDATA[Fila, empurra-empurra, gente de todo tipo, mezzo bêbados mezzo alegres, se acotovelavam e avançavam ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fila, empurra-empurra, gente de todo tipo, mezzo bêbados mezzo alegres, se acotovelavam e avançavam aos magotes para dentro. No caixa eu cheguei a balbuciar um “Quanto é pra não entrar? Pago o que for preciso pra fugir daqui”, mas na algazarra ninguém ouviu, a mulher achou que eu tava querendo era uma entrada e, sorridente, me esticou uma pulseirinha e o meu troco. Fiquei sem saber exatamente o que fazer, assim que entrei. A casa era grande, várias pistas de dança, palcos, lounges e outros tantos ambientes com todo o nome que você queira dar. O fato é que a vida toda, ao entrar em qualquer lugar, eu me dirigia para o bar. Agora, sem beber, o que fazer? Pela simples razão de estar seguindo meu amigo, acabei no bar de qualquer forma, e comprei uma água porque, mesmo que não fosse uma lata de cerveja, as mãos reclamavam a falta de algo para segurar. No balcão do bar meu amigo puxa conversa com a primeira que está do nosso lado e me apresenta. Eu só consigo imaginar um motivo para um homem bêbado começar uma conversa com uma mulher e apresentá-la a você. Quando ela se virou e me disse “oi”, vi que tinha acertado: ela era feia, bem feia. Uma senhora em torno dos seus 50 anos, cujas marcas no rosto faziam crer que eram bem vividos. Com toda a simpatia eu Deus me deu, conversei amenidades com ela enquanto pegava minha água. Ela gostou do papo e parecia disposta a continuá-lo pelo tempo que fosse preciso, quando lembrei do Leão da Montanha e gentilmente armei minha saída pela esquerda:</p>
<p>- Muito bom conhecer a senhora, desculpa, você, ma tenho que levar essa água aqui para minha namorada, tá?</p>
<p>Ela fez uma cara de muxoxo quando ouviu “namorada” e eu me surpreendi por ao menos uma vez usar o “tenho namorado” que milhares de vezes ouvi de mulheres por todo o Brasil. É aí que chega meu amigo e complica (afinal, para que servem os amigos?):</p>
<p>- Namorada? Que namorada?</p>
<p>A simpática senhora me olha com uma cara de quem caba de pegar alguém no pulo.</p>
<p>- É, bom, não é bem namorada, é mais ficante, tomara que ela não ouça que a chamei de namorada, senão vai querer oficializar&#8230;</p>
<p>E já fui saindo com sorriso amarelo, puxando meu amigo, que não parecia satisfeito:</p>
<p>- Que história é essa de namorada?</p>
<p>- Achei mais elegante isso do que “Olha tia, se tu fosse uma Vera Fischer, até que eu encarava, mas não é, então desculpa”.</p>
<p>Ele ficou resmungando que eu tinha jogado fora um ótima oportunidade, que ele tinha feito um favorzão para mim, e nos embrenhamos no meio da multidão.</p>
<p>(continua)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O sábado à noite é dos bêbados – parte 1 ]]></title>
<link>http://gorniak.wordpress.com/2009/09/07/o-sabado-a-noite-e-dos-bebados-%e2%80%93-parte-1/</link>
<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 01:29:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gorniak</dc:creator>
<guid>http://gorniak.wordpress.com/2009/09/07/o-sabado-a-noite-e-dos-bebados-%e2%80%93-parte-1/</guid>
<description><![CDATA[Um belo sábado, liga um amigo meu todo choroso “Paulo, briguei feio com a minha namorada, quero sair]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Um belo sábado, liga um amigo meu todo choroso “Paulo, briguei feio com a minha namorada, quero sair, quero beber, vamo pra balada?”