<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>direito-animal &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/direito-animal/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "direito-animal"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 20:27:46 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[O Escândalo dos Cosméticos]]></title>
<link>http://haspers.wordpress.com/2009/11/19/o-escandalo-dos-cosmeticos/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 10:25:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hasper&#38;Hasper</dc:creator>
<guid>http://haspers.wordpress.com/2009/11/19/o-escandalo-dos-cosmeticos/</guid>
<description><![CDATA[Recentes estudos mostram que cosméticos e artigos de higiene pessoal contém um perigoso cocktail de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Recentes estudos mostram que cosméticos e artigos de higiene pessoal contém um perigoso cocktail de produtos potencialmente carcinógenos, mutagênicos e toxinas que podem alterar a função de hormônios, e até mesmo causar infertilidade.</p>
<p><strong>Um cocktail diário de substâncias nocivas</strong></p>
<p>Muitas rotinas de beleza incluem o uso de carcinogênicos, suspeitos de de serem carcinogênicos, perturbadores hormonais, alérgenos e outras substâncias prejudiciais. Eles estão em tudo, desde shampus à tintas de cabelo, de esmaltes de unhas a loções hidratantes. Simplesmente porque muitos produtos estão no mecado sem terem sido  testados, e quando testes foram feitos as substâcias foram testadas separadamente, e não misturadas como quando são vendidas ao consumidor.</p>
<p>Todas as manhãs muitas mulheres  tomam banho, se maquiam para mais um dia de trabalho. Poucas estão cientes de que estão entrando em contato com pelo menos 126 substâncias químicas presentes em cerca de 9 diferentes produtos.</p>
<p><strong>Uma dica de beleza</strong>: a ciência agora está nos dizendo que longe de conservarem a saúde e a beleza muitos cosméticos podem melhorar a aparência momentâneamente mas também estão causando mal à saúde.<br />
Corantes artificiais derivados de carvão mineral são encontrados em sombras, batons e blushes e estão relacionados com câncer e alergias. Bases em creme podem conter formaldeídos e sílica, e ambos são comprovadamente causadores de problemas de saúde. Parabenos, que são preservativos, estão presents em muitas loções hidratantes e desodorantes, apesar de causarem irritações na pele e olhos e mimetizarem o hormônio feminino (estrógeno).  Ingredientes em tinturas de cabelo e perfumes podem causar câncer, alergias e asma.</p>
<p>No final das contas cosméticos estão passando a ser considerados como ricos em impuridades causadoras de problemas de saúde.</p>
<p>A quantidade destes ingredientes tóxicos muitas vezes é muito pequena, mas dermatologistas estimaram que mulheres absorvem cerca de 2 kilos dos químicos de seus cosméticos por ano, e muitos destes acumulam nos tecidos do corpo. Hoje sabe-se que a pele não é uma barreira, mas sim um órgão que absorve estes produtos que entram imediatamente na corrante sanguínea.</p>
<p>Se pensava antigamente que “está tudo bem colocar um pouquinho de substâncias carcinógenas em cosméticos desde que a dose seja menor do que a dose capaz de causar câncer”. Mas ninguén testou o efeito de vários produtos aplicados todos os dias um após o outro! Sendo assim,  dependendo de quantos produtos utilizados por uma pessoa,  as quantidades destas substâncias cancerígenas excede em muito as doses máximas recomendadas.</p>
<p>Recentemente foi comprovado que pequenas quantidades de certos químicos  que entramos em contato diariamente através de cosméticos e outros (como alimentos, fumaça, produtos de limpeza) podem ativar e desativar genes, da mesma forma que os medicamentos. As quantidades muitas vezes não tem efeitos visíveis em pessoas adultas , mas podem afetar muito crianças e bebês, especialmente durante a gestação e amamentação; pois quase tudo o que a mãe entra em contato é passado para o leite, ou é passado através da placenta para o feto.</p>
<p>-  Um crescente número de estudos relaciona os ingredientes contidos em cosméticos e produtos de limpeza com problemas de saúde como câncer e infertilidade.</p>
<p>-  As revistas femininas, as quais lucram com as propagandas publicadas (inclusive de cosméticos!), não estão expondo este problema aos leitores, apesar da divulgação crescente deste assunto em outros meios de comunicação.</p>
<p>- Em um estudo publicado em 2003 no  Public Health Reports, o jornal oficial do serviço de saúde pública dos EUA, descobriu-se que pessoas usuárias de tinturas permanentes de cabelo apresentam um aumento de 50% na probabilidade de desenvolver câncer de bexiga.</p>
<p>- O Acetato de Chumbo, principal ingredient de loções para o combate de cabelos grisalhos, geralmente usado por homens,  é considerado carcinogênico e tóxico para os órgãos reprodutivos no estado da Califórnia (EUA), e foi banido pela União Européia em 2003.</p>
<p>- Os Alpha Hydroxy Acidos (AHAs) usados em cremes para rugas prometem uma pele mais jovem, mas estudos comprovaram que essa substância pode causar queimaduras com a exposicão solar e pelo contrário, pode causar envelhecimento precoce.</p>
<p>- O Greenpeace testou 36  perfumes e descobriu que praticamente todos continham  ésters de phthalate e almíscar sintético, substâncias capazes de alterar a funcão de hormônios.</p>
<p>- Phthalatos são usados como plastificantes, dão flexibilidade à esmaltes de unhas e impedem que perfumes evaporem rapidamente. Estão contidos também em hidratantes, loções, etc.  Esta substância é comprovadamente causadora de infertilidade e câncers de seio, ovários e testículos.</p>
<p><em>Fonte: FDA. International Association for Research on Cancer. Health Canada. Environmental Working Group Skin Deep Report. The European Union Cosmetics Directive. Paula Begoun, www.cosmeticscop.com. The Safe Shopper&#8217;s Bible by Samuel Epstein and David Steinman. Beauty to Die For by Judi Vance. Drop-Dead Gorgeous by Kim Erickson. The Less Toxic Guide by the Environmental Health Association of Nova Scotia.</em></p>
<p><strong>Outros motivos para evitar substâncias químicas não encontradas na natureza</strong></p>
<p>-  Todos os anos milhões de animais são torturados para que sejam testadas as substâncias que nos causam diversas doenças graves, ironico não!? Os testes feitos não servem para avaliar os riscos mas são feitos mesmo assim;  alguns testes são manipulados e outros testes não são nem mesmo realizados. Quando compramos um cosmético ou produto testado em animais estamos dando lucro à indústria responsável por isso.</p>
<p> <span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/N13qFP4uM5Y&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/N13qFP4uM5Y&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>-  Todas as substâncias que jogamos na água todos os dias contaminam a terra, os rios, lençóis d’água, o mar… E afetam outros animais, causando problemas sérios, mutações e mortalidades. Mas como tudo o que vai volta, essas mesmas substancias (resistentes à degradação) voltam na nossa água potável, por exemplo, e mais uma vez entramos em contato com elas.</p>
<p><strong>Soluções para o problema</strong></p>
<p>1)     Uma das substâncias que mais causam problemas de saúde são os Phtalatos, justamente por  estarem  presentes um muitos produtos de uso diário. Esta substância pode levar o nome DEHP, Diethylhexil phthalate, Alcool Desnaturante (Alcool Denat.  ou DEP). De acordo com o SAC da NIVEA existem dois ésteres de phtalato que são muito usados para desnaturar  alcool, então se na fórmula do produto está ”alcool desnaturante” quase certo que há um éster de phtalato na fórmula. Essa substância deve ser evitada por ser comprovadamente uma desruptora hormonal;  possível causadora de câncers de ovários, testículos e seios; e infertilidade principalmente em homens, pois mimetiza o hormônio feminino (estrógeno).<br />
Esta &#8220;maravilha&#8221; encontra-se em cremes hidratantes, perfumes, desodorantes, maquiagens, etc.</p>
<p> 2)    Todas as substâncias produzidas pelo <em>Homo sapiens</em> causam danos à saúde, algumas mais outras menos. Comece a ler rótulos de tudo o que fores comprar, desde alimentos processados, produtos de limpeza, cosméticos, maquiagem, medicamentos… E evite as substâncias comprovadamente nocivas, e/ ou compre os produtos que contém menos aditivos.</p>
<p>3)      Para saber quais substâncias que devem ser evitadas leia sobre o assunto. <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/toxicos/noticias/subst-ncias-venenosas-est-o-es">http://www.greenpeace.org/brasil/toxicos/noticias/subst-ncias-venenosas-est-o-es</a>, <a href="http://jornadacontraocancer.blogspot.com/2009/05/substancias-toxicas.html">http://jornadacontraocancer.blogspot.com/2009/05/substancias-toxicas.html</a>, <a href="http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=11112&#38;Itemid=67">http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=11112&#38;Itemid=67</a></p>
<p>4)      Diminua ao máximo a quantidade de produtos cosméticos e de limpeza.  Use apenas os realmente necessários  e procure usar os menos tóxicos e com perfumes menos fortes. </p>
<p>5)      Saiba que a limpeza da casa pode ser feita apenas com bicarbonato de sódio, vinagre sem cheiro (branco), água oxigenada e outros produtos baratos, efetivos e não tóxicos!? <a href="http://www.ipemabrasil.org.br/receita.htm">http://www.ipemabrasil.org.br/receita.htm</a></p>
<p>6)      Compre cosméticos alternativos, ou substitua-os por cosméticos caseiros. Sua avó e sua mãe certamente sabem muitas receitas.</p>
<p>7)      Os cosméticos infantis costumam ter menos substâncias tóxicas e cancerígenas.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Karine B. de Souza</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os problemas do leite]]></title>
<link>http://haspers.wordpress.com/2009/11/03/os-problemas-do-leite/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 14:26:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hasper&#38;Hasper</dc:creator>
<guid>http://haspers.wordpress.com/2009/11/03/os-problemas-do-leite/</guid>
<description><![CDATA[“O hábito de consumir leite de vaca, está relacionado com a falta de ferro em crianças; Uma boa part]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>“O hábito de consumir leite de vaca, está relacionado com a falta de ferro em crianças; Uma boa parte da população mundial, é vítima de cãibras diarreias e também de múltiplas formas de alergias; E há forte possibilidade de que seja um factor determinante na origem de arteriosclerose e ataques de coração”.</p>
