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	<title>daniel-kahneman &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/daniel-kahneman/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "daniel-kahneman"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 15:08:55 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Half Truths]]></title>
<link>http://lateralviews.wordpress.com/2009/11/02/half-truths/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 08:22:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>lateralviews</dc:creator>
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<description><![CDATA[Book Review THE DRUNKARD’S WALK-How Randomness Rules Our Lives-By Leonard Mlodinow The doctor told m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Book Review THE DRUNKARD’S WALK-How Randomness Rules Our Lives-By Leonard Mlodinow The doctor told m]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Finances Comportementales : les 7 péchés capitaux de l'Investisseur]]></title>
<link>http://lupus1.wordpress.com/2009/11/01/finances-comportementales-les-7-peches-capitaux-de-linvestisseur/</link>
<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 05:06:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>lupus1</dc:creator>
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<description><![CDATA[Depuis 25 ans, les économistes collaborent avec des psychologues pour établir les causes des évoluti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Depuis 25 ans, les économistes collaborent avec des psychologues pour établir les causes des évoluti]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Finanças Comportamentais]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/10/28/financas-comportamentais/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 19:49:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
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<description><![CDATA[*Por Isabella Bertelli Já ouviu falar em finanças comportamentais [em inglês, behavioral economics]?]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1382" title="dinheiro_1277_1024x768" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/10/dinheiro_1277_1024x768.jpg" alt="dinheiro_1277_1024x768" width="500" height="399" /></p>
<p style="text-align:right;"><strong>*Por <a href="http://cienciaemente.blogspot.com" target="_blank">Isabella Bertelli</a></strong><a href="http://cienciaemente.blogspot.com" target="_blank"> </a></p>
<p style="text-align:justify;">Já ouviu falar em finanças comportamentais [em inglês, behavioral economics]? Ou o título foi tão inesperado que o levou a ler esse texto? Bem, finanças comportamentais é um ramo de estudo que envolve áreas como a administração, a economia e a psicologia. Como o próprio nome sugere, trata-se de estudar o comportamento financeiro das pessoas.</p>
<p style="text-align:justify;">Comportamento financeiro pode ser tudo o que se relaciona com o uso do dinheiro; por exemplo, algumas perguntas que podem ser feitas são: por que algumas pessoas economizam mais do que outras? Os mais velhos tendem a gastar menos ou mais que os jovens? Como uma pessoa decide onde investir seu dinheiro, se, por exemplo, na poupança ou na bolsa de valores? O que conta na hora de alguém decidir abrir seu próprio negócio? Como uma dona (ou dono) de casa organiza e lida com a renda e os gastos? Como um acionista decide onde investir e onde não investir? Como decidimos no que gastar nosso dinheiro e no que não gastar? Etc e etc.</p>
<p style="text-align:justify;">Todas as pessoas, a partir de uma certa idade, têm que administrar suas finanças pessoais. Desde muito cedo, em nossa sociedade, muitas crianças já têm que raciocinar sobre dinheiro e se comportar com relação a ele: alguns ganham trocados dos pais sem fazer nada em troca, outros precisam realizar tarefas; alguns mantêm cofrinhos, outros gastam tudo assim que ganham; precisam decidir se compram doces ou brinquedos etc.</p>
<p style="text-align:justify;">O estudo das atitudes e comportamento financeiros das pessoas pode servir a uma dupla função: (1) Para entidades financeiras, como: empresas, para um entendimento das atitudes e comportamentos dos clientes, e para órgãos governamentais, pois pode auxiliar no planejamento de políticas públicas, evitando perdas financeiras, e (2) para as pessoas, pois entender a maneira com que lidam com o seu dinheiro é importante para que sejam elaboradas estratégias para evitar sofrimentos, dívidas, dificuldades na administração e uso etc.</p>
<p style="text-align:justify;">A base das finanças comportamentais se relaciona ao trabalho de dois psicólogos: Amos Tversky e Daniel Kahneman. Os trabalhos destes pesquisadores, elaborados entre os anos 1974 e 1979, representam a base teórica para a análise do comportamento financeiro. Antes deles, havia um pensamento dominante na área das finanças, que é conhecido como hipótese de racionalidade ilimitada dos agentes, oriundo da teoria neoclássica.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse nome complicado pode ser simplificado da seguinte forma: achava-se que as pessoas eram racionais sempre, todo o tempo, ilimitadamente&#8230; Logo, seu comportamento quanto ao dinheiro era totalmente racional, pensado inteligentemente de modo a atingir a melhor escolha, como se um computador interno fizesse complicados cálculos matemáticos, estatísticos e probabilísticos e chegasse à melhor opção, e agíssemos de acordo com isso.</p>
<p style="text-align:justify;">Como você deve desconfiar, essa hipótese não é adequada, pois as pesquisas indicam que as pessoas não pensam ou se comportam sempre de um jeito considerado “racional”. Na área da psicologia, há algum tempo fala-se que as pessoas não são racionais (Freud o disse, só para citar um nome conhecido), mas isso não era idéia corrente em todos os círculos, nem mesmo na psicologia, muito menos na economia, a principal área a estudar o comportamento financeiro.</p>
<p style="text-align:justify;">As finanças comportamentais procuram relaxar a hipótese de racionalidade radical, e consideram inadequado conceber o indivíduo como simples autômato, calculista objetivo de problemas de otimização condicionada, refém de uma lógica inexorável. Buscam incorporar os aspectos psicológicos dos indivíduos no comportamento financeiro, evidenciando a irracionalidade das pessoas.</p>
<p style="text-align:justify;">Na definição de Camerer (2003), a essência das finanças comportamentais é a convicção de que aumentando o realismo dos fundamentos psicológicos humanos quanto às finanças, a própria economia irá melhorar, pois se gera insights teóricos, faz-se melhores predições dos fenômenos, e sugere-se melhores formas de lidar com ela. Para esse autor, a teoria neoclássica não é completamente inútil, porque provê os economistas de uma estrutura teórica que pode ser aplicada muitas vezes, além de provê-los de predições refutáveis.</p>
<p style="text-align:justify;">Quero chamar a atenção para a questão dos pontos de vista. Camerer e a maioria dos autores desse ramo são da economia e de áreas afins, e muitas vezes partem de um ponto de vista das empresas, com o objetivo número 1 que citei no começo, por exemplo, de otimizar lucros e evitar perdas. Querem pesquisar para entender como nossa cognição funciona, de modo que diminuamos os erros e aumentemos os acertos, para evitar perdas financeiras, para empresas, bolsa de valores, órgãos de financiamentos e órgãos governamentais gerais que lidam com dinheiro. Há também outro ponto de vista, o número 2, que é o foco nas pessoas, em como entender e melhorar a forma como lidamos com nossas finanças. Existem, ainda, estudos que unem esses dois pontos de vista.</p>
<p style="text-align:justify;">Voltando na história, os trabalhos de Tversky e Kahneman foram essenciais para dar força a uma hipótese contrária a da racionalidade ilimitada: a da racionalidade limitada [bounded racionality], como nomeou outro pesquisador, o Simon (1957). As pesquisas desses autores fundamentaram a idéia de que os seres humanos estão sujeitos a vieses comportamentais que, muitas vezes, os afastam de uma decisão centrada na racionalidade. Portanto, muito do que sabemos sobre vieses cognitivos, vêm de pesquisas sobre tomada de decisão.</p>
<p style="text-align:justify;">Simon (1957) argumenta que pessoas que têm que tomar decisões (1. tomadores de decisão, o termo mais utilizado; 2. Decisões como, compro o carro ou não? Invisto meu dinheiro nisso ou não?) têm limitações em suas habilidades no processamento de informações. Conseqüentemente, os tomadores de decisão não podem ser perfeitamente racionais da maneira descrita pela teoria neoclássica. Ao invés disso, os tomadores de decisão tentam fazer o melhor que podem dadas as limitações a que estão sujeitos.</p>
<p style="text-align:justify;">A maior contribuição conceitual de Simon é a noção de que as considerações do processamento de informação (ou seja, como as informações são processadas em nossas mentes) representam um importante papel no entendimento do processo decisório humano. Deste modo, como nossa capacidade é limitada no processamento de informações, em condições de incerteza, usamos “regras práticas” ou heurísticas [heuristics] para tomar decisões.</p>
<p style="text-align:justify;">Neste contexto, no final dos anos 60 e início dos anos 70, uma série de artigos escritos por Tversky e Kahneman revolucionou a pesquisa acadêmica em julgamento humano. A idéia central do programa “heuristics and biases” e que julgamentos em situações de incerteza freqüentemente são baseados em um número limitado de heurísticas simplificadoras em vez do processamento algoritmo mais formal e extensivo e este conceito influenciou diversas teorias e pesquisas. Os erros de cognição têm sido considerados em pesquisas de diversos campos de conhecimento, como análise de decisão, estratégia empresarial e finanças (Schwenk, 1984).</p>
<p style="text-align:justify;">Esses trabalhos introduzem a possibilidade de que, nas suas tomadas de decisão, agentes financeiros empreguem processos heurísticos, podendo incorrer sistematicamente em vieses cognitivos. A partir dessas idéias, nas últimas duas décadas, tem aumentado o interesse não somente da comunidade acadêmica e do ambiente empresarial, pelas associações entre psicologia dos julgamentos que as pessoas realizam, e o processo de tomada de decisão (Mendes-da-Silva &#38; Yu, 2009).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A literatura de finanças comportamentais aborda alguns dos vieses cognitivos, como esses:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">- Representatividade. Inicialmente examinada por Tversky e Kahneman (1974), indivíduos que utilizam essa heurística tendem a fazer julgamentos baseados em estereótipos previamente formados. Esse viés cognitivo induz um comportamento de ignorar o papel do tamanho de uma amostra, por exemplo; ou melhor, na intuição de algumas pessoas, o tamanho da amostra não é fator relevante, apesar de constituir matéria essencial em estatística.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ancoragem ou ajustamento. As pessoas tendem a fazer julgamentos a partir de um valor inicial, que será ajustado para a obtenção de uma resposta final. O ajustamento realizado freqüentemente não oferece condições para considerar racional a escolha do agente. Desse modo, decisões tomadas em contextos similares podem apresentar-se diferentes, em decorrência de valores de referência distintos.</p>
<p style="text-align:justify;">- Disponibilidade. Os eventos mais freqüentes são mais facilmente lembrados. Adicionalmente, os eventos mais prováveis são mais lembrados que os improváveis. Esta heurística, segundo Bazerman (2002), pode induzir o agente a erros sistemáticos na tomada de decisões gerenciais.</p>
<p style="text-align:justify;">Esses autores argumentam ainda que ganhos e perdas são avaliados relativamente a um ponto neutro de referência, e que a dor associada à perda de um valor $X é maior que o prazer associado ao ganho dos mesmos $X, existindo uma tendência de superavaliar eventos de pequena probabilidade e subavaliar eventos de média e grande probabilidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse pequeno texto introduziu as finanças comportamentais. Note que apesar do nome do ramo se referir ao comportamento, muito do que é estudado é cognição. Portanto, as finanças comportamentais abrigam uma gama de estudos que se referem a comportamento, atitudes, expectativas e cognição com relação a finanças, sendo bastante ampla e abarcando múltiplas possibilidades.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Psicologia Econômica]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/10/22/psicologia-economica/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 19:19:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
<guid>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/10/22/psicologia-economica/</guid>
<description><![CDATA[Cientistas laureados com o Prêmio Nobel de Economia estudaram a influência de fatores psicológicos n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1401" title="CB006499" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/10/makemoney.jpg" alt="CB006499" width="500" height="400" /></p>
<p style="text-align:justify;">Cientistas laureados com o Prêmio Nobel de Economia estudaram a influência de fatores psicológicos na hora da tomada de decisão</p>
<p style="text-align:right;"><strong>*Publicado em 30/10/2002</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Para quem não faz parte do mundo financeiro, economia e psicologia parecem ciências completamente diferentes e sem qualquer ligação. Entretanto, a relação entre estas duas áreas sempre foi discutida no meio econômico, sem que se chegasse a alguma conclusão. A partir de agora, isso pode começar a mudar. Dois cientistas norte-americanos, o economista Vernon Smith e o psicólogo Daniel Kahneman, foram laureados com o Prêmio Nobel de Economia deste ano exatamente por serem autores de teorias que provam cientificamente que não é possível depender apenas da matemática para tomar decisões econômicas. Segundo eles, às vezes, o lado psicológico de um investidor pode até ser mais importante do que seu conhecimento financeiro.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Sempre se discutiu que a tomada de decisão não pode ser exclusivamente feita pela análise de números, mas ninguém havia mostrado isso de forma científica. Eles conseguiram&#8221;, afirma o professor de Finanças Comportamentais da FEA-USP (Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo), Ricardo Humberto Rocha. Segundo ele, nos últimos quinze anos, os economistas se voltaram para a matemática de uma forma exagerada. &#8220;Começou até a haver um certo preconceito das escolas que não são tão focadas nos números. Os dois vencedores provam que um bom economista deve sim saber muita matemática, mas tem que estar atento ao lado psicológico das pessoas. Agora, os pesquisadores que estavam voltados para este tema se sentirão mais amparados cientificamente. Uma nova fronteira está se levantando. Mas esta mudança não é instantânea&#8221;, opina.</p>
<p style="text-align:justify;">A lógica da pesquisa de ambos é a de que quem toma a decisão final, em qualquer situação, é o ser humano. Ou seja, mesmo que a pessoa possua ótimo conhecimento técnico e financeiro, sempre é o chamado feeling, o lado comportamental, que determina qual o rumo a seguir. &#8220;Teoricamente, todos os gestores que estão no mercado têm o mesmo preparo técnico e estão olhando para os mesmos números. Entretanto, decidem de forma diferente; alguns se dão bem, outros, mal. Portanto, é fácil perceber empiricamente que há influência do psicológico na tomada de decisão&#8221;, explica Rocha. Para o diretor do departamento de economia da UnB (Universidade de Brasília), Jorge Nogueira, a concessão desse prêmio vai ajudar a tornar a Economia Experimental uma área nobre da Economia. &#8220;Isso é extremamente importante, pois mostra que a Economia Experimental está se tornando cada vez usada para a formulação de teorias. É importante, por exemplo, estar atento a como um investidor se comporta em determinada situação de risco. E, para poder dizer como é esse comportamento, é necessário ter informações de área experimental&#8221;, diz Nogueira.</p>