. Desde tempos imemoriais, parte pelo meu excessivo desapego aos relacionamentos, e parte pelo meu excessivo apego à noite, às mulheres e à bebida, transformei-me numa espécie de Disque-Afoga-Mágoas, onde qualquer pessoa com qualquer tipo de desacerto amoroso encontraria um copo amigo e um ombro cheio, ou algo assim. Mas não naquele sábado. Por uma convergência de fatores tão rara quanto a passagem do cometa Halley nas cercanias da Terra, eu decidi que, durante tempo indeterminado, daria um tempo com a bebida e começaria a campanha Álcool Zero. Tentei explicar isso a ele, ma ele não conseguiu acreditar. Bares e churrascos e demais eventos sociais como aniversários e casamentos, oquei, eu tinha me saído bem, mas balada era forçar demais. Mas tanto ele fez, tanta chantagem emocional estilo “Poxa, sempre estive do seu lado, agora que preciso você nega fogo” ou “Quem te carregou aquela vez que você caiu de bêbado, hein? hein? E agora você me deixa na mão?” que não tive outra opção a não ser aceitar. “Mas com uma condição: só você vai beber. Eu vou continuar no Programa Álcool Zero”. Ele aceitou, mesmo porque não tinha outro jeito eu acompanha-lo. Na frente do lugar, o bom e velho esquenta nas barraquinhas apinhadas de garrafas dos mais diversos conteúdos etílicos e isopores forrados de cervejas meio-geladas, meio-mornas. Resisti bravamente aos constantes convites de “bebe só hoje por mim, amanhã você para de novo”, “toma só uma latinha”, “dá só um golinho desse vinho” e “uma tequilinha só vai”. Me contentei apenas com um energético, enquanto olhava aquela multidão e me amaldiçoava por ter topado e empreitada. Comecei a achar que o sábado a noite é dos bêbados e de ninguém mais.Tentei dar meia volta e ir embora antes que fosse tarde demais, mas meu amigo, que já estava bastante ébrio depois de cervejas e vinhos e tequilas, me empurrou para dentro da casa noturna. Bom, seja o que Deus quiser, aquela seria a minha provação.</p>
<p>(continua)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Goiânia - 1a parte]]></title>
<link>http://gorniak.wordpress.com/2009/08/30/goiania-1a-parte/</link>
<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 01:40:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gorniak</dc:creator>
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<description><![CDATA[No começo da viagem é tudo festa, todo mundo de pé no corredor do ônibus puxando papo, esvaziando co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No começo da viagem é tudo festa, todo mundo de pé no corredor do ônibus puxando papo, esvaziando copos, fazendo amizades, distribuindo sorrisos e tapinhas nas costas. Mas havia o consenso silencioso de que não tinha mulher para todos e muitos teriam que viajar sozinhos, sonhando com as goianas, ou seja, a tensão estava no ar. Tal qual uma dança das cadeiras esperando acabar a música, todos os homens se olham meio que de soslaio, apesar dos cumprimentos e conversinhas amigáveis. Visando garantir uma pequena para chamar de minha, lembrei de uma lição valiosíssima que aprendi em marketing: esteja na cabeça do consumidor (o famoso share of mind), sendo nós os produtos concorrentes e as elas, as consumidoras. Mais que rapidamente lancei mão daquelas oito ou dez piadas manjadas, já testadas e aprovadas à exaustão em outros grupos, para todo o público feminino do ônibus. Somadas à farta distribuição de vodca e cerveja e outros itens de elevado teor alcoólico, elas garantiram sorrisos largos e simpatia sincera de todas as seis mulheres solteiras e disponíveis. Reconheço que um sobrenome estranho como Gorniak, que inevitavelmente gerou mais piadas prontas, testadas e aprovadas, facilitou o esforço de ser lembrado. O fato é que conforme o ônibus seguia seu caminho eu me sentia mais confiante. Sentei estrategicamente perto dos bancos de quatro meninas, de forma que eu poderia conversar facilmente com mais da metade do meu mercado consumidor. Tacada de gênio, certo? Errado. Como não fui só eu que tive essa brilhante idéia, 80% dos homens fizeram a mesma coisa, e o corredor do lado do meu banco ficou intransitável. As meninas acabaram por, pouco a pouco, levantar e buscar lugares menos muvucados, com a desculpa de ir ao banheiro ou pegar uma cerveja ou fumar lá na frente. Quando me vi, estávamos eu e outros tantos machos abandonados numa discussão acalorada sobre futebol. Foco, Paulo, foco, foi meu pensamento e levantei rapidamente, buscando ao menos uma das Seis Supremas para fazer graça. Achei uma cuja amiga tinha ido fumar e ela estava providencialmente na poltrona da janela.  