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	<title>dependencia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/dependencia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "dependencia"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 14:45:43 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Ecos]]></title>
<link>http://deforma.wordpress.com/2009/12/19/ecos/</link>
<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 21:28:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>deforma</dc:creator>
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<description><![CDATA[Chamem do que quiserem: equivalência,interação,relação,ecos,comunicação,dependência. Esta é a parte ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Chamem do que quiserem:<br />
equivalência,interação,relação,ecos,comunicação,dependência.<br />
Esta é a parte mais difícil do jogo,é aonde ter algo só por si,isolado,em módulo,não serve de nada.É o conceito que de nada serve,que morre dentro de si mesmo por não se poluir com a diversidade que há por ai fora.<br />
É a utopia irreal e o uma teoria estudadada para o fracasso.<br />
Depende-se sempre de algo externo nas nossas vidas,e há uma fina linha entre ser totalmente influenciado pelo externo e entre criar as suas ideologias de uma forma mais pessoal,muito embora estas mesmas ideologias sempre tenhm um quê de influencia exterior.<br />
Mas o problema mesmo reside quando as temos,e sabemos que elas são possíveis,mas não há correspondência.Ou até há,por um determinado periodo de tempo,mas é incompleta e acaba por frustar.<br />
Ou então quando se sabe que poderia haver uma interação que fosse proveitosa,mas como se depende de fatores externos,a outra parte nem sempre está aberta,no mesmo espaço de tempo,à mesma percepção.Ou simplesmente é ideologia de uma parte só,e ai acaba por tornar-se fantasia&#8230;pode ser tanta coisa,e pode-se fazer tanta coisa,mesmo algumas que ás vezes não compensam e não são muito éticas.<br />
E volta-se á estaca zero&#8230;ao eco sem resposta.Ao eco que não existe a não ser com o meu significado.</p>
<p><img src="http://img691.imageshack.us/img691/9444/12785179.jpg" alt="" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Dependência Tecnológica]]></title>
<link>http://go2business.wordpress.com/2009/12/18/dependencia-tecnologica/</link>
<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 00:13:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gustavo Murgel</dc:creator>
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<description><![CDATA[Acabo de chegar em casa, durante uma tremenda chuva que cai na cidade, e tenho uma linda notícia ao ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Acabo de chegar em casa, durante uma tremenda chuva que cai na cidade, e tenho uma linda notícia ao adentrar minha casa, estou com apenas uma fase da energia funcionando. Ufa! Pensei de início. No escuro não fiquei, mas fiquei no escuro por televisão e internet não funcionar. O que fazer neste momento em que &#8220;nada&#8221; funciona, mesmo sem ser apenas televisão e internet que não funcione, posso considerar que nada funciona, pois a minha vida, e a de todos, gira, praticamente, em torno deles.<br />
Pois bem, tal fato me recorda de outro acontecido recentemente. Há mais ou menos duas semanas, o pessoal do IT da empresa em que trabalho nos informou por email que iriam substituir os servidores que usamos por uns maiores, com mais capacidade de armazenamento, até aí beleza, ótimo poderemos usufruir mais das coisas. Mas um detalhe fez com que todo mundo olhasse mais atentamente ao email, o Notes (programa da IBM de correio eletrônico) e as pastas da rede não iriam funcionar. Como assim o Notes não vai funcionar? Me perguntei. A vida de todas as pessoas que trabalham em empresas gira uns 80% (numero apenas ilustrativo para demonstrar que grande parte das pessoas utilizam) em torno do Notes, ou outro programa de email. E se o Notes não iria funcionar, logo não teria como trabalhar, pois todo o meu trabalho se concentra em troca de emails, envio e recebimento a cada minuto do tempo de trabalho. Isso fez com que nós nos perguntássemos, &#8220;e quando não existia email, e muito menos internet?&#8221;. Tentamos encontrar uma resposta para isso, para poder matar esse tempo em que ficaria ocioso, mas infelizmente, não achei a resposta. A única resposta que achei, foi que estamos a cada dia mais dependentes da Tecnologia e menos dependentes de nós mesmo. Hoje, se nós não podemos ir a empresa, podemos acessar nosso email de trabalho e toda nossa pasta através de acesso remoto, em casa. Nosso trabalho não depende mais propriamente de nós, seres humanos, mas da máquina da tecnologia. Nós que movimentamos essa máquina, mas ela pode ser movimentada de qualquer lugar, seja da mesa do escritório, do carro, da sala de reuniões ou até mesmo do banheiro.</p>
<p>Agora eu paro e me pergunto, e se um dia, tudo resolver parar, como ficaria? &#8230; Ainda bem que eu ainda gosto de empinar pipa!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Patronal y Administración apuestan por revisar la financiación sin que se sustente en un incremento de impuestos]]></title>
<link>http://jopeta.wordpress.com/2009/12/01/patronal-y-administracion-apuestan-por-revisar-la-financiacion-sin-que-se-sustente-en-un-incremento-de-impuestos/</link>
<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 09:21:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>jagf</dc:creator>
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<description><![CDATA[La consellera de Bienestar Social, Angélica Such; y el presidente de la Patronal autonómica de la De]]></description>
<content:encoded><![CDATA[La consellera de Bienestar Social, Angélica Such; y el presidente de la Patronal autonómica de la De]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Los centros y servicios para dependientes de Aerte cubren ya el 83% del territorio de la Comunidad Valenciana]]></title>
<link>http://jopeta.wordpress.com/2009/11/30/los-centros-y-servicios-para-dependientes-de-aerte-cubren-ya-el-83-del-territorio-de-la-comunidad-valenciana/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 06:42:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>jagf</dc:creator>
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<description><![CDATA[Los centros y servicios para dependientes de las empresas vinculadas a la patronal autonómica de la ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Los centros y servicios para dependientes de las empresas vinculadas a la patronal autonómica de la ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Cuatro de cada cinco de los profesionales que trabajan en la asistencia de personas dependientes en la Comunidad Valenciana son mujeres]]></title>
<link>http://jopeta.wordpress.com/2009/11/29/cuatro-de-cada-cinco-de-los-profesionales-que-trabajan-en-la-asistencia-de-personas-dependientes-en-la-comunidad-valenciana-son-mujeres/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 16:31:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>jagf</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cuatro de cada cinco de los profesionales que trabajan en residencias, centros de día o servicios vi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Cuatro de cada cinco de los profesionales que trabajan en residencias, centros de día o servicios vi]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Programa piloto de “mejora continua” de la calidad en las residencias de Extremadura]]></title>
<link>http://oscarcf.wordpress.com/2009/11/28/programa-piloto-de-%e2%80%9cmejora-continua%e2%80%9d-de-la-calidad-en-las-residencias-de-extremadura/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 16:12:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>oscarcf</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fte: jubilo y SEPAD La consejería de Sanidad de la Junta de Extremadura y Servicio Extremeño de prom]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fte: jubilo y SEPAD</p>
<p><img class="alignleft" title="sepad" src="http://www.futuex.es/images/logos/sepad.jpg" alt="sepad" width="113" height="60" />La consejería de Sanidad de la  Junta de Extremadura y Servicio Extremeño de promoción de la    Autonomía y Atención a la Dependencia (<a href="http://www.juntaex.es/consejerias/sanidad-dependencia/nsepad/index-ides-idweb.html">SEPAD</a>) ponen en marcha un proyecto con el objetivo de la MEJORA CONTINUA de la calidad en las residencias..</p>
<p>Se han elegido una serie de indicadores de calidad en la atención residencial que en una fase inicial, fase piloto, se van a implantar en 25 residencias extremeñas, tanto públicas como privadas.</p>
<p>En la elección y diseño de estos indicadores han intervenido profesionales y directivos de las residencias, técnicos del servicio de calidad sanitaria y sociosanitaria, técnicos del SEPAD, personas usuarias de las residencias y familiares alcanzando un consenso de la mayoría de los actores en la intervención residencial.</p>
<p>Pasada la experiencia piloto se valorará la consistencia de estos indicadores y se aplicaran las modificaciones que se estimen oportunas dentro de los ámbitos de la asistencia, a organización y la gestión de centros residenciales.</p>
<p>En todo caso este sistema, de momento, es complementario a proceso de acreditación que ya siguen la totalidad de las residencias, en una de las respuestas de la implantación de la Ley de Dependencia.</p>
<p>Una filosofía necesaria en la búsqueda de de la mejora continuada, camino el de la mejora en el que nunca deberíamos parar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hablemos]]></title>
<link>http://drogouniversia.wordpress.com/2009/11/28/hablemos/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 12:59:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>drogouniversia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Me apunté no hace mucho a un curso de formación de mediadores para las drogodependencias, y la final]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Me apunté no hace mucho a un curso de formación de mediadores para las drogodependencias, y la finalidad no es el ir por ahí pregonando &#8220;¡No toméis ninguna droga!!&#8221; porque es obvio que tenemos drogas, como el alcohol, arraigadas en nuestra cultura, y no es malo tomarse una cerveza de vez en cuando, o un vasito de vino a la hora de comer. Lo que nosotros queremos fomentar es un consumo responsable, porque cuando llega la dependencia de la sustancia, ya no es un uso por placer o entretenimiento, sino que causa malestar el no tomarlas.</p>