<p style="text-align:justify;">Na opinião do diretor, é provável que a partir de agora a visão da Economia comece a mudar até nas universidades. &#8220;Acho que os alunos e professores vão se voltar mais para a interface entre economia e psicologia, já que essas áreas são essenciais para entendermos efetivamente o comportamento do ser humano enquanto agente econômico&#8221;. O vice-reitor e professor do Departamento de Economia da UFPR (Universidade Federal do Paraná), Aldair Rizzi, entretanto, discorda e não acredita que o Prêmio traga mudanças brutais aos currículos. Segundo ele, a teoria de que a psicologia também deve ser analisada começou a entrar nas instituições de ensino no início dos anos noventa. &#8220;Sempre existiu essa dicotomia na economia, essa diferença entre um enfoque que privilegia a questão dos modelos matemáticos e outro que privilegia o estudo da economia como uma ciência social. O que eles fizeram foi provar isso por meio de laboratório. É uma teoria que tem muito rigor teórico, mas se abstrai da realidade, que é muito mais complexa. Não agrega nada aos cursos universitários porque a análise da economia não se restringe ao laboratório, ela envolve política, sociologia e outros diversos campos que complementam o estudo teórico. Não adianta apenas dizer que o aumento da oferta reduz os preços. Isso já nem existe mais na economia&#8221;, sentencia.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, para Rizzi, a discussão não refuta preceitos consagrados da economia. &#8220;Os dois laureados tentaram agregar formas de interpretação. Mas existem teorias muito mais antigas que são mais apropriadas e mais consistentes para o estudo da economia. Na prática, este prêmio não trará mudanças&#8221;, conclui. O professor da UnB, entretanto, aposta em modificações. &#8220;Eles conseguem demonstrar, por exemplo, que o agente econômico tem muito mais medo de perder do que tem interesse de ganhar. E o que se pensava até hoje é que a vontade das pessoas de ganhar muito era comparável ao risco de perda que estavam dispostas a correr. Eles mostraram o contrário: que as pessoas preferem minimizar a perda ao invés de tentar maximizar o ganho&#8221;, afirma Nogueira. &#8220;Claro, não foram os primeiros a fazer este tipo de análise, mas, com certeza, estão entre aqueles que mais contribuíram&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Meio ambiente valorizado</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Professor voltado para a Economia do Meio Ambiente, Nogueira acredita que as teorias de Vernon Smith e Daniel Kahnegem podem contribuir bastante para sua área. &#8220;Ambos trabalham muito na tentativa de colocar preço em coisas que não têm mercado, como o ar e a água. Kahnegem estudou muito o método de tentar estimar preço para estes bens, o chamado método de valoração contingente&#8221;, explica.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo o professor, este é um ponto importante e que tem sido muito discutido. &#8220;É necessário tomar decisões de como gastar e quais são os recursos necessários para evitar a poluição e a degradação do meio&#8221;. Os dois cientistas fizeram estudos experimentais com o comportamento humano para conseguir descobrir quanto as pessoas estão dispostas a pagar por algo que não tem mercado. &#8220;Como não há mercado de ar puro ou de conservação da natureza, por exemplo, é muito difícil estabelecer um preço. Eles estudaram métodos para alcançar esta valoração da forma mais verdadeira possível. Isso é muito importante, pois, a cada dia, as sociedades gastam mais recursos para tentar decidir hoje sobre resultados que só vão aparecer daqui a muito tempo &#8211; por isso não se sabe exatamente o quanto gastar. Precisamos criar preço para poder, por exemplo, pressionar o governo a investir em um parque nacional&#8221;, explica. Nogueira afirma que a premiação destas teorias dá maior substância para a negociação de uma política publica mais ativa &#8220;para este tipo de coisa, aparentemente, pouco importante, como a água limpa e o ar puro&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>FONTE: <a href="http://www.universia.com.br/" target="_blank">Universia </a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Economia Comportamental ou Análise Experimental do Comportamento?]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/10/22/economia-comportamental-ou-analise-experimental-do-comportamento/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 18:51:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
<guid>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/10/22/economia-comportamental-ou-analise-experimental-do-comportamento/</guid>
<description><![CDATA[*Por Alessandro Vieira Já rendeu prêmio Nobel para um psicólogo, tem por objeto de estudo o comporta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1376" title="savemoney" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/10/savemoney.jpg" alt="savemoney" width="500" height="418" /></p>
<p style="text-align:right;"><strong>*Por Alessandro Vieira</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Já rendeu prêmio Nobel para um psicólogo, tem por objeto de estudo o comportamento (econômico) numa abordagem científica e vê o mundo como uma rede de incentivos, reforços e aprendizagem. Se você acha que estou falando da Análise Experimental do Comportamento, errou: é da Economia Comportamental. “Ué”, você pode estar se perguntando, “Qual a diferença?”.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Coisa de Psicólogo ou de Economista?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Em 2002, Daniel Kahneman, psicólogo israelense ganha o prêmio Nobel de Economia por suas pesquisas a respeito do comportamento econômico. (Aliás, foi o primeiro Nobel conferido a um psicólogo e esse fato passou em brancas nuvens, sem a comemoração que merecia!). Em 2006 um importante economista dos EUA, Steven Levitt publica uma obra de divulgação científica que virou bestseller mundial: Freaknomics, onde uma visão da Economia centrada no comportamento humano, e não em abstratas cifras e índices, é exposta. Parece curioso, mas tanto Kahneman, psicólogo, quanto Levitt economista, estão falando do mesmo assunto: Economia Comportamental.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Incentivos, Interesses, Decisões</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Diferente da visão que o brasileiro tem da Economia (basicamente monetária e extremamente hermética, conforme reza a tradição acadêmica latina), os cientistas dos EUA e Israel defendem que essa disciplina científica é na verdade o estudo da dinâmica de interesses, motivações e decisões de pessoas em grupo. Por exemplo, seria uma questão genuinamente econômica: “Como três garotos devem fazer para dividir duas barras de chocolate, sendo dois deles egoistas e um altruista?”</p>
<p style="text-align:justify;">Portanto, a Economia não seria apenas uma forma de gerenciar recursos escassos (sua definição clássica, de Adam Smith e afins), mas seria também o estudo de como motivações afetam a decisão de indivíduos e grupos.</p>
<p style="text-align:justify;">Na visão Econômica Comportamental as sociedades são uma complexa rede de incentivos onde os participantes compartilham da mesma motivação fundamental: a busca de valor para suas vidas (entendendo por “valor” maximizar ganhos e minimizar perdas). Lembre-se que nessa Economia, dinheiro é apenas um detalhe. O dito “valor” pode significar meio ambiente, estética, amor, amizade, saúde, ética, etc. Enfim, são valores humanos. Assim, por exemplo, um Economista Comportamental pode estudar a dinâmica da sedução masculina, tomando o valor “beleza feminina” como critério de análise. De fato, a Economia Comportamental tem rendido estudos curiosos. Levitt, em Freaknomics, chega a demonstrar “por A mais B” porque é um bom negócio para traficantes de trinta anos de idade morar com suas mães! (Dentre outras teses aparentemente estapafúrdias que você e se pergunta “Nossa, isso é Economia ou Psicologia?”).</p>
<p style="text-align:justify;">A essa altura você pode estar se dizendo: “Já vi isso antes&#8230;” As semelhanças com a proposta filosófica de Skinner, o Behaviorismo, não param por aí. Continue lendo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sentimentos Interferem na Economia?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">As pesquisas de Kahneman questionam a Economia Clássica e sua visão simplista de Homem. Na dita Economia Clássica o Homem é um ser infinitamente racional que toma decisões econômicas visando sempre o seu próprio bem. (Isto é, o Homem é inteligente, egoísta e sensato).</p>
<p style="text-align:justify;">Kahneman demonstrou, e vem daí o seu Nobel, que as pessoas, em meio a situações econômicas (poupar, gastar, investir, etc) muitas vezes não são racionais, nem egoístas e nem sensatas. Entre a situação econômica e a resposta emitida há processos comportamentais que Kahneman apelidou de “viéses psicológicos”. Sua obra é uma dissecação desses viéses, que são uma espécie de filtro decisório que se mescla à racionalidade lógico-matemática na hora tomar decisões econômicas. Por exemplo, nossos comportamentos econômicos são influenciados por nossa auto-imagem (“Sou mesmo o bom em finanças. Nada pode me deter!”), pelo que aprendemos por comunicação social (“Meu primo me disse que devo começar a investir na Bolsa”), por ilusões de controle (“Se deu certo antes, vai dar certo sempre”), por estados de ânimo e humor(“Melhor não ir comprar nada hoje, estou deprimida e farei um estrago na loja”), etc.</p>
<p style="text-align:justify;">O economista comportamental é alguém que leva em conta os viéses psicológicos das pessoas e analisa a contingências envolvidas nas situações como redes de incentivos que interferem nas decisões. Por exemplo: “Martha é uma jovem investidora da Bolsa que, por razões de auto-estima elevada, ilusão de controle do ambiente e entusiasmo emprestado dos amigos, resolve arriscar mais que podia. Que sistema de incentivo poderia ser criado para evitar que Martha e pessoas com o mesmo perfil agisse de tal forma?”</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Pára! Isso não é Análise Experimental do Comportamento?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Levitt, apesar de ser dos EUA, a terra de Skinner e até hoje o grande centro do Behaviorismo, não fala uma palavra sequer sobre o Behaviorismo &#38; CIA. Kahneman se diz um cognitivo-comportamental, e não um behaviorista, e não cita muito a obra de Skinner em suas pesquisas. Parece que esses autores fazem questão de associar a Economia Comportamental a matemática da Teoria dos Jogos, que também rendeu um Nobel de Economia. Contudo, ao aplicado e dileto estudante de Psicologia é impossível ler sobre a Economia Comportamental e não lembrar de Skinner, que fala o tempo inteiro em sua obra a respeito de incentivos sociais, e chega a dizer que a Análise Experimental do Comportamento teria mais a contribuir a Política e às instituições econômicas do que a terapia. Ele chegou a falar em uma engenharia comportamental que iria modelar, dentre outras coisas, sistemas de incentivo econômico.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>E as Diferenças?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O Analista do Comportamento não restringe seu trabalho a fatos econômicos, ao passo que o Economista Comportamental está exclusivamente atento para o que pode observar em termos de ações como poupar, investir, gastar, etc. Talvez esse recorte de realidade seja a maior diferença entre os dois grupos. Outra diferença seria o fato do Analista se apoiar em uma filosofia para seu trabalho (o Behaviorismo). Na Análise do Comportamento os sentimentos, a linguagem e outros fenômenos afins são também muito mais estudados que na Economia Comportamental, já contando com muito conhecimento sistematizado a respeito.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Conclusões:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Seja como for, isto é, seja a Economia Comportamental uma cria que não assume sua genealogia, ou seja, ela algo mesmo inédito, seu advento tem uma utilidade muito grande para Analistas do Comportamento em geral: evidenciar que Skinner tinha razão ao dizer que a terapia seria apenas uma das aplicações possíveis da Análise do Comportamento.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>*Alessandro Vieira dos Reis é psicólogo, trabalha com Interação Humano-Computador e Gestão de Pessoas em organizações. Na área de interação entre Psicologia e Tecnologias Digitais, desenvolveu trabalho com Usabilidade, Design de Educação a Distância e Game Designer.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>FONTE: <a href="http://www.redepsi.com.br" target="_blank">Rede Psi</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Understanding Behavioral Finance ]]></title>
<link>http://healthcarefinancials.wordpress.com/2009/10/20/understanding-behavioral-finance/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 00:37:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Editors</dc:creator>
<guid>http://healthcarefinancials.wordpress.com/2009/10/20/understanding-behavioral-finance/</guid>
<description><![CDATA[Historical Review By: Dr. David Edward Marcinko; FACFAS, MBA, CMP™ By: Dr. Eugene Schmuckler; MBA, C]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Historical Review By: Dr. David Edward Marcinko; FACFAS, MBA, CMP™ By: Dr. Eugene Schmuckler; MBA, C]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RESUMO DA NOSSA HISTÓRIA RECENTE]]></title>
<link>http://economiquement.wordpress.com/2009/10/14/resumo-da-nossa-historia-recente/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 19:47:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Economiquement</dc:creator>
<guid>http://economiquement.wordpress.com/2009/10/14/resumo-da-nossa-historia-recente/</guid>
<description><![CDATA[A pretenção inicial do Economiquement sempre foi abordar exlusivamente assuntos relacionados à Econo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-998" title="news_1850" src="http://economiquement.wordpress.com/files/2009/10/news_1850.jpg?w=241" alt="news_1850" width="188" height="234" />A pretenção inicial do Economiquement sempre foi abordar exlusivamente assuntos relacionados à Economia Comportamental. Até hoje foram exatos três meses de muitos textos e idéias. Comecei escrevendo sobre o <a href="http://economiquement.wordpress.com/2009/08/27/surgimento-da-behavioral-economics-e-da-behavioral-finance/" target="_blank">surgimento da Economia Comportamental</a> analisando o quanto ela está ligada à <a href="http://economiquement.wordpress.com/2009/08/31/economia-comportamental-ou-analise-experimental-do-comportamento/" target="_blank">Psicologia</a> e porque agimos de forma irracional por diversas vezes. Demonstrando que  a  <a href="http://economiquement.wordpress.com/2009/09/01/as-ecolhas-2/" target="_blank">quantidade de escolhas</a> possíveis, assim como nosso <a href="http://economiquement.wordpress.com/2009/09/06/dan-ariely-sobre-nosso-codigo-moral-distorcido/" target="_blank">código moral distorcido</a> e <a href="http://economiquement.wordpress.com/2009/08/26/o-curioso-paradoxo-do-vies-de-otimismo/" target="_blank">nossos viéses psicológicos</a>, podem nos enfluenciar de forma errada em nossas decisões.</p>
<p style="text-align:justify;">Você sabia que <a href="http://economiquement.wordpress.com/2009/09/30/900/" target="_blank">o dinhero pode nos iludir</a>? Que somos mais <a href="http://economiquement.wordpress.com/2009/09/10/por-que-gastamos-mais-quando-usamos-o-cartao-de-credito/" target="_blank">propensos a gastar quando utilizamos cartões de crédito</a>?  Que uma imagem bonita de uma criança recém nascida pode ser um fator significante nas <a href="http://economiquement.wordpress.com/2009/09/09/deseja-manter-sua-carteira-carregue-a-imagem-de-um-bebe/" target="_blank">devoluções de carteiras perdias</a>? A integração entre a Economia e a Psicologia produziu e ainda produz muitas respostas intrigantes, aprofundando um pouco mais no assunto é possível perceber que até mesmo nossas <a href="http://economiquement.wordpress.com/2009/09/21/sobre-vinhos-novamente/" target="_blank">preferências por vinhos</a> podem ser influenciadas, demostrando que somos muito mais irracionais do que prega a <a href="http://economiquement.wordpress.com/2009/09/07/critica-a-teoria-tradicional-de-financas/" target="_blank">economia clássica</a> <em>(um ser infinitamente racional que toma decisões econômicas visando sempre o seu próprio bem. Isto é, o homem é inteligente, egoísta e sensato).</em></p>