Mais do que rapidamente, contando piadas e rindo e brincando, eu sentei no banco do corredor, fechando-lhe a passagem e qualquer perspectiva de fuga. Quando a amiga voltou me viu ali e nem reclamou, sentou na fileira da frente. Soltei um “yes!” mental: não sairia dali por nada, era só uma questão de tempo até ela cair nas minhas graças. De tempo e de vodca, que eu habilmente roubei uma garrafa e acomodei conosco. Bebida vai, gracinha vem, acabou que enfim consegui uma companhia para a ida e a certa altura, depois de toda a energia dispendida na conquista, dormi feliz.</p>
<p>Sei lá quanto tempo depois o ônibus parou, já eram oito e meia da manhã todos estavam descendo pra tomar café. Acordei todo pimpão pra falar bom dia para minha linda e tomei um puta susto. Caceta, trocaram de mulher do meu lado enquanto eu dormia!Ela não podia ser a mesma que eu tinha beijado horas antes. Nada contra ficar com mulher feia, que que é isso, alguém com um passado como o meu não nega tal coisa, mas é que eu jurava que a menina que eu tava xavecando durante boa parte da viagem era bonita, de verdade. Como é que eu pude errar assim? Só sei que localizei meu amigo tomando café numa mesa e já fui tirar satisfação:</p>
<p>- Meu, a menina que eu fiquei ontem era tão feia assim ontem ou algo aconteceu na madrugada?</p>
<p>- Ela não era feia.</p>
<p>- ao? Olha ela vindo aí.</p>
<p>Ela e a amiga passaram, eu cumprimentei e olhei pra ele, que estava completamente abismado.</p>
<p>- Eu sinceramente achei ela bonita ontem&#8230;</p>
<p>- Pra você ver, eu também. Sorte sua que você não pegou. Agora me faz um favor, senta do meu lado no ônibus ta? Passado o efeito da vodca, não vou conseguir mais encarar.</p>
<p>E assim foi. Voltamos ao ônibus, ele sentou do meu lado, eu fingi dormir quando ela entrou e acabei dormindo mesmo até chegarmos a Goiânia.</p>
<p>(continua)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Goiânia - Prólogo]]></title>
<link>http://gorniak.wordpress.com/2009/08/28/goiania-prologo/</link>
<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 03:44:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gorniak</dc:creator>
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<description><![CDATA[Era pouco antes do almoço, dia normal, trabalho normal, já pensando no que poderia ser feito a parti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Era pouco antes do almoço, dia normal, trabalho normal, já pensando no que poderia ser feito a partir das 19h. Um amigo me liga e solta:</p>
<p>- Vamos pra Goiânia?</p>
<p>Assim, pego de surpresa, fiz a primeira pergunta que vem à cabeça, aquela mais óbvia e importante:</p>
<p>- Quando?</p>
<p>- Hoje. E voltamos domingo</p>
<p>Parei para pensar. Era sexta-feira. Seria um final de semana inteiro. Não é porque eu sou saudosista ou defendo minha terra natal, mas Goiânia é conhecida, e reconhecida, pelo monte de mulher linda que tem por lá. Só isso seria motivo pra eu ir. Mas ainda assim fiz um “Hummmm” interno de quem avalia as possibilidades de uma jornada maluca. Coisas da idade. Meu amigo percebeu minha hesitação e reforçou:</p>
<p>- Você, como bom goiano, sabe que lá é a capital das mulheres lindas.</p>
<p>Ponto pra ele, assim fica difícil argumentar. Tentei arrumar um empecilho.</p>
<p>- Como vamos?</p>
<p>- De ônibus.</p>
<p>Isso! Acabava de se abrir a mim um excelente motivo pra declinar do convite (apesar das morenas de cabelos negros escorridos não me saírem da cabeça): a viagem é cansativa, não sei se teria paciência pra umas 12 horas de percurso.</p>
<p>- O ônibus é open bar – emendou.</p>
<p>Bom, esse foi o argumento final, tudo o mais era irrelevante. Seja quanto fosse que essa brincadeira custasse, valia à pena. Seja lá o que fôssemos fazer, haveria mulher bonita em profusão.</p>
