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	<title>desemprego &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/desemprego/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "desemprego"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 22:54:10 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Como Vão Passar o Natal os Desempregados De Portugal?? Alguém Tem Soluções Para Este Flagelo? Ajudas São Bem Vindas...]]></title>
<link>http://hangover80.wordpress.com/2009/11/30/como-vao-passar-o-natal-os-desempregados-de-portugal-alguem-tem-solucoes-para-este-flagelo-ajudas-sao-bem-vindas/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 10:20:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>hangover</dc:creator>
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<description><![CDATA[Prendas de Natal Fonte:www.tugatronica.com Hoje, e por ser quase dia 1 de Dezembro, trago algo, que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1071" class="wp-caption aligncenter" style="width: 250px"><a href="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/11/486378.jpg"><img class="size-full wp-image-1071" title="Prendas de Natal" src="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/11/486378.jpg" alt="" width="240" height="155" /></a><p class="wp-caption-text">Prendas de Natal   Fonte:www.tugatronica.com</p></div>
<p><strong>Hoje, e por ser quase dia 1 de Dezembro, trago algo, que penso que deve ser tomado como uma responsabilidade social de todos nós, ao ler uma notícia, referente às vendas desta época natalícia que se avizinha, lembrei-me de um flagelo da nossa sociedade, passo a transcrever a referida notícia, seguida de um comentário breve, mas que penso seja, o suficiente para todos nós reflectirmos socialmente.</strong></p>
<p><strong>«Natal não deverá compensar perdas dos comerciantes </strong></p>
<p>É o tudo ou nada. A campanha de vendas mais decisiva do ano para o sector do comércio já começou em finais de Outubro e, dos brinquedos e chocolates ao vestuário e perfumaria, a expectativa é a de que este Natal seja melhor do que o do ano passado.</p>
<p>Quase ninguém duvida de que a facturação cresça neste período, mas uma incógnita permanece: será o impulso no consumo suficiente para amparar as quebras ao longo do ano? &#8220;É sempre um período de maiores vendas em muitos subsectores do comércio e este ano não será excepção. A questão que se coloca é saber se esse aumento de vendas é suficiente em termos económicos para compensar o resto do ano. Temos fundadas dúvidas de que isso acontecerá&#8221;, diz a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal. O pessimismo dos comerciantes vai mais longe: é &#8220;convicção&#8221; do sector que muitas empresas não conseguirão manter as portas abertas até final do ano.</p>
<p>O estudo Xmas Survey 2009 da consultora Deloitte estima que os portugueses deverão gastar, em média, 390 euros em presentes &#8211; 30 euros por cada prenda, para uma média de 15 ofertas. Face a 2008, a quebra é de 3,7 por cento (405 euros). A recessão económica trouxe novos hábitos de consumo e fórmulas de venda mais agressivas. Mais do que o preço, a tendência de 83 por cento dos portugueses será dar prendas úteis. No contexto europeu, só os países da Europa de Leste (com excepção da República Checa) planeiam gastar mais dinheiro em prendas neste Natal.</p>
<p><strong>Bens comprados em alta</strong></p>
<p>No cabaz de compras, os livros estão no topo das preferências (63 por cento dos inquiridos) e estes dados trazem algum optimismo a Miguel Freitas da Costa, secretário-geral da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).</p>
<p>&#8220;Em termos gerais temos esperança de que o Natal seja uma época que não seja má para os livros. É uma das alturas mais importantes para o sector, pesa bastante nas vendas&#8221;, afirma, sem especificar. As estimativas para 2009 são positivas. Miguel Freitas da Costa refere que não se registam quebras nas vendas de livros e o número de pedidos de ISBN (o sistema indentificador) tem vindo a crescer desde 2006 &#8211; até Outubro registaram-se 11.227 solicitações. Um indicador de vitalidade do mercado.</p>
<p>Também no negócio dos brinquedos, a recessão parece ter ficado de fora (ver texto ao lado) e as atenções voltam-se agora para o Natal. O ano foi dominado por brinquedos coleccionáveis, que deram impulso ao sector, mas falta agora saber se os pais vão preferir produtos de gama mais alta. &#8220;Não sabemos ainda se o consumidor vai fugir dos preços altos e continuar a comprar coisas mais baratas&#8221;, diz Sara Marçal, directora de marketing da Mattel. Uma incerteza que preocupa um sector onde 60 a 70 por cento das vendas anuais se fazem no Natal.</p>
<p>Já para o sector das bebidas, um dos produtos mais consumidos e oferecidos no Natal, esta época poderá trazer um novo fôlego. Com um 2009 em que &#8220;praticamente nada se vendeu a não ser vinhos abaixo de dois euros&#8221;, o presidente da Associação dos Comerciantes e Industriais de Bebidas Espirituosas e Vinhos (ACIBEV), António Soares Franco, acredita que o Natal trará alívio, fazendo as vendas subir cinco a dez por cento.</p>
<p>Também para o mercado do vestuário e calçado, a segunda prenda mais oferecida pelos europeus (segundo o estudo da Deloitte), as vendas irão aumentar durante a quadra natalícia. &#8220;Será um aumento ligeiro em si, mas significativo tendo em conta o actual contexto económico&#8221;, realça Catarina Lino, do departamento de vendas da Lanidor, onde o Natal contribui com 12 por cento das vendas totais.</p>
<p>Igual cautela estende-se aos perfumes e cosméticos. &#8220;O mercado em geral irá aumentar as vendas neste Natal, mas isso não será suficiente para o sector crescer este ano em termos globais&#8221;, evidencia António Ferreira de Almeida, director-geral da Sephora. Com as vendas natalícias a pesar 20 a 25 por cento na facturação anual, a empresa de perfumes e cosmética espera crescer seis por cento este ano. Uma meta positiva mas que, ainda assim, não compensa o afundamento das vendas em 2008, que chegou aos dez por cento.</p>
<p><strong>Tão doce como 2008</strong></p>
<p>&#8220;Optimismo prudente&#8221; é como Manuel Paula, director da Associação do Comércio Electrónico e da Publicidade Interactiva em Portugal, define o espírito das empresas que vendem na Internet. Também para o negócio dos chocolates, a perspectiva não é de aumento, e sim de estabilização. &#8220;No ano passado, a crise não fez descer as vendas, mas também não aumentou, e esperamos que este ano aconteça o mesmo, porque o chocolate substituiu outras alternativas mais caras e é encarado quase como uma forma de compensação de situações difíceis&#8221;, diz o presidente da Associação dos Industriais de Chocolates e Confeitaria (ACHOC), Manuel Barata Simões.</p>
<p>No caso da Nestlé, onde 50 a 60 por cento do negócio dos chocolates e bombons se faz no Natal, a crise também refreia as expectativas. &#8220;Esperamos um crescimento moderado este ano, de dois a três por cento, sendo que o Natal representa o grosso&#8221;, estima Orlando Carvalho, responsável pelo marketing de chocolates.</p>
<p>Para a Associação do Comércio e da Indústria de Panificação, Pastelaria e Similares (ACIP), as vendas também deverão aumentar. &#8220;Normalmente Dezembro faz disparar as receitas, que duplicam nos estabelecimentos mistos (panificadora e pastelaria)&#8221;, diz o presidente Alberto Santos. Isto apesar de a concorrência das grandes superfícies provocar &#8220;grandes estragos&#8221; ao sector, que assiste à &#8220;massificação do bolo-rei e à venda em dumping [abaixo do preço de custo]&#8220;.</p>
<p><strong>Shoppings optimistas</strong></p>
<p>Nos centros comerciais, o Natal é um período de glória. Os espaços são exaustivamente decorados, inventam-se promoções e concursos, tentando atrair mais pessoas e aumentar as vendas. Apesar do cenário de crise, 2009 não foge à regra e as donas dos maiores centros comercias portugueses investiram no marketing para garantir que este Natal será melhor do que o do ano passado.</p>
<p>A Chamartín, que detém os centros comerciais Dolce Vita, prevê que as vendas aumentem quatro a cinco por cento nesta quadra. O Natal tem um peso de 30 por cento nas vendas anuais, que deverão aumentar entre 1,5 e 2 por cento em 2009.</p>
<p>Segundo o administrador executivo Artur Soutinho, &#8220;a época natalícia tem um peso cada vez mais significativo na performance anual dos centros comerciais&#8221;, quer devido à antecipação das compras natalícias para Novembro, quer à antecipação dos saldos para final de Dezembro.</p>
<p>Embora não divulgue valores, também a Sonae Sierra, que gere centros comerciais como o Colombo ou o NorteShopping, prevê uma &#8220;performance positiva&#8221; nesta época natalícia. Já para os espaços Fórum da Multi Mall Management Portugal (MMM), a expectativa é de um crescimento de vendas de cinco por cento este Natal, em linha com o do ano inteiro.</p>
<p>De acordo com o gestor da MMM, Paulo Alves, &#8220;os centros comerciais são centros estáveis de venda, mas também se nota que as pessoas estão mais racionais, trocando a compra de impulso por uma compra mais justificada&#8221;. Uma tendência que pode não comprometer a subida das vendas, mas que refreia o optimismo de quem está atrás do balcão.»</p>
<p><em>In: <a href="http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1411887">http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1411887</a>, </em>a 29 de Novembro de 2009, em Jornal Público</p>
<p><strong>O meu comentário:</strong></p>
<p>Vou fazer um muito breve comentário, pois não quero tornar este post maçudo. Penso que a época de natal, está oficialmente aberta, a partir de agora andamos todos à caça do melhor presente, para oferecer a este ou a aquele.</p>
<p>É uma época no ano, onde se gasta mais, e onde, as famílias a seguir às férias, usam os <em>plafond’s</em> do cartão de crédito ao máximo, e onde fazem o impossível para esticar os cada vez mais reduzidos orçamentos familiares.</p>
