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	<title>deismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/deismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "deismo"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 14:49:15 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[La religión es inconciliable con la libertad individual]]></title>
<link>http://homohominilupus.wordpress.com/2009/11/27/la-religion-es-inconciliable-con-la-libertad-individual/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 05:39:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>condottiero</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hace algunos días durante los últimos minutos de la conferencia &#8220;The Progress of Freedom: The ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://www.darwinfish.com//catalog/product_info.php?cPath=26_42&#38;products_id=44&#38;osCsid=5e0ced781fb46df92db22e45332b09a8"><img title=" Reality Bites Car Plaque " src="http://www.darwinfish.com//catalog/images/Reality%20Bites%20Large.jpg" border="0" alt="Reality Bites Car Plaque" width="200" height="200" /></a></p>
<p>Hace algunos días durante los últimos minutos de la conferencia &#8220;<a title="link al video de esta conferencia" href="http://www.newmedia.ufm.edu/gsm/index.php?title=The_Progress_of_Freedom:_The_Future_of_the_Movement" target="_self">The Progress of Freedom: The Future of the Movement (link a la conferencia)</a>&#8221; escuché el comentario del sacerdote católico Robert Sirico del <a title="sitio del instituto" href="http://www.acton.org/" target="_self">Instituto Acton</a> y Alejandro Chafuen del <a title="sitio oficial del centro" href="http://atlasnetwork.org/" target="_self">Atlas Economic  Research Foundation</a> que leía algo similar a: <em>&#8220;la religión ha sido importantísima para el desarrollo de una sociedad de hombres libres&#8221;</em>.</p>
<p>Cuando escuché eso casi me caigo de la silla y empiezo a reir/llorar.</p>
<p>Porque una sociedad de hombres libres se fundamenta en el respeto de los individuos, en la libertad que tienen de actuar y opinar, en el reconocimiento de la vida como el valor más alto de los seres humanos, y en aceptar que la   razón es el único medio por el cual los humanos entendemos la realidad.</p>
<p>Sin embargo, lo anterior nunca ha sido defendido, apoyado, protegido y/o aprobado por ninguna religión.  Al contrario, todas las religiones que han existido condenan a los hombres al pecado, la ignorancia, la relatividad, el castigo y el sufrimiento.  Las religiones han sobrevivido únicamente a costa del sacrificio de los seres humanos y el cristianismo es el mejor ejemplo de cómo a costa de muchas muertes y sufrimiento se han convertido en la religión con más feligreses en el mundo luego de 2,000 años de imponer terror.</p>
<p>Las religiones comparten todas la prohibición y negación de las libertades individuales, el irrespeto a la vida humana y el sacrificio de la felicidad de los hombres con la promesa de una futura vida eterna (las más sensatas sólo dicen que los hombres reencarnarán en sapos o árboles).</p>
<p>Las religiones y sus dogmas fueron, son y serán siempre incompatibles con la libertad y/o con la búsqueda de la felicidad a las que todos los seres humanos coherentes aspiramos.  Por fortuna, el poder de las religiones ya no es impuesto de la misma manera en que lo era hace no más de 50 años&#8230; el problema es que de nuevo, tratan de engañarnos y vendernos &#8220;historias divinas&#8221; en las que la religión parece haber sido la que nos rescató de la barbarie.</p>
<p>No nos dejemos engañar; estudiemos y conozcamos la inmensa lista de actos inmorales y crímenes contra la humanidad que las religiones han cometido a lo largo de la historia.  Somos personas inteligentes y es hora de responsabilizar a quienes tanto daño han hecho.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Deus, Um Delírio - Capítulo 2 - Pt. 4 - Dramatizando a questão dos Pais Fundadores]]></title>
<link>http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/11/21/deus-um-delirio-capitulo-2-pt-4-dramatizando-a-questao-dos-pais-fundadores/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 00:01:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>lucianohenrique</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dawkins realmente parece ser alguém carente de companhia.Talvez por isso ele tenha criado essa sub-s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-2082" title="pais_fundadores" src="http://neoateismodelirio.wordpress.com/files/2009/11/pais_fundadores.jpg" alt="" width="224" height="165" /></p>
<p>Dawkins realmente parece ser alguém carente de companhia.Talvez por isso ele tenha criado essa sub-seção para falar dos pais fundadores dos Estados Unidos e  dizer que eles, se estivessem vivos na época atual, estariam revoltados com a momento corrente do secularismo nos Estados Unidos e provavelmente seriam ateus. Como sempre, não passa de uma gororoba requentada e sem sentido.</p>
<p>Vamos começar:</p>
<blockquote><p>É tradição assumir que os Pais Fundadores da República americana eram deístas. Sem dúvida muitos eram, embora já tenha sido alegada a possibilidade de que os maiores deles tenham sido ateus. O que eles escreveram sobre religião em sua época não me deixa dúvidas de que a maioria teria sido ateia em nossos tempos.</p></blockquote>
<p>Dawkins mostra aqui que é um ignorante na questão. Ele, por ser inglês, talvez não tenha tido interesse de estudar a história norte-americana, mas, já que ele abre um “caso” em seu livro, deveria ao menos tomar o cuidado de pesquisar fontes idôneas.</p>
<p>Curiosamente aqui ele no máximo citou Christopher Hitchens, seu parceiro de luta contra a religião, que jamais pode ser chamado de fonte idônea.</p>
<p>O resultado, naturalmente, é um desastre intelectual.</p>
<p>Tudo o que Dawkins mostrará daqui para a frente em nenhum momento mostra que os pais fundadores, se estivessem vivos nos tempos atuais, seriam ateus.</p>
<p>Dawkins apenas irá citar essas pessoas fora de contexto, talvez tentando “inflar” o número de ateus. Ele já tentou fazer isso com cientistas deístas e panteístas anteriormente (Albert Einstein, Ursula Goodenough, etc.), portanto sua atitude aqui não surpreende.</p>
<p>Ele também afirma que essa ação (conversão ao ateísmo) seria da “maioria” dos pais fundadores, só que no decorrer do capítulo ele citou máximo 3 destes pais fundadores (convém lembrar que são 74 os pais fundadores, sendo 55 os signatários da Declaração de Independência). E, para piorar, no máximo são declarações contra uma religião específica, ou o clericarismo.</p>
<p>Outro erro de Dawkins é interpretar críticas à intervenção da religião no estado como críticas à religião em si. Só que simplesmente uma não tem nada a ver com a outra. Pedir a secularização do estado não é o mesmo que lutar contra a religião.</p>
<p>E lá vem mais:</p>
<blockquote><p>As opiniões religiosas dos Pais Fundadores são objeto de grande interesse dos propagandistas da direita americana atual, ansiosa por empurrar sua versão da história. Contrariamente à visão deles, o fato de que os Estados Unidos não  foram fundados como uma nação cristã foi bem cedo declarado nos termos do tratado de Trípoli, elaborado em 1796, durante a presidência de George Washington, e assinado por John Adams em 1797: “Como o governo dos Estados Unidos da América não é, em nenhum sentido, fundamentado na religião cristã; como não tem em si nenhum caráter de inimizade contra as leis, a religião ou a tranquilidade dos muçulmanos; e como os ditos estados jamais entraram em guerra nem executaram nenhum ato de hostilidade contra nenhuma nação maometana, os lados declaram que nenhum pretexto derivado de opiniões religiosas jamais deverá causar a interrupção da harmonia existente entre os dois países.&#8221; [...] As palavras que abrem essa citação hoje causariam furor nas autoridades de Washington.</p></blockquote>
<p>É importante prestar atenção, pois o Dawkins realmente é malandro. John Adams, acima, disse que o GOVERNO americano não é, em nenhum sentido, fundamentado na religião cristã. O termo “nação cristã” pode muitas vezes dizer que é um país de maioria cristã. Quer dizer, negar um “governo cristão” não é o mesmo que negar uma “nação cristã”. Essa é só a primeira tentativa de manipulação semântica de Richard Dawkins.</p>
<p>Ademais, tais palavras não causaram furor na época&#8230; e nem causariam agora.</p>
<p>Bem, Dawkins escreveu seu livro em 2006, e provavelmente não assistiu à eleição de Barack Obama, que chegou recentemente ao excesso de dizer que os Estados Unidos não são uma nação cristã, mas também uma nação budista, nação muçulmana, e nação de descrentes.</p>
<p>Embora um discurso político, a idéia de Obama é secular, e, claramente, não causou tanto furor como Dawkins previu.</p>
<p>Tudo bem que Obama é de direção esquerdista, mas mesmo assim Obama pôde sim afirmar o mesmo que os pais fundadores afirmaram no passado, e a previsão de Dawkins fracassa miseravelmente.</p>
<p>Aqui Dawkins faz uma nova citação, feita em 1981, pelo senador Barry Goldwater, que é conservador:</p>
<blockquote><p>[...] uma citação — talvez surpreendente — do senador Barry Goldwater em 1981, mostrando claramente a determinação com que o presidenciável e herói do conservadorismo americano sustentava a tradição laica da fundação da República: “Em nenhuma outra posição as pessoas são tão irremovíveis como em suas crenças religiosas. Não se pode arregimentar aliado mais poderoso num debate do que Jesus Cristo, ou Deus, ou Alá, ou como quer que se denomine esse ser superior. Mas, como toda arma poderosa, o uso do nome de Deus para benefício próprio deve ser usado criteriosamente. As facções religiosas que estão crescendo em toda a nossa nação não estão usando seu trunfo religioso com sabedoria. Estão tentando obrigar os líderes do governo a seguir cem por cento de sua posição. Se você discorda desses grupos reli-giosos numa questão moral específica, eles reclamam e o ameaçam com a perda de dinheiro, a perda de votos ou ambas. Estou sinceramente farto de pregadores políticos em todo este país me dizendo que, como cidadão, se eu quiser ser uma pessoa de moral, tenho de acreditar em A, B, C e D. Quem eles pensam que são? E de onde eles tiram a idéia de que têm o direito de impor suas crenças religiosas a mim? E fico ainda mais furioso porque sou um legislador que é obrigado a suportar as ameaças de todo grupo religioso que acha que tem algum direito divino de controlar meu voto em todas as votações do Senado. Hoje os advirto: vou combatê-los sem cessar se eles tentarem impor suas convicções morais a todos os americanos em nome do conservadorismo.”</p></blockquote>