<p>Vimos en este curso que la gente en general piensa que las drogas se pueden dejar cuando uno quiera, pero es que ante esto hay que decir que cada persona es un mundo! que hay personas más susceptibles que otras para hacerse dependiente, y que no se puede caer en el error de decir &#8220;como fulanito pudo dejarlo cuando quiso seguro que yo también&#8221;, porque ninguno sabemos de antemano cuán resistentes somos antes de caer en la dependencia.</p>
<p>Ante todo, lo que hay que tener es educación e información, porque yo personalmente lo que creo es que la gente piensa que &#8220;las drogas son peligrosas&#8221; porque es lo que todo el mundo dice, o las campañas publicitarias&#8230;pero no porque sepan realmente el peligro que entrañan. Que uno de los mayores peligros no es más que el hecho de que se vayan asentando en nuestra vida, nuestra mente, nuestro cuerpo&#8230; tan poco a poco que no nos demos ni cuenta, y cuando abrimos los ojos, ya es tarde, ya tenemos el problema.</p>
<p>Pero antes esto yo me pregunto&#8230;¿la información llega relamente a donde tiene que llegar? es decir, a los grupos sociales más proclives a consumir droga, o ¿tienen todos los padres una educación sobre esto que transmitir a sus hijos? No sirve de nada una campaña sobre los efectos, por ejemplo, de la marihuana si un niño ve cada dia a sus padres fumándola y ve que &#8220;no les pasa nada&#8221;, al contrario, &#8220;están tranquilísimos&#8221;&#8230;</p>
<p>Y <a href="mailto:vosotr@s">vosotr@s</a>, ¿qué opinais?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Te invitamos a conocer nuestros antiguos trabajos:]]></title>
<link>http://framichale2.wordpress.com/2009/11/27/te-invitamos-a-conocer-nuestros-antiguos-trabajos/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:35:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>EChahuanKim</dc:creator>
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<description><![CDATA[A lo largo de este curso, se nos pidió realizar diversas actividades. Cada uno de ellos tocaba un as]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A lo largo de este curso, se nos pidió realizar diversas actividades. Cada uno de ellos tocaba un as]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Las personas mayores representarán casi el 20% de la población española en la próxima década.]]></title>
<link>http://oscarcf.wordpress.com/2009/11/26/las-personas-mayores-representaran-casi-el-20-de-la-poblacion-espanola-en-la-proxima-decada/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 13:24:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>oscarcf</dc:creator>
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<description><![CDATA[Las personas mayores representarán casi el 20% de la población española en la próxima década. La esp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Las personas mayores representarán casi el 20% de la población española en la próxima década.</p>
<p>La esperanza de vida al nacer se incrementará casi dos años en los varones y 1,6 años en las mujeres. Por su parte, el número de defunciones anuales crecerá moderadamente en los próximos años, hasta situarse en torno a los 427 mil en 2018, de acuerdo con las previsiones establecidas por el Instituto Nacional de Estadística (<a href="http://www.ine.es/">INE</a>).</p>
<p>Por otro lado, el envejecimiento de la población será el segmento que más va a aumentar en los próximos diez años. Los mayores de 64 (<strong>habrá 1,29 millones más</strong>), que pasarán de representar el 16,6 por ciento a superar el 19 por ciento en 2019.</p>
<p>La esperanza de vida continuará creciendo, más para los hombres -casi dos años- que para las mujeres, que con 1,6 años más llegarán a los 85 años, es el fenómeno denominado “el envejecimiento del envejecimiento”.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pais e filhos fumam maconha juntos]]></title>
<link>http://paulopes.wordpress.com/2009/11/23/pais-e-filhos-fumam-maconha-juntos/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 17:26:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>paulopes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Um jornal publicou casos de pais e filhos que fumam maconha juntos e se dão bem. Uma psicóloga diz s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://paulopes.wordpress.com/files/2009/11/paimaconheiro.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-603" title="paimaconheiro" src="http://paulopes.wordpress.com/files/2009/11/paimaconheiro.jpg?w=300" alt="" width="300" height="213" /></a></p>
<p>Um jornal publicou casos de pais e filhos que fumam maconha juntos e se dão bem. Uma psicóloga diz ser contra porque tal comportamento enfraquece a figura do pai. Saiba mais em  <a href="http://e-paulopes.blogspot.com/2009/11/pais-e-filhos-fumam-maconha-juntos-numa.html">http://e-paulopes.blogspot.com/2009/11/pais-e-filhos-fumam-maconha-juntos-numa.html</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Llei de la Dependència]]></title>
<link>http://santjoandespi.wordpress.com/2009/11/22/la-llei-de-la-dependencia/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 19:34:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>eembuena</dc:creator>
<guid>http://santjoandespi.wordpress.com/2009/11/22/la-llei-de-la-dependencia/</guid>
<description><![CDATA[La LAPAD (Llei de l&#8217;Autonomia Personal i Atenció a la Dependència) és un fet històric, una peç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>La LAPAD (Llei de l&#8217;Autonomia Personal i Atenció a la Dependència) és un fet històric, una peça clau per a la prestació social a Espanya. Realment, aquesta llei, malgrat algunes coses que no contempla, és la base del quart pilar del benestar, d&#8217;això no hi ha cap dubte; però, quan es va aprovar es van generar moltes expectatives i ara ens preguntem:  Per què no està sent el què la gent esperava?. Jo avui intentaré dir algunes coses, perquè la resposta a aquesta pregunta té moltes vessants.</p>
<p>- És una llei jove, que des del principi ja es va dir que no hi hauria una total implementació fins el 2015, i això abans de la crisi econòmica. Clar, tampoc se li pot demanar el mateix que a l&#8217;Educació o a la Seguretat Social quan fa anys i panys que estan funcionant com a serveis universals i tot i així encara tenen els seus forats.</p>
<p>- A Catalunya, la seva aplicació s&#8217;ha recolzat en el Serveis Socials Municipals existents. Uns serveis generalment dèbils, amb poques estructures, que han hagut de fer front a tot un col·lectiu de noves persones usuàries. Agreujant-se la situació amb l&#8217;increment considerable de casos en el temps de crisi actual.</p>
<p>- La Generalitat tampoc tenia les estructures consolidades per poder fer front a les demandes, amb la qual cosa el temps d&#8217;espera entre la sol·licitud i la valoració és extremadament llarg. Posteriorment, després d&#8217;haver-se realitzat el PIA (Pla Individual d&#8217;Atenció), torna a haver una altre període d&#8217;espera fins a rebre la prestació. Total, la gent està esperant entre 10 mesos i un any.</p>
<p>- Hi ha queixes en les valoracions. Els barems no valoren prou bé les malalties mentals i la discapacitat psíquica i aquest és un problema que la Carme Garcia, diputada d&#8217;ICV al Congrés de Madrid quan es va aprovar la Llei, ja denunciava.</p>
<p>- Quan s&#8217;elabora el PIA, hi ha un predomini de sol·licituds per a la cura informal sobre la formal; és a dir, la gent prefereix que li donin diners i seguir tenint cura de la persona depenent dins de la família, abans que li ofereixin el servei de cura extern (SAD). Això fa que no es generi ocupació, que les persones depenents poden estar en algun cas no tan ben ateses i que les dones, tradicionalment les cuidadores, segueixin havent d&#8217;assumir aquest paper.</p>
<p>- Quan en el PIA s&#8217;ofereix el servei de Centre de Dia hi ha una dificultat afegida, que és el Transport Adaptat que no queda contemplat. En el cas de Sant Joan, donat que som una població inferior a 50.000 habitants, aquest servei l&#8217;hem de tramitar a través del Consell Comarcal i de les rutes que estan preestablertes, la qual cosa fa que no sempre poguem donar resposta a totes les demandes.</p>
<p>Bé, aquí han sortit moltes coses. Sobretot, per aquelles persones que no estan gaire avesades al tema de la dependència, tot això que poso deu ser força complicat; a més, cadascun dels apartats tindria tema per estona, així que un altre dia parlaré del trasport adaptat, o del (SAD) Servei d&#8217;Atenció Domiciliària, o del finançament, que aquest és un altre os dur de rossegar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿NECESITA USTED UNA MULETA?]]></title>
<link>http://freddysolano.wordpress.com/2009/11/22/%c2%bfnecesita-usted-una-muleta/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 03:41:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>freddysolano</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quien alguna vez tuvo que utilizar muletas sabe que no es lo más divertido del mundo. Sin embargo, h]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_E2NZu1Tw8IA/SwQI8aQ1JII/AAAAAAAAANg/MY6V5BxteH8/s1600/DROGAS.jpg"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_E2NZu1Tw8IA/SwQI8aQ1JII/AAAAAAAAANg/MY6V5BxteH8/s320/DROGAS.jpg" border="0" alt="" /></a></div>
<p>Quien alguna vez tuvo que utilizar muletas sabe que no es lo más divertido del mundo. Sin embargo, hoy son muchos los que por diferentes razones se valen de “muletas mentales” para hacer frente a las dificultades y tensiones de la vida. Algunas de ellas pueden ser:</p>
<p>1.- <strong>El alcohol y las drogas.</strong> El abuso de las bebidas alcohólicas y las drogas ha alcanzado proporciones increíbles. En su caso personal, ¿necesita un trago para darse impulso en las mañana, antes de empezar a trabajar o antes de regresar a su casa? ¿Teme no poder tener la misma creatividad o que su personalidad pierda fuerza si no usa un poco de cocaína? ¿Es adicto a la nicotina? ¿Depende demasiado de las drogas que se consiguen con receta médica o las que se venden en cualquier farmacia?</p>
<p>2.- <strong>La comida.</strong> Los expertos han descubierto que para ciertas personas la comida representa lo mismo que la bebida para un alcohólico: la ingieren para sentirse cómodos, para sentirse valientes y con muchos otros fines equivocados que no tienen nada que ver con el uso natural de la comida como sustento de la vida.</p>
<p>3.- <strong>El sexo pervertido.</strong> La sexualidad – creada por Dios como suprema expresión de amor entre esposo y esposa – ha sido pervertida por el ser humano y transformada en una obsesión fornicaria. Los vendedores de pornografía (la cual los niños pueden ver en cualquier kiosco de revistas o en la TV) saben que su material es consumido por aquellos que no saben controlar su mente y se dejan invadir por lo obsceno.</p>
