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	<title>ctb &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ctb"</description>
	<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 19:09:35 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Uma vitória política da CTB  ]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/11/24/uma-vitoria-politica-da-ctb/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 23:33:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
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<description><![CDATA[do portal da CTB Umberto Martins A reunião das centrais sindicais na sede da CTB segunda-feira (23) ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[do portal da CTB Umberto Martins A reunião das centrais sindicais na sede da CTB segunda-feira (23) ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Formar, formadores e formadoras, um grande desafio!]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/11/24/formar-formadores-e-formadoras-um-grande-desafio/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 12:18:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
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<description><![CDATA[do portal vermelho Augusto César Petta * O ano de 2009 marca um avanço significativo no trabalho de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[do portal vermelho Augusto César Petta * O ano de 2009 marca um avanço significativo no trabalho de ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Bases americanas na Col&ocirc;mbia visam bloquear projeto de Am&eacute;rica Latina auto-determinada]]></title>
<link>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/11/24/bases-americanas-na-colmbia-visam-bloquear-projeto-de-amrica-latina-auto-determinada/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 12:15:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>edsonjrodrigues</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#160; Escrito por Pietro Alarcón. 18 de novembro de 2009 1) Acordo Complementário para a Defesa e a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p>Escrito por Pietro Alarcón. 18 de novembro de 2009</p>
<p>1) Acordo Complementário para a Defesa e a Segurança (&#8230;): &#34;O governo da Colômbia, de conformidade com sua legislação interna, cooperará com os Estados Unidos para levar a cabo atividades mutuamente acordadas no marco do presente Acordo e continuará permitindo o acesso e uso das instalações da Base Aérea de Palenquero e de Malambo; os fortes militares de Tolemaida e Larandia; a Base Aérea de Apiay; a Base Naval de Cartagena e a Base Naval de Baia Málaga (&#8230;)&#34;.</p>
<p>Do ponto de vista político, o Acordo Complementário para a Defesa e a Segurança assinado entre os governos dos Estados Unidos e Colômbia introduz um lamentável novo componente na caracterização das relações internacionais da região. O acordo reproduz cabalmente, sob a forma de documento jurídico, os interesses e objetivos das transnacionais ligadas à produção de armas e as aspirações de uma cobertura militar expansionista dos Estados Unidos, a serviço de uma recomposição nos estratos do poder nos Estados da América Latina. É dizer, a serviço de um retrocesso nas possibilidades de desenvolvimento autônomo e solidário entre os países da área.</p>
<p>Que a construção de um horizonte de integração é uma tarefa titânica não é nenhum segredo. Há interesses contrapostos, visões diversas, ritmos de integração e movimentos em velocidades e dimensões diferentes. Contudo, ninguém pode negar que o diálogo entre os latino-americanos tem sido mais freqüente, fluido, propositivo e intenso, além de consolidado através de constituições, documentos, adesões e novos cenários nos últimos dez anos.</p>
<p>E é precisamente em função de iniciativas diplomáticas e ações conjuntas que não lhes são propícias em termos econômicos e políticos que os Estados Unidos, como em outras oportunidades fizeram, desenharam um projeto, seu projeto, estratégico e fundamentado no potencial bélico que possui, objetivando o incremento de seu poder, influência e gerenciamento das possíveis situações que lhe impediriam seu agir de potência hegemônica.    <br />Não é preciso ter voz de profeta para enxergar que se trata de uma perspectiva onívora, que continua atemporalmente a sustentar, sobre bases geopolíticas, que a guerra é um fato e a paz apenas algo desejável. E nessa lógica de pensamento e ação, toda a atividade psicológica, financeira, política e militar empreendida pela política externa americana para suas finalidades não pode ser considerada surpreendente. Daí que não tenha nada de estranho que o documento enviado pelo Pentágono ao Congresso dos Estados Unidos contenha o já aguardado e diagnosticado até pelos mais desavisados observadores: que a utilização das bases militares da Colômbia não será apenas para um polêmico e até hoje pouco frutífero combate ao narcotráfico, mas para assegurar a presença militar dos Estados Unidos e sua projeção vigilante.</p>
<p>2. Acordo de (&#8230;)    <br />&#34;3.1. (&#8230;) realizar exercícios combinados e outras atividades acordadas mutuamente, e para enfrentar ameaças comuns à paz, à estabilidade, à liberdade e à democracia&#34;.</p>
<p>Ao lado da proclamação dos direitos humanos, uma das maiores conquistas da humanidade consiste na proibição da guerra, é dizer, a paz, a estabilidade, a liberdade e a democracia são legítimas aspirações humanas.    <br />Nesse sentido, um âmbito propositalmente proibitivo do uso da força nas relações entre os Estados tem sido construído. Entretanto, no ambiente político e militar criado pelos Estados Unidos não há disciplina nem semântica nem sintática, pois as palavras freqüentemente designam meras representações. O esvaziamento do conteúdo real desses objetivos serve para sustentar teses como a de que a legítima defesa preventiva é plenamente justificável quando na interpretação de quem ostenta a defesa dos valores cristãos e democráticos do mundo ocidental, e esses elementos se encontrem ameaçados.</p>
<p>A interpretação do texto do Acordo será feita, obviamente, por quem assinou e, especialmente, por quem o fez em condições de subordinante. De maneira que a dinâmica das relações internacionais na região fica sujeita a um exercício hermenêutico: afetam ou não a estabilidade, a liberdade e a democracia as atividades de um governo que se oponha a um neoliberalizante TLC (tratado de livre comércio) com os Estados Unidos, por exemplo?</p>
<p>3. Acordo de (&#8230;)    <br />Artigo 4.2. &#34;As Autoridades da Colômbia, sem cobrança de aluguel e custos semelhantes, permitirão aos Estados Unidos o acesso e uso das instalações conveniadas e às servidões e direitos de passagem sobre bens de propriedade da Colômbia que sejam necessários para levar a cabo as atividades (&#8230;)&#34;.</p>
<p>No transfundo do processo histórico de dependência da América Latina com relação aos chamados Estados centrais &#8211; processo com raízes nas bases organizativas e estruturais da economia, da política, da cultura e do Direito -, não há como negar a presença, influência e pressões do capital estrangeiro. Contudo, há que apontar também a uma constelação de beneficiários nos Estados periféricos que lucraram, e lucram ainda, com o favorecimento à inserção das potências dominantes nos seus espaços territoriais.</p>
<p>A Colômbia assume hoje um generoso papel instrumental, somente explicável em função de algumas reflexões sobre sua conjuntura interna e, logicamente, sobre sua política externa na região.    <br />Há de se considerar, de início e genericamente, que os supostos benefícios da interdependência e da globalização nunca foram evidentes na América Latina. Muito pelo contrário, a especulação financeira e o abandono dos investimentos na produção originaram um empobrecimento maior ainda da imensa maioria da população, que pagou os custos do fracasso das teses do Estado mínimo e da redução orçamentária no social. Estabeleceu-se um padrão privatizador dos serviços públicos e da diminuição do espaço público, com a conseqüente renúncia ao conceito de interesse público para, em contrapartida, ampliar a rentabilidade do capital privado.    <br />Nesse contexto, os movimentos sociais cresceram em resistência e, particularmente, a luta de caráter econômico adquiriu níveis de luta pelo poder estatal, é dizer, de uma exigência por conquistar espaços governamentais que redundassem na execução de programas de novo tipo, de resgate da efetividade dos direitos sociais e recondução das finanças públicas.</p>
<p>As vitórias de programas eleitorais renovadores, executados com maior ou menor sucesso e no meio de contradições internas nos diversos Estados da área latino-americana, servem para constatar uma evolução onde, com certeza, é possível fazer balanços para encarar o positivo e o negativo. E onde certamente haverá também pontos importantes como a tentativa de superar a fragilidade das relações econômicas, políticas e comerciais dos Estados da região.</p>
