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	<title>diplomata &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/diplomata/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "diplomata"</description>
	<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 14:12:12 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Seabra da Cruz Jr. explica o significado da queda do muro de Berlim e a emergência de um "Admirável mundo novo"]]></title>
<link>http://neccint.wordpress.com/2009/11/15/seabra-da-cruz-jr-explica-o-significado-da-queda-do-muro-de-berlim-e-a-emergencia-de-um-admiravel-mundo-novo/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 04:36:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Albuquerque Luiz</dc:creator>
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<description><![CDATA[A queda do muro de Berlim simbolizou o início do fim de uma Era e a esperança de um admirável mundo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_4047" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-4047" title="Queda do muro de Berlim" src="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/queda-do-muro-de-berlim.jpg" alt="Queda do muro de Berlim" width="500" height="360" /><p class="wp-caption-text">A queda do muro de Berlim simbolizou o início do fim de uma Era e a esperança de um admirável mundo novo.</p></div>
<p>Ademar Seabra da Cruz Jr.,  experiente diplomata brasileiro, explica os detalhes, os bastidores e as consequências da queda do muro de Berlim em artigo no <a title="JB" href="http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/11/09/e091122128.asp" target="_blank">Jornal do Brasil</a>.  </p>
<p>Nesta bela síntese, o autor cobre desde os pequenos desencontros que levam à queda do muro, até os grandes desdobramento geopolíticos que moldaram a história do mundo contemporâneo. Apesar do título otimista, o autor não ignora os problemas que ainda não foram resolvidos após a queda.</p>
<p>Postado por</p>
<p>Luiz Albuquerque</p>
<p><span style="color:#800000;"> <strong>Admirável mundo novo</strong></span></p>
<p><span style="color:#003366;"><strong>por Ademar Seabra da Cruz Jr.,</strong></span></p>
<p>RIO &#8211; No dia 9 de novembro de 1989 o birô político do Partido da Unidade Socialista da ex-Alemanha Oriental (SED), <span style="color:#800000;"><strong>pressionado pelo impacto da glasnost e da perestroika do ex-premier soviético Mikhail Gorbachev, decidiu convocar uma coletiva de imprensa para anunciar o relaxamento de algumas das intoleráveis restrições para que cidadãos de Berlim Oriental pudessem visitar o lado Ocidental.</strong></span> Um influente membro do birô, Günther Schabowski, foi convocado para ser o porta-voz das novas medidas e anunciar à imprensa o decreto correspondente, preparado horas antes pela cúpula do SED.</p>
<p>O decreto havia sido redigido às pressas e continha diversas lacunas e imprecisões. Schabowski não havia participado, além disso, da reunião do birô que aprovara as novas medidas emergenciais. Diante da avalanche de perguntas dos repórteres, <span style="color:#800000;"><strong>o dirigente confundiu-se ao anunciar que os cidadãos alemães orientais “estavam livres para sair por qualquer dos postos de fronteira” e que as novas medidas “teriam efeito imediato</strong></span>”. Em instantes, o Portão de Brandenburgo e todos os demais pontos do muro foram tomados por multidões de alemães orientais, que não tiveram como ser contidas pelos desorientados patrulheiros e agentes da Stasi (a polícia secreta oriental). <span style="color:#800000;"><strong>Ali começava o colapso do socialismo real na Europa e uma das mais impactantes transformações sociais da história da humanidade.</strong></span></p>
<p><span style="color:#003366;"><strong>Há exatos vinte anos assim nascia, de forma ao mesmo tempo gloriosa e prosaica, o novo sistema político internacional contemporâneo. A queda do Muro de Berlim correspondeu, emblematicamente, ao <span style="color:#800000;">fim da Guerra Fria</span>, do confronto Leste-Oeste, à superação da bipolaridade ideológica, ao epílogo pacífico de 40 anos de <span style="color:#800000;">escalada nuclear</span>, à substituição da “doutrina da <span style="color:#800000;">contenção</span>” pelo “princípio da <span style="color:#800000;">reciprocidade</span>”, à superação do “socialismo-regime” e, mais importante de tudo, ao advento da <span style="color:#800000;">globalização</span> e à passagem da modernidade para a <span style="color:#800000;">pós-modernidade</span> na política.</strong></span></p>
<p>Não coincidentemente, a queda do muro <span style="color:#800000;"><strong>foi ainda a senha para o fim da Alemanha Oriental, da URSS e das ditaduras no Leste Europeu</strong></span>; prenunciou o <span style="color:#800000;"><strong>fortalecimento do multilateralismo</strong></span>; atestou o primado dos <span style="color:#003366;"><strong>direitos humanos</strong> </span>e do respeito aos direitos individuais nas relações internacionais (como, por exemplo, a partir da adoção da Declaração de Direitos Humanos de Viena de 1993 e do fim do repugnante regime do apartheid na África do Sul); favoreceu a multiplicação de atores no cenário internacional; e afundou no descrédito as doutrinas “totalizantes”, que tiveram de ceder o passo ao <span style="color:#003366;"><strong>pluralismo</strong></span> e à consolidação da <span style="color:#003366;">democracia</span> como valor universal.</p>
<p>Não que os ventos que talharam o <strong><span style="color:#800000;">sistema internacional pós-1989</span> </strong>tenham sido sempre retilíneos e unilineares. Nesses 20 anos houve a <strong><span style="color:#003366;">guerra do Kosovo</span> </strong>e as atrocidades promovidas por Milosevic na Croácia, Bósnia e Kosovo, o <span style="color:#003366;"><strong>genocídio de Ruanda, o massacre de Tiananmen e a desastrada invasão do Iraque em 2003</strong></span>. Reforçaram-se, contudo, tendências que tornaram ainda mais onerosas para seus perpetradores as violações a princípios fundamentais do novo sistema (democracia, direitos humanos, autodeterminação dos povos, fortalecimento do multilateralismo, primado do direito internacional, relativização do papel do Estado e do conceito de soberania diante dos novos desafios globais). A ética utilitária e de fins típica da Guerra Fria cedeu lugar às éticas deontológica e de responsabilidades. <span style="color:#800000;"><strong>Maquiavel e Hobbes foram superados por Rousseau, Kant e Rawls no plano das ideias e dos valores.</strong></span></p>
<p>A prisão do ex-ditador chileno Augusto <span style="color:#003366;">Pinochet</span> em Londres, o julgamento do próprio <span style="color:#003366;">Milosevic</span> pelo Tribunal Penal Internacional, a consolidação da <strong><span style="color:#003366;">União Europeia</span></strong>, a formação e o fortalecimento do G-20 e o prêmio <span style="color:#003366;">Nobel da Paz</span> ao Presidente Barack <span style="color:#003366;"><strong>Obama</strong></span>, por suas ousadas propostas de desarmamento nuclear, são alguns epifenômenos do novo sistema que passou a se formar com a frenética passagem dos alemães orientais para Berlim Ocidental em 9 de novembro de 1989.</p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Brasil</strong></span></p>
<p>A América Latina e o Brasil, em particular, não foram meros coadjuvantes nesse grandioso momento da história. Como as grandes transformações sociais mundiais não ocorrem por coincidência, à mesma época no Brasil havíamos realizado a <span style="color:#800000;">transição democrática</span>, promulgado a <span style="color:#800000;">nova Constituição</span> e realizado, seis dias após a queda do muro, as primeiras <span style="color:#800000;">eleições Presidenciais diretas</span> em quase 30 anos. A sociedade civil ascendeu à condição de ator político fundamental e o país passou a ter voz ativa e a ser devidamente considerado em diversos regimes internacionais. De fato, os princípios que o país inscrevera no artigo 4° da Constituição, um ano antes, corresponderiam a um mapa de valores que se tornariam referência para a nossa inserção internacional no pós-Guerra Fria.</p>
<p>Émile Durkheim, em sua filosofia dos fatos sociais, e Guiorgui Plekhanov, em seu O papel do indivíduo na história, assinalaram não <span style="color:#003366;">haver lugar possível na história para os que não sabem interpretar corretamente as grandes forças e circunstâncias sociais de seu tempo</span>. O indivíduo, no entanto, que sabe interpretar as tendências e linhas de força da história pode influenciar decisivamente a direção dos acontecimentos. Se indivíduos destacados e distintas forças sociais concorreram para as transformações avassaladoras do cenário mundial representadas pelos acontecimentos de Berlim, tais transformações tiveram como patrono o então secretário-geral do Partido Comunista da URSS, Mikhail <span style="color:#800000;"><strong>Gorbachev</strong></span>, que ascendera ao comando de seu país profundamente influenciado pelo processo de desestalinização, pelas resoluções do XX Congresso do PCUS e pela paralisia política dos gerontocratas que imediatamente o antecederam.</p>
<p>O fim da Guerra Fria, a queda do muro e o colapso do socialismo real não representaram, contudo, o fim do apelo humanístico e do clamor por equidade característicos dos ideais socialistas. Jürgen Habermas advertira, no calor dos acontecimentos de 1989, que o socialismo “não havia acabado porque ainda não foi superado o objeto de sua crítica”. José Guilherme Merquior, um dos mais lúcidos liberais brasileiros, escrevendo em fevereiro de 1990, proclamava que o socialismo “como busca da dignidade e impulso de igualização de oportunidades renascerá regularmente na alma da democracia, para eterno desgosto dos reacionários”.</p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>O espírito do tempo inaugurado em 9 de novembro de 1989 aponta inequivocamente para mais tolerância, liberdade, democracia, justiça e inclusão social</strong></span>. Os que não compreenderem essa atualíssima e inexorável mensagem serão atropelados pelos acontecimentos, atirados ao esquecimento ou, ainda pior, intimados pela história a prestar contas de seus atos.</p>
