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	<title>de-mim-mesmo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/de-mim-mesmo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "de-mim-mesmo"</description>
	<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 02:07:49 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Álbum Conceitual é... o quê?]]></title>
<link>http://henriqsc.wordpress.com/2008/10/16/album-conceitual-e-o-que/</link>
<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 20:07:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Henrique</dc:creator>
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<description><![CDATA[Boa pergunta! Que diabos é um album conceitual, no fim das contas? É bem simples explicar: geralment]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Boa pergunta!</p>
<p>Que diabos é um album conceitual, no fim das contas?</p>
<p>É bem simples explicar: geralmente, e principalmente no mundo<em> pop</em>, o album de um artista/grupo/banda é formado por músicas que não tem a menor ligação uma com a outra, em outras palavras, é uma série musical totalmente aleatoria, sem o menor elo, etc etc, escritas pelos artistas e colocadas no cd.</p>
<p>Já no album conceitual, ocorre exatamente o oposto. Aqui o artista idealiza um conceito/historia, divide em varias partes e transforma cada fragmento em uma musica. No fim, temos uma ideia percorrendo todo o album, em perfeito equilibrio. Pra ficar mais fácil, veja  o album conceitual  como um livro, e cada uma de suas faixas como um capitulo da história.</p>
<p>Imaginou? É exatamente isso.^^</p>
<p>O <em>Sgt. Pepper&#8217;s Lonely Hearts Club Band</em> dos Beatles é tido como o primeiro album conceitual, que se tem noticia, mas as opiniões sobre isso são bem divergentes.</p>
<p>Exemplos bons desse tipo de album são o <em>The Dark Side of the Moon</em> e <em>The Wall</em>, do Pink Floyd; <em>Ok Computer</em>, Kid A, do Radiohead,<em> Viva La Vida</em>, do Coldplay, <em>Mellon Collie And The Infinite Sadness</em>, do Smashing Pumpkins e o <em>( )</em> do Sigur Rós.</p>
<p>Agora só falta escolher com qual eu começo, hahaha.</p>
<p>Legal, né?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[One By One]]></title>
<link>http://henriqsc.wordpress.com/2008/10/16/one-by-one/</link>
<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 17:19:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Henrique</dc:creator>
<guid>http://henriqsc.wordpress.com/2008/10/16/one-by-one/</guid>
<description><![CDATA[Olá, Bem-vindo ao meu mais novo blog, e, aos meus amigos, juro que esse é o ultimo! A minha idéia é ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olá,</p>
<p>Bem-vindo ao meu mais novo blog, e, aos meus amigos, juro que esse é o ultimo!</p>
<p>A minha idéia é fazer do  <em>Reckoner&#8217;s</em> meu point virtual pra postar/compartilhar, com sabe-se lá quem, já que ninguém costuma ficar fiel a meus blogs, analises musicais.</p>
<p>XD</p>
<p>Eu tenho um tipo de mania, ou hobby mesmo, de tentar entender o que artistas querem dizer com suas cançoes, melodias, albuns. Claro que, muitas vezes, e não sempre, as mensagens sao obvias, mas tentar compreender aquilo que, aparentemente, nao faz o menor sentido me fascina.</p>
<p>Essa minha <em>mania&#8217;</em> surgiu quando eu conheci os caras do Radiohead, Pink Floyd, Coldplay (etc), e desde entao me pego analisando melodias, letras, significados e, por que não, até encartes de cd&#8217;s afim de entender o que, por exemplo, um Dark Side of The Moon, considerando obra prima do Pink Floyd, trás em seu contexto. Tem gente que acha isso perda de tempo, outros dizem que é mania de vagabundo, eu adoro.</p>
<p>De tanto eu falar em conceitualidade musical, e ver o &#8217;sucesso&#8217; que uma analise minha do ultimo cd do Coldplay, <em>Viva La Vida or Death And All His Friends</em>, fez em umas comunidades do Orkut, Ariel, meu melhor amigo &#8211; não a Pequena Sereia -, me disse que eu devia abrir um blog e postar minhas &#8220;viagens&#8221;.</p>
<p>Bom, aqui está e  se alguém um dia ler isso aqui, já sabe por que o blog nasceu.</p>
<p>Anyway, mergulhar, faixa-a-faixa, na subjetividade de um cd, e buscar compreender isso já me ajudou, por incrivel que pareça, muito. Mas isso é outra história.</p>