<p style="text-align:justify;">Mas com o tempo, novas idéias surgem e antigas rotulagens desaparecem. Comecei a discordar de<a href="http://economiquement.wordpress.com/2009/08/03/livros/" target="_blank"> Dan Ariely</a> em  relação a seguinte ideia<em>: “Somos muito menos racionais do que a teoria econômica tradicional presume. Além disso, esse nosso comportamento irracional não é aleatório. Ele é sistemático e, como o repetimos o tempo todo, é previsível”.</em> Concordo com a questão da irracionalidade porém penso que nosso comportamento se desenvolve de uma forma que beira a aleatoriade.  Amparado por Nassin Nicholas Taleb digo que: <em>&#8220;pequenos fatores aleatórios em torno de um sistema complexo podem gerar informações futuras imprevisíveis&#8221;</em> e nosso comportamento nada mais é do que um grande sistema complexo onde vários viéses psicológicos, demonstrados nos estudos de <a href="http://economiquement.wordpress.com/2009/09/28/entrevista-com-daniel-kahneman-13082003/" target="_blank">Daniel Kahneman</a>, podem gerar um final imprevisível.</p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;">Apartir deste momento, comecei a perceber o quanto certos comportamentos e situações poderiam acontecer de forma aleatória. A última <a href="http://economiquement.wordpress.com/2009/09/11/bolhas-financeiras/" target="_blank">crise financeira</a> dos mercados de capitais,  antes entendida como uma anomalia do sistema padrão, demonstrou o quanto nosso atual método (Hipóteses dos Mercados Eficientes) é ineficiente, ironia com o nome não? O que me levou a comparar os <a href="http://economiquement.wordpress.com/2009/09/09/mercado-financeiro-analise-das-borras-de-cafe-x-analise-tradicional/" target="_blank">modelos atuais utilizados pelos analistas financeiros com as previsões oferecidas pela cafeomancia</a>. Recordo de uma passagem do livro O Andar Do Bebado de Leonard Mlodnow:<em><span style="font-size:10pt;line-height:150%;"> “Olhando para o passado, é fácil construir gráficos bonitos e explicações polidas, mas essa sucessão lógica de eventos é apenas de uma ilusão causada pelo modo como vemos a coisa em retrospecto, tendo pouca relevância na previsão de eventos futuros.”. O</span></em> que me leva a tentar criar uma opinão sobre a aleatoriedade dos mercados (<em>ainda em fase de estruturação</em>).</p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;">Por estes motivos,  o tema do blog que antes era estritamente relacionado à Economia Comportamental, passou a englobar também assuntos sobre os <a href="http://economiquement.wordpress.com/category/mercado-financeiro/" target="_blank">Mercados Financeiros</a>, futuramente quem sabe até assuntos  relacionados à neurociência.  É seguindo a idéia de irracionalidade e aleatoriedade que continuarei a escrever, poís a aleatoriedade está presente em qualquer ponto da vida (<em>de forma direta ou indireta</em>), inclusive em nossos comportamentos que se estendem até os mercados financeiros.  A mecânica que envolve nossos cérebros e consequentemente nossos comportamentos me fascina e espero estar sempre desenvolvendo e transmitindo novas idéias, perambulando sobre a ciência como um simples e complexo &#8220;<em>andar de um bêbado</em>&#8220;.</p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1004" title="bebado" src="http://economiquement.wordpress.com/files/2009/10/bebado.jpg?w=210" alt="bebado" width="210" height="300" /></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;line-height:150%;"> </span></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Learning from Kahneman]]></title>
<link>http://reyadel.wordpress.com/2009/10/12/learning-from-kahneman/</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 23:59:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>reyadel</dc:creator>
<guid>http://reyadel.wordpress.com/2009/10/12/learning-from-kahneman/</guid>
<description><![CDATA[After reading the biography and works of Stiglitz in Steven Pressman&#8217;s second edition of his b]]></description>
<content:encoded><![CDATA[After reading the biography and works of Stiglitz in Steven Pressman&#8217;s second edition of his b]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Daniel Kahneman'dan Nazi Anektodu]]></title>
<link>http://saldiray2.wordpress.com/2009/10/12/daniel-kahnemandan-nazi-anektodu/</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 01:09:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Saldıray</dc:creator>
<guid>http://saldiray2.wordpress.com/2009/10/12/daniel-kahnemandan-nazi-anektodu/</guid>
<description><![CDATA[Ekonomi dalında Nobel ödüllü İsrailli psikolog Daniel Kahneman&#8217;ın hayat hikayesine bakıyordum ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ekonomi dalında Nobel ödüllü İsrailli psikolog Daniel Kahneman&#8217;ın <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Daniel_Kahneman" target="_blank">hayat hikayesine bakıyordum</a> vikipedi&#8217;den. Tercüme etmeye üşendim, şöyle çok ilginç bir anektod anlatmış kendi hayatından:</p>
<blockquote><p>Kahneman has written of his experience in Nazi-occupied France, explaining in part why he entered the field of psychology:</p>
<dl></dl>
<dd>It must have been late 1941 or early 1942. Jews were required to wear the <a title="Yellow badge" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Yellow_badge">Star of David</a> and to obey a 6 p.m. <a title="Curfew" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Curfew">curfew</a>. I had gone to play with a Christian friend and had stayed too late. I turned my brown sweater inside out to walk the few blocks home. As I was walking down an empty street, I saw a German soldier approaching. He was wearing the black uniform that I had been told to fear more than others – the one worn by specially recruited <a title="SS" href="http://en.wikipedia.org/wiki/SS">SS</a> soldiers. As I came closer to him, trying to walk fast, I noticed that he was looking at me intently. Then he beckoned me over, picked me up, and hugged me. I was terrified that he would notice the star inside my sweater. He was speaking to me with great emotion, in German. When he put me down, he opened his wallet, showed me a picture of a boy, and gave me some money. I went home more certain than ever that my mother was right: people were endlessly complicated and interesting (Kahneman, 2003, p. 417).</dd>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ENTREVISTA COM DANIEL KAHNEMAN - 13/08/2003]]></title>
<link>http://economiquement.wordpress.com/2009/09/28/entrevista-com-daniel-kahneman-13082003/</link>
<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 16:23:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Economiquement</dc:creator>
<guid>http://economiquement.wordpress.com/2009/09/28/entrevista-com-daniel-kahneman-13082003/</guid>
<description><![CDATA[O professor Daniel Kahneman, 69 anos, dividiu com seu parceiro de pesquisas Vernon Smith (Universida]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-891" title="ph_kahneman" src="http://economiquement.wordpress.com/files/2009/09/ph_kahneman.jpg" alt="ph_kahneman" width="256" height="328" />O professor Daniel Kahneman, 69 anos, dividiu com seu parceiro de pesquisas Vernon Smith (Universidade George Manson) o Prêmio Nobel de Economia de 2002. O curioso é que Smith é um economista, mas Kahneman é psicólogo. Está lá em seu currículo, para quem quiser ver: Daniel Kahneman, professor de psicologia da Universidade de Princeton, no Estado de Nova Jersey. Mas este título parece mero detalhe inoportuno para os interlocutores deste israelense formado pela Universidade Hebrew, em Jerusalém – nas cadeiras de psicologia e matemática –, e depois pela Universidade da Califórnia, onde obteve PhD, também em psicologia. Assim como a Academia Sueca de Ciências Econômicas, há quem ache que o trabalho deste homem – nascido em Tel- Aviv, e naturalizado americano – tem muito a ver com a área econômica. O megainvestidor e escritor Nassin Nicolas Taleb, por exemplo, diz: “O professor Daniel Kahneman é um dos dois economistas mais influentes dos últimos 100 anos.”</p>
<p style="text-align:justify;">Parece um certo exagero, mas em escala até que razoável. Afinal, Kahneman – com suas pesquisas de behaviorismo econômico – mudou a relação entre clientes, consultores econômicos e gestores financeiros. Colocou foco revelador sobre fatos desprezados – como a influência psicológica sobre processos decisórios financeiros. Delineou de modo mais claro as premissas que devem nortear os investidores em resoluções monetárias. Mostrou que nós, humanos, temos tendências prejudiciais à nossa capacidade de escolha econômica, principalmente quando colocamos lucro, prejuízo e prosperidade num mesmo saco de gatos.</p>
<p style="text-align:justify;">Todos esses – e muitos outros exemplos – levam a crer que Kahneman é um economista de mão cheia. O que é negado com veemência por este professor simpático e de fala baixa. “Não sou economista. Fui puxado para esta conversa por outras pessoas”, disse a ISTOÉ, na semana passada, na entrevista, em Nova York, que antecedeu sua ida ao Brasil. Num programa de dois dias, à convite do BankBoston, o Nobel de Economia de 2002 vai dar duas palestras – uma privada e outra pública –, deixando um terceiro dia livre para a apreciação do ethos psicológico dos nativos – cuja economia, o visitante confessadamente, não entende nada. E que fiquem avisados os brasileiros: não peçam dicas sobre bons investimentos na Bolsa de Valores. Daniel Kahneman, como deixa<br />
claro a seguir, é psicólogo.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>ISTOÉ – Qual o motivo de sua viagem ao Brasil?                O sr. conhece o País?</em><br />
</strong>Daniel Kahneman – Vou passar três dias no Brasil,                a convite do BankBoston. E minhas atividades vão depender                muito daquilo que eles queiram que eu faça. Eles vão me dizer. Acho                que desejam que eu fale em duas conferências – uma delas será                mais para o público em geral, a outra será mais privada, e tenho                um terceiro dia livre. Eu já estive no Brasil há dez anos.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong><em>ISTOÉ – O sr. está familiarizado com                a economia brasileira?</em><br />
</strong>Daniel Kahneman – Não, não só não                conheço a economia brasileira como não sei muito sobre                a economia em geral. Eu sou psicólogo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>I<em>STOÉ – No entanto, o sr. ganhou o Prêmio                Nobel de Economia em 2002&#8230;</em><br />
</strong>Daniel Kahneman –Isso foi consequência do uso de                alguns de meus experimentos, que foram depois utilizados por alguns                economistas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>ISTOÉ – Como é que o sr. foi levado                a trilhar a tortuosa estrada da economia?</em><br />
</strong>Daniel Kahneman – Na verdade não foi uma decisão                minha. Nós não escolhemos o estudo de assuntos econômicos                a priori – e quando eu digo “nós” estou                me referindo também ao professor Vernon Smith, com quem eu                colaborei em 1996, e com quem dividi o Prêmio Nobel. Por causa                de nossos experimentos, os economistas nos puxaram para dentro do                assunto. Foram eles que “puxaram conversa”. Essa aproximação                ocorreu em múltiplas fases. O momento mais importante aconteceu                quando um jovem em particular – um brilhante economista –                apostou sua carreira, por assim dizer, na idéia de usar a                psicologia em teorias econômicas. O nome desse homem é                Richard Thaler (professor de economia comportamental da Universidade                de Chicago), que desde então se transformou num economista                muito importante e também meu amigo particular. Richard é                a figura fundamental no campo da chamada “Behavior Economics”                (“economia comportamental”). Foi quem deu os passos                essenciais nessa área. Assim, como você vê, eu                não sou um “economista comportamental”: sou um                psicólogo. Como disse, fui puxado para dentro desta conversa                e desse modo publiquei trabalhos em conjunto com economistas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>ISTOÉ – Mas seus experimentos alicerçaram                esta área. O sr. poderia nos descrever um experimento típico, conduzido<br />
em seus estudos?<br />
</em></strong>Daniel Kahneman –Bem, eis um deles: dá-se a um grupo                de pessoas um  objeto de algum valor. Digamos uma condecoração. Num                grupo grande de estudantes de uma classe, metade das pessoas recebe uma dessas                condecorações. A outra metade não ganha nada.                Para aqueles contemplados é dito que eles podem levar o objeto                para casa ou trocá-lo por dinheiro. Pergunta-se a essa gente:                caso aceitem a troca, por quanto estariam dispostos a vendê-lo?                Nós vamos decidir por quanto será feita essa venda.                Perguntamos se eles venderiam a peça por US$ 10. Depois perguntamos se venderiam por US$ 9,50, e vamos baixando                o preço até uma base de 50 centavos de dólar.                Já aqueles que não ganharam a condecoração                – e não têm nada – sabem que alguns de                seus companheiros de classe receberam o prêmio. A estes foi                dito: vocês têm a chance de receber a condecoração                – como os outros – ou receber uma quantia em dinheiro.                Novamente fazemos ofertas: US$ 10; US$ 9,50, baixando até                os 50 centavos e fixando uma quantia mínima para a venda.                O que essa gente toda está fazendo é calculando quanto                vale aquela peça. E se você pensar bem as opções                colocadas diante dos dois grupos são idênticas. Uns                ganharam a condecoração e podem trocar por dinheiro,                outros não ganharam, mas podem recebê-la ou trocar                por dinheiro, do mesmo modo. Basicamente, as situações                dos dois grupos são semelhantes. Mas verificamos que as pessoas                que já tinham em mãos a peça pediram o dobro                em dinheiro. A média foi o preço de US$ 7 para aqueles                que tinham ganhado a condecoração e US$ 3,50 para                o outro grupo. Esse é um experimento típico realizado                por mim.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>ISTOÉ – E o que isso vem a provar?</em><br />
</strong>Daniel Kahneman –O que se vê nesse experimento é                que as pessoas que são as vendedoras – aquelas que                já têm o objeto – olham para sua posse como algo                de que eles teriam de abrir mão. E as pessoas simplesmente                odeiam ter de abrir mão de qualquer coisa: imaginam a transação                como uma perda, mesmo recebendo em troca um valor em dinheiro. Já                aqueles que não tinham o item em mãos não reagem                dessa forma. Eles vêem o objeto como algo que podem receber,                não têm nada a perder. As atitudes dos dois grupos                são diferentes. As pessoas têm reações                muito distintas quando recebem algo e quando não recebem                nada, mas contemplam a possibilidade do recebimento. Este é                um dos experimentos típicos, que foi combinado com outros                para formularmos teses.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>ISTOÉ – O sr. poderia dar um outro exemplo                de experimento que se complemente a este?</em><br />