<p>Em muitos lugares do mundo e especialmente no leste da Asia, África, América do Sul e Europa pessoas há que consideram o leite de vaca inadequado para o consumo de adultos.</p>
<p>A natureza, não nos oferece alimentos que contenham lactose, como o leite, depois do período do desmame.</p>
<p>Problemas Gastrointestinais podem ser sintomas da intolerância á lactose.</p>
<p>Havendo intolerância ao leite, os intestinos sangram, mas sendo em poucas quantidades muitas vezes não é detectado sem exames. Se estima que a metade dos casos de crianças com défices de ferro nos EUA se devem a este problema derivado do consumo de leite.</p>
<p>Outra séria complicação que resulta do consumo do leite de vaca, é a nefrose. A nefrose é uma alteração dos rins, que provoca uma perda permanente de proteínas que desembocam na urina. O resultado desta enfermidade, é um nível baixo de proteínas no sangue; e eventualmente resulta numa acumulação de líquidos, inchaço de mãos e pés.</p>
<p>Estudos com mais de 1.500 crianças que haviam morrido por causas acidentais, concluiram que tais crianças não morreram de enfermidades. Em muitas dessas crianças, se encontraram danos nas artérias coronárias, e o único factor que diferenciava um grupo do outro, era a alimentação durante a infância. Descobriu-se que a maioria das crianças que haviam sido amamentadas com leite materno, tinham as artérias em condições normais; enquanto que a maioria das crianças que tinham problemas arteriais, haviam sido alimentados com leite de vaca durante a sua infância.</p>
<p>Estudos realizados em diferentes cidades americanas mostraram que crianças alimentadas á base de leite de vaca tinham 20 vezes mais possibilidades de morrer durante os primeiros 4 anos de vida do que as não o consumiam.</p>
<p>Um litro de leite de vaca contem 1.200 miligramas de cálcio e um litro de leite materno contem 300 miligramas, apesar disso uma criança que consuma leite materno assimila mais cálcio que se bebesse leite de vaca. Pois o leite de vaca contem muito fósforo e este elemento interfere na absorção do cálcio.</p>
<p>Em um estudo da União de Consumidores de EE.UU. mostrou que das 25 amostras de leite analisadas, só 4 não estavam contaminadas com pesticidas. As outras 21 tinham residuos de hidrocarbonatos clorados. Existem evidências de que estes hidrocarbonatos, á medida que se acumulam no corpo, podem provocar mutações que resultam em deficiências em recém  nascidos. Estes mesmos hidrocarbonatos, podem produzir câncer.</p>
<p>A penicilina é um antibiótico muito utilizado para combater as mastites das vacas. Supostamente não se deve ordenhar as vacas sem que tenham transcorrido 48 horas desde o tratamento com penicilina. Apesar disso essa norma não é cumprida, e a penicilina aparece em pequenas quantidades no leite comercializado. Outra substância que se encontra no leite de vaca é o hormonio progesterona que se converte em androgenos, substância que provoca acne, e o aumento de pelos no corpo, etc.</p>
<p>Diarreia, Cãibras, sangue gastrointestinal, anemia, erupções cutâneas, arteriosclerose, e acne, são enfermidades, que segundo se sabe, estão relacionadas com o consumo do leite de vaca. Alem destas enfermidades, crê-se que o consumo de leite de vaca pode estar relacionado com a leucemia, a Esclerose múltipla, a Artrite reumática e cáries dentárias.</p>
<p>É irónico saber que muitas mães dão a seus filhos leite pensando que fortalecem os dentes quando o que provoca é uma destruição dos mesmos (de acordo com um estudo do odontologista francês Castanho, da Universidade de Pensilvania.</p>
<p>Vejam o  resultado de tanta gente tomando leite e comendo queijo!</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1343315-5598,00-CAMINHAO+SUPERLOTADO+DE+BEZERROS+E+APREENDIDO+EM+MG.html">http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1343315-5598,00-CAMINHAO+SUPERLOTADO+DE+BEZERROS+E+APREENDIDO+EM+MG.html</a></p>
<p>Pessoas, concientizem-se de que os seres  humanos são os únicos animais que continuam “mamando” após a faze de lactação, e isso não é natural. Se for continuar com esse hábito, prefira produtos de producão local e não industriais.</p>
<p>Resumido do livro &#8220;DON’T DRINK YOUR MILK&#8221; do médico e escritor Frank A. Oski.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Karine B. de Souza</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Campanha SEGUNDA SEM CARNE]]></title>
<link>http://haspers.wordpress.com/2009/10/23/campanha-segunda-sem-carne/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 09:53:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hasper&#38;Hasper</dc:creator>
<guid>http://haspers.wordpress.com/2009/10/23/campanha-segunda-sem-carne/</guid>
<description><![CDATA[          A campanha Segunda sem Carne objetiva incentivar as pessoas a deixarem de consumir carne, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://haspers.wordpress.com/files/2009/10/segunda-sem-carne-logo1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-288" title="segunda-sem-carne-logo" src="http://haspers.wordpress.com/files/2009/10/segunda-sem-carne-logo1.jpg?w=300" alt="segunda-sem-carne-logo" width="300" height="135" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>A campanha Segunda sem Carne objetiva incentivar as pessoas a deixarem de<br />
consumir carne, ao menos, uma vez por semana, tendo assim benefícios para<br />
sua saúde e a saúde do planeta. Ao diminuir o consumo de carne reduzimos, ao<br />
mesmo tempo, o desperdício de água, o desmatamento, a desertificação, a<br />
extinção de espécies, a destruição de habitats e até de biomas inteiros. De<br />
quebra, ainda ajudamos a diminuir o rebanho bovino e sua emissão de metano -<br />
poderoso agente de efeito estufa. 67% dos animais criados para virar comida<br />
são criados em granjas &#8220;industriais&#8221; . Granjas industriais são fontes de<br />
crueldade e desperdício em escalas inimagináveis para a maioria de nós.<br />
Nelas são criados animais que ganham peso rapidamente por meio de uma<br />
alimentação não-saudável com alto teor protéico. Os animais vivem<br />
amontoados, estressados e, muitas vezes, em condições higiênicas insalubres.</p>
<p>A Campanha é também um convite a repensar nossa alimentação cotidiana,<br />
muitas vezes pobre em nutrientes pelo simples desconhecimento da variedade<br />
de hortaliças e verduras disponíveis. O consumo de comidas prontas, *fast<br />
food* ou similares, facilitou a vida altamente urbanizada dos grandes<br />
centros, diminuindo o tempo gasto com a alimentação. Mas o preço é alto e se<br />
reflete em nossa saúde e também nas experiências de sabor que perdemos.</p>
<p><a href="http://haspers.wordpress.com/files/2009/10/custo-de-1-kg-de-carne.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-289" title="Custo de 1 kg de carne" src="http://haspers.wordpress.com/files/2009/10/custo-de-1-kg-de-carne.jpg?w=300" alt="Custo de 1 kg de carne" width="466" height="328" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Fonte: Sociedade Vegetariana Brasileira &#8211; <a href="http://www.svb.org.br/segundasemcarne/" target="_blank">http://www.svb. org.br/segundasemcarne/</a></p>
<p>Abraços a todos,</p>
<p>Karine B. de Souza</p>
<p>Biologa &#8211; Bioquimica</p>
<p>MSc em Biologia Marinha</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Animal Liberation Front - ALF]]></title>
<link>http://minorkafka.wordpress.com/2009/09/23/animal-liberation-front-alf/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 20:06:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaopaulocosta</dc:creator>
<guid>http://minorkafka.wordpress.com/2009/09/23/animal-liberation-front-alf/</guid>
<description><![CDATA[Animal Liberation Front ou ALF (Frente de Libertação Animal, FLA) é um nome utilizado por ativistas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Animal Liberation Front</strong> ou <strong>ALF</strong> (<strong>Frente de Libertação Animal</strong>, <strong>FLA</strong>) é um nome utilizado por <a title="Ativismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ativismo">ativistas</a> pelos <a title="Direitos animais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Direitos_animais">direitos animais</a> que usam a <a title="Ação direta" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7%C3%A3o_direta">ação direta</a> para libertá-los, incluindo resgates de instalações e sabotagens, como modo de protesto e <a title="Boicote" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Boicote">boicote</a> econômico à <a title="Teste com animais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teste_com_animais">experimentação em animais</a>, o uso de animais como roupa, alimento ou outras indústrias baseadas na exploração de animais.</p>
<h2><span id="Caracter.C3.ADsticas">Características</span></h2>
<p>A FLA é um modelo de luta horizontal (sem líderes). As células do grupo, atualmente ativas ao redor de 35 países, operam clandestinamente e independentemente uma das outras. Uma célula pode consistir em uma só pessoa. <a title="Robin Webb (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Robin_Webb&#38;action=edit&#38;redlink=1">Robin Webb</a>, que cuida da <em>Animal Libertion Front Press Office</em>, no <a title="Reino Unido" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_Unido">Reino Unido</a>, tem uma frase sobre este modelo de ativismo: &#8220;Por isto que o FLA não pode ser destruído, não pode ser infiltrado, não pode ser parado. Você, todos e cada um de vós: vocês são o FLA&#8221;.</p>
<h2><span id="Diretrizes_do_Frente_de_Liberta.C3.A7.C3.A3o_Animal">Diretrizes do Frente de Libertação Animal</span></h2>
<ul>
<li>Infligir dano aos que lucram com &#8220;a miséria e a exploração dos animais&#8221;.</li>
<li>Libertar animais desde centros de abuso, como laboratórios, granjas, fábricas, fazendas de pele, etc, e colocá-los em bons lugares onde possam viver naturalmente, livres de sofrimento.</li>
<li>Revelar o horror e atrocidades cometidas contra animais atrás de portas fechadas (matadouros), realizando ações diretas não violentas e libertações.</li>
<li>Tomar todas as preocupações necessárias para não causar danos a animais humanos e não-humanos.</li>
<li>Qualquer grupo de pessoas que sejam veganas e que realizem ações de acordo com as diretrizes da FLA tem o direito a nomear-se parte do FLA. <sup><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Animal_liberation_front#cite_note-Best-0">[1]</a></sup></li>
</ul>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/8WTSUGetKFc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/8WTSUGetKFc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/inFrVU6vDYQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/inFrVU6vDYQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://tramavirtual.uol.com.br/img/content/band/f_163/407575.jpg" alt="" width="400" height="514" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ativismo.com]]></title>
