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	<title>despairs &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/despairs/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "despairs"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 08:39:24 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[In a normal day...]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2009/08/29/in-a-normal-day/</link>
<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 19:05:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2009/08/29/in-a-normal-day/</guid>
<description><![CDATA[-Não sei&#8230; -Oh, diz lá. -A sério não foi nada. -Tens medo de me dizer? -Não sei, não importa o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p>-Não sei&#8230;</p>
<p>-Oh, diz lá.</p>
<p>-A sério não foi nada.</p>
<p>-Tens medo de me dizer?</p>
<p>-Não sei, não importa o que façamos, aquilo que possamos escolher&#8230; Acabamos sempre por morrer&#8230;</p>
<p>-Mas isso é óbvio, respondeu-me ela com um sorriso..</p></blockquote>
<p>Fiquei maravilhado, com uma resposta tão simples&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Relação Mistério/Intimidade]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2009/08/25/relacao-misteriointimidade/</link>
<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 02:25:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pedro Araújo</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2009/08/25/relacao-misteriointimidade/</guid>
<description><![CDATA[Qual é de facto o significado de estar apaixonado? Como é que eu posso pegar em algo que se sente, d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://desejosesonhos.files.wordpress.com/2007/10/casal.JPG?w=379&#038;h=272#38;h=417" alt="" width="379" height="272" /></p>
<p style="text-align:justify;">Qual é de facto o significado de estar apaixonado? Como é que eu posso pegar em algo que se sente, de tantas e variadas maneiras, e expressar esse algo por palavras? É necessariamente impossível, atribuir-lhe um conjunto (simpático) de palavras que se adeque uniformemente a todas as pessoas. É o primeiro impacto, é a primeira impressão, o primeiro olhar, é o mistério, o novo, por assim dizer. É algo que não tem explicação, somado ao desconhecido. Esse sim, é certo que lá está.</p>
<blockquote><p>Quem será? Porque me fascina assim? Desta maneira, irremediavelmente pertubadora&#8230;.</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Não consigo conceber &#8220;paixão&#8221;, sem mistério. É algo que faz parte, mas não é o todo, senão estaria apaixonado por todas as pessoas que visse pela primeira vez. É o elemento que está ali sempre presente. (Talvez o único?) Se por um lado ambiciono uma relação duradoura e saudável, com o tempo, o mistério, é diluído em intimidade. Já me sinto confortável com aquela pessoa, já me posso abrir completamente com ela, coisa que jamais faria se a desconhecesse. É, para mim, a transformação desse mistério em intimidade que, também, do mesmo modo, leva a paixão ao amor. Muitos poderão, e irão, discordar de mim, mas à medida que o mistério se dissolve a paixão esfria (desaparece?). Não penso que seja algo mau, não, não me interpretem mal, apenas acho que é o próximo passo. Dessa paixão, nasce o amor. É como a larva que se tranforma numa borboleta. É, necessariamente, impossível amar alguém que se desconhece e apaixonar-se por alguém que se conhece.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[D'espairsRay in Paris Concert La Cigale 13 juillet 2009]]></title>
<link>http://mopiou.wordpress.com/2009/07/14/despairsray-in-paris-concert-la-cigale-13-juillet-2009/</link>
<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 19:20:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>mopiou</dc:creator>
<guid>http://mopiou.wordpress.com/2009/07/14/despairsray-in-paris-concert-la-cigale-13-juillet-2009/</guid>
<description><![CDATA[D&#8217;espairsRay in Paris Juillet July 2009 D&#8217;espairsRay after their signing session in Pari]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><b>D&#8217;espairsRay in Paris Juillet July 2009</b><br />
<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/hb4h0RR10wY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/hb4h0RR10wY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><br />D&#8217;espairsRay after their signing session in Paris, July 12th 2009</p>
<p>Dédicace et Concert D&#8217;espairsRay 12 et 13 Juillet 2009 à Paris La Cigale !!</p>
<p>Article en cours.</p>
<p>C&#8217;était vraiment énorme !!<br />
T&#8217;étais là ?<br />
T&#8217;as trouvé ça comment ?</p>
<p>J&#8217;aimerais connaître la setlist svp. Elle etait vraiment bonne <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
du forbidden, born, sixty nine, mirror, kamikaze, garnet &#8230; <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>SET LIST :</p>
<p>Lizard<br />
REDEEMER<br />
Trickstar<br />
Grudge<br />
Scissors<br />
Kohaku<br />
Sixty Nine<br />
Desert<br />
Infection<br />
Masquerade<br />
ANGELDUST<br />
MIRROR<br />
Paradox 5<br />
Garnet<br />
HORIZON<br />
Screen<br />
Bullet<br />
Yozora<br />
KAMIKAZE</p>
<p>Rappel :</p>
<p>Born<br />
HOLLOW<br />
Fuyuu Shita Risou<br />
Forbidden</p>
<p>Concert et dédicace !!<br />
MErveilleux ♥</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Elitismo...]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2009/05/15/elitismo/</link>
<pubDate>Fri, 15 May 2009 02:03:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2009/05/15/elitismo/</guid>