</strong>Daniel Kahneman –Como complemento a este experimento que                citei nós fizemos outro. Em termos psicológicos, os                dois exemplos estão relacionados. Essa nova experiência                envolve um jogo de “cara e coroa” com uma moeda. Estipulamos                que, se a moeda lançada caísse no lado “cara”,                a pessoa perderia US$ 10. Caso contrário – caindo em                “coroa” –, a pessoa iria receber uma quantia “X”.                Perguntamos, então, qual seria a quantia mínima de                “X” para que a pessoa aceitasse participar do jogo.                A maioria das pessoas pediu entre US$ 20 e US$ 25. Novamente, a                quantia pedida corresponde ao dobro do valor da perda ou duas vezes                aquilo que poderiam perder. Trata-se de nova constatação                de que as pessoas dão muito maior valor àquilo que                podem perder do que àquilo que podem receber. Assim, em ambos                os experimentos verificamos este padrão.</p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>ISTOÉ – Em termos de teoria econômica,                o que esses experimentos provam?<br />
</strong></em>Daniel Kahneman –Estabelece-se que as pessoas não                costumam pensar em termos de prosperidade, mas sim de lucros e prejuízos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>I<em>STOÉ – Explique melhor essa conclusão.                As pessoas comuns fazem uma grande conexão entre lucros, perdas e prosperidade,                não é verdade?<br />
</em></strong>Daniel Kahneman –Vamos explicar isso com um exemplo: imagine                que você investiu uma certa importância agora. O investimento                tem o prazo de um ano e você não sabe exatamente o que irá                acontecer ao final desse tempo. Como se dá seu mecanismo                de pensamento? Você pensa em quanto dinheiro irá ganhar                no próximo ano nesse investimento no futuro. Mas pensar em                termos de prosperidade é algo totalmente diferente. Nesse                caso, calcular prosperidade é se perguntar: qual minha riqueza                agora (ou quanto dinheiro eu tenho no total neste momento) e quanto                dinheiro eu terei no próximo ano se o investimento que fiz                der certo ou der errado? Essa última linha de pensamento                segue uma análise sobre prosperidade: é quando se                consideram todas as probabilidades para calcular a extensão                de sua riqueza num futuro determinado. A riqueza do momento e a futura são colocadas na balança.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>ISTOÉ – Qual a diferença entre esse                cálculo e aquele que as pessoas fazem quando têm como                foco principal as considerações sobre perdas e ganhos?</em><br />
</strong>Daniel Kahneman –Quando as pessoas pensam mais em perdas                – enfocando o raciocínio em termos de prejuízos                possíveis –, elas têm reações mais                conservadoras. E, como vimos, as pessoas odeiam perder algo, mais                do que ganhar alguma coisa. Mas quando elas pensam em termos mais                gerais, mais globais, em prosperidade, são mais receptivas                à aceitação de riscos. Quando se tem a prosperidade                como foco principal, a pessoa fica mais confortável com a                idéia de arriscar.</p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>ISTOÉ – O sr. já declarou que superconfiança                tem enormes implicações em termos econômicos.                O que isso significa?<br />
</strong></em>Daniel Kahneman –A idéia geral é a de que                as pessoas parecem agir na crença de que conhecem uma situação,                estão por dentro dos fatos, quando na verdade não                sabem tanto quanto pensam. No mercado de ações, por                exemplo, muita gente acredita que sabe o momento em que deve parar                de investir, ou vender suas ações, ou aumentar seus                investimentos, quando, na verdade, essas pessoas não sabem.                Não têm informações suficientes para                tomar essas decisões com a segurança que pensam possuir.                Desse modo, pode-se afirmar que as pessoas em geral são muito                superautoconfiantes. Esta característica tem enormes efeitos                no comportamento do mercado.</p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>ISTOÉ – Em qual área de investimentos                o sr. acredita que esses padrões de comportamento econômico                têm maior impacto?<br />
</strong></em>Daniel Kahneman –Acho que esses padrões levantam                sérias questões sobre a sabedoria – ou o bom                senso – das pessoas ao investir. Principalmente levando-se                em consideração que elas estão no mercado financeiro,                competindo contra grandes corporações, as consequências                das decisões individuais são enormes e trazem grandes                impactos. Acho que o estudo do behaviorismo econômico será                cada vez mais importante para explicar e apontar fundamentos básicos                para se aumentar a poupança dos indivíduos e da população                em geral. Uma das grandes preocupações econômicas                hoje em dia trata da questão das poupanças individuais.                Acho que nossos estudos vão ter implicações                imediatas para as pesquisas neste campo. Por outro lado, existem                instituições financeiras que usam as teorias e estudos                de comportamento econômico para apostar contra o mercado em                geral. Um exemplo disso: existe um fenômeno no qual quando                se olha um grupo de ações, um fundo de investimento                que perdeu dinheiro por um longo período de tempo, em geral                esse fundo se torna uma boa aposta futura. O valor das ações                que têm perdido dinheiro por muito tempo é muito baixo.                Um portfólio desse tipo de ações geralmente                vai ter melhor performance do que o restante do mercado. A isso                se chama aposta contra a corrente, e as grandes instituições                financeiras se aproveitam dessa tática.</p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>ISTOÉ – Suas teorias têm validade multicultural,                ou seja, elas representam tendências humanas globalizadas? Pessoas na França, Nigéria, Cingapura ou Brasil agem da mesma forma em experimentos semelhantes àqueles feitos pelo  sr. nos Estados Unidos?<br />
</strong></em>Daniel Kahneman –Nós realmente não sabemos                com certeza. Não há uma quantidade grande de estudos                internacionais nessa área. Mas, pelo que vimos em algumas pesquisas, nossas descobertas principais são                provavelmente bastante universais. É claro que também                existem muitas diferenças culturais. Mas ainda não                foi estudado e qualificado qual o peso dessas diferenças nas decisões feitas em experimentos                iguais aos nossos em outros países. Aquilo que nós aprendemos                veio de experiências nos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>ISTOÉ – Tempos atrás o sr. escreveu                que aparentemente as pessoas são mais felizes na Califórnia. O que o                levou a essa conclusão?<br />
</strong></em>Daniel Kahneman –Na verdade, o ponto principal deste texto                é que elas não são mais felizes que pessoas                em outras partes. O que acontece é que em outras partes todo                mundo acredita que os californianos são mais felizes. Mas                isso é uma impressão errada. E tenho certeza de que                neste momento, com o enorme déficit orçamentário                (US$ 36 bilhões) e outros problemas no Estado, os californianos                não estão muito felizes.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>ISTOÉ – O sr. poderia dar alguma dica de investimentos                futuros?</em><br />
</strong>Daniel Kahneman –Eu não seria tolo a ponto de dar                qualquer dica nessa área.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>ISTOÉ – Alguns analistas vêem em seus                estudos a validação do mercado financeiro. Outros                acreditam que suas pesquisas mostram que o mercado não funciona.                Quem está certo?</em><br />
</strong>Daniel Kahneman –Novamente devo dizer que está fora                de minha alçada, mas em todo caso posso opinar que o mercado                financeiro funciona bem – ainda que tenha imperfeições                –, mas está provado que é muito, mas muito difícil                ganhar dinheiro nele. Não é para qualquer um.</p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>ISTOÉ – Como o sr. acha que os investidores                vão se comportar em 2004, nos Estados Unidos:<br />
</strong></em>Daniel Kahneman –Não tenho a menor idéia.                Não sou economista.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fonte:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.terra.com.br/istoe/1767/1767vermelhas_03.htm" target="_blank">Istoé Online</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Assorted links]]></title>
<link>http://nudges.wordpress.com/2009/09/23/assorted-links-14/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 22:56:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>nudgeblog</dc:creator>
<guid>http://nudges.wordpress.com/2009/09/23/assorted-links-14/</guid>
<description><![CDATA[1) Has a Nudge blog reader ever used gmail&#8217;s &#8220;undo send&#8221; option? It&#8217;s a five]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>1) Has a Nudge blog reader ever used gmail&#8217;s &#8220;<a href="http://gmailblog.blogspot.com/2009/03/new-in-labs-undo-send.html">undo send</a>&#8221; option? It&#8217;s a five second cooling off period after sending an email. Better act fast. (Hat tip: Adam Singer)</p>
<p>2) A former judge wants to see more <a href="http://www.slate.com/id/2229209/">ignition-interlock</a> devices. (Hat tip: Devorah Segal)</p>
<p>3) What does the status quo bias have to do with <a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/08/11/AR2009081103584.html?hpid=topnews">Keeping Up with the Joneses</a>? Hint: One man continued to get up and go to work after he got laid off. (Hat tip: <a href="http://www.economist.com/blogs/freeexchange/">Free Exchange</a>)</p>
<p>4) The IMF profiles <a href="http://www.imf.org/external/pubs/ft/fandd/2009/09/people.htm">Daniel Kahneman</a>, who recounts this fascinating story: (Hat tip: <a href="http://mostlyeconomics.wordpress.com/">Amol Agrawal</a>)</p>
<blockquote><p><span style="color:#000000;">An early event in Nazi-occupied Paris that he remembers vividly left a lasting impression because of varied shades of meaning and implications about human nature. “It must have been late 1941 or early 1942. Jews were required to wear the Star of David and to obey a 6 p.m. curfew. I had gone to play with a Christian friend and had stayed too late. I turned my brown sweater inside out to walk the few blocks home. As I was walking down an empty street, I saw a German soldier approaching. He was wearing the black uniform that I had been told to fear more than others—the one worn by specially recruited SS soldiers. As I came closer to him, trying to walk fast, I noticed that he was looking at me intently. Then he beckoned me over, picked me up, and hugged me. I was terrified that he would notice the star inside my sweater. He was speaking to me with great emotion, in German. When he put me down, he opened his wallet, showed me a picture of a boy, and gave me some money. I went home more certain than ever that my mother was right: people were endlessly complicated and interesting.” </span></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MERCADO FINANCEIRO - ANÁLISE DAS BORRAS DE CAFÉ x ANÁLISE TRADICIONAL]]></title>
<link>http://economiquement.wordpress.com/2009/09/09/mercado-financeiro-analise-das-borras-de-cafe-x-analise-tradicional/</link>
<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 15:10:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Economiquement</dc:creator>
<guid>http://economiquement.wordpress.com/2009/09/09/mercado-financeiro-analise-das-borras-de-cafe-x-analise-tradicional/</guid>
<description><![CDATA[João é um homem de planejamento, semanalmente ele consulta a Cafeomancia* para ajudar a tomar suas d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">João é um homem de planejamento, semanalmente ele consulta a Cafeomancia* para ajudar a tomar suas decisões financeiras, ele acredita de olhos fechados nos dados fornecidos, pois a Cafeomancia é utilizada no mundo inteiro difundida por séculos no oriente. João não está sozinho. Todos seus amigos acreditam que as previsões da Cafeomancia erram pouco, que os riscos são mínimos, sendo uma forma de planejamento financeiro eficaz. Pode parecer estranho, ou impossível, mas existem vários pelo mundo, principalmente no mercado financeiro. Incentivadas por promessas de grandes lucros, riscos mínimos, cada vez mais são atraídos para o mercado financeiro. Procuram a consultoria dos analistas financeiros, teoricamente os melhores a ajudar-lhes na compra e venda de ações e sem pensar duas vezes, confiam-lhes parte de seu dinheiro.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-689" title="6a00d83451bd4869e20120a59ade24970c-800wi" src="http://economiquement.wordpress.com/files/2009/09/6a00d83451bd4869e20120a59ade24970c-800wi.jpg" alt="6a00d83451bd4869e20120a59ade24970c-800wi" width="640" height="203" /><em>Fonte: http://contabilidadefinanceira.blogspot.com/2009/09/rir-e-o-melhor-remedio_08.html</em></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Os  financeiros consideram que o desempenho passado e a evolução dos preços das ações em um período, é a melhor previsão para o desempenho futuro das ações. Todos, partem de um pré-suposto que uma análise do passado pode ajudar a entender os rumos da empresa no futuro. Porém, suas recomendações não são melhores que as previsões baseadas em um desenho no fundo de uma xícara de café. Um passado glorioso pode não ser garantia de sucesso futuro, o fato de algo nunca ter acontecido não quer dizer que não vai acontecer um dia. O desempenho das empresas no mercado de ações é aleatório, o movimento do mercado é imprevisível, vários modelos podem funcionar durante dez anos e simplesmente não funcionar nos próximos. Exemplificando a aleatoriedade, no ano de 1957 o matemático George Spencer-Brown demonstrou, em<em> </em><a href="http://www.amazon.com/Probability-scientific-inference-G-Spencer-Brown/dp/B0006AUWN4" target="_blank"><em>Probability and Scientific Inference</em></a><em>, que se </em>gerarmos uma série aleatória de 10<sup>1.000.007</sup> zeros e uns, seriam esperadas, no mínimo, dez seqüências de um milhão de zeros seguidos.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-690" title="Dilbert" src="http://economiquement.wordpress.com/files/2009/09/6a00e554b11a2e8833010536fca2cb970c-800wi.jpg" alt="Dilbert" width="680" height="257" /></p>