<p>4.- <strong>Los caprichos de la moda</strong>. La presión social y la publicidad convierten a mucha gente en esclavos de los caprichos de la moda. Ésta les dicta la manera de vestir, la forma de peinarse, la música que deben escuchar y otras tantas novedades que se convierten en “muletas” de la personalidad. Estas personas creen que si no están con lo último de la moda, ya no serán populares o atractivas.</p>
<p>5.- <strong>La gente.</strong> Hay personas que utilizan a los demás como muletas para que las sostengan en la vida. ¡Cuántos padres les impiden a sus hijos que se desarrollen y vivan como seres independientes! Estos padres se aferran a sus hijos como a una muleta.</p>
<p>6.- <strong>La religión.</strong> Hay enseñanzas falsas, supersticiones, ritos y costumbres religiosas que impiden a millones de personas el desarrollo completo de su potencial de vida. Esta religiosidad vacía puede también convertirse en una muleta mental que le perjudica. Jesús dijo: “He venido para que tengan vida, y para que la tengan en abundancia” (Juan 10.10). ¿A qué creencias falsas se estará usted aferrando desesperadamente, como a una muleta, que le impide disfrutar de una vida abundante?</p>
<p>El mismo Jesús dijo que la verdad nos haría libres, que nos libraría de la dependencia y del estorbo de las muletas mentales y emocionales. Jesús es la verdad y quiere involucrarse en su vida para darle paz, equilibrio, paciencia, salud, en fin para que la vida valga la pena ser vivida. ¡Con Jesús usted no necesitará más “muletas”!</p>
<p><em><strong>Recuerde enfrente la vida con todo!</strong></em><br />
Pastor Freddy Solano<br />
<a href="http://www.elimvirginia.com/">http://www.elimvirginia.com/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dependência de tecnologia]]></title>
<link>http://otecnomundo.wordpress.com/2009/11/21/dependencia-de-tecnologia/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 21:24:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>otecnomundo</dc:creator>
<guid>http://otecnomundo.wordpress.com/2009/11/21/dependencia-de-tecnologia/</guid>
<description><![CDATA[Por Aline Rodrigues Os vícios mais comuns entre as pessoas são em café, cigarro, drogas e álcool, ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong><span style="text-decoration:underline;">Por Aline Rodrigues</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://otecnomundo.wordpress.com/files/2009/11/tecnologia12.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-420" title="tecnologia1" src="http://otecnomundo.wordpress.com/files/2009/11/tecnologia12.jpg?w=150" alt="" width="150" height="132" /></a>Os vícios mais comuns entre as pessoas são em café, cigarro, drogas e álcool, mas existe um menos conhecido e estudado, o vício em tecnologia. Os <a href="http://www.meionorte.com/noticias,paises-ja-fazem-tratamento-em-viciados-em-internet,77106.html" target="_blank">viciados em tecnologia</a> podem estar na sua família, na roda de amigos ou conhecidos e são denominados geeks, termo que designa os aficionados por tecnologia. As pessoas não percebem, mas com o tempo, <span style="background-color:#ffffff;">ficam dependentes de tecnologia. Estão sempre com um celular, GPS, Mps (3,4,5,6,7,8,&#8230;) enquanto se deslocam pela cidade, isso quando não levam seus notebooks, tão fáceis de transportar pelo tamanho reduzido e leveza. Eles trocam de aprelho assim que um mais atual chega ao mercado, mesmo que o aparelho deles esteja novinho em folha. Os usuários que não conseguem ficar longe da internet também podem ser considerados viciados. É uma dependência como outra qualquer. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="background-color:#ffffff;">Em entrevista para o <a href="http://www.terra.com.br/istoe/" target="_blank">IstoÉ Online</a>, o psicoterapeuta Aderbal Vieira Jr. alerta: “Se esse consumo se tornar abusivo, com prejuízos financeiros, familiares, sociais ou profissionais, teremos então um distúrbio psíquico”. Na sua avaliação, a terapia psicodinâmica seria o tratamento mais indicado para a tecnodependência. Uma pesquisa rápida feita no site de relacionamentos <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=5034727" target="_blank">Orkut</a> mostra uma comunidade descrita como Viciados em tecnologia com 19.649 membros. Os tópicos são em sua maioria sobre dicas de produtos e softwares. O Jornal da Record fez uma reportagem especial sobre o assunto. Assista <a href="http://videos.r7.com/compulsao-por-objetos-eletronicos-pode-virar-dependencia-/idmedia/2471784721f2868cbdfb68f07773c39d.html" target="_blank">aqui</a>.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trechos do livro "Por que Amamos", de Helen Fisher]]></title>
<link>http://ziario.wordpress.com/2009/11/21/trechos-do-livro-por-que-amamos-de-helen-fisher/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 16:51:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Iara</dc:creator>
<guid>http://ziario.wordpress.com/2009/11/21/trechos-do-livro-por-que-amamos-de-helen-fisher/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Que êxtase impetuoso&#8221;: apaixonar-se   &#8220;O mundo, para mim, e tudo que ele abarca É]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="color:#000000;">&#8220;Que êxtase impetuoso&#8221;: apaixonar-se</span></strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong> </strong><br />
&#8220;O mundo, para mim, e tudo que ele abarca<br />
É cercado por teus braços; para mim ali jaz,<br />
Nas luzes e sombras de teus olhos,<br />
A única beleza que jamais envelhece.&#8221;<br />
James Weldon Johnson<br />
&#8220;A beleza que jamais envelhece&#8221;</span></p>
<p><span style="color:#000000;">&#8220;O fogo atravessa meu corpo — a dor de amar a ti. A dor atravessa meu corpo com as chamas de meu amor por ti. A enfermidade ronda meu corpo com meu amor por ti. A dor como de uma pústula prestes a se romper com meu amor por ti. Consumido pelo fogo de meu amor por ti. Lembro-me do que disseste a mim. Estou pensando em teu amor por mim. Eu me dilacero por teu amor por mim. Dor e mais dor. Para onde vais com meu amor? Disseram-me que ias partir. Disseram-me que me deixarias aqui. Meu corpo está entorpecido de pesar. Lembra-te do que eu disse, meu amor. Adeus, meu amor, adeus.&#8221;</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Assim falou um índio kwakiutl do sul do Alasca em seu poema arrebatador, transcrito da língua nativa em 1896.<br />
Quantos homens e mulheres amaram-se em todas as épocas que antecederam a mim e a você? Quantos de seus sonhos foram realizados; quantas de suas paixões desperdiçadas? Com freqüência, quando caminho ou me sento para meditar, maravilho-me com todos os casos de amor que este planeta absorveu. Felizmente, homens e mulheres de todo o mundo nos deixaram muitas provas de sua vida romântica.<br />
De Uruk, um sumério antigo, chegam poemas em tábuas cuneiformes que saúdam a paixão de Inanna, rainha da Suméria, por Dumuzi, um pastor. &#8220;Meu amado, o deleite de meus olhos&#8221;, lamenta Inanna para ele mais de quatro mil anos atrás.<br />
Os textos védicos e outros textos indianos, os mais antigos datando de 1000 e de 700 a.C., falam de Shiva, o mítico Senhor do Universo, que se apaixonou por Sati, uma jovem indiana. O deus reflete que &#8220;viu Sati e a si mesmo no pináculo de uma montanha/ enlaçados em amor&#8221;.<br />
Para alguns, a felicidade jamais chegaria. Assim foi para Qays, filho de um chefe tribal na antiga Arábia. Uma lenda árabe, datando do século VII d.C., diz que Qays era um rapaz bonito e brilhante — até conhecer Laila, que significa &#8220;noite&#8221;, devido a seus cabelos pretos como azeviche. Qays ficou tão inebriado que um dia saltou de sua carteira escolar para correr pelas ruas gritando o nome dela. Desde então ele ficou conhecido como Majnun, ou louco. Logo Majnun começou a vagar pelas areias do deserto, morando em cavernas com os animais, cantando versos a sua amada, enquanto Laila, enclausurada na tenda do pai, escapulia à noite para atirar bilhetes de amor ao vento. Um transeunte solidário levaria estes apelos ao jovem poeta desgrenhado e seminu. Sua paixão mútua por fim levaria à guerra entre as duas tribos — e à morte dos amantes. Só o que restou foi esta lenda.<br />
Meilan também sobreviveu à própria morte. Na fábula chinesa do século XII d.C. &#8220;A Deusa de Jade&#8221;, Meilan era a filha mimada de 15 anos de um alto funcionário de Kaifeng — até se apaixonar por Chang Po, um rapaz vivaz com dedos longos e finos e um dom para entalhar o jade. &#8220;Desde que céu e terra foram criados, você foi feita para mim e eu fui feito para você e não a deixarei partir&#8221;, declarou Chang Po a Meilan certa manhã no jardim da família dela. Mas estes amantes eram de classes diferentes na rígida hierarquia social da China. Desesperados, eles fugiram — e logo foram encontrados. Ele escapou. Ela foi enterrada viva no jardim do pai. Mas a história de Meilan ainda assombra a alma de muitos chineses.<br />
Romeu e Julieta, Páris e Helena, Orfeu e Eurídice, Abelardo e Heloísa, Tróilo e Créssida, Tristão e Isolda: milhares de poemas, canções e histórias românticas atravessaram séculos, vindos da Europa ancestral, bem como do Oriente Médio, do Japão, China, Índia e de cada sociedade que deixou registros escritos.<br />
Mesmo quando não possuem documentos escritos, os povos deixaram evidências de sua paixão. Na verdade, em um levantamento de 166 culturas variadas, antropólogos encontraram provas do amor romântico em 147, quase 90% delas. Nas 19 sociedades restantes, os cientistas simplesmente não conseguiram examinar este aspecto da vida das pessoas. Mas da Sibéria ao interior da Austrália e à Amazônia, as pessoas cantavam canções, compunham poemas de amor e contavam mitos e lendas do amor romântico. Muitas fazem a magia do amor — levando amuletos e encantamentos ou servindo condimentos ou preparados para estimular o ardor romântico. <strong>Alguns matam os amantes. Outros se matam. Muitos adoecem de uma tristeza tão profunda que mal podem comer ou dormir.</strong><br />
A partir da leitura de poemas, canções e histórias de povos de todo o mundo, passei a acreditar que a capacidade para o amor romântico está firmemente entrelaçada no tecido do cérebro humano. <strong>O amor romântico é uma experiência humana universal.</strong><br />
<strong>O que é este sentimento volátil, com freqüência incontrolável, que se apodera da mente, trazendo alegria em um momento e desespero no outro?</strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong> </strong><br />
<strong>O estudo do amor</strong><br />
&#8220;Oh, diga-me a verdade sobre o amor&#8221;, exclamou o poeta W. H. Auden. Para entender o que realmente leva a esta profunda experiência humana, investiguei a literatura psicológica sobre o amor romântico, selecionando aquelas características, sintomas ou problemas físicos que foram repetidamente mencionados. Não é de surpreender que este poderoso sentimento seja um complexo de muitas características específicas.<br />