<link>http://futuroverde.wordpress.com/2009/08/31/ativismo-com/</link>
<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 16:07:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flávio Zagatti Sotto</dc:creator>
<guid>http://futuroverde.wordpress.com/2009/08/31/ativismo-com/</guid>
<description><![CDATA[Ok, como novo membro resolvi fazer uma divulgação aqui no futuro verde, sobre o ativismo.com &#8220;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.ativismo.com"><img class="alignnone size-medium wp-image-134" title="banner_ativismo" src="http://futuroverde.wordpress.com/files/2009/08/banner_ativismo.gif?w=300" alt="banner_ativismo" width="300" height="45" /></a></p>
<p>Ok, como novo membro resolvi fazer uma divulgação aqui no <em>futuro verde,</em> sobre o ativismo.com</p>
<p>&#8220;O <em>Ativismo.com</em> surgiu da necessidade de se registrar toda forma de ativismo e atos pelos animais realizado no Brasil, assim como acontece mundo afora, justamente para que estas notícias e tipos de ativismo não se perdessem no tempo e mostrassem para a sociedade que a resistência pela libertação animal está cada vez maior e mais presente.&#8221;</p>
<p>Muito legal mesmo o trabalho efetuado pela equipe, acabei descobrindo este site através da Gabbi Veiga.</p>
<p>Quem se mostrar solidário à campanha, afilie-se!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os segredos do Pedigree]]></title>
<link>http://haspers.wordpress.com/2009/08/10/os-segredos-do-pedigree/</link>
<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 17:14:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hasper&#38;Hasper</dc:creator>
<guid>http://haspers.wordpress.com/2009/08/10/os-segredos-do-pedigree/</guid>
<description><![CDATA[Vejam no link a direita (Segredos do Pedigree) um vídeo muito informativo que foi ao ar no programa ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vejam no link a direita (<strong>Segredos do Pedigree</strong>) um vídeo muito informativo que foi ao ar no programa Animal Planet mostrando com sao produzidos os caes com pedigree.<br />
Os criadores os cruzam com parentes proximos, forcam o cruzamento entre determinados individuos, e os fazem terem filhotes ate a morte. O cruzamento entre parentes proximos pode causar várias doenças genéticas. Veja no video algumas das doenças mais comuns em cada raca.</p>
<p>O vídeo é um pouco longo, mas vale a pena!  Ele mostra também a omissão do Kennel Club na Inglaterra. <br />
Este video e&#8217; so&#8217; um exemplo, nos sabemos que a maioria massante dos criadores de caes de raca (ou qualquer animal de raca) fazem o mesmo que o Kennel Club.</p>
<p>Quem compra animais de criadouros incentiva a continuidade de todos os problemas e sofrimento decorrentes das praticas mostradas no video.<br />
Animais domesticos podem ser adotados,  sao mais saudaveis e tem uma vida mais longa e sem dor.</p>
<p>Saudacoes sustentaveis,</p>
<p>Thomas Hasper</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Touradas x crueldade aos animais]]></title>
<link>http://direitoambiental.wordpress.com/2009/07/11/touradas-x-crueldade-aos-animais/</link>
<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 05:41:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>alandamotta</dc:creator>
<guid>http://direitoambiental.wordpress.com/2009/07/11/touradas-x-crueldade-aos-animais/</guid>
<description><![CDATA[Nos artigos anteriores, salientamos o conflito de Princípios Constitucionais, entre o Direito à Cult]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nos artigos anteriores, salientamos o conflito de Princípios Constitucionais, entre o Direito à Cultura e o Direito Ambiental, sustentando que, nesta ponderação de valores, deve prevalecer o direito à vida animal, contra o direito ao lazer do homem, em uma minuciosa análise jurídica e social.</p>
<p>Para ressaltar a construção aqui analisada, hoje, na própria Espanha, já foi proibida a famosa tourada em 40 cidades, movimento conseguido através dos ambientalistas, e da própria justiça, que vem concedendo a proibição, em defesa dos animais, contra esta crueldade sem sentido.</p>
<p>O movimento agora está conseguindo força também em Portugal, onde acontece algumas touradas, e em Lisboa já foi proibido até mesmo a transmissão pelas televisões, que era semanalmente.</p>
<p>Esperamos que a tourada seja apenas vivida nos livros de história, e que a humanidade se sinta digna de proteger a vida animal, e não proliferar a tortura contra os seres vivos, pois a disseminação da tortura, em qualquer animal, pode ser válvula de escape para a tortura em qualquer ser vivo, inclusive humano.</p>
<p>A idealização de que é cultura não pode ser prevalecida, uma vez que chegaríamos a um absurdo de continuar com fatos que fazem parte da história maléfica da humanidade, que tenta sempre evoluir culturalmente, a evolução social, moral e mental parece estar ratificando o bom senso e a proteção e bem estar dos seres vivos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vitela: um crime hediondo]]></title>
<link>http://haspers.wordpress.com/2009/07/03/vitela-um-crime-hediondo/</link>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 15:38:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hasper&#38;Hasper</dc:creator>
<guid>http://haspers.wordpress.com/2009/07/03/vitela-um-crime-hediondo/</guid>
<description><![CDATA[Texto de Paula Brügger (Professora do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:Verdana;">Texto de <strong>Paula Brügger</strong> (<span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:verdana,geneva;">Professora do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina)</span></span></p>
<p>Segundo Paul Kingsnorth (2001), a produção industrial de leite é uma das indústrias mais tristes. Quanto mais leite e laticínios são consumidos mais as vacas são tratadas como máquinas de produzir leite para seres humanos. De acordo com o grupo <em>PETA </em>(<em>People for the Ethical Treatment of Animals</em>), cerca de metade das vacas americanas vive em fazendas de produção intensiva. Passam suas vidas em alojamentos de concreto, ligadas a máquinas de ordenhar que, não raro, lhes dão choques elétricos. Mastite e infecções bacterianas, comuns em regimes intensivos, freqüentemente deixam resíduos de pus no leite que produzem. Devido à alta demanda por leite, as vacas de hoje produzem o dobro do que produziam há 30 anos e até 100 vezes mais do que produziriam no estado natural. As vacas da década de 1990 viviam apenas cerca de 5 anos, em contraste com os 20 a 25 anos de vida de 50 anos atrás. São entupidas com drogas e químicos para prevenir doenças e aumentar sua produtividade, incluindo o famoso hormônio de crescimento bovino. Os bezerros que são obrigadas a parir regularmente &#8211; para estimular a produção de leite &#8211; são separados delas em 24 horas. Não tomarão seu leite e serão vendidos como carne. Em 60 dias as vacas serão engravidadas de novo, diz Kingsnorth.</p>
<p>Peter Singer (2002) afirma que a indústria de produção de vitela é a atividade rural intensiva mais repugnante do ponto de vista moral. O termo vitela era reservado aos bezerrinhos abatidos antes do desmame. A carne desses animais muito jovens (macia e pálida porque não comem capim) provinha dos animais indesejados, do sexo masculino, descartados pela indústria leiteira.Um ou dois dias depois do nascimento eles eram levados para o mercado onde, famintos e assustados pelo ambiente estranho e pela ausência das mães, eram vendidos ao matadouro. Na década de 1950 produtores holandeses encontraram uma forma de fazê-los atingir cerca de 200kg (em vez de cerca de 50kg que pesam os recém-nascidos) sem que sua carne se tornasse vermelha ou menos macia. Para isso os animais passaram a viver em condições extremamente antinaturais, confinados em baias de cerca de 56cm x 137cm. Quando pequenos, são acorrentados pelo pescoço para evitar que se virem. O compartimento não tem palha ou qualquer outro tipo de forro onde deitar-se (pois os animais poderiam comê-lo, comprometendo a cor da carne). Sua dieta é líquida, baseada em leite em pó desnatado, vitaminas, sais minerais e medicações que promovem o crescimento. Assim vivem durante cerca de quatro meses, até o abate. Nessa vida miserável, mal podem deitar-se ou levantar-se. Tampouco podem virar-se. Os bezerrinhos sentem uma falta imensa de suas mães. Também sentem falta de alguma coisa para sugar, uma necessidade tão forte quanto nos bebês humanos: quando se oferece um dedo ao bezerro ele começa a chupá-lo como um bebê humano faz com seus polegares. Entretanto, desde o primeiro dia de confinamento, bebem sua refeição líquida num balde de plástico. Distúrbios estomacais e digestivos são comuns e também a diarréia crônica. O bezerro é mantido anêmico. A carne rosa, pálida, considerada uma iguaria, é na verdade uma carne anêmica. Para que cresçam rapidamente a maioria é deixada sem água, pois isso aumenta o consumo de seu substituto lácteo. A monotonia é outra fonte de sofrimento. Para reduzir a agitação dos bezerros entediados, muitos produtores os deixam no escuro. Assim, os bezerros já carentes de afeição, atividade e estimulação que sua natureza requer, vêem-se privados do contato visual com outros também. Os bezerrinhos mantidos nesse regime são muito infelizes e pouco saudáveis. Isso é o que aconteceu com o seu jantar no tempo em que ele ainda era um animal, diz Singer.</p>
<p><strong>E a vitela no Brasil, como é produzida? </strong></p>
<p>Ainda que nem todas as etapas descritas por Singer e Kingsnorth estejam sempre presentes, a indústria de laticínios e da vitela é marcada pela violação dos corpos das vacas (que são forçadas a engravidar continuamente); pelo seqüestro de seu bebê e o roubo de seu alimento; pela tortura em cativeiro (quando há confinamento do bezerro); e pelo assassinato (já que se trata de morte desnecessária, movida por motivos hedonistas e portanto torpes). O correto, do ponto de vista ético, é a total abolição do consumo de leite e seus derivados.</p>
<p><strong>Porque somos veganos: a história de Bento, um bebê holandês</strong></p>