<description><![CDATA[De forma consciente, pomos de parte todos aqueles que não são a favor da nossa maneira de pensar, ou]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://mindmakers.wordpress.com/files/2009/05/elitismo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1012" title="elitismo" src="http://mindmakers.wordpress.com/files/2009/05/elitismo.jpg" alt="elitismo" width="320" height="243" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">De forma consciente, pomos de parte todos aqueles que não são a favor da nossa maneira de pensar, ou pelo menos, parte dela. Eu dou-vos um exemplo, nunca fui pessoa de sair à noite, nunca bebi, nem fumei, sou um &#8220;freak&#8221;. Fui sempre posto de parte, ou terei sido eu a pôr-me de parte? Olho para o que sou agora e para tudo o que se passou e sendo razoável, fui eu sempre que me pus de parte. Desejava imenso, conseguir-me integrar, mas nunca o consegui fazer. Era a postura de rebelde sem causa, a maneira de pensar, a conversa, ou a falta dela, de todo, não sei bem. Não sei bem se eram os piropos a raparigas bonitas, se eram as bebedeiras, se era o armar o banzé nas salas de aulas. Não consigo assumir isso, não consigo começar a fumar, ou a beber, só para integrar um grupo. Provavelmente tenho auto-estima suficiente para poder dizer: antes só que mal acompanhado. Talvez seja mesmo isso, o facto de me sentir superior a todos eles, cria, em mim, um profundo sentimento de solidão, que não é solidão para mim, mas que pode ser considerado solidão para muita gente que me observa ao longe. Por me querer afastar daquilo, por achar estúpido e pouco, sei lá, original? Por toda a gente se considerar &#8220;cool&#8221;, ao beber, ao sair à noite, ao comer gajas, eu acho triste e vulgar. Será que este elitismo a roçar o narcisismo, é, para mim, saudável? Não me idealizo de outra maneira. Daí nem interessar se é saudável ou destrutivo. A auto-estima nem me deixa pensar de outra maneira. Gosto de ser assim, diferente? &#8220;Todos somos diferentes à nossa maneira&#8221;? Treta, são todos iguais, cá fora são todos iguais. É por isso que nem me interessa conhecer, passam ao lado. Já me imaginei, se tivesse menos auto-estima, e se não conseguisse acreditar no &#8220;antes só que mal acompanhado&#8221;, como seria? Vazio e terrivelmente  vulgar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[What a sad world...]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2009/02/19/what-a-sad-world/</link>
<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 22:15:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2009/02/19/what-a-sad-world/</guid>
<description><![CDATA[Alguma vez se questionaram porquê é que a mulher é tão exposta? Quando eu falo em exposição, refiro-]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://mindmakers.wordpress.com/files/2009/02/form1girlsap_450x300.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-962" title="form1girlsap_450x300" src="http://mindmakers.wordpress.com/files/2009/02/form1girlsap_450x300.jpg" alt="form1girlsap_450x300" width="450" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Alguma vez se questionaram porquê é que a mulher é tão exposta? Quando eu falo em exposição, refiro-me a publicidades , tanto em papel como em televisão, e &#8220;espécies&#8221; de profissões. Porquê este devaneio, a estas horas? Estava ali a ver uns clips de Fórmula 1 e vi aquelas raparigas que andam de um lado para outro, sabesse lá porquê, como se fossem pedaços de carne. Quer-se dizer, elas são bonitas, elas são atraentes, elas têm roupas justas e curtas. Porquê? Será que irei apreciar melhor uma corrida por elas estarem ali? Provavelmente não. Digo-vos, acho que, sinceramente,  o espectáculo só perde com isso. Para começar por que os esfomeados deixam de se concentrar na corrida, para ver outras coisas. Para os outros, por que as raparigas são expostas de uma maneira deprimente. Claro que se elas estão ali, não será por que alguém lhe apontou uma arma à cabeça, mas não deixa de ser rebaixante. Aquela velha máxima aparece: &#8220;o corpo é meu, faço o que quero com ele&#8221;. Sim, mormente é certa essa máxima. Apenas acho que a imagem da mulher, com este tipo de iniciativas, sofre bastante. Porquê? Porque dá a sensação que a mulher serve para aquilo: satisfazer o homem. Não poderia estar mais longe da verdade, mas o pensamento, involuntariamente, tende para essa ideia. Se existe oferta, é por que há procura, não haja dúvida, mas a que preço? Qual é o preço moral e pessoal?</p>
<blockquote><p>Grande liberdade, traz grande responsabilidade.</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Mas, mais uma vez, cada pessoa é livre de fazer o que quiser, pela sua vida.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Need help!!!!]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2009/02/17/need-help/</link>
<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 10:15:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2009/02/17/need-help/</guid>
<description><![CDATA[  E andava eu distraído ( leia-se: sem nada para fazer ), quando, de repente, me aparece esta pérola]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://mindmakers.files.wordpress.com/2009/02/rdv-pr-beach-couple2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-937" title="rdv-pr-beach-couple2" src="http://mindmakers.wordpress.com/files/2009/02/rdv-pr-beach-couple2.jpg" alt="rdv-pr-beach-couple2" width="455" height="301" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">E andava eu distraído ( leia-se: sem nada para fazer ), quando, de repente, me aparece esta pérola no msn:</p>
<blockquote><p>ser feio é um obestáculo á felecidade </p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Um nick, igual a tantos outros, que me deixou a pensar:</p>
<blockquote><p>Como não faço um post ( a sério ) há tanto tempo, deixa-me aproveitar e fazer algo produtivo.</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Se fosse hipócrita, começava o meu devaneio e relatava o que me ocorrera na cabeça, dez minutos após ter lido o nick. Como o tento ser menos possível, começo por contar o que me ocorreu nos primeiros dez minutos. Foi algo neste tom:</p>
<blockquote><p>Esta gente deve ser estúpida&#8230;. Então é por ser feia que não tem uma pessoa ao lado? Ou tem menos oportunidades na vida? Porra, se, por alguma razão, é infeliz como o raio, deve ser por ser estúpido ao ponto de nem saber escrever uma frase com sete palavras.</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Respirei&#8230;. acalmei-me&#8230;.</p>