Depois, para me convencer de que estas características da paixão romântica são universais, eu as usei como a base para um questionário que planejei sobre o amor romântico. E com a assistência de Michelle Cristiani, na época aluna de pós-graduação na Universidade Rutgers, e da Dra. Mariko Hasagawa e do Dr. Toshikazu Hasagawa, da Universidade de Tóquio, distribuí este levantamento entre homens e mulheres na Universidade Rutgers, em Nova Jersey, e na Universidade de Tóquio.<br />
A pesquisa começava: &#8220;Este questionário trata de ‘estar amando’, as sensações de estar enfeitiçado, apaixonado, ou ter uma forte atração romântica por alguém.Se você não está atualmente ‘amando’ alguém, mas se sentiu muito apaixonado por alguém no passado, por favor responda às perguntas com esta pessoa em mente.&#8221; Os participantes eram depois indagados sobre várias questões demográficas, idade, situação financeira, religião, etnia, orientação sexual e estado civil. Também perguntei sobre seus casos de amor. Entre as perguntas: &#8220;Quanto tempo você ficou apaixonado?&#8221; &#8220;Qual o percentual diário, em média, que você pensa nesta pessoa?&#8221; E &#8220;Você às vezes se sente como se seus sentimentos estivessem fora de seu controle?&#8221;<br />
Depois vinha o corpo do questionário. Continha 54 afirmativas, como: &#8220;Tenho mais energia quando estou com ______.&#8221; &#8220;Meu coração dispara quando ouço a voz de _______ ao telefone.&#8221; E &#8220;Quando estou em aula/no trabalho, minha mente vagueia para _______.&#8221; Elaborei estas perguntas para que refletissem as características mais comumente associadas com o amor romântico. Os participantes tinham de indicar a que ponto concordavam com cada pergunta numa escala de sete pontos que ia de &#8220;discordo enfaticamente&#8221; a &#8220;concordo enfaticamente&#8221;. Um total de 437 americanos e 402 japoneses responderam ao questionário. Depois os estatísticos MacGregor Suzuki e Tony Oliva reuniram os dados e fizeram uma análise estatística.<br />
Os resultados foram assombrosos. Idade, gênero, orientação sexual, afiliação religiosa, grupo étnico: nenhuma destas variáveis humanas fizeram muita diferença nas respostas.<br />
Por exemplo, pessoas de diferentes grupos etários responderam, sem nenhuma diferença estatística significativa, a 82% das afirmativas. As pessoas com mais de 45 anos relataram estar tão apaixonadas quanto aquelas que tinham menos de 25 anos. Heterossexuais e homossexuais deram respostas semelhantes em 86% das questões. Em 87% das perguntas, os homens e mulheres americanos responderam praticamente da mesma forma: havia poucas diferenças de gênero. Americanos &#8220;brancos&#8221; e &#8220;outros&#8221; responderam similarmente em 82% das perguntas: a raça quase não tinha importância no ardor romântico. Católicos e protestantes não exibiram variação significativa em 89% das afirmativas: a afiliação a igrejas não tinha importância. E quando os grupos mostraram diferenças &#8220;estatisticamente significativas&#8221; em suas respostas, em geral um grupo era um pouco mais apaixonado do que o outro.<br />
As maiores diferenças estavam entre os americanos e os japoneses. Em mais de 43 questões onde mostraram variações estatísticas significativas, uma nacionalidade simplesmente expressou uma paixão romântica um pouco maior. E todas as 12 perguntas que mostravam diferenças drásticas pareciam ter explicações culturais óbvias. Por exemplo, somente 24% dos americanos concordaram com a afirmativa: &#8220;Quando estou falando com _____, com freqüência tenho medo de dizer alguma coisa errada&#8221;, enquanto colossais 65% de japoneses concordaram com esta declaração. Suspeito que esta variação específica tenha ocorrido porque os jovens japoneses em geral têm relações mais formais com o sexo oposto do que os americanos. Assim, considerando tudo, nestas duas sociedades muito diferentes, homens e mulheres eram muito semelhantes em seus sentimentos de paixão romântica.<br />
Amor romântico. Amor obsessivo. Amor apaixonado. Paixão. Chame como quiser, homens e mulheres de cada época e cultura foram &#8220;enfeitiçados, amolados e aturdidos&#8221; por este poder irresistível. Estar apaixonado é universal à humanidade; faz parte da natureza humana.<br />
Além disso, esta magia ataca a cada um de nós praticamente da mesma maneira.<br />
<strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>&#8220;Significado especial&#8221;</strong><br />
Uma das primeiras coisas que acontecem quando você se apaixona é que você vive uma mudança drástica na consciência: seu &#8220;objeto de amor&#8221; assume o que os psicólogos chamam de &#8220;significado especial&#8221;. <strong>Seu amado torna-se singular, único e sumamente importante.</strong> Como disse um enamorado, &#8220;Todo o meu mundo se transformou. Eu tinha um novo centro, e este centro era Marylin&#8221;. Romeu, de Shakespeare, expressou este sentimento mais sucintamente, dizendo de sua adorada:</span><span style="color:#000000;"><strong> &#8220;Julieta é o Sol&#8221;.<br />
</strong>Antes que o relacionamento se desenvolva para o amor romântico, você pode se sentir atraído por vários indivíduos diferentes, voltando sua atenção para um, depois para outro. Mas por fim você começa a concentrar a paixão em apenas um. Emily Dickinson chamou este mundo particular de </span><span style="color:#000000;"><strong>&#8220;o reino do você&#8221;.<br />
</strong>Este fenômeno está relacionado com a incapacidade humana de sentir paixão romântica por mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Em meu levantamento, 79% dos homens e 87% das mulheres disseram que não iriam a um encontro amoroso com outra pessoa se seu amado não estivesse disponível.<br />
<strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Atenção Concentrada</strong><br />
<strong>A pessoa possuída pelo amor concentra a atenção quase completamente no amado</strong>, com freqüência em detrimento de tudo e todos em torno dela, inclusive trabalho, família e amigos. Ortega y Gasset, o filósofo espanhol, chama isto de &#8220;um estado anormal de atenção que ocorre em um homem normal&#8221;. Esta atenção concentrada é um aspecto essencial do amor romântico.<br />
Homens e mulheres apaixonados também se concentram em todos os acontecimentos, canções, cartas e outras coisinhas que eles associaram com o amado. O tempo que parou no parque para mostrar a ela uma flor; a noite em que ela atirou limões para ele preparar as bebidas: para o possuído pelo amor, estes momentos casuais estão vivos. Setenta e três por cento dos homens e 85% das mulheres em meu levantamento lembraram-se de coisas banais que seu amado disse e fez. E 83% dos homens e 90% das mulheres reprisam estes episódios preciosos em sua mente enquanto refletem sobre seus amados.<br />
Bilhões de outros amantes provavelmente sentiram um surto de ternura quando pensaram nos momentos passados com um namorado. Um exemplo asiático tocante disto vem de um poema chinês do século IX, &#8220;A Esteira de Bambu&#8221;, de Yuan Chen. Chen angustiou-se: &#8220;Não suporto guardar/ a esteira de bambu:/ na noite em que te trouxe para casa,/ eu te vi desenrolá-la.&#8221; Para Chen, um objeto cotidiano tinha adquirido um poder icônico.<br />
O conto do século XII, Lancelot, de Chrétien de Troyes, ilustra este mesmo aspecto da paixão romântica. Neste épico, Lancelot encontra o pente da rainha Guinevere na estrada depois que ela e seu cortejo passam. Vários de seus cabelos dourados estão emaranhados nos dentes. Como escreveu de Troyes, &#8220;Ele começou a adorar os cabelos dela; mil vezes ele os tocou com os olhos, a boca, a testa e a face&#8221;.</span></p>
<p><strong><span style="color:#000000;"> </span></strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Engrandecendo o amado</strong><br />
<strong>O apaixonado também começa a superdimensionar, até a exagerar aspectos minúsculos do adorado.</strong> Se pressionados, quase todos os amantes podem relacionar as coisas de que não gostam em seu amor. Mas eles deixam estas percepções de lado ou se convencem de que <strong>os defeitos são únicos e encantadores.</strong> &#8220;Assim os amantes governam a causa de sua paixão/ para amar suas damas por suas falhas&#8221;, refletiu Molière. Concordo. <strong>Alguns chegam a adorar seus amados por seus defeitos.</strong><br />
E os amantes idolatram as qualidades positivas de seus amados, desprezando flagrantemente a realidade. É a vida através de lentes cor-de-rosa, o que os psicólogos chamam de &#8220;efeito da lente cor-de-rosa&#8221;. Virginia Woolf descreveu vividamente esta miopia ao dizer: &#8220;Mas o amor (&#8230;) é apenas uma ilusão. A história que alguém compõe mentalmente sobre outra pessoa. E sabe-se o tempo todo que não é verdade. É claro que se sabe; por que o eterno acalentar não destrói a ilusão&#8221;.<br />
Nossa amostra de americanos e japoneses certamente ilustra este efeito da lente cor-de-rosa. Cerca de 65% dos homens e 55% das mulheres no levantamento concordaram com a afirmativa: &#8220;______ tem alguns defeitos, mas eles não me incomodam de jeito nenhum&#8221; . E 64% dos homens e 61% das mulheres concordaram com a afirmativa: &#8220;Eu amo tudo em ______&#8221; .<br />
Como nos iludimos quando amamos. Chaucer estava certo: &#8220;O amor é cego.&#8221;</span></p>
<p><strong><span style="color:#000000;"> </span></strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>&#8220;Pensamento intrusivo&#8221;</strong><br />
<strong>Um dos principais sintomas do amor romântico é a meditação obsessiva sobre o amado.</strong> É conhecida pelos psicólogos como<strong> &#8220;pensamento intrusivo&#8221;. Você simplesmente não consegue tirar o amado da cabeça.</strong><br />
Exemplos de pensamento intrusivo abundam na literatura mundial. O poeta chinês do século IV, Tzu Yeh, escreveu: &#8220;Como posso não pensar em ti&#8230;&#8221;. Um poeta japonês do século VIII lamentou: &#8220;Meu desejo não tem tempo, embora cesse&#8221;. Giraut de Borneil, um trovador da França do século XII, cantou: &#8220;Por amar demais (&#8230;) Tão terrivelmente meus pensamentos me atormentam&#8221;. E o nativo maori da Nova Zelândia expressou seu sofrimento com estas palavras: &#8220;Deito-me acordado toda noite,/ Para o amor me pilhar em segredo.&#8221;<br />
Mas talvez o exemplo mais admirável de pensamento intrusivo venha da obra-prima medieval de Wolfram von Eschenbach, Parzival. Nesta história, Parzival estava a meio galope em seu corcel quando viu três gotas de sangue na neve de inverno, vertido por um pato selvagem que tinha sido ferido por um falcão. Isto o recordou da tez carmim e alabastro de sua esposa, Condwiramurs. Petrificado, Parzival senta-se em contemplação, congelado em seus estribos. &#8220;E assim ele refletiu, perdido em pensamentos, até que seus sentidos/ desertaram-no. O poderoso amor o fez escravo.&#8221;<br />