<p><strong>Ademar Seabra da Cruz Jr</strong>. é diplomata, pesquisador do CEDEC-SP e autor de Justiça como equidade (Lumen Juris).</p>
<p>Fonte: Jornal do Brasil  <a href="http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/11/09/e091122128.asp">http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/11/09/e091122128.asp</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Comentários sobre as políticas de ação afirmativa no Brasil]]></title>
<link>http://liviamilanez.wordpress.com/2009/11/08/comentarios-sobre-as-politicas-de-acao-afirmativa-no-brasil/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 00:16:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lívia Milanez</dc:creator>
<guid>http://liviamilanez.wordpress.com/2009/11/08/comentarios-sobre-as-politicas-de-acao-afirmativa-no-brasil/</guid>
<description><![CDATA[Os dois principais argumentos contrários à ação afirmativa racial no Brasil são: 1) ela não faz repa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Os dois principais argumentos contrários à ação afirmativa racial no Brasil são:</p>
<p>1) ela não faz reparação histórica;</p>
<p>2) ela gera um racismo que não existe.</p>
<p>Vamos comentá-los separadamente.</p>
<p><strong>1) As políticas de ação afirmativa não fazem reparação histórica</strong></p>
<p>O primeiro argumento é o mais delicado. O que é reparação histórica? Por que ela é necessária? Reparação histórica é o reconhecimento de que eventos passados influenciam negativamente no presente e de que é preciso fazer no presente alterações positivas para o bem-estar social.</p>
<p>No caso do racismo no Brasil, reconhece-se que a escravidão do negro foi a responsável por sua inserção social em estratos mais baixos, levando-o a ter pior acesso à saúde, à educação e ao emprego. A estratificação social baixa é nociva para o negro e para toda a sociedade, pois, sem acesso a bons empregos, o negro tende a se empregar no mercado informal e mesmo no crime, o que compromete toda a sociedade. Para benefício dele e de todos, são necessárias as políticas reparatórias, ou seja, aquelas que ampliam seu acesso à educação e aos bons empregos. Essa é a forma de cortar o ciclo vicioso do passado escravocrata que gera o presente de desigualdade social.</p>
<p>Argumentar que as políticas afirmativas não fazem reparação histórica é negar que elas exercem um importante papel na melhoria da condição não apenas do negro, mas de toda a sociedade. Se o negro tem mais acesso à educação superior, ele contribui para o desenvolvimento tecnológico e econômico do país e estende os benefícios das políticas que o atingiram a toda a sociedade. No médio prazo, políticas como as cotas em universidades não serão mais necessárias, pois os negros que saíram dos cursos universitários já terão melhorado não apenas sua situação individual por meio do emprego, mas também terão ampliado o bem-estar social oferecendo serviços de maior valor agregado (o que aumenta a riqueza do país) e capacitando eles mesmos os novos cidadãos a manterem a prosperidade nacional.</p>
<p>Antes de dizer se existe ou não reparação histórica é necessário defini-la, como eu fiz. Depois disso, basta avaliar seus efeitos concretos ou mesmo seus objetivos. Os efeitos concretos precisam ser mensurados ao longo do tempo e deve-se lembrar que as políticas de ação afirmativa ainda são recentes no país. Quanto aos objetivos, os objetivos da reparação histórica são válidos porque seus benefícios se estendem a toda a sociedade. Este é meu primeiro ponto a favor das políticas raciais de ação afirmativa. Vamos, agora, ao mais polêmico:</p>
<p><strong>2) As políticas de ação afirmativa geram um racismo que não existe</strong></p>
<p>O ponto que defendo é: o racismo é anterior às políticas de ação afirmativa, elas apenas o evidenciam.</p>
<p>É comum ouvirmos negros que não entram nas universidades por meio de cotas dizerem que se sentem discriminados por estarem vinculados às cotas. Eles afirmam que seus méritos não são levados em consideração por eles serem vistos como cotistas.</p>
<p>Em primeiro lugar, todos têm mérito, tanto o cotista quanto o não cotista. Para ambos houve a necessidade de preencher um requisito de admissão à universidade. O cotista precisou alcançar uma pontuação para ser admitido, seu ingresso não foi automático. O problema é que tratam-se as cotas como &#8220;reservas de vagas&#8221; para negros, como a mulher que comentou comigo que a filha dela nunca entraria na UnB porque era branca e as vagas estavam &#8220;reservadas&#8221; para os negros (este argumento foi extremado e ignorante).</p>
<p>Em segundo lugar, os não cotistas se iludem acreditando que são discriminados por causa das cotas. Eles são discriminados porque são negros mesmo e serão mais discriminados à medida que ascenderem socialmente, pois nossa sociedade está habituada a ver o negro em posição subalterna e o negro rico ainda incomoda. As políticas de ação afirmativa não geram um racismo que não existe, elas só tornam esse racismo mais evidente. Essas políticas servem para mostrar o quanto a sociedade se incomoda em que o negro assuma posições mais elevadas, e se incomoda porque ainda está acostumada com a estratificação do negro nas classes mais baixas. Existe o medo de que o negro tire o lugar do branco, como se o lugar de um fosse sob o outro, e não lado a lado. O objetivo de tais políticas é justamente modificar a forma como a sociedade percebe o negro, a forma como ele percebe a si mesmo e, por fim, modificar positivamente a própria sociedade.</p>
<p>O que me motivou a escrever este artigo foi a leitura de um <a href="http://roberto-cavalcanti.blogspot.com/2008/12/governo-quer-escurecer-carreira.html">blog</a> em que o autor criticava o programa Bolsa-Prêmio de Vocação à Diplomacia, destinado ao ingresso de afrodescendentes na carreira diplomática. Não existe, neste caso, cota para afrodescendentes se tornarem diplomatas. Existe uma avaliação dos méritos acadêmicos do candidato (por meio de uma prova e de uma redação em inglês semelhantes às provas de ingresso na carreira diplomática), em seguida, uma entrevista para avaliar se o candidato é afrodescendente e como percebe essa condição e, só então, a eventual concessão da bolsa para custear cursos preparatórios para o exame de admissão ao Instituto Rio Branco. Ou seja, não basta ser negro para conseguir a bolsa. O programa é eficiente e, no último ano,  1/3 dos beneficiários da bolsa ingressaram na diplomacia.</p>
<p>Eu escrevi um comentário para aquele blog (que acho que não será publicado) e pontuei os seguintes aspectos: a sociedade brasileira se incomoda com a ascensão social do negro; a bolsa é criticada não em si, mas por ser &#8220;para negros&#8221;. O autor propunha que a bolsa fosse &#8220;para todos&#8221; e eu disse que já havia políticas bastantes &#8220;para todos&#8221;, como saúde e educação, o problema é que saúde e educação de qualidade não chegavam para todos, daí a necessidade de admitirmos que haja políticas setorizadas, porque reduzindo o escopo talvez elas sejam mais eficientes e, ao contrário do que se argumenta, promovam uma sociedade mais igualitária. O texto que escrevi para o autor daquele blog foi o seguinte:</p>
<p><em>Muitas pessoas se sentem ameaçadas pelo programa de ação afirmativa, e com razão. Os negros que conseguem a bolsa são altamente qualificados (“um acinte”), por isso 33% dos beneficiários da bolsa em 2008-2009 foram aprovados no concurso de admissão à carreira diplomática de 2009 e hoje são diplomatas. É só cruzar os dados vendo a lista de beneficiários no site do Cespe e, depois, no mesmo site, ver a lista dos aprovados no concurso do Rio Branco de 2009.</em></p>
<p><em>A bolsa não deve ser vista como uma &#8220;caridade&#8221;, ela é uma seleção que leva em conta a capacitação dos candidatos (a prova de seleção é parecida com a primeira etapa do teste para a diplomacia), não apenas sua cor de pele. O sujeito pode ser negro, mas se não tiver qualificação, não consegue a bolsa. Não se trata de nenhum paternalismo. Além disso, a ver pelo percentual que indiquei acima, é uma política eficiente, e não uma “farra com dinheiro público”, como diz o autor.</em></p>
<p><em>Claro que ela gera ressentimentos, pois se trata de colocar negros num ambiente historicamente de brancos. Daí é comum ouvirmos brancos dizerem que são preteridos pelo governo, que a bolsa deveria ser &#8220;para todos&#8221; ou &#8220;para ninguém&#8221;, porque &#8220;para negros&#8221; é “um acinte”. </em></p>
<p><em>Por que não deixar essa bolsa ser para negros, se já há políticas bastantes &#8220;para todos&#8221; e &#8220;para ninguém&#8221;?</em></p>
<p><em>A educação e a saúde, por exemplo, são &#8220;para todos&#8221;, não são? Mas para quem são a educação e a saúde de qualidade? Para quem pode pagar por elas. E quem o pode? A maioria certamente não é negra.</em></p>
<p><em>Sejamos honestos. O problema não é a bolsa ser para negros, o problema é que não gostarem de negros, principalmente se esses negros forem tão bons e inteligentes quanto os não negros.</em></p>
<p><em>O objetivo da bolsa (inscrito no compromisso do Brasil com a Conferência de Durban de 2001) é escurecer a carreira diplomática, como li no título do post, e qual o problema? </em></p>
