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	<title>destruir &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/destruir/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "destruir"</description>
	<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 08:02:26 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Garota DETONA XBOX 360º do Namorado]]></title>
<link>http://noliquidificador.wordpress.com/2009/11/29/garota-detona-xbox-360%c2%ba-do-namorado/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 03:02:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>And.Rey.</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aina não creio que DETONAR o XBOX 360º do namorado seja uma boa maneira de&#8230; SOLTAR SUA RAIVA e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Aina não creio que DETONAR o XBOX 360º do namorado seja uma boa maneira de&#8230; SOLTAR SUA RAIVA e]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[GTA: the ballad of gay Tony]]></title>
<link>http://xogamoito.wordpress.com/2009/11/28/gta-the-ballad-of-gay-tony/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 16:53:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>wecant</dc:creator>
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<description><![CDATA[Esta nova versión do gta 4 chegará descargable de forma exclusiva para xbox 360. Trae a novedade de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Esta nova versión do gta 4 chegará descargable de forma exclusiva para xbox 360.<br />
Trae a novedade de que aparte de ser descargable tamén estará dispoñible unha edición en disco para xbox360.<br />
Nesta ocasión encarnaremos a Luis López, un criminal e asistente do lendario Tony Price , tamén conocido como Gay Tony.Haberá que plantarlle cara a un mundo de traicións nas que as lealtades entre familia e amigos van desvelandose como falsas.</p>
<p>&#160;</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://img.mundogamers.com/galerias/xbox360/grand-theft-auto-the-ballad-of-gay-tony/grand-theft-auto-the-ballad-of-gay-tony-1253116740_thumb660x366.jpg" alt="" width="640" height="360" /></p>
<p>Esta versión do GTA 4 incluirá duas expansións para o mesmo disco sen a necesidade de ter o xogo orixinal para executalo.<br />
O seu precio será duns 29 € aproximadamente.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Just Cause 2:]]></title>
<link>http://xogamoito.wordpress.com/2009/10/27/just-cause-2/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 12:10:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>wecant</dc:creator>
<guid>http://xogamoito.wordpress.com/2009/10/27/just-cause-2/</guid>
<description><![CDATA[Destruir ,pilotar, disparar&#8230; un salto de adrenalina e acción desenfrenada. Salvaxe, coma un xi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><strong>Destruir ,pilotar, disparar&#8230; un salto de adrenalina e acción desenfrenada.</strong></p>
<p>Salvaxe, coma un xigantesco disparo de adrenalina en plena cara. Asi é Just Cause 2 probablemente a saga de videoxogos máis “pasada de rosca” da actual xeración de videoconsolas. Descubre  os 1000 kilómetros cadrados de Panau, salta dende o alto das suas montañas, destrue as suas instalacions&#8230;. Sembra o caos.</p>
<p>Paraíso tropical: o primeiro que chamará a atención ao xogador  cando se dispoña a xogar por primeira vez será o espectacular aspecto que o videoxogo presenta.</p>
<p>A secuela, sen embargo, toma nota das flaquezas que o orixinal presentaba en térmos de texturas, animaciones, modelado de personaxes e desertización dos escenarios, para traballar en conseguir un Panau moito máis vivo.Multiplicaronse os poboados, as bases e as cidades que podremos explorar y nas que podremos interactuar, e fulminaronse prácticamente por completo a sensación do reciclaxe que transmitían as selvas da primera parte.</p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->﻿<img class="aligncenter size-full wp-image-29" title="just" src="http://xogamoito.wordpress.com/files/2009/10/just.jpg" alt="just" width="435" height="285" /></p>
<p><span style="font-size:small;">Claro que un mapa tan profundo e traballado tamén require duns gadgets que nos permitan sacarlle o maior partido. O control do paracaídas era algo torpe na primera parte, e polo que puidemos ver resulta moito máis preciso na secuela, permitindonos levar a cabo accións con moita máis velocidade como xiros de 180º, por exemplo, que resultarán fundamentales á hora de apuntar a obxetivos móviles que desexemos derribar.</span></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		TD P { margin-bottom: 0cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coisas que a internet está destruindo]]></title>
<link>http://educarrega.wordpress.com/2009/10/21/coisas-que-a-internet-esta-destruindo/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 23:19:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo Carrega</dc:creator>
<guid>http://educarrega.wordpress.com/2009/10/21/coisas-que-a-internet-esta-destruindo/</guid>
<description><![CDATA[A arte de discordar educadamente A internet aguçou o tom dos debates. A intolerância e falta de educ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>A arte de discordar educadamente</strong><br />
A internet aguçou o tom dos debates. A intolerância e falta de educação reina absoluta principalmente nos comentários dos blogs. Hoje em dia é normal discordar de qualquer coisa não com argumentos, mas com: &#8220;vai tomar no $*&#8221;, &#8220;você é um filho da %$#@&#8221; ou &#8220;este blog é uma m%$#&#8221;</p>
<p><strong>O respeito pelos mortos</strong><br />
O Twitter se tornou uma tribuna aberta para piadas sobre a morte de pessoas famosas. 99,9% de muito mau gosto.</p>
<p><strong><!--more-->Adolescentes ansiosos pela sua primeira Playboy</strong><br />
Antigamente um garoto de 13 ou 14 anos que possuia uma revista playboy era considerado pelos amigos quase um deus. Hoje a onipresença de pornografia gratuita e pesada na internet acabou com um dos mais importantes ritos de passagem para os meninos adolescentes: a compra de revistas de sacanagem. Porque tremer na banca para comprar a Playboy se você pode baixar montanhas de obscenidades direto no seu quarto?</p>
<p><strong>Lojas de discos</strong><br />
Em um mundo onde as pessoas não estão dispostas a pagarem por música, cobrar delas R$ 30 por 12 músicas dentro de uma frágil caixa de plástico, definitivamente, não é um bom modelo de negócio. Mas também perdeu-se a oportunidade de vasculhar com os dedos, pilhas de CDs e discos e encontrar as vezes, verdadeiras preciosidades e tambem a oportunidade de paquerar e fazer novos amigos.</p>
<p><strong>Ouvir um disco do início ao fim</strong><br />
Os mp3 são um dos benefícios da internet. Por um lado, não é mais preciso aguentar oito músicas chatas para poder ouvir uma ou duas que valem a pena. Mas, por outro lado, álbuns que realmente valem a pena não terão a audiência que merecem.</p>
<p><strong>Escrever cartas</strong><br />
E-mail é mais rápido, barato e conveniente. Receber uma carta escrita à mão de um amigo se tornou um prazer raro, e até nostálgico. Como consequencia, frases de despedida como “Com as melhores saudações” ou “Um grande abraço” foram substituídas por um simples e imbecil “Valeu”.</p>
<p><strong>Pontualidade</strong><br />
Na era pré-internet e pré-celular, as pessoas precisavam manter seus compromissos e chegar ao local combinado na hora certa. Enviar mensagens de texto cinco minutos depois do compromisso para avisar os amigos do atraso se tornou uma das grosserias comuns da era da conectividade.</p>