<p>Welcome.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Descobertas recentes num mundo moderno]]></title>
<link>http://frantanor.wordpress.com/2008/02/01/descobertas-recentes-num-mundo-moderno/</link>
<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 21:36:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Hattori</dc:creator>
<guid>http://frantanor.wordpress.com/2008/02/01/descobertas-recentes-num-mundo-moderno/</guid>
<description><![CDATA[Existem coisas que realmente a gente só descobre depois que talvez elas não sejam mais necessárias o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Existem coisas que realmente a gente só descobre depois que talvez elas não sejam mais necessárias ou prioridades. Descobri, depois de morto, que Alternative é o que realmente gosto, independentemente do fato de eu não saber exatamente o que é isso e de não saber categorizar as coisas nisso. Mas fato é que gosto, as consideradas por melhores estão sob essa categoria ou sob uma outra categoria chamada Rock, que deve ser mais conhecida.</p>
<p>Alguns diriam: &#8220;mas que perfeito imbecil&#8221;, mas pouco importa isso nesse momento.</p>
<p>Música é a única coisa que me acompanha desde os últimos momentos. Primeiro é claro a velha marcha fúnebre de algum velho compositor, que pode já tê-la ouvido tocada para si mesmo.</p>
<p>Mas o fato é que disse descobertas e não descoberta. Descobri também que a maioria esmagadora das pessoas nesse país possuem grande probabilidade de morrer antes do início do próximo milênio, essa situação pode parecer óbvia, mas constam estudos também que isso é bastante recente, tendo mudado consideravelmente há aproximadamente oito anos atrás.</p>
<p>Só para lembrar: uma pessoa morreu, passou para o mundo de lá. Ainda não o vi, mas se o fizer prometo que peço um autógrafo.</p>
<p align="right">FRANTANOR, Hideto</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[S.O.S.]]></title>
<link>http://frantanor.wordpress.com/2008/01/28/sos/</link>
<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 19:59:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Hattori</dc:creator>
<guid>http://frantanor.wordpress.com/2008/01/28/sos/</guid>
<description><![CDATA[Esta é uma velha sigla, usada em situações de emergência. Alguém, por favor, me leve ao médico que e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Esta é uma velha sigla, usada em situações de emergência.</p>
<p>Alguém, por favor, me leve ao médico que estou passado mal (às vezes, me esqueço que sou somente um defunto agora). Chegar em um hospital poderia ser para as pessoas que estão lá a coisa mais comum de novo. Mas está acontecendo de novo, ou pelo menos, sinto de novo aquelas mesmas dores. Aquilo que me levou à morte morrida e matada.</p>
<p align="right">FRANTANOR, Hideto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cobrador!]]></title>
<link>http://frantanor.wordpress.com/2008/01/25/cobrador/</link>
<pubDate>Sat, 26 Jan 2008 00:01:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Hattori</dc:creator>
<guid>http://frantanor.wordpress.com/2008/01/25/cobrador/</guid>
<description><![CDATA[Desço no próximo, obrigado.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Desço no próximo, obrigado.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TV]]></title>
<link>http://frantanor.wordpress.com/2008/01/24/filmes/</link>
<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 20:14:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Hattori</dc:creator>
<guid>http://frantanor.wordpress.com/2008/01/24/filmes/</guid>
<description><![CDATA[Eu? Fanático por filmes? Provavelmente depois até de mudar de caminho. Mas fato é que para aqueles f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu? Fanático por filmes? Provavelmente depois até de mudar de caminho. Mas fato é que para aqueles fãs do mangá Death Note devem assistir o filme &#8220;O último jantar&#8221;, com atuações de alguns conhecidos atores e atrizes, tipo Cameron Dias.</p>
<p>Não que o filme seja uma história muito aparecida com o mangá de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, mas pode se dizer tem vários aspectos muito parecidos. Não entrarei em nenhum detalhe, porque certamente algumas pessoas nem se importaram com isso e outras achariam realmente detestável saber de qualquer coisa da história antes de ter chance de conhecer a história em seu &#8220;papel original&#8221; (em lugar de &#8220;papel original&#8221;, leia-se o meio como originalmente o autor deixou sua obra). Seria como ver a Monalisa pela primeira vez em uma foto muito mal feita e impressa em um livro, com as dimensões menores que uma página de tamanho A4.</p>
