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	<title>cura &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/cura/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "cura"</description>
	<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 15:08:43 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Segue-me]]></title>
<link>http://artigosecronicas.wordpress.com/2009/11/25/segue-me/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 01:26:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sonia Costa</dc:creator>
<guid>http://artigosecronicas.wordpress.com/2009/11/25/segue-me/</guid>
<description><![CDATA[ (eu uso google imagens) Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Segue-me. E eu te darei repouso e som]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><address><a href="http://artigosecronicas.wordpress.com/files/2009/11/meachareis3.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-608" title="meachareis" src="http://artigosecronicas.wordpress.com/files/2009/11/meachareis3.gif" alt="" width="540" height="347" /></a></address>
<address></address>
<address> (eu uso google imagens)</address>
<address></address>
<p>Eu sou o caminho, a verdade e a vida.</p>
<p>Segue-me. E eu te darei repouso e sombra na tua caminhada.</p>
<p>Afastarei pedras e farpas de teus pés caminheiros.</p>
<p>Abençoarei tuas mãos de trabalhador.</p>
<p>Farei do trabalho o lazer e aprazimento de tua vida.</p>
<p>Segue-me.</p>
<p>***</p>
<p>Esperando sempre confiante.</p>
<p>Eu te darei a certeza da vida eterna e curarei as dúvidas que te flagelam.</p>
<p>Terás alegrias nos teus espaços, marcarás na terra caminhos de esperança.</p>
<p>O futuro se fará risonho e aberto aos que não vêem e crêem.</p>
<p>Segue-me.</p>
<p>***</p>
<p>Transformarei a tua vida e te levarei &#8220;a verdes pastos&#8221;.</p>
<p>Porei em tuas mãos o cajado do pastor e cuidarás do meu rebanho disperso.</p>
<p>Plantarás o trigo abençoado, o vinho da alegria e o linho da pureza.</p>
<p>Segue-me.</p>
<p>***</p>
<p>Eu te farei pescador de todos os errados e perdidos,</p>
<p>errantes pela terra.</p>
<p>Ele passava pelo mercado público, lá estava o publicano Levi,</p>
<p>com os seus livros e folhas de argila, cobrando aos mercadores</p>
<p>os tributos de César.</p>
<p>Jesus olhou, alcançou o íntimo profundo e reservado do publicano e disse:</p>
<p>Segue-me. Levi deixou suas pedras e números</p>
<p>e se fez discípulo ao lado do Mestre.</p>
<p>O pequeno Zaqueu, &#8220;homem baixo de estatura&#8221;,</p>
<p>queria ver o Mestre aclamado</p>
<p>e a multidão lhe tirava a visão.</p>
<p>Ele subiu numa árvore, queria ver, precisava ver o Cristo,</p>
<p>caminheiro nas terras da Judéia.</p>
<p>Jesus o viu antes que fosse visto e disse:</p>
<p>&#8220;Desce desta árvore, Zaqueu, que hoje a salvação entrou em tua casa.&#8221;</p>
<p>Zaqueu partilhou seus bens com os pobres e tomou seu lugar ao lado do Mestre.</p>
<p>Segue-me.</p>
<p>***</p>
<p>O Moço procurou Jesus. Tinha tudo e cumpria os preceitos.</p>
<p>Que mais poderia fazer para merecer das promessas?</p>
<p>Renuncia ao que tens e terás o dobro do que contas.</p>
<p>Pedro lançava suas redes.</p>
<p>O Mestre passou e disse: &#8220;Recolhe tuas redes</p>
<p>e eu te farei pescador de homens.&#8221;</p>
<p>Segue-me.</p>
<p>***</p>
<p>Jovens e adultos, eu vos darei o que debalde buscais com afã,</p>
<p>um pouco de felicidade.</p>
<p>Farei ver o que está dentro de cada um, templo e morada do Espírito Santo.</p>
<p>Eu vos darei os sete dons do espírito e vos sentireis pleno</p>
<p>da sabedoria da vida, que debalde procurais.</p>
<p>Farei ver a vossa própria razão de vida e de morte,</p>
<p>responderei às vossas indagações.</p>
<p>Segui-me.</p>
<p>***</p>
<p>Os que governam, os que comandam.</p>
<p>Darei ocupação aos desocupados, saúde aos enfermos,</p>
<p>inteligência aos ignorantes.</p>
<p>Eu vos farei a luz da candeia acesa que vai na frente</p>
<p>e aclara o caminho escuro.</p>
<p>Segui-me.</p>
<p>***</p>
<p>Juízes que repartis julgamentos, eu vos darei</p>
<p>a balança da equidade e a certeza do Direito.</p>
<p>Segui-me.</p>
<p>***</p>
<p>Advogado que reivindicas Justiças aos que dela, carentes,</p>
<p>têm fome e sede.</p>
<p>Médico. Eu te darei a melhor ciência de curar dores alheias</p>
<p>e suavizar a partida dos que se vão.</p>
<p>Segue-me.</p>
<p>***</p>
<p>Vós todos, homens da terra, encherei as vossas tulhas</p>
<p>eo trabalho de vossos braços será um cântico para o alto.</p>
<p>Segui-me.</p>
<p>***</p>
<p>Todas as perdidas do mundo eu vos darei vestes novas</p>
<p>de pureza e de brancura.</p>
<p>Segui-me.</p>
<p>***</p>
<p>Presidiário, busca-me na solidão da tua cela</p>
<p>e eu te levarei no caminho da recuperação e da Paz.</p>
<p>Estou encostado a ti. Procura-me com o coração</p>
<p>daquele salteador condenado, a quem perdoei todos os crimes</p>
<p>pela força do arrependimento a esperança da salvação.</p>
<p>Chama por mim. Ouvirei o teu clamor.</p>
<p>Tomarei nas minhas, tuas mãos armadas e farei de ti</p>
<p>um trabalhador pacífico da terra.</p>
<p>Segue-me.</p>
<p>***</p>
<p>Estou ao teu lado, sou tua sombra.</p>
<p>Abrirei os cárceres do teu espírito,</p>
<p>encherei de luz, não só tua cela escura,</p>
<p>senão, também, a cela escura do teu entendimento.</p>
<p>Segue-me.</p>
<p>***</p>
<p>Jovem, eu te livrarei do vício e do fracasso.</p>
<p>Da droga destruidora e te farei direito,</p>
<p>pelos caminhos entortados.</p>
<p>Segue-me.</p>
<p>***</p>
<p>Quem chama por mim não cansa nunca.</p>
<p>Quando tardo, estou no caminho.</p>
<p>Farei leve a tua cruz.</p>
<p>Um Simão Cirineu, porei ao teu lado.</p>
<p>Desalentados e descrentes.</p>
<p>Mulheres perdidas, viciados e criminosos.</p>
<p>Vos lavarei a todos na água do perdão,</p>
<p>se me procurardes de coração aberto.</p>
<p>Um ladrão, companheiro de minha cruz,</p>
<p>eu o levei ao Pai, pela força da Palavra &#8211; &#8220;Senhor, lembrai-vos</p>
<p>de mim, quando estiverdes com vosso Pai.&#8221;</p>
<p>Eu o limpei de todos os erros e lhe foi dada a salvação.</p>
<p>Presidiário, que, roendo paredes e pedras,</p>
<p>ganhas a liberdade e voltas de novo à prisão</p>
<p>que abristes com a pua da tua vontade.</p>
<p>Se me seguires, nunca mais voltarás à prisão, porque te porei nos meus caminhos.</p>
<p>Darei luz à tua cela escura e farei iluminada</p>
<p>a cela mais escura do teu espírito.</p>
<p>Segue-me.</p>
<p>***</p>
<p>Todos os perdidos da vida.</p>
<p>Não vim ao mundo para os que estão salvos,</p>
<p>e sim para os enfermos.</p>
<p>Farei de ti a candeia acesa,</p>
<p>guiando a caminhada dos cegos.</p>
<p>Senhor, os privilegiados, cerradas suas oiças</p>
<p>à palavra da renovação, davam-lhe as costas.</p>
<p>Não podiam suportar aquelas verdades da palavra nova,</p>
<p>e dissestes a um discípulo ao vosso lado:</p>
<p>&#8220;Tú também queres me deixar?&#8221;</p>
<p>Este respondeu:</p>
<p>&#8220;Senhor, aonde irei sem vós? Tendes palavras de Vida Eterna.&#8221;</p>
<p>Jesus, eu sou aquele cego, surdo e mudo.</p>
<p>Tropeço nos caminhos errados.</p>
<p>Minha fé é frágil, o mundo me domina,</p>
<p>sustentai a minha fé,</p>
<p>Senhor! Aonde irei sem vós?&#8230;</p>
<p> <a href="http://artigosecronicas.wordpress.com/files/2009/11/coracoralina-cor.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-610 alignleft" title="coraCoralina cor" src="http://artigosecronicas.wordpress.com/files/2009/11/coracoralina-cor.jpg?w=150" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#8220;Segue-me&#8221; em: <span style="text-decoration:underline;">Vintém de cobre</span>: meias confissões de Aninha. de Cora Coralina.</p>
<p style="text-align:right;">Postado em: 25/11/2009</p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://artigosecronicas.wordpress.com/files/2009/11/barraanjos1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-611" title="barraanjos" src="http://artigosecronicas.wordpress.com/files/2009/11/barraanjos1.png" alt="" width="320" height="46" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[27 de Novembro dia Nacional do Combate ao Câncer]]></title>
<link>http://odontoblogbrasil.com/2009/11/25/27-de-novembro-dia-nacional-do-combate-ao-cancer/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 22:49:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>odontoblogbrasil</dc:creator>
<guid>http://odontoblogbrasil.com/2009/11/25/27-de-novembro-dia-nacional-do-combate-ao-cancer/</guid>
<description><![CDATA[NOVEMBRO ROSA ABRACE ESSA CAUSA Neste dia 27 de novembro estaremos celebrando o dia Nacional do Comb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2><span style="color:#ff00ff;">NOVEMBRO ROSA ABRACE ESSA CAUSA</span></h2>
<p style="text-align:justify;"><em>Neste dia 27 de novembro estaremos celebrando o dia Nacional do Combate ao Câncer de mama e o Odontoblogbrasil não poderia ficar de fora desta iniciativa.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Um projeto internacional elaborado pela <strong><a href="http://www.globalkomen.org" target="_blank">ONG </a></strong></em><em><strong><a href="http://www.globalkomen.org" target="_blank">Susan G. Komen for the Cure</a></strong></em><em>, apoiado pelo M.D. Anderson e pelo<a href="http://ww5.komen.org/"><img class="alignright size-full wp-image-1660" src="http://odontoblogbrasil.wordpress.com/files/2009/11/komenlogo_small.jpg" alt="" width="149" height="80" /></a> departamento de estado americano, tem como objetivo ampliar esforços para diminuir a incidência e mortalidade da doença que atinge anualmente<strong> 1 milhão de mulheres no mundo</strong>, por meio de capacitação e conscientização da população. </em></p>
<p style="text-align:justify;">A <em>Iniciativa Global para Conscientização Nacional do Câncer de Mama da <a href="http://www.globalkomen.org" target="_blank">Susan G. Komen for the Cure</a></em><a href="http://www.globalkomen.org" target="_blank"> </a>é administrada pelo Institute of International Education (IIE) West Coast Center e implementada em colaboração com parceiros locais em nove países: <strong>Brasil, Costa Rica, Jordânia, México, Panamá, Romênia, Arábia Saudita, Ucrânia e Emirados Árabes Unidos</strong>.</p>
<p><strong><span style="color:#ff00ff;">A principal meta dessa iniciativa revolucionária é criar uma rede global dinâmica de ativistas dedicados, com as qualificações, o conhecimento e a visão necessários para representar um papel estratégico na formação da resposta de seus países ao câncer de mama. </span></strong></p>
<p>O Brasil terá, em 2009, quase 50 mil novos casos de câncer de mama, de acordo com estatísticas do INCA.</p>
<p>No mundo todo, anualmente, 1 milhão de mulheres recebe o diagnóstico da doença. Em virtude deste cenário, em que o câncer de mama tornou-se uma doença global, renomadas instituições têm se reunido mundo afora para combater o problema e, principalmente, trabalhar a prevenção da doença por meio de <strong>ações educacionais e de conscientização</strong>. </p>
<p style="text-align:justify;">Por meio do treinamento “Caminhos para a Cura”, a ONG está capacitando voluntários de diferentes países, oferecendo-lhes estratégias e ferramentas, para que possam criar programas sustentáveis de educação e conscientização para o câncer de mama.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-1661 aligncenter" title="novembro-rosa" src="http://odontoblogbrasil.wordpress.com/files/2009/11/novembro-rosa.jpg" alt="" width="468" height="60" /></p>
<p>O <strong><a href="http://www.einstein.br" target="_blank">Hospital Israelita Albert Einstein</a></strong> é a instituição responsável por sediar, apoiar e organizar todo o treinamento e capacitação das equipes que trabalharão junto às comunidades carentes de São Paulo, São Caetano do Sul, Porto Alegre e estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Estas são as cidades selecionadas para a implementação deste projeto dadas as altas taxas de incidência e mortalidade por câncer de mama. A Iniciativa conta ainda com um Comitê Diretor composto por instituições de referência no tratamento e prevenção do câncer, como o <a href="http://www.hcanc.org.br/" target="_blank">Hospital do Câncer A.C. Camargo</a>, <a href="http://www.ibcc.org.br/" target="_blank">Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC)</a>, <a href="http://www.abcancer.org.br/" target="_blank">Associação Brasileira do Câncer</a>, <a href="http://www.femama.org.br/" target="_blank">Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama)</a>, <a href="http://www.setoque.org.br/" target="_blank">Instituto Se Toque</a>, <a href="http://www.microsoft.com/pt/br/default.aspx" target="_blank">Microsoft</a>, <a href="http://www.fosp.saude.sp.gov.br/" target="_blank">Fundação Oncocentro</a>, Hospital Perola Byington, Sociedade Franco Brasileira de Oncologia, Sociedade Brasileira de Mastologia, GE, entre outros.</p>
<p>“No Brasil, o câncer de mama é o que mais causa mortes entre as mulheres e, provavelmente, o mais temido por elas, dado a sua alta frequência e, principalmente, pelos efeitos psicológicos que impactam na percepção da sexualidade e na própria imagem pessoal da mulher. Entretanto, apesar de ser considerado um câncer de prognóstico relativamente bom, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas no Brasil, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada tardiamente. Por isso, uma iniciativa como esta impactará de forma extremamente positiva no número de diagnósticos precoces, além de propagar formas eficazes de prevenção”, explica Auro Del Giglio, gerente do Programa de Oncologia do <a href="http://www.einstein.br" target="_blank">Hospital Israelita Albert Einstein </a>e um dos responsáveis pelo desenvolvimento do projeto no Brasil.</p>
<p>Além do Brasil, a iniciativa reúne também convidados da Costa Rica, México, Jordânia, Romênia, Arábia Saudita, Ucrânia e Emirados Árabes Unidos que, juntos, trabalham para fortalecer as potencialidades nas cidades escolhidas, focadas nas ações de conscientização, prevenção, defesa dos direitos da mulher, pesquisa e treinamento, entre outras.</p>
<p><strong><a href="http://www.globalkomen.org/PT/Website/what-we-do.htm"><img class="aligncenter size-full wp-image-1662" src="http://odontoblogbrasil.wordpress.com/files/2009/11/graphic-global-7arevised.jpg" alt="" width="600" height="87" /></a>Iniciativas que já estão ocorrendo no Brasil </strong></p>
<p style="text-align:justify;">Um grupo seleto de aproximadamente 120 pessoas &#8211; formado por líderes e voluntários de ONGs, médicos, advogados, estudantes de medicina, de enfermagem e sobreviventes do câncer de mama &#8211; já estão participando do treinamento oferecido pela <a href="http://ww5.komen.org/" target="_blank">ONG Susan G. Komen for the Cure</a>, que trabalha sob cinco aspectos, além da parte prática em que os participantes fazem o levantamento de dados de uma comunidade carente para a criação de um plano estratégico relacionado ao câncer de mama:</p>
<ul>
<li>1. <strong>Avaliação do perfil da comunidade a ser abordada nas ações práticas:</strong> realização do levantamento dos principais serviços e recursos disponíveis na comunidade em saúde da mama, na análise das principais necessidades em saúde da mama e na identificação dos pontos de defasagem em educação e demais recursos.</li>
<li>2. <strong>Desenvolvimento de voluntariado e organização:</strong> criação uma rede dos pessoas que desejam trabalhar em nome da causa dentro da comunidade</li>
<li>3. <strong>Conscientização e educação:</strong> identificação dos pontos de defasagem que necessitam ser alcançados com campanhas de conscientização.</li>
<li>4. <strong>Captação de recursos:</strong> levantamento de fundos a través de concessão, eventos e patrocínio</li>
