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	<title>crusoe &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/crusoe/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "crusoe"</description>
	<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 17:36:28 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Alice Most Watched Since 2007]]></title>
<link>http://scifitalk.wordpress.com/2009/12/09/alice-most-watched-since-2007/</link>
<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 16:30:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>scifitalk</dc:creator>
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<description><![CDATA[SYFY&#8217;S TWO-PART MOVIE, ALICE, PREMIERES AS MOST WATCHED ORIGINAL MOVIE SINCE 2007 Part One Lea]]></description>
<content:encoded><![CDATA[SYFY&#8217;S TWO-PART MOVIE, ALICE, PREMIERES AS MOST WATCHED ORIGINAL MOVIE SINCE 2007 Part One Lea]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Neler İzliyorum Ben Böyle?]]></title>
<link>http://proofhead.wordpress.com/2009/11/23/neler-izliyorum-ben-boyle/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:29:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>proofhead</dc:creator>
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<description><![CDATA[Madem tatili bulduk dedim, başladım bir sürü filmdir, dizidir izlemeye. Sürekli olarak izlediğim dör]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Madem tatili bulduk dedim, başladım bir sürü filmdir, dizidir izlemeye. Sürekli olarak izlediğim dör]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Hoje NaTV: A estréia de Sons of Anarchy]]></title>
<link>http://tvemserie.wordpress.com/2009/11/12/hoje-natv-a-estreia-de-sons-of-anarchy/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 13:01:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Junior</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoje, 12 de novembro, temos uma grande estréia. Crusoe as nove horas da noite no canal FOX com o epi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Hoje, 12 de novembro, temos uma grande estréia. <strong>Crusoe</strong> as nove horas da noite no canal <strong>FOX</strong> com o episódio <em>The Return</em> e ao mesmo tempo <strong>The Vampire Diaries</strong> no <strong>Warner Channel</strong> com o episódio<em> Family Ties</em>. As nove e meia tem <strong>Dead Set</strong> com seu <em>terceiro episódio primeira parte</em> no canal <strong>Multishow</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Ás dez horas temos a estréia do dia: <strong>Sons of Anarchy</strong> no canal<strong> FX</strong>. Ao mesmo tempo temos séries veteranas como <strong>Supernatural</strong> em seu episódio <em>The End</em> na <strong>Warner</strong> e <strong>Ugly Betty</strong> com o episódio <em>Things Fall Apart</em> no canal<strong> Sony</strong>. Ainda as dez temos a reprise do episódio <em>Wake-Up Call</em> de <strong>The 4400</strong> no <strong>People + Arts</strong>. As dez e quinze temos <strong>A Grande Família</strong> com o episódio<em> A frebre do bode</em>, na <strong>Globo</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Ainda na <strong>Globo</strong>, as onze, temos <strong>Aline</strong> com o episódio de final de temporada <em>Aline Partida</em>. As onze também temos <strong>Stargate Atlantis</strong> no canal <strong>FX</strong> e para fechar a noite teremos <strong>House</strong> com o episódio<em> Instant Karma</em> no <strong>Universal Channel.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Arrivals – Part 2]]></title>
<link>http://ranaanees.wordpress.com/2009/11/04/the-arrivals-part2/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 09:45:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Anees</dc:creator>
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<description><![CDATA[This is a documentary done by Noreagaaa and Achernahr entitled &#8220;The Arrivals&#8221;.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/uCs6ZynC-oE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/uCs6ZynC-oE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><br />
This is a documentary done by Noreagaaa and Achernahr entitled &#8220;The Arrivals&#8221;. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Meu monstro de estimação]]></title>
<link>http://universoliterario.wordpress.com/2009/10/19/meu-monstro-de-estimacao/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 18:08:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Melissa Rocha</dc:creator>
<guid>http://universoliterario.wordpress.com/2009/10/19/meu-monstro-de-estimacao/</guid>
<description><![CDATA[Quando os irmãos escoceses Kristie e Angus encontram em uma praia um objeto em formato de ovo e deci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-77" title="Cartaz Meu Monstro de Estimação(2)" src="http://universoliterario.wordpress.com/files/2009/10/cartaz-meu-monstro-de-estimacao2.jpg" alt="Cartaz Meu Monstro de Estimação(2)" width="330" height="400" /></p>
<p style="text-align:justify;">Quando os irmãos escoceses Kristie e Angus encontram em uma praia um objeto em formato de ovo e decidem levar para casa o misterioso objeto, não imaginavam o que aconteceria com suas vidas dali a poucos dias.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">As crianças depositaram o ovo em uma banheira e se assustam quando encontram apenas as cascas. Ao olharem para o lado vêem um bichinho diferente como ninguém nunca viu. Era do tamanho de um gato recém nascido, mas com um formato bem diferente, com um pescoço longo e com uma cabeça, narina e orelhas que lembravam um cavalo, porém o corpo parecia com o de uma tartaruga, mesmo não tendo casco e tinha nadadeiras como as de um crocodilo. Apesar desse misto de características comuns a tantos bichos, ele se parecia mesmo com um cavalo.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O avô dos meninos, Resmunga, quando viu o animal disse logo que ele era um monstro, o conhecido, para alguns, o cavalo-do-lago. Para as crianças, não era um monstro e sim Crusoé, o novo animalzinho de estimação da família.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Mas Crusoé não parava de crescer e de sentir cada vez mais fome, as sardinhas que Angus dava para ele não era mais suficiente e a banheira da casa não era o local mais apropriado para ele viver. Crusoé passou a viver no espelho d&#8217;água dos peixinhos dourados da casa da família e todos perceberam que ele precisaria, em pouco tempo, ser transferido para o lago, porém ele estava cada vez mais pesado.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O pai das crianças chega de viagem e, com isso, o deslocamento ficaria mais fácil. Mas outro problema surge: Crusoé era domesticado demais, como ele conseguiria viver em um lago com toda vida selvagem ao seu redor? Ainda existia a possibilidade dele não se adaptar a nova vida solitária no lago.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Mesmo com tantas incertezas, a família decidiu transportar Crusoé para o lago, mas quando foi deixado lá, o cavalo-do-lago não queria ficar, queria ir com as crianças. Kristie precisava dar as costas a ele e impedir que ele a seguisse, o que deixou Crusoé confuso, magoado e sentindo-se abandonado. Kristie sentiu-se muito mal e triste por ter feito isso com seu amigo, mas era preciso para que ele se adaptasse com mais rapidez.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Sempre que podiam, as crianças iam visitar o seu antigo bicho de estimação, mas sempre temiam que outras pessoas o avistassem no lado, devido ao tamanho que Crusoé ficou. Era bem difícil ele conseguir se esconder. Mas algumas pessoas o avistaram, porém bem rapidamente e não conseguiram vê-lo novamente. Daí surgiu em diversos jornais relatos de pessoas que avistaram o monstro do Lago Ness.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Um livrinho escrito por Dick King-Smith, fino e pequeno, com uma história que envolve amizade, cumplicidade familiar e dando uma pitada de revelação ao real mistério do Lago Ness e a criatura misteriosa que lá habita. É garantia momentos mágicos para a imaginação dos mais pequenos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Neuerwerbungen in Lego]]></title>
<link>http://wortman.wordpress.com/2009/10/09/neuerwerbungen-in-lego/</link>
<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 09:12:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Wortman</dc:creator>
<guid>http://wortman.wordpress.com/2009/10/09/neuerwerbungen-in-lego/</guid>
<description><![CDATA[Da hab ich mal wieder zugelangt und meine Sammlung etwas erweitert. Die meisten Figuren/Teile besitz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Da hab ich mal wieder zugelangt und meine Sammlung etwas erweitert. Die meisten Figuren/Teile besitze ich zwar schon, aber neu dabei sind der <em>Robinson Crusoe</em>, die <em>Meerjungfrau</em> und die <em>Kristallmuschel</em>.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.siltry.de/lego/leg4.jpg" alt="" width="529" height="245" /></p>
<p>Im Moment fehlt mir nur eine besondere Figur: Das <em>Frankenstein-Monster</em>. Das ist echt schwer zu bekommen. <em><strong>Also wenn noch jemand diese Figur unbeachtet irgendwo liegen hat&#8230; ich nehm sie auch mit der kompletten Packung 1382.</strong></em></p>
<p>Da könnte ich ja schon fast wieder das reale Leben mit Lego nachbilden:<br />
Das Nachstellen der <a href="http://wortman.wordpress.com/2008/07/01/robinson-wortman-crusoe/" target="_blank">Crusoe-Geschichte</a>.<br />
Gemacht 2008 in den Osenbergen  &#8211; feat. <a href="http://ladyofromance.twoday.net/" target="_blank">LadyM</a> und der Wortman. Eine liebe Freundin, die ich leider im Norden zurücklassen musste.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Este Jueves FX estrena  la nueva serie “Crusoe”  Jueves 17, 21.00 hs.]]></title>
<link>http://allseriesmag.wordpress.com/2009/09/15/este-jueves-fx-estrena-la-nueva-serie-%e2%80%9ccrusoe%e2%80%9d-jueves-17-21-00-hs/</link>
<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 03:10:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>allseriesmag</dc:creator>
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<description><![CDATA[El jueves 17 a las 21.00 hs. FX estrena “CRUSOE” protagonizada por Philip Winchester (CSI: Miami), S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El jueves 17 a las 21.00 hs. FX estrena “CRUSOE” protagonizada por Philip Winchester (CSI: Miami), S]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Friday's Lipogrammed Journal]]></title>
<link>http://exclamate.wordpress.com/2009/09/14/fridays-lipogrammed-journal/</link>
<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 00:48:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>exclamate</dc:creator>
<guid>http://exclamate.wordpress.com/2009/09/14/fridays-lipogrammed-journal/</guid>
<description><![CDATA[#1 Freedom I was willing. Laying this scalp against clay was a thanks. That was anguish. King C.—kni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>#1<br />
Freedom</p>
<p>I was willing.  Laying this scalp against clay was a thanks. That was anguish.  King C.—knight in shining skins.</p>
<p>#2<br />
Name</p>
<p>Who? I? Lips to soil, Lord C told of a sixth sol circuit.  I is for your flock.</p>
<p>#3<br />
His God</p>
<p>My maker crumble.  RC mark a pure text, a man/pa/fume cut away.</p>
<p>#4<br />
Family</p>
<p>Two bred one.  One put the cheek on the ground.  One knows not the two.  One knows the One.  Crusoe.</p>
<p>I know these journal entries may seem sparse, but they actually took me a very long time to write, because they are lipograms.  (http://en.wikipedia.org/wiki/Lipogram ) Lipograms are passages, or sometimes entire books, written without certain letters.  I decided to choose four things that Friday lost when he became Crusoe’s slave.  Then I wrote tiny (because they were so hard to do) journal entries in which none of the letters from the original denied entity could be used.  By taking out as many as six letters each time, I was extremely constrained in what I could say, which was appropriate.  Friday, too, was denied these things, just as I was denied them in language.</p>
<p>“Freedom” was interesting because, with the omission of the letter m, Friday could never say “I am” and thus never declare himself in any state.  He could not independently “be.”  It was also hard to say that he placed his head against the ground because so many body parts have o’s or e’s in them (think about it—head, cheek, ear, eyes, foot, toes, feet,).  The same is true for how Friday put his head on the ground/dirt/floor/earth.</p>
<p>In “Name,”  I have Friday describing how Crusoe named him Friday (“a sixth sun circuit.”)  In writing this, I got stuck with not being able to say that Crusoe or Friday were both a “man.”  It was also impossible to have Friday declare “I am” again, even to say, “I am your slave.”  Instead, I have him say, “I is for your flock.”  Indeed, Friday was the first human element of Crusoe’s flock.  By being forced to say, “I is” Friday becoming part of the flock is more like his identity is the flock, that Crusoe transferred the “I” of Friday to his own liking, and his own flock, instead of the Friday before Crusoe, the one we never meet, joining.  This entry also has the second name that I had give Friday give Crusoe (first King C then Lord C) because of the restraint.  However, this reflects that the relationship between them is slightly blurred.  While Friday was his slave, Crusoe also found his first companion in twenty-five years in Friday.</p>
<p>The “His God” portion, which I thought would be the easiest, was actually the hardest.  It is nearly impossible to say God without an o or I (Absolute Being, All Knowing, All Powerful, Allah, Almighty, Creator, Divine Being, Father, God, Holy Spirit, Infinite Spirit, Jah, Jehovah, King of Kings, Lord, Maker, Yahweh, daemon, deity, demigod, demon, divinity, holiness, idol, master, numen, omnipotent, power, prime mover, providence, soul, spirit, totem, tutelary, universal life force, world spirit(and as you can see, the few that did not have an a or I had other letters from “his name”)).  I probably struggled with this for an hour.  I also could not stand that I could not say any of the words “of,” “from,” or “for.”  I also struggled because I could not be in the present tense because of the s in “His,” I could not be in the past tense because of the d in “God” and I could not be in the future tense because of the I (which I would need to write “will) in “his.”  Because of this, the syntax is totally garbled.  What I was trying to say was that Friday’s god fell apart and Crusoe taught him about the Bible, and the trinity.  The struggle here, if anything, reflects the struggle that most people have with defining their religion, and then defending it.</p>
<p>Obviously, Friday meets his father after he “gives himself” to Crusoe, but by family, I meant more generally his society and his culture.  By letting Crusoe be his Master, he gave up his way of dress, his daily routines, and the people with which he spent most of his days.  Of course, Crusoe saved him from being eaten, but when asked, Friday also admits that he misses his home, and his reuniting with his father is one of the more touching moments in the book.  By omitting the letters in family, I could again not use “of,” “from,” or “for,” which was appropriate because Friday not long was of or from his origins, but was for Crusoe almost entirely.  I could not say &#8220;I&#8221; anymore, and so Friday started from almost a third person perspective speaking of where his family came from and who his family was now.  His detachment from the entry parallels his never returning to his homeland.</p>
<p>I hope that these explanations have helped back my argument for these short journal entries from the perspective of Friday.  They really were hard to write, but in the process of writing them, very rewarding in helping me dig deeper into Fridays’s perspective.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hirngabels kleiner Serienguide zur Season 08/09: Burn Notice, Californication, Chuck, Crusoe.]]></title>
<link>http://hirngabel.wordpress.com/2009/09/12/hirngabels-kleiner-serienguide-zur-season-0809-burn-notice-californication-chuck-crusoe/</link>
<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 13:15:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>hirngabel</dc:creator>
<guid>http://hirngabel.wordpress.com/2009/09/12/hirngabels-kleiner-serienguide-zur-season-0809-burn-notice-californication-chuck-crusoe/</guid>
<description><![CDATA[In dieser Rubrik wird es, ähnlich wie im letzten Jahr, wieder meine Eindrücke zu den Serien geben, d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>In dieser Rubrik wird es, ähnlich wie im letzten Jahr, wieder meine Eindrücke zu den Serien geben, die ich in den letzten rund 12-15 Monaten gesehen habe. Meine Einschätzungen sind subjektiv, aber unumstößlich und können sich auch durchaus mal auf Serienstaffeln beziehen, die schon etwas älter sind. In alphabetischer Reihenfolge wird es hier nach und nach kurze Kommentare zu jeder dieser Serien geben.</em></p>
<p>Bisher besprochen:</p>
<p><a href="http://hirngabel.wordpress.com/2009/09/08/hirngabels-kleiner-serienguide-zur-tv-season-0809-die-misfits/" target="_blank">Die &#8220;Misfits&#8221;<br />
</a><a href="http://hirngabel.wordpress.com/2009/09/10/hirngabels-kleiner-serienguide-zur-season-0809-being-erica-better-off-ted-the-big-bang-theory-breaking-bad/" target="_blank">Being Erica<br />