<p style="text-align:justify;">( passam dez minutos )</p>
<p style="text-align:justify;">Independentemente do aspecto de uma pessoa, a felicidade pode, se esta estiver disposta a isso, ser encontrada. Poderão dizer-me:</p>
<blockquote><p>Ah e tal, mas as raparigas não olham para ti&#8230;</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">E eu responderia:</p>
<blockquote><p>Se tens uma rapariga ao teu lado, só por seres bonito, então meu amigo, está bem lixado. Isso não é nada. No amor verdadeiro, a beleza do parceiro é uma pequena fatia do bolo. Claro que eu não vou andar com uma pessoa que não me agrade, minimamente, fisicamente. Mas também andar com alguém, apenas, pelo seu aspecto exterior, é algo, verdadeiramente, deprimente.</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">E poderiam-me dizer:</p>
<blockquote><p>Ah e tal, mas ao teres um melhor aspecto físico, vão-te ser abertas mais portas para conhecer mais gente.</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">E eu poderia  ( tentar ) dizer:</p>
<blockquote><p>Acho que não é o aspecto físico o factor mais importante para conheceres mais gente. Um homem bonito que só saia de casa para o essencial ( trabalho, compras, pagar contas ), mesmo sendo bonito, não tem grande oportunidade de conhecer mais pessoas. Acho que cabe a uma pessoa, que se ache menos atractiva, criar essas oportunidades. Sair à noite, poderá ser uma delas. Ter uma atitude mais optimista, também ajudará. Cultivar-se, como pessoa, tanto em termos intelectuais como em ter físicos ( ginásio ), com certeza que a irá favorecer. </p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Contudo, as pessoas esquecem-se disso. A parte intelectual. Saber falar, saber estar, saber comportar-se. Saber ter uma boa conversa. Uma conversa culta e inteligente com uma boa pitada de humor. A partir do momento que se leva um &#8220;NÃO!!!&#8221;, desiste-se de tudo. Fará sentido? Sim, ficar no meu quarto a lamentar-me do meu aspecto, com certeza me irá ajudar. Outro problema inerente a tudo isto, é o facto das pessoas, quando vêem outra pessoa que lhes interessa, irem imediatamente com objectivo bem definido de a &#8220;engatar&#8221;.  Conhecer? Saber os interesses? Saber o que ela pensa sobre isto, ou aquilo? Pois, realmente não me interessa. Interessa-me pegar naquela pessoa, ir para um local mais &#8220;privado&#8221;, e começar o ritual. Sinceramente, acho que é um erro fácil de se cometer. Mas também acredito que seja difícil que a outra pessoa acredite que nós só estamos ali para a &#8220;conhecer melhor&#8221;. Mas já me estou a afastar da questão. O essencial, na minha perspectiva, é que uma pessoa se deve cultivar noutros pontos. Deve manter uma atitude optimista sobre o seu futuro e não ir a baixo por um simples &#8220;NÃO!&#8221;. A partir do momento que começamos a viver a vida de uma forma mais relaxada e deixar que as coisas aconteçam naturalmente, vão ver que tudo corre melhor. Se tiver que acontecer, irá acontecer, senão é por que não era a pessoa certa.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">P.S: Qualquer parecença deste post com livros do género: &#8220;Ajude-se, você está a precisar&#8221;, &#8220;Por favor, preciso de uma arma&#8221;, &#8220;Como viver melhor, mesmo não sendo verdade&#8221;, ou coisas do género, é pura coincidência.</p>
<blockquote><p> </p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Noah...ii]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2008/12/28/noahii/</link>
<pubDate>Sun, 28 Dec 2008 22:44:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2008/12/28/noahii/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Porra que medo. Ando de um lado para o outro, sem nada definido, mas como se tivesse algo já ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Porra que medo. Ando de um lado para o outro, sem nada definido, mas como se tivesse algo já muito bem planeado. Na realidade não tenho nada planeado, mas penso que tenho. Ando a evitar continuar a ler aquilo. Fico possesso, fico diferente. Fico frio e desumano. Sem sentimentos e perturbado. Que medo! Já tinha ficado antes, com outros livros. Acabava sempre por os evitar por um momento, mas lá me domavam e me punham ali quieto. Ali parado a testemunhar o que aquelas frases queriam contar. Ahhh caraças, às vezes até tinha que voltar atrás porque nem percebia o que estava a ler. Mas isto começou-se a manifestar à alguns anos atrás, quando era mais jovem. Ficava possesso. Normalmente nas manhãs frias, que poético, quando estava sozinho, na escola, à espera de alguém. Porquê isto? Porquê aquilo? Não faz sentido nenhum isto, faz sentido aquilo. Parado, no frio, sozinho. Agora é com estes livros que me fazem pôr em causa o próprio chão que piso! Que medo! Aquilo pelo qual nascemos: crescer, estudar, trabalhar, procriar, morrer. Mas porquê? Porque tem que ser assim? Tudo pré-estabelecido e planeado antes até mesmo de termos nascido. Fará sentido dizer que somos livres, desta maneira? Fará sentido viver algo planeado por alguém que não existe. Não vale a pena olhar para o lado. É isto e agora! Ou fazemos, ou andamos para aí a vadear. Que tristeza. É isto que eu testemunho quando ponho os olhos naquelas palavras: a verdade. O que nos rodeia, o que nos faz crescer e viver, mas que nem damos conta que ali estão. E depois eles mostram-me que não passo de um palhaço. Que vivo algo que deveria ter sido planeado por mim, mas que não foi. Mostram-me isto os livros. É por isso que vejo televisão, como um chocolate, volto para a cama e volto a ver televisão e vou à casa de banho. E continuo neste andar até pensar nisto: antes infeliz e consciente que pateta e feliz. Assim nasce um filósofo, assim morre uma pessoa.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Noah]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2008/12/27/noah/</link>
