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	<title>definicoes &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/definicoes/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "definicoes"</description>
	<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 15:33:29 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[O que é Hatha Yoga - IV]]></title>
<link>http://advaitayoga.wordpress.com/2009/11/28/o-que-e-hatha-yoga-iv/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 14:00:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Christian</dc:creator>
<guid>http://advaitayoga.wordpress.com/2009/11/28/o-que-e-hatha-yoga-iv/</guid>
<description><![CDATA[Ah, sim, tem yoga ali no meio Eu fico encafifado quando pessoas dizem que &#8220;yoga é união&#8221;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://img230.imageshack.us/img230/2455/yogamix2.jpg" alt="yoga mix" /><br />
<em><font size='1'>Ah, sim, tem yoga ali no meio</font></em></p>
<p>Eu fico encafifado quando pessoas dizem que &#8220;yoga é união&#8221;. Geralmente isso é dito em resposta a perguntas simples, como &#8220;o que é yoga?&#8221; &#8212; oras, &#8220;yoga é união&#8221;, ponto &#8212; ou para justificar a inclusão de práticas estranhas à tradição do yoga, como o budismo, terapias alternativas ou <a href="http://www.petwellbeing.com/articles/2009/04/doga.cfm">coisas definitivamente exóticas</a>.</p>
<p>Eu não sou um purista. O pouco que pude estudar até agora me diz que aquilo que chamamos hoje de tradição do yoga não é tão tradicional que não permita agregar práticas exóticas ao yoga. Há, por exemplo, fortes indícios de que o que se pratica hoje foi influenciado por uma prática indiana chamada <a href="http://www.youtube.com/watch?v=FGSYhY_Z6Cc">Mallakhamb</a> e pela ginástica militar indiana do <a href="http://advaitayoga.wordpress.com/2009/09/01/o-elo-perdido-do-yoga/">séc. XIX</a>. E, se retornarmos a Patañjali, é fácil perceber que o que se pratica hoje quase nada tem a ver com o que o sábio pretendeu transmitir em seu sutra. Até aí, nenhum problema sério, já que as práticas são benéficas para a maioria das pessoas.</p>
<p>O problema é chamar as coisas pelos nomes errados. Se você chamar o João de Pedro ou de brócolis, ele não vai gostar. Acho importante ter precisão no uso das palavras e analisar com serenidade o que a palavra &#8220;yoga&#8221; realmente pode significar e o que é a &#8220;união&#8221; que tantas pessoas associam ao yoga. </p>
<p><!--more-->O <a href="http://en.wiktionary.org/wiki/योग#Sanskrit">Wiktionary</a> traz nada menos do que 38 significados diferentes para a palavra yoga. O primeiro significado traz os seguintes verbos: submeter, juntar, conectar, atar, fazendo referência ao ato de arrear cavalos e mantê-los juntos para, por exemplo, puxar uma carroça. O oitavo relaciona yoga a método, meio ou técnica. O décimo nono significado fala de juntar e adequar. Mas são os itens 21 a 28 que mais interessam, porquanto são os itens específicos da cultura yogi.<br />
<blockquote><em>21. aplicação ou concentração dos pensamentos, contemplação abstrata, meditação, auto-concentração, meditação abstrata e abstração mental praticada como um sistema<br />
22. qualquer ato ou ritual que conduza ao yoga ou à meditação abstrata<br />
23. yoga personificada (como o filho de Dharma e Kriya)<br />
24. um seguidor do sistema yogi<br />
25. (no samkhya) a união da alma com a matéria<br />
26. a união da alma individual com a alma universal<br />
27. devoção e piedade na busca de Deus<br />
28. contato ou união com o mundo exterior</em></p></blockquote>
<p>É claro que um verbete não pode ser tomado isoladamente. Os diversos significados da palavra &#8220;yoga&#8221; se assemelham, mas não são idênticos. Entre a meditação abstrata e a busca religiosa de Deus há diversas diferenças e a lista de significados não constitui uma seqüência metódica.</p>
<p>O item 26 é o que mais se aproxima do significado corrente da palavra yoga; boa parte das pessoas que dizem que &#8220;yoga é união&#8221; refere-se justamente à união da alma individual com a alma universal. Aqui começam alguns problemas. </p>
<p>Quase todas as religiões propõem-se a colocar o indivíduo diante de Deus. As religiões semíticas são assim &#8212; judaísmo, cristianismo e islamismo. As religiões orientais propõem o mesmo, ainda que de uma forma mais sutil, sem a personificação de Deus. De forma muito breve, conforme a tradição hindu (e yogi), essa união implica dois estágios: o encontro com o Atman (sua natureza original) e o encontro do Atman com Brahman. Esse processo exige que o indivíduo perca ou, melhor, livre-se de sua identificação com aquilo que usualmente ele chama de seu &#8212; corpo, mente, crenças etc. &#8212; e perceba que a única identificação necessária é com o Atman. </p>
<p>É importante ressaltar que as palavras, aqui, não dão conta da explicação que pretendo oferecer: identificar-se com o Atman não corresponde à realidade do processo de libertação, porque não há &#8216;alguém&#8217; que se identifique com o Atman, mas simplesmente uma percepção profunda (isto é, sem a consolidação de um sujeito que realiza essa ação) de que o Atman é a única forma adequada de individuação e, a rigor, nem é correto usar &#8216;Atman&#8217; e &#8216;individuação&#8217; na mesma frase.</p>
<p>Não há nesse processo uma união necessária, mas um abandono daquilo que você julga ser você, para que a ligação entre Atman e Brahman possa ser experimentada (outro termo impreciso, mas prossigamos). Reconheça, por exemplo, que suas crenças, seus desejos e suas ações não têm qualquer influência nesse processo; por outro lado, há algo em você que pode facilitar ou dificultar a percepção do &#8217;seu&#8217; Atman e a união de Atman com Brahman.</p>
<p>Se todo o discurso sobre união for de fato sobre o mundo material, o mais correto seria falar em &#8220;desunião&#8221;, porque yoga não é isto e não é aquilo &#8212; <em>neti neti</em> &#8211;, não é budismo, não é aromaterapia, não é música new age, não é astrologia, não é mallakhamb. Surpreendentemente o yoga também não é asana, pranayama, kriya, mudra ou dhyana. Não se trata de unir &#8212; o que nos leva a acumular coisas, hábitos, conceitos, idéias, desejos, pretensões etc. &#8211;, mas de despojar-se, de, como diz meu professor, retirar as camadas da cebola para descobrir que, afinal, não há nada para ser descoberto &#8212; <a href="http://www.messagefrommasters.com/Enlightenment/Ramana_Samadhi.htm">nirvikalpa</a>.</p>
<p>Neste sentido, portanto, afirmar que &#8220;yoga é união&#8221; cria mais um vritti, uma dispersão mental, uma confusão sobre o real significado da palavra yoga &#8212; trata-se da mera manifestação do desejo de adicionar coisas ao yoga sem o trabalho de avaliar compatibilidades, objetivos e resultados.</p>
<p>***</p>
<p>Diz a lenda que um dia uma moça foi até a escola de um famoso professor de yoga e começou a lhe fazer perguntas sobre suas aulas:</p>
<p>&#8211; Olá, boa tarde.<br />
&#8211; Olá, boa tarde, seja bem-vinda.<br />
&#8211; Queria algumas informações sobre suas aulas de yoga.<br />
&#8211; Claro, o que você gostaria de saber?<br />
&#8211; Aqui vocês têm massagem?<br />
&#8211; Hm&#8230; não<br />
&#8211; Vocês usam cromoterapia nas aulas? Aromaterapia?<br />
&#8211; Não.<br />
&#8211; E reiki?<br />
&#8211; Também não.<br />
&#8211; Viagem astral?<br />
&#8211; Realmente, não.<br />
&#8211; Astrologia? Runas? Cristais?<br />
&#8211; Não. Olha acho que você&#8230;<br />
&#8211; Puxa, que bom, então acho que vim ao lugar certo.</p>
<p>.</p>
<p><font size="1"><a href=""><a href="http://www.angiecattonyoga.com/">link da imagem</a></a></font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Firewall]]></title>
<link>http://eilicito.wordpress.com/2009/11/24/firewall/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 12:56:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>eilicit0</dc:creator>
<guid>http://eilicito.wordpress.com/2009/11/24/firewall/</guid>
<description><![CDATA[Firewall é um mecanismo que atua como &#8220;defesa&#8221; de um computador ou de uma rede, controla]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/firewall.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-281" title="firewall" src="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/firewall.jpg" alt="" width="271" height="241" /></a></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Firewall é um mecanismo que atua como &#8220;defesa&#8221; de um computador ou de uma rede, controlando o acesso ao sistema por meio de regras e a filtragem de dados. Seu objetivo é permitir somente a transmissão e a recepção de dados autorizados.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Em uma rede de computadores, o firewall tem por objetivo aplicar uma política de segurança a um determinado ponto de controle da rede. Sua função consiste em regular o tráfego de dados entre redes distintas e impedir a transmissão e/ou recepção de acessos nocivos ou não autorizados de uma rede para outra. Um uso típico é situá-lo entre uma rede local e a rede Internet, como dispositivo de segurança para evitar que estranhos possam acessar informações confidenciais. A vantagem do uso de firewalls em redes, é que somente um computador pode atuar como firewall, não sendo necessário instalá-lo em cada máquina conectada.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">O termo inglês firewall faz alusão comparativa da função que este desempenha para evitar o alastramento de acessos nocivos dentro de uma rede de computadores à uma parede corta-fogo (firewall), que evita o alastramento de incêndios pelos cômodos de uma edificação.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">A complexidade de instalação de um firewall depende do tamanho da rede, da política de segurança, da quantidade de regras que autorizam o fluxo de entrada e saída de informações e do grau de segurança desejado.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Existem firewalls baseados na combinação de hardware e software (neste caso, normalmente é chamado de &#8220;appliance&#8221;) e firewalls baseados somente em software. Este último é o tipo recomendado ao uso doméstico e também é o mais comum.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><em>Fontes:</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333399;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Firewall" target="_blank"><em>Wikipédia</em></a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333399;"><a href="http://www.infowester.com/firewall.php" target="_blank"><em>InfoWester</em></a></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><em><br />