<p>Dawkins realmente não é um bom advogado de acusação. Pois esse é um exemplo que mostra o cenário atual, em que o secularismo na política (ou seja, o estado laico) é defendido até por um cristão conservador. Chega a ser divertido:</p>
<ul>
<li>(1)	Dawkins abre um caso em que diz que hoje o secularismo corre riscos</li>
<li>(2)	Ele diz que nos tempos dos pais fundadores, isso não ocorreria</li>
<li>(3)	Como ele escreveu o livro em 2006, não previu a eleição de Obama, com seus discursos seculares, que não causaram o furor que ele previu que causaria</li>
<li>(4)	Só que ele ainda apresenta a declaração de um senador conservador, em 1981, sendo tão adepto do secularismo na política como os pais fundadores o foram</li>
<li>(5)	Os itens (4) e (5) derrubam a alegação de Dawkins</li>
</ul>
<p>Se o próprio Dawkins deu o tiro no próprio pé, posso passar aos próximos temas, incluindo as tentativas de Dawkins em explicar a alta religiosidade nos Estados Unidos:</p>
<blockquote><p>Muitas vezes já se ressaltou o paradoxo de que os Estados Unidos foram fundados com base no secularismo e hoje são o país mais religioso da cristandande, enquanto a Inglaterra, com uma Igreja estabelecida e chefiada por seu monarca constitucional, está entre os menos religiosos. Constantemente me perguntam por que isso acontece, e eu não sei a resposta. Imagino ser possível que a Inglaterra tenha ficado cansada da religião depois do seu pavoroso histórico de violência entre crenças, com protestantes e católicos obtendo alternadamente a supremacia e sistematicamente assassinando o outro grupo.</p></blockquote>
<p>Para início de conversa, não há paradoxo algum. Uma base secular para a política de um pais não implica em diminuição da religiosidade na população. Muito pelo contrário.</p>
<p>O secularismo AJUDA a religião, pois permite que a mesma não seja exposta em um cenário que não é o dela. Quando se impõe a religião aos outros, inserindo-a na política, existe o desrespeito à religião dos outros. Isso enfraquece a religião, pois ela será objeto de sucessivas críticas, justamente pelo uso da religião em um âmbito que não é o dela. O paradoxo, portanto, só existe na cabeça de Richard Dawkins.</p>
<p>Além disso, de novo ele tenta dizer que a Inglaterra é um país que está dentre os menos religiosos. Só que há 55 milhões de pessoas que lá vivem, e dentre elas 26 milhões são aderentes à Igreja da Inglaterra. O cristianismo é, naturalmente, a principal religião na Inglaterra.</p>
<p>Não é surprendente, entretanto, que a Europa apresenta um alto índice de ateísmo e pessoas sem religião, mas isso vem principalmente da adição de países socialistas ou ex-socialistas ao “core” da União Européia. Mas não o suficiente para afirmar que a Inglaterra está entre os “menos religiosos”.</p>
<p>Outro problema no argumento de Dawkins é dizer que essa “baixa religiosidade” seria resultante das guerras entre protestantes e católicos, só que, como já demonstrado no Capítulo 1 desta refutação (ver <a href="http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/11/11/deus-um-delirio-capitulo-1-pt-31-e-comeca-a-pregacao-a-favor-do-desrespeito/" target="_self">aqui</a>), ele sequer comprovou que aquele era um conflito religioso. Na verdade, era um conflito pela independência, que não conspirou nem um pouco a favor da imagem que Dawkins tenta vender: a de que a religião é a causa da maioria dos conflitos.</p>
<p>Em seguida, Dawkins tenta arrumar uma explicação para a alta religiosidade americana:</p>
<blockquote><p>Outra sugestão emana da observação de que os Estados Unidos são um país de imigrantes. Um colega me aponta que os imigrantes, arrancados da estabilidade e do conforto de sua família na Europa, podem muito bem ter adotado a Igreja como uma espécie de parente substituto em terra estrangeira. É uma idéia interessante, merecedora de mais pesquisas. Não há dúvida de que muitos americanos encaram sua igreja local como uma unidade importante de identidade, que tem, sim, alguns dos atributos de família.</p></blockquote>
<p>Notem de onde vem a fonte de Richard Dawkins: um colega dele. Talvez por vergonha, ele nem citou o nome do colega. Mas posso supor que poderia ser o Peter Atkins? Ou o Christopher Hitchens? Se for, são fanáticos como ele. E, novamente, uma alegação sem evidências. Curiosamente, a religião defende a família, o relacionamento estável, o que diminuiria o risco da pessoa estar “sozinha”. Mas essa companhia defendida é no âmbito familiar. A Igreja jamais pretendeu ser substituta da família. Como se nota, Dawkins escreve instintivamente, ele sequer raciocina em dados momentos.</p>
<p>Vamos à próxima hipótese dele:</p>
<blockquote><p>Outra hipótese é que a religiosidade dos Estados Unidos provém, paradoxalmente, do secularismo de sua Constituição. Precisamente porque os Estados Unidos são legalmente laicos, a religião se transformou num empreendimento liberado. Igrejas rivais competem por congregações — e pelo gordo dízimo que elas trazem consigo — e a concorrência é marcada por todas as técnicas agressivas de venda do mercado. O que funciona para o sabão em pó funciona para Deus, e o resultado é algo que se aproxima de uma mania de religião nas classes menos instruídas.<br />
E não é que essa hipótese é até razoável? Realmente, o secularismo da Constituição auxilia a religião, pelos motivos já apresentados. Na China, por exemplo, que é um país oficialmente ateu, a religião não é liberada, sendo limitada pelo governo. Obviamente, o ateísmo se torna criticável na China por essa atitude.</p></blockquote>
<p>Só que a explicação de Richard Dawkins, ao final, é totalmente furada, dizendo que “o resultado é algo que se aproxima de uma mania de religião nas classes menos instruídas”. Essa conclusão não é suportada pelo argumento dele, pois o sabão em pó é vendido para todas as classes, e não só as menos instruídas.</p>
<p>Decerto que há grupos religiosos que são direcionados basicamente à população carente, o que não implica em um atributo da religião, e sim de determinados grupos religiosos. Esse é mais um viés na “pesquisa” de Dawkins. E, como não é suportado por evidências, torna-se, como quase todo o seu capítulo, irrelevante do ponto de vista argumentativo em prol do “caso” aberto por ele.</p>
<p>E novamente ele ressalta o tal paradoxo&#8230; que só existe na cabeça dele.</p>
<p>Curiosamente, do “nada”, no capítulo, Dawkins faz uma mistureba danada de todas as suas argumentações no capítulo:</p>
<blockquote><p>O gênio do fanatismo religioso está à solta nos Estados Unidos atuais, e os Pais Fundadores teriam ficado horrorizados. Seja ou não correto abraçar o paradoxo e culpar a Constituição laica que eles elaboraram, os fundadores eram certamente secularistas que acreditavam na separação entre religião e política, e isso é o bastante para colocá-los firmemente do lado daqueles que são contra, por exemplo, a exibição ostentatória dos Dez Mandamentos em lugares públicos estatais. Mas é tentador especular que pelo menos alguns  entre os fundadores tenham ido além do deísmo. Quem sabe eles tenham sido agnósticos ou até absolutamente ateus?</p></blockquote>
<p>Para variar, Dawkins apela à repetição, e quase todo o trecho acima já foi refutado neste artigo. Mas nem todos, como a idéia de que o secularismo implica em ser contra a exibição dos 10 Mandamentos em lugares públicos estatais. Não há nada disso, pois o secularismo pode admitir sim a exibição, considerando que os mandamentos são ensinamentos que dão suporte à civilização. Retirar os mandamentos, que estão estabelecidos culturalmente, é como dizer em público que a religião cristã deve ser desrespeitada, pois até uma tradição cultural ensinada por ela deve ser banida. É um caso complexo, naturalmente, mas uma ação de retirada de mandamentos de locais públicos é naturalmente uma ação que implica o favorecimento à um grupo religioso (ou melhor dizendo, anti-religioso), que são os ateus. Isso não é nada secular.</p>
<p>Dawkins também confessa que sua especulação em favor de sua crença de que alguns pais fundadores era ateu é oriunda apenas de sua tentação (“é tentador especular”, diz ele). Portanto, ele se deixa trair pelas próprias palavras.</p>
<p>Como Dawkins possui uma fé cega de que alguns pais fundadores teriam sido ateus nos dias atuais, ele faz uma tentativa aqui:</p>
<blockquote><p>A declaração de Jefferson a seguir é indistinguível do que hoje chamaríamos de agnosticismo: “Falar de existências imateriais é falar de nadas. Dizer que a alma, os anjos e deus são imateriais é dizer que eles são nadas, ou que não existe deus, nem anjos, nem alma. Não consigo pensar de outra maneira [...] sem mergulhar no abismo insondável dos sonhos e fantasmas. Satisfaço-me e fico suficientemente ocupado com as coisas que existem, sem me atormentar com as coisas que podem até existir, mas das quais não tenho provas.”</p></blockquote>
<p>Thomas Jefferson era claramente deísta, o que é facilmente perceptível. Não há nada ali de declaração ateísta, pois simplesmente ele atribui ao conceito de Deus uma aura material. Não há nada que dê uma interpretação agnóstica, no entanto. Simplesmente, o agnosticismo não tem nada a ver com declarações deste tipo feitas por Jefferson. [N.E. – No próximo artigo, comentarei em detalhes os fracassos de Dawkins ao lidar com o agnosticismo, domínio de conhecimento no qual ele se embreta todas as vezes, portanto não aprofundarei neste assunto neste momento]</p>
<p>Dawkins faz mais uma tentativa:</p>
<blockquote><p>Considero emocionante o conselho de Jefferson, ainda na carta a Peter Carr: “Joga fora todos os medos de preconceitos servis, sob os quais as mentes dos fracos se curvam. Coloca a razão firmemente no trono dela, e apela ao tribunal dela para todos os fatos, todas as opiniões. Questiona com coragem até a existência de Deus; porque, se houver um, ele deve aprovar mais o respeito à razão que o medo cego.”</p></blockquote>
<p>Ué, e qual religião proíbe o questionamento? Só se for uma religião inventada por Dawkins, pois a religião católica, por exemplo, defende o questionamento. É possível para um religioso questionar até a existência de Deus. Aliás, ele pode questionar tudo. Esse é o livre arbítrio. De novo, Dawkins não consegue defender o seu “caso”.</p>