Better Off Ted<br />
The Big Bang Theory<br />
Breaking Bad</a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">=========================================</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Burn Notice</strong></span></p>
<p><a href="http://www.reviewswithmusic.com/burnnotice.jpg"><img class="alignleft" style="margin:5px;" src="http://www.reviewswithmusic.com/burnnotice.jpg" alt="" width="216" height="294" /></a>Ab dem 28. September, also Montags, wird der mittlerweile nicht mehr ganz so kleine Sender VOX wieder mal eine tolle US-Serie ins Programm nehmen (übrigens aus dem auch nicht mehr ganz so kleinen USA Network), was mich persönlich sehr freut, handelt es sich doch um eine Serie, die ich ziemlich mag: Burn Notice. Ein kleiner Wermutstropfen ist leider die Startzeit von 22.05Uhr, Primetime wäre natürlich super gewesen &#8211; aber man will in diesen Zeiten ja nicht zu unrealistisch werden. Hoffen wir mal, dass sie einer breiteren Zuschauermasse zugängig wird, die Kriterien für einen breiten Erfolg sind zumindest meiner Meinung nach gegeben, schließlich ist &#8220;Burn Notice&#8221; reinstes Popcorn-Kino im besten Sinne des Wortes. Hohes Tempo, witzige Dialoge, ordentlich Rabatz in Sachen Action und dazu noch schicke Bilder aus dem allzeit sommerlichen Miami.</p>
<p>Auch um die deutsche Synchro mache ich mir eigentlich keine großen Sorgen, da der Spaß in den seltensten Fällen auf subtilem Wortwitz basiert, sondern eher aus den Situationen heraus und Michaels Kommentaren aus dem Off dazu. Die Hauptfigur Michael Westen ist sicherlich auch die einzige Figur, wo man wirkliche Exzellenz in der Synchro haben muss. Schließlich spielt Hauptdarsteller Jeffrey Donovan nicht nur ziemlich genial, sondern eben auch sehr abwechslungs- und facettenreich, wenn es mal wieder darum geht, dass er eine andere Coveridentität annimmt und dies oftmals auch sprachlich mit verschiedensten Dialekten und Akzenten unterstützt &#8211; das muss auch auf Deutsch gut rübergebracht werden. Aber schauen wir mal. [Für inhaltliche Beschreibungen verweise ich einmal mehr auf den <a href="http://hirngabel.wordpress.com/2008/09/10/hirngabels-ultimativer-serienguide-zur-season-0708-drama-breaking-bad-burn-notice-damages/" target="_blank">Eintrag aus dem letzten Jahr</a>]</p>
<p>Unabhängig von der deutschen Erstauswertung bin ich nach wie vor von &#8220;Burn Notice&#8221; sehr angetan. Klar, die Serie stellt keine besonders hohen Ansprüche an den Zuschauer, aber es bleibt weiterhin auf sehr hohem Niveau unterhaltsam, da es gelingt den Bogen zwischen dem &#8220;Case of the week&#8221; und dem Vorantreiben des Serial-Elements ganz gut zu schlagen, ohne einerseits die Ausgangsposition (Michael ist &#8220;verbrannt&#8221; und steckt in Miami fest) zu weit zu verlassen und andererseits allzu redundant zu werden. Klar ist allerdings auch, dass, wo man sich mittlerweile in der Mitte der dritten Staffel befindet, es bald schon ein wenig weitergehen muss, beim Bemühen Michaels um Aufklärung. Immerhin haben sich da bis zur &#8220;Herbstpause&#8221; der dritten Staffel wieder einige interessante Entwicklungen ergeben, die die Serie im Winter weiterbringen können.</p>
<p><span style="color:#993300;"><strong>Meine Wertung: 8 von 1o Undercover-Gabeln<br />
[für Season 2 und schon ein wenig Season 3]</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Californication</strong></span></p>
<p><a href="http://www.series-tv-news.fr/wp2008seriesTV/wp-content/series/californication/img/californication.jpg"><img class="alignleft" style="margin:5px;" src="http://www.series-tv-news.fr/wp2008seriesTV/wp-content/series/californication/img/californication.jpg" alt="" width="289" height="246" /></a>Letztes Jahr habe ich an dieser Stelle gefragt, ob Californication in Deutschland ein ähnlich starkes Medienecho hervorruft, wie im prüden Amerika &#8211; dem war natürlich nicht so, auch wenn es David Duchovny immerhin schaffte, durch seine Sexsuchttherapie zumindest ein paar der deutschen Klatschspalten zu colorieren.</p>
<p>Immerhin lief die Serie auch ohne Skandalisierung erfreulich erfolgreich auf RTL2 (und vorher auf AXN) an und das ist auch gut so, schließlich hat &#8220;Californication&#8221; wirklich einiges an Qualität zu bieten.</p>
<p>Auch in der zweiten Staffel promiskuiert sich Autor Hank Moody, mittlerweile von seiner Schreibblockade geheilt, wieder recht fröhlich durch diverse Betten (und andere Liegemöglichkeiten), versucht immer noch ein besserer Vater zu sein, versucht immer noch irgendwie seine Beziehung zu Karen nicht dauerhaft zu zerstören. Dazu gibts noch eine Sterilisation, einen Pornodreh, Drogentote und eine neue tolle Hauptfigur namens Lew Ashby, über den Hank eine Biographie schreibt. Die Dialoge sind immer noch exzellent, der Stil ist weiterhin wunderbar locker in der Balance zwischen Drama und Comedy. Einfach eine Serie, die rundum gelungen ist und richtig großen Spaß macht.</p>
<p>Die DVD zur ersten Staffel wurde gerade in Deutschland veröffentlicht, was ich durchaus empfehlen würde, da auch hier wieder natürlich einiges &#8220;lost in translation&#8221; ist. Bald startet die dritte Staffel in den USA und, wenn ich mich nicht vertue, dürfte dann demnächst auch irgendwann Staffel 2 auf RTL2 kommen (auf AXN ist sie im August gestartet).</p>
<p><strong><span style="color:#993300;">Meine Wertung: 9 von 10 Penis-Gabeln</span></strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Chuck</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.nbc.com/Chuck/take_it/downloads/wallpapers/chuck_wallpaper1_1280.jpg"><img class="aligncenter" style="margin-top:5px;margin-bottom:5px;" src="http://www.nbc.com/Chuck/take_it/downloads/wallpapers/chuck_wallpaper1_1280.jpg" alt="" width="491" height="393" /></a></p>
<p>Jeder, der hier halbwegs regelmäßig reinschaut, dürfte schon mitbekommen haben, dass ich die Serie Chuck mehr oder weniger <a href="http://hirngabel.wordpress.com/2008/09/03/hirngabels-ultimater-serienguide-zur-season-0708-comedy-chuck/" target="_blank">vergöttere</a>. Dementsprechend erwartet hier hoffentlich niemand ernsthaft, dass ich nun eine objektive und seriöse Besprechung der zweiten Staffel folgen lasse. Wichtig ist nur eines zu wissen:<br />
<strong>CHUCK ROCKT DIE SCHEISSE FETT!</strong><br />
Ich liebe einfach diese Mischung aus Comedy und Action, sowie einem guten Schuss Wärme und Gefühl, garniert mit einer überbordenden Fülle an Popkulturzitaten, die einem ein dauerndes Grinsen auf die Lippen zaubern. Dazu sitzt die Mischung einfach mittlerweile so richtig perfekt, dass die Macher um Josh Schwartz schaffen es Woche um Woche wieder spannende Geschichten um diese absolut liebenswürdigen Charaktere herum zu erzählen, die wunderbar kurzweilig sind. Alleine schon für die wahnsinnige Folge &#8220;Tom Sawyer&#8221; oder dieses unfassbar geniale Finale der Staffel zum Styx-Klassiker &#8220;Mr. Roboto&#8221; muss man diese Serie einfach lieben. Und wer das nicht tut, der hat keine Ahnung. Basta.</p>
<p>Abseits meines Fanboytums, bin ich sehr gespannt, wie sich die neue Situation, die am Ende von Staffel 2, zustande kam, nun auswirken wird. Ein nun &#8220;unbesiegbarer&#8221; Chuck würde ja grundsätzlich dem &#8220;Underdog ist Held wider Willen&#8221;-Motiv der Serie etwas zuwiderlaufen. Glücklicherweise werden wir ja die Gelegenheit bekommen, dies auch wirklich zu sehen, denn Chuck ist tatsächlich verlängert worden, obwohl die Quoten eher den Erwartungen hinterherhinken. Dass es -aller Voraussicht nach- erst im März 2010 so sein wird, ist hart (sehr, sehr, sehr hart), aber eben in Anbetracht der Umstände zu verschmerzen.<br />
Schön auch, dass die Serie es endlich ins deutsche Fernsehen geschafft hat und ProSieben sie seit wenigen Wochen ausstrahlt. Nicht so schön, dass sie sich nicht getraut haben, wie ursprünglich mal angekündigt, sie in die Prime Time zu setzen, wo sie nicht so verschenkt wäre, wie am späten Samstag Nachmittag um 17 Uhr, während Bundesliga noch läuft. Immerhin könnte man an diesem Tag den Video(oder Festplatten-)recorder durchlaufen lassen, weil dort mittlerweile wirklich fast nur hochkarätiges Serienzeug läuft.</p>
<p>Um nicht ganz den Anschein völliger Subjektivität zu erwecken, möchte ich zu guter Letzt noch auf eine etwas ausgewogenere Besprechung der Staffel von <a href="http://symparanekronemoi.blogspot.com/2009/05/chuck-season-two.html" target="_blank">TheRudi</a> verweisen &#8211; auch wenn der natürlich keine Ahnung hat. Zumindest kann ich im Ansatz seine Kritik am Staffelfinale verstehen und teile sie auch prinzipiell ein wenig.</p>
<p>Aber egal, ich kann nicht ohne Chuck, deswegen kann es für mich nur eines geben.</p>
<p><span style="color:#993300;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Meine Wertung: 10 von 10 Objektivitätsgabeln [für Season 2]</strong></span></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Crusoe</strong></span></p>
<p><a href="http://www.tvcrazy.net/videos/action/images/crusoe.jpg"><img class="alignleft" style="margin:5px;" src="http://www.tvcrazy.net/videos/action/images/crusoe.jpg" alt="" width="233" height="315" /></a>Die Geschichte von Robinson Crusoe, im 18. Jahrhundert von Daniel Defoe als Roman veröffentlicht, wurde seitdem in bestimmt an die 100 Filmen, Operetten, Musicals, Theaterstücken und Serien verwustet. Die jüngste Adaption kommt dabei als internationale Co-Produktion in Form einer  TV-Serie mit dem schlichten Titel &#8220;Crusoe&#8221; daher und wurde gegen Ende des vergangenen Jahres ohne allzu viel Aufsehen zu erregen bei NBC ausgestrahlt. Und zählt mit Sicherheit nicht zu den besseren Adaptionen.</p>
<p>Da stellt sich natürlich nun die Frage, warum ich diese 13 Episoden dauernde Serie bei meinem Gesamtpensum überhaupt weiterverfolgt habe. Zum Einen hatte sie sicherlich den Vorteil, dass sie auch während der Winterpause hindurch ausgestrahlt wurde und relativ wenig Konkurrenz in diesem Zeitraum hatte (abgesehen von dem, was in der ersten Seasonhälfte so &#8220;ungesehen aufgelaufen&#8221; war und einzelnen Serien wie Leverage).</p>
<p>Aber da gibt es dann noch einen anderen Punkt. Viele Serien, gerade auch von denen, die ich schaue, haben gewisse Überlappungen, thematisch und/oder inszenatorisch und wenn man beispielsweise die vierte Mediziner- oder Krimi-Serie mit im Programm hat, dann wird man, auch unabhängig von der Qualität, irgendwann doch auch mal etwas übersättigt von OP-Sälen und Forensiklaboren.</p>
<p>Dementsprechend bot Crusoe in diesem Fall einfach etwas Abwechslung vom sonstigen &#8220;Serien-Alltag&#8221; mit hübschen bunten Bildern und ein bisschen Piraten- und Abenteuerfeeling. Klar, das Produktionsniveau war irgendwo zwischen passabel und alten RTL-Sonntag-Nachmittag-Serien (Herkules, Xena &#38; Co) und die Geschichten, die man da erfunden hat, um ein wenig Action-Element reinzubringen waren leidlich okay (und grenzten manchmal schon ein bisschen an Verzweiflung, wenn man sah, wie versucht wurde, neue Menschen auf die Insel zu bringen, ohne dass Crusoe die Chance bekam, die Insel wieder zu verlassen). Aber es reichte mir, meistens, um mal ein bisschen sehr leichte Kost zu haben. Und so ein bisschen McGyverismus hat ja schließlich auch noch selten einer Serie geschadet.</p>
<p>Ihr seht, ich versuche eher zu rechtfertigen, als zu erklären und zu beschreiben. Ihr könnt die Serie also getrost vergessen, wenn ihr mögt. Eine Fortsetzung steht wohl ohnehin eher nicht zu erwarten. Also, kurzum zum Punkt.</p>
<p><span style="color:#993300;"><strong>Meine Wertung: 5 von 10 verschollene Gabeln [für Season 1]</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hewlett-Packard t5510 et Linux]]></title>
<link>http://bytesnwires.wordpress.com/2009/09/08/t5510-linux/</link>
<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 14:48:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>bytesnwires</dc:creator>
<guid>http://bytesnwires.wordpress.com/2009/09/08/t5510-linux/</guid>
<description><![CDATA[Slitaz sur un Hewlett-Packard t5510 sans écran ou Linux dans 32Mo sur une carte mini-ITX Fanless Des]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Slitaz sur un Hewlett-Packard t5510 sans écran ou Linux dans 32Mo sur une carte mini-ITX Fanless Des]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Serie "Crusoe" (Capítulo 12)]]></title>
<link>http://0darker0.wordpress.com/2009/09/08/serie-crusoe-capitulo-12/</link>
<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 13:08:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>0darker0</dc:creator>
<guid>http://0darker0.wordpress.com/2009/09/08/serie-crusoe-capitulo-12/</guid>
<description><![CDATA[Título: Crusoe Temporada: 1 Capítulos: 13 Género: Aventura Descarga Directa: SeriesYonkis Sinopsis: ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-2813" title="Crusoe, el malo" src="http://0darker0.wordpress.com/files/2009/09/crusoe-el-malo.jpg" alt="Crusoe, el malo" width="499" height="281" /></p>
<p><strong>Título: Crusoe </strong><br />
<span style="text-decoration:underline;">Temporada:</span> 1<br />
<span style="text-decoration:underline;">Capítulos</span>: 13<br />
<span style="text-decoration:underline;">Género:</span> Aventura<br />
<span style="text-decoration:underline;">Descarga Directa</span>: <a title="SeriesYonkis" href="http://www.seriesyonkis.com/serie/crusoe/" target="_blank">SeriesYonkis </a></p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Sinopsis:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">“Crusoe” condensa el argumento de la novela en 13 episodios de una hora de duración, a través de los que narra la aventura de un caballero inglés, superviviente de un naufragio en una isla remota, en la que debe aprender a sobrevivir y a convivir con su único amigo, un nativo al que llamará “Viernes”, por ser éste el día de su primer encuentro. Durante el largo tiempo que permanece en este aislamiento su único pensamiento es regresar a Inglaterra y recuperar a su familia, pero mientras tanto tenderá la mano a “Viernes” en busca de apoyo y amistad para enfrentarse a todo tipo de enemigos y adversidades: caníbales, feroces tormentas, hambre, gatos salvajes….</p>
<p style="text-align:justify;">Junto a ellos, destacan otras figuras como el joven actor sudafricano Tongayi Chirisa que, prácticamente, debuta en la producción americana con esta serie, e papel de “Viernes”; la actriz de origen argentino Mia Maestro, como la intrigante Olivia, y la británica Anne Walton, que encarna a Susannah, la esposa de Robinson Crusoe, abandonada en Inglaterra y hostigada por las pretensiones de Lord Blackthorn</p>
</blockquote>
<p><span style="text-decoration:underline;">Sinopsis Del Episodio:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">La «misión de rescate» de Blackthorn llega a la isla, pero el barco está afectado por el escorbuto y muchos de los tripulantes han sido arrastrados hasta la orilla, muertos o moribundos. Entre ellos está Blackthorn, enfermo, al que encuentra Crusoe. Sin conocer las intenciones de su enemigo, lo pone a salvo y le cura el escorbuto. Blackthorn deja que Crusoe piense que ha venido a rescatarlo y le asegura que su familia está bien y a salvo. Pero el instinto de Viernes le dice que no todo es lo que parece&#8230; Cuando el buque de Blackthorn indica que la epidemia ha terminado, Crusoe, Viernes y Blackthorn van hacia la playa. Blackthorn parece haber recuperado el vigor tras su estancia en la isla, e incluso supera sin ayuda algunos de los obstáculos del camino. Cuando Crusoe menciona su Biblia de Ginebra (la que le dio su padre James antes de irse de Inglaterra), Blackthorn solo muestra lo que parece un educado interés al respecto. Crusoe le enseña a Blackthorn una hermosa cascada a la que ha bautizado en su honor. Blackthorn se conmueve, pero también se siente culpable, algo que a Viernes no le pasa desapercibido. Intenta advertir a Crusoe, pero éste no le hace caso. Blackthorn va a la playa para recibir a los hombres del barco –Samuel Tuffley y Nathan West entre ellos– y les dice que maten a Viernes y después a Crusoe.</p>
<p>Oliva rescata a Susannah del manicomio. La hermana de Crusoe, Mary, les dice que busquen al sacerdote y éste les cuenta la historia que explica la actitud de Blackthorn. Susannah se da cuenta de que su único objetivo es hacerse con el control de las propiedades de los Crusoe, para lo que pretende acabar con todos los descendientes de Crusoe y quedarse con todo. Crusoe, y sus herederos, son los propietarios legales de todo lo que tiene Blackthorn.</p></blockquote>
<p><span style="text-decoration:underline;">Opinión Sin Spoilers:</span></p>
<p style="text-align:justify;">No me ha gustado mucho este episodio. Simplemente te unen las partes que ya tenemos, salpicado con momentos de &#8220;acción&#8221;&#8230; Pero vamos, nada del otro mundo.</p>
<p>Otros capítulos han sido mucho mejores que este.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Serie "Crusoe" (Capítulos 9, 10, 11)]]></title>
<link>http://0darker0.wordpress.com/2009/09/08/serie-crusoe-capitulos-9-10-11/</link>
<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 12:18:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>0darker0</dc:creator>
<guid>http://0darker0.wordpress.com/2009/09/08/serie-crusoe-capitulos-9-10-11/</guid>