</em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Espécies Legislativas]]></title>
<link>http://tuanny.wordpress.com/2009/11/23/especies-legislativas/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 00:33:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tuanny</dc:creator>
<guid>http://tuanny.wordpress.com/2009/11/23/especies-legislativas/</guid>
<description><![CDATA[É de conhecimento de todos que há diversas espécies legislativas em nosso sistema juridíco, todas su]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É de conhecimento de todos que há diversas espécies legislativas em nosso sistema juridíco, todas submissas da Constituição. De maneira que torna-se relevante ressantar suas específidades&#8230;</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Leis Complementares</strong></span></p>
<p>As leis complementares são normas infra-constitucionais com a particularidade de tratarem unicamente sobre questões já abordadas pela Constituição, mas ainda não esgotadas. Portanto, uma lei complementar tem a função de tratar detalhadamente um tema abordado superficialmente na Constituição.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Leis Ordinárias</span></strong> (leis comuns)</p>
<p>São leis infra-constitucionais do cotidiano, surgem de acordo com avanços científicos, tecnológicos, culturais, morais, políticos e históricos, assim como crises e retrocessos que os envolvem.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Leis Delegadas</span></strong></p>
<p>Seriam leis comuns, se não fosse pela particularidade de serem editadas pelo Presidente da República (Poder Executivo).</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Medidas Provisórias</span></strong></p>
<p>São atos presidenciais com força temporária de lei. Estes só podem ser editados em caso de relevância e urgência nacionais, é o antigo decreto-lei.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Decretos Legislativos</span></strong></p>
<p>São atos do poder legislativoque visam complementar ou regulamentar uma lei carente de condições de aplicabilidade (um decreto legislativo está para uma lei, assim como uma lei complementar está para a Constituição).</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Resoluções</strong></span></p>
<p>São atos do Poder Legislativo que respondem a consultas oficiais realizadas pelo Poder Executivo (é o mesmo que ato de resolver). Portanto, dependem sempre de consulta prévia.</p>
<p>Estas são espécies normativas que tal qual prevê nossa Constituição deverão compor a infra-constitucionalidade. . No entanto, vale recordar que caso qualquer espécie normativa fira, desacate um princípio, um valor ou uma regra da Constituição, está deverá ser declarada inconstitucional pelo STF e as normas inconstitucionais não têm validade pois são expulsas do sistema jurídico em razão da supremacia constitucional.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Notas Distintivas do Direito]]></title>
<link>http://tuanny.wordpress.com/2009/11/21/notas-distintivas-do-direito/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 23:25:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tuanny</dc:creator>
<guid>http://tuanny.wordpress.com/2009/11/21/notas-distintivas-do-direito/</guid>
<description><![CDATA[Estes são algumas características importantes do Direito, suas corretas concepções são importantes p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estes são algumas características importantes do Direito, suas corretas concepções são importantes para o estudo acertado, por isso trago a vocês leitores estas definições resumidas do texto: <strong>Notas Distintivas do Direito</strong>, de autoria do<strong> Bobbio</strong>.</p>
<ul>
<li><strong>A Imperatividade</strong></li>
</ul>
<p>Por sua norma não se tratar de um aconselhamento, e sim uma ordem, um comando, pode-se afirmar que <span style="color:#333333;">o Direito</span><span style="color:#333333;"> é em sua essência </span><span style="color:#333333;">imperativo.</span> No entanto, o Direito tem sua base na ética e na moral, sendo assim, não seria correto afirmar que a imperatividade seja uma característica específica do Direito, pois representa os valores da sociedade e não o contrário.</p>
<ul>
<li><strong>Heteronomia</strong></li>
</ul>
<p>A heteronomia do Direito é decorrente da obrigatoridade do cumprimento da norma por todos os cidadãos, independentemente da posição social ou mesmo contra as suas convicções, ou seja, &#8220;<span style="color:#333333;">ao direito</span><span style="color:#333333;"> é indiferente a adesão interior dos sujeitos ao conteúdo </span><span style="color:#333333;">de suas normas</span>&#8220;.</p>
<p>No caso do não-cumprimento da norma por parte de um indivíduo, o Direito tem autonomia para &#8220;invocar o uso da força para se fazer valer&#8221;, o que lhe torna<span style="color:#333333;"> </span><span style="color:#333333;">coercívo</span>.</p>
<ul>
<li><strong>Força em Ato x Força em Potência</strong></li>
</ul>
<p>Força em ato diz respeito à força que está acontecendo, é a força efetiva, a <span style="color:#333333;">coação</span>. Já a força em potência é a força que pode vir a ser utilizada, é a força que o Direito possui e pode, ou não, fazer uso dela, é a <span style="color:#333333;">coerção</span>.</p>
<ul>
<li><strong>Teoria da Coação</strong></li>
</ul>
<p>O Direito é respeitado pelos cidadãos, muitas vezes por medo da força em potência, da coerção. Contudo, na maior parte das vezes as normas são cumpridas. Desse modo, <span style="color:#333333;">a coação</span><span style="color:#333333;"> ocorre excepcionalmente e não </span><span style="color:#333333;">necessariamente</span>. Sendo assim, a coação, acessória e não essencial ao Direito.</p>
<ul>
<li><strong>Bilateralidade Atributiva</strong></li>
</ul>
<p>A bilateralidade <span style="color:#333333;">atributiva</span> é composta de quatro elementos: <span style="color:#333333;">a relação</span><span style="color:#333333;"> </span><span style="color:#333333;">intersubjetiva</span>, a <span style="color:#333333;">proporção</span><span style="color:#333333;"> </span><span style="color:#333333;">objetiva</span>, a <span style="color:#333333;">exigibilidade</span> e a <span style="color:#333333;">garantia</span>. As relações jurídicas unem duas pessoas ou mais, &#8220;é a bilateralidade em sentido social&#8221;, na presença de outro. É justamente dessa alteridade que o primeiro elemento refere-se.</p>
<p>Em uma relação as partes devem estar em igualdade, constituindo desse modo uma <span style="color:#333333;">relação</span><span style="color:#333333;"> </span><span style="color:#333333;">objetiva</span>, com a devida proporção entre os participantes, proporção objetiva. Desta resulta a atribuição de pretender, <span style="color:#333333;">exigir</span> ou fazer alguma coisa. Em outras palavras, uma obrigação.</p>
<p>Por fim, para que a <span style="color:#333333;">exigência</span>, resultante da relação, seja cumprida, <span style="color:#333333;">garantida</span>, o direito possui a sua corcibilidade.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Certificação Digital]]></title>
<link>http://eilicito.wordpress.com/2009/11/19/certificacao-digital/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 01:55:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>eilicit0</dc:creator>
<guid>http://eilicito.wordpress.com/2009/11/19/certificacao-digital/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; A Certificação Digital é um arquivo eletrônico que acompanha um documento assinado digitalmen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/certificado1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-218" title="certificado" src="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/certificado1.jpg" alt="" width="234" height="158" /></a><span style="color:#333333;">A Certificação Digital é um arquivo eletrônico que acompanha um documento assinado digitalmente e cujo conteúdo é <a href="http://eilicito.wordpress.com/2009/11/19/criptografia/" target="_blank">criptografado</a>. Ela contém informações que identificam a empresa e/ou pessoa com quem se está tratando na Internet. A assinatura digital comprova que a pessoa criou ou concorda com um documento assinado digitalmente, como a assinatura de próprio punho comprova a autoria de um documento escrito.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><br />