<p><em>Vendo o que realmente nos incomoda concluiremos que a imagem que tem-se do negro é a de um indivíduo que não deve ocupar altos lugares, daí a estranheza em verem-se negros diplomatas, juízes&#8230;</em></p>
<p><em>Quanto à pessoa que comentou antes de mim, ela não precisa se sentir ameaçada pelos negros da bolsa, pois demonstrou qualificação ao ingressar para Relações Internacionais na UnB – isso prova que ela é competente para conseguir o que quiser, assim como o são os negros que conseguem a bolsa e se tornam diplomatas. Não houve favorecimento em nenhum dos casos, tudo foi conseguido por mérito próprio, já que não existe reserva de vagas para negros e até as cotas universitárias requerem determinada pontuação para serem preenchidas.</em></p>
<p><em>Não sei se meu comentário será aceito, mas queria fazer as coisas serem vistas por mais de um ângulo. </em></p>
<p><em>Lívia Milanez www.liviamilanez.wordpress.com</em></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Jg de Rodas Opala Diplomata 92 Restauradas]]></title>
<link>http://autosbs.wordpress.com/2009/11/05/jg-de-rodas-opala-diplomata-92-restauradas/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 19:12:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>autosbs</dc:creator>
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<description><![CDATA[Rodas Originais GM Usadas Totalmente Restauradas e Pintadas Acompanha 4 Calotinhas Centrais novas Va]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Rodas Originais GM Usadas Totalmente Restauradas e Pintadas Acompanha 4 Calotinhas Centrais novas Va]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lar]]></title>
<link>http://geeal.wordpress.com/2009/10/22/lar/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 03:00:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gil P.</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Incompetentes!” — exclamo quase inaudivelmente enquanto me dirijo ao ponto de ônibus, ainda um boca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>“Incompetentes!” — exclamo quase inaudivelmente enquanto me dirijo ao ponto de ônibus, ainda um bocado movimentado conquanto já passasse a hora do almoço.<br />
            Cansado após uma movimentada manhã, a qual começara cedo demais e envolvera treinos de direção na autoescola e algumas compras, eu interrompera meu percurso habitual até a casa para passar na faculdade. Haviam-me requerido qualquer papelada de discutível relevância, cuja entrega era devida até a véspera da iminente colação de grau.<br />
            Mas como se não me bastasse o cansaço, ainda me coube ser enredado pela supérflua burocracia em rotinas administrativas da academia. Faltava-me um documento, sem o qual não poderia entregar os demais, que, embora tão fundamental fosse, houvera sido negligenciado na lista que eu recebera da universidade por correio eletrônico.<br />
            Tomado de súbito furor e profundo desagrado com a aparente inutilidade dos secretários da instituição, rumei para o ponto. Mas não me detive por muito a pensar na ineficiência alheia, logo permitindo me ocupar a mente tópicos um tanto ou quanto mais perturbadores.<br />
            ‘Não devia ter comprado aquela camisa&#8230; Sim, eu precisava de uma daquela cor. Mas não já tenho outra? H’mm, não. Eu não repetiria aquela peça numa ocasião semelhante em que estivessem presentes as mesmas pessoas&#8230;’<br />
            Sujeito à voluntariosidade dos pensamentos que me absorviam, não noto que já passava do ponto de parada. E quando dou por mim, passara do posto de gasolina localizado a duas dezenas de passos de meu destino imediato.<br />
            Paro e olho para trás. Considero volver, mas não o quero. Antes, prossigo; e começo subir a ladeira daquela pista lateral à rodovia, por onde passam os ônibus até o pedágio. Sempre quisera voltar andando para casa. Não via melhor oportunidade. O céu convenientemente nublado ocultava o sol estrategicamente, eximindo-me de inquietações concernentes à irradiação solar e seus efeitos.<br />
            Subo a via olhando para as casas em nível mais baixo a minha direita. Simples em sua maioria, não apresentavam sinal de vida alguma, exceto por um casebre, cujo morador se utilizava de uma torneira e um espelho externos para escovar os dentes. Próximo dele, um cachorro da raça <em>pitbull</em> de corrente e coleira deitado no chão de terra batida. Observo descomedida e irrefletidamente o homem, até que este, virando-se bruscamente para a rua, percebe que eu o observava. Desvio o olhar resoluto, e continuo a subir.<br />
            Um ônibus da viação em que costumava viajar passa ao meu lado. Aquele poderia ser o ônibus que pegaria para casa. Mas era já tarde. Decidira-me por ir andando. Pelo menos, economizaria R$ 2,20. Humpf! Como se tal quantia me absolvesse do fato de ter computado gastos admissíveis para parcelamento em até quatro vezes sem juros no cartão de crédito.<br />
            Já sinto pesar a bolsa que me pendia às costas apenas pela alça sobre o ombro direito. Antes de descer do ônibus, enfiara as sacolas de compras na mochila.  Não havia por que ostentá-las naquele local, menos ainda me agradava a ideia de ociosas secretárias da faculdade ponderando minhas compras matinais.<br />
            Mudei de ombro a mochila — gesto que se repetiria várias vezes ao longo de todo o meu itinerário — assim que terminei a subida. Neste ponto, a pista se divide em duas: para o viaduto à esquerda que leva à pista do outro lado da autovia, e adiante.<br />
            A via lateral teve seu curso escavado na encosta de dois morros consecutivos. Logo, o trajeto à frente consiste de uma depressão até o nível da autopista, e as poucas construções no trecho entre um morro e outro compreendem casas modestas e um centro de reciclagem, com imensas caçambas cheias de sucata próximas da calçada por onde eu caminhava. Os cimos dos montes são cobertos de vegetação com pequenas árvores.<br />
            Após o segundo morro, inicia-se outro bairro — são dois até o meu —, e já é possível divisar a praça do pedágio ao fundo, que se limita por um pequeno monte forrado de vultoso arvoredo do lado esquerdo, e as casas da vila do outro lado. A vila deve contar com uma centena e meia de casas. Assenta-se em terreno plano, sendo delimitada ao fundo e aos lados por montanhas cobertas de mata atlântica. Ali, o céu mais densamente encoberto, e no cume de uma das montanhas, resíduos de uma indolente nuvem que se tardava a subir.<br />
            Sigo pela lateral direita do pedágio. Um suntuoso sedã preto passa por mim, freando gradualmente até chegar à passagem especial. Atento para a placa do automóvel. Azul. Placa identificativa de missão diplomática. Seria um enviado de algum consulado ou de alguma embaixada no Rio? Poderia até mesmo ser um cônsul ou embaixador, que subia a serra a fim de visitar algum amigo aristocrata. Ou talvez o diplomata fosse habitante da cidade imperial, e abreviando sua jornada de trabalho, retornava a Petrópolis mais cedo.<br />
            Retiro o celular do bolso frontal esquerdo da calça e olho as horas. Quase duas e meia. Ótimo horário para um diplomata encerrar seu expediente em plena terça-feira.<br />
            Imediatamente depois do pedágio, situa-se um posto da Polícia Rodoviária Federal, e presencio a vistoria de uma carreta por alguns policiais enquanto sigo caminho.<br />
            Passado o posto da polícia, um ponto de ônibus e uma passarela que marcam o fim da primeira vila. Esquivo-me da passarela para a direita, e vou em direção à mureta que separa a nova via lateral à rodovia e que provém da vila. Essa pista, sem comunicação direta com a autoestrada, sobe a encosta de um morro no mesmo esquema dos dois anteriores.<br />
            No topo da pista, um carro de bombeiros com dois homens uniformizados. Um em cima do caminhão, direcionando uma mangueira a jorrar água para o pico do morro, e o outro ao lado do veículo a observar o primeiro. Ao passar, eles me olham casualmente, logo voltando sua atenção para o trabalho. Decerto que estivessem a apagar o principiar de uma queimada no capim seco que cobria quase todo aquele outeiro. Não vi fogo algum. Todavia, ao ajeitar os óculos, um resquício de cinza própria de vegetação incinerada depositou-se no dorso de meu punho.<br />
            Àquele morro sucede-se a segunda vila. As casas, em menor número quando comparadas às da localidade anterior, dispõem-se em quarteirões planejados. Há também vários terrenos baldios. Atingindo eu o nível plano da calçada, uma rajada de vento me açoita. O farfalhar dos galhos de uma robusta árvore acorda um dos três cachorros, que sesteavam preguiçosamente estirados aqui e ali no terreno de um domicílio pelo qual eu passava.<br />
            Com o telhado colonial enegrecido e as paredes com a pintura branca desgastada, a casa era pequena e não possuía varanda. Exibia, porém, o que se assemelhava ao malogrado ensaio de um frontão à porta principal, que dava para o pequeno quintal em frente, o qual se estendia até os fundos da propriedade, apresentava porções encimentadas e outras de terra, e era cercado por um muro baixo. O portão de ferro que lhe dava acesso à rua estava parcialmente enferrujado e não devia ter mais que um metro e meio de altura.<br />
            Aqui, o céu inteiramente encoberto, e o vento continua, mais ou menos constante, a soprar em múltiplas direções. Ando pela vila, na rua mais próxima à autoestrada, vou me deparando com alguns moradores, os quais parecem me olhar levemente intrigados.<br />
            Fazia mais de dez anos que não transitava a pé por ali. De fato, mal me recordava da última vez que caminhara por aquele lugar. O trajeto da faculdade a minha casa não deveria exceder três quilômetros. Sempre o cumpria de ônibus, levando um tempo de até quinze minutos, incluindo as paradas.<br />
