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	<title>direito-dos-animais &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/direito-dos-animais/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "direito-dos-animais"</description>
	<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 23:20:37 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[III Seminário sobre direitos dos animais]]></title>
<link>http://morangocomchampanhe.wordpress.com/2009/11/29/iii-seminario-sobre-direitos-dos-animais/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 21:59:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paloma</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;TEORIA E PRÁTICA” Data: 1º e 2 de dezembro de 2009 Horário: das 14h00 às 22h00 Local: Auditór]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>&#8220;TEORIA E PRÁTICA”</strong></p>
<p>Data: 1º e 2 de dezembro de 2009<br />
Horário: das 14h00 às 22h00<br />
Local: Auditório da Casa de Cultura Japonesa<br />
Endereço: Avenida Professor Lineu Prestes, 159 – Cidade Universitária – Butantã<br />
ENTRADA FRANCA<br />
Distribuição de certificados aos interessados<br />
Informações e inscrições: <a rel="nofollow">lei@usp.br</a><br />
Tels.: (11) 3091-2441/ 3091-3584<br />
Realização: Laboratório de Estudos sobre a Intolerância (LEI) – USP</p>
<p>PROGRAMAÇÃO</p>
<p>1º de dezembro de 2009</p>
<p><strong>14h00 às 16h00</strong></p>
<p><em>Ecologia de estradas no Brasil</em><br />
<strong>Giordano Ciocheti</strong> – graduado em ciências biológicas pela UFSCar, mestre em ecologia pela USP.</p>
<p><em>Aves silvestres e cativeiro</em><br />
<strong>Soraya Lysenko</strong> – graduada em ciências sociais pela USP, diretora financeira da Associação Bichos da Mata.</p>
<p><em>Problemas de animais silvestres em cativeiro doméstico irregular e programa de reintrodução do Ibama/SP</em><br />
<strong>Vincent Kurt Lo</strong> – graduado em ciências biológicas pela USP, analista ambiental do Ibama/SP.</p>
<p><strong>16h00 às 17h30</strong><br />
<em>Sem rodeios: aspectos históricos, sociológicos e jurídicos da prática</em> <strong>Carlos Bedin Cipro</strong> – graduado em direito pela PUC/SP, advogado.</p>
<p><em>Ação judicial em defesa dos tubarões: uma luta pela vida e contra a crueldade</em><br />
<strong>Cristiano Pacheco</strong> – graduado em direito pela ULBRA, diretor do IJA e advogado da Sea Shepherd Brasil.</p>
<p><strong>17h30</strong> -. <em>Coffee break vegano</em></p>
<p><strong>18h00</strong> – Exibição do documentário Sharkwater, de Rob Stewart.</p>
<p><strong>20h00 às 22h00</strong></p>
<p><em>A grande imprensa e os animais</em><br />
<strong>Silvana Andrade</strong> – jornalista, diretora editorial da ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais).</p>
<p><em>Um dia enjaulado no Zoo de Bauru</em><br />
<strong>Dagomir Marquezi</strong> – graduado em jornalismo pela FAAP, jornalista e escritor.</p>
<p><strong>2 de dezembro de 2009</strong></p>
<p><strong>14h00 às 16h00</strong></p>
<p><em>O impulso da automação – Racionalismo e controle na relação entre os humanos e os outros animais no pós-guerra. </em><br />
<strong>Frederico Santos Soares de Freitas</strong> – graduado em história pela USP, mestrando em história social pela USP.</p>
<p><em>O tanku, o pet e o ciborgue: uma perspectiva antropológica da relação humano-animal e dos direitos animais</em><br />
<strong>Guilherme Antunes</strong> – graduado em ciências sociais pela Unesp, mestrando em antropologia social pela UFSCar.</p>
<p><em>A importância das ações estudantis na quebra do paradigma científico baseado no uso de animais</em> <strong>Róber Bachinski</strong> – graduando em ciências biológicas pela UFRGS.</p>
<p><strong>16h00 às 18h00</strong><br />
<em>Direitos Animais: um novo paradigma na educação</em><br />
<strong>Leon Denis Moreira Filho</strong> – graduado em filosofia e história, professor da rede pública de ensino.</p>
<p><em>Repensando as fronteiras entre o humano e o não-humano através da antropologia</em><br />
<strong>Mayra Vergotti Ferrigno</strong> – graduada em ciências sociais pela Unicamp, mestranda em antropologia social pela Unicamp.</p>
<p><em>A superação do paradigma antropocêntrico no direito</em><br />
<strong>Marcius Porto</strong> – graduado em direito pela Univap, juiz de direito do estado de São Paulo.</p>
<p><strong>18h00</strong> – <em>Coffee break vegano.</em></p>
<p><strong>19h00 às 21h00</strong> <em>Novos caminhos para a fundamentação legal da objeção de consciência à experimentação animal</em><br />
<strong>Daniel Braga Lourenço</strong> – graduado em direito pela PUC/RJ, professor de direito da UFRRJ.</p>
<p><em>Direitos animais: desdobramentos das pregas morais</em><br />
<strong>Sônia T. Felipe</strong> – doutora em teoria política e filosofia moral pela Universidade de Konstag (Alemanha), pós-doutora em bioética e ética animal pela Universidade de Lisboa.</p>
<p>Fonte: recebido via e-mail</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PETA para o Dia de Ação de Graças]]></title>
<link>http://garotasdepropaganda.wordpress.com/2009/11/25/peta-para-o-dia-de-acao-de-gracas/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:35:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulinha</dc:creator>
<guid>http://garotasdepropaganda.wordpress.com/2009/11/25/peta-para-o-dia-de-acao-de-gracas/</guid>
<description><![CDATA[Os americanos tem o costume de celebrar todo ano o &#8220;Thanksgiving Day&#8221; &#8211; o Dia de A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Os americanos tem o costume de celebrar todo ano o &#8220;Thanksgiving Day&#8221; &#8211; o Dia de Ação de Graças &#8211; que acontece toda quarta Quinta-feira de Novembro, que neste ano no caso é amanhã.</p>
<p>Como manda a tradição reúne-se a família em grandes jantares para comer Peru e agradecer a Deus pelas coisas boas do ano (você já ter visto em algum filme ou seriado).</p>
<p>É neste cenário que a PETA, (People for the Ethical Treatment of Animals), organização que luta pelo direito dos animais, lançou um comercial recheado de polêmica, ingrediente principal de suas ações. Vejam:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/8CnNpOq0cFU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/8CnNpOq0cFU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Como não encontrei o filme legendado, segue aqui a transcrição e minha tradução livre do comercial.</p>
<p><strong>Transcrição</strong> &#8220;Dear God. Thank you for the turkey we&#8217;re about to eat. And for the turkey farms where they pack them into dark, tiny little sheds for their whole lives. Thank you for when they burn their feathers off when they&#8217;re still alive and for when turkey gets kicked around like a football and killed by people who think it&#8217;s fun to stomp on their little turkey heads. And special thanks for all the chemicals and dirt and poop that&#8217;s in the turkey we&#8217;re about to eat. Oh, and thank you for rainbows.&#8221;</p>
<p><strong>Tradução livre</strong> &#8220;Querido Deus. Obrigada pelo peru que estamos prestes a comer. E para as fazendas de peru, onde embalam eles no escuro, em minúsculos galpões para o resto de suas vidas. Obrigada por quando eles queimam as suas penas enquanto eles ainda estão vivos e por quando os perus são chutados por aí como uma bola de futebol e mortos por pessoas que acham que é divertido pisar em suas pequenas cabeças. E agradecimentos especiais para todos os produtos químicos e sujeira e cocô que está no peru que estamos prestes a comer. Ah, e obrigada pelos arco-íris.&#8221;</p>
<p>Adorei o contraste das palavras duras com o ar meigo da menina, que suavizou um pouco (só um pouco) o peso das palavras. Não sou vegetariana, mas admiro quem abrace essa causa e gostei do filme. O que vocês acharam? A agência responsável foi a Matter de Los Angeles.</p>
<p>Ah! O comercial foi banido.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Interview with Gary - Go Vegan]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/22/interview-with-gary-go-vegan/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 12:17:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tollwut</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/22/interview-with-gary-go-vegan/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/ExternalVideo.899189' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Índia diz ao Ocidente para parar de comer carne]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/21/india-diz-ao-ocidente-para-parar-de-comer-carne/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 18:19:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tollwut</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/21/india-diz-ao-ocidente-para-parar-de-comer-carne/</guid>
