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	<title>dano-ambiental &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/dano-ambiental/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "dano-ambiental"</description>
	<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 17:42:55 +0000</pubDate>

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<item>
<title><![CDATA["TEAM EARTH" O INDIANA JOHNSON "SALVANDO" BOSQUES TROPICALES. ]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/11/14/team-earth-o-indiana-johnson-salvando-bosques-tropicales/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 21:46:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
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<description><![CDATA[EL ACTOR HARRISON FORD DIFUNDE LAS ACTIVIDADES DE TEAM EARTH, PERO&#8230; SI OBSERVAN BIEN LA IMAGEN]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1084" title="team earth_ scj" src="http://terratoxnews.wordpress.com/files/2009/10/team-earth_-scj.png" alt="team earth_ scj" width="302" height="450" /></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#ff9900;"><strong>EL ACTOR HARRISON FORD DIFUNDE LAS ACTIVIDADES DE <a title="Acceder al sitio de team earth" href="http://www.teamearth.com/" target="_blank">TEAM EARTH</a>, PERO&#8230; SI OBSERVAN BIEN LA IMAGEN VERÁN QUE DETRÁS DE &#8220;INDIANA&#8221; SE PUEDE DISTINGUIR  CAMUFLADO A FISK JOHNSON. </strong></span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#ff9900;"><strong>A SU VEZ DETRÁS DE TEAM EARTH SE ENCUENTRA A LA FAMILY COMPANY  S.C. JOHNSON / FISK JOHNSON&#8230; Hummm&#8230;.</strong></span></p>
<p style="text-align:left;padding-left:30px;">ESTE MENSAJE ES PARA DON FISK: Primero hay que conservar la vida y la salud ambiental de los seres humanos. <strong>Recién después los arbolitos y la fama.</strong></p>
<p>Fisk Johnson, para lucir como un defensor ecologista especialmente &#8220;creíble&#8221;, debe antes resolver un gravísimo problema en Sudamérica<br />
provocado por una planta (Podestá) de la empresa S.C. Jonson &#38; Son de Argentina. (Argentina: Nación en vías de desarrollo)</p>
<p>Existe en la red de redes un solo sitio donde hallar información documental sobre los impactos ambientales causados por esa planta industrial de S.C. Johnson &#38; Son El site es <a title="ONG TERRATOX" href="http://terratox.org/" target="_blank">http://terratox.org/ </a></p>
<p>Específicamente sobre <a href="http://terratox.org/HistNapas/HistNapas.htm" target="_blank">contaminación de napas con hidrocarburos</a></p>
<p>Acerca del doble impacto ambiental que produce la empresa encontrarán:<br />
Por contaminantes liberados <a href="http://terratox.org/SituaToxic/contamaccid.htm" target="_blank">durante sus Accidentes Industriales Mayores</a>.</p>
<p>Por contaminantes liberados  <a href="http://terratox.org/SituaToxic/contamfuncion.htm" target="_blank">por la actividad industrial diaria</a>.</p>
<p>Mr. Fisk:<br />
Primero hay que conservar la vida y la salud ambiental de los seres humanos que son blanco de los impactos ambientales en los alrededores de su planta industrial ubicada en Pablo Podestá, Buenos Aires, Argentina. <strong>Recién después los arbolitos y la fama.</strong></p>
<p style="text-align:left;padding-left:30px;">
<p style="text-align:left;"><strong>Hemos realizado algo de cyber actividad con este mensaje (en más de un caso usando un pésimo inglés). Por ejemplo en: </strong></p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://noquierodecirloquequisedecir.blogspot.com/2009/10/sending-out-sos.html" target="_blank">No quiero decir lo que quise decir, pero, lo dije<br />
sending-out-sos</a></p>
<p><a href="http://www.hostnews.com.ar/despachos.asp?cod_des=5465&#38;ID_Seccion=176" target="_blank">Hostnews<br />
La lucha por la conservación de los bosques tropicales del planeta </a></p>
<p><a href="http://www.educationgis.com/2009/09/team-earth-movement.html" target="_blank">GIS in Education</a></p>
<p><a href="http://environmental-organizations.suite101.com/article.cfm/what_is_team_earth" target="_blank">What is Team Earth?<br />
A Conservation International Global Sustainability Initiative</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dano Moral Ambiental]]></title>
<link>http://direitoambiental.wordpress.com/2009/11/05/dano-moral-ambiental/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 21:02:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>alandamotta</dc:creator>
<guid>http://direitoambiental.wordpress.com/2009/11/05/dano-moral-ambiental/</guid>
<description><![CDATA[A responsabilidade civil ambiental tem como razão existencial os diversos Princípios de Direito Ambi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A responsabilidade civil ambiental tem como razão existencial os diversos Princípios de Direito Ambiental, esculpidos em nossa Constituição da República. Sem a nossa Constituição “Verde”, não teríamos qualquer responsabilidade contra os poluidores do sistema, por sorte, nossos constitucionalistas elaboraram normas constitucionais voltadas para a proteção do meio ambiente e sua preservação para as futuras gerações humanas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Em que pese nossa Constituição ser de 1988, praticamente, a teoria da responsabilidade ambiental contra os poluidores só ganhou praticidade e coerência no nosso século XXI, onde diversos doutrinadores se aprofundaram no tema e hoje a aplicação de sanções são notórias em nosso meio jurídico, seja através do Ministério Público, dos órgãos de fiscalização municipais, estaduais e federais.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Importante enaltecer que, a responsabilidade do poluidor deve se ater inicialmente a recuperação do meio ambiente que ele degradou, e subsidiariamente, a sanção pecuniária proporcional ao impacto ambiental. Um dos maiores problemas é a aplicação da sanção pecuniária e sua proporcionalidade.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A base da responsabilidade civil ambiental é o Princípio do POLUIDOR-PAGADOR, que é a obrigação de reparar o dano pela conduta negativa realizada no meio ambiente, devendo restituir o mesmo em seu estado anterior. Sempre que não se possa reverter em seu estado “a quo”, o poluidor deve ressarcir através de pecúnia, que deverá ser alta, pois estamos falando de meio ambiente, um bem jurídico da coletividade, protegido constitucionalmente, não só coletivo da presente geração, mas de futuras (Princípio da Equidade Intergeracional), por isto, a sanção pecuniária nunca pode ser de pequeno vulto, deve ser educadora e desestimulante para ações similares.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Entrando na seara do dano moral ambiental, inicialmente, um posicionamento doutrinário que vem ganhando força é que a responsabilidade civil ambiental pode cumular-se em patrimonial e extrapatrimonial (moral), quando a degradação do meio ambiente atinge a emotividade intrínseca das pessoas ali encontradas, causando dor e sofrimento. Em segundo plano, não podemos mais ter em mente que apenas existe uma moral individual, pois devemos admitir que a reparação do dano moral coletivo é necessária e cabível, já que estamos falando de um bem de toda a coletividade.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A poluição e sua respectiva degradação ambiental tem consequencias não só no meio ambiente propriamente dito, mas também na vida das pessoas daquela determinada área, pois está intimamente ligado a saúde e a qualidade de vida das pessoas. Desta forma, as lesões coletivas ao meio ambiente merece reparação por dano moral à coletividade daquela região atingida.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:small;">O doutrinador Luis Henrique Paccagnella explica com clareza: “O dano ao patrimônio ambiental, ou dano ecológico, é qualquer alteração adversa no equilíbrio ecológico do meio ambiente. (&#8230;) Por sua vez, o dano moral ambiental não tem repercussão no mundo físico, em contraposição ao dano ao patrimônio ambiental. Esse dano moral ambiental é de cunho subjetivo, à semelhança do dano moral individual. Só que o dano moral ambiental é o sofrimento de diversas pessoas dispersas em uma certa coletividade ou grupo social (dor difusa ou coletiva), em vista de um certo dano ao patrimônio ambiental. (&#8230;) Exemplificando, se o dano a uma certa paisagem causar impacto no sentimento da comunidade daquela região, haverá dano moral ambiental&#8217;. Também vislumbramos dano moral ambiental na exploração predatória de uma jazida mineral que venha a deixar indelével marca em paisagem significativa de uma cidade, na contaminação da Baía de Guanabara, quando toda a coletividade sofreu abalo na sua auto-estima e imagem, ao presenciar os gravíssimos danos materiais impostos ao ecossistema, na contaminação desencadeada em Rio Grande pelo navio Bahamas, nas hipóteses de poluição sonora e atmosférica em que ocorre perturbação do sossego e diminuição da qualidade de vida da coletividade, dentre outros exemplos. </span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Nesses casos, então, será perfeitamente possível cumular obrigações de fazer com indenização por dano extrapatrimonial.&#8221; </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Na jurisprudência, já temos julgados aceitando fielmente o dano moral ambiental:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#000000;">Apelação Cível n° 2001.001.14586 (TJRJ, Rela Desemb. Maria Raimunda T. de Azevedo, 06.03.02) &#8216;Poluição Ambiental. Ação civil Pública formulada pelo Município do Rio de Janeiro. Poluição consistente em supressão da vegetação do imóvel sem a devida autorização municipal. Cortes de árvores e início de construção não licenciada, ensejando multas e interdição do local. Dano à coletividade com a destruição do ecossistema, trazendo conseqüências nocivas ao meio ambiente, com infringência às leis ambientais, Lei Federal 4.771/65, Decreto Federal 750/93, artigo 2o, Decreto Federal 99.274/90, artigo 34 e inciso XI, e a Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro, artigo 477. Condenação à reparação de danos materiais consistentes no plantio de 2.800 árvores, e ao desfazimento das obras. Reforma da sentença para inclusão do dano moral perpetrado à coletividade. Quantificação do dano moral ambiental razoável e proporcional ao prejuízo coletivo. A impossibilidade de reposição do ambiente ao estado anterior justifica a condenação em dano moral pela degradação ambiental prejudicial à coletividade. Provimento do recurso.</span></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#000000;">Espero ter, em poucas palavras, aberto um pouco esse tema fechado em nosso meio jurídico, poucos são os estudiosos do tema, monografias, teses etc, e esperamos, nós protetores do meio ambiente, que atuamos no ramo de Direito Ambiental, a evolução rápida do instituto do dano moral ambiental e sua aplicação concreta pelos Tribunais de todo o Brasil.</span></span></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sta.Cruz: LOS HUMOS TÓXICOS DE LAS MOVILIZACIONES SOCIALES. 31 OCT 2009 ]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/10/31/sta-cruz-los-humos-toxicos-de-las-movilizaciones-sociales-31-oct-2009/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 17:26:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
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<description><![CDATA[Todos los líderes o referentes sociales saben esto, pero los &#8220;liderados&#8221;, no.  Desde ya ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="color:#ff6600;">Todos los líderes o referentes sociales saben esto, pero los &#8220;liderados&#8221;, no.  Desde ya que el gobierno, que concede permiso social a estas prácticas, no ignora el riesgo al que se exponen pobladores de las inmediaciones. Debe ser la única vez que el gobierno deja contaminar sin exigir contraprestación alguna.  </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Estos soldaditos de la guerra social prolongada a veces llegan al rídiculo de poner en práctica la quema de neumáticos en medio de un reclamo ambientalista. </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Pero son &#8220;progres&#8221;, y se le perdona todo.  </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;"></p>
<div id="attachment_1104" class="wp-caption aligncenter" style="width: 377px"><img class="size-full wp-image-1104" title="piqueteros" src="http://terratoxnews.wordpress.com/files/2009/10/piqueteros.png" alt="piqueteros" width="367" height="245" /><p class="wp-caption-text">Cancer o innumerables problemas de salud son la consecuencia de la QUEMA DE NEUMATICOS EN LAS PROTESTAS nos llega a todos a traves del aire que respiramos.</p></div>
<p></span></strong></p>
<p><strong>CANCER POR AUMENTO DE SUELDO</strong></p>
<p>08:49 &#8211; NOS VAN MATANDO POR PLATA&#8230; </p>
<p>     <br />
Me pregunte cada vez que veía esa humareda que daño nos hace a todos y encontre esto, es largo pero 2 minutos de tiempo para leer nos informa de todo lo que nuestra salud pierde por AUMENTOS DE SUELDO sean o no justificables. Nuestos hijos, seres queridos y nosotros mismos nos exponemos a todo esto&#8230; Con motivo de los repetidos episodios de quema de cubiertas en la vía pública en 1998 se realizó en la provincia de Tucumán República Argentina una investigación sobre los niveles de contaminación atmosférica debido a la presencia de sustancias peligrosas en los alrededores de las fogatas. La toma de muestras se realizó durante tres manifestaciones públicas de mas de dos horas de duración mediante una bomba portátil personal oculta entre las ropas y captando muestras de aire a la altura del cuello del muestreador a distintas distancias de los focos de emisión de humos Las condiciones atmosféricas correspondieron a tiempo soleado, atmósfera calma y presión atmosférica normal de la zona, estas condiciones son las mas desfavorables en cuanto a evitar la dispersión de los contaminantes por la falta de corrientes naturales de aire. Se utilizaron métodos normalizados de toma y análisis de muestras conforme a la Guía Operacional Gems-Aire.</p>
<p>Los parámetros analíticos seleccionados se basan en la composición del caucho y los aditivos utilizados en la fabricación de neumáticos mas los componentes que puede esperarse obtener de una combustión incompleta, para lo cual se estudiaron las partículas de hollín,el anhidrido sulfuroso, sutancias alquitranosas solubles en benceno, los benzopirenos y dibenzoantracenos.</p>
<p>Los resultados obtenidos son alarmantes ya que la concentración de algunos contaminantes superan en varios centenares de veces a la concentración de referencia que se toma como aire normal, en tanto que se pudo comprobar que el radio de inpacto ambiental evidenciable generado por estos episodios abarca mas de 150 metros cubriendo alrrededor de 4 hectáreas.</p>
<p>La contaminación atmosférica ocacionada por la quema de neumáticos emite hacia la atmósfera humos pesados con partículas carboalquitranosas contaminadas a su vez con otros polutantes, las cuales terminan sedimentando sobre superficies domésticas y afectando algunos alimentos expuestos a la atmófera como es el caso del pan, las frutas y las verduras que se consumen crudas, transformándose estos últimos en vectores que transportan los contaminantes a la vía digestiva. La asociación del anhidrido sulfuroso con partículas de hollín menores a 10 micrones de diámetro constituye un potente desencadenante de crisis alérgico respiratorias para personas que padecen estas enfermedades crónicas. Al quemar un neumático con insuficiente cantidad de oxígeno atmosférico, se rompe la estructura molecular del caucho desprendiendo partículas de carbono muy finas, lamayoría de ellas posee un diámetro aerodinámico inferior a 10 micrones y constituye lo que se denomina fracción respirable, de modo que al ser aspirado ese aire, las partículas son transportadas a lo largo del aparato respiratorio con pocas chances de quedar retenidas en los sectores superiores y medio, pudiendo llegar hasta los alveolos del pulmón. La combustión incompleta desarrolla temperaturas comprendidas entre 300°C y 450°C en la superficie de los neumáticos, en esas condiciones partes de las cadena poliméricas del caucho se pirolizan y recombinandando lugar a la formación de un grupo muy amplio de sustancias denominadas alquitranes, algunas de las cuales son probadamente cancerígenas en el ser humano como los benzopirenos y los dibenzoantracenos que fueron encontrados en cantidades significativas al analizar las muestras de aire contaminado. También se encontró en la atmósfera anhidrido sulfuroso que es un gas muy irritante acompañado por metil nitrosamina otro cancerígeno humano. Todos estos contaminantes se adhieren a las finas partículas de carbón por fuerzas electrostáticas de Van der Vals o por fenómenos de atracción polar y son arrastrados hasta lo mas profundo del aparato respiratorio humano quedando alojados en la fina trama vascular de los alvéolos constituyendo una exposición de muy alto riesgo a contraer enfermedades malignas.</p>
<p>Por Verónica C</p>
<p>31 OCT 2009<br />
FUENTE: <a href="http://www.tiemposur.com.ar/nota/7556-cancer-por-aumento-de-sueldo.html" target="_blank">TiempoSur Diario Digital </a> Santa Cruz  ARGENTINA</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BS.As.: UN ÁRBOL METÁLICO PARA ZONA JOHNSON. 28 OCT 2009]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/10/28/bs-as-un-arbol-metalico-para-zona-johnson-28-oct-2009/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 00:49:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
<guid>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/10/28/bs-as-un-arbol-metalico-para-zona-johnson-28-oct-2009/</guid>
<description><![CDATA[Esto es lo que necesitamos en ZONA JOHNSON. UN ÁRBOL DE METAL. Nada de pluviselvas, rain forest y qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-1099" title="zona_scjohnson" src="http://terratoxnews.wordpress.com/files/2009/10/zona_scjohnson.png" alt="Un árbol artificial eliminaría contaminantes ambientales" width="255" height="354" /></strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Esto es lo que necesitamos en ZONA JOHNSON. UN ÁRBOL DE METAL. Nada de pluviselvas, rain forest y qué se yo cuántas verduras más.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Por favor, Sr. fabricante, ¿Por qué no nos regala uno de estos bonitos arbolitos? Anótese un poroto en la tabla de posiciones RSE, envíenos gratis uno, que nosotros le sabremos dar buen uso. </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Quizá no sirva tanto cuando en la empresa de Fisk Johnson se les da, quinquenalmente, por <a href="http://terratox.org/SituaToxic/contamaccid.htm" target="_blank">hacer un mini ensayo Bhopal</a>. Pero vendría muy bien para quitarnos de encima algo de los cotidianos <a href="http://terratox.org/SituaToxic/contamfuncion.htm" target="_blank">olores y el resto de la inmundicia de la Family Company</a>.</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Crean un árbol artificial<br />