            Avanço a passos sempre no mesmo ritmo: nem muito ligeiros, ou muito vagarosos, em compasso que me permitisse estudar o entorno. Discirno uma gente simples: um grupo de cinco rapazes conversando sob uma árvore; um casal de idosos sentados em cadeiras de praia observando o movimento da rua a partir do portão de sua residência; um rapazinho descamisado pedalando uma vetusta bicicleta.<br />
            Não sei ao certo em que parte a segunda vila termina e começa o meu bairro, mas antes de transpor o posto de gasolina já distingo a bifurcação da rodovia: uma pista para subir a serra, e outra procedente da descida. Mais ao fundo, contemplo os morros cobertos de vegetação abundante — sempre aquela árvore de folhagem mais translúcida entre as de folhagem verde mais escuro. E no horizonte, a serra verde imperial salpicada de nuvens: prenúncio de chuva.<br />
            No ponto de ônibus próximo, alguns estudantes à espera de condução; no posto, frentistas diligentes, ágeis em prover os motoristas com o combustível para continuarem seu percurso. Também eu continuaria o meu.<br />
            Como um romano regresso que ao avistar as elevações da <em>ruma</em> reconhece o seu lar, ao vislumbrar as minhas colinas suspirei e reconheci: estou em casa. Parei, passei a mochila de um ombro ao outro pela última vez, e me dirigi à antiga rua de paralelepípedos.<br />
 <br />
 </p>
<p><span style="font-size:9px;"><em>*ruma foi o nome dado, pelos seus primeiros habitantes, à região compreendida entre sete colinas no Lácio, onde mais tarde se fundaria a cidade de Roma.</em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Material de Estudo Diplomacia CACD]]></title>
<link>http://alicercedosaber.wordpress.com/2009/10/18/material-de-estudo-diplomacia-cacd/</link>
<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 06:45:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>anellos</dc:creator>
<guid>http://alicercedosaber.wordpress.com/2009/10/18/material-de-estudo-diplomacia-cacd/</guid>
<description><![CDATA[Faltam dois meses para o final do ano! É hora de concentrar e intensificar o estudo para a Carreira ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Faltam dois meses para o final do ano!</p>
<p>É hora de concentrar e intensificar o estudo para a Carreira Diplomática.</p>
<p>Disponibilizamos dois arquivos para que possam estudar:</p>
<p><a href="http://alicercedosaber.wordpress.com/files/2009/10/manual-funag-historia-mundial-conteporanea.pdf">Manual Funag Historia Mundial Conteporânea</a></p>
<p><a href="http://alicercedosaber.wordpress.com/files/2009/10/manual-funag-politica-internacional.pdf">Manual Funag Politica Internacional</a></p>
<p>Aguardamos seu contato!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Console Opala Diplomata 250-S]]></title>
<link>http://autosbs.wordpress.com/2009/10/13/console-opala-diplomata-250-s/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 16:08:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>autosbs</dc:creator>
<guid>http://autosbs.wordpress.com/2009/10/13/console-opala-diplomata-250-s/</guid>
<description><![CDATA[Console Diplomata 250-S C/ Relógio Valor R$ 100,00 autosbs@gmail.com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Console Diplomata 250-S C/ Relógio Valor R$ 100,00 autosbs@gmail.com]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Caravan Diplomata 86 Saia e Blusa]]></title>
<link>http://autosbs.wordpress.com/2009/10/13/caravan-diplomata-86-saia-e-blusa/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 12:40:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>autosbs</dc:creator>
<guid>http://autosbs.wordpress.com/2009/10/13/caravan-diplomata-86-saia-e-blusa/</guid>
<description><![CDATA[Caravan Diplomata Saia e Blusa Ano 1986/1986 Motor 2.5 4 Cil Alcool Ar Cond, Direção Hidráulica, Vid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Caravan Diplomata Saia e Blusa Ano 1986/1986 Motor 2.5 4 Cil Alcool Ar Cond, Direção Hidráulica, Vid]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Opala Diplomata 87 Coupe 6 Cil (VENDIDO)]]></title>
<link>http://autosbs.wordpress.com/2009/10/06/opala-diplomata-87-coupe-6-cil/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 00:05:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>autosbs</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ano 1987/1987 Motor 6 cilindros 4100cc gasolina original 4 Marchas Diferencial 2,73 Freios novos Mec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Ano 1987/1987 Motor 6 cilindros 4100cc gasolina original 4 Marchas Diferencial 2,73 Freios novos Mec]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Diplomacia à Brasileira]]></title>
<link>http://thirinhas.wordpress.com/2009/09/30/diplomacia-a-brasileira/</link>
<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 22:46:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>robmaia</dc:creator>
<guid>http://thirinhas.wordpress.com/2009/09/30/diplomacia-a-brasileira/</guid>
<description><![CDATA[Série: Momentos Especiais / Episódio 30 &#8211; Diplomacia à Brasileira. [Obs.: se copiar, não alter]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-773" title="Episódio 30 - Diplomacia à Brasileira." src="http://thirinhas.wordpress.com/files/2009/09/episodio-30-diplomacia-a-brasileira.jpg" alt="Episódio 30 - Diplomacia à Brasileira." width="700" height="317" /></p>
<p style="text-align:center;">Série: Momentos Especiais / Episódio 30 &#8211; Diplomacia à Brasileira.</p>
<p style="text-align:center;">[<span style="color:#000080;">Obs.: se copiar, não altere a imagem ou o texto; coloque um 'link' ou 'backlink' para esta página.</span>]</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[VideoBus]]></title>
<link>http://vipbus.wordpress.com/2009/09/28/videobus/</link>
<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 17:00:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>vipbus</dc:creator>
<guid>http://vipbus.wordpress.com/2009/09/28/videobus/</guid>
<description><![CDATA[A música e a banda não são as minhas favoritas. Mas a estrela do clipe é. Em cena, um Diplomata 380 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/UG6B52Ve-gk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/UG6B52Ve-gk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;"><em>A música e a banda não são as minhas favoritas.<br />
Mas a estrela do clipe é.<br />
Em cena, um Diplomata 380 Scania Leito.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Caravan Diplomata 6 Cilindros]]></title>
<link>http://autosbs.wordpress.com/2009/09/21/caravan-diplomata-6-cilindros/</link>
<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 14:39:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>autosbs</dc:creator>
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<description><![CDATA[VENDE-SE Ano 1985/1985 Motor 4100 &#8211; 6 Cilindros gasolina Cabeçote com Dutos Polidos Carburador]]></description>
<content:encoded><![CDATA[VENDE-SE Ano 1985/1985 Motor 4100 &#8211; 6 Cilindros gasolina Cabeçote com Dutos Polidos Carburador]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[GM Opala Diplomata com rodas Tsuya Nascar Aro 19"]]></title>
<link>http://lojars7.wordpress.com/2009/08/31/gm-opala-diplomata-com-rodas-tsuya-nascar-aro-19/</link>
<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 14:28:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Editor do Blog RS7</dc:creator>
<guid>http://lojars7.wordpress.com/2009/08/31/gm-opala-diplomata-com-rodas-tsuya-nascar-aro-19/</guid>
<description><![CDATA[GM Opala Diplomata com rodas Tsuya Nascar Aro 19&#8243;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[GM Opala Diplomata com rodas Tsuya Nascar Aro 19&#8243;]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[GM Opala Diplomata com rodas Mangels Futura 5 Aro 18"]]></title>
<link>http://lojars7.wordpress.com/2009/08/13/gm-opala-diplomata-com-rodas-mangels-futura-5-aro-18/</link>
<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 13:23:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Editor do Blog RS7</dc:creator>
<guid>http://lojars7.wordpress.com/2009/08/13/gm-opala-diplomata-com-rodas-mangels-futura-5-aro-18/</guid>
<description><![CDATA[GM Opala Diplomata com rodas Mangels Futura 5 Aro 18&#8243;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[GM Opala Diplomata com rodas Mangels Futura 5 Aro 18&#8243;]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O CONSTRUTOR DE CENÁRIOS]]></title>
<link>http://empregoscombr.wordpress.com/2009/06/30/o-construtor-de-cenarios/</link>
<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 18:47:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>empregoscombr</dc:creator>
<guid>http://empregoscombr.wordpress.com/2009/06/30/o-construtor-de-cenarios/</guid>
<description><![CDATA[Coordenador do IBMEC José Luiz Niemeyer, coordenador do Ibmec, explica como é a carreira do profissi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span><em> </em></span></p>
<div id="attachment_76" class="wp-caption aligncenter" style="width: 423px"><em><em><img class="size-full wp-image-76" title="jlniemeyer" src="http://empregoscombr.wordpress.com/files/2009/06/jlniemeyer.jpg" alt="Coordenador do IBMEC" width="413" height="350" /></em></em><p class="wp-caption-text">Coordenador do IBMEC</p></div>
<p><em>José Luiz Niemeyer, coordenador do Ibmec, explica como  é a carreira do profissional de Relações Internacionais</em><br />
<em></em></p>
<p><em>Por João Prado</em></p>
<p><em> </em>Não é fácil. Para quem pretende seguir uma carreira de diplomata o caminho é duro. Entre algumas coisas, a profissão exige muito estudo e boa formação escolar, o que para a maioria dos brasileiros se torna um problema. E para afunilar mais os candidatos, o curso de Relações Internacionais (RI) é um dos mais concorridos nas grandes universidades brasileiras e todo o mundo – na USP perde só para medicina.</p>