<p><strong>Listas de telefone</strong><br />
Você pode encontrar tudo que quiser na internet, com dados muito mais completos do que as antigas e mofadas Páginas Amarelas. Mas o que você faz quando fica sem conexão?</p>
<p><strong>Memória</strong><br />
Quando quase todo fato, não importa quão obscuro e misterioso, pode ser esmiuçado em segundos através do Google ou do Wikipedia, o “mero” armazenamento e recuperação de conhecimentos em sua mente se tornou menos valorizado.</p>
<p><strong>Concentração</strong><br />
Quem, entre o Gmail, o Twitter, o Facebook e o Google News, consegue trabalhar? Uma nova tendência de distúrbio de concentração que se desenvolve.</p>
<p><strong>Decorar números de telefone</strong><br />
Depois de digitar os números na agenda do seu celular, você nunca mais vai olhar para eles de novo. Você se lembra de cabeça os telefones de sua família?</p>
<p><strong>Teorias conspiratórias</strong><br />
A internet é constantemente repudiada como dominada por pessoas excêntricas, mas, ao longo dos anos, se mostrou muito mais propensa para desacreditar teorias conspiratórias em vez de perpetuá-las.</p>
<p><strong>Preencher formulários na última página dos livros</strong><br />
O mais próximo disso hoje são os serviços das livrarias virtuais como “Clientes que compraram este livro também compraram…”</p>
<p><strong>Álbuns de fotos e projeções de slides</strong><br />
Facebook, Flickr e sites de impressão de fotos como Snapfish são a nova maneira pela qual compartilhamos nossas fotos. No início deste ano, a Kodak anunciou estar descontinuando a produção do seu clássico filme Kodachrome por falta de demanda.</p>
<p><strong>Depender de agentes de viagens para marcar férias</strong><br />
Para embarcar em uma viagem de férias, não precisamos mais passar obrigatoriamente pelo agente de viagens, que tenta insistentemente vender aquele pacote “imperdível”. Sites especializados montam a viagem dos sonhos dentro do orçamento possível.</p>
<p><strong>Relógios de pulso</strong><br />
Ficar mexendo no bolso para pegar seu celular pode não ser tão elegante quanto olhar para um relógio de pulso, mas é mais econômico e prático do que andar por aí com dois equipamentos.</p>
<p><strong>Artistas ainda não descobertos</strong><br />
Colocar suas pinturas ou poemas online é tão fácil, que os artistas desconhecidos não têm mais desculpas.</p>
<p><strong>Matar tempo</strong><br />
Quando foi a última vez que você passou uma hora inteira olhando o mundo pela janela, &#8220;pensando na morte da bezerra&#8221;? Ou simplesmente sentado fazendo nada? A atração da internet sobre a nossa atenção é implacável e, cada vez mais, difícil de resistir.</p>
<p><strong>Assistir televisão acompanhado</strong><br />
A internet permite que parentes e amigos assistam os mesmos programas em diferentes horários e em diferentes lugares, acabando com o significado daquele que foi um dos mais atrativos apelos culturais da classe média, a experiência compartilhada. Programas para assistir televisão juntos, se ainda existem, se limitam a eventos esportivos e reality shows.<br />
<strong><br />
O intervalo de almoço</strong><br />
Você deixa o seu computador para almoçar? Ou come um sanduba enquanto responde e-mails pessoais e bate papo no MSN?</p>
<p>Texto retirado de: http://pipocacombrigadeiro.blogspot.com</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PALABRA DEL DÍA (VORTO DE LA TAGO): Detrui]]></title>
<link>http://esperantowordoftheday.wordpress.com/2009/10/12/palabra-del-dia-vorto-de-la-tago-detrui/</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 17:40:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>ignatius881</dc:creator>
<guid>http://esperantowordoftheday.wordpress.com/2009/10/12/palabra-del-dia-vorto-de-la-tago-detrui/</guid>
<description><![CDATA[DETRUI こわす・壊す TO DESTROY DESTRUIR DESTRUIR Ruinigi, pereigi, nuligi, neniigi: 完敗する。 To ruin, to annu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>DETRUI</p>
<p>こわす・壊す</p>
<p>TO DESTROY</p>
<p>DESTRUIR</p>
<p>DESTRUIR</p>
<p><em>Ruinigi, pereigi, nuligi, neniigi</em>:</p>
<p>完敗する。</p>
<p><em>To ruin, to annul, to annihilate</em>:</p>
<p><em>Arruinar, anular</em>:</p>
<p><em>Arruinar, anular</em>:</p>
<p><strong>Grandega ŝtormo detruis la dometon.</p>
<p>Ŝuldo ne bruas, tamen dormon detruas.</p>
<p>Vian vivon ĝuu, sed fremdan ne detruu.</p>
<p>Milito kaŭzis senprofitajn detruojn.</p>
<p>La detrua povo de la akvoj estas grandega.</p>
<p>Miaj esperoj estas detruitaj.</p>
<p>Niaj planoj detruiĝis kaj ni nenien forveturis.</p>
<p>Tio estas detruado nur pro detruemo.</p>
<p>La kastelo estis nedetruebla.</strong></p>
<p>========================================================</p>
<p><strong>大きい暴風はコテ一ジを壊しました。</p>
<p>債は騒ぎませんけど、睡眠は壊されます。</p>
<p>世の中は持ちつ持たれつだ。</p>
<p>戦火は非生産的な壊滅を引き起こしました。</p>
<p>水域の破壊的な強さは絶大です。</p>
<p>私の希望は壊されました。</p>
<p>私たちの案は壊されました、何処へも行かなかった。</p>
<p>それは破壊的さで壊滅です。</p>
<p>城は不変でした。</strong></p>
<p>========================================================</p>
<p><strong>A big storm has destroyed the cottage.</p>
<p>A debt doesn&#8217;t make noise, however it destroys an sleep.</p>
<p>Live and let live.</p>
<p>A war caused unproductive destructions.</p>
<p>The destructive power of waters is immense.</p>
<p>My hopes have been destroyed.</p>
<p>Our plans were destroyed and we drove away to nowhere.</p>
<p>That&#8217;s destruction only by destructiveness.</p>
<p>The castle was indestructible.</strong></p>
<p>========================================================</p>
<p><strong>Uma tormenta enorme destruiu a casinha.</p>
<p>Uma dívida não faz barulho, contudo destrói o sono.</p>
<p>Viva e deixe vivir.</p>
<p>Uma guerra causou destruições improdutivas.</p>
<p>O poder destrutivo das águas é enorme.</p>
<p>As minhas esperanças estão destruídas.</p>
<p>Nossos planos foram destruídos e não fomos a nenhum lugar.</p>
<p>Isso é destruição só por destructividade.</p>
<p>O castelo era indestrutível.</strong></p>
<p>========================================================</p>
<p><strong>Una tormenta enorme destruyó la cabaña.</p>
<p>Una deuda no hace ruido, sin embargo destruye el sueño.</p>
<p>Vive y deja vivir.</p>
<p>Una guerra causó destrucciones improductivas.</p>
<p>El poder destructivo de las aguas es muy grande.</p>
<p>Mis esperanzas están destruidas.</p>
<p>Nuestros planes fueron destruidos y no fuimos a ningún sitio.</p>
<p>Eso es destrucción sólo por destructividad.</p>
<p>El castillo era indestructible.</strong></p>
<p>FONTO / 元 / SOURCE / FONTE / FUENTE: <a href="http://es.lernu.net/lernado/vortoj/tagovortoj/vorto.php?id=339">http://es.lernu.net/lernado/vortoj/tagovortoj/vorto.php?id=339</a></p>
<p><a href="http://bitacoras.com/anotaciones/esperantowordoftheday.wordpress.com/2009/10/12/palabra-del-dia-vorto-de-la-tago-detrui"><img src="http://widgets.bitacoras.com/votar/big/esperantowordoftheday.wordpress.com/2009/10/12/palabra-del-dia-vorto-de-la-tago-detrui" alt="votar" title="Votar esta anotación en Bitacoras.com" style="vertical-align:middle;border:0;" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cultura | Una diferencia radical entre el ser humano y cualquier especie animal]]></title>
<link>http://republicavirtual.wordpress.com/2009/10/09/cultura-una-diferencia-radical-entre-el-ser-humano-y-cualquier-especie-animal/</link>
<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 22:14:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ccy</dc:creator>
<guid>http://republicavirtual.wordpress.com/2009/10/09/cultura-una-diferencia-radical-entre-el-ser-humano-y-cualquier-especie-animal/</guid>