Um documento eletrônico que possui Certificação Digital tem garantia de autenticidade de origem e autoria, de integridade de conteúdo, de confidencialidade e de irretratabilidade, ou seja, de que a transação, depois de efetuada, não pode ser negada por nenhuma das partes.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Identificações Digitais, também conhecidas como Certificados Digitais, vinculam uma identidade a um par de chaves eletrônicas que pode ser usado para criptografar e assinar informações digitais. Usadas com a criptografia, Identificações Digitais fornecem uma solução de segurança mais completa, garantindo a identidade de todos os envolvidos em uma transação. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong><span style="color:#000000;"><em>Modelo Brasileiro de Certificação Digital</em></span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="color:#000000;"><br />
Através da Medida Provisória nº 2.200-2 (BRASIL, 2001), o Poder Executivo instituiu a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil, que foi criada para garantir a autenticidade, a integridade e a validade jurídica de documentos em forma eletrônica, das aplicações de suporte e das aplicações habilitadas que utilizem certificados digitais, bem como a realização de transações eletrônicas seguras.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="color:#000000;"><br />
O sistema de certificação eletrônica não introduz conceitos novos nas transações, apenas estabelece equivalência e isonomia legal entre os documentos produzidos e obtidos eletronicamente e os documentos firmados em papel, desde que certificados na ICP-Brasil. No caso de uma entidade certificadora vinculada ao sistema ICP-Brasil, seus documentos gozarão de uma presunção de autenticidade derivada da lei.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="color:#000000;"><br />
A ICP-Brasil é composta por uma Autoridade Gestora de Políticas &#8211; AGP e pela cadeia de autoridades certificadoras composta pela Autoridade Certificadora Raiz &#8211; AC-Raiz, pelas Autoridades Certificadoras &#8211; AC e pelas Autoridades de Registro – AR.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><em><span style="color:#000000;">Fonte <a href="http://www.dpf.gov.br/web/informa/segurancaprivada/certificacao_digital.htm" target="_blank">aqui</a>.</span></em></span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;"><span style="color:#333333;"><em><span style="color:#000000;"><a href="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/esquema_icp1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-220" title="esquema_icp" src="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/esquema_icp1.jpg" alt="" width="600" height="327" /></a></span></em></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#333333;"><em><span style="color:#000000;"><br />
</span></em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Criptografia]]></title>
<link>http://eilicito.wordpress.com/2009/11/19/criptografia/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 01:37:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>eilicit0</dc:creator>
<guid>http://eilicito.wordpress.com/2009/11/19/criptografia/</guid>
<description><![CDATA[O termo criptografia surgiu da fusão das palavras gregas &#8220;kryptós&#8221; (oculto, ou escondido]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/criptografia.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-205" title="criptografia" src="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/criptografia.jpg?w=150" alt="" width="150" height="100" /></a><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;">O termo </span><span style="font-size:small;"><em>criptografia</em></span><span style="font-size:small;"> surgiu da fusão das palavras gregas &#8220;</span><span style="font-size:small;"><em>kryptós</em></span><span style="font-size:small;">&#8221; (oculto, ou escondido) e &#8220;</span><span style="font-size:small;"><em>gráphein</em></span><span style="font-size:small;">&#8221; (escrever, escrita). Trata-se de um conjunto de conceitos e técnicas pelos quais uma informação pode ser codificada (</span>transformada da sua forma original para outra ilegível), <span style="font-size:small;">de forma que somente o emissor e o receptor possam acessá-la, evitando que alguém não autorizado consiga interpretá-la. Assim sendo, só o receptor da mensagem pode ler a informação com facilidade.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:small;">Na computação, as técnicas mais conhecidas envolvem o conceito de </span><span style="font-size:small;"><em>chaves</em></span><span style="font-size:small;">, as chamadas </span><span style="font-size:small;"><em>chaves criptográficas</em></span><span style="font-size:small;">. Trata-se de um conjunto de bits baseado em um determinado algoritmo capaz de codificar e de decodificar informações. Se o receptor da mensagem usar uma chave incompatível com a chave do emissor, não conseguirá extrair a informação.</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><em><span style="font-size:small;">Fontes:</span></em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333399;"><a href="http://www.infowester.com/criptografia.php" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">InfoWester</span></em></a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333399;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Criptografia" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">Wikipédia</span></em></a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><em><span style="font-size:small;"><br />
</span></em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Objetivos de Desenvolvimento do Milênio - ODM]]></title>
<link>http://econutricao.wordpress.com/2009/11/18/objetivos-de-desenvolvimento-do-milenio-odm/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 18:49:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Keyla Preuss</dc:creator>
<guid>http://econutricao.wordpress.com/2009/11/18/objetivos-de-desenvolvimento-do-milenio-odm/</guid>
<description><![CDATA[Mas o que são ODM?  A Declaração do Milênio foi aprovada pelas Nações Unidas no ano 2000 e os 191 pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://econutricao.wordpress.com/files/2009/10/objetivos-de-desenvolvimento-do-milenio.pdf" target="_blank"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-225" title="8jeitos" src="http://econutricao.wordpress.com/files/2009/10/8jeitos.jpg?w=150" alt="8jeitos" width="150" height="137" /></a>Mas o que são ODM?</p>
<p> A Declaração do Milênio foi aprovada pelas Nações Unidas no ano 2000 e os 191 países-membros da ONU, incluindo o Brasil, assumiram um compromisso universal com a erradicação da pobreza e com a sustentabilidade do Planeta.</p>
<p>Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio  são um conjunto de 8 macro-objetivos(8 jeitos de mudar o mundo), com metas e indicadores precisos, a serem atingidos pelos países até 2015, por meio de ações concretas dos governos e da sociedade na busca pela solução de alguns graves problemas da humanidade.</p>
<p> Quais são?</p>
<p>1.Acabar com a fome e a miséria<br />
2. Educação de qualidade para todos<br />
3. Igualdade entre sexos e valorização da mulher<br />
4. Reduzir a mortalidade infantil<br />
5. Melhorar a saúde das gestantes<br />
6. Combater a Aids, a malária e outras doenças<br />
7. Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente<br />
8. Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento</p>
<p>Por meio de um mecanismo com 21 metas e 60 indicadores, os ODM podem ser acompanhados por qualquer pessoa de qualquer município, região ou país. Esses instrumentos tornaram-se um importante elemento para a construção de políticas públicas e são fundamentais para avaliar e comparar o comportamento de cada objetivo em diferentes espaços e no decorrer do tempo</p>
<p><a href="http://econutricao.wordpress.com/files/2009/10/objetivos-de-desenvolvimento-do-milenio.pdf" target="_blank">Veja aqui a descrição de cada objetivo, metas e indicadores.</a></p>
<p>Quem está envolvido? O que é necessário fazer para atingi-los?</p>
<p>Para alcançar os ODM é necessário que toda a família das Nações Unidas constituída pelos Estados-Membros, pelas organizações internacionais, pelos fundos e organismos autônomos, pelos programas, pelo setor privado e pela sociedade civil se una para trabalhar em prol do desses compromissos definidos na Declaração do Milênio. O envolvimento da sociedade civil é fundamental e a solidariedade será a chave do êxito.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.pnud.org.br" target="_blank">http://www.pnud.org.br </a>(acesso outubro 2009)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cracker]]></title>
<link>http://eilicito.wordpress.com/2009/11/16/cracker/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 00:28:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>eilicit0</dc:creator>
<guid>http://eilicito.wordpress.com/2009/11/16/cracker/</guid>