<p>Mas o fato é que o considerei um filme bom, mesmo sem assistir ao final.</p>
<p>Ver televisão no noite de ontem me fez pensar diversas coisas, como por exemplo, por que aquele canal estava mostrando uma reportagem sobre maltratos a animais exatamente igual e no mesmo horário que já tinha feito há várias semanas? Seria algum tipo de reprise? E ainda surgiu uma pessoa dizendo/comentando sobre a longa reportagem e no canto da tela constava &#8220;ao vivo&#8221;, é claro que talvez aquele apresentador disse tudo aquilo ao vivo mesmo, mas como confiar em algo reaproveitado?</p>
<p>E também, é bom agradecer à TV Cultura pelas músicas que começam a tocar depois de terminada toda a programação do dia. São realmente boas músicas, tocadas por ótimos músicos. Não é algo que se passe a madrugada inteira ouvindo, mas é uma ótima companhia nos intervalos de filmes que possam estar passando nos outros diversos canais.</p>
<p>Depois a editora JBC pode me agradecer pela pequena propaganda, mas é que realmente a publicação merece.</p>
<p align="right">FRANTANOR, Hideto</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[this is not the end YET]]></title>
<link>http://frantanor.wordpress.com/2008/01/21/bog-this/</link>
<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 03:56:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Hattori</dc:creator>
<guid>http://frantanor.wordpress.com/2008/01/21/bog-this/</guid>
<description><![CDATA[Outro dia, conheci uma dessas pessoas que passam pela sua &#8220;vida&#8221;, têm uma pequena partic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Outro dia, conheci uma dessas pessoas que passam pela sua &#8220;vida&#8221;, têm uma pequena participação quase insignificante e depois só viram as costas e partem. Essa pessoa me disse várias coisas interessantes e a maior delas foi que tinha descoberto o segredo da imortalidade, não que os mortos se interessem muito pela imortalidade, pela vida ou pela morte, mas o fato é que já fui vivo e já senti medo/preocupação em relação à morte. Mas esta é uma coisa realmente muito banal, que todos os dias acontece aos montes em todo o mundo, não passa de uma simples passagem como bem sabia o sábio Gandalf, the White. Transcrevo uma passagem do grande livro &#8220;O Senhor dos Anéis&#8221; já que ninguém do outro mundo tem autorização para sair dizendo aos mortais o grande clímax.</p>
<p><b><i>Pippen:</i> </b>I didn’t think it would end this way…<br />
<b><i>Gandalf:</i></b> End? No, the journey doesn’t end here… Death is just another path, one that we all must take… The grey rain curtain of this world rolls back and all turns to silver glass… and then you see it…<i><br />
<b>Pippen:</b></i> What, Gandalf? See what?<br />
<b><i>Gandalf:</i></b> White shores… And beyond… A far green country under a swift sunrise.<i><br />
<b>Pippen:</b></i> Well, that isn’t so bad.<br />
<b><i>Gandalf:</i></b> No… no it isn’t.</p>
<p>E esse é o principal motivo que me leva a escrever sobre isso. As pessoas vivas, infelizmente, se importam e se preocupam demais com tudo isso. O segredo da imortalidade é realmente simples: ela não existe. Não é possível permanecer vivo do modo como se pensa a vida enquanto se vive. A vida é vista como a presença orgânica e intelectual (para não entrarmos em detalhes religiosos) e infelizmente toda matéria orgânica está dentro de um ciclo constante, que não pode ser quebrado em nenhuma circustância, e faz parte do ciclo que essa matéria se deteriore para que seja reaproveitada em outras matérias.</p>
<p>Existe também a chama imortalidade genética, mas isso entraria em discussões não exatamente desejáveis.</p>
<p>Por um outro lado, é possível permanecer vivo em relação à sua parte intelectual. Para isso, já é conhecida e clichê a fórmula: faça-se ser lembrado. Realiza algo grandioso que possa ser lembrado para o resto da eternidade, esteja vivo nas memórias de cada pessoa em cada canto do mundo. Um pouco difícil, mas você queria o quê? Ter uma fonte da imortalidade/juventude no quintal da sua casa?</p>