<description><![CDATA[El hombre es un ser cultural y como es sabido la cultura es un hábito que se aprende o se asimila. D]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://snurl.com/sel8t" target="_blank"><img class="alignleft size-medium wp-image-3455" title="DARWIN LOVE &#124; photobucket by mmagnum" src="http://republicavirtual.wordpress.com/files/2009/10/darwin_love_photobucket_by-mmagnum.jpg?w=300" alt="DARWIN LOVE &#124; photobucket by mmagnum" width="300" height="225" /></a>El hombre es un ser cultural y como es sabido la cultura es un hábito que se aprende o se asimila. Desde antes de nacer estamos ya influidos por una cultura, la que nuestros procreadores traen inscrita, es decir, su historia. Esta circunstancia nos condiciona un referente de la vida que el <em>procreado</em> conllevará en un futuro; posiblemente predeciremos la religión, la educación, la comida y el lenguaje que adopte para sí mismo.</p>
<p>Somos seres anclados a una forma de vida puesto que vivimos en sociedad y por más que queramos escapar de ella, nos influye al mismo tiempo que nos crea nuestra subjetividad, porque aunque estemos inmersos en una cultura o forma de vida logramos crear ideas propias y ésto es una de las cosas que nos diferencia de los otros animales, el ser humano vive en sociedad y en una cultura pero es capaz de imaginar, crear y razonar, es capaz de tomar sus propias decisiones en comparación con los animales, los cuales viven en manadas varados a una forma de vida dependiente del clima.</p>
<p>El ser humano depende de la cultura en la que vive y el animal del clima en el que vive; el hombre vive en una educación cultural y el animal busca exclusivamente su supervivencia.</p>
<p>Pero también el ser humano es un ser <em>neotén</em>, inacabado, inmaduro, incapaz de sobrevivir, un ser incompleto, dependiente, puesto a fallecer en el momento de nacer si no nace en sociedad.</p>
<p>Con esta introducción he de dar cita a una forma de pensar (Jacob Bronowsky) frente a una de las teorías más importantes a mi parecer (<em>Neotenia</em>) que ponen en juicio estas características que nos hacen diferente a las otras especies de animales:</p>
<p>Charles Darwin en su texto <em>El origen de las especies</em> en 1859 y en <em>La descendencia del hombre</em> en 1871 argumentaba que el hombre descendía del mono, desde ese momento el camino de la cultura humana tomó otro rumbo, a raíz de esta argumentación que aún sigue siendo una teoría, descendieron algunas otras <em>teorías</em> que explicaban el origen del hombre, algunas insistían en la comparación del hombre con el mono y no sólo con este tipo de animal sino con las otras especies parecidas a nosotros; ya lo decía Darwin somos seres en una cadena evolutiva y tenemos características de todas las especies de animales, es por ello que en los laboratorios se experimenta con ratas puesto que éstas tienen la particularidad de parecerse a nosotros o nosotros a ellas y en el juego de las palabras el ser humano es una rata escurridiza que intenta escapar a todas las enfermedades posibles de las cuales su mecanismo biológico no es capaz de evadir. Pero continuando con el tema de este ensayo cabe aclarar que no descendemos del mono, somos parientes de él, hay una parte en la cadena evolutiva en la que nos separamos de este animal y es en ese rompimiento de la cadena evolutiva por el cual el ser humano tiene la característica singular que ningún otro animal posee: <em>El pensamiento</em>.</p>
<p><em>El hombre es una criatura singular. Posee un cúmulo de dones que lo hacen único entre los animales: a diferencia de ellos, no es una figura del paisaje, es un modelador de este</em>.</p>
<p>(Bronowski Jacob, El Ascenso del Hombre. F.E.I.  Casi Como los Ángeles, p.19)</p>
<p>Pero no he de ensalzar esta cualidad única del ser humano que por un lado puede verse como su vertiente angelical y que lo hace superior a cualquier especie animal, necesariamente he de criticar el texto casi como los <em>Ángeles</em> de Jacob Bronowsky donde compara al corredor (hombre atleta) con la gacela cuando termina diciendo que el corredor al escuchar el disparo de una pistola corre por un objetivo (ideal) y la gacela al contrario por miedo, a mi parecer tal comparación carece de sentido dado que el autor al situar al hombre como ente magnifico de la creación tan sólo por <em>pensar</em> olvida que este ser magnifico tiene otra capacidad que animales de otras especies no poseen: La cualidad de destruir.</p>
<p>Hasta ahora hemos de llevar dos cualidades que nos distinguen de los animales: Crear y destruir, al mismo tiempo que creamos el paisaje lo destruimos, pero&#8230; por qué!</p>
<p>Con esta pregunta voy a dar paso a la teoría que he de comparar con el pensamiento de Jacob Bronowsky: El ser humano es un ser incapaz de adaptarse a la naturaleza puesto que é adapta la naturaleza a si mismo; somos seres que necesitamos cambiar nuestro entorno para vivir puesto que de no hacerlo de esta manera podemos perecer. Pero la incapacidad del hombre no acaba en esto.</p>
<p>Hay demasiados textos y teorías narcisistas que se encargan de ensalzar al hombre frente a las otras especies de animales (porque el ser humano también es un animal) debido a que -como ya he dicho- posee la característica <em>única</em> (he de dudarlo) del razonamiento  y por ello se ha de suponer que somos superiores.</p>
<p>Pero, de otro lado, hay características físicas que hacen de la nuestra una espceie infinitamente inferior a cualquier otra especie de animal: Cuando nacemos somos seres incompletos, carecemos de pelo, dientes, necesitamos de otro ser humano mayor que nosotros para sobrevivir.</p>
<p><em>Salí demasiado pronto, prematuro, ni hecho ni por hacer, tan poco acabado que habría debido fallecer sin dejar huella. Tabiques cardíacos sin cerrar, inmadurez postnatal del sistema nervioso, insuficiencia de los alvéolos pulmonares, circunvoluciones cerebrales a duras penas desarrolladas, crecimiento físico insuficiente respecto a las normas constatadas en los demás mamíferos…</em></p>
<p>(Dany Robert Dufour. Carta sobre los neotenes, los axolotl y las Venus de Botero)</p>
<p><!--more--></p>
<p>Precisamente se trata de una de las teorías que nos hacen ver nuestra inferioridad frente a los otros animales: La teoría de la <em>Neotenia</em> (En 1926, el anatomista Bolk nos revelo el hecho de que somos seres neotenes).</p>
<p>Somos totalmente diferentes a las otras especies de animales: Creamos, destruimos y somos prematuros.</p>
<p>Pero… ¿Qué especie no es diferente de la otra?</p>
<p>Lo que las teorías citadas me permiten concluir es -a mi parecer- la más clara diferencia entre el ser humano y las otras especies de animales; no es pensar (a veces <em>pienso</em> que los animales <em>piensan</em>), ni tampoco la capacidad física (cualquier especie es diferente en capacidad física): Lo es la <em>cultura</em>.</p>
<p>Aunque los animales también socializan, viven en manadas o grupos, me viene a la mente un ejemplo: Cuando una manada de elefantes se encuentra frente a un cúmulo de huesos que identifican como de su propia especie y -aún mejor- de su propia manada, suelen hacer un tipo de ritual frente a éstos; tocan los huesos con sus trompas y pezuñas. Los elefantes tienen un tipo de sociedad relativamente compleja, llegan a comunicarse por medio de sonidos, algo que podría llamarse lenguaje y reconocen dichos sonidos como cierta comunicación.</p>