<p>Na passada sexta feira, a SIBS, até ficou salvo seja, «entupida», com tanto subsidio de natal, e levantamentos e transacções, coisa que apenas poucos portugueses, terão direito, pois existe muitos, que não vão ter a felicidade de ter mais um dinheirinho extra na conta bancária, para as compras de natal, denomino os desempregados, que recebem sempre o mesmo.</p>
<p>Outros, é bem pior, estão desempregados, mas como não possuem direito a nenhum subsídio, vão contar com a boa generosidade dos familiares, penso essencialmente nos recém-licenciados, e que não têm trabalho.</p>
<p>O problema do Natal, para as pessoas que não possuem emprego, é algo bastante crítico, pois baixa imenso a auto-estima das pessoas, e faz as mesmas se sentirem inúteis e à margem da sociedade, as pessoas, ou auferem subsídios de desemprego, e não estão confortáveis com o se encontrar nesta situação, ou não auferem nada, e ainda é pior, pois se já é mau viver á conta dos outros, pior mesmo, é nesta época não ter com que agradecer, com uma simples e humilde prenda, sendo o ponto mais crítico para estas pessoas, a noite de consoada, onde existe uma troca de prendas, mas que estas pessoas, por serem inúteis à sociedade dá às mesmas uma vontade de fugirem e se isolarem, basicamente, irem para onde a sociedade os manda todos os dias, com os manter no desemprego.</p>
<p>Penso que a maior prenda de natal, que um jovem recém-licenciado ou um desempregado de longa duração podem ter, é mesmo um emprego, algo tangível, algo que os faça ganhar auto estima, algo que os faça sentir úteis e colaborantes, nesta cada vez mais exigente sociedade.</p>
<p>Peço a todos, que tenham um especial cuidado, e que as pessoas se lembrem nesta época, que estas pessoas necessitam serem auxiliadas, e de poderem ser integradas na sociedade.</p>
<p>Falo isto, porque me revoltam os números do desemprego,  e já estive desempregado, nesta época do ano, e não me senti confortável, nem mesmo hoje, me sinto confortável, pois trabalho em regime de prestação de serviços, o que faz com que às vezes não tenha ocupação, tal como enumero no meu perfil, encontro-me à procura de um novo desafio.</p>
<p>Deixo mais uma vez aqui o apelo, acreditem na potencialidade dos recém licenciados, acreditem nas pessoas, e lembrem-se, sem pessoas não existem clientes, se não se cooperar no emprego, e se todos não cooperarem no emprego, a potencialidade de termos crescimento de clientes, é bastante reduzida.</p>
<p><strong>Deixo a Questão: </strong>Que pensa desta época natalícia e o crescimento do desemprego?</p>
<p>Tenho Dito</p>
<p>RT</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TEMPOS DIFÍCEIS por SolBatt]]></title>
<link>http://poetasdoacampamento.wordpress.com/2009/11/29/tempos-dificeis-por-solbatt/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 04:30:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>poetasdoacampamento</dc:creator>
<guid>http://poetasdoacampamento.wordpress.com/2009/11/29/tempos-dificeis-por-solbatt/</guid>
<description><![CDATA[Tempos difíceis Solange da Cruz Battirola Desempregado marginalizado. Aumento da violência, idoso de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">Tempos difíceis</p>
<p style="text-align:center;">Solange da Cruz Battirola</p>
<p>Desempregado marginalizado.</p>
<p>Aumento da violência, idoso desrespeitado.</p>
<p>Infância roubada, jovens batendo carteira.</p>
<p>Desigualdade social&#8230;</p>
<p>E agora, nesta  fila interminável,</p>
<p>A tal da exclusão digital.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Aumento da miséria</p>
<p>Este é o preço da desigualdade,</p>
<p>É  a realidade descortinada,</p>
<p>Depois que pagamos  impostos.</p>
<p>- Protesto! &#8211; Grita um cidadão.</p>
<p>- Será  que dias melhores virão?</p>
<p>Tempos difíceis nos desafiam a mudar.</p>
<p>Como desafiaram muitos que já vieram&#8230;</p>
<p>Como  desafiarão tantos que ainda estão por vir!</p>
<p>-Soluções??? Existem! São sonhos adormecidos.</p>
<p>(Sonhos que jamais serão esquecidos).</p>
<p>&#160;</p>
<div id="attachment_220" class="wp-caption aligncenter" style="width: 471px"><a href="http://poetasdoacampamento.wordpress.com/files/2009/11/solbatt.jpg"><img class="size-large wp-image-220 " title="TEMPOS DIFÍCEIS por SolBatt" src="http://poetasdoacampamento.wordpress.com/files/2009/11/caminhada-pe-sergio-21-04-2009-7.jpg?w=768" alt="" width="461" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">TEMPOS DIFÍCEIS por SolBatt</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ECOPLANET - Site de Busca é Preto e Verde. Economiza por volta de 20% de Energia do Monitor e Planta uma Árvore a cada 50.000 pesquisas. Você tem idéia do quanto se economiza? Não!? Então leia a matéria.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/28/ecoplanet-site-de-busca-do-google-e-preto-e-verde-economiza-por-volta-de-20-de-energia-do-monitor-e-planta-uma-arvore-a-cada-50-000-pesquisas/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 05:57:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/28/ecoplanet-site-de-busca-do-google-e-preto-e-verde-economiza-por-volta-de-20-de-energia-do-monitor-e-planta-uma-arvore-a-cada-50-000-pesquisas/</guid>
<description><![CDATA[Desde agosto de 2009 o eco4planet efetua o plantio de árvores a cada 50.000 pesquisas. Utilizando o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Desde agosto de 2009 o eco4planet efetua o plantio de árvores a cada 50.000 pesquisas. Utilizando o ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Governo Vai Abrir 5000 Estágios Para Jovens Licenciados...Mas Somente em 2010]]></title>
<link>http://hangover80.wordpress.com/2009/11/27/governo-vai-abrir-5000-estagios-para-jovens-licenciados-mas-somente-em-2010/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 19:00:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>hangover</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estágios Na Função Pública... Hoje trago algo, que surpreendeu-me por uma parte, mas desiludiu-me po]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_850" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/10/image-4-116903.jpeg"><img class="size-full wp-image-850" title="Emprego RC Licenciado" src="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/10/image-4-116903.jpeg" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Estágios Na Função Pública...</p></div>
<p><strong>Hoje trago algo, que surpreendeu-me por uma parte, mas desiludiu-me por outro, a questão é que o Estado dá oportunidade com uma mão, mas tira com a outra, bem mas passo a transcrever a notícia, seguida de um comentário:</strong></p>
<p><strong>«Função Pública: estágios vão custar 55 milhões ao Governo</strong></p>
<p>Programa vai abranger cinco mil jovens licenciados</p>
<p>O programa de estágios profissionais na Administração Pública, lançado pelo Governo e que irá abranger cinco mil jovens licenciados, custará 55 milhões de euros por ano, anunciou esta quinta-feira o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, escreve a Lusa.</p>
<p>A estimativa do impacto deste programa nos cofres do Estado foi feita no final do Conselho de Ministros, que aprovou o regime do programa de estágios profissionais na Função Pública.</p>
<p>De acordo com Teixeira dos Santos, no final do primeiro semestre do próximo ano, os cinco mil jovens, com idades até aos 35 anos, já estarão «repartidos e colocados nos diferentes serviços da Administração Pública».</p>
<p>O ministro explicou que as condições de remuneração deste jovens são equivalentes às dos estágios profissionais promovidos pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), que correspondem a duas vezes o Indexante de Apoios Sociais (IAS) mais subsídio de alimentação, o que corresponde a «um pouco mais de 900 euros mensais». »</p>
<p><em>In: </em><em><a href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/portugal-estagios-governo-funcao-publica/1106031-1730.html">http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/portugal-estagios-governo-funcao-publica/1106031-1730.html</a></em>, a 26 de Novembro de 2009, em Agência Financeira</p>
<p><strong>O meu comentário:</strong></p>
<p>Penso que esta medida de apoiar os licenciados, neste caso, os mais novos, é de salutar, pois pelo menos demonstra da parte do governo uma abertura para poder apostar nestas pessoas, que têm sido nos últimos tempos, colocadas à <em>margem</em> da sociedade.</p>
<p>Esta medida, serve de exemplo, para as organizações seguirem os mesmos passo que o Estado, e possam ser mais permeáveis à entrada de gente nova para as organizações, no entanto, podem fazer melhor, pois podem em vez de ser um estágio somente, e que muito dificilmente servirá de rampa de entrada para uma integração destes mesmos jovens nos quadros de pessoal, as empresas, podem ser responsáveis e além do estagio, poderem ficar com alguns destes jovens, demonstrando ao Estado que é possível, ter pessoas licenciadas nos quadros e que as mesmas são tão competentes como as mais antigas, somente, estão à espera de uma oportunidade de mostrar o seu valor e de incrementar o valor da organização.</p>
<p>No que concerne à medida estatal, o que apontei acima, de ser apenas um estágio e de não ser assegurada a integração, é algo de lamentar, pois o Estado deveria ser o primeiro a dar o exemplo, e a substituir de forma gradual os mais velhos pelos mais novas nas suas fileiras, dando desta forma, a possibilidade de uma geração mais nova, com novas ideias, novos conhecimentos e consequentemente mais existentes de poder mudar alguns dos procedimentos da função publica, que muitas vezes, parecem em certos casos, que estamos num país de 3º Mundo.</p>
<p>No entanto, penso que é algo que devemos ter em conta, que a juventude actual, é uma juventude bastante informada e com muitas ideias e sonhos, ambiciosa e pretende ter um trabalho, pretende colocar em prática medidas vanguardistas, e que se prendem essencialmente com o agilizar de procedimentos, qualidade dos serviços prestados e de dá valor a marcas, e imagem das mesmas. Esta juventude tem muito a fazer, por este país, pois no que concerne ao Estado, penso que uma lufada de ar fresco será algo que pode ajudar, o serviços do Estado serem mais credíveis e mais confiáveis e merecer a confiança dos clientes, que neste caso, são contribuintes. No caso das empresas, com os primeiros sinais de passagem da crise, devemos assistir a uma competição cada vez mais arisca no mercado empresarial, essencialmente nas empresas que competem entre si, sobrevivendo as que estiverem mais na vanguarda, competentes e qualidade acima da média, coisas que só se podem atingir, se tivermos uma equipa coesa, trabalhadora e dedicada, coisas que só a juventude, essencialmente a licenciada consegue contribuir.</p>