</strong>La solución a la contaminación</p>
<p>A falta de árboles que eliminen el temible dióxido de carbono (CO2), el científico Eusebio Moro ha ideado un árbol artificial que, sin las necesidades que requiere el natural, absorbe las partículas contaminantes del ambiente.</p>
<p>Adiós CO2</p>
<p>El invento puede parecer una torre extravagante y exagerada, pero su utilidad ha despertado la atención de cientos de empresas que quieren comercializarlo.</p>
<p>Eusebio Moro, nacido en la provincia de Valladolid en el año 1949, es un inventor empedernido que ya ha firmado 22 patentes de sus creaciones y que con este árbol artificial ha llamado la atención incluso a los investigadores de la NASA (National Aeronautics and Space Administration), cuya preocupación medioambiental más acuciante son los gases y humos que se producen en las misiones espaciales de larga duración.</p>
<p>La empresa de la que es propietario Moro, <em>Movigi Spain Air Filter</em>, ha sido la que ha construido el prototipo de esta torre de 45 pies (14 metros) de altura y 12 toneladas de peso, cuya capacidad de absorción de partículas contaminantes es la equivalente a 90 árboles eucaliptos, lo que equivale a 90 mil toneladas de CO2 por año.</p>
<p>&#8220;Mi empresa y yo nos dedicamos a la labor de depuración de gases en combustión y filtración para partículas sólidas y principalmente, para gases de combustión procedente de hornos de cocción. La expectativa que generaba en la gente su preocupación por los efectos de los gases de dióxido de carbono, CO2, causantes del efecto invernadero, fue lo que nos llevó a estudiar esta posibilidad. Tras presentarlo vi que podía tener una buena aceptación para su instalación en espacios urbanos como rotondas, plazas, estaciones de autobuses, etc, donde hay mayores concentraciones de contaminantes de este tipo&#8221;, manifiestó Moro.</p>
<p>Según especulan los expertos en geoingienería, un bosque con 100 mil árboles de este tipo sería suficiente para reducir buena parte de la contaminación de un país en un periodo de 10 ó 15 años.</p>
<p>Y además, elemento ornamental</p>
<p>A pesar de su tamaño y envergadura, el árbol artificial podrá modificar su estructura en función del lugar donde se ubique y su entorno, de esta manera no solo realizan el trabajo de los árboles naturales día y noche sino que además constituyen un elemento ornamental para incorporar en el mobiliario urbano. Dependiendo del estilo arquitectónico del lugar y el tipo de mobiliario público, estos árboles podrán tener carcasas diferentes que combinen con el entorno.</p>
<p>Para su presentación, ha sido el artista sevillano Melchor Zapata el que ha revestido esta estructura con una peculiar escultura con la que ha añadido personalidad y originalidad a este invento medioambiental.</p>
<p>¿En qué consiste el funcionamiento del árbol artificial?<br />
Su funcionamiento consiste en que el aire atmosférico pasa desde la parte inferior de la torre a la parte superior, donde se encuentra un ventilador que genera una corriente a través de catalizadores. Estos catalizadores realizan una captación de los gases contaminantes tales como el CO2, fluor, benceno, arsénico y diferentes gases que normalmente son los que están diluidos en el ambiente y que son generados, bien por empresas o factorías, o bien por el tráfico rodado y demás.</p>
<p>Isabel Martínez Pita, EFE</p>
<p>28 OCT 2009<br />
FUENTE: <a href="http://www.univision.com/content/content.jhtml?cid=2140837" target="_blank">Univisión </a>- USA</p>
<p><strong>Entre 90 y 100 eucalíptos</strong></p>
<p>¿En qué proporción puede limpiar el medio ambiente?<br />
Este es un equipo de cuatro mil metros cúbicos que alcanza la capacidad de absorción de entre 90 y 100 eucaliptos. En cualquier tipo de árbol la capacidad de absorción es muy lenta en el tiempo. En este prototipo hay un paso canalizado que lo que hace es pasar un caudal a gusto del consumidor, dependiendo del tipo de habitáculo en el que se vaya a instalar. Generalmente existen mapas de analíticas donde se realizan varemos de contaminación y en esos lugares es donde deberían instalarse estos sistemas.</p>
<p>¿Has tenido alguna propuesta institucional para su compra?<br />
Hemos tenido consultas de ayuntamientos y de empresas interesadas. De momento, lo que sí tenemos sólidas son algunas propuestas de fabricantes de mobiliario urbano y estamos viendo las posibilidades de ceder la construcción de los equipos, de aquí a cuatro o cinco años, a los responsables de la implantación de mobiliario nuevo o en espacios donde el mobiliario ya está instalado.</p>
<p>¿Se han interesado en otros países por este prototipo?<br />
Sí, hemos recibido propuestas de Chile y de otros países de Sudamérica, de la NASA en Estados Unidos, Miami, Portugal, Alemania. Son muchos los países que están interesados en conocer el producto y sus resultados.</p>
<p>¿Crees que este árbol artificial podría sustituir un día a los árboles naturales?<br />
Nosotros no pretendemos sustituir con los árboles artificiales los naturales, pero lo que sí puedo decir es que en un árbol natural el óxido de nitrógeno, el azufre y las demás partículas en suspensión contaminantes que viajan en la corriente de aire afectan muchísimo a su vida. La lluvia ácida lo deteriora y lo mata, de hecho hay muchos bosques donde hay una gran concentración de dióxido de azufre que los destruye. Estas situaciones no afectan a los árboles artificiales y, al contrario que los naturales, en lugar de emitir polen, éstos lo capturan.</p>
<p>Los árboles naturales aportan oxígeno, pero por la noche cambian el ciclo y emiten dióxido de carbono. Además, las partículas contaminantes como las que provienen de la mala combustión de los coches, sobre todo los de gasoil, el fluor, el arsénico, algunos de ellos más peligrosos que el CO2 para la salud se adhieren a las hojas y luego, cuando llueve, se expanden en el ambiente, cayendo en los cultivos y permaneciendo inalterables.</p>
<p>Eusebio Moro explicó que &#8220;los efectos de la combustión de materia orgánica para la obtención de energía, tienen consecuencias muy graves sobre nuestro clima, su ecosistema y fundamentalmente, sobre la salud de las personas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Desde hace años la comunidad científica está investigando procesos para combatir la mayor amenaza que se cierne sobre nuestro planeta: el cambio climático&#8221;, señaló Moro.</p>
<p>&#8220;La única solución posible, para detener el impacto del cambio climático sobre el planeta, sólo podría realizarse mediante un giro en las políticas energéticas de los gobiernos en favor del ahorro energético o la creación de energías alternativas y renovables con el objetivo de permitir un desarrollo sostenible en el mundo&#8221;, aseveró Moro.</p>
<p>En el diseño de este proyecto están colaborando el grupo de investigación de Química Inorgánica Medioambiental y Materiales Cerámicos de la Universitat Jaume I, de Castellón, dirigido por el catedrático Guillermo Monrós.</p>
<p>28 OCT 2009<br />
FUENTE: <a href="http://www.univision.com/content/content.jhtml;jsessionid=CSUWWJ0YXXHA4CWIAA4SFFAKZAADWIWC?chid=8&#38;schid=1808&#38;secid=1811&#38;cid=2140837&#38;pagenum=2" target="_blank">Univisión </a>- USA</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[S. del Estero: CONTAMINACIÓN MIGRA DE "LA ALUMBRERA" A "LAS TERMAS". 20 OCT 2009]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/10/23/s-del-estero-contaminacion-migra-de-la-alumbrera-a-las-termas-20-oct-2009/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 21:14:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
<guid>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/10/23/s-del-estero-contaminacion-migra-de-la-alumbrera-a-las-termas-20-oct-2009/</guid>
<description><![CDATA[Minera Alumbrera: Contaminación subterránea afecta el Embalse de Río Hondo   El ingeniero Elio Vélez]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Minera Alumbrera: Contaminación subterránea afecta el Embalse de Río Hondo  <br />
El ingeniero Elio Vélez, en Tucumán, realizó un informe en el que estima que la enorme cantidad de agua que utiliza la Alumbrera en Catamarca se infiltra y contamina ríos, que van a parar al embalse de Río Hondo, Las famosas Termas de Sgo del Estero&#8230;</p>
<p>(Nuevo Diario Web).- El informe establece que el agua que utiliza la minera se saca de El Campo del Arenal y es enviada al dique de Colas del Mineraloducto, que transporta al mineral por un ducto hasta Tucumán donde se lo seca y envía por tren pasando por territorio santiagueño hasta un puerto cercano a Rosario, donde se lo embarca al exterior para ser procesado.</p>
<p>El ingeniero Vélez explicó que a su inicio, cuando molía 85.000 toneladas por día, la minera extrajo 100 millones de litros de agua diarios del Campo del Arenal. Suponiendo que -como la minera unilateralmente- hayan racionalizado el consumo a, digamos, 50 millones por día habrá entonces 48.7 millones que vertidos al dique de colas, ubicado sobre el cauce del río Vis Vis, se evaporan parcialmente, pero el resto de aproximadamente 46 millones de litros/día se insumen en la falla geológica ubicada en el fondo del vaso del mismo contaminando el subválveo y los acuíferos que se alimentaron por millones de años del Vis Vis.</p>
<p> </p>
<p>Es por ello que especificó que ese gigantesco caudal diario, como es lógico, “no queda en el sitio del vertido a 2.480 m s.n.m, sino que se interconecta con el acuífero ubicado debajo del Salar de Pipanaco, de donde se extrae agua para el regadío de los olivares de Pomán, así como también discurre pendiente abajo por los ríos Chico, Medinas, Gastona y Pueblo Viejo, que descienden del macizo del Aconquija y vierten sus caudales al dique frontal de Río Hondo”.<br />
Al brindar más detalles, especificó que los depósitos de agua están comunicados por grietas entre ellos, entre las cuales se produce el efecto de sifonado, que permite a los líquidos sortear obstáculos de gran altura sin problema alguno. Basado en esos datos, Vélez tomó muestras personalmente de los citados ríos que desembocan en el embalse de Río Hondo.</p>
<p>Análisis de acidez<br />
En las muestras, a las cuales se mide su acidez (pH), encontraron que aguas que antes eran neutras se habían tornado alcalinas. “Para que este cambio en el pH suceda en ríos de semejantes caudales se necesitan enormes tonelajes de álcali”, según especificó.</p>
<p>Venenos que son vertidos<br />
El informe del ingeniero Vélez, además contempla que en lo que refiere a los productos que utiliza la minera en el dique de colas, los cálculos demuestran concluyentemente que los venenos vertidos por la minera en su dique de colas van a parar totalmente a cinco ríos principales por su volumen, entre los que alimentan el dique frontal de Río Hondo.</p>
<p>Esos venenos no sólo están compuestos por cobre, arsénico, cromo y mercurio, sino también por detergentes no biodegradables, disulfuro de carbono y espumantes.</p>
<p>Además da a conocer que se corresponde con la normal demora en saturar venenos un sistema tan inmenso hasta que, sobrepasado el umbral, comenzó a morir la fauna y a aparecer masivas concentraciones de algas, esto último debido al masivo aporte de nitratos y fosfatos (fertilizantes) del mismo origen.<br />
Por otra parte, el ingeniero Vélez dio a conocer que hasta el momento nadie mencionó o denunció esos hechos.<br />
En este marco, el ingeniero informó que ha podido conocer el uso de estos aditivos por documentación aportada y algunas investigaciones propias.<br />
20 OCT 20009<br />
FUENTE: <a href="http://www.malvinense.com.ar/snacional/0109/1158.htm" target="_blank">EL MALVINENSE  </a>Santiago del Estero ARGENTINA</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[San Juan: "VELADERO" CIELO ABIERTO DE 4 KM DE LARGO Y 2 KM DE ANCHO. 20 OCT 2009]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/10/23/san-juan-veladero-cielo-abierto-de-4-km-de-largo-y-2-km-de-ancho-20-oct-2009/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 21:11:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cuyo pierde sus bellezas naturales en manos de la minería a cielo abierto   Los relieves montañosos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3>Cuyo pierde sus bellezas naturales en manos de la minería a cielo abierto  </h3>
<p>Los relieves montañosos de Cuyo en San Juan están desapareciendo por la actividad minera. En Veladero, las detonaciones constantes, retiran cada semana más de un millón de toneladas de rocas, de naturaleza, a cambio de monedas&#8230;</p>
<p>(Por Daniel Tejada para el Diario de Cuyo).- Según explicó el responsable de Operaciones de Veladero, el peruano Zetti Gavelán, en un segundo realizan entre 100 y 200 detonaciones con una diferencia temporal de entre 10 y 100 milisegundos entre cada una. De esta manera se logra reducir el impacto de vibraciones comparado con el efecto de una gran voladura simultánea.</p>
<p>Día por medio remueven unas 500.000 toneladas de material con esta metodología en la mina a cielo abierto que se encuentra en el Valle del Cura, en Iglesia. El “open pit”, al finalizar la vida útil del proyecto, medirá 4 kilómetros de largo por 2 kilómetros de ancho. “Las voladuras en minería de cielo abierto son bastante sofisticadas. Los impactos que se generan están referidos a la generación del polvo pero también a las vibraciones que se producen por el explosivo”, explicó Gavelán.</p>
<p> <br />
Los explosivos trabajan con ondas sísmicas: las ondas de choque que atraviesan la roca producen su “fracturamiento”. Y estas ondas sísmicas producen vibraciones.</p>
<p>Según el responsable de Operaciones de Veladero, colocan explosivos dentro de un pozo, a través de un taladro. Normalmente una voladura involucra de 100 a 150 pozos. “Si detonáramos todo eso de un solo golpe, sería como detonar varias toneladas de explosivos y obviamente la onda de choque sería bastante grande”, consideró.</p>
<p>Por eso se elige detonar en secuencias de milisegundos. “A simple vista uno ve una detonación instantánea. Sin embargo, en realidad hablamos de 10 milisegundos, 100 milisegundos. Por eso a lo largo de un segundo ha pasado un evento de 100 o 200 pozos que han detonado. Esta sofisticación de la técnica lo que hace es minimizar el impacto, minimizar las vibraciones”, aseveró Gavelán. El otro gran impacto de una voladura, tal vez el más cuestionado por las críticas ambientalistas, es el del polvo suspendido en el ambiente. ¿Cuánto demora en disiparse luego de una explosión? “Yo calcularía que probablemente en los primeros cinco minutos”, contestó el técnico.</p>
<p>“El proceso de voladura tiene una sofisticación en lo que es la seguridad también. Cuando se produce la detonación uno debe asegurarse que el material ha sido correctamente fragmentado y que no quede un rastro de explosivo. Porque si así ocurriera, sería un peligro para la operación y para la gente. Posteriormente a la voladura hay que hacer el chequeo y el control del material”, aseguró.</p>
<p>Normalmente las voladuras son interdiarias. Pero las explosiones no están directamente relacionadas con el ritmo de producción. “Nosotros en la mina tenemos un ritmo de producción que está en el orden de 250.000 toneladas de material. Esto incluye una combinación de lo que es el estéril y lo que es el mineral. Para ese ritmo de producción las voladuras típicamente son de medio millón de toneladas”, explicó.</p>
<p>En el sector de Operaciones de Veladero trabajan 396 personas. Todas están afectadas al área de la mina. De ellas, 346 son operadores y operadoras de equipos como perforadoras, palas, cargadoras y camiones. Dentro del grupo de 50 personas extras hay supervisores y técnicos. Aquí está el grupo de voladuras: unas 10 personas de Barrick y otra decena de la contratista Orica.<br />
20 OCT 2009</p>
<p>FUENTE: <a href="http://www.malvinense.com.ar/snacional/0109/1157.htm" target="_blank">EL MALVINENSE </a>San Juan  ARGENTINA</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Nación: SOBRESEIMIENTO PARA DIRECTIVOS S.C. JOHNSON &amp; SON ARGENTINA. 26 SET 2009]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/09/26/nacion-sobreseimiento-para-directivos-s-c-johnson-son-argentina-26-set-2009/</link>
<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 00:59:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
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<description><![CDATA[Reportaje efectuado al querellante contra S.C. Johnson &amp; Son de Argentina SAIC. Sr. Ángel Navarr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Reportaje efectuado al querellante contra S.C. Johnson &#38; Son de Argentina SAIC. Sr. Ángel Navarro, tras conocerse que la causa por violación a la Ley de Residuos Peligrosos (L. 24.051) ha sido archivada por resolución de un Juez de Garantías de Provincia de Bs.As.</em></p>
<p><img class="size-full wp-image-1063 alignnone" title="Johnson_sobreseimiento" src="http://terratoxnews.wordpress.com/files/2009/09/johnson_sobreseimiento.jpg" alt="Johnson_sobreseimiento" width="300" height="224" /></p>
<h3>SOBRESEIMIENTO DE DIRECTIVOS JOHNSON &#38; SON</h3>
<p><strong>¿El Sr. Juez de Garantías sobreseyó a los imputados José LATUGAYE, gerente general para el Cono Sur de SC Johnson, Pedro MUNRO Y  Víctor PUENTE YÉBENES?<br />
</strong>Efectivamente. Pero se le pasó por alto notificarnos oportunamente, según lo exige el Código de Procedimiento Penal de Provincia de Bs.As.</p>
<p><strong>¿Cómo de Provincia de Bs.As.? ¿No era esta una causa federal?</strong><br />
Lo era. Pero la misma Cámara Federal que sostuvo durante 10 años que la causa 1667 era una causa federal, cambió de parecer de un día para otro. Y se declaró incompetente.</p>
<p><strong>¿Traducido al lenguaje vulgar?<br />
</strong>La Cámara decidió que todo pasara a la Justicia Provincial.</p>
<p><strong>¿Y ahora el juez que tomó la causa sobreseyó a estos pobres muchachos sin siquiera avisarles a Uds.?<br />
</strong>Exacto. El juez no nos tuvo en cuenta. Parece que no advierte que seguimos siendo parte en el juicio. Porque ayer, en la justicia federal éramos &#8220;querellantes&#8221; y, ahora, en la provincial &#8220;particulares damnificados&#8221;.</p>