Infelizmente, Parzival segurava sua lança erguida — um sinal cavalheiresco de desafio. Logo depois, cavaleiros que estavam acampados em uma campina próxima com o rei Artur perceberam e galoparam para um combate com ele. Foi somente quando os seguidores de Parzival colocaram um cachecol sobre as gotas de sangue que ele se sacudiu de seu transe de amor, abaixou a arma e evitou uma batalha mortal.<br />
Poderoso é o amor. Não é de surpreender que 79% dos homens e 78% das mulheres em meu levantamento tenham relatado que quando estão em aula ou no trabalho sua mente se volta continuamente para o amado. E 47% dos homens e 50% das mulheres concordaram que &#8220;Não importa por onde comece, minha mente sempre termina pensando em ______&#8221; . Outras pesquisas relatam descobertas semelhantes. Os participantes dizem que pensam em seu &#8220;objeto de amor&#8221; por mais de 85% das horas de vigília.<br />
Como Milton foi perspicaz em Paraíso perdido ao colocar Eva dizendo a Adão: &#8220;Contigo conversando, esqueço-me de todo o tempo&#8221;.<br />
</span></p>
<p><strong><span style="color:#000000;"> </span></strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Fervor Emocional</strong><br />
Dos 839 participantes americanos e japoneses de meu levantamento do amor romântico, 80% dos homens e 79% das mulheres concordaram com a declaração: &#8220;Quando tenho certeza de que _____ está apaixonado por mim, me sinto mais leve do que o ar&#8221;</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Nenhum aspecto isolado de &#8220;estar apaixonado&#8221; é tão familiar ao amante do que a torrente de emoções intensas que inundam sua mente.</strong> Alguns se tornam dolorosamente envergonhados ou desastrados quando na presença do amado. Alguns ficam pálidos. Alguns ruborizam. Alguns tremem. Outros gaguejam. Alguns suam. Alguns ficam com os joelhos frouxos, sentem-se tontos, ou têm &#8220;borboletas no estômago&#8221;. Outros relatam uma respiração acelerada. E muitos dizem sentir o coração em brasa.<br />
Catulo, o poeta romano, certamente foi arrebatado. Escrevendo para sua amada, ele disse: &#8220;Você me enlouquece./ Ver você, Minha Lésbia, tira-me o fôlego./ Minha língua congela, meu corpo/ enche-se de chamas&#8221;. Ono No Komachi, uma poetisa japonesa do século IX, escreveu: &#8220;Deito-me desperta, quente/ as chamas crescentes da paixão/ explodindo, inflamando meu coração&#8221;. A mulher do Cântico dos Cânticos, a carta de amor hebreu composta entre 900 e 300 a.C., lamentava: &#8220;Desfaleço de amor&#8221;. E o poeta americano Walt Whitman descreveu este turbilhão emocional perfeitamente, ao dizer: &#8220;Esta furiosa tempestade galopa por mim — tremo apaixonadamente&#8221;.<br />
Os amantes cavalgam um jaguar de contentamento tão veloz que muitos acham difícil comer ou dormir.<br />
<strong> </strong></span></p>
<p><strong><span style="color:#000000;"> </span></strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Energia Intensa</strong><br />
<strong>A perda de apetite e sono tem uma relação direta com outra das sensações esmagadoras do amor: uma enorme energia.</strong> Como disse a um antropólogo um jovem da ilha de Mangaia, no Pacífico Sul, quando pensava em sua amada ele &#8220;se sentia como se saltasse no céu!&#8221; Sessenta e quatro por cento dos homens e 68% das mulheres de nosso levantamento também relataram que o coração acelerava quando ouviam a voz do amado ao telefone. E 77% dos homens e 76% das mulheres disseram ter uma explosão de energia quando estavam com o amado.<br />
Bardos, menestréis, poetas, dramaturgos, romancistas: homens e mulheres cantaram por séculos esta <strong>química energizante</strong>, bem como a <strong>gagueira desconcertante e o nervosismo</strong>,<strong> o coração martelando e a falta de fôlego que podem acompanhar o amor romântico.</strong> Mas de todos os que discutiram este pandemônio físico e psíquico, ninguém foi tão ilustrativo como Andreas Capellanus, ou André Capelão, um erudito francês da década de 1180 que circulava nas altas rodas cortesãs e escreveu Tratado do amor cortês, um clássico literário de todos os tempos.<br />
Foi naquele século que surgiu a tradição do amor cortês na França. Este código prescrevia a conduta do amante em relação à amada. O amante era freqüentemente um trovador — um poeta muito culto, músico e cantor, com freqüência das fileiras da cavalaria. Em muitos casos sua amada era uma mulher casada com o senhor de uma família distinta da Europa. Estes trovadores compunham e depois cantavam versos muito românticos para idolatrar e lisonjear a senhora da casa.<br />
Todavia esperava-se que aqueles &#8220;romances&#8221; fossem castos — e observassem rigidamente os códigos complexos da conduta cavalheiresca. Assim, em seu livro, Capelão codificou as regras do amor cortês. Sem saber, ele também relacionou muitas das principais características do amor romântico, entre elas a <strong>turbulência interior do amante</strong>. Como ele expressou adequadamente, &#8220;ao ter um vislumbre súbito de sua amada, o coração do amante começa a palpitar&#8221;. &#8220;Todo amante regularmente empalidece na presença de sua amada.&#8221; E &#8220;Um homem atormentado pelo pensamento do amor come e dorme muito pouco&#8221;.<br />
O clérigo sofisticado também falou do pensamento intrusivo que vivem os amantes, declarando: &#8220;tudo o que um amante faz termina na idéia de sua amada&#8221;. E &#8220;Um verdadeiro amante está contínua e ininterruptamente obcecado pela imagem da amada&#8221;. Ele também reconheceu claramente que o amante concentra toda sua atenção em uma só pessoa quando ama, ao dizer: &#8220;Ninguém pode amar duas pessoas ao mesmo tempo&#8221;.<br />
Os aspectos fundamentais do amor romântico não mudaram em quase mil anos.<br />
<strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Oscilações de Humor: do êxtase ao desespero</strong><br />
&#8220;Ele deriva pela água azul/ sob a lua clara,/ pegando lírios brancos no Lago Sul./ Cada flor de lótus/ fala de amor/ até seu coração se despedaçar.&#8221; Para o poeta chinês do século VIII Li Po, o romance era doloroso.<br />
<strong>As sensações do amor vão às alturas e despencam.</strong> Se o amado inunda o amante de atenção, se ele liga regularmente, escreve<br />
e-mails afetuosos ou se une ao amante para uma tarde ou noitinha de comida e diversões, o mundo irradia. Mas se o adorado parece indiferente, aparece tarde ou sequer aparece, deixa de responder aos e-mails, telefonemas ou cartas, ou manda algum sinal negativo, o amante começa a se sentir desesperado. Apáticos, deprimidos, estes galanteadores ficam melancólicos até que consigam explicar satisfatoriamente seus atos, aliviar seus corações menosprezados e renovar a caça.<br />
<strong>A paixão romântica pode produzir uma variedade de mudanças estonteantes de humor que vão da exultação, quando o amor é retribuído, à ansiedade, desespero ou até raiva quando o ardor romântico é ignorado ou rejeitado.</strong> Como coloca o escritor suíço Henri Frederic Amiel, &#8220;Quanto mais um homem ama, mais ele sofre&#8221;. Os povos tâmeis do sul da Índia chegam a ter um nome para esta enfermidade. Eles chamam este estado de sofrimento amoroso de &#8220;mayakkam&#8221;, que significa intoxicação, tonteira e ilusão.<br />
Não chega a me surpreender que 72% dos homens e 77% das mulheres em meu levantamento discordem da afirmativa: &#8220;O comportamento de ______ não tem nenhum efeito sobre meu bem-estar emocional&#8221; . E 68% dos homens e 56% das mulheres apóiam a afirmativa: &#8220;Meu estado emocional depende de como _______ se sente em relação a mim&#8221;.</span></p>
<p><strong><span style="color:#000000;"> </span></strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>O Desejo de União Emocional</strong><br />
&#8220;Venha a mim em meus sonhos, e então/ De dia eu estarei novamente bem./ Pois assim a noite compensará/ o desejo desesperançado do dia&#8221;. Os amantes anseiam por união emocional com um amado, como sabia o poeta Matthew Arnold. Sem esta conexão com um amado, eles se sentem incompletos ou vazios, como se lhes faltasse uma parte essencial de si mesmos.<br />
Esta necessidade assoberbante de união emocional, tão característica do amante, é memoravelmente expressa em O banquete, o relato de Platão de um jantar em Atenas em 416 a.C. Nesta noite festiva, algumas das mentes mais brilhantes da Grécia clássica reuniram-se para jantar na casa de Agaton. Enquanto se reclinam em seus divãs, um convidado propõe que se divirtam com um tópico de discussão, apenas esportivamente: cada um deles deveria descrever e louvar o Deus do Amor.<br />
Todos concordaram. A flautista foi dispensada. Depois, um por um, eles usaram sua vez para louvar o Deus do Amor. Alguns consideraram esta figura sobrenatural a mais &#8220;antiga&#8221;, a mais &#8220;honrada&#8221; ou a menos &#8220;preconceituosa&#8221; de todos os deuses. Outros sustentaram que o Deus do Amor era &#8220;jovem&#8221;, &#8220;sensível&#8221;, &#8220;poderoso&#8221; ou &#8220;bom&#8221;. Mas não Sócrates. Ele começou sua homenagem contando o diálogo que teve com Diotima, a esposa sábia de Mantinea. Falando do Deus do Amor, ela disse a Sócrates: &#8220;Ele sempre vive em um estado de necessidade&#8221;.<br />
<strong>&#8220;Um estado de necessidade.&#8221;</strong> Talvez nenhuma expressão em toda a literatura tenha apreendido com tanta clareza a essência do amor romântico apaixonado: Necessidade. Em meu levantamento, 86% dos homens e 84% das mulheres concordaram com a afirmativa: &#8220;Eu espero de todo coração que _______ esteja tão atraído(a) por mim como estou por ele/ela&#8221;.<br />
Este desejo de se fundir com o amado permeia a literatura mundial. O poeta romano do século VI d.C. Paulo Silentiarius escreveu: &#8220;E ali repousam os amantes, os lábios selados/ delirantes, infinitamente sedentos,/ cada um deles esperando para entrar completamente no outro&#8221;.Yvor Winters, poeta americano do século XX, escreveu: &#8220;Possam nossos sucessores nos selar em uma só urna,/ Um só espírito nunca retorna&#8221;.E Milton expressou isto perfeitamente em Paraíso perdido quando Adão diz a Eva: &#8220;Nós somos um,/ Uma carne; perder-te é perder a mim mesmo&#8221;.<br />
O filósofo Robert Solomon acredita que este desejo intenso é a principal razão para o amante dizer &#8220;eu te amo&#8221;. Isto não é uma declaração do fato, mas um pedido de confirmação. O amante quer ouvir aquelas poderosas palavras, &#8220;eu também te amo&#8221;. Tão profunda é esta necessidade de união emocional com o amado que os psicólogos acreditam que <strong>o senso de identidade do amante se tolda.</strong> Como disse Freud, &#8220;A esta altura, o estado de ser no amor ameaça obliterar as fronteiras entre ego e objeto&#8221;.<br />