<p style="text-align:justify;">Em <a href="http://www.amazon.com/Gut-Feelings-Intelligence-Gerd-Gigerenzer/dp/0670038636" target="_blank"><em>Gut Feelings</em></a>, o autor Gerg Gigerenzer demonstrou que uma carteira composta por ações de empresas cujos nomes as pessoas reconheciam na rua, poderia ser mais eficiente do que outras carteiras numa competição promovida por uma publicação de finanças (<a href="http://www.capital-me.com/" target="_blank">Capital Magazine</a>). Gigerenzer entrevistou cem pessoas na rua (50 homens e 50 mulheres) mostrando a lista das cinqüenta empresas e perguntando quais eles conheciam. As dez mais apontadas compuseram o portfólio que o autor as inscreveu na competição. A carteira de investimentos com as ações mais reconhecidas rendeu  88% a mais que os outros  portifólios enviados e bateu a maioria dos índices do período. Como controle, eles enviaram outra relação com as ações das dez empresas menos reconhecidas. O rendimento dessa segunda carteira empatou com a seleção feita pelo editor-chefe da revista, perdendo 18,5% no período. Outros estudos na mesma área são citados no livro, sugerindo que o excesso de informações no mercado financeiro não resulta, necessariamente, em melhor desempenho. Ocorre, por vezes, o contrário: pouco ou nenhum conhecimento e o simples reconhecimento dos nomes das empresas fez a diferença.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-691" title="6a00e554b11a2e88330120a533bbdc970c-200wi" src="http://economiquement.wordpress.com/files/2009/09/6a00e554b11a2e88330120a533bbdc970c-200wi.jpg?w=104" alt="6a00e554b11a2e88330120a533bbdc970c-200wi" width="98" height="104" />O livro “<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?isbn=8537801550&#38;sid=1894151261199416939268481" target="_blank">O andar do Bêbado</a>” de Leonard Mlodnow cita um sistema criado pelo colunista da Sporting News Leonard Koppett, influenciado pelos resultados do Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano profissional. Sempre que a vitória ficava com uma equipe da NFL**, ele previa que o mercado iria subir. Sempre que o campeão fosse um time da AFL*** a previsão era de que o mercado cairia. Seu método funcionou entre 1979 a 1989, falhou em 1990 e voltou a acertar por todos os anos até 1998. Se Leonard Koppett jamais tivesse revelado seu método, ele seria reconhecido como um grande analista do mercado financeiro.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Não podemos dizer que os métodos de Gerg Gigerenzer, Leonard Koppett ou dos analistas financeiros estão errados ou certos, são apenas métodos diferentes.  O mercado financeiro é movido por paradoxos e o investidor por  vezes pode possuir uma racionalidade limitada. <a href="http://nobelprize.org/nobel_prizes/economics/laureates/1978/simon-autobio.html" target="_blank">Hebert Simon</a>, vencedor do Premio Nobel em 1978 por sua teoria da racionalidade limitada, e <a href="http://nobelprize.org/nobel_prizes/economics/laureates//2002/kahneman-lecture.html" target="_blank">Daniel Kahneman</a>, vencedor do Premio Nobel em 2002, demonstraram a irracionalidade do investidor no processo decisório e adotaram a psicologia como ferramenta para entender melhor esse comportamento. Existem anomalias no Modelo Moderno de Finanças e que diversos padrões de comportamento, tais como aversão à perda, autoconfiança excessiva, exageros no otimismo e no pessimismo e sobre-reação às novidades do mercado, podem mudar os rumos do mercado.</p>
<p style="text-align:justify;">Os modelos matemáticos atuais utilizados pelos analistas são inúteis, não incorporam estudos sobre a <a href="http://economiquement.wordpress.com/2009/08/26/o-curioso-paradoxo-do-vies-de-otimismo/" target="_blank">irracionalidade do investidor</a> e mesmo que incorporassem, as previsões ainda se tornariam reféns do acaso, pois o comportamento do mercado pode mudar a qualquer hora sem um ponto definido. A quantidade de dados não determina a qualidade dos mesmos. O mercado é marcado pela aleatoriedade , muitos fatores interferem nas decisões dos investidores e consultar informações passadas para definir o futuro de uma empresa pode levar ao mesmo resultado que previsões utilizando outros critérios, incluindo a borra de café no fundo de uma xícara. Antes de utilizar o mercado financeiro João deve sempre lembrar que os números e supostas tendências não impendem os riscos, perder pode ser muito fácil assim como ganhar. Por fim, o economista <a href="http://nobelprize.org/nobel_prizes/economics/laureates/1990/miller-autobio.html" target="_blank">Merton Miller</a>, ganhador do Prêmio Nobel em 1990 exemplifica todo o contexto deste texto em uma frase:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>“Se há 10 mil pessoas olhando para as ações e tentando escolher as vencedoras, umas dessas 10 mil vai se dar bem, por puro acaso, e isso é tudo o que está acontecendo. É um jogo, é uma operação movida pelo acaso e as pessoas acham que estão se movendo com um propósito, mas não estão.”</em></p>
</blockquote>
<p><span style="color:#ffffff;"><em>.</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Notas de Rodapé:</strong><em><br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">* Prática usada para adivinhar o futuro através da leitura da borra de café que aparece na parede e fundo de uma xícara, depois de bebê-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">** Liga Nacional de Futebol</p>
<p style="text-align:justify;">*** Liga Americana de Futebol</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Leitura Complementar:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://rodolfo.typepad.com/no_posso_evitar/2009/01/the-drunkards-walk-leonard-mlodinow.html" target="_blank">Texto sobre o livro &#8220;O Andar do Bêbado&#8221; de Leonard Mlodinow feito por Rodolfo Araujo </a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://rodolfo.typepad.com/no_posso_evitar/2009/04/a-sabedoria-da-ignorancia.html" target="_blank">Texto para exemplificar as ideias de Gerg Gigerenzer no livro <em>Gut Feelings</em>,  feito por Rodolfo Araujo</a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://financascomportamentais.blogspot.com/" target="_blank">Texto sobre passado e futuro no blog Finanças Comportamentais</a></p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Salida de la crisis. ¿que dicen los economistas?(Parte 1)]]></title>
<link>http://infografiadigital.wordpress.com/2009/06/19/salida-de-la-crisis-%c2%bfque-dicen-los-economistasparte-1/</link>
<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 11:22:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>edu</dc:creator>
<guid>http://infografiadigital.wordpress.com/2009/06/19/salida-de-la-crisis-%c2%bfque-dicen-los-economistasparte-1/</guid>
<description><![CDATA[Aunque realmente me propuse no hablar de temas políticos en este blog, la verdad es que empiezo a es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Aunque realmente me propuse no hablar de temas políticos en este blog, la verdad es que empiezo a es]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[How risk management may help you in any 2.0 implementation]]></title>
<link>http://fredzimny.wordpress.com/2009/06/14/how-risk-management-may-help-you-in-any-2-0-implementation/</link>
<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 18:30:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>fredzimny</dc:creator>
<guid>http://fredzimny.wordpress.com/2009/06/14/how-risk-management-may-help-you-in-any-2-0-implementation/</guid>
<description><![CDATA[Artist: Andreas Stridsberg http://www.mystic-pic.com This post does not deal with 2.0 deployements. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_4458" class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><a rel="attachment wp-att-4458" href="http://fredzimny.wordpress.com/2009/06/14/how-risk-management-may-help-you-in-any-2-0-implementation/08_06_2009_0123058001244449932_andreas-stridsberg/"><img class="size-full wp-image-4458" title="Artist: Andreas Stridsberg http://www.mystic-pic.com" src="http://fredzimny.wordpress.com/files/2009/06/08_06_2009_0123058001244449932_andreas-stridsberg.jpg" alt="Artist: Andreas Stridsberg http://www.mystic-pic.com" width="468" height="468" /></a><p class="wp-caption-text">Artist: Andreas Stridsberg http://www.mystic-pic.com</p></div>
<p>This post does not deal with 2.0 deployements. But reflecting on it I thought that the approach may be valuable for any implementation. So if you connect to the context and start compacting, incorporating of this item on this blog is valuable. And if you can not yet start constructing a context, you can always contact (and count on) me!</p>
<p>Source: <a href="http://www.innovationtools.com/Articles/EnterpriseDetails.asp?a=440">http://www.innovationtools.com/Articles/EnterpriseDetails.asp?a=440</a></p>
<p><em>By Jeffrey Baumgartner </em>Published on 6/10/2009</p>
<p><img src="/images/risk-300px.jpg" alt="" hspace="7" vspace="5" align="right" /></p>
<p>Prospect theory was developed by <a class="zem_slink" title="Daniel Kahneman" rel="wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Daniel_Kahneman">Daniel Kahneman</a> and <a class="zem_slink" title="Amos Tversky" rel="wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Amos_Tversky">Amos Tversky</a> in 1979. It describes how people make decisions around economic risk and is particularly interesting as it demonstrates that people often do not interpret risk rationally, at least in economic terms. In particular, <a class="zem_slink" title="Prospect theory" rel="wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Prospect_theory">prospect theory</a> shows that people are highly risk averse when it comes to potentially increasing their wealth, but <a class="zem_slink" title="Risk" rel="wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Risk">risk seeking</a> when dealing with potential economic loss. Moreover, there is a tendency for the average person to look at losses and gains in percentages rather than absolute terms. For example, a consumer will drive across town to save $5 on a $15 dollar appliance; but cannot be bothered to go out of her way to save $5 on a $125 appliance. In both cases, the absolute saving is the same. However, in the first example, it is one third of the cost of the product; whereas in the second example, it is only 4%.</p>
<p>Prospect theory would seem also to be applicable to innovation and, indeed, shows that start-ups are likely to be more risk-seeking, and hence innovative, than established companies. A situation we know is generally the case.</p>
<p>Prospect theory started as a thought experiment which was backed up by substantial testing. It is widely accepted by economists today and even earned Kehneman a nobel prize. Tversky, sadly, died before he could share it.</p>
<h2>The reflection effect</h2>
<p>Kahneman and Tversky found that if a group of people is offered the choice between:</p>
<p>a) A 100% chance of receiving $3000.<br />
b) An 80% chance of receiving $4000, but a 20% chance of receiving nothing.</p>
<p>About 80% of the subjects will choose option (a). In other words, when it comes to making money, the average person prefers a guaranteed gain rather than gamble on the possibility of winning a greater amount of money but with a threat of getting nothing.</p>
<p>However, when given a very similar choice:</p>
<p>c) A 100% chance of losing $3000.<br />
d) An 80% chance of losing $4000, but a 20% chance of losing nothing.</p>
<p class="sumtext">
<p>To be continued at <a href="http://www.innovationtools.com/Articles/EnterpriseDetails.asp?a=440" target="_blank">http://www.innovationtools.com/Articles/EnterpriseDetails.asp?a=440</a></p>
<div id="attachment_4459" class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><a rel="attachment wp-att-4459" href="http://fredzimny.wordpress.com/2009/06/14/how-risk-management-may-help-you-in-any-2-0-implementation/and/"><img class="size-full wp-image-4459" title="Artist: Andreas Stridsberg http://www.mystic-pic.com" src="http://fredzimny.wordpress.com/files/2009/06/and.jpg" alt="Artist: Andreas Stridsberg http://www.mystic-pic.com" width="468" height="272" /></a><p class="wp-caption-text">Artist: Andreas Stridsberg http://www.mystic-pic.com</p></div>
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<ul class="zemanta-article-ul">
<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://www.stephenkinsella.net/2009/04/16/financial-economics-lecture-18-behavioural-finance/"> Financial Economics Lecture 18: Behavioural Finance </a> (stephenkinsella.net)</li>
<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://r.zemanta.com/?u=http%3A//www.time.com/time/health/article/0%2C8599%2C1881498%2C00.html%3Fxid%3Drss-health&#38;a=3405120&#38;rid=12223dcc-86a7-4845-9939-ec255405f3e2&#38;e=937260c445e6db949f3b80667b3cd890">Why Dreams Mean Less Than We Think</a> (time.com)</li>
<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://r.zemanta.com/?u=http%3A//www10.nytimes.com/2009/02/08/business/08nudge.html%3F_r%3D5%26partner%3Drss%26emc%3Drss&#38;a=3045780&#38;rid=12223dcc-86a7-4845-9939-ec255405f3e2&#38;e=8b445d9f88768e732e35bd390faae104">When Humans Need a Nudge Toward Rationality</a> (nytimes.com)</li>
<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://r.zemanta.com/?u=http%3A//www.time.com/time/nation/article/0%2C8599%2C1894574%2C00.html%3Fxid%3Drss-topstories&#38;a=4561780&#38;rid=12223dcc-86a7-4845-9939-ec255405f3e2&#38;e=edd6075012c81ac2b168ae832714501a"> When Fixing Government, Beware of the Brainiacs </a> (time.com)</li>
<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://www.core77.com/blog/business/reflection_on_a_crisis_dld09_12508.asp">Reflection on a crisis &#8211; DLD09</a> (core77.com)</li>
<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://r.zemanta.com/?u=http%3A//www.time.com/time/magazine/article/0%2C9171%2C1889153%2C00.html%3Fimw%3DY&#38;a=4175343&#38;rid=12223dcc-86a7-4845-9939-ec255405f3e2&#38;e=ed2e04e64e8cecf8c9d6e0150bca1136"> How Obama Is Using The Science of Change </a> (time.com)</li>
<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://www.5min.com/Video/How-Executive-Leadership-Coaching-Can-Help-You-25282411?sid=247"> How Executive Leadership Coaching Can Help You </a> (5min.com)</li>
<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://r.zemanta.com/?u=http%3A//www10.nytimes.com/2009/02/08/business/08nudge.html%3F_r%3D5%26partner%3Drss%26emc%3Drss&#38;a=3045780&#38;rid=ddf3353e-5f93-493d-88c0-97028dd5d6c3&#38;e=1644a98f21fb0575d98c17472ea047ab">When Humans Need a Nudge Toward Rationality</a> (nytimes.com)</li>
<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://r.zemanta.com/?u=http%3A//www.time.com/time/nation/article/0%2C8599%2C1894574%2C00.html%3Fxid%3Drss-topstories&#38;a=4561780&#38;rid=ddf3353e-5f93-493d-88c0-97028dd5d6c3&#38;e=994bb231a83c8cd1d205284c186b19f9"> When Fixing Government, Beware of the Brainiacs </a> (time.com)</li>
<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://r.zemanta.com/?u=http%3A//www10.nytimes.com/2009/02/08/business/08nudge.html%3F_r%3D5%26partner%3Drss%26emc%3Drss&#38;a=3045780&#38;rid=93785ebd-8e72-4ac4-9a14-a66d8411bdfe&#38;e=9463fca1b653f89f6111fbdcb0878100">When Humans Need a Nudge Toward Rationality</a> (nytimes.com)</li>
<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://r.zemanta.com/?u=http%3A//www.time.com/time/health/article/0%2C8599%2C1881498%2C00.html%3Fxid%3Drss-topstories&#38;a=3392924&#38;rid=93785ebd-8e72-4ac4-9a14-a66d8411bdfe&#38;e=00af65d34a447f2221e9e542469d48fc">What Do Dreams Mean? Less Than We Think</a> (time.com)</li>
<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://languagelog.ldc.upenn.edu/nll/?p=1396"> Generalization and truth </a> (languagelog.ldc.upenn.edu)</li>
<li class="zemanta-article-ul-li"><a href="http://blogs.harvardbusiness.org/hbr/mcgrath/2009/06/competitive-advantage-is-fleeting.html"> Competitive Advantage Is Fleeting (And It&#8217;s Okay to Admit It) </a> (blogs.harvardbusiness.org)</li>
</ul>
<div class="zemanta-pixie" style="margin-top:10px;height:15px;"><a class="zemanta-pixie-a" title="Reblog this post [with Zemanta]" href="http://reblog.zemanta.com/zemified/93785ebd-8e72-4ac4-9a14-a66d8411bdfe/"><img class="zemanta-pixie-img" style="border:medium none;float:right;" src="http://img.zemanta.com/reblog_b.png?x-id=93785ebd-8e72-4ac4-9a14-a66d8411bdfe" alt="Reblog this post [with Zemanta]" /></a></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Daniel Kahneman's own experience with overconfidence from his days in the army]]></title>
<link>http://nudges.wordpress.com/2009/06/10/daniel-kahnemans-own-experience-with-overconfidence-from-his-days-in-the-army/</link>
<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 04:31:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>nudgeblog</dc:creator>
<guid>http://nudges.wordpress.com/2009/06/10/daniel-kahnemans-own-experience-with-overconfidence-from-his-days-in-the-army/</guid>
