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	<title>debatedores &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/debatedores/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "debatedores"</description>
	<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 23:14:39 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Como Vencer um DEBATE sem ter raZÃO]]></title>
<link>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/01/10/como-vencer-um-debate-sem-ter-razao/</link>
<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 17:24:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>edsonjrodrigues</dc:creator>
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<description><![CDATA[razão pode dar golpes sujos. Esta foi a percepção de Arthur Schopenhauer (1788-1860), que escreveu u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://www.burburinho.com/letras/a.gif" border="0" alt="A" width="40" height="40" align="left" /> razão  pode dar golpes sujos. Esta foi a percepção de Arthur Schopenhauer (1788-1860),  que escreveu um pequeno tratado sobre a patifaria intelectual, denunciando o  uso, ou o abuso que as pessoas, e sobretudo as que falam bem, fazem da  inteligência e das palavras. São 38 estratagemas que compõem a <em>Dialética  Erística</em>, publicada entre nós pela editora carioca Topbooks com o sugestivo  título <em>Como vencer um debate sem precisar ter razão</em>.</p>
<p><a name="more"></a>Embora incompleto, pois Schopenhauer ainda pretendia enriquecê-lo com mais  páginas antes da publicação, o tratado está suficientemente inteligível e é  certeiro: em vez de procurar a verdade, o adversário quer destruir o adversário.  A arte de discutir transforma-se na luta sem escrúpulos para confundir, lançando  mão de todo tipo de sofismas e desvios. Uma coisa é querer persuadir alguém de  nossas convicções. Outra, bem diferente, é querer que o adversário, no meio da  polêmica, perca a capacidade de responder e, por fim, se cale para sempre.</p>
<p>Um dos 38 estratagemas para confundir e calar o outro é aquele que pretende  provocar a raiva no interlocutor. Se eu conseguir deixar o meu adversário  zangado por algum motivo, devo aproveitar para deixá-lo mais zangado ainda.  Digamos que ele seja espírita e eu digo que os espíritas precisam reencarnar dez  vezes para conseguir entender um argumento. Se ele ficar irritado, devo  continuar a irritá-lo, dizendo, por exemplo, que um espírita que recebe  mensagens do além não pode receber os direitos autorais do que escreveu&#8230; ou  psicografou, pois suas idéias são emprestadas etc. Se eu conseguir que o meu  interlocutor se irrite, conseguirei evitar que pense e fale com clareza.</p>
<p>Outro estratagema é alegar, ironicamente, que não entendemos o que o outro  diz. A coisa pode soar assim: &#8220;Olha, meu amigo, a sua argumentação é tão  profunda e eu sou tão limitado que não consigo entender o seu pensamento.&#8221; Dessa  forma, estou insinuando que o outro é que é confuso, limitado e incapaz de  explicar o que pensa.</p>
<p>Outro recurso, em sentido inverso ao anterior, é dizer coisas  incompreensíveis com ar de profundidade para que o outro se sinta humilhado e,  fingindo que compreende, acabe por aceitar tudo o que dissermos. Então, se eu  digo: &#8220;O paradigma da interação integra o jogo de inúmeras forças concêntricas  que, sem privilegiar o efeito, anulam de certo modo a causa. Trata-se, na  verdade, de sistemas autogênicos não-ordinários e não-cumulativos que, sem  dúvida, exigem uma nova percepção do fenômeno, você concorda?&#8221; — poucas pessoas  terão coragem de contradizer-me.</p>
<p>Outra possibilidade, bastante difundida nos meios acadêmicos e jornalísticos,  é utilizar os chamados &#8220;rótulos detestáveis&#8221;. Em vez de argumentar  intelectualmente, procurando o que há de verdade e mentira no discurso alheio,  eu posso simplesmente rotular o meu adversário, tirando-lhe o direito de falar:  os esquerdistas, ou direitistas, ou arrogantes, ou dogmáticos, ou ateus, ou  qualquer outro adjetivo-rótulo pressupõe que o rotulado está proibido, numa  sociedade tão democrática como a nossa, de defender suas odiosas idéias. E  geralmente o rotulado começa a querer explicar-se e definir-se, dizendo que é  ateu por isso e por aquilo mas que nem por isso é um mau sujeito, ou que não é  dogmático embora acredite em dogmas por essas e por outras etc. etc., o que  apenas reforça o rótulo e desvia a atenção do que realmente interessava.</p>
<p>Um dos sofismas preferidos pela mentalidade brasileira é tentar destruir o  adversário afirmando que tudo o que ele disse está muito certo&#8230; na teoria, mas  que na prática não dá nada certo. Desse modo, desautorizo tudo o que o outro  disse porque pressuponho, baseado na observação da vida cotidiana, que, no  final, tudo acaba mesmo em pizza, piada e carnaval. O que não deixa de ser,  também, uma interessante teoria sobre nós mesmos.</p>
<p>Ainda outra possibilidade é, no decorrer da discussão, fazer uma porção de  perguntas, um verdadeiro tiroteio que impeça o outro de pensar e responder:  &#8220;Quanto à linguagem complexa das ciências e sua tradução para linguagem do  leigo, eu pergunto: será que o mesmo vale para a microfísica? Para a biologia,  por exemplo, será que pode não falar em síntese dos ácidos, mas usar algo mais  leigo? Por que o filósofo é sempre acusado de usar uma linguagem estranha ao  leigo? Mas a linguagem do leigo é mais simples? A condenação conferida pelo juiz  a um réu é efetivada por qual ação? Não é o fato de ele dizer &#8220;condenado&#8221;? Mas  qual ação ele realizou aí? Ele disse algo e, após, bateu com um martelo na mesa.  Mas em que momento ele condenou? Ao dizer? Ao bater com o martelo? Ou em ambos?  E isto é uma convenção ou não? Pode um juiz dizer &#8216;você está frito&#8217; e com isto  querer dizer &#8216;condenado&#8217;? E se em vez de bater com o martelo ele batesse  palmas?&#8221; As perguntas podem ser infinitas, e infinitamente irrespondíveis.</p>