<p>- Tô dentro. Me passa o horário e o local de partida do ônibus.</p>
<p>No lugar e hora marcados, lá estava eu, mochilinha de viagem em punho contendo o necessário para um banho, perfume, desodorante e a melhor muda de roupa que consegui encontrar no armário. Como iria encontrar só mulher linda pela frente, não custa nada caprichar, certo? E graças a Deus dessa vez, se tudo corresse como planejado, não precisaria ficar procurando colchão, pois eu não pretendia dormir.</p>
<p>Encontrei meu amigo, descobri que era uma excursão para ver uma micareta, o que, ao meu ver, era mais ou menos garantia de mulheres já na viagem. “Melhor ainda,” pensei. “Nada como começar aqui treinando pra encarar as goianas depois”. Subimos no ônibus, nos acomodamos nos bancos e foi chegando o pessoal que ia junto. Quando fechou a porta e o ônibus pôs-se em movimento, pude fazer a contagem: 28 homens e 6 mulheres. Média de quase 5 barbados por garota. Ou seja, minhas chances de passar doze horas de viagem sozinho no ônibus eram enormes. Isso não era nada bom.</p>
<p>Fim do prólogo</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Clássico]]></title>
<link>http://gorniak.wordpress.com/2009/08/20/classico/</link>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 10:56:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gorniak</dc:creator>
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<description><![CDATA[Depois de uma madrugada em que o mundo desabou, ele acordou no domingo e não acreditou que estivesse]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Depois de uma madrugada em que o mundo desabou, ele acordou no domingo e não acreditou que estivesse vendo o sol. Tá certo que um sol tímido, mas, convenhamos, muito melhor que chuva. Era um domingo especial, pois no Morumbi iriam jogar São Paulo e Corinthians. Sim, ele gostava de jogo, ia sempre aos estádios e o São Paulo era o líder do campeonato. Mas não era a perspectiva de mais uma vitória, ainda mais sobre o Corinthians, que o animava. O que tornava esse dia tão especial era o fato de que, enfim, ele iria sair com ela. Ela era linda, charmosa, cheirosa, inteligente, simpática e muito mais. Tudo, enfim, o que ele sempre sonhou. Mas como nem tudo pode ser perfeito, além de corintiana, ela tinha mais três defeitos: o pai e os dois irmãos, que faziam marcação cerrada e a vigiavam de perto. Como todos eram corintianos fanáticos, a saída foi chamar todos para o jogo entre São Paulo e Corinthians. O pai disse que estava velho demais para ir a estádios, mas que ela poderia ir se os irmãos a acompanhassem.</p>
<p>Perto da uma da tarde ele passou na casa da família corintiana e foi com todos para o estádio. Ela estava deslumbrante, até com a camisa do Corinthians ficava linda. Ficou quieto o trajeto inteiro, enquanto os dois cunhados faziam a maior zona e xingavam todos os tricolores de bambis. Fazer o que, ela valia a pena.</p>
<p>Chegando no Morumbi foi só usar de alguma lábia para convencer os irmãos de que a arquibancada é sem dúvida o melhor lugar para ver o jogo, mas que a irmã deveria ser protegida, e por isso ele iria com ela para a numerada. Irmãos e irmã concordaram sem muita dificuldade e, enfim, ele iria conseguir um tempo a sós com ela. Um tempo, não, dois. E com intervalo. Era tudo o que ele queria.</p>