<p>A RI surgiu entre a Primeira e a Segunda Guerra mundial, quando o governo dos EUA entendeu que seria primordial para o futuro da econômica um profissional que fosse capaz de costurar os cenários destruídos pelo homem. Um negociador, culto, intelectualmente tenso, um estrategista. Era exatamente isso que o governo americano buscava na época. E desde então as exigências para se tornar um diplomata não mudaram, ao contrário, são cada vez mais estabelecidas com os avanços da ciência e tecnologia.<a href="http://carreiras.empregos.com.br/carreira/administracao/entrevistas/entrevistas/220609-jose_niemeyer.shtm"> Veja mais&#8230;</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frase do Dia - 18/06/2009]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/2009/06/18/frase-do-dia-18062009/</link>
<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 13:28:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
<guid>http://suserania.wordpress.com/2009/06/18/frase-do-dia-18062009/</guid>
<description><![CDATA[“O único homem que jamais erra é aquele que nunca faz nada.” (Eleanor Roosevelt) Anna Eleanor Roosev]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:28pt;">“O único homem que jamais erra é aquele que nunca faz nada.”</span></p>
<p style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:18pt;">(Eleanor Roosevelt)</span><strong><span style="font-size:12pt;line-height:18px;"><br />
Anna Eleanor Roosevelt (11 de Outubro de 1884 &#8211; 7 de Novembro de 1962).</span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:18px;">Esposa de Franklin Delano Roosevelt, Presidente dos Estados Unidos. Diplomata e activista (ativista) dos direitos humanos.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Falando em público]]></title>
<link>http://minionu10anos.wordpress.com/2009/05/28/falando-em-publico/</link>
<pubDate>Thu, 28 May 2009 03:52:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>minionu</dc:creator>
<guid>http://minionu10anos.wordpress.com/2009/05/28/falando-em-publico/</guid>
<description><![CDATA[Caros, antes de mais nada, peço as mais sinceras e humildes desculpas pelo longo hiato entre o texto]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Caros,</p>
<p>antes de mais nada, peço as mais sinceras e humildes desculpas pelo longo hiato entre o texto anterior e este. Injustificável, e dentro das possibilidades, será o único.</p>
<p>Falemos pois sobre como falar em público. É fato que algumas pessoas simplesmente possuem o dom da oratória, e conseguirão, se não cativar, ao menos ser ouvidas atentamente por uma platéia, independentemente do conteúdo de sua fala. Porém, são raros os dotados dessa característica, e é justamente para a grande maioria que não consegue falar com naturalidade para um público (mesmo que este seja composto somente de três pessoas) que este texto é voltado.</p>
<p>Primeiro e essencial conselho: acredite no que você esta falando. Por mais estranho que isto soe, a autenticidade é a chave de um discurso bem feito. Encarne realmente um embaixador do país em questão, e fale como se cada palavra proferida fosse importante para o futuro de seus compatriotas. E claro, não confunda firmeza com agressividade, pois afinal a cordialidade pauta o ambiente diplomático.</p>
<p>Outro ponto importante é o grande auxílio prestado pelas notas escritas durante um discurso. Não se acanhe em ter na mão pequenas notas que pautem o seu discurso, elas evitarão que você perca o fio da meada, e faça assim um discurso confuso. Caso você consiga transcrever todo o discurso a ser feito, também não é problema nenhum lê-lo (afinal, se até Chefes de Estado fazem isso, porque não você?). Caso seu discurso seja longo o bastante, fale enquanto houver tempo. Não se embole por conta do aviso do final &#8211; mas também não ultrapasse o tempo estipulado.</p>
<p>Ensaiar modos de falar em público é também bastante eficiente. Por mais estranho que seja falar sozinho (no quarto, na frente do espelho, no ônibus, etc), essa é uma ferramenta que certamente refletirá positivamente em seu desempenho. Tente também se dirigir a todos os presentes no recinto, isto é, não fixe seu olhar durante o discurso em uma só pessoa, à não ser é claro que o discurso seja voltado somente a ela.</p>
<p>Sua voz é baixa? Sem problemas, o ambiente dos debates é silencioso o suficiente para que todos escutem suas palavras, e você tem toda a liberdade de se levantar, fazendo assim como que sua voz se propague de modo mais livre.</p>
<p>E por agora é só. Semana que vem, mais dicas para o MINI-ONU. Abraços a todos!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[3 contos...]]></title>
<link>http://coracaodepoeta.wordpress.com/2009/03/11/3-contos/</link>
<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 16:53:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>coracaodepoeta</dc:creator>
<guid>http://coracaodepoeta.wordpress.com/2009/03/11/3-contos/</guid>
<description><![CDATA[ana maria&#8230; ana maria borges queiroz de barros, o nome, por si só, já diz a tamanha imensidão d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>ana maria&#8230;<br />
</strong><br />
ana maria borges queiroz de barros, o nome, por si só, já diz a tamanha imensidão da importância &#8217;sócio-coluna social&#8217; desta grande mocinha de 1,53 m&#8230; família tradicional, avós, por parte de pai, desembargador, de mãe, diplomata&#8230; linhagem perfeita&#8230; <span style="font-style:italic;">pedigree</span> melhor, não há&#8230;</p>
<p>nada fazia de sua vida&#8230; aos 29 anos, nunca havia, sequer, feito a sua carteira de trabalho&#8230; não precisava, mas não mais verdade que não possuía nenhuma vontade para tal&#8230; e, muito provavelemnte, nem vocação&#8230;</p>
<p>acordava, todos os dias, entre 10 e meia e meio-dia e meia&#8230; todos os dias ia pra noitada&#8230; atenção! eu disse TODOS OS DIAS!</p>
<p>adorava encher a cara e chegar em casa com nenhum dos sentidos funcionando direito&#8230; não era dada a confusões e também não costumava fazer besteiras pelos lugares onde frequentava&#8230; era sempre bem recebida no estabalecimento que escolhesse&#8230; não era casada, nem tinha um namorado fixo&#8230; saia com uns rapazes, mas nada sério também&#8230; sentia um vazio na sua vida, mas não sabia o que era&#8230;</p>
<p>já havia entrado no curso de pintura, música, literatura, escultura&#8230; nenhuma aptidão artística&#8230; matemática financeira, administração, engenharia de produção, contabilidade&#8230; nada!</p>
<p>não existia identificação com nada que não fosse sair para encher a cara e dançar&#8230; e todos os seus dias, sem excessão, eram assim&#8230;</p>
<p>-</p>
<p><strong>juju&#8230;</strong></p>
<p>juscelino juvenal (juju, para os íntimos) era um daqueles &#8216;cabras&#8217; que não gostavam nem um pouco de trabalhar:</p>
<p>- trabalho bom é o meu, vou quando eu quero e faço do meu jeito!</p>
<p>a verdade é que juju era entregador da venda de seu leonor, pernambucano radicado carioca&#8230; ganhava vinte reais por dia de labuta, mas sentia um certo orgulho de trabalhar o dia que quisesse&#8230;  seu leonor, só lhe dara este trabalho por gostar muito do pai de juscelino, o velho mathias, que há alguns anos fizera-lhe uns favores, mas algo que só os dois sabem&#8230; segundo as más línguas (e essas existem aos potes), seu leonor pedira ao velho para &#8217;sumir&#8217; com um andarilho da área, suspeitava que havia sido ele quem arrombara a sua loja, pois fora visto dormindo na rua, vestindo a camisa tricolor que servia de manto, pendurada na loja &#8211; alguns deram graças pelo sumiço &#8211; porém ninguém confirma a estória, ou por não possuir a certeza, ou por medo de ser alvo dos favores de mathias&#8230;</p>
<p>outro fato, que não pode ser considerado mentira, é que juscelino juvenal, o juju, é um rapaz burro, muito burro mesmo; uma topeira!</p>
<p>todos gostam dele&#8230; sua burrice é do tamanho de sua simpatia e presteza, mas é um jumento de dar gosto&#8230; e não é por gosto do destino (ah, o destino), mas com 42 anos de idade achar que &#8216;trabalho bom&#8217; é o dele, convenhamos que esperteza, diferente do que o próprio pensa, não pode ser considerado seu ponto mais forte&#8230; arriscaria dizer que beira o nulo&#8230;</p>
<p>não foram poucas as vezes que o telefone de seu leonor recebia chamadas (à cobrar) para reclamações das entregas:</p>
<p>- seu leonor, eu &#8216;tava aqui &#8216;cas criança&#8217;, esperando leite, e aquele &#8216;minino&#8217; num trouxe&#8230; ah, seu mathias, assim num dá não, hein?! o que que eu faço &#8216;quessirmininos&#8217;? &#8216;tá tudo &#8216;chorano&#8217; aqui&#8230; num pára! tá tudo &#8216;cum fomi&#8217;&#8230; é só por quê eu vou pagar fiado, seu leonor?</p>
<p>e quase todos os dias (em que juscelino juvenal, o juju, ia trabalhar) eram assim&#8230;</p>
<p>-</p>
<p><strong>zebra&#8230;</strong></p>
<p>- woooooow! hey! tá me vendo não, dona?!</p>
<p>- &#8216;wow! hey!&#8217; você&#8230; &#8216;tá maluco?! não sabe andar de bicicleta, é mal-educado e não me respeita? e que história é essa de &#8216;dona&#8217;? mais respeito, hein, rapaz?</p>
<p>- tu quase me atropelou! não viu? não viu? &#8216;ó&#8217; as minhas &#8216;compra&#8217; toda no chão&#8230; como é que eu vou entregar agora? me diz, só me fala isso: como é que eu vou entregar agora essas &#8216;compra&#8217;?</p>
<p>- não faço a menor idéia, estou mais preocupada com o meu parachoque&#8230; você sabe o quanto essa sua gracinha de passar com a bicicleta na minha frente vai me custar? tem alguma noção de que, mesmo que você trabalhe a sua vida toda, nunca terás condição de comprar um desses pra mim e que, se eu chamar a polícia neste exato momento, preso não serás, mas com certeza irás ter que pagar&#8230; então, por favor, dá pra parar de dar esse showzinho, catar essas compras, calar a boca e ir embora, por favor?</p>