<p>Apostem nesta juventude e não se vão arrepender.</p>
<p><strong>Deixo a Questão:</strong> Que pensa da criação de 5 mil estágios por parte do Estado?</p>
<p>Tenho Dito</p>
<p>RT</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O corte do sistema]]></title>
<link>http://sagaz.wordpress.com/2009/11/27/o-corte-do-sistema/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 17:35:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Juliana Nascimento</dc:creator>
<guid>http://sagaz.wordpress.com/2009/11/27/o-corte-do-sistema/</guid>
<description><![CDATA[O corte (Le couperet &#8211; França &#8211; 2005) é o mais recente longa metragem do cineasta grego ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O corte (Le couperet &#8211; França &#8211; 2005) é o mais recente longa metragem do cineasta grego ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Evolução do Sector da Construção estável desde Agosto ]]></title>
<link>http://hoffice.wordpress.com/2009/11/27/evolucao-do-sector-da-construcao-estavel-desde-agosto/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 14:48:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>hoffice</dc:creator>
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<description><![CDATA[Todos os indicadores de análise da conjuntura da Fepicop têm-se mantido relativamente estáveis desde]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-997" title="Construction" src="http://hoffice.wordpress.com/files/2009/11/construction.jpg?w=150" alt="" width="150" height="107" />Todos os indicadores de análise da conjuntura da Fepicop têm-se mantido relativamente estáveis desde o passado mês de Agosto, traduzindo o que se poderá admitir como tendo já sido superados os mínimos atingidos no início do ano corrente e isto, tanto no que se refere aos indicadores de oferta, como de procura, além dos indicadores qualitativos apurados no inquérito mensal à actividade, realizado pela Fepicop em colaboração com a União Europeia.</p>
<p style="text-align:justify;">De facto, a evolução dos índices relativos ao indicador de confiança, à carteira de encomendas e à situação financeira das empresas têm vindo a revelar-se menos negativos desde o passado mês de Agosto. Também a evolução dos índices de produção dos diferentes segmentos de actividade da Construção, mensalmente apurados pela Fepicop, com excepção da habitação, vêm registando evoluções gradualmente menos desfavoráveis, constatação que é corroborada pela evolução dos indicadores qualitativos dos níveis de actividade apurados para os diferentes segmentos.</p>
<p style="text-align:justify;">Efectivamente, apenas o segmento dos edifícios residenciais continua a registar uma depressão intensa, crise que não tem a sua origem em 2009, já que se vem acumulando de anos anteriores, mas que este ano se tem agravado substancialmente pelas repercussões, directas e indirectas, da crise financeira internacional e nacional.</p>
<p style="text-align:justify;">Um dos problemas que tem vindo a assumir proporções importantes no Sector está no incremento mensal que se tem observado no número de desempregados inscritos nos centros de emprego como tendo sido dispensados da Construção, incremento que se deverá, por um lado, à grave crise que se vive no sector a nível nacional e, por outro, a eventuais desempregados do Sector que, antes, trabalhariam na Construção, mas em países vizinhos e que também têm visto agudizar-se os efeitos da crise.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fonte</strong> <a href="http://www.fepicop.pt/" target="_blank">Fepicop</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Esconder a porcaria]]></title>
<link>http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/2009/11/27/esconder-a-porcaria/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 00:01:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>wehavekaosinthegarden</dc:creator>
<guid>http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/2009/11/27/esconder-a-porcaria/</guid>
<description><![CDATA[A oposição acusa o governo de, por razões eleitorais, esconder o verdadeiro estado da economia. Não ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/files/2009/11/teixeira-dos-santos-esconder-defice.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3408" title="Teixeira dos santos esconder defice" src="http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/files/2009/11/teixeira-dos-santos-esconder-defice.jpg" alt="" width="500" height="460" /></a></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:arial;">A oposição acusa o governo de, por razões eleitorais, esconder o verdadeiro estado da economia. </span></p>
<p><span style="font-family:arial;">Não sabiam? Não é necessário ter uma licenciatura na Independente nem ter sido aluno de economia do Cavaco para se saber que andamos a gastar muito mais do que aquilo que ganhamos. Pelos vistos só os partidos andavam distraidos.</span></span></p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desemprego recua para 13,5% na Grande S.P.]]></title>
<link>http://lifefpnews.wordpress.com/2009/11/26/desemprego-recua-para-135-na-grande-s-p/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 18:16:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>ricardoschw</dc:creator>
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<description><![CDATA[Postado por Ricardo Schwalfemberg Segundo dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) da Fundaçã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Postado por Ricardo Schwalfemberg Segundo dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) da Fundaçã]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aguentem-se à bronca]]></title>
<link>http://eramaisumfino.wordpress.com/2009/11/26/aguentem-se-a-bronca/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 16:12:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Melo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quanto custará disfarçar os números do desemprego? Mesmo que isso signifique dizer que é 9,5% em vez]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quanto custará disfarçar os números do desemprego? Mesmo que isso signifique dizer que é 9,5% em vez de 10%&#8230;</p>
<p><a href="http://www.ionline.pt/conteudo/34938-cinco-mil-estagios-na-funcao-publica-custarao-55-milhoes-eurospor-ano">55 Milhões de € por ano</a>. </p>
<p>É por estas e por outras que se fala tanto em ser inevitável subir os impostos. Que maravilha. O povo tem aquilo que merece. Deixaram Sócrates no governo, agora aguentem-se à bronca.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tecnologias de Informação Trazem Mudanças nos Postos de Trabalho ]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/26/tecnologias-de-informacao-trazem-mudancas-nos-postos-de-trabalho/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 15:44:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Eu Vi o Mundo&#8221; por Cícero Dias(1907-2003) Pela definição conceitual, uma &#8220;revoluç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/eu-vi-o-mundo_cicero-dias1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1482" title="Eu Vi o Mundo_Cicero Dias" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/eu-vi-o-mundo_cicero-dias1.jpg" alt="" width="496" height="389" /></a>&#8220;<em>Eu Vi o Mundo</em>&#8221; por Cícero Dias(1907-2003)</p>
<p style="text-align:justify;">Pela definição conceitual, uma &#8220;revolução&#8221; se dá quando são observadas transformações radicais de âmbito econômico, social, político, artístico e científico. A Primeira Revolução Industrial aconteceu entre 1760 e 1850 e teve como protagonista a Inglaterra, grande produtor mundial de algodão. Com a introdução do vapor usado como fonte de energia nas máquinas e locomotivas, o país deu início à automação da produção de tecidos e de outros produtos, antes feitos à mão, e agilizou o sistema de transportes de pessoas e de mercadorias com a introdução das linhas férreas.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com Fernando Teixeira, pesquisador e professor da Universidade Metodista (Unimep), a Inglaterra era o único país que, naquele momento, estava em condições de exercer esse papel na economia mundial, pois havia passado por uma revolução burguesa, no século anterior, que criou condições favoráveis ao desenvolvimento do capitalismo. &#8220;Havia uma política protecionista que tornou o comércio externo superior ao consumo doméstico. As leis voltadas às demandas capitalistas, os cercamentos de terras sem obstáculos e o domínio colonial foram alguns dos vários fatores que colocaram a Inglaterra em condições de liderar a Europa a partir do final do século XVII&#8221;, afirma Teixeira.</p>