<p align="right">FRANTANOR, Hideto</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Manual de uso]]></title>
<link>http://frantanor.wordpress.com/2008/01/10/manual-de-uso/</link>
<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 23:50:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Hattori</dc:creator>
<guid>http://frantanor.wordpress.com/2008/01/10/manual-de-uso/</guid>
<description><![CDATA[O kit &#8220;Vá para Londres de carro&#8221; inclui seguintes itens: - um carro completo; - uma mini]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O kit &#8220;Vá para Londres de carro&#8221; inclui seguintes itens:</p>
<p>- um carro completo;</p>
<p>- uma miniatura de Londres;</p>
<p>- uma toalha;</p>
<p>- um mapa da Rússia;</p>
<p>- um dicionário mandarim/português e português/mandarim;</p>
<p>O carro completo serve exatamente para que o usuário desse incrível kit possa chegar a Londres de carro com sucesso e visitando o menor número de hospitais e postos policiais possível. Não é necessário a utilização desse carro especificamente, mas é recomendável tendo em vista o grande número de assaltos à mão armada que os carros não voadores têm sofrido sempre que param em qualquer lugar, levando ao governo a retirar os semáforos causando caos no trânsito.</p>
<p>A miniatura de Londres deve ser encaixada no lugar assinalado com a letra A no próprio veículo (o carro que vem com o kit). Mas caso esse não possua a letra A, escreva-a em cima do capô da frente exatamente no meio. Depois faça a busca pela letra A em todo o veículo novamente, garantimos que na segunda vez o encontrará, mas em caso de defeito, ligue reclamando para o número que deve estar escrito logo abaixo da letra A. A miniatura serve para que os viajantes jamais percam o foco de para onde exatamente estão rumando, já que os usuários desse kit não são mochileiros.</p>
<p>A toalha tem inúmeras utilidades, além de secar superfícies. Ela pode servir como bandeira, se for desenhado um símbolo referente ao país de origem. Pode servir para embrulhar alimentos, espantar moscas, armazenar temporariamente líquidos, entre várias outras utilidades que dependem somente da criatividade do usuário.</p>
<p>O mapa da Rússia e o dicionário servem exatamente para que, caso o usuário se perca nesses dois países de maior extensão territorial do planeta Terra, ele não demore muito mais para chegar em seu destino (Londres). No caso de se perder em qualquer outro país, recomendamos que simplesmente siga sempre em frente até trombar com algum detalhe geográfico reconhecível das velhas aulas de geografia ministradas num tempo em que o himalaia ficava entre a Índia e a China.</p>
<p>A equipe de kits inúteis para inúteis agradece e deseja-lhe boa sorte. Ou má sorte, caso precise de toda a sorte possível.</p>
<p align="right">Hideto Frantanor</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Algum dia]]></title>
<link>http://frantanor.wordpress.com/2008/01/08/algum-dia/</link>
<pubDate>Tue, 08 Jan 2008 18:19:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Hattori</dc:creator>
<guid>http://frantanor.wordpress.com/2008/01/08/algum-dia/</guid>
<description><![CDATA[Ainda entorpecido pelos sonhos cheios de cores e luzes, acordei e calculei o horário aproximado base]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ainda entorpecido pelos sonhos cheios de cores e luzes, acordei e calculei o horário aproximado baseando-me basicamente na escuridão que a noite ainda parecia ter, pois não conseguia ver o mostrador do relógio no criado-mudo. Devia ser plena madrugada ainda, não se notava nem um mínimo rastro de luz, pensei que talvez faltasse a mim abrir os olhos, mas eu já tinha aberto-os e disso eu tinha certeza. Resolvi acender a luz e quem sabe encontrar o relógio-despertador.</p>
<p><i>Click</i></p>
<p>Continuei não vendo nada e estranhei, até me lembrar do terrível acidente há dois dias. De dentro do carro eu só podia ver tudo girando depois de desviar daquela moto, até trombarmos com um muro e tudo ficar escuro (para sempre). Agora, entendo porque não via o relógio, ele não estava mais lá.</p>
<p><i>Click</i></p>
<p>Eu não precisarei mais dessa lâmpada e nem do relógio, o médico que alertou que provavelmente isso seria permanente. Sem saber o que fazer diante dessa nova situação, me pus a chorar. Ainda podia sentir as lágrimas rolando minha face, até terminar salgada nos lábios, mas ninguém poderia me ver assim, eu precisava parecer forte, forte por aqueles que não tiveram a sorte de terem perdido só parte de suas vidas.</p>