<description><![CDATA[Título: Crusoe Temporada: 1 Capítulos: 13 Género: Aventura Descarga Directa: SeriesYonkis Sinopsis: ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-2810" title="Viernes2" src="http://0darker0.wordpress.com/files/2009/09/viernes2.jpg" alt="Viernes2" width="499" height="332" /></p>
<p><strong>Título: Crusoe </strong><br />
<span style="text-decoration:underline;">Temporada:</span> 1<br />
<span style="text-decoration:underline;">Capítulos</span>: 13<br />
<span style="text-decoration:underline;">Género:</span> Aventura<br />
<span style="text-decoration:underline;">Descarga Directa</span>: <a title="SeriesYonkis" href="http://www.seriesyonkis.com/serie/crusoe/" target="_blank">SeriesYonkis </a></p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Sinopsis:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">“Crusoe” condensa el argumento de la novela en 13 episodios de una hora de duración, a través de los que narra la aventura de un caballero inglés, superviviente de un naufragio en una isla remota, en la que debe aprender a sobrevivir y a convivir con su único amigo, un nativo al que llamará “Viernes”, por ser éste el día de su primer encuentro. Durante el largo tiempo que permanece en este aislamiento su único pensamiento es regresar a Inglaterra y recuperar a su familia, pero mientras tanto tenderá la mano a “Viernes” en busca de apoyo y amistad para enfrentarse a todo tipo de enemigos y adversidades: caníbales, feroces tormentas, hambre, gatos salvajes….</p>
<p style="text-align:justify;">Junto a ellos, destacan otras figuras como el joven actor sudafricano Tongayi Chirisa que, prácticamente, debuta en la producción americana con esta serie, e papel de “Viernes”; la actriz de origen argentino Mia Maestro, como la intrigante Olivia, y la británica Anne Walton, que encarna a Susannah, la esposa de Robinson Crusoe, abandonada en Inglaterra y hostigada por las pretensiones de Lord Blackthorn</p>
</blockquote>
<p><span style="text-decoration:underline;">Sinopsis De Los Episodios:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Viernes construye una catapulta como defensa de los otros habitantes de la isla y se lo muestra a Crusoe, quien piensa que puede diseñarlo mejor que él. Cuando le enseña cómo funciona, pero falla en los cálculos. Las calaveras que lanzan siguen la dirección correcta, pero no alcanzan la distancia del objetivo. Terminan en un lago, donde un enorme cocodrilo se las come.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<p>Crusoe se despierta y ve a Susannah a su lado. ¿Está soñando o está de verdad con él? Al principio le parece posible, pero poco a poco va recordando lo que ha ocurrido y se da cuenta de que han atacado la casa del árbol y han capturado a Viernes. Al ir comprendiendo mejor lo ocurrido, la Susannah que tiene al lado se va desvaneciendo y desaparece. Viernes, que va encadenado, encuentra y esconde a Crusoe y le explica lo ocurrido: un hombre llamado Neugent, el capitán del barco en el que iba Crusoe cuando estalló la tormenta, ha estado en el otro lado de la isla durante todo ese tiempo, mientras Crusoe pensaba que él era el único superviviente. Dio a Crusoe por muerto tras intoxicarlo con un humo de propiedades alucinógenas, que fue lo que provocó sus visiones. Ahora, Neugent ha tomado a Viernes como esclavo. Viernes le da a Crusoe el antídoto para el humo tóxico, que Neugent utiliza para controlarlo, y los dos juntos consiguen vencerlo. Intentan razonar con él, pero los seis años que ha pasado solo han vuelto loco a Neugent y se resiste a sus razonamientos, y prefiere morir antes que aliarse con ellos. Crusoe vuelve a ver a Susannah cuando inhala más humo tóxico. Se siente tentado por esta falsa realidad, pero se da cuenta de que moriría si tratase de mantenerla y decide tomar el resto del antídoto. La imagen de Susannah desaparece por última vez.</p>
<p>Al desvanecerse la imagen de Susannah que ve Crusoe, vemos a la verdadera Susannah en Londres, junto a la tumba del padre de Crusoe, prometiendo a sus hijos que Crusoe estará pensando en ellos, en ese momento y siempre.</p></blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<p>Crusoe y Viernes sufren el ataque de un grupo de guerreros de élite, pero cuando ven que los guerreros atacan a Crusoe e ignoran a Viernes surgen varias dudas: ¿quién está detrás de todo esto? ¿Y por qué? Cuando Viernes reconoce a los guerreros, que forman parte de una tribu mítica olvidada mucho tiempo atrás, se queda aún más desconcertado: ¿dónde han estado todo este tiempo, y por qué han vuelto? Crusoe acaba cayendo presa de uno de los guerreros y lo llevan ante su Líder, que le explica por qué lo han capturado: durante años ha sido un esclavo; hace poco tiempo, cuando volvió a ser libre, escuchó que había un blanco en esta isla que tenía un esclavo, y ha venido a liberarlo. Viernes intenta rescatar a Crusoe, pero el Líder lo captura y obliga a los dos hombres a enfrentarse en una batalla a muerte. Crusoe y Viernes fingen pelear hasta que toman a los guerreros por sorpresa y les roban una de sus armas, utilizándola para fugarse. La tribu invade la casa del árbol, pero cuando matan al líder, una joven guerrera que se ha encaprichado por Viernes detiene el ataque y los restantes miembros de la tribu se van de la isla.</p>
<p>Tras sobrevivir a un infarto cerebral, Santana se presenta en Londres y le cuenta su historia a Susannah. Las secuelas que le ha dejado el derrame y la naturaleza pintoresca de su narración llevan a Susannah a pensar que se trata de una más de las historias que le cuentan los marineros a cambio de un dinero que ella no tiene, y Blackthorn le dice que comparte su opinión. Sin embargo, él está mucho más interesado de lo que deja entrever, y cuando Susannah se marcha, le pide al español que lo convenza de que la historia es real y le sonsaca más detalles, especialmente el dato crucial: dónde se encuentra la isla exactamente. Blackthorn se muestra desdeñoso con Santana, pero monta una expedición para localizar a Crusoe, sin contarle a Susannah sus verdaderas intenciones. La presiona para que le conceda la custodia legal de los niños y la mete en un manicomio. Ya de regreso en Londres, «Oliver» se cuela en una casa rica de Londres evitando ser vista y se transforma en la femenina Olivia.</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Opinión Sin Spoilers:</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><em>Primer Capítulo</em>: A la mayoría le puede parecer impactante lo que aquí se cuenta, pero recuerdo que en las sociedades tradicionales / primitivas eso se hacía <span style="text-decoration:underline;"><em>Y SE  HACE</em></span>. Es el rito de paso para ser adulto.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><em>Segundo Capítulo</em>: ¿Qué decir de este episodio?&#8230; Se sabe desde el principio que es una ilusión, que no es real, pero se ve tan contento e ilusionado a Crusoe que es imposible que no aparezca una sonrisita en tu cara&#8230; Pobrecito</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><em>Tercer Capítulo</em>: WTF?! Ha sido el capítulo más &#8220;tonto&#8221; de esta serie&#8230; Ese razonamiento de &#8220;cómo uno de los tuyos me trató mal, yo trato mal a todos los tuyos&#8230;&#8221; En fin, de relleno</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Serie "Crusoe" (Capítulos 6, 7 y 8)]]></title>
<link>http://0darker0.wordpress.com/2009/09/08/serie-crusoe-capitulos-6-7-y-8/</link>
<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 12:10:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>0darker0</dc:creator>
<guid>http://0darker0.wordpress.com/2009/09/08/serie-crusoe-capitulos-6-7-y-8/</guid>
<description><![CDATA[Título: Crusoe Temporada: 1 Capítulos: 13 Género: Aventura Descarga Directa: SeriesYonkis Sinopsis: ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-2807" title="Crusoe, Viernes" src="http://0darker0.wordpress.com/files/2009/09/crusoe-viernes.jpg" alt="Crusoe, Viernes" width="499" height="281" /></p>
<p><strong>Título: Crusoe </strong><br />
<span style="text-decoration:underline;">Temporada:</span> 1<br />
<span style="text-decoration:underline;">Capítulos</span>: 13<br />
<span style="text-decoration:underline;">Género:</span> Aventura<br />
<span style="text-decoration:underline;">Descarga Directa</span>: <a title="SeriesYonkis" href="http://www.seriesyonkis.com/serie/crusoe/" target="_blank">SeriesYonkis </a></p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Sinopsis:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">“Crusoe” condensa el argumento de la novela en 13 episodios de una hora de duración, a través de los que narra la aventura de un caballero inglés, superviviente de un naufragio en una isla remota, en la que debe aprender a sobrevivir y a convivir con su único amigo, un nativo al que llamará “Viernes”, por ser éste el día de su primer encuentro. Durante el largo tiempo que permanece en este aislamiento su único pensamiento es regresar a Inglaterra y recuperar a su familia, pero mientras tanto tenderá la mano a “Viernes” en busca de apoyo y amistad para enfrentarse a todo tipo de enemigos y adversidades: caníbales, feroces tormentas, hambre, gatos salvajes….</p>
<p style="text-align:justify;">Junto a ellos, destacan otras figuras como el joven actor sudafricano Tongayi Chirisa que, prácticamente, debuta en la producción americana con esta serie, e papel de “Viernes”; la actriz de origen argentino Mia Maestro, como la intrigante Olivia, y la británica Anne Walton, que encarna a Susannah, la esposa de Robinson Crusoe, abandonada en Inglaterra y hostigada por las pretensiones de Lord Blackthorn</p>
</blockquote>
<p><span style="text-decoration:underline;">Sinopsis De Los Episodios:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Crusoe y Viernes encuentran el esqueleto de un marinero con una lanza clavada. Ésta tiene la misma forma y está hecha del mismo material que las que tenían los caníbales que capturaron a Viernes, lo que significa que estuvieron mucho antes en la isla. Robinson se pregunta por qué no le intentaron cazar a él para comérselo. Viernes le comenta que las víctimas deben ser sacrificadas en un ritual antes de poder comérselas. La manera en que murió este hombre significa que consiguió escapar de ellos antes del ritual. Deambulando por al isla, Viernes y Crusoe encuentran restos de un sacrificio reciente. Viernes quiere alejarse de esa zona de la isla, pero Crusoe prefiere investigar, ya que no se siente amenazado por ellos.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<p>Robinson está durmiendo y se despierta justo a tiempo de esquivar un machete. Crusoe ve a Viernes, con los ojos inyectados de odio. Le llama traidor, apuntándole con un fusil, pero falla. Más furioso aún, Viernes vuelve a atacarle con el machete. En plena lucha, Crusoe consigue atrapar a Viernes con una trampa, en una jaula colgante.</p></blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<p>Una semana después de conocerse, Crusoe y Viernes construyen un cortafuegos para evitar que una colonia de hormigas acabe con sus frutas y alimentos. Viernes recoge unas cuantas para utilizarlas en sus remedios medicinales. Mientras Crusoe le observa, varias de ellas comienzan a subir por sus pantalones. De regreso a su casa en el árbol, ven que los piratas regresan a su barco, ya arreglado para hacerse a la alta mar.</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Opinión Sin Spoilers:</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Capítulos muy divertidos y emotivos (esto último en lo referente a la relación pirata-Crusoe)</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Estos tres capítulos consiguen dar en el clavo y llegar de manera diferente, pero de forma acertada al espectador. El primero por el pasado de Viernes, el segundo por lo desesperado que se ve Crusoe al pensar que puede morir Viernes, y el tercero por otra esperanza truncada al final&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DEFOE-CRUSOE]]></title>
<link>http://armonte.wordpress.com/2009/09/02/leitura-da-semana-robinson-crusoe-de-daniel-defoe/</link>
<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 17:50:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>alfredomonte</dc:creator>
<guid>http://armonte.wordpress.com/2009/09/02/leitura-da-semana-robinson-crusoe-de-daniel-defoe/</guid>
<description><![CDATA[  02.09,09 &#8220;tudo o que acontecera parecia ser uma sucessão de milagres&#8230;acontecimentos as]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.estantevirtual.com.br/acervo/livrariaportodasletras"></a></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1154" title="DefoeP" src="http://armonte.wordpress.com/files/2009/09/defoep.jpg?w=240" alt="DefoeP" width="240" height="300" /><img class="alignnone size-medium wp-image-1155" title="defoe1-1" src="http://armonte.wordpress.com/files/2009/09/defoe1-1.jpg?w=191" alt="defoe1-1" width="191" height="300" /></p>
<p> <img title="bestbolso" src="http://armonte.wordpress.com/files/2009/08/bestbolso.jpg" alt="bestbolso" width="200" height="300" /></p>
<p>02.09,09</p>
<p><strong>&#8220;tudo o que acontecera parecia ser uma sucessão de milagres&#8230;acontecimentos assim ram provas de que havia a mão secreta da Providência Diina governando o mundo&#8230;&#8221;</strong></p>
<p><strong>&#8220;Que ninguém despreze as secretas indicações e os avisos de perigo que às vezes recebemos, imaginano que não haja possibilidade de serem verdadeiros. Acredito que poucos observadores possam negar que tais indicações e avisos nos sejam dados; não podemos duvidar de que são, certamente, revelações de um mundo invisível, uma inegável conversa de espíritos e se sua intenção parece ser a de nos alertar de um perigo, por que não supor que se trata de agentes amistosos, sejam eles supremos, inferiores ou subordinados? Isso não importa, já que pretendem o nosso bem&#8221;</strong>.</p>
<p>       Resta saber, a respeito de um trecho como o citado acima, se essa preocupação dos &#8220;agentes amistosos&#8221; se estende á humanidade em geral ou apenas ao empreendedor inglês.</p>
<p>       Na reta final, Robinson deixa de lado os espanhóis e o pai de Sexta-Feira e após salvar o capitão do navio inglês que apareceu na ilha (páginas muito  movimentadas), deixa um grupo de amotinados na ilha (após lhes explicar os mecanismos de sobrevivência que pôs a funcionar durante 28 anos) e parte com Sexta-Feira.</p>
<p>     Devo dizer que em todas essas páginas senti um tom tão esquisito que beirava a auto-paródia, embora não seja o caso, um tom que lembra Cervantes ao mostrar os ridículos do seu personagem, ou das comédias de Shakespeare. A pose de Robinson de &#8220;governador da ilha&#8221; <strong>(&#8220;após algum tempo, apareci, vestido coma minha roupa nova e sendo chamado novamente de governador</strong>&#8220;), Sua Excelência, sem contar generalíssimo movimentando suas tropas contra os amotinados, é mais para ser acompanhada de forma jocosa e cômica do que a sério. Ou será que foi o tempo que trouxe esse tom ao relato?: <strong>&#8220;avancei imediatamente com todo o meu exército, agora composto de oito homens: eu mesmo, o generalíssimo, Sexta-Feira, o meu lugar-tenente, o capitão e seus dois companheiros e os três prisioneiros de guerra, a quem foram confiadas armas&#8221;</strong>.</p>
<p>      A despedida da ilha (ele voltará anos depois para reivindicá-la como propriedade sua e organizar seu povoamento): <strong>&#8220;Ao deixar a ilha, levei no navio, como lembrança, o grande chapéu de cabra que fizera, o guarda-sol e o papagaio; também não me esqueci do dinheiro mencionado anteriormente, que, por permanecer longo tempo comigo sem qualquer utilidade, ficara enferrujado ou embaçado&#8230;. E assim, deixei a ilha no dia 19 de dezembro, como vim a saber pelo registro do navio, do ano de 1686, depois de ter estado nela 28 anos, dois meses e 19 dias&#8230; Ao fim de uma longa viagem de navio, cheguei à Inglaterra  nodia 11 de junho do ano de 1687,  depois de 325 anos ausente&#8221;</strong>.</p>
<p>      O resto do relato, pelo menos nessa edição da Bestbolso a qual venho comentando (há discrepãncias em todas as edições consultadas) é muito antipático, porém revelador: Robinson se preocupa com sua situação financeira, vai a Lisboa para saber em que pé andam seus bens e sua propriedade no Brasil, e entramos em pormenores delirantes a respeito de todas essas questões comerciais. O traço mais interessante dessas negociações é o desejo perene de voltar a se estabelecer no Brasil freado por escrúpulos religiosos, pela má vontade de viver (e principalmente morrer como papista): <strong>&#8220;Mas outros escrúpulos, os de motivação religiosa, se colocavam em meu caminho, pois alimentava dúvidas sobre a religião católica romana,mesmo quando estava no exterior e, principalmente, na minha temporada de solidão; portanto, sabia que não adiantaria voltar ao Brasil, muito menos me estabelecer por lá, a não ser que resolvesse abraçar sem qualquer reserva a religião católica romana; ou, por outro lado, resolvesse me sacrificar pelos meus princípios, tornar-me um mártir religioso e morrer na Inquisição; por isso decidi ficar em casa&#8230;&#8221;</strong></p>