<p><strong>¿Y ahora?<br />
</strong>Ahora estamos oponiéndonos a esa decisión del Juez de Garantías porque no queremos que sean sobreseídos ni José Latugaye, ni Pedro Munro, ni Víctor Puente Yébenes.</p>
<p><strong>¿De qué se los imputa a los capos?<br />
</strong>Se los imputa por las emergencias ambientales derivadas de los accidentes químicos del 22 de mayo de 1999 y del 25 de febrero de 2004 y por el impacto ambiental negativo de la actividad cotidiana de la planta Podestá de S.C. Johnson &#38; Son.</p>
<p><strong>¿Los impactos siguen hasta la fecha?<br />
</strong>Sí, son los históricos problemas propios del funcionamiento cotidiano de la empresa, especialmente por emisiones gaseosas. Y tanto esas emisiones al igual que los vertidos líquidos fueron denunciados en tiempo y forma ante el organismo de control ambiental: OPDS (Organismo Provincial para el Desarrollo Sostenible) del gobierno de Scioli.</p>
<p><strong>¿Reacción del OPDS?<br />
</strong>Ninguna. Por lo menos nadie avisó respecto a los pasos seguidos por el OPDS después de las denuncias contra S.C. Johnson &#38; Son. Muy seguramente porque no dieron ni un paso al respecto.</p>
<p><strong>Volviendo al tema de la causa: ¿El juicio pasa, la contaminación queda?<br />
</strong>Efectivamente. Hay que recalcar el dictamen muy valioso del Fiscal, donde encontramos un correcto encuadre del tema y que debió tenérselo como orientador y rector en este caso, pero que no fue tenido en cuenta por el Juez de Garantías.</p>
<p><strong>¿En qué consistió ese Dictamen fiscal?<br />
</strong>Consistió en calificar a lo provocado por la empresa como &#8220;delito continuado&#8221;.</p>
<p><strong>¿Qué quiere decir &#8220;delito continuado&#8221;?<br />
</strong>Quiere decir que son delitos que no prescriben mientras no cesen.</p>
<p><strong>Pero en la multinacional ya llevan años sin cesar.</strong><br />
Cierto. Pero eso, con este Juez de Garantías, les jugó a favor.</p>
<p><strong>¿Cómo?<br />
</strong>Claro. El Juez decidió que como la investigación se prolongó mucho, es decir, durante 10 años, a él ya le causaba incertidumbre sobre las personas investigadas.</p>
<p><strong>¿Ufff&#8230; Otro Juez garantista más?<br />
</strong>Y&#8230; es lo que hay.</p>
<p><strong>A este Juez tan protector de los derechos de los imputados ¿No le provocan incertidumbre la situación de riesgo sanitario y ambiental que la empresa que comandan los imputados ocasiona sobre cientos de familias que habitan en los alrededores de esa planta?</strong><br />
Los hechos indican que no.</p>
<p><strong>¿No hay peor ciego que el que no quiere ver?<br />
</strong>Efectivamente. Pero hay otra cosa que al magistrado se le pasó por alto. Esto es: la conducta procesal puramente dilatoria de la defensa de los imputados.</p>
<p><strong>¿Esa conducta dilatoria se les hizo costumbre a los defensores de S.C. Johnson &#38; Son?<br />
</strong>Más que costumbre, se les hizo un vicio. La defensa de  José Latugaye, Pedro Munro, y Víctor Puente Yébenes desarrolla esta conducta dilatoria desde hace tres a años a esta parte.</p>
<p><strong>¿Tres años tratando de postergar el llamado a indagatoria?<br />
</strong>Efectivamente. El 30 de mayo de 2006 el Juez Federal resolvió declarar inadmisible el planteo de la defensa. Después la defensa de los jerarcas de S.C. Johnson &#38; Son de Argentina intentaron plantear que existe cosa juzgada con relación al delito de &#8220;Incendio&#8221;, pero la Excma. Cámara Federal de San Martín lo rechazó.</p>
<p><strong>¿Qué factor determinó que se llame a indagatoria a los pesos pesados de S.C. Johnson &#38; Son de Argentina?<br />
</strong>El factor que determinó el llamado a indagatoria fue concretamente el hecho de haber quedado establecido que la contaminación producida el 25/02/2004 se encuentra comprendida en los términos de la ley 24. 051 (ley de Residuos Peligrosos).</p>
<p><strong>¿Cómo quedó establecido que hay contaminación?<br />
</strong>Quedo establecido por la pericia que  practicó “in situ” Gendarmería Nacional, cuyas conclusiones obran en el expediente y no merecieron cuestionamientos de la defensa de los directivos imputados ni del perito de S.C. Johnson quien se limitó a presentar una mera lista informativa de los productos existentes en los depósitos al momento del incendio.</p>
<p><strong>¿Cómo pudo este Juez archivar una causa en ese estado?<br />
</strong>Interesante pregunta. La invito a que se la haga directamente al juez de resolvió archivarla.</p>
<p><strong>¿Qué pasaría si logran desarchivar la causa y hacer que el proceso avance?<br />
</strong>Si desarchivamos y avanza el proceso, podremos llegar a instancias donde los imputados se van a tener que enfrentar con mayores posibilidades de debate y prueba.</p>
<p><strong>Entonces ¿Existe un gran interés en que esta causa quede archivada?<br />
</strong>Sí, hasta los ciegos lo perciben así.</p>
<p><strong>¿Uds. saben que se están metiendo con líderes que para el vulgo son de bajo perfil, pero que están altamente posicionados en el establishment?<br />
</strong>Conocemos el perfil de por lo menos dos de los imputados y somos conscientes que queremos que se enjuicie a personas con una posición destacada en los altos niveles del mundo del comercio internacional, político y cultural.  Es más, son parte de aquello que el analista internacional Adrián Salbuchi denominó:<em> &#8220;una organización que integra la poderosa red mundial de poder real que promueve el actual modelo de globalización&#8221;</em>. Pero no nos arredra.</p>
<p><strong>¿Es una batalla perdida de antemano?<br />
</strong>Seguramente, pero ante Nuestro Señor no cuentan los triunfos obtenidos sino las heridas sufridas en la batalla.</p>
<p><strong>A ver, a ver&#8230;, trato de colocarme en su misma frecuencia quijotesca que me permita continuar preguntando:</strong><br />
Tranquila, Aldonza Lorenzo.</p>
<p><strong>¿Concretamente, cómo sería la secuencia en caso de avanzar el proceso?</strong><br />
Por lo que tengo entendido, la secuencia sería: Primero, concretar la indagatoria de los ejecutivos de S.C. Johnson &#38; Son. Segundo, queremos que nuestros abogados soliciten que la cuestión pase a la etapa de juicio oral y público.</p>
<p>¿<strong>Uds. creen que en esa etapa oral y pública del proceso contra S.C. Johnson &#38; Son de Argentina se podrán presentar más elementos incrimanatorios?<br />
</strong>Entendemos que así será.</p>
<p><strong>¿Más elementos incrimanatorios de los que ya existen en la causa?<br />
</strong>Sí. Han quedado muchas páginas que repasar y reanalizar.</p>
<p><strong>¿Puede mencionar alguna de esas páginas que esperan se pueda repasar y reanalizar en la etapa oral y pública?<br />
</strong>Sí. Está la cuestión de la contaminación de las napas de agua con hidrocarburos. En este caso en particular, hay que salir del ridículo, en que se cayó durante la etapa investigativa, consistente en comprobar contaminación de las napas tomando muestras de agua directamente de las canillas. Porque aquello, además de un disparate, fue, por demás, funcional a la S.C. Johnson &#38; Son.</p>
<p><strong>Pero en Podestá, ¿el agua que sale de las canillas no proviene de las napas locales?<br />
</strong>No, el agua que surge de nuestras canillas hoy ya no es agua de las napas. El servicio de distribución de agua de red (ayer: Aguas Argentinas S.A. y hoy Aysa) trae hasta nuestras canillas agua de superficie. Es decir: agua del Río de la Plata y  no de las napas de Pablo Podestá. Entonces, por eso digo que  tenemos una situación que es un absoluto adefesio y que comienza cuando el Juez ordena ir a los grifos y no a las napas para investigar la contaminación de éstas con hidrocarburos.</p>
<p><strong>¿Pero no se le pudo pedir un informe a Aguas Argentinas o Aysa para que respondan acerca de cuáles son las actuales fuentes de agua corriente en la localidad de Pablo Podestá?<br />
</strong>Sí, el pedido de información lo realizó el juez directamente a Aguas Argentinas y Aysa.</p>
<p><strong>&#8230;¿Y qué pasó?</strong><br />
No pasó nada porque ninguna de las empresas le respondió a pesar de su insistencia.</p>
<p><strong>Aaahhhhh, bueno, no creo que los pactos interempresariales existan, pero que los hay,  los hay.  En fin, ¿Qué más esperan en caso de lograr que se pase a la etapa oral y pública?</strong><br />
Esperamos hallar la posibilidad de que se pueda revisar muchos puntos, o descubrirlos y/o redescubrirlos poniendo luz y lupa en aspectos aun en penumbras.</p>
<p><strong>¿Todavía queda mucha tinta en el tintero?</strong><br />
Se equivoca. No se trata de un tintero. Hay como una docena de tinteros todavía llenos de tinta muy densamente oscura.</p>
<p style="text-align:right;">Ayelen Phenol</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NACIÓN: FORO DE CONTAMINACIÓN AMBIENTAL Y SALUD URBANA. 23 AGO 2009]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/08/23/nacion-foro-de-contaminacion-ambiental-y-salud-urbana-23-ago-2009/</link>
<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 00:32:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
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<description><![CDATA[Viernes 4 de septiembre &#8211; Centro de Altos Estudios en Ciencias de la Salud, CAECIS Coordinador]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><strong>Viernes 4 de septiembre</strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong> &#8211; Centro de Altos Estudios en Ciencias de la Salud, CAECIS</strong></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-1057" title="uai_terratoxnews" src="http://terratoxnews.wordpress.com/files/2009/08/uai_terratoxnews2.gif?w=517" alt="uai_terratoxnews" width="517" height="1024" /></p>
<p style="text-align:left;"><strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong><br />
Coordinadores: Dra. Alicia Fuchs, Méd. Esp. Elio Prieto González.y Dr. Osvaldo Fridman</p>
<p>Lugar: Auditorio Sede Cisneros &#8211; Montes de Oca 745, Capital Federal.</p>
<p>Horario: 15.00 a 22.00hrs.</p>
<p>Dirigido a: profesionales, técnicos, estudiantes de Medicina, Bioquímica, Biología, Arquitectura, Ingeniería y áreas relacionadas.</p>
<p>Objetivo: Enfoque multidisciplinario del medio ambiente urbano y salud.</p>
<p>Conferencistas<br />
Dra. Lilian Corra<br />
Dr. Alejandro Berra<br />
Lic. Antonio Elio Brailovsky<br />
Arq. Adriana Apollonio<br />
Arq. Gisela Urroz<br />
Dra. Norma Casabé<br />
Lic. María Oneto<br />
Méd. Esp. Elio Antonio González Prieto<br />
Méd. Esp. Osvaldo Alberto Menéndez<br />
Méd. Esp. Graciela Carballido</p>
<p>Informes y presentación de pósters<br />
Sr. Luca Russo: Luca.Russo@vaneduc.edu.ar &#8211; 4301-5240 / 4301-5323 int. 4<br />
Lunes, miércoles y viernes de 13 a 17hs.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NACIÓN: U.T.N. CONFLICTOS AMBIENTALES EN CASOS CONCRETOS. 23 AGO 2009]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/08/23/nacion-u-t-n-conflictos-ambientales-en-casos-concretos-23-ago-2009/</link>
<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 00:20:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
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<description><![CDATA[INICIO 01/ SET 2009 U.T.N. PROGRAMA DE CAPACITACIÓN A DISTANCIA Conflictos ambientales en casos conc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><span style="color:#ffff00;">INICIO 01/ SET 2009</span></h3>
<h3>U.T.N. PROGRAMA DE CAPACITACIÓN A DISTANCIA</h3>
<h3>
Conflictos ambientales en casos concretos. &#8220;La gestión judicial aplicada&#8221;.</h3>
<p>OBJETIVOS:</p>
<p>Capacitar integramente, de manera teórica y práctica, para formular estrategias adecuadas en materia de protección jurídica ambiental. A tal fin, se prevé:</p>
<p>a) Presentar cuestiones problemáticas frecuentes en distintas clases de procesos judiciales.</p>
<p>b) Atender individualmente cada uno de dichos conflictos, apartir de relevamientos de antecedentes, estudios y casos prácticos.</p>
<p>c) Ejercitar en la proposición de alternativas que contribuyan a aportar dinamismo al proceso y eficiencia en los resultados.</p>
<p>CONTENIDOS:</p>
<p>Nociones básicas fundamentales.<br />
La demanda del amparo ambiental.<br />
Actuación extra judicial.<br />
El Perito. Otros medios de prueba.<br />
Cuestiones novedosas en materia de protección ambiental.</p>
<p>DESTINATARIOS:</p>
<p>El temario y la especifidad de las cuestiones abarcadas en el programa tienen sustancial afinidad con materias propias de Profesionales del Derecho, Integrantes del Poder Judicial; Ministerios Públicos y Funcionarios de la Administración Pública.</p>
<p>Asimismo, la introducción preliminar de las nociones jurídicas básicas relacionadas con cada una de los puntos desarrollados y un régimen interactivo de consulta, permiten habilitar el acceso al cursado a quienes no cuentan con la formación jurídica previa.</p>
<p>De esta manera se amplían los potenciales destinatarios del programa, incluyendo a miembros de:</p>
<p>Organizaciones no gubernamentales.<br />
Técnicos en las distintas áreas comprometidas.<br />
Especialistas en materias expuestas a hipótesis de comflicto.<br />
Representantes de sectores empresariales o industriales.<br />
Integrantes de entidades vecinales o particulares interesados en la temática ambiental.</p>
<p>DOCENTE: Dr. Gabriel Darío Jarque.</p>
<p>INICIO Y DURACIÓN: 1  de septiembre. 10 clases.</p>
<p>METODOLOGÍA: Los participantes tendrán acceso al aula virtual de al UTN FRBB, en la que se colocarán semanalmente las 10 clases del programa.<br />
Asimismo, se remitirá material complementario en forma periódica, que incluirá modelos de escritos y ejercicios prácticos.<br />
Durante el cursado estará habilitado un sistema de consultas por e-mail.<br />
Podrán, asimismo, implementarse sesiones interactivas de chat en tiempo real y proponerse actividades conexas.<br />
Para acceder al Certicado de Aprobación, los participantes deberán presentar 10 resumenes de clase o propuesta de solución del caso, según se trate (1 o 2 carillas) y un trabajo monográfico (5 a 7 carillas), ambos evaluables.</p>
<p>COSTO:<br />
Interesados en general: $ 590-<br />
Docentes, Alumnos y graduados de la UTN: $ 490-</p>
<p>INFORMES E INSCRIPCIÓN<br />
Secretaría de Cultura y Extensión Universitaria<br />
UTN &#8211; Facultad Regional Bahía Blanca<br />
San Martín 366 &#8211; Bahía Blanca &#8211; ARGENTINA<br />
Telefax +54-291-4557109 / 4523099<br />
extension@frbb.utn.edu.ar</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nación: TERRATOX ESTRENA SU DOCUMENTAL DIDÁCTICO: "5 PELIGROS". 08 AGO 2009]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/08/08/nacion-terratox-estrena-su-documental-didactico-5-peligros-08-ago-2009/</link>
<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 16:48:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
<guid>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/08/08/nacion-terratox-estrena-su-documental-didactico-5-peligros-08-ago-2009/</guid>
<description><![CDATA[ESTAMOS DE ESTRENO: VEA AQUÍ EL AVANCE DE &#8220;5 PELIGROS&#8221; (Industrias de Tercera Categoría)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>ESTAMOS DE ESTRENO: VEA AQUÍ <span style="color:#ffff00;">EL AVANCE</span> DE</strong></p>
<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">&#8220;5 PELIGROS&#8221; (Industrias de Tercera Categoría).</span></h3>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/w7YS4pee8w0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/w7YS4pee8w0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;">Si este avance le parece interesante,</p>
<p style="text-align:center;"><a title="&#34;5 PELIGROS&#34; (Industrias de Tercera Categoría)" href="http://terratox.org/index.htm" target="_blank">CLIC AQUÍ PARA VER EL DOCUMENTAL COMPLETO</a></p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Entre Ríos: LOS HUMOS DE "BOTNIA" ATRAPAN EL CIELO. 12 JUL 2009 ]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/07/13/entre-rios-los-humos-de-botnia-atrapan-el-cielo-12-jul-2009/</link>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 05:17:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mientras la prensa comunista (PRENSA LATINA) le da espacio a los empresarios de Botnia (una demostra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><span style="color:#ff6600;">Mientras la prensa comunista (PRENSA LATINA) <a href="http://www.prensa-latina.cu/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=100243&#38;Itemid=1" target="_blank">le da espacio a los empresarios de Botnia </a>(<em>una demostración más de que los rojos y los capitalistas son nada más que las dos caras de la misma moneda: el imperialismo internacional de dinero</em>) para que expresen su típico discurso de minimización de incidentes químicos , aquí en este blog seleccionamos para Uds. lo siguiente:</span></h3>
<p> </p>
<h3 style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/L9oE4bNnsZw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/L9oE4bNnsZw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></h3>
<h3>Densa nube de humo de Botnia preocupó a toda la comunidad</h3>
<p>La pastera finlandesa fue noticia otra vez. En las primeras horas de la mañana “explotó de humo”, según relataron testigos a El Día. La humareda cubrió el puente y toda la zona</p>
<p> </p>
<p>Una asambleísta, en los primeros minutos de la mañana de ayer, inició una cadena de mails alertando sobre “la explosión de humo” en Botnia. La pastera finlandesa, nuevamente, fue noticia a partir de lo que estaba originando en sus calderas y amplios espacios que tiene en Fray Bentos, sobre el Río Uruguay.</p>
<p>¿Qué pasó? Una vez más, silencio y ninguna información oficial, ni de Botnia ni del gobierno uruguayo, solo suposiciones e interpretaciones.</p>
<p>La fría mañana no impidió que asambleístas, turistas y periodistas subieran hasta el puente Internacional Gral. San Martín, hasta el límite con el vecino país. El fenómeno lo constituyó el denso humo gris oscuro emanado de la planta, mezclándose con colores blancos y otras tonalidades. Además, acompañado por un fuerte olor característico ‘a Botnia’.</p>
<p>El cielo claro se cubrió por la humareda que permaneció en la zona hasta pasada las 10 de la mañana, luego se diluyó aunque las chimeneas de la fábrica siguieron funcionando.</p>
<p>Isabel Nievas se dirigió a Arroyo Verde, como todos los días, a las 7 de la mañana. “Me di cuenta enseguida de lo que ocurría puesto que todo estaba tapado de humo, desde el km. 28 observábamos cómo atrapaba el cielo esa nube de un color violeta, en momentos era azul”.</p>