<p>A próxima tentativa de Dawkins é mais patética ainda:</p>
<blockquote><p>Declarações de Jefferson, como a de que &#8220;o cristianismo é o sistema mais pervertido que já brilhou sobre o homem&#8221;, são compatíveis com o deísmo, mas também com o ateísmo.</p></blockquote>
<p>Mas onde? Quer dizer que alguém criticar uma religião ESPECÍFICA é algo em direção ao ateísmo? Dawkins devia estar bêbado quando escreveu isso, pois é um discurso nonsense até para uma criança. Um muçulmano poderia dizer o mesmo que Jefferson disse, e isso não significa ser compatível com o ateísmo. De novo, Dawkins foi patético.</p>
<p>Em seguida, ele tenta mudar de assunto, e cita um livro de David Mills, que também é de pregação militante ateísta:</p>
<blockquote><p>David Mills, em seu admirável livro Atheist universe, conta uma história que você chamaria de uma caricatura pouco realista de intolerância policial, se fosse ficção. Um curandeiro cristão fazia uma &#8220;Cruzada dos Milagres&#8221; que chegava à cidade de Mills uma vez por ano. Entre outras coisas, o curandeiro incentivava os diabéticos a jogar sua insulina fora, e os pacientes de câncer a desistir da quimioterapia e a rezar por um milagre. Com bons motivos, Mills decidiu organizar uma manifestação pacífica para advertir as pessoas. Mas ele cometeu o erro de contar sobre suas intenções à polícia e pedir proteção policial para possíveis ataques dos defensores do curandeiro. O primeiro policial com quem ele falou perguntou: &#8220;Você vai protestar por ele ou contra ele?&#8221;. Quando Mills respondeu &#8220;contra ele&#8221;, o policial disse que pretendia ir ele mesmo ao ato e que planejava cuspir no rosto de Mills quando passasse diante da manifestação. Mills resolveu tentar a sorte com um segundo policial, que disse que, se algum defensor do curandeiro atacasse Mills com violência, Mills seria preso por estar &#8220;tentando interferir na obra de Deus&#8221;. Mills foi para casa e tentou telefonar para a delegacia, na esperança de encontrar um pouco mais de solidariedade num nível superior. Finalmente conseguiu falar com um sargento, que disse: &#8220;Vá para o inferno, amigo. Nenhum policial quer proteger um ateu maldito. Espero que alguém o acerte direitinho&#8221;. Parece que naquela delegacia estavam em falta o leite da bondade humana e o senso do dever. Mills conta que falou com sete ou oito policiais naquele dia. Nenhum quis ajudar, e a maioria lhe fez ameaças diretas de violência.</p></blockquote>
<p>Engraçado que tal citação é baseada em evidência anedota de David Mills. Para piorar, Mills não fala nada a respeito de como seria o protesto dele. Seria ofensivo? Isso por si só já justificaria uma rejeição. Aliás, se Mills já suspeitava de um ataque violento ao seu protesto, será que isso já não seria um indício de que ele estaria ali para ofender? Lembremos que os neo ateus defendem o DESRESPEITO aos religiosos. Em suma, a citação acima não serve como evidência de nada e nem sequer de preconceito contra os ateus.</p>
<p>Dawkins prossegue no drama:</p>
<blockquote><p>São muitas as histórias de preconceitos contra ateus, mas Margaret Downey, fundadora da Rede de Apoio Antidiscriminação (Anti-Discrimination Support Network — ADSN), mantém registros sistemáticos de casos como esse, através da Freethought Society of Greater Philadelphia. eu banco de dados de incidentes, divididos nas categorias comunidade, escola, local de trabalho, mídia, família e governo, inclui exemplos de perseguição, perda de emprego, rejeição familiar e até assassinato.</p></blockquote>
<p>Na maioria dos casos, é evidente que tudo não passa de um dramalhão excessivo, querendo chamar a atenção dos outros. O próprio Dawkins defende que os ateus devem se unir para desrespeitar os religiosos. Um revide é natural, e portanto, há um precedente aberto.</p>
<p>É interessante no entanto citar o que seria o caso de “assassinato” por alguém ser ateu. O caso é o de Larry Hooper, que teria sido morto por Arthur Shelton, um colega de quarto cristão, PELO FATO de Hooper ser ateu.</p>
<p>Na verdade, a notícia (que pode ser lida em sua versão original <a href="http://digg.com/offbeat_news/Murdered_for_being_an_atheist" target="_blank">aqui</a>) apenas mostra que a vítima era atéia  e que o assassino era um cristão. O assassino afirmou que o colega de quarto era “o Diabo em pessoa”, para justificar o crime. Isso leva a suspeitas de que haviam conflitos entre ambos, e que esse foi o motivador do homicídio. É claro que dizer que alguém é o “Diabo em pessoa” é uma metáfora para dizer que o comportamento do outro era imoral, ou coisas do tipo, mas de forma alguma implica diretamente em um crime por causa de religião, e não serve para apoiar o caso citado por Dawkins. Mais um tiro fora do alvo do autor inglês.</p>
<p>Em seguida, Dawkins parte para a argumentação clichê:</p>
<blockquote><p>As provas documentadas por Downey do ódio e da incompreensão dirigidos aos ateus tornam mais fácil crer que, de fato, é virtualmente impossível para um ateu honesto ganhar uma eleição pública nos Estados Unidos. Há 435 membros na Câmara dos Deputados e cem no Senado. Presumindo que a maioria desses 535 indivíduos seja uma amostra culta da população, estatisticamente é quase inevitável que um número significativo deles seja de ateus. Eles devem ter mentido ou escondido sua verdadeira convicção para ser eleitos. Quem pode culpá-los, considerando o eleitorado que tiveram de convencer? É consenso universal que admitir o ateísmo seria um suicídio político instantâneo para qualquer presidenciável.</p></blockquote>
<p>A dificuldade de eleição de ateus não implica em ódio e incompreensão de outras partes. Não há nada disso. Pode justamente ser uma questão gregária, em que naturalmente se vota em pessoas que estão alinhadas com seus ideais. E sem nenhum preconceito, diga-se.</p>
<p>A idéia de que vários deputados mentiram ou ocultaram uma suposta convicção ateísta para serem eleitos também carece de provas, e não serve para o “caso” dele.</p>
<p>E, de novo, o discurso recente de  Barack Obama mostra que Dawkins está errado. Obama é suspeito por muitos de ser um descrente, e nem isso o impediu de ser eleito.</p>
<p>É claro que provavelmente as pesquisas, quando são feitas, ressaltam o “voto em um ateu”, e a expressão atualmente é associada a intolerância. Isso é culpa, principalmente, por causa de ateus como Richard Dawkins, que são extreamemtne intolerantes. Mas, no dia-a-dia, em que o ateísmo não é ressaltado, isso não se torna um fator de discriminação.</p>
<p>De novo, Dawkins tenta desviar:</p>
<blockquote><p>Esses fatos do clima político atual nos Estados Unidos, e tudo o que eles implicam, teriam horrorizado Jefferson, Washington, Madison, Adams e todos os seus amigos. Tenham sido eles ateus, agnósticos, deístas ou cristãos, teriam recuado alarmados diante dos teocratas da Washington do início do século XXI.</p></blockquote>
<p>O que implica a dificuldade de um ateu ser eleito com a SECULARIZAÇÃO? Não tem nada a ver uma coisa com a outra.</p>
<p>Uma coisa é a secularização política, outra coisa é o direito individual de cada um em votar em quem quiser. Será que Richard Dawkins quer também proibir o direito de alguém não votar em um ateu? Lembremos que não são todos os ateus, mas a campanha de Dawkins envolve vender a imagem em público de que ateísmo tem que ser intolerante. Como eu poderia votar em alguém que lê e segue Richard Dawkins? Eu voto em qualquer um, menos nessa pessoa. E não tenho nada contra os ateus. Mas qual o risco de que eu, ao votar em um ateu, estaria votando em alguém que segue a Dawkins?</p>
<p>Em relação aos pais fundadores, para fechar a questão, vamos a uns dados: no total, eram 74 delegados de 12 estados (as 13 Colônias, com exceção de Rhode Island). Dos 74 delegados, 55 foram signatários da Constituição.</p>
<p>Alguns delegados não possuíam religião. Três eram católicos, 28 da Igreja Episcopal dos Estados Unidos da América, oito presbiterianos, sete congregacionalistas, dois luteranos, dois reformados neerlandeses e dois metodistas. Alguns deles não possuíam religião, mas segue um escore importante quanto ao restante:</p>
<ul>
<li>Católicos = 3</li>
<li>Igreja Episcopal = 28</li>
<li>Presbiterianos = 8</li>
<li>Congregacionalistas = 7</li>
<li>Luteranos = 2</li>
<li>Reformados neerlandeses = 2</li>
<li>Metodistas = 2</li>
</ul>
<p>Somatória = 52. Ou seja, uma grande maioria religiosa, sendo que alguns outros tinham características deístas, como Thomas Jefferson.</p>
<p>E, mesmo assim, defenderam o estado laico. Muito diferente dos chineses, atualmente, que são um país com maioria ateísta no governo, e que não prezam pelo estado laico.</p>
<p>Mais um motivo para mostrar que luta por secularização na política NÃO É OPONENTE à religião em si.</p>
<p>Abaixo segue o fecho desta seção:</p>
<blockquote><p>O Deus deísta com frequência associado aos Pais Fundadores com certeza já é bem melhorado se comparado ao monstro da Bíblia. Infelizmente, não é muito mais provável que ele exista, ou tenha existido. Em qualquer das formas de Deus, a Hipótese de que Deus Existe é dispensável.*<br />
Só para retificar: aos Pais Fundadores só pode ser associado o secularismo, que vale até hoje na política americana. Deus deísta é de alguns pais fundadores, e o Deus teísta de muitos outros.</p></blockquote>
<p>Aproveito também relembrar que a “Hipótese de Que Deus Existe” não é uma hipótese, é um princípio, um axioma. Já foi ressaltado isso anteriormente, só que é importante fazê-lo de novo, pois Dawkins afirma que a “hipótese” é dispensável. De onde ele conclui isso? Novamente, apenas é uma expressão de sua vontade, o que de forma alguma é um argumento contra Deus.</p>
<p>No geral, essa seção do livro possui realmente muito mais conteúdo do que as duas seções anteriores (sobre Politeísmo e Monoteísmo), só que a quantidade de erros é também muito maior.</p>
<p>A coisa piora bastante ainda na próxima seção, em que Dawkins fala do Agnosticismo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Una película sobre la religión islámica que vale la pena ver]]></title>
<link>http://homohominilupus.wordpress.com/2009/11/17/una-pelicula-sobre-la-religion-islamica-que-vale-la-pena-ver/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 22:18:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>condottiero</dc:creator>
<guid>http://homohominilupus.wordpress.com/2009/11/17/una-pelicula-sobre-la-religion-islamica-que-vale-la-pena-ver/</guid>