<p>      O que há exatamente de antipático nessa parte final do relato? O que me incomoda é a falta de sabedoria de Robinson. Ele,que viveu tanto tempo solitário e extraiu do seu trabalho a sua sobrevivência,  fica muito à vontade como &#8220;grande senhor&#8221;, não ha nunca um momento de dúvida, de auto-questionamento. A viagem que ele relata, por terra (ficou cismado com as viagens marítimas, que ele só vai retomar anos depois, com um sobrinho), de Lisboa até Calais (onde atravessaria  o canal da Mancha) esfumaça os 28 anos de experiência da solidão, do despojamento e do desnudamento psicológico (isso sou eu que estou afirmando, eu, indivíduo do século XXI, que pouco tenho a ver com essa mentalidade pragmática e utilitarista do século XVII, embora eu tenha a suspeita de que Robinson seria muito bem compreendido em nossa época de consumo e percepção descartável):<strong>&#8220;Como estava predisposto contra uma viagem por mar, exceto entre Calais e Dover, decidi fazer toda a viagem por terra, já que seria muito mais agradável, pois não  tinha pressa e não me importava com o custo&#8230; no todo, éramos seis, e mais cincocriados&#8230; consegui um marinheiro inglês para vijar como meu criado, além de Sexta-Feira,que era inexperiente demais para pder suprir o posto de um criado em uma viagem por terra. Dessa maneira, parti de Lisboa e, como nosso grupo estava muito bem preparado e guarnecido, formávamos um pequeno exército, do qual fizeram a honra de chamar de capitão, já que era o mais velho e tinha dois criados além de ter motivado aquela viagem&#8221;</strong>. Nem quero entrar em detalhes sobre a grotesca brincadeira de um apalhaçado Sexta-Feira, para divertir os europeus, atormentando e matando um urso. O que fica evidente no final de <strong><em>ROBINSON CRUSOE</em></strong> não é mais a engenhosidade humana, suas misérias e grandezas, físicas e simbólicas, numa situação-limite, e sim o perfil do homem do imperialismo inglês movimentando-se pelo mundo com toda sua empáfia e mentalidade utilitarista e predatória. Isso não diminui em nada o escopo do romance de Defoe, uma das releituras mais proveitosas e interessantes que já fiz, mas que dá o que pensar, isso dá.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1159" title="robinson-crusoe1" src="http://armonte.wordpress.com/files/2009/09/robinson-crusoe1.jpg" alt="robinson-crusoe1" width="500" height="500" /></p>
<p>01.09.09</p>
<p><strong>&#8220;Mas a minha vida tomaria outro rumo, e talvez não seja inoportuno, para os que vão ler esta história, fazer uma simples observação, qual seja: quão frequentemente, no curso de nossas vidas, o mal que mais procuramos evitar, e o mais terrível de todos que poderiam se abater sobre nós, é repetidamente a única saída ou porta por meio da qual conseguimos emerigir da aflição em que estivemos mergulhados&#8221;.</strong></p>
<p>    <strong><em>ROBINSON CRUSOE</em></strong> tem todo aquele miolo (dos trabalhos e dos dias, ou seja, todo o esforço empreendedor de Robinson para ter lar, sustento e proteção na ilha) que pode desanimar o leitor que deseja aventura e ações (e que foi, entretanto, o aspecto que mais me chamou a atenção nessa releitura), e fazer com que ele desista do livro, só que sua etapa final, após o surgimento de Sexta-Feira é notavelmente movimentada e folhetinesca: começa com a famosíssima descoberta de uma <strong>pegada</strong> solitária, que infunde terrores em Robinson, de que sua ilha é menos deserta do que pensava. Ele descobre então que vários locais da ilha são usados para cerimônias de canibalismo. Após examinar os vestígios que os canibais deixam (eles vêm em canoas daquela porção de terra que nosso heroi supõe ser um continente, domínio dos espanhóis), acomete-o uma fúria homicida, querendo na proxima vez dar cabo de todos aqueles que praticam tais horrores. Mas o exame de consciência que se segue, de que ele não pode se arrogar um juiz, é todo muito interessante, principalmente pelo contraditório movimento da mente de Crusoe, debatendo-se com a <strong>&#8220;Providência Divina, em sua grande ordenação do mundo&#8221;: &#8220;que autoridade ou direito tinha eu para fazer as vezes de juiz e carrasco desses homens, tachando-os de criminosos?&#8230;Quanto essas pessoas me ofenderam, e que direito tinha eu de me envolver em suas promísculas disputas sangrentas?&#8230; portanto não se justificaria eu atacá-los. Isso apenas legitimaria a conduta dos espanhóis, em todas as atrocidades que cometeram na América, onde aniquilaram milhões dessas pessoas, as quais, mesmo sendo idólatras e selvagens, com vários rituais sangrentos e bárbaros em seus costumes, como o sacrifício de corpos humanos a seus ídolos, ainda assim, em relação aos espanhóis, eram completamente inocentes; e esse extermínio é comentado com enorme repulsa e abominação pelos próprios espanhóis de hoje em dia e por todas as demais nações cristãs da Europa, tido como uma mera carnificina, um desumano e sanguinário ato de crueldade, injustificável perante Deus ou o homem; de tal modo que o simples nome de um espanhol é presumido como medonho e terrível para todas as pessoas de humanidade ou de piedade cristã.&#8221;</strong></p>
<p>      A pegada e as descobertas subsequentes fazem com que ele viva em apreensão, veja-se por exemplo: <strong>&#8220;durante dois anos depois do ocorrido, creio que não disparei a espingarda uma só vez, apesar de nunca sair com ela&#8221;</strong>, com medo de fazer barulho e chamar atenção sobre sua presença na ilha. Essa obsessão com a possibilidade de ser capturado e ser canibalizado, se reflete até no seu trabalho: <strong>&#8220;creio firmemente que, se não tivesse havido a intervenção daqueles fatos, ou seja, o temor e o pavor aos selvagens, eu teria empreendido essa tarefa, e talvez a tivesse levado a cabo, pois raramente desistia de uma coisa sem tê-la exectuado, desde que estivesse suficientemente clara em minha cabeça para dar-lhe inicio.&#8221;</strong>  Em outro trecho: <strong>&#8220;Minha pertrubação mental, durante esse intervalo de quinze ou dezesseis meses, era muito grande; dormia intranquilo, tinha sempre sonhos medonhos e costumava acordar no meio da noite, sobressaltado&#8221;</strong>.</p>
<p>      Um outro navio encalha perto da ilha, mas da tripulação nenhum sinal (salvou-se indo para o possível continente em botes? pereceu? Crusoe vasculha o navio e só encontra cadáveres e um cachorro, e depois o corpo de um grumete vem dar à praia). Fantasiando esses náufragos, ele fica cada vez mais resolvido a aventurar-se naquelas terras distantes, não obstante os perigos inevitáveis.: <strong>&#8220;a minha malfadada mente, que sempre me deixava claro que nasci para desgraçar o meu corpo, passou esses dois anos inteiros repleta de projetose tramando um modo, se possível, de me tirar daquela ilha (&#8230;) sou um bom exemplo para aqueles que sofrem de um mal característico dos homens, ormeio do qual se dão quase todas as suas desgraças; eu me refiro àqueles que não se satisfazem com o lugar em que Deus e a natureza os colocaram; não refletir sobre a minha situação inicial e os excelentes conselhos do meu pai, e opor-me a isso foi, por assim dizer, o meu pecado original&#8221;</strong> (quer dizer,o pecado original do empreendedorismo burguês).</p>
<p>     Robinson tem um sonho premonitário, no qual salva um selvagem dos rituais canibalescos,este lhe é grato eternamente, tornando-se seu criado fiel e um companheiro na solidão da ilha (depois ele multiplica, na sua fantasia, o número de selvagens que lhe devem a vida e lhe prestam vassalagem). E o sonho se concretiza: ele salva Sexta-Feira, o qual, após 20 e tantos anos na ilha se torna sua primeira companhia humana, <strong>&#8220;sujeitomuito vistoso, membros fortes, alto, bem-proporcionado, e, segundo avaliei, com cerca de 26 anos </strong>[Robinson já é um cinquentão a essa altura]<strong> de idade. Tinha a fisionomia bastante agradável e não parecia feroz ou rude, apesar de o rosto ter uma aparência viril, mesmo assim apresentava toda a doçura e suavidade de um europeu </strong>[sic]<strong>, principalmente quando sorria&#8230; e os olhos reluzentes de grande vivacidade e inteligência. A cor da pele não era exatamente preta, mas castanho-amarelada, porém sem o feio e desagradável tom amarelado do bronze, como a dos nativos do Brasil e da Virgínia e outros da América; mas de uma especie reluzente de um oliva pardacento, que possuía algo de agradável, porem não muito fácil de se descrever.&#8221;</strong></p>
<p><strong>      </strong>Os colóquios sobre Deus e a salvação cristã entre ambos estao entre os melhores momentos do livro (<strong>&#8220;com suas sérias indagações e questinamentos, tornou-me um conhecedor mais profundo das Escrituras do que teria sido por minha simples leitura particular&#8221;</strong>), só que em termos de folhetim o que mais interessa é que Sexta-Feira revela que os náufragos daquele outro navio (em número de 16) estão vivendo com o seu povo, o que torna Crusoe ainda mais determinado a se aventurar no continente. Contudo, antes que isso se efetive, ele tem a oportunidade de salvar um dos espanhóis náufragos, que é trazido à ilha para ser devorado. Há uma escaramuça, Robinson e Sexta-Feira acabam libertando não só o europeu como também o pai do comapnheiro de Crusoe, que também fora capturado: <strong>&#8220;Minha ilha agora estava povoada. Eu me via repleto de súditos e frequentemente fazia esta feliz reflexão: como eu era parecido com um rei. Antes de mais nada, toda a terra era de minha única propriedade, portanto tinha o indiscutível direito de autoridade soberana. Em segundo lugar, a população era totalmente subjugada: eu era senhor e legislador absoluto; todos deviam a vida a mim e estaam dispostos a abrir mão dela em meu benefício, se fosse necessário. Igualmente notavel era o fato de eu ter três súditos de três religiões diferentes. Meu criado Sexta-Feira era protestante, seu pai era pagão e canibal, e o espanhol, papista; contudo eu  permitia a liberdade de pensamento em meus domínios.&#8221; </strong>Não preciso fazer nenhum comentário sobre esta incrível passagem.</p>
<p>      Robinson então resolve trazer os outros espanhóis para sua ilha, preparando antes provisões suficientes para não haver penúria ou fome. Manda o espanhol e o pai de Sexta-Feira levar uma proposta: se eles estiverem dispostos a obedecê-lo, ele os proverá e assim construirão um navio e todos ficarão livres, desde que o levem não para as inquisitorias terras espanholas e sim para nações menos ameaçadoras para um protestante.</p>
<p>       Na ausência dos dois, surge um inesperado novo navio&#8230;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1131" title="daniel_defoe" src="http://armonte.wordpress.com/files/2009/08/daniel_defoe.jpg" alt="daniel_defoe" width="450" height="534" /></p>
<p>28.o8.09</p>
<p><strong>&#8220;a tinta começou a escassear. e contentei-me  em usá-la moderadamente, e anotar apenas os eventos mais notáveis de minha vida, sem continuar a fazer um relato diário dos demais acontecimentos&#8230;&#8221;</strong></p>
<p><strong>&#8220;&#8230; embora não queira importunar o leitor com um relato pormenorizado dos meus trabalhos nesse ano&#8230; devo observar que, de um modo geral, raramente ficava ocioso; ao contrário, dividia regularmente o meu tempo de acordo com as várias tarefas diárias que se apresentavam&#8230; em primeiro lugar, a minha obrigação com Deus e a leitura das Escrituras, para a qual separava um tempo três vezes ao dia; em segundo, a saída com a espingarda à procura de alimento, o que,quando não chovia, geralmente me tomava três horas de todas as manhãs; em terceiro, arrumar, preparar, conservar e cozinhar o que havia abatido ou capturado&#8230; isso me tomava grande parte do dia; deve-se também levar em consideração que, na metade do dia, quando o sol estava no zênite, a intensidade do calor era grande demais para sair; portanto, cerca de quatro horas da tarde era todo o tempo de que dispnha  para trabalhar&#8230; A esse curto de período de tempo disponível para o trabalho, é bom que se acrescente o excessivo esforço exigido por cada tarefa; eu gastava muitas horas, por causa da falta de ferramentas, de ajuda e de habilidade, e tudo o que eu fazia tomava muito do meu tempo.&#8221;</strong></p>
<p>     Algumas observações sobre <strong><em>ROBINSON CRUSOE</em>:</strong></p>
<p><strong>     </strong>1) Quando era garoto, achei chatíssimas as descrições detalhadas da maneira como Robinso &#8220;aburguesa&#8221; a sua existência de náufrago, com suas casas em diversos pontos da ilha, a descrição de cada profissão imemorial (oleiro, padeiro, carpinteiro, etc), cujo percurso ele teve de retraçar para se cercar de conforto. Pois agora acho fascinante esse aspecto de <strong>materialidade</strong> que constitui boa parte da narrativa, em detrimento da <strong>aventura</strong>. A genialidade de Defoe está na configuração dessa mentalidade ordeira e burguesa, que necessita de casa, cercadinhos, artefatos, etc, para, mais do que sobreviver, se sentir dono e proprietário da natureza: <strong>&#8220;Desci um pouco pelo lado desse vale magnífico, inspecionando-o com um prazer secreto (embora misturado a pensamentos aflitivos), ao imaginar que tudo aquilo era meu, que era rei e senhor incontestável daquela terra, com direito de posse, e, se conseguisse legitimar a propriedade, poderia transmiti-la por herança, do mesmo modo que qualquer lorde uma herdade inglesa&#8221;<em>.</em></strong></p>
<p> </p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1136" title="Robinson_Crusoe_island" src="http://armonte.wordpress.com/files/2009/08/robinson_crusoe_island1.png" alt="Robinson_Crusoe_island" width="818" height="573" /></p>
<p>2) A essa <strong>materialidade</strong> toda (que está na base do romance realista orientado para a verossimilhança, do qual Defoe é o pai fundador) vem se chocar um aspecto oposto, porém complementar, uma aura de <strong>insubstancialidade</strong>, de fantasmagoria, pois é o medo que move Robinson, medo do que é invisível (animais selvagens, seres humanos selvagens, corsários), do que é remoto, do que é improvável, e por isso sua engenhosidade e todas as profissões que recapitula são para a proteção, para a salvaguarda, orientadas pelo medo tanto quanto pelo fator utilitário&#8230; Além disso, temos os repetidos &#8220;exames de consciência&#8221; diante do Senhor e da Providência Divina, que mostram como realmente o homem é um animal simbólico. A condenação do passado ímpio, o arrependimento, o estudo da bíblia, o tipo de vida &#8220;regrada&#8221; e moral que Robinson se propõe é um feito simbólico tanto quanto material. Basta lembrar de como ele acha impossível andar nu fora da sua habitação, mesmo com o calor que faz e o tipo de vida que leva, e após tantos anos sozinho.</p>
<p>    E vejam como Robinson trapaceia com a providência:<strong>&#8220;Mencionei antes que tinha grande desejo de conhecer toda a ilha, e que segui enseada acima até onde construí o meu caramanchão e onde havia uma passagem para o mar do outro lado da ilha. Resolvi, portanto, atravessá-la e ir até a praia daquele lado&#8230; Depois de passar o vale onde ficava o meu caramanchão, avistei o mar, a oeste, e como o dia estava muito claro, enxerguei terra nitidamente ao longe, mas se era uma ilha ou continente, não consegui identificar; era, porém, muito elevada e estendia-se a grande distância&#8230; o meu palpite era de que não podia estar a menos de 48 ou 64 milhas. Não sabia dizer que parte do mundo era aquela, a não ser que devia ser parte da América, e, como concluí por todas as minhas observações, devia estar próxima do domínio espanhol, talvez habitada por selvagens, onde, se eu lá tivesse ido parar, estaria em pior condição do que me encontrava agora; conformei-me, portanto, com os desígnios da Providência Divina, passando a admitir e acreditar que fazia o que era melhor&#8221;</strong>. Nem por isso, ele vai deixar de investir anos na confecção de barcos, mesmo &#8220;conformando-se&#8221; com tais desígnios. E não sendo bem sucedido com um barco mais elaborado que o levaria a alto-mar, ele confecciona um barco que lhe permite dar a volta à sua própria ilha&#8230;</p>
<p>     Ainda no quesito &#8220;construção de barco&#8221; há um trecho sensacionalmente revelador: comentando a construção do seu primeiro barco (que se mostrou impossível de transportar até o mar), ele diz: <strong>&#8220;Trabalhei nesse bote tão ingenuamente como nenhum homem minimamente ajuizado teria feito. O projetar agradou-me tanto, sem que eu tivesse idéia se seria capaz de realizá-lo; não que a dificuldade de lançar a canoa no mar não me tenha passado pela cabeça, mas suspendi as minhas próprias indagações por causa desta estúpida resposta que dei a mim mesmo: Vamos primeiro fazer a canoa, e garanto que, de um modo ou de outro, darei um jeito de prosseguir com isso, quando ela estiver pronta. </strong></p>
<p><strong>        Foi o método mais absurdo de se fazer algo, <em>mas a ânsia da minha fantasia prevaleceu</em>, e segui com o trabalho. Derrubei um cedro, e duvido muito de que Salomão tenha tido um igual para a construção de seu templo em Jerusalém&#8230; Não foi sem um infinito esforço que derrubei essa árvore; levei vinte dias cortando sua base&#8230; mais quatorze retirando galhos e ramos e a imensa e volumosa copa&#8230; custou-me mais um mês para lhe dar forma e dimensão&#8230; mais três meses para escavar a parte de dentro do tronco&#8230; até conseguir uma bela piroga&#8230; Fiquei extremamente feliz ao terminar o trabalho&#8230; Podem estar certo de que me custou uma labuta fatigante; nada mais restava a não ser levá-lo para a água, e se tivesse conseguido, não tenho dúvida de que iniciaria a viagem mais louca e a mais improvável jamais empreendida&#8221;</strong></p>