<pubDate>Sat, 27 Dec 2008 23:55:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2008/12/27/noah/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Ando assim com uma espécie de pontada nas costas. Que chatice do caraças. É que às vezes até ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Ando assim com uma espécie de pontada nas costas. Que chatice do caraças. É que às vezes até fico sem ar, o que torna já uma dor má, bastante medonha. Olha eu ficar sem ar, Deus me livre. Também ando a fazer pouco exercício, se calhar é por isso. Fica mal habituado o corpo, e depois dá nestas coisas. Mas também nunca liguei muito ao corpo. Quer-se dizer, preocupo-me! Mas não é muito. Preocupo-me até à barreira da doença, mas não até à linha da beleza. Vejam se me faço compreender: preocupo-me em ser saudável, mas não em ter um corpo esbelto. Perceberam? Bah, também não interessa se perceberam ou não. É que isto do corpo é algo que me fascina, mas só há pouquíssimo tempo comecei a pensar nisto. Porque isto traz graves implicações, porque estando a questão a falar do corpo, a ironia, é que esta trancende esse campo. Ora vejamos: quantas pessoas baixas, ou gordas, ou feias são gozadas por o serem? Esta questão traz graves problemas psicológicos a quem as sofre. Eu penso porra, a pessoas geralmente fazem isto sem pensar, e às vezes até aos conhecidos, sem imaginar a repercursões dessa atitude. Eu diria que rebaixar alguém, por ser algo que não tem culpa de o ser, é a forma mais grotesca de agir do ser humano. É o acto mais fútil que existe. E digo-vos mais&#8230; Ahhhhhhhhh, porra! Lá vem a pontada outra vez. Ora bem, mas isto também faz mal a quem se exercita demais. É como a arrogância que invade um escritor que alcançou grande fama. O homem até pode escrever bem, não o rebaixo por isso nem pensar, até porque bons escritores nunca são de mais. Mas e a família? Aturar um traste assim? Deus me livre aturar assim um palerma. Pois bem, um homem que dedique tanto tempo ao corpo, fica um autêntico narcisista. Raios partam um palerma assim. É que não tem ponta por onde se lhe pegue. E depois, um homem que dedique tanto tempo ao corpo, pode ser muito esbelto, isso mais uma vez não lhe tiro, mas se quer ter alguém assim ao seu lado que seja só na cama, porque na conversa o que se aproveita é o café que se está a tomar na hora. Mas nem falemos mais nisso, tanto por me aborrecer, como também por me estar a doer as costas&#8221;<br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre: A verdade]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2008/12/25/sobre-a-verdade/</link>
<pubDate>Thu, 25 Dec 2008 00:35:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2008/12/25/sobre-a-verdade/</guid>
<description><![CDATA[O que é este conceito? De que nos fala ele? Verdade para quem? Enquadremos, antes de mais, o assunto]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O que é este conceito? De que nos fala ele? Verdade para quem? Enquadremos, antes de mais, o assunto. Falo de verdades empíricas, por que das lógicas, nada há a dizer. Um cálculo matemático aqui, é igual ali. Mas e as outras verdades? Em que é que nos apoiamos, para fazer valer a nossa perspectiva? Senso comum? Experiências passadas? Educação? Mesmo que mil pessoas afirmassem o mesmo, nada significa que seja verdade. De onde provém essa verdade certa? Essa verdade inquestionável sem inimigos aparentes? E apenas desfeita aos olhos dos tolos? Será que existe? Se calhar estou a colocar mal as perguntas. Se calhar o problema é ainda mais antigo.</p>
<blockquote><p>Será que faz sentido procurar uma verdade certa, inequívoca, inquestionável e real, para todo e qualquer ser?</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Até que ponto é racional tentar unir todas as perspectivas numa? Por que haverá necessidade disso? Por que terei de fazer ver aquela pessoa que isto é correcto e aquilo é errado? O que me leva a crer que eu estou certo no que acho? Nada me leva a crer. Pois bem, faz sentido dizer que isto é errado e aquela pessoa dizer que isto é certo. Faz todo o sentido, porque ninguém consegue provar que por a + b= c assim é. Diferentes vidas, culturas, experiências, educações, vidas. Tudo faz sentido. E a verdade não é mais que uma realidade filtrada por tudo o que faz de mim o meu Eu. Se aquela pessoa existe e por ser diferente de mim em tudo o que nos faz distintas, também faz, do mesmo modo, sentido que a verdade dela seja tão distinta da minha, como o meu Eu é distinto do Eu dela.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Feliz Natal</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Su Absolute Poetry]]></title>
<link>http://nellavascadeiterribilipiranha.wordpress.com/2008/12/20/su-absolute-poetry/</link>
<pubDate>Sat, 20 Dec 2008 15:25:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alessandro Raveggi</dc:creator>
<guid>http://nellavascadeiterribilipiranha.wordpress.com/2008/12/20/su-absolute-poetry/</guid>
<description><![CDATA[Recensione di Marco Simonelli su &#8220;Disney contro le Metafisiche&#8221;: Si tratta di un’epica o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><img class="aligncenter" src="http://www.editricezona.it/banner/Disney.jpg" alt="" width="410" height="66" /></p>
<p><strong>Recensione di Marco Simonelli su &#8220;Disney contro le Metafisiche&#8221;: </strong>Si tratta di un’epica onirica,<em class="spip"> “del sogno/ [...] di averci un sogno”</em>: un esodo di <em class="spip">“anfibi a vita,/ subacquei bifidi”</em> in cui Raveggi si colloca, non come cantore, piuttosto come osservatore travolto da un frenetico fuggi fuggi generale (<em class="spip">“Sfollaggio Globale”</em>) che si traduce nella scrittura attraverso un percorso elencativo di toponimi (Firenze, Las Vegas, Foresta Nera, Cadiz), celebrità popopolari o referenziali (Morrison, Adorno, Antonello Satta Centanin, Stockhausen) in una sorta di spot per un <em class="spip">“planning dell’Apocalisse”</em>. <a href="http://lellovoce.altervista.org/spip.php?article1641"><strong>[continua qui]</strong></a></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[From somewhere]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2008/12/12/from-somewhere/</link>