<p>Nas relações internacionais da América Latina, ao produzir-se esta mudança, modificou-se a tradicional subordinação do interesse nacional de cada país a um interesse predefinido pela potência hegemônica e, simultaneamente, se promoveu uma ampla discussão sobre um interesse regional. Os pontos nevrálgicos dessa possível unidade sobre novas bases implicam o reconhecimento da autodeterminação de cada Estado; da coexistência pacífica das sociedades nacionais no intuito de fomentar a segurança e impedir aventuras militares ultrapassadas; de uma democracia participativa, em lugar de um arremedo democrático de convite às urnas a cada dois ou quatro anos; e da elaboração de projetos conjuntos, com capital nacional, nos marcos de um plano de desenvolvimento econômico-social que se torne objetivo nos salários, na saúde, na educação e na agricultura.</p>
<p>Entretanto, na Colômbia, com 31 sindicalistas assassinados no ano de 2009, segundo o Departamento de Direitos Humanos da CUT-Colômbia no seu mais recente informe, no meio do silêncio, impunidade e mais de um milhão de deslocados internos, importa anotar que a classe no poder governamental não tem a mesma força de outrora. Verificam-se sérios fracionamentos. Obviamente, pesa muito dentro do processo de desgaste o fracasso da denominada segurança democrática, é dizer, o esquema de denúncias, recompensas e conversão de civis em militares para auxiliar no combate às guerrilhas, que deixou como saldo a condenação internacional pelos falsos resultados positivos. E pesam também os escândalos financeiros do agro-seguro, das prisões dos seus aliados no Congresso pelos seus vínculos com o paramilitarismo, dentre outras questões que não têm repercussão internacional porque a operação abafa é um costume internacional, perigoso, mas infelizmente um costume que se sobrepõe ao direito à informação.</p>
<p>Em tais condições, internamente, para a Colômbia, o Acordo cumpre duas funções: a primeira, de introduzir um elemento político-militar novo dentro de estrutura para o exercício do poder, na perspectiva de um assentamento a longo prazo do grupo dominante encabeçado pela presidência. Assim, do intervencionismo vedado passou-se ao descarado, e com ares de legalidade. A segunda, que implica a postura em matéria de política externa, a de ratificar o papel do governo colombiano como instrumento geopolítico, numa lógica de subordinação muito parecida à de metrópole-colônia, um esquema de retorno ao que parecia superado ou, pelo menos, dissimulado.</p>
<p>O imediato objetivo do Acordo é claro: permitir a presença de tropas e o posicionamento de aeronaves de guerra em 7 bases militares na Colômbia, consideradas estratégicas para qualquer possibilidade de incursão militar em Estados da região. Vale a pena ressaltar que o tipo de aviões que terão pouso nas bases são os conhecidos Orion, Awad e C-17, que podem conduzir toneladas de material bélico e realizam operações de inteligência e monitoramento.</p>
<p>Ninguém, em sã consciência, acha que quem se preocupa tanto com instalar suas tropas na região o faça para mantê-las cuidadosamente dispostas para limpar os aviões, caçar borboletas ou colecionar as belas lendas dos camponeses da região. Vão usar as bases para o que elas servem, é dizer, para fins militares, e projetadas em raios de ação muito amplos, como, aliás, alerta o ex-presidente colombiano Ernesto Samper em artigo publicado no El Pais da Espanha há alguns dias.</p>
<p>Não existe, desde nosso ponto de vista, até o momento, uma reavaliação, como sugerem alguns analistas, do tratamento e das relações dos Estados Unidos na região. Muito pelo contrário, está em curso uma estratégia político-militar de contenção dos processos de unidade regional e de desenvolvimento de alternativas ao modelo econômico predador. E não é mais possível minimizar a importância para qualquer cálculo ou diagnóstico em matéria de relações internacionais de algo tão ousado, drástico, irresponsável e deplorável, como o Acordo – Acordo complementar para a Cooperação e Assistência Técnica em Defesa e Segurança &#8211; assinado pelo governo colombiano e os Estados Unidos no dia 30 de outubro.    <br />4. Artigo 150, 16, da Constituição da Colômbia: &#34;Corresponde ao Congresso (&#8230;): aprovar ou desaprovar os tratados que o governo celebre com outros estados ou entidades de direito internacional (&#8230;)&#34;.</p>
<p>A incapacidade de persuadir desde o poder implica que sejam questionados os baluartes da própria institucionalidade estatal e os fundamentos basilares do historicamente denominado Estado de Direito, abrindo-se passo a um Estado de fato ou de não direito. Destarte, a assinatura do Acordo entranha um vício de inconstitucionalidade que acarreta sua nulidade, posto que a separação de funções violentou gravemente o Congresso Nacional, sendo este impedido de discutir o assunto. Isto é, não houve controle prévio. Por outro lado, fazendo caso omisso ao Conselho de Estado, o governo não submeteu o tratado ao exame de constitucionalidade da Corte Constitucional colombiana. Obviamente, os reparos esperados com relação a um Acordo que atenta contra a integridade territorial do país e contradiz as bases constitucionais – a soberania, os fins do Estado, a paz como direito fundamental &#8211; não tiveram espaço político e jurídico para serem argüidos. A arbitrariedade fez do Estado de Direito o boneco à luz da qual passou o autoritarismo presidencial.</p>
<p>Advirta-se, entretanto, que nenhum Estado do mundo pode invocar uma situação de guerra imaginária para a prática de atos bélicos não justificáveis como se fosse uma situação efetiva de ataque ou, pelo menos, de situações paralelas que tornem permissível a ação de defesa. Mas precisamente nisso reside a fragilidade provocada nas relações internacionais da região pelas bases militares. A legítima defesa, algo que pode resultar difuso em termos concretos, subordina a segurança de todos à lógica de quem atira a primeira pedra. Esse é um fator de constante preocupação.</p>
<p>Na Colômbia, o resgate da democracia, da pluralidade e do respeito pela vida e as liberdades passa por uma estratégia anti-reeleição, com um programa de governo que abra o diálogo para a paz, que construa um arco de alianças suficientemente amplo para gerar as condições de canalizar as exigências de renovação econômica e política. Nesse sentido, o Pólo Democrático que elegeu como seu candidato presidencial o senador Gustavo Petro deve promover a unidade com setores democráticos e dispostos a contribuir com as mudanças.</p>
<p>Contra o Acordo, uma severa ação diplomática e jurídica pode e deve ser empreendida, com o objetivo de contribuir para a estabilização, superando-se as fragilidades e as ameaças à paz. O que está em jogo não é, apenas, a crítica situação da Colômbia ou suas possibilidades de abrir espaços à troca humanitária, ou um diálogo frutífero que seja capaz de puxar reformas estruturais. Esforços para essas finalidades devem ser objetivos de todos, tanto colombianos quanto vizinhos. Mas também existe outra dimensão, que entranha a estabilidade de toda a região, os avanços políticos, as possibilidades de respeito à autodeterminação. A Organização das Nações Unidas, por meio das suas agências, em especial o ACNUR, tem o dever de manifestar-se com mensagens claras contra a guerra, requerendo o reforço das garantias para a paz como única medida aceitável para qualquer contradição na região e condenando iniciativas bélicas, intimidações e constrangimentos aos direitos humanos, promovendo o amplo desenvolvimento econômico e social.</p>
<p>Pietro Alarcón é professor da PUC/SP, assessor do convênio Cáritas-ACNUR para refugiados e membro da CEBRAPAZ.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Computer Model Assists Prioritizing]]></title>
<link>http://757hamptonroads.com/2009/11/19/computer-model-assits-prioritizing/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 15:24:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Russell Manning</dc:creator>
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<description><![CDATA[According to today&#8217;s (11/19/09) front page Virginian-Pilot article, VDOT spent $150,000 on a c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>According to today&#8217;s (11/19/09) front page Virginian-Pilot article, VDOT spent $150,000 on a consultant to help prioritize our transportation projects. The first round of rankings (43 projects) seem very similar to most peoples&#8217; current opinions. There are a few interesting projects, however. Number 5 under highway projects, for example, is a reconstruction project for the I-64 interchange at Norview Ave. I know from experience that it is a terrible (and incomplete) interchange and sometimes it might just be safer to drive over the edge of the overpass. Despite this well-known fact, I am not quite sure that I would put it on a top-ten list of projects. In fact, I think that most around here would agree that widening US 460 (#9) would be of more importance and benefit than a new Norview interchange.</p>