<description><![CDATA[Índia instou o Ocidente a desistir de comer carne para reduzir as emissões de gases de efeito estufa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<h3><a href="http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/asia/india/6615422/India-tells-West-to-stop-eating-beef.html">Índia instou o Ocidente a desistir de comer carne para reduzir as emissões de gases de efeito estufa responsável pelo aquecimento global.</a></h3>
</blockquote>
<div>
<div>
<div>
<p>By Dean Nelson in New Delhi Por Dean Nelson, em Nova Deli<br />
Published: 2:44PM GMT 20 Nov 2009 Publicado em: 2:44 PM GMT 20 de novembro de 2009</p>
<p>&#160;</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://i.telegraph.co.uk/telegraph/multimedia/archive/01527/beef-cattle_1527628c.jpg"><img class="aligncenter" src="http://i.telegraph.co.uk/telegraph/multimedia/archive/01527/beef-cattle_1527628c.jpg" alt="" width="460" height="288" /></a></p>
</div>
<div>
<div>
<div>O ministro do Meio Ambiente, Jairam Ramesh, disse que o mundo deve abandonar o consumo de carne , as emissões seriam drasticamente reduzidas e o aquecimento global seria mais lento.</div>
<div></div>
</div>
</div>
<p>&#160;</p>
<p>&#8220;A solução para reduzir as emissões é parar de comer carne. Leva a emissão de metano que é 23 vezes mais potente que o dióxido de carbono&#8221;, disse ele.</p>
<p>&#8220;A melhor coisa para nós, na Índia, é que não somos uma nação de comer carne.Os Estados Unidos, maior emissor do mundo, junto com a China, é também o maior consumidor de carne do mundo  e consome 25 por cento mais sendo superior  à da Europa.</p>
<p>Seus comentários são a resposta a uma chamada no mês passado pelo Senhor Stern, autor de um estudo do governo britânico sobre mudanças climáticas, para que  as pessoas deixem de comer para reduzir as emissões. A carne é um consumidor  de água e cria uma grande quantidade de gases de efeito estufa&#8221;, disse Lord Stern. &#8220;Isso coloca uma enorme pressão sobre os recursos do mundo. Uma dieta vegetariana é melhor.&#8221;</p>
<p>Os hindus estão proibidos de comer carne e os vegetarianos na Índia tsão mais do que qualquer outro país do mundo.  Mais de 30 por cento dos seus 1,1 bilhões de pessoas não comem carne.</p>
<p>De acordo com as Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, o gado é responsável por 18 por cento das emissões de gases de efeito estufa. Vacas produzem gás metano prejudicial e ambientalistas defendem que a produção de carne causa mais danos do que qualquer outra criação, porque exige muito mais terra e água do que para qualquer outra forma de criação de animais.</p>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lamento informar: o governo Yeda ainda não é o nosso fundo do poço]]></title>
<link>http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/2009/11/17/lamento-informar-o-governo-yeda-ainda-nao-e-o-nosso-fundo-do-poco/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 01:39:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>ONG Cea</dc:creator>
<guid>http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/2009/11/17/lamento-informar-o-governo-yeda-ainda-nao-e-o-nosso-fundo-do-poco/</guid>
<description><![CDATA[PL 154 representa o quanto ainda podemos regredir no RS Uma gracinha o editorial de Zero Hora, hoje.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[PL 154 representa o quanto ainda podemos regredir no RS Uma gracinha o editorial de Zero Hora, hoje.]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Parlamento Europeu: Audiência sobre Aquecimento Global com Sir Paul McCartney e Dr Rajendra K. Pachauri]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/14/24567/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 20:20:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tollwut</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/14/24567/</guid>
<description><![CDATA[10-11-2009 O Parlamento Europeu será anfitrião de um vasto evento sobre o Aquecimento Global e direc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1><a href="http://4.bp.blogspot.com/_6886BCkrAL0/SMQNSUMIUHI/AAAAAAAAB40/-K80Dw9ltio/s400/carne+e+efeito+estufa.gif"><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_6886BCkrAL0/SMQNSUMIUHI/AAAAAAAAB40/-K80Dw9ltio/s400/carne+e+efeito+estufa.gif" alt="" width="400" height="271" /></a></h1>
<p>10-11-2009</p>
<p>O Parlamento Europeu será anfitrião de um vasto evento sobre o Aquecimento Global e directivas alimentares a 3 de Dezembro, no qual o Secretário do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas Dr Rajendra K. Pachauri e o activista ambiental Sir Paul McCartney irão pressionar legisladores e peritos quanto ao papel individual no combate às alterações climáticas, por exemplo, ao comer menos carne.</p>
<p>A audiência &#8220;Aquecimento Global e Directivas Alimentares: Menos Carne= Menor Aquecimento&#8221; acontece a 3 de Dezembro, na Câmara de Plenário do Parlamento, em Bruxelas, das 10.00 às 12.30, presidida pelo Vice-Presidente Edward McMillan-Scott.<br />
O discurso de abertura será feito pelo Presidente do Parlamento Jerzy Buzek. Será seguido de uma conferência de imprensa.</p>
<p>A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) efectuou EM 2006 um completo relatório &#8220;A Imensa Sombra do Gado&#8221; onde era demonstrado que a produção de carne, a nível da intensidade de emissão de gases com efeito de estufa<br />
e do consumo de água, é muito pouco eficiente quando comparada com a produção de alimentos vegetais.</p>
<p>No limiar da Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas em Copenhaga, o evento reflecte a percepção de que as alterações climáticas precisam de ser abordadas a todos os níveis- individual sobretudo, mas também local, regional, nacional, Europeu e mundial.</p>
<p>Enquanto corpo legislativo, o Parlamento vota nas leis da União Europeia que ajudam a abrandar as alterações climáticas.<br />
O Parlamento examinou por completo as questões das alterações climáticas no que concerne à agricultura, alimentação e políticas do desenvolvimento e apresentará os seus pontos de vista aos chefes governamentais reunidos na capital dinamarquesa<br />
entre 7 e 18 de Dezembro de 2009.</p>
<p>Informações Práticas<br />
A conferência de imprensa com o Vice-Presidente do Parlamento Europeu Edward McMillan-Scott, Dr Rajendra K. Pachauri e Sir Paul McCartney é às 12.30, PHS 0A050, na sala Anna Politkovskaya.</p>
<p>Sessão fotográfica com o Presidente do Parlamento Europeu Jerzy Buzek, Dr Rajendra K. Pachauri, Sir Paul McCartney e Vice-Presidente Edward McMillan-Scott no gabinete do Presidente às 10.50 (acesso limitado).</p>
<p>Contacto<br />
Andrzej SANDERSKI<br />
: andrzej.sanderski@europarl.europa.eu<br />
: (32-2) 28 31051 (BXL)<br />
: (33-3) 881 73479 (STR)<br />
: (+32) 498 98 33 35</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Janez VOUK<br />
: janez.vouk@europarl.europa.eu<br />
: (32-2) 28 31053 (BXL)<br />
: (33-3) 881 74897 (STR)<br />
: (+32) 498 98 33 37<br />
Source: <a href="http://www.europarl.europa.eu/news/expert/infopress_page/064-64172-315-11-46-911-20091110IPR64171-11-11-2009-2009-false/default_sv.htm" target="_blank">Global Warming Hearing with Sir Paul McCartney and Dr Rajendra K. Pachauri</a><br />
Autor: tradução Vera Martins</p>
<div>Date: 2009-11-13</div>
<p><strong><em>Other EVANA-articles about this topic: </em></strong><br />
<acronym><a href="http://www.evana.org/index.php?id=50344">EP: Global Warming Hearing with Sir Paul McCartney and Dr Rajendra K. Pachauri</a></acronym> (en)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Skinned Alive Clip]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/13/skinned-alive-clip/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 23:56:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tollwut</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/13/skinned-alive-clip/</guid>
<description><![CDATA[Skinned alive It’s not a bad dream It happens in real life They tear off our skin while we are still]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/ExternalVideo.896015' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' /></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Skinned alive</strong><br />