<description><![CDATA[Richard Thaler and Daniel Kahneman are interviewed for an NPR story about lessons from behavioral ec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Richard Thaler and Daniel Kahneman are interviewed for an NPR story about lessons from behavioral economics. Long before he was a psychologist at Princeton, Kahneman was a psychologist in the Israeli army where one of his major tasks was evaluating soldiers and deciding which ones were likely to make good officers. To separate the good from the bad, Kahneman had groups of 8 soldiers figure out how to lift a giant telephone pole over a wall. The idea was that leaders, followers, and quitters would emerge. The telephone poll test turned out to be useless, however. There was no relationship between Kahneman&#8217;s evaluations and the evaluations at officer school based on six months of performance. Even after learning about the non-relationship, Kahneman initially didn&#8217;t believe it.</p>
<blockquote><p><span style="color:#000000;">&#8220;The next day after getting those statistics, we put them there in front of the wall, gave them a telephone pole, and we were just as convinced as ever that we knew what kind of officer they were going to be.&#8221;</span></p></blockquote>
<p>Listen to the story <a href="http://www.npr.org/templates/story/story.php?storyId=104803094">here</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[How to beat the queue in McDonald's]]></title>
<link>http://minotauromachia.wordpress.com/2009/06/03/how-to-beat-the-queue-in-mcdonalds/</link>
<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 16:58:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Big Planet</dc:creator>
<guid>http://minotauromachia.wordpress.com/2009/06/03/how-to-beat-the-queue-in-mcdonalds/</guid>
<description><![CDATA[How to select the fastest queue in a fast food restaurant or supermarket? Let&#8217;s take a typical]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>How to select the fastest queue in a fast food restaurant or supermarket?</p>
<p>Let&#8217;s take a typical McDonald&#8217;s branch. Suppose there are 5 counters. One obvious option is to pick randomly, in which case you have 20% chance of being lucky to be in the fastest line. Can we increase this probability?</p>
<p>Professor Eugene Fama, contender for the Nobel Prize in Economics, will say you cannot beat 20%. That&#8217;s because according to the efficient-market hypothesis, all customers are perfectly informed about the quickest line. Perfect information eliminates the quickest line. If every customer knows which line is quickest, then any &#8220;get-food-quick&#8221; scheme is impossible and all the queues will move as they are supposed to move. (If it&#8217;s obvious that the shortest line is the quickest, then the other customers will immediately select it, after which it is no longer the fastest.)</p>
<p>Another option is available when you have brought friends, in which case you can apply the modern portfolio theory, which was pioneered by H.M. Markowitz, a 1990 Nobel Laureate. Scatter (or rather, <span style="font-style:italic;">diversify</span>) yourselves into different queues and you can increase the probability of selecting the quickest. If there are two of you, then your chance of success is doubled to 40%. Nice tactic, but there&#8217;s a limit to this.</p>
<p>Supposing you have brought 4 friends so that there are 5 of you. Theoretically, you can apply Markowitz diversification by utilizing all 5, but a cost-benefit analysis will eventually cut your resources to less than that number. Consider this: we already know that the more you increase the friends to fall in line, the sooner the whole group can eat their meal. In effect, you are buying <span style="font-style:italic;">the opportunity to eat as soon as possible</span> or &#8216;ASAP meal&#8217; like a normal commodity in exchange for a certain number of friends. The only problem is that the &#8216;ASAP meal&#8217; can be substituted by talking around the table while waiting for the other friends delegated to order the food. <span style="font-style:italic;">Talking </span>is a substitute good for the &#8216;ASAP meal&#8217;, and it is purchased when the &#8216;ASAP meal&#8217; is too expensive (requires all 5 friends). My hypothesis is that 3 is the maximum number of friends (including you) that a customer can diversify to fall in line, because at least 2 friends are required to purchase <span style="font-style:italic;">talking. </span>Hence, 60% is the maximum probability of success. I say with perfect confidence that this occurs unfailingly in the real world.</p>
<p>Supposing you walked into McDonald&#8217;s alone, you cannot use modern portfolio theory (assuming of course that you do not block two adjacent lines, which I do in practice). Your other option is to perform a fundamental analysis. This requires a lot of data, but as a rule-of-thumb, examine the order-takers and avoid the trainees. If you want more sophistication and accuracy, study statistical reports on what type of customers order the most in McDonald&#8217;s at what specific time of the day, then it&#8217;ll be easy to guess which lines can bring you the ASAP meal.<span style="font-style:italic;"><br />
</span><br />
The behavioral economics school, led most famously by 2002 Nobel Laureate Daniel Kahneman, argues against Fama&#8217;s efficient-markets hypothesis, but they both agree that <span style="font-style:italic;">you simply can&#8217;t beat the market.</span> So too bad, Kahneman would say, you will never beat the queue in McDonald&#8217;s because of too much irrationality and chaos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Book Review: Free Market Madness]]></title>
<link>http://biasandbelief.wordpress.com/2009/05/19/book-review-free-market-madness/</link>
<pubDate>Tue, 19 May 2009 15:07:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Martin Poulter</dc:creator>
<guid>http://biasandbelief.wordpress.com/2009/05/19/book-review-free-market-madness/</guid>
<description><![CDATA[Review of Peter A. Ubel (2009) Free Market Madness: Why human nature is at odds with economics  ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Review of Peter A. Ubel (2009) <em>Free Market Madness: Why human nature is at odds with economics  &#8211; and why it matters</em>. Harvard Business Press, ISBN:<a href="http://books.google.com/books?id=Cm3Do9o_C7UC">9781422126097</a></p>
<p>Despite the title, this book sings the praises of the free market. However, it soundly debunks a libertarian free-market fundamentalism that draws its legitimacy from the rational-choice assumptions of economics.</p>
<p>The author is a medical doctor and decision scientist, not to mention an accessible writer. The book is based on many important scientific studies, including the author&#8217;s own research, so there&#8217;s a high fact-to-opinion ratio. In his medical work, Ubel sees first-hand the obesity crisis, the stressful conditions in which we make medical decisions and the inefficiency of a market medical system. This in turn shows the danger of believing that people always make decisions in their own best interest.<!--more--></p>
<p>Other writers have criticised free-market economics for ignoring market failures (such as pollution) or for ignoring the moral dimension of decision-making. Ubel instead shows that rational-choice economics has been refuted &#8211; no, not by the financial crisis &#8211; by decades of behavioural research, in laboratory and real-world experiments on decision making. The fact is that the brain has many decision-making modules. Maybe one of them wants you above all to get fit, eat right and avoid diabetes, but when you are out shopping it&#8217;s a different module that chooses to buy the doughnuts.</p>
<p>Human behaviour responds to incentives, but as this book shows, incentives are not the whole story. There are framing effects, comparison effects, social pressure, and the many human quirks which are exploited by marketers to make you buy stuff you don&#8217;t really want. To rational-choice economists, incentives are the whole story, hence their theory of &#8220;rational addiction&#8221;, and Ubel shows what a fallacy this is.</p>
<p>Thaler and Sunstein&#8217;s &#8220;Nudge&#8221; has brought the policy implications of behavioural economics to public awareness. However, that book reflects the political atmosphere of the US where it&#8217;s beyond the pale to challenge that the individual knows best. As a result, it reads as oddly right-wing to a European audience. This isn&#8217;t the case with &#8220;Free Market Madness&#8221;. Ubel believes in life, liberty and the pursuit of happiness but doesn&#8217;t want us to sacrifice our happiness on the altar of freedom, like so many of his patients have. Ariely&#8217;s &#8220;Predictably Irrational&#8221; is more wide-ranging, but Ubel is more specific about where orthodox economics has gone wrong. All three books are valuable contributions and deserve to be read with each other, with Ubel&#8217;s in particular being a serious wake-up call to our political discussion.</p>
<p>Despite its significance, I can&#8217;t give this the highest rating because after an excellent first few chapters, the argument becomes more diffuse. He gives examples of how we make decisions irrationally, and how the free-market fundamentalists are ignoring the science, but it&#8217;s not structured as tightly as it could have been. Perhaps that&#8217;s pedantic: the book is persuasive enough to show me that some of my own beliefs, however appealing, were wrong.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Are you in investment paralysis in the downturn? Read on...]]></title>
<link>http://cnablog.wordpress.com/2009/05/01/are-you-in-investment-paralysis-in-the-downturn-read-on/</link>
<pubDate>Fri, 01 May 2009 22:26:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>chetanroy</dc:creator>
<guid>http://cnablog.wordpress.com/2009/05/01/are-you-in-investment-paralysis-in-the-downturn-read-on/</guid>
<description><![CDATA[Jeffrey Goldberg writes in the Atlantic wondering whether his Merill Lynch investment advisers were ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Jeffrey Goldberg writes in the Atlantic wondering whether his Merill Lynch investment advisers were really looking after his interests, or Merill&#8217;s profits? Is there such a thing as an investment adviser for the small individual investor? Should one really invest at all? In what?</p>
<p>To find out, he <del datetime="2009-04-24T03:19:52+00:00">drops names </del> talks to hedge fund founders, top brokers, attends swanky parties in New York, gets in on the gossip, and extracts some earthy, straight as apple pie advice from Seth Klarman, the man who wrote <strong>THE</strong> book on value investing. Cody Lundin, who stands in snow barefoot and eats mice because it&#8217;s free protein (don&#8217;t ask), chimes in as well. And Goldberg doesn&#8217;t forget to ask those folks at Berkshire Hathaway, while he&#8217;s at it.</p>
<p>Have you stopped playing the market in these volatile times? Do you want to start again? Do you truly fit the definition of an investor? Read on&#8230;</p>
<h3><a href="http://www.theatlantic.com/doc/200905/goldberg-economy"> Why I Fired My Broker </a></h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A crise mostra que as pessoas são irracionais]]></title>
<link>http://economiaclara.wordpress.com/2009/04/26/a-crise-mostra-que-as-pessoas-sao-irracionais/</link>
<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 01:15:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciana Seabra</dc:creator>
<guid>http://economiaclara.wordpress.com/2009/04/26/a-crise-mostra-que-as-pessoas-sao-irracionais/</guid>
<description><![CDATA[Para a teoria econômica tradicional, os homens são racionais e, por isso, jamais tomariam decisões q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-343" title="Daniel Kahneman" src="http://economiaclara.wordpress.com/files/2009/04/daniel_kahneman3.jpg" alt="Daniel Kahneman" width="150" height="179" />Para a teoria econômica tradicional, os homens são racionais e, por isso, jamais tomariam decisões que pudessem prejudicá-los. Com base nessa idéia e diante da crise atual, qualquer um deve se perguntar: mas como se pôde chegar a este nível de risco? Será que ninguém percebeu que o processo era potencialmente explosivo? Os produtos financeiros não tinham base estatística? O psicólogo Daniel Kahneman, prêmio Nobel de Economia em 2002, juntamente com Amos Tversky, tem a resposta: as pessoas não são racionais.</p>
<p>Em artigo publicado no jornal israelense <em>Haaretz</em>, Kahneman responde a questões intrigantes. Para ele, uma história real diz muito a respeito dos modelos econômicos que estão na raiz da crise. É sobre um grupo de soldados suíços que se perdeu nos Alpes. Depois de muitos dias, um dos homens percebeu que tinha um mapa. A partir dele, os soldados encontraram uma cidade. Quando voltaram à base e um deles contou ao comandante como fizeram para retornar, ele pediu para ver o mapa e disse: “Você encontrou um mapa, tudo bem, mas ele não é dos Alpes, é dos Pireneus”.</p>
<p>A moral da história, segundo Kahneman, é que alguns de nossos modelos econômicos, talvez aqueles do mundo do investimento, não têm valor. Os investidores apenas apegaram-se a eles, como os soldados fizeram com o mapa, porque precisavam de alguma segurança para agir.</p>
<p>Segundo Kahneman e Tversky, os indivíduos não reúnem dados de forma sistemática ou estatística quando vão tomar decisões econômicas, mas usualmente baseiam-se em regras de bolso. Eles tendem a se apegar a uma certa informação, em geral alguma que encontram por acaso.</p>
<p>Para Kahneman, o momento mais importante da crise econômica foi quando o ex-presidente do Banco Central dos EUA, Alan Greenspan, admitiu que sua teoria do mundo estava errada. Ele esperava que as firmas protegessem seus interesses, porque seriam racionais. Assim, elas não deveriam tomar riscos que ameaçassem a sua própria existência.</p>
<p>É preciso distinguir, segundo o prêmio Nobel, entre as firmas e seus administradores. Eles têm perspectivas de curto prazo, enquanto o melhor para as empresas seria que olhassem para o longo prazo.</p>
<p>No último semestre, os modelos simplesmente não funcionaram, segundo Kahneman. Mas então por que as pessoas usariam modelos? Ele recorre a outra metáfora: um sistema que faz boas previsões do tempo, mas que não pode prever furacões, não será jogado fora.</p>
<p>A última pergunta do articulista, Guy Rolnik, é: por que os soldados não usaram o mapa dos Alpes? Por que não usamos os modelos econômicos corretos? A resposta: “é possível que simplesmente não exista mapa dos Alpes, que não haja algo que possa prever os terremotos”. Ou seja: pode ser que não haja teoria capaz de explicar todos os fenômenos econômicos e, principalmente, que torne possível prever uma crise.</p>
<p>Vale a pena ler o <a href="http://www.haaretz.com/hasen/objects/pages/PrintArticleEn.jhtml?itemNo=1077151">artigo completo</a>, em inglês. Agradeço ao amigo Ari, que fez a indicação do texto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Irrational numbers]]></title>
<link>http://riverdaughter.wordpress.com/2009/04/21/irrational-numbers/</link>
<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 17:03:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>dakinikat</dc:creator>
<guid>http://riverdaughter.wordpress.com/2009/04/21/irrational-numbers/</guid>
<description><![CDATA[I&#8217;ve sat in two doctoral level investment classes for my degree. It&#8217;s not one of my fiel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-2886" title="mask" src="http://dakiniland.wordpress.com/files/2009/04/mask.jpg?w=300" alt="mask" width="300" height="216" />I&#8217;ve sat in two doctoral level investment classes for my degree. It&#8217;s not one of my fields because I just don&#8217;t want to take the derivatives seminar.  I actually have a lot of disdain for the field now that I&#8217;ve done the proofs on the major models.  My ex husband worked 20 years for an insurance company in their investment department doing the real thing.  It was one of the reasons I actually left him.  I find the entire field pretty insufferable.  Unfortunately, it&#8217;s also one of the highest paying fields you can have as an academic.  It&#8217;s much easier to get big publications in Finance than Economics. That&#8217;s basically because there really isn&#8217;t an awful lot of theory in finance.  It&#8217;s mostly data mining looking for some kind of theory.   As you can  probably tell by now, I&#8217;m not really popular with the Investment professors.  They don&#8217;t understand me primarily because I&#8217;m not out to make money. (Well, that and I refuse to call <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Eugene_Fama">Eugene Fama </a>God)  My research is always based on contrariness about the current asset pricing models we teach.  I especially disdain the ones that we teach to MBAs and Finance majors.</p>