<p>No dia 13 de abril deste ano, um colega nosso do <em>Tai Chi Chuan</em> ficou hospedado numa pousada na Serra Catarinense e, na manhã seguinte, durante o café da manhã, soube que seus proprietários iriam sacrificar um bezerro que nascera naquela madrugada porque &#8220;não compensava&#8221; criá-lo. Segundo nosso colega, os proprietários são criadores de gado holandês para leite. Fazem inseminação artificial quando querem que as vacas fiquem prenhas, mas interessam-lhes apenas as fêmeas, claro. Surpreso, e com dó do recém-nascido, nosso colega perguntou aos donos da pousada se eles lhe dariam o bezerrinho de presente. A resposta foi &#8220;sim&#8221;, mas desde que ele o tirasse dali o mais rapidamente possível, pois &#8220;dá muito trabalho cuidar desses pequenos&#8221;. Nosso amigo teve, então, que procurar alguém para cuidar do bezerrinho nos primeiros 60 dias, pelo menos, ainda que com leite em pó, já que o bebê ficaria sem sua mãe. &#8220;Pensei em chamá-lo de ´<em>Quase</em>´, visto que ficou vivo por um triz. Depois, pensei em ´<em>Salvado</em>´ ou ´<em>Divino</em>´. Mas, como a comunidade é muito religiosa, preferi ´aliviar´ na nomenclatura e, assim, entra para a história, o <em>Bento </em><em>(foto nesta página), u</em>m sobrevivente na Serra Catarinense&#8221;, <em>finalizou nosso colega</em>.</p>
<p><strong>Precisamos de leite? </strong></p>
<p>Não. Isso torna o drama de Bento e sua mãe algo ainda mais incompreensível, para não dizer intolerável. Pior, o consumo de leite está associado a diversos problemas de saúde como manifestações alérgicas (rinite, bronquite), além de provocar prisão de ventre, flatulência e outros distúrbios. Isso se deve sobretudo ao fato de muitas pessoas terem intolerância à lactose e, também, à dificuldade de metabolizar algumas proteínas presentes no leite, seja devido à sua elevada concentração (caseína), seja pela própria natureza da proteína (beta-lactoglobulina). Há ainda muita controvérsia no que tange à confiabilidade do leite como fonte segura de cálcio, envolvendo questões relacionadas ao seu balanço/biodisponibilidade<strong><sup>1</sup></strong>. Existem muitos mitos relacionados à necessidade de consumir itens de origem animal que não têm fundamento científico. Infelizmente, não são poucos os profissionais da área da saúde que perpetuam tais mitos e nos impõem informações equivocadas, cuja aceitação tem por base o medo de adoecer. Independentemente de adotarmos o veganismo, é bastante interessante compreender os fatores históricos, ecológicos e evolutivos, subjacentes à inclusão do leite e seus derivados nas dietas humanas<strong><sup>2</sup></strong>. As referências indicadas aqui e muitas outras evidenciam porque o leite não é saudável ou necessário hoje.</p>
<p><strong>&#8220;Milk is murder&#8221;! Ou, p<strong>or que um pedaço de queijo ou um &#8220;milkshake&#8221; valem mais do que a vida de Bento? </strong></strong></p>
<p>Essa é a pergunta que não quer calar. Por mais que se alegue que somos radicais em nossos questionamentos teóricos, o que importa é o que acontece na prática. E, na prática, saborear uma &#8220;pizza&#8221;, ou uma sobremesa ao &#8220;creme de leite&#8221;, é mais importante do que deixar Bento e seus irmãos viverem. Essa é uma das muitas &#8220;verdades inconvenientes&#8221; decorrentes de nossa relação especista com os outros animais. E aqui é bom pontuar: somos radicais sim, no que diz respeito a ir à raiz do problema. Mas não podemos aceitar o rótulo de radical como &#8220;postura extremada&#8221; ou &#8220;sem maleabilidade&#8221;, porque extremados e inflexíveis são aqueles que se recusam a abolir hábitos que são &#8211; entre muitos outros aspectos &#8211; ética e ambientalmente injustificáveis. Consideramo-nos civilizados, mas quando nos comparamos com outras sociedades humanas que chamamos de &#8220;primitivas&#8221;, constatamos que nenhuma delas jamais dispensou um tratamento tão cruel quanto o nosso para com os animais. O progresso que alcançamos é tão somente no plano técnico. No plano ético nosso progresso é mínimo, senão nulo.</p>
<p><strong>Leites vegetais, leites legais! Viva a diversidade!</strong></p>
<p>Para concluir, gostaria apenas de destacar que existe a possibilidade de tomarmos leites de arroz, gergelim, trigo, aveia, amêndoas, entre outros, que são muito saudáveis e não implicam o sofrimento de seres sencientes. Trocar o leite de vaca por leites vegetais é uma atitude muito legal! Não só porque aumentamos a diversidade de nutrientes que ingerimos e ajudamos a manter a diversidade na natureza, mas também porque são os únicos leites que respeitam rigorosamente a legislação que procura salvaguardar os animais não-humanos de danos e procedimentos cruéis.</p>
<p><strong>*</strong> Alusão ao álbum &#8220;<em>Meat is Murder</em>&#8220;, de 1985, da banda britânica &#8220;The Smiths&#8221;.<em> &#8220;Meat is Murder&#8221;</em> lamenta em tom de luto a desnecessária morte de seres sencientes, isto é, aqueles capazes de experimentar alegria, dor, medo etc. A letra da música assume também um tom raivoso, ao colocar a culpa pelos assassinatos de animais inocentes diretamente no prato de quem os come: &#8220;A carne de peru ou novilha (vitela) que fritamos ou cortamos em pedaços não é suculenta ou saborosa, é uma morte sem motivo e morte sem motivo é assassinato&#8221;. A letra termina com as perguntas: &#8220;Você sabe como os animais morrem? Quem ouve os gritos dos animais?&#8221;</p>
<p><strong>Notas</strong></p>
<p><strong><sup>1</sup></strong> Veja, por exemplo, &#8220;Consumo do leite de vaca: mitos e realidades&#8221;, artigo da Dra. Denise Madi Carreiro, disponível em <a href="http://www.denisecarreiro.com.br/artigos_artigoleite.html" target="_blank">http://www.denisecarreiro.com.br/artigos_artigoleite.html</a></p>
<p><strong><sup>2</sup></strong> Para uma rápida revisão sobre o assunto procure na Internet &#8220;Lacticínios + Wikipédia&#8221; (item História). Para um maior aprofundamento recomendo, por exemplo, o capítulo que trata dos &#8220;lactófilos e lactófobos&#8221; (Lactophiles and Lactophobes: Milk Lovers and Milk Haters) no clássico livro &#8220;<em>Good to eat &#8211; </em><em>riddles of food and culture</em>&#8220;, do antropólogo Marvin Harris.</p>
<p><strong>Bibliografia citada</strong></p>
<p>KINGSNORTH, Paul. Mother&#8217;s milk. <em>The Ecologist</em>, 31(5), junho, 2001: 38.</p>
<p>SINGER, Peter. Lá na fazenda industrial&#8230;In: <em>Vida ética: os melhores ensaios do mais polêmico filósofo da atualidade</em>. Tradução de Alice Xavier. Rio de janeiro: Ediouro, 2002: 83-94.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Fim da Linha]]></title>
<link>http://haspers.wordpress.com/2009/05/30/o-fim-da-linha/</link>
<pubDate>Sat, 30 May 2009 08:31:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hasper&#38;Hasper</dc:creator>
<guid>http://haspers.wordpress.com/2009/05/30/o-fim-da-linha/</guid>
<description><![CDATA[73% do planeta e coberto por AGUA! Os nossos oceanos são os ÚNICOS que temos! Eles tem evoluído por ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>73% do planeta e coberto por AGUA!</p>
<p>Os nossos oceanos são os ÚNICOS que temos!</p>
<p>Eles tem evoluído por bilhões de anos!</p>
<p>Eles são essenciais para a VIDA na Terra!</p>
<p>Então, quem esta CUIDANDO deles? Nos!?!</p>
<p>Esta chegando a hora de decidir o FUTURO de nossos oceanos!</p>
<p>Somente NOS podemos fazer alguma coisa para tentar reverter esse cenário!</p>
<p>PARAR/BAIXAR o consumo de peixes e comprar consciente!</p>
<p>PARAR/BAIXAR o consumo de carnes também! (pois farinha de peixe eh um dos principais ingredientes de rações para a industria da carne!)</p>
<p>Ou vamos ficar parados sem fazer NADA!?!</p>
<p>Esta estreiando nos cinemas um documentário chamado “<strong>The end of the line</strong>” – <strong>O Fim da Linha</strong> – sobre o seríssimo problema da pesca intensiva em nossos oceanos.</p>
<p>Quando chegar ate a sua cidade, procure ir vê-lo! Assista o trailer do documentário abaixo.</p>
<p>Assista, divulgue, faça algo para reverter essa situação!</p>
<p>Saudações sustentáveis,</p>
<p>Thomas Hasper</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/bedirwk95Oc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/bedirwk95Oc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pela manutenção do artigo 32 da lei 9605/98]]></title>
<link>http://sanssoleil.wordpress.com/2009/05/27/pela-manutencao-do-artigo-32-da-lei-960598/</link>
<pubDate>Wed, 27 May 2009 17:07:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>arthurtuoto</dc:creator>
<guid>http://sanssoleil.wordpress.com/2009/05/27/pela-manutencao-do-artigo-32-da-lei-960598/</guid>
<description><![CDATA[José Thomaz Nôno, ex-deputado federal, já exerceu seis mandatos, teve 27 viagens pagas pela Câmara d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-medium wp-image-329" title="jose thomaz" src="http://sanssoleil.wordpress.com/files/2009/05/jose-thomaz.jpg?w=224" alt="jose thomaz" width="224" height="300" /></p>
<p>José Thomaz Nôno, ex-deputado federal, já exerceu seis mandatos, teve 27 viagens pagas pela Câmara dos Deputados (mesmo após o fim do mandato), é agricultor, advogado e promotor da justiça.</p>
<p>Além disso, este senhor também teve a brilhante idéia de excluir animais domésticos e domesticados como bois, cavalos, cachorros, gatos do artigo 32 da lei 9.605 de 1998.</p>
<p>O que isso quer dizer?</p>
<p>Ele quer excluir esses animais da proteção legal contra maus tratos. A medida libera a realização de vaquejadas, farra do boi e outras formas populares de crueldade animal.</p>
<p>Pode parecer mentira, mas por causa de outros tipos de interesse o Brasil sofre com esse retrocesso.</p>
<p>Mas ainda podemos fazer algo para mudar essa situação. Liguem gratuitamente para Câmara Federal 0800-619619 e registrem o protesto contra o projeto de lei 4.548/98 e <a href="http://www.petitiononline.com/artigo32/petition.html" target="_blank">assine a petição online</a></p>
<p>via <a href="http://mtv.uol.com.br/vidavegetariana/blog" target="_blank">http://mtv.uol.com.br/vidavegetariana/blog</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revista Pensata Animal]]></title>
<link>http://haspers.wordpress.com/2009/05/25/pensata-animal/</link>
<pubDate>Mon, 25 May 2009 17:16:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hasper&#38;Hasper</dc:creator>
<guid>http://haspers.wordpress.com/2009/05/25/pensata-animal/</guid>
<description><![CDATA[Na barra da direita, em Anti-especissismo, se encontra o link para a revista eletronica Pensata Anim]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://haspers.wordpress.com/files/2009/05/banner_pensataanimal.gif"></a></p>
<p>Na barra da direita, em Anti-especissismo, se encontra o link para a revista eletronica Pensata Animal.</p>
<p>A revista <strong>Pensata Animal</strong> foi colocada <em>online</em> no dia 13 de maio de 2007, não por casualidade, em um dia em que se comemora a abolição da escravidão humana no Brasil.</p>
<p>A revista publica textos jurídicos, notícias e, principalmente, artigos que  abordam aspectos éticos relacionados aos animais não-humanos e que  discutem a inclusão destes na esfera de consideração moral.</p>