It’s not a bad dream<br />
It happens in real life<br />
They tear off   our skin<br />
while we are still alive<br />
why do they take<br />
our souls   away<br />
for coats to wear<br />
on winter days ?</p>
<p style="text-align:center;">We are scared and afraid<br />
Facing our death alone<br />
standing in   a line<br />
waiting for our turn<br />
look into our eyes<br />
we feel pain just like   you<br />
but we cannot talk<br />
that’s why we need you</p>
<p style="text-align:center;">Let’s get together<br />
Let’s give them a voice<br />
Get up, stand   up<br />
Let’s make that choice<br />
The animal rights revolution starts<br />
We will   fight for the beating hearts<br />
We have to answer their cry to survive<br />
And   let the animals stay beautiful alive !</p>
<p style="text-align:center;">Born into deprivation<br />
Short life in a tiny cell<br />
Misery and   isolation<br />
Angels forgotten in hell<br />
Our bodies laid aside,<br />
Our bones are   thrown<br />
Now, our death is ready to be worn</p>
<p style="text-align:center;">No protection and no explanation<br />
To this deadly pain,   humiliation<br />
We have only you, please understand<br />
Save us from fashion’s   cruel deadly hand</p>
<p style="text-align:center;">Let’s get together<br />
Let’s give them a voice<br />
Get up, stand   up<br />
Let’s make that choice<br />
The animal rights revolution starts<br />
We will   fight for the beating hearts<br />
We have to answer their cry to survive<br />
And   let the animals stay beautiful alive !</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align:center;">Lyrics: Shiri Shemer &#38; Jane Halevy<br />
Composition: Elad   Elharar &#38; haim Kairi<br />
Music production &#38; Arrangements: Solly   Gershkovich &#38; Ilan Pustopetski<br />
Singer: Noa Lembersky<br />
Guitars: Lidor   Levy<br />
Piano &#38; Keyboards: Solly Gershkovich &#38; ilan Pustopetski Bass:   Uri Kleinman<br />
Drums: Tomer Zidkiyhu<br />
Mix: Erez Caspy<br />
Mastering: Shmulik   Daniel<br />
Recording technician: Tomer Matana<br />
Produced by Uzi George   &#8220;GP&#8221;<br />
video clip produced by ADOM film<br />
Lancé à l&#8217;initiative de  <a href="http://www.antifurcoalition.org/" target="_blank">International Anti-Fur   Coalition</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Covance Cruelty]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/13/covance-cruelty/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 19:00:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tollwut</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/13/covance-cruelty/</guid>
<description><![CDATA[more about &#8220;Covance Cruelty&#8220;, posted with vodpod &nbsp;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="display:block;width:425px;margin:0 auto;"> <embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/ExternalVideo.895955' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' /></span></p>
<div style="font-size:10px;">more about &#8220;<a href="http://vodpod.com/watch/139293-peta-covance-cruelty">Covance Cruelty</a>&#8220;, posted with <a href="http://vodpod.com?r=wp">vodpod</a></div>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Stop  Seal Hunters - Canada ]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/13/seal-hunters-canada/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 14:40:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tollwut</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/13/seal-hunters-canada/</guid>
<description><![CDATA[Boycott Canadian Seafood]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://raivaescondida.wordpress.com/files/2009/11/1f-save_us_bob-talbot2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-13911" title="1f save_us_Bob Talbot2" src="http://raivaescondida.wordpress.com/files/2009/11/1f-save_us_bob-talbot2.jpg" alt="" width="492" height="338"/></a></p>
<p style="text-align:center;"><embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/ExternalVideo.895849' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' /><br />
<embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/ExternalVideo.895852' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' /><br />
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<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><b>Boycott Canadian Seafood</b></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Humane Society of the United States]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/13/the-humane-society-of-the-united-states/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 11:47:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tollwut</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/13/the-humane-society-of-the-united-states/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/ExternalVideo.895799' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cruelty to Animals: Mechanized Madness]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/13/cruelty-to-animals-mechanized-madness/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 10:54:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tollwut</dc:creator>
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<description><![CDATA[﻿]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/ExternalVideo.895789' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' />﻿</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Meatrix]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/13/the-meatrix/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 10:37:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tollwut</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/13/the-meatrix/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/ExternalVideo.895780' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' /></p>
<p style="text-align:center;"><embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/ExternalVideo.895783' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' /></p>
<p style="text-align:center;"><embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/ExternalVideo.895784' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' /></p>
<p style="text-align:center;"><embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/ExternalVideo.895785' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Food Matters]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/05/food-matters/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 21:28:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tollwut</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/05/food-matters/</guid>
<description><![CDATA[Directed by James Colquhoun About The Filme]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/ExternalVideo.892583' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' /></p>
<p style="text-align:center;">Directed by James Colquhoun</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.foodmatters.tv/_webapp/About%20The%20Film">About The Filme</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[I JORNADA CONVIVENDO COM ANIMAIS NOS CENTROS URBANOS]]></title>
<link>http://petvideo.wordpress.com/2009/11/04/i-jornada-convivendo-com-animais-nos-centros-urbanos/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 02:17:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>petvideo</dc:creator>
<guid>http://petvideo.wordpress.com/2009/11/04/i-jornada-convivendo-com-animais-nos-centros-urbanos/</guid>
<description><![CDATA[ Dia 19 de novembro Hora: das 9h30h às 18h Local: Palácio do MInistério Público (Praça Mal. Deodoro,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-1390" title="imagem" src="http://petvideo.wordpress.com/files/2009/11/imagem.jpg" alt="imagem" width="390" height="258" /></p>
<p> Dia 19 de novembro</p>
<p>Hora: das 9h30h às 18h</p>
<p>Local: Palácio do MInistério Público (Praça Mal. Deodoro, 110, Centro &#8211; Porto Alegre)</p>
<p>PALESTRAS</p>
<p>·         Direitos dos Animais &#8211; Uma Abordagem Ética &#8211; Dr. Daniel Lourenço &#8211; advogado e professor &#8211; RJ/RJ</p>
<p>·         Direitos dos Animais &#8211; Uma Aboragem Jurídica &#8211; Dr. Jaime Chatkin &#8211; promotor público &#8211; Pelotas/RS</p>
<p>·         Comércio de Animais &#8211; Quanto Vale uma Vida &#8211; Dra. Vanilda Moraes Pintos &#8211; médica veterinária &#8211; Rio Grande/RS</p>
<p>·         Comércio de Animais &#8211; Aspectos Legais e Ilegais &#8211; Dra. Sandra Herreras Royo &#8211; advogada &#8211; Caxias do Sul/RS</p>