<description><![CDATA[Cracker é o termo usado para designar quem pratica a quebra (ou cracking) de um sistema de segurança]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/cracker.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-64" title="cracker" src="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/cracker.jpg?w=104" alt="" width="104" height="150" /></a><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong><em>Cracker</em> é o termo usado para designar quem pratica a quebra (ou cracking) de um sistema de segurança, de forma ilegal ou sem ética. Este termo foi criado em 1985 por hackers em defesa contra o uso jornalístico do termo hacker. O problema é quando os <em>crackers</em> são referidos como <em>hackers</em> pela imprensa, por falta de conhecimento, gerando uma discussão sem fim.</strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong>Hoje em dia o termo pode tanto significar alguém que quebra sistemas de segurança na intenção de obter proveito pessoal (como por exemplo modificar um programa para que ele não precise mais ser pago), ou também pode ser um termo genérico para um <em>Black Hat </em>(hacker criminoso ou malicioso, comparável a um terrorista, geralmente especializado em invasões maliciosas e silenciosas &#8211; são os hackers que não possuem ética).</strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><em><strong>Fonte: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cracker" target="_blank">Wikpédia</a><span style="color:#333399;"> </span></strong></em></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><em><strong><span style="color:#333399;"><span style="color:#000000;"><br />
</span></span></strong></em></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hacker]]></title>
<link>http://eilicito.wordpress.com/2009/11/16/hacker/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 00:15:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>eilicit0</dc:creator>
<guid>http://eilicito.wordpress.com/2009/11/16/hacker/</guid>
<description><![CDATA[Originário do inglês, o termo Hacker é utilizado no português. Originalmente, e para certos programa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/hacker.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-57" title="hacker" src="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/hacker.jpg?w=144" alt="" width="144" height="150" /></a><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong>Originário do inglês, o termo <em>Hacker</em> é utilizado no português. Originalmente, e para certos programadores, hackers são indivíduos que elaboram e modificam software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas. Os hackers utilizam todo o seu conhecimento para melhorar softwares de forma legal.</strong></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:#333333;">Equivocadamente o termo é usado referindo-se a pessoas relativamente sem habilidade em programação e sem ética, como criminosos que quebram a segurança de sistemas, agindo ilegalmente e fora da ética hacker. A verdadeira expressão para invasores de computadores é denominada</span> <a href="http://eilicito.wordpress.com/2009/11/16/cracker/" target="_blank"><em>Cracker</em></a> <span style="color:#333333;">e o termo designa programadores maliciosos e ciberpiratas que agem com o intuito de violar ilegal ou imoralmente sistemas cibernéticos. O problema é quando os <em>crackers</em> e <em>script kiddies</em> são referidos como <em>hackers</em> pela imprensa, por falta de conhecimento, gerando uma discussão sem fim.</span></strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><em><strong>Tipos de Hacker:</strong></em></span></span></span></p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong><em>White 	hat</em> (hacker ético) &#8211; Vem do inglês “chapéu 	branco” e indica um hacker interessado em segurança. 	Utiliza os seus conhecimentos na exploração e detecção 	de erros de concepção, dentro da lei. A atitude típica 	de um <em>white hat</em>, assim que encontra falhas de segurança, 	é a de entrar em contato com os responsáveis pelo 	sistema e informar sobre o erro, para que medidas sejam tomadas. Um 	white hat pode ser comparado a um policial ou vigilante, buscando as 	falhas para corrigi-las. Encontramos hackers white hats ministrando 	palestras (ou aulas em universidades) sobre segurança de 	sistemas, e até trabalhando dentro de empresas para garantir 	a segurança dos dados. Por causa do sentido pejorativo que a 	mídia associa ao termo “hacker”, normalmente o <em>hacker 	white hat</em> não é publicamente chamado de hacker e 	sim de <em>especialista em TI</em>, <em>analista de sistema</em> ou 	outro cargo na área de informática. No entanto, 	realmente são <em>hackers</em>.</strong></span></span></span></li>
</ul>
<ul style="text-align:justify;">
<li><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong><em>Gray 	hat</em> &#8211; Possui as habilidades e intenções de um 	hacker de chapéu branco na maioria dos casos, mas por vezes 	utiliza seu conhecimento para propósitos menos nobres. 	Hackers de chapéu cinza tipicamente se enquadram em outro 	tipo de ética, que diz ser aceitável penetrar em 	sistemas desde que o hacker não cometa roubo, vandalismo ou 	infrinja a confidencialidade. Alguns argumentam, no entanto, que o 	ato de penetrar em um sistema por si só já é 	anti-ético (ética hacker).</strong></span></span></span></li>
</ul>
<ul style="text-align:justify;">
<li><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong><em>Black 	hat (cracker ou dark-side hacker)</em> &#8211; Indica um hacker criminoso 	ou malicioso, comparável a um terrorista. Em geral são 	de perfil abusivo ou rebelde, muito bem descritos pelo termo &#8220;hacker 	do lado negro&#8221; (uma analogia à série de filmes 	<em>Star Wars</em>). Geralmente especializados em invasões 	maliciosas e silenciosas, são os hackers que não 	possuem ética.</strong></span></span></span></li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><em><strong><span style="color:#333333;">Fonte:</span> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hacker" target="_blank">Wikipédia</a></strong></em></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><em><strong><br />
</strong></em></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hoax]]></title>
<link>http://eilicito.wordpress.com/2009/11/16/hoax/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 22:54:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>eilicit0</dc:creator>
<guid>http://eilicito.wordpress.com/2009/11/16/hoax/</guid>
<description><![CDATA[Hoaxes (boatos ou embustes) são e-mails que possuem conteúdos alarmantes ou falsos e que, geralmente]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/emailhoax-main_full.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-45" title="EmailHoax" src="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/emailhoax-main_full.jpg?w=150" alt="" width="150" height="150" /></a><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Hoaxes (boatos ou embustes) são e-mails que possuem conteúdos alarmantes ou falsos e que, geralmente, têm como remetente ou apontam como autora da mensagem alguma instituição, empresa importante ou órgão governamental. Através de uma leitura minuciosa deste tipo de e-mail, normalmente, é possível identificar em seu conteúdo mensagens absurdas e muitas vezes sem sentido.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Na verdade um hoax é um vírus social que é utilizado para sensibilizar o maior número possível de pessoas com seus conteúdos apelativos de cunho sentimental ou religioso, campanhas filantrópicas, humanitárias ou de socorro pessoal. Sua característica principal é o forte teor apelativo, que induz as pessoas a acreditarem na farsa, que se propaga como um vírus na internet.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Dentre os diversos boatos típicos, que chegam às caixas postais de usuários conectados à Internet, podem-se citar as correntes, pirâmides, mensagens sobre pessoas que estão prestes a morrer de câncer, entre outras.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Muitas vezes, um boato:</span></span></p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">sugere 	consequências trágicas se uma determinada tarefa não 	for realizada; </span></span></li>
<li><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">promete 	ganhos financeiros ou prêmios mediante a realização 	de alguma ação; </span></span></li>
<li><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">fornece 	instruções ou arquivos anexados para, supostamente, 	proteger seu computador de um vírus não detectado por 	programas antivírus; </span></span></li>
<li><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">afirma 	não ser um boato; </span></span></li>
<li><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">apresenta 	diversos erros gramaticais e de ortografia; </span></span></li>
<li><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">apresenta 	uma mensagem contraditória; </span></span></li>
<li><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">contém 	algum texto enfatizando que você deve repassar a mensagem para 	o maior número de pessoas possível; </span></span></li>