<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 18:09:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2008/12/12/from-somewhere/</guid>
<description><![CDATA[Entram bem devagar em mim. Mas é estranho pensar que elas entram se elas já lá estavam. E falam comi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Entram bem devagar em mim. Mas é estranho pensar que elas entram se elas já lá estavam. E falam comigo as ideias, uma de cada vez claro está. E sussuram-me e torturam-me e arranham cá dentro. E depois acalma tudo. Dormem enquanto eu tenho outras ideias, ficam assim caladinhas num canto mal arrumadas. Mas lembro-me que elas existem e depois voltam à carga, uma de cada vez claro está. E primeiro é uma a matar-me. E depois outra a maltratar-me. E depois outra a despedaçar-me. Assim por esta ordem ou por outra qualquer. Sem pena. Sem misericórdia. Porque se sou eu o seu criador, como podem elas mandar em mim desta maneira? Não sei e tenho medo em saber, se eu sou o seu criador. E aparecem sem pedir licença, às vezes é só uma, outras vezes são todas. Tudo indefinido, tudo ao calhas, tudo perdido.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um Mundo de Regras]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2008/12/04/um-mundo-de-regras/</link>
<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 01:12:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2008/12/04/um-mundo-de-regras/</guid>
<description><![CDATA[Prologue de um devaneio, numa viagem de carro: O que seria o mundo sem regras? Provavelmente já cons]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong>Prologue de um devaneio, numa viagem de carro:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O que seria o mundo sem regras? Provavelmente já consideraram esta perspectiva, pelo menos uma vez na vida. Dificilmente poderia existir tal mundo. Devido à nossa brilhante, contudo limitada, inteligência iríamos deitar tudo a perder. Se por um lado é através dela, inteligência, que construímos/produzimos tudo, ou quase tudo, o que nos rodeia, é, logicamente, através dela que tudo também é destruído. Neste último caso, quer tenhamos construído, ou não, destruímos na mesma. Pois bem, devido ao nosso desespero, para nosso bem, existem regras/leis que condicionam e manipulam o nosso comportamento. Penso que, nesta fase evolutiva do Homem, demasiada liberdade pode pôr em causa a nossa própria existência. Mas as regras/leis criam obstáculos à rapidez e eficiência em certos aspectos. Por exemplo: regras de trânsito. Se toda a gente respeitasse as regras de trânsito, em vez de chegarmos a casa às 20:00, chegavamos às 21:00. Associada às leis/regras deve estar também associada uma certa flexibilidade. Convém dizer que isto pode-se tornar uma faca de dois gumes. Porque se por um lado há uma maior dinâmica no que é feito, também há maiores riscos de desastre. Peguemos no exemplo anteriormente referido:</p>
<p style="text-align:justify;">Grande parte das pessoas não conduz a 50 km/h dentro das localidades, seria impraticável esta velocidade, grande parte das vezes. Iria ser perdido tempo, e muito, e toda gente sabe que tempo é dinheiro. Pois bem, vamos passar de 50 para 60, parece-me bem. Ainda assim é pouco, passemos para 70. É bom, mas estou atrasado, passemos para 80. Poderá ser uma velocidade praticável, contudo ilegal, dentro de uma localidade. Há medida que &#8220;dobramos&#8221; as leis/regras, ganha-se um dinamismo incrível, mas também pode vir o desastre associado. Então, pergunto eu, irei a 60, 70, ou 80? A subjectivade é posta à prova e o senso comum vem ao de cima. E depois vem a justiça, para ver essas regras/leis cumpridas. Contudo, sem essa flexibilidade no que fazemos, tudo se perde e as leis/regras deixam de fazer sentido, quando ninguém nada ganha com elas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Despairs! al MEI di Faenza]]></title>
<link>http://nellavascadeiterribilipiranha.wordpress.com/2008/11/26/despairs-al-mei-di-faenza/</link>
<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 21:03:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alessandro Raveggi</dc:creator>
<guid>http://nellavascadeiterribilipiranha.wordpress.com/2008/11/26/despairs-al-mei-di-faenza/</guid>
<description><![CDATA[Hasta donde quiere llegar?]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Hasta donde quiere llegar?</strong></p>
<p><strong><a href="http://nellavascadeiterribilipiranha.wordpress.com/files/2008/11/volantinomei.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-355" title="Despairs! al MEI - 30 novembre 2008" src="http://nellavascadeiterribilipiranha.wordpress.com/files/2008/11/volantinomei.jpg" alt="Despairs! al MEI - 30 novembre 2008" width="240" height="337" /></a><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Devaneios... XI]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/21/devaneios-xi/</link>
<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 00:03:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/21/devaneios-xi/</guid>