<p>·         Controle Populacional ou Extermínio &#8211; Mariza Antoniazzi &#8211; jCCZ Almirante Brown/Argentina</p>
<p>·         Zoonoses &#8211; Verdades e Mitos &#8211; Dr. Fabio dos Santos Nogueira &#8211; médico veterinário &#8211; Andradina &#8211; SP</p>
<p>Promoção</p>
<p>Prefeitura Municipal de Porto Alegre</p>
<p>COMPPAD &#8211; Coordenadoria Multidisciplinar de Políticas Púbcas Para os Animais Domésticos</p>
<p> MGDA &#8211; Movimento Gaúcho de Defesa Animal</p>
<p>Apoio</p>
<p>ESDM &#8211; Escola Superior de Direito Municipal</p>
<p> FUNPROAMB &#8211; Fundo Pró-Defesa do Ambiente de Porto Alegre</p>
<p><a href="http://www.petvideobook.com.br">www.petvideobook.com.br</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por qué comer carne es malo para el Planeta?]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/02/por-que-comer-carne-es-malo-para-el-planeta/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 22:51:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tollwut</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/02/por-que-comer-carne-es-malo-para-el-planeta/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a rel="attachment wp-att-13398" href="http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/02/por-que-comer-carne-es-malo-para-el-planeta/terra/"><img class="aligncenter size-full wp-image-13398" title="terra" src="http://raivaescondida.wordpress.com/files/2009/11/terra.png" alt="terra" width="545" height="552" /></a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-13400" href="http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/02/por-que-comer-carne-es-malo-para-el-planeta/terra1/"><img class="aligncenter size-full wp-image-13400" title="terra1" src="http://raivaescondida.wordpress.com/files/2009/11/terra1.png" alt="terra1" width="531" height="771" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[What´s wrong with milk?]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/02/what%c2%b4s-wrong-with-milk/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 00:25:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tollwut</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/02/what%c2%b4s-wrong-with-milk/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a rel="attachment wp-att-13385" href="http://raivaescondida.wordpress.com/2009/11/02/what%c2%b4s-wrong-with-milk/milk/"><img class="aligncenter size-full wp-image-13385" title="milk" src="http://raivaescondida.wordpress.com/files/2009/11/milk.png" alt="milk" width="567" height="425" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Go Vegan and save the planet]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/10/28/go-vegan-and-save-the-planet/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 21:10:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tollwut</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/10/28/go-vegan-and-save-the-planet/</guid>
<description><![CDATA[According to the U.N., going vegetarian would have a positive impact on climate change. ITN&#8217;s ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/ExternalVideo.889205' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' /></p>
<p>According to the U.N., going vegetarian would have a positive impact on climate change.  ITN&#8217;s Rags Martel reports.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Investigação coletiva expõe o sofrimento de animais em laboratórios israelitas]]></title>
<link>http://reinovegetal.wordpress.com/2009/10/28/investigacao-coletiva-expoe-o-sofrimento-de-animais-em-laboratorios-israelitas/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 16:45:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vanessa Mazza Furquim</dc:creator>
<guid>http://reinovegetal.wordpress.com/2009/10/28/investigacao-coletiva-expoe-o-sofrimento-de-animais-em-laboratorios-israelitas/</guid>
<description><![CDATA[Essa notícia eu achei no Blog LOBO REPÓRTER, por Lobo Pasolini: Como parte de uma campanha para most]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2><span style="color:#800000;">Essa notícia eu achei no Blog LOBO REPÓRTER, por Lobo Pasolini:</span></h2>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Como parte de uma campanha para mostrar o que acontece em laboratórios em Israel, câmeras ocultas foram instaladas em grandes institutos que conduzem experimentos em animais: Hebrew University, Tel Aviv University, Bar Ilan University, Ben Gurion University, Haifa University, Weizmann Institute e o Technion.</p>
<p style="text-align:justify;">Meio milhão de animais inocentes são presos em laboratórios e levados para incineradores depois de ser tormentados em laboratórios. Os animais são usados como ferramentas nas mãos de experimentadores que se escondem atrás das portas fechadas dos laboratórios.</p>
<p style="text-align:justify;">É importante expor para o público o que está sendo feito dentro dos laboratórios. É importante mostrar ao grande público o tratamento degradante de animais indefesos, as feridas nos seus corpos e suas mentes, as condições deploráveis e o abuso ao qual eles são submetidos dentro dos laboratórios.</p>
<p style="text-align:justify;">Nós examinamos os artigos publicados em cima dos experimentos documentados e a verdade nua se mostrou aos nossos olhos. Todos esses experimentos estão classificados como um “estudo básico”, “tentativa e erro”, sem nenhuma conexão com saúde humana, quase todos completamente sem significado algum.</p>
<p style="text-align:justify;">Nós estamos aqui para revelar a verdade, para garantir que o público saiba o que é a pesquisa bio-médica em Israel em pleno século XXI: arcaica, cruel, não-científica, desperdiçada e suja. Fileiras sem fim com pequenos contêiners com ratos, camundongos e coelhos europeus, alguns deles trancados dentro de armários, como se fossem aparatos domésticos.</p>
<p style="text-align:justify;">Procedimentos invasivos em animais completamente conscientes, amputação de órgãos com tesouras; o uso de embriões como se eles fossem apenas matéria prima e muito mais. As imagems poupam o espectador do mau cheiro dentro dos laboratórios.</p>
<p style="text-align:justify;">Nós merecemos mais e os animais merecem um tratamento melhor. Nós, o público, devemos exigir uma transição para métodos de pesquisa avançados, científicos e confiáveis. Nós devemos exigir o fim da exploração animal em laboratórios experimentais.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fonte: Animal TV</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Vídeo em hebreu com legendas em inglês:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/L1-12gQdDrk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/L1-12gQdDrk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Swiss Animal Protection./EAST International.]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/10/28/swiss-animal-protection-east-international/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 23:05:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tollwut</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/2009/10/28/swiss-animal-protection-east-international/</guid>
<description><![CDATA[-Atenção :Vídeo Chocante , filmado com uma câmara escondida numa quinta Chinesa. ABAIXO EXPLICO O PR]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>-Atenção :Vídeo Chocante , filmado com uma câmara escondida numa quinta Chinesa.</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/ExternalVideo.888723' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' /></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://sosbixarada.blogs.sapo.pt/arquivo/pelesepessoas.jpg"><img class="aligncenter" src="http://sosbixarada.blogs.sapo.pt/arquivo/pelesepessoas.jpg" alt="" width="359" height="360" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>ABAIXO EXPLICO O PROCESSO.</strong><br />
<strong><br />
</strong><strong> </strong><strong>Com uma câmara escondida filmaram animais sendo retirada a pele todos ainda vivos, dizem que é para permitir um corte limpo, depois as carcaças são jogadas em pilhas ainda vivos e por mais ou menos 10 minutos o coração bate e olhos piscam e as patas dos cães tremem, teve um que levantou a cabeça e fixou OS olhos ensanguentados directo para câmara. Se não quiserem ver o vídeo ao menos assinem a petição, precisamos de agir.</strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong><strong>O vídeo que se segue é de uma violência dolorosa. Os seus silêncios atingem o fundo cada um de nós. Protegendo OS animais tornamos-nos maiores. O planeta não é nosso,</strong> apenas<strong> </strong><strong> o dividimos entre todos&#8230;</strong><strong><br />