<li><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">já 	foi repassado diversas vezes (no corpo da mensagem normalmente é 	possível observar cabeçalhos de e-mails repassados por 	outras pessoas). </span></span></li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Histórias deste tipo são criadas não só para espalhar desinformação pela Internet, mas também para outros fins maliciosos.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">De modo geral, os boatos não são responsáveis por grandes problemas de segurança, a não ser ocupar espaço nas caixa de e-mails de usuários.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Mas podem existir casos com consequências mais sérias como, por exemplo, um boato que procura induzir usuários de Internet a fornecer informações importantes (como números de documentos, de contas-corrente em banco ou de cartões de crédito), ou um boato que indica uma série de ações a serem realizadas pelos usuários e que, se forem realmente efetivadas, podem resultar em danos mais sérios (como instruções para apagar um arquivo que supostamente contém um vírus, mas que na verdade é parte importante do sistema operacional instalado no computador).</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Além disso, e-mails de boatos podem conter vírus, cavalos de tróia ou outros tipos de malwares anexados.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">É importante ressaltar que um boato também pode comprometer a credibilidade e a reputação tanto da pessoa ou entidade referenciada como suposta criadora do boato, quanto daqueles que o repassam. Você nunca deve repassar este tipo de mensagem, pois estará endossando ou concordando com o seu conteúdo.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><em>Fonte: <a href="http://cartilha.cert.br/fraudes/sec3.html#sec3" target="_blank">Cartilha de Segurança para Internet</a></em></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><em><br />
</em></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Exemplo de Hoax:</span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/hoax.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-231" title="_hoax" src="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/hoax.jpg" alt="" width="600" height="458" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">OBS.: O termo Hoax também pode ser utilizado para sites e imagens falsas. As histórias mentirosas que circulam na internet normalmente são enviadas via e-mail, mas também podem ser veiculadas em sites de relacionamentos.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><em>Saiba mais sobre os hoaxes:</em></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.e-farsas.com/" target="_blank"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><em>http://www.e-farsas.com/</em></span></a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.hoax-slayer.com/" target="_blank"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><em>http://www.hoax-slayer.com/</em></span></a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><em><br />
</em></span></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que é Hatha Yoga - III]]></title>
<link>http://advaitayoga.wordpress.com/2009/11/16/o-que-e-hatha-yoga-iii-2/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 18:00:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Christian</dc:creator>
<guid>http://advaitayoga.wordpress.com/2009/11/16/o-que-e-hatha-yoga-iii-2/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;O yoga não estabelece valores sociais, pois é um conjunto de orientações voltadas para o indi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://img9.imageshack.us/img9/8219/learnmeditation2.jpg" alt="meditation"></p>
<blockquote><p><em>&#8220;O yoga não estabelece valores sociais, pois é um conjunto de orientações voltadas para o indivíduo em busca de si mesmo.&#8221;</em> &#8212; Carlos Eduardo Gonçalves Barbosa, <em>Livro de Ouro do Yoga</em>, p. 264.</p></blockquote>
<p>Este é o tipo de informação que deveria ser repetida o tempo todo, em especial a todos aqueles que vinculam o yoga a vários tipos de ação social: ambientalismo, vegetarianismo, voluntariado, igualitarismo, ações afirmativas, entre tantos outros tipos de ativismo.</p>
<p>Claro, claro, todas estas coisas podem ser boas, mas ainda melhor é saber até que ponto elas estão relacionadas com o yoga. O fato de algumas delas (como o vegetarianismo) fazerem parte dos hábitos de muitos praticantes de yoga não diz nada sobre o yoga, diz apenas sobre estas pessoas e sobre como elas compreendem o yoga. Quando &#8220;boas ações&#8221; são colocadas acima do propósito original do yoga &#8212; v. Patañjali e Svatmarama &#8212; ou, ainda, quando são vistas como meios para obter esse propósito, cria-se uma inversão perigosa. A partir daí o indivíduo acreditará que a ação realmente é um meio de se atingir o objetivo do yoga &#8212; crença esta que, no limite, cria verdadeiros &#8220;bazares kármicos&#8221;.</p>
<p>Não é uma questão de estabelecer o que o yoga é &#8212; embora isto seja possível &#8211;, mas sobretudo de saber o que o yoga não é. Também não é uma questão de fazer juízo sobre quem se dedica a boas ações, porque é possível que haja santos genuínos entre elas. Não pretendo me arrogar uma autoridade maior do que a que essas pessoas possuem, principalmente porque não tenho nenhuma autoridade para definir o que quer que seja. Meu objetivo aqui é trazer à tona o trabalho e as lições de pessoas que realmente encontraram o significado do yoga antes de buscá-lo entre o vasto leque de valores e ações sociais.</p>
<p>Em outras palavras, a pergunta essencial é: <strong>o que diferencia o santo que realiza boas ações e o praticante comum que realiza as mesmas ações?</strong> Pode-se dizer que não há diferença alguma, visto que as ações e os resultados das ações de ambos são os mesmos, mas esta seria uma resposta muito ingênua.</p>
<p>.<br />
<font size="1"><a href="http://www.anandamarga.org/">link da imagem</a></font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Phishing scam]]></title>
<link>http://eilicito.wordpress.com/2009/11/16/phishing-scam/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 17:24:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>eilicit0</dc:creator>
<guid>http://eilicito.wordpress.com/2009/11/16/phishing-scam/</guid>
<description><![CDATA[Phishing, também conhecido como phishing scam ou phishing/scam, foi um termo originalmente criado pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-33" title="phishing_scam" src="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/phishing_scam2.gif" alt="phishing_scam" width="425" height="479" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>Phishing, também conhecido como phishing scam ou phishing/scam, foi um termo originalmente criado para descrever o tipo de fraude que se dá através do envio de mensagem não solicitada, que se passa por comunicação de uma instituição conhecida, como um banco, empresa ou site popular, e que procura induzir o acesso a páginas fraudulentas (falsificadas), projetadas para furtar dados pessoais e financeiros de usuários.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>A palavra phishing (de “fishing”) vem de uma analogia criada pelos fraudadores, onde “iscas” (e-mails) são usadas para “pescar” senhas e dados financeiros de usuários da Internet.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>O scam (ou “golpe”) é qualquer esquema ou ação enganosa e/ou fraudulenta que, normalmente, tem como ﬁnalidade obter vantagens ﬁnanceiras.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>Bastante comum, esse tipo de golpe virtual é baseado no envio de e-mails sugerindo que os internautas baixem arquivos ou visitem sites maliciosos. Outra possibilidade para enganar os usuários da web é a oferta de links, também para páginas fraudulentas, em variados sites, blogs e redes sociais.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>Atualmente, este termo vem sendo utilizado também para se referir aos seguintes casos:</strong></span></p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>mensagem que procura induzir o usuário à instalação de códigos maliciosos, projetados para furtar dados pessoais e financeiros; </strong></span></li>
<li><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>mensagem que, no próprio conteúdo, apresenta formulários para o preenchimento e envio de dados pessoais e financeiros de usuários. </strong></span></li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>Quando aceitam a sugestão dos piratas, abrindo os arquivos ou visitando esses endereços, as vítimas em potencial podem infectar seus computadores involuntariamente com programas maliciosos. Geralmente, essas pragas instaladas na máquina têm como objetivo roubar informações pessoais dos usuários de internet.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><em><strong>Fonte:</strong></em></span></p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL719853-15524,00-O+QUE+E+PHISHING+SCAM.html" target="_blank"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><em><strong>G1 Definições</strong></em></span></a></p>
<p><a href="http://cartilha.cert.br/fraudes/sec2.html#subsubsec2.1.2" target="_blank"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><em><strong>Cartilha de Segurança para Internet</strong></em></span></a></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><em><strong><br />
</strong></em></span></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Spam]]></title>
<link>http://eilicito.wordpress.com/2009/11/15/spam/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 01:17:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>eilicit0</dc:creator>
<guid>http://eilicito.wordpress.com/2009/11/15/spam/</guid>