<p>     Por esses dois pontos, o fazer material e o guiar por uma insubstancialidade que no entanto é uma realidade simbólica  é que vemos como Robinson sempre aparece como figura complementar a outro fundador do romance como entendemos, Dom Quixote, tanto na visão de Marthe Robert (<em>Origens do romance, romance das origens</em>) quanto na de Ian Watt (<em>Mitos do individualismo moderno</em>). Quixote e Robinson têm em comum, inclusive, como resultado dos seus destinos, a aparência estúridia e carnavalesca. Veja-se a auto-descrição de Robinson: <strong>&#8220;&#8230;se um outro inglês tivesse encontrado o homem que eu era na ocasião, morreria de medo, ou morreria de tanto rir; pois eu mesmo às vezes parava para me olhar, e não podia deixar de rir ao me imaginar passeando por Yorkshire com aquelas roupas e aqueles objetos. Divirtam-se com a seguinte descrição da minha aparência: Eu usava um chapelão, alto e disforme, feito de pele de cabra, com uma aba pendente na parte de trás para me proteger do sol&#8230; vestia também um casaco curto de pele de cabra, com as fraldas chegando até o meio das coxas, e um par de calções abertos nos joelhos&#8230; não possuía meias ou sapatos, mas eu havia feito um par de coisas, que mal sei do que chamar, parecidas com coturnos&#8230; eu usava um cinturaão de couro cru de cabras&#8230; em vez de espada e adaga, pendiam um serrote e uma machadinha. Eu tinha outro cinturão&#8230; que ia pendurado no ombro&#8230; Certa vez eu deixara a barba crescer até chegar ao cumprimento de quase vinte centímetros&#8230; agora eu a cortava rente, exceto o que crescia acima do lábio superior, que eu aparara e transformara em um comprido bigode maometano&#8230; não diria que o bigode era comprido o bastante para nele pendurar o meu chapéu, mas era monstruosamente longo e espesso, e alguém como um inglês morreria de medo ao vê-lo.&#8221;</strong></p>
<p>3) Também é um capítulo à parte o texto enquanto performance de um narrador. Do aspecto material (a necessidade de economizar tinta, e por isso ter que se limitar aos aspectos mais relevantes, e escolher é narrar de fato) ao aspecto insubstancial e simbólico (criar suspense com certas antecipações, exortar moralmente, deter-se nos aspectos interessantes e surpreendentes), tudo configura uma consciência narrativa muito presente, uma teoria dentro da prática.</p>
<p>4) E como o romance é legível, como não cria dificuldades para qualquer leitor moderno medianamente informado.</p>
<p>5) Quanto a série &#8220;Crusoe&#8221;, que lástima, que ilha cenográfica, que luxo de cenário improvável para um náufrago. Que bobagem moderninha. </p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1109" title="crusoe_banner" src="http://armonte.wordpress.com/files/2009/08/crusoe_banner.jpg" alt="crusoe_banner" width="648" height="210" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1122" title="defoe" src="http://armonte.wordpress.com/files/2009/08/defoe.jpg?w=300" alt="defoe" width="300" height="300" /></p>
<p>26.08.09 -</p>
<p>    <strong><em>ROBINSON CRUSOE</em></strong> debate muito a questão da Providência. Robinson sente-se azarado, perseguido pelas pragas moralistas do pai, no entanto não aprofunda muito o sentido religioso ou providencial do seu destino. Na ilha, essa indiferença ou superficialidade se mantém por certo tempo. Há um trecho significativo a respeito. Ele precisava, para algum uso importante, de uma saca do navio encalhado e destroçado (no qual ele fez várias excursões para retirar aquilo de que precisasse, pois Crusoe não é um náufrago totalmente desvalido, muito pelo contrário), e como os grãos que ali estavam foram comidos ou conspurcados pelos ratos durante a travessia malograda, ele joga tudo fora na parte de fora da habitação que vai construindo na ilha. Pouco tempo depois, vê alguns talos brotando do chão. E depois espigas:</p>
<p><strong>“É impossível expressar a surpresa e a confusão dos meus pensamentos, na ocasião. Até então eu vinha agindo sem qualquer princípio religioso; aliás, em minha cabeça havia muito pouca noção religiosa, nem eu nutria algum senso sobre o que acontecia comigo, além do acaso,ou como dizemos frivolamente, da vontade de Deus; como também não questionava as intenções da Providência Divina nem os desígnios Dele em governar os destinos do mundo. Depois, porém, de ver a cevada crescer ali, num clima que sabia não ser apropriado para cereais, e, principalmente, por não saber como aquilo fora parar ali, essa coisa me abalou de um modo tão estranho que passei a considerar que Deus, miraculosamente, fizera a cevada crescer sem qualquer ajuda de semeadura, e que aquilo fora enviado apenas para o meu sustento naquele lugar agreste e miserável. Isso me comoveu um pouco, levando-me lágrimas aos olhos, e passei a me bendizer por aquele prodígio da natureza ter ocorrido em meu benefício; e foi mais estranho ainda, pois vi ali perto, ainda ao longo da encosta do rochedo, outros talos dispersos, que verifiquei depois serem hastes de arroz, que eu conhecia, porque tinha visto essa planta crescer na África, quando estive por lá.</strong></p>
<p><strong>    Não apenas achei que isso fosse pura obra da Providência Divina para o meu sustento, como não duvidei de que mais daquilo por ali, e percorri a parte da ilha onde já estivera antes, vasculhando cada canto e debaixo de cada pedra, para ver se encontrava mais; porém, nada encontrei; finalmente ocorreu-me que havia sacudido o saco de ração&#8230;naquele local, <em>e o espanto começou a cessar; e devo confessar que a minha religiosa gratidão à providência de Deus também foi minguando, ao descobrir que tudo aquilo não passou de algo normal, embora me sentisse grato por um acontecimento tão estranho e imprevisível, quase como um milagre</em>, pois, para mim, fora realmente obra da Providência Divina, que ordenara que dez ou doze grãos do saco não sofressem dano &#8230; como se tivessem caído do céu; e também que eu os tivesse jogado fora justamente naquele lugar, onde, por ficarem à sombra de um alto rochedo, brotaram imediatamente, ao passo que, se na ocasião eu os tivesse jogado em qualquer outro lugar, os grãos teriam ressecado e sido destruídos”</strong>.</p>
<p>    Mais adiante, no entanto, após tornar sua “fortaleza da solidão” um lar burguês, ordenado, após ter criado uma “rotina de trabalho”, Robinson cai muito doente. O resultado é uma preocupação com a salvação que transcende o âmbito da situação em que se encontra e remete a um exame de consciência com relação à sua vida “pecaminosa” de antes (não temos os detalhes do que consistia exatamente essa vida de que ele tantos se recrimina). Assim, ele começa a estudar a Bíblia (também resgatada do navio encalhado):<strong>”Passei a interpretar as palavras já mencionadas, <em>Invoca-me e eu te salvarei</em>, de um modo diferente do que havia feito antes, porquanto, naquela ocasião, não fazia idéia do que significava salvação, a não ser o desejo de ser salvo do cativeiro em que me encontrava, pois embora estivesse livre, naquele lugar, a ilha, para mim, não passava de uma prisão, e no pior sentido da palavra; mas, agora, aprendera a concebê-la em outro sentido. Olhei para trás, para o meu passado, com tal horror, e os meus pecados pareceram tão medonhos que a minha alma não pedia nada mais a Deus a não ser a libertação do fardo de culpa que me privava de todo o consolo; quanto à minha vida solitária, nada significava; nem mesmo rezava para me livrar dela ou sequer pensava nela, nem era objeto de reflexão, se comparada a isso. E acrescento isto aqui, como  uma indicação às pessoas que o lerem, pois, quando atingirem o verdadeiro sentido da vida, descobrirão que a remissão de um pecado  é uma bênção bem maior do que a libertação de uma aflição”</strong><em>.</em></p>
<p>(25.08.09)</p>
<p>Estou me ocupando novamente de <strong><em>ROBINSON CRUSOE</em></strong> (ou mais precisamente, <em><strong>A vida e as estranhas e surpreendentes aventuras de</strong> <strong>Robinson Crusoe</strong></em>),<strong><em> </em></strong>motivado pela estréia da série <em>Crusoe</em>, na quinta-feira, dia 27. Não sei, é claro, o que vai restar do clássico de Daniel Defoe (1660? ou 1659? ou 1661?-1731), publicado em 1719, nessa adaptação modernosa.   </p>
<p>      A tradução que uso no momento é a de Domingos Demasi, relançada este ano pela Bestbolso (saiu pela Record em 2004). Tenho algumas implicâncias com ela, acho que ela empobrece diversas passagens, mas é só implicância mesmo, já que ela é muito satisfatória para o leitor moderno. É que quando a comparo com as outras que tenho, é a que me deixa mais insatisfeito. Pois finalmente consegui reencontrar, após muitos e muitos anos, a da Companhia Editora Nacional, que foi a que eu li quando mais jovem.</p>
<p>      Sempre achei, não sei por que, que ela tinha sido realizada por Monteiro Lobato (a versão dele de fato existe, numa edição da Brasiliense). Na reedição de 2002 (que parece ter mantido a mesma capa da minha pré-adolescência ou é impressão minha, falsa memória?), entretanto, vem o seguinte: “tradução anônima”. Embora tenha persistido na minha cabeça que se trata do verdadeiro Robinson Crusoe brasileiro, há poucos anos tive a oportunidade de ler a maravilhosa tradução (publicada pela antiga editora Jackson) de Flávio Poppe de Figueiredo &#38; Costa Neves. Eu a li em contraposição a uma tradução fraudulenta da Martin Claret de que me ocupei numa resenha. E pouco tempo depois adquiri a charmosa edição da Iluminuras, traduzida por Celso M. Paciornik, cheia de soluções brilhantes, porém com uma estranha e arbitrária divisão em capítulos.</p>
<p>     Devo dizer que essa última releitura que fiz, motivado pelas pilantragens editoriais da Martin Claret, me deixou um saldo de antipatia pelo romance que é considerado fundador da moderna narrativa burguesa (e cujo protagonista virou uma figura arquetípica, maior que o livro ao qual pertence), pelos animais que ele mata por diversão e sobretudo pelo cabritinho a quem ele quebra uma perna para domesticá-lo (também tem o episódio dos gatos: Robinson salva duas gatas do navio, e uma delas some e depois aparece prenha; nascem três filhotes e o número de gatos começa a se multiplicar: <strong>‘passei a ser importunado por tantos gatos que fui forçado a matá-os como uma praga&#8230;”</strong>). O que foi suficiente para jogar um balde de água fria na minha paixão juvenil pelas aventuras do mais famoso dos náufragos.</p>
<p>    Agora a balança está mais equilibrada. Não é possível ler esses clássicos sem aceitar a mentalidade do homem da época. Como tive de fazer esse exercício recentemente, com <em>O cavaleiro de Sainte-Hermine</em>, de Alexandre Dumas, ficou mais fácil aceitar o  flagelo ecológico e ambiental, o ser predatório que é Robinson Crusoe (na nossa visão anacrônica e retrospectiva). Ele, na verdade, é o homem ocidental, para o bem e para o mal.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1111" title="iluminuras" src="http://armonte.wordpress.com/files/2009/08/iluminuras.jpg" alt="iluminuras" width="200" height="286" /><img class="alignnone size-medium wp-image-1124" title="crusoe3" src="http://armonte.wordpress.com/files/2009/08/crusoe3.jpg?w=236" alt="crusoe3" width="236" height="300" /></p>
<p>    É interessante anotar, para quem conhece a história só de ouvir falar, que desde o momento em que Crusoe sai da casa dos pais, movido pelo desejo de aventura, em 1851, até o  naufrágio (que ocorre no mesmo dia do ano, primeiro de setembro, em 1859) que o deixa sozinho numa ilha perdida (e que ele calcula estar “na latitude de 9 graus e 22 minutos ao norte da linha do Equador”), ele narra com pormenores coloridos os seus oito anos de perambulações, apesar do tom choramingas e lamentoso do relato, de que sempre é azarado, o mais mísero dos homens, que a providência divina está contra ele, etc, etc. Já na sua primeira viagem (de Hull, após sair da casa dos pais, a Londres) ele sofre um naufrágio. Sobrevivendo, ao invés de voltar para a tranqüilidade doméstica que o pai lhe propunha, como aprendiz de um advogado, por exemplo, ou como comerciante local, ele vai por terra a Londres e ali faz amizade com o capitão de um navio que lhe dá excelentes conselhos comerciais e se torna um comerciante nas costas da África (sem maiores detalhes, só que angariou 300 libras de capital).</p>
<p>    Numa outra viagem, seu navio é aprisionado por corsários mouros e ele fica como escravo pessoal do corsário por dois anos. Consegue fugir numa pequena embarcação, com um moleque árabe chamado Xúri, e os dois contornam as costas da África à procura de embarcações européias, a quem pedir acolhida. Matam um leão, um leopardo, conseguem alimentos de tribos da costa, e são resgatados enfim por um navio português. Mais uma vez, Robinson se torna “mui amigo” do capitão, e este mais uma vez lhe dá ótimos conselhos, deixando-o no Brasil, onde por alguns anos, nosso jovem amigo se torna um plantador de tabaco e cana-de-açúcar, maldizendo um destino sedentário (que poderia ter na Inglaterra mesmo, sem sair da sua região), mas ficando cada vez mais rico. O problema, além do isolamento, é a falta de mão-de-obra para ajudar no plantio (Xúri ficou a serviço do capitão português, que o libertaria em dez anos se ele se comprometesse a tornar-se cristão). Problema dele e de outros agricultores: por isso, como Robinson já teve um passado como marinheiro e aventureiro, alguns deles propõem a ele ir trazer negros da África como escravos. É nessa missão negreira que o infortúnio intervém na vida de Robinson novamente. O navio é afastado de sua rota por uma tempestade terrível, encalha num banco de areia, todos fogem num bote, tentando alcançar a terra que se vê (e não se sabe qual é), mas o bote vira e só ele sobrevive. Assim, de uma maneira ou de outra, sempre se cumpre o vaticínio do pai, de que ele seria amaldiçoado se quisesse seguir essa inclinação errabunda.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1113" title="record" src="http://armonte.wordpress.com/files/2009/08/record.jpg" alt="record" width="200" height="309" /><img class="alignnone size-full wp-image-1125" title="robinson_crusoe" src="http://armonte.wordpress.com/files/2009/08/robinson_crusoe.jpg" alt="robinson_crusoe" width="567" height="376" /></p>
<p>    Como se vê, há todo um mundo de detalhes interessantes na narrativa de Defoe, mesmo antes da parte mais famosa do romance; o exercício em primeira pessoa também é bastante interessante, e resistiu formidavelmente ao tempo; aliás, aqui temos um exemplo prototípico do autor que quer convencer o leitor de que é apenas o “editor” de um texto, e que neste estão reproduzidos fidedignamente fatos vividos: <strong>“o editor acredita que esta é uma história verdadeira; não há nela qualquer aspecto de ficção”</strong>, atraindo aquele público, que sempre será legião, que acredita que o “baseado numa história real” ratifica o conteúdo de verdade de uma história, um mito persistente e ao que parece invencível. Além disso, ele nos diz que <strong>“a história é contada com modéstia, com seriedade e com um propósito religioso ao qual homens sensatos sempre se dedicam, isto é, para a instrução de outros por meio de se exemplo e para justificar e honrar a sabedoria da Providência Divina&#8230; servirá tanto para a distração quanto para a instrução do leitor”</strong>. É o velho sonho, que ainda considero válido: instruir distraindo, ensinar deleitando. A missão pedagógica da leitura, sempre malbaratada pelas “histórias com mensagens”.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1116" title="00adventuresofrobinsoncrusoelc3" src="http://armonte.wordpress.com/files/2009/08/00adventuresofrobinsoncrusoelc3.jpg" alt="00adventuresofrobinsoncrusoelc3" width="637" height="504" /></p>
<p>    Há muita lição de moral no livro, a começar pelos conselhos do pai de Robinson ao filho rebelde, ao elogiar a “condição mediana”:<strong> “é a parte que sofria menos infortúnios e não estava exposta a tantas vicissitudes quanto as partes superior e inferior da humanidade. Sim, ela não ficava exposta a tantas perturbações e inquietações, fossem do corpo ou do espírito; que aqueles cuja vida de vícios, luxo e extravagância, de um lado, ou de trabalho duro, carência das coisas necessárias e dieta pobre e insuficiente, de outro, atraíam para si a perturbação como conseqüência natural de seu modo de vida. Disse-me que a condição mediana estava adaptada a todos os tipos de virtudes e a todos os tipos de satisfação; que paz e plenitude eram as criadas de uma fortuna mediana; que temperança, moderação, sossego, saúde, cordialidade, sendo todos usos aprazíveis e prazeres desejáveis, eram as benções que aguardavam a condição média de vida. Era desse modo que os homens passavam de maneira discreta e suave pelo mundo e saíam dele confortavelmente, sem ser perturbados pela lida braçal ou cerebral.”</strong> Usei, nessa passagem, a tradução de Celso  M. Paciornik, porque acho que “condição mediana” é uma caracterização mais feliz e precisa (ou pelo menos não tão prosaica) do que a “condição intermediária” proposta por Demasi (um dos exemplos de empobrecimento, embora não de deturpação, de que já falei). Também é exagerado o “estado de mediocridade” da tradução anônima (o que será que passou pela minha cabeça quando li isso na pré-adolescência?). Poppe de Figueiredo &#38;  Costa Neves propõem  “classe média”.</p>