<p>Junto a los que estaban en Arroyo Verde partieron raudamente para ver “el dantesco espectáculo. Sinceramente, de abajo del puente no se lo veía, de arriba de éste no se veía para abajo. Pero cuando terminaba el puente, al llegar al otro lado, el cielo estaba limpio, la nube era sobre el puente y Botnia, y mucho más en Fray Bentos. Fue algo impresionante”.</p>
<p>Aclaró que está acostumbrada a “este clima y ambiente pero lo de hoy es lamentablemente tétrico, el cambio de color del río y el cielo me dejó asombradísima”.</p>
<p>La entrevista con la asambleísta se concretó a las 11,30. “Más temprano no podía notar lo que ahora vemos, en el reflujo se están gestando manchas”.</p>
<p>Se lamentó que la planta “siga trabajando a full, no tienen cuidado de nada, no se prohíben de hacer daño a la naturaleza. Por momentos hay como una ráfaga fuerte de olor, dicen que es azufre, es fuerte y feo”.</p>
<p>- ¿A la noche el trabajo aumenta?</p>
<p>Sí, lo refleja María Elena Marchionda que está trabajando en la CARU. Comenta que de 12 a 5 la actividad es notable, ella ha escuchado explosiones y mucho ruido.</p>
<p>Otro de los dirigentes de la Asamblea que se acercó al puente, Jorge Fritzler, miraba detenidamente lo que sucedía en Botnia. “Todas las chimeneas están echando humo y vapor, el trabajo es intenso”, afirmó a El Día.</p>
<p>Consultado sobre las manchas en el río dijo que “se ven desde Botnia hacia el norte y el agua corre en esa dirección, desde la planta hacia el sur no se ven manchas. Podés suponer tranquilamente que son de Botnia pero como salen por debajo del agua no podés ver el punto de salida. El caño de efluente es sub acuático, ellos tienen la ventaja de que uno no puede ver de dónde se originan las manchas. Pero si está claro que son desde la planta hacia el norte”.</p>
<p>Respecto a la posible instalación de Portucel, enfatizó que “es una de las tantas amenazas que provienen del gobierno de Tabaré. Son siete las plantas que siguen haciendo gestiones pero todo depende de la continuidad de Botnia. Si Botnia tiene un revés en el juicio o no puede funcionar más, nadie va a poner un peso acá para que le pase lo mismo. Botnia está jugada, la inversión la tiene hecha y tenemos que esperar que salga favorable a nosotros el juicio. Sino, Dios sabrá lo que pase”.</p>
<p>En tanto, Juan Veronessi, expresó que “el fenómeno que estamos viendo se ha producido otras veces pero sin testigos. Lo de hoy fue un fenómeno muy especial, las nubes quedaban pegadas al piso y al empezar a elevarse formaron una nubosidad grande que ahora cubre la zona y se está desplazando. Ya se separó de Botnia”.</p>
<p>Este fenómeno, comentó, lo vieron el viernes a la mañana con otras características, “era prácticamente verde”.</p>
<p><strong>Toma de muestras</strong></p>
<p>El intendente Juan José Bahillo informó a Radio Cero que en el transcurso de la mañana mantuvo contactos con el Sub secretario de Medio Ambiente y Salud de la municipalidad, Martín Roberto Piaggio. De allí se coordinan algunas cuestiones del Plan de Vigilancia.</p>
<p>“Hemos garantizado de que personal de Medio Ambiente haya estado tomando muestras sobre el episodio de humo desde el primer momento en que comenzaron los problemas. Tomaron las medidas y ya fueron enviadas”.</p>
<p>Sostuvo que hicieron contactos con el responsable de la Secretaría de Ambiente de la Nación para coordinar, “también hablé con prefectura por las manchas”.</p>
<p>En tanto, la estación meteorológica que está en la zona del Balneario Ñandubaysal registró el episodio. “Después sabremos en La Haya la gravedad del mismo. Pero, el episodio de hoy, está debidamente registrado”.</p>
<p>Rubén Skubij</p>
<p>12 JUL 2009</p>
<p>FUENTE: <a href="http://www.eldiadegualeguaychu.com.ar/index.php?option=com_content&#38;view=article&#38;catid=55%3Ainformacieneral&#38;id=45835%3Aotra-vez-la-pastera-volvio-a-contaminar&#38;Itemid=163" target="_blank">EL DÍA DE GUALEGUAYCHÚ </a>ENTRE RÍOS ARGENTINA</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Bs.As.: "LUZ MALA" (VIDEO ) y EL INTENDENTE MUSSI (el desmemoriado) 24 JUN 2009]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/06/24/bs-as-luz-mala-video-y-el-intendente-mussi-el-desmemoriado-24-jun-2009/</link>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 20:30:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;LUZ MALA&#8221; Documental sobre la asamblea de vecinos que resisten en Berazategui, Buenos A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3>&#8220;LUZ MALA&#8221;</h3>
<p>Documental sobre la asamblea de vecinos que resisten en Berazategui, Buenos Aires, la instalación de la subestación Rigolleau desde el año 2005. Presentado en la Biblioteca Popular Manuel Belgrano el 17 de marzo del 2008</p>
<p>PARTE 1</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/r0bOzWc8X5U&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/r0bOzWc8X5U&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>PARTE 2</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/9qlF14c7f-o&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/9qlF14c7f-o&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<h3>EL INTENDENTE MUSSI (el desmemoriado)</h3>
<p>En el blog de los <span style="font-size:130%;">Vecinos Autoconvocados por la Vida puede leerse así:</span></p>
<blockquote><p><span style="font-style:italic;">Hoy el Dr. Juan José Mussi no recurre a foros y organismos internacionales ni brega por la aplicación del principio precautorio a la cuestion que lo ocupa</span>, hoy encabeza una agresiva campaña difamatoria en contra de los vecinos que defienden sus vidas, marcando así su mayor contradicción: <span style="font-weight:bold;">quien debiera garantizar la salud publica, defiende solamente los intereses de una multinacional y de sectores economicos privados</span>.<br />
Los vecinos, hoy, <span style="font-weight:bold;">como hace cinco años</span>, seguimos eligiendo una comunidad que progrese sobre la igualdad de derecho a la salud y a un medioambiente sano. </p>
<p> <a href="http://fueralasubestacion.blogspot.com/2009/06/comunicado-de-prensa.html" target="_blank">Ver todo el Comunicado de Prensa</a></p></blockquote>
<p>24 JUN 2009 </p>
<p>FUENTE: <a href="http://fueralasubestacion.blogspot.com/2009/06/comunicado-de-prensa.html" target="_blank">Fuera la Subestación Rigolleau</a> BERAZATEGUI BS.AS. ARGENTINA</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nación: TOXICOLOGIA DE LA INFANCIA Y LA ADOLESCENCIA: 1º CONGRESO INTERNACIONAL]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/06/21/nacion-toxicologia-de-la-infancia-y-la-adolescencia-1%c2%ba-congreso-internacional/</link>
<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 20:09:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
<guid>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/06/21/nacion-toxicologia-de-la-infancia-y-la-adolescencia-1%c2%ba-congreso-internacional/</guid>
<description><![CDATA[24 al 27 de junio del 2009 en la sede de la Universidad Nacional “San Juan Bosco”. XVI CONGRESO ARGE]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3>24 al 27 de junio del 2009 en la sede de la Universidad Nacional “San Juan Bosco”.</h3>
<p><strong>XVI CONGRESO ARGENTINO DE TOXICOLOGÍA <br />
I CONGRESO INTERNACIONAL DE TOXICOLOGIA DE LA INFANCIA Y LA ADOLESCENCIA</strong><br />
 </p>
<p>Organizado por la Asociación Toxicológica Argentina, el Centro Colaborador de OPS/OMS en Salud Ambiental Infantil, y auspiciado por la Municipalidad de Puerto Madryn a realizarse desde los días 24 al 27 de junio del 2009 en la sede de la Universidad Nacional “San Juan Bosco”.</p>
<p>Este congreso fue declarado de interés municipal, por el Consejo Deliberante de la ciudad de Puerto Madryn (DECLARACIÓN Nº 052-CD/08. Cuenta con el Aval académico de la Facultad de Ciencias Naturales de la Universidad Nacional de la Patagonia San Juan Bosco<br />
CURSOS</p>
<p>1 Metodología de Evaluación de Riesgos para la Salud Infantil en Sitios Contaminados<br />
 <br />
Docentes Invitados:<br />
Dra. Jenny Pronczuk (OMS)<br />
Dra. Amalia Laborde (Uruguay)</p>
<p> <br />
2 Comunicación de Riesgos y Salud Ambiental Infantil<br />
 <br />
Docente Invitado:<br />
Dr. Diego González Machín (OPS/OMS)<br />
Lic. jorge Castro (INQA)</p>
<p> <br />
3 Emergencias Químicas y Salud Ambiental<br />
 <br />
Docentes Invitados:<br />
Dr. Diego González Machín (OPS/OMS)<br />
Ing. Daniel Méndez (UTN/Madryn)<br />
4 Emergencias Toxicológicas y Drogas de Abuso<br />
 <br />
Docentes Invitados:<br />
Dra. Ana Ferrer Dufol (España)</p>
<p>5 Topicos de Genetica Toxicologica.  Biomarcadores en Sangre Periférica Humana<br />
Coordinación: Marta Carballo</p>
<p>6 Aseguramiento de la Calidad de los Resultados de un Laboratorio Toxicológico<br />
Coordinación:  Edda Villaamil (UBA)<br />
Docente Invitado:<br />
Eleuterio Umpierrez (Uruguay)<br />
 </p>
<p><strong>TALLER</strong></p>
<p>7 Investigación en Toxicología Clínica<br />
Discusión de protocolos de investigación en temas de Toxicología en la Infancia y la Adolescencia<br />
 <br />
Docentes invitados:<br />
Dr. Pablo Durán,<br />
Dr. Fernando Ferrero,<br />
Dra. Marta Vacchino</p>
<p> </p>
<p><strong>SIMPOSIOS SATÉLITES<br />
</strong> <br />
1 Simposio ATA-SAP sobre Consumo Infanto-Juvenil de Drogas de Abuso.</p>
<p>2 Simposio ATA-SAP Perinatox.</p>
<p>3 Toxicología y Derecho Ambiental: Sitios Contaminados y Salud.</p>
<p>4 Simposio ATA – ALAC: El Desafío de la Calidad en los Laboratorios.</p>
<p>5 Simposio ATA &#8211; SETAC: Ecotoxicología de Plaguicidas. Glifosato y Endosulfan.</p>
<p> <br />
<strong>TEMAS DE CONFERENCIAS Y MESAS REDONDAS:</strong></p>
<p>1 Desde la concepción a la adolescencia: impactos tóxicos y ventanas de vulnerabilidad. </p>
<p>2 Salud Ambiental Infantil y Sitios Contaminados. Cáncer infantil y contaminación ambiental</p>
<p>3 Exposición prenatal y posnatal temprana a tóxicos. Evaluación de daño de origen tóxico en el desarrollo. Toxicología de la reproducción. Disruptores hormonales y salud materno infantil.</p>
<p>4 Evaluación de pruebas neuroconductuales en población infantil expuesta a plaguicidas y a metales.</p>
<p>5 Evaluación de riesgos toxicológicos en los Registros de Plaguicidas de Mer.Co.Sur.<br />
 <br />
6 Plaguicidas y Salud Ambiental Infantil. </p>
<p>7 Los tóxicos en la Cuenca Matanza Riachuelo.</p>
<p>8 Intoxicaciones con Plomo. Niveles de intervención.</p>
<p>9 Biomarcadores de exposición, susceptibilidad y efecto en población infantil. Bioindicadores de genotoxicidad. Toxicogenómica, proteómica, metabolómica y otras técnicas de evaluación de susceptibilidad y daño por tóxicos.</p>
<p>10 Toxinología: Floraciones algales nocivas. Venenos animales</p>
<p>11 Actualización sobre uso de antídotos.</p>
<p>12 Neurotoxicología de las adicciones. Drogas de abuso y trauma. La cuestión legal de las adicciones.</p>
<p>13 Comunicación de riesgos y estrategias de prevención de adicciones, de intoxicaciones no intencionales en el hogar, de intoxicaciones ambientales. La escuela como ámbito de prevención en toxicología. Educación ambiental. Técnicas y evaluación de impacto. </p>
<p>14 Hacia una Red Latinoamericana sobre Salud Ambiental Infantil.<br />
 </p>
<p> </p>
<p>CON EL AUSPICIO DE:<br />
 <br />
  Organización Panamericana de la Salud / Organización Mundial de la Salud<br />
Fondo para la Investigación Científica y Tecnológica (FONCYT) Agencia Nacional de Promoción Científica y Tecnológica &#8211; Ministerio de Ciencia, Tecnología e Innovación Productiva  Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET)<br />
International Union of Toxicology (IUTOX)<br />
Sociedad Argentina de Pediatría (SAP)<br />
Asociación de Laboratorios de Alta Complejidad (ALAC) y Fundación ALAC<br />
Sociedad Uruguaya de Toxicología y Ecotoxicología (SUTE)<br />
Universidad Tecnológica Nacional (UTN) Regional Puerto Madryn<br />
FUENTE: <a href="http://www.ataonline.org.ar/stop/programa.htm" target="_blank">ATA ONLINE</a>  ASOCIACION TOXICOLOGICA ARGENTINA<br />
Adolfo Alsina 1441, Oficina 302 &#8211; (1088) Capital Federal &#8211; República Argentina  TEL/FAX (54 11) 4381-6919 -E-mail: <a href="mailto:ata@dd.com.ar">ata@dd.com.ar</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bs.As.: "SHELL" FESTEJA. LA JUSTICIA NO PASA POR MAGDALENA. 21 MAY 2009]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/06/19/bs-as-shell-festeja-la-justicia-no-pasa-por-magdalena-21-may-2009/</link>
<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 04:01:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
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<description><![CDATA[A diez años del derrame de petróleo en Magdalena (Argentina) Hace 10 años, el porta contenedores ale]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>A diez años del derrame de petróleo en Magdalena (Argentina)<br />
</strong><br />
Hace 10 años, el porta contenedores alemán Sea Paraná y el buque tanque de la petrolera Shell Estrella Pampeana colisionaban en aguas del Río de la Plata, a la altura del Km 93 del canal de acceso a Buenos Aires, derramando 5.400 metros cúbicos de petróleo sobre las costas del partido bonaerense de Magdalena. Cinco días después eran 16 los kilómetros de costa ribereña teñidas por el crudo.</p>
<p>El accidente es considerado el mayor derrame de petróleo ocurrido en aguas dulces en todo el mundo. Los vecinos de la zona denuncian que el petróleo derramado envenenó las aguas provocando terribles enfermedades y la pérdida de fuentes de trabajo, mayormente de una importante población de junqueros.</p>
<p>A pesar de que en el año 2002 el municipio de Magdalena presentó una demanda por unos 35 millones de dólares contra Shell por el daño ambiental ocasionado, la empresa ofreció en los últimos días al municipio el pago de 9.5 millones de dólares a cambio del cierre de la causa. La iniciativa será sometida por el gobierno municipal a una consulta popular no vinculante este domingo 17 de mayo, lo que para los afectados es un plebiscito que carece de discusión comunitaria, de informes científicos, y de la correcta información a la gente.</p>
<p>La Agencia de Noticias Biodiversidadla conversó con Alejandro Meitín, de la Fundación Ala Plástica, quien ha pasado los mismos diez años de la tragedia ambiental realizando un seguimiento de las consecuencias del derrame.</p>
<p>- ¿Cuándo comienzan a trabajar sobre las costas de Magdalena?</p>
<p>- El petróleo impacta sobre la costa y a partir de allí empezamos a trabajar, el mismo 17 de enero, conjuntamente con el operativo que desarrolla Shell en la franja costera. La empresa desarrolla una operación en la que trata de mantener lejos de la vista del público todo lo que tiene que ver con las características de este impacto, y es allí donde nosotros comenzamos a entrar por distintos lugares con un equipo conformado por gente de la comunidad.<br />
Desde el año 94, 95, habíamos comenzado a armar una red de actores locales para hacer seguimiento de cuestiones ambientales sobre este territorio, y al momento de producirse el impacto, armamos un equipo ad hoc y empezamos a hacer investigaciones sobre el terreno, sobre lo que realmente estaba pasando en la costa de Magdalena, y a emitir documentos públicos informativos para los medios de prensa, y por otro lado, tratar de convencer al municipio de que se apartara del &#8220;Comité de Contingencia&#8221;, conformado en aquel momento por la empresa Shell, el municipio de Magdalena, la Prefectura Naval Argentina y la Secretaría de Política Ambiental de la Provincia de Buenos Aires, y que comenzara a tomar una posición mucho más independiente de aquel equipo formado para que nada se dijese hacia afuera.<br />
Uno de los efectos mayores de la degradación del ecosistema costero, además del derrame, fueron las formas de limpieza, los mecanismos de limpieza que la empresa desarrolló para extraer juncos, tallos, raíces y rizomas de la costa, que terminaron en gran parte impactando, y que aún hoy los impactos se perciben.</p>
<p>- ¿Se sabe por qué se produjo el accidente?</p>
<p>- Los canales del Río de la Plata tienen un tránsito, un tráfico marítimo muy grande. Los canales son muy estrechos debido a la baja profundidad del río y hay canales que permiten que entren y salgan embarcaciones. En el caso del choque entre las dos embarcaciones, la alemana se traba, da un giro de 90 grados e impacta sobre el otro barco que era el de Shell, que estaba pasando a la vez, uno entrando y otro saliendo. Se produce una abertura grande y hace que se derrame una cantidad impresionante de petróleo.<br />
El hecho es que los barcos de estas corporaciones que ingresan al Río de la Plata, y a partir del lobby que ellas mismas hacen, no son barcos de última generación, y por lo tanto, no son los mismos barcos que ingresan a puertos como el de Rotterdam, el puerto de Hamburgo o el puerto de Londres, sino que son chatarra flotante que no tienen doble casco y que ponen, y siguen poniendo, en riesgo la calidad de vida y el agua que consumimos más de 17 millones de habitantes.</p>
<p>- ¿Cómo impactó el derrame en la costa y en la salud de la gente?, ¿los impactos se siguen viviendo hoy?</p>
<p>- Nosotros elaboramos una serie de informes que dan cuenta, a partir del trabajo de campo, del impacto que se ha producido en el ecosistema costero. En el año 95, iniciamos una experiencia muy interesante, por convocatoria de la organización Sobrevivencia, Amigos de la Tierra Paraguay. Distintas organizaciones con participación en la Cuenca del Plata, de Paraguay, Uruguay y Argentina, comenzamos a llevar adelante una iniciativa de fortalecimiento de nuestras capacidades, a partir de la utilización de Sistemas de Información Geográfica (SIG) y teledetección, para evaluar los procesos insustentables en la cuenca. Ahí estaba como capacitador Marcel Achkar, de la Universidad de Montevideo e integrante de Redes, Amigos de la Tierra Uruguay.<br />
Nosotros veníamos haciendo el seguimiento del derrame y le ofrecimos a Marcel que pudiera llevar adelante una práctica específica de investigación sobre el derrame de la empresa Shell en la costa del partido de Magdalena, y a partir de esta iniciativa, empezamos a hacer una investigación con actores locales de la franja costera sur del Río de la Plata. El seguimiento lo llevamos adelante Amigos de la Tierra Uruguay y Ala Plástica de Argentina, pero con la participación de distintos actores de la comunidad, entre ellos científicos, productores y pobladores, lo que nos permitió hacer con la experiencia que ya teníamos, un seguimiento muy detallado de cuáles fueron los impactos.<br />