<description><![CDATA[SPAM é o termo usado para se referir aos e-mails não solicitados, que geralmente são enviados para u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong><em><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-22" title="correio" src="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/correio2.jpg?w=150" alt="correio" width="150" height="102" />SPAM</em> é o termo usado para se referir aos <em>e-mails</em> não solicitados, que geralmente são enviados para um grande número de pessoas.</strong></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong>Geralmente trata-se de mensagem eletrônica de conteúdo publicitário enviada por empresas sem a autorização do destinatário.</strong></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong>Quando o conteúdo é exclusivamente comercial, este tipo de mensagem também é referenciada como UCE (do inglês <em>Unsolicited Commercial E-mail</em>).</strong></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> <span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong>A estratégia começou a ser explorada em e-mails e já se adaptou a novos formatos como mensagens instantâneas e comentários em blogs.</strong></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong>A fórmula foi adaptada para espalhar pragas virtuais pela internet, tentando enganar os internautas com mensagens de caráter apelativo, geralmente sobre temas como sexo, dinheiro e produtos imperdíveis.</strong></span></span></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong><br />
</strong></span></span></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><em><strong>Fontes:</strong></em></span></span></span></p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL394840-15524,00-O+QUE+E+SPAM.html" target="_blank"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><em><strong>G1 Definições</strong></em></span></span></span></a></p>
<p><a href="http://cartilha.cert.br/spam/" target="_blank"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><em><strong>Cartilha de Segurança para Internet</strong></em></span></span></span></a></p>
<p>&#160;</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.antispam.br/" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://www.antispam.br/campanha/antispam-half-blue01.png" border="0" alt="" /></a></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong>Saiba mais: Acesse o </strong><strong>site</strong><strong> <a href="http://www.antispam.br/" target="_blank">antispam.br</a>, mantido pelo <a href="http://www.cgi.br/" target="_blank">Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br)</a>, e que constitui uma fonte de referência sobre o </strong><em><strong>spam</strong></em><strong>.</strong></span></span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong><br />
</strong></span></span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:small;"> </span></span></span></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Matemático explica vampirismo]]></title>
<link>http://legadodecain.wordpress.com/2009/11/10/matematico-explica-vampirismo/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 19:00:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>valek2009</dc:creator>
<guid>http://legadodecain.wordpress.com/2009/11/10/matematico-explica-vampirismo/</guid>
<description><![CDATA[Estava procurando coisas interessantes para me inspirar a escrever algo sobre Vampiros, quando me de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#ff0000;"><em>Estava procurando coisas interessantes para me inspirar a escrever algo sobre Vampiros, quando me deparei com um matemático que tenta explicar o porque vampiros não podem realmente existir&#8230; Bom&#8230; eu não concordo com a teoria dele, mas coloco ela aqui para que vocês tirem suas próprias conclusões:</em></span></p>
<h2 id="titNoticia"><span style="color:#ffcc00;">Matemática prova que vampiros não existem</span></h2>
<div>
<h3 id="stitNoticia"><span style="color:#ffcc00;">Professor diz que homens já teriam sido exterminados pelos &#8220;filhos de Drácula&#8221;</span></h3>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#999999;"><img class="alignleft size-medium wp-image-328" title="vampiros-nao-existem-316" src="http://legadodecain.wordpress.com/files/2009/11/vampiros-nao-existem-316.jpg?w=226" alt="vampiros-nao-existem-316" width="226" height="300" />Para decepção dos fãs de &#8220;Crepúsculo&#8221;, vampiros não existem e nunca poderiam ter existido. Segundo o professor Costas Efthimiou, da Universidade Central da Flórida, caso essa hipótese fosse real, todos os humanos já teriam se transformados em seres das trevas. </span></p>
<p>A conta que Efthimiou realizou foi a seguinte: em janeiro de 1600 a população mundial era de um pouco mais de 536 milhões de habitantes, se um vampiro surgisse no primeiro mês e sugasse o sangue de uma pessoa por mês, então em fevereiro seriam dois, em março seriam quatro e assim por diante. Ao final de dois anos e meio, toda a população já teria se tornado vampira.</p>
<p>A conta não leva em consideração o processo de mortalidade, que faria diminuir a porcentagem de adultos na época de reprodução. Ainda que a população crescesse aceleradamente os vampiros sairiam vitoriosos no final, pois é impossível dobrar a população do mundo de um mês para outro. </p>
<p>Conclusão: como ainda existe humanos no mundo, inclusive você que está lendo este texto, vampiros não existem. Ou seja, nos livros o vampiro Edward Cullen pode até ser bom na escola, mas deve ter faltado nas aulas de álgebra.</p>
<address><span style="color:#ff0000;">Fonte:<a href="http://www.abril.com.br/noticia/diversao/no_349319.shtml" target="_blank">http://www.abril.com.br/noticia/diversao/no_349319.shtml</a></span></address>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#999999;"><em><span style="color:#ff0000;">Minha sincera opinião, pelo que eu conheço sobre o mito, é que eles não &#8220;transformam&#8221; ou &#8220;abraçam&#8221; ou ainda &#8220;dão o dom negro&#8221; à todos que são suas vítimas, portanto&#8230; o texto é furada, mas, como prometi nomeu primeiro post que iria descrever tudo sobre eles, estou aqui colocando mais este texto.</span></em></span></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Web Design]]></title>
<link>http://oqueodesignpodefazer.wordpress.com/2009/11/09/web-design/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 21:53:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Deivid</dc:creator>
<guid>http://oqueodesignpodefazer.wordpress.com/2009/11/09/web-design/</guid>
<description><![CDATA[Webdesign é uma profissão que está &#8220;bombando&#8221;, pois os ditos &#8220;sítios virtuais]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-89" title="593937_45641748" src="http://oqueodesignpodefazer.wordpress.com/files/2009/11/593937_45641748.jpg" alt="593937_45641748" width="450" height="90" /></p>
<p>Webdesign é uma profissão que está &#8220;bombando&#8221;, pois os ditos &#8220;sítios virtuais&#8221; da internet se tornou uma ponto-de-venda primordial para qualquer empresa. Ainda mais porque a internet, apesar de mal distribuída no Brasil (IBGE, 2008), o número de usuários é grande.</p>
<p>Como acontece com frequência em outras habilitações, o Web Design é interpretado por sua estética:  ou um site é feio, ou é bonito. Isso porque poucos entendem que, assim como qualquer interface, os sítios necessitam de boa usabilidade, acessibilidade e uma bem estruturada Arquitetura de Informação.</p>
<p>Mas o que é isso,  Arquitetura da Informação(AI)? De acordo com o sítio de um dos maiores eventos da área, AI é &#8221; uma ciência que nasceu da necessidade de organização do grande volume de informação que nos atinge diariamente (&#8230;) o papel do arquiteto de informação se torna essencial para construir interfaces mais fáceis de usar.&#8221;</p>
<p>Para desenvolver um sítio, é preciso utilizar-se da metodologia adequada (como a de GARRET,200? ou Meurer-Szalbuk 2008), visando não somente a estética do site, mas todo a interação que o usuário terá, facilitando a localização de informações, hierarquização de itens, destaque pertinente à venda, etc.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-92" title="1213682_91875468" src="http://oqueodesignpodefazer.wordpress.com/files/2009/11/1213682_91875468.jpg" alt="1213682_91875468" width="450" height="103" /></p>
<p>Geralmente tais metodologias utilizam-se de pesquisa inicial, análise de concorrentes, conceituação e posicionamento dentro da internet, estrutura geral do site, wireframe (estruturação informacional), e, enfim, a superfície (execução gráfica amigável). Obviamente é um resumo das metodologias, m</p>
<p>Posteriormente, entrarei em detalhes mais técnicos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mandalas Brasil - mandalas e telas venda on-line - peças de arte, mandalas, quadros, arte e compras]]></title>
<link>http://mandalasbrasil.wordpress.com/2009/11/09/mandalas-brasil/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 16:09:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ludmila Coutinho</dc:creator>
<guid>http://mandalasbrasil.wordpress.com/2009/11/09/mandalas-brasil/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://mandalasbrasil.wordpress.com/galeria-virtual/"><img class="aligncenter size-full wp-image-54" title="Mandala Floresta" src="http://mandalasbrasil.wordpress.com/files/2009/11/mandala-floresta3.jpg" alt="Mandala Floresta" width="455" height="452" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que é Hatha Yoga - II]]></title>
<link>http://advaitayoga.wordpress.com/2009/11/07/o-que-e-hatha-yoga-ii/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 13:00:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Christian</dc:creator>
<guid>http://advaitayoga.wordpress.com/2009/11/07/o-que-e-hatha-yoga-ii/</guid>