<p>En los animales podemos hablar de un tipo de sociedad y de comportamiento; en los seres humanos hablamos de cultura, los animales independientemente del lugar (mientras estén adaptados al clima) llevarán el mismo tipo de comportamiento mientras que el ser humano es diferente en cada continente, país o incluso familia. Es por ello que este ensayo comenzó con el análisis de la cultura en la especie humana.</p>
<p>Aunque somos seres subjetivos creamos sociedades con las mismas cualidades, nos sentimos identificados con un grupo de personas que tienen de alguna manera el mismo tipo de pensamiento; el ser humano es magnifico por su capacidad de socializar y por la manera en que transforma su cultura, no al clima, como es el caso de los animales sino a sus propios ideales.</p>
<p>Es por ello que a lo largo de la historia se habla de diferentes épocas de la vida del ser humano, empezamos desde las formas prehistóricas hasta llegar a lo que ahora conocemos o llamamos posmodernidad. Las formas de vida cambian constantemente y aunque una cultura en distancia se encuentre lejos de otra no puede evitar influirla pues finalmente somos seres sociales; puedo hablar en especifico de la cultura del consumo ya que la <em>Coca-Cola</em> la encontramos por doquier, desde los pueblos más viejos hasta las casas infonavit.</p>
<p>El desarrollo de la cultura del ser humano se encuentra influido por las distintas formas de pensamiento del mismo. Como metáfora hablemos de un niño que nace en México, aprende a hablar español y come tamales pero se lo llevan a vivir a Estados Unidos, pronto aprende ingles y come hamburguesas.</p>
<p>Así se desarrolla la cultura del ser humano, el tiempo no pasa en vano sobre nosotros. Cada minuto provoca un cambio, de igual manera que el levantamiento de la revolución francesa provocó el de la revolución por la independencia de México.</p>
<p>Y no se trata de la migración de cuerpos sino de ideas, éso es lo transitorio en el ser humano; a mi parecer estamos ante la gran diferencia con los animales: La cultura y la capacidad de transmitir ideas y provocar cambios drásticos en la forma de socializar.</p>
<p><em>&#8230;que la cultura da al hombre la capacidad de reflexionar sobre sí mismo. Es ella la que hace de nosotros seres específicamente humanos, racionales, críticos y éticamente comprometidos. A través de ella discernimos los valores y efectuamos opciones. A través de ella el hombre se expresa, toma conciencia de sí mismo, se reconoce como un proyecto inacabado, pone en cuestión sus propias realizaciones, busca incansablemente nuevas significaciones, y crea obras que lo trascienden</em>.</p>
<p style="text-align:left;">(UNESCO, 1982: Declaración de México)</p>
<p style="text-align:left;">Hemos de transitar por infinidad de pensamientos y de formas de educación, hemos de  descubrir nuevas opciones de crear y de  convivir.</p>
<p>La cultura nos da oportunidad de independencia. Es la misma cultura la que nos crea subjetividad, los pasajes históricos del lugar en el que vivimos nos crean una identidad propia e incluso una personalidad, los seres humanos nos influenciamos unos a otros no por el tipo de pelo o clima, sino por el tipo de ideas del lugar donde nacimos y aún estas ideas son influidas por las ideas que viene arrastrando en su historia esa comunidad en la que nacimos.</p>
<p>Por todo ello, sostengo mi crítica sobre la comparación del ser humano con las otras especies de animales, porque evidentemente somos distintos, como el león lo es diferente del ratón.</p>
<p>Sostengo, asímismo, que me parece ilógico la comparación del ser humano con los otros animales dado que cualquier especie -como ya dije- es diferente de la otra. Cada especie es diferente en si aún siendo del mismo tipo, ya sea mamífero o reptil. Siempre habrá cualidades que nos distingan unas de las otras y no por ello se considere a una de ellas superior o inferior a otra, simplemente somos parte de una cadena evolutiva y necesaria para la conservación de todas las especies.</p>
<p>Así que ambas posturas, la de Jacob Bronowsky por un lado y de otra parte la de Robert Dufour me llevan a pensar en la necesidad que tiene el ser humano de sustentar su realidad y de justificar su permanencia en este mundo.</p>
<p>Pues, aunque poseamos capacidad de razonamiento, éste no nos da para alcanzar a entender la razón de nuestra existencia, por un lado pretendemos creer que somos los elegidos por Dios (¿quién o qué es Dios?), necesitamos de ese gran creador que nos protege y ¿guía? y -más aún- nos creó sin que siquiera nosotros entendamos por qué lo hizo.</p>
<p>Necesitamos sentirnos parte de la gran maravilla que es la naturaleza aún sabiendo que somos destructores de la misma. Intentamos infinidad de veces entender… ¿Para que servimos en este gran paisaje qué es el mundo?<strong></strong></p>
<p><a title="Votar Anotación en Bitacoras.com" href="http://bitacoras.com/anotaciones/http://republicavirtual.wordpress.com/2009/10/09/cultura-una-diferencia-radical-entre-el-ser-humano-y-cualquier-especie-animal/"><strong><img style="vertical-align:middle;border:0;" title="Votar esta anotación en Bitacoras.com" src="http://static2.bitacoras.com/images/agregador/bitacorascom16x16.gif" alt="votar" /></strong></a> <a title="Ego Ccy" href="http://egoccy.wordpress.com" target="_blank"><strong>Ciudadana Ccy</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ebook - Dan Brown]]></title>
<link>http://poemasepensamentos.wordpress.com/2009/09/25/dan-brown/</link>
<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 18:48:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo Treska</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dan Brown é um escritor norte-americano considerado pela Revista Times uma das 100 pessoas mais infl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Dan Brown é um escritor norte-americano considerado pela Revista Times uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, filho de mãe musicista profissional e pai professor buscou inspiração em Jean Pierre Santiago para começar a escrever.</p>
<p>Dan Brown teve seus livros publicados em mais de 50 idiomas.</p>
<p><span style="color:#ff0000;">Estamos em novo endereço, venha conferir e baixar os e-books das obras de dan brown. Basta entrar no link abaixo para ver o restante de conteudo deste post.</span></p>
<h2><a href="http://www.poemasepensamentos.com.br/2009/09/25/dan-brown/">http://www.poemasepensamentos.com.br/2009/09/25/dan-brown/</a></h2>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hora de acordar]]></title>
<link>http://poemasepensamentos.wordpress.com/2009/09/22/hora-de-acordar/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 14:08:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo Treska</dc:creator>
<guid>http://poemasepensamentos.wordpress.com/2009/09/22/hora-de-acordar/</guid>
<description><![CDATA[É duro hoje olhar o mundo e ver o que vemos assistir os telejornais e ver mortes por todos os lados,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" title="Guerra Vietña" src="http://www.estonova.com/images/articulos/vietn.jpg" alt="" width="500" height="293" /></p>
<p>É duro hoje olhar o mundo e ver o que vemos assistir os telejornais e ver mortes por todos os lados, seja a morte por revolta da natureza por estamos destruindo o planeta ou causadas pela violência que ocupa os corações das pessoas hoje.<br />
Será que algum dia conseguiremos viver em harmonia, um respeitando o outro não por status ou por quanto ganha, mas sim porque é um ser humano e seu semelhante?<br />