El informe, ya son dos los que se hicieron, evidencia una transformación en las condiciones ambientales de la zona litoral del partido de Magdalena, demostrando que la magnitud del impacto fue suficientemente severa para alterar el ecosistema y producir efectos de larga duración. Aquí se está tratando de llevar adelante, por medio de un plebiscito, una cosa un poco rara, están tratando de llegar, la empresa Shell y la Municipalidad de Magdalena, a un acuerdo que de por caídos los juicios que tuvieron como origen el derrame de petróleo.<br />
El problema con este acuerdo es que daría por tierra la recomposición del ambiente. Es mucho dinero, se está tratando de influir en la opinión pública, fundamentalmente con desinformación, para que la comunidad no tenga acceso a una visión más informada y sensible de su propia realidad, y para que se vote frente a la alternativa del &#8220;progreso&#8221;. Votamos por el &#8220;Sí al progreso&#8221;, y votamos por &#8220;No&#8221;. Hay frustración, degradación y traición a Magdalena.</p>
<p>- En su momento el municipio había iniciado una demanda a Shell. Por otro lado 500 vecinos también iniciaron causas judiciales contra la empresa, ¿en que situación está todo eso?</p>
<p>- Este acuerdo involucraría a los juicios iniciados por el municipio, no a los juicios que han sido iniciados por particulares. Lo que sucede es que con el dinero de los 9.5 millones de dólares que se piensan pagar, se está tratando de que muchos de los vecinos que iniciaron una demanda en forma particular se sumen apoyando al municipio, y el municipio les daría una parte de lo que recibiera a partir de este acuerdo. Esto es bastante grave, porque dejaría sin sustento de reclamo el derrame más importante de la historia en agua dulce. El plebiscito de este domingo, pretende que se le de a Shell esta especie de &#8220;licencia social&#8221; a partir de la aceptación de u$s 9.500.000.</p>
<p>- ¿Cuánta gente vive en Magdalena?, ¿saben cuántas personas fueron afectadas por el impacto del derrame?</p>
<p>- Magadalena es una población rural, un pequeño pueblo de 20 mil habitantes. Las personas que fueron afectadas, por lo menos las que reclaman en juicios privados, son aproximadamente unas 550 personas. Casi todas ellas tienen relación directa con el sistema costero y fueron afectadas porque, ó bien se destruyó la barrera de juncal, la primera barrera de la costa, ó las fuentes turísticas. Magdalena, si bien es un pueblo costero, está a 15 km de la costa. Los que sufrieron la afectación fueron los que viven particularmente en la zona costera, que no serán más de unas mil familias.</p>
<p>- ¿Y respecto a la situación sanitaria de toda esta gente?</p>
<p>- Bueno, ahí están los juicios, lo que pasa es que nosotros hemos hecho un seguimiento del impacto del derrame en la vegetación y en la franja costera. Sobre eso conocemos bastante. Ahora, sobre el tema de los impactos sobre la salud u otro tipo de impactos, nosotros no nos involucramos, porque nos enfocamos en el tema que desde el primer momento estuvimos enfocados, que son los impactos del derrame en la franja costera.</p>
<p>- Algo que ustedes comentaban también es que este ofrecimiento de los 9.5 millones de dólares desliga a Shell de toda responsabilidad de lo ocurrido.</p>
<p>- La empresa ofrece u$s 9.500.000 sin reconocer los hechos. En el acta queda claro que Shell ofrece a Magdalena &#8220;una colaboración, desinteresada y no vinculante&#8221;, y no reconoce los hechos que dieron origen a la demanda. Por lo tanto, todos los hechos que están reconocidos en las demandas judiciales pasan a caer, debiendo manifestar la municipalidad que no tiene nada más que reclamar a Shell.</p>
<p>- Durante todos estos años, ¿han recibido apoyo de otras organizaciones?, ¿la pelea sólo ha sido a nivel judicial ó han habido otro tipo de acciones de la gente?</p>
<p>- La mayoría de la gente de Magdalena no se hizo presente en el momento que el derrame ocurrió. La gente que más tuvo directa relación con el derrame fue la gente que vivía sobre la costa. Magdalena lo vivió un poco como soslayado el tema. De todos modos hay un grupo de vecinos muy activos que ha seguido el caso y que está convencido que esto no puede resolverse de esta manera, pero no son todos. Hay muchos otros para los cuales esta situación se resume en un &#8220;blanco ó negro&#8221;: querés los 9.5 millones de dólares o los dejás. No hay una cuestión generalizada de que la problemática medioambiental tiene que estar en primer lugar.<br />
Esta &#8220;licencia social&#8221;, este tipo de indulgencia que se pretende dar en un plebiscito totalmente &#8220;trucho&#8221;, no tiene por qué liberar a Shell del daño que produjo y del riesgo al que sometió a más de 17 millones de personas que hacemos uso del agua del estuario. Definir este problema como una temática pura y exclusiva de Magdalena es una falacia.<br />
El problema del transporte de sustancias tóxicas, químicas y peligrosas, que una compañía utilice chatarra flotante, y que encima hace lobby para que no tengan que ser modificadas las leyes de navegación nacionales, es que no se condicen con los criterios con los que se manejan esas mismas corporaciones en sus países de origen. De lo que nosotros hablamos es del doble estándar que se establece. Todos los fiscales que supuestamente van a haber el día del plebiscito son fiscales por el &#8220;Sí&#8221;, o sea que los mismos que están desesperados para llegar a un acuerdo y meter en caja un montón de dinero, son los que van a hacer el recuento de votos. Lo que nosotros estamos viendo, y está quedando claro, es que en el fondo de todo es un comportamiento desechable de una corporación internacional, en el cual se soborna a una comunidad por u$s 9.500.000.</p>
<p>- ¿Cuál crees que puede llegar a ser el resultado de la consulta?</p>
<p>- A nosotros nos parece que en este plebiscito, con la poca información que hay, con la manera en que se está tratando, es muy dudoso el triunfo del &#8220;No&#8221;. Es una causa que excede a Magdalena, es un precedente nefasto lo que puede llegar a quedar plasmado aquí. Nos llama muchísimo la atención que no haya autoridades nacionales y provinciales involucradas en esto. Parece como que Magdalena fuese en este caso una burbuja. Las costas son provinciales, la navegación internacional es un tema nacional. No puede ser que esta cuestión se dirima entre Magdalena y Shell. Frente a la cantidad de evidencia y a los informes que emanan de entes públicos y de organizaciones de la comunidad, hay una sensación que tiene que ver mucho con la colonización cultural que tenemos, de que &#8220;Shell es una empresa que da información seria&#8221;.<br />
Se sabe que Shell es una corporación pirata que lo que está haciendo es tratando de defender sus derechos a como de lugar. No puede ser que esta colonización cultural nos lleve a una consideración, como dice el intendente, de que &#8220;Shell es socio de Magdalena&#8221;. Shell es un socio de Magdalena que &#8220;va a asesorar&#8221;, porque no solamente es una &#8220;colaboración desinteresada&#8221;, en la cual Shell no reconoce los hechos, sino que la municipalidad le abre las puertas para que le provea asesoramiento en materia legal, tecnológica, de diseño, planificación y cuidado ambiental a la Municipalidad de Magdalena.<br />
Shell está operando como si fuese una agencia para el desarrollo de la localidad de Magdalena, cuando en realidad fue la corporación multinacional que contaminó. Pero claro, en esta ausencia total del Estado, un par de señores bien vestidos y con autos importados, llegan, y frente a un pueblo rural, desprovistos de muchas de las condiciones mínimas que se necesitan para una vida digna, ven en eso la posibilidad de agarrarse a una tabla de salvación, y eso es una locura.</p>
<p>- Entonces, ¿no habrá responsables?</p>
<p>- Quedaría como que no, por lo menos para lo que se está jugando en este plebiscito. Para nosotros está claro dónde está la responsabilidad y quién la tiene.<br />
Notas</p>
<p>- El buque tanque de ultramar &#8220;Salena&#8221; fue construido en el astillero japonés Koyo Dockyard Co., Ltd. en 1981. En 1996 fue incorporado a la flota de Shell Compañía Argentina de Petróleo rebautizado como &#8220;Estrella Pampeana&#8221;. Navegaba las aguas de la Cuenca del Plata bajo bandera liberiana.<br />
- El mayor derrame de hidrocarburos en agua dulce en la historia del mundo tiene un sitio web propio (ver aquí).<br />
- Se pude descargar de internet el último informe de seguimiento: &#8220;Magdalena&#8221;. Seguimiento del impacto del derrame de petróleo propiedad de la empresa Shell en la vegetación de la faja costera de Magdalena a partir de trabajo de campo y utilización de sensores remotos y SIG.</p>
<p>Raquel Schrott y Ezequiel Miodownik<br />
21 MAY 2009<br />
FUENTE: <a href="http://www.portaldelmedioambiente.com/articulos/5679/a_diez_anos_del_derrame_de_petroleo_en_magdalena_argentina_/" target="_blank">Portal del Medio Ambiente</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Otro caso de agresión al medio ambiente]]></title>
<link>http://osopolar.wordpress.com/2009/05/18/otro-caso-de-agresin-al-medio-ambiente/</link>
<pubDate>Mon, 18 May 2009 02:51:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>osopolar</dc:creator>
<guid>http://osopolar.wordpress.com/2009/05/18/otro-caso-de-agresin-al-medio-ambiente/</guid>
<description><![CDATA[(AW) Integrantes de la Asamblea Popular por el Agua, contra el Saqueo y la Contaminación difundieron]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://osopolar.files.wordpress.com/2009/05/contaminacion1.jpg"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;border-top:0;border-right:0;" title="contaminacion1" src="http://osopolar.files.wordpress.com/2009/05/contaminacion1_thumb.jpg?w=244&#038;h=159" border="0" alt="contaminacion1" width="244" height="159" /></a></p>
<blockquote><p>(AW) Integrantes de la Asamblea Popular por el Agua, contra el Saqueo y la Contaminación difundieron información que detalla el desastre ecológico y ambiental que ocasionará el emprendimiento minero de la multinacional Barrick Gold, aceptado por los gobiernos argentino y chileno.</p></blockquote>
<p><strong><span style="font-size:small;">Mi comentario: Estos hechos son lamentables por cuanto el riesgo a las fuentes de agua son inminentes, y como siempre sucede, hay estudios de impacto ambiental aprobados, hay mega documentos muy difíciles de accesar al público, hay una serie de riesgos no cuantificados.  Ya sólo el cianuro de sodio en el medio ambiente es una bomba tóxica de impredecibles consecuencias, no sabemos cuáles son las medidas que esta empresa tomará para prevenir un desastre ambiental, ni sabemos de otros compuestos tóxicos como el arsénico que por lo general se asocian en este tipo de extracciones.  Algo similar se aprobó en Costa Rica en la minería Las Crucitas la cual está en proceso de construcción por la Gold Limited Inc.</span></strong></p>
<p>A continuación detallo la información que obtuve a través de Facebook:</p>
<blockquote><p>Buenos Aires 15 de mayo de 2009 (Agencia Walsh). El yacimiento Pascua Lama (Argentina-Chile), propiedad de la Barrick Gold, quiere extraer 447 toneladas de oro, lo cual implicaría (en total, distribuidos en tres años de construcción y 21 de explotación):<br />
*Roca removida con explosivos : 1.806 millones toneladas (82% mineral estéril), es decir 4 toneladas de roca cada 1 gramo de oro.<br />
*Agua: 135 millones m3 (135.000 millones litros)<br />
*Cianuro de sodio: 379.428 toneladas (transportado en 29.946 camionadas desde el puerto hasta la mina)<br />
*Explosivos: 493.500 toneladas<br />
* Gasoil: 943 millones de litros<br />
*Nafta: 19 millones de litros<br />
*Lubricantes: 57 millones de litros<br />
*Electricidad: 110 mw de potencia promedio a partir del tercer año<br />
Estos datos surgen de lo informado por Barrick a las autoridades de San Juan:</p></blockquote>
<p><a href="http://www.mineria.sanjuan.gov.ar/pascua-lama/legislacion/provincia/pdf/pascua-lama/Resolucion_121_SEM_2006_%20Exp_4140657-B-04_DIA_IIA_%20PL.pdf">http://www.mineria.sanjuan.gov.ar/pascua-lama/legislacion/provincia/pdf/pascua-lama/Resolucion_121_SEM_2006_%20Exp_4140657-B-04_DIA_IIA_%20PL.pdf</a></p>
<p><a href="http://www.agenciawalsh.org/aw/index.php?option=com_content&#38;view=article&#38;id=2816:consecuencias-del-aval-presidencial&#38;catid=105:mineria&#38;Itemid=133">http://www.agenciawalsh.org/aw/index.php?option=com_content&#38;view=article&#38;id=2816:consecuencias-del-aval-presidencial&#38;catid=105:mineria&#38;Itemid=133</a></p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:892b012d-ad61-4ae1-ad82-a811e2d6a90b" class="wlWriterEditableSmartContent" style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;">Etiquetas de Technorati: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/oro">oro</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Argentina">Argentina</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/chile">chile</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/miner%c3%ada">minería</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/medioambiente">medioambiente</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/contaminaci%c3%b3n">contaminación</a></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fuligem responde por um terço do aquecimento global]]></title>
<link>http://miguelbarudi.wordpress.com/2009/05/11/fuligem-responde-por-um-terco-do-aquecimento-global/</link>
<pubDate>Mon, 11 May 2009 12:21:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Miguel Barudi de Matos</dc:creator>
<guid>http://miguelbarudi.wordpress.com/2009/05/11/fuligem-responde-por-um-terco-do-aquecimento-global/</guid>
<description><![CDATA[A fuligem que sai dos escapamentos, das usinas termelétricas e das queimadas florestais responde por]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A fuligem que sai dos escapamentos, das usinas termelétricas e das queimadas florestais responde por aproximadamente um terço do aquecimento global líquido. Amenizar o calor que ameaça ecossistemas e a biodiversidade, portanto, pode ser mais fácil e mais barato do que se imagina, afirmam pesquisadores.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Novas estimativas, feitas por vários grupos de pesquisa, estimam a importância de controlar o chamado carbono negro, fruto de qualquer processo de combustão.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />A fuligem integra a classe dos aerossóis, partículas cujo papel no aquecimento e no resfriamento do planeta durante o século 20 é uma das principais incertezas do relatório do IPCC, o painel do clima da ONU. Agora os pesquisadores começam a diminuir essa incerteza.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />&#8220;Em São Paulo, a maior fonte desse poluente é a frota de ônibus a diesel&#8221;, diz Paulo Artaxo, físico da USP (Universidade de São Paulo), e membro do IPCC.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Nas contas feitas pela equipe do cientista, a capital paulista tem 20 vezes mais carbono negro em suspensão na sua atmosfera do que a Amazônia, com todas as suas queimadas.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />&#8220;Retirar esse tipo de carbono é bom para o clima e para a saúde das pessoas.&#8221; O que reforça a importância, diz Artaxo, de que exista vontade política para começar a melhorar o ar dos grandes centros urbanos.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><strong>Duas vezes mais rápido</strong> &#8211; Segundo o engenheiro ambiental Mark Jacobson, da Universidade Stanford (EUA), o controle do carbono negro, em uma década, pode frear o aquecimento global até duas vezes mais rápido do que a redução do gás carbônico.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Mas essa redução, ressalta, será apenas temporária se não vier acompanhada de um corte efetivo nas emissões de CO2. Este, no longo prazo, continua sendo o maior responsável pelo aquecimento global. Mas o carbono negro é o segundo, um pouco à frente do metano.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />&#8220;A redução da fuligem sozinha pode eliminar um terço do aquecimento global líquido&#8221;, afirmou Jacobson à Folha. O carbono negro também tem um efeito resfriador, pois ajuda a &#8220;semear&#8221; nuvens, que refletem a radiação para o espaço.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Em 2007, o pesquisador apresentou um plano ousado ao Congresso dos EUA. Pelas contas do cientista, é teoricamente factível construir e instalar 122 mil turbinas eólicas para movimentar toda a frota veicular do país por eletricidade. O esforço, no entanto, demandaria &#8220;apenas&#8221; trocar toda a frota americana por veículos elétricos a hidrogênio.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Essa ação, diz Jacobson, reduziria em aproximadamente 7% ao ano o impacto antrópico (causado por atividades humanas) sobre o aquecimento global. O cientista, claro, não calculou custos nem deu prazo para a troca.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />No caso brasileiro, diz Artaxo, nem mesmo o carro a álcool está livre de emitir fuligem sufocante. &#8220;Toda combustão lança carbono negro no ar. O motor a álcool emite menos. O carro a gasolina, dez vezes mais, e o a diesel, cem vezes mais do que o a gasolina&#8221;, diz o físico. Valores mais precisos dependem do tipo exato de veículo e o combustível colocado para encher o tanque.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Enquanto os cientistas refinam o impacto global do carbono negro, no Ártico, os dados estão mais consolidados.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Estudo da Nasa publicado em abril, na revista &#8220;Nature Geoscience&#8221;, mostra que o poluente respondeu por 50% do aquecimento entre 1890 e 2007. Nesse período, os termômetros subiram, em média, 1,9ºC naquela região.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Na neve está o outro efeito perverso do carbono negro. A fuligem negra sobre ela também absorve calor, acelerando o derretimento do gelo. <em>(Fonte: Eduardo Geraque/ Folha Online)</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pecuarista condenado por lançar dejetos suínos 'in natura' em curso d'água]]></title>
<link>http://miguelbarudi.wordpress.com/2009/05/09/pecuarista-condenado-por-lancar-dejetos-suinos-in-natura-em-curso-dagua/</link>
<pubDate>Sat, 09 May 2009 12:49:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Miguel Barudi de Matos</dc:creator>