<p style="text-align:center;"><iframe width="425" height="350" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com/maps/ms?client=firefox-a&amp;#38;amp;hl=en&amp;#38;amp;ie=UTF8&amp;#38;amp;t=h&amp;#38;amp;msa=0&amp;#38;amp;msid=102342212501154530947.000478bb51a6e0a84697a&amp;#38;amp;ll=36.891995,-76.231835&amp;#38;amp;spn=0.006006,0.00912&amp;#38;amp;z=16&amp;#38;amp;output=embed&amp;#38;w=425&amp;#38;h=350"></iframe><br /><small><a href="http://maps.google.com/maps/ms?client=firefox-a&amp;#38;amp;hl=en&amp;#38;amp;ie=UTF8&amp;#38;amp;t=h&amp;#38;amp;msa=0&amp;#38;amp;msid=102342212501154530947.000478bb51a6e0a84697a&amp;#38;amp;ll=36.891995,-76.231835&amp;#38;amp;spn=0.006006,0.00912&amp;#38;amp;z=16&amp;#38;amp;source=embed&amp;#38;w=425&amp;#38;h=350" style="color:#0000FF;text-align:left">View Larger Map</a></small></p>
<p>Also part of this model were transit projects. The model ranked the need for a Light Rail line to the Naval Base higher than a line to Virginia Beach. Personally, I think they go hand-in-hand. There are a lot of people in Virginia Beach that would take LRT to the base. I think that if we can build a line to the Beach sooner rather than later, we all win. If we were to lose in Virginia Beach, however, and instead built a line to the Base, I think that Virginia Beach would once again reconsider, realizing that they are making the worst mistake in their history as a city.</p>
<p>Their next step is to feed the model a list of 200 Hampton Roads projects. I didn&#8217;t realize we had 200 projects, but apparently we do. Hopefully this model will help our transportation leaders figure out what they want and help us get the road funds we need to actually get something built.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trabalhadores e dirigentes do Sintratel participam de palestra sobre a CTB]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/11/18/trabalhadores-e-dirigentes-do-sintratel-participam-de-palestra-sobre-a-ctb/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 22:19:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
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<description><![CDATA[do portal CTB   18/11/2009 Apesar de ser a mais nova central sindical brasileira, a CTB já tem muita]]></description>
<content:encoded><![CDATA[do portal CTB   18/11/2009 Apesar de ser a mais nova central sindical brasileira, a CTB já tem muita]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vídeo da CTB na 6° Marcha da Classe Trabalhadora - 2009 ]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/11/17/video-da-ctb-na-6%c2%b0-marcha-da-classe-trabalhadora-2009/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 20:08:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
<guid>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/11/17/video-da-ctb-na-6%c2%b0-marcha-da-classe-trabalhadora-2009/</guid>
<description><![CDATA[da tv classista &#8211; portal da CTB]]></description>
<content:encoded><![CDATA[da tv classista &#8211; portal da CTB]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Prosseguem negociações coletivas dos médicos da Prefeitura de Juiz de Fora.]]></title>
<link>http://faxsindical.wordpress.com/2009/11/13/prosseguem-negociacoes-coletivas-dos-medicos-da-prefeitura-de-juiz-de-fora/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 19:20:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>gh7a</dc:creator>
<guid>http://faxsindical.wordpress.com/2009/11/13/prosseguem-negociacoes-coletivas-dos-medicos-da-prefeitura-de-juiz-de-fora/</guid>
<description><![CDATA[quinta-feira, 12 de novembro de 2009 Telegrama190Sindical ==================================== -.- T]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>quinta-feira, 12 de novembro de 2009</p>
<p>Telegrama190Sindical<br />
====================================<br />
-.- TELEGRAMA SINDICAL N°.190 -.-<br />
====================================<br />
Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora<br />
12 de novembro de 2009.<br />
-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-<br />
NEGOCIAÇÕES COLETIVAS 2009.<br />
Sindicato dos Médicos x Prefeitura de Juiz de Fora. Começam a ser<br />
nomeadas as Comissões.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
Hoje &#8211; 12/11 &#8211; foi publicada a primeira das portarias referentes às<br />
negociações coletivas de 2009. Nomeia o grupo de trabalho/comissão que<br />
vai tratar das gratificações da urgência e emergência.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
Ontem, em reunião realizada no prédio da Prefeitura, os diretores do<br />
Sindicato dos Médicos, Dr. Gilson Salomão e Dr. Geraldo Sette, ouviram<br />
do Secretário de Administração, Dr. Vitor Valverde, que até a próxima<br />
terça-feira (17/11) estará definida a comissão que vai tratar do plano<br />
de cargos, carreiras e vencimentos para todos os médicos da Prefeitura<br />
de Juiz de Fora. Essa comissão foi acertada no acordo coletivo entre<br />
Prefeitura e Sindicato.<br />
A comissão que irá tratar das condições de atendimento médico à<br />
população de Juiz de Fora, também acertada em acordo coletivo entre a<br />
administração municipal e o Sindicato, depende da nomeação de alguns<br />
de seus integrantes, que deverão ser indicados pela Secretária de<br />
Saúde, Maria Rute dos Santos. O Sindicato dos Médicos já indicou seus<br />
representes, bem como o Sinserpu. O Conselho Municipal de Saúde também<br />
terá representantes nessa comissão.<br />
MAIS UM RECADASTRAMENTO NA PREFEITURA DE JUIZ DE FORA.<br />
Sob alegação da existência de um Processo judicial, a Secretaria de<br />
Administração da Prefeitura determina aos médicos, por meio de medida<br />
administrativa, que façam mais um recadastramento, indicando seus<br />
horários de trabalho. Estranhamento pede também que indiquem seus<br />
horários de trabalho como profissionais liberais autônomos. Ora,<br />
autônomos, diferentes dos funcionários públicos e empregados<br />
celetistas, não têm carga horária. Caso contrário não seriam<br />
autônomos.<br />
O departamento jurídico do Sindicato foi consultado e informa que os<br />
profissionais liberais autônomos não são obrigados a informar carga<br />
horária como autônomos, apenas que exercem essa atividade. Devem<br />
informar apenas seus horários como funcionários públicos e suas cargas<br />
horárias em empregos celetistas (carteira assinada por hospitais,<br />
cooperativas, sindicatos, planos de saúde, etc.)<br />
Se os médicos da Prefeitura de Juiz de Fora ganhassem alguma coisa por<br />
cada recadastramento que são obrigados a fazer, se esse tempo de<br />
trabalho fosse remunerado, isso ajudaria a reforçar os minguados<br />
salários da Prefeitura e contribuiria para diminuir o estresse<br />
decorrente do empobrecimento e do trabalho em condições inadequadas.<br />
Comenta-se que um promotor de Justiça do Governo de Minas Gerais<br />
estaria cobrando da Prefeitura carga horária de médicos. O assunto<br />
ainda aguarda melhores esclarecimentos. Acreditamos que carga horária<br />
é o menor dos males que assola a Saúde. Há boatos de que esse mesmo<br />
promotor de Justiça causou inúmeros pedidos de demissão de médicos na<br />
região de São João Del Rey, obrigando algumas Prefeitura a fazerem<br />
acordos sobre carga horária e salários com os médicos que lá atuavam.<br />
O assunto foi conduzido pelo Sindicato dos Médicos de Belo Horizonte,<br />
que atua naquela base sindical.<br />
A conferir.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
Notícias sindicais 24 horas? Procure em http://www.twitter.com/faxsindical<br />
&#8211;<br />
Enviado do meu celular</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornal CTB novembro 2009]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/11/13/jornal-ctb-novembro-2009/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 16:56:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
<guid>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/11/13/jornal-ctb-novembro-2009/</guid>
<description><![CDATA[View this document on Scribd]]></description>
<content:encoded><![CDATA[View this document on Scribd]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA (cartaz da CTB)]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/11/13/dia-da-consciencia-negra-cartaz-da-ctb/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 16:12:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
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<title><![CDATA[Em reunião da CTB, ministro Luiz Dulci defende nova Conclat]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/11/12/em-reuniao-da-ctb-ministro-luiz-dulci-defende-nova-conclat/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 21:15:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
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<description><![CDATA[do portal vermelho Uma exposição do ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz D]]></description>