<description><![CDATA[Mi última compra es el libro ilustrado: Muhammad: The &#8220;Banned&#8221; Images.  Espero que llegu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mi última compra es el libro ilustrado: <a title="link al libro en Amazon" href="http://bit.ly/ppoDV" target="_self">Muhammad: The &#8220;Banned&#8221; Images</a>.  Espero que llegue a mi casa en algunos días y lo compré luego de ver esta interesante película sobre el Islam</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center;display:block;'><object width='400' height='330' type='application/x-shockwave-flash' data='http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-871902797772997781'><param name='allowScriptAccess' value='never' /><param name='movie' value='http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-871902797772997781'/><param name='quality' value='best'/><param name='bgcolor' value='#ffffff' /><param name='scale' value='noScale' /><param name='wmode' value='window'/></object></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">Título: <strong><a title="sobre la película" href="http://www.whatthewestneedstoknow.com/" target="_self">Islam: What the West Needs to Know</a> </strong>(duración: 1 hora:38 minutos: 41 segs)</p>
<p style="text-align:center;">
<p>Muchos han intentado hablar del Islam como una doctrina religiosa pacífica que está compilada en el Corán.  Sin embargo, la historia de la religión, los hechos documentados y el texto del Corán demuestran todo lo contrario.  De la misma manera, otras religiones monoteístas comparten esa historia sangrienta que ha justificado la muerte y el sacrificio de cientos de miles de hombres en nombre de un Dios y/o por el bien de otras personas.  Así, la violencia y odio contra los opositores que se encuentra en el Corán también está presente en la Biblia de los cristianos.</p>
<p>El libro lo compré con la certeza de que alguien lo verá y me preguntará por qué lo tengo.  Mi respuesta será que lo compré porque creo en la libertad de expresión, porque creo que la historia ha sido silenciada por muchos y porque esos &#8220;muchos&#8221; aún existen en nuestra sociedad y son nuestros vecinos.</p>
<p>On Liberty,</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cinema, História e Religião: DARWIN perdeu a fé em Deus lenta e gradualmente?]]></title>
<link>http://torreleste.wordpress.com/2009/10/07/cinema-historia-e-religiao-darwin-perdeu-a-fe-em-deus-lenta-e-gradualmente/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 11:47:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>ehlsinore</dc:creator>
<guid>http://torreleste.wordpress.com/2009/10/07/cinema-historia-e-religiao-darwin-perdeu-a-fe-em-deus-lenta-e-gradualmente/</guid>
<description><![CDATA[Com estreia prevista no Brasil para 16 de abril de 2010 (já tendo estreado em setembro último nos ci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Aw5hPzMEyWw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Aw5hPzMEyWw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">Com estreia prevista no Brasil para <strong>16 de abril de 2010</strong> (já tendo estreado em setembro último nos cinemas britânicos),<strong> <span style="text-decoration:underline;">CREATION</span>,</strong> cinebiografia  do autor d’<span style="text-decoration:underline;">A Origem das Espécies</span>, Charles Darwin, dirigido por <strong>Jon Amiel </strong>(<span style="text-decoration:underline;">O Homem que Sabia de Menos</span> e <span style="text-decoration:underline;">O Núcleo &#8211; Missão ao Centro da Terra</span>), com roteiro de <strong>John Collee</strong> (<em><span style="text-decoration:underline;">Happy Feet</span></em>), traz nos papéis principais <strong>Paul Bettany</strong> (Charles Darwin) e <strong>Jennifer Connelly</strong> (a esposa, Emma Darwin).  O longa se propõe a tratar o drama humano de Charles dividido entre suas teorias evolucionistas da natureza e a relação com uma esposa fortemente religiosa, cujas crenças se opunham à sua devoção pela ciência moderna.  Baseado na biografia escrita pelo bisneto de Darwin, Randal Keynes (também aparentado ao economista John Maynard Keynes), chamado <em><span style="text-decoration:underline;">Annie’s Box</span></em> em referência a uma caixa achada por Randal com o nome da filha do casal Darwin falecida aos 10 anos de idade, contendo diversos objetos outrora pertencentes a ela, uma mecha dos seus cabelos e o mapa da sua campa.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim, como se adivinha, o autor do livro (e o filme por tabela) se entricheira contra a ideia da perda de fé do cientista britânico ter sido decorrência de sua teoria (afinal em mais de uma ocasião afirmara ele não  descartar a evolução a existência de Deus) e a favor da tese de ser a morte de Annie, sua filha, aos 10 anos a responsável por isso.  Ambas as idéias são correntes entre os estudiosos, todavia o Prof. Me. <strong>Enézio E. de Almeida Filho</strong>, doutorando em História da Ciência pela PUC-SP, nega as duas hipóteses e qualquer possibilidade de um percurso como esse, argumentando em seu <em>blog </em><a href="http://pos-darwinista.blogspot.com/2009/09/darwin-perdeu-fe-em-deus-lenta-e.html">Desafiando a NOMENKLATURA CIENTÍFICA</a>: <span style="font-weight:bold;">&#8220;Darwin já era ateu ou agnóstico muito bem antes disso, e Emma sabia muito bem&#8221;</span>, afastando-se também da noção de um Darwin deísta. Vale conferir.</p>
<p style="text-align:justify;">O debate está lançado e, de qualquer modo, parece que temos um belo filme, é aguardar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[&iquest;Qu&eacute; es el De&iacute;smo?]]></title>
<link>http://evangelio.wordpress.com/2009/08/05/qu-es-el-desmo/</link>
<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 22:40:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Armando Valdez</dc:creator>
<guid>http://evangelio.wordpress.com/2009/08/05/qu-es-el-desmo/</guid>
<description><![CDATA[¿Qué es el Deísmo? El Deísmo es la creencia de que un ser inteligente creó el mundo, pero que este y]]></description>
<content:encoded><![CDATA[¿Qué es el Deísmo? El Deísmo es la creencia de que un ser inteligente creó el mundo, pero que este y]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[L’immaginazione ermetica IX]]></title>
<link>http://gabrielelaporta.com/2009/06/23/l%e2%80%99immaginazione-ermetica-ix/</link>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 09:35:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gabriele La Porta</dc:creator>
<guid>http://gabrielelaporta.com/2009/06/23/l%e2%80%99immaginazione-ermetica-ix/</guid>
<description><![CDATA[Torniamo all’arrivo di Giordano a Parigi (vedi articolo precedente). Finalmente è a diretto contatto]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Torniamo all’arrivo di Giordano a Parigi (vedi articolo precedente). Finalmente è a diretto contatto]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cristãos discutem entre eles sobre a evolução]]></title>
<link>http://odetriunfante.wordpress.com/2009/06/02/cristaos-discutem-entre-eles-sobre-a-evolucao/</link>
<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 02:13:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>jmct</dc:creator>
<guid>http://odetriunfante.wordpress.com/2009/06/02/cristaos-discutem-entre-eles-sobre-a-evolucao/</guid>
<description><![CDATA[Há muito que não falava de religião, e há muito também que não escrevia um post inteiramente digno d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Há muito que não falava de religião, e há muito também que não escrevia um post inteiramente digno da categoria &#8220;<a href="http://odetriunfante.wordpress.com/category/ode/">Ode</a>&#8220;. Pois bem.. hoje apetece-me, aqui vai.</p>
<p><strong>A notícia:</strong> Surgiu na <a href="http://www.newscientist.com">NewScientist</a> com o título &#8220;<a href="http://www.newscientist.com/article/dn17203-christians-battle-each-other-over-evolution.html">Christians battle each other over evolution</a>&#8220;. As novas descobertas a nível arqueológico, nomeadamente o fóssil da Ida, ja estão a causar o seu impacto. Da notícia saem dois nomes de duas instituições, ambas Teístas e Cristãs: The Discovery Institute (DI) e a BioLogos Fundation (BLG). A DI lançou agora um <a href="http://www.faithandevolution.org/debates/was-darwin-a-social-darwinist.php">site</a> destinado a esclarecer a problemática, &#8220;Podemos ser crentes (cristãos) e aceitar a evolução? Ao que toca à DI a resposta é um redondo NÃO. Este site surgiu como resposta ao novo <a href="http://biologos.org/">site da BLG</a>, da autoria de Francis Collins, geneticista e antigo responsável pelo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto_Genoma_Humano">Projecto do Genoma Humano</a>, acredita que ambos os lados podem ser considerados em simultâneo.</p>
<p>Afinal, para que lado puxar a corda?</p>
<p><strong>O comentário:</strong> É curioso notar que sempre que se tenta fundir a religião, ou qualquer superstição, com o conhecimento científico é sempre a parte religiosa que acaba por se moldar. A ciência fica sempre tal e qual estaria quer a religião estivesse lá ou não. Fará sentido em termos intelectuais, ou filosóficos, estar constantemente a alterar um ideia de modo a, todo o custo, mantê-la viva? Ou será mais lógico, construir uma ideia de novo com base no conhecimento recentemente adquirido? Sinceramente não sei, fico à espera do comentário de alguém.</p>
<p><!--more--></p>
<p>A ritmo que a ciência evolui, penso que é seguro dizer que o Deus Teísta acabará inevitavelmente por ser remetido ao canto do Deus Deísta, que não é pouco mais do que as leis da física. Alguns o descrevem como o &#8220;Deus criou o momento inicial e depois foi tratar de coisas mais importantes&#8221;. Mas será que sobre a luz deísta fará sentido tudo o resto da religião (Messias, intervenções, milagres, santos, etc) para além de um &#8217;simples&#8217; Deus?</p>
<p>E se um dia chegarmos a um Deus Deísta, não será este apenas mais um Deus &#8216;tapa buracos&#8217;? Aliás, será possível conceber hoje mais algum Deus sem ser o &#8216;tapa buracos&#8217;?</p>
<p>Focando um pouco o &#8216;propósito inteligente&#8217;. Que vantagens nos trás, a nós sociedade, acreditarmos ou &#8217;sabermos&#8217; que fomos colocados na Terra com um propósito? Na minha maior inocência, vou fazer uma pergunta a quem me estiver a ler. Nunca fui confrontado com a resposta, não sei se por não existir ou simplesmente por ignorância minha. Se fomos criados com um propósito, qual é ele?</p>