<description><![CDATA[Praticando yoga &#8212; cada instante de sua vida. Yoga não é sobre &#8220;o que&#8221;, mas sobre ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://img33.imageshack.us/img33/9425/sweepingmonk.jpg" alt="monge"><br />
<font size="1"><i>Praticando yoga &#8212; cada instante de sua vida.</i></font></p>
<blockquote><p><em>Yoga não é sobre &#8220;o que&#8221;, mas sobre &#8220;como&#8221;.</em></p></blockquote>
<p>A frase acima não é minha. Infelizmente não lembro onde a li (se alguém souber, seja bem-vindo para indicar a referência na caixa de comentários). Só sei que se trata de uma frase genial, que explica muito falando muito pouco.</p>
<p>Lembremos, por exemplo, que o Yoga Sutra praticamente não fala de asanas &#8212; Patañjali menciona apenas os asanas para meditação. As escrituras específicas do Hatha Yoga mencionam mais asanas, mas as explicações são breves, às vezes enigmáticas. Ao fazer a síntese dessas leituras e ao aproximá-las da prática rotineira, qualquer estudante poderá notar que &#8212; como dizia a frase do início &#8212; não importa qual é a prática, <strong>importa como é a prática</strong>.</p>
<p>Obviamente, continuo achando vinyasa algo muito divertido e continuo gostando de uma prática de asanas intensa em dias quentes, que fazem transpirar abundantemente e deixam os músculos e tendões mais soltos. Mas se você realiza diariamente uma prática intensa de três horas ou se apenas medita por cinco minutos pela manhã ou se é apenas um entusiasta dos ensinamentos escritos de alguns yogis, pouco importa. Importa que essas práticas &#8212; umas mais físicas, outras mais introspectivas &#8212; sejam yoga.</p>
<p>Um de meus professores de aikido dizia algo muito parecido com a frase que iniciou este post:<br />
<blockquote><em>Sabem por que eu sei mais aikido que vocês? Porque eu acordo aikido, bebo aikido, respiro aikido, ando aikido, penso aikido e durmo aikido.</em></p></blockquote>
<p> E aikido, na frase acima, é advérbio, não objeto. É &#8220;como&#8221;, não &#8220;o que&#8221;. Morihei Ueshiba, o fundador do aikido, queria dizer a mesma coisa com a frase seguinte (que pode ser apócrifa, mas que é tão bela quanto aquela frase sobre yoga):<br />
<blockquote><em>Sempre que eu me movo, isso é aikido.</em></p></blockquote>
<p>E estas idéias, claro, valem para o yoga. Yoga não é algo que você faz quando está numa escola ou estúdio diante de um professor, embora isso possa estar incluído em seu sadhana. Yoga é o que você faz o tempo todo. E se preparar o café da manhã, varrer o chão, colocar o lixo para fora e tomar banho não são práticas habituais nas aulas de yoga, logo yoga é a forma como você faz todas essas coisas que na aparência não são yoga.</p>
<p>.<br />
<font size="1"><a href="http://zendirtzendust.blogspot.com/2009/10/story-of-suddhipanthaka.html">link da imagem</a></font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[desabafo]]></title>
<link>http://vivagiovita.wordpress.com/2009/11/06/desabafo/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 21:33:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>vivagiovita</dc:creator>
<guid>http://vivagiovita.wordpress.com/2009/11/06/desabafo/</guid>
<description><![CDATA[para minha amiga moniquetes, a dinda: &#8220;meus textos tão ficando insanos mas insanos de insanos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[para minha amiga moniquetes, a dinda: &#8220;meus textos tão ficando insanos mas insanos de insanos ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ah, as definições... pra que?]]></title>
<link>http://vivagiovita.wordpress.com/2009/11/06/ah-as-definicoes-pra-que/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:48:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>vivagiovita</dc:creator>
<guid>http://vivagiovita.wordpress.com/2009/11/06/ah-as-definicoes-pra-que/</guid>
<description><![CDATA[se eu sou engraçada? na verdade sou dramática, emotiva, passional. sofredora declarada das profundas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[se eu sou engraçada? na verdade sou dramática, emotiva, passional. sofredora declarada das profundas]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://vivagiovita.wordpress.com/2009/11/06/47/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 08:04:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>vivagiovita</dc:creator>
<guid>http://vivagiovita.wordpress.com/2009/11/06/47/</guid>
<description><![CDATA[nunca me leve tão a sério, porque eu NÃO sou literal… mas também nunca tente me definir, do contrári]]></description>
<content:encoded><![CDATA[nunca me leve tão a sério, porque eu NÃO sou literal… mas também nunca tente me definir, do contrári]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frases...]]></title>
<link>http://sobrenomepressa.wordpress.com/2009/11/04/frases/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:52:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>sobrenomepressa</dc:creator>
<guid>http://sobrenomepressa.wordpress.com/2009/11/04/frases/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Quem não sabe aceitar as pequenas falhas de uma mulher, não aproveita as grandes virtudes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:xx-small;">&#8220;<em>Quem não sabe aceitar as pequenas falhas de uma mulher, não aproveita as grandes virtudes&#8230;.&#8221;</em></span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;">Ah&#8230;. se todos pensassem assim rs&#8230;.</span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;"><em> </em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Acessibilidade e Usabilidade]]></title>
<link>http://vidaematividade.com/2009/11/02/acessibilidade-e-usabilidade/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 15:58:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cristiane</dc:creator>
<guid>http://vidaematividade.com/2009/11/02/acessibilidade-e-usabilidade/</guid>
<description><![CDATA[Acessibilidade é um termo bastante difundido hoje em dia. Mas até que ponto a sua utilização é realm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">Acessibilidade é um termo bastante difundido hoje em dia. Mas até que ponto a sua utilização é realmente adequada? E o quanto esse termo pode ter a ver com a Terapia Ocupacional?</span></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">Bem, para responder a essas perguntas  precisamos primeiro definir o que é acessibilidade. Vou começar com uma definição retirada da legislação federal, mais precisamente do <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil/_Ato2004-2006/2004/Decreto/D5296.htm" target="_blank">Decreto n° 5.296/04</a>, que “<em>Regulamenta as Leis n°s 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências</em>”, e que em seu art. 8°, inciso I, define <span style="color:#008080;"><strong>acessibilidade</strong></span> como:<strong> </strong></span></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;"><strong> </strong></span></h3>
<h5 style="text-align:justify;"><span style="color:#008080;">“<strong>condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida</strong>”.</span></h5>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">A NBR 9050 de 2004, que dispõe sobre a acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência a edificações, espaço, mobiliário e equipamento urbanos, define <strong><span style="color:#008080;">acessibilidade</span> </strong>como:</span></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;"> </span></h3>
<h5 style="text-align:justify;"><span style="color:#008080;">“<strong>Possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos</strong>”</span></h5>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;"> </span></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">e <span style="color:#008080;"><strong>acessível</strong> </span>como:</span></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;"> </span></h3>
<h5 style="text-align:justify;"><span style="color:#008080;">“<strong>Espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento que possa ser alcançado, acionado, utilizado e vivenciado por qualquer pessoa, inclusive aquelas com mobilidade  reduzida</strong>. O termo acessível implica tanto acessibilidade física como de comunicação”.</span></h5>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;"> </span></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">Os <span style="color:#008080;"><strong>elementos</strong></span> citados nas definições acima, por sua vez, podem ser entendidos, segundo a mesma norma técnica, como “<strong>Qualquer dispositivo de comando, acionamento, comutação ou comunicação. São exemplos de elementos: telefones, intercomunicadores, interruptores, torneiras, registros, válvulas, botoeiras, painéis de comando, entre outros</strong>”.</span></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;"> </span></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">Vemos que as definições enfocam a <span style="color:#008080;">utilização de espaços e de equipamentos, de uma forma geral</span>, para definir acessibilidade. Além disso, percebemos que o uso, em si, não é suficiente, devendo acontecer com <span style="color:#008080;">segurança e autonomia</span>. Esta última, inclusive, pode ser alcançada através do uso de <span style="color:#008080;">assistência</span>. Cabe também lembrar que o termo não se restringe ao alcance e uso do <span style="color:#008080;">espaço físico (público e privado)</span>, mas também de <span style="color:#008080;">sistemas e meios de comunicação e informação</span> (como telefone, computador e internet, entre outros).<br />