A romancista Joyce Carol Oates apreendeu vividamente esta sensação de jubilosa fusão quando escreveu: &#8220;Se eles se virarem de repente para nós, recuaremos/ a pele se arrepia úmida, sutilmente/ seremos rasgados em duas pessoas?&#8221;<br />
<strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>À procura de Pistas</strong><br />
<strong>Quando os amantes não sabem se seu amor é apreciado e retribuído, eles se tornam hipersensíveis aos sinais enviados pelo adorado.</strong> Como escreveu Robert Graves, &#8220;Ouvindo uma batida na porta, esperando por um sinal&#8221;. Em meu levantamento, 79% dos homens e 83% das mulheres relataram que quando se sentem fortemente atraídos por alguém, dissecam os atos do amado, procurando por pistas sobre seus sentimentos em relação a ele. E 62% dos homens e 51% das mulheres disseram que às vezes procuraram por significados alternativos para as palavras e gestos do amado.<br />
<strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Mudança de Prioridades</strong><br />
<strong>Muitos apaixonados também mudam o estilo do guarda-roupa, os maneirismos, os hábitos, às vezes até os valores para conquistar o ser amado.</strong> Um novo interesse por golfe, aulas de tango, colecionar antigüidades, um novo corte de cabelo, Mozart em vez de música country, até se mudar para uma nova cidade ou dar início a uma nova carreira: homens e mulheres fisgados pelo amor formam todo tipo de novos interesses, crenças e estilos de vida para agradar aos seus amados.<br />
O campeão do amor cortesão do século XII, André Capelão, resumiu este impulso escrevendo as palavras: &#8220;O amor não pode negar nada ao amor&#8221;. Enquanto um americano embriagado de amor coloca isso rudemente: &#8220;O que quer que ela gostasse, eu gostava&#8221;. Ele era um entre muitos. Setenta e nove por cento dos americanos e 70% das americanas em nosso levantamento concordaram com a afirmativa: &#8220;Gosto de manter minha programação em aberto para o caso de ______ estar livre e podermos nos ver&#8221;.<br />
Os amantes reorganizam a vida para acomodar o ser amado.<br />
</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Dependência Emocional</strong><br />
<strong>Os amantes também se tornam dependentes do relacionamento, muito dependentes</strong>. Como o Marco Antônio de Shakespeare declarou a Cleópatra, &#8220;Tinha eu o coração atado por fios a teu leme&#8221;. Um antigo poema hieroglífico egípcio descrevia a mesma dependência ao dizer: &#8220;Meu coração é um escravo/ se ela me abraça&#8221;. O trovador do século XII Arnaut Daniel escreveu: &#8220;Sou dela da cabeça aos pés&#8221;. Mas Keats foi o mais apaixonado, escrevendo: &#8220;Em silêncio, para ouvir teu terno respirar,/ E assim viver para sempre — ou desvanecer até a morte&#8221;.<br />
<strong>Como os amantes são tão dependentes de um amado, eles sofrem uma terrível &#8220;ansiedade de separação&#8221; quando não estão em contato.</strong> Um poema japonês, escrito no século X, padece deste desespero. &#8220;A manhãzinha cintila/ no brilho difuso/ da primeira luz. Sufocado de tristeza,/ Eu te ajudo com tuas roupas.&#8221;<br />
Os amantes são marionetes que balançam das cordas do coração do outro.<br />
<strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Empatia</strong><br />
<strong>Conseqüentemente, os amantes sentem uma enorme empatia pelo amado.</strong> Em meu levantamento, 64% dos homens e 76% das mulheres concordaram com a afirmativa: &#8220;Fico feliz quando _____ está feliz e triste quanto ele/ela está triste&#8221;.<br />
O poeta E. E. cummings escreveu encantadoramente sobre isso, dizendo: &#8220;ela ria sua alegria ela chorava sua tristeza&#8221;. <strong>Muitos amantes chegam a se dispor a se sacrificarem por seu amado</strong>. Talvez o sacrifício de Adão por Eva seja a oferta mais dramática de toda a literatura universal. Como Milton a descreveu, depois de descobrir que Eva havia comido da maçã proibida, Adão decide comer ele mesmo da maçã — o que ele sabe que levará à expulsão deles do Jardim do Éden e à morte. Adão diz: &#8220;pois contigo/ por certo minha resolução é morrer&#8221;.<br />
<strong></strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>A Adversidade </strong><br />
<strong>A adversidade com freqüência alimenta a chama.</strong> Chamo este curioso fenômeno de &#8220;frustração-atração&#8221;, mas é mais conhecido como &#8220;efeito Romeu e Julieta&#8221;. Os obstáculos sociais ou físicos acendem a paixão romântica. Permitem que a realidade seja descartada e que nos concentremos nas enormes qualidades do outro. Até as discussões ou rompimentos temporários podem ser estimulantes.<br />
Um dos exemplos mais divertidos da literatura de como a adversidade aumenta o romance é a peça de um ato de Tchekov, O urso. Neste drama, um proprietário de terras mal-humorado, Grigori Stepanovitch Smirnov, aparece na casa de uma jovem viúva para pegar um dinheiro que o marido morto devia a ele. A mulher se recusa a pagar um cópeque que seja. Ela está de luto, explica, e grita bruscamente para ele: &#8220;Não estou com espírito para me preocupar com questões monetárias&#8221;. Isto lança Smirnov num discurso contra todas as mulheres — chamando-as de hipócritas, falsas, cruéis e ilógicas. &#8220;Brrrr!&#8221;, ele diz com veemência, &#8220;Tremo de fúria&#8221;. A raiva dele incita a dela e eles começam a trocar insultos aos gritos. Logo ele apela para um duelo. Aflita para fazer um buraco na cabeça dele, a viúva pega as pistolas do marido morto e eles tomam posições.<br />
Mas à medida que o rancor cresce, aumenta também o respeito mútuo — e a atração. De repente Smirnov exclama: &#8220;Agora, isto é que é mulher! Eu bem vejo! Uma mulher de verdade! Não é uma choramingas, não é uma covarde, é um meteoro, um foguete, é uma arma de fogo! É uma vergonha ter de matá-la!&#8221; Um minuto depois ele declara um amor imortal e pede a ela que seja esposa dele. Quando os criados dela correm para a sala para defender sua senhora com machados, ancinhos e forcados, tropeçam nos amantes — empolgados num abraço louco.<br />
Esta estranha relação entre a adversidade e o ardor romântico é vital em todos os amantes das grandes lendas do mundo. Se incitados por dificuldades de um ou outro tipo, eles só se amam ainda mais.<br />
A história ocidental mais conhecida desse tipo, é claro, é a tragédia de Shakespeare Romeu e Julieta. Aqueles jovens amantes da Verona do século XVI são apanhados em uma disputa amarga entre duas poderosas famílias, os Montéquio e os Capuleto. Romeu é um Montéquio, Julieta uma Capuleto. Todavia Romeu se apaixona por Julieta no momento em que a vê em uma festa da família, exclamando: &#8220;Oh, ela ensina o archote a luzir!/ Conheceria meu coração até hoje o amor? Abjure-o, olhe!/ Nunca soube até esta noite o que era a beleza&#8221;. Julieta também sucumbe à flecha do Cupido. Quando Romeu parte do banquete, ela pergunta à ama: &#8220;Vai perguntar como se chama. Se for casado,/ Meu túmulo será meu leito nupcial&#8221;. A peça se desenrola numa série de obstáculos e confusões que só intensificam a paixão dos dois.<br />
Sessenta e cinco por cento dos homens e 73% das mulheres em meu levantamento concordaram com a afirmativa: &#8220;Eu nunca desisto de amar _____, mesmo quando as coisas ficam ruins&#8221; . E 75% dos homens e 77% das mulheres concordaram com a afirmativa: &#8220;Quando o relacionamento com _____ tem um contratempo, eu me esforço mais para que as coisas dêem certo&#8221;.<br />
Um dos resultados inesperados de meu levantamento quase certamente pode ser atribuído ao papel da adversidade no amor. Os participantes homossexuais, tanto homens como mulheres, relataram mais turbilhão emocional do que os heterossexuais. Estes indivíduos eram mais atormentados pela insônia, perda de apetite e o desejo de união emocional com um amado. Acho que este sofrimento físico ocorre, pelo menos em parte, devido aos obstáculos sociais que devem ser superados por muitos amantes homossexuais.<br />
Os que responderam a meu questionário enquanto pensavam num ex-amante também pareciam mais frágeis emocionalmente. Também eles tiveram dificuldades para comer e dormir. Ficavam mais tímidos e desajeitados perto de seu antigo amado. Sofriam mais de &#8220;pensamento intrusivo&#8221; e mais oscilações de humor. E com mais freqüência relataram ter um coração acelerado quando pensavam em sua antiga chama. Suspeito de que muitos destes participantes foram rejeitados pelo ser amado — e esta adversidade aumentou seu ardor romântico.<br />
Como barcos a remo em um mar turbulento, homens e mulheres viajam pelas ondas da angústia e da alegria que são o amor romântico. E os obstáculos intensificam estas emoções. Se seu amado é casado com outra pessoa, se ele mora em outro continente, se vocês falam línguas diferentes, provêm de grupos étnicos diferentes ou de diferentes partes da cidade, este obstáculo pode aumentar a paixão romântica. Dickens disse sobre isso: &#8220;O amor com freqüência cresce de forma mais abundante na separação e sob as circunstâncias mais difíceis&#8221;. É bem verdade.<br />
</span></p>
<p><strong></strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Esperança</strong><br />
&#8220;Digamos que eu pudesse viver em esperança&#8221;, argumenta o rei Pirro com Andrômaca no drama de amor e morte de Racine. Por que os amantes devem continuar a ter esperança, mesmo quando os dados lançados pela vida saem incansavelmente contra eles? A maioria ainda espera que o relacionamento renasça — até anos depois de ter terminado amargamente. A esperança é outra característica predominante do amor romântico.<br />
Um poema encantador do século XVI, de Michael Drayton, expressa este otimismo. Ele começa: &#8220;Como não há remédio, vem, beijemo-nos e digamos adeus!/ Não, nada mais tenho, não terás mais nada de mim;/ E estou feliz, sim, de todo coração,/ Por me libertar assim tão honestamente/ Eternos apertos de mãos, anulem-se os votos;/ E quando nos reencontrarmos um dia,/ Que não se veja em teu semblante,/ que resta um mínimo de amor em nós&#8221;. Com estas palavras Drayton declara, com aparente confiança, que o caso está finalmente acabado. Mas, no final do poema, ele de repente muda de tom. Vencido pela esperança, ele afirma que o &#8220;Amor&#8221; ainda pode ser salvo: &#8220;Se tivesses entregado tudo a ele,/ Da morte à vida, ainda assim o redimirias.&#8221;<br />
Acho que esta tendência à esperança se tornou arraigada no cérebro humano eras atrás para que nossos antepassados buscassem obstinadamente parceiros em potencial até que expirasse a última faísca de possibilidade.<br />