<li>5. <strong>Advocacy:</strong> utilização de ferramentas necessárias para identificar e preencher os pontos de defasagens da estratégia do advocacy (defesa ativa). Os participantes aprendem a desenvolver um plano para chegar até os responsáveis pela tomada de decisões chave; construção de uma rede de suporte; e como fazer o seguimento com retorno de resultados positivos.</li>
</ul>
<p>A equipe brasileira é coordenada pela gerente do projeto Luciana Holtz, psico-oncologista e especialista em Bioética, presidente do portal Oncoguia e pela psico-oncologista e socióloga Maria Teresa Veit, responsável por adaptar o treinamento à realidade brasileira e treinar os participantes.</p>
<p><strong>Segunda Etapa do Projeto</strong></p>
<p>No segundo ano do projeto, a Iniciativa Global lançou o Programa de Incentivo a Projetos Comunitários que incentiva os participantes graduados no Caminhos para a Cura a escreverem projetos focados nas defasagens identificadas nas comunidades estudadas durante o curso. Projetos já estão em andamento em São Paulo, Porto Alegre e agora, no Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>ONG Susan G. Komen for the Cure</strong></p>
<p>É a maior rede popular mundial de sobreviventes do câncer de mama e de ativistas que lutam para salvar vidas, envolver pessoas, garantir tratamento de qualidade para todos e estimular a ciência para a descoberta de curas. Nos últimos 25 anos, a Susan G. Komen for the Cure teve um papel crítico em cada importante progresso na luta contra o câncer de mama, transformando como o mundo aborda e trata a doença, além de ajudar a transformar milhões de pacientes em sobreviventes da doença. Em 2007, a Komen investiu US$ 2 bilhões em pesquisa e programas com o objetivo de reduzir drasticamente a incidência do câncer de mama e as mortes resultantes da doença. De acordo com a Komen, mais de 25 milhões de mulheres podem ser diagnosticadas com câncer de mama nos próximos 25 anos. Cerca de 70% desses casos ocorrerão em países em desenvolvimento, incluindo 30 países da África do Sul e da Ásia.</p>
<p>O Odontoblogbrasil apoia esta iniciativa e orienta as leitoras que consultem seu Ginecologista a cada 6 meses para a realização dos exames de rotina e que façam o Auto Exame, para diagnóstico precoce do câncer de mama. O melhor momento para o auto exame é de 7 a 10 dias após o término da menstruação, mas voce deve realizar de forma periodica.</p>
<p>Veja como é facil fazer o auto exame:</p>
<ul>
<li>Levante o braço direito. Palpe sua <strong>mama direita</strong> com os dedos indicador, médio e anelar da <strong>mão</strong> <strong>esquerda,</strong> fazendo movimentos circulares a partir do mamilo até a axila.</li>
<li>Agora levante o braço<strong> esquerdo</strong> e repita a palpação com a <strong>mão direita</strong> na <strong>mama esquerda</strong></li>
<li>Faça ainda um movimento de espremer os mamilos. Voce deve procurar caroços (nódulos), retrações da pele ou secreções mamilares existentes.</li>
<li>Mediante a qualquer sinal de alerta Procure um MASTOLOGISTA ( médico especialista em mamas)</li>
</ul>
<p>O auto exame não substitui o exame clínico feito pelo médico especialista e nem a mamografia, que é o principal método de detecção precoce do câncer de mama.</p>
<p>Previnir é sempre o melhor caminho! Para maiores detalhes sobre o Auto exame das mamas consulte o site do <a href="http://http://www.ibcc.org.br/indexSite.htm" target="_blank">IBCC </a> no item auto exames.</p>
<p>Gostou do post deixe seu comentário a seguir.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal;margin:15pt 0;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[.*. Depressão ? Liberte-se! .*. - by Natalie Wiese]]></title>
<link>http://portalluzesentidos.wordpress.com/2009/11/25/depressao-liberte-se-by-natalie-wiese/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 12:57:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>nataliewiese</dc:creator>
<guid>http://portalluzesentidos.wordpress.com/2009/11/25/depressao-liberte-se-by-natalie-wiese/</guid>
<description><![CDATA[A sensação de um indivíduo depressivo é de ter suas próprias asas cortadas. Você as têm, mas não pod]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<div><span style="color:#800080;">A sensação de um indivíduo depressivo é de ter suas próprias asas cortadas. Você as têm, mas não pode mais voar.</span></div>
<div><span style="color:#800080;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#800080;"> O stress e o ressentimento se acumulam, e o abandono é tanto que você perde a felicidade pela vida, e se fecha no </span></div>
<div><span style="color:#800080;">no seu mundinho,  escravo de seu próprio aprisionamento mental e emocional&#8230; sem motivação alguma, totalmente passivo e deprimido.</span></div>
<div><span style="color:#800080;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#800080;">A Depressão é  um lugar dentro que ti&#8230; Esse lugar que você abandonou interiormente  e culpa o lado de fora por estar assim. </span></div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-397" title="asas" src="http://portalluzesentidos.wordpress.com/files/2009/11/asas.jpg" alt="" width="224" height="260" /></p>
<div><span style="color:#800080;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#800080;"> Muitas vezes, culpamos a Deus por estar assim.  Em momentos de raiva perguntamos: &#8211;  Porque tanta coisa ruim acontece comigo? Justo eu? O que fiz para merecer essas desgraças? O que eu fiz para Deus me castigar tanto? </span></div>
<div><span style="color:#800080;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#800080;"> Mas ao invés de tentar curar a dor, você se enfoca em se afogar mais e mais no poço sem fundo e culpar o lado de fora por seu sofrimento interior. Até o ponto de não conseguir mais sair do poço sem fundo e reprimir mais ainda todo esse sentimento acumulado. </span></div>
<div><span style="color:#800080;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#800080;"> A  Repressão dos sentimentos é a origem da Depressão! Quanto mais você os ignora e os reprime para dentro de si, mais depressão é acumulada em seu interior. </span></div>
<div><span style="color:#800080;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#800080;"> Se você não expressa sua raiva, sua dor, continua engolindo o que as pessoas dizem, você acumula mais e mais dor com essa dificuldade de não expressar seus sentimentos. </span></div>
<div><span style="color:#800080;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#800080;"> Essa dor muitas vezes se reflete no físico, causando doenças:  em forma de enxaquecas, úlceras, gastrites, inflamações</span></div>
<div><span style="color:#800080;">abdominais, etc.. Tudo isso devido ao acumulo de stress! </span></div>
<div><span style="color:#800080;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#800080;"> <span style="text-decoration:underline;">Como expressar meus sentimentos mais intensos (raiva, ódio, stress&#8230;) sem machucar os outros</span><span style="text-decoration:underline;"><span style="text-decoration:none;">?</span></span> Existe uma forma que aprendi e vou compartilhar com vocês&#8230;</span></div>
<div><span style="color:#800080;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#800080;"><span style="text-decoration:underline;"> Exercício</span>: pegue um travesseiro ou uma manta. Grite, chore (abefe com o travesseiro) e dê socos, bata o travesseiro em um colchão!  Desconte sua raiva, seu sofrimento, seu passado!  E tira tudo isso de dentro de você! E após o alivio (realmente ficamos aliviados), tudo se acalma. Assim você não  machuca a sí mesmo e nem molesta o outro (com palavrões, agressões etc.).  Assim, você será capaz de voltar a atenção para si mesmo e se concentrar no que realmente é importante. Deixar seus sentimentos saírem e depressão ir embora.</span></div>
<div><span style="color:#800080;"> </span></div>
<div><span style="color:#800080;"> Muitas pessoas &#8220;adoram&#8221; estar deprimidas pois esse hábito já faz parte delas, e elas não querem abandonar esse &#8220;falso eu&#8221; que elas se identificam tanto e viciaram em sofrer.</span></div>
<div><span style="color:#800080;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#800080;"> Mas a cada momento você pode Soltar, Desapegar e Escolher. Em um momento de sofrimento ao observar que essa onda  vai te engolir novamente&#8230;você escolhe o Amor e Solta!!  Escolhe viver o momento Presente e nele não há dor. E escolhe o Amor novamente. É questão de se observar e praticar a escolha. </span></div>
<div><span style="color:#800080;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#800080;"> Lembre-se que nós não somos os nossos sentimentos, sofrimentos, dramas de nossas vidas, e nem a voz dentro de nossa cabeça! Somos Amor e Consciência! Somos a voz que observa a mente! A mente nos prega peças, ela te convence que sofrer é bom, e o Coração diz que ser livre disso é melhor ainda! </span></div>
<div><span style="color:#800080;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#800080;">Nós somos mais que tudo! Somos amor e sempre seremos! Se concentre no momento presente, no agora, conecte-se ao seu coração e veja que não há sofrimento algum. O sofrimento não existe e ele não faz parte de você pois não é real&#8230;</span></div>
<div><span style="color:#800080;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#800080;">Reflita &#8211; Eu Sou aquilo que Escolho. Tenho o poder de escolher a cada segundo. Eu escolho: Amor!</span></div>
<div><span style="color:#800080;">Você  sempre pode Escolher sair do fundo do poço a qualquer momento e voltar ao seu Coração!</span></div>
<div><span style="color:#800080;">Ser apenas você, em sua melhor &#8220;versão&#8221; possível a cada momento!</span></div>
</div>
<div><span style="color:#800080;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#800080;">Luz  e Amor &#8211; Natalie Wiese</span></div>
<div></div>
<div><span style="color:#800080;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#000080;"><span style="color:#800080;">Escolhi um Vídeo da Whitney Houston atual, pois ela depois de inúmeras vezes depressiva e depois de cair e voltar diversas vezes com drogas, dramas, casamento infeliz etc, e deu a volta por cima e se permitiu mais uma chance.</span></span></div>
<div><em><span style="color:#800080;">I Didn&#8217;t Know My Own Strength</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Whitney Houston</span></em></div>
<div><span style="color:#000080;"><span style="color:#800080;"><br />
</span> </span></div>
<div><em><span style="color:#800080;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/LlRBhw6BHgo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/LlRBhw6BHgo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></span></em></div>
<div><em><span style="color:#000080;"><span style="color:#800080;"><br />
</span> </span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Perdi o contato com minha alma</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Não tinha pra onde me voltar, não tinha pra onde ir</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Perdi o rumo do meu sonho, achei que seria o meu fim</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Eu achei que nunca conseguiria</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Eu não tinha esperança para aguentar</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Eu achei que iria quebrar</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Eu não conhecia minha própria força</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#000080;"><span style="color:#800080;"><br />
</span> </span></em></div>
<div><em><span style="color:#800080;">E eu acabei e eu caí</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Mas eu não não me despedacei</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Eu atravessei toda a tristeza</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Eu não conhecia minha própria força</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Sobrevivi às minhas horas mais negras</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Minha fé me manteve viva</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Eu me reergui novamente</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Mantive minha cabeça erguida</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Eu não fui feita pra se quebrar</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Eu não conhecia minha própria força</span></em></div>
<div><em><span style="color:#000080;"><span style="color:#800080;"><br />
</span> </span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Houveram tantas vezes</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">que eu me perguntava como iria passar a noite</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Eu achei ter levado tudo que eu podia</span></em></div>
<div><em><span style="color:#000080;"><span style="color:#800080;"><br />
</span> </span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Eu não fui feita pra se quebrar</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Eu não conhecia minha própria força</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Eu não fui feita pra se quebrar</span></em></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="color:#800080;">Eu conheci minha própria força</span></em></div>
<div><em><span style="color:#800080;"><br />
</span></em></div>
<div><em><span style="color:#000080;"><span style="font-style:normal;">
<p>&#160;</p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="color:#800080;"><span style="font-style:normal;">Achei interessante essa abordagem de Osho sobre anular a tristeza com a raiva e vice-versa. Enfim é mais um ponto de vista para reflexão e ação.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="color:#800080;"><span style="font-style:normal;">OSHO diz</span> – “Não fique triste, fique irritado!”</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="color:#800080;">A raiva e a tristeza são a mesma coisa. A tristeza é raiva passiva e a raiva é tristeza ativa. É difícil para uma pessoa triste ficar irritada.</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="color:#800080;">Se você conseguir se irritar em vez de ficar triste, sua tristeza desaparecerá imediatamente. Da mesma forma, é muito difícil uma pessoa irritada ficar triste. A tristeza é um antídoto para a raiva.</span><span style="color:#800080;"> </span></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="color:#800080;">Em todas as nossas emoções permanece uma polaridade básica &#8211; homem e mulher, yin e yang, macho e fêmea. A raiva é um sentimento masculino e a tristeza, um sentimento feminino.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><em><span style="color:#800080;"><a href="http://portalluzesentidos.wordpress.com/files/2009/11/furios4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-396" title="200189739-002" src="http://portalluzesentidos.wordpress.com/files/2009/11/furios4.jpg" alt="" width="268" height="270" /></a><br />