</span></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;"> </span></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">Apesar de as normas definirem acessibilidade em termos do alcance de uso para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, acredito que também é importante não nos esquecermos das condições necessárias ao acesso a espaços e informações, bem como à compreensão destas últimas, <span style="color:#008080;">por parte de todos os grupos da população</span>. Isto envolve pessoas de todos os níveis educacionais e socioeconômicos, que muitas vezes podem até ter acesso a informações e a espaços, mas sem as condições apropriadas para sua utilização e seu aproveitamento.</span></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;"> </span></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">A partir daí, percebemos que tornar um espaço acessível, por exemplo, não é tarefa tão simples, como se bastasse colocar uma rampa qualquer no lugar da escada para a utilização de cadeirantes. Afinal, é preciso considerar os diferentes tipos de deficiências e dificuldades que qualquer pessoa pode apresentar, além da viabilidade das mudanças a serem implantadas. Outro ponto fundamental é a legislação sobre o assunto em âmbito federal, estadual e municipal. Para que tudo isso seja atendido, portanto, o ideal é que em projetos para garantir a acessibilidade &#8211; seja a um espaço físico ou a determinada informação &#8211; aconteça a participação de diferentes profissionais, de acordo com as demandas e características do público a ser beneficiado e do ambiente. Assim, podem participar engenheiros, arquitetos, <em>designers</em>, analistas de informação e, claro, terapeutas ocupacionais, que podem contribuir com seu conhecimento da interação entre o indivíduo – com seus fatores cognitivos, psicossociais e físicos – e o contexto, a fim de garantir a todos a realização satisfatória de suas atividades de vida diária, de trabalho e de lazer em todas as situações possíveis (ah, e pra quem não conhece, sugiro consultar a <span style="color:#008080;"><a href="http://www.coffito.org.br/publicacoes/pub_view.asp?cod=1398&#38;psecao=9" target="_blank">Resolução <span style="text-decoration:underline;">COFFITO 316/06</span></a></span>,  que “<em>Dispõe sobre a prática de Atividades de Vida Diária, de Atividades Instrumentais da Vida Diária e Tecnologia Assistiva pelo Terapeuta Ocupacional e dá outras providências</em>”).</span></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;"> </span></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">Outro termo que de certa maneira é relacionado à acessibilidade e que vemos de vez em quando, principalmente na internet, é <span style="color:#008080;"><strong>usabilidade</strong></span>. Ela é empregada especialmente por profissionais que desenvolvem sistemas e aplicativos de informática e/ou estudam a interação do homem com o computador, sendo definida pela International Organization for Standardization<strong> através da norma ISO 9241-11</strong>, de 1998, como:</span></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;"> </span></h3>
<h5 style="text-align:justify;"><span style="color:#008080;">“<strong>medida pela qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objetivos específicos com eficácia, eficiência e satisfação em um contexto de uso específico</strong>”.</span></h5>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;"> </span></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">A <span style="color:#008080;">eficácia</span> é considerada como a capacidade de executar uma tarefa de forma correta e completa; a <span style="color:#008080;">eficiência</span> se refere à quantidade de esforço e recursos necessários (tempo, dinheiro, memória, entre outros) para se chegar a um determinado objetivo; a <span style="color:#008080;">satisfação</span>, por sua vez, se refere ao conforto e à aceitação do trabalho na utilização do sistema. Também segundo a ISO 9241, a usabilidade pode ser medida de acordo com a facilidade de aprendizado, de memorização (capacidade de utilizar o sistema após certo tempo sem ter que reaprender a interagir com ele) e a baixa taxa de erros. Portanto, vemos que a aplicação desse conceito e de suas diretrizes no desenvolvimento de softwares, sites e sistemas é bastante útil para garantir a usuários de todos os níveis e com diferentes tipos de dificuldades o acesso a informações e o seu manejo de forma fácil, independente e proveitosa.</span></h3>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#003366;"> </span></p>
<div id="attachment_926" class="wp-caption aligncenter" style="width: 331px"><img class="size-full wp-image-926" title="acessibilidade" src="http://vidaematividade.wordpress.com/files/2009/11/acessibilidade1.jpg" alt="acessibilidade" width="321" height="210" /><p class="wp-caption-text">    Acessibilidade refere-se ao alcance e ao uso seguro, autônomo e satisfatório de espaços físicos, equipamentos e informações por públicos com diferentes tipos de dificuldades.</p></div>
<h3><span style="color:#008000;">Para saber mais:</span></h3>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;"><span style="color:#003366;"><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L10098.htm" target="_blank">Lei 10.098/00</a><span style="color:#003366;"> &#8211; </span></span></span><span style="color:#003366;">Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;"><a href="http://www.mpdft.gov.br/sicorde/abnt.htm" target="_blank">Normas da ABNT sobre Acessibilidade</a><br />
</span></p>
<p><a href="http://www.bengalalegal.com/acessibilidade.php" target="_blank">Acessibilidade &#8211; site Bengala Legal</a></p>
<p><a href="http://www.inmetro.gov.br/qualidade/acessibilidade.asp" target="_blank">Acessibilidade &#8211; site do Inmetro</a></p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acessibilidade" target="_blank">Acessibilidade na Wikipedia</a></p>
<p><a href="http://www.lupadigital.info/" target="_blank">Cartilha de Acessibilidade</a></p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2005/03/30/usabilidade-um-pouco-da-historia-e-definicao/" target="_blank">Usabilidade: um pouco da história e definição</a></p>
<p><a href="http://homepages.dcc.ufmg.br/~clarindo/arquivos/disciplinas/eu/material/seminarios-alunos/normas-iso-kecia-elayne.pdf" target="_blank">Normas ISO para Usabilidade</a></p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Usabilidade" target="_blank">Usabilidade na Wikipedia</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Engenharia Social]]></title>
<link>http://eilicito.wordpress.com/2009/11/22/engenharia-social/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 13:14:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>eilicit0</dc:creator>
<guid>http://eilicito.wordpress.com/2009/11/22/engenharia-social/</guid>
<description><![CDATA[Quando utilizado em Segurança da Informação, o termo Engenharia Social significa o conjunto de práti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/social2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-272" title="social" src="http://eilicito.wordpress.com/files/2009/11/social2.jpg" alt="" width="187" height="146" /></a><span style="color:#333333;">Quando utilizado em </span><span style="color:#333333;"><em>Segurança da Informação</em></span><span style="color:#333333;">, o termo </span><span style="color:#333333;"><em>Engenharia Social </em></span><span style="color:#333333;">significa</span><span style="color:#333333;"><em> </em></span><span style="color:#333333;">o conjunto de práticas utilizadas para se para obter acesso a informações importantes ou sigilosas por meio da enganação ou exploração da confiança das pessoas. O foco do ataque é o ser humano, elo mais frágil de todo sistema de segurança.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">A maioria das técnicas de engenharia social consiste em obter informações privilegiadas enganando os usuários de um determinado sistema através de identificações falsas, aquisição de carisma e confiança da vítima.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Para isso, o golpista pode se passar por outra pessoa, assumir outra personalidade, fingir que é um profissional de determinada área, entre outros.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Assim, o indivíduo explora as falhas de segurança das próprias vítimas, que, quando não atentas para esses ataques, podem ser facilmente manipuladas, sendo induzidas a fornecer informações sensíveis, visitar determinados sites etc.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Algumas das técnicas usadas pela Engenharia Social:</span></p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><span style="color:#333333;">Vírus que se espalham por 	e-mail;</span></li>
<li><span style="color:#333333;">E-mails 	Falsos (<a href="http://eilicito.wordpress.com/2009/11/16/hoax/" target="_blank">Hoax</a> / <a href="http://eilicito.wordpress.com/2009/11/15/spam/" target="_blank">Spam</a> / <a href="http://eilicito.wordpress.com/2009/11/16/phishing-scam/" target="_blank">Phishing scam</a>).</span></li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><em>Fonte:</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenharia_social_%28seguran%C3%A7a_da_informa%C3%A7%C3%A3o%29" target="_blank"><em>Wikipédia</em></a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><em><br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