<p>Me levantei finalmente e percorri o caminho até o banheiro pensando. Pensando que ali, eu conhecia cada contorno, esquina, obstáculo, mas como seria fora de minha própria casa? No banheiro, lavei o rosto e saí. Precisava andar um pouco, esfriar a cabeça. Me via criança, onde o mundo era diferente e meus sentidos trazia ao meu cérebro todas as mais novas sensações.</p>
<p>Resolvi andar pela cidade, deixar de me limitar aos meus ladrilhos.</p>
<p>Com ajuda de alguém que poderia ser um parente, andei por todos os cantos que eu já conhecia, mas acabei redescobrindo-os. A vida era bem diferente agora, cada lugar conhecido era desconhecido, descobri que eu mudara muito, que jamais seria a mesma pessoa. Eu não diria que nasci de novo, se estive tão perto da morte, mas que tudo era como se isso realmente acontecido, isso eu diria.</p>
<p>Mas depois de algum tempo convivendo com isso, senti aquele cheiro. Inconfundível. Aquele cheiro que eu jamais esqueceria, que veio pouco antes daquela voz e daqueles toques que juntos formariam aquela pessoal inesquecível. Aquela era a pessoa certa, que eu passaria o resto de minha vida observando o sorriso.</p>
<p>Ao lado, aprendi a viver a minha mais nova vida. Descobri o lado bom, que finalmente dominou o lado mau.</p>
<p align="right">Hideto Frantanor</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sal de Prata]]></title>
<link>http://frantanor.wordpress.com/2008/01/08/sal-de-prata/</link>
<pubDate>Tue, 08 Jan 2008 17:51:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Hattori</dc:creator>
<guid>http://frantanor.wordpress.com/2008/01/08/sal-de-prata/</guid>
<description><![CDATA[Mil perdões pela ausência. Estive ocupado, estive fora, estive desestimulado. Ontem, assisti o filme]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mil perdões pela ausência. Estive ocupado, estive fora, estive desestimulado.</p>
<p>Ontem, assisti o filme que leva o mesmo nome que meu post. Filme nacional, que trata de amor e de cinema. Primeira cena: a câmera foca o rosto de uma garota com os ombros nus que diz:&#8230;</p>
<p>Não contarei o filme, simplesmente, assistam.</p>
<p>Esse filme deu-me uma grande idéia.</p>
<p align="right">FRANTANOR, Hideto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[My Mini City]]></title>
<link>http://frantanor.wordpress.com/2007/12/19/my-mini-city/</link>
<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 16:09:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Hattori</dc:creator>
<guid>http://frantanor.wordpress.com/2007/12/19/my-mini-city/</guid>
<description><![CDATA[Com certeza, os bloggers que estão sempre atualizados das notícias que percorrem os outros blogs já ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Com certeza, os bloggers que estão sempre atualizados das notícias que percorrem os outros blogs já devem estar me amaldiçoando por um post com um título sugerindo que trarei uma &#8220;novidade&#8221;, que todos os blogs já possuem.</p>
<p>Mini City, confesso que criei realmente uma cidade nesse site, pois acreditava realmente que fosse algo parecido com Sim City online, mas fiquei decepcionado. Já que a sua cidade cresce não pelos investimentos em infraestrutura e essas coisas que você faz nela (como no jogo), mas sim pelo número de visitantes que ela recebe todos os dias. Ou seja, uma grande maioria dos blogs estão colocando links em seus próprios blogs com o objetivo de ganhar mais habitantes para suas cidadezinhas e só.</p>
<p>Acho que não farei isso por um motivo simples, não estou com a mínima paciência de procurar de novo a minha mini cidade e postar o link aqui e nem queria que alguém nesse blog fosse sujerido a clicar em um link tão inútil. Quer fazer algo útil de seus clicks? Recomendo o <a href="http://www.clickarvore.com.br" title="Click Árvore" target="_blank">ClickArvore.com.br</a>, site onde pode-se &#8220;plantar&#8221; uma árvore por dia, bastando logar-se e clicar no lugar certo. Parece-me que a arborização é feita com patrocínio de algum banco. É claro que o site não fica aguardando determinado número de clicks para ir em algum lugar e plantar uma árvore, mas o fato de milhares de pessoas clicarem no site todos os dias e verem o logo do banco é ótimo para a imagem do mesmo, que em troca patrocina o projeto. (Não direi o nome do banco porque não tenho patrocínio deles)</p>