<p>Rapidamente, a pretexto de seguir para as numeradas, ele puxou-a para longe da vista dos irmãos. E ali, entre um monte de torcedor suado, cambistas, vendedores de cerveja, policiais a cavalo e barracas de lanche de pernil, ele conseguiu beijá-la. Pronto, não precisava nem mais ter jogo, podia acabar o mundo! Mas o mundo não acabou e eles entraram no estádio para o começo da partida. Bola rolando e atenção total de ambos no campo partida, um desdenhando e secando e xingando o time do outro. Até falando palavrão ela fica linda. Como é que pode? Ela não percebeu, mas dentro dele uma briga monstruosa acontecia: para quem ele torceria pra fazer o gol primeiro? São Paulo ele comemoraria. Corinthians, ele comemoraria abraçando-a. Ficou decidido internamente que ele torceria para o jogo ser quatro a três. Para o São Paulo, claro, Afinal, mulher, mulher, resultados de futebol a parte. E que o alvinegro fizesse os três primeiro, para que ele pudesse tirar uma casquinha boa. Findo o primeiro tempo, zero a zero, e antes que ela começasse a comentar muito o jogo, ele já partiu para o ataque e fez valer cada minuto daqueles quinze de intervalo. Começou o segundo tempo e, na empolgação de estar com ela, ele fingiu que não viu e foi advertido, fingiu que não era com ele e tomou um amarelo. “Sossega aí no seu canto que eu quero ver o jogo”. Aí ele se deu por vencido e voltou também sua atenção para o que acontecia no gramado. Deve ser acrescentado que manter a concentração no jogo lá embaixo era extremamente difícil. Ele só conseguia sentir o perfume dela e ver o cabelo dela solto balançando com o vento. Quase que não vê o gol do São Paulo. Ela se recusou a comemorar com ele, ele não deu bola e virou para o outro lado e comemorou com os outros torcedores. Daí pra frente a atenção voltou toda para a partida que, assim como a perspectiva de novos beijos até o fim do segundo tempo, ficou bem ruim. Mas, a esperança é a última que morre, os 4X3 ainda podem acontecer, pensou ele. Só que nada aconteceu até o finalzinho quando, no último minuto, pênalti para o Corinthians. Nessa hora ele percebeu que se o Corinthians fizesse o gol, empataria a partida, tirando a vitória certa do São Paulo. Mas, por outro lado, ele comemoraria com ela e a greve de beijo estaria acabada. Os dois pensamentos voltaram a lutar dentro dele: empate e beijo ou vitória do São Paulo? Empate e beijo ou vitória do São Paulo? Ah, quer saber, que se dane! E ele rezou loucamente pra bola sair ou para o goleiro defender. O anjo da guarda dele estava passando por perto essa hora, ouviu o pedido e resolveu atender: o goleiro pegou o pênalti. Ele quase rola arquibancada abaixo de tanta felicidade. Claro que ela não gostou nem um pouco e recusou-se a confraternizar no final do jogo, não houve troca de camisas. Ele tentou um deixa diso, futebol é uma caixinha de surpresas e partiu para o ataque. Mais uma vez foi advertido, tomou o segundo amarelo e acabou expulso. Voltou para casa quieto, apesar da vitória, e terminou indo para o chuveiro sozinho. É como dizem, sorte no jogo&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vamo ali?]]></title>
<link>http://gorniak.wordpress.com/2009/08/17/vamo-ali/</link>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 17:16:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gorniak</dc:creator>
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<description><![CDATA[Os dois conversam no bar. Ela acaba de chegar de Florianópolis para um congresso em São Paulo. Ele, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Os dois conversam no bar. Ela acaba de chegar de Florianópolis para um congresso em São Paulo. Ele, mais do que rapidamente, se ofereceu para entretê-la pela cidade.</p>
<p>- Estranho ninguém fumando.</p>
<p>- É, nova lei, multa pesada, pessoal tá respeitando mesmo. Pra fumar, só saindo ali pra rua.</p>
<p>- Poxa, mas é tão chato. Sei que é um vício besta e tal, mas sempre que tem álcool eu curto dar umas tragadinhas.</p>
<p>- É, incomoda mesmo. O pior é que, em alguns lugares, se sair na rua até corre o risco de assalto, sei lá.</p>
<p>- Mas e aí, como faz? Ninguém fuma?</p>
<p>- Bom, o que temos feito é ir em motel. Lá é o único local fechado que pode fumar.</p>
<p>- Não acredito, jura?</p>
<p>- Juro. Mesmo porque tem bebida, tem música e dá pra fumar. E não precisa necessariamente rolar sacanagem.</p>
<p>- Você tá falando sério?</p>
<p>- Ô. Virou até piada a expressão &#8220;levar fumo&#8221;. Agora o pessoal vai no motel e só usa no sentido literal mesmo.</p>