<p>A meu ver, ciência e filosofia são campos a unir, com urgência. Religião e filosofia, possivelmente uma combinação do passado. Conhecimento científico e religião, acho que são imiscíveis. Como foi referido na própria notícia, &#8220;quando se tenta conciliar ciência e religião rejeitando a noção dos dois &#8216;<a href="http://www.newscientist.com/article/mg20227081.600-review-stephen-jay-gould-and-the-politics-of-evolution.html">magistérios não sobreponíveis</a>&#8216; de Stephen Jay Gould, uma delas acaba por sofrer&#8221;. Normalmente a religião.</p>
<p>Talvez o problema esteja na forma como a religião vê a ciência. Penso que a ciência é vista como uma equipe adversária, e não como &#8216;o conhecimento que temos sobre o mundo&#8217;. A &#8220;ciência&#8221; não anda a tentar ganhar nenhum jogo, nem a competir por nada, até porque a &#8220;ciência&#8221; não é nenhuma instituição. Ela existe em cada ser humano, uns praticam activamente e fazem disso vida, outros de forma mais passiva no seu dia a dia. A falar deste modo até parece que estou a falar sobre algo misterioso. Mas não, a ciência é como o &#8216;pensar&#8217;, acontece. Por outro lado, existem &#8220;instituições&#8221; religiosas, que competem para ver qual a &#8220;instituição&#8221; que tem mais apoiantes. Dois mundos diferentes, duas tentativas para explicar a mesma coisa, uma actual outra mais antiga, uma terá de ceder.</p>
<p>E voltando à pergunta, para que lado se sentem vocês puxados, nesta corda de três pontas?</p>
<p>P.S. &#8211; Será que agora com parte do clérigo a aceitar a evolução e outra a rejeitar ir-se-ão formar novas facções religiosas?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comprender la inconformidad (3): de por qué no me gusta la etiqueta "ateo".]]></title>
<link>http://ceropecero.wordpress.com/2009/05/19/comprender-la-inconformidad-3-de-por-que-no-me-gusta-la-etiqueta-ateo/</link>
<pubDate>Tue, 19 May 2009 03:41:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>0p0</dc:creator>
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<description><![CDATA[Soy ateo. Sí. No creo en las fuerzas espirituales de ningún tipo. No creo en &#8220;el más allá]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Soy ateo. Sí.</p>
<p>No creo en las fuerzas espirituales de ningún tipo. No creo en &#8220;el más allá&#8221; ni tengo esperanzas de vida eterna ni le deseo el infierno a nadie.</p>
<p>La cuestión radica en esto: Habemos personas que aparte de no creer, tenemos la seguridad de que ese ente espiritual que lo unifica todo (o cualquier ente espiritual) no existe&#8230; Nunca ha estado ahí y nunca lo estará.</p>
<p>No estoy tratando de convencer a nadie, y no ahondaré en por qué no creo en Dios o cualquiera de sus particulares variaciones o consecuencias. En esto quiero ser respetado: No quiero que nadie me venga a predicar su fe, porque no va a<!--more--> lograr nada, porque ya tuve suficiente de eso durante más de 20 años y porque simplemente no me interesan sus promesas de salvación. En esto respeto a todos: A nadie voy a convencer de hacerse ateo por razones similares a las mías para renegar de la prédica ajena hacia mi persona, igualmente aplicables a ustedes desde su punto de vista.</p>
<p>¿Por qué odio que me llamen ateo?</p>
<p>Porque tengo la seguridad de que Dios ni existió, ni existe ni existirá. <strong>Para mi</strong> cabeza cualquier tipo de deísmo o espiritualidad mística simplemente no tiene un fundamento realista y por tanto es un sueño inútil (quiero enfatizar el <strong>para mí</strong>, porque no quiero que me acusen de predicador ateo). En otras palabras, cualquier tipo de creencia sobrenatural es un simple engaño, una falsedad infundada flotando en un cerebro apto para albergar tales ideas imaginarias (un cerebro como el mío, como el suyo, un cerebro humano).</p>
<p>Partiendo de esta forma de pensar entonces el ateísmo es una definición que se hace a partir del teísmo, y como el teísmo es una ilusión, el ateísmo también. Por tanto, en ausencia total de Dios, incluso en este nivel teórico, cualquier cosa que se defina a partir de su inexistente ser, se queda también flotando en un limbo conceptual que no tiene sentido.</p>
<p>Entonces no existen ni los ateos ni los teístas, sino los que queremos ver al mundo sin la ayuda de ilusiones y esperanzas intrascendentales y los que toman la opción de seguir encerrados en un velo de creencia y fe cegadora.</p>
<blockquote><p>Nota:</p>
<p>Este texto es una expresión de una idea, y no constituye prédica alguna, me disculpo de antemano con quien lo pueda hallar insultante, esa no es la intención. Este texto es estrictamente una expresión de la percepción personal que tengo de la palabra ateo y de lo que entraña conceptualmente cuando se la dice. No es en ningún momento una declaración aplicable a ninguna otra persona aún siendo esta atea.</p></blockquote>
<p>0p0::::</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Qué es el Deísmo?]]></title>
<link>http://lasteologias.wordpress.com/2009/05/04/%c2%bfque-es-el-deismo/</link>
<pubDate>Mon, 04 May 2009 20:39:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>pauloarieu</dc:creator>
<guid>http://lasteologias.wordpress.com/2009/05/04/%c2%bfque-es-el-deismo/</guid>
<description><![CDATA[  ¿Qué es el Deísmo? El Deísmo es la creencia en Dios creador del Universo y de sus procesos natural]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  ¿Qué es el Deísmo? El Deísmo es la creencia en Dios creador del Universo y de sus procesos natural]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comentarios a Orden y excepción de Carlos Eduardo Pérez Crespo (II)]]></title>
<link>http://geviert.wordpress.com/2009/04/20/comentarios-a-orden-y-excepcion-de-carlos-eduardo-perez-crespo-ii/</link>
<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 15:27:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>geviert</dc:creator>
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<description><![CDATA[Anarquía, orden, localización: Comentarios a Orden y Excepción en la teoría política Schmitt analiza]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Anarquía, orden, localización: Comentarios a Orden y Excepción en la teoría política Schmitt analiza]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Es Occidente cristiano?]]></title>
<link>http://homohominilupus.wordpress.com/2009/04/15/%c2%bfes-occidente-cristiano/</link>
<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 21:24:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>condottiero</dc:creator>
<guid>http://homohominilupus.wordpress.com/2009/04/15/%c2%bfes-occidente-cristiano/</guid>
<description><![CDATA[Video: El peor discurso HASTA AHORA que ha dado Barack Obama Hace algunos días el Presidente de los ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Na6XWpBVCwg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Na6XWpBVCwg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;">Video: El peor discurso HASTA AHORA que ha dado Barack Obama</p>
<p>Hace algunos días el Presidente de los Estados Unidos dijo que su país no era cristiano.  Muchos ni lo razonaron (al igual que él), pero ese fue un error técnico garrafal.  ¿Por qué?  Porque el que Estados Unidos sea un país laico (cada vez lo es menos) no implica que su sociedad e historia no haya sido <strong>completamente </strong>influenciada por el pensamiento filosófico judeocristiano.</p>
<p>Muchos, como recordó el profesor Glenn Cox hace algunos días, suelen pensar que el pensamiento filosófico de Occidentes surgió en Grecia y continuó en su largo camino narrativo hacia Roma, la Europa medieval y&#8230;  Sin embargo, muchas de las bases de organización sociopolítica de Occidente se establecieron a través de las tradiciones hebreicas.</p>
<p>Peor que ser ignorante es atreverse a negar la historia y emplear estrategias historicistas para engañar a las masas.  Estos temas, por chiquitos e insignificantes que parezcan son muy importantes; muchos de los avances y <strong>grandes males </strong>que Occidente debe aún superar fueron heredados de estas tradiciones.  El Islam está amenazando las puertas e instituciones de Occidente como nunca antes lo había hecho (quizás desde la batalla victoriosa de Carlos Martel); si no nos preparamos y estudiamos es muy probable que en esta ocasión seamos derrotados y <strong>entregados </strong>por nuestros <span style="text-decoration:line-through;">líderes </span>en bandejas de oro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CONOCER AL DIOS NO CONOCIDO]]></title>
<link>http://lasteologias.wordpress.com/2009/03/18/conocer-al-dios-no-conocido/</link>
<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 15:40:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>pauloarieu</dc:creator>
<guid>http://lasteologias.wordpress.com/2009/03/18/conocer-al-dios-no-conocido/</guid>
<description><![CDATA[CONOCER AL DIOS NO CONOCIDO Cuando el apóstol Pablo visitó Atenas, el centro del mundo de la cultura]]></description>
<content:encoded><![CDATA[CONOCER AL DIOS NO CONOCIDO Cuando el apóstol Pablo visitó Atenas, el centro del mundo de la cultura]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Ateismo]]></title>
<link>http://icsamy.wordpress.com/2009/02/24/o-ateismo/</link>
<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 15:18:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>icsouza</dc:creator>
<guid>http://icsamy.wordpress.com/2009/02/24/o-ateismo/</guid>
<description><![CDATA[O ateísmo ou ateía, num sentido lato, refere-se à descrença em qualquer deus, deuses ou entidades di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;   &#60;![endif]--><br />
<span lang="FR">O <strong>ateísmo</strong> ou <strong>ateía</strong>, num sentido lato, refere-se à descrença em qualquer </span><a title="Deus" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deus"><span lang="FR">deus</span></a><span lang="FR">, deuses ou entidades </span><a title="Divindade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Divindade"><span lang="FR">divinas</span></a><span lang="FR">. Os ateus podem, contudo, incluir-se em várias modalidades de pensamento, sendo o pensamento ateísta dividido em duas categorias específicas: o </span><a title="Ateísmo cético" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ate%C3%ADsmo_c%C3%A9tico"><span lang="FR">ateísmo fraco</span></a><span lang="FR"> e o </span><a title="Ateísmo forte" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ate%C3%ADsmo_forte"><span lang="FR">ateísmo forte</span></a><span lang="FR">.</span></p>