<p>Os leitores do blog de meu criador deve ter percebido que ele também fez propaganda desse mesmo site, mas isso é influência direta dele sobre minha pessoa e sobre minhas próprias idéias. Sei que não fará muita diferença para mim, no mundo de lá, o número de árvores na face da Terra, mas sei que todos precisam disto, então, ajudarei na medida do possível. Mas infelizmente, não tenho CPF.</p>
<p align="right">FRANTANOR, Hideto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Luz]]></title>
<link>http://frantanor.wordpress.com/2007/12/18/luz/</link>
<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 15:38:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Hattori</dc:creator>
<guid>http://frantanor.wordpress.com/2007/12/18/luz/</guid>
<description><![CDATA[Tudo que sei sobre chaves é que elas abrem coisas. Qualquer coisa, por assim dizer. Pode ser uma por]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tudo que sei sobre chaves é que elas abrem coisas. Qualquer coisa, por assim dizer. Pode ser uma porta, um baú, uma janela, um cadeado ou até coisas mais abstratas como um programa de computador e um sentimento; Para isso, basta termos a chave correta. Às vezes imagino que muitas pessoas possuem as chaves certas, mas infelizmente não encontraram nada para abrir, esse era exatamente o meu sentimento, encontrei uma chave (já a perdi, pois nada se leva para o mundo de lá) e não encontrei onde usá-la.</p>
<p>Acho que era somente uma chave, uma daquelas que não abrem nada, branca, limpa ou sem destino.</p>
<p>Mas, pensando bem, eu nunca achei nada fechado para abrir com aquela chave, talvez porque o propósito dela fosse trancar ou fechar alguma coisa. Talvez uma dessas portas abertas pedia uma chave perdida, porque as chamadas chaves adoradas pelo poder de abrir coisas servem também para fechar e trancar essas mesmas coisas. É claro, que quando se fecha algo com uma chave o objetivo é poder abri-lo de novo mais tarde com a restrição que somente aquele que possuir a chave consiga fazê-lo.</p>
<p>Abrir e fechar. &#8220;Ser a capa e a contra-capa, essa é a beleza da contradição&#8221;.</p>
<p>Posso dizer que de certo modo e até certo ponto sou contraditório, sou a contradição, talvez pelo fato de ter nascido e morrido em menos de um ano, mas ter vivido no espaço de tempo entre o dia em que completei 19 anos até a véspera de completar 20 anos. E também pela diferença e semelhança entre meu criador e eu. Meu nome, surgido do nome dele. Espero ser a chave, que abrirá o caminho para a solução. Ainda não sei o caminho, muito menos a solução, na verdade, mal sei o problema.</p>
<p align="right">FRANTANOR, Hideto</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[About me]]></title>
<link>http://frantanor.wordpress.com/2007/12/17/about-me/</link>
<pubDate>Mon, 17 Dec 2007 21:53:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Hattori</dc:creator>
<guid>http://frantanor.wordpress.com/2007/12/17/about-me/</guid>
<description><![CDATA[Meu nome é Hideto Frantanor, proveniente da família Frantanor que teria se originado em lugar qualqu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Meu nome é Hideto Frantanor, proveniente da família Frantanor que teria se originado em lugar qualquer do fim do universo. O meu criador, aquele me criou, educou e matou, é Fernando Hattori.  E sobre ele não darei mais nenhuma informação além de um <a href="http://fhattori.wordpress.com" title="Hattori">link</a>.</p>
<p>A grande e mais importante informação que posso dar sobre mim mesmo é o seguinte fato: estou morto. Fui criado e morto em um intervalo menor que um ano. E como já disse Brás Cubas (um amigo meu, conhecido do mundo de lá) não sou um escritor (blogger) morto e, sim, um morto blogger.</p>
<p>O objetivo meu aqui não é explicar nada, somente deixar para a eternidade as minhas idéias. Talvez seja realmente muita presunção imaginar que isso tudo durará toda a eternidade. Mas para alguém que já está no mundo de lá, isso pouco importa, na verdade.</p>
<p>Só mais um detalhe: sou um mero personagem real.</p>
<p align="right">FRANTANOR, Hideto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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