</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="color:#800080;">Assim, se você estiver em harmonia com a tristeza, será difícil deslocar-se em direção à raiva, mas eu gostaria que você tentasse. Coloque-a para fora, deixe-a agir. Faça o que for necessário, mas coloque a raiva para fora!</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="color:#800080;">Se você puder oscilar entre a raiva e a tristeza, conseguirá uma transcendência sobre elas e poderá, então, observar os jogos e escaramuças desses dois sentimentos e ir além de ambos.</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="color:#800080;">Mas, primeiro, você precisa se mover com facilidade nesse cenário. Caso contrário, a tendência é que você se entristeça &#8211; e isso dificulta a transcendência.</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="color:#800080;">Lembre-se de que quando duas energias opostas são semelhantes &#8211; uma é o espelho da outra &#8211; é muito fácil se livrar delas. Na medida em que a tristeza e a raiva lutam entre si, acabam se anulando mutuamente &#8211; o que o deixa livre para sair desse círculo vicioso.</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="color:#800080;">Mas se houver 70% de tristeza e 30% de raiva, as coisas se tornam muito difíceis porque isso significa que restarão 40% de tristeza e, nesse caso, você não poderá sair da situação com facilidade. Esses 40% ficarão dentro de você.</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="color:#800080;">Essa é uma das leis básicas sobre as energias interiores: deixe as polaridades opostas entrarem em equilíbrio para que você possa escapar despercebido. É como se as pessoas estivessem tão entretidas umas com as outras que nem percebem que você escapuliu.</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="color:#800080;">O importante é transformar isso em um exercício diário &#8211; não espere que a raiva ou a tristeza apareçam. Fique irritado diariamente: pule, movimente-se, grite e coloque suas emoções para fora.</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="color:#800080;">Ao conseguir expressar a raiva pela raiva, aparentemente sem motivos, você ficará muito feliz, pois se sentirá livre. Do contrário, mesmo a raiva é controlada pelas situações, não por você. Se não puder fazê-la surgir, como a deixará partir?</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="color:#800080;">No começo pode parecer um pouco estranho, porque você sempre acreditou na teoria de que a raiva é o resultado de um insulto ou da ação de outra pessoa. Isso não é verdade. A raiva sempre esteve lá, esperando por uma &#8220;desculpa&#8221; para vir à tona.</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="color:#800080;">Por isso, encontre uma desculpa para si mesmo: imagine uma situação que o deixaria louco de raiva. Fale com a parede, xingue, grite, perca a cabeça &#8211; a parede logo estará rebatendo cada xingamento. Você tem que trazer a raiva e a tristeza para o mesmo patamar, de maneira que elas se anulem mutuamente. Só então você se sentirá livre.</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="color:#800080;">O filósofo grego Georges Gurdjieff costumava dizer que esse era o caminho do homem &#8220;esperto&#8221; &#8211; colocar as energias internas em tamanho conflito que elas lutem entre si e se anulem, de forma que você possa escapar.</span></em></p>
<p></span></span></em>
<p>&#160;</p>
</div>
<p><span style="color:#000080;"><span style="color:#800080;">Vídeo -Isha &#8211; Libertando-se da Depressão </span></span></p>
<p><span style="color:#800080;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/MN1IVVjvQ8Y&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/MN1IVVjvQ8Y&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="color:#800080;"> </span></em></p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal"><em><br />
</em></p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trecho XVI - O sonho de Theo (Infidèle)]]></title>
<link>http://osdiasextraordinarios.wordpress.com/2009/11/25/trecho-xvi-o-sonho-de-theo-infidele/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 10:55:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andante</dc:creator>
<guid>http://osdiasextraordinarios.wordpress.com/2009/11/25/trecho-xvi-o-sonho-de-theo-infidele/</guid>
<description><![CDATA[O artista tende a ver o que pinta ao invés de pintar o que vê. E. H. Gombrich Leia O diário dos dias]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><em>O artista tende a ver o que pinta<br />
ao invés de pintar o que vê.</em></p>
<p style="text-align:right;">E. H. Gombrich</p>
<p style="text-align:left;">Leia <strong>O diário dos dias extraordinários</strong> completo</p>
<p style="text-align:left;">acessando o <a href="http://osdiasextraordinarios.wordpress.com/indice/" target="_self">índice</a> disponível no cabeçalho acima.</p>
<p>Obrigado, desfrute!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/1Lnhhr6pDqc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/1Lnhhr6pDqc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Uma amiga – dentre muitos talvez que aqui vêm e dão só uma olhadinha &#8212; está decepcionada com <em>O diário dos dias extraordinários</em>. Por conta deste nome, estava certa de que iria encontrar em <em>Oddde</em> os relatos de minhas viagens à Islândia ou à Polinésia, as semanas nos vales dos Himalaias percorrendo a antiga rota das caravanas da seda, visitando templos milenares e oásis, os dias numa aldeota em que pude crer estar na mítica Macondo, preso ali por conta de repetidas avalanches, meu acidente no Deserto do Atacama ou a travessia pela Patagônia. Nada disso está aqui, embora nada disso deixe de estar, pois não há um Andante sem todo o seu caminho, todo o percurso, todas as memórias de viagens. Em mim estão Dalsnibba e Uzungöl, as Grenadines e o Nubra Valley – e portanto, em cada uma destas linhas está a Índia e o Peru, a Rússia e o Alaska, embora poucas vezes eu mencione anedotas de viagem ao longo desta narrativa.</p>
<p>Porque aconteceu o meu encontro com Theo, e conviver com ele equivale a viajar – não só em sua extraordinária beleza, nem tanto pelo sotaque estrangeiro. Lembro que o Trecho I deste diário leva ironicamente o nome da canção de Perry Blake – <em>It’s just an ordinary day&#8230; Nothing much to laugh about, nothing much to cry about</em>&#8230; &#8211;, pois nunca pretendi outra coisa que não relatar o meu cotidiano de prática e minha convivência com Theo, de meditação e amor, o que para mim é suficientemente extraordinário – passar meus dias cultivando paz e não mais ansiedade, procurando a compreensão no mesmo lugar onde antes havia a impaciência, a compaixão no lugar da raiva, a alegria ao invés da angústia, a prática da liberdade onde antes praticava preferências, apego e aversão. Para mim, é suficientemente extraordinário beber chá e ao mesmo tempo beber nuvens e paz, e poder cultivar gratidão e desapego bebendo chá. E afinal beber chá, simplesmente. Como ensina o meu mestre, <em>as pessoas dizem que é milagre andar sobre a água; mas para mim o verdadeiro milagre está em andar pacificamente sobre a terra.</em></p>
<p>Parece-me extraordinário ter alguém no meu cotidiano com quem compartilhar a prática – que consiste basicamente em viver com plena consciência, todos os momentos, em todo lugar, caminhando até o banheiro, lavando a louça, falando com cuidado e ouvindo profundamente, ao telefone, pela internet ou pessoalmente. <em>Assistir nesta tela de computador estas manchinhas pretas tornando-se letrinhas, tornando-se uma voz que na minha mente, enquanto escrevo e crio, seria a minha voz, mas que na verdade neste momento é a sua voz, na sua mente, compartilhando esta narrativa</em>&#8230; Não me interessa acender velas e incenso ou recitar mantras – ressinto-me da prática formal, quando é superficial. Ela me constrange, desestimula, enfraquece, traz-me dúvidas e até embrutece. Como não sou obrigado a ela, a não ser no mosteiro quando posso pratica-la observando minha própria prisão, a partir dos meus julgamentos e aversão, tenho sido feliz, diligente e pacientemente praticando – e ao final do dia, ou mesmo ao final de um percurso de carro ou a pé, quando dou-me o tempo para relembrar todos os momentos do trajeto, e lembro-me inclusive dos meus estados de espírito, de mudanças de luz e temperatura, do meu fluxo de pensamentos, de uma coceira, da buzina ou do canto do pássaro – como um exercício de passar em revista a minha atenção e a concentração, e como a mantive e desenvolvi ou perdi a cada momento – e de repente dou-me conta do instante presente, no qual realizo tal exercício, e de que em minutos revivo o dia, e ao estar consciente da consciência alguma coisa se desliga e não mais há observador nem observado nem observação&#8230; Isso parece-me extraordinário!</p>
<p>Sempre vivi a vida extraordinária que nos é dada, mas a não ser em minhas viagens, raras vezes dando-me conta disso. Neste sentido, minha amiga tem razão – um diário dos dias extraordinários deveria ser um diário das minhas viagens: comer olhos e cérebro de carneiro na Grécia ou carne apodrecida de tubarão na Islândia, iguarias oferecidas ao estrangeiro e convidado de honra, este mesmo que no restante do tempo está vegetariano. Colocou-me porém numa nova trilha, que afinal desembocou na prática da plena consciência, a mãe de uma outra amiga, quando depois de ouvir meus relatos e ver as fotografias de uma viagem de alguns meses pela Capadócia, adentrando o território da antiga Babilônia ao longo das margens dos rios Tigres e Eufrates – <em>você viaja num estado de graça</em>, disse-me, referindo-se aos inúmeros perigos por que passava sem mazelas, os contratempos que ocorriam e quase magicamente se deslindavam, sem mais da minha participação nas soluções do que paciência e contemplação &#8212; relativamente poucos, em se pesando minha exposição durante essas viagens de expedição &#8211;, muitos deles corrigindo meu caminho em direção a rumos mais maravilhosos e ao encontro das pessoas mais extraordinárias&#8230; A mãe de minha amiga tinha razão, e ao me dar conta disso, resolvi viver o meu cotidiano também em estado de graça, e não mais aguardando pelas viagens. Desisti de ficar ansiando o ano inteiro pelo mês de férias, e a experiência de viver num estado de graça que me proporcionavam as viagens. Desisti de ficar esperando pela admissão no Paraíso pela porta dos fundos, e após um breve passeio pela ante-sala de novo ver-me despachado para o Inferno&#8230; Decidi viver no Paraíso todos os dias – e um dos primeiros degraus da prática foi libertar-me de conceitos de Paraíso e Inferno&#8230; Nem um nem outro extremo, há um estado de paz e alegria que suplanta os dois – coisa parecida com o que sentia na liberdade das minha viagens, mas mais constante, estável, e cotidiano. Decidi ser feliz, <em>aqui e agora</em>, e não mais esperar por um outro lugar melhor para ser feliz, o Monte Athos ou o Deserto de Gobi, e independer das condições ideais – das minhas idéias sobre felicidade &#8212; , para desfrutar isto&#8230; Cansei de esperar e depender de condições ideais de clima e temperatura e situação e pessoas e etcetera para ser feliz – um longo processo de liberação que ainda está em curso, e que já se associou ao percurso deste cadáver a caminho que sou.</p>
<p><a href="http://www.oficinadeastrologia.com/pg/lua" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-529" title="16- full moon trees overlay" src="http://osdiasextraordinarios.wordpress.com/files/2009/10/16-full-moon-trees-overlay.jpg" alt="16- full moon trees overlay" width="460" height="655" /></a><br />
Isto dito à minha querida amiga e leitora, que espero possa lidar bem com a frustração, foi o caminho do Inferno ao Paraíso que retracei, no elevador com Theo. Foi durante aquele breve percurso descendente que consegui resgatar o contato com meu centro, <em>the island whithin, inspirando, expirando, inspirando, expirando</em> – tive inclusive de fechar os olhos à beleza extraordinária de Theo, e talvez por isso ele não tenha feito outro comentário que não o elogio a Aquiles; também fechou os olhos e, creio, voltou-se à própria respiração. Quando saímos do elevador e atravessamos o hall em direção à noite fresca, envolvia-nos um renovador e aconchegante silêncio, no qual novamente eu podia ouvir as batidas do meu coração, vendo Ralph e <em>Il Rigoletto</em>, minha contrariedade e sentimentos de humilhação e vingança, todos, dissolvendo-se no espaço amplo da consciência; a temperatura de meu corpo arrefecendo e a rigidez dos músculos suavizada, à medida que eu deixava o Inferno onde me colocara. Teria sido excelente fazer este mesmo processo in loco, abandonar o próprio Inferno sem ter de abandonar o Inferno, deixar de estar no Inferno estando ainda no Inferno – mas daquela vez eu não conseguira, e tivera de deixar a festa para poder acalmar-me. Ao menos, sentia que nada daqueles sentimentos negativos e emoções aflitivas me acompanhariam por muito tempo, e se eu praticasse, se eu persistisse na prática, dissolvendo-os, provavelmente nenhum deles chegaria em casa comigo – não porque deles me esquecesse ou distraísse, mas porque os transformava. Theo, silencioso e pacífico a meu lado, parecia também disposto a isto, o que provocou-me um agradável contentamento e impeliu a convida-lo &#8212; O que você acha de fazermos meditação caminhando até em casa?</p>
<p>Vivemos uma fantasia. A minha, naquela noite, incluía os exuberantes jardins do prédio de Aquiles, com quase quarenta anos de existência – oposto do zen do meu edifício, estes eram luxuriantes, o pequeno bosque que se tinha de atravessar a partir do portão de entrada – um canto dele tendo sido desmatado nos anos recentes para a construção de uma guarita externa; por medidas de segurança e valorização do edifício, típicas da classe média entre apavorada e ávida, tinha morrido uma frondosa paineira &#8211;, tendo-se inclusive de cruzar uma pequena ponte sobre espelhos d’água, onde nadavam carpas e viviam rãzinhas que agora mesmo escutava. Tão alegre e satisfeito estava, na breve vitória sobre minha contrariedade, na companhia doce do deus adolescente, que voltou a invadir-me a mesma delícia de caminhar nos bosques outonais de Leh, no ar rarefeito que me deixava tanto mais alerta e impulsionava meu módulo de alta definição de percepção,  por entre regatos da água límpida de desgelo do Himalaia, enquanto o suave marulhar nos pequenos espelhos d’água enviou-me de volta à Patagônia chilena e as caminhadas circundando seus grandes lagos, às vezes cruzando-os em botes infláveis para nos aproximarmos das geleiras&#8230; E eu nem tinha deixado o meu bairro&#8230;</p>
<p>A prática é todo o tempo, em todo lugar, e quando não se mantém o <em>insight</em>, há que sempre recomeçar. Percebi a precariedade de meu contentamento, que não era muito mais do que a pobre euforia de ver-me livre da contrariedade experimentada durante a festa improvisada, achando-me enfim a sós e em paz com meu adorado amigo – percebi que havia confundido a constância da vela em relação ao esplendor dos fogos de artifício, e de novo vi-me em meio à fumaceira depois que o espetáculo colorido e ruidoso da minha falsa paz e do meu pífio silêncio foram interrompidos pelo celular de Theo. Por sua expressão percebi que não reconhecera o número que o chamava, e não se afastou de mim para falar, assim acompanhei um dos lados da conversa – Ah&#8230;. Oi, Philippe. É mesmo? Que bom! Não, eu não estou em casa. Você poderia deixar na portaria do meu prédio para mim? Hoje à noite? Estou de saída da casa de&#8230; um amigo – final da conversa, ouvi Theo dar o endereço do prédio de Aquiles ao tal Philippe, combinando de encontra-lo à frente – O cara de ontem&#8230; – esclareceu-me em seguida &#8212; Encontrou minhas chaves na casa dele, e quer devolver-me.</p>