<content:encoded><![CDATA[do portal vermelho Uma exposição do ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz D]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Trabalhadores marcham para cobrar votações na Câmara e no Senado ]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/11/12/trabalhadores-marcham-para-cobrar-votacoes-na-camara-e-no-senado/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 13:45:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
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<description><![CDATA[do portal da CTB Mais de 40 mil trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade participaram da 6]]></description>
<content:encoded><![CDATA[do portal da CTB Mais de 40 mil trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade participaram da 6]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[VI Marcha da Classe Trabalhadora promete reunir dezenas de milhares em Brasília  ]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/11/10/vi-marcha-da-classe-trabalhadora-promete-reunir-dezenas-de-milhares-em-brasilia/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 23:09:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
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<description><![CDATA[do portal da CTB 10/11/2009 Já está tudo pronto para a VI Marcha da Classe Trabalhadora, convocada u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[do portal da CTB 10/11/2009 Já está tudo pronto para a VI Marcha da Classe Trabalhadora, convocada u]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[DICAS DE BALADAS NA VIRADA DO ANO Réveillon Shine 2010 acontece no Restaurante Encanta]]></title>
<link>http://sortimentos.wordpress.com/2009/11/10/dicas-de-baladas-na-virada-do-ano-reveillon-shine-2010-acontece-no-restaurante-encanta/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 15:35:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>sortimentos</dc:creator>
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<description><![CDATA[A magia e o encanto de Florianópolis fazem da cidade a opção perfeita  para um Réveillon inesquecíve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img title="Réveillon Shine 2010 acontece no Restaurante Encanta" src="http://www.sortimentos.net/wp-content/uploads/2009/11/reveillon_shine_festa_restaurante_encanta.jpg" alt="Réveillon Shine 2010 acontece no Restaurante Encanta &#124; Divulgação" width="505" height="300" /></p>
<p>A magia e o encanto de Florianópolis fazem da cidade a opção perfeita <br />
para um Réveillon inesquecível. Aprimorando este conceito, um grupo <br />
de empresários do mercado de entretenimento nacional está produzindo <br />
o Réveillon Shine 2010, uma festa com decoração e serviços da mais alta<br />
qualidade, que tem como cenário a praia de Jurerê Internacional. <br />
A festa acontece a partir das 22h do dia 31 de dezembro <br />
no Restaurante Encanta (Avenida dos Salmões, 1232, Jurerê Internacional).</p>
<p><strong>LEIA MAIS NOS SITES</strong><br />
:: SORTIMENTOS.COM &#62;&#62; <a href="http://www.sortimentos.net/?p=3911">http://www.sortimentos.net/?p=3911</a><br />
:: GEBBEG &#62;&#62; <a href="http://gebbeg.com.br/?p=7099">http://gebbeg.com.br/?p=7099</a></p>
<p>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MST denuncia perseguição política à OIT na Suíça]]></title>
<link>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/11/04/mst-denuncia-perseguicao-politica-a-oit-na-suica/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 21:48:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>edsonjrodrigues</dc:creator>
<guid>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/11/04/mst-denuncia-perseguicao-politica-a-oit-na-suica/</guid>
<description><![CDATA[O integrante da coordenação nacional do MST, João Paulo Rodrigues, entregou ao diretor-geral da OIT ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O integrante da coordenação nacional do MST, João Paulo Rodrigues, entregou ao diretor-geral da OIT (Organização Internacional do Trabalho), Juan Somavia, e à representante permanente do Brasil junto à ONU (Organização das Nações Unidas), embaixadora Maria Nazareth Farani Azevêdo, uma denúncia sobre o processo de repressão e criminalização da luta dos trabalhadores rurais pela Reforma Agrária no país, em audiência em Genebra, nesta segunda-feira (02/11).</p>
<p>Em outubro, foi instalada por iniciativa de parlamentares da bancada ruralista uma CPI contra o MST, como forma de represália ao anúncio do governo federal da atualização dos índices de produtividade. Essa é a terceira CPI contra o MST instalada nos últimos quatro anos. Estamos sofrendo uma perseguição política, que pretende atingir a Reforma Agrária, a organização do povo na luta por direitos e a democracia no Brasil, afirmou João Paulo.</p>
<p>O documento apresentado pelo MST afirma que se organiza esse grande quebra-cabeças que é a repressão aos movimentos sociais, em particular ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra no Brasil, voltado para a manutenção do desrespeito à Constituição Federal, ao Pacto Internacional dos Direitos Econômicos Sociais e Culturais e à manutenção da injustiça nas relações agrárias.</p>
<p>A denúncia foi apresentada em parceria com os dirigentes das centrais sindicais brasileiras, CUT, CTB, Força Sindical, UGT, NCST e CGTB, que entregaram uma denúncia contra procedimentos do Ministério Público do Trabalho.</p>
<p>Com essa iniciativa, o MST começa uma campanha internacional contra a criminalização dos movimentos sociais por setores do Poder Judiciário, do Congresso Nacional e da mídia burguesa.</p>
<p>Abaixo, leia a denúncia apresentada à OIT e à ONU.</p>
<p>*A ATUALIDADE DA VIOLÊNCIA CONTRA OS TRABALHADORES SEM TERRA NO BRASIL*</p>
<p>Derrotada a ditadura militar brasileira, o campesinato fez sua reentrada em cena, demandando acesso à terra. O país marcado pela grande extensão e pela concentração da propriedade viu-se questionado pelo volume das ações camponesas e pela radicalidade das demandas, assim como pelo reaparecimento de velhos novos atores indígenas e afrodescendentes e pela consciência da necessidade de um ajuste de contas com o passado e o futuro das relações de propriedade da terra que enfrentasse a questão da abundância de terras produtivas inexploradas, multidões de trabalhadores rurais sem acesso a elas e minorias ínfimas de proprietários latifundistas para quem a terra mal chega a ser fator econômico, reduzida quase sempre a fator de poder.</p>
<p>A busca da terra prometida por Deus e pelos homens[1]gerou uma nova forma de articulação camponesa, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra-MST, e de recuperação das áreas que não cumpriam a função social[2], as ocupações massivas[3].</p>
<p>O surgimento do MST e das ocupações coletivas redundou em aspectos aparentemente conflitantes, mas que se harmonizaram na realidade da luta pela terra no Brasil.<br />
De um lado, ultrapassou-se a fase em que as ocupações eram realizadas quase que individualmente. Acompanhados de suas famílias ou, raramente, em pequenos grupos de duas ou três famílias, camponeses adentravam a mata e lançavam suas lavouras em terras públicas, ali permanecendo o tempo que a sorte lhes permitisse, sobrevivendo do que logravam obter das plantações, da coleta e da caça. Até que um dia eram descobertos pelos pistoleiros a mando de alguém que se intitulava possuidor da terra e o encontro terminava quase sempre na expulsão ou em choupanas queimadas e cadáveres insepultos devorados por animais, ossadas incorporadas ao húmus da floresta, vez ou outra descobertos, agora, quando a civilização chega àquelas paragens.</p>
<p>Se o pequeno número de ocupantes favorecia seu ocultamento na mata, e se esse ocultamento possibilitava uma sobrevida como resultado do desconhecimento da ocupação pelos grileiros, tinham também em si a raiz de sua derrota pela incapacidade de resistir à força do latifundiário e pela garantia do acobertamento de sua violência. Esse tipo de ocupação, ademais, tinha a característica de mascarar os dados reais da luta pela terra, eis que esses pequenos conflitos resolvidos pela morte no fundo da mata não chegavam ao conhecimento da sociedade, ficando quase sempre limitados aos próprios grileiros e matadores e às autoridades que os acobertavam.</p>
<p>O surgimento do novo movimento camponês deu visibilidade aos conflitos: não se as podia esconder as ocupações massivas, nem era possível agredi-las tão facilmente. Essa maior visibilidade, contrastando com o silêncio tumular diga-se anterior, permitiu muitas vezes que se atribuísse à presença do MST numa determinada região o surgimento dos conflitos pela terra, quando, na verdade, ela apenas era responsável pela retirada do véu que os encobria.</p>
<p>Essa nova fase da luta camponesa se iniciou exatamente no período em que a sociedade mais fortemente manifestou seu repúdio à violência e à tortura, e também esse fator algemou as mãos do latifúndio limitando o direto exercício da violência que praticava anteriormente, obrigando-o a lançar mão de seus agentes no aparelho policial, tendo sido esse, principalmente, o motivo que fez com que, na segunda metade da década de 80 a repressão às demandas camponesas fosse feita pelo exército privado do latifúndio, mas já em substituição pelo organismo policial, reservada à polícia local uma primeira ação, em geral sem muita preocupação com a legalidade, com vistas a impor aos camponeses o medo do Estado protetor do latifúndio.</p>