<guid>http://miguelbarudi.wordpress.com/2009/05/09/pecuarista-condenado-por-lancar-dejetos-suinos-in-natura-em-curso-dagua/</guid>
<description><![CDATA[A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça manteve sentença da Comarca de Palmitos, que condenou Iv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça manteve sentença da Comarca de Palmitos, que condenou Ivanir José Viel à pena de sete meses de detenção, por poluição hídrica responsável pela mortandade de animais em rio daquela região.</p>
<p>Segundo os autos, Ivanir criava suínos em sua propriedade rural, com o lançamento dos dejetos diretamente no rio Sertão, interior do município de Caibi. Esse fato causou a mortandade de peixes, especialmente das espécies jundiá e lambari.</p>
<p>Além disso, o criador desenvolvia a atividade munido de uma autorização ambiental vencida. A pena foi substituída por prestação de serviços à comunidade, e pagamento de três salários mínimos em favor de entidade pública ou privada com destinação social.</p>
<p>Inconformado, o réu apelou ao TJ. Alegou não haver provas do dano provocado à água. Todavia, laudos técnicos juntados ao processo, comprovaram a poluição. &#8220;Os recursos naturais, em especial as águas, demandam proteção especial, uma vez que se trata de direito difuso a que faz jus toda a coletividade, não sendo coerente nenhum indivíduo deles se apoderar individualmente, de modo a comprometer o meio ambiente ecologicamente equilibrado e essencial à sadia qualidade de vida das presentes e futuras gerações&#8221;, assinalou em sua decisão a relatora do processo, desembargadora Marli Mosimann Vargas.</p>
<p><strong>AC nº 2008.019773-0</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bs.As.: RIESGO QUÍMICO EN INCENDIO DE "SINTORGAN S.A.". 22 ABR 2009 ]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/04/22/bsas-riesgo-quimico-en-incendio-de-sintorgan-sa-22-abr-2009/</link>
<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 00:30:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
<guid>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/04/22/bsas-riesgo-quimico-en-incendio-de-sintorgan-sa-22-abr-2009/</guid>
<description><![CDATA[MUCHACHOS DE LA GRAN PRENSA: ES &#8220;SINTORGAN&#8221; Y NO COMO DICEN UDS. sintogran Si no efectúa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>MUCHACHOS DE LA GRAN PRENSA: ES &#8220;SINTORGAN&#8221; Y NO COMO DICEN UDS. sintogran</strong></p>
<p>Si no efectúan la corrección uno puede pensar que al buscador Google Noticias<em> le va a costar</em> mucho relacionar SINTORGAN con una noticia como la que comentamos a continuación</p>
<p>(Terratoxnews)</p>
<p>Desde su sitio web la empresa ubicada en la Calle French 320 de la localidad de Villa Martelli y que en el día de la fecha fue epicentro de una emergencia ambiental,  se autodefine así:</p>
<p><em>&#8220;Sintorgan S.A. es una empresa argentina fundada en 1960 y dedicada desde entonces, a la elaboración de Solventes de Alta Pureza&#8221;.</p>
<p>&#8220;Las primeras líneas desarrolladas fueron los solventes en los grados Puro y Para Análisis. (&#8230;)<br />
También somos especialistas en la elaboración de solventes de acuerdo a especificaciones propias del usuario o de las mas importantes farmacopeas internacionales aptos para ser utilizados como materia prima en procesos de síntesis o de elaboración de diversos productos (p.ej: medicamentos, productos veterinarios). &#8220;</em></p>
<h2><span style="color:#ff6600;">FUERA DEL MARKETING, LA PREGUNTAS CONCRETAS QUE HACEMOS SON:</span></h2>
<h3><span style="color:#ff6600;"><span style="text-decoration:underline;">A LA SUPERINTENDENCIA DE RIESGOS DE TRABAJO (SRT)</span>:</span></h3>
<p><em><span style="color:#ff6600;"><strong>¿&#8221;SINTORGAN S.A.  CUMPLÍÓ CON EL REGISTRO NACIONAL PARA LA PREVENCIÓN DE ACCIDENTES INDUSTRIALES MAYORES?</strong></span></em></p>
<h3><span style="color:#ff6600;"><span style="text-decoration:underline;">AL ORGANISMO PROVINCIAL PARA EL DESARROLLO SOSTENIBLE (OPDS):</span></span></h3>
<p><em><span style="color:#ff6600;"><strong>¿SE TOMARON MUESTRAS DE AIRE, DE LÍQUIDOS Y/ O SEMISÓLIDOS EMITIDOS DURANTE LA EMERGENCIA AMBIENTAL?</strong></span></em></p>
<p><em><span style="color:#ff6600;"><strong>SI EL OPDS EFECTUÓ ANÁLISIS AMBIENTALES DE LA EMERGENCIA ¿SE HARÁN PÚBLICOS LOS RESULTADOS DE ESOS ANÁLISIS?</strong></span></em></p>
<h3><span style="color:#ff6600;"><span style="text-decoration:underline;">A LA SECRETARÍA DE SALUD DEL MUNICIPIO DE VICENTE LÓPEZ:</span></span></h3>
<p><em><span style="color:#ff6600;"><strong>¿SE REALIZARÁN RELEVAMIENTOS SANITARIOS POST EMERGENCIA QUÍMICA &#8220;SINTORGAN&#8221; EN LA POBLACIÓN DE LAS INMEDIACIONES?</strong></span></em></p>
<p><em><span style="color:#ff6600;"><strong>¿HAN UTILIZADO O UTILIZARÁN LOS DATOS ANALÍTICOS AMBIENTALES QUE DEBERÍA PROVEER EL OPDS?</strong></span></em></p>
<h2><span style="color:#ff6600;">LISTA DE LOS PRODUCTOS DE &#8220;SINTORGAN S.A.&#8221;</span></h2>
<p>Visitando la página de Sintorgan S.A. cualquiera puede encontrar este interesante listado de productos químicos. Cómo se imaginarán esos productos bajo la acción de las llamas y elevadas temperaturas se transforman en vaya a saber qué cosa contaminante (menos mal que existen la Hojas de Seguridad del Producto como para no morir ignorante, por lo menos. ¿No es así?)</p>
<p>ACEITE DE CEDRO NATURAL<br />
ACETATO DE BUTILO &#8211; Ver n-BUTILO ACETATO<br />
ACETATO DE ETILO &#8211; Ver ETILO ACETATO<br />
ACETATO DE ISOPROPILO &#8211; Ver ISOPROPILO ACETATO<br />
ACETONA<br />
ACETONITRILO<br />
ACIDO ACETICO GLACIAL<br />
ACIDO FORMICO<br />
ACIDO FOSFORICO<br />
ACIDO LACTICO<br />
ACIDO OLEICO<br />
ACIDO PERCLORICO<br />
AGUA<br />
ALCOHOL BENCILICO<br />
ALCOHOL BUTILICO NORMAL &#8211; Ver 1-BUTANOL<br />
ALCOHOL BUTILICO TERCIARIO &#8211; Ver tert-BUTANOL<br />
ALCOHOL ETILICO ABSOLUTO &#8211; Ver ETANOL ABSOLUTO<br />
ALCOHOL ISOBUTILICO &#8211; Ver iso-BUTANOL<br />
ALCOHOL ISOPROPILICO &#8211; Ver 2-PROPANOL<br />
ALCOHOL METILICO &#8211; Ver METANOL<br />
ALCOHOL OCTILICO (2-ETIL-HEXANOL)<br />
ALCOHOL PROPILICO NORMAL &#8211; Ver 1-PROPANOL<br />
ALUMINIO OXIDO<br />
2-AMINOETANOL 99%<br />
ANHIDRIDO ACETICO<br />
BALSAMO DEL CANADA NATURAL<br />
1-BUTANOL<br />
iso-BUTANOL<br />
tert-BUTANOL<br />
2-BUTANONA &#8211; Ver METILETILCETONA<br />
BUTIL CELLOSOLVE &#8211; Ver ETER MONOBUTILICO DEL ETILENGLICOL<br />
BUTILGLICOL &#8211; Ver ETER MONOBUTILICO DEL ETILENGLICOL<br />
n-BUTILO ACETATO<br />
CARBONO TETRACLORURO<br />
CELITE 545<br />
CICLOHEXANO<br />
CICLOHEXANONA<br />
1-CLOROBUTANO<br />
CLOROFORMO<br />
CLORURO DE METILENO &#8211; Ver DICLOROMETANO<br />
1,2-DICLOROETANO<br />
DICLOROMETANO<br />
DIETILAMINA<br />
DIETILENGLICOL<br />
n,n-DIMETILFORMAMIDA<br />
DIMETILSULFOXIDO<br />
DIOXANO<br />
ETANOL ABSOLUTO<br />
ETER DE PETROLEO 35-60 ºC<br />
ETER DE PETROLEO 40-60 ºC<br />
ETER DE PETROLEO 60-80 ºC<br />
ETER DIETILICO &#8211; Ver ETER ETILICO<br />
ETER ETILICO Grado Puro<br />
ETER MONOBUTILICO DEL ETILENGLICOL<br />
ETER MONOETILICO DEL DIETILENGLICOL<br />
ETER MONOETILICO DEL ETILENGLICOL<br />
ETER MONOMETILICO DEL ETILENGLICOL<br />
ETER SULFURICO &#8211; Ver ETER ETILICO<br />
ETILCELLOSOLVE &#8211; Ver ETER MONOETILICO DEL ETILENGLICOL<br />
ETILGLICOL &#8211; Ver ETER MONOETILICO DEL ETILENGLICOL<br />
ETILENDIAMINA<br />
ETILENGLICOL<br />
ETILENGLICOL MONOBUTIL ETER &#8211; Ver ETER MONOBUTILICO DEL ETILENGLICOL<br />
ETILENGLICOL MONOETIL ETER &#8211; Ver ETER MONOETILICO DEL ETILENGLICOL<br />
ETILENGLICOL MONOMETIL ETER &#8211; Ver ETER MONOMETILICO DEL ETILENGLICOL<br />
ETILENO DICLORURO &#8211; Ver 1,2-DICLOROETANO<br />
ETILMETILCETONA &#8211; Ver METILETILCETONA<br />
ETILO ACETATO<br />
FOSFATO DE TRIBUTILO &#8211; Ver TRIBUTILO FOSFATO<br />
GLICERINA<br />
n-HEPTANO<br />
n-HEXANO<br />
HIDROXILAMINA CLORHIDRATO<br />
HIDROXILAMINA SULFATO<br />
ISOBUTANOL &#8211; Ver iso-BUTANOL<br />
ISOBUTILMETILCETONA &#8211; Ver METILISOBUTILCETONA<br />
ISOOCTANO &#8211; Ver 2,2,4-TRIMETILPENTANO<br />
ISOOCTANO<br />
ISOPROPANOL &#8211; Ver 2-PROPANOL<br />
ISOPROPILO ACETATO<br />
KARL FISCHER REACTIVO &#8211; Ver REACTIVO DE KARL FISCHER<br />
METANOL<br />
METIL CLOROFORMO &#8211; Ver 1,1,1-TRICLOROETANO<br />
4-METIL-2-PENTANONA &#8211; Ver METILISOBUTILCETONA<br />
METILCELLOSOLVE &#8211; Ver ETER MONOMETILICO DEL ETILENGLICOL<br />
METILGLICOL &#8211; Ver ETER MONOMETILICO DEL ETILENGLICOL<br />
METILENO CLORURO &#8211; Ver DICLOROMETANO<br />
METILETILCETONA<br />
METILISOBUTILCETONA<br />
METIL tert-BUTIL ÉTER<br />
MEZCLA ACIDO ACETICO + CLOROFORMO &#8211; Ver ACIDO ACETICO GLACIAL Mezcla especial<br />
MONOETANOLAMINA &#8211; Ver 2-AMINOETANOL<br />
MORFOLINA<br />
n-PENTANO<br />
PIRIDINA<br />
1-PROPANOL<br />
2-PROPANOL<br />
2-PROPANONA &#8211; Ver ACETONA<br />
PROPILENGLICOL<br />
REACTIVO DE KARL FISCHER<br />
TETRACLORURO DE CARBONO &#8211; Ver CARBONO TETRACLORURO<br />
TETRAHIDROFURANO<br />
TOLUENO<br />
TRIBUTILO FOSFATO<br />
1,1,1-TRICLOROETANO<br />
TRICLOROETILENO<br />
TRIETILAMINA<br />
2,2,4-TRIMETILPENTANO<br />
2,2,4-TRIMETILPENTANO Según normas ASTM &#8211; Ver ISOOCTANO Según normas ASTM<br />
TRITON X-100<br />
XILENO</p>
<h2><span style="color:#ff6600;">LAS HOJAS DE SEGURIDAD DE CADA PRODUCTO &#8220;SINTORGAN S.A.&#8221;</span></h2>
<p>Se pueden conocer las Hojas de Seguridad <strong>MSDS </strong>de cada producto visitando la página de <a href="http://www.sintorgan.com/buscador.php" target="_blank">&#8220;Sintorgan S.A.&#8221; (mientras la mantenga on line)</a></p>
<p>Recomendamos, especialmente a los vecinos de la planta &#8220;Sintorgan&#8221;, una atenta lectura a las <strong>MSDS</strong> u hojas de seguridad de los productos &#8220;Sintorgan S.A.&#8221; porque pueden llegar a conocerse cuáles son productos que se generan por descomposición en caso de incendio.</p>
<p>Premisa básica: Lo que dice la hoja de seguridad es lo que salió o está en el ambiente de Villa Martelli y alrededores (a menos que se compruebe lo contrario; el OPDS tiene la palabra&#8230;).</p>
<p>A ver&#8230; a ver&#8230;  esa justicia ambiental argentina ¿Cuándo se despierta algún juez o fiscal de turno?</p>
<p>¿O van esperar que Sintorgan S.A. aplique <em>la Gran Johnson &#38; Son</em> y se presente en tribunales como damnificada?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[San Juan: BARRICK ¿IMPACTA GLACIARES?. 07 ABR 2009 ]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/04/08/san-juan-barrick-%c2%bfimpacta-glaciares-07-abr-2009/</link>
<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 19:56:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
<guid>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/04/08/san-juan-barrick-%c2%bfimpacta-glaciares-07-abr-2009/</guid>
<description><![CDATA[Glaciares: Una denuncia a la Corte  Pidieron a la Justicia que brinde la certeza de que no están sie]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Glaciares: Una denuncia a la Corte <br />
</strong>Pidieron a la Justicia que brinde la certeza de que no están siendo impactados en forma irreversible. </p>
<p> <br />
<img class="alignleft size-full wp-image-1012" title="veladero_01" src="http://terratoxnews.wordpress.com/files/2009/04/veladero_01.jpg" alt="veladero_01" width="580" height="435" /></p>
<p> </p>
<p> La entidad ambientalista Fundación Ciudadanos Independientes (FUCI) presentó una denuncia a la Corte Suprema de la Nación pidiendo que ordene a peritos de afuera de la provincia constatar que los glaciares vecinos a la mina Veladero no están recibiendo un impacto directo e irreversible, a raíz de la explotación minera que se realiza en la zona.</p>
<p>&#8220;Le pedimos que dicte una resolución exigiendo con certeza que los cuerpos de hielo no se están impactando en forma directa ni están recibiendo impacto irreversible, como indica el artículo 356 de la ley minera 24.585 que protege el equilibrio ecológico en la cordillera&#8221;, dijo ayer Guillermo Toranzo, vicepresidente de FUCI. &#8220;Es que no tenemos certeza de que el gobierno y las mineras estén trabajando conforme a la ley ambiental minera y de medioambiente cordillerano, fundamentalmente en la protección de cuerpos de hielo de agua dulce en estado sólido, que es como entendemos a los glaciares&#8221;, agregó.</p>
<p>La entidad ya había presentado otra denuncia en defensa de glaciares, pero a la Corte de la provincia, en 2004 .</p>
<p> </p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1013" title="veladero_02" src="http://terratoxnews.wordpress.com/files/2009/04/veladero_02.jpg" alt="veladero_02" width="580" height="435" /></p>
<p> </p>
<p> La presentación -que se realizó el viernes pasado, pero recién se anunció ayer- consistió en 102 fojas y 10 sobres probatorios conteniendo fotos y documentos fílmicos donde se observan diferentes actividades supuestamente contra los glaciares, tales como el derretimiento del hielo por medio de sopletes o diferentes tipos de explosiones que se realizan en la zona de Veladero como parte de la actividad de la explotación minera.</p>
<p>Toranzo explicó que la demanda se entabló contra el Estado Nacional, la provincia de San Juan, la empresa Barrick, el secretario de Minería, Felipe Saavedra; y que se extendió también a las otras empresas que realizan o realizarán actividad minera en la provincia, tales como Gualcamayo y Casposo, &#8220;porque allí también hay glaciares&#8221;, dijo.</p>
<p>El abogado agregó que se ha recurrido a la Corte Suprema por medio de una acción declaratoria que se denomina legalmente &#8220;Acción de Competencia Originaria&#8221;, la cual permite evitar las presentaciones previas en la justicia provincial, y además se resuelve en forma rápida, se expide en alrededor de 30 días.</p>
<p> </p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1014" title="veladero_03" src="http://terratoxnews.wordpress.com/files/2009/04/veladero_03.jpg" alt="veladero_03" width="580" height="435" /></p>
<p> </p>
<p> El argumento para realizar este tipo de denuncia directa a la Corte es que se están afectando glaciares de frontera, ya que la ubicación de Veladero está cerca del límite con Chile. Y cuando hay en juego derechos de países la única que puede intervenir es la Corte Suprema. Pero además, los denunciantes entienden que hay derechos jurisdiccionales afectados, provincias que también reciben el agua de los glaciares cordilleranos, como La Pampa, Río Negro, Mendoza, San Luis y Buenos Aires. &#8220;El agua de los glaciares en definitiva desemboca en el Mar Argentino, a través de los ríos que las atraviesan y ninguna de las provincias mencionadas pudo opinar respecto a si están de acuerdo en cómo se hacen los trabajos&#8221;, dijo Toranzo. &#8220;Cuando hay conflictos de vecinos entre provincias, también interviene la Corte&#8221;, agregó.</p>
<p>En definitiva, los miembros de la FUCI quieren que la Corte de Justicia designe peritos que inspeccionen y levanten informes respecto a si las explosiones y demás trabajos mineros en cordillera &#8220;no están disminuyendo la calidad y cantidad de agua&#8221;. &#8220;No somos anti-mineros, pero queremos que se sinceren las cosas y si se está afectando el agua, que la paguen&#8221;, dijo Silvia Villalonga, presidenta de la entidad.</p>
<p>La denuncia de la FUCI se produce en momentos donde se discute en el Parlamento una ley de protección de glaciares, tras el veto presidencial a una norma que había sido aprobada por unanimidad. Justamente la semana pasada en Diputados se realizó una audiencia pública en defensa de la anterior norma, convocada por el diputado Bonasso y en la que participó el Defensor del Pueblo de la Nación, Eduardo Mondino. Éste dijo allí que podría llegar a presentar una denuncia a la Corte por la protección de los glaciares.<br />
ELIZABETH PÉREZ &#8211; DIARIO DE CUYO</p>
<p>07 ABR 2009<br />
FUENTE: <a href="http://www.diariodecuyo.com.ar/home/new_noticia.php?noticia_id=335925" target="_blank">Diario de Cuyo</a>  San Juan  ARGENTINA</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nación: ¿EN VÍSPERA DE CONTAMINACIÓN NUCLEAR EN EL MAR ARGENTINO?. 02 ABR 2009]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/04/02/nacion-%c2%bfen-vispera-de-contaminacion-nuclear-en-el-mar-argentino-02-abr-2009/</link>
<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 00:56:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
<guid>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/04/02/nacion-%c2%bfen-vispera-de-contaminacion-nuclear-en-el-mar-argentino-02-abr-2009/</guid>
<description><![CDATA[¿Existe riesgo de contaminación nuclear en el Mar Argentino? En el día de ayer viernes, en el progra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1005" title="peligronuclear_ingles_malvinas" src="http://terratoxnews.wordpress.com/files/2009/04/peligronuclear_ingles_malvinas.jpg" alt="peligronuclear_ingles_malvinas" width="400" height="300" /></p>
<p><strong>¿Existe riesgo de contaminación nuclear en el Mar Argentino?</strong></p>
<p>En el día de ayer viernes, en el programa radial de &#8220;El Malvinense&#8221; denunciamos los posibles riesgos y la existencia de material radiactivo en aguas cercanas a Malvinas, debido a los buques de guerra británicos hundidos durante la guerra&#8230;</p>
<p>El 28 de noviembre pasado, dimos a conocer la siguiente noticia:</p>
<p>Submarinos británicos se colocaron a 12 millas de la costa argentina en 1982.<br />
Los submarinos británicos se encontraban sumergidos a sólo 12 millas de la costa continental del país durante la guerra de las Malvinas.<br />
Lo reveló en un artículo de The Times a través de una entrevista al retirado vicealmirante Sir Tim McClement, segundo en el mando del &#8220;HMS Conqueror&#8221;, el mismo que hundió al crucero General Belgrano.</p>
<p>Cinco submarinos nucleares de la Marina Real británica estaban en la primera línea de defensa de las fuerzas británicas durante el conflicto de las Malvinas. Ellos eran: &#8220;HMS Conqueror&#8221; (que hundió al Crucero Belgrano), &#8220;HMS Splendid&#8221;, &#8220;HMS Spartan&#8221;, &#8220;HMS Courageous&#8221; y &#8220;HMS Valiant&#8221; y uno convencional, el &#8220;HMS Onyx”.</p>
<p>¿Por qué a 12 millas de la costa? Además de rastrear a los aviones y buques argentinos, ¿tenían cargas nucleares a bordo? ¿Eran parte del plan hipotético de arrojar bombas nucleares a ciudades como Bahía Blanca, Córdoba o Buenos Aires, en caso de fracasar la incursión terrestre?</p>