</strong><strong>Por favor, ganha uns minutos do teu tempo e </strong><strong><span style="text-decoration:underline;">assina a petição!</span></strong></p>
<p>- <a href="http://getactive.peta.org/campaign/Test_Your_Compassion?c=petavidv2">Pledge Against Animal Testing</a><br />
- <a href="http://www.animalaid.org.uk/h/f/ACTIVE/petition/?id=11&#38;campaign=experiments">Petition to End Primate Experiments</a></p>
<p>Animal Experimentation, Primate Experimentation : Save The Primates (23 November 2009)</p>
<p>http://www.save-the-primates.org.au/facts-animal-experimentation.htm</p>
<p>http://snipurl.com/te7oy</p>
<p><strong> </strong><strong>Faz também chegar esta mensagem a quem consideres poder ser sensível a esta causa.</strong><strong><br />
</strong><strong></strong><strong>Cuidado ao ver o vídeo, é mesmo muito violento.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A “antinaturalidade” do ato de comer carne]]></title>
<link>http://reinovegetal.wordpress.com/2009/10/26/a-%e2%80%9cantinaturalidade%e2%80%9d-do-ato-de-comer-carne/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 23:01:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vanessa Mazza Furquim</dc:creator>
<guid>http://reinovegetal.wordpress.com/2009/10/26/a-%e2%80%9cantinaturalidade%e2%80%9d-do-ato-de-comer-carne/</guid>
<description><![CDATA[Extraí este texto do ANDA. Muito bom, vale a pena ler! Concepções correntes proclamam o vegetarianis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;">Extraí este texto do ANDA. Muito bom, vale a pena ler!</span></h2>
<h4 style="text-align:justify;"></h4>
<h4 style="text-align:justify;"><span style="font-weight:normal;background-color:#ffffff;">Concepções correntes proclamam o vegetarianismo antinatural por se tratar o ser humano um ser anatômica e fisiologicamente adaptado ao consumo de carne. Enunciam ainda ser natural e moralmente justificável esse consumo, por meio do argumento da cadeia alimentar em que são, os seres humanos, consumidores carnívoros. Aqui eu afirmo o oposto: a alimentação humana com ingestão de carne é ‘antinatural’.</span></h4>
<p style="text-align:justify;"><strong><br />
1. PARA INÍCIO DE CONVERSA</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Importante apontar, antes de qualquer coisa, a impertinência dos dois argumentos usualmente comunicados, contidos nas linhas precedentes, quais sejam, (a) adaptação humana ao consumo de carne e (b) cadeia alimentar, mesmo que não seja esse o objetivo central do presente texto. Aqui, preocupo-me mais com o que pode ser nomeado “estrato psicológico-subjetivo” do ser humano.</p>
<p style="text-align:justify;">Fácil é contrapor-nos à informação de que somos carnívoros. Assim como os animais herbívoros, temos caninos curtos, molares achatados, saliva com enzimas digestivas, mandíbula com boa movimentação lateral, pequena abertura da boca (em relação ao tamanho da cabeça), menor acidez estomacal, sistema digestivo longo e unhas achatadas. Também suamos pela pele e não contamos com visão noturna ou agilidade suficiente para a caça, nem mandíbula e maxilar proeminentes.</p>
<p style="text-align:justify;">Os animais carnívoros, por sua vez, têm caninos grandes e afiados e garras para capturar e rasgar a carne de suas presas. Eles não mastigam seu alimento e seus intestinos são curtos e secretam enzimas digestivas muito ácidas.</p>
<p style="text-align:justify;">As características biológicas humanas não deixam dúvidas. Distinguimo-nos sobremaneira dos carnívoros e não apenas destes. Milton R. Mills, MD, afirma que os seres humanos têm a estrutura de um herbívoro típico e, ao contrário do que comumente se fala, não apresentam as características mistas encontradas em onívoros como ursos e guaxinins. Comparando os tratos gastrointestinais de seres humanos, carnívoros, herbívoros e onívoros, concluímos que o corpo humano é concebido para uma dieta alimentar estritamente vegetal.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda que, por tradição, consumamos carne, não quer dizer que sejamos adaptados a esse fim. Há quem faça uso de cigarros, por exemplo, o que não significa serem preparados para isso. A verdade é que o corpo humano suporta, em alguma medida (em alguns casos e sujeitos mais, noutros menos), os maus hábitos alimentares e de vida como um todo.</p>
<p style="text-align:justify;">A imagem de um animal morto causa-nos repugnância e não salivação. Não nos empenhamos em matar e comer cruas nossas presas como legítimos carnívoros o fazem. Além disso, a ingestão não-letal de carne em humanos só é possível quando antecedida por preparo (assar, cozinhar, condimentar, etc.) capaz de assegurar a não-contaminação por microorganismos. Mesmo que os nossos antepassados tenham sido carnívoros ou onívoros, a evolução e a seleção natural fizeram permanecer hoje um tipo de hominídeo anatômica e fisiologicamente não-carnívoro, herbívoro para ser mais exato.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com Sônia Felipe, podemos afirmar que a utilização do argumento da cadeia alimentar também é deveras irrefletida. “Não procede afirmar que ‘na natureza’ ‘os animais’ se comem uns aos outros. Correto seria dizer que, na natureza, alguns animais comem outros, enquanto a quase totalidade dos demais não o faz. A ‘natureza’ não dá lição alguma de moralidade, pois não oferece parâmetro algum segundo o qual se possa orientar ações livres.”</p>
<p style="text-align:justify;">Além de tudo isso, precisamos tomar bastante cuidado sempre que nos servimos de vocábulos como ‘natural’ e ‘antinatural’ para referirmo-nos ao que, porventura, diga respeito, ou não, ao Humano. Ainda que sejamos constituídos de matéria tão orgânica quanto quaisquer outros seres do planeta, nós, seres humanos, pertencemos muito mais ao campo do social e cultural, que se nomeia, comumente, e, pode-se acrescentar, de modo não muito claro, ‘mundo humano’.</p>
<p style="text-align:justify;">O tornar-se homem ou mulher, ainda que determinado, em parte, pela corporeidade, não se encontra regido, integralmente, por ela. O homem e a mulher se fazem de um jeito ou de outro, também porque a educação tende-os para isso ou aquilo. Temos então que, socioculturalmente, se aprende a fazer-se humano.</p>
<p style="text-align:justify;">Não comungo, em absoluto, de um posicionamento determinista. Por mais fortes que sejam os “tendenciosismos”, há sempre a potência humana (em alguma medida) de diferir e engendrar outros “eus”, porém, não há como negar que grande é o número de elementos que influenciam marcantemente a vida de cada indivíduo.</p>
<p style="text-align:justify;">Mesmo sabendo das limitações do emprego de vocábulos com radical ‘natural’, parto do lugar de quem concebe um “natural humano” — ainda que não o mesmo em todos os locais do globo nem em todos os períodos da história — e que, tão mais se esforce para discutir acerca dos atributos desse “homem essencial”, melhor.</p>
<p style="text-align:justify;">Centro meus argumentos de defesa da concepção da ‘antinaturalidade’ do ato de comer carne, em duas frentes: (a) “natureza humana em realização” (referência à infância) e (b) “natureza humana em manifestação” (ou “sinais da natureza roubada” ou ainda “indícios da natureza inebriada” — referência ao apego burlador e à ilusão autoinfligida).</p>
<p style="text-align:justify;">De início, apresento as referências à infância e aos jeitos-de-ser criança que por mais que se façam distintos em todos os casos reais (e sempre se fazem), de sua média se pode emular uma “criança genérica” que aqui servirá de “tipo ideal” (em sentido weberiano) e que pode dizer da “natureza histórica do homem”, isto é, da “natureza recente do homem médio de hoje”. Chamo “natureza histórica do homem”, “natureza recente do homem médio de hoje” ou “natureza atual e local” o que em, alguma medida, num dado período histórico e determinado lócus geográfico, pode ser encontrado no estrato psicológico-subjetivo de cada sujeito. Por mais que sejamos diferentes uns dos outros, compartilhamos algumas concepções, trejeitos e inclinações junto aos demais seres humanos locados no mesmo tempo-espaço. A concepção de “consciência coletiva” talvez sirva para aproximarmo-nos do entendimento aqui proposto.<br />
<strong><br />
2. O NATURAL DO HUMANO</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>2.1. O “outro necessário”</em></p>