<p>Depois, quando ineficaz esta ação policial atemorizadora, o que ocorria quase sempre nas condições do atuar coletivo dos trabalhadores, foi ganhando corpo a intervenção do Ministério Público e do Poder Judiciário, num primeiro esforço para dar contornos legais à repressão contra os camponeses, adequada aos novos tempos que se apresentavam como &#8220;democráticos&#8221; e submetidos ao &#8220;império da lei&#8221;.</p>
<p>Ao longo de vinte anos, houve no Brasil, um aprofundamento e alargamento desse processo, com a busca incessante por parte do estatado de mecanismos mais adequados ao exercício da repressão aos movimentos sociais. O qual não cessou, um instante sequer, de buscar articular fórmulas que ultrapassam os marcos da lei e outras que se mantém dentro de suas lindes.</p>
<p>A eficácia apenas parcial das articulações da violência direta do latifúndio com aquelas dos organismos estatais policial, do Ministério Público e do Poder Judiciário -, fez surgir uma terceira fase, aquela em que estamos no momento, em que se busca, mais que tudo, uma deslegitimação do movimento camponês e o estabelecimento de uma repulsa social contra ele, apresentando-o já não apenas como violento, mas, principalmente, como agente de corrupção.<br />
Não se trata, repita-se, de substituição de uma fórmula por outra, mas do surgimento de novas fórmulas que se vão articulando com as antigas, ganhando procedência sobre estas, sem que nenhuma delas seja, porém, abandonada.</p>
<p>Da repressão que se quis fora dos marcos legais, verifique-se, a título de exemplo, que embora se tivesse buscado o apoio policial para a violência contra o MST, as armas dos pistoleiros não foram abandonadas. Nos Estados de Pernambuco e Pará, principalmente, ainda hoje grande número de trabalhadores sem-terra caem vítimas das balas dos pistoleiros a serviço do latifúndio.</p>
<p>No Estado de Pernambuco:</p>
<p>Em Junho de 1997 pistoleiros atacaram um acampamento de trabalhadores sem terra, no Engenho Camarazal, ferindo cinco trabalhadores e matando Pedro Augusto da Silva e Inácio José da Silva. O Estado Brasileiro foi denunciado perante a Comissão Interamericana de Direitos Humanos por garantir até hoje a impunidade dos criminosos, entre os quais são apontados policiais e pistoleiros;</p>
<p>Em Agosto de 2006, dois dirigentes do MST em Pernambuco, Josias Sales e Samuel Barbosa, foram assassinados por pistoleiros no município de Moreno. No dia 06 de julho deste ano (2009) os Sem Terra João Pereira da Silva, de 39 anos, José Juarez Cesário da Silva, 21 anos, Natalício Gomes da Silva, 36 anos, José Angelino Morais da Silva, 43 anos e Olímpio Cosmo Gonçalves foram mortos por pistoleiros quando participavam da construção das casas no Assentamento Chico Mendes, Agreste de Pernambuco. Além dos cinco mortos, um outro trabalhador sem terra, Erionaldo José da Silva, ficou ferido.</p>
<p>Em Julho de 2000, José Marlúcio da Silva, 47, foi morto com um tiro no peito disparado por policiais que reprimiram uma manifestação de trabalhadores sem-terra em Recife. Também nesse caso o Estado vem cuidando de garantir a impunidade dos matadores.</p>
<p>No Estado do Pará:</p>
<p>No dia 17 de abril de 1996, um destacamento da Polícia Militar do Estado do Pará, sob o comando do Coronel Mário Colares Pantoja assassinou 19 trabalhadores rurais sem terra que faziam uma marcha pela reforma agrária, no que ficou conhecido como o Massacre de Eldorado de Carajás. O Poder Judiciário do Pará garantiu a impunidade de todos os policiais envolvidos, com exceção do Coronel Pantoja e do Capitão Raimundo José Almendra Lameira que, embora condenados encontram-se ainda hoje em liberdade.</p>
<p>Em março de 1998, os trabalhadores rurais e dirigentes do MST Onalício Araújo Barros e Valentim Serra, conhecidos como Fusquinha e Doutor, foram assassinados, por pistoleiros que atuavam em parceria com policiais militares. Depois de executarem uma operação de reintegração de posse, junto com policiais militares, alguns deles participantes do Massacre de Eldorado de Carajás, pistoleiros seqüestraram Onalício e Valentim e os assassinaram, lançando os corpos na estrada. Até hoje o inquérito se encontra paralisado, numa forma de exercício da garantia estatal da impunidade aos crimes do latifúndio.</p>
<p>No dia 2 de fevereiro de 2005, pistoleiros e fazendeiros assassinaram Irmã Dorothy Mae Stang em Anapu, no Pará. Três pistoleiros foram condenados pelo crime, sendo que dois deles já se encontram em liberdade. Nenhum dos fazendeiros foi condenado.</p>
<p>Não apenas no Pará e em Pernambuco, porém, segue o exercício direto e através de policiais da violência contra a população camponesa. No sul do Brasil, no Paraná, são grandes empresas multinacionais como a Syngenta que organizam a morte dos trabalhadores, o que levou a que pistoleiros a serviço da empresa, agindo sob título de empresa de segurança, no dia 22 de outubro de 2007, matassem o dirigente sem-terra Valmir Mota de Oliveira, o Keno. Os pistoleiros da Syngenta estão sendo protegidos pelo Estado. Os trabalhadores sem terra que reagiram ao crime estão sendo processados.</p>
<p>Em Minas Gerais, no dia 29 de outubro deste ano (2009), a Freira Dominicana Geralda Magela da Fonseca, conhecida como Irmã Geraldinha, foi ameaçada de morte por fazendeiros da região do Vale do Jequitinhonha, pertencentes à família Cunha Peixoto, por apoiar as demandas do MST. As ameaças a Irmã Geraldinha repetem aquelas feitas a Irmã Dorothy Stang antes de seu assassinato e repetem outras que foram feitas contra trabalhadores sem terra posteriormente vitimados no chamado</p>
<p>Massacre de Felisburgo.</p>
<p>Em 20 de novembro de 2004, 18 assassinos encapuzados, coordenados pelo latifundiário Adriano Chafik, foram ao acampamento Terra Prometida, em Felisburgo, região do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais e atiraram contra homens, mulheres e crianças. Cinco camponeses Sem Terra Iraguiar Ferreira da Silva, Miguel José dos Santos, Francisco Nascimento Rocha, Juvenal Jorge Silva e Joaquim José dos Santos foram mortos. Mais 13 pessoas, incluindo crianças, foram baleadas e cem famílias foram desalojadas.</p>
<p>No Rio Grande do Sul, no dia 21 de agosto, a Brigada Militar (polícia militar estadual) matou o trabalhador sem terra Elton Brum da Silva durante a desocupação de uma área no município de São Gabriel. Embora houvesse informações que o disparo fora realizado pelo comandante do 2º RPMon de Livramento, Ten. Coronel Flávio da Silva Lopes, a Brigada Militar foi eficaz em não deixar provas.</p>
<p>Da repressão que o suporte do latifúndio disse se realizar dentro dos limites legais, quer a repressão policial, quer aquela de que se incumbiram os agentes do Ministério Público e do Poder Judiciário das comarcas do interior, fregueses de cama e mesa do latifúndio, foram se frustrando ante uma advocacia popular que se foi organizando e estreitando laços com as organizações camponesas, e encontrou formas técnicas de exercer seu papel, derrotando passo a passo as fórmulas jurídicas que foram buscadas para impedir o reconhecimento da legalidade da demanda pela reforma agrária.</p>
<p>O processo de criminalização dos movimentos sociais, nome que, entre nós damos às ações de agentes estatais, como de políticos e da mídia, visando a reprimir os movimentos sociais e seus militantes como criminosos ou criar condições para que tal repressão se exerça, não cessou, porém, e nem tem como cessar porque o que buscamos, de nosso lado, é o cumprimento das normas constitucionais que determinam a realização da reforma agrária, enquanto buscam os latifundiários e seus apoiadores impedir a realização do mandamento constitucional.</p>
<p>Por esse motivo, mais recentemente, e principalmente a partir do atual governo, as forças do latifúndio tem dirigido seus esforços para, sem deixar de matar, prender e torturar trabalhadores sem terra, produzir uma estigmatização do MST, que resulte num abandono por seus apoiadores e, simultaneamente, a destruição de sua articulação.</p>
<p>O meio utilizado para isso tem sido a articulação dos diversos elementos, promotores de justiça e magistrados vinculados ao latifúndio, parlamentares e agentes contratados da mídia.</p>
<p>Em dezembro de 2003, primeiro ano do governo do Presidente Lula, e com vistas também a atacar a atuação do governo e evitar o cumprimento de seus compromissos de candidato com a reforma agrária, a bancada ruralista no Senado e Câmara dos Deputados instalaram uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito declaradamente destinada a investigar as atividades do MST e de organizações e pessoas que o apóiam.</p>