<p>     Quando está labutando e prosperando no interiorzão do Brasil, lamentando a separação do “meu garoto” Xúri (que trabalharia para ele de graça., e feliz), Robinson afirma: <strong>“&#8230;infelizmente, para mim, não era surpresa eu cometer um erro, já que nunca fizera nada certo. Não havia remédio, a não ser continuar; eu me envolvera em um empreendimento totalmente alheio ao meu temperamento e inteiramente estranho à vida que me agradava e pela qual abandonei a casa do meu pai, indo contra todos os seus conselhos; não, eu estava entrando exatamente naquele padrão médio &#8230;que meu pai recomendara; e, se resolvesse persistir nele, teria sido melhor ficar em casa, sem me fatigar pelo mundo como eu fizera. Costumava dizer a mim mesmo</strong> [e uma das coisas que a narrativa exala é o constante sentimento de solidão, esse solilóquio consigo mesmo a que esse homem industrioso está sempre reduzido]<strong> que poderia ter feito isso na Inglaterra, no meio dos meus amigos, sem ter sido necessário viajar cinco mil milhas para o fazer, em meio a estranhos e selvagens, numa região inculta e a uma tal distância, sem jamais ter notícias de qualquer parte e sem que o mundo tivesse o mínimo conhecimento a meu respeito”</strong>[aqui já usei a versão de Demasi].</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1115" title="Daniel_Defoe-I" src="http://armonte.wordpress.com/files/2009/08/daniel_defoe-i.jpg" alt="Daniel_Defoe-I" width="600" height="468" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Los pequeños detalles de 'Crusoe']]></title>
<link>http://seriespot.wordpress.com/2009/08/22/los-pequenos-detalles-de-crusoe/</link>
<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 14:52:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>seriespot</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quizás Crusoe sea una serie enfocada más bien hacia el público infantil, pero merece la pena tragars]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Quizás Crusoe sea una serie enfocada más bien hacia el público infantil, pero merece la pena tragars]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Fall season 2009/2010 - Novas temporadas e novas séries]]></title>
<link>http://impressoesdom.wordpress.com/2009/08/18/fall-season-20092010-novas-temporadas-e-novas-series/</link>
<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 21:44:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dom</dc:creator>
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<description><![CDATA[Montagem: Sanny Saraiva Os fanáticos pelos enlatados norte-americanos – aqueles mesmos, alienantes e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_292" class="wp-caption aligncenter" style="width: 507px"><img class="size-full wp-image-292" title="fall_season_seriados" src="http://impressoesdom.wordpress.com/files/2009/08/fall_season_seriados.jpg" alt="Montagem: Sanny Saraiva" width="497" height="497" /><p class="wp-caption-text">Montagem: Sanny Saraiva</p></div>
<p style="text-align:justify;">Os fanáticos pelos enlatados norte-americanos – aqueles mesmos, alienantes e tal – têm infinitas razões para intensificar a devoção às mais inusitadas e imprevisíveis histórias advindas das esquizofrênicas cabeças de roteiristas do Tio Sam. Desde o início de agosto, séries consagradas exibem suas novas temporadas e emissoras lançam novas produções, que já estreiam despontando como novidades no inóspito e disputado cenário do entretenimento televisivo.</p>
<p style="text-align:justify;">Como já é conhecido, o gerenciador desta, por assim dizer, miscelânea midiática é um assumido e compulsivo fã das séries americanas e repudia qualquer hipócrita manifestação contrária, de famigerados arautos da razão, a essa predileção.</p>
<p style="text-align:justify;">A exemplo do ano passado, quando expus minhas impressões acerca desse próspero período e descrevi algumas de minhas preferências, tecerei comentários sobre as  séries que acompanho religiosamente.</p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>Fall Season 2009/2010</strong></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Domingo, 2 de Agosto</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Defying Gravity</strong>, 1ª temporada (ABC)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Sexta, 7 de Agosto</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Psych</strong>, 4ª temporada (USA)<br />
<strong>Monk</strong>, 8ª temporada (USA)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Domingo, 16 de Agosto</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mad Men</strong>, 3ª temporada (AMC) &#8211; Infelizmente ainda não encontrei brecha em minha atribulada agenda de ócio criativo para acompanhar esta série. Mas, confesso, o fato de ela, não raro, abocanhar as principais estatuetas do Grammy e do Emmy desperta em mim certa curiosidade e vontade de agregar mais esta a minha extensa lista.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quarta, 19 de Agosto</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Top Chef</strong>, 6ª temporada (Bravo)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quinta, 20 de Agosto</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Project Runway</strong>, 6ª temporada (Lifetime)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>31 de agosto</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Greek</strong>, 3ª temporada (ABC Family) – Acompanho, entusiasticamente, a saga de Casey, Rusty e cia desde o início. Greek fora produzida para preencher buraco de programação, no canal ABC Family. No entanto, com um roteiro afiado e maroto, embora um tanto pueril, a série conquistou seu espaço e cativou um público-alvo específico. Para tanto, os responsáveis pelo seriado utilizaram-se de fórmulas consagradas – por vezes, batida – no intuito de estabelecer um padrão temático e constituir fiéis seguidores. A única ressalva que tenho em relação à essa terceira temporada, é o fato de a trama ter perdido sua vilã-mor, a ardilosa Frannie. Os roteiristas terão que se desdobrar para darem continuidade aos inusitados conflitos, outrora, ocasionados pela referida antagonista. No mais, a série tem tudo para emplacar mais uma bem-sucedida temporada.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Terça, 8 de Setembro</em><br />
<strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>90210</strong>, 2ª temporada (CW)<br />
<strong>Melrose Place (2009)</strong>, 1ª temporada (CW)<br />
<strong>Sons of Anarchy</strong>, 2ª temporada (FX)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quarta, 9 de Setembro</em><br />
<strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>America’s Next Top Model</strong>, 13ª temporada (CW)<br />
<strong>Glee</strong>, 1ª temporada (FOX)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quinta, 10 de Setembro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Supernatural</strong>, 5ª temporada (CW)<br />
<strong>The Vampire Diaries</strong>, 1ª temporada (CW)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Segunda, 14 de setembro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Gossip Girl</strong>, 3ª temporada (CW) &#8211; Assim como já explicitei em algumas ocasiões, repito: Gossip Girl é a malhação de luxo dos nova-iorquinos. O roteiro é absurdamente superficial e, às vezes, de uma ingenuidade risível. Contudo, acredito que o glamour e os mistérios que circundam a vida dos personagens contribuem para que o congênere do seriado global se sobressaia em alguns aspectos. A famigerada temática de idas e vindas de casais, que, em tese, nasceram para ficarem juntos (Dan e Serena; Chuck e Blair), sempre proporciona bons momentos, além das armações dos autoproclamados antagonistas. A expectativa da temporada fica por conta do surgimento do meio-irmão de Dan e Serena.<br />
The Jay Leno Show, 1ª temporada (NBC)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>One Tree Hill</strong>, 7ª temporada (CW) – Dramalhão mexicano sem precedentes, que deixei de acompanhar há muito.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>16 de Setembro </em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Bones</strong>, 5ª temporada (FOX)<br />
<strong>Community</strong>, 1ª temporada (NBC)<strong><br />
Fringe</strong>, 2ª temporada (FOX)<strong><br />
It’s Always Sunny in Philadelphia</strong>, 5ª temporada (FX)<strong><br />
Parks and Recreation</strong>, 2ª temporada (NBC)<br />
<strong>Survivor: Samoa</strong> (CBS)<br />
<strong>The Office</strong>, 6ª temporada (NBC) – Comédia sofisticada. Tão sofisticada a ponto de, em certos momentos, não ser engraçada. Acompanho-a esporadicamente, mas, normalmente rende cenas antológicas.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Domingo, 20 de Setembro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Curb Your Enthusiasm</strong>, 7ª temporada (HBO)<br />
<strong>Bored to Death</strong>, 1ª temporada (HBO)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Segunda, 21 de Setembro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Accidentally on Purpose</strong>, 1ª temporada (CBS)<br />
<strong>The Big Bang Theory</strong>, 3ª temporada (CBS)<br />
<strong>Castle</strong>, 2ª temporada (ABC)<br />
<strong>CSI: Miami</strong>, 8ª temporada (CBS)<br />
<strong>Dancing With the Stars</strong>, 9ª temporada (ABC)<br />
<strong>Heroes</strong>, 4ª temporada (NBC)<br />
<strong>Two and a Half Men</strong>, 7ª temporada (CBS)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>House</strong>, 6ª temporada (FOX)– Esta, certamente, está inclusa no meu Top Five de séries. É incrível a capacidade de David Shore e dos demais roteiristas deste aclamado seriado de se reinventar a cada nova temporada, reservando, sempre, situações absolutamente inesperadas. Falar da interpretação de Hugh Laurie é redundância, a julgar pela quantidade de indicações em Emmys e Grammys que ele conquistou. Na última temporada, havia o receio pela substituição da equipe do Dr. House, no entanto, o terrificante, degradante e genial processo seletivo imposto por House pulverizou qualquer preocupação acerca da troca de subalternos. Ao contrário, a modificação revitalizou a história e deu novo ritmo à trama. O único percalço fora a súbita saída do Kutner (Kal Penn), que, para os que ainda desconhecem, debandou da série em função de compromissos políticos assumidos com a gestão Obama. A despeito da próxima temporada, muitas surpresas aguardam o séquito de fanáticos seguidores do seriado, a começar pela estadia de House em uma clínica psiquiátrica.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>How I Met Your Mother</strong>, 5ª temporada (CBS) – Atualmente, esta é a minha série de comédia predileta, ao lado de 30 Rock. É impossível não se entregar às desventuras de Ted Mosby para encontrar a mãe de seus filhos e às inapeláveis, por vezes rascantes, encrencas que seus amigos Marshall, Robin, Lily e Barney se metem. Em sua quinta temporada, parece que finalmente contemplaremos os decisivos momentos que culminarão no esperado encontro da mulher que se casará com Tedy e, com ele, terá dois filhos.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Terça, 22 de Setembro</em></p>
<p><strong>The Forgotten</strong>, 1ª temporada (ABC)<br />
<strong>The Good Wife</strong>, 1ª temporada (CBS)<br />
<strong>NCIS</strong>, 7ª temporada (CBS)<br />
<strong>NCIS: Los Angeles</strong>, 1ª temporada (CBS)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quarta, 23 de Setembro</em></p>
<p><strong>Cougar Town</strong>, 1ª temporada (ABC)<br />
<strong>Criminal Minds</strong>, 5ª temporada (CBS)<br />
<strong>CSI: NY</strong>, 6ª temporada (CBS)<br />
<strong>Eastwick</strong>, 1ª temporada (ABC)<br />
<strong>Gary Unmarried</strong>, 2ª temporada (CBS)<br />
<strong>Law &#38; Order: Special Victims Unit</strong>, 11ª temporada (NBC)<br />
<strong>Modern Family</strong>, 1ª temporada (ABC)<br />
<strong>The New Adventures of Old Christine</strong>, 5ª temporada (CBS) &#8211; Outra que acompanho bem tangencialmente, mas, que, sempre, acabo gostando.<br />
Parenthood, 1ª temporada (NBC)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quinta, 24 de Setembro</em></p>
<p><strong>CSI: Crime Scene Investigation</strong>, 10ª temporada (CBS)<br />
<strong>Flash Forward</strong>, 1ª temporada (ABC)<br />
<strong>Grey’s Anatomy</strong>, 6 ª temporada (ABC)<strong><br />
The Mentalist</strong>, 2ª temporada (CBS)</p>
<p><em>Sexta, 25 de Setembro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Brothers</strong>, 1ª temporada (FOX)<br />
<strong>Dollhouse</strong>, 2ª temporada (FOX)<br />
<strong>Ghost Whisperer</strong>, 5ª temporada (CBS)<br />
<strong>Law &#38; Order</strong>, 20ª temporada (NBC)<br />
<strong>Medium</strong>, 6ª temporada (CBS)<br />
<strong>Numb3rs</strong>, 6ª temporada (CBS)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Smallville</strong>, 9ª temporada (CW) &#8211; Os fãs do super boy que me perdoem, mas, com a saída de Lana e Lex da trama, esta série perdeu a razão de ser e de existir. Simplesmente a ignorei e a deixei de lado. Em minha opinião, Smallville clama por um final digno, o quanto antes. Não há mais fôlego para sua continuidade.</p>
<p><strong>Southland</strong>, 2ª temporada (NBC)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Sábado, 26 de Setembro</em></p>
<p><strong>Saturday Night Live</strong>, 35ª temporada (NBC)</p>
<p><em>Domingo, 27 de Setembro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>The Amazing Race</strong>, 15ª temporada (CBS)<br />
<strong>American Dad</strong>, 5ª temporada (FOX)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Brothers &#38; Sisters</strong>, 4ª temporada (ABC) – Atualmente, esta atração é, sem sombra de dúvida, a minha predileta. É simplesmente impossível não se sensibilizar diante do carisma que emana naturalmente da família Walker. Sally Field está sensacional como matriarca de uma gigantesca e pródiga prole. Seus cinco filhos, todos eles com características absurdamente únicas, proporcionam momentos de descontração, drama, comédia e suspense, sempre mantendo uma verossimilhança assustadora com os hábitos familiares. Em dados momentos, a comunhão dos personagens é tamanha, que facilmente somos transportados a um plano no qual, ilusoriamente, pensamos que eles realmente fazem parte de uma mesma família. A depender da sua situação emocional, é provável que, em algum momento desta série, você já tenha ansiado ter uma mãe tal como a Nora; uma astuta irmã, como a Kitty; ou cálida, como a Sarah; ou um perspicaz, como o Kevin. Enfim, sou fã incondicional desta brilhante produção e faço votos de que sua vida útil se estenda por muitos e produtivos anos.<br />
<strong><br />
Californication</strong>, 3ª temporada (Showtime) &#8211; Aguardo ansiosamente – quase em cólicas – pela terceira temporada desta série. Com um roteiro sagaz, ágil e despudorado, Californication é uma das séries mais inovadoras da atualidade. É inevitável não torcer pelo protagonista, o escritor Hank Moody (David Duchovny), ante as agruras impostas pela vida em função de decisões equivocadas. Todos os personagens são essencialmente peculiares e marcantes. Becca, a filha de Hank; Karen, a ex; Charlie, o agente; Mia, a ninfeta; e Marcy, mulher de Charlie. Esta nova fase mostrará o dia a dia de pai (Hank) e filha (Becca), agora, morando juntos, já que a mãe, Karen, foi para Nova York.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>The Cleveland Show</strong>, 1ª temporada (FOX)<br />
<strong>Cold Case</strong>, 7ª temporada (CBS)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Desperate Housewives</strong>, 6ª temporada (ABC) &#8211; A última temporada terminou de forma eletrizante, com a morte de Edie, a volta de Susan e Mike, a derrocada de Dave, a nova gravidez de Lynette Scavo e muito mais. São premissas auspiciosas que permitem que vislumbremos uma nova etapa em Wisteria Lane, repleta de situações inusitadas, dramas, comédia, surpresas. A exemplo do roteiro inventivo de House, Desperate Housewives adentra à sua sexta temporada com fôlego de sobra e muitas histórias para se explorar. Mais uma vez, certamente, seremos presenteados com um show de interpretação das quatro protagonistas deste seriado, que também habita a lista do meu Top Five.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Dexter</strong>, 4ª temporada (Showtime) &#8211; Como um serial-killer reage ante a paternidade? Esta é a pergunta que todos os fãs de Dexter estão se fazendo no momento, às vésperas de a quarta temporada inaugurar os trabalhos. Provavelmente este será o mote que norteará as ações da nova fase de Dexter, uma série instigante e envolvente, haja vista a dose de tensão e suspense que permeia todas as situações. O elenco é afiadíssimo e Michael C. Hall incorpora o protagonista de forma visceral. A depender da situação, é quase impossível cerrar os olhos durante um episódio sob risco de se perder algum detalhe determinante para os rumos da trama.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Family Guy</strong>, 8ª temporada (FOX)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>The Simpsons</strong>, 21ª temporada (FOX) – Tenho sido uma ovelha desgarrada deste decano das séries. Mas, faço questão de ressaltar, ainda compartilho da ideia de vitaliciedade a esta sensacional produção.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Segunda, 28 de Setembro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Lie to Me</strong>, 2ª temporada (FOX)<br />
<strong>Trauma</strong>, 1ª temporada (NBC)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quarta, 30 de Setembro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Hank</strong>, 1ª temporada (ABC)<br />