<p>A lot of Finance is based on two assumptions that I can&#8217;t buy. One is that the market follows a random walk.  (This is Fama&#8217;s big contribution for which he expects to get a Nobel, but hasn&#8217;t managed to date.)  A lot of time is spent looking at the equity markets saying you can&#8217;t beat the market or really forecast it because it&#8217;s a completely random series.  The second is that the investor is a rational being.  Most of the field total ignores the old Keynesian idea of <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Animal_spirits_(Keynes)">&#8216;animal spirits&#8217;</a>.  That&#8217;s the idea that the market can get a herd mentality and spook at various events and move like a bunch of scared cows.</p>
<p>There&#8217;s a field in Finance that&#8217;s beginning to get a little bit of respect but still is considered a little out there. That&#8217;s probably, why it&#8217;s the only parts of Finance and Investment theory that intrigues me.  It&#8217;s called Behavioral Finance.  It looks for anomalies in the market and tries to find the reasons for them based more on human psychology rather than trying to just call them odd events.  That&#8217;s why I was happy to read this account, <a href="http://www.haaretz.com/hasen/spages/1077151.html"> Irrational everything</a>,  written by Guy Rolnik on  <span class="t13"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Daniel_Kahneman">Prof. Daniel Kahneman</a>.  Kahneman&#8217;s a collector of stories of irrational behavior when it comes to people and finance decisions.  His voice would really add some flavor to the current collapse of modern finance.  Here&#8217;s a non finance example that just tickles me every time I read it.<br />
</span></p>
<blockquote><p><span class="t13">But the story Kahneman recalls when asked about the economic models at the root of the current financial crisis is actually taken from history, not an experiment. It concerns a group of Swiss soldiers who set out on a long navigation exercise in the Alps. The weather was severe and they got lost. After several days, with their desperation mounting, one of the men suddenly realized he had a map of the region.</span></p>
<p><span class="t13">They followed the map and managed to reach a town. When they returned to base and their commanding officer asked how they had made their way back, they replied, &#8220;We suddenly found a map.&#8221; The officer looked at the map and said, &#8220;You found a map, all right, but it&#8217;s not of the Alps, it&#8217;s of the Pyrenees.&#8221;</span></p>
<p><span class="t13">According to Kahneman, the moral of the story is that some of our economic models, perhaps those of the investment world, are worthless. But individual investors need security &#8211; maps of the Pyrenees &#8211; even if they are, in effect, worthless. </span></p>
<p><span class="t13"><!--more--><br />
</span></p></blockquote>
<p><span class="t13">Kahneman and his colleague, the late </span><span class="t13">Amos Tversky,  used to search for evidence that people do not make financial decisions rationally which  led to the current field of  &#8220;Behavioral Finance&#8221;. They are most famous for the idea of investors using  &#8216;anchors&#8217; in making economic/finance decisions.  Anchors are the security represented by the wrong map in the above example.  It&#8217;s the investor&#8217;s security blanket.</span></p>
<blockquote><p><span class="t13">Kahneman and Tversky found that people do not gather data in a systematic or statistical way, but usually make economic decisions based on &#8220;rules of thumb&#8221; &#8211; heuristics, to borrow the term they used.</span></p>
<p>For example, let&#8217;s take two groups of people and ask the first if the tallest tree in the world is taller than 300 meters. Then let&#8217;s ask them how tall the tallest tree in the world is. Then we repeat the exercise with the second group, asking them whether the tallest tree in the world is taller than 200 meters, and then how tall it is. At the end of the experiment, we find that the first group&#8217;s average answer to the second question is, around 300 meters, and the second&#8217;s is around 200 meters.</p>
<p>Why? Kahneman and Tversky say this is &#8220;anchoring&#8221;: People tend to latch on to a certain &#8220;anchor&#8221; &#8211; usually one they come across by chance &#8211; instead of trying to use a more rational way to gather and process data and make economic decisions.</p></blockquote>
<p><span class="t13">Kahneman won the Nobel Prize in Economics in 2002.  His theory of irrational decision making is considered an <img class="alignright size-medium wp-image-2887" title="kachinadolls3" src="http://dakiniland.wordpress.com/files/2009/04/kachinadolls3.jpg?w=300" alt="kachinadolls3" width="300" height="276" />essential  part of economics and is always discussed in risk and consumer theory.  His work has not been integrated, however, into investment decision making to the same degree.  It&#8217;s still considered too out there.</span></p>
<p><span class="t13">Kahneman and Naseem Talib, the mathematician well known for the Black Swan theory, are known to share ideas these days.  Both feel that financial/economic models have no validity during crisis times.  Kahneman&#8217;s ideas about the financial crisis are very germane but have not appeared in the press.  Talib, on the other hand, has been thrust into the spotlight. That&#8217;s why I was pleased to find Kahneman&#8217;s comments in the link provided above.<br />
</span></p>
<blockquote><p><span class="t13">From Kahneman&#8217;s point of view, the most important moment of the recent economic crisis came when Alan Greenspan admitted at a congressional hearing that his theory of the world had been mistaken. &#8220;Greenspan expected financial firms to protect their interests, because they are rational companies and the market is rational, so they would not take risks that would threaten their very existence,&#8221; Kahneman says. </span></p></blockquote>
<blockquote><p><span class="t13">&#8220;Where did he go wrong? Because he did not distinguish between the firms and their &#8216;agents&#8217; [their managers]. There is a huge gulf between the companies and their agents. Firms take the long view, while agents have short perspectives and take the short view. The compensation models of the corporation and their agents are different. The executives did not commit suicide when they took risks; it was the corporations managed by these agents that committed suicide.</span></p>
<p>&#8220;People are always asking me: &#8216;Are the people who got caught up in the financial crisis idiots?&#8217; The answer is, the bank managers were not complete idiots. Greenspan&#8217;s admission speaks for itself: The theory that a bank is some sort of rational agent that protects the public&#8217;s interest is wrong. The assumption of rationality is a fallacious one in the first place, and in the second place, the assumption that a bank should be seen as a single, rational player is irrelevant. One must look at who is managing the bank &#8211; management that receives incentives to do things that are not connected to anybody&#8217;s interests.&#8221;</p></blockquote>
<p><span class="t13">I can&#8217;t possibly cover every thing said in this wonderful interview but would suggest you read the entire thing yourself.  There are many gems of wisdom on many things. This includes his thoughts on what we can learn from the crisis.<br />
</span></p>
<blockquote><p><span class="t13">So how do we deal with this? What are the lessons to be learned from this crisis?</span></p>
<p>&#8220;I think that in the future there will be rules obligating lenders to give much more information to borrowers. Financial firms&#8217; problems are less interesting from a psychological point of view. These are problems of agents and companies that economists already understand. The interesting psychological problem is why economists believe in their theory, but this is the problem with the theory, any theory. It leads to a certain blindness. It&#8217;s difficult to see anything that deviates from it.&#8221;</p>
<p>We only look for information that supports the theory and ignore the rest.</p>
<p>&#8220;Correct. That appears to be what happened with Greenspan: He had a theory under which the market operates, and that the market would correct itself.&#8221;</p>
<p>A personal question. When you look at your own behavior in the world of economics, do you feel you make the same mistakes, or that you are aware and thus consider yourself immune?</p>
<p>&#8220;I am not immune, I am a coward. That&#8217;s something else. Several years ago, I decided that I should not take any risks, that I want a European retirement, linked to the cost-of-living index. In the United States, there is no such thing. I asked an investment counselor to look into whether she could arrange a European retirement for me, something linked to the cost of living, without any risk. She threw me out of her office; she considered it something incompatible with American values.&#8221;</p></blockquote>
<p><span class="t13">I would also suggest you read this:  <a href="http://www.morgenkommichspaeterrein.de/ressources/download/125krueger.pdf">Would you be happier if you were richer?  A focusing illusion. </a>It&#8217;s a paper published in May 2006 by the Princeton University Center for Economic Policy Studies.  It&#8217;s a fascinating look at the transitory nature of happiness (life satisfaction) brought on by being wealthy.  It&#8217;s another good read for times of financial crisis.</span></p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Irrational numbers]]></title>
<link>http://dakiniland.wordpress.com/2009/04/21/2885/</link>
<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 16:59:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>dakinikat</dc:creator>
<guid>http://dakiniland.wordpress.com/2009/04/21/2885/</guid>
<description><![CDATA[I&#8217;ve sat in two doctoral level investment classes for my degree. It&#8217;s not one of my fiel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-2886" title="mask" src="http://dakiniland.wordpress.com/files/2009/04/mask.jpg?w=300" alt="mask" width="300" height="216" />I&#8217;ve sat in two doctoral level investment classes for my degree. It&#8217;s not one of my fields because I just don&#8217;t want to take the derivatives seminar.  I actually have a lot of disdain for the field now that I&#8217;ve done the proofs on the major models.  My ex husband worked 20 years for an insurance company in their investment department doing the real thing.  It was one of the reasons I actually left him.  I find the entire field pretty insufferable.  Unfortunately, it&#8217;s also one of the highest paying fields you can have as an academic.  It&#8217;s much easier to get big publications in Finance than Economics. That&#8217;s basically because there really isn&#8217;t an awful lot of theory in finance.  It&#8217;s mostly data mining looking for some kind of theory.   As you can  probably tell by now, I&#8217;m not really popular with the Investment professors.  They don&#8217;t understand me primarily because I&#8217;m not out to make money. (Well, that and I refuse to call <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Eugene_Fama">Eugene Fama </a>God)  My research is always based on contrariness about the current asset pricing models we teach.  I especially disdain the ones that we teach to MBAs and Finance majors.</p>
<p>A lot of Finance is based on two assumptions that I can&#8217;t buy. One is that the market follows a random walk.  (This is Fama&#8217;s big contribution for which he expects to get a Nobel, but hasn&#8217;t managed to date.)  A lot of time is spent looking at the equity markets saying you can&#8217;t beat the market or really forecast it because it&#8217;s a completely random series.  The second is that the investor is a rational being.  Most of the field total ignores the old Keynesian idea of <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Animal_spirits_(Keynes)">&#8216;animal spirits&#8217;</a>.  That&#8217;s the idea that the market can get a herd mentality and spook at various events and move like a bunch of scared cows.</p>
<p>There&#8217;s a field in Finance that&#8217;s beginning to get a little bit of respect but still is considered a little out there. That&#8217;s probably, why it&#8217;s the only parts of Finance and Investment theory that intrigues me.  It&#8217;s called Behavioral Finance.  It looks for anomalies in the market and tries to find the reasons for them based more on human psychology rather than trying to just call them odd events.  That&#8217;s why I was happy to read this account, <a href="http://www.haaretz.com/hasen/spages/1077151.html"> Irrational everything</a>,  written by Guy Rolnik on  <span class="t13"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Daniel_Kahneman">Prof. Daniel Kahneman</a>.  Kahneman&#8217;s a collector of stories of irrational behavior when it comes to people and finance decisions.  His voice would really add some flavor to the current collapse of modern finance.  Here&#8217;s a non finance example that just tickles me every time I read it.<br />
</span></p>
<blockquote><p><span class="t13">But the story Kahneman recalls when asked about the economic models at the root of the current financial crisis is actually taken from history, not an experiment. It concerns a group of Swiss soldiers who set out on a long navigation exercise in the Alps. The weather was severe and they got lost. After several days, with their desperation mounting, one of the men suddenly realized he had a map of the region.</span></p>
<p><span class="t13">They followed the map and managed to reach a town. When they returned to base and their commanding officer asked how they had made their way back, they replied, &#8220;We suddenly found a map.&#8221; The officer looked at the map and said, &#8220;You found a map, all right, but it&#8217;s not of the Alps, it&#8217;s of the Pyrenees.&#8221;</span></p>
<p><span class="t13">According to Kahneman, the moral of the story is that some of our economic models, perhaps those of the investment world, are worthless. But individual investors need security &#8211; maps of the Pyrenees &#8211; even if they are, in effect, worthless. </span></p>
<p><span class="t13"><!--more--><br />
</span></p></blockquote>
<p><span class="t13">Kahneman and his colleague, the late </span><span class="t13">Amos Tversky,  used to search for evidence that people do not make financial decisions rationally which  led to the current field of  &#8220;Behavioral Finance&#8221;. They are most famous for the idea of investors using  &#8216;anchors&#8217; in making economic/finance decisions.  Anchors are the security represented by the wrong map in the above example.  It&#8217;s the investor&#8217;s security blanket.</span></p>
<blockquote><p><span class="t13">Kahneman and Tversky found that people do not gather data in a systematic or statistical way, but usually make economic decisions based on &#8220;rules of thumb&#8221; &#8211; heuristics, to borrow the term they used.</span></p>
<p>For example, let&#8217;s take two groups of people and ask the first if the tallest tree in the world is taller than 300 meters. Then let&#8217;s ask them how tall the tallest tree in the world is. Then we repeat the exercise with the second group, asking them whether the tallest tree in the world is taller than 200 meters, and then how tall it is. At the end of the experiment, we find that the first group&#8217;s average answer to the second question is, around 300 meters, and the second&#8217;s is around 200 meters.</p>