<p style="text-align:justify;">A Segunda Revolução Industrial teve início em 1860 e gerou mudanças no processo de industrialização que se estenderam até o início da Primeira Guerra Mundial. Com o surgimento da eletricidade, a produção em série nas linhas de montagem proposta por Henry Ford (conhecida como &#8220;fordismo&#8221;) e o método de administração científica baseada no conhecimento de Frederick Taylor (&#8220;taylorismo&#8221;), a produção industrial ganha um novo ritmo. O protagonista da Segunda Revolução Industrial passa a ser os EUA que, às vésperas da Primeira Guerra, detinham 40% do PIB dos países desenvolvidos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Terceira Revolução</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Recentemente, na década de 1990, alguns autores afirmaram que estávamos vivendo uma Terceira Revolução Industrial, impulsionada, do ponto de vista tecnológico, pelo surgimento de novas Tecnologias de Informação (TIs) e pelo advento da eletrônica, em substituição à eletro-mecânica, no setor industrial. O conceito ainda é polêmico e divide a academia. Mesmo assim, há um consenso: as TIs têm causado profundas transformações na organização do trabalho em todo o mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Trata-se de um processo, é preciso tempo para avaliar se o atual momento histórico poderá ser chamado de Terceira Revolução Industrial&#8221;, afirma Sérgio Queiroz, pesquisador e professor do Departamento de Política Científica e Tecnológica (DPCT), da Unicamp. Para ele, é difícil definir se as mudanças trazidas com as TIs podem ter provocado uma nova &#8220;revolução industrial&#8221;, já que, em alguns setores, não houve mudanças &#8220;radicais&#8221;. É o caso dos meios de transporte, que são os mesmos da Segunda Revolução Industrial com tecnologia aprimorada, e dos meios de produção, ainda baseados na automação, que deixou de ser repetitiva para ser programada pelo computador.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, diferentemente dos processos ocorridos nos séculos XVIII e XIX, atualmente não há um país protagonista. &#8220;Pode-se pensar no Japão e na China, que estão crescendo em ritmo acelerado. Mas eles não estão ditando as regras da produção atual, como aconteceu anteriormente com a Inglaterra, na primeira revolução, e com os Estados Unidos, na segunda&#8221;, afirma Queiroz.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Teixeira, durante o período inicial da industrialização, as técnicas primitivas de produção poderiam resultar em grande produtividade. Atualmente, no conceito de Terceira Revolução Industrial, isso já não é mais possível devido às exigências da produção de bens de capital, em termos científicos e tecnológicos. &#8220;A diferença mais surpreendente entre a Terceira Revolução Industrial e as duas anteriores é a possibilidade de uma produção descentralizada, em que os componentes de um determinado produto podem ser fabricados em diferentes lugares. O mundo globalizado diminui tempo e distância em escala jamais alcançada, o que deve ser atribuído à aceleração do ritmo dos transportes de mercadorias e da informação&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align:justify;">A idéia de Terceira Revolução Industrial é caracterizada por uma redução expressiva dos custos de produção e de preço dos produtos automatizados, e pela aceleração do ritmo de produção. &#8220;Dos anos 80 para cá, os computadores tiveram uma queda de preços de cerca de 20% ao ano&#8221;, afirma Fernando Mattos, professor da pós-graduação em Ciência da Informação e do Centro de Economia e Administração da PUC de Campinas. Para o pesquisador, as Tecnologias de Informação provocaram, também, uma redefinição das dimensões de espaço e de tempo. &#8220;O fluxo das informações passou a ser quase instantâneo e, assim, as distâncias ficam encurtadas&#8221;, explica.</p>
<p style="text-align:justify;">No Brasil, o total empregado no Setor de Informação ainda é baixo se comparado aos países desenvolvidos. O setor concentra cerca de 18% da mão-de-obra empregada, que se apropria de mais de 37% da massa de rendimentos. Além do maior nível de renda, uma média de 54% dos trabalhadores do setor têm carteira assinada (contra 35% da média nacional) e aproximadamente 40% deles têm curso superior (contra 20% da média nacional).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Tecnologia X postos de trabalho</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O advento das TIs e o aumento da importância do complexo eletrônico no processo industrial causaram uma mudança nos postos de trabalho, marcada pela redução do número de trabalhadores com atividades operacionais e pelo surgimento de vagas voltadas para os profissionais responsáveis pelo gerenciamento e pela coordenação da produção. &#8220;Há uma necessidade de maior qualificação para ocupar os postos de trabalho que lidam com as TIs. O trabalho intelectual passou a ter uma importância maior nesse setor específico&#8221;, explica Mattos.</p>
<p style="text-align:justify;">A diminuição de determinados postos de trabalho e o surgimento de outros é, para Queiroz, uma característica do capitalismo e foi observada também na Primeira e na Segunda Revolução Industrial. &#8220;A produção está cada vez mais mecanizada, o que exige menos trabalhadores lidando diretamente com as máquinas&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Há uma tendência para se tentar justificar o desemprego macro-econômico pelas inovações tecnológicas&#8221;, explica Mattos, que acredita que problemas sociais da atualidade, como o desemprego, devem-se ao baixo crescimento das economias dos países, e não às novas tecnologias. &#8220;Tecnologias sempre foram criadas. As que tanto nos fascinam hoje têm um efeito menor do que tiveram as indústrias química e petroquímica nos anos 50 e 60. A globalização está acentuando as diferenças entre os países e a concentração de renda, mas isso não é uma questão tecnológica&#8221;, conclui o pesquisador.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Teixeira, a força de trabalho no Setor de Informação tem sido cada vez menos necessária, mas a questão do trabalho não deve ser limitada aos efeitos da automação. &#8220;A atual competitividade internacional e as políticas de corte neoliberal favorecem iniciativas empresariais de flexibilização da força de trabalho. É com a insegurança estrutural e permanente do emprego que se pode, com certa tranqüilidade, oferecer trabalho com salários mais baixos&#8221;, complementa Teixeira.</p>
<p style="text-align:justify;">A atual insegurança no trabalho é abordada por David Harvey, em A condição pós-moderna. Para Harvey, a força de trabalho está enfraquecida devido ao alto desemprego, à competição do mercado e à redução da força sindical, o que facilita o controle por parte dos empregadores. Assim, os trabalhos em tempo integral e com segurança (como carteira de trabalho) tendem a se reduzir, ao passo que postos de trabalho flexíveis e autônomos &#8211; que criam uma insatisfação coletiva &#8211; tendem a aumentar.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.comciencia.br/comciencia/" target="_blank">Com Ciência</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O efeito Dubai - comentário diário da área de economia da Gradual]]></title>
<link>http://naaltaounabaixa.wordpress.com/2009/11/26/o-efeito-dubai-comentario-diario-da-area-de-economia-da-gradual/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 15:03:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Gradual</dc:creator>
<guid>http://naaltaounabaixa.wordpress.com/2009/11/26/o-efeito-dubai-comentario-diario-da-area-de-economia-da-gradual/</guid>
<description><![CDATA[O governo de Dubai anunciou que irá escalonar a dívida de uma das suas principais estatais e gerou d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:x-small;color:#000000;font-family:Verdana;"><span style="color:#6c6c6c;font-family:Arial;">O governo de Dubai anunciou que irá escalonar a dívida de uma das suas principais estatais e gerou desconfiança generalizada entre os investidores, forçando a reorientação dos investidores. No Brasil o Desemprego cai e o IPCA-15 vem acelerando mais do que esperado.</span></span> <a href="http://www.gradualinvestimentos.com.br/portal/pdfs/ferramentas/CD_26-11-09.pdf">&#62; Leia mais</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aves de mau-agoiro, Velho-do Restelo ou simplesmente um Medina Carrreira]]></title>
<link>http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/2009/11/26/aves-de-mau-agoiro-velho-do-restelo-ou-simplesmente-um-medina-carrreira/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 00:01:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>wehavekaosinthegarden</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ouvir o Medina Carrreira fez-me lembrar o velho livro do Tim Tim, A Estrela Misteriosa, em que um ve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/files/2009/11/medina-carreira-fim-de-portugal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3403" title="Medina Carreira fim de portugal" src="http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/files/2009/11/medina-carreira-fim-de-portugal.jpg" alt="" width="500" height="626" /></a></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:arial;">Ouvir o Medina Carrreira fez-me lembrar o velho livro do Tim Tim, A Estrela Misteriosa, em que um velho apregoa a chegada do fim do Mundo.Até fisicamente há muitas semelhanças.</span></span></p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pensando o Brasil]]></title>
<link>http://blogdobraz.wordpress.com/2009/11/25/pesando-o-brasil/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 15:57:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Braz Albertini</dc:creator>
<guid>http://blogdobraz.wordpress.com/2009/11/25/pesando-o-brasil/</guid>
<description><![CDATA[Veja como situações distintas influenciam umas nas outras. Nos últimos anos, diante das facilidades ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Veja como situações distintas influenciam umas nas outras. Nos últimos anos, diante das facilidades ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma vida precária]]></title>
<link>http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/2009/11/23/uma-vida-precaria/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 12:31:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>wehavekaosinthegarden</dc:creator>
<guid>http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/2009/11/23/uma-vida-precaria/</guid>
<description><![CDATA[Nove de cada dez novos empregos são precários.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/files/2009/11/socrates-vieira-da-silva-trabalho-precario.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3374" title="socrates vieira da silva trabalho precario" src="http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/files/2009/11/socrates-vieira-da-silva-trabalho-precario.jpg" alt="" width="500" height="408" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:arial;">Nove  de cada dez novos empregos são precários. </span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poker, Já Começa a Ser Considerado Profissão em Portugal...]]></title>