<p>- Você tá tirando com a  minha cara.</p>
<p>- Tô não, se quiser eu te mostro. Tem um aqui pertinho bem legal.</p>
<p>Ela olha desconfiada. Ele tira um maço do bolso e estica para ela.</p>
<p>- Vamos? Não há nada que podemos fazer aqui que não podemos fazer lá. E lá tem cigarro.</p>
<p>- Você tá de papinho, mas gostei da ideia. Não que vá rolar nada, que fique bem claro. Ouviu? Nada de graça.</p>
<p>- Claro, claro, nem pensei nisso.</p>
<p>Três horas depois, os dois estão deitados na cama, ela pega um cigarro do maço que ele ofereceu, puxa um e acende.</p>
<p>- Nem vou te oferecer porque sei que você não fuma.</p>
<p>- Mas você sabia?</p>
<p>- Claro. Ou você acha que essa conversa de &#8220;vamo ali&#8221; ia enganar alguém?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os milagres da fé]]></title>
<link>http://gorniak.wordpress.com/2009/08/13/os-milagres-da-fe/</link>
<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 19:17:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gorniak</dc:creator>
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<description><![CDATA[Minha sobrinha nasceu. Quando fui no hospital visitá-la, a família inteira já estava lá. Assim que c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Minha sobrinha nasceu. Quando fui no hospital visitá-la, a família inteira já estava lá. Assim que cheguei, meu sobrinho, agora com 9 anos, veio ao meu encontro, os olhinhos brilhando.</p>
<p>- Tio! Tio! Se você quiser alguma coisa, é só pedir pra ela que ela te dá. Funciona mesmo!</p>
<p>Olhei para o que ele me esticava: era o santinho, daqueles tradicionais com imagem na frente e oração no verso, de Santa Rita de Cássia.</p>
<p>- É mesmo? Que bom, vou pedir sim, muito obrigado.</p>
<p>A empolgação dele me impediu de amassar e jogar fora imediatamente. Eis que aparece meu pai e conta o episódio acontecido minutos antes. Eles estavam lá esperando notícias sobre o parto já há bastante tempo e nada acontecia, as crianças começando a ficar impacientes. Meu sobrinho achou uma pilha de santinhos de Santa Rita de Cássia e foi perguntar ao meu pai o que erra aquilo. Ele explicou que era um símbolo de fé, que se ele quisesse alguma coisa, era para pegar um daqueles folhetos e rezar pedindo. E assim meu sobrinho fez, foi para um canto falar com a santa e ficou lá, quietinho e compenetrado. Algum tempo depois, meu pai, olhando o relógio, viu que já era tarde e que as crianças ainda não tinham comido nada. Lembrou-se de ter visto uma lanchonete na entrada do hospital (daquelas lanchonetes de entrada de hospital) que servia salgados, inclusive pão de queijo, que meu sobrinho era fanático.</p>
<p>- Khevin, você quer comer um pão de queijo?</p>
<p>Ele olha espantado para meu pai</p>
<p>- Nossa, essa santa é boa mesmo!</p>
<p>Taí uma amostra dos milagres que a fé pode proporcionar, para quem acredita.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Las Edades del Hombre en Soria. La recuperación y puesta en valor  del Patrimionio Histórico Artístico en España]]></title>
<link>http://joseluislindo.wordpress.com/2009/08/05/las-edades-del-hombre-en-soria-la-recuperacion-y-puesta-en-valor-del-patrimonio-historico-artistico-en-espana/</link>
<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 09:41:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Luis Lindo Martínez</dc:creator>
<guid>http://joseluislindo.wordpress.com/2009/08/05/las-edades-del-hombre-en-soria-la-recuperacion-y-puesta-en-valor-del-patrimonio-historico-artistico-en-espana/</guid>
<description><![CDATA[Este artículo fue publicado en el Diario de Soria-El Mundo, el día 28 de julio de 2009, p. 2. Mi agr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Este artículo fue publicado en el Diario de Soria-El Mundo, el día 28 de julio de 2009, p. 2. Mi agr]]></content:encoded>
</item>

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