<strong></strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Uma Ligação Sexual</strong><br />
&#8220;Eu preferia morrer cem vezes a ficar sem o teu doce amor. Eu te amo. Eu te amo desesperadamente. Eu te amo como amo minha própria alma.&#8221; Assim declarou Psiquê ao marido, Eros, em O asno de ouro, romance do século II de Apuleio. &#8220;Ardendo de desejo&#8221;, continua a história, &#8220;ela se inclinou e o beijou impulsivamente, impetuosamente, com um beijo depois de outro depois de outro beijo, temerosa de que ele despertasse antes que ela tivesse terminado.&#8221;<br />
A poesia de todo o mundo atesta o intenso anseio do amante por união sexual com o amado, outra característica básica do amor romântico.<br />
No Cântico de Salomão, a mulher evoca: &#8220;Oh vento norte, desperta. /Vento sul, levanta-te./ Soprai em meu jardim/ e levai minhas fragrâncias./ Deixai que meu amor entre neste jardim/ e coma de seu doce fruto&#8221;. Inanna, rainha da antiga Suméria, ficou extasiada com a sexualidade de Dumuzi, dizendo: &#8220;Oh, Dumuzi! Sua plenitude é meu deleite!&#8221; Mas o mais doce para meus ouvidos é o poema inglês anônimo que lamenta: &#8220;Vento oeste, quando deixarás de soprar?/ a chuva fina pode cair,/ Cristo, se minha amada estivesse em meus braços/ E eu novamente em minha cama!&#8221;<br />
Freud, assim como muitos eruditos e leigos, sustentava que o desejo sexual é um componente central do amor romântico. Não era uma idéia nova. Quem estudou o Kama Sutra, o manual do amor da Índia do século V, sabe que a palavra &#8220;love&#8221;, &#8220;amor&#8221;, vem do sânscrito &#8220;Lubh&#8221;, que significa &#8220;desejar&#8221;.<br />
Certamente faz sentido que as sensações do amor romântico sejam entrelaçadas com o desejo sexual. Afinal, se a paixão romântica evoluiu entre nossos antepassados para motivá-los a concentrar sua energia para o acasalamento em um indivíduo &#8220;especial&#8221; pelo menos até que a inseminação tenha sido concluída, então a paixão romântica deve estar relacionada com o desejo sexual.<br />
Os resultados de meu levantamento apóiam esta proposição. Substanciais 73% dos homens e 65% das mulheres têm devaneios com fazer sexo com o amado.<br />
<strong></strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Exclusividade Sexual</strong><br />
Os amantes também querem exclusividade sexual. Eles não desejam ter seu relacionamento &#8220;sagrado&#8221; maculado por terceiros. Quando alguém vai para a cama com &#8220;apenas um amigo&#8221;, ele com freqüência não se preocupa muito se o parceiro sexual também está copulando com outro. Mas uma vez que um homem ou uma mulher se apaixonam e começam a ansiar por união emocional com um amado, querem profundamente que seu parceiro permaneça sexualmente fiel — a eles.<br />
Muitas das histórias de amor do mundo refletem esta possessividade sexual, bem como o desejo do amante de manter sua fidelidade sexual. Por exemplo, enquanto separado de Isolda, a Justa, Tristão casou-se com outra mulher com o mesmo nome, Isolda das Brancas Mãos — em grande parte porque esta mulher lhe trazia muito do apelo da amada. Mas Tristão não consegue consumar o casamento. Quando, na lenda árabe, Laila fica noiva de alguém que não era seu amado Majnun, ela também evita o leito nupcial. E cerca de 80% dos homens e 88% das mulheres em meu levantamento concordaram com a afirmativa: &#8220;Ser sexualmente fiel é importante quando você está apaixonado&#8221;.<br />
De todas as propriedades do amor romântico, este anseio por exclusividade sexual é o mais interessante para mim. Provavelmente evoluiu por dois motivos essenciais: para proteger os homens ancestrais de serem traídos e criarem o filho de outro; e para proteger as mulheres ancestrais de perderem para uma rival um marido em potencial e pai para seus filhos. Este desejo por exclusividade sexual permitiu que nossos antepassados protegessem seu precioso DNA enquanto gastavam quase todo o seu tempo e energia cortejando alguém que adoravam.<br />
Mas, junto com o impulso para garantir a fidelidade sexual durante a corte, veio uma característica menos atraente do amor romântico. O &#8220;monstro de olhos verdes&#8221; de Shakespeare, </span><span style="color:#000000;"><strong>o ciúme.<br />
</strong>Ciúme: a &#8220;ama-de-leite do amor&#8221;<br />
Em seu livro sobre as regras do amor cortês, Capelão escreveu: &#8220;Quem não sente ciúme não é capaz de amar&#8221;. Ele chamava o ciúme de &#8220;ama-de-leite do amor&#8221; porque acreditava que ele nutria a chama romântica.<br />
O sagaz clérigo, como sempre, estava certo. Em toda sociedade em que os antropólogos estudaram a paixão romântica, os dois sexos eram ciumentos, muito ciumentos. Como alertou o I Ching, o livro chinês da sabedoria escrito mais de três mil anos atrás, &#8220;Um vínculo estreito somente é possível entre duas pessoas; um grupo de três engendra ciúme&#8221;.</span></p>
<p><span style="color:#808080;">Fonte: Revista</span><a href="http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/050406/trecho_porque_amamos.html" target="_blank"> Veja</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Convención de la ONU sobre los derechos de las personas con discapacidad]]></title>
<link>http://conruedasyaloloco.wordpress.com/2009/11/21/la-convencion-de-la-onu-sobre-los-derechos-de-las-personas-con-discapacidad/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 11:34:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>conruedasyaloloco</dc:creator>
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<description><![CDATA[El pasado día 17 de marzo del presente año, Javier Romañach, conocido activista, en representación d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>El pasado día 17 de marzo del presente año, <a href="http://conruedasyaloloco.wordpress.com/2009/11/20/conferencia-de-javier-romanach-cabrera/" target="_blank"><strong>Javier Romañach</strong></a>, conocido activista, en representación del <a href="http://www.forovidaindependiente.org/" target="_blank">Foro de Vida Independiente</a>, compareció ante la Comisión de políticas integrales de discapacidad del Congreso de los Diputados, para hablar referente a la <strong><a href="http://www.sidar.org/recur/direc/legis/convencion.php" target="_blank">Convención de la ONU</a> sobre los derechos de las personas con discapacidad</strong>.</p>
<p>Defendió la idea de que somos parte de la diversidad humana. Esto supone un cambio de ideología y un cambio social. Para apoyar esta idea proyectó el siguiente vídeo, que fue realizado en 2008 con motivo de la II Red de Marchas por los derechos humanos.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/xxzSf8UWmcA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/xxzSf8UWmcA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>También denunció que sólo un escaso 10 por ciento de la Ley para la Autonomía Personal y Atención de las Personas en Situación de Dependencia articula medidas para el fomento de la autonomía personal del colectivo de las personas con diversidad funcional y que además es incompatible con la Convención de la ONU. Propone  hacer una revisión desde el punto de vista ideológico, con sus consecuencias jurídicas correspondientes.</p>
<p><span style='text-align:center;display:block;'><object width='400' height='330' type='application/x-shockwave-flash' data='http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=583989238384618590'><param name='allowScriptAccess' value='never' /><param name='movie' value='http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=583989238384618590'/><param name='quality' value='best'/><param name='bgcolor' value='#ffffff' /><param name='scale' value='noScale' /><param name='wmode' value='window'/></object></span></p>
<p><strong>Más información:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.convenciondiscapacidad.es/" target="_blank">Convención de la ONU.</a></li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El IVIMA construirá cuatro residencias en 2010 que supondrán la creación de 500 nuevas plazas ]]></title>
<link>http://oscarcf.wordpress.com/2009/11/19/el-ivima-construira-cuatro-residencias-en-2010-que-supondran-la-creacion-de-500-nuevas-plazas/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 16:06:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>oscarcf</dc:creator>
<guid>http://oscarcf.wordpress.com/2009/11/19/el-ivima-construira-cuatro-residencias-en-2010-que-supondran-la-creacion-de-500-nuevas-plazas/</guid>
<description><![CDATA[Fte:  Gestion Residencial. El Instituto de la Vivienda de Madrid (IVIMA) construirá cuatro residenci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fte:  <a href="http://www.gestionresidencial.com/El-IVIMA-construira-cuatro-residencias-en-2010-que-supondran-la-creacion-de-500-nuevas-plazas_a331.html">Gestion Residencial.</a></p>
<p>El Instituto de la  Vivienda de Madrid (IVIMA) construirá cuatro residencias el próximo año, que permitirán la creación de 500 nuevas plazas. Así lo ha adelantado a este periódico, José Ramón Menéndez Aquino, nuevo director general del Mayor de la Comunidad de Madrid, en una entrevista que publicará N&#38;G el próximo mes de diciembre y en la que destaca que, además, se concertarán otras 1.100 plazas con la iniciativa privada.</p>
<p><img class="alignnone" title="José Ramón Menendez en  OSCARCF de gestion residencial" src="http://www.gestionresidencial.com/photo/1713294-2317544.jpg?v=1258556908" alt="" width="200" height="300" /></p>
<p>José Ramón Menéndez Aquino, nuevo director general del Mayor de la Comunidad de Madrid.</p>
<p>Menéndez Aquino, que el pasado mes de septiembre recogió el testigo de José María Alonso Sector, asegura que en el Proyecto de los Presupuestos del Gobierno regional se contempla un presupuesto de cerca de 306 millones de euros para la  Dirección General del Mayor, lo que supone un incremento de un 4,5% con respecto al de 2009. Por su parte, la Dirección General de la Dependencia dispondrá de más de 800 millones para sus actuaciones, es decir, un 6% más que el año pasado.</p>
<p>“La cooperación público-privada se ha convertido en una de las bases de nuestro modelo de actuación”, asevera el nuevo director general del Mayor en la entrevista. En sentido, señala que desde que Esperanza Aguirre asumió la presidencia del Gobierno regional las plazas de residencias, centros de día y pisos tutelados prácticamente se han duplicado. “Este crecimiento no hubiese sido posible sin la colaboración de las empresas. Trabajar con el sector privado es la única manera de poder responder a las necesidades de la población”, explica.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dependencia, la ayuda que nunca llega]]></title>