<link>http://hangover80.wordpress.com/2009/11/23/poker-ja-comeca-a-ser-considerado-profissao-em-portugal/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 10:10:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>hangover</dc:creator>
<guid>http://hangover80.wordpress.com/2009/11/23/poker-ja-comeca-a-ser-considerado-profissao-em-portugal/</guid>
<description><![CDATA[Poker em Portugal Fonte:www.poker-for-me.com Hoje trago, um fenómeno que tem vindo a crescer na soci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1030" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/11/poker_chips.jpg"><img class="size-full wp-image-1030" title="poker" src="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/11/poker_chips.jpg" alt="" width="450" height="543" /></a><p class="wp-caption-text">Poker em Portugal     Fonte:www.poker-for-me.com</p></div>
<p><strong>Hoje trago, um fenómeno que tem vindo a crescer na sociedade Portuguesa, penso que em muito deve-se à Crise, passo a transcrever o artigo e de seguida dou o meu comentário ao mesmo.</strong></p>
<p><strong>«&#8217;Poker&#8217; é profissão a tempo inteiro para 50 portugueses</strong></p>
<p>A vida de quatro portugueses que trocaram carreiras estáveis noutras áreas para se dedicarem em exclusivo à vertigem do jogo. Incorrem em crime, mas os milhares que ganham dá para quase tudo.</p>
<p>Henrique Pinho partilha com mais dois amigos um escritório, na zona do Grande Porto, onde o poker é a ocupação principal. São todos profissionais da área e dedicam ao jogo o mesmo tempo e atenção que qualquer outro profissional ao seu trabalho. &#8220;Esta é a minha profissão&#8221;, atira, antes que se criem quaisquer dúvidas. Como ele, serão em Portugal cerca de 50 os jogadores que se dedicam exclusivamente à modalidade. Muitos estiveram no European Poker Tour (EPT), que termina hoje em Vilamoura.</p>
<p>Em Portugal, o número de jogadores de torneios em casa, entre amigos, ou nas salas de poker online, a dinheiro ou a feijões, cresce freneticamente. Estima-se que actualmente joguem em rede entre 100 a 150 mil, a maioria entre os 18 e os 30 anos, e outros ainda menores de idade. Há três anos, eram apenas poucas centenas.</p>
<p>O jogo rende milhares de euros todos os meses, sobretudo na sua vertente online. No entanto, tirar rendimentos do poker online é crime. A garantia foi dada ao DN pelo Serviço de Inspecção de Jogos via e-mail: &#8220;A exploração e a prática de jogos de fortuna ou azar através de meios electrónicos em território nacional constitui crime&#8221;. A infracção, refere ainda a entidade, estende-se tanto aos exploradores das plataformas online como aos jogadores. O jogo é apenas legal, adianta, nos casinos, actualmente palco de sucessivos torneios ao vivo, inclusive internacionais. A polémica não é de agora, e os empresários do ramo queixam-se de a Lei ser muito restritiva, além de não concordarem com a definição de &#8220;jogo de fortuna ou azar&#8221;. Mas os problemas não se ficam por aqui. Há um vazio legal quanto à obrigatoriedade de pagar impostos sobre os montantes amealhados. Nenhum jogador profissional de poker declara às Finanças quanto ganha por mês.</p>
<p>À chegada ao escritório de Henrique, a recepção e o ambiente é de total informalidade e descontracção. Na garagem improvisada de uma vivenda com três pisos não podia faltar uma mesa de jogo, fichas, cartas e computadores com dois ecrãs. &#8220;É mais fácil para jogar em várias mesas (partidas) ao mesmo tempo&#8221;, justifica. Mais a um canto há dois sofás, um grande plasma e uma Playstation III, para descomprimir: &#8220;Neste jogo ora se está em euforia, ora se entra em pequenas depressões, conforme se ganha ou perde&#8221;. Não falta sequer uma mesa de pingue-pongue nem minibar &#8220;para receber os amigos&#8221;.</p>
<p>Aos 28 anos, Henrique dedicou os últimos dois ao poker profissional. Formado em Gestão de Empresas, trocou um emprego fixo numa empresa de lacticínios, onde tirava um salário &#8220;normal de um português&#8221;, pela competição. É patrão de si próprio e faz os seus próprios horários.</p>
<p>O dia de trabalho começa por volta das 15h00. Regressa a casa três horas depois, a 10 minutos de carro, para jantar e &#8220;passar algum tempo com a namorada&#8221;. Às 23h00 está de volta ao escritório, para mais cinco horas de labuta. Trabalhar madrugada dentro é comum, diz, porque &#8220;é a altura em que estão mais jogadores em rede&#8221;. O fim-de-semana normalmente é sagrado: &#8220;aproveito para estar com a família e amigos&#8221;.</p>
<p>Henrique, ou &#8220;Policy10&#8243;, virtualmente falando, é patrocinado pela PokerStars, um gigante do poker mundial que detém uma das maiores salas online da World Wide Web, com mais de 23 milhões de jogadores registados. O patrocínio materializa-se no pagamento dos buy-in (valor monetário) necessário para entrar nos torneios e nas deslocações. Sobre os valores que amealha, não gosta de falar. Mas deixa escapar que a conta bancária engrossou perto de 100 mil em quatro anos.</p>
<p>Os apaixonados pelo poker começam incentivados pelos amigos ou por assistirem a torneios na televisão. Depois, o gosto pelo jogo e a recompensa financeira levam muitos a abandonar os empregos e a universidade para tirarem daqui a sua única fonte de rendimento. A maioria começa a jogar online, onde se conhecem todos pelos nick.</p>
<p>Roberto Machado, de 31 anos, é o &#8220;Oversleep&#8221;. Joga poker profissional há um ano e meio, desde que é patrocinado pela empresa Betfair. &#8220;Já era um jogador ganhador. O grau de confiança e segurança em que estava permitiu-me dar este passo&#8221;.</p>
<p>Deixou uma carreira promissora como programador informático numa empresa de software por uma conta mais choruda ao final do mês. O maior prémio que já ganhou foi em Londres no World Séries of Poker Europa, onde ficou em 27.º lugar, que lhe rendeu 32 mil euros. No ranking nacional de prémios amealhados ao vivo (uma tabela publicada numa revista da especialidade) aparece em sexto lugar, com perto de 60 mil euros. Em casa, tenta ter um horário laboral em frente ao computador. &#8220;Mas não passo o tempo todo a jogar. Estudo o jogo, participo em fóruns e escrevo artigos, com o objectivo de evoluir&#8221;, sublinha.</p>
<p>Considera-se um apaixonado pela modalidade e garante que nos próximos anos não tenciona mudar de profissão. &#8220;É uma actividade que me preenche. Será difícil algum dia deixar de jogar, porque gosto mesmo disto&#8221;.</p>
<p>O amigo Tomé Moreira, de 32 anos, não pensa da mesma forma. Há alguns meses sem exercer a profissão de informático, tenciona regressar a curto prazo. Para já, é ao poker que dedica o tempo. Ao jogo e à filha de um ano que funciona como &#8220;bola anti-stress&#8221;. Gere o dia-a-dia de forma a evoluir no poker e de acordo com as necessidades familiares. &#8220;É maravilhoso, porque se desse aulas não podia dedicar-me tanto à minha filha&#8221;, diz sorridente.</p>
<p>&#8220;Tcmoreira&#8221; é um jogador calmo, moderado, ardiloso. A matemática que aprendeu na faculdade permite-lhe agora delinear bem cada jogada. &#8220;O poker obriga a muita estratégia e competência. Em termos de cálculo mental, a minha área deu-me tudo o que eu precisava&#8221;. Talvez seja essa a razão do seu sucesso. Sobre valores, não lhe arrancamos palavra. Mas os 75 mil euros conquistados nos torneios ao vivo em Portugal, colocam-no em quinto no ranking nacional. Também com a camisola da Equipa Betfair Poker, Tomé atingiu o melhor resultado de sempre de um jogador português no Main Event das World Series of Poker, em Las Vegas: 336ª posição e um prémio de 30 mil dólares.</p>
<p>&#8220;O melhor de tudo é que estou sempre a viajar. Divirto-me imenso&#8221;, conta Renato Almeida, o &#8220;Leguito&#8221;, de 21 anos, que nasceu em Vila Nova de Gaia. Las Vegas, Barcelona, Londres, Mónaco e Praga, são apenas alguns das cidades mais vezes visitadas por estes jogadores. Também tem um escritório alugado com um amigo, onde o dia de trabalho só começa às 18 horas. No total, entre partidas online e torneios ao vivo, já arrecadou mais de 10 mil euros. &#8220;Serviu para comprar um carro a pronto&#8221;, gaba-se o ex-estudante de Engenharia de Computadores e Telemática.</p>
<p>&#8220;As possibilidades que temos com apenas duas cartas são imensas&#8221;, conclui Henrique Pinho. »</p>
<p><em>In:</em> <em><a href="http://dn.sapo.pt/desporto/outrasmodalidades/interior.aspx?content_id=1427539">http://dn.sapo.pt/desporto/outrasmodalidades/interior.aspx?content_id=1427539</a></em>, a 22 de Novembro de 2009, no Diário de Notícias</p>
<p><strong>O meu comentário:</strong></p>
<p>Penso que é uma forma de viver, e pelo desemprego que tem tido uma alta expressividade, e está cada vez mais acentuada, só deveríamos esperar recorrer a formas, não digo fáceis, mas formas de dar um pontapé na crise de uma vez por todas.</p>
<p>As pessoas que tendencialmente jogam, são pessoas novas, muitas delas com cursos superiores, o que, e como tenho vindo a chamar à atenção aqui, é que os jovens licenciados não tendo soluções, relativamente à empregabilidade, têm que sobreviver, e ganhar dinheiro para que consigam viver, e pelos vistos, muitos deles encontram no Poker essa mesma solução.</p>
<p>Mais uma vez, pelos vistos o jogo do Poker fora dos casinos, é contra a lei, e como, tal quem o jogo, está a prevaricar, já para não falar, do problema que o estado tem ao não conseguir tributar os ganhos destas pessoas.</p>
<p>Pois bem, o Estado, parece estar a perder em diversas vertentes, ao não ouvir os recém licenciados que não possuem emprego, e que  como tal, são pessoas não gratas e colocadas de ao lado da sociedade, e sentem-se fora da mesma, e então tem vivencias e maneiras de viver cada vez mais distantes da sociedade actual, denote-se, que estes não são «criminosos» por escolha deles, mas por as denominadas circunstancias da vida, que levam a ter que se desenrascar.</p>
<p>Penso que o jogo, não tem muito de mal, é pena, é que tenham pessoas menores e pessoas, muito novas a jogar o mesmo, e a auferir muito dinheiro com tal, dando a sensação de que a vida não custa, basta jogar para se ganhar, não se investe, em estudos ou em projectos sustentáveis, pois é mais fácil ser patrão do próprio e ter as suas horas, é pena, que a lei da lei Portuguesa, este jogo e quem o joga seja ilegal fora dos casinos.»</p>