<p>Foi assim que terminou minha fantasia de bosques nos vales dos Himalaias junto a lagos da Patagônia sob uma lua cheia que jamais vi tão forte quanto no deserto do Atacama ou do convés de um pequeno barco cruzando o Mediterrâneo&#8230; Vi nossa meditação caminhando descartada, não só porque Theo viera de bicicleta, mas porque vinha até ele o tal Philippe, o cara de ontem – <em>Uau, veja o que minha mente é capaz de produzir</em>!, havia-me ensinado a praticar um outro mestre, observando os fenômenos da mente e suas intricadas conexões, não me surpreendendo ao ouvir o nome Felipe manifestar-se mais uma vez naquele jardim, sendo que em muitas outras ocasiões havia sido eu mesmo a pronuncia-lo. Felipe era o nome do meu primeiro namorado, sobrinho de Aquiles. Não o via há alguns anos, pois atualmente mora no Canadá, e no entanto estava de novo aqui, neste jardim – nunca tendo deixado o espaço da minha consciência. Meu desconforto aumentou diante do eminente abandono por Theo, e a toda contrariedade da noite somava-se agora o fantasma de um amor interrompido, ou dois, ou mais, e de novo via-me afundar no pântano do meu Inferno da rejeição, por causa do Felipe e de Philippe.</p>
<p>Theo, no entanto, não se encontrava no mesmo lugar que eu, embora estivéssemos os dois nos jardins do prédio de Aquiles – O que tem ali? – perguntou, e antes que eu advertisse ser território proibido, a casa fantasma, vi-o desaparecer aos pulos, galgando os largos degraus que levavam ao primeiro cubo de concreto dos Jardins Suspensos da <em>Babylonia</em>, como Felipe e eu havíamos apelidado aquele canto do terreno – uma série de espaçosos cubos de concreto cercados de largas floreiras cheias de vegetação e onde até árvores cresciam, os cubos em diferentes alturas criando desníveis de patamares e abrindo clareiras em meio à vegetação. De dia, pelas rampas e não pelos degraus, algumas mães escalaram ali com seus bebês – atualmente, só se viam babás com os bebês das mães ausentes &#8211;, por isso o apelido de <em>Babylonia</em>. À noite, no entanto, nunca avistava-se ali nenhum morador, e assim nós descobríramos mais um lugar para namorar&#8230; Era portanto um terreno mal-assombrado para mim, aqueles cubos de concreto em meio ao bosque, e quase não tive coragem de sair no encalço de Theo – ainda não tendo percebido a chance que o deus adolescente me dava de fazer as pazes com meu próprio passado, nem tanto renovando as lembranças mas acrescentando uma outra, que eu ainda não imaginava qual seria&#8230; Algumas vezes, esquecia do poder curativo de Theo sobre mim, ou desacreditava dele.</p>
<p>Não diria que Theo tivesse escolhido o canto mais querido e dolorido das minhas memórias, pois não havia nenhum sítio naqueles cubos que Felipe e eu não tivéssemos desfrutado ao longo dos anos &#8212; Este lugar é mágico! – Theo exclamou, abrindo os seus metros de braços e ombros, acolhendo o universo, girando nos calcanhares como às vezes fazia, tendo escolhido dos patamares o mais alto e central, na vizinhança de um pau ferro, completamente envolto pela vegetação e longe da vista de quaisquer passantes. Ele estava tão feliz e exuberante que, se fosse alguém de quem eu gostasse menos, teria reagido com mágoa e rispidez para faze-lo dar-se conta e compartilhar do meu sofrimento. Em sendo Theo, desarmei-me, e tentei compartilhar de sua alegria radiante que o tornava formidavelmente belo.</p>
<p>Alguns dos cubos eram totalmente circundados por canteiros, com vegetação  típica dos anos setenta, avencas e aspargos ornamentais, samambaias taludas que havia atingido o porte de árvores, enquanto nuns outros havia bancos de madeira em nichos – e Theo havia se instalado neles, tendo tirado as sandálias e com elas coberto a luminária rente ao chão que lhe pareceu dar-nos iluminação excessiva, estirado sobre o banco, e instando-me a fazer o mesmo no banco do lado oposto. Eu estava pregado nos degraus que subiam até esse último cubo, vendo-o tão à vontade naquele espaço, desfrutando-o tão imediatamente – era uma de suas qualidades principescas com as quais iria me acostumar, uma imediata e natural intimidade e posse de tudo que gostasse e desejasse desfrutar &#8211;, e como num sonho sem clemência, metido em roupas minhas. <em>Veja o que minha mente é capaz de produzir</em>&#8230;</p>
<p><a href="http://www.oddee.com/item_94349.aspx" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-530" title="16- cave_light dark strokes" src="http://osdiasextraordinarios.wordpress.com/files/2009/10/16-cave_light-dark-strokes.jpg" alt="16- cave_light dark strokes" width="460" height="569" /></a></p>
<p>Demorei a apaziguar-me, e não colaborou a visão de Theo esparramado no banco, metro e meio distante de mim, na noite sensualmente agradável, envoltos pelo cicio de grilos, cigarras e alguns pássaros tardios, a escuridão assinalada pelo vôo iridescente dos insetos noturnos, o improvável coaxar de uma ou duas rãs em plena metrópole. Finalmente, fiquei descalço como Theo, e acomodei-me no banco, deitando de lado, na direção oposta à que ele havia escolhido, e como o meu amigo com o cotovelo dobrado sustentando a cabeça apoiada a uma mão, para que pudéssemos nos mirar confortavelmente. Theo encarou-me, sem esconder nada de sua satisfação com aquele lugar e momento, e em sua expressão deixando clara sua gratidão e a apreciação de minha companhia – e finalmente libertei-me, ao entender que Felipe tinha vindo em outro momento, antes para mim, e que retornaria depois como Philippe, então para Theo, mas agora havia só Theo e Andante, se eu não deixasse entrar mais ninguém. Então também para mim seria somente satisfação, gratidão e apreciação, que era o que de fato contava e existia – uma jaca podia despencar na minha cabeça a qualquer momento, ou poderia ter um infarto fulminante como geralmente ocorre com os homens em minha família, e diante desse pensamento sobre a minha própria brevidade afastaram-se o Felipe que cruzava o continente americano para assombrar-me na perspectiva do Philippe que cruzava a cidade para vir ao encontro de Theo – que, por sua vez, parecia perfeitamente instalado dentro da noite, só à espera da minha completa presença, pois ele já parecia identificar quando tinha em mim platéia que retribuísse, para criar um momento mágico.</p>
<p>&#8211; Posso te contar o sonho que tive, dormindo lá no seu apartamento? – Theo sorriu, secreto – Gostaria de acreditar que foi por causa da sua meditação&#8230; a sua onda amorosa que me invadiu&#8230; – percebi que no início de cada compartilhar, Theo sempre me incluía neles, o que era irresistível &#8212; Foi assim&#8230; Eu estava dentro de uma caverna da qual não podia divisar nenhuma parede, de tão longe que estavam, tão enorme era a caverna. E escura. Muito escura. Mas não completamente escura, pois de algum lugar vinha luz, que era a minha motivação para caminhar, buscando-a. Encontrava-me perdido, e estava completamente nu, sujo, faminto, exausto naquela busca. De repente, ouvi você me chamando. Você não dizia meu nome. Você me chamava diretamente. Eu não tinha um nome, eu não era alguém, então você me chamava diretamente, sem dizer nenhuma palavra. O seu chamado partia de mim mesmo, ecoando em mim, a partir de som nenhum. É difícil de descrever, como sempre, nos sonhos. Mas foi o chamado mais direto que já recebi. Não podia me equivocar. Fui seguindo na direção desse chamado silencioso. Descobri-me indo na direção da luz, que se intensificava. De repente enxerguei no meio da caverna uma enorme coluna de luz. A luz parecia irradiar-se do solo para cima, mas também do teto para baixo, de forma que era muito densa. Tive medo de me aproximar, mas o seu chamado sem palavras instigava-me. Não podia te enxergar, pois você estava dentro da coluna de luz, e eu ainda me encontrava na escuridão da caverna. Tive medo de adentrar, e então a sua mão alcançou-me no escuro e convidou-me a entrar&#8230; Dentro da luz, eu já não tinha mais a sensação de estar nu, talvez porque você estivesse nu também, então isso não era um problema&#8230; Ainda não te enxergava, pois a luz era muito intensa. Agora vamos subir a escada, você dizia, sem palavras, mas eu não enxergava escada nenhuma, só luz. Aqui é o primeiro degrau, e você tomava o meu braço e me ajudava a subir. Eu tinha medo, porque não conseguia enxergar a tal escada, e me parecia estar subindo no ar. Era aflitivo. Cada degrau era invisível, aquele onde eu estava e o próximo que devíamos galgar, então tinha medo de estar pisando num buraco. Só a sua presença me inspirava confiança, ainda que eu não pudesse te enxergar a meu lado. Podia sentir a sua presença. E assim fomos subindo degrau após degrau, os patamares invisíveis, vencendo o medo, galgando o ar, dependurados cada vez mais alto, escalando dentro da torre de luz&#8230; então comecei a ter receio de batermos contra o teto da caverna, do qual nos aproximávamos. Você seguia confiante, e eu tentava ter a mesma desenvoltura que você, e não demonstrar medo, embora me encolhesse. Finalmente, senti que estávamos atravessando o teto da caverna, que era só muito escuro mas afinal não era sólido.</p>
<p>Theo parou por um momento, e olhou-me, inclinando a cabeça de lado, para ver se eu prestava a atenção – e deve ter me encontrado fascinado, e também enternecido como sempre ocorria quando o via inclinar a  cabeça em dúvida, e continuou, estimulado:</p>
<p>&#8211; Estávamos numa catedral. Tipo gótica, com colunas muito compridas e  delgadas. Mas não havia bancos, e não me lembro do altar. Por toda parte o que havia era mesas, longas mesas de banquete, cobertas de todos os tipos de comida. Só então me lembrava que estava faminto, e me atirava à comida. Na catedral, perdi-me de você. Havia lá outras pessoas, comendo também, passeando por entre as mesas de banquete, mas era uma catedral tão enorme que as pessoas não encontravam umas às outras, e como havia comida em abundância, tampouco havia o quê disputar. De repente, me lembrava de você, e te chamava. Assim como eu, você não tinha nome, então não precisei dizer nada, simplesmente chamar diretamente. Você vinha imediatamente. Na verdade, você nunca tinha deixado o meu lado. Embora ainda não conseguisse enxergar você, mesmo que na catedral a luz fosse normal, filtrada pelas altas janelas. Comecei a entender que você e eu não éramos tão distintos, nem estávamos separados. Talvez você não estivesse a meu lado, mas dentro de mim, e por isso não conseguia te enxergar, porque estava procurando enxergar fora o que estava dentro&#8230; Não sei bem porque te chamei, talvez por não ter mais o que fazer ali naquela catedral de comidas, tendo me fartado. Você me convidava a prosseguir, e quando começávamos a caminhar o chão da catedral sob nossos pés, que parecia de pedra, dissipava-se como um nevoeiro, e nós estávamos descendo pela escada novamente, para dentro da caverna. Eu hesitava, com medo de deixar a catedral e a comida para trás, lembrando como era horrível sentir-me faminto. Você me encorajava a seguir, com um sorriso, que eu sentia mais do que enxergava, já que você permanecia invisível. Era impressionante descer dentro do ar, pisando nos degraus invisíveis. Tinha medo de cair, sentia vertigem. E você me acalmava. Quando chegávamos ao solo da caverna, você se encaminhava para fora da coluna de luz, e eu gritava que não, que era um erro, que não devíamos voltar para a escuridão! Você tomava minha mão e me conduzia. Que pavor senti, ao reentrar na escuridão. Olhe lá, ouvi, mesmo sem você dizer. E enxergava uma outra coluna de luz, majestosa, uns cem metros à nossa frente, e para lá nos encaminhávamos. Com aquelas duas colunas de luz, a caverna já não era tão escura, embora continuasse vastíssima, sem limites visíveis. E parecia que tínhamos ficado molhados da primeira coluna de luz, pois nós mesmos passáramos a emitir um tanto de luminosidade, de tal forma que caminhar na caverna já não era tão assustador. Deixamos uma torre de luz em direção à outra, caminhando muito devagar, mas sem hesitação. Adentramos o segundo espaço de luz, e de novo você nos conduziu escada acima, embora eu não enxergasse escada alguma. Eu tinha de vencer o medo a cada degrau, e esta escada parecia bem mais alta do que a outra&#8230; Uma vez mais, o teto da caverna abriu-se sobre nossas cabeças, e desta entramos num jardim maravilhoso, com árvores frutíferas e muitas flores, regatos, pássaros, muito sol&#8230; Eu já não sentia fome, mas as frutas pareciam se oferecer a mim, de tão coloridas, superfícies brilhantes como se tivessem sido polidas, refletindo a luz, adoráveis, macias, sedutoras. Tive a impressão de que todas as frutas estavam plenamente maduras e as flores todas completamente abertas. Estava inebriado pelos perfumes, pelas cores. Sentia o conforto do sol acariciando minha pele, e com um arrepio também uma brisa a envolver-me. Ouvia com perfeita clareza, como se usasse fones de ouvido, o som dos galhos agitando-se, do vôo dos pássaros e seus cantos, o regato murmurando&#8230;</p>
<p>Theo fez uma pausa longa. Talvez, como eu, desse conta do jardim em que nós estávamos, não muito distinto e menos distante do que seu jardim de sonhos, e da poça de luz em meio às sombras na qual nos encontrávamos, nos cubos de concreto por entre a vegetação como antes na caverna. Encarei-o, esperando pela continuação do sonho. Ele sorriu &#8212; Então o seu telefone tocou, e eu acordei – e finalmente riu, esparramando-se sobre o banco.</p>
<p>Theo queria a minha interpretação do sonho, já que sentia que eu era co-criador por diversas razões – além de estar nele, tinha acontecido em minha casa e “sob os eflúvios da minha meditação”.</p>
<p>&#8211; Sabe o que me lembrou? Ainda durante a sua narração&#8230; <em>The teachings on the Four Nutriments of the Mind</em>. A catedral dos alimentos, o jardim das impressões dos sentidos, e se o meu telefone não tivesse tocado, quem sabe onde você encontraria a sua volição, e ao fim ter algum insight de acesso à sua consciência&#8230; – mas Theo não conhecia estes ensinamentos do qual Thây havia falado tantas vezes em nossos retiros, e preferi assegurar que lhe enviaria o link para uma palestra a tentar dar algum outro esclarecimento, sempre precários da minha parte.</p>
<p><a href="http://commons.wikimedia.org/wiki/Cistercian_architecture" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-531" title="16- abadia constrast" src="http://osdiasextraordinarios.wordpress.com/files/2009/10/16-abadia-constrast.jpg" alt="16- abadia constrast" width="460" height="345" /></a><br />