<p>Dois anos depois, em dezembro de 2005, o relatório final da Comissão foi rejeitado por uma maioria de descontentes com o diagnóstico aprofundado da situação agrária de nosso país e as diversas sugestões apresentadas para que a Constituição brasileira fosse cumprida. Os dissidentes apresentaram um relatório que, mais do que o próprio MST, buscou criminalizar organizações da sociedade civil que apóiam a reforma agrária, chegando ao cúmulo de pretender que as ocupações de terra fossem tipificadas como crime de terrorismo, com o que terrorismo no Brasil seria identificado como ocupação de terras, já que não existe, entre nós, esse tipo penal.</p>
<p>Já em 2006, a bancada ruralista no Senado, propõe a instalação de uma nova Comissão Parlamentar de Inquérito, que foi instalada em março de 2007 e ficou conhecida como CPI das ONGs, com o objetivo declarado de pressionar as entidades que apóiam o MST.</p>
<p>Embora essa Comissão ainda esteja em funcionamento, uma vez mais a bancada de defesa do latifúndio volta à carga neste mês de outubro, propondo e logrando a instalação de uma terceira Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, para pressionar o MST, as atividades de apoio a ele e o próprio governo do Presidente Lula, acusando o MST de apropriar-se de recursos públicos, através de entidades que estabelecem convênios com o governo.</p>
<p>É que em agosto deste ano o Presidente Lula assumiu o compromisso de assinar o decreto de atualização dos índices de produtividade. Estes índices são importantes para o cumprimento do dispositivo constitucional que fala da reforma agrária, porque é com base neles que se avalia se uma determinada propriedade cumpre o requisito do aproveitamento racional e adequado sem o que não será atendida a exigência de observância da função social da propriedade.</p>
<p>Os atuais índices foram fixados em 1980 e tiveram como base o censo agropecuário de 1975. O estabelecimento de novos índices deverá levar em conta a média de produtividade das microrregiões entre 1996 e 2007. Como os latifundiários preferem deixar a terra improdutiva, para tê-la apenas como reserva de valor ou de poder, muito mal cumprem os índices estabelecidos em 1980, o que torna o latifúndio, do ponto de vista constitucional, alvo de desapropriação por interesse social para fins de reforma agrária.</p>
<p>Pretende a bancada do latifúndio, assim alcançar o triplo objetivo de colar no MST a imagem de movimento de corruptos; estabelecer uma fissura no apoio que a sociedade brasileira e muitos parceiros nacionais e internacionais brindam às aspirações camponesa, e, finalmente, fazer o governo recuar em seu intento de promover a atualização dos índices de produtividade das propriedades rurais.</p>
<p>Essas medidas dos defensores políticos do latifúndio contam sempre com a mais forte divulgação da mídia, eis que, no Brasil, a maioria dos donos de jornais são também proprietários rurais ou partilham interesses com eles.</p>
<p>Com essas atitudes não apenas se visa lograr o enfraquecimento da demanda pela terra, como a destruição da própria articulação dos camponeses sem terra brasileiros.</p>
<p>Que este é o objetivo da repressão ao MST vê-se da atuação coordenada desses mesmos agentes políticos e da mídia.</p>
<p>No Estado do Rio Grande do Sul, ali mesmo onde a Brigada Militar evoluiu do cerco, prisão e espancamento para o assassinato de trabalhadores sem terra, o Poder Judiciário viola seguidamente o direito de manifestação, ordenando à força policial que impeça marchas de trabalhadores.</p>
<p>Num episódio ocorrido no ano passado, o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul deixou vazar ata de reunião do Conselho Superior em que diversos promotores se articulam para usar o poder estatal contra o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, acoimando este de violar a segurança nacional.<br />
Em seguida a isso, o Ministério Público Federal propôs ação penal contra oito trabalhadores sem terra, acusando-os de crime contra a segurança nacional, processo que ainda está em curso, no mais claro caso de criminalização de um movimento social:</p>
<p>*O MST é réu num processo político. (&#8230;) A denúncia oferecida contra os oito militantes do MST na Justiça Federal na comarca de Carazinho é base de uma ação política, porque os réus são, ali, acusados de violação aos artigos 16; 17, caput; 20, caput e 23, I, da Lei de Segurança Nacional*</p>
<p>*&#8230; De quatro dispositivos penais utilizados, o primeiro criminaliza a pertinência a uma organização política; o segundo criminaliza a ação dessa organização política; o quarto criminaliza a divulgação de seu ideário, e o terceiro é aquele cujo objetivo é apenas o de intitular de terrorista a associação política que se quer destruir.<br />
No plano jurídico a eleição da Lei de Segurança Nacional tem o condão de proibir o exercício da ampla defesa, uma vez que obriga cada um dos réus a justificar todas as ações de qualquer integrante da organização a que pertença, podendo &#8211; em tese &#8211; virem a ser condenados no Rio Grande do Sul por algum ato que tenha sido praticado por outro integrante da mesma associação &#8211; mesmo sem seu conhecimento &#8211; num remoto vilarejo do Amazonas.*</p>
<p>*Mas, e é o que nos parece mais importante destacar, sendo os réus acusados de pertinência a uma organização de que se diz ser criminosa, é a própria organização que está, na verdade, sendo acusada &#8211; criminalizada &#8211; sem que lhe seja dada a possibilidade de defender-se. Quanto aos réus, são eles na verdade meros peões eleitos aleatoriamente, eis que qualquer um dos milhares de integrantes do MST poderia ser igualmente adequado para figurar na denúncia, já que ainda que pessoalmente nada se possa provar contra eles, o simples fato de admitirem ou ser provada sua filiação já justificaria a ojeriza do MPF no Rio Grande do Sul.*</p>
<p>*Tanto assim é que, admita-se a hipótese, ainda que todos à exceção de um negassem sua adesão ao MST e esta não ficasse provada, o fato de um único a admitir e por isso ser condenado, já implicaria a existência de uma decisão judicial estabelecendo que teria ele participado de associação, partido, comitê, entidade de classe ou grupamento que tenha por objetivo a mudança do regime vigente ou do Estado de Direito, por meios violentos ou com o emprego de grave ameaça.<br />
O que implicaria dizer que o MST seria uma tal associação, partido, comitê, entidade de classe ou grupamento que tenha por objetivo a mudança do regime vigente ou do Estado de Direito, por meios violentos ou com o emprego de grave ameaça.*</p>
<p>*Resulta, assim, evidente que ademais de se estar criminalizando o MST como entidade, como movimento social, está-se procedendo judicialmente de modo a impedir que esse movimento se defenda nos autos do processo, permitindo-se o MPF e a Justiça Federal eleger os oito cordeiros para o sacrifício da democracia.[4]*<br />
*</p>
<p>*Essa mesma articulação que integra alguns promotores de justiça com procuradores da república, trouxe à casa a imprensa latifundista gaúcha e setores da magistratura, de modo que o Ministério Público ajuizou ações civis pleiteando o despejo de acampamentos de trabalhadores, a imprensa fez a defesa da medida e o judiciário a deferiu, liminarmente, o que constitui um absoluto contra-senso, já que se os trabalhadores ganharem a ação, ao final, já não haverá possibilidade de retomar os acampamentos. O que denuncia, por si só, a intenção malvada por detrás da medida.</p>
<p>Essa mesma articulação integrou também o governo do Estado do Rio Grande do Sul, pleiteando e obtendo o Ministério Público o fechamento das escolas que atendiam as crianças acampadas e assentadas. Depois do fechamento, que implicou deixar milhares de crianças sem acesso à educação, o mesmo promotor responsável pela violação dos direitos humanos daqueles infantes ameçou processar os pais que não matriculassem e conduzissem as crianças às escolas distantes às vezes dezenas de quilômetros do local onde se encontram acampados ou assentados.</p>
<p>*RESUMO*</p>
<p>Não arrefece, antes se sofistica, a repressão contra as demandas camponesas.</p>
<p>Na atualidade, os inimigos da reforma agrária que a Constituição Federal ordena seja feita articulam diversos tipos de ações repressivas. Exercitam a violência valendo-se do braço armado do latifúndio no Pará e em Pernambuco, principalmente, mas também em Minas Gerais, com o rosto do pistoleiro.<br />
Permitem-se matar com o uniforme das empresas de seguranças constituídas pelas multinacionais voltadas à produção de organismos geneticamente modificados, no Paraná.</p>
<p>Juntam no mesmo ambiente os assassinos e torturadores com a farda da Brigada Militar gaúcha, com os sofisticados meneios do Ministério Público estadual e federal, a condescendência cúmplice do Poder Judiciário e o assente cúmplice do Governo do Estado no Rio Grande do Sul.</p>
<p>Voltam-se a estigmatizar como corruptos o MST e seus parceiros, visando ao rompimento desse suporte, pela palavra dos mais descredenciados porta-vozes do latifúndio mais arcaico, através de sua articulação no Parlamento e nos tribunais de contas.</p>