<strong>The Middle</strong>, 1ª temporada (ABC)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quinta, 1º de Outubro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Private Practice</strong>, 3ª temporada (ABC)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Sexta, 2 de Outubro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>‘Til Death</strong>, 4ª temporada (FOX)<br />
<strong>Stargate Universe</strong>, 1ª temporada (Syfy)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Terça, 6 de Outubro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Scare Tactics</strong>, 1ª temporada (Syfy)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Nip/Tuck</strong>, 6ª temporada (FX) – Acompanho Nip Tuck desde o início. Assisti a todas as cinco temporadas e, portanto, posso afirma com propriedade que esta série descambou para o lado circense (ridículo). Os dramas e tragédias se potencializaram de tal modo que se tornaram cômicos. Os inesperados destinos de Sean e Cristian desagradaram a todos – sem falar da Julia. Não é que a série tenha perdido o fôlego, mas, sim, o fio da meada. Até pouco tempo atrás, considerava-a inovadora por explorar temas intocados, porém, agora, para mim, ela não passa de mais uma produção banal que aborda questões superficiais, sem a menor importância.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quarta, 7 de Outubro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>South Park</strong>, 13ª temporada (Comedy Central)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Sexta, 9 de Outubro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sanctuary</strong>, 1ª temporada (Syfy)<br />
<strong>Ugly Betty</strong>, 4ª temporada (ABC)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quinta, 15 de Outubro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>30 Rock</strong>, 4ª temporada (NBC) &#8211; Destaco dois pontos principais desta série genial e, por vezes, incompreendida: o roteiro e os atores. O texto é de uma primazia e agilidade inquestionável, com sacadas atuais e sagazes. A atuação de todo o elenco é impecável – diria impagável. Há uma sintonia singular entre todos. A relação entre Liz e Jack é indescritivelmente cômica. Os demais personagens compõem uma confraria de humor extremamente refinado: Tracy é hilário; a Jena, indefectível; e o Kenneth, surreal. No seu terceiro ano, 30 Rock continuará a exibir as investidas de Jack em sua mesopotâmica missão de ascender ao cargo máximo da NBC; as peripécias da vida privada de Liz Lemon; e as mazelas da intrépida trupe do mais improvável programa de TV.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Terça, 3 de Novembro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>V</strong>, 1ª temporada (ABC)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>2010 &#8211; Estreias e séries confirmadas</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Caprica</strong>, 1ª temporada – 22 de Janeiro<br />
<strong>24</strong>, 8ª temporada &#8211; Janeiro<br />
<strong>American Idol</strong>, 9ª temporada &#8211; Janeiro<br />
<strong>LOST</strong>, 6ª temporada &#8211; Janeiro<br />
<strong>Damages</strong>, 3ª temporada – Sem data confirmada<br />
<strong>Breaking Bad</strong>, 3ª temporada – Sem data confirmada</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Chuck</strong>, 3ª temporada – Sem data confirmada – Sou um apaixonado inveterado pelas maluquices de Chuck e da sua destemida equipe de agentes secretos do governo norte-americano. Surpreendentemente, em vias de iniciar sua terceira temporada, Chuck ainda não caiu no gosto popular. Uma pena, pois suas histórias são envolventes, intrigantes e geram incontáveis expectativas acerca do futuro do Intersect, da relação de Chuck com Sarah e das mazelas vivenciadas na Buy More. Nesse novo ano, a apreensão dos fãs da série reside em dois pontos: quais serão os desdobramentos das novas habilidades adquiridas pelo personagem principal; e se essa será será a derradeira temporada da série, uma vez que seus produtores já deram mostras de que não estão satisfeitos com o desempenho da produção em termos de audiência.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Party Down</strong>, 2ª temporada – Sem data confirmada<br />
<strong>Royal Pains</strong>, 2ª temporada – Sem data confirmada<br />
<strong>Burn Notice</strong>, 4ª temporada – Sem data confirmada</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Weeds</strong>, 6ª temporada – Sem data confirmada – Comecei a acompanhá-la há pouco, no entanto, já reuni subsídios suficientes para constatar de que se trata de uma série imperdível. A temática é inovadora – rompe uma série de tabus e paradigmas, por tocar em um assunto normalmente posto de lado em sociedades permeadas pela hipocrisia moral (maconha). A protagonista Nancy é apaixonante e seus complexos filhos, encantadores.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Big Love</strong>, 4ª temporada &#8211; Sem data confirmada<br />
<strong>Dexter</strong>, 5ª temporada &#8211; Sem data confirmada<br />
<strong>Entourage</strong>, 7ª temporada &#8211; Sem data confirmada</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Hung</strong>, 2ª temporada &#8211; Sem data confirmada – Atualmente, Hung está próxima do final de sua temporada inaugural. À primeira vista, a série é aviltante; traz para os nossos lares um tema árido, nem um pouco frugal, de difícil absorção. Porém, com o desenrolar da trama, o telespectador acaba desenvolvendo uma grande empatia com o personagem principal, Richard. A despeito da premissa inicial do seriado, que, para os desavisados, pode soar como pornográfica, os roteiristas conduzem a questão da exploração do dote fálico do protagonista de maneira sutil e bem real. Portanto, não há motivos para temer possíveis cenas cujo mote lascivo possa ferir os princípios de ditos puritanos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>True Blood</strong>, 3ª temporada &#8211; Sem data confirmada – Como abordar a temática de vampiros sem descambar para o ridículo, a fanfarronice e a bizarrice? Longe de ser a panacéia das produções artísticas desse segmento, True Blood surgiu com uma poesia contemporânea inserida nesse contexto de vampiros.  Há momentos, sim, em que há certa apelação, mas, nunca, de forma ridícula. A interpretação de Anna Paquin, como Sookie, é visceral, intensa e extremamente convincente. Há de se ressaltar, também, a peculiar beleza da referida protagonista. Agora, sei que serei alvo de críticas, Stephen Moyer, como Bill, deixa muito a desejar, sobretudo em cenas que demandam maior expressividade e elevadas doses de drama. Falo isso mesmo levando em conta que o personagem de um vampiro milenar deve ser de uma impassibilidade marmórea quase inexorável, mas, ainda assim, Stephen se perde na tentativa de transparecer uma aura austera. Os demais personagens dão um verdadeiro show: Jason, Sam, Tara, Lafayette, entre outros. A série está no auge de sua segunda temporada e, portanto, seria incoerente de minha parte projetar a terceira, sendo que muitas incógnitas ainda estão por se descortinar.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Friday Night Lights</strong>, 4ª temporada &#8211; Sem data confirmada<br />
<strong>Friday Night Lights</strong>, 5ª temporada &#8211; Sem data confirmada<br />
<strong>Nurse Jackie</strong>, 2ª temporada &#8211; Sem data confirmada<br />
<strong>Scrubs</strong>, 9ª temporada &#8211; Sem data confirmada<br />
<strong>United States of Tara</strong>, 2ª temporada &#8211; Sem data confirmada<br />
<strong>Happy Town</strong>, 1ª temporada &#8211; Sem data confirmada<br />
<strong>In Plain Sight</strong>, 3ª temporada &#8211; Sem data confirmada</p>
<p style="text-align:justify;">Das novidades do primeiro semestre deste ano, a única que aparentemente não emplacou foi: Mental. O que não representa nenhuma surpresa, já que, assim como mencionei em outra oportunidade, a série já iniciara suas atividades com uma mácula: roteiro batido – clínica, médicos, casos quase impossíveis, destemida equipe, doutor rompedor de paradigmas e eticamente questionável.</p>
<p style="text-align:justify;">Para finalizar este imenso post, gostaria de acrescentar a essa pródiga lista de produções, a série The Diary of Anne Frank, produzida pela BBC de Londres. Dividida em cinco emocionantes episódios, a trama é baseada no diário da menina judia Anne Frank que, ao lado de sua família e outros judeus, viveu reclusa por dois anos num sótão de um prédio, na Holanda, durante a Segunda Guerra Mundial. Durante essa estadia, Anne compôs um diário, com esmero e destreza gramatical digna de grandes escritores, contendo relatos sobre o dia a dia naquele lugar e as impressões que tinha acerca dos outros e das relações que matinha. Após deflagrado o esconderijo e Anne e sua  família serem levadas a campos de concentração, o diário fora encontrado por uma amiga e, posteriormente, publicado, tornando-se um Best-Seller, traduzido para diversos idiomas. Na série, é espantosa semelhança da garota que interpreta Anne com a real. O elenco, correto e irrepreensível, consegue traduzir perfeitamente o terror e o pânico os quais a família fora submetida à época.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[At last, the faceless yes-monkeys get what's coming to them. ]]></title>
<link>http://cashpeters.wordpress.com/2009/08/17/at-last-the-faceless-yes-monkeys-get-whats-coming-to-them/</link>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 16:45:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>cashp</dc:creator>
<guid>http://cashpeters.wordpress.com/2009/08/17/at-last-the-faceless-yes-monkeys-get-whats-coming-to-them/</guid>
<description><![CDATA[I confess, nothing in this world brings a sparkle to my jaded eye on an overcast Monday morning in L]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1577" title="networks" src="http://cashpeters.wordpress.com/files/2009/08/networks.jpg?w=150" alt="networks" width="150" height="112" />I confess, nothing in this world brings a sparkle to my jaded eye on an overcast Monday morning in Los Angeles quite like hearing that the television industry is in trouble, with ratings in the toilet, executives being canned, and advertisers fleeing like kids from a burning orphanage.</p>
<p>It feels so right somehow. Like justice, or something.</p>
<p><em>The Wrap</em> website today features the first part of a series of articles about the decline and predicted extinction of  TV as we know it. It&#8217;s worth reading.</p>
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_1582" class="wp-caption alignright" style="width: 155px"><img class="size-full wp-image-1582" title="rat" src="http://cashpeters.wordpress.com/files/2009/08/rat3.jpg" alt="TV executive" width="145" height="117" /><p class="wp-caption-text">Out of work TV executive</p></div>
<p>Speaking as someone who&#8217;s worked in TV on both sides of the Atlantic and been forced to deal with ghastly weasels who call themselves producers, as well as slimey, two-faced network executives with zero scruples or backbone, it gives me the greatest pleasure to witness karma at work as these rats are slowly, year upon year, flushed from the plush, carpeted, five-star drains they&#8217;ve been cowering in for so long and out into the open job market.</p>
</div>
<p>Television is changing for good. Having destroyed their industry by flooding the schedules increasingly with cheap, annoying, sensationalist and ultimately no-quality product, the suits are now finding - surprise surprise &#8211; that viewers are drifting away, searching for something more productive to do with their time, taking advertisers, and therefore budgets, with them.  </p>
<p>Howard Stern this morning declared the end of TV as we know it, blaming a string of lousy and misguided executive decisions that focused on pandering to the mindless youth demographic of this country rather than producing quality shows. And he&#8217;s right.  HBO and a couple of other cable networks are the lone wolves in the quality TV department. Everyone else has thrown in the towel. (Need an example? See <a href="http://www.huffingtonpost.com/2009/08/17/kourtney-khloe-take-miami_n_261295.html" target="_blank">Kourtney and Khloe Take Miami</a>.)    </p>
<p>My next door neighbor is on the board of HBO. He&#8217;s an incredibly smart man. If the rest of his colleagues are like him, it&#8217;s no wonder the network is thriving.</p>
<p>Sadly, he&#8217;s an isolated case. Most executives are not that astute. Usually, when we see these people sitting in their fancy corner offices making multi-million dollar deals, we assume they got where they are because they&#8217;re brilliant at what they do, when in fact, all too often, the exact opposite is true.</p>
<div id="attachment_1583" class="wp-caption alignleft" style="width: 100px"><img class="size-full wp-image-1583" title="kath-kim" src="http://cashpeters.wordpress.com/files/2009/08/kath-kim42sm.jpg" alt="Kath and Kim" width="90" height="62" /><p class="wp-caption-text">Kath and Kim</p></div>
<p>Look at the way Ben Silverman brought NBC to its creative knees with a string of appalling shows that were cancelled either during or, if they made it that far, at the end of the first season, never to reappear: <em>Kath and Kim, My Own Worst Enemy, Knight Rider, Crusoe, Kings, Life, Lipstick Jungle</em>&#8230;.</p>
<p>Ghastly, every last one of them. Who on earth would ever think we&#8217;d want to sit and watch this trash? Oh, wait &#8211; Ben Silverman did. This is the trail of devastation he left behind him when he left.</p>
<p>My own experience of working with TV people confirms that they&#8217;re anything but the geniuses we have them down for. Most are faceless yes-monkeys, slaves to focus group findings and marketing surveys, whose main aptitude seems to be for manipulation, deceit and lying; everything else - judgment, creative ability, decisive action, vision, etc; stuff that really matters - is either secondary or non-existent.</p>
<p>A TV executive has one main priority: to keep his job as a TV executive and not get fired for making bad decisions. That&#8217;s it. If a show&#8217;s a hit, claim it as your own; if it flops, keep your head down and move on to the next thing. To hell with what&#8217;s actually good and worthwhile or what raises the bar and advances the medium.</p>
<p>So I applaud the dire prospects of the TV industry. And I absolutely love that the fall-out is taking many of the yes-monkeys with it.</p>
<p>Now, having said that, I will hand the baton jubilantly over to Josef Adalian at <em>The Wrap</em> for his analysis of the devastation that is taking place.   </p>
<p><span style="color:#993300;">&#8220;Network TV may be a cyclical business &#8212; but for bruised and battered broadcasters battling the worst economy in a generation, there&#8217;s little evidence to suggest a bounce back is in the cards any time soon. </span></p>
<p><span style="color:#993300;">If anything, things could get a lot worse before they get better. Some observers are even beginning to question whether there will ever be a turnaround, predicting that business model which has sustained broadcasters for close to 60 years has begun an irreversible decline. </span></p>
<p><span style="color:#993300;">The latest blow: A disastrous upfront advertising market that saw revenues plunge an estimated 15 percent from last year, dropping from $9.2 billion in 2008 to around $7.8 billion, according to estimates by several publications&#8230;.&#8221;</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Read the FULL article <a href="http://www.thewrap.com/article/part-1-thewraps-series-television-we-know-it-finished_5215#comment-7176" target="_blank">HERE.</a></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>TV Swami &#8211; he say YES to the demise of television, even though he&#8217;ll have nothing left to review on the BBC if it crashes.</strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><a href="http://www.cashpeters.com">www.cashpeters.com</a>   </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Serie "Crusoe"  (Capítulos 3, 4 y 5)]]></title>
<link>http://0darker0.wordpress.com/2009/08/17/serie-crusoe-capitulos-3-4-y-5/</link>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 16:40:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>0darker0</dc:creator>
<guid>http://0darker0.wordpress.com/2009/08/17/serie-crusoe-capitulos-3-4-y-5/</guid>
<description><![CDATA[Título: Crusoe Temporada: 1 Capítulos: 13 Género: Aventura Descarga Directa: SeriesYonkis Sinopsis: ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-2625" title="Crusoe 2" src="http://0darker0.wordpress.com/files/2009/08/crusoe-2.jpg" alt="Crusoe 2" width="425" height="302" /></p>
<p><strong>Título: Crusoe </strong><br />
<span style="text-decoration:underline;">Temporada:</span> 1<br />
<span style="text-decoration:underline;">Capítulos</span>: 13<br />
<span style="text-decoration:underline;">Género:</span> Aventura<br />