No espaço aberto quando Theo em seguida recolheu-se a si mesmo, aproveitei para liberar a imagem de um sonho de muito tempo atrás, que súbito retornava. Vinha da época do início do namoro com Felipe, e portanto muito apropriado para este jardim. Depois de uma fila de mulheres, Felipe tinha sido o primeiro homem a vencer barreiras que eu reputava intransponíveis – até então, e com bastante agressividade, mandava embora qualquer carteiro, e à sua correspondência, acreditando que haviam errado de endereço – ou antes, de gênero. A insistência de Felipe, cuja aproximação e permanência a meu lado fora proporcionada por um projeto interdisciplinar entre nossas faculdades – eu em Arquitetura, ele em Engenharia &#8211;, tinha sido uma tremenda libertação, talvez a primeira e mais importante numa seqüência delas, quando eu ainda nem sonhava em manter qualquer prática espiritual. Ou melhor, à época eu só sonhava – e no meu sonho, calcado tanto numa cena de <em>O céu que nos protege </em>de Bertolucci, quanto numa semana em que percorrera a pé de mochila nas costas as rotas de Meteora, visitando cada um dos mosteiros impressionantemente construídos sobre os abismos das altas pedras, às vezes dormindo em bosques ao longo das estradas ou ao sopé dos dedos escarpados; no meu sonho encontrava-me à beira dum platô altíssimo, do qual podia enxergar uma planície desértica, vasta a perder de vista. A única coisa distinguindo-se de toda a areia era uma majestosa catedral, que eu sabia ser uma abadia cisterciense simplesmente por ser o meu estilo preferido, erguendo-se desafiadora e presunçosamente sólida e um tanto arrogante – como eu mesmo. Observava a <em>Catedral no Deserto</em> (assim aprendera a chamar aquele sonho) com grande contentamento – auto-enfatuação seria mais o sentimento – até que de repente ela ruía, ou implodia. Mas não havia estrondo, e não sobravam pedras quando desabava por completo – e no espaço que havia ocupado, erguendo-se no ar, continuava a distinguir-se o perfil perfeito da catedral, desenhado nos mínimos detalhes pela poeira que durante todos os anos havia assentado em suas superfícies, externas e internas. Divisava perfeitamente os pórticos, os frontões, os picos das torres, e também o altar, as colunatas – tudo finíssima e sutilmente desenhado no ar, mas sem densidade senão a da poeira, sem volume senão o traçado das linhas. A catedral de poeira e luz, onde antes estivera a de pedras. Não me lembro de susto ao assistir a catedral desabar, como se estivesse esperando por isso, nem me lembro de surpresa ao observa-la como um desenho de poeira suspenso no ar do deserto. Foi um sonho breve, e não me lembro se depois acrescentei detalhes, pois a ele voltei muitas vezes, tendo tornado a catedral de poeira praticamente indestrutível, sobrevivente de tempestades de vento e chuva, terremotos e incêndios que a lambiam mas não carcomiam, desafiavam mas não abalavam, cada vez mais sutil e portanto inatingível. Esse sonho representava a liberdade que conquistei através do meu relacionamento com Felipe, e de épocas em épocas retornava a ele como símbolo do meu perene processo de desconstrução.</p>
<p>O celular de Theo arrancou-nos de nossos bancos como ilhas de cismas – Tá bom, já vou sair – e numa seqüência aflitiva de sonho induzido por calmantes químicos ou dum torpor alcoólico, sem perceber bem como vi-me de repente na calçada em frente ao prédio de Aquiles – e simplesmente não agüentei a visão de Theo com o rapaz jovem e bonito com quem ele passara a noite anterior, o Philippe afinal. A eminência de meu amigo virar-se para mim e me dispensar para ir com o outro rapaz fez-me agir com brusquidão e quase rispidez, acreditando que, ao anunciar Já vou indo e me afastando pressuroso, estivesse agindo em legítima defesa. Dois minutos depois, passo após passo chafurdando no Inferno da minha rejeição, pisando em meus próprios calos com pés esfolados &#8212; uma chicotada em minha auto-comiseração, os freios da bicicleta de Theo estalaram junto a mim.<br />
&#8211; Por que você fez isso?<br />
&#8211; Fiz o quê?<br />
&#8211; Saiu correndo assim&#8230; – Theo tinha razão, provavelmente eu me pusera a correr sem nem me dar conta, pois percebi-me ofegante quando respondi:<br />
&#8211; Imaginei que você fosse querer ficar conversando mais tempo com o seu amigo&#8230;<br />
De repente, Theo jogou a bicicleta à minha frente, barrando meu caminho.<br />
&#8211; Quem foi que te machucou tanto para você agir assim? – ele procurava entender, e sua voz soava intencionalmente doce.<br />
&#8211; Ah, Theo&#8230; – era uma percepção profunda para um rapaz dessa idade, e senti-me agradecido por ver-me assim percebido, mas por despeito não quis reconhecer, e com desânimo desconversei  &#8212; &#8230;agora não&#8230;<br />
&#8211; Você achou que eu ia sair com o Philippe e te largar sozinho? – meu amigo tinha a prática de ser direto, da qual eu tanto fugia.<br />
&#8211; Eu nem sei quem é o Philippe&#8230; – mas desisti de fazer-me de desentendido e continuar tentando contornar meu próprio sofrimento – É, foi isso mesmo! Achei que você fosse com ele – e de ímpeto, já que estava num jorro insincero e forçado de sinceridade – Posso saber o que vocês combinaram?</p>
<p>&#8211; Nada. Não pretendo mais vê-lo – Theo encarou-me – Parece que ele continua aí com você, mas eu já larguei dele faz tempo&#8230; Na verdade, desde ontem à noite não pensei mais nele. E foi só por conta das chaves que tornei a revê-lo.</p>
<p>Lembrei-me da expressão do outro rapaz ao descer do carro e caminhar numa nuvem de admiração, expectativa e desejo até Theo – Acho que ele ficou pensando em você&#8230;<br />
&#8211; É. Ele me disse isso mesmo! Terá sido porque eu vomitei no quarto dele, depois que nós transamos? – Theo riu, e fez uma careta de nojo – Mas acho que ele se enganou comigo&#8230; – estava finalmente aborrecido – Ele devia ter ficado pensando em você, já que você fica pensando nele&#8230;<br />
&#8211; Desculpe, Theo.<br />
&#8211; Você se lembra do que te disse lá no meu apartamento, quando você falou do seu desejo por mim?<br />
&#8211; Acho que sim.<br />
&#8211; Acha? Quer que eu repita?<br />
&#8211; Você disse que não sentia desejo por mim – e como com o olhar, aceso e verdíssimo sob a lâmpada de segurança do prédio junto ao qual havíamos parado, ele me desafiasse a continuar – mas que talvez sentisse amor por mim – ele continuou a me instigar – E admiração, respeito.<br />
&#8211; E o que mais eu disse, ao nascente?<br />
&#8211; <em>Se quiser me amar, se puder</em>&#8230; – tinha as palavras gravadas em mim &#8212; <em>Você é bem-vindo e já é retribuído</em> – falei com muita emoção, minha voz tremendo.</p>
<p>&#8211; Não foi um arroubo de poesia, Andante – ele encolheu os ombros, à sua maneira tímida, na tentativa de ser menor, menos denso, menos belo e menos desejável talvez – Não sei mais o que dizer. Se você sente muito desejo por mim&#8230; Se você quiser transar comigo, isso não é problema. Transar para mim não é problema – surpreendi-me diante daquela liberdade que eu não conseguia ter &#8212; Dizer que não sinto desejo por você foi&#8230; inábil. É que sinto mais do que isso. Também sinto desejo. Você é um homem bonito. Mas meu irmão e meu pai também eram bonitos e eu não sentia desejo por eles – em seguida, fez um gesto de desdém com a mão, tão característico de alguns países europeus &#8212; E mesmo sem desejo, podemos transar, se você quiser. Já transei com homens e mulheres só porque eles me desejavam – pensei em Lissa, e sua intuição de que Theo era garoto de programa. O deus adolescente descia do pedestal e encarnava como ator pornô, com enorme experiência, de longa carreira. Ou talvez fosse um mentiroso compulsivo. Em minha confusão, pensei se deveria ter receio dele? &#8212; Para mim não é complicado. E também não é importante.</p>
<p>Depois viria a saber que uma fase de voracidade e experimentação sexual – na qual ele se encontrava ainda, embora arrefecida – tinha se seguido à tentativa de suicídio. Nada surpreendente – após o doloroso fracasso em anular-se, tentava agora abusar do dom de sua beleza esplêndida, sacrificando-a levianamente, ainda manifestando a revolta pela morte do irmão, a incompreensão que o levava algumas vezes a sentir desprezo pela própria vida, imerso na dor.  Mas àquela noite, ainda mal tocando Theo na superfície, apenas encarei-o desconfiado, julgando sua sinceridade pornográfica. A mente tem meandros, ou talvez sejam as tais sinapses, e das profundezas da minha brotou uma cena de <em>Shirley Valentine</em>, em que o amante grego esclarece à dona de casa britânica, numa demonstração de filosofia pós-moderna, que <em>Love is love, f”ck is f”ck</em>&#8230; – e pude finalmente rir de toda a nossa cena de rua. Meu jovem amigo não poderia ser mais claro, direto e seco – e nada poderia ser mais benéfico para mim.</p>
<p>&#8211; Desculpe, Theo.<br />
Sem dizer nada, ele se debruçou desde o selim da bicicleta e abraçou-me, e retribui o abraço, longamente, sem defesas, sem mágoas, sem ressentimentos, e grato pelo enfrentamento proposto por ele, que trazia esclarecimento.<br />
&#8211; Já te disse isso uma vez. Sinto que no Brasil as coisas não são às claras, e isso me angustia. Preciso que você esteja tranqüilo com a minha presença para eu poder estar bem na sua companhia.<br />
&#8211; Obrigado, Theo. De verdade. A sua clareza é a minha clareza.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-533" title="SombrasAvignonVeloburn" src="http://osdiasextraordinarios.wordpress.com/files/2009/10/sombrasavignonveloburn.jpg" alt="SombrasAvignonVeloburn" width="459" height="669" /></p>
<p>Empolgado com minha reação, Theo propôs um <em>gioco</em> para substituir nossa meditação caminhando, já que ele voltaria de bicicleta – pensou que poderíamos esclarecer o que mais houvesse emperrado ou estivesse obscuro na nossa amizade, e a forma como imaginou foi um de nós escolher um assunto difícil, conversarmos brevemente e então nos separaríamos, pois eu continuaria caminhando e ele faria o percurso de bicicleta ao redor da quadra, na direção inversa à qual eu estava indo, de maneira a vir ao meu encontro novamente.</p>
<p>&#8211; Então você começa – convidei. Era um idéia criativa e não muito diferente do processo de <em>Beginning Anew</em> que tínhamos lá no mosteiro, que no entanto ele desconhecia. Preferi não palpitar para não impor regras – o importante, dentro do que eu tinha aprendido, era trazer às claras mal-entendidos e ressentimentos no intuito de resolve-los e ultrapassa-los, e não no de requentar e remoê-los e, acima de tudo, dentro de espírito de amorosidade, compreensão e abertura – o que sem dúvidas nós dois tínhamos.</p>
<p>Até hoje, conheci pouquíssimas pessoas – e adolescentes só outros dois, ambos de 19 anos e noviços lá no mosteiro &#8212; com a profundidade de penetração de Theo, e com tal comprometimento no chamado “caminho espiritual” &#8212; ou simplesmente com “a prática”, como eu preferia, sem os excessos interpretativos que normalmente se associam às tais “coisas espirituais”. A prática na prática – e a proposta de Theo era perfeitamente prática para ser posta imediatamente em prática.</p>
<p>Ele escolheu um assunto do qual já tínhamos tratado, mas que ainda o incomodava – a leviandade com que eu havia tratado sua sinceridade, interesse e empenho no caminho, da primeira vez em que havíamos nos encontrado. <em>Você é tão jovem para querer ter um mestre espiritual</em>&#8230; era um abismo que continuava a abrir-se entre nós, no coração de Theo, que se sentira e continuava a sentir desprezado, desdenhado. E finalmente compreendi – minha grosseria podia ter botado tudo a perder, se não fosse o rapaz maravilhoso à minha frente, e sua insistência e honestidade em querer minha companhia e assistência – se tivesse retribuído a arrogância e presunção com que o tratei de maneira equivalente, provavelmente os últimos dias não teriam decorrido e sem dúvida não estaríamos agora na companhia um do outro. Eu o teria abandonado – eu, que temia o abandono! As conseqüências nefandas das minhas palavras descuidadas – quantas, ao longo de toda a vida! &#8212; abateram-se sobre mim, e no abraço que se seguiu ao meu sincero pedido de desculpas que não era uma justificativa, senti que com Theo estava no caminho da compreensão e da cura em relação a toda a história Andante.</p>
<p>Em seguida, Theo desapareceu, e pus-me a caminhar sozinho. <em>Inspirando, expirando, inspirando, expirando</em>. Se for descrever minha caminhada, todos os pensamentos, emoções e sensações que surgiram, às quais identifiquei e liberei de volta no espaço da consciência, ao invés de agarra-las e desenvolve-las – bom, não chegaremos nunca ao fim deste domingo, nem ao fim desta quadra. Bem antes da esquina, Theo passou como um bólido com seu incrível sorriso arremessado na minha direção – com um pouco de incompreensão, pensara que ele bem poderia ir empurrando a bicicleta a meu lado, e eu mesmo me ofereceria para conduzi-la, já que tinha escolhido permanecer em minha companhia, mas demorei a perceber &#8212; ou ainda não o conhecia tão bem, nem convivesse amiúde com adolescentes &#8211;, que a um período de grande quietude como o que tivéramos no jardim, costumava-se seguir algum extravasamento da energia contida, e assim ele passou por mim voando de bicicleta, e acelerando, para voltar a encontrar-me à esquina, antes de cruzarmos para a próxima quadra e para outro tema.</p>
<p>&#8211; Agora é a sua vez – disse-me, ofegante. Aproveitei o tempo que ele levou para recuperar o fôlego e a concentração para ouvir-me, e deixei vir à tona qual seria o mal-entendido separando-me dele. Sem que fizesse qualquer pesquisa intelectual ou emocional, o que me veio foi Theo cantando, quando da primeira vez propus que compartilhássemos, após o chá, e foi o que mencionei. Para minha surpresa, ele próprio reagindo à surpresa de saber que um episódio ao qual não dera a menor relevância pudesse incomodar-me tanto, ali à esquina, cantou novamente a canção, talvez mais doce e tranquilamente, ou então por não ter minha carga emocional aposta, julguei-a enfim apropriada e mesmo bela, assim como a voz dele, num <em>falsetto</em> que viria a saber:</p>
<p>&#8211; <em>And if I&#8217;m gonna talk&#8230; I just wanna talk&#8230; Please don&#8217;t interrupt&#8230; Just sit back and listen&#8230; Cause I can&#8217;t face the evening straight&#8230; And you can offer me escape&#8230; Houses move and houses speak&#8230;  If you take me then you&#8217;ll get relief&#8230; relief, relief, relief, relief</em>&#8230; – a canção era <em>Last Flowers</em>, e ele tentava cantar no mesmo tom do Thom Yorke, do Radiohead, e nesse esforço revelava-se muito afinado e quase se transfigurava, os olhos fechados ou olhando para dentro, tornado ainda mais belo cantando, coisa que eu não pudera perceber da primeira vez – Desculpe – e com outro abraço nos separamos, cada qual para desfrutar à sua maneira daquela quadra, da noite, dos passos, da bicicleta, do jogo, da cura, da amizade, do amor, do ar, da lua, da existência &#8212; da consciência.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/uQF3o13y4iw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/uQF3o13y4iw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[House of Numbers - Trailer]]></title>
<link>http://ocaipira.wordpress.com/2009/11/24/house-of-numbers-trailer/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 22:38:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>O Caipira</dc:creator>
<guid>http://ocaipira.wordpress.com/2009/11/24/house-of-numbers-trailer/</guid>
<description><![CDATA[A verdade sobre o virus HIV pode ser completamente diferente do que pensamos, inclusive a cura.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A verdade sobre o virus HIV pode ser completamente diferente do que pensamos, inclusive a cura.]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Soluções para o Brasil]]></title>
<link>http://bluiz.wordpress.com/2009/11/24/solucoes-para-o-brasil/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 14:10:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Henrique</dc:creator>
<guid>http://bluiz.wordpress.com/2009/11/24/solucoes-para-o-brasil/</guid>
<description><![CDATA[Descobri como acabar com o probema da saúde pública! Dia desses estava vendo tevê e me deparei com u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Descobri como acabar com o probema da saúde pública!</p>
<p style="text-align:justify;">Dia desses estava vendo tevê e me deparei com um programa evangélico pra lá de sensacional. Tratava-se de uma &#8220;sessão de cura&#8221; conduzida por um pastor, em meio a centenas e mais centenas de fiés.</p>
<p style="text-align:justify;">As pessoas subiam ao palco, diziam sua doença e&#8230; TCHARAM! Saíam curadas! Nos dez minutos de filmagem foram curados um soropositivo, um paralítico, um portador de câncer e muitos outros enfermos.</p>