<description><![CDATA[Como podemos afirmar que foi feita justiça, quando justiça é o conceito mais ambíguo, mais paradoxal]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Como podemos afirmar que foi feita justiça, quando justiça é o conceito mais ambíguo, mais paradoxal e mais subjectivo que existe. Como é que podemos afirmar que a pedofilia é crime, quando em África, e noutros locais do mundo, homens feitos casam com raparigas com menos de 15 anos? Como podemos dizer o que é justiça, quando alguém rouba e nada é feito e noutros locais do mundo é lhe cortadas as mãos? Como é que pode ser feita justiça? O que é justiça? Como pudemos aplicá-la? Como é que alguém é condenado à morte após ter matado alguém? &#8220;Olho por olho, dente por dente&#8221;? Mas se aqui é assim, porque é que não roubam alguma coisa ao ladrão, em vez de o mandar para a cadeira? É impossível fazer justiça. Quer sejam ricos, quer sejam pobres. Não importa a classe social. Quando a lei, é aplicada e criada por alguém que pode ter cometido faltas maiores que o réu o que importa sermos justos, ou injustos? Já agora, quem pode determinar qual é a maior falta entre duas? Por não ser ninguém, a justiça cai em desespero. Porque não há necessidade dela existir, num mundo perfeito, apenas foi criada devido à nossa terrível e lamentável existência. Que género de ser é aquele que tem que criar algo, para condicionar as suas próprias decisões?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ando-me a sentir enganado, RFM.]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/17/ando-me-a-sentir-enganado-rfm/</link>
<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 08:55:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/17/ando-me-a-sentir-enganado-rfm/</guid>
<description><![CDATA[Então vocês passam o dia a publicitar a adição de fotos e a entrevista ( completa ) no site da RFM, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Então vocês passam o dia a publicitar a adição de fotos e a entrevista ( completa ) no site da RFM, no entanto ainda não vi nada. Gostaria imenso de <a href="http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/13/nicholas-sparkz-em-portugal/" target="_blank">o</a> ouvir dizer:</p>
<blockquote><p>Everybody i meet is nice to me, and i like that.</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">A entoação que dá à frase é de &#8220;morte&#8221;.  </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Disney contro le Metafisiche in libreria]]></title>
<link>http://nellavascadeiterribilipiranha.wordpress.com/2008/11/14/disney-contro-le-metafisiche-in-libreria/</link>
<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 08:22:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alessandro Raveggi</dc:creator>
<guid>http://nellavascadeiterribilipiranha.wordpress.com/2008/11/14/disney-contro-le-metafisiche-in-libreria/</guid>
<description><![CDATA[martedì 18 novembre 2008 &#8211; Firenze &gt;&gt; ore 18 &#8211; Libreria Feltrinelli International ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.editricezona.it/disney.htm"><img class="size-full wp-image-332 alignleft" style="border:1px solid black;margin:10px;" title="Alessandro Raveggi + Despairs!" src="http://nellavascadeiterribilipiranha.wordpress.com/files/2008/11/copertina-mini.jpg" alt="Disney contro le Metafisiche" width="181" height="248" /></a></p>
<p><strong>martedì 18 novembre 2008 &#8211; Firenze</strong></p>
<p><strong>&#62;&#62; ore 18 &#8211; <span style="color:#ff0000;">Libreria Feltrinelli International</span> &#8211; Via Cavour,12</strong><br />
presentazione del libro+cd &#8220;Disney contro le Metafisiche&#8221; (Zona, 2008)<br />
con Cecilia Bello Minciacchi, Francesca Matteoni e Alessandro Raveggi</p>
<p><strong>&#62;&#62; ore 21,30 &#8211; <a href="http://www.tan-gram.it">Tan-Gram</a> &#8211; Via de&#8217; Serragli 3r</strong><br />
Book Party &#8211; Live-set di <a href="http://www.despairs.org">Despairs!</a> da &#8220;Disney contro Le Metafisiche&#8221; -<br />
*** sono graditi mascheramenti disneyani ***<!--more--></p>
<p><strong>&#8220;Il senso del tragico si mescola al sarcasmo</strong>, il tono è scanzonato, disilluso, irriverente. Il trattamento ritmico-musicale nel cd di poesia elettronica ne acuisce ancora il carattere smaliziato e beffardo. In questo libro che lo stesso Raveggi definisce «anfibio» &#8211; un libro che partecipa della scrittura e della recitazione, della lettura e del canto, dell&#8217;acredine sferzante e della melensaggine &#8211; <strong>il trash è attinto a piene mani</strong>, ma disposto con molta accortezza a creare strati, <strong>a rappresentare, per stigmatizzarla, l&#8217;indigeribile «lasagna culturale»</strong> che ci viene continuamente imbandita&#8221;.</p>
<p>(dalla postfazione di Cecilia Bello Minciacchi)</p>
<p>Come acquistarlo? <a href="http://www.editricezona.it/acquisti.htm">qui</a> oppure richiedendolo a <a href="mailto:info@despairs.org">info@despairs.org</a> &#8211; <a href="mailto:info@editricezona.it">info@editricezona.it </a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Questionário]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/09/questionario/</link>
<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 02:51:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/09/questionario/</guid>
<description><![CDATA[Estava aqui a matutar, e decidi pôr esta ideia em prática. Vou criar um questionário e entrevistar 4]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Estava aqui a matutar, e decidi pôr esta ideia em prática. Vou criar um questionário e entrevistar 40 pessoas do sexo feminino, para comprovar a minha teoria.  Título do questionário:</p>
<blockquote><p>Quantos menos uma mulher sai à noite, mais interessante é.</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Ainda não pensei muito bem nas questões, até porque tive esta ideia há cerca de 20 minutos atrás. Depois, uma vez que o conceito &#8220;interessante&#8221; é extremamente subjectivo, é difícil pedir opiniões aos meus caros leitores. Vejamos:</p>
<ol style="text-align:justify;">
<li>Gosta de sair à noite?
<ol>
<li>Com que frequência sai à noite?</li>
<li>Prefere estar num sítio sossegado a falar, ou ir para uma discoteca? (5)</li>
</ol>
</li>
<li>Com que regularidade lê livros? (10)
<ol>
<li>Com que frequência o faz por semana? (5)</li>
<li>Que géneros literários mais gosta? (3)</li>
</ol>
</li>
<li>Costuma ler jornais ( papel ou internet ), ou ver notícias na televisão? (5)</li>
<li>Gosta de ir ao teatro? (3)</li>
<li>Gosta de ver televisão? (3)
<ol>
<li>Que programas mais gosta? (5)</li>
</ol>
</li>
<li>Gosta de cinema?