<p>Alguns autores defendem um uso mais restrito do termo, reservando-o apenas para determinados grupos. Assim, não poderiam ser englobados na categoria dos ateus todas as pessoas indecisas quanto a qualquer crença religiosa, o que excluiria do conceito e sua definição aqueles que são designados como <em>ateus fracos</em>. <span lang="FR">Contudo, é frequente, em discursos orientados por uma </span><a title="Religião" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%A3o"><span lang="FR">religião</span></a><span lang="FR"> e </span><a title="Cultura" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cultura"><span lang="FR">cultura</span></a><span lang="FR"> específicas, que se considere como ateu todo aquele que não partilhe as mesmas crenças religiosas. Por exemplo, era freqüente que os antigos </span><a title="Roma Antiga" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Roma_Antiga"><span lang="FR">romanos</span></a><span lang="FR"> acusassem os antigos cristãos de ateísmo, justificando assim a sua </span><a title="Perseguição" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Persegui%C3%A7%C3%A3o"><span lang="FR">perseguição</span></a><span lang="FR">. Os textos cristãos, por seu lado, usavam o mesmo termo para classificar os seus perseguidores. Este tipo de discurso ainda é frequente actualmente.</span></p>
<table class="MsoNormalTable" border="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="padding:.75pt;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;" lang="FR"> </span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><a name="Etimologia"></a><span class="mw-headline">Etimologia</span></h2>
<p>O termo &#8220;ateu&#8221; é formado pelo prefixo <a title="Língua grega" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_grega">grego</a> <em>a</em>-, significando &#8220;ausência&#8221; e o radical &#8220;teu&#8221;, derivado do grego <em>theós</em>, significando &#8220;deus&#8221;. O significado literal do termo é, então: &#8220;sem deus&#8221;.</p>
<p><em><a title="Teísmo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Te%C3%ADsmo">Teísmo</a></em> é a crença em algum deus, assim, a ausência da crença será o <em>ateísmo</em> (ausência de teísmo).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Ist. Lussu - A.S. 2008/2009 - Etiamsi daremus non esse deum]]></title>
<link>http://luca1710.wordpress.com/2009/02/21/etiamsi-daremus/</link>
<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 05:01:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>luca1710</dc:creator>
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<description><![CDATA[  Riprendendo il titolo della celebre frase di Ugo Grozio (&#8220;anche se concedessimo che Dio non ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  Riprendendo il titolo della celebre frase di Ugo Grozio (&#8220;anche se concedessimo che Dio non ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Qualcuno mi può aiutare?]]></title>
<link>http://fabristol.wordpress.com/2009/01/21/qualcuno-mi-puo-aiutare/</link>
<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 21:44:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>fabristol</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nei giorni scorsi si è parlato molto del giuramento di Obama davanti a milioni di persone a Washingt]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-690" title="16_lincoln_1" src="http://fabristol.wordpress.com/files/2009/01/16_lincoln_1.jpg" alt="16_lincoln_1" width="210" height="252" />Nei giorni scorsi si è parlato molto del giuramento di Obama davanti a milioni di persone a Washington. Quando ho letto <a href="http://www.repubblica.it/2009/01/sezioni/esteri/obama-insediamento-2/stille-dio-barack/stille-dio-barack.html">questo articolo</a> di Stille sono rimasto un po&#8217; interdetto. Si dice che Obama ha giurato sulla Bibbia di Lincoln, e fin qui va bene. Poi però si fa riferimento alla religione e ai continui riferimenti di Lincoln e Jefferson a dio e alla religione come fossero alla base della costituzione americana. A me a scuola mi hanno insegnato che <strong>Lincoln non era credente</strong>, che <strong>Jefferson era un deista</strong>, che i <strong>padri fondatori degli Stati Uniti erano per lo più massoni, deisti o atei</strong> e che nella <strong>Costituzione Americana non vi è alcun riferimento ad alcun dio [1]</strong>.</p>
<p>Poi ora in rete gira questa frase ma non so se sia autentica:</p>
<p><em><span><span style="font-size:x-small;">&#8220;The Bible is not my book nor Christianity my profession. I could never give assent to the long, complicated statements of Christian dogma.&#8221;</span></span></em></p>
<p>Se qeusta frase è vera (e per questo voglio chiedere se qualcuno ne sa qualcosa), non è buffo che 44 presidenti degli Stati Uniti abbiano giurato su un libro appartenuto ad una persona che lo aveva rifiutato?</p>
<p><em><span><span style="font-size:x-small;">[1] Solo una volta in una data si parla del &#8220;</span></span>Seventeenth Day of September in the Year of our Lord [...]&#8220;, ma era d&#8217;uso indicare le date con la frase &#8220;anno del Signore&#8221;.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Voltaire e la storia]]></title>
<link>http://profarmando.wordpress.com/2009/01/21/voltaire-e-la-storia/</link>
<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 20:50:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>profarmando</dc:creator>
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<description><![CDATA[In questo breve appunto trovate Voltaire ed il suo lavoro da storico e non solo. Il problema della t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>In questo breve appunto trovate Voltaire ed il suo lavoro da storico e non solo. Il problema della tolleranza e dell&#8217;impegno.<br />
<a href="http://profarmando.wordpress.com/files/2009/01/aforismi-voltaire1.doc">aforismi-voltaire1</a></p>
<p><a href="http://profarmando.wordpress.com/files/2009/01/voltaire-e-la-storia1.doc">voltaire-e-la-storia1</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Si, soy deista !]]></title>
<link>http://terremotoenelmar.wordpress.com/2009/01/10/si-soy-deista/</link>
<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 16:18:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>serfabiano</dc:creator>
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<description><![CDATA[Seguro que si a mas de uno le digo que mi religión es el deismo pensaría que por ser poco conocida e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Seguro que si a mas de uno le digo que mi religión es el deismo pensaría que por ser poco conocida es una de esas en la que te comen la cabeza y te hacen pagar para que sigas esa &#8216;religión&#8217;, pero no se acercarían en absoluto, me explico.</p>
<p>En el deísmo no hay dogmas, ni oraciones, ni templos, ni sacerdotes deístas, ni milagros, ni reliquias, ni santos, por no haber, no hay ni una iglesia deísta. El deismo es, simplemente, intentar entender a Dios utilizando la ciencia. Se tiene un pensamiento general de que la ciencia y la religión hacen lo mismo de forma diferente: ambas intentan explicar el universo, mientras que una lo hace mediante la razón y pruebas científicas y la otra mediante la fe y los dogmas. Por eso las religiones son tan criticadas por la gente que, erroneamente, relaciona ateismo=ciencia, pero desde el punto de vista de los religiosos, la religion aporta respuestas metafisicas (es decir, que la física no puede responder).</p>
<p>En cambio, para la mayoría de los deístas, Dios creó el universo utilizando la ciencia, para luego no intervenir en él. Por eso no se producen diariamente sucesos nuevos e inexplicables, sino que el universo se guía mediante las normas que Dios fijó en su momento. Por ello, el deista intenta entender a Dios racionalmente y, como no hay una versión básica e inmutable de él (ya que se consideraría un dogma) cada deísta tiene su propia opinión sobre Dios, sin ser considerada ninguna como herejía. Así pues, el deísta no tiene ningun problema es escuchar pruebas de la no existencia de Dios, siempre que estén basadas en la razón (no hay que olvidar que decir &#8216;dios no existe&#8217; es un dogma). Por ello, el deísmo es la religión de la tolerancia y la racionalidad.</p>
<p>Y, por si a alguien le interesa, decir que el deísmo surgió en la época de la ilustración a partir de cristianos ilustrados que no estaban de acuerdo con los dogmas cristianos, siendo los deístas mas famosos Rousseau, Voltaire, Benjamin Franklin, Thomas Jefferson y George Washintong.</p>
<p>Espero que lo hayais encontrado interesante. Un saludo ;D</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Eu sou agnóstico, ateu e deísta]]></title>
<link>http://letrasdespidas.wordpress.com/2009/01/08/eu-sou-agnostico-ateu-e-deista/</link>
<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 01:29:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Adriano Senkevics</dc:creator>
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<description><![CDATA[Refletindo sobre o que penso de Deus, concluo que sou um agnóstico tendendo ao ateísmo, simpatizante]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Refletindo sobre o que penso de Deus, concluo que sou um agnóstico tendendo ao ateísmo, simpatizante do deísmo. Vou explicar por partes:</p>
<p>Sou <strong>agnóstico</strong> porque a existência de Deus é indiferente a mim. Não recorro a Ele, não frequento Igreja, não rezo, não sinto necessidade de crer. Também não sofro as mágoas de ser um “descrente”. No entanto, respeito quem tem religião e não me alinho aos que pretendem extermina-la.</p>
<p>Gosto quando carinhosamente me dizem <em>“fique com Deus”</em>, porque sei que está associado a coisas boas. Reconheço a importância que a religião tem como um aspecto cultural, na história e no dia-a-dia, principalmente no âmbito pessoal (a satisfação espiritual do indivíduo). Mas sou defensor do estado laico, e a religião para por aí, sem ditar regras sociais e/ou políticas.</p>
<p>Tendo ao <strong>ateísmo</strong> porque não acredito no Deus bíblico, no criacionismo, no destino, no céu/inferno, nem na figura personalizada divina. Minha laicicidade me impede de ver positivas as regras que os livros sagrados impõem sobre alimentação e casamento, por exemplo.</p>