<link>http://oscarcf.wordpress.com/2009/11/18/dependencia-la-ayuda-que-nunca-llega/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:32:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>oscarcf</dc:creator>
<guid>http://oscarcf.wordpress.com/2009/11/18/dependencia-la-ayuda-que-nunca-llega/</guid>
<description><![CDATA[Fte: L. Albor | D. Tesouro (www.lainformacion.com) Higinio, Mercedes y Carlos llevan varios meses ha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><address> Fte: L. Albor &#124; D. Tesouro (www.lainformacion.com)</address>
<address></address>
<p>Higinio, Mercedes y Carlos llevan varios meses haciendo papeles y luchando contra errores administrativos para conseguir la prestación que les corresponde. Son sólo un ejemplo de los más de medio millón de españoles que continúan esperando las ayudas por la Ley de Dependencia.</p>
<p><a href="http://oscarcf.wordpress.com/files/2009/11/noticia-dependencia-oc-oscarcf-18-11-09.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-107 alignleft" title="noticia dependencia OC oscarcf . 18.11.09" src="http://oscarcf.wordpress.com/files/2009/11/noticia-dependencia-oc-oscarcf-18-11-09.jpg?w=150" alt="" width="150" height="90" /></a><a href="http://videos.lainformacion.com/economia-negocios-y-finanzas/ayuda-estatal/dependencia-la-ayuda-que-nunca-llega_tBBMgBbcllojN18MdAa0K7/">haz CLICK para ver videode la noticia</a></p>
<p><a href="http://videos.lainformacion.com/economia-negocios-y-finanzas/ayuda-estatal/dependencia-la-ayuda-que-nunca-llega_tBBMgBbcllojN18MdAa0K7/"></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Para minimizar dependência de Ronaldo, Mano quer Timão com mais titulares]]></title>
<link>http://shoptimao.wordpress.com/2009/11/18/para-minimizar-dependencia-de-ronaldo-mano-quer-timao-com-mais-titulares/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 10:45:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>netshoes</dc:creator>
<guid>http://shoptimao.wordpress.com/2009/11/18/para-minimizar-dependencia-de-ronaldo-mano-quer-timao-com-mais-titulares/</guid>
<description><![CDATA[Fonte: Globoesporte.com Com o Corinthians apenas cumprindo tabela no Campeonato Brasileiro, a execuç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fonte: Globoesporte.com</p>
<p>Com o Corinthians apenas cumprindo tabela no Campeonato Brasileiro, a execução do planejamento da equipe para a temporada de 2010 segue a todo vapor. Com vários reforços perto de serem anunciados, como o lateral-esquerdo Roberto Carlos, o meia Tcheco, o volante Ralf e o atacante Iarley, o clube espera ter no próximo ano uma equipe que tenha vários titulares e assim minimizar a “Ronaldodependência”. </p>
<p>- Nossa ideia é ter um grupo com capacidade para não ter tantas oscilações quando sai um jogador como o Ronaldo. É preciso ter mais jogadores titulares, principalmente no ano em que vamos disputar a Libertadores. É uma competição com mata-matas e não podemos errar quase nada – declarou o comandante alvinegro. </p>
<p>Até aqui, em 2009, Ronaldo participou de 36 jogos com a camisa do Timão. Com 22 gols, ele é o artilheiro da equipe. No primeiro semestre, é verdade, o Fenômeno foi mais efetivo, sendo peça-chave nas conquistas do Paulistão e da Copa do Brasil. No segundo, por conta de uma fratura na mão esquerda, o camisa 9 foi desfalque por dez rodadas. Foi então que o treinador corintiano passou a sentir dificuldades na frente. </p>
<p>- Eu vejo essa dependência de forma normal. É igual ao Fluminense em relação ao Fred. É da mesma maneira que o Flamengo tem com o Adriano. E provavelmente a mesma também que o Inter sentiu depois da saída do Nilmar. São grandes jogadores e você não consegue substituir em um curto espaço de tempo – acrescentou Mano. </p>
<p>Mais do que perder um atacante, quando Ronaldo não joga o Timão perde também um ponto de referência na armação, já que o craque está sempre se movimentando fora da área para deixar os companheiros em condição de gol. Esse também é um dos pontos que Mano Menezes quer melhorar para o ano que vem. </p>
<p>- Nós vamos encontrar soluções para ter um jogador com capacidade de criar situações em que possamos marcar gols quando ele não estiver em campo – finalizou. </p>
<p>Até aqui, a diretoria do Corinthians está acertada com três jogadores: Roberto Carlos, do Fenerbahçe, Iarley, do Goiás, e Ralf, do Barueri. Tcheco, que tem reunião com a cúpula do Grêmio nesta semana, também está perto de um acordo com o Timão.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Un total de 85.417 personas están censadas como cuidadores no profesionales de personas dependientes ]]></title>
<link>http://irsi.wordpress.com/2009/11/17/un-total-de-85-417-personas-estan-censadas-como-cuidadores-no-profesionales-de-personas-dependientes/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 18:25:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>irsi</dc:creator>
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<description><![CDATA[&nbsp; &nbsp; Un total de 85.417 personas han firmado convenios con las Comunidades Autónomas como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
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<p><img class="aligncenter" src="http://www.absolutcordoba.com/wp-content/uploads/2009/04/absolutcordobacuidadopersonasmayores.jpg" alt="" width="618" height="412" /></p>
<p>Un total de 85.417 personas han firmado convenios con las Comunidades Autónomas como &#8220;cuidadores no profesionales&#8221; de personas en situación de dependencia desde que se puso en marcha el nuevo Sistema para la Autonomía y Atención a la Dependencia y hasta el 10 de septiembre de 2009.</p>
<p>El Ministerio de Sanidad y Política Social estima que cerca del 35 por ciento de los beneficiarios que reciben prestaciones contempladas por la Ley de Dependencia son cuidados por sus propias familias o por cuidadores no profesionales.</p>
<p>Las cifras del Imserso referidas al 1 de agosto, revelan que la inmensa mayoría de los nuevos cuidadores son mujeres. Hay 75.586 frente a tan sólo 4.396 hombres.</p>
<p>Fuente: www.gerokon.com</p>
<p>La comunidad autónoma con más cuidadores no profesionales es Andalucía, seguida de Cataluña, y las que menos, Ceuta y Melilla, Navarra y Madrid.</p>
<p>El ministerio que dirige Trinidad Jimenez ha puesto en marcha cursos de formación para cuidadores no profesionales. En estos cursos, los cuidadores aprenden medidas de cuidados básicos tales como cambios posturales, nutrición o higiene de la persona dependiente y otras destinadas a preservar su propia salud.</p>
<p>La financiación de esta formación proviene tanto de los presupuestos previstos por cotización a la Seguridad Social para formación de cuidadores no profesionales, como del dinero del llamado nivel acordado del sistema de dependencia.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Relação entre o tabagismo e doenças oftalmológicas - Relationship between smoking and eye diseases ]]></title>
<link>http://pulmaosarss.wordpress.com/2009/11/15/relacao-entre-o-tabagismo-e-doencas-oftalmologicas-relationship-between-smoking-and-eye-diseases/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 22:28:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>pulmaosarss</dc:creator>
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<description><![CDATA[&nbsp; Sabe-se que o cigarro implica na patogênese de numerosas doenças sistêmicas e oftalmológicas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&nbsp; Sabe-se que o cigarro implica na patogênese de numerosas doenças sistêmicas e oftalmológicas ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Guarda este "spot" en tu mente]]></title>
<link>http://oscarcf.wordpress.com/2009/11/13/guarda-este-spot-en-tu-mente/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 14:10:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>oscarcf</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mira: Tuve la ocasión de refrescarlo en unas jornadas del Instituto Aragonés de Fomento hace unas se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mira:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/XwlcweCdSnI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/XwlcweCdSnI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Tuve la ocasión de refrescarlo en unas jornadas del Instituto Aragonés de Fomento hace unas semanas.</p>
<p>El spot pertenece a gran campaña <a href="http://www.regalamemoria.com/flash.php">regalamemoria</a> de <a href="http://afal.es/AFAL/afal.php">AFALcontigo</a> .Un spot de lo más acertado desde el punto de vista didáctico, para dar a conocer una enfermedad ligada a la edad y, actualmente, hay unos 800.000 enfermos en España.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nova cara e novo conteúdo]]></title>
<link>http://soparamulheres.wordpress.com/2009/11/12/nova-cara-e-novo-conteudo/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:22:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>T. Borges</dc:creator>
<guid>http://soparamulheres.wordpress.com/2009/11/12/nova-cara-e-novo-conteudo/</guid>
<description><![CDATA[Estamos de volta com o blog Só para Mulheres, com novo conteúdo, para o novo ano que está chegando e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estamos de volta com o blog Só para Mulheres, com novo conteúdo, para o novo ano que está chegando e para a nova mulher que nasce agora.</p>
<p>Nós iremos abordar a compreensão de sí mesma, o auto-conhecimento, apartir de agora este blog servirá para as mulheres que realmente estão dispostas a mudar a própria vida, que estão dispostas a serem responsáveis e independentes, indepentedentes emocionalmente e financeiramente.</p>
<p>Apartir de agora não haverá mais desculpas, não haverá mais &#8220;porques&#8221;, haverá somente mudança e independência.</p>
<p>Assuma agora este promomisso com você mesma de ser única e completa , plena em sí mesma, para fazer as escolhas mais fáceis e ser próspera e plenamente feliz.</p>
<p>Sejam bem vindas novamente.</p>
<p><a href='http://blogblogs.com.br/api/claim/-904974949/232488/175922' rel='me'>  </a></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Exhibición de frivolidad]]></title>
<link>http://nabaizaleokiritzia.wordpress.com/2009/11/12/exhibicion-de-frivolidad/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 11:17:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>nabaizaleok</dc:creator>
<guid>http://nabaizaleokiritzia.wordpress.com/2009/11/12/exhibicion-de-frivolidad/</guid>
<description><![CDATA[Navarra ha acogido el 2º Congreso Internacional de Dependencia y Calidad de Vida. Tres días de análi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Navarra ha acogido el 2º Congreso Internacional de Dependencia y Calidad de Vida. Tres días de análi]]></content:encoded>
</item>

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