<p>- mas dona, os &#8216;ovo&#8217; &#8216;tão tudo quebrado&#8230;</p>
<p>- e&#8230;?</p>
<p>- e o que, dona?</p>
<p>- e o que eu tenho a ver com esses ovos? você ainda não foi embora? eu vou chamar a polícia é agora!</p>
<p>- que isso, dona? faz isso, não&#8230; dá uma moralzinha aqui pro amigo&#8230;</p>
<p>- que o moral o que? olha o meu parachoque! não está vendo?</p>
<p>- dona, o sinal &#8216;tava fechado&#8230; se a senhora chamar a polícia vai sair no preju&#8230; sorte que não me machucou nem nada, estou aqui&#8230;</p>
<p>- está aí&#8230; já deveria ter ido embora e ainda está me pedindo dinheiro&#8230;</p>
<p>- &#8216;tô pedindo nada, não&#8230; quero só que a dona dê uma forcinha aí pro amigo, sabe como é, né? tem os &#8216;ovo&#8217; aí quebrado, o patrão num vai gostar nada disso, eu vou &#8216;falá&#8217; o que? &#8216;foi uma dona bacana aí que quebrou&#8217;? ele num vai querer saber disso não&#8230; e ainda tá querendo chamar a polícia, sendo que o errado nem sou eu&#8230;</p>
<p>- cara, se eu te der um dinheiro você promete tirar essa bicicleta da frente, recolher essas compras e ir embora?</p>
<p>- se a madame puder me dar um carona&#8230;</p>
<p>- ah, por favor, né?! tira essa bicicleta da frente, e vai te embora&#8230; vai, vai logo&#8230;</p>
<p>- e num vai deixar nem 10 &#8216;merréizinhos&#8217;&#8230;?</p>
<p>- que o que? vou deixar nada e ainda passo por cima dessa bicicleta se não a tirá-la daqui agora mesmo&#8230;</p>
<p>ana maria entrou em seu honda civic, deu uma leve ré e juscelino juvenal, o juju, não acreditando nas palavras daquela moça tão pequena, mas tão bonita (até que havia sido bem educada diante dele), nem se afastou nem nada, resolveu pagar pra ver&#8230;</p>
<p>pois bem&#8230; além de ter pagado pra ver, terá que pagar os ovos que iria entregar e também a roda traseira da bicicleta da venda o qual trabalhava&#8230; e de quebra, ganhou um banho quando a roda do carro estourou uma caixa de leite&#8230;</p>
<p>já ana maria estava tranquila, mesmo com o estresse de não ter saído na noite anterior, agora estava mais relaxada&#8230; ia chegar em casa, dormir, tomar um banho e em 5, 6 horas estaria em algum lugar de seu agrado para dançar e beber a noite toda&#8230;</p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#33cccc;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#33cccc;"><em>©Todos os direitos reservados</em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dicas de Biografias]]></title>
<link>http://biografismos.wordpress.com/2009/02/17/dicas-de-biografias/</link>
<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 17:36:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiza Helena Amorim</dc:creator>
<guid>http://biografismos.wordpress.com/2009/02/17/dicas-de-biografias/</guid>
<description><![CDATA[Barack Obama iniciou a campanha presidencial  dos EUA como azarão. Com retórica impressionante e o c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="bol-noticia" class="texto">
<div style="text-align:left;"><img class="alignleft size-full wp-image-886" title="barack1" src="http://biografismos.wordpress.com/files/2009/02/barack1.jpg" alt="barack1" width="175" height="230" />Barack Obama iniciou a campanha presidencial  dos EUA como azarão. Com retórica impressionante e o carisma dos grandes líderes, atraiu a atenção dos americanos e do mundo para si, conquistando a admiração global. Em <a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145267/" target="_blank">&#8220;A Audácia da Esperança &#8211; Reflexões Sobre a Reconquista do Sonho Americano&#8221;</a> (Larousse, 2007), ensaio autobiográfico escrito de próprio punho, Obama oferece sua visão de mundo e seus valores em texto recheado de observações pessoais. Analisa Bush, a vida nos EUA, o Congresso americano, as tensões raciais e religiosas, o Iraque, o papel da mídia, o comércio global e as energias renováveis.</div>
<div></div>
<div><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u490498.shtml" target="_blank">Leia um trecho do livro</a></div>
<div></div>
<div><img class="alignleft size-full wp-image-883" title="carmem1" src="http://biografismos.wordpress.com/files/2009/02/carmem1.jpg" alt="carmem1" width="175" height="230" /></div>
<div><strong> </strong></div>
<div><a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145745/" target="_blank"><strong>Carmen: Uma Biografia&#8221;</strong></a>, de Ruy Castro</div>
<p>Vencedora do prêmio Jabuti de &#8220;melhor biografia&#8221; e &#8220;melhor livro de não-ficção&#8221;, a obra <a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145745/" target="_blank">&#8220;Carmen: Uma Biografia&#8221;</a> (Companhia das Letras, 2005) apresenta a fascinante história de Carmen Miranda, a brasileira mais famosa do século 20. Com texto envolvente, riquíssimo em detalhes e histórias de bastidores, o jornalista e escritor Ruy Castro reconstrói a meteórica e conturbada trajetória da estrela, revelando a história de sua intimidade e de sua vida pública, desde seu nascimento até a morte precoce aos 46 anos, vítima do abuso de substâncias que massacraram seu organismo. Saiba <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u501917.shtml" target="_blank">mais sobre o livro</a>.</p>
<div>Leia um trechinho clicando <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u501928.shtml" target="_blank">aqui.</a></div>
<div><!--more--></div>
<div></div>
<div></div>
<div><img class="alignleft size-full wp-image-884" title="desonrada" src="http://biografismos.wordpress.com/files/2009/02/desonrada.jpg" alt="desonrada" width="175" height="230" /></div>
<div></div>
<p><a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145097/" target="_blank"><strong>&#8220;Desonrada&#8221;</strong></a>, de Mukhtar Mai e Marie-Thérèse Cuny</p>
<p>O livro de memórias <a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145097/" target="_blank">&#8220;Desonrada&#8221;</a> (Best Seller) oferece o relato real, brutal e inspirador de Mukhtar Mai, paquistanesa que se tornou símbolo internacional da luta pelos direitos femininos em países onde ainda vigora a &#8220;lei da honra&#8221; e a justiça tribal. Numa decisão absurda para os parâmetros do mundo ocidental, mas ainda recorrente nas tribos do Paquistão, Mukhtar Mai foi condenada a sofrer estupro coletivo por determinação do conselho do povoado de Meerwala. Mukhtar Mai nem chegou a cometer qualquer crime. Seu erro foi levantar a voz no tribunal local para tentar defender o irmão, ainda adolescente, acusado ter se relacionado com uma mulher de casta superior.</p>
<div><img class="alignleft size-full wp-image-885" title="maysa" src="http://biografismos.wordpress.com/files/2009/02/maysa.jpg" alt="maysa" width="175" height="230" /></div>
<div></div>
<li><a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145501/" target="_blank"><strong>&#8220;Maysa &#8211; Só Numa Multidão de Amores&#8221;</strong></a>, de Lira Neto</li>
<p>Biografia que serviu de base para a minissérie da TV Globo, <a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145501/" target="_blank">&#8220;Maysa &#8211; Só Numa Multidão de Amores&#8221;</a> (editora Globo) percorre minuciosamente a rica e conturbada trajetória da cantora, marcada por dramas em suas relações amorosas, conflitos com a mídia, tentativas de suicídio, crises de alcoolismo e internações em clínicas. O autor Lira Neto teve acesso aos arquivos pessoais de Maysa e recupera os detalhes de sua vida, incluindo o convívio com o pai notívago e hedonista, o casamento com o magnata André Matarazzo (que impunha o recato a Maysa) e a identificação visceral da cantora com a música romântica.</p>
<div>Leia: <a title="Clique aqui!" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u489139.shtml" target="_blank">Maysa tenta suicídio?</a></div>
<div><img class="alignleft size-full wp-image-887" title="salvar" src="http://biografismos.wordpress.com/files/2009/02/salvar.jpg" alt="salvar" width="175" height="230" /></div>
<div></div>
<li><a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145349/" target="_blank"><strong>&#8220;O Homem Que Queria Salvar o Mundo&#8221;</strong></a>, de Samantha Power</li>
<p>A jornalista Samantha Power, vencedora do prêmio Pulitzer, recupera a rica, pouco conhecida e tragicamente abreviada trajetória do diplomata brasileiro Sergio Vieira de Mello na biografia <a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145349/" target="_blank">&#8220;O Homem Que Queria Salvar o Mundo&#8221;</a> (Companhia das Letras, 2008). Primeiro brasileiro a chegar ao alto escalão da ONU, Vieira de Mello atuou como negociador pela paz em algumas das principais guerras das últimas quatro décadas: em Bangladesh, no Líbano, na Bósnia, no Kosovo, em Ruanda, no Timor Leste e, por fim, no Iraque &#8211;onde teve sua vida ceifada após um ataque suicida em 2003. O livro acompanha sua trajetória e as situações mais dramáticas &#8211;como o encontro com George W. Bush às vésperas da invasão do Iraque e as negociações com o regime assassino do Khmer Vermelho no Camboja. A biografia revela um personagem que merece ser conhecido, com disposição fora do comum para ir ao campo de ação e que sabia usar como poucos o carisma, a flexibilidade e o pragmatismo para negociar em busca da paz.</p>
<div><img class="alignleft size-full wp-image-888" title="anjo" src="http://biografismos.wordpress.com/files/2009/02/anjo.jpg" alt="anjo" width="175" height="230" /></div>
<div>
<li><a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145305/" target="_blank"><strong>&#8220;O Anjo Pornográfico&#8221;</strong></a>, de Ruy Castro</li>