<p>Londres reconoció que, en 1982, la Royal Navy envió al Atlántico Sur 65% de las bombas atómicas de profundidad que tenía el Reino Unido. El Ministerio de Defensa británico niega que haya habido contaminación; pero hay dudas hasta en Inglaterra.</p>
<p>El 5 de diciembre de 2003, luego de 21 años de negar que el Reino Unido había llevado armamento nuclear a Malvinas, el Ministerio de Defensa reconoció que, durante la Guerra de Malvinas, la Armada Real había traído armas atómicas al Atlántico Sur.</p>
<p>Observaremos como Gran Bretaña se contradice una y otra vez, sin saber la realidad que nos interesa a todos: ¿hay riesgo de contaminación nuclear en nuestro Mar Argentino?</p>
<p>Cronología</p>
<p>27/04/82: El Barón Jenkins pregunta en la Cámara de los Lores si la Fuerza de Tareas transporta armas atómicas. Vizconde Trenchard, vocero gubernamental en asuntos de Defensa: “Es práctica del gobierno no confirmar ni negar la presencia o ausencia de armas nucleares en lugares determinados y momentos determinados”.</p>
<p>Con este dicho no negó ni afirmó que Gran Bretaña llevaba material atómico, lo mantenía en secreto.</p>
<p>30/04/82: Jack Anderson denuncia en la TV norteamericana (“Good Morning, América”, ABC) que la Fuerza de Tareas transporta armas atómicas y, “en circunstancias extremas”, el comandante John Woodward está autorizado a usarlas.</p>
<p>Allí se afirma la existencia de material atómico, aunque no por parte del gobierno sino en un programa periodístico de Estados Unidos.</p>
<p>10/05/82: el semanario alemán Der Spiegel informa que el Sheffield se hundió con armas nucleares a bordo.</p>
<p>04/11/82: El diputado Tam Dalyell confirma que armas atómicas estaban en el Sheffield.</p>
<p>Hay confirmación del hecho, pese a la negativa británica, que recién en el año 2003 reconoció que llevó armamento nuclear a Malvinas.</p>
<p>1991: La Agencia Internacional de Energía Atómica (AIEA) sugiere que el Sheffield se hundió con cargas nucleares.</p>
<p>1996: el diario The Scotsman cita un informe secreto de AIEA: hay riesgo de contaminación nuclear en el Atlántico Sur, como resultado del conflicto de 1982.</p>
<p>Recordemos que una vez terminada la guerra de Malvinas, el gobierno británico dispuso un acta de secreto militar hasta el día 14 de junio de 2072, es decir, 90 años. Hasta ese momento aquellos que divulguen o den a conocer algún dato o información que se encuentre en ese documento serán procesados ante Corte Marcial.<br />
Por ahora nadie ha hablado sobre el contenido del acta de secreto. Aquí se reveló un informe secreto de la Agencia Internacional de Energía Atómica que afirma que existe riesgo de contaminación, sin dar detalles.</p>
<p>La prensa británica, solo habla del Sheffield, pero hubo otras embarcaciones que se hundieron con gran riesgo de poseer cargas atómicas. Un caso es el HMS Coventry que se hundió en 15 minutos y no hubo tiempo de poder extraer ningún tipo de carga nuclear.</p>
<p>El HMS Coventry fue atacado el 25 de mayo. Vemos (a través de informes oficiales británicos) que la carga que fue colocada en dicho buque, el 17 de mayo se la transportó a otro. Lo mismo con el Sheffield y el portaaviones Invencible. Pero desconocemos si aún poseían más cargas nucleares, y si solo transportaron una parte. Al ser un documento oficial, no está obligado (por el secreto impuesto de 90 años), a divulgar información clasificada o confidencial que atente contra los &#8220;intereses políticos británicos&#8221;. Por ello, toda esa información oficial pudo haber sido manipulada, ya que allí no se reconoce las cargas atómicas del Sheffield, cuando diversos políticos británicos han denunciado que el buque se hundió con ese tipo de armamento. Tampoco es casualidad que si el buque fue atacado el 4 de mayo por la Aviación Naval, recién se hundiera el 9 de mayo, debido a que se intentó salvarlo utilizando todos los medios posibles. ¿Por qué el interés en salvar un buque destruido?</p>
<p>La fragata Brilliant fue atacada con armas nucleares a bordo, a lo igual que sucedió con los hundidos HMS Sheffield y HMS Coventry. Es incierto lo sucedido con el portaaviones Invencible y la veracidad de su ataque.</p>
<p>Se desconoce si alguno de sus seis submarinos atómicos que colocaron a 12 millas de la costa de la argentina continental, poseía cargamento nuclear.</p>
<p>Dicen además otros informes del gobierno británico:</p>
<p>Durante las transferencias entre barcos, 7 contenedores de armas atómicas sufrieron daño externo. Los registros disponibles no indican cuál de esas transferencias dio origen a los daños. Sabemos que ningún arma resultó afectada pero, con una sola excepción, los registros disponibles ofrecen pocos datos. En el peor caso, un contenedor experimentó la severa distorsión de una puerta. Los registros del Ministerio de Defensa, muestran que el contenido (en este caso, una variante inerte) no fue afectado. Esto sugiere que el daño a otros contenedores fue pequeño”.</p>
<p>“Durante abril, mayo y junio, todas las armas (incluyendo las inertes, de entrenamiento u observación) fueron reenviadas al Reino Unido y las armas de observación fueron retiradas del Sheffield el 16 y 17 de mayo, respectivamente.&#8221;</p>
<p>Sin embargo, ¿cómo fue posible extraer dichas armas, si el buque ya estaba hundido para esa fecha (16 y 17 de mayo)? El buque se hundió el 9 de mayo, fue atacado el 4.</p>
<p>Muchas dudas, que hacen suponer que en el fondo del Atlántico Sur, existen al menos dos buques con posibles cargas nucleares en su interior.</p>
<p>¿Qué puede suceder en un futuro cercano con ese material radiactivo que se encuentra en el fondo del Mar Argentino, cerca de Malvinas?</p>
<p>Los autoridades argentinas, británicas y organismos internacionales, deberían de investigar seriamente este hecho que aquí denunciamos.</p>
<p>FUENTE: <a href="http://www.malvinense.com.ar/smalvi/n0108/00642.html" target="_blank">MALVINENSE.COM.AR </a> ARGENTIN</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nación: MALVINAS Y BASURA NUCLEAR INGLESA. 02 ABR 2009 ]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/04/02/nacion-malvinas-y-basura-nuclear-inglesa-02-abr-2009/</link>
<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 00:44:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
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<description><![CDATA[¿ALGUIEN SABE ALGO DE LA MULTINACIONAL ECOLOGISTA &#8220;GREENPEACE&#8221;? (Porque esto debió ser s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><span style="color:#ff6600;"><strong>¿ALGUIEN SABE ALGO DE LA MULTINACIONAL ECOLOGISTA &#8220;GREENPEACE&#8221;? (Porque esto debió ser suficiente como para motivar su intervención. ¿No es así?)</strong></span></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;"><strong>Basura nuclear en el Atlántico Sur </strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong> </strong><br />
Londres reconoció que, en 1982, la Royal Navy trajo al Atlántico Sur 65% de las bombas atómicas de profundidad que tenía el Reino Unido. El Ministerio de Defensa británico niega que haya habido contaminación; pero hay dudas hasta en Inglaterra.</p>
<p>El 5 de diciembre de 2003, luego de 21 años de negar que el Reino Unido había llevado armamento nuclear a Malvinas, el Ministerio de Defensa reconoció que, durante la Guerra de Malvinas, la Armada Real había traído armas atómicas al Atlántico Sur.</p>
<p>Cronología:</p>
<p>27/04/82: El Barón Jenkins pregunta en la Cámara de los Lores si la Fuerza de Tareas transporta armas atómicas. Vizconde Trenchard, vocero gubernamental en asuntos de Defensa: “Es práctica del gobierno no confirmar ni negar la presencia o ausencia de armas nucleares en lugares determinados y momentos determinados”.</p>
<p>30/04/82: Jack Anderson denuncia en la TV norteamericana (“Good Morning, América”, ABC) que la Fuerza de Tareas transporta armas atómicas y, “en circunstancias extremas”, el comandante John Woodward está autorizado a usarlas.</p>
<p>10/05/82: el semanario alemán Der Spiegel informa que el Sheffield se hundió con armas nucleares a bordo.</p>
<p>04/11/82: El diputado Tam Dalyell confirma que las armas atómicas estaban en el Sheffield. Fuente: National Union of Seamen (Sindicato Nacional de Navegantes). Delante del canciller Francis Pym, Dalyell afirma en los Comunes: “Debemos decirle al mundo si hay artefactos nucleares en el fondo del Atlántico Sur [...] Algunos [físicos] creen que el Sheffield puede estar contaminando desde su tumba”. Pym no dice palabra.</p>
<p>1991: La Agencia Internacional de Energía Atómica (AIEA) sugiere que el Sheffield se hundió con cargas nucleares.</p>
<p>1996: el diario The Scotsman cita un informe secreto de la AIEA: hay riesgo de contaminación nuclear en el Atlántico Sur, como resultado del conflicto de 1982.</p>
<p>La prensa británica, solo habla del Sheffield, pero hubo otras embarcaciones que se hundieron con gran riesgo de poseer cargas atómicas. Un caso es el HMS Coventry que se hundió en 15 minutos y no hubo tiempo de poder extraer ningún tipo de carga nuclear.</p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1001" title="peligronuclear_malvinas" src="http://terratoxnews.wordpress.com/files/2009/04/peligronuclear_malvinas.jpg" alt="peligronuclear_malvinas" width="335" height="278" /></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:left;">Este cuadro fue extraído de uno de los documentos oficiales británicos donde especifica los movimientos que tuvieron las cargas nucleares. El HMS Coventry fue atacado el 25 de mayo. Vemos que la carga que fue colocada en dicho buque, el 17 de mayo se la transportó a otro. Lo mismo con el Sheffield y el portaaviones Invencible. Pero desconocemos si aún poseían más cargas nucleares, y si solo transportaron una parte. Al ser un documento oficial, no está obligado (por el secreto impuesto de 90 años), a divulgar información clasificada o confidencial que atente contra los &#8220;intereses políticos británicos&#8221;.</p>
<p>Las armas fueron embarcadas y transportadas entre en los buques que se observan en el cuadro.</p>
<p>La Brilliant fue atacada con armas nucleares a bordo, a lo igual que sucedió con los hundido Sheffield y Coventry. Es incierto lo sucedido con el portaaviones Invencible y la veracidad de su ataque.</p>
<p>Se desconoce si alguno de sus seis submarinos atómicos que colocaron a 12 millas de la costa de la argentina continental, poseía cargamento nuclear.</p>
<p>El Reino Unido confiesa violaciones al derecho internacional y las reglas de la diplomacia: introduce subrepticiamente armas atómicas en terceros países.</p>
<p>Dicen además otros informes del gobierno británico:</p>
<p>Durante las transferencias entre barcos, 7 contenedores de armas atómicas sufrieron daño externo. Los registros disponibles no indican cuál de esas transferencias dio origen a los daños. Sabemos que ningún arma resultó afectada pero, con una sola excepción, los registros disponibles ofrecen pocos datos. En el peor caso, un contenedor experimentó la severa distorsión de una puerta. Los registros del Ministerio de Defensa, muestran que el contenido (en este caso, una variante inerte) no fue afectado. Esto sugiere que el daño a otros contenedores fue pequeño”.</p>
<p>“Durante abril, mayo y junio, todas las armas (incluyendo las inertes, de entrenamiento u observación) fueron reenviadas al Reino Unido y las armas de observación fueron retiradas del Sheffield el 16 y 17 de mayo, respectivamente.&#8221;</p>
<p>Sin embargo, ¿cómo fue posible extraer dichas armas, si el buque ya estaba hundido para esa fecha (16 y 17 de mayo)?</p>
<p>Muchas dudas, que hacen suponer que en el fondo del Atlántico Sur, existen al menos dos buques con posibles cargas nucleares en su interior.</p>
<p>FUENTE: <a href="http://www.malvinense.com.ar/smalvi/utj072007/00490.html" target="_blank">MALVINENSE.COM.AR</a> ARGENTINA</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sta. Cruz: MINERA CANADIENSE: PLATA, ORO Y CIANURO A CIELO ABIERTO. 25 MAR 2009]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/03/28/sta-cruz-minera-canadiense-plata-oro-y-cianuro-a-cielo-abierto-25-mar-2009/</link>
<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 03:38:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
<guid>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/03/28/sta-cruz-minera-canadiense-plata-oro-y-cianuro-a-cielo-abierto-25-mar-2009/</guid>
<description><![CDATA[Cianuro para las santacruceñas y santacruceños. Minera Triton, recién inaugurada por la presidenta, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">
<div id="attachment_995" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-995" title="triton_cianuro01" src="http://terratoxnews.wordpress.com/files/2009/03/triton_cianuro01.jpg" alt="Cianuro para las santacruceñas y santacruceños." width="300" height="191" /><p class="wp-caption-text">Cianuro para las santacruceñas y santacruceños.</p></div>
<p><strong>Minera Triton, recién inaugurada por la presidenta, ensila los contenedores de cianuro a cielo abierto.<br />
</strong></p>
<p>25/03 &#8211; 02:30 &#8211; Irrefutable: la nueva minera gregorense apila a cielo abierto (como muestra esta imagen) las cajas con piedras de cianuro sobre la tierra, sin protección y solo acordonadas por un débil alambrado perimetral. Las normas escritas son generales, imprecisas y vagas al respecto (y como nadie controla…). Para que no hubiera dudas, nos metimos en el yacimiento, fotografiamos, filmamos, entrevistamos y analizamos cuánto hay de cierto y cuánto de mentiras sobre la minería y el cianuro en Santa Cruz.</p>
<p>La palabra clave en minería es “cianuro”; pronunciarla abre grandes polémicas, alienta serios temores e inclusive la noticia que la contenga corre como reguero de pólvora por el mundo y a las multinacionales que operan en todos los países y tienen sus tentáculos esparcidos por la geografía Argentina, se les detiene el corazón.</p>
<p>En Santa Cruz, quizás porque existe un sentimiento de culpa en las autoridades de aplicación que no ejercen ningún tipo de control, mencionar que el cianuro contamina, que pueden existir fallas de seguridad que permitan que este elemento altamente tóxico esté enfermando gente y al medio ambiente, ha hecho que voceros de la minería como el Sr Miguel Ángel Ferro salgan a cargar contra todo el que intente poner un manto de sospecha sobre el nivel de responsabilidad que tienen las mineras con el manejo de esta substancia en la obtención de metales preciosos en la provincia.</p>
<p>¿Y esto qué es?</p>
<p>OPI inició una investigación más profunda para saber con la mayor precisión posible, hasta dónde hay de mito y de realidad en esto del cianuro en la minería y con tal objetivo nos propusimos obtener un registro espontáneo del yacimiento estrella de Santa Cruz, el último en ser inaugurado por el gobierno nacional y el provincial, bajo la más profusa difusión de las bondades que Manantial Espejo traerá para la región, como, por ejemplo, la ocupación de unas 700 personas. (¿?)</p>
<p>Obtuvimos decenas de fotografías y filmaciones de las instalaciones y labores mineras de la empresa Tritón Argentina S.A, sin embargo, de todas las imágenes que tomamos, hubo una que posiblemente necesite ser explicada convenientemente por directivos de la empresa y por las autoridades de Medioambiente de la provincia.</p>
<p>Tritón posee en su yacimiento de Manantial Espejo cientos de cajones apilados sobre el suelo, al aire libre, cercados por un alambre, cercanos a un enorme tanque (de los tres que hay, cada uno de ellos de 942 m3, en los cuales se lixivia por agitación y adición de cianuro) y a escasos 80 metros de las oficinas de administración de la planta, tal como lo muestra la fotografía principal que ilustra esta nota.</p>
<p>Cuando preguntamos qué había en esos containers de madera, nos dijeron: piedras de cianuro. La pregunta inmediata fue: ¿Y porqué están allí, a la intemperie, sobre la tierra y no en un lugar cerrado, aislado del piso, lejos de las inclemencias del tiempo, la humedad, el viento y el cercano contacto con seres humanos?. “No se, es la decisión de la empresa. Ellos deciden el manejo y almacenaje del cianuro”, nos indicaron.</p>
<p>Fuimos más allá y repreguntamos: ¿Qué dice el Reglamento sobre la seguridad en el manejo y almacenamiento del cianuro?. “Nada”, nos respondieron y quedamos absortos. ¿Cómo nada?, inquirimos; “Así es, el reglamento advierte sobre los riesgos a los operarios, pero no dice nada de cómo se debe resguardar, ensilar o almacenar el cianuro; es un procedimiento que adecua cada empresa de acuerdo al protocolo que tenga para el manejo de esta sustancia”, señaló la fuente.</p>
<p>Sin directivas</p>
<p>Preocupados, nos detuvimos en este punto y fuimos a hojear el decreto 249/2007 firmado por Néstor Kirchner, en el cual aprueba el “Reglamento de Higiene y Seguridad para la Actividad Minera”.</p>
<p>El articulo 9 del capitulo 1º señala “cada trabajador velará por su propia seguridad y salud en el trabajo y por la de otras personas a las que pueda afectar su actividad”. Hasta aquí no nos había dado mucha información la normativa, ni nos había dicho algo que no supiéramos.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-996" title="triton_cianuro02" src="http://terratoxnews.wordpress.com/files/2009/03/triton_cianuro02.jpg" alt="triton_cianuro02" width="447" height="256" /></p>
<p>El capitulo 4º dedicado exclusivamente a los contaminantes, en su Articulo 51 señala: “En el lugar de trabajo en el que se desarrollen procesos que produzcan la contaminación del ambiente, ya sea con gases, vapores, humos, nieblas, polvos, fibras, aerosoles, contaminantes biológicos o emanaciones de cualquier tipo, se deben arbitrar los medios necesarios para eliminar y/o minimizar los efectos nocivos que los mismos puedan causar a los trabajadores”.</p>
<p>En este párrafo, se infiere (aún para los legos en la materia), que se trata de las medidas a tomar dentro de la mina donde el personal esté trabajando, pero nos llamó la atención la forma general en que se refiere a los hechos y las imprecisiones u omisiones en las que incurre ya que no especifica cuáles deben ser los “medios necesarios que se deben arbitrar para eliminar o minimizar los efectos nocivos”. Bien podríamos pensar que un “medio necesario” sería salir corriendo, por ejemplo.</p>
<p>Como remate a la falta de información en la que incurre el reglamento agrega: “En todos los lugares de trabajo en el que se desarrollen procesos que produzcan contaminación del ambiente, se adecuarán las condiciones de éste a lo establecido en la resolución M.T.E.S.S Nro 295/03 o sus sustitutivas o modificatorias, con las correspondientes correcciones por altitud sobre el nivel del mar y duración de jornada diaria, semanal, quincenal o según periodo correspondiente”.</p>