<p style="text-align:justify;">Bem, considerando esse poder de cura fantástico, além do fato de o pastor já se vestir de branco, pensei em algo para aperfeiçoar o nosso sistema de saúde.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Que tal colocarmos um pastor desses na porta de cada hospital público e posto de saúde do Brasil?</em></p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_834" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://bluiz.wordpress.com/files/2009/11/d4509975bc51e9a39ad9c65d6e33463a_pastor_napoleao_orando_por_cura_3_500x375x0_crop.jpg"><img class="size-medium wp-image-834" title="{d4509975bc51e9a39ad9c65d6e33463a}_pastor_napoleão_orando_por_cura_3_500x375x0_crop" src="http://bluiz.wordpress.com/files/2009/11/d4509975bc51e9a39ad9c65d6e33463a_pastor_napoleao_orando_por_cura_3_500x375x0_crop.jpg?w=300" alt="&#34;Pontas duplas? A gente resolve isso agora!&#34;" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">&#34;Pontas duplas? A gente resolve isso agora!&#34;</p></div>
<p>Seria genial, não?</p>
<p style="text-align:justify;">Chegava o coitadinho reclamando de dor de cabeça e&#8230; TCHARAM! Adeus cefaléia! Outro dava entrada com traumatismo craniano e&#8230; TCHARAM! Novinho em folha!</p>
<p style="text-align:justify;">Em casos de epidemias a gente podia fazer uma fila indina e, num método quase que <em>fordiano</em>, curar milhares de doentes numa tacada só! Já pensaram?</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">PASTORES NO SUS JÁ! E NADA DE COOPERATIVA!</span></p>
<p style="text-align:justify;">Eles (pastores) teriam de fazer concurso público? Boa pergunta. E se fosse preciso, como seriam as questões? Que tal essa?</p>
<p style="text-align:justify;"><em>1) Se um fiel possui uma renda mensal de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), qual deve ser o valor de seu dízimo?<br />
(a) R$ 5,00<br />
(b) R$ 0,50<br />
(c) R$ 50,00<br />
(d) R$ 500,00<br />
(e) Depende se for dia de fogueira santa.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Esse meu país&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Noviembre]]></title>
<link>http://siempreenmedio.wordpress.com/2009/11/24/noviembre/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 12:59:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>sidihamete</dc:creator>
<guid>http://siempreenmedio.wordpress.com/2009/11/24/noviembre/</guid>
<description><![CDATA[En noviembre las tardes se hacían noche cuando aún no habíamos terminado el colegio, la mayoría de l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>En noviembre las tardes se hacían noche cuando aún no habíamos terminado el colegio, la mayoría de las veces castigados después de clase por algún cura malencarado.</p>
<p>En noviembre todo olía a tierra mojada y pisábamos los erizos de las castañas, que pelábamos con un cortaplumas de mango de marfil mientras íbamos de camino a la escuela.</p>
<p>En noviembre el humo de las hogueras donde asábamos esas castañas se nos metía en los ojos y apestaba la ropa.</p>
<p>En noviembre robábamos a la abuela las latas de aceite usado, que ella quería para plantar matas de pimentera y nosotros para correr por los barrios el día 29.</p>
<p>En noviembre, la víspera de San Andrés nos sangraban las manos de tirar por los alambres en los que llevábamos atados una &#8216;ristra&#8217; de cacharros oxidados.</p>
<p>En noviembre, con el fuego y el ruido ahuyentábamos el frío del otoño, y corríamos delante de los perros callejeros azuzados por tanto estruendo desconocido.</p>
<p>Noviembre abría el gris invierno villero de panza de burro. En otros tiempos, en noviembre.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pe...pero...]]></title>
<link>http://sopaderelatos.com/2009/11/24/pe-pero/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:19:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>champinon</dc:creator>
<guid>http://sopaderelatos.com/2009/11/24/pe-pero/</guid>
<description><![CDATA[- Pe..pero, es que yo&#8230; - Le he oido, ha estornudado. ¿Tiene calor? - Si, pero es que la calefa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[- Pe..pero, es que yo&#8230; - Le he oido, ha estornudado. ¿Tiene calor? - Si, pero es que la calefa]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[la poesia come terapia]]></title>
<link>http://bipolarizzando.wordpress.com/2009/11/23/gan/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 17:24:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>falsefat</dc:creator>
<guid>http://bipolarizzando.wordpress.com/2009/11/23/gan/</guid>
<description><![CDATA[Oggi pomeriggio visitando il blog di InfinitiSogni ho trovato questa teoria sull&#8217;utilità della]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Oggi pomeriggio visitando il blog di InfinitiSogni ho trovato questa teoria sull&#8217;utilità della]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curando-se em todos os níveis por Tania resende]]></title>
<link>http://nassihsari.wordpress.com/2009/11/23/curando-se-me-todos-os-niveis-por-tania-resende/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:25:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>nassihsari</dc:creator>
<guid>http://nassihsari.wordpress.com/2009/11/23/curando-se-me-todos-os-niveis-por-tania-resende/</guid>
<description><![CDATA[Eu abandono agora todos os pensamentos de doença. Eu abandono agora todos os pensamentos de morte. E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Eu abandono agora todos os pensamentos de doença.</strong></p>
<p><strong>Eu abandono agora todos os pensamentos de morte.</strong></p>
<p><strong>Eu abandono agora todos os pensamentos de sofrimento e desarmonia.</strong></p>
<p><strong>Eu os libero e os deixo ir!</strong></p>
<p><strong>Eu libero e deixo ir a doença, o sofrimento e a desarmonia, pois não são parte de mim!</strong></p>
<p><strong>Eu abandono todos os pensamentos do passado e construo meu futuro em novas bases, colocando-me apenas no momento presente, pois é no agora que estão os pensamentos construtores da minha realidade!</strong></p>
<p><strong>Construo a minha realidade nos pensamentos Reais e estes pensamentos me dizem que o mundo de sofrimento que vejo ao meu redor não existe.</strong></p>
<p><strong>Eu possuo Filiação Divina e o Mundo Divino é o único mundo Real para mim!</strong></p>
<p><strong>Aqui, agora e sempre!</strong></p>
<p><strong>Em todos os níveis, tempos e dimensões!</strong></p>
<p>Post original do blog<a href="http://afirmacoesdeluz.blogspot.com/2009/11/eu-abandono-agora-todos-os-pensamentos.html" target="_blank"> Afirmações de Luz</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cura Tumori: i protoni, opportunità per Brindisi e per il Salento. Di ...]]></title>
<link>http://tuovcount.wordpress.com/2009/11/23/cura-tumori-i-protoni-opportunita-per-brindisi-e-per-il-salento-di/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 12:42:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>tuovcount</dc:creator>
<guid>http://tuovcount.wordpress.com/2009/11/23/cura-tumori-i-protoni-opportunita-per-brindisi-e-per-il-salento-di/</guid>
<description><![CDATA[La Itel Telecomunicazioni di Ruvo di Puglia e la ADAM di Ginevra sono pronte a realizzare con capita]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>La Itel Telecomunicazioni di Ruvo di Puglia e la ADAM di Ginevra sono pronte a realizzare con capitale esclusivamente privato un acceleratore di protoni per la cura dei tumori nella nostra regione.</p>
<p>Nei prossimi anni la tecnologia permetterà di rendere disponibili a prezzi accessibili (poche decine di milioni di euro anziché le centinaia necessarie fino a qualche anno fa) acceleratori di protoni.</p>
<p>Inoltre la costruzione di un centro di protonterapia in Puglia richiederà competenze nel campo della ricerca e della alta tecnologia.</p>
<p>La Itel Telecomunicazioni, che opera da anni nel settore della salute, da prima con impianti di diagnostica per immagini e recentemente con la produzione di radiofarmaci per la PET-TAC nel nuovo stabilimento Itelpharma, presenterà con ADAM, azienda spin-off del CERN di Ginevra il cui ispiratore è il prof Ugo Amaldi, il progetto ERHA, (Enhanced Radioterapy with Hadrons).</p>
<p> Fonte:<br />
 http://www.brundisium.net/approfondimenti/shownotiziaonline.asp?id=6102</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Calçada da Fama - Obras no Centro de São Paulo são Embargadas pelo Poder Judiciário por prejudicar a coletividade e beneficiar apenas alguns, diz decisão em sede liminar]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/22/calcada-da-fama-obras-no-centro-de-sao-paulo-sao-embargadas-pelo-poder-judiciario-por-prejudicar-a-coletividade-e-beneficiar-apenas-alguns-diz-decisao-em-sede-liminar/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:58:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/22/calcada-da-fama-obras-no-centro-de-sao-paulo-sao-embargadas-pelo-poder-judiciario-por-prejudicar-a-coletividade-e-beneficiar-apenas-alguns-diz-decisao-em-sede-liminar/</guid>
<description><![CDATA[Vista da Calçada da Fama sendo Construída A matéria sobre a Calçada da Fama ou Calçada da Lama como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Vista da Calçada da Fama sendo Construída A matéria sobre a Calçada da Fama ou Calçada da Lama como ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TRABALHO X QUALIDADE DE VIDA]]></title>
<link>http://odontoblogbrasil.com/2009/11/22/trabalho-x-qualidade-de-vida/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 19:15:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>odontoblogbrasil</dc:creator>
<guid>http://odontoblogbrasil.com/2009/11/22/trabalho-x-qualidade-de-vida/</guid>
<description><![CDATA[Será que meu trabalho interfere na minha qualidade de vida? Foto de Maria Fernanda Cid Loureiro Uma ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><span style="color:#ff8040;">Será que meu trabalho interfere na minha qualidade de vida?</span></h3>
<div id="attachment_1626" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-1626" href="http://odontoblogbrasil.com/2009/11/22/trabalho-x-qualidade-de-vida/1-2/"><img class="size-medium wp-image-1626" title="Bulldog" src="http://odontoblogbrasil.wordpress.com/files/2009/11/1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="211" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de Maria Fernanda Cid Loureiro</p></div>
<p>Uma jornada de trabalho de 40 horas semanais, que seria basicamente 8 horas por dia em uma semana de 5 dias úteis, representa um terço do seu dia de 24 horas, mas isto muitas vezes não é o suficiente para manter as despesas mensais e assim temos que lançar mão de mais de uma jornada de trabalho diária, além é claro do tempo gasto na locomoção no trânsito caótico das grandes cidades, indo de casa para o trabalho, do trabalho numero 1 para o numero 2 , 3 quantos você tiver e o retorno para casa.</p>
<p>Todas estas contas somente para demonstrar o quanto ter um trabalho que se gosta num ambiente saudável é importante para a sua qualidade de vida, pois você passa a maior parte do seu tempo neste ambiente.</p>
<p>Muitas vezes conseguir isto é muito difícil, pois o convívio com os colegas de trabalho as vezes é complicado, a constante competição, além da característica de cada um, a rotina do trabalho enfim,</p>
<div id="attachment_1627" class="wp-caption alignright" style="width: 610px"><a rel="attachment wp-att-1627" href="http://odontoblogbrasil.com/2009/11/22/trabalho-x-qualidade-de-vida/2-2/"><img class="size-full wp-image-1627" src="http://odontoblogbrasil.wordpress.com/files/2009/11/2.jpg" alt="" width="600" height="399" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de Maria Fernanda Cid Loureiro</p></div>
<p>muitos fatores vão intervir neste processo, o mais importante é que você faça deste trabalho e este ambiente o melhor possível para a sua saúde e conseqüente qualidade de vida.</p>
<p>Mas existem pessoas que descobrem que de repente aquele trabalho que elas estão realizando não lhes traz uma satisfação pessoal e até mesmo certa frustração e decidem mudar a vida e descobrem em outra atividade sua verdadeira vocação, fato este que exige coragem e muita força de vontade.</p>
<p>O odontoblogbrasil tem o prazer de entrevistar uma destas pessoas corajosas que mudaram sua vida profissional, apesar de terem família, filho para cuidar uma verdadeira referência de vida.</p>
<p>Com a palavra Maria Fernanda Cid Loureiro, a empresária que encontrou na fotografia o seu norte.</p>
<ul>
<li><strong>Fernanda conte para nossos leitores como você decidiu dar esta grande virada? É verdade que você tem filho pequeno e casa também para administrar, como você concilia tudo?</strong></li>
</ul>
<blockquote><p><em>“Bom , antes de mais nada, queria deixar claro que não abandonei <strong>TUDO </strong>assim de vez não! Deixei a minha empresa em muito boas maos, sendo administrada por um primo que é mais um irmão que primo e por meu marido e eu tamb</em><em>é</em><em>m vou l</em><em>á</em><em> ainda uma vezinha na semana.</em></p></blockquote>
<blockquote><p><em>Tenho sim um filho de 1 ano e nove meses mas conto com ajuda de babá e ainda tenho uma pessoa maravilhosa que cuida da minha comida e minha casa. Uma segunda mãe! Se nao fossem elas, eu nao teria como sair para fazer minhas fotos&#8230;”</em></p>
<div id="attachment_1623" class="wp-caption aligncenter" style="width: 286px"><img class="size-medium wp-image-1623" src="http://odontoblogbrasil.wordpress.com/files/2009/11/aivanaaaaa.jpg?w=276" alt="" width="276" height="300" /><p class="wp-caption-text">Foto de Maria Fernanda Cid loureiro</p></div></blockquote>
<ul>
<li><strong>Porque a fotografia?</strong></li>
</ul>
<blockquote><p><em>“Porque sempre foi uma paixao na minha vida! </em></p>
<p><em>Sempre fotografei desde a infancia e resolvi fazer de algo prazeroso demais para mim , uma forma de ser tambem remunerada. Juntar o util ao agradavel, sabe? </em></p>
<p><em>Quando adolescente , a unica coisa que nunca faltava na minha bolsa era a camera fotografica! <strong>NUNCA!!</strong> </em></p>
<p><em>Tenho registrados pelo menos 70% dos momentos da minha vida que quis. </em></p>
<p><em>Na </em><em>é</em><em>poca so haviam cameras que usavam filmes e eu tinha que usar daquelas cameras que duplicavam a quantidade de shots(clicks da maquina), tamanha era a minha paixao.!”</em></p>
<div id="attachment_1638" class="wp-caption aligncenter" style="width: 383px"><img class="size-full wp-image-1638" src="http://odontoblogbrasil.wordpress.com/files/2009/11/3.jpg" alt="" width="373" height="560" /><p class="wp-caption-text">Foto de Maria Fernanda Cid Loureiro</p></div></blockquote>
<ul>
<li><strong>O que é ser fotógrafa para voce?</strong></li>
</ul>
<blockquote><p><em>Para mim?….. Bom, é como ser mãe&#8230;..nao sei como eu vivia sem ser isso!!! risos ….  Assim, é como ter ar para respirar! Adoro fotografar quase tudo&#8230;ou tudo??? Acho que tudo! </em></p></blockquote>
<blockquote><p><em><strong>É voce poder eternizar para o mundo um momento que voce viveu ou que outra pessoa viveu.</strong> <strong>É deixar um rastro seu no planeta.</strong></em></p>
<p><em><strong>É fazer as pessoas enxergarem atravez dos seus olhos e ver a beleza que muitas vezes só voce viu.</strong> </em></p>
<p><strong><em>O fotografo precisa ter esta sensibilidade. Precisa ver as nuances que ninguem vê, ver a beleza onde é</em><em> dificil de se notar. </em></strong></p>
<p><em>Amo deixar as pessoas mais lindas atravez da minha lente&#8230; fazer bem aos meus fotografados, sabe?</em></p>
<div id="attachment_1639" class="wp-caption alignright" style="width: 384px"><img class="size-full wp-image-1639" src="http://odontoblogbrasil.wordpress.com/files/2009/11/6.jpg" alt="" width="374" height="560" /><p class="wp-caption-text">Foto de Maria Fernanda Cid Loureiro</p></div></blockquote>