Viver neste mundo hoje é cansativo não pela correria do dia a dia, mas porque sabemos que iremos chegar ao fim de nossa vida e de fato não teremos sido felizes, não sabemos se nossos filhos ficarão em segurança depois que partirmos ou se ainda vai existir amor e compaixão.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Para ler o restante clique no link abaixo e conheçam nosso novo blog</strong></span></p>
<p><a href="http://www.poemasepensamentos.com.br/2009/09/22/hora-de-acordar/">http://www.poemasepensamentos.com.br/2009/09/22/hora-de-acordar/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Salvar o mundo e destruir o meio ambiente, tudo a ver!]]></title>
<link>http://joguepense.wordpress.com/2009/09/20/salvar-o-mundo-e-destruir-o-meio-ambiente-tudo-a-ver/</link>
<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 18:58:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zé</dc:creator>
<guid>http://joguepense.wordpress.com/2009/09/20/salvar-o-mundo-e-destruir-o-meio-ambiente-tudo-a-ver/</guid>
<description><![CDATA[Nesse fim de semana comecei a jogar Chrono Cross, a continuação do melhor RPG de todos os tempos, Ch]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nesse fim de semana comecei a jogar <em>Chrono Cross</em>, a continuação do melhor RPG de todos os tempos, <em>Chrono Trigger</em> (sim, eu nunca tinha jogado, não tive um Playstation quando pequeno). O jogo é bem divertido e a história é muito boa, o único problema pra mim é o sistema de Level Up: os tradicionais pontos de experiência teriam sido melhores na minha opinião.  Enfim, não é sobre isso que eu quero falar nesse post, é sobre uma parte do jogo que realmente me fez ver como os “heróis” do jogo são hipócritas.</p>
<p>Em um ponto do jogo, a personagem Kid é envenenada por um veneno super-mega-blaster poderoso que vai matá-la em dois dias, e o único jeito de curá-la é pegar o húmus de uma Hidra. Acontece que as Hidras estão extintas nesse mundo, pois elas valem uma boa grana, então os humanos caçaram todas. O que você tem que fazer é voltar para a sua dimensão original (para quem nunca jogou CC: o mundo do jogo tem duas dimensões diferentes, e os acontecimentos de uma dimensão são diferentes da outra) e pegar o húmus, pois na sua dimensão a Hidra ainda existe.</p>
<p>Até aí tudo bem: derrote o bicho e salve sua amiga. O problema é que ao entrar no pântano onde a Hidra vive, você descobre que aquele ecossistema só tem vida porque a Hidra existe, tanto que o mesmo local na outra dimensão, onde a Hidra já está morta, é todo poluído. Sem se questionar sobre o impacto ambiental que acabar com a Hidra pode ter, os seus personagens seguem em frente, e ao longo do caminho eles enfrentam os anões que moram lá, e que simplesmente querem impedir que você destrua o local onde eles vivem.</p>
<div id="attachment_139" class="wp-caption aligncenter" style="width: 470px"><img class="size-full wp-image-139" title="serge" src="http://joguepense.wordpress.com/files/2009/09/serge.jpg" alt="Procurado! Destruidor do meio ambiente em potencial!" width="460" height="332" /><p class="wp-caption-text">  Procurado! Destruidor do meio ambiente em potencial!</p></div>
<p>Você derrota um monte de anões e finalmente chega à Hidra; ao vencer, você mata a coitada, ganha o húmus e descobre que aquela Hidra tinha filhotes, portanto o pântano não vai ser destruído, uhu tiramos o peso da nossa consciência! Seus personagens não dizem nada sobre a atrocidade que acabaram de cometer, mas o que eles pensaram deve ter sido algo do tipo: “Yay! Agora podemos salvar nossa amiga e o pântano não vai ser destruído, que sorte! É claro que os filhotes vão ficar sem sua mãe para cuidar deles, mas quem se importa?”</p>
<p>Já deu pra perceber o quão hipócrita os seus personagens são? Se ainda não deu, a pior parte vem agora. Você cura Kid e avança no jogo, provavelmente se esquecendo da pobre Hidra, até que você tem que ir conversar com o dragão da água para ser capaz de resistir ao calor de uma montanha de fogo. Na ilha onde o dragão mora, há um vilarejo de fadas. Quando você chega lá, quem você encontra? Os anões do pântano, que fugiram de lá achando que o local estava perdido com a morte da Hidra, e foram procurar outro lugar para viver. Acontece que eles mataram a maioria das fadas, pois aprenderam com você que é na porrada que se resolve tudo. Belo exemplo, heróis!</p>
<p>Os seus personagens, ao invés de tentar conversar com os anões, partem para a ignorância e exterminam dezenas de anões (é sério, essa ilha só tem os anões como inimigos, você provavelmente acabou com quase toda a tribo só aqui). Você derrota o chefe dos anões e finalmente diz para ele que o pântano não está perdido. Os anões que sobraram pedem desculpas e vão embora. Ok&#8230; agora vamos pensar: para salvar um aliado seu, os seus personagens arriscaram destruir um ecossistema que estava em perfeito  estado, assassinando a criatura que dava vida a ele (e que tinha filhotes, não se esqueça disso); com isso, os anões, que só queriam ficar quietos no seu canto, aprenderam o que é crueldade e mataram um monte de fadas. E qual a atitude dos seus personagens diante desse banho de sangue que eles causaram?</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-141" title="os-sete-anoes-703a9" src="http://joguepense.wordpress.com/files/2009/09/os-sete-anoes-703a9.jpg" alt="&#34; Se não fosse por aquelas crianças isso não aconteceria&#34; Diz Zangado, um dos anões sobreviventes" width="460" height="345" /> &#8220;Se não fosse por essas crianças isso não aconteceria&#8221; Diz Zangado, um dos anões sobreviventes</dt>
</dl>
</div>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Nenhuma! Eles não dão a mínima, pois são os heróis escolhidos para salvar o mundo, e todas as suas atitudes estão corretas. É claro que o objetivo inicial dessa bagunça toda é nobre, mas eles realmente tinham o direito de causar toda essa destruição para salvar a Kid? Eu acredito que não, e por já estou denunciando todos esses delinqüentes para o Greenpeace.</p>
<p>PS: Apesar de tudo isso, <em>Chrono Cross </em>é um ótimo jogo!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Criminal]]></title>
<link>http://mrspeer.wordpress.com/2009/09/15/criminal/</link>
<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 02:49:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>srspeer</dc:creator>
<guid>http://mrspeer.wordpress.com/2009/09/15/criminal/</guid>
<description><![CDATA[♫ : Hello Seahorse! Todos Tenemos Una Bestia Por Dentro, Que Vive De Nuestras Lágrimas Y Fracasos He]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#b8d5cc;"><span style="color:#2a8dd4;"><strong><span style="font-size:xx-small;">♫ :</span></strong></span><strong><span style="font-size:xx-small;"><span style="color:#2a8dd4;"> Hello Seahorse!</span><br />
</span></strong></span></p>
<p><span style="color:#b8d5cc;"><strong><span style="font-size:xx-small;"><a href="http://mrspeer.wordpress.com/files/2009/09/leopardo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-519" title="leopardo" src="http://mrspeer.wordpress.com/files/2009/09/leopardo.jpg" alt="leopardo" width="497" height="695" /></a></span></strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#3366ff;"><span style="color:#2a8dd4;">Todos Tenemos Una Bestia Por Dentro, Que Vive De Nuestras Lágrimas Y Fracasos</span><br />
</span></p>
<p><span style="color:#b8d5cc;"><strong><span style="font-size:xx-small;"><br />
</span></strong></span></p>
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Hello Seahorse!</div>
<p><span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fwww.goear.com%2Ffiles%2Fmp3files%2F16092009%2F3e1455dd5f78caf7af192173c7d0288e.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Voce aprende]]></title>