<p>A revista é aberta à publicação de textos de vários pensadores e à  conseqüente diversidade de posições, porém dá enfase aos artigos que  argumentam pela total abolição da exploração animal, argumentação ainda pouco conhecida em uma sociedade na qual as ciências e a tradição filosófica que nos foi legada impregnam forte, e quase unicamente valores especistas, expondo-nos cotidianamente à negação do valor moral dos animais não-humanos, que acabamos por incorporar.</p>
<p>Longe da neutralidade diante de questões morais (neutralidade, de fato, inexistente para quem é capaz de fazer escolhas), a revista defende  a abolição de todas as formas de exploração de animais (não-humanos e humanos). Defendem também que a postura ética não se resume a evitar o causamento de danos, mas também significa restituir o bem diminuído pelo dano já feito, evitar que novos danos sejam causados, e fomentar as condições para que o bem-próprio de cada ser possa ser desfrutado.</p>
<p>O que leva a nos posicionarmos assim? Veja na barra de links, na Pensata Animal.</p>
<p align="justify">O texto com a descrição dos objetivos da revista foi retirado e adaptado do proprio site Pensata Animal.</p>
<p align="justify">Saudações sustentáveis,</p>
<p align="justify">Thomas Hasper</p>
<p align="justify"> <a href="http://haspers.wordpress.com/files/2009/05/banner_pensataanimal.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-189" title="banner_pensataanimal" src="http://haspers.wordpress.com/files/2009/05/banner_pensataanimal.gif" alt="banner_pensataanimal" width="250" height="94" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Veganismo no Senado]]></title>
<link>http://sanssoleil.wordpress.com/2009/02/20/veganismo-no-senado/</link>
<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 16:18:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>arthurtuoto</dc:creator>
<guid>http://sanssoleil.wordpress.com/2009/02/20/veganismo-no-senado/</guid>
<description><![CDATA[O primeiro projeto de lei do Senado de 2009 foi apresentado na última sexta-feira (6) pelo senador E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O primeiro projeto de lei do Senado de 2009 foi apresentado na última sexta-feira (6) pelo senador <a href="http://www.senado.gov.br/web/senador/ExpeditoJunior/index.asp" target="_blank">Expedito Júnior</a> (PR-RO) e prevê a ampliação dos direitos dos consumidores. De acordo com o texto, os fabricantes de produtos alimentícios e de peças de vestuário ficam obrigados a identificar, em embalagens ou etiquetas, os componentes de origem animal utilizados na confecção dos produtos.</p>
<p>Para ajudar na aprovação da lei, clique na imagem abaixo e envie o formulário.<br />
<a href="http://www.vista-se.com.br/expedito/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-231" title="veganblog" src="http://sanssoleil.wordpress.com/files/2009/02/veganblog.jpg" alt="veganblog" width="250" height="86" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O PETA quer os machinhos!]]></title>
<link>http://aqueladeborah.wordpress.com/2009/01/28/o-peta-quer-os-machinhos/</link>
<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 13:01:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Deborah Sá</dc:creator>
<guid>http://aqueladeborah.wordpress.com/2009/01/28/o-peta-quer-os-machinhos/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;O PETA, ONG de defesa dos animais famosa por estampar famosas nuas em anúncios, elaborou um c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal"><em>&#8220;O PETA, ONG de defesa dos animais famosa por estampar famosas nuas em anúncios, <a href="http://br.youtube.com/verify_age?&#38;next_url=/watch%3Fv%3DFpKa9AioyaA">elaborou um comercial bastante provocativo para passar na TV americana</a>, mas foi vetado pelo canal NBC.</em></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><em>No comercial, mulheres nuas esfregam legumes pelo corpo enquanto mensagens como “estudos mostram que vegetarianos são melhores no sexo” aparecem na tela. A propaganda passaria no intervalo do SuperBowl, a final do campeonato de futebol americano, mas foi vetada pelo canal.&#8221;</em></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><em>Fonte: http://vista-se.com.br</em></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Ou querem ridicularizar a causa vegetariana.</p>
<p class="MsoNormal">Ok, busco compreender que no PETA há gente realmente interessada em reforçar a conscientização da exploração animal. Ou reforçar a causa bem-estarista, anyway&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Vão agora dizer que vegetarianos tem tesão por cenouras, nabos ou qualquer legume fálico. E por que diabos não têm homem na propaganda? Deve ser porque ia ficar gay demais e não ia pegar bem (!). <span> </span>Tem que colocar umas gostosonas, assim todo machinho vai comer bifinho escondido, e a salada na frente da gostosa. Reforçando também o estereótipo de que vegetariano só come salada! Não é uma maravilha? A primeira coisa que me veio à mente foi: &#8220;Nossa, cagou no pau!&#8221;.</p>
<p class="MsoNormal">A cobrança por masculinidade é tão nociva quanto à cobrança pela feminilidade. Nos valores impostos na masculinidade está o uso da violência, a misoginia, a falta de empatia com outras formas de vida que não sejam de algum proveito, seja da cópula ou da servidão.</p>
<p class="MsoNormal">Ou seja: &#8220;Serei simpático/empático até conseguir meu objetivo&#8221;.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">&#8220;Tudo o que faço é pra comer mulher, malho, trabalho&#8230;&#8221;</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Cara, esta merda de propaganda é nociva para as mulheres e para os homens. É como um atestado de que um homem não é nada além do pinto que lateja, que não há nenhuma possibilidade genuína de empatia, apenas uma encenação com propósito sexual.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">É vergonhoso.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Críticas aos Direitos Animais - Parte 2]]></title>
<link>http://pessoavspersona.wordpress.com/2008/12/10/criticas-aos-direitos-animais-parte-2/</link>
<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 20:20:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago Hansen</dc:creator>
<guid>http://pessoavspersona.wordpress.com/2008/12/10/criticas-aos-direitos-animais-parte-2/</guid>
<description><![CDATA[Continuando a discussão criada no post passado, pretendo, por fim, responder as duas últimas questõe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Continuando a discussão criada no post passado, pretendo, por fim, responder as duas últimas questões: Rebaixar o nível ontológico dos seres humanos é equipará-los a uma minhoca?; E a questão que se pauta em se eu considero esta filosofia ética como a verdade ou apenas uma busca por esta.</p>
<p style="text-align:justify;">Quanto a primeira, pretendo tratar o assunto sob a égide de dois marcos teóricos: O abolicionismo de autores como Gary Francione, Tom Regan etc; e o Utilitarismo de Peter Singer. Para o abolicionismo a questão é facilmente respondida no campo teórico, mas ao se passar para a prática encontram-se alguns problemas, haja vista que existem bilhões e bilhões de animais e insetos a todos os momentos passando pela civilização humana. O abolicionismo tem a concepção de que a vida, ou seja, todos sujeitos-de-uma-vida devem ser preservados. Tal corrente teórica possui ligações fortes com o pacifismo de Ghandi, apesar de alguns pontos não serem contemplados em sua totalidade. Portanto, no viés abolicionista, pode haver, no campo ético-teórico uma equiparação do ser humano à todas as outras formas de vida. Quando entramos na prática é que torna-se problemática esta visão, afinal, é muito dificultoso responsabilizar eticamente uma pessoa que acabe por matar um pernilongo que o atrapalha o sono, ou ainda matar os cupins que estão destruindo sua casa. Alguns autores, como Tom Regan, fazem a defesa animal a partir dos Peixes, para que assim, seja possível uma defesa prática dos animais não-humanos.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<div id="attachment_66" class="wp-caption aligncenter" style="width: 231px"><img class="size-medium wp-image-66" title="1147201061_f" src="http://pessoavspersona.wordpress.com/files/2008/12/1147201061_f.jpg?w=221" alt="Formas de exclusão" width="221" height="300" /><p class="wp-caption-text">Formas de exclusão</p></div>
</div>
<p style="text-align:justify;">Ao se tratar do marco teórico Utilitarista de Peter Singer, cujo qual me associo  a este ponto da discussão, é que temos uma tentativa de unir a teoria à prática. Singer elabora o conceito de &#8220;especismo&#8221;, que é o pré-conceito e a inferiorização de outras espécies que não seja o <em>homo sapiens</em>. Briga o autor, fazendo corretas equiparações ao racismo, sexismo e antisemitismo, que os humanos excluem e exploram os animais baseados numa falsa idéia de superioridade &#8211; cuja qual já foi discutida no post passado -, que seria então o especismo. Singer responderia a questão &#8220;o homem é igual uma minhoca?&#8221; com uma outra pergunta: A minhoca sente dor? A minhoca sofre? Em caso afirmativo, o homem seria igual à minhoca. Haja vista que a dor deve ser evitada pelo viés ético. Portanto, o limite de proteção que daria um solo prático para a ética animal é o conceito de sofrimento. Para Singer, o sofrimento é um sentimento objetivo, enquanto a crueldade é subjetiva, portanto, sendo possível observar, empiricamente e racionalmente, se o animal está ou não sofrendo. Contudo, por ser o autor <strong>utilitarista </strong>é que temos também a justificação do sofrimento em alguns casos em que o bem comum é garantido. Singer já afirmou peremptoriamente que não é contra o consumo de carne em situação que este seja o único alimento disponível. Tal assunto merece um post a parte, então nestas breves linhas, fica a idéia remota de que o sofrimento é que define o limite.</p>
<p style="text-align:justify;">Quanto a última questão, eu acredito que a busca pela verdade é eterna, mas vejo sim no caminho da ética animal, e consequemente na ética da vida como um todo e também na alteridade um futuro mais promissor e menos cruel para os sujeitos-de-uma-vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Aproveito o post para dizer que hoje é o Dia Internacional dos Animais. Há 30 anos foi assinada a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, o qual o Brasil é signatário mas que infelizmente, ainda não foi ratificada pelo nosso congresso. Para quem quiser conferir na íntegra, segue a fonte com a declaração: <a href="http://www.apasfa.org/leis/declaracao.shtml">http://www.apasfa.org/leis/declaracao.shtml</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Críticas aos Direitos Animais]]></title>