<span style="text-decoration:underline;">Descarga Directa</span>: <a title="SeriesYonkis" href="http://www.seriesyonkis.com/serie/crusoe/" target="_blank">SeriesYonkis </a></p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Sinopsis:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">“Crusoe” condensa el argumento de la novela en 13 episodios de una hora de duración, a través de los que narra la aventura de un caballero inglés, superviviente de un naufragio en una isla remota, en la que debe aprender a sobrevivir y a convivir con su único amigo, un nativo al que llamará “Viernes”, por ser éste el día de su primer encuentro. Durante el largo tiempo que permanece en este aislamiento su único pensamiento es regresar a Inglaterra y recuperar a su familia, pero mientras tanto tenderá la mano a “Viernes” en busca de apoyo y amistad para enfrentarse a todo tipo de enemigos y adversidades: caníbales, feroces tormentas, hambre, gatos salvajes….</p>
<p style="text-align:justify;">Junto a ellos, destacan otras figuras como el joven actor sudafricano Tongayi Chirisa que, prácticamente, debuta en la producción americana con esta serie, e papel de “Viernes”; la actriz de origen argentino Mia Maestro, como la intrigante Olivia, y la británica Anne Walton, que encarna a Susannah, la esposa de Robinson Crusoe, abandonada en Inglaterra y hostigada por las pretensiones de Lord Blackthorn</p>
</blockquote>
<p><span style="text-decoration:underline;">Sinopsis De Los Episodios:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">El capitán dirige al grupo hacia el interior de la isla, para buscar agua fresca. Taylor, uno de los amotinados, le roba la pistola al capitán, por lo que le amenaza con colgarlo. Taylor le apunta con el arma y le dice que no lo hará con una bala en la cabeza. Es entonces cuando viernes le dice a Crusoe que deben marcharse de allí.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<p>Crusoe y Viernes persiguen a un jabalí que se ha llevado la camisa de Robinson. Finalmente, tras varias carreras, consigue cazar al jabalí y recuperar su camisa. Viernes le pregunta por qué se toma tantas molestias. “No es que pueda comprarme otra nueva”, le contesta Robinson. Luego, vuelven a ver a los amotinados de camino a la playa, dirigiéndose a la embarcación que tienen que reparar para regresar. Viernes no concibe esa idea, a lo que Crusoe le contesta que los barcos no crecen en los árboles. De seguido, mira hacia el cielo y descubre restos de una embarcación en la copa de un árbol.  &#8220;¿O puede que sí?&#8221;.</p></blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<p>Crusoe y Viernes encuentran el esqueleto de un marinero con una lanza clavada. Ésta tiene la misma forma y está hecha del mismo material que las que tenían los caníbales que capturaron a Viernes, lo que significa que estuvieron mucho antes en la isla. Robinson se pregunta por qué no le intentaron cazar a él para comérselo. Viernes le comenta que las víctimas deben ser sacrificadas en un ritual antes de poder comérselas. La manera en que murió este hombre significa que consiguió escarpar de ellos antes del ritual. Deambulando por al isla, Viernes y Crusoe encuentran restos de un sacrificio reciente. Viernes quiere alejarse de esa zona de la isla, pero Crusoe prefiere investigar, ya que no se siente amenazado por ellos.</p></blockquote>
<p><span style="text-decoration:underline;">Opinión Sin Spoilers:</span></p>
<p style="text-align:justify;">Me divertí con las idas y venidas de Crusoe y Viernes en busca de hachas, brújulas y demás. Me resultó curioso ver cómo Viernes, al enterarse de cómo trataban a los negros, decidió no viajar con Crusoe y ¡éste no lo entendió! Sinceramente, la lógica que empleó Viernes me parece de lo más normal&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Eso sí, reconozco que hubieron 2 cosas que no me gustaron:</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>1)</strong><em> &#8220;Eres chica, eso lo cambia todo&#8221;</em></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">En ese momento el machismo y la cortesía estaban íntimamente ligadas.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>2)</strong> <em>Y que por los prejuicios de la mujer y la hija del capitán, pusiesen en peligro a Viernes y por ende, también a Crusoe al volver a ser capturadas..</em>.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Sé que en esa época lo normal era eso, mirar por encima a los negros, que éstos fuesen esclavos, etc&#8230; Pero los hechos muestran mucho  más que las palabras, hoy, ayer y siempre, ¡y Viernes lo hizo todo para ayudarlas!  ¬¬</p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Robinson Crusoe]]></title>
<link>http://calzadordeventanas.wordpress.com/2009/08/11/robinson-crusoe/</link>
<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 19:37:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>calzadordeventanas</dc:creator>
<guid>http://calzadordeventanas.wordpress.com/2009/08/11/robinson-crusoe/</guid>
<description><![CDATA[En verano a uno le apetece ver series de televisión que le refresquen un poco el día que ya bastante]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>En verano a uno le apetece ver series de televisión que le refresquen un poco el día que ya bastante calentito está. Pues buscando una serie después de haberme visto unas cuantas me encontré con Robinson Crusoe.</p>
<p>He visto seis capítulos de la serie y pese a que no es Prison Break o House, es una serie muy entretenida, con ciertos golpes de humor, acción y unos escenarios muy bonitos. No te vas a encontrar con la playa de LOST, ni con un búnker, pero si con una casa en los árboles al más puro estilo Robin Hood. Podría decir que es como ver una película de Indiana Jones, salvando las distancias, en pequeñas entregas.</p>
<p>Así que si no sabes que serie ver o descargar, prueba a ver qué tal te va con ella y espero que te guste o por lo menos mates el tiempo con ella.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Serie "Crusoe" (Capítulos 1 y 2)]]></title>
<link>http://0darker0.wordpress.com/2009/08/11/serie-crusoe-capitulos-1-y-2/</link>
<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 14:22:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>0darker0</dc:creator>
<guid>http://0darker0.wordpress.com/2009/08/11/serie-crusoe-capitulos-1-y-2/</guid>
<description><![CDATA[Título: Crusoe Temporada: 1 Capítulos: 13 Género: Aventura Descarga Directa: SeriesYonkis Sinopsis: ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-2528" title="Crusoe" src="http://0darker0.wordpress.com/files/2009/08/crusoe.jpg" alt="Crusoe" width="500" height="296" /></p>
<p><strong>Título: Crusoe </strong><br />
<span style="text-decoration:underline;">Temporada:</span> 1<br />
<span style="text-decoration:underline;">Capítulos</span>: 13<br />
<span style="text-decoration:underline;">Género:</span> Aventura<br />
<span style="text-decoration:underline;">Descarga Directa</span>: <a title="SeriesYonkis" href="http://www.seriesyonkis.com/serie/crusoe/" target="_blank">SeriesYonkis </a></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"> Sinopsis:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Crusoe&#8221; condensa el argumento de la novela en 13 episodios de una hora de duración, a través de los que narra la aventura de un caballero inglés, superviviente de un naufragio en una isla remota, en la que debe aprender a sobrevivir y a convivir con su único amigo, un nativo al que llamará &#8220;Viernes&#8221;, por ser éste el día de su primer encuentro. Durante el largo tiempo que permanece en este aislamiento su único pensamiento es regresar a Inglaterra y recuperar a su familia, pero mientras tanto tenderá la mano a &#8220;Viernes&#8221; en busca de apoyo y amistad para enfrentarse a todo tipo de enemigos y adversidades: caníbales, feroces tormentas, hambre, gatos salvajes….</p>
<p style="text-align:justify;">Junto a ellos, destacan otras figuras como el joven actor sudafricano Tongayi Chirisa que, prácticamente, debuta en la producción americana con esta serie, e papel de &#8220;Viernes&#8221;; la actriz de origen argentino Mia Maestro, como la intrigante Olivia, y la británica Anne Walton, que encarna a Susannah, la esposa de Robinson Crusoe, abandonada en Inglaterra y hostigada por las pretensiones de Lord Blackthorn</p>
</blockquote>
<p><span style="text-decoration:underline;">Sinopsis de los Episodios:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">De pie junto a su perro Dundee, Robinson Crusoe observa a través de un telescopio cómo a lo lejos se acercan un grupo de barcos en dirección a la costa. Uno de ellos enarbola una bandera inglesa.</p>
<p style="text-align:justify;">Emocionado por la idea del rescate, Crusoe atraviesa la selva en dirección a la playa, seguido por Dundee, desde donde lanza señales de fuego desde la isla.</p>
<p style="text-align:justify;">
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Lo que no sabe Crusoe es que está pidiendo ayuda a un grupo de piratas, hasta que las embarcaciones se acercan y su líder, Lynch, dispara contra él y empieza a correr hacia la selva.</p>
</blockquote>
<blockquote></blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Viernes sueña que persigue a una nativa con vestimenta tribal que camina por la orilla. De repente se detiene y señala en el horizonte a la vez que se gira hacia Viernes: lleva una calavera pintada en la cara.</p>
<p style="text-align:justify;">
Viernes despierta a Crusoe para contarle lo que ha visto, por lo que salen corriendo en busca de esa misteriosa mujer.</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Sinopsis Sin Spoilers:</span></p>
<p style="text-align:justify;">Serie entretenida aunque algo ilógica, pero claro, el libro en parte también lo es. Algo que jamás he entendido era cómo cojones el tío era tan inteligente y mañoso como para construir una casa, &#8220;ascensores&#8221;, exprimidores y todo tipo de artilugios y&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;"><strong>¡¿No sabe construir una puta barca y dos remos?!</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Y ahora alguien me dirá: <em>&#8220;Sí sabe, pero no tiene brújula&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Esto&#8230; ¿Se llama marinero mercante y no sabe orientarse por la posición del sol y las estrellas? En fin&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Lo dicho, es entretenida y tiene buenas dosis de humor y aventuras.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lo que no me gusta de Crusoe]]></title>
<link>http://latelequemepario.com/2009/08/10/lo-que-no-me-gusta-de-crusoe/</link>
<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 08:50:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ruth</dc:creator>
<guid>http://latelequemepario.com/2009/08/10/lo-que-no-me-gusta-de-crusoe/</guid>
<description><![CDATA[Anoche Antena 3 estrenó sin mucho éxito Crusoe, la serie sobre las aventuras de Robinson y Viernes. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/sb0-cUDJWVE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/sb0-cUDJWVE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Anoche Antena 3 estrenó sin mucho éxito <em>Crusoe</em>, la serie sobre las aventuras de Robinson y Viernes. Yo ya le había dedicado tiempo en Fox y con esta serie me pasa lo mismo que con <em>Águila Roja</em> o con <a href="http://latelequemepario.com/2008/01/05/robin-hood-la-sexta/" target="_self"><em>Robin Hood</em></a>, la serie que estuvo emitiendo La Sexta: es que todo me parece más falso que un duro de tres pesetas, a pesar de lo ingente de la producción.</p>
<p><em>Crusoe</em> es una producción de las caras, con actores famosos en los flashback y muchos exteriores, pero a mí no deja de parecerme que van todos disfrazados como si estuviesen en una especie de fiesta pirata o algo así. Si fuese una comedia sería diferente porque en ese género soy capaz de obviar cierta parte de realismo, pero en el caso del drama me cuesta más.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/WhYRDPG8Mu0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/WhYRDPG8Mu0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><a href="http://www.imdb.com/title/tt0057742/" target="_blank"><em>Daniel Boone</em></a> es una exitosa serie de los años 60 basada en un <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Daniel_Boone" target="_blank">aventurero</a> parecido a <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Robinson_Crusoe" target="_blank">Crusoe</a> en lo que se refiere al descubrimiento y a la supervivencia. Como podéis ver en la intro el tratamiento que se hace de la historia en los Sesenta tiene los mismos ingredientes que el Crusoe actual: paisajes idílicos, personajes guapos y limpios, vida rudimentaria resuelta con ingenio&#8230;, pero es que de <em>Daniel Boone</em> han pasado cuarenta años.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/DhzNm6NnAd8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/DhzNm6NnAd8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>No me gustan esos flashback idílicos, en platós enormes rodeados de tul para que no se vea que no hay techo ni paredes, ni el maniqueísmo constante entre Robinson y los personajes que se cruza, ni esa cabaña limpia y perfecta en la que tiene todo tipo de comodidades, hasta un exprimidor de naranjas hecho con cocos. La trama amorosa y familiar que motiva todo el desarrollo tiene un tratamiento demasiado empalagoso para mi gusto y no me creo las aventuras, no siento su intensidad.</p>
<p>En resumen, que prefiero héroes menos perfectos, más sarcásticos, más rudos. Y Viernes es un listillo que me cae hasta mal. Las tramas secundarias con los piratas y demás que son las oportunidades que tiene para salir de la isla se ven venir a kilómetros. ¿Por qué tienen que intentar modernizar los clásicos? Si se les llama &#8220;clásicos&#8221; debe de ser por algo pero en esta versión ni se intuye.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Crusoe, por FX]]></title>
<link>http://tvmediablog.wordpress.com/2009/09/02/crusoe-por-fx/</link>
<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 15:11:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>αrmαиndo α.</dc:creator>
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<description><![CDATA[Además de los estrenos de CALIBRE 9 (02-09) y BETTER OFF TED (14-09). Este mes veremos en FX una nue]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://tvmediablog.files.wordpress.com/2009/09/crusoe2.jpg"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-top:0;margin-right:auto;border-right:0;" title="crusoe2" border="0" alt="crusoe2" src="http://tvmediablog.files.wordpress.com/2009/09/crusoe2_thumb.jpg?w=244&#038;h=108" width="244" height="108" /></a></p>
<p>Además de los estrenos de <a href="http://tvmediablog.wordpress.com/2009/08/28/este-mircoles-calibre-9mm/" target="_blank">CALIBRE 9</a> (02-09) y <a href="http://tvmediablog.wordpress.com/2009/08/17/fx-septiembre-se-viene-interesante/" target="_blank">BETTER OFF TED</a> (14-09). Este mes veremos en FX una nueva serie, <strong>CRUSOE</strong>.</p>
<blockquote><p>La serie cuenta la historia de Robinson Crusoe, un aventurero que queda varado en una isla perdida durante 6 años. Junto a su compañera Friday, debe sobrevivir a todas las adversidades irán sucediendo en la isla.</p>
</blockquote>
<p align="center"><a href="http://tvmediablog.files.wordpress.com/2009/09/tv_crusoe02.jpg"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;border-top:0;border-right:0;" title="tv_crusoe02" border="0" alt="tv_crusoe02" src="http://tvmediablog.files.wordpress.com/2009/09/tv_crusoe02_thumb.jpg?w=215&#038;h=173" width="215" height="173" /></a>&#160;<a href="http://tvmediablog.files.wordpress.com/2009/09/crusoe.jpg"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;border-top:0;border-right:0;" title="crusoe" border="0" alt="crusoe" src="http://tvmediablog.files.wordpress.com/2009/09/crusoe_thumb.jpg?w=244&#038;h=172" width="244" height="172" /></a> </p>
<p>La serie cuenta con una única temporada de 13 episodios. Dejando así inconclusas algunas tramas. El estreno será el <strong>Jueves 17 de Septiembre</strong> a las <strong>9PM</strong> por el canal <strong>FX</strong>.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Adventures of robinson crusoe]]></title>
<link>http://soft1wares.wordpress.com/2009/08/30/adventures-of-robinson-crusoe/</link>
<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 16:06:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>chicsoft</dc:creator>
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<description><![CDATA[  aventura grafica, portable 92 mb http://depositfiles.com/files/9hrkb70th]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  aventura grafica, portable 92 mb http://depositfiles.com/files/9hrkb70th]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Adventures of robinson crusoe    ]]></title>
<link>http://gamejuegos.wordpress.com/2009/08/30/adventures-of-robinson-crusoe/</link>
<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 03:27:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>chicsoft</dc:creator>
<guid>http://gamejuegos.wordpress.com/2009/08/30/adventures-of-robinson-crusoe/</guid>
<description><![CDATA[aventura grafica, portable 92 mb http://depositfiles.com/files/9hrkb70th]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><img src="http://i27.tinypic.com/fk7dhx.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p><img src="http://i32.tinypic.com/j65w2g.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p>aventura grafica, portable</p>
<p>92 mb</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://depositfiles.com/files/9hrkb70th" target="_blank">http://depositfiles.com/files/9hrkb70th</a></div>
</div>]]></content:encoded>
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