<ul>
<li><strong>Que tipo de fotografia você faz? se é que existe este termo? </strong>risos</li>
</ul>
<blockquote><p><em>Eu nao sei dizer que tipo de fotografia fa</em><em>ç</em><em>o…. at</em><em>é</em><em> porque fotográfo desde que me entendo por gente&#8230;.Na verdade não! Acho que comecei a ser fot</em><em>ó</em><em>grafa quando comecei a cobrar para tal e comprei minha camera profissional. </em></p>
<p><em>As fotografias que costumo cobrar são de pessoas. São ensaios, books&#8230;.de gente em geral, seja individual, em grupo, evento, esporte&#8230; </em></p>
<p><strong><em>Mas eu fotografo tudo e qualquer coisa. ….. </em></strong></p></blockquote>
<p>Odontoblogbrasil : é uma paixão!</p>
<blockquote><p><em>Eu faço TODO tipo de fotografia. De natureza a erótica, de parto a objetos , de esporte a animais&#8230; </em></p>
<p><em><strong>O tipo de fotografia que faço é a fotografia com MUITO AMOR, MUITO CARINHO.</strong> </em></p>
<p><em>Em todas as minhas fotografias eu me entrego e edito com muito zelo. Raramente deleto alguma pois tenho cada uma como uma filha&#8230;rsrsr Loucura , não é? </em></p>
<p><em>Eu sou assim! Fazer o que?</em></p>
<div id="attachment_1640" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-1640" src="http://odontoblogbrasil.wordpress.com/files/2009/11/4.jpg" alt="" width="450" height="600" /><p class="wp-caption-text">Foto de Maria Fernanda Cid Loureiro</p></div></blockquote>
<ul>
<li>
<div><strong>Você teve o incentivo de alguém?</strong></div>
</li>
</ul>
<blockquote><p><em>Tive muito incentivo do meu marido que sempre me achou a pessoa mais talentosa do mundo&#8230;mas ele </em><em>é</em><em> suspeito&#8230; rsrrsr </em></p>
<div id="attachment_1641" class="wp-caption aligncenter" style="width: 383px"><a rel="attachment wp-att-1641" href="http://odontoblogbrasil.com/2009/11/22/trabalho-x-qualidade-de-vida/attachment/5/"><img class="size-full wp-image-1641" src="http://odontoblogbrasil.wordpress.com/files/2009/11/5.jpg" alt="" width="373" height="560" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de Maria Fernanda Cid Loureiro</p></div></blockquote>
<p>Acompanhando esta matéria voce pode ver um pouco do trabalho de Maria Fernanda e sem dúvida alguma o marido da Fernanda tem toda razão!</p>
<p>PARABÉNS FERNANDA o Odontoblogbrasil agradece sua participação no blog falando sobre seu estilo de vida e por dividir com nossos leitores um pouco do seu lindo trabalho!</p>
<p>Se voce gostou do trabalho da fotógrafa  Fernanda Cid Loureiro pode entrar em contacto com ela através do email : <a href="mailto:fernandacid@hotmail.com">fernandacid@hotmail.com</a></p>
<p>Gostou do post deixe seu comentário pois para o Odontoblogbrasil sua opinão faz toda a diferença</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ricardo Chemas fala sobre: A Cura através dos Sonhos]]></title>
<link>http://holistika.wordpress.com/2009/11/20/ricardo-chemas-fala-sobre-a-cura-atraves-dos-sonhos/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 01:31:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>holistika</dc:creator>
<guid>http://holistika.wordpress.com/2009/11/20/ricardo-chemas-fala-sobre-a-cura-atraves-dos-sonhos/</guid>
<description><![CDATA[Ao vasculhar meus alfarrábios virtuais, eis que encontrei uma matéria escrita por uma amiga jornalis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ao vasculhar meus alfarrábios virtuais, eis que encontrei uma matéria escrita por uma amiga jornalista, Tânia Contreiras, sobre palestra proferida pelo cientista paulista radicado na Bahia, Ricardo Chemas. Em  30 de junho deste ano, o <span style="font-family:Garamond;">médico clínico e neuropsiquiatra palestrou para cerca de 80 pessoas na Clínica da Família, no bairro de Vila Laura, em Salvador, sobre um tema que fascina a todos: sonhos. Desfrutem do texto.</span></p>
<p><span style="font-family:Garamond;">&#62;&#62;&#62;&#62;&#62;&#62;&#62;&#62;&#62;&#62;&#62;&#62;</span>  </p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#0000ff;"><span style="font-family:Garamond;">A Cura através dos Sonhos </span> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff00ff;">Por Tânia Contreiras </span></strong></p>
<div><span style="font-family:Garamond;"><strong>O palestrante deu início ao tema reportando-se à Grécia e ao deus da Medicina, dormiam pacientes – entre cobras sagradas –, no intuito de que lhes fossem revelados, através dos sonhos, os medicamentos e o tratamento para seus males. Eram os sacerdotes e médicos – que naquele tempo significavam a mesma coisa – que interpretavam os sonhos e prescreviam os medicamentos revelados a cada paciente durante o sono. Do templo de Esculápio aos xamãs e suas plantas sagradas, das citações bíblicas às escolas esotéricas que identificam a dimensão onírica como “o mundo dos mortos”, chegando à abordagem psicológica dos sonhos, <span style="font-family:Garamond;">através de nomes como de Sigmund Freud e Carl Gustav Jung, dentre outros, o cientista Ricardo Chemas foi mostrando à platéia os sonhos sob diferentes enfoques ao longo do tempo e da história, até chegar à técnica de cura que utiliza com seus pacientes.</span></strong></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><strong><span style="font-family:Garamond;"> </span>  </strong></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><strong><span style="color:#339966;">Poeira das estrelas</span></strong></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"> </span></span></span></div>
<div><strong><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;">“Nós todos somos plasmados de poeira das estrelas”, afirmou o palestrante, lembrando que a maior parte dos elementos químicos são forjados nas grandes estrelas. O cientista recordou, ainda, que nosso cérebro – por ser formado por todos os elementos cozidos nas estrelas – guarda toda a história universal. “A Humanidade tem sonhos universais com temas característicos, como estar nu em público ou ser perseguido por animais selvagens, por exemplo”, explica o palestrante, mencionando a teoria da seleção natural de Darwin, segundo a qual vivemos milhões de anos nas árvores, antes de descermos e perdemos a cauda. No entendimento do médico, muitos dos nossos sonhos são resquícios dos tempos em que precisávamos nos proteger de animais como as cobras e de outros tantos perigos. “É muito pequeno o nosso tempo de civilização e cultura, apenas 40 mil anos”, enfatiza, acrescentando que vários de nossos sonhos refletem um contexto evolutivo específico, que abrange circunstâncias ambientais e bioquímicas. </span></span></span></span><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;">Na interação com a platéia, o palestrante explicou a diferença entre a abordagem oníricotoxicológica dos sonhos, através da qual vem curando inúmeros pacientes, e as abordagens psicológicas conhecidas do grande público. “Minha forma de olhar é mais objetiva, embora nada impeça que o paciente possa buscar o entendimento dos seus sonhos dentro de uma orientação psicológica”, afirma. Segundo o entendimento do cientista, as interpretações psicológicas dos sonhos, <span style="font-family:Garamond;">por serem muito subjetivas, tornam-se um caos de “achismos”. Ao utilizar a matéria médica sobre drogas que induzem sonhos específicos, o médico – sem passar pelas interpretações subjetivas dos sonhos – detecta qual a substância que está adoecendo o paciente e prescreve o medicamento tomando por base o princípio da analogia, que caracteriza a homeopatia de Samuel Hanneman “As interpretações psicológicas não dão o remédio”, alerta o médico.</span></span></span></span></span></strong></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><strong> </strong></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><strong><span style="color:#339966;">Um caso clínico</span></strong></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><strong><span style="color:#339966;"> </span></strong></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><strong>A título de ilustração, o Dr. Chemas contou para a platéia um dos inúmeros casos de cura obtida através da abordagem onírico-toxicológica com um paciente. O homem, depois de muitos meses de crises insuportáveis de dores de cabeça, descobrira, através de exames complexos, que desenvolvera um tumor cerebral. O procedimento cirúrgico indicado imediatamente não só não curou o paciente (o tumor voltou e atingia já o tamanho de uma laranja), como também o privou da visão esquerda. Receoso de uma nova cirurgia e de perder a visão que lhe restava, o homem – formado em Física Avançada – foi, então, em busca do médico que “curava ouvindo sonhos”, ainda que aquilo  lhe parecesse esquisito. Diante do médico, ao ouvir a pergunta “com o que o senhor sonha?”, o novo paciente relatou que sonhava freqüentemente com pescas e pescarias. Nos sonhos do paciente, o Dr. Chemas encontrou a chave para a cura (<span style="font-family:Garamond-Bold;">Ver boxe)</span></strong><span style="font-family:Garamond;"><strong>, que foi obtida através da administração de pequenas quantidades de prata. O tumor desaparecera totalmente.</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><strong> </strong></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><strong><span style="color:#339966;"><span style="font-family:Garamond-Bold;">Sonhos <em>versus</em> </span><span style="font-family:Garamond-Bold;">elementos</span></span></strong></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><strong><span style="color:#339966;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"> </span></span></strong></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><strong>Segundo a abordagem onírico-toxicológica do médico, todo elemento químico que é introduzido no or</strong><span style="font-family:Garamond;"><strong>ganismo é acompanhado de determinado padrão de sonho. Os exames laboratoriais podem, conforme explica o palestrante, confirmar o desequilíbrio de elementos revelados através dos sonhos, embora o que possa ser considerado como níveis normais pelos exames muitas vezes seja excessivo para determinado indivíduo, devido a uma sensibilidade maior relacionada a um ou mais elementos. No decorrer da palestra, Dr. Chemas listou alguns temas comuns nos sonhos, relacionando-os aos elementos que induzem o fenômeno:</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"> </span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"> <span style="font-family:Garamond-Bold;"><strong><span style="color:#993366;">Antimônio (Sb)</span> – </strong><span style="font-family:Garamond;"><strong>Sonhos com a própria família, com o país natal etc.</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><strong><span style="color:#993366;">Arsênico (As)</span> </strong><span style="font-family:Garamond;">– <strong>Sonhos com escuridão, acidentes, águas negras ( a pessoa intoxicada com este elemento assume características militares, autoritárias)etc.</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><strong><span style="color:#993366;">Ferro (Fe)</span> </strong><span style="font-family:Garamond;">- <strong>Antigos companheiros de escola, velhos amigos, parentes e amigos mortos há muito tempo etc.</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><strong><span style="color:#993366;">Fósforo(P)</span> – </strong><span style="font-family:Garamond;"><strong>Sonhos com sangue, bebendo água, sonhos clarividentes etc.</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><strong><span style="color:#993366;">Hidrogênio (H)</span> &#8211; </strong><span style="font-family:Garamond;"><strong>Sonhos com o espaço cósmico, com a própria mãe, com o oceano, dirigindo carros surreais, sonhos homossexuais etc.</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><strong><span style="color:#993366;">Magnésio (Mg)</span> </strong><span style="font-family:Garamond;">– <strong>Sonhos com cemitérios, túmulos, avó falecida, inundações etc.</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><strong><span style="color:#993366;">Manganês (Mn)</span> – </strong><span style="font-family:Garamond;"><strong>Sonhos proféticos, clarividentes, reconciliações, perigo de morrer etc.</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><strong><span style="color:#993366;">Prata (Ag)</span> </strong><span style="font-family:Garamond;">– <strong>Sonhos com cobras, peixes e pescarias etc.</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><strong><span style="color:#993366;">Silício (Si)</span> </strong><span style="font-family:Garamond;">– <strong>Sonhos com desertos, terremotos,maremotos,inundações, tempestades no mar etc.</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><strong><span style="color:#993366;">Níquel (Ni)</span> – </strong><span style="font-family:Garamond;"><strong>Sonhos com cabeças cortadas, demônios etc.</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<p><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond-Bold;"><span style="font-family:Garamond;"></p>
<div><span style="font-family:Garamond;"><strong>Para o cientista Ricardo Chemas, guardamos em nosso DNA toda a história universal. Eventos que aconteceram na história da evolução da vida podem ser a tivados no nosso dia-a-dia, a <span style="font-family:Garamond;">qualquer tempo. Originamo-nos da água – explica – e temos em nós a mesma proporção de elementos químicos encontrados na água do mar. Temos registros da origem da vida, da fase de transição da água para a terra e das grandes catástrofes vivenciadas num passado remoto. Os sonhos evocam memórias perdidas de histórias do passado. Somos poeira das estrelas. As mais de 80 pessoas que estiveram ouvindo o cientista Ricardo Chequer Chemas certamente registraram a expressão latina – sua última fala da noite – com um quê de esperança: </span><em><span style="font-family:Garamond-Italic;">Per aspera ad astra </span></em></strong><span style="font-family:Garamond;"><strong>(Por caminhos árduos, até as estrelas). Há luz à nossa espera&#8230;</strong> </span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"> </span><span style="font-family:Garamond;"> </span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"> </span><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-family:Garamond;"><strong><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;"><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;">Dr. Ricardo Chemas é Fellow da Royal Society of Medicine of the United Kingdon. Ser membro da Real Sociedade de Medicina do Reino Unido da Grã Bretanha só é concedida a pouquíssimos cientistas do mundo. Membro também da New </span></span></strong></span><span style="font-family:Garamond;"><strong><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;"><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;">York Academy of Sciences (USA) e da British Association for the Advancement of Science, Dr. Chemas é um dos médicos e cientistas baianos mais laureados e reconhecidos internacionalmente.</span></span></strong></span></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><strong><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;"><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;"> </span></span></strong></span></div>
<div><span style="font-family:Garamond;"><strong><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;"><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;">Visite site de <a href="http://www.ricardochemas.com/art.html" target="_blank">Ricardo Chemas</a></span></span></strong></span></div>