<ol>
<li>Diga-me três filmes que gosta. (3)</li>
<li>Qual o seu género favorito. (3)</li>
</ol>
</li>
<li>Se pudesse escolher uma qualquer pessoa do mundo, para sair, quem escolheria? Diga-me três perguntas que lhe iria fazer, ou temas que iria abordar. (5)</li>
</ol>
<p style="text-align:justify;">Neste momento, estou encalhado com estas perguntas. Peço a qualquer leitor, se puder, que me dê sugestões de perguntas. Pretendo arrancar com esta iniciativa o mais rapidamente possível, até porque estou bastante curioso em relação aos resultados.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Update 1.1</strong>:</p>
<p style="text-align:justify;">Irei dividir o grupo de 40, para dois de 20. Indivíduos do grupo A, irão ser considerados indivíduos que gostam de sair à noite. Indivíduos do grupo B, irão ser considerados indivíduos que não gostam de sair à noite. Faço isto, para ser mais fácil, à posteriori, comparar os dados entre um grupo e o outro.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Udate 1.2</strong>:</p>
<p style="text-align:justify;">3.1 ) Com que frequência o faz. (5)</p>
<p style="text-align:justify;">8 ) Para si, o que define uma pessoa interessante? (15)</p>
<p style="text-align:justify;">9 ) Tem hi5/myspace/facebook? Com que frequência o usa? Qual o objectivo principal de o usar. (10)</p>
<p style="text-align:justify;">10 ) Se te dessem 1000€ que farias com esse dinheiro, se tivesses que o gastar todo numa semana. (10)</p>
<p style="text-align:justify;">11)  Quais são as suas áreas de interesse. (10)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Update 1.3:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="white-space:pre;"> </span>Irei atribuir uma pontuação a cada pergunta. O total será 100, em que 100 será o meu ideal de pessoa interessante. A atribuição de pontos a cada resposta, segue um critério de subjectivade pessoal.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pensamento]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/08/pensamento/</link>
<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 00:49:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/08/pensamento/</guid>
<description><![CDATA[Um pensamento que tive à bocado e que gostaria de partilhar: Quanto maior a consciência de um indiví]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Um pensamento que tive à bocado e que gostaria de partilhar:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Quanto maior a consciência de um indivíduo, maior a sua infelicidade.</p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Distintos, mas muito confundíveis]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/07/distintos-mas-muito-confundiveis/</link>
<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 21:45:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jorge da Silva Santos</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/07/distintos-mas-muito-confundiveis/</guid>
<description><![CDATA[Às vezes não sei se fazem de propósito. Pode ser apenas um engano. Outras vezes nem se sabe ao certo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://thesunnah.files.wordpress.com/2007/07/hug.jpg?w=351&#038;h=347" alt="" width="351" height="347" /></p>
<p style="text-align:justify;">Às vezes não sei se fazem de propósito. Pode ser apenas um engano. Outras vezes nem se sabe ao certo o que lhes chamar. Eu, admito: tenho uma grande dificuldade nessa matéria. Tenho dificuldade em chamar alguém de amigo, confesso. Normalmente é colega, ou conhecido. Mais conhecido que colega, para ser honesto. Sinto uma enorme dificuldade, em considerar amigo um conhecido muito próximo. Não sei. Acho que ser chamado de amigo é um privilégio. É como dizer &#8220;amo-te&#8221;: deve apenas ser dito no momento certo. Sou daquelas pessoas raras que não fica logo a considerar amigo toda e qualquer pessoa. Eu sou-vos sincero: apenas tenho um amigo. Apenas acho aquele indivíduo meu amigo. Um amigo, mais que uma pessoa que sai conosco e com quem nós convivemos, é uma pessoa que se interessa por nós. É uma pessoa com quem podemos contar para o bem e para o mal. É uma pessoa que faz questão de nos ajudar. Que fica feliz com a nossa felicidade. Que fica triste com a nossa tristeza. Que gosta de nós pelo que somos e não pelo que temos. É uma pessoa a quem nós podemos contar tudo o que nos vai na alma. É uma pessoa que partilha conosco os seus problemas, os seus males. É uma pessoa que sabe os nossos gostos. Que sabe como nos animar. Às vezes até pensamos que temos um grupo de amigos, mas na realidade não, apenas há um indivíduo, ali no meio, que de facto é nosso amigo. Que faz o possível e o impossível para nos ver bem. Sentimo-nos melhor só de o ver e ele a nós. Os problemas desaparecerem, nem que seja por um instante. É das únicas pessoas com quem podemos ser <strong>verdadeiramente</strong> honestos. Meus caros, a verdadeira diferença, é que um amigo, por muito longe que esteja, é para a vida, um conhecido não o é. Enfim, é por estas razões que eu digo que tenho dificuldade em chamar alguém de amigo. É por isto que tenho poucos. É por ter um que sou um grande afortunado.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Post Scriptum:</strong> Depois do que escrevi: será que vocês, afinal, têm assim tantos amigos?</p>
<p style="text-align:right;">Jorge da Silva Santos</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Assim falava....alguém.]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/07/assim-falavaalguem/</link>
<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 12:37:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/07/assim-falavaalguem/</guid>
<description><![CDATA[Pois é, a dificuldade é grande. A maneira como as ideias são apresentadas é de cortar os pulsos. Ou,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://sirismm.si.edu/saam/scan1/P46600219_b.jpg" alt="" width="456" height="528" /></p>
<p style="text-align:justify;">Pois é, a dificuldade é grande. A maneira como as ideias são apresentadas é de cortar os pulsos. Ou, se calhar, não estou habituado a este estilo. A maneira poética e bíblica é estranha. As palavras, que depois se transformam em frases, têm diferentes significados para diferentes olhos. É preciso calma e empenho neste leitura. Pois, não estou a ler Paulo Coelho, mas sim <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Friedrich_Nietzsche" target="_blank">Nietzsche</a>. Vamos ver, como é que eu me sairei. Ou, secalhar, à semelhança do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Soren_Kierkegaard" target="_blank">dinamarquês</a>, ponho o nosso amigo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Friedrich_Nietzsche" target="_blank">Nietzsche</a> na prateleira.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Angelica]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/05/angelica/</link>
<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 19:51:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/05/angelica/</guid>