<link>http://pessoavspersona.wordpress.com/2008/12/03/criticas-aos-direitos-animais/</link>
<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 14:17:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago Hansen</dc:creator>
<guid>http://pessoavspersona.wordpress.com/2008/12/03/criticas-aos-direitos-animais/</guid>
<description><![CDATA[Primeiramente, gostaria de apontar um porquê da demora para novos posts: Estou em semana de provas, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Primeiramente, gostaria de apontar um porquê da demora para novos posts: Estou em semana de provas, e a situação está bem complexa aqui, rs. Segundo ponto a destacar é a mudança do design. Achei este mais claro e fácil de encontrar os textos, links etc do que o antigo.</p>
<p style="text-align:justify;">Mudando o foco para o assunto do post: recebi recentemente um e-mail com 5 questões lógicas e filosóficas sobre a defesa dos animais no viés de Peter Singer. O tema deste post será justamente uma tentativa, obviamente que dentro de minha pouca leitura, de respondê-las em pró dos animais. Mas, primeiro ponto a se destacar: Não usarei unicamente o Prof. Peter Singer, pois tenho algumas leituras em outros autores abolicionistas como Tom Regan, primatólogos como Frans de Waal e historiadores como Felipe Fernandéz-Armesto, que muito bem defendem o viés dos animais; portanto será uma mescla que garantirá algumas respostas interessantes.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption alignright">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-52" title="singer_265x331" src="http://pessoavspersona.wordpress.com/files/2008/12/singer_265x331.jpg" alt="Peter Singer" width="265" height="331" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Peter Singer</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">O primeiro questionamento pauta-se na questão de que quais são os argumentos para se colocar os animais no mesmo patamar ontológico dos homens? Ora, primeiramente é necessário se analisar as bases em que a posição dos homens está assentada: A filosofia hebraico-cristã. Dentro deste sistema de pensamento o homem seria superior por que é o único homem livre, que forma uma comunidade moral, que possui linguagem e que é capaz de construir objetos e ferramentas, além de ser a imagem e semelhança de Deus. Tal posição pode ser questionada por diversos estudos e experiências (algumas que por motivos éticos, não devem mais ser replicadas). Primeiramente, a idéia de que só o homem é livre e forma uma comunidade moral é facilmente refutada pelas observações de Frans de Waal &#8211; um renomado primatólogo holandês -, que descobre que chimpanzés e ratos são capazes de ficar dias e até semanas sem se alimentar para não inflingir dor em outros animais, o que demonstra a total liberdade em face aos extintos (sobrevivência, alimentação etc), e o cerne de uma moral baseada no Imperativo Categórico katiano. A segunda posição a ser analisada é sobre a questão da linguagem, cuja qual só existira entre humanos. Neste patamar invoco filósofos como John Gray e novamente Frans de Waal: o primeiro faz uma grande discussão sobre linguagem corporal, demonstrando que 95% da nossa comunicação é baseada em linguagem corporal; nesta mesma idéia, Frans de Waal demonstra que o poder de linguagem dos chimpanzés e tamanha que eles são capazes de passar mensagens complexas e até construir (pásmem) uma idéia de Constituição jurídica &#8211; tal assunto pretendo discutir em outros posts -, ou seja, a linguagem não forma argumentos válidos. Terceiro ponto seria o potencial criativo de ferramentas, o que hoje é claramente visto como defasado, haja vista que até corvos são capazes de criar ganchos com galhos para tirar comida do interior de garrafas.</p>
<p style="text-align:justify;">A segunda questão é a seguinte: Sendo a ética intimamente relacionada com a Política, os animais possuem política que justifiquem suas ações morais? A resposta é simples: Sim. Chimpanzés possuem formas hierárquicas complexas e são capazes de fazer lobbies, corrupção, alianças e até guerras, fato muito bem demonstrado por Frans de Waal.</p>
<p style="text-align:justify;">Terceiro questionamento: &#8220;Como fim, a morte dos animais para nossa alimentacao é algo normal dentro da natureza e nãoé privilégio dos homens nem resultado da ciencia humana. Se estivermos na floresta sem armas seremos devorados pelos animais facilmente! Ora, entáo, em relacao ao fim que é a alimentacao, o ato de matar animais para comer nao é contra a razao nem muito menos contra a natureza.&#8221; Ora, a situação acima apresentada possui um erro cabal, haja vista que utiliza-se de situações extremas, em que o próprio Peter Singer define que, somente assim, é justificável o uso de animais como alimento. E entro também na seguinte questão: O grande problema, definitivamente, não é se alimentar de animais, e sim escravizá-los em um sistema fabril de produção que tem como ferramentas inerentes a produção o sofrimento. Por fim, a questão diz que comer não é contra a natureza, fato que na minha opinião de na opinião de alguns outros filósofos é errado, haja vista que os animais não existem para a nossa função. Tom Regan já disse que,</p>
<blockquote><p>Os animais não existem em função do homem,<br />
eles possuem uma existência e um valor próprios.<br />
Uma moral que não incorpore esta verdade é vazia.<br />
Um sistema jurídico que a exclua é cego</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Nos próximos posts pretendo terminar os dois últimos questionamentos que se fazem quanto a equivalência de um homem à uma minhoca, por exemplo, e também se eu considero esta filosofia como a a busca ou a verdade da vida.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Such a silly girl]]></title>
<link>http://aqueladeborah.wordpress.com/2008/12/01/such-a-silly-girl/</link>
<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 12:23:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Deborah Sá</dc:creator>
<guid>http://aqueladeborah.wordpress.com/2008/12/01/such-a-silly-girl/</guid>
<description><![CDATA[Hoje enquanto eu ouvia &#8220;Te First of the gang to die&#8221; o ônibus brecou bruscamente. Parei ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Hoje enquanto eu ouvia &#8220;Te First of the gang to die&#8221; o ônibus brecou bruscamente. Parei a música, muitos ficaram apreensivos dentro do ônibus, mas a grande maioria mostrou impaciência pois ao que tudo indicava, ocorrera um atropelamento.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Eu fiquei apenas curiosa, já que não era a primeira vez que o ônibus que eu estava, batia em alguém&#8230;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">O ônibus acelerou lentamente, e eu que estava em um dos últimos bancos vi passar devagar um senhor que arrastava um Schnauzer preto pela coleira peitoral. Fiquei sem ação. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">O cão mexia a cabeça ainda, parecia bem assustado e suas patas dianteiras não mexiam.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Os comentários que ouvi foram os mais variados possíveis:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">- Só um cachorro</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">- É de madame não sabe andar.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">- Se fosse pequeno ia voar&#8230;uahahha</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">- Tadinho&#8230;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">E eu fiquei com a maior cara de tacho. Sabe aquela grande sensação de impotência? Merda de mundo&#8230;se fosse um humano, o motorista pararia, por obrigação&#8230;e os passageiros desceriam do ônibus. Mas um cão? Oras! Iam ficar completamente ultrajados de ter o percurso de sua viagem interrompido por um reles cão.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Para os animais, todos os humanos são nazistas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Um pouco adiante, passei em frente ao memorial que construíram para as vítimas do acidente da TAM. Havia a seguinte faixa: &#8220;Queremos respeito com a vida humana&#8221;.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Para continuarmos vivos só podemos ser duas coisas: Ou sádicos ou masoquistas. Mas creio que ambos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Dói-me o peito ver estas situações e me sinto frustrada por não mudá-las. Não tenho nome famoso, fama, dinheiro&#8230;o que me aproxima de fato da grande maioria das pessoas. Me sinto em plena era da escravidão, como se andasse por uma cidade em ruínas, mas que maquia e vende sonhos para desesperados compradores.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Pés descalços e manchados,somados a miséria nos rostos debochados, na terra que não é minha, mas é território dos que calejados tentam me assaltar. Eu não quero carregar o mundo nas costas, queria livrar o mundo da dor. Mas talvez sejamos apenas animais carniceiros e cínicos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Todo mundo adora ver nos filmes, aqueles que lutavam contra o nazismo, os que cospem na cara de seus algozes, ou ainda quando um legítimo filho de nazista, luta frente a frente com seus familiares. Todo mundo acha a coisa mais maravilhosa. E hoje é exagerado tacar farinha na madame que anda de casaco, quem sabe no futuro serão os heróis?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Buzinas, confetes, megafones e amplificadores em minhas orelhas, claro que não posso me manifestar, sou autoritária se o faço.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">As minhas lutas são silenciosas, pois não me é dado o direito de gritar. Às vezes me revolta, e às vezes esta revolta me deixa sem ação, até quando agüentaremos a castração em massa, de quem vai contra a massa?</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A tomada de consciência]]></title>
<link>http://pessoavspersona.wordpress.com/2008/11/20/a-tomada-de-consciencia/</link>
<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 19:22:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago Hansen</dc:creator>
<guid>http://pessoavspersona.wordpress.com/2008/11/20/a-tomada-de-consciencia/</guid>
<description><![CDATA[Mesmo com esse título sugestivo, prometo que não estou querendo utilizar uma metáfora marxista para ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Mesmo com esse título sugestivo, prometo que não estou querendo utilizar uma metáfora marxista para o que está acontecendo, mas no momento em que escrevi, foi a idéia que melhor veio a minha cabeça. No último domingo aconteceu algo de grande importância para o movimento de Direito Animal, algo que espalhou a briga dos defensores dos animais de forma tão incisiva como nunca antes visto, e o alvo -melhor impossível - são os jovens.</p>