<p>Depois de ler esse pequeno tratado de Schopenhauer, poderemos talvez perder a  ingenuidade de acreditar em tudo, em quase tudo, do que nos dizem os grandes  oradores, os grandes palestrantes, os grandes debatedores. Mas já estava na  hora.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Instituto promove oficinas para artistas jovens]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/2008/09/08/instituto-promove-oficinas-para-artistas-jovens/</link>
<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 03:00:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
<guid>http://carlosscomazzon.wordpress.com/2008/09/08/instituto-promove-oficinas-para-artistas-jovens/</guid>
<description><![CDATA[O Instituto Sergio Motta seleciona jovens artistas que utilizam mídias eletrônicas e digitais para p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Instituto Sergio Motta seleciona jovens artistas que utilizam mídias eletrônicas e digitais para participar das oficinas <em>Territórios Recombinantes</em>, que acontecem em Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC), Belém (PA) e Salvador (BA). Em encontros de dois dias, os selecionados terão seu projeto discutido por artistas e curadores convidados. A oficina mineira, com inscrições já encerradas, reúne a curadora do projeto, Daniela Castro, e os artistas Luiz duVa, Eder Santos e Rodrigo Minelli. Os encontros serão nos dias 19 e 20 de setembro, no Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte.</p>
<p>O projeto estará no Sesc Florianópolis entre 3 e 4 de outubro. Os debatedores serão Daniela Castro, Luiz duVa, Tiago Romagnani e Yara Guasque. As inscrições para esta etapa vão até 10 de setembro. De 17 e 18 de outubro, passa pela Casa das 11 Janelas, em Belém, com Daniela Castro, Lucas Bambozzi e Orlando Maneschy. As inscrições podem ser feitas até 19 de setembro. A oficina final acontece nos dias 7 e 8 de novembro no Museu de Arte Moderna da Bahia, em Salvador. Os debatedores: Daniela Castro, Marcus Bastos, Danillo Barata e Solange Farkas. As inscrições vão até 10 de outubro.</p>
<p>O projeto <em>Territórios Recombinantes</em> é uma realização do Instituto Sergio Motta, por meio da sua principal ação cultural, o Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia. As inscrições podem ser feitas no blog <a title="Territórios Recombinantes" href="http://tr.premiosergiomotta.org.br" target="_blank">Territórios<em> </em>Recombinantes</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Participantes do Almanaque]]></title>
<link>http://omaioremelhoreventodepublicidadedebrasilia.wordpress.com/2008/04/03/participantes-do-almanaque/</link>
<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 18:45:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>3º Almanaque</dc:creator>
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<description><![CDATA[Galera, aí vai a lista de comentaristas, moderadores das palestras e participantes da roda de debate]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> Galera,</p>
<p>aí vai a lista de comentaristas, moderadores das palestras e participantes da roda de debate. Só nomes de peso, vale a pena conferir!</p>
<p><b><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">8/04 (Mateus/Adriano)</span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;"></span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Moderador – Wagner Rizzo (UnB)</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Comentarista 1 – Ana Karla Guerra – Coordenadora de Produção do Grupo Fermento.</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Comentarista 2 – Prof. Casulo (Iesb) </span></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">9/04 (Aaron/ Wagner)</span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;"></span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Moderador – Prof. Edmundo Brandão (UnB)</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Comentarista 1 – Prof. Selma Regina (UnB)</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Comentarista 2 – Prof. Luciano Mendes (CEUB) </span></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">10/04 (Átila/Ulisses)</span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;"></span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Moderador – Prof. Selma Regina (UnB)</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Comentarista 1 &#8211; Prof. Wagner Rizzo (UnB)</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Comentarista 2 – Prof. Ronaldo Carvalho (Católica) </span></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">11/04 (Roda de Debates)</span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;"></span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Moderador: Prof. Wagner Rizzo (UnB)</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Debatedores:  </span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">- Amilton Coelho – Bees Publicidade</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">      &#8211; André Sartorelli – mr. Brain</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">      &#8211; Iara Strufaldi – TBWA</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">      &#8211; Humberto Junqueira – D&#38;M</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">      &#8211; Herbert Mascarenhas – Baião de Dois/Fermento</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">      &#8211; Eliel Allebrandt – AgênciaClick</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;"><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
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