<p>Gênio ou louco? Tarado ou santo? Reacionário ou revolucionário? Nenhum outro escritor brasileiro foi tão polêmico em seu tempo como Nelson Rodrigues. E poucos permanecem tão atuais e relevantes. Na biografia <a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145305/" target="_blank">&#8220;O Anjo Pornográfico&#8221;</a> (Companhia das Letras), Ruy Castro recupera a trajetória de Nelson Rodrigues e mostra que a sua vida &#8211;assim como a de sua trágica família&#8211; foi mais espantosa do que qualquer uma das histórias que ele criou. A partir de entrevistas com pessoas que conheceram intimamente Nelson Rodrigues e sua família, Castro reconstitui a trajetória de Nelson como jornalista, cronista de futebol, dramaturgo, personagem do Rio de Janeiro e do Brasil, um homem obcecado por sexo e morte que conheceu e iluminou como poucos os desejos, as fraquezas e as perdições humanas.</p>
<div>Leia mais sugestões no <a href="http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2009/02/17/ult4738u20352.jhtm" target="_blank">Bol Notícias.</a></div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LOUCO   DICIONÁRIO]]></title>
<link>http://curiosidadesonline.wordpress.com/2009/02/10/louco-dicionario/</link>
<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 17:55:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>curiosidadesonline</dc:creator>
<guid>http://curiosidadesonline.wordpress.com/2009/02/10/louco-dicionario/</guid>
<description><![CDATA[CHEFE É AQUELE QUE VEM CEDO QUANDO VOCÊ VEM TARDE E TARDE QUANDO VOCÊ VEM CEDO. GORDO É AQUELE QUE F]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><table border="0" cellspacing="10" cellpadding="0" width="93%">
<tbody>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">CHEFE</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong>É         AQUELE QUE VEM CEDO QUANDO VOCÊ VEM TARDE E TARDE QUANDO VOCÊ VEM         CEDO.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">GORDO</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong>É         AQUELE QUE FAZ XIXI PELO MÉTODO BRAILE.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top">
<p align="right"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">MULHERES</span></strong></p>
</td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong>SÃO         AQUELAS QUE OS HOMENS LEVAM A PASSEAR, A DANÇAR, AO CINEMA, À          MODISTA E, MESMO ASSIM, AINDA VIVEM A RECLAMAR QUE ELES NUNCA A LEVAM A         ESSE TAL DE ORGASMO.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">HOMEM</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong>É         AQUELE QUE SONHA QUE É TÃO BONITO QUANTO A MÃE ACHA QUE ELE É; TER          TANTO DINHEIRO QUANTO O FILHO DELE ACHA QUE TEM; TER TANTAS MULHERES         QUANTO A MULHER DELE ACHA QUE ELE TEM; E SER TÃO BOM DE CAMA COMO ELE         ACHA QUE É.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">SEXO</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong>É         AQUILO QUE QUANDO É BOM É ÓTIMO. MAS MESMO QUANDO É RUIM AINDA É         MUITO BOM.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">COQUETÉIS</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong>SÃO         REUNIÕES PROGRAMADAS PARA SE ENCONTRAR PESSOAS QUE NÃO VALE A PENA         CONVIDAR PARA JANTAR.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">DIPLOMATA</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong>É         UM SUJEITO QUE PENSA DUAS VEZES ANTES DE NÃO DIZER NADA.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">CASAMENTO </span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong>É         UMA TRAGÉDIA EM DOIS ATOS: CIVIL E RELIGIOSO.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">FORCA</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong> É O MAIS DESAGRADÁVEL DOS INSTRUMENTOS DE CORDA.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">JÚRI</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong> É UM GRUPO ESCOLHIDO PARA DECIDIR QUEM TEM O MELHOR ADVOGADO.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">UÍSQUE</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong> É O MELHOR AMIGO DO HOMEM, É O CACHORRO ENGARRAFADO.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">COMISSÃO</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong>É UMA REUNIÃO DE PESSOAS IMPORTANTES QUE, SOZINHAS, NÃO PODEM FAZER NADA, MAS QUE, JUNTAS, DECIDEM QUE NADA PODE SER FEITO.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">ESCOLA</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong> É UMA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA QUE VENDE DIPLOMAS; O ALUNO É O CONSUMIDOR INTERESSADO EM COMPRAR; E O PROFESSOR É O CARA QUE QUER ATRAPALHAR AS  NEGOCIAÇÕES.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">STATUS</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong> É COMPRAR UMA COISA QUE VOCÊ NÃO QUER, COM UM DINHEIRO QUE VOCÊ NÃO TEM,  PARA MOSTRAR PRA GENTE QUE VOCÊ NÃO GOSTA, UMA PESSOA QUE VOCÊ NÃO É.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">EFICIÊNCIA</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong> É QUANDO O CONGRESSO ROUBA, ELE MESMO INVESTIGA E ABSOLVE.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">DISTRAÍDO</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong> É AQUELE SUJEITO QUE, NA HORA DE DORMIR, BEIJA O RELÓGIO, DÁ CORDA NO GATO E ENXOTA A MULHER PELA JANELA.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">AMOR</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong> É AQUILO QUE COMEÇA COM UM PRÍNCIPE A BEIJAR UM ANJO E ACABA COM UM CARECA A  OLHAR PARA UMA MULHER GORDA.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">INDIGESTÃO</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong> É UMA CRIAÇÃO DE DEUS PARA IMPOR UMA CERTA MORALIDADE AO ESTÔMAGO.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">ADVOGADO</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong> É O SUJEITO QUE SALVA OS VOSSOS BENS DOS INIMIGOS, E OS GUARDA PARA SI.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">FANTASMA</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong> É UM EXIBICIONISTA PÓSTUMO.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">BEIJO</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong> PODE SER UMA VÍRGULA, UM PONTO DE INTERROGAÇÃO, OU UM PONTO DE  EXCLAMAÇÃO.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">IDOSO</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong> É AQUELE QUE QUANDO JOVEM COSTUMAVA TER QUATRO MEMBROS FLEXÍVEIS E UM  DURO. AGORA TEM QUATRO DUROS E UM FLEXÍVEL.</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="21%" align="right" valign="top"><strong><span style="font-family:Arial;color:#ff0000;font-size:small;">AMIGO</span></strong></td>
<td width="79%" valign="top"><span style="font-family:Arial;color:#000080;font-size:x-small;"><strong> É O IRMÃO QUE O CORAÇÃO ESCOLHE .</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center"><strong><span style="font-family:Arial;color:#0000ff;font-size:small;"><span style="background-color:#ffff00;"> OBS: ESSA É UMA OBRA DE FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA &#8230; É MERA COINCIDÊNCIA.</span></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Instituto Rio Branco faz cartilha para concurso]]></title>
<link>http://kiminda.wordpress.com/2009/02/03/instituto-rio-branco-divulga-de-estudos-para-vagas-de-diplomata/</link>
<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 23:28:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nilnews</dc:creator>
<guid>http://kiminda.wordpress.com/2009/02/03/instituto-rio-branco-divulga-de-estudos-para-vagas-de-diplomata/</guid>
<description><![CDATA[O Instituto Rio Branco divulgou  que estará disponível no site o guia de estudos para o concurso de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone" src="http://www.inforel.org/fotoNoticia/Itamaraty.jpg" alt="" width="435" height="277" /></p>
<p>O Instituto Rio Branco divulgou  que estará disponível no <a class="link-corpo" href="http://www.cespe.unb.br/concursos/diplomacia2009" target="_blank"><strong>site</strong></a> o guia de estudos para o concurso de admissão à carreira de diplomata a partir do dia 12. A leitura é obrigatória e de caráter complementar ao <a class="link-corpo" href="http://www.cespe.unb.br/concursos/diplomacia2009/arquivos/ED_CACD_2009_ABERTURA.PDF" target="_blank"><strong>edital</strong></a>.</p>
<p>O concurso oferece 105 vagas de diplomata, sendo seis delas reservadas aos candidatos portadores de deficiência. O cargo exige nível superior. O salário é de R$ 10.906,86. As inscrições poderão ser feitas até as 23h59min de 12 de fevereiro, pelo<strong> </strong><a class="link-corpo" href="http://www.cespe.unb.br/concursos/diplomacia2009" target="_blank"><strong>site</strong></a>. A taxa de inscrição é no valor de  R$ 110.</p>
<p>Para os candidatos que não tiverem acesso à internet, o Cespe/UnB irá  disponibilizar locais com acesso à internet, listados no edital de abertura.</p>
<p>Pode pedir isenção da taxa o candidato que estiver inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), de que trata o Decreto nº 6.135, de 26 de junho de 2007, e for membro de família de baixa renda, nos termos do Decreto n.º 6.135, de 2007.</p>
<p>O concurso terá quatro fases. A primeira terá prova objetiva, com questões de português, de história do Brasil, de história mundial, de geografia, de política internacional, de inglês, de noções de economia e de noções de direito e direito internacional público.</p>
<p>A segunda é a prova escrita de português. A terceira engloba provas escritas de história do Brasil, de geografia, de política internacional, de inglês, de noções de economia e de noções de direito e direito internacional público. A quarta fase terá provas escritas de espanhol e de francês.</p>