<p><strong>Deixo a Questão:</strong> Que Pensa do fenómeno do Poker estar a crescer em Portugal</p>
<p>Tenho Dito!</p>
<p>RT</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Calçada da Fama - Obras no Centro de São Paulo são Embargadas pelo Poder Judiciário por prejudicar a coletividade e beneficiar apenas alguns, diz decisão em sede liminar]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/22/calcada-da-fama-obras-no-centro-de-sao-paulo-sao-embargadas-pelo-poder-judiciario-por-prejudicar-a-coletividade-e-beneficiar-apenas-alguns-diz-decisao-em-sede-liminar/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:58:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/22/calcada-da-fama-obras-no-centro-de-sao-paulo-sao-embargadas-pelo-poder-judiciario-por-prejudicar-a-coletividade-e-beneficiar-apenas-alguns-diz-decisao-em-sede-liminar/</guid>
<description><![CDATA[Vista da Calçada da Fama sendo Construída A matéria sobre a Calçada da Fama ou Calçada da Lama como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Vista da Calçada da Fama sendo Construída A matéria sobre a Calçada da Fama ou Calçada da Lama como ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A VIOLÊNCIA HOMICIDA NO BRASIL: ECOS DE UM SEMINÁRIO]]></title>
<link>http://conjunturacriminal.wordpress.com/2009/11/20/a-violencia-homicida-no-brasil-ecos-de-um-seminario-2/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 15:55:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>soares7</dc:creator>
<guid>http://conjunturacriminal.wordpress.com/2009/11/20/a-violencia-homicida-no-brasil-ecos-de-um-seminario-2/</guid>
<description><![CDATA[A VIOLÊNCIA HOMICIDA NO BRASIL: ECOS DE UM SEMINÁRIO Muitos opinam sobre o crime e as taxas de homic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:16pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="font-size:18pt;color:maroon;">A VIOLÊNCIA HOMICIDA NO BRASIL: ECOS DE UM SEMINÁRIO</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16pt;"> Muitos opinam sobre o crime e as taxas de homicídio; muitos pensam as regiões brasileiras como homogêneas: Sul, Nordeste etc. seriam <em>internamente</em> semelhantes. Não é assim. A violência varia muito <em>dentro </em>da mesma região e as tendências também variam. Não há perfil único nem tendência regional homogênea. Não obstante, há tendências nacionais claras: as taxas brutas de homicídio cresceram linearmente desde 1979 e começaram a descer em 2003, como resultado do Estatuto do Desarmamento. A taxa de 2007 é mais baixa do que a de 2000.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16pt;"> Houve, recentemente, o Primeiro Seminário Nacional sobre Homicídios, em Caruaru, Pernambuco. Uma excelente criminóloga gaúcha, Letícia Maria Schabbach, apresentou um  trabalho cobrindo os três estados do Sul durante um amplo período, de 1980 a 2007. Schabbach mostra que a taxa de homicídios por cem mil hbs varia muito de estado para estado, na mesma região, a Sul. Ela é maior no Paraná e menor em Santa Catarina, Há diferenças nas tendências. A taxa paranaense é quase três vezes a catarinense. Em Santa Catarina, a taxa por 100 mil hbs tem flutuado entre 10 e 12, perto do limite considerado aceitável &#8211; internacionalmente. Acima de 10 por 100 mil hbs. a OMS considera que existe uma epidemia. Santa Catarina é o estado com a taxa de homicídios mais baixa do país.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:16pt;">Há flutuações na região. Em Santa Catarina são “mini-flutuações”. Já o Paraná sofreu uma explosão de homicídios: a taxa começou a crescer em 1998-1999 e, particularmente, a partir de 2000. Com uma taxa de aproximadamente 30 por cem mil hbs, nos últimos quatro anos analisados (2004 a 2007) o Paraná se tornou mais violento do que o Brasil como um todo. Em 2000 era o 16º estado mais violento, mas em 2007 já era o nono.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16pt;"> O Rio Grande do Sul apresenta um perfil diferente, com flutuações maiores. Houve um crescimento grande entre 1985 e 1991 e uma certa estabilidade durante seis a sete anos. O último ano da série analisada foi 2007, que também foi o mais violento. A situação <em>recente </em>do estado é preocupante.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:16pt;">A análise por décadas mostra como a situação deteriorou no Paraná em anos recentes: na década de 90 o Paraná e o Rio Grande do Sul tinham taxas brutas (sobre o total da população) semelhantes – em verdade, a taxa gaúcha era marginalmente mais alta. Porém, na década seguinte o crescimento dos homicídios no Paraná foi acelerado e a taxa bruta passou de 15,3 para 25,8, substancialmente maior do que a do Rio Grande do Sul. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:16pt;">Olhando para <em>todos </em>os estados brasileiros vemos uma tendência demonstrada muitas vezes – os estados com taxas mais altas numa década tendem a ser os mesmos na década seguinte. Porém, não é uma situação estática – há variações. A autora<strong> </strong>apresenta dados para todos os anos em que houve censos e contagens sobre <em>todos </em>os estados brasileiros, o que permite ver, com maior segurança, quais os estados nos que o crescimento foi mais acelerado. Os dados confirmam que houve uma explosão homicida em Alagoas (a que fiz alusão neste jornal) que passou do 11º lugar entre os estados brasileiros em 2000 ao 1º em 2007. A taxa bruta alagoana, de 60,6 por cem mil habitantes, é inaceitável. A taxa existente entre 1991 e 2000 era menos da metade do que é hoje – mais do que dobrou.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:16pt;">O Espírito Santo, Pernambuco e o Rio de Janeiro seguiram um padrão diferente. Desde 1980 estão entre os mais violentos. Porém, mesmo entre esses estados com níveis altos e relativamente estáveis de violência, houve mudanças. A taxa bruta do Rio de Janeiro atingiu o auge em 1996, 60 por 100 mil, semelhante à de Alagoas em 2007. O Rio de Janeiro foi o estado mais violento do Brasil naquele ano (posição que ocupou em vários anos da década de 80). Já José Maria Nóbrega mostra que os benefícios do Estatuto do Desarmamento se concentraram no Sudeste e que, no Nordeste, as taxas cresceram ininterruptamente. No Sudeste, as taxas desabaram entre 2003 e 2007, de 36 por cem mil hbs a 23. Usando dados do SIM, organizados pelo Ministério da Saúde, mostra um crescimento entre 2004 e 2007. Segundo a apresentação de outro pesquisador, J. L. Ratton, a situação em Pernambuco começou a ser revertida em 2008, reversão que continua em 2009. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:16pt;">Outra explosão catastrófica da violência homicida se deu no Pará. Em 2000 ocupava o 21º lugar, com uma taxa de 13 por cem mil, aceitável por padrões brasileiros. Em sete anos passou a ser o 7º estado mais violento no país e sua taxa pulou de 13 para 31,2. Na Bahia também cresceu a violência e o estado passou da confortável posição de 23º estado mais violento para 14º.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:16pt;">Há bom exemplos. No ano 2000, São Paulo era o 4º estado mais violento do país; em 2007, é o 25º, o antepenúltimo, acima apenas do Piauí, estado cujas estatísticas não são confiáveis, e de Santa Catarina, o estado com a mais baixa taxa bruta de homicídios do país. A taxa paulista caiu de 42,3 para 15,7. São Paulo se tornou um exemplo internacionalmente famoso de contenção e redução da violência homicida.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:16pt;">O Brasil oferece muitos exemplos de fracassos e sucessos de políticas públicas de controle da violência, em geral, e dos homicídios, em particular.  Precisamos estudar muito melhor esses exemplos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:x-large;"><span style="font-size:21px;"><br />
</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:16pt;">Gláucio Ary Dillon Soares<br />
</span></p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=ef575022-5d7f-8061-af8d-2873bbbe8c35" alt="" /></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Culpa do Alto Valor do Desemprego Será dos Empresários Portugueses? Veja Aqui as Respostas...]]></title>
<link>http://hangover80.wordpress.com/2009/11/20/a-culpa-do-alto-valor-do-desemprego-sera-dos-empresarios-portugueses-veja-aqui-as-respostas/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 10:10:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>hangover</dc:creator>
<guid>http://hangover80.wordpress.com/2009/11/20/a-culpa-do-alto-valor-do-desemprego-sera-dos-empresarios-portugueses-veja-aqui-as-respostas/</guid>
<description><![CDATA[Desemprego será Culpa dos Empresários? Fonte:http://jornale.com.br Muito se tem comentado, de imputa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1014" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/11/pessimismo3.jpg"><img class="size-full wp-image-1014" title="Empresários" src="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/11/pessimismo3.jpg" alt="" width="450" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">Desemprego será Culpa dos Empresários?    Fonte:http://jornale.com.br</p></div>
<p><strong>Muito se tem comentado, de imputar aos pequenos empresários, parte da culpa do incremento da taxa de desemprego em Portugal, bem eu trouxe a minha opinião quando ao assunto, mas antes passo a transcrever a respectiva notícia.</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>«Empresários. Serão eles os grandes culpados do desemprego?</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Portugueses têm qualificações muito baixas e isso é um obstáculo sério à inovação e à antecipação das crises</strong><strong></strong></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#8220;Se calhar era útil pensar numa iniciativa do tipo Novas Oportunidades para os nossos empresários&#8221;, ironizou Renato Carmo, investigador do ISCTE. A frase foi atirada depois de um diagnóstico arrasador ao mercado de trabalho nacional, &#8220;onde parte da culpa estará também na qualidade dos empresários&#8221;, argumentaram vários especialistas num debate sobre desemprego e desigualdade. Esta semana, o pior cenário confirmou-se: a taxa de desemprego subiu para 9,8% no terceiro trimestre, a maior de que há registo.</p>