<link>http://fernandogodoi.wordpress.com/2009/09/10/voce-aprende/</link>
<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 11:15:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Godoi</dc:creator>
<guid>http://fernandogodoi.wordpress.com/2009/09/10/voce-aprende/</guid>
<description><![CDATA[VOCE APRENDE    Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><address><span style="color:#000000;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/vlLh8K6FF8A&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/vlLh8K6FF8A&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></span></address>
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">VOCE APRENDE</span></h1>
<blockquote>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000000;"><em><strong> </strong></em></span> </p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000000;"><em><strong>Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.</strong></em></span></p>
<p><strong><em><span style="color:#000000;">E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam&#8230; E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.</span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#000000;">Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.</span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#000000;">Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.</span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#000000;">Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.</span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#000000;">Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.</span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#000000;">Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.<br />
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.</span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#000000;">Portanto&#8230; plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar&#8230; que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!&#8221;</span></em></strong></p></blockquote>
<div><a class="aligncenter" title="Quem foi William Shakespeare" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/William_Shakespeare" target="_blank"><span style="color:#000000;">William Shakespeare</span></a></div>
<p><a class="aligncenter" title="Quem foi William Shakespeare" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/William_Shakespeare" target="_blank"> </p>
<p></a></p>
<p><em> </em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Del enojo al amor]]></title>
<link>http://dspjovenes.wordpress.com/2009/08/31/del-enojo-al-amor/</link>
<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 15:48:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mithos</dc:creator>
<guid>http://dspjovenes.wordpress.com/2009/08/31/del-enojo-al-amor/</guid>
<description><![CDATA[¿Hay alguien en su vida que le haga subir la presión arterial, tan solo con oír su nombre? ¿Hay algu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright" src="http://hosting.deimagenes.com/imagenes/8fb00557f3d410a9894fc82ec83021a3.jpg" alt="" width="190" height="221" />¿Hay alguien en su vida que le haga subir la presión arterial, tan solo con oír su nombre? ¿Hay alguien que le retuerza el estómago de enojo o resentimiento, con tan solo entrar en la misma habitación? ¿Hay acontecimientos en su pasado que repase una y otra vez en su mente, manteniendo vivo su enojo y amargura? Cuando usted oye las palabras “enojo” y “perdón”, ¿hay algún nombre que venga inmediatamente a su mente?</p>
<p>¡Qué fácil es caer en el estilo de vida de incubar enojo y rencor! Cuando alguien nos hace daño, nos priva de nuestros derechos o nos trata injustamente, es fácil obsesionarse con las emociones negativas que aparecen dentro de nosotros. ¿Pero cuál es el efecto en nosotros cuando nos enojamos? Nuestros músculos se contraen, nos ponemos tensos en cada parte de nuestro cuerpo, somos vulnerables al dolor y la enfermedad y nuestro espíritu se estrangula, impidiéndonos acercarnos íntimamente al Espíritu de Vida. Nos hacemos esclavos no sólo de las emociones que nos controlan, sino también de aquel con quien estamos enfadados. Como vemos sus acciones como la causa de nuestro estado, estamos atados a ellas.<br />
<!--more--><br />
El enojo y la falta de perdón están entre las necesidades más comunes que llevan a la gente a los doctores y consejeros profesionales. ¿Es posible que encontremos alivio y sanidad de estas emociones que nos discapacitan a los pies de nuestro Consejero Jesús? No sólo es posible, sino que su más profundo deseo es poder ministrarle el Espíritu de Amor a usted, que puede hacerle libre –más libre de lo que nunca antes lo ha sido en toda su vida.</p>
<p><strong>Entendiendo el enojo</strong></p>
<p>El enojo no es pecado. La Biblia no nos manda que no nos enfademos, sino que nos exhorta diciendo: “Airaos, pero no pequéis&#8230;” (Ef. 4:26). La ira no es el problema, el problema es la respuesta a la ira que sentimos, y la forma en que tratemos con la ira determinará si pecamos o si tenemos victoria.</p>
<p>Si la ira no es pecado, ¿qué es? Bill Gothard ha dado la siguiente definición: “El enojo es el sistema interno de alarma que revela los derechos personales que, o bien no hemos dado a Dios o bien los hemos vuelto a tomar de Él”. Examinemos esta definición minuciosamente.</p>
<p>“El enojo es un sistema de alarma interno&#8230;”. El enojo nos dice que hay un problema dentro de nosotros. Nos advierte de que el sistema de seguridad de nuestros espíritus ha sido violado de alguna manera; nos alerta de la necesidad de apuntalar nuestras defensas contra el pecado en alguna área de nuestra vida. La primera respuesta debe ser descubrir qué es lo que hizo saltar la alarma, y después neutralizar al enemigo que está intentando robarnos la paz.</p>
<p>“El enojo… revela derechos personales que, o bien no hemos dado a Dios o bien los hemos vuelto a tomar de Él”. Hemos nacido con ciertos derechos, y nuestra Constitución incluye entre estos “derechos inalienables” la vida, la libertad y la persecución de la felicidad. Como cristianos, podemos incluir otros “derechos” que se nos han dado por ser hijos de Dios – quizás el derecho al gozo, la salud, la prosperidad, las respuestas contestadas, cualquier cosa que su doctrina en particular defina como los derechos del pacto de salvación. Vivimos en una sociedad que está obsesionada con proteger sus derechos y demandar más. Nuestro sistema judicial está desbordado con individuos y grupos que demandan a otros individuos o grupos por privarles de lo que ellos creen que son sus derechos. Incluso la iglesia ha sido infectada con el espíritu que demanda su cuota de Dios.</p>
<p>Qué lejos está esto del ejemplo de nuestro Señor. En Filipenses 2:5-8 vemos un enfoque totalmente diferente de la vida.</p>
<p>“Haya, pues, en vosotros esta actitud que hubo también en Cristo Jesús, el cual, aunque existía en forma de Dios, no consideró el ser igual a Dios como algo a qué aferrarse, sino que se despojó a sí mismo tomando forma de siervo, haciéndose semejante a los hombres. Y hallándose en forma de hombre, se humilló a sí mismo, haciéndose obediente hasta la muerte, y muerte de cruz”.</p>
<p>Jesús tenía el derecho de ser adorado como Dios ¡porque era Dios! Jesús tenía el derecho de ser tratado con respeto porque era el Señor del Universo, tenía el derecho de ejercer todo poder y autoridad sobre cada cosa creada, porque era el Creador, tenía el derecho a vivir porque era el dador de la vida, tenía el derecho a una sentencia justa porque era el Juez justo, tenía el derecho a recibir justicia, porque Él es justo.</p>