<p style="text-align:justify;">É da natureza humana sensibilizar-se, afinar-se, apegar-se. É natural criar vínculos, estender-se ao outro, apelar cuidados, lançar-se aos braços alheios e tomar nos braços próprios. O bebê, frágil, indefeso e incapaz não consegue manter-se vivo quando em isolamento, de modo independente de quem o tome no colo e o trate. Carece do outro tanto para manter-se vivo quanto para tornar-se humano. É biologicamente dependente, biologicamente sociável. Necessita de quem se ocupe dele. Necessita de quem o intronize à Humanidade.</p>
<p style="text-align:justify;">É de praxe discutir o ‘aprender a ser humano’ que se faz no meio e por meio de humanos — discussão sobremaneira pertinente e a que cientistas sociais se habilitam (ou se arrogam habilitados) a tocar.</p>
<p style="text-align:justify;">O bebezinho humano tem necessidade de contato, cuidado e carinho e, só quando ela é atendida, o projeto de Humanidade que nele se encerra poder-se-á por em operância, não no sentido de um acontecimento prenunciado, e sim de uma constante realização (devir). Nos intercursos dessa “imprescindibilidade humana” (o outro necessário) os laços entre ‘zelado’ e ‘zelador’ são construídos e estreitados.</p>
<p style="text-align:justify;">Por mais íntimos que sejam os ligames que vinculem ‘gerado’ e ‘geradora’ (filho e mãe biológica), o que pode haver de mais forte são os laços medrados entre ‘quem é cuidado’ e ‘quem cuida’, independentemente de quem seja o ‘cuidador’ e da vinculação “sanguínea” entre esse e o imaturo sob sua guarda. A criança se apega ao seu diligente responsável de modo intenso e verdadeiro. O alimentar, o aconchegar, o embalar, o acalentar, o ninar, o engraçar, tornam séria a relação entre ambos. A correspondência criada nos interstícios do par é deveras substanciosa para requerer “credenciais gênicas”. Basta o querer e ser querido e tem-se tudo. Disso pega a vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Em estado inicial, o “filhote de humano” está de todo aberto e, mais que isso, é todo reclames de enlace, apreço e filiação e sua compleição física e seus caracteres psicológicos lhes conferem os atributos mesmos capazes de fidelizar (ou tentá-lo) o humano maduro: é pequenino, inofensivo e gracioso. Pela sua natureza (de incapaz), o bebê não escolhe quem dele se ocupa e dele cuida e essa contingência faz deitar raízes o relacionamento eventual inicial e, tanto quanto o responsável se lhe faça solícito, ele constituir-se-á grato e fiel. Como tratamos de tipos ideais, extraímos quaisquer pontos “falhos” e destoantes.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>2.2. “O outro desejável” e o “outro envolvente”</em></p>
<p style="text-align:justify;">Com o enunciado suposto acima, acrescido dos argumentos apresentados a seguir, subsidia-se a consideração acerca da “natureza humana” que defendo aqui: a precisão de vínculo (outro necessário), a querença de vínculo (outro desejável) e a potência de vínculo (outro envolvente). Para além do outro necessário (determinado pela precisão de vínculos sem os quais não há humano) está, como natural do humano, o desejo, a vontade, a querença, a não-satisfação plena, a incompletude assumida e a gula de Ser mais, o não-contentamento completo, a-fome-a-sede-o-sono-o-tesão não-saciáveis de uma vez por todas. Esse “quero mais” é o fluxo do e para o outro desejável (nomeia-se abulia a ausência de vontade, a perda total ou parcial de ânimo, o estado de apatia generalizada não-salutar). Somado a isso tudo existe ainda o outro envolvente (ou cativante), aquele que não é convidado, que não se espera e, mesmo assim, se aproxima, se encosta, vai ficando e, de repente, quando se percebe, já se incluiu e foi incluído.</p>
<p style="text-align:justify;">Não precisamos fazer nenhum salto hipotético para concebermos que os vínculos que podem acontecer entre humanos (vínculos intraespecíficos), podem acontecer também (e acontecem) entre outros seres (vínculos interespecíficos). E falo disso para além dos casos de ‘meninos selvagens’ constantes da literatura científica.</p>
<p style="text-align:justify;">Os vínculos criados não são exclusivos de ocorrer entre ‘tratador’ e ‘tratado’. Os vínculos são criáveis entre outros para além dessa relação inicial e imprescindível. O ser humano não possui um quantitativo de elos possíveis de realizar-se tampouco um sensor de discriminação de possíveis elos responsável por distinguir “o joio do trigo”, quem merece de quem não merece sua atenção. Os círculos de confiança e relação são expansíveis e com frequência se expandem. De modo natural, no fluxo fácil do desenvolver-se, o ser em humanização (em realização), vai-se “elando” (criando elos e elações — “elevações de espírito, excitações emotivas”).</p>
<p style="text-align:justify;">Aliamo-nos, afinamo-nos e fidelizamo-nos, e nossas alianças, afinidades e fidelidades não são restritivas, mas o justo contrário: são abertas e renováveis, provocantes e rizomáticas (“polifrontais”). Aliamo-nos, afinamo-nos e fidelizamo-nos, teórica e naturalmente, com qualquer ser, humano ou não.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>2.3. O mundo em experiência</em></p>
<p style="text-align:justify;">Toda criança tem ânsia de totalidade e não lhe basta ver, quer pegar, cheirar, lamber, comer, integrar. À medida que crescem, as crianças (imagino não apenas as de tradição judaico-cristã ocidental) tomam o “mundo inteiro” (aquelas porções que lhe são imediatas) em experimentação. Desde que o “novinho humano” apercebe-se de um “objeto” qualquer, se empenha para com ele. Toca nos pedriscos, arranca flores, aperta o bichinho, agarra o colega.</p>
<p style="text-align:justify;">Todo o mundo o encanta (“gente, bicho e planta”), mas em especial, os que lhe provocam, os que não se passivam, os que se mexem e reclamam soltura, (gente e bicho, portanto). Uma folha de árvore por mais colorida, macia, cheirosa e ricamente sinestesiante (devido todas as sensações capaz de provocar), logo se torna monótona e desinteressante aos olhos da criança. O maior detentor de atenções é o explicitamente vivo, o ativo, o autônomo prático, o que mexe, vira, pula, grita, chora. Esse sim se torna um desafio e tanto. Com esse, o novinho humano trata de vincular-se mais porque se parece consigo, responde aos seus “implicos”, reage aos seus ditames. Provoca-lhe em sua humanidade em ativação.</p>
<p style="text-align:justify;">O toque, o enlace e o amasso são alguns dos elementos básicos da infância. As crianças não vibram e clamam por um animalzinho quando este se encontra em seu campo de visão? Não brincam com ele e o tomam no colo, perigosamente, inclusive, para a manutenção da vida de qualquer um dos dois? Isso se pode explicar, a meu ver, pelo egocentrismo inicial (“o mundo sou eu”) ou pelo desejo “pan-elacionista” (de elar-se — criar elos — com tudo) que aos poucos se vão amestrando e dando o imaturo a habilitar-se a humano (quando, à medida que consegue operar com o que lhe é ensinado, lhe aceitam como membro da família, comunidade, etc.).<br />
<em><br />
2.4. A estima entre “mesmos-orgânicos”</em></p>
<p style="text-align:justify;">A criança se afina com os animais porque deles se sente igual (como animais que todos somos), porque ainda não assimilou o antropocentrismo que vige o mundo adulto (muito embora já esteja a assimilar, devido a educação a que se vê obrigada). Ela brinca com os bichos como quem brinca com outras crianças, ela papeia com eles (ou tão-somente chia e balbucia) e os toca e abraça. Ela se amiga dum animalzinho e pede aos pais ou responsáveis que lhe permitam levá-lo para casa. Ela se cerca dele, rindo e felicitando-se profundamente. Chora sua morte, sua fuga ou sua retirada. Também briga e discute com ele. Relaciona-se de igual para igual.</p>
<p style="text-align:justify;">O “amor” por animais começa cedo em cada um de nós como decorrência natural do próprio humanizar-se: identificar-se, elar-se e fidelizar-se a todo aquele que lhe partilha a característica da senciência. Somente desse modo, tornamo-nos “humanos” para com todos os humanos porque somente quando assumimos essa característica como o que conta para a integração à comunidade moral (quem têm direitos) é que nos irmanamos a todos os humanos. Abrindo-nos a todos os humanos, abrimo-nos, por tabela, a todos os animais sencientes. É no mesmo tecido moral que se costuram os direitos de humanos e animais e, mais que isso, apenas se os critérios adotados para a atribuição de direitos aos animais forem aceitos (sensibilidade e consciência de si) é que se podem legitimar os direitos humanos, evitando critérios excludentes como linguagem e racionalidade ou capacidade de reivindicar direitos. (REGAN apud OLIVEIRA, 2004, p.285).</p>