<p>Cada um desses elementos, cada um dos pedacinhos com que se organiza esse grande quebra-cabeças que é a repressão aos movimentos sociais, em particular ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra no Brasil voltado para a manutenção do desrespeito à Constituição Federal, ao Pacto Internacional dos Direitos Econômicos Sociais e Culturais e à manutenção da injustiçã nas relações agrárias.</p>
<p>[1] A Constituição da República Federativa do Brasil trata, no Capítulo III, da política agrícola e fundiária e da reforma agrária. Ali se determina, no art. 184, que Compete à União desapropriar por interesse social, para fins de reforma agrária, o imóvel rural que não esteja cumprindo sua função social, mediante prévia e justa indenização em títulos da dívida agrária, com cláusula de preservação do valor real, resgatáveis no prazo de até vinte anos, a partir do segundo ano de sua emissão, e cuja utilização será definida em lei.<br />
[2] O Art. 186 da Constituição Federal afirma que A função social é cumprida quando a propriedade rural atende, simultaneamente, segundo critérios e graus de exigência estabelecidos em lei, aos seguintes requisitos: I &#8211; aproveitamento racional e adequado; II &#8211; utilização adequada dos recursos naturais disponíveis e preservação do meio ambiente; III &#8211; observância das disposições que regulam as relações de trabalho; IV &#8211; exploração que favoreça o bem-estar dos proprietários e dos trabalhadores. [3] O surgimento do MST recupera a experiência das Ligas Camponesas, anteriores à ditadura militar, de realizar ocupações massivas de terras violadoras da função social da propriedade.<br />
[4] FON FILHO, Aton; FIGUEREDO, Suzana Angélica Paim. Estratégias de Criminalização Social, in Direitos Humanos no Brasil 2008. São Paulo: Rede Social de Justiça e Direitos Humanos, 2008.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Flagrante da deficiência na sinalização de trânsito em São Luís]]></title>
<link>http://mauricioaraya.wordpress.com/2009/11/03/flagrante-da-deficiencia-na-sinalizacao-de-transito-em-sao-luis/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 17:58:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maurício Araya</dc:creator>
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<description><![CDATA[SÃO LUÍS – A foto acima foi capturada no início da tarde desta terça-feira (3) na Avenida Colares Mo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[SÃO LUÍS – A foto acima foi capturada no início da tarde desta terça-feira (3) na Avenida Colares Mo]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Finally, High Speed Progess]]></title>
<link>http://757hamptonroads.com/2009/11/02/finally-high-speed-progess/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 14:42:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Russell Manning</dc:creator>
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<description><![CDATA[Source of Image: The Virginian-Pilot Finally, with only months left before the deadline, the Hampton]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://media.hamptonroads.com/cache/files/images/377021000.jpg"><img title="High Speed Rail Map" src="http://media.hamptonroads.com/cache/files/images/377021000.jpg" alt="" width="400" height="430" /></a><p class="wp-caption-text">Source of Image: The Virginian-Pilot</p></div>
<p>Finally, with only months left before the deadline, the Hampton Roads Transportation Planning Organization has voted to push for High Speed Rail to the Southside, terminating in Downtown Norfolk. The vote was unanimous among those in attendance. Nay-sayers might say that it doesn&#8217;t really mean that there is support, since four of the Peninsula cities went unrepresented but they had their chance. They obviously did not think that it was important enough for them to need to go. I have to say, however, that the Mayor of Hampton, Molly Ward, should get some sort of reward. Fhe was quoted as saying, &#8220;You do whats best for the region and the commonwealth. You don&#8217;t make any progress when you just say no.&#8221; That was definitely a show of regionalism. If only our other localities had mayors that were smart enough to speak out publicly and say that it wasn&#8217;t just about what was good for their city, but instead it was about what was good for the region. Good job Mayor Ward.</p>
<p>This move is not the final say, however. It will not be final until the Commonwealth Transportation Board votes on the issue. If it passed the Board, it opens the door to High Speed Rail to Hampton Roads. This new High Speed line will terminate near Harbor Park, where a proposed multi-modal station would be built where High Speed Rail, Light Rail, and local buses could meet. All is not lost for the Peninsula, however. Under this plan they would receive upgrades to their current rail service.</p>
<p>Please contact the CTB and urge their support of this option. You can email <a href="mailto:Carol.Mathis@vdot.virginia.gov" target="_blank">Carol Mathis</a>, the Assistant Secretary to the Board with your comments.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Temer prometeu: projeto que reajusta aposentadorias estará em pauta na Câmara no início de novembro]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/11/01/temer-prometeu-projeto-que-reajusta-aposentadorias-estara-em-pauta-na-camara-no-inicio-de-novembro/</link>
<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 18:49:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
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<description><![CDATA[Portal da CTB   29/10/2009 Os aposentados e pensionistas que realizaram uma vigorosa manifestação no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Portal da CTB   29/10/2009 Os aposentados e pensionistas que realizaram uma vigorosa manifestação no]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CIC Live Sessions: On Lock ]]></title>
<link>http://cicmusic.wordpress.com/2009/10/30/cic-live-sessions-on-lock/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 02:37:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Don Shun San</dc:creator>
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<description><![CDATA[Crime in The City, CTB &amp; Creativity Unltd are proud to present to you this first edition of the ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Crime in The City, CTB &#38; Creativity Unltd are proud to present to you this first edition of the &#8220;CIC Live Sessions&#8221;.</p>
<p>Watch Montreal singer Uness and Rap Artists Oneshot and AK Tha Kid as they perform their Hit Single &#8220;On Lock&#8221;, real LIVE with The Crime in The City band.</p>
<p>One Love</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/lhcazn3Gw2M&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/lhcazn3Gw2M&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crise afetou mais os trabalhadores sem carteira, segundo o Dieese]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/10/29/crise-afetou-mais-os-trabalhadores-sem-carteira-segundo-o-dieese/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 21:10:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
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<description><![CDATA[do portal da CTB     As demissões feitas no Brasil em consequência da crise econômica atingiram prin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[do portal da CTB     As demissões feitas no Brasil em consequência da crise econômica atingiram prin]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[CTB lança campanha de valorização do servidor público]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/10/29/ctb-lanca-campanha-de-valorizacao-do-servidor-publico/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 15:47:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
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<description><![CDATA[do portal vermelho Na quarta-feira (28/10) comemorou-se o dia do Servidor Público, e a Central dos T]]></description>
<content:encoded><![CDATA[do portal vermelho Na quarta-feira (28/10) comemorou-se o dia do Servidor Público, e a Central dos T]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Fórum Sindical se reúne na sede da CTB em Brasília e reitera defesa da unicidade sindical]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/10/21/forum-sindical-se-reune-na-sede-da-ctb-em-brasilia-e-reitera-defesa-da-unicidade-sindical/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 13:10:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
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<description><![CDATA[do portal da CTB   20/10/2009 O Fórum Sindical dos Trabalhadores se reuniu nesta terça-feira (20), n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[do portal da CTB   20/10/2009 O Fórum Sindical dos Trabalhadores se reuniu nesta terça-feira (20), n]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Embriaguez ao volante (art. 306 do CTB): um erro atrás do outro]]></title>
<link>http://editorart.wordpress.com/2009/10/20/embriaguez-ao-volante-art-306-do-ctb-um-erro-atras-do-outro/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 13:52:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>RT2.0</dc:creator>