<p>Why? Kahneman and Tversky say this is &#8220;anchoring&#8221;: People tend to latch on to a certain &#8220;anchor&#8221; &#8211; usually one they come across by chance &#8211; instead of trying to use a more rational way to gather and process data and make economic decisions.</p></blockquote>
<p><span class="t13">Kahneman won the Nobel Prize in Economics in 2002.  His theory of irrational decision making is considered an <img class="alignright size-medium wp-image-2887" title="kachinadolls3" src="http://dakiniland.wordpress.com/files/2009/04/kachinadolls3.jpg?w=300" alt="kachinadolls3" width="300" height="276" />essential  part of economics and is always discussed in risk and consumer theory.  His work has not been integrated, however, into investment decision making to the same degree.  It&#8217;s still considered too out there.</span></p>
<p><span class="t13">Kahneman and Naseem Talib, the mathematician well known for the Black Swan theory, are known to share ideas these days.  Both feel that financial/economic models have no validity during crisis times.  Kahneman&#8217;s ideas about the financial crisis are very germane but have not appeared in the press.  Talib, on the other hand, has been thrust into the spotlight. That&#8217;s why I was pleased to find Kahneman&#8217;s comments in the link provided above.<br />
</span></p>
<blockquote><p><span class="t13">From Kahneman&#8217;s point of view, the most important moment of the recent economic crisis came when Alan Greenspan admitted at a congressional hearing that his theory of the world had been mistaken. &#8220;Greenspan expected financial firms to protect their interests, because they are rational companies and the market is rational, so they would not take risks that would threaten their very existence,&#8221; Kahneman says. </span></p></blockquote>
<blockquote><p><span class="t13">&#8220;Where did he go wrong? Because he did not distinguish between the firms and their &#8216;agents&#8217; [their managers]. There is a huge gulf between the companies and their agents. Firms take the long view, while agents have short perspectives and take the short view. The compensation models of the corporation and their agents are different. The executives did not commit suicide when they took risks; it was the corporations managed by these agents that committed suicide.</span></p>
<p>&#8220;People are always asking me: &#8216;Are the people who got caught up in the financial crisis idiots?&#8217; The answer is, the bank managers were not complete idiots. Greenspan&#8217;s admission speaks for itself: The theory that a bank is some sort of rational agent that protects the public&#8217;s interest is wrong. The assumption of rationality is a fallacious one in the first place, and in the second place, the assumption that a bank should be seen as a single, rational player is irrelevant. One must look at who is managing the bank &#8211; management that receives incentives to do things that are not connected to anybody&#8217;s interests.&#8221;</p></blockquote>
<p><span class="t13">I can&#8217;t possibly cover every thing said in this wonderful interview but would suggest you read the entire thing yourself.  There are many gems of wisdom on many things. This includes his thoughts on what we can learn from the crisis.<br />
</span></p>
<blockquote><p><span class="t13">So how do we deal with this? What are the lessons to be learned from this crisis?</span></p>
<p>&#8220;I think that in the future there will be rules obligating lenders to give much more information to borrowers. Financial firms&#8217; problems are less interesting from a psychological point of view. These are problems of agents and companies that economists already understand. The interesting psychological problem is why economists believe in their theory, but this is the problem with the theory, any theory. It leads to a certain blindness. It&#8217;s difficult to see anything that deviates from it.&#8221;</p>
<p>We only look for information that supports the theory and ignore the rest.</p>
<p>&#8220;Correct. That appears to be what happened with Greenspan: He had a theory under which the market operates, and that the market would correct itself.&#8221;</p>
<p>A personal question. When you look at your own behavior in the world of economics, do you feel you make the same mistakes, or that you are aware and thus consider yourself immune?</p>
<p>&#8220;I am not immune, I am a coward. That&#8217;s something else. Several years ago, I decided that I should not take any risks, that I want a European retirement, linked to the cost-of-living index. In the United States, there is no such thing. I asked an investment counselor to look into whether she could arrange a European retirement for me, something linked to the cost of living, without any risk. She threw me out of her office; she considered it something incompatible with American values.&#8221;</p></blockquote>
<p><span class="t13">I would also suggest you read this:  <a href="http://www.morgenkommichspaeterrein.de/ressources/download/125krueger.pdf">Would you be happier if you were richer?  A focusing illusion. </a>It&#8217;s a paper published in May 2006 by the Princeton University Center for Economic Policy Studies.  It&#8217;s a fascinating look at the transitory nature of happiness (life satisfaction) brought on by being wealthy.  It&#8217;s another good read for times of financial crisis.</span></p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desaversão a perdas?]]></title>
<link>http://raulmarinhog.wordpress.com/2009/03/29/desaversao-a-perdas/</link>
<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 20:17:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Raul Marinho</dc:creator>
<guid>http://raulmarinhog.wordpress.com/2009/03/29/desaversao-a-perdas/</guid>
<description><![CDATA[A Folha de hoje publica uma reportagem enigmática sobre um estudo que propõe controlar a aversão às ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-1933" title="fera-do-mercado" src="http://raulmarinhog.wordpress.com/files/2009/03/fera-do-mercado.gif" alt="fera-do-mercado" width="498" height="187" /></p>
<p>A Folha de hoje publica uma reportagem enigmática sobre um estudo que propõe controlar a aversão às perdas, &#8220;dogma central&#8221; da Economia Comportamental:</p>
<blockquote><p><strong>Estudo sugere forma de controlar aversão à perda</strong></p>
<p><em>Tendência de humano a ser mau perdedor é inata, mas pode ser mudada, diz grupo</em></p>
<p><em>Experimento conduzido por grupo da Universidade de Nova York reproduz reação de operadores da Bolsa para mudar percepção</em></p>
<p>RICARDO BONALUME NETO<br />
DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>O ser humano é um mau perdedor nato, que tende a dar mais peso a uma derrota do que a uma vitória. Mas uma pesquisa combinando psicologia com economia comportamental mostrou que é possível regular essa &#8220;aversão à perda&#8221;. O truque é tentar agir como se você fosse um operador da Bolsa ou um jogador profissional.<br />
O conceito de &#8220;aversão à perda&#8221; foi proposto em 1979 pelos psicólogos Amos Tversky e Daniel Kahneman. Trata-se da preferência das pessoas a evitar perdas do que obter ganhos. O israelense Kahneman ganhou o Nobel de Economia de 2002 pelos seus trabalhos na área.<br />
A aversão à perda é uma questão de percepção. Por exemplo, uma decisão poderá levar à perda de R$ 300,00. Há duas escolhas de investimento para diminuir o prejuízo. No primeiro caso, você perde R$ 150,00; no segundo, você não perde nada com 1/3 de probabilidade ou perde tudo com 2/3 de probabilidade. A maioria das pessoas escolhe a segunda opção, pois a certeza de perder R$ 150,00 é considerada pior do que a chance provável de perder todo o dinheiro.<br />
&#8220;Nós podemos mudar a maneira como decidimos, e embora ainda possamos ser sensíveis a perdas, nós podemos nos tornar menos sensíveis&#8221;, concluíram os autores do novo estudo, liderado pela psicóloga Elizabeth A. Phelps, da Universidade de Nova York, e publicado na revista &#8220;PNAS&#8221;.<br />
Phelps e colegas lembram que a emoção desempenha um papel no processo de tomada de decisões. Por exemplo, um estudo sobe consumo de bebidas mostrou que a apresentação subliminar de carinhas sorridentes alterou a avaliação das pessoas sobre as bebidas, mas também a quantidade que elas ingeriam e mesmo o total de dinheiro que elas estavam dispostas a pagar pelo drinque.<br />
O grupo de Phelps usou voluntários num experimento no qual os participantes tinham que fazer escolhas monetárias entre uma aposta binária -com chance de ganho ou perda- e um valor garantido. Eles recebiam no começo US$ 30,00 e tinham que tomar decisões de investimento que poderiam ou fazê-los perder todo o dinheiro, ou chegar a ganhar até US$ 572,00. Em parte dos experimentos eles tiveram a condutividade elétrica da pele medida, indicando atividade do sistema nervoso como prova de excitação emotiva.<br />
Os voluntários foram instruídos a usar duas estratégias. Eles deviam enfatizar cada escolha &#8220;como se fosse a única&#8221;; e depois foram instruídos a usar uma estratégia de regulação, enfatizando as escolhas como parte de um contexto maior.<br />
No primeiro caso, entre 30 participantes, 14 demonstraram aversão à perda, 9 procuravam ganhos, e 7 tiveram um comportamento neutro. A condutividade da pele era maior no caso das perdas.<br />
Mas, ao começarem a agir como investidores reais, colocando as perdas em um contexto de um portfólio de investimentos, a aversão à perda diminuiu em 26 dos 30 participantes.<br />
A &#8220;aversão a perdas&#8221; não seria um mero fenômeno cultural, mas teria uma base neurobiológica. Um estudo em 2005 demonstrou que não só os macacos-prego entendiam o conceito de comércio como demonstravam a aversão.<br />
&#8220;Nós demonstramos que a teoria-padrão dos preços faz um bom trabalho em descrever o comportamento de compra dos macacos-prego&#8221;, escreveram então os pesquisadores liderados por M. Keith Chen, da Universidade Yale. Mas os macacos foram ainda mais &#8220;humanos&#8221; quando tinham de enfrentar uma situação de aposta. Reagiram demonstrando aversão a perder. &#8220;Esses resultados sugerem que a aversão à perda se estende além do ser humano e pode ser inata&#8221;, dizem eles.</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[black swan - kahneman and taleb speak]]></title>
<link>http://strawdogs.wordpress.com/2009/03/11/black-swan-kahneman-and-taleb-speak/</link>
<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 16:21:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>peter rudd</dc:creator>
<guid>http://strawdogs.wordpress.com/2009/03/11/black-swan-kahneman-and-taleb-speak/</guid>
<description><![CDATA[Taleb in conversation with Kahneman on the banking crisis.  Unlike most stuff out there, these guys ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><a href="http://www.edge.org/3rd_culture/kahneman_taleb_DLD09/kahneman_taleb_DLD09_index.html"><img class="alignnone size-full wp-image-555" title="black_swan" src="http://strawdogs.wordpress.com/files/2009/03/black_swan.jpg" alt="black_swan" width="628" height="471" /></a></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><a href="http://www.edge.org/3rd_culture/kahneman_taleb_DLD09/kahneman_taleb_DLD09_index.html">Taleb in conversation with Kahneman on the banking crisis. </a> Unlike most stuff out there, these guys talk in easy terms about the historic and social roots of how banks work. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Topics include &#8212; </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">hindsight biases, the illusion of patterns, perception of risk, and denial.  Taleb says he learned many things from the great psychologist Kahneman including:  </span></p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">People take risks because they are ignorant of the odds and are cowards.</span></p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">People would rather make 100 times a dollar than make a 100 dollars right away, but they would rather incur a huge loss once than make a series of losses.</span></p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">You can&#8217;t trust humans with information.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">More radically, he says that e</span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">ven today medical practitioners kill more people than they help.  And that there was a very long period in history in which physicians knew their practices were killing people.  His great understated exclamation, how can medicine fool people for 13 centuries?</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><!--more-->From the website:</span></p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">DANIEL KAHNEMAN is Eugene Higgins Professor of Psychology, Princeton University, and Professor of Public Affairs, Woodrow Wilson School of Public and International Affairs. He is winner of the 2002 Nobel Prize in Economic Sciences for his pioneering work integrating insights from psychological research into economic science, especially concerning human judgment and decision-making under uncertainty. NASSIM NICHOLAS TALEB, essayist and former mathematical trader, is Distinguished Professor of Risk Engineering at New York University’s Polytechnic Institute. He is the author of <em>Fooled by Randomness</em> and the international bestseller <em>The Black Swan.</em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dan Kahneman on the Situation of Well-Being]]></title>
<link>http://thesituationist.wordpress.com/2009/01/12/dan-kahneman-on-the-situation-of-well-being/</link>
<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 14:00:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>The Situationist Staff</dc:creator>
<guid>http://thesituationist.wordpress.com/2009/01/12/dan-kahneman-on-the-situation-of-well-being/</guid>
<description><![CDATA[In Part II of his 2007 Hitchcock Lectures (titled “Explorations of the Mind &#8211; Well-Being: Livi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>In Part II of his 2007 <a href="http://www.grad.berkeley.edu/lectures/hitchcock/index.shtml" target="_blank">Hitchcock Lectures</a> (titled “<span>Explorations of the Mind &#8211; Well-Being: Living and Thinking About It</span></strong><strong>&#8220;) , </strong><strong><span>Daniel Kahneman explores meaning and causes of well-being:</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/f7cECaUAnTQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/f7cECaUAnTQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;">* * *</p>
<p><strong>To view Part I of the lecture series, see </strong><strong><strong>&#8220;</strong></strong><strong><a title="Permanent Link to Dan Kahneman on the Situation of Intuition" rel="bookmark" href="../2009/01/08/dan-kahneman-on-the-situation-of-intuition/">Dan Kahneman on the Situation of Intuition</a>.&#8221; </strong><strong> For a collection of videos of Dan Kahneman, click <a href="http://isites.harvard.edu/icb/icb.do?keyword=k13943&#38;panel=icb.pagecontent449636%3Ar%241&#38;pageid=icb.page208745&#38;pageContentId=icb.pagecontent449636&#38;state=maximize" target="_blank">here</a>.  For a sample of other <em>Situationist</em> posts related t<strong>o Kahneman’s work, see </strong></strong><strong><strong>“<a title="Permanent Link to Dan Kahneman’s Situation" rel="bookmark" href="../2009/01/08/2008/11/09/dan-kahnemans-situation/">Dan Kahneman’s Situation</a>,” “<a title="Permanent Link to The Situation of Financial Risk-Taking" rel="bookmark" href="../2009/01/08/2008/09/24/the-situation-of-financial-risk-taking-2/">The Situation of Financial Risk-Taking</a>,” “<a title="Permanent Link to Some (Interior) Situational Sources War – Part I" rel="bookmark" href="../2009/01/08/2007/06/01/some-interior-situational-sources-war-%e2%80%93-part-i/">Some (Interior) Situational Sources War – Part I</a>,” and “<a title="Permanent Link to Some (Interior) Situational Sources War – Part II" rel="bookmark" href="../2009/01/08/2007/06/03/some-interior-situational-sources-war-%e2%80%93-part-ii/">Some (Interior) Situational Sources War – Part II</a>.”</strong></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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