<p>Hasta aquí al letra fría del reglamento no nos aportó absolutamente nada sobre lo que nosotros intentábamos saber, es decir, cómo se resguarda el cianuro, cómo se manipula, dónde se lo debe depositar, cuáles son los cuidados, qué medidas de seguridad especial debe contener el lugar, cómo debe ser ese lugar etc.</p>
<p>Fuimos entonces al “Compendio de normas de seguridad básicas de seguridad Manantial Espejo, minera Triton Argentina S.A”, un catálogo simplificado que le acercan a los operarios para que tengan presente lo que deben hacer cuando estén en contacto con el cianuro.</p>
<p>Allí se especifica que se aplica el cianuro de sodio, cianuro de potasio, cianuro de calcio, cianuro de cobre, cianuro de zinc o mezclas o soluciones que contengan estos compuestos.</p>
<p>Entonces establece que “El cianuro puede ser venenoso por inhalación, ingestión y contacto con la piel. Aprenda y siga todos los procedimientos operativos y de seguridad cuando trabaje con o cerca del cianuro. Refiérase a las HDSM para obtener información adicional”.</p>
<p>Y recomienda “Evite inhalar el polvo. Use el equipo respiratorio de aire aprobado que se le haya proporcionado, cuando lo necesite. Lávese las manos minuciosamente después de trabajar en áreas con cianuro. Lave la ropa a fondo antes de volverla a usar”.</p>
<p>Una vez que terminamos de leer nos dimos cuenta que el Reglamento y el Compendio son un cúmulo de generalidades donde las especificaciones están ausentes, donde no se imparten directivas para el cómo, cuándo y dónde depositar, manipular y resguardar el cianuro y finalmente nuestro interlocutor señaló “Ya se los había advertido, nos hay un instrumento legal que diga cómo las mineras deben ensilar los cajones (o contenedores) ni cómo debe ser el sector donde se guarda el cianuro… es responsabilidad y decisión de cada minera”.</p>
<p>Odiosas comparaciones</p>
<p>Buscando algunas voces que nos ilustraran sobre el por qué de este manejo (para nosotros) desaprensivo por parte de la minera Tritón, de un elemento tan delicado como el cianuro, más aún en un yacimiento que se caracteriza por su alta tecnificación y moderna infraestructura, nos tropezamos con una curioso artículo del mes de abril del 2008 aparecido en la revista “Patagonia minera”, publicación que hace lobby para las empresas y tiene mucha publicidad por ellas, donde el técnico químico Martín Moreno, que ostenta el cargo de Secretario de Higiene y Seguridad de AOMA, Seccional Santa Cruz, (gremio que nuclea a los trabajadores de minería) escribe la segunda parte de un artículo cuyo título es “El cianuro” y como intertítulo bíblico utiliza la frase “El que esté libre de pecado que arroje la primera piedra”.</p>
<p>En tren de justificar, Moreno da la impresión que se desayuna con cianuro, porque no duda en plantar la discusión en el campo de las comparaciones más insólitas para hacernos entender que el cianuro que él tanto ama (y que debiera tenerlo más preocupado como representante de los trabajadores afiliados) es mucho menos nocivo y está mucho más controlado que aquellos desperdicios que todos los días nos envenenan.</p>
<p>Si somos abiertos en la interpretación de su metáfora, diríamos que hasta tiene razón. Simplemente que ese no es el punto. Aquí lo que se trata, no es comparar si hace más o menos daños, es de establecer por qué no se ajustan los mecanismos para impedir los efectos contaminantes y en caso que esto se haga, sería bueno saber cuáles son.</p>
<p>La comparación que hace Moreno es más o menos como si el gobierno, para demostrarnos que en realidad el número de gente que muere hoy por la inseguridad en las calles no es significativa, nos lleva a que meditemos cuántos seres humanos han matado las guerras pasadas.</p>
<p>Escribió Martín Moreno:</p>
<p>“Ahora que conocemos el cianuro, podemos hablar de su ciclo de vida dentro de la minería. Las empresas que utilizan esta “herramienta de trabajo” trabajan en forma responsable desde que la sustancia química abandona la fábrica (transporte, almacenamiento, utilización, deposición final y destrucción). Todas estas tareas, como cualquier tarea que realiza el hombre conlleva un riesgo, la diferencia radica en la responsabilidad y cuidados que cada uno tome. Que la comunidad y los propios empleados exijamos el cumplimiento de más y mejores procedimientos y controles a cada una de estas actividades, es el derecho y el deber de cada uno de nosotros como ciudadanos, ahora que exijamos la prohibición del cianuro en la actividad minera, sin saber los perjuicios que esto acarrea en las distintas comunidades, no se como llamarlo”.</p>
<p>Más adelante bajo el título “El que esté libre de pecado que tire la primera piedra”, analiza:</p>
<p>“Se calcula que una pila de mercurio puede contaminar 600 mil litros de agua, una alcalina 167 mil litros de agua, una de óxido de plata 14 mil litros, una de zinc-aire, 12 mil litros y una de carbón-zinc, 3 mil litros ¿Sabe Ud dónde están las pilas que utilizó?.</p>
<p>La contaminación del agua, en gran parte, es producida principalmente por la materia fecal humana. La bacteria Escherichia coli se utiliza como indicador del grado de contaminación orgánica del agua. Muchas bacterias, virus, protozoos y gusanos que proliferan en estos ambientes contaminados, son responsables de gravísimas enfermedades, afectando en mayor proporción aquellos que carecen de servicios básicos de agua potable y asistencia médica.</p>
<p>Todo lo que tiramos al río o al mar, lo reciben nuestros vecinos que viven, beben o se alimentan aguas abajo; incluso elementos como latas, anzuelos y restos de vidrio pueden causar accidentes en las playas donde nuestras familias disfrutan veraneando. ¿Su municipio trata los efluentes antes de eliminarlos?. ¿Es Ud una de las personas que deja la basura en las playas?.</p>
<p>Yo sí se donde y en qué cantidad se encuentra el cianuro que utilizó la empresa donde trabajo”.</p>
<p>Detalles</p>
<p>El yacimiento Manantial Espejo esta ubicado a 50 km de la localidad de Gobernador Gregores, Santa Cruz y es propiedad de Minera Tritón Argentina SA. A partir del mes de marzo del año 2006, Pan American Silver, empresa canadiense, posee el 100% del control accionario de la misma.</p>
<p>El primer embarque de cianuro se recibió en Manantial Espejo el 05 de abril de 2008, llegó a través de Puerto Deseado proveniente de Alemania, el mismo “fue trasladado en camiones habilitados para tal fin”, señala en un comunicado la minera Triton. Además aclara “es de destacar que Cerro Vanguardia hace ya ocho años que está importando y utilizando cianuro sin accidentes ni incidentes de ningún tipo”, se resguarda la empresa. (Agencia OPI Santa Cruz)</p>
<p>25 MAR 2009<br />
FUENTE:<a href="http://www.opisantacruz.com.ar/home/2009/03/25/minera-triton-recien-inaugurada-por-la-presidenta-ensila-los-contenedores-de-cianuro-al-aire-libre/5087" target="_blank"> OPI SANTA CRUZ </a>SANTA CRUZ  ARGENTINA</p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">N. DE LA R. DE TERRATOXNEWS: CONOZCA LA HOJA INFORMATIVA SOBRE SUBSTANCIAS PELIGROSAS:</span> <a href="http://nj.gov/health/eoh/rtkweb/documents/fs/1693sp.pdf" target="_blank">CIANURO DE SODIO</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nación: EL PEOR RÍO DE AMÉRICA, PERO NO HAY CONCIENCIA DE ELLO. 21 MAR 2009]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/03/21/nacion-el-peor-rio-de-america-pero-no-hay-conciencia-de-ello-21-mar-2009/</link>
<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 12:27:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
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<description><![CDATA[  ANTES DE TRANSCRIBIR. 1º) Dudo que la contaminación cloacal se limite a la que aporta el Riachuelo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"> <img class="aligncenter size-full wp-image-991" title="riodelaplata1" src="http://terratoxnews.wordpress.com/files/2009/03/riodelaplata1.jpg" alt="riodelaplata1" width="400" height="312" /></p>
<p style="text-align:left;"><strong><span style="color:#ff6600;">ANTES DE TRANSCRIBIR.</span></strong></p>
<p style="text-align:left;">
<strong><span style="color:#ff6600;">1º) Dudo que la contaminación cloacal se limite a la que aporta el Riachuelo (extraño que no se mencione la carga contaminante que se realiza a través de un río que se encuentra en una situación peor que el mediático Riachuelo: el Río Reconquista).<br />
2º) Me extraña  que la lista de contaminantes mencionada sea tan reducida. ¿Recuerdan? La entonces Aguas Argentinas, que captaba el líquido (tal como hoy lo hace AySA) del Río de la Plata, estaba involucrada en una causa federal en la cual se investigaba la distribución de agua con elevada presencia de fenol. Contaminante habitual no mencionado aquí y que en aquella oportunidad simplemente se filtró hasta las canillas de todos y de todas con el mismo color del Río de la Plata.<br />
3º) Por ejemplo: sin ir más lejos, ni fenol, ni benceno fueron mencionados aquí y son residuos provenientes, en la mayoría de los casos, de actividad industrial. Actividad a la cual no se ha aludido aquí, y que en un 99% está en las antípodas de la Producción + Limpia y que por consecuencia no sólo aporta carga sucia al Río de la Plata sino que también envenena las aguas subterráneas (Un ejemplo de esto se encuentra en el caso de contaminación de napas con hidrocarburos. Al respecto se encontrará los detalles de un caso en </span></strong><a href="http://terratox.org/HistNapas/HistNapas.htm"><strong><span style="color:#ff6600;">http://terratox.org/HistNapas/HistNapas.htm</span></strong></a><span style="color:#ff6600;"><strong> ) En fin, tal como lo ordena e instaura el Nuevo Orden Mundial (sostenido sobre el poder del dinero y la industria): les deseo disfruten de un hermoso Día Mundial del Agua.</strong> </span></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Buscan generar conciencia sobre la contaminación del Río de la Plata</strong></p>
<p style="text-align:left;">Hoy, en la peatonal de Berazategui, habrá una Jornada organizada por el Foro en Defensa del Río de la Plata, que es el tercero más contaminado del mundo. Advierten que de no comenzar a revertirse ya la situación, el daño será irreversible.</p>
<p style="text-align:left;">
El Foro Regional Ribereño en Defensa del Río de la Plata y su Ecosistema realizará en el día de hoy una Jornada de Concientización sobre la problemática del agua, justamente en la víspera del Día Mundial del Agua, que se conmemora mañana.<br />
En ese marco, Ernesto Salgado, uno de los referentes del Foro señaló en diálogo con PERSPECTIVA SUR que vamos a estar en la peatonal de Berazategui, durante la mañana y hasta después del mediodía, tratando de llegar a los vecinos de la región con nuestras preocupaciones vinculadas a la cuestión global que tiene al agua como protagonista .<br />
Aunque, claro, indudablemente los temas inmediatos, geográficamente, serán los más importantes. Y entre ellos, dijo Salgado, nuestra lucha que busca parar la contaminación del Río de la Plata, que es ni más ni menos que donde proviene el agua que tomamos en estos distritos .<br />
Claro que esa fuente de agua se encuentra con altísimos niveles de contaminación. El Río de la Plata es el más contaminado del continente , detalló Salgado, y el tercero más contaminado del mundo, en una nómina que encabeza un río de Vietnam, y tiene en segundo lugar a uno europeo .</p>
<p style="text-align:left;">EN RIESGO<br />
El Río de la Plata se encuentra en un riesgo de muerte inminente, si no se detiene la contaminación de que es objeto. Al menos, así lo planteó Ernesto Salgado, asegurando que está sometido desde hace décadas a elementos contaminantes de los más variados . De esa manera, dijo, se llegó a un escenario en el que ya es prácticamente imposible la autodepuración, porque es un río con tan escasa pendiente, que el flujo de agua es muy lento .<br />
Una de las alternativas, para el referente del Foro Regional Ribereño, sería la de detener completamente la contaminación, y luego poner en marcha procesos de limpieza que pudieran acompañar los procesos naturales.<br />
Lo que ocurre , dijo Salgado, es que el Río de la Plata recibe contaminación cloacal, la que llega del Riachuelo, el vuelco de metales pesados, de contaminantes como el pcb, y a eso se suma que lo surcan a diario barcos petroleros que no cuentan con doble casco .<br />
El doble casco , explicó Salgado, es una exigencia a nivel mundial, sin la cual los barcos no pueden entrar a los puertos, pero acá no se exige, y de esa manera, se filtran hidrocarburos de los petroleros hacia las aguas del río, sumando un elemento más de contaminación .<br />
Para Salgado, la capacidad de autodepuración (del Río de la Plata) está desbordada por la situación en que está ya hoy el río, y por lo tanto, podríamos habernos quedado tranquilos si hubiéramos tomado medidas unos cuantos años atrás, cuando no estaba en situación terminal como ahora .<br />
Ahora es casi imposible que se pueda autodepurar (el Río de la Plata). Hay que parar la agresión, y después iniciar un larguísimo proceso natural para que se pueda dar esta alternativa , entendió. Y dijo que mientras se sigan tirando contaminantes, es imposible siquiera pensar en la posibilidad de autodepuración .</p>
<p style="text-align:left;">21 MAR 2009</p>
<p style="text-align:left;">FUENTE: <a href="http://www.perspectivasur.com/noticias/13665.htm" target="_blank">PerspectivaSur.com   </a>BS.AS. ARGENTINA</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://www.perspectivasur.com/noticias/13665.htm"></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CHUBUT: DICEN QUE "TERMAP" NO DEJA NI FAUNA NI FLORA EN PIE. 19 MAR 2009 ]]></title>
<link>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/03/20/chubut-dicen-que-termap-no-deja-ni-fauna-ni-flora-en-pie-19-mar-2009/</link>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 04:48:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>terratoxnews</dc:creator>
<guid>http://terratoxnews.wordpress.com/2009/03/20/chubut-dicen-que-termap-no-deja-ni-fauna-ni-flora-en-pie-19-mar-2009/</guid>
<description><![CDATA[Maricultores de Caleta Cordoba denuncian la persistencia de derrames Desde hace una semana protestan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Maricultores de Caleta Cordoba denuncian la persistencia de derrames</p>
<p>Desde hace una semana protestan en el centro de la ciudad</p>
<p>Los maricultores de Caleta Córdoba iniciaron la semana pasada una plan de lucha distinto a los realizados en el barrio. Con escraches frente al edificio donde funciona Petrominera los vecinos protestan contra la empresa Termap. Los vecinos afirmaron que &#8220;queremos una reunión de un vocero o un referente de Termap, pedimos a través de nuestros abogados que la empresa tome las precauciones para evitar que sigan los derrames y subsidios para las familias que nos dedicamos a esto”, indicaron ayer los vecinos.<br />
Lucas Sala y Gabriel Haro fueron los voceros de unas 20 familias que reclaman un resarcimiento económico, porque a partir de los 2 derrames más importantes ocurridos el año pasado en la zona de Caleta perdieron su actividad laboral. “Después del primer derrame fuimos a Barrancas Blancas, donde después fue el segundo derrame, y ahora nos proponen que vayamos a 40 km de Caleta. Nosotros no podemos ir hasta allá. Pero además todo el tiempo se siguen dando derrames, más chicos pero siguen contaminando. La empresa ni siquiera pone un cartel para evitar la contaminación en la gente”, indicaron los maricultores.<br />
Los vecinos denunciaron que la empresa Termap no tiene los elementos de intervención necesarios ante un derrame, y afirmaron que continuan apareciendo derrames aunque de menor tamaño. Sostienen que después de los derrames en la costa más cercana al barrio &#8220;no quedó ni flora, ni fauna, y si esto afecta a los animales también afectará a la gente, ni siquiera le pusieron carteles a la playa donde se bañan nuestros hijos. Nosotros perdimos la fuente de trabajo porque ahora nos quieren mandar por Camarones para pescar”, concluyó Haro.<br />
19 MAR 2009</p>
<p>FUENTE: <a href="http://comunicacionpatagonica.blogspot.com/2009/03/maricultures-de-caleta-cordoba.html" target="_blank">Puerta E</a>  CHUBUT  ARGENTINA</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Caos Informativo #15]]></title>
<link>http://caosinformativo.wordpress.com/2008/07/25/ci15/</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 17:21:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>caosinformativo</dc:creator>
<guid>http://caosinformativo.wordpress.com/2008/07/25/ci15/</guid>
<description><![CDATA[Caos Informativo #15 &#8211; 25/07/2008 En esta edición de Caos Informativo: Tema de la Semana: “Enr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Caos Informativo #15 &#8211; 25/07/2008</strong></p>
<p><em>En esta edición de Caos Informativo:</em><br />
Tema de la Semana:<br />
“Enroque en la Jefatura de Gabinete”<br />
Nacionales:<br />
* Pasaron 7 días de la derogación de la resolución 125… Y pasaron tantas cosas<br />
* ¿En que quedó La nueva Ley de Radiodifusión?<br />
* Prisión perpetua y cárcel común para Menéndez<br />
Internacionales:<br />
* A Bolivia se le podría venir el agua…<br />
* Venezuela y Rusia: amigos contra el enemigo<br />
Educación:<br />
* Franja morada sigue al frente de la FUA.<br />
* Primer paro docente, ahora de la provincia de Buenos Aires<br />
Deportes y mucho más.</p>
<p><span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fwww.archive.org%2Fdownload%2FCaosInformativo-Programa09Al162008%2Fcaosinformativo250708.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span></p>
<p><a href="http://www.archive.org/download/CaosInformativo-Programa09Al162008/caosinformativo250708.mp3">BAJAR PROGRAMA EN MP3 (20.2 Mb)<br />
</a><br />
<em>Para bajarlo poné “Guardar destino como” o “Guardar enlace como” sobre el link</em></p>
<p><em>Equipo de Producción:</em><br />
Conducción y Producción: Santiago Kahn y Federico Lada.<br />
Columnista Deportes: Guillermo Schwarz.<br />
Producción: Hilario Capeans y Federico Blanco.<br />
Información Deportes en el Blog: Antonela Moyano</p>
<p>Prisión perpetua y cárcel común para Menéndez, en video:<br />
<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/hpcPhrN6uY0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/hpcPhrN6uY0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
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