<p>Mas então, qual é o problema? Em Portugal, mostram os dados do Ministério do Trabalho do final de 2007 (os últimos disponíveis), quase 23% dos empresários tem apenas a primeira classe. Mais de 20% dos empregadores tem, no máximo, o terceiro ciclo do ensino básico (o antigo 9º ano, actualmente a escolaridade obrigatória). Este perfil é mais ou menos semelhante quando se olha para o resto da população activa, para os trabalhadores. Destes, cerca de 22% tem a primeira classe e apenas 22% acabou a escolaridade obrigatória.</p>
<p>Se assim é, será que as baixas qualificações e habilitações dos empresários &#8211; supostamente, a elite empreendedora que puxa pela economia &#8211; são uma causa relevante para o insucesso dos seus negócios e consequente subida do desemprego, como hoje acontece? Dúvidas que assaltaram os participantes no colóquio sobre desigualdades e desemprego, que decorreu na semana passada na faculdade lisboeta.</p>
<p>O <em>i </em>foi ouvir os visados. Muitos empresários aceitam que sim, que há uma relação de causa-efeito. Outros acham a tese ridícula: &#8220;Então e os bancos que empurraram a economia para o precipício não eram geridos por doutores?&#8221;, questionam.</p>
<p>No dia do colóquio a questão incendiária foi levantada por Alfredo Bruto da Costa, presidente do Conselho Económico e Social, que acolhe as negociações laborais entre governo, sindicatos e patrões. &#8220;Como é que queremos mais produtividade e emprego com as qualificações que temos ao nível dos empresários?&#8221;, atirou.</p>
<p>Henrique Neto, que deixou a Iberomoldes há poucos meses, considera o diagnóstico de Bruto da Costa &#8220;ridículo e perverso&#8221;. &#8220;Será que as grandes empresas, que estão cheias de doutores e engenheiros, também não estão em crise e não despedem pessoas?&#8221;. &#8220;Despedem e não é pouco. Estamos a falar de bancos como o BPN e BPP, mas também de grandes empresas como a PT, EDP e Galp que continuam a ser monopolistas e a viver à custa dos negócios que o Estado vai cedendo. Mesmo assim despedem ou deixam de contratar&#8221;. Henrique Neto aceita que &#8220;há muita ignorância em Portugal e que os empresários não fogem à regra&#8221;. &#8220;Mas quando se faz esse discurso, os principais visados são os pequenos empresários, os que, no seu conjunto, criam mais emprego&#8221;, defende.</p>
<p>Paulo Nunes de Almeida é dono de uma PME do sector do têxtil e vestuário, a TRL. O empresário alerta que &#8220;é sempre perigoso fazer generalizações&#8221;, mas &#8220;obviamente que o nível de habilitações das pessoas é importante para a capacidade de inovação, sobretudo nas empresas mais pequenas&#8221;. &#8220;Acho que esse problema da falta de habilitações existe e que o país está a pagar o preço de ter sido muito pior no passado. Hoje, as coisas estão claramente a melhorar. Há mais jovens empreendedores, há mais apoios a projectos com capital de risco&#8221;, sublinha.</p>
<p>Na opinião de Carlos Pimenta, director-geral da SIIF Énergies, &#8220;o país é o que é e a maioria dos empresários reflecte isso&#8221;. &#8220;É crucial que as pessoas tenham uma formação de base cada vez melhor para se poderem reinventar neste mundo sempre em mudança e turbulento&#8221;, aconselha. &#8220;Isto não quer dizer que todos tenham de ser doutores&#8221;, apontando o exemplo de Rui Nabeiro, dono da Delta, que tem o ensino básico. &#8220;É uma pessoa que compreende que no mundo da informação os desafios são ultra complexos e que os inputs das pessoas motivadas são imprescindíveis&#8221;.»</p>
<p>&#160;</p>
<p><em>In: <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/33684-empresarios-serao-eles-os-grandes-culpados-do-desemprego">http://www.ionline.pt/conteudo/33684-empresarios-serao-eles-os-grandes-culpados-do-desemprego</a></em>, a 19 de Novembro de 2009, no Jornal I</p>
<p><strong>O meu comentário:</strong></p>
<p>Mediante o assunto da peça jornalística, penso que não é legitimo culpar os empresários portugueses, por o desemprego, pois penso que a maior parte dos empresários e dirigentes pode ter uma quota parte de culpa.</p>
<p>Comecemos pelos maiores, os dirigentes das grandes empresas, ou despedem, ou muitas delas até chegam a acordo com os trabalhadores para estes irem com a denominada pré-reforma, e em vez destes não colocam ninguém, sobrecarregam as pessoas que lá ficam com trabalho, e não abrem espaço à contratação de activos novos, e as organizações são geridas por pessoas com licenciaturas, MBA, etc.</p>
<p>No caso, dos mais pequenos, o problema não se pode colocar na mesma orientação que acima, os pequenos empresários até contratam quando necessitam, pelo menos os que podem, o problema é que os negócios que eles dirigem são tendencialmente débeis, e como tal uma contratação pode até fazer alguma diferença. O problema que a  baixa escolaridade traz para os pequenos empresários, é que os mesmos, estão mais fechados ao que se passa fora da sua esfera negocial, muitos deles, são adversos às mudanças, pois não estão preparados para uma economia mais competitiva, e que o ontem é diferente do hoje, e o hoje será diferente do amanha, digamos, que nada é considerado estanque.</p>
<p>Desta forma, os negócios pequenos, são mais vulneráveis, isto por consequência de os empresários, terem muito receio, em apostar em pessoas novas, em ideias novas e pessoas com curso, pessoas estas, que podem fazer andar o negócio, com uma abertura que o vizinho do lado, ainda não se apercebeu, e como tal, poderia posicionar o negócio à frente da concorrência directa, e desta forma, ganhar vantagem.</p>
<p>Penso que, é necessário inovação e aposta em pessoas com carisma, e com conhecimentos, de modo, a que possam ajudar os pequenos empresários, a poderem dar volta aos negócios, e a terminar com a vulnerabilidade dos mesmos, de forma a que possam abrir mais espaços, a novas contratações de pessoas.</p>
<p>No caso das grandes empresas, trata-se essencialmente de terminar com as denominadas cunhas, e de poder, escolher pessoas, pela sua performance, qualidade e mais valias que possam trazer à organização, e possam marcar, no cada vez mais arisco mundo dos negócios.</p>
<p>O Desemprego, é uma consequência global, de erros sucessivos que foram praticados por todos, tanto pelos empresários de  grandes empresas, como os de pequenos negócios, no entanto, o que está feito, feito está, os empresários de ambas as situações devem começar a trabalhar em prol do seu negócio e dos seus clientes, e começar por acreditar nesta nova geração de licenciados que está no desemprego e tem muito potencial para dar, mas que infelizmente, ainda não tiveram oportunidade para tal, e pelo andar da carruagem, qualquer dia já são considerados velhos para o emprego e trabalho, quanto mais para uma carreira.</p>
<p>Ajudariam em primeira estancia a economia, e posteriormente estes profissionais, iram resolver outros problemas sociais, como as compras de bens duradouros e de renovação das gerações seguintes.</p>
<p>Mãos à Obra Enquanto é Tempo!</p>
<p><strong>Deixo a Questão: </strong>Que pensa de responsabilizar os pequenos empresários pelo desemprego em Portugal?</p>
<p>Tenho Dito</p>
<p>RT</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zero Hora]]></title>
<link>http://boppe.wordpress.com/2009/11/20/zero-hora/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 09:00:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>boppë</dc:creator>
<guid>http://boppe.wordpress.com/2009/11/20/zero-hora/</guid>
<description><![CDATA[Um amigo meu esteve em Porto Alegre no início da semana, e voltou abismado com o provincianismo do j]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Um amigo meu esteve em Porto Alegre no início da semana, e voltou abismado com o provincianismo do j]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Indicadores]]></title>
<link>http://josuesilva.wordpress.com/2009/11/20/indicadores-3/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 03:15:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Josué Silva</dc:creator>
<guid>http://josuesilva.wordpress.com/2009/11/20/indicadores-3/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Balança comercial ( em bilhões de US$) mês exportação importação saldo out/09 14,08 12,75 1,3]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="455">
<tbody>
<tr>
<td colspan="4" width="455" valign="bottom">
<p style="text-align:left;">Balança comercial ( em bilhões de US$)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><strong>mês</strong></td>
<td width="84"><strong>exportação</strong></td>
<td width="91"><strong>importação</strong></td>
<td width="155"><strong>saldo</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><strong>out/09</strong></td>
<td width="84" valign="bottom">14,08</td>
<td width="91" valign="bottom">12,75</td>
<td width="155" valign="bottom">1,33</td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><strong>set/09</strong></td>
<td width="84" valign="bottom">13,86</td>
<td width="91" valign="bottom">12,53</td>
<td width="155" valign="bottom">1,33</td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><strong>ago/09</strong></td>
<td width="84" valign="bottom">13,84</td>
<td width="91" valign="bottom">10,77</td>
<td width="155" valign="bottom">3,07</td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><strong>jul/09</strong></td>
<td width="84" valign="bottom">14,14</td>
<td width="91" valign="bottom">11,21</td>
<td width="155" valign="bottom">2,93</td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><strong>jun/09</strong></td>
<td width="84" valign="bottom">14,46</td>
<td width="91" valign="bottom">9,84</td>
<td width="155" valign="bottom">4,62</td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><strong>mai/09</strong></td>
<td width="84" valign="bottom">11,98</td>
<td width="91" valign="bottom">9,33</td>
<td width="155" valign="bottom">2,65</td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><strong>abr/09</strong></td>
<td width="84" valign="bottom">12,32</td>