<description><![CDATA[Pôs a pistola em cima da mesa. Suspirou. Pensou. Pensou se valeria a pena continuar. Pensou se toda ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Pôs a pistola em cima da mesa. Suspirou. Pensou. Pensou se valeria a pena continuar. Pensou se toda a dor que vinha a sentir valia ser suportada. Pensou bem. <em>&#8220;De que vale a pena continuar? Não há nada depois disto. Lutamos com tanta força pela felicidade. Mas que felicidade? Estudar? Problemas diários? Emprego? Contas? Problemas dos filhos? Isto não é felicidade. Ter um filho não é uma felicidade. Ter um companheiro não é alegria. É supressão da dor. A dor que nos acompanha a todo o momento. A dor que nos diz que isto tudo, não tem qualquer objectivo. A dor que nos faz questionar tudo. A dor que transforma tudo em desespero. Sofrer, para estar vivo e depois morrer. É este o meu destino. Não há Deuses, nem paraísos, nem nada. Há morte. E se realmente se vive em algum lado, é hoje e agora. Nada de fantasias inocentes.&#8221;</em> Pegou na arma, com as mãos a tremer. Caiu-lhe uma lágrima em cima do cano. Sentiu a arma fria na boca. Sentiu o amargo sabor dela. Respirou. Fechou os olhos. Reteve a respiração. O suor escorria-lhe. Tudo parou. Antes de Angelica saber, naquele momento, toda a sua vida mudou.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Interessante ( para qualquer pessoa )]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/04/interessante-para-qualquer-pessoa/</link>
<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 23:14:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/04/interessante-para-qualquer-pessoa/</guid>
<description><![CDATA[Penso que este blog, pelo menos eu sempre tentei, foi transmitir uma ideia de um blog &#8220;filosóf]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Penso que este blog, pelo menos eu sempre tentei, foi transmitir uma ideia de um blog &#8220;filosófico&#8221;. E porque é que eu o adjectivo desta maneira? Sempre tentei, com educação e maneiras, pôr em causa certas perspectivas da sociedade. Este pôr em causa, foi sempre mostrado pela minha opinião e com uma dose de argumentação. Sempre tentei transmitir a ideia que uma pessoa não deve ficar estática na vida. Não deve seguir o &#8220;rebanho&#8221;. Deve pensar por si mesma. Deve ter o gosto de explorar o conhecimento. Não deve ter medo de dizer <strong>não</strong> ,a alguém, só porque esse alguém é seu amigo. Evitar a estupidez, o orgulho, a ignorância e a teimosia. Abraçar a temperança, a razão, a paixão pelo conhecimento e o altruísmo. Conhecer as suas limitações. Apesar de, inicialmente, falhar nestes aspectos, e ainda agora o falhe, é estes ensinamentos que tento transmitir com o que aqui escrevo. Pois bem, hoje, alguém desiludiu-me imenso. Uma pessoa que eu julgava que era séria e que sabia quando &#8220;fechar a boca&#8221;. Uma pessoa que eu julgava que pensava coerentemente. Uma pessoa que é rotulada de &#8220;filósofo&#8221;, porque de facto há um fosso entre &#8220;filósofo&#8221; e &#8220;professor de filosofia&#8221;. Pois bem, aqui <a href="http://dererummundi.blogspot.com/2008/11/insulto.html" target="_blank">fica</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Consideração do dia]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/03/consideracao-do-dia/</link>
<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 22:18:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/03/consideracao-do-dia/</guid>
<description><![CDATA[Penso: porque será a residência ( da minha universidade ) não-mista? Quero eu dizer, porque é que há]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Penso: porque será a residência ( da minha universidade ) não-mista? Quero eu dizer, porque é que há uma zona para rapazes e outra para raparigas? Não faz muito sentido. E porque não? Comecemos, antes de mais, por pensar o porquê desta divisão. Será que é uma tentativa de condicionar os impulsos juvenis e manter a moral e bons costumes? Muito provavelmente sim. Mas, esta regra, quando foi criada, não analisou todos os casos possíveis. E com isto quero dizer o quê? Apenas supôs, com esta regra, que haveriam apenas relações heterossexuais. Mas será que há apenas relações heterossexuais? Duvido muito. Há relações homossexuais, como todos devem imaginar, contudo, estes casos muito específicos, não foram postos em consideração. E porquê? Não sei. Preconceito? Medo de olhar a verdade de frente e, por isso mesmo, fechar os olhos à realidade e criar regras sem ter em consideração a homossexualidade existente no mundo? Talvez. Talvez apenas tenham visto que há mais relações heterossexuais do que homossexuais. Por isso mesmo, com a sua regra, decidiram suprimir a pequena chance que havia da existência de casais homossexuais. Contudo, nada impede um casal homossexual de ter relações estando esta regra em vigor. Por isso mesmo, temos um preconceito: ou se por fechar os olhos à homossexualidade e criar regras visando a sua inexistência, ou se por criar regras favoráveis à homossexualidade, deixando de lado a heterossexualidade.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brad]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/03/brad/</link>
<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 12:29:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/2008/11/03/brad/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Parece-vos uma ciência? A mim não. Para quê tentar fazer a unificação de tudo? É tempo perdid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">&#8220;<em>Parece-vos uma ciência? A mim não. Para quê tentar fazer a unificação de tudo? É tempo perdido e inútil. Não serve para nada. Porque para mim é isto e para ti aquilo. Não faz sentido pegar no universo. Concentremo-nos no particular e deixemo-lo assim mesmo: particular e subjectivo. Tratemos primeiro do nosso Eu e fiquemos por aí. Universalizar é ridículo. É aborrecido. É tempo perdido. Tempo esse que poderia utilizar de outra maneira. Para quê desresponsabilizar? Sou culpado do que faço e daquilo que irá ser feito por mim. A minha liberdade é a minha prisão moral. Eu sou responsável por mim e pelo que faço. Não é Deus, nem ninguém. Apenas eu.</em>&#8220;. Não conseguía viver mais assim.  Tantos factores.  Tantos  &#8220;ses&#8221;.  Tantos pressupostos.  Tantas variáveis.  Tanta responsabilidade. Não quis mais isso para si. Brad, pôs a arma na boca, fechou os olhos, e premiu o gatilho. Sentiu a liberdade, pela primeira vez.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Funciona]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/2008/10/26/funciona/</link>
<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 23:27:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
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<description><![CDATA[Após alguns testes e ensaios, funciona. Fiquei rendido à sua magia e à veia de escritor que faz puls]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Após alguns testes e ensaios, <a href="http://mindmakers.wordpress.com/2008/09/06/os-ditos-cadernos-pretos/" target="_blank">funciona</a>. Fiquei rendido à sua magia e à veia de escritor que faz pulsar em mim.</p>
</div>]]></content:encoded>
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