<p>Sin embargo, ¿cómo vio Él sus derechos? Él “no los vio como algo a qué aferrarse”; no demandó sus derechos, sino que se despojó a sí mismo de todos ellos, y en vez de cerrar sus manos para tomar todos sus derechos, las abrió y permitió que le clavaran en la cruz.</p>
<p>“Halla, pues, en vosotros esta actitud que hubo también en Cristo Jesús.” Dios quiere que le cedamos todos nuestros derechos y posesiones, cada bendición que creemos que merecemos, y que le permitamos decidir si y cuando nos la volverá a dar. Puede que pensemos que tenemos el “derecho” a una buena reputación. Dios dice: “Dame tu reputación”.</p>
<p>Creemos que tenemos derecho a planear nuestro tiempo y vivir bajo una agenda ordenada, y Dios dice: “Déjame que sea el Señor de tu tiempo”. Creemos que tenemos el derecho a una dignidad personal, y Dios dice: “Ponte por entero en mis manos”.</p>
<p>Aquí tenemos el señorío. ¿Estamos dispuestos a darle a Dios todo, nuestros hijos, nuestro matrimonio, nuestro futuro, nuestra salud, amigos, empresa, dinero, vida sexual? ¿Realmente creemos que nos ama y está dispuesto y es capaz de hacer que todas las cosas obren para bien? ¿Podemos confiar totalmente en que Él cuidará de cada cosa que es importante para nosotros sin poner condiciones u ofrecer sugerencias sobre cómo deberíamos manejarlas?</p>
<p>Si nos hemos despojado de todo, como hizo Cristo, no habrá lugar para el enojo. Nos airamos cuando creemos que uno de nuestros derechos ha sido violado. Piensa en ello un instante, ¿cuál fue la última cosa por lo que te airaste? ¿Fue que te trataron injustamente en el trabajo? ¿Por qué te enfadó esto? Porque tienes el derecho de ser tratado justamente y con dignidad. ¿Por qué te enfadas cuando tus hijos no se portan bien? Porque tienes el derecho al respeto y la obediencia y a un hogar de paz y una buena reputación como padre. ¿Por qué te enfadas cuando se dañan tus posesiones? Porque te pertenecen, las compraste con dinero que ganaste trabajando duro, son tu responsabilidad y tienes derecho a disfrutarlas.</p>
<p>Por tanto, la ira se convierte en un sistema de aviso que nos alerta de cualquier derecho o posesión que, o bien no hayamos entregado al cuidado del Señor o bien lo hayamos vuelto a tomar de Él. Si sentimos la ira surgiendo en nuestro interior, nuestra respuesta debería ser examinar nuestros corazones, bajo la iluminación del Espíritu, para determinar qué “derecho” ha sido violado. Cuando entregamos este derecho otra vez al Señor, nuestro enojo se termina.</p>
<p>Para permanecer libre de la ira, debemos: 1) Ceder el derecho a Dios (Fil. 2:5-8). 2) Saber que Dios probará sus derechos (Gn. 22:1-14). Generalmente, después de un tiempo de consagración viene un tiempo de prueba, no para humillarnos a través de los fracasos sino para demostrar el maravilloso poder que hemos desatado al entregarle al Señor el gobierno total de nuestras vidas. 3) Responder a la pérdida de los derechos con una buena actitud. No nos convertimos en esclavos sin carácter que dan la bienvenida a cada pérdida o bajada de ánimo, ni nos convertimos en masoquistas pasivos, sino que nos convertimos en adoradores, gloriándonos en el poder de Dios para manejar todo lo que nosotros no podemos sobrellevar, y haciendo que sea para nuestro bien. “El Señor dio y el Señor quitó; bendito sea el nombre del Señor” (Job 1:21b).</p>
<p>De nuevo, debemos saber que ceñirnos a esta fórmula de una manera legalista nunca producirá vida, sino muerte. Si nosotros, por nuestros propios esfuerzos, nos obligamos a aplastar nuestro enojo y, de una manera ritual, devolverle nuestros derechos al Señor, nos convertiremos en robots religiosos, sin carácter y sin espíritu. Esto no es lo que Dios quiere de nosotros; ¡Él quiere que estemos gozosos, exuberantes, rebosantes de vida y vitalidad! Lo que Él quiere solo viene a través de un encuentro con Cristo.</p>
<p>La experiencia del camino de Emaús es el único camino para la verdadera libertad. Ajustemos nuestra “formula” para sanar una vez más. Cuando sentimos que el enojo empieza a surgir de nosotros, debemos: 1) Inmediatamente dirigirnos a Jesús y decirle cómo nos sentimos (Lc. 24:13-24). Para mí, anotar en un diario es la manera más efectiva de hacerlo, y recuerde que queremos volver a hablarlo con Jesús, no con nuestro vecino. Podemos tener una conversación con otra persona en la que cada uno exprese sus enojos y frustraciones y no conseguir nada, excepto tener más enojo y frustración. Sólo es beneficioso compartir sus emociones negativas con otro, si alguien aporta la sabiduría de Cristo. 2) Después de vaciar nuestros corazones de todo sentimiento destructivo, debemos aquietarnos y escuchar la respuesta del Señor (Lc. 24:25-30). Algunas veces Él iluminará la Escritura en nuestro corazón, otras hablará por medio de otro creyente, algunas veces nos hablará directamente por medio de lo que hemos anotado, nos mostrará el regalo que quiere darnos por medio de la mala experiencia, quizá sea que vamos a crecer en carácter, o en aplomo, o en integridad, en  fe, o en perseverancia debido a lo que ocurrió, si permitimos que el Señor lo use para nuestro bien. Él no condena el comportamiento pecaminoso que nos causa el dolor, sino que promete que por medio de ello, podemos ser más como Él. 3) Debemos unir sus palabras con la fe y adoptar la actitud de Cristo (Lc. 24:31-35). La sanidad y el perdón completo solo vienen cuando recibimos la obra de Dios en el dolor y aceptamos el regalo que quiere darnos a través de ello.</p>
<p><strong>Entendiendo el amor</strong></p>
<p>He notado que algunas personas son más propensas al enojo que otras. Algunas personas parecen encontrar bastante fácil actuar con compasión y perdón hacia quienes les han herido, y para ellos, ver a Dios obrando incluso en situaciones dolorosas y recibir el regalo proveniente de estas no es un problema. Para otros, el enojo nunca parece estar lejos de la superficie y parece que asomará a la más mínima provocación. A la gente como nosotros (sí, yo tengo que contarme dentro de este grupo) a menudo nos resulta difícil aceptar que la persona culpable que nos hizo mal merezca ser perdonada.</p>
<p>Por supuesto, como era cristiano, mi enojo estaba justificado, y no era realmente enojo, ¡era una “indignación santa” por los pecados de los demás! Cuando reconocía el error en la teología de otra persona, la ira de Dios crecía dentro de mí  para vindicar la verdad. Cuando uno de los que se llaman hermanos se apartaba del camino estrecho de la justicia y ponía en vergüenza el nombre de Cristo por medio del pecado en su vida, una indignación santa me llevaba a reprender y corregir al pecador. Al menos esta es la manera en que yo lo veía; pensaba que la verdad, el conocimiento del bien y el mal, era el centro del cristianismo, creía que la pureza doctrinal y la firme tenencia de un código moral estricto eran las pruebas del cristianismo y las bases de mi comunión con otros.</p>
<p>Gracias a Dios que el Señor tuvo misericordia de mí (y mi esposa, mis hijos y mi iglesia) y me mostró una forma mejor de vivir. Me mostró con la Escritura que Dios es Luz y Amor; ambas palabras revelan un aspecto de su carácter, pero ¿qué significan estas palabras? ¿Cómo es el carácter de la Luz revelado en Dios, y cómo demuestra Él el Amor? Considere el siguiente gráfico:</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://hosting.deimagenes.com/imagenes/f478a5cfd3f7948770a30eca4b2fbab7.PNG" alt="" width="274" height="196" /></p>