<p>Sou adepto da expressão <em>“a existência precede a essência”</em> (que configura o existencialismo) e não creio que um Deus preveja a essência do homem, do qual seríamos parte. Acredito no livre-arbítrio, na liberdade de construir sua própria identidade baseada nos seus próprios valores.</p>
<p><img src="http://letrasdespidas.wordpress.com/files/2009/01/relaxado1.jpg" alt="Relaxado" title="Relaxado" width="400" height="266" class="aligncenter size-full wp-image-839" /></p>
<p>Simpatizo o <strong>deísmo </strong>porque a ideia de pensar num Deus à sua maneira, livre de juízos morais religiosos, te dá a liberdade de chamar de Deus o que você quiser. Posso ver Deus nos estímulos às pessoas que praticam boas ações, posso ver Deus na sensação de que as pessoas falecidas estão vivas dentro de nós.</p>
<p>Parece paradoxo ser esse misto de visões diferentes? Depende do sentido que se atribui a Deus. <strong>Como agnóstico, falo do sentimento de Deus na minha vida pessoal; como ateu, falo de Deus como a figura das crenças tradicionais; como deísta, falo da nomeação de Deus a coisas nas quais a matéria se faz ausente (embora eu mais simpatize do que seja de fato)</strong>. </p>
<p>Deve ser por isso que me comporto, às vezes, como um agnóstico daqueles bem “tanto fez, tanto faz”, ou como um ateu do tipo “nem vem com Bíblia”. Sobre isso, não mais o que dizer. Finalizando como Cândido na obra de Voltaire, o importante é “cuidar do nosso jardim”.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Deísmo]]></title>
<link>http://teologar.wordpress.com/2008/11/09/deismo/</link>
<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 20:54:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>xdiehunter</dc:creator>
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<description><![CDATA[Vem do latim deus, &#8220;deus&#8221;. Os socianos introduziram o termo no século VI. Porém veio a s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:10pt;color:navy;font-family:Arial;">Vem do latim deus, &#8220;deus&#8221;. Os socianos introduziram o termo no século VI. Porém veio a ser aplicado a um movimento dos séculos XVII e XVIII, que enfatizava que o conhecimento sobre questões religiosas e espirituais vem através da razão, e não através da revelação, que sempre aparece como suspeita e como instrumento de fanáticos e de pessoas de estabilidade mental questionável. Vendo-se nisto a característica principal do deísmo, conhecimento através da razão e não sobrenatural. A isso podemos chamar de religião natural comum a todos, era uma garantia de uma convivência pacífica, que surge como um reflexo do iluminismo no campo religioso.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Conceito de Religião ]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2008/10/21/conceito-de-religiao/</link>
<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 17:00:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
<guid>http://grupopapeando.wordpress.com/2008/10/21/conceito-de-religiao/</guid>
<description><![CDATA[Dentro do que se define como religião pode-se encontrar muitas crenças e filosofias diferentes. As d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="blogsubject" style="line-height:14.4pt;text-align:center;margin:auto 0;" align="center"><strong><span style="font-size:9pt;color:black;font-family:Verdana;"><img class="aligncenter size-full wp-image-136" title="religiao" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2008/12/religiao.jpg" alt="religiao" width="500" height="375" /></span></strong></p>
<p style="line-height:14.4pt;text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;color:black;font-family:Verdana;">Dentro do que se define como <em>religião</em> pode-se encontrar muitas crenças e filosofias diferentes. As diversas religiões do mundo são de fato muito diferentes entre si. Porém ainda assim é possível estabelecer uma característica em comum entre todas elas. É fato que toda religião possui um sistema de crenças no sobrenatural, geralmente envolvendo divindades ou deuses. As religiões costumam também possuir relatos sobre a origem do <a title="Universo" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL1VuaXZlcnNv">Universo</a>, da <a title="Terra" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL1RlcnJh">Terra</a> e do <a title="Homem" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL0hvbWVt">Homem</a>, e o que acontece após a <a title="Morte" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL01vcnRl">morte</a>. A maior parte crê na <a title="Vida após a morte" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL1ZpZGFfYXAlQzMlQjNzX2FfbW9ydGU=">vida após a morte</a>.</span></p>
<p style="line-height:14.4pt;text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;color:black;font-family:Verdana;">A religião não é apenas um fenômeno individual, mas também um fenômeno social. A igreja, o <em>povo escolhido</em> (o povo judeu), o partido comunista,são exemplos de doutrinas que exigem não só uma fé individual, mas também adesão a um certo grupo social. Atentem, por exemplo, às perseguições do <a title="Partido Comunista Chinês" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL1BhcnRpZG9fQ29tdW5pc3RhX0NoaW4lQzMlQUFz">Partido Comunista Chinês</a> à seita <a title="Falun Gong" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL0ZhbHVuX0dvbmc=">Falun Gong</a>. O Partido Comunista Chinês entende que a religião não seja necessária a sociedade chinesa.</span></p>
<p style="line-height:14.4pt;text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;color:black;font-family:Verdana;">A idéia de <strong>religião</strong> com muita frequência contempla a existência de seres superiores que teriam influência ou poder de determinação no destino humano. Esses seres são principalmente deuses, que ficam no topo de um sistema que pode <a title="Incluir" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lrdGlvbmFyeS5vcmcvd2lraS9wdDpJbmNsdWly">incluir</a> várias categorias: anjos, demônios, elementais, semideuses, etc.</span></p>
<p style="line-height:14.4pt;text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;color:black;font-family:Verdana;">Outras definições mais amplas de religião dispensam a idéia de divindades e focalizam os papéis de desenvolvimento de valores morais, códigos de conduta e senso cooperativo em uma comunidade.</span></p>
<p style="line-height:14.4pt;text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;color:black;font-family:Verdana;"><a title="Ateismo" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL0F0ZSVDMyVBRHNtbw==">Ateísmo</a> é a negação da existência de qualquer tipo de deus e da veracidade de qualquer religião teísta. <a title="Agnosticismo" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL0Fnbm9zdGljaXNtbw==">Agnosticismo</a> é a dúvida sobre a existência de deus e sobre a veracidade de qualquer religião teísta, por falta de provas favoráveis ou contrárias. <a title="Deismo" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL0RlJUMzJUFEc21v">Deísmo</a> é a crença num deus que só pode ser conhecido através da razão, e não da fé e revelação.</span></p>
<p style="line-height:14.4pt;text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;color:black;font-family:Verdana;">Algumas religiões não consideram deidades, e podem ser consideradas como ateístas (apesar do ateísmo não ser uma religião, ele pode ser uma <em>característica</em> de uma religião). É o caso do <a title="Budismo" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL0J1ZGlzbW8=">budismo</a>, do <a title="Confucionismo" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL0NvbmZ1Y2lvbmlzbW8=">confucionismo</a> e do <a title="Taoismo" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL1RhbyVDMyVBRHNtbw==">taoísmo</a>. Recentemente surgiram movimentos especificamente voltados para uma prática religiosa (ou similar) da parte de deístas, agnósticos e ateus &#8211; como exemplo podem ser citados o <a title="Humanismo Laico" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL0h1bWFuaXNtb19MYWljbw==">Humanismo Laico</a> e o Unitário-Universalismo.Outros criarão sistemas filosóficos alternativos como August Comte fundador da <a title="Religião da Humanidade" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL1JlbGlnaSVDMyVBM29fZGFfSHVtYW5pZGFkZQ==">Religião da Humanidade</a>.</span></p>
<p style="line-height:14.4pt;text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;color:black;font-family:Verdana;">As religiões que afirmam a existência de <a title="Deus" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL0RldXM=">deuses</a> podem ser classificadas em dois tipos: monoteísta ou politeísta. As religiões monoteístas(<a title="Monoteismo" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL01vbm90ZSVDMyVBRHNtbw==">monoteísmo</a>)admitem somente a existência de um único deus, um ser supremo. As religiões politeístas (<a title="Politeismo" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL1BvbGl0ZSVDMyVBRHNtbw==">politeísmo</a>) admitem a existência de mais de um deus.</span></p>
<p style="line-height:14.4pt;text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;color:black;font-family:Verdana;">Atualmente, as religiões monoteístas são dominantes no mundo: <a title="Judaismo" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL0p1ZGElQzMlQURzbW8=">judaísmo</a>,<a title="Cristianismo" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL0NyaXN0aWFuaXNtbw=="> cristianismo</a> e  <a title="Islão" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL0lzbCVDMyVBM28=">Islã </a>juntos agregam mais da metade dos seres humanos e quase a totalidade do mundo ocidental. A <a title="Fé Bahá" href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL0YlQzMlQTlfQmFoJUMzJUExJTI3JUMzJUFE">Fé Bahá&#8217;í</a> é uma religião monoteísta.</span></p>
<p style="line-height:14.4pt;text-align:right;"><strong><span style="font-size:9pt;color:black;font-family:Verdana;">Fonte: <a href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vcHQud2lraXBlZGlhLm9yZy93aWtpL1JlbGlnaSVDMyVBM28=" target="_self">Wikipedia</a></span></strong></p>
<p><!--  blogger's current book/movie/music/games  --></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El deísmo]]></title>
<link>http://contradiccions.wordpress.com/2008/10/03/el-deismo/</link>
<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 00:39:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>ferran</dc:creator>
<guid>http://contradiccions.wordpress.com/2008/10/03/el-deismo/</guid>