<td width="91" valign="bottom">8,61</td>
<td width="155" valign="bottom">3,71</td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><strong>mar/09</strong></td>
<td width="84" valign="bottom">11,81</td>
<td width="91" valign="bottom">10,04</td>
<td width="155" valign="bottom">1,77</td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><strong>fev/09</strong></td>
<td width="84" valign="bottom">9,59</td>
<td width="91" valign="bottom">7,82</td>
<td width="155" valign="bottom">1,76</td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><strong>jan/09</strong></td>
<td width="84" valign="bottom">9,78</td>
<td width="91" valign="bottom">10,31</td>
<td width="155" valign="bottom">-0,53</td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><strong>dez/08</strong></td>
<td width="84" valign="bottom">13,82</td>
<td width="91" valign="bottom">11,52</td>
<td width="155" valign="bottom">2,3</td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><strong>nov/08</strong></td>
<td width="84" valign="bottom">14,75</td>
<td width="91" valign="bottom">13,14</td>
<td width="155" valign="bottom">1,61</td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><strong>out/08</strong></td>
<td width="84" valign="bottom">18,51</td>
<td width="91" valign="bottom">17,3</td>
<td width="155" valign="bottom">1,21</td>
</tr>
<tr>
<td width="125"><strong>set/08</strong></td>
<td width="84" valign="bottom">20,01</td>
<td width="91" valign="bottom">17,29</td>
<td width="155" valign="bottom">2,72</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&#160;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="455">
<tbody>
<tr>
<td colspan="5" width="455" valign="bottom">PIB &#8211; IBGE (crescimento em %)</td>
</tr>
<tr>
<td width="125">2008</td>
<td width="84">2007</td>
<td width="91">2006</td>
<td width="91">2005</td>
<td width="64">2004</td>
</tr>
<tr>
<td width="125" valign="bottom">5,7</td>
<td width="84" valign="bottom">5,4</td>
<td width="91" valign="bottom">3,8</td>
<td width="91" valign="bottom">3,2</td>
<td width="64" valign="bottom">5,7</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&#160;</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="455">
<tbody>
<tr>
<td colspan="8" width="455" valign="bottom">
<p style="text-align:center;"><strong>Desemprego</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="61">set/09</td>
<td width="61">ago/09</td>
<td width="61">jul/09</td>
<td colspan="2" width="61">jun/09</td>
<td width="61">mai/09</td>
<td width="61">abr/09</td>
<td width="87">mar/09</td>
</tr>
<tr>
<td width="61" valign="bottom">7,7</td>
<td width="61" valign="bottom">8,1</td>
<td width="61" valign="bottom">8</td>
<td colspan="2" width="61" valign="bottom">8,1</td>
<td width="61" valign="bottom">8,8</td>
<td width="61" valign="bottom">8,9</td>
<td width="87" valign="bottom">9</td>
</tr>
<tr>
<td width="61" valign="bottom">
<p>&#160;</p>
</td>
<td width="61" valign="bottom"> </td>
<td width="61" valign="bottom"> </td>
<td colspan="2" width="61" valign="bottom"> </td>
<td width="61" valign="bottom"> </td>
<td width="61" valign="bottom"> </td>
<td width="87" valign="bottom">
<p>&#160;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="8" width="455" valign="bottom">
<p style="text-align:center;"><strong>Taxas de referência</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="4" width="209"><strong>Selic (ano)</strong></td>
<td colspan="4" width="246" valign="bottom">8,75</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="4" width="209"><strong>Taxa Referencial &#8211; TR (mês)</strong></td>
<td colspan="4" width="246" valign="bottom">0,07</td>
</tr>
<tr>
<td width="61"> </td>
<td width="61"> </td>
<td width="61"> </td>
<td width="25"> </td>
<td width="36"> </td>
<td width="61"> </td>
<td width="61"> </td>
<td width="87"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: Banco Central, IBGE</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Manifestação dos trabalhadores da Aerosoles]]></title>
<link>http://envolvete.wordpress.com/2009/11/20/77/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:12:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>envolvete</dc:creator>
<guid>http://envolvete.wordpress.com/2009/11/20/77/</guid>
<description><![CDATA[Manifestação Aerosoles Fiquei impressionado com o número de pessoas que esta quinta feira se manifes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><table style="width:194px;">
<tr>
<td align="center" style="height:194px;background:url('http://picasaweb.google.pt/s/c/transparent_album_background.gif') no-repeat left;"><a href="http://picasaweb.google.pt/envolve.te/ManifestacaoAerosoles?feat=embedwebsite"><img src="http://lh3.ggpht.com/_jDug00wzewQ/Swged5pgApE/AAAAAAAAAFw/1f42xtH9D2c/s160-c/ManifestacaoAerosoles.jpg" width="160" height="160" style="margin:1px 0 0 4px;"></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align:center;font-family:arial,sans-serif;font-size:11px;"><a href="http://picasaweb.google.pt/envolve.te/ManifestacaoAerosoles?feat=embedwebsite" style="color:#4D4D4D;font-weight:bold;text-decoration:none;">Manifestação Aerosoles</a></td>
</tr>
</table>
<p>Fiquei impressionado com o número de pessoas que esta quinta feira se manifestaram em Ovar.<br />
São os rostos da preocupação, do desespero, da ansiedade, expressões agoniantes, aquelas que só o fantasma do desemprego pode fazer. As soluções têm que começar a existir porque a situação é grave, a taxa de desemprego no distrito de Aveiro já é a quinta do país e ultrapassa já os dez por cento. Um dos temas futuros a desenvolver terá que ser a estratégia de desenvolvimento local ou regional. Desde já fica prometido voltarmos a este tema.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Este tem mau na avaliação e é titular]]></title>
<link>http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/2009/11/20/este-tem-mau-na-avaliacao-e-e-titular/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:01:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>wehavekaosinthegarden</dc:creator>
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<description><![CDATA[O ministro de Estado e das Finanças, Teixeira dos Santos, foi classificado pelo diário britânico ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/files/2009/11/teixeira-dos-santos-avaliacao-15-em-19.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3354" title="teixeira dos santos avaliacao 15 em 19" src="http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/files/2009/11/teixeira-dos-santos-avaliacao-15-em-19.jpg" alt="" width="500" height="663" /></a></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:arial;">O ministro de Estado e das Finanças, Teixeira dos Santos, foi classificado pelo diário britânico &#8216;Financial Times&#8217; como o quarto pior ministro das Finanças, 15º lugar, num ranking de 19 ministros. Ainda assim, o governante melhorou quatro posições desde a última análise, em 2008, quando ocupou o último lugar da lista.</span></p>
<p><span style="font-family:arial;">Cá pelo Jardim, da esquerda à direita todos o elogiam e dizem ser o melhor Ministro que temos. Eles lá sabem porquê.</span><br />
</span></p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desemprego chega aos 9,8%]]></title>
<link>http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/2009/11/19/desemprego-chega-aos-98/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 12:31:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>wehavekaosinthegarden</dc:creator>
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<description><![CDATA[Os sinais de recuperação da economia estão a demorar a chegar ao mercado de trabalho e ameaçam as pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/files/2009/11/maria-helena-andre-desemprego-9-ponto-8.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3350" title="Maria Helena andre desemprego 9 ponto 8" src="http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/files/2009/11/maria-helena-andre-desemprego-9-ponto-8.jpg" alt="" width="500" height="722" /></a><span style="font-size:small;"><span style="font-family:arial;"><br />
Os sinais de recuperação da economia estão a demorar a chegar ao mercado de trabalho e ameaçam as previsões mais optimistas do Governo. No terceiro trimestre de 2009, a taxa de desemprego disparou para os 9,8% e, segundo as estatísticas oficiais, afectou 547,7 mil pessoas.</span></p>
<p><span style="font-family:arial;">Pode um país em que um em dez dos seus cidadãos não encontra trabalho ser considerado livre e democrático? Veio o Engenheiro desculpar-se com a crise, como se não tivesse culpas no cartório, como se não fosse um dos que aplicam o sistema capitalista global à força e à custa dos cidadãos do seu próprio país. Que inocência pode alegar quando foi ele o autor da nova lei do trabalho que tudo permite aos patrões e retira todos os direitos aos trabalhadores? Que lógica pode haver em enterrar mais de 3 mil milhões para aguentar um Banco delapidado pela corrupção e vermos depois os trabalhadores da Quimonda Solar serem despedidos ao verem declarada a insolvência da empresa por uma divida de 26 milhões. Não seria o dinheiro enterrado naquele Banco mais bem empregue a salvar empresas e empregos, garantindo a dignidade das pessoas e a sustentabilidade do país quando a crise passasse? Não seria esse dinheiro mais bem empregue a salvar o trabalho e a evitar a miséria e o sofrimento daqueles que não conseguem trabalho para sustentarem os seus filhos?<br />
</span></span></p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[verde, o lado sujo]]></title>
<link>http://boppe.wordpress.com/2009/11/19/verde-o-lado-sujo/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 09:00:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>boppë</dc:creator>
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<description><![CDATA[Um amigo meu que trabalha em uma dessas &#8220;coisas&#8221; de cooperação internacional me contou q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Um amigo meu que trabalha em uma dessas &#8220;coisas&#8221; de cooperação internacional me contou q]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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