<p style="text-align:justify;">Domingo passado foi o vestibular da UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas), uma das mais renomadas universidade da América Latina. Seu vestibular é de forma temática, em que todas as questões possuem um caráter interdisciplinar e tratam do mesmo tema.<img class="alignright size-full wp-image-31" title="logo_unicamp" src="http://pessoavspersona.wordpress.com/files/2008/11/logo_unicamp.gif" alt="logo_unicamp" width="300" height="300" /> O tema da vez foi de suma importância para o movimento dos direitos animais: &#8220;O homem e os animais&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">As questões, versaram sobre diversos aspectos envolvendo os animais e sua relação com os homens, mas, indubitavelmente, nada chamou mais atenção do que o tema da redação: Vivissecção.</p>
<p style="text-align:justify;">Apresentando textos atualíssimos, como a recém aprovação da Lei Arouca no Senado &#8211; lei que regulariza as experiências -, as movimentações de algumas Universidades em pró das pesquisas e, o que mais me chamou a atenção, um recorte de um texto do Promotor de Justiça do Estado de São Paulo Laerte Fernando Levai, quem já tive o privilégio de conhecer e ler suas obras.</p>
<p style="text-align:justify;">Foram quase 50 mil inscritos no vestibular da UNICAMP, o que representa um grande sucesso, e mais ainda, uma oportunidade de se espalhar uma discussão de tanta importância e tão pouco conhecida entre os jovens.</p>
<p style="text-align:justify;">Por mais que as redações saiam defendendo o uso da vivissecção, apoiadas no senso comum de progresso, ao menos para um ponto todo esse exercício funcionou: Fizeram 50 mil jovens refletir sobre o tema. É possível, finalmente, ver a amplitude que os movimentos em pró dos direitos animais estão ganhando no Brasil, mesmo que de forma tardia se comparada à outros países. Em 2008 tivemos vários congressos sobre esse tema, sendo um de caráter internacional contando com a presença de ilustres como Steven Wyse, David Favre, Gary Francione e Peter Singer, além dos intelectuais brasileiros nesta área e agora, temos uma das mais importantes universidades do Brasil e da América Latina utilizando o tema direito dos animais como método de avaliação.</p>
<p style="text-align:justify;">Resta-nos apenas parabenizar a UNICAMP por abrir o diálogo, mostrar os dois lados da moeda, e fazer essa grande quantidade de jovens pensarem sobre a ética animal e até onde deve ir a ciência.</p>
<p style="text-align:justify;">Tema de redação completo: <a href="http://educaterra.terra.com.br/vestibular/correcao/unicamp2009/red/2008/11/14/000.htm">http://educaterra.terra.com.br/vestibular/correcao/unicamp2009/red/2008/11/14/000.htm</a></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="size-full wp-image-35 alignnone" title="vivisseccao" src="http://pessoavspersona.wordpress.com/files/2008/11/vivisseccao.jpg" alt="vivisseccao" width="428" height="279" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O lado que a decisão judicial não vê.]]></title>
<link>http://pessoavspersona.wordpress.com/2008/11/17/o-lado-que-a-decisao-judicial-nao-ve/</link>
<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 19:25:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago Hansen</dc:creator>
<guid>http://pessoavspersona.wordpress.com/2008/11/17/o-lado-que-a-decisao-judicial-nao-ve/</guid>
<description><![CDATA[Navegando ontem pela rede, deparei-me com um texto de capa do Portal Jurídico JusNavigandi entitulad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Navegando ontem pela rede, deparei-me com um texto de capa do Portal Jurídico JusNavigandi entitulado &#8220;Bancos de couro de carro devem ser de couro mesmo&#8221;, por mais redundante e cômico que seja. O conteúdo do artigo é na realidade o acórdão integral do agravo de instrumento n° 505.152-9 do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná que tem por ementa a seguinte passagem:</p>
<blockquote>
<p class="tj" style="text-align:justify;">AGRAVO DE INSTRUMENTO. RELAÇÃO DE CONSUMO. PROPAGANDA ENGANOSA. UTILIZAÇÃO DA EXPRESSÃO ´COURO´ COM POSTERIOR CONSTATAÇÃO DE NÃO SE TRATAR DE TAL PRODUTO. LEI 4.888/65, ART. 1º. PROIBIÇÃO DE POR À VENDA, SOB O NOME DE COURO, PRODUTOS QUE NÃO SEJAM OBTIDOS EXCLUSIVAMENTE DE PELE ANIMAL. CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR, ARTS. 6º, INC. III E 26, § 3º. PRODUTO ELABORADO COM A FINALIDADE DE APARENTAR SER DE COURO. VÍCIO DE DIFÍCIL CONSTATAÇÃO. DANO NO BANCO DO VEÍCULO. NECESSIDADE DE SUBSTITUIÇÃO PELO PRODUTO PROMETIDO. CARRO DE ALTO VALOR. DANO DE DIFÍCIL REPARAÇÃO CASO NÃO CONCEDIDA A ANTECIPAÇÃO DA TUTELA. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO.</p>
</blockquote>
<p class="tj" style="text-align:justify;">Tecerei breves comentários sobre o teor do acórdão e depois proponho duas reflexões a serem feitas: A utilização da máquina judiciária em casos de pouco impacto social; por fim, volto a discussão para os Direitos Animais e a relação de consumo/crueldade.</p>
<p class="tj" style="text-align:justify;">Trata-se da compra de um carro de altíssimo valor, na realidade um Mercedes-Bens. Invocando o Código de Defesa do Consumidor, o egrégio tribunal baseia-se no Art. 6, III que trata da informação que deve ser dada aos consumidores antes de vendido o produto. E continua o raciocínio em pró do agravante com fulcro na Lei 4.888/65 que dispõe que é proibido utilizar a nomenclatura couro em uma venda se o produto não for legitimamente de couro de origem animal. O acórdão se aprofunda quanto à prescrição e decadência em termos de consumo e a discussão de vícios de fácil ou difícil percepção, fatos que, muito embora brilhantemente explicados pelo relator, não tem utilidade para a discussão que aqui se propõe.</p>
<p class="tj" style="text-align:justify;">Volta a discussão agora para a utilização indevida da máquina judiciária. Ora, o poder judiciário tem como função a resolução de conflitos entre membros da sociedade, mas até que ponto é admissível a tutela judicial? Na teoria, qualquer um que tenha um conflito de interesses e preencha as condições da ação (Interesse, legitimidade e possibilidade jurídica do pedido) pode exigir a tutela do Estado. Existe aqui portanto, uma não correspondência entre a teoria e a prática no que tange a movimentação da máquina judiciária para uma efetiva aplicação da justiça em termos sociais. Enquanto o Tribunal máximo alemão julga anualmente algumas poucas centenas de processos, o nosso STF julga milhares e milhares de demandas. O conflito que proponho portanto é o acesso a justiça vs a efetividade desta. Urge a necessidade de se priorizar a arbitragem em situações pífias em impacto social como a supra mencionada. Discutindo nos corredores da faculdade com um colega, caimos justamente nesta mesma idéia da necessidade de se modificar o sistema judicial brasileiro para um efetivo alcance real da justiça, com sério estudo do caso e não simples cumprimento de diligências, a proposta deste colega aliás, é de suma importância e necessária análise, pois sua idéia se dá na implantação de algo parecido com a Class Action dos norte-americanos. Será que tal importação afetaria também a noção de &#8220;idéias fora do lugar&#8221;? Provavelmente sim, mas esse é um outro debate. Fico imaginando se esta demanda tivesse sido proposta no Rio Grande do Sul e tivesse caido nas mãos de um juiz garantista&#8230; Seria interessante a possível resposta dada por ele. Afinal, a ação é proposta por um membro de uma elite da elite, que tem potencial econômico para comprar um carro Mercedez-Bens, mas provavelmente não tem um pingo de ética animal, o que não o culpo já que o mundo é atrasado quanto a relação humano-animal e o paradigma antropocêntrico ainda reina em sua plenitude.</p>
<p class="tj" style="text-align:justify;">Agora pretendo voltar a discussão para a área que mais me interessa: os direitos animais.  </p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption alignright">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://pessoavspersona.files.wordpress.com/2008/11/untitled1.jpg"><img class="size-full wp-image-25" title="untitled1" src="http://pessoavspersona.wordpress.com/files/2008/11/untitled1.jpg" alt="Campanha do Peta contra o uso de couro" width="300" height="400" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Campanha do Peta contra o uso de couro</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Vou poupar os comentários sobre a produção do couro, pois acabei de lanchar, e provavelmente, se alguém lesse também não ia gostar.</p>
<p style="text-align:justify;">Fato é que à sombra da sentença prolatada, esconde-se um mercado nojento, de exploração escrava e antiética: a indústria da produção de couro. A utilização de vida animal em meios industrializados é algo muito complicado quando se pega como base o paradigma biocêntrico, ou quando se trata de alteridade em sua mais profunda análise. As bases éticas para manter esta atividade são fracas e móveis.</p>
<p style="text-align:justify;">Utilizando o referencial teórico abolicionista de autores como Gary Francione, fica claro que a única justificativa que temos em utilizar couro em roupas, carros e qualquer outros adornos é de que &#8220;Fica socialmente aceito, fica bonito e na moda&#8221;. Ou seja, confina-se o animal a vida inteira em um espaço ridículo, muda-se a alimentação básica dele para melhores resultados mercantis, injeta-se hormônios em grandes quantidades para que sua pela fique com maior resistência, tudo para ficar <em>na moda</em>?. Ora, por esse raciocínio, o que nos impede de utilizar couro humano como adornos <em>fashion</em>? A divinificação do <em>homo sapiens?  </em>Divinificado pelo quê? Quais são as bases especistas concretas que não podem ser refutadas da superioridade humana? Simplesmente, nenhuma. É inadimissível para uma ética mediana, que tome conhecimento dos caminhos internos que são percorridos na produção de couro, esse tipo de escravização e sacrifício.</p>
<p style="text-align:justify;">A grande indignação está na soma de todos os fatores que este caso jurídico concreto nos proporcionou: A elite da elite, preocupada com a moda e a beleza de seu Mercedez-Bens, utiliza-se de uma legislação que tem sua função social de suma importância &#8211; O código de defesa do consumidor &#8211; para fundamentar, movimentar a máquina jurídica com um assunto &#8221;de suma importância social&#8221; e ainda por cima, legitimar uma matança e escravização antiética em prol da estética antropocêntrica. Muito embora esta última parte possa não ser conhecida pela agravante, mas ao menos é imaginada. Mais uma vez invoco o remédio genérico para todos os problemas do universo: Educação biocêntrica, já!</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte do acórdão: <a href="http://jus2.uol.com.br/pecas/texto.asp?id=871">http://jus2.uol.com.br/pecas/texto.asp?id=871</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reflexão sobre o título]]></title>