<p style="text-align:justify;">No processo do “naturalmente humanizar-se”, ‘humano’ não é diferido de ‘animal’. Somos todos “mesmos-orgânicos” (igualmente orgânicos, corpóreos, autônomos práticos, sencientes). Somos igualmente sensíveis à dor, ao prazer, à tristeza e à felicidade e assim nos entendemos quando criança porque ainda não antropocentrados e assim sentir-nos-íamos, quando adultos, caso o programa de antropocentrização não funcionasse conosco. O natural é a ética senciocêntrica vingar pois ela é lógica e diretamente aplicável às experiências que preenchem nossos dias desde a infância.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><br />
3. O HUMANO ARTIFICIAL</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A sensibilidade é o que há de mais natural no ser humano e o que primeiro e certeiramente se manifesta. A racionalidade e a linguagem vão nascendo, progressivamente, em “humanos paradigmáticos”. Devemos lembrar daqueles cujas características os tornam diferentes do que se concebe como “humano típico” (crianças pequenas, portadores de necessidades especiais, indivíduos com comprometimentos psicológicos, etc.) e, apesar disso, não se cogita a possibilidade de excluí-los do âmbito das nossas considerações morais, muito pelo contrário, a eles é devotado um cuidado todo especial.</p>
<p style="text-align:justify;">Naturalmente, o ser humano vai, desde criança, se filiando e vinculando aos animais (tanto quanto aos humanos), vai lhes partilhando vivências e graças. Entretanto, aos poucos, o que é vínculo geral (entre “iguais”, apesar da espécie) torna-se vínculo particular (entre “iguais”, dentro da espécie). O antropocentrismo vai-se construindo e fixando por intermédio do “culto humano”, do adestramento a ser humano que se arroga a coroa da Evolução/Criação. Desse modo, quem era amigo (o animal), naturalmente amigo, sensivelmente amigo, logicamente amigo é transformado em alimento, tradicionalmente alimento, costumeiramente alimento, convenientemente alimento.</p>
<p style="text-align:justify;">A criança no meio rural brinca com a “cocó” (galinha) em uma hora e, em outra, a come (lhe é dado de comer). Destarte, a criança vai naturalizando o que não é natural; a criança vai internalizando o que lhe é externo; ela vai concebendo como cabível o que não traz em si, o que não sabe nem sente per se. Ela aos poucos não mais vê problema nisso e vai rompendo os vínculos que naturalmente se construíram entre ela e seus amigos animais “iguais”. Comer animais traveste-se, dessa maneira, de ato certo, bom e natural. Rompendo com o que traz consigo, naturalmente em seu íntimo, o ser humano torna-se homem artificial.</p>
<p style="text-align:justify;">Se não fossem desatados pela educação (artificialização), os elos que se fazem entre ela e seus amigos animais, não precisaria ser dito à criança “não se deve comer carne” porque comer carne não seria nem mesmo uma hipótese credível de consideração. “Como poderia sequer pensar em alimentar-me de quem me é amigo?” proclamariam as crianças não-antropocêntricas crescidas. Entretanto, o que traz consigo em seu íntimo (o vínculo fácil e farto com animais), não é permitido consolidar-se e por isso entra em óbito (mortificação, esquecimento), ou antes, em hipostenia (debilitação, silenciamento).<br />
<strong><br />
4. OS SINAIS DA NATUREZA ROUBADA</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>4.1. Os rompantes de vínculo</em></p>
<p style="text-align:justify;">Agora, deixemos nossa criança genérica e chamemos, para ilustrar o que se pretende afirmar, um pequeno camponês (caso real) que planta sua horta e cria seus animais para a subsistência própria e de sua família. Talvez seja esse um bom exemplo para aprofundarmos o debate acerca dos sinais do “homem natural” que restam em cada um apesar da artificialidade do “homem antropocêntrico” implantado e dominante em nós.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse homem simples do meio rural cria um porco por vez no chiqueiro para servir de provimento de carne tão logo o peso dele denuncie maturidade e a hora do abate. A ocasião é sempre de uma grande festividade: Natal, Páscoa, aniversário, casamento, etc.</p>
<p style="text-align:justify;">É sempre o velho senhor que se encarrega da criação do porquinho, alimenta-o e dessedenta-o, e, naturalmente, tanto por descuido (outro envolvente) quanto por vontade (outro desejável), dá vazão ao que carrega em si: a precisão, a querença e a potência de vínculo.</p>
<p style="text-align:justify;">O porquinho tem seu próprio nome. O velho senhor brinca e conversa com ele, acarinha-o, traz relva macia, trata-o com zelo como faz a um ente especial. O tempo vai passando e o porquinho crescendo e engordando, do mesmo modo que a amizade que une senhor e animal. O velho homem se apega cada vez mais burlando o prescrito pela sociedade. No entanto, a amizade, “nascida de enxerida”, “bobageira infantil”, conforme dizem os “homens” já formados (leia-se antropocentrados), não deve nem pode prosseguir.</p>
<p style="text-align:justify;">Perguntam ao velho senhor como vai ser na hora do abate do animal, ele desconversa querendo não pensar nisso, não adiantar o passo… mas acaba soltando: “Vou pra cidade no dia… e volto bêbado!” Deixará o encargo de matar o bicho a outrem. Não seria capaz de fazê-lo. Seria traição. “Torna-te eternamente responsável por aquilo que cativas” diz Saint-Exupéry. O velho campônio sabe disso e sente assim também.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse é apenas um caso representativo de inumeráveis outros, facilmente registráveis. Basta conversar com quem vive cercado de animais tratando-os, mesmo que para fins comerciais, mas, especialmente, em situações de criação de subsistência. Orelha-torta, Manchada, Cotó, Perna-preta, Manquinho… todos animais que fazem dos humanos seus amigos, os conquistam o coração e os tiram a coragem e a vontade de matar-lhes.</p>
<p style="text-align:justify;">A amizade sempre pega. No entanto, não de enxerida que é, mas de natural (imanente) e desejosa (transcendente) e ela só não se realiza quando, apesar de todos seus esforços (e pode acreditar que ela é fera nisso) o homem teima em matá-la em si. Em alguns casos, mortifica-se o “amigar” até um ponto que conforme se diz, não mais seja possível deixá-lo renascer — o homem artificial total (há que se refletir sobre essa suposta irreversibilidade).</p>
<p style="text-align:justify;">Quem trabalha em fazendas industriais de criação de animais, em abatedouros e frigoríficos já se dessensibilizou por completo, ou está em vias disso. Já deixou (foi preciso deixar) morrer em si esse lastro natural que lhe acompanha desde que se fez gente. Os vínculos são naturalmente “vínculos gerais”, entre “iguais” apesar da espécie; socialmente é que eles assumem o tipo “vínculos particulares”, socialmente é que se internaliza o especismo (forma discriminatória pela qual seres humanos tratam seres de outras espécies animais como se estes existissem exclusivamente para servir aos interesses daqueles).</p>
<p style="text-align:justify;">Não pretendo aqui fazer juízo de valor (não tenho esse poder) sobre quem mata animais e/ou se alimenta com seus restos, até porque, conforme se sabe, a maciça maioria dos trabalhadores (de fazendas de criação intensiva, de abatedouros e frigoríficos, inclusive) não tem outra opção de trabalho (a exploração de animais e a exploração humana são faces da mesma realidade) e desde criança são educados para acharem natural e normal esses ofícios e essa dieta. Vivem imersos na artificialidade (antinaturalidade) do homem que é explorado e que explora — a naturalização da exploração.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>4.2. O esquecimento forçado</em></p>
<p style="text-align:justify;">Outro caso que pode ser trazido aqui é o das pessoas que não suportam matar ou sequer ver matar um animal porque, caso contrário, conforme elas mesmas afirmam, deixariam de ter coragem de comer carne. Isso só pode fazer-nos pensar numa coisa. Não se quer ver porque, caso contrário, a sua visão traria a realidade conhecida e que se tenta, forçosamente, esquecer (só se tenta esquecer o que se sabe). As pessoas esforçam-se continuamente nessa empreitada. Há ainda o caso dos que fazem isso por outros, por exemplo, pais que pensando fazer o “bem”, não dizem a verdade da carne: o que ela é, de onde ela vem, como é “produzida”.</p>