<description><![CDATA[El deísta cree en Dios, pero se encuentra fuertemente insatisfecho con las religiones y se plantea c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El deísta cree en Dios, pero se encuentra fuertemente insatisfecho con las religiones y se plantea c]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Il Deismo come religione liberale]]></title>
<link>http://residenclave.wordpress.com/2008/06/16/il-deismo-come-religione-liberale/</link>
<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 15:40:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>j1nz0</dc:creator>
<guid>http://residenclave.wordpress.com/2008/06/16/il-deismo-come-religione-liberale/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;The God who gave us life, gave us liberty at the same time.&#8221; &#8211; Thomas Jefferson L]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>&#8220;<strong>The God who gave us life, gave us liberty at the same time.&#8221;</strong> &#8211; Thomas Jefferson</em></p>
<p><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ee/AncientOfDays.jpg/421px-AncientOfDays.jpg" alt="" width="251" height="399" />Le teorie neurobiologiche della coscienza, tra tutte quella di Damasio, descrivono la mente umana in termini prettamente neurali, elencando una serie di causi neuropsicologici che dimostrano come lesioni al livello di determinate aree cerebrali siano associate alla disgregazione della mente. Ad essere precisi, Damasio pone tre livelli di coscienza, il <em>protoself</em>, la coscienza nucleare e quella estesa, facendole corrispondere ciascuna a determinati <em>pathway</em> di attivazione nervosa, a fenomeni di comunicazione e rientro tra strutture neurali differenti, le quali, una volte soggette a lesioni selettive, possono causare la scomparsa dei vari tipi di coscienza, o, addirittura, di singoli aspetti di esse, lasciando integro il resto. Eppure, nonostante la teoria di Damasio sia encomiabile, ebbene, essa non riesce a risolvere un enorme problema riguardante la coscienza umana: quello dell&#8217;esperienza soggettiva, quello dei <em>qualia</em>. I <em>qualia</em> non sono passibili di analisi scientifica: per quanto ci si possa sforzare, le neuroscienze non hanno gli strumenti adatti ad indagare l&#8217;essenza dei qualia. Eppure essi esistono, non lo si può negare: con la ragione arriviamo chiaramente a determinarne l&#8217;esistenza. Ma cosa essi esattamente siano, non lo sappiamo e forse non lo sapremo mai. </p>
<p>Tuttavia nella storia della filosofia si è tentato più volte di negare l&#8217;esistenza di enti simili, enti la cui esistenza può essere affermata dalla ragione, ma che non possono essere analizzati, perchè vanno oltre i confini dell&#8217;uomo. Nel famoso verso di Wittgenstein:</p>
<p><em>&#8220;Di quello di cui non si può parlare meglio tacere&#8221;</em></p>
<p>si può cogliere esattamente il senso del mio discorso. Determinato &#8220;ciò di cui non si può parlare&#8221;, dobbiamo necessariamente anche tacere? O peggio: determinato ciò di cui non si può parlare, esso di colpo sparisce dalla sfera dell&#8217;esistente? In termini oggettivisti se ci pensate dovrebbe essere così: dove la ragione non può accedere c&#8217;è la non-esistenza, ma questo ragionamento, semplicemente, non regge. E&#8217; fondato sulla dichiarazione della non-esistenza di un ente da parte dell&#8217;uomo. Ci sediamo a tavolino e decidiamo di risolvere un problema ontologico facendo regredire un ente individuato dalla logica allo status di &#8220;nulla&#8221;, per un mero discorso di convenienza; e sui <em>qualia</em> molti filosofi della mente hanno adottato proprio questa strategia: hanno affermato che non esistono. </p>
<p>Naturalmente, come per i <em>qualia</em>, il ragionamento è estendibile anche a Dio. L&#8217;esistenza di Dio è deducibile razionalmente mediante il celebre discorso dell&#8217;orologiaio e dell&#8217;orologio. Se esiste questa realtà, questa dimensione, questo tempo, ecc&#8230; Vuol dire che qualcuno l&#8217;ha prodotta, cioè ha prodotto lo spazio in cui la materia esiste, nonchè la materia stessa. Per carità, magari Dio è proprio lo spazio, la materia, gli atomi, il tempo e aveva ragione Giordano Bruno, ma senza ombra di dubbio il problema dell&#8217;esistenza del reale presuppone che noi identifichiamo una causa, a meno di voler dire &#8220;non si sa&#8221; e quindi scartare volontariamente anche questo dilemma. Che cosa sia Dio, al contrario, è realmente al di fuori della ragione, ma non per questo la soluzione del problema consiste nel negare la sua esistenza.</p>
<p>Poichè dunque ritengo che il liberalismo si fondi sulla ragione, penso che un approccio liberale non possa che includere il riconoscimento dell&#8217;esistenza di Dio. Non una divinità rivelata, come nel Cristianesimo, ma una divinità desunta a partire dalla ragione stessa. Se Locke e Jefferson erano <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Deist">deisti </a>e attacavano papisti da una parte ed <strong>ATEI</strong> dall&#8217;altra, un motivo ci sarà.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[MIRACOLI E DEISTI]]></title>
<link>http://isilenti.wordpress.com/2008/04/10/miracoli-e-deisti/</link>
<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 23:46:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>ildemiurgus</dc:creator>
<guid>http://isilenti.wordpress.com/2008/04/10/miracoli-e-deisti/</guid>
<description><![CDATA[Rispondo con un post ad una domanda sorta qua: http://isilenti.wordpress.com/2008/04/10/la-sorte-esi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Rispondo con un post ad una domanda sorta qua:</p>
<p><a href="http://isilenti.wordpress.com/2008/04/10/la-sorte-esite-bialetti-docet/#comments">http://isilenti.wordpress.com/2008/04/10/la-sorte-esite-bialetti-docet/#comments</a> </p>
<p><strong><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ee/AncientOfDays.jpg/250px-AncientOfDays.jpg" alt="The Ancient of Days (1794)" width="250" height="356" /></strong></p>
<p><strong>MIRACOLO</strong> (da &#8220;<em>miraculum</em>&#8221; cosa meravigliosa)<br />
è un evento <em>non spiegabile</em> ed attribuito ad un intervento soprannaturale o divino,<br />
durante il quale le leggi naturali appaiono <em>sospese</em>&#8230;</p>
<p>Davanti ai video postati dal nostro Cainos, singolari e unici senza dubbio, </p>
<p><strong>Non</strong> vedo <em>sospensioni delle leggi naturali</em> o eventi <em>non</em> <em>spiegabili</em>:</p>
<p>vedo <em>fenomeni</em>, che potevano procedere anche in altro modo&#8230;</p>
<p>Credere ai miracoli significa credere all&#8217;<strong>incoerenza divina</strong>,</p>
<p>ad un dio che <em>altera le proprie leggi in favore o in sfavore di prescelti&#8230;</em></p>
<p>Credere ad un dio che fa favoritismi è credere in un dio-antropomorfo, scorretto, ipocrita e bizzarro&#8230;</p>
<p>L&#8217;unico Dio che concepisco è più simile ad un supersistema operativo infallibile,<br />
perfetto, imparziale, meraviglioso e straordinario! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  E che non si impalla MAI! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Chiamatemi deista</strong>, chiamatemi con tutte le etichette che i pregidizi suggeriscono, ma i religiosi che sfruttano la credulità popolare, spacciando miracoli come pusher incalliti, mi fanno rabbrividire&#8230;</p>
<p>Resta il fatto che a <em>Cyberpunk2020</em>, questi tizi hanno <strong>Fortuna:10</strong> stampato sulla scheda! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Están desapareciendo los ateos?]]></title>
<link>http://sujetosalaroca.org/2007/11/06/estan-desapareciendo-los-ateos/</link>
<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 13:42:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
<guid>http://sujetosalaroca.org/2007/11/06/estan-desapareciendo-los-ateos/</guid>
<description><![CDATA[Anthony Flew, un prominente filósofo inglés y conocido ateo, acaba de publicar un libro llamado ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/5/5c/Antony_Flew_headshot.jpg/200px-Antony_Flew_headshot.jpg" align="left" height="233" hspace="20" width="200" />Anthony Flew, un prominente filósofo inglés y conocido ateo, acaba de publicar un libro llamado &#8220;<span class="sans"><a href="http://astore.amazon.com/sujetalaroca-20/105-4188757-5397221" target="_blank"><em>There Is a God: How the World&#8217;s Most Notorious Atheist Changed His Mind</em></a>&#8220;,en el cual analiza las razones del porque debe existir Dios.</span></p>
<p>Muchos cristianos están alegres de escuchar estas noticias, pero lo importante es analizar lo que en realidad  piensa el autor.</p>
<p>La revista <a href="http://www.christianitytoday.com/ct/2005/april/29.80.html" target="_blank"><em>Christianity Today</em></a> publicó un artículo en junio acerca de este hombre y sus nuevas &#8220;creencias&#8221;. La verdad es que Flew es un deista de la mismas creencias que Thomas Jefferson y Albert Einstein. En que se basan estos deistas? Cúal es su manera de pensar de Dios? Veamos lo que dice Flew en una discusión con Gary Habermas, teólogo y filósofo de Liberty University,<!--more--></p>
<p><img src="http://thumb14.webshots.net/t/69/69/1/67/78/2487167780102047374ZQsCMn_th.jpg" align="left" height="47" width="52" /> Sí, absolutamente correcto. Lo que los deistas como Jefferson quien escribió la Declaración de la Independencia de Estados Unidos, creían era que, aunque la Razón, principlamente en la forma de argumentos a favor del Diseño, asegura que hay un Dios, no hay cabida para creer en una revelación sobrenatural de Dios, o de alguna transacción entre Dios y los seres humanos.&#8221;</p>
<p>Pueden leer la discusión  completa entre Flewy Habermas <a href="http://epsociety.org/library/articles.asp?pid=33" target="_blank"><font color="#ff6600">aquí</font></a>. Ahora, la pregunta es la siguiente: Es suficiente creer en un dios creador del universo para ser salvo?, o es necesario creer en Yavhé (YWHW), el Dios soberano, todo poderoso, que es uno sólo en esencia pero tres personas, el Padre, el Hijo, y el Espíritu Santo, lleno de Santidad y a quien nosotros los hombres hemos desechado, mas Él en su infinita gracia ha enviado a Su Hijo para morir por nosotros?</p>
<p>La verdad es que no es suficiente creer en que existe un dios. Es necesario creer en el Dios de la Biblia y tener fe en Él para ser salvo. Así que Flew y su libro no debe impresionar a nadie.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">sujetosalaroca</font>.com</strong><br />
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