<link>http://pessoavspersona.wordpress.com/2008/11/13/reflexao-sobre-o-titulo/</link>
<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 19:53:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago Hansen</dc:creator>
<guid>http://pessoavspersona.wordpress.com/2008/11/13/reflexao-sobre-o-titulo/</guid>
<description><![CDATA[Persona de Comédia Muitos podem estranhar o título do blog: &#8220;Pessoa versus Persona&#8220;. A p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption alignright">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://pessoavspersona.files.wordpress.com/2008/11/2150317.jpg"><img class="size-full wp-image-11  " title="Persona" src="http://pessoavspersona.wordpress.com/files/2008/11/2150317.jpg" alt="&#34;Persona&#34; das Comédias Gregas" width="372" height="370" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Persona de Comédia</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Muitos podem estranhar o título do blog: &#8220;Pessoa <em>versus Persona</em>&#8220;. <em>A priori</em> o título não revela nada de especial, mas, exercendo muito bem sua função de sintetizador máximo de idéias, esta denominação me é muito notável. O conflito existente entre as duas palavras &#8211; pessoa e <em>persona</em> &#8211; explica muito da idéia que desejo refletir durante grande parte dos meus textos que publicarei, utilizando como ferramentas argumentativas os estudos em História do Direito, Direitos Fundamentais e Direito Animal.</p>
<p style="text-align:justify;">O conceito de pessoa é eminentemente jurídico, e, portanto, tras consigo em seu significante o contexto histórico em que está sendo aplicado e efetivado. Por isso, é possível considerá-lo fonte histórica. No Direito Romano encontra-se um dos gérmens da discussão sobre personalidade e consequentemente, pessoa. Quando os juristas de Roma delimitaram o Direito dos Cidadãos, Direito das Gentes e das Coisas, a exclusão social ganhou um caráter codificado, situação recorrente na atualidade. É justamente esta exclusão que pretendo debater em meus textos. Em cada período histórico, uma minoria não se enquadrava na personalidade do momento, o que acabou por gerar uma exclusão não facilmente superada por mudanças paradigmáticas posteriores. Mulheres, operários, crianças, negros, espíritas, judeus e, atualmente, os animais são exemplos alvos da formação de um raciocínio preconceituoso e autoritário, que sempre buscou manter o <em>status quo</em>  utilizando como instrumento o Direito. No Brasil, este tema alcança suas devidas proporções com algumas especificidades, pois ao pensar que toda a formação político-jurídico brasileira é elitista e com vínculos fortíssimos com a burocracia, o Direito acaba por deixar ineficaz seus próprios princípios basilares, como a Igualdade.</p>
<p style="text-align:justify;">Voltando a atenção para a idéia de <em>persona,</em> é interessante lembrar que sua invenção é dos gregos, e funcionava como máscara de teatro com poder de amplificar a voz do ator, portanto,<em> </em>é fundamental fazer a ligação do conceito com o teatro grego e consequemente com as artes. Ora, a arte é a manifestação (não digo apenas humana!) dos sentimentos e sentidos do ser senciente, e independe de qualquer fundamentação jurídica codificada ou jurisprudencial. A <em>persona</em> não exclui, a <em>persona</em> tem o poder de unir, pois foge de conceitos científicos e entra no campo da expressão da sensibilidade. Enxergo-a, então, como a própria identidade do <em>self</em> e a expressão exterior dele. Diferentemente, o conceito de pessoa percorre o caminho contrário: vem de uma noção jurídica e tacha ou enobrece o ser, sempre trazendo consigo um mar de marginalizados.</p>
<p style="text-align:justify;">Portanto, o conflito é claro, e a partir desta noção pretendo discutir a exclusão social que o Direito causou tanto no passado, como ainda causa por exemplo, nos animais.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Geni?]]></title>
<link>http://aqueladeborah.wordpress.com/2008/04/22/geni/</link>
<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 14:53:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Deborah Sá</dc:creator>
<guid>http://aqueladeborah.wordpress.com/2008/04/22/geni/</guid>
<description><![CDATA[Semana passada trouxe consigo grandes tristezas. Em meu bairro surgiu um cão há pouco tempo atrás qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Semana passada trouxe consigo grandes tristezas. Em meu bairro surgiu um cão há pouco tempo atrás que estava muito debilitado, eu (juntamente com minha irmã) compramos a medicação necessária e com a colaboração de um bom vizinho que cuidou dele, ficou muito bem. Curou-se e vivia andando pelo bairro “todo imponente” de cabeça erguida e latia para quase todos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Foi batizado de Shrek.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Não demorou muito para que outro cão surgisse, este foi batizado de Beethoven. Ambos brincavam o dia inteiro na rua e levavam sua pacata vida de cão. Corriam atrás de alguns carros, caçavam pombos e dormiam na calçada alheia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span> </span>Shrek era o líder, latia e não aceitava carinhos a não ser da mulher e o senhor que cuidavam dele e o alimentavam. Não mordia, apenas latia e se afastava.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Já Beethoven era muito sociável e gostava “de fazer festa” com qualquer um que lhe dedicasse atenção, pulava alto e demonstrava muita alegria.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Quando Shrek notava o afago que seu companheiro ganhava, ia tentar separá-lo aos latidos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Para afastá-los bastava falar mais áspero, bater o pé ou bater com um guarda-chuva no chão. Pronto, saiam de perto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Na quinta-feira (dia 17), ao chegar em casa meu pai me conta:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- O Shrek e o Beethoven foram envenenados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Pedindo mais detalhes ele me disse:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">- Cheguei na rua e as crianças estavam querendo chutar o Shrek ao redor dele fazendo bagunça, quando cheguei perto pararam de rir e mudaram a postura “coitadinho do cachorrinho – disseram”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O Serralheiro com ironia e malícia dizia ”não adianta não&#8230;já morreu”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Meu pai então viu, Shrek e Beethoven mortos, de coleira.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Disse que na Casa de Ração do bairro falaram que se fossem levados a tempo, provavelmente seriam salvos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Não é a primeira vez que os animais na minha rua são brutalmente assassinados. O pior é que ninguém sabe exatamente quem é que comete estes atos. Há somente especulações e não provas concretas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Alguns vizinhos os achavam “chatos” pois o Shrek gostava de latir e o Beethoven de pular. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Cães fazem coisas de cães, assim como crianças fazem coisas de crianças.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Algumas crianças da minha rua fazem coisas que me irritam profundamente, como gritar nos feriados (enquanto tento dormir) ou gritar de medo quando solto meus cachorros para um passeio. “Ahhhhh vão me morder!” “Eu tenho medo do cachorro de olho vermelho” ¬¬’</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O cão de olho vermelho, nada mais é do que um Cocker babão, o Ted que é o cão mais bobo da face da terra e que apanha até que mosquito. Mas não, para eles é o Pit-Bull assassino.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">É da natureza do cão latir, e por sua maneira de pedir carinho (pular) ele merece ser morto? Pois ele late ao invés de falar ele merece ser morto?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Meus vizinhos ouvem funk de madrugada enquanto tento descansar, nem por isto tenho o direito de ir matá-los.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Já perdi um cão nos meus braços morto por envenenamento, eu sei como é horrível para ele, a dor e o sufocamento, vê-lo tremer e perder a coordenação motora até definhar em um suspiro agonizante. Por este mesmo motivo sou contra o envenenamento de ratos&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Para os animais eles vivem em Dogville. Os humanos são nazistas impiedosos que testam em sua raça inferior e tortura-nos até a morte. Por sua cultura, por seu prazer, por seu paladar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">É frio, é monstruoso e asqueroso.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Não creio que a expressão “humanitária” se aplique a atitude humana.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O gêmeo mau do Ford Ka]]></title>
<link>http://petcom.wordpress.com/2008/04/03/o-gemeo-mau-do-ford-ka/</link>
<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 11:23:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tarcízio Silva</dc:creator>
<guid>http://petcom.wordpress.com/2008/04/03/o-gemeo-mau-do-ford-ka/</guid>
<description><![CDATA[Encontrei este vídeo&#8230; cruel?&#8230; infame?&#8230; no site Rejected Online &#8211; The Best Re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/EJHsbVvGPaY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/EJHsbVvGPaY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p align="justify">Encontrei este vídeo&#8230; cruel?&#8230; infame?&#8230; no site <a href="http://www.bestrejectedadvertising.com" target="_blank">Rejected Online &#8211; The Best Rejected Advertising</a> (ou: Rejeitados Online &#8211; As melhores publicidades rejeitadas). A página é um banco de dados de publicidade impressa ou audiovisual que foram rejeitadas pelos clientes (a Ford, sobre o vídeo acima, declarou: &#8220;Assim que vimos isto, nós dissemos &#8216;não, absolutamente&#8217;. Nós ficamos chocados &#8211; isso não é algo com o qual queremos estar associados&#8221;).</p>
<p align="justify">por Tarcízio Silva</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