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<description><![CDATA[Luiz Flávio Gomes* Logo que entrou em vigor a Lei Seca (Lei 11.705/08 ), que alterou a redação do ar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><strong>Luiz Flávio Gomes*</strong></em><strong> </strong></p>
<p>Logo que entrou em vigor a Lei Seca (Lei 11.705/08 ), que alterou a redação do art. 306 do CTB (que cuida do crime de embriaguez ao volante), escrevemos que o legislador tinha cometido erro crasso ao fazer o que não devia ter feito (ele passou a indevidamente exigir 0,6 decigramas de álcool por litro de sangue para a caracterização do crime) e não fazer o que devia ter feito (só exigir a embriaguez do condutor do veículo e a direção anormal: direção em zig-zag, por exemplo). Fez o que <strong>não devia</strong> e não fez o que devia (ter feito). Produziu um péssimo texto legislativo. Não mediu as consequências nefastas que geraria, sobretudo a impunidade de incontáveis motoristas.</p>
<p>Levantamento feito na Justiça estadual de todo país (entre junho de 2008 e maio de 2009) constatou que 80% dos motoristas que se recusaram a se submeter ao teste do bafômetro ou a fazer o exame de sangue para verificar a quantidade de álcool por litro de sangue acabaram sendo absolvidos (Folha de S. Paulo de 17/9/09, p. C7). A lei que veio para endurecer, em virtude da sua patente deficiência, está gerando impunidade. Por quê?</p>
<p>Porque só existem duas formas de se comprovar a quantidade de álcool no sangue: exame de sangue ou bafômetro. Aliás, o bafômetro (etilômetro), a rigor, não mede a quantidade de álcool no sangue, sim, ele mede a quantidade de álcool por litro de ar. Por força do Decreto 6.488, que regulamentou o art. 306 do CTB, estabeleceu-se a equivalência. Seis decigramas por litro de sangue (exame de sangue) corresponde a três décimos de miligrama por litro de ar (exame pelo etilômetro ou bafômetro).</p>
<p>Ocorre que ambos exigem uma postura ativa do suspeito e ninguém é obrigado a fazer prova contra si mesmo (por força do princípio constitucional da não auto-incriminação), como vem sendo reconhecido pelo STF (HC 96.219/MG, RTJ 141/512, HC 68.742/DF).</p>
<p>Errou o legislador. E o grave problema é que os erros legislativos nunca ficam isolados. É um erro atrás do outro. O TJ/SC (Segunda Câmara, Ap. Criminal n. 3, Seara/SC), tentando corrigir o erro do legislador, passou a dispensar a prova da quantificação do álcool por litro de sangue. Ou seja: dispensou a comprovação de um requisito típico (algo inusitado em toda a história judiciária brasileira). Um erro crasso gerando outro erro crasso!</p>
<p>A AGU (Parecer de 20/7/09), no desespero de corrigir o texto legal, emitiu opinião no sentido de que a recusa ao exame do bafômetro gera o crime de desobediência (CP, art. 330). Outro grave erro! Se a recusa ao bafômetro é um direito constitucional e internacional (por força da Convenção Americana de Direitos Humanos, art. 8º, que encontra amparo no art. 5º, § 2º, da CF), quem exerce um direito pratica ato lícito e quem pratica ato lícito não comete crime. Não há que se falar no delito de desobediência. Fez bem a PRF em ignorar esse Parecer, na sua instrução normativa 03/2009 (O Estado de S. Paulo de 16/9/09, p. C5).</p>
<p>Com o intuito (ainda) de corrigir o texto legal (ou seja: a redação equivocada do art. 306), a Câmara dos Deputados está, neste momento, discutindo novo texto legal, para endurecer a lei seca. Pela proposta, a recusa ao bafômetro passaria a ser indício suficiente para a prisão do suspeito. Outro grave erro! Quem exerce um</p>
<p>direito não comete crime. E quem não comete crime não pode ser preso. Sempre que existe uma norma que autoriza uma determinada conduta, o que está autorizado por uma norma (no caso, internacional – art. 8º da CADH) não pode estar proibido por outra (nos termos da teoria da tipicidade conglobante de Zaffaroni e nos termos ainda da nossa teoria constitucionalista do delito, que sustenta a denominada tipicidade material).</p>
<p>Impressionante como um erro legislativo acaba gerando tantas polêmicas e tantos outros equívocos. Mas corrigir tudo é muito simples: é só aprovar nova redação para o art. 306 do CTB, exigindo tão-somente embriaguez ao volante e condução anormal (em zig-zag, por exemplo). É só isso e nada mais. Não há que se falar em taxa de alcoolemia (que é absurda porque cada pessoa reage de uma forma frente ao álcool). Cada um tem mais ou menos resistência ao álcool. Logo, o que importa é a embriaguez + direção anormal (que coloca em risco concreto a segurança viária). Faz-se urgente a atuação do legislador, mas no caminho correto.</p>
<address>*Diretor Presidente da <a href="http://www.lfg.com.br/public_html/" target="_blank">Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes</a></address>
<address></address>
<address>Fonte: <a href="http://" target="_blank">Portal Migalhas</a></address>
<p><strong>A RT Indica</strong></p>
<p>Confira algumas das principais obras do autor Luiz Flávio Gomes:</p>
<p>- Comentários à Reforma Criminal de 2009 &#8211; <span style="color:#225289;font-weight:normal;text-decoration:none;"><span style="color:#000000;">E</span><span style="color:#000000;"> à Convenção de Viena sobre o Direito dos Tratados (<a href="http://www.livrariart.com.br/?sub=produto&#38;id=18289" target="_blank">Saiba mais</a>)</span></span></p>
<p><span style="color:#225289;font-weight:normal;text-decoration:none;"><span style="color:#000000;">- Comentários à Convenção Americana sobre Direitos Humanos &#8211; Vol.4 2ºEd. (<a href="http://www.livrariart.com.br/index.php?sub=produto&#38;id=1347" target="_blank">Saiba mais</a>)</span></span></p>
<p><span style="color:#225289;font-weight:normal;text-decoration:none;"><span style="color:#000000;">- Criminologia &#8211; 6ªED. (<a href="http://www.livrariart.com.br/index.php?sub=produto&#38;id=2392" target="_blank">Saiba mais</a>)</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Take a guess at who got the keys!"]]></title>
<link>http://cicmusic.wordpress.com/2009/10/17/take-a-guess-at-who-got-the-keys/</link>
<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 22:50:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Don Shun San</dc:creator>
<guid>http://cicmusic.wordpress.com/2009/10/17/take-a-guess-at-who-got-the-keys/</guid>
<description><![CDATA[Crime in the City &amp; CTB are proud to give you the new Club Banger, &#8220;On Lock&#8221; featuri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">Crime in the City &#38; CTB are proud to give you the new Club Banger, &#8220;On Lock&#8221; featuring new Montreal street sensations OneShot, Ak Tha-Kid with electifying production and sensual vocalization by yours truly.</p>
<p style="text-align:center;">Listen:<br />
<object height="81" width="100%"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Fcicmusic%2Funess-ft-oneshot-ak-tha-kid-on-lock&amp;g=1&amp;"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed allowscriptaccess="always" height="81" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Fcicmusic%2Funess-ft-oneshot-ak-tha-kid-on-lock&amp;g=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"> </embed> </object></p>
<p style="text-align:center;">&#8212;-<strong>CLICK COVER FOR FREE DOWNLOAD</strong>&#8212;-</p>
<p style="text-align:center;"><a title="Uness Ft. OneShot &#38;amp; Ak-Tha Kid - On Lock by unessmusic, on Flickr" href="http://www.mediafire.com/download.php?d2ynwwdhjgt"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2776/4019290113_9f54618428.jpg" alt="Uness Ft. OneShot &#38;amp; Ak-Tha Kid - On Lock" width="267" height="263" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Who&#8217;s got it on lock? We will let you tell it&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Honduras: ato brasileiro exige fim do golpe e a volta de Zelaya]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/10/16/honduras-ato-brasileiro-exige-fim-do-golpe-e-a-volta-de-zelaya/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 14:35:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
<guid>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/10/16/honduras-ato-brasileiro-exige-fim-do-golpe-e-a-volta-de-zelaya/</guid>
<description><![CDATA[do portal vermelho Diversos movimentos sociais, entre eles o MST, a CTB (Central dos Trabalhadores e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[do portal vermelho Diversos movimentos sociais, entre eles o MST, a CTB (Central dos Trabalhadores e]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[10º jornal da CTB]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/10/15/10%c2%ba-jornal-da-ctb/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 01:41:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
<guid>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/10/15/10%c2%ba-jornal-da-ctb/</guid>
<description><![CDATA[View this document on Scribd]]></description>
<content:encoded><![CDATA[View this document on Scribd]]></content:encoded>
</item>

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