<p><span style="font-family:Garamond;"><strong><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;"><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;">
<p>&#160;</p>
<p></span></span></strong></span>
<p>&#160;</p>
<p></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aids, o dia da cura by Universidade Livre Feminista]]></title>
<link>http://estereotipos.net/2009/11/19/aids-o-dia-da-cura-by-universidade-livre-feminista/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 12:01:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.net/2009/11/19/aids-o-dia-da-cura-by-universidade-livre-feminista/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><br />
<object type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" data="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=5850661&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=01AAEA"><param name="quality" value="best" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="scale" value="showAll" /><param name="movie" value="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=5850661&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=01AAEA" /></object><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Palavra da Célula 18 de Novembro 09 - Morte na Panela]]></title>
<link>http://acelula.wordpress.com/2009/11/18/palavra-da-celula-18-de-novembro-09-morte-na-panela/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 14:19:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fotógrafo André Rebouças - Estúdio A.R.</dc:creator>
<guid>http://acelula.wordpress.com/2009/11/18/palavra-da-celula-18-de-novembro-09-morte-na-panela/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Aquela era uma época de grande fome na terra (2Rs 8.1; 6.24-30). O povo andava inquieto. As p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<div><a href="http://acelula.wordpress.com/files/2009/11/imgs.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-532" title="salto monte" src="http://acelula.wordpress.com/files/2009/11/imgs.jpg" alt="" width="160" height="100" /></a>Aquela era uma época de grande fome na terra (2Rs 8.1; 6.24-30). O povo andava inquieto. As pessoas viviam desesperadas, sôfregas, procurando alimento por toda parte. Estavam prontas para comer qualquer coisa que lhes acalmasse a fome. Até mesmo a cabeça de um jumento era vendida por 80 ciclos de prata.<br />
 </div>
<div>Nesse tempo Eliseu palestrava no seminário para os discípulos dos profetas. Embora houvesse escassez de pão na terra, havia abundante pão do céu. Eliseu manda fazer um cozinhado, mas o homem que saiu ao campo a procura de ervas trouxe veneno em vez de alimento. E quando todos já estavam se fartando da refeição, soou o grito: “Morte na panela ó homem de Deus.” A morte espiritual tem início no prato que comemos. Quero extrair algumas lições para a nossa reflexão:<br />
 </div>
<div>1. A morte na panela pode existir até mesmo dentro de uma estrutura sólida e organizada</div>
<div>Em uma igreja de estrutura sólida e organizada, podemos observar:<br />
 </div>
<div>• Ensino</div>
<div>Aqui estão os estudantes de teologia do seminário de Eliseu, na Escola de Profetas. Estão diante de um grande professor, um homem de Deus santo e de poder. Um homem que jamais negociou seus absolutos nem mercadejou seu ministério. Nesse tempo é que houve esse dramático clamor: “Morte na panela ó homem de Deus.”<br />
 </div>
<div>• Comunhão</div>
<div>A fome, a pobreza e a crise estavam longe de quebrar a comunhão dos filhos dos profetas, mas os estreitou ainda mais entre si. Eles estavam juntos na crise. Mas em uma comunidade onde reina comunhão pode existir “morte na panela.”<br />
 </div>
<div>• Uma liderança forte e ungida</div>
<div>Eliseu era um profeta de grande destaque em Israel. Era um santo em quem repousava o Espírito do Senhor. Se mesmo num ambiente assim estamos sujeitos a riscos, imagine o que pode acontecer com igrejas independentes onde não há zelo pela Palavra e nem cobertura espiritual? Precisamos ter cuidado com isso, pois podemos estar apenas enviando alguém para comer em panelas cheias de morte.<br />
 </div>
<div>2. A morte na panela é realidade espiritual em algumas igrejas<br />
 </div>
<div>Os homens estão como ovelhas inquietas, famintas e sem o cuidado do pastor. Estão buscando pastos verdes. E quando encontram novidades, logo as abraçam com sofreguidão. Há muitos ensinos arrojados, desafiadores, bonitos e impactantes, mas que não são bíblicos, são venenosos.<br />
 </div>
<div>• Tenha cuidado com o fruto venenoso</div>
<div>Os discípulos dos profetas comeram veneno pensando estar se alimentando de algo bom. Acharam parecido. O joio é parecido com o trigo. Mas um é veneno, o outro é alimento. Normalmente, seitas como Testemunha de Jeová, Mórmons e Adventistas têm muito ensino bíblico em sua doutrina, têm muita coisa boa e certa, mas há negação e distorção de verdades essenciais do cristianismo. O todo do Evangelho fica comprometido.<br />
 </div>
<div>• Meias verdades são mais venenosas que mentiras</div>
<div>O perigo de ser enganado pelas aparências. Às vezes, as coisas não são o que parecem. A meia verdade é mais perigosa que a mentira, pois se torna mais sutil, menos perceptível, por isso mais penetrante. Precisamos exercer discernimento (Hb 5.14). Não podemos comer todo alimento que se serve em nome de Deus. Existem muitas pregações fantásticas, ensinos arrebatadores que mexem com as emoções e sacodem as estruturas da vida humana. O diabo gosta de citar a Bíblia. Ele citou a Bíblia para Jesus no deserto. Assim, nem todos que andam com a Bíblia pregam o Evangelho em sua plenitude (Mt 4.1-10).<br />
 </div>
<div>3. Como perceber o veneno na panela?</div>
<div>A morte na panela é aquela que vem misturada com o ensino aparentemente correto. Como perceber quando um ensino é cheio de morte?<br />
 </div>
<div>• Quando diminui nosso compromisso e consagração;</div>
<div>• Quando nos desmotiva a tomar a cruz;</div>
<div>• Quando nos torna mais tolerantes e liberais com o pecado;</div>
<div>• Quando diminui nosso desejo de participar da adoração ao Senhor;</div>
<div>• Quando nos afasta da comunhão com os irmãos;</div>
<div>• Quando o ensino distorce a palavra pura do Evangelho;</div>
<div>• Quando faz com que o mundo pareça normal e aceitável.<br />
 </div>
<div>4. A morte na panela pode ser removida<br />
 </div>
<div>• A cura pela árvore cortada (Ex 15.23-26)</div>
<div>Em algumas versões se diz que Moisés lançou o madeiro nas águas. O madeiro aponta para a cruz. A cruz quando aplicada tem o poder de transformar as fontes do nosso coração.<br />
 </div>
<div>• A cura pelo sal (2Rs 2.19-21)</div>
<div>Eliseu curou os manaciais de água através do sal, o qual não poderia faltar na oferta de manjares (Lv 2.13). É chamado de sal da aliança. A aliança é figurada pelo sal porque este tem a propriedade de tornar as coisas incorruptíveis, ou seja, não apodrecem. Isso nos indica que a aliança de Deus é eterna e imutável.<br />
 </div>
<div>• A cura pela farinha, a Palavra no poder do Espírito Santo</div>
<div>A farinha procede do trigo. O trigo, todos nós sabemos, refere-se ao Senhor Jesus (Jo 12.24). O Senhor Jesus é esse trigo que caiu na terra e morreu para produzir muitos grãos (2Co 4.10-12). A vida que está no grão de trigo só pode fluir se a semente morrer. A casca deve ser quebrada para que a semente germine. Isto nos fala de quebrantamento.</p>
<p>Quando somos quebrados, a vida de Jesus que está em nosso espírito flui para alimentar os outros.</p></div>
<div>A morte é afastada quando colocamos na panela a genuína Palavra de Deus. Hoje muitas igrejas não querem doutrina, só querem experiência. É tempo de buscarmos um avivamento que tenha a Bíblia como centro, como aconteceu no avivamento apostólico e nos outros grandes avivamentos ao longo da história.<br />
 </div>
<div>Pr. Aluízio A. Silva<br />
fonte: www.IgrejaVideira.com </div>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La caduta dei capelli nelle donne]]></title>
<link>http://dermatologianapoli.wordpress.com/2009/11/18/la-caduta-dei-capelli-nelle-donne/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 11:12:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>dermatologianapoli</dc:creator>
<guid>http://dermatologianapoli.wordpress.com/2009/11/18/la-caduta-dei-capelli-nelle-donne/</guid>
<description><![CDATA[Hair loss in women. Tosti A, Piraccini BM, Sisti A, Duque-Estrada B. Minerva Ginecol. 2009 Oct;61(5)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19749676?itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum&#38;ordinalpos=21">Hair  loss in women.</a></p>
<p>Tosti A, Piraccini BM, Sisti A, Duque-Estrada B.</p>
<p>Minerva Ginecol. 2009 Oct;61(5):445-52.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Deficit di Biotina e Biotinidasi]]></title>
<link>http://dermatologianapoli.wordpress.com/2009/11/18/deficit-di-biotina-e-biotinidasi/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 11:08:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>dermatologianapoli</dc:creator>
<guid>http://dermatologianapoli.wordpress.com/2009/11/18/deficit-di-biotina-e-biotinidasi/</guid>
<description><![CDATA[Biotin and biotinidase deficiency. Zempleni J, Hassan YI, Wijeratne SS. Expert Rev Endocrinol Metab.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19727438?itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum&#38;ordinalpos=1">Biotin  and biotinidase deficiency.</a></p>
<p>Zempleni J, Hassan YI, Wijeratne SS.</p>
<p>Expert Rev Endocrinol  Metab. 2008 Nov 1;3(6):715-724.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Psoriasi del cuoio capelluto,trattamento]]></title>
<link>http://dermatologianapoli.wordpress.com/2009/11/17/psoriasi-del-cuoio-capellutotrattamento/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 10:19:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>dermatologianapoli</dc:creator>
<guid>http://dermatologianapoli.wordpress.com/2009/11/17/psoriasi-del-cuoio-capellutotrattamento/</guid>
<description><![CDATA[Topical treatments for scalp psoriasis. Warren RB, Brown BC, Griffiths CE. Drugs. 2008;68(16):2293-3]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18973394?itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum&#38;ordinalpos=33">Topical  treatments for scalp psoriasis.</a></p>
<p>Warren RB, Brown BC, Griffiths CE.</p>
<p>Drugs.  2008;68(16):2293-302.</p>
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<p>Per gli abstract originali cliccare sul titolo in italiano e poi su quello in inglese</p>
<p>vedi anche <a href="http://www.pietrosantoianni.ne/"></a> <strong><a href="http://www.pietrosantoianni.net/">http://www.pietrosantoianni.net</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Psoriasi del cuoio capelluto: european consensus]]></title>
<link>http://dermatologianapoli.wordpress.com/2009/11/17/psoriasi-del-cuoio-capelluto-european-consensus/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 10:14:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>dermatologianapoli</dc:creator>
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<description><![CDATA[Scalp psoriasis: European consensus on grading and treatment algorithm. Ortonne J, Chimenti S, Luger]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19614856?itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum&#38;ordinalpos=10">Scalp  psoriasis: European consensus on grading and treatment algorithm.</a></p>
<p>Ortonne J, Chimenti S, Luger T, Puig L, Reid F, Trüeb R.</p>
<p>J  Eur Acad Dermatol Venereol. 2009 Jul 15</p>
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<p>Per gli abstract originali cliccare sul titolo in italiano e poi su quello in inglese</p>
<p>vedi anche <a href="http://www.pietrosantoianni.ne/"></a> <strong><a href="http://www.pietrosantoianni.net/">http://www.pietrosantoianni.net</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Psoriasi del cuoio capelluto, trattamento]]></title>
<link>http://dermatologianapoli.wordpress.com/2009/11/17/psoriasi-del-cuoio-capelluto-trattamento/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 10:12:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>dermatologianapoli</dc:creator>
<guid>http://dermatologianapoli.wordpress.com/2009/11/17/psoriasi-del-cuoio-capelluto-trattamento/</guid>
<description><![CDATA[Treatment of scalp psoriasis with clobetasol-17 propionate 0.05% shampoo: a study on daily clinical ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19845822?itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum&#38;ordinalpos=1">Treatment  of scalp psoriasis with clobetasol-17 propionate 0.05% shampoo: a study on daily  clinical practice.</a></p>
<p>Bovenschen H, Van de Kerkhof P.</p>
<p>J  Eur Acad Dermatol Venereol. 2009 Oct 21.</p>
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<p>Per gli abstract originali cliccare sul titolo in italiano e poi su quello in inglese</p>
<p>vedi anche <a href="http://www.pietrosantoianni.ne/"></a> <strong><a href="http://www.pietrosantoianni.net/">http://www.pietrosantoianni.net</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Psoriasi delle unghie: efficacia di acitretinoina]]></title>
<link>http://dermatologianapoli.wordpress.com/2009/11/17/psoriasi-delle-unghie-efficacia-di-acitretinoina/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 09:54:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>dermatologianapoli</dc:creator>
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<description><![CDATA[Evaluation of the efficacy of acitretin therapy for nail psoriasis. Tosti A, Ricotti C, Romanelli P,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19289755?itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum&#38;ordinalpos=178">Evaluation  of the efficacy of acitretin therapy for nail psoriasis.</a></p>
<p>Tosti A, Ricotti C, Romanelli P, Cameli N, Piraccini BM.</p>
<p>Arch Dermatol. 2009 Mar;145(3):269-71.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alterazioni oculari nella alopecia areata]]></title>
<link>http://dermatologianapoli.wordpress.com/2009/11/17/alterazioni-oculari-nella-alopecia-areata/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 09:50:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>dermatologianapoli</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ocular alterations in patients of alopecia areata. Pandhi D, Singal A, Gupta R, Das G. J Dermatol. 2]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19382996?itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum&#38;ordinalpos=146">Ocular  alterations in patients of alopecia areata.</a></p>
<p>Pandhi D, Singal A, Gupta R, Das G.</p>
<p>J Dermatol. 2009 May;36(5):262-8.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trattamento ungueale con matricectomia ]]></title>
<link>http://dermatologianapoli.wordpress.com/2009/11/17/trattamento-ungueale-con-matricectomia/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 09:48:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>dermatologianapoli</dc:creator>
<guid>http://dermatologianapoli.wordpress.com/2009/11/17/trattamento-ungueale-con-matricectomia/</guid>
<description><![CDATA[Trichloroacetic acid matricectomy in the treatment of ingrowing toenails. Kim SH, Ko HC, Oh CK, Kwon]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19397660?itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum&#38;ordinalpos=137">Trichloroacetic  acid matricectomy in the treatment of ingrowing toenails.</a></div>
<div>
<p>Kim SH, Ko HC, Oh CK, Kwon KS, Kim MB.</p>
<p>Dermatol  Surg. 2009 Jun;35(6):973-9</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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