<p>Cada uma das fases será realizada simultaneamente nas cidades de Belém/PA, Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Campo Grande/MS, Cuiabá/MT, Curitiba/PR, Florianópolis/SC, Fortaleza/CE, Goiânia/GO, Manaus/AM, Natal/RN, Porto Alegre/RS, Recife/PE, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA, São Luís/MA, São Paulo/SP e Vitória/ES.</p>
<p>A prova objetiva será aplicada no dia 8 de março, em duas etapas: a primeira às 8h30min, com duração de 3h30min, e a segunda às 15h (horário oficial de Brasília/DF), também com duração de 3h30min.</p>
<p>Na data provável de 20 de fevereiro de 2009, os locais de realização da prova objetiva serão publicados no Diário Oficial da União, e divulgados na internet, no <a class="link-corpo" href="http://www.cespe.unb.br/concursos/diplomacia2009" target="_blank"><strong>site</strong></a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Concurso para Diplomata]]></title>
<link>http://concurseirofulltime.wordpress.com/2009/01/20/concurso-para-diplomata/</link>
<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 19:26:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>concurseirofulltime</dc:creator>
<guid>http://concurseirofulltime.wordpress.com/2009/01/20/concurso-para-diplomata/</guid>
<description><![CDATA[O Instituto Rio Branco (IRBr) abriu concurso para 105 vagas de diplomata, sendo 6 delas reservadas a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span class="Apple-style-span" style="border-collapse:separate;color:#333333;font-family:Georgia;font-size:13px;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;letter-spacing:normal;line-height:20px;orphans:2;text-align:left;text-indent:0;text-transform:none;white-space:normal;widows:2;word-spacing:0;">O Instituto Rio Branco (IRBr) abriu concurso para 105 vagas de diplomata, sendo 6 delas reservadas aos candidatos portadores de deficiência. O cargo exige nível superior. O salário é de R$ 10.906,86.</p>
<div></div>
<div>O concurso será organizado pelo CESPE e será realizado em quatro fases, a primeira terá prova objetiva, com questões de português, de história do Brasil, de história mundial, de geografia, de política internacional, de inglês, de noções de economia e de noções de direito e direito internacional público.</div>
<div></div>
<p>A segunda fase é constituída de prova escrita de português.</p>
<div></div>
<div>A terceira engloba provas escritas de história do Brasil, de geografia, de política internacional, de inglês, de noções de economia e de noções de direito e direito internacional público. A quarta fase terá provas escritas de espanhol e de francês.</p>
<div></div>
<div>As provas serão realizadas no dia 08 de março na capital de vários estados.</div>
<div></div>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-weight:bold;">baixe algumas provas anteriores:</span></div>
<div></div>
<div><a href="http://www.easy-share.com/1903345405/Diplomata%202003.ZIP">Diplomata 2003</a></div>
<div><a href="http://www.easy-share.com/1903345393/Diplomata%202004.ZIP">Diplomata 2004</a></div>
<div><a href="http://www.easy-share.com/1903345369/Diplomata%202006.ZIP">Diplomata 2006</a></div>
<div><a href="http://www.easy-share.com/1903345346/Diplomata%202007.ZIP">Diplomata 2007</a></div>
<div><a title="Diplomata 2008" href="http://www.easy-share.com/1903345318/Diplomata%202008.ZIP" target="_blank"><span style="color:#5588aa;text-decoration:none;">Diplomata 2008</span></a></div>
</div>
<p></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como ser assaltada indiretamente]]></title>
<link>http://samiemaybe.wordpress.com/2009/01/09/como-ser-assaltada-indiretamente/</link>
<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 19:24:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mayara</dc:creator>
<guid>http://samiemaybe.wordpress.com/2009/01/09/como-ser-assaltada-indiretamente/</guid>
<description><![CDATA[Eu seeeeei que eu fiz um post dizendo que era legal e que isso de reclamar era necessidade/charme e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu seeeeei que eu fiz um post dizendo que era legal e que isso de reclamar era necessidade/charme e etc, mas gente, o azar me perseeeegue e eu preciso desabafar!! Daí que tem o concurso para diplomata, o pior concurso do mundo, um ano inteiro de provas e tal, daí que eu decidi que quero porque quero ser diplomata, cara salário inicial mais de 7 mil no Brasil, ainda posso ser mandada pra outro país, que pode ser Espanha ou Áustria pq Deus me ama ainda que o azar me persiga!! Ok, mas é o concurso mais difícil do mundo, então eu sabia que teria que estudar muuuuito, então deixei pra frente. Mas como o Brasil é um país legal, rola uma bolsa de 25 mil só pra vc se preparar para o concurso, como o Brasil não é tão legal assim a bolsa é só pra afro-descendente que prove que é PP (preto e pobre) beleza, tá pra mim. Ai chegou hj, o grande dia de postar os documentos, tinha que ser tudo via sedex mas como moro em Brasília achei que ia ser baratinho, ok nem foi tão caro, uns 10 reais, mas 1,80 do envelope que claaaro eu não tinha levado, mas sabe a melhor parte? Como eu tinha que pegar um documento na unB pra enviar junto, decidi usar o correios daqui, então descobri que a caixa postal do Cespe (pra onde tinha que enviar tudo) era lá, nos correios da UnB. Não sei se deu pra entender direito mas cara, paguei 11,80 e o envelope nem vai se moveeeeeeer!! ok até vai, mas nem vão ser os correios, o pessoal do cespe vai lá verificar a Caixa Postal deles e estará lá meu envelope de 1,80 (1 envelope e não uma cartela, sim os Correios roubam). E eu era tão feliz pq nunca tinha sido assaltada, ahám Cláudia, senta lá! </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Barca da Cultura recebe inscrições]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/2008/10/04/barca-da-cultura-recebe-inscricoes/</link>
<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 18:20:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
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<description><![CDATA[A organização da Barca da Cultura abriu inscrições, na Bahia, para pessoas interessadas em participa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A organização da <em>Barca da Cultura</em> abriu inscrições, na Bahia, para pessoas interessadas em participar de espetáculo teatral e para oficinas de confecção de bonecos, máscaras e adereços, que serão usadas na encenação. A <em>Barca da Cultura 2008</em> será realizada no dia 15 de novembro e contará com a montagem teatral <em>Jasão, Ulisses e os Argonautas&#8217;</em>, dirigido por Amauri Alves.</p>
<p>O evento, que homenageia o diplomata e teatrólogo Paschoal Carlos Magno, que no início dos anos 70 idealizou o projeto nas regiões ribeirinhas do Rio São Francisco, será promovido na cidade, pela terceira vez consecutiva, e leva, por meio de um cortejo marítimo, diversas atrações culturais para os moradores da Ilha Diana, Monte Cabrão e Caruara.</p>
<p>A oficina de teatro de bonecos oferecerá informações básicas aos participantes, por meio de confecção e da manipulação, com destaque para a aplicação da linguagem do teatro de animação em criações cênicas. A oficina de máscaras e adereços também mostrará técnicas de confecção utilizando papelão e espuma, com uma linguagem plástica dos folguedos populares brasileiros.</p>
<p>Serão ministradas aulas práticas em grupo, e os resultados dos trabalhos servirão para a encenação da <em>Barca</em>. A coordenação-geral é de Márcia Alves. Além das oficinas, a organização está com inscrições abertas para interessados (com ou sem experiência) em atuar no espetáculo <em>Jasão, Ulisses e os Argonautas</em>. Os interessados devem fazer inscrição até o dia 15 de outubro, das 9h às 12h e das 14h às 18h, no Departamento de Eventos (piso térreo) da Secretaria da Cultura (Av. Pinheiro Machado, 48, Vila Mathias). A idade mínima é 15 anos. Mais informações pelo telefone 3226-8000.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guimarães Rosa: diplomata]]></title>
<link>http://dougruan.wordpress.com/2008/09/30/guimaraes-rosa-diplomata/</link>
<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 19:37:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Douglas Armendone</dc:creator>
<guid>http://dougruan.wordpress.com/2008/09/30/guimaraes-rosa-diplomata/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;&#8230; um diplomata e um sonhador e por isso pude exercer bem essa profissão (&#8230;) ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#003366;">&#8220;&#8230; um diplomata e um sonhador e por isso pude exercer bem essa profissão (&#8230;) &#8230; eu jamais poderia ser político com toda essa constante charlatanice da realidade. O curioso no caso é que os políticos estão sempre falando de lógica, razão, realidade e outras coisas no gênero e ao mesmo tempo vão praticando os atos mais irracionais que se possam imaginar. Talvez eu seja um político mas desses que só jogam xadrez, quando podem fazê-lo a favor do homem. Ao contrário dos ‘legítimos&#8217; políticos, acredito no homem e lhe desejo um futuro. Sou escritor e penso em eternidades. O político pensa apenas em minutos. Eu penso na ressurreição do homem&#8221;.</span></p>
<p><span style="color:#003366;">&#8220;&#8230; considero o idioma como uma metáfora da sinceridade&#8221;</span><br />
<span style="color:#666699;">(Coutinho, 1983: 77/78).</span></p>
<p><span style="color:#666699;">In: ARAÚJO, Heloísa Vilhena de.<br />
<strong>Guimarães Rosa: diplomata</strong>/Heloísa Vilhena de Araújo.- Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2007. D</span><span style="color:#666699;">isponível no site da Fundação Alexandre de Gusmão. (Site: </span><a href="http://www.funag.gov.br"><span style="color:#666699;">www.funag.gov.br</span></a><span style="color:#666699;">).</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