<p>Los rasgos y las actividades del carácter de ambas columnas se encuentran en Dios. Mi vida se centraba, principalmente, en la columna uno; yo afrontaba cada situación preparado para juzgar la rectitud y la teología de la gente, retando y confrontando todo lo que descubría que estaba fuera de tono, separándome de todo y todos los que fueran cuestionables, insistiendo en la infinita precisión de la ley y demandando justicia para todos los transgresores. Esta actitud había sido alimentada por todas las iglesias donde yo me había congregado, así como las enseñanzas de mis profesores cristianos; yo creía que era lo correcto, y hasta cierto punto lo era, porque Dios muestra estos mismos rasgos. Sin embargo, mi vida carecía del carácter equilibrado de la columna del “Amor”.</p>
<p>El Señor me llevó a Miqueas 6:8, “Él te ha declarado, oh hombre, lo que es bueno. ¿Y qué es lo que demanda el Señor de ti, sino solo practicar  la justicia, amar la misericordia, y andar humildemente con tu Dios?”. A Dios le encanta mostrar misericordia, pero solo hace justicia porque la justicia lo demanda. Yo era todo lo contrario: Me encantaba la justicia y sólo hacía misericordia si sentía que se merecía; me encantaba lo que Dios hacía, y hacía lo que Dios amaba. No es de extrañar que mi vida estuviera tan falta de propósito.</p>
<p>Aunque Dios es Luz y debe permanecer contra las tinieblas, su mayor gozo es mostrar amor. Aunque el pecado debe ser desafiado, Él ofrece la reconciliación con Él y el uno con el otro, ya que para Él la unidad es más importante que la pureza doctrinal. Para alguien como yo, que siempre ha aspirado a la verdad por encima de todo lo demás, fue una revelación que cambió mi vida descubrir que la verdad es una persona, y que esa persona es amor.</p>
<p>Juan escribió su evangelio para que quienes lo leyeran pudieran creer y tener vida eterna (Jn. 20:31). Escribió su primera epístola para aquellos “que creyeran en el nombre del Hijo de Dios, para que sepan que tienen vida eterna” (I Jn. 5:13). Esta carta ofrece pruebas de salvación por las que podemos juzgarnos a nosotros mismos y a otros. Están resumidas en I de Juan 3:23: “Y este es su mandamiento: que creamos en el nombre de su Hijo Jesucristo, y que nos amemos unos a otros, como Él nos ha amado”. Dos pruebas simples: ¿Quién es Jesús? y amarnos los unos a los otros. La única verdad doctrinal que debe estar intacta es que Jesucristo es el eterno Hijo de Dios, y todas las demás teorías y creencias teológicas no son causas legítimas para la división. Si usted ha aceptado la obra limpiadora de Jesucristo en la cruz, usted es de mi familia, y yo le amo.</p>
<p>Reconocer y aceptar la evaluación de Dios del desequilibrio de mi vida fue sólo el primer paso para empezar a cambiar. Aunque tenía que amar, el poder para hacerlo no estaba en mi carne; tuve que arrepentirme de mi pecado (incluso un sobre énfasis en la santidad puede ser pecado si se olvida del objetivo del perfecto amor ágape), dejar atrás mis antiguos caminos, recibir el perdón y aceptar su gracia y poder para cambiar. Me dio una tarea de forma que estaba trabajando en cooperación con el Espíritu dentro de mí. Primero leí los evangelios varias veces, mirando especialmente la manera en la que Jesús amaba a la gente. También estudié los salmos, aprendiendo cómo procesar mis emociones ante Dios, donde pudieran ser sanadas sin dañar a otras personas; y por último, volví a leer mi diario, observando cómo Él me amaba. Mientras mi mente y mi espíritu se iban centrando en el increíble amor que destila de cada palabra y cada acto de Jesús, el Espíritu Santo pudo remodelar mi corazón para que fuera más como el suyo. Mi corazón crítico fracturado fue sanado y me convertí en un instrumento de reconciliación y bendición en su mano. ¡Qué libertad! ¡Qué gozo!</p>
<p>Resumen</p>
<p>El enojo es un indicativo de que existen áreas de nuestras vidas que no han sido puestas totalmente bajo el señorío de Jesucristo. Cuando sentimos que el enojo empieza a surgir en nosotros, debemos ir al Señor, escuchar su voz y actuar en obediencia. Debemos aprender a procesar todas nuestras emociones ante Dios, dándole la oportunidad de revelarse en nuestras vidas.</p>
<p>Dios es amor y luz, y le encanta mostrar misericordia y compasión a sus hijos. Cada palabra que dice y cada obra que hace está empapada de amor que no está basado en lo que hayamos hecho, sea bueno o malo, y como Él también es justo, requiere santidad y justicia, pero todos sus juicios son moderados con misericordia.</p>
<p>Mientras habitamos en su presencia y pasamos tiempo en comunión con Él, le vemos obrar en el mundo espiritual haciendo que todo sea para bien a los que le aman, nuestros corazones serán moldeados a su imagen, empezaremos a amar la misericordia, veremos cada situación como una oportunidad para mostrar compasión y expresarle a alguien el amor que llena nuestros corazones.<br />
Respuesta</p>
<p>¿Hay alguien contra quien esté albergando enojo? ¿Hay alguien que le hizo tanto daño que ha sido incapaz de perdonarle? ¿Le ha estado el Señor hablando a su corazón sobre los derechos que todavía no le ha entregado? Exprésele lo que esté en su corazón y luego dele la oportunidad de responder. Quizá le guiará a tener una experiencia de sanidad interior, como describimos en el capítulo cinco; quizá le mostrará el regalo que quiere depositar en usted por medio de esta experiencia. Si usted le concede la oportunidad, Él le mostrará la situación desde su perspectiva. Una las palabras de Él con la fe, y sea sanado.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[cinza do asfalto]]></title>
<link>http://pensamentosdestoados.wordpress.com/2009/08/21/cinza-do-asfalto/</link>
<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 02:58:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>robertoiwai</dc:creator>
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<description><![CDATA[se em síntese o agouro pudesse morrer entre prédios, iria agora mesmo aonde sofro e me arremessaria ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>se em síntese o agouro<br />
pudesse morrer entre prédios,<br />
iria agora mesmo aonde sofro<br />
e me arremessaria rumo ao inferno.</p>
<p>pois moro na área central,<br />
no mais alto dos apartamentos.<br />
a urgência em destruir a moral,<br />
me jogo e transgrido no tempo.</p>
<p>pensar em um grande feito, e assim pertenci:<br />
estive tão abstrato, e abstrato me fiz.<br />
na imagem do corpo abandonado,<br />
que se fez difuso no cinza do asfalto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[nada demais]]></title>
<link>http://pensamentosdestoados.wordpress.com/2009/08/21/nada-demais/</link>
<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 02:48:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>robertoiwai</dc:creator>
<guid>http://pensamentosdestoados.wordpress.com/2009/08/21/nada-demais/</guid>
<description><![CDATA[não é nada demais, como não era há tempos atrás: chutando passos atrás de passos. em meio às dimensõ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>não é nada demais, como não era há tempos atrás:<br />
chutando passos atrás de passos.<br />
em meio às dimensões de como consolar a devassidão<br />
antecipo a ira para destruir o passado.</p>
<p>fica a única e intensa decisão<br />
de que para onde vou, não estarei mais.<br />
os olhos frios de como viver em um estado<br />
restante de frígido alento e distração.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