<p style="text-align:justify;">Não são nacos de carne que estão aí para o deleite e a (suposta) saúde dos seres humanos, mas CORTES, PEDAÇOS arrancados de seres com os quais anteriormente compartilhava a vida (cadáveres, portanto). Isso é o que se mascara (tenta mascarar) e se ativamente esquece (tenta esquecer). No entanto, não importa em quantas partes foi cortado, nem de quais modos foi preparado, é sempre um corpo morto, um corpo drenado de vida o que está aí.</p>
<p style="text-align:justify;">“A carne não existe” no sentido de que sua verdade é “maquiada”. A existência da carne depende de condições bem controladas, é um artifício, uma invenção, uma simulação, uma encenação. Basta lembrar das embalagens dos produtos de origem animal: nelas aparecem “vaquinhas felizes”, “frangos sorridentes”, etc., todas imagens de uma realidade fictícia, carregadas de um “romantismo rural”. A “carne” depende, para continuar a existir, de um processo ativo de rompimento com o que se sabe e sente. Depende da exploração e da morte explícitas de animais cujas sensibilidade e autenticidade dos sentimentos são conhecidas. “Como podemos provar que os animais sentem dor e prazer?” Poderiam perguntar. Ora, a mesma pergunta pode ser feita para questionar como sabemos que outro humano sente dor. Se nunca sentimos a dor do outro, como sabermos se ela é real? A ciência comprova que se um ser possui um sistema nervoso central e um cérebro este ser não somente sente dor como também é ciente dessa dor. “Além do mais, todos sabemos que quando se chuta um cão, ele late; quando se marca um cavalo a ferro quente, ele grita e faz expressões faciais demonstrando sua agonia e quando se mata um porco, ele grita e se debate. Animais não são meras máquinas que respondem com gritos artificiais por ajuda, muito pelo contrário, eles são capazes de sofrer e têm uma vida rica em emoções e sentimentos, que são mais sinceros que os dos humanos.” (SOCIEDADE MUNDO VEGAN. Dúvidas frequentes, respostas coerentes.)</p>
<p style="text-align:justify;">O ato de comer carne passa pela transformação de animais em carne o que, por sua vez, depende do inebriamento da ‘natureza humana’, qual seja, sensibilizar-se, apegar-se, fidelizar-se, irmanar-se. Somente matando em si os naturais elos e desejos de bemquerença para com os animais é que se pode reduzi-los a um monte de carne e se consegue comê-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">A sugestão de que cada qual cace e prepare o animal para alimentar-se dele causa repulsa à maioria das pessoas. Fuga, defesa, luta, choro, sangue é o que se vê em caçadas e abates de animais. Não creia que se perde a vida por entrega. Não há resignação da parte deles. É somente depois de um embate desesperado por manter-se vivo que a vida se lhes é roubada de seus condenados corpos.</p>
<p style="text-align:justify;">Entretanto, não é isso que se encontra nos supermercados e não é isso que as pessoas querem saber. Elas se auto-infligem a ilusão da “vaquinha feliz”, da “galinha poedeira”, do “porquinho asseado”, da “lida gentil”, da “morte humanitária”, da “colheita da carne” como se colhe um fruto maduro do pé, sem traumas, sem gritos, sem dor, nem sangue. “Doce ilusão”.</p>
<p style="text-align:justify;">“O ato de matar um animal é, em si, perturbador. Dizem que, se tivéssemos que matar nossa própria ‘carne’, seríamos todos vegetarianos. Com certeza, muitas poucas pessoas já visitaram um abatedouro e filmes que mostram o interior dos mesmos não são populares na TV. As pessoas esperam que a carne que compram venha de um animal que morreu sem dor. Mas eles não querem saber da verdade.” (trecho do documentário Terráqueos). Uma pergunta provocante aos que se alimentam de “carne limpa” (comprada) pode ser aqui reproduzida: “se você não tem coragem de matar, por que tem coragem de comer?”.<br />
<strong><br />
5. CONCLUINDO</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Não propus a discussão da evolução da espécie humana e do papel que o consumo de carne, eventualmente, tenha desempenhado nesse processo e sim da “natureza atual e local” do ser humano e do que diz respeito, em maior ou menor grau, às experiências de cada um de nós, desde a infância. Também não se trata de eleger culpados uma vez que as causas dos jeitos-de-ser do Hoje estão deveras emaranhadas no Ontem. Não se pode mudar o passado. E o presente não pode sê-lo de uma tacada só. PODEMOS pensar o presente e DEVEMOS projetar um futuro mais honesto às “sementes” trazidas no âmago do “homem natural médio de hoje”.</p>
<p style="text-align:justify;">Talvez a realidade não se preste a acabados pensamentos e teorizações reducionistas tais como as que se passam aqui, mas julguei por bem arriscar-me a lançar essas palavras à folha com o fito de apresentar um contradiscurso mais que a tempo (se há quem defenda a ‘naturalidade’ do ato de comer carne, defendo a ‘antinaturalidade’ desse mesmo ato), até porque, se o Real é superior à capacidade de dele acercar-se por uma única via (explicação una), melhor provocarmos a proliferação de “altervisões” e explicações dissidentes, não nos contentando com o batido.</p>
<p style="text-align:justify;">Crianças que se filiam aos animais, criadores que se apegam às suas criações e consumidores que precisam se iludir para manter seus hábitos e confortos me parecem indícios importantes que não podem nem devem ser negligenciados. Esses são sinais que nos dizem alguma coisa. Não é natural o que se precisa forçar mediante o mascaramento da realidade ou a mortificação de tendências. Não é natural o que imprescinde de conformação e consolidação contínuas. ‘Natureza’ que se mantêm por mentiras e omissões não é natureza, é forjamento.</p>
<p style="text-align:justify;">Trazemos conosco, desde a infância, o apreço aos animais de modo que torná-los objetos, meios para fins de qualquer ordem não pode ser chamado natural. Natural é seu oposto: o modo-de-vida vegetariano estrito (vegano) que reconhece os animais como fins-em-si-mesmos tanto quanto você e eu o somos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Allan Menegassi Zocolotto</strong></p>
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<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://reinovegetal.wordpress.com/2009/10/25/247/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 23:49:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vanessa Mazza Furquim</dc:creator>
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<title><![CDATA[Cyberativismo pela manutenção do Código Ambiental do RS]]></title>
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<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 19:02:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>ONG Cea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Vote não à PL 154, pela manutenção do Código Ambiental do RS Companheirada Tendo em vista que o PL 1]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Vote não à PL 154, pela manutenção do Código Ambiental do RS Companheirada Tendo em vista que o PL 1]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Reino Unido apresenta mapa sobre impacto global do aquecimento]]></title>
<link>http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/2009/10/22/reino-unido-apresenta-mapa-sobre-impacto-global-do-aquecimento/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 23:00:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>ONG Cea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mapping the impacts Informação interessante para quem está acompanhando os debates acerca daConferên]]></description>
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<title><![CDATA[]]></title>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 21:21:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vanessa Mazza Furquim</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter" title="Vegana por amor aos animais" src="http://veganaporamoraosanimais.blog.terra.com.br/files/2009/10/18.jpg" alt="" width="314" height="295" /></p>
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<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://reinovegetal.wordpress.com/2009/10/15/246/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 23:48:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vanessa Mazza Furquim</dc:creator>
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