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	<title>distancia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/distancia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "distancia"</description>
	<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 04:56:33 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[I hate you so much it makes me sick, It even makes me rhyme]]></title>
<link>http://ziario.wordpress.com/2009/11/30/i-hate-when-you-lie-and/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 15:20:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Iara</dc:creator>
<guid>http://ziario.wordpress.com/2009/11/30/i-hate-when-you-lie-and/</guid>
<description><![CDATA[I hate the way you talk to me[...] I hate it when you stare. [...]and the way you read my mind. I ha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ywKy3MxtXl8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/ywKy3MxtXl8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style="color:#000000;">I hate the way you talk to me[...]<br />
I hate it when you stare.<br />
[...]and the way you read my mind.<br />
<strong>I hate you so much it makes me sick. It even makes me rhyme.</strong><br />
I hate it ,I hate the way you&#8217;re always right<br />
<span style="color:#000000;"><strong>I hate it when you lie.<br />
</strong>I hate it when you make me laugh,<strong> even worse when you make me cry.</strong><br />
<strong>I hate it when you&#8217;re not around</strong> and the fact that you didn&#8217;t call.<br />
<strong>But mostly I hate the way I don&#8217;t hate you, not even close, not even a little bit, not even at all.</strong></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A distancia]]></title>
<link>http://fh3r.wordpress.com/2009/11/30/a-distancia/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 05:14:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>fh3r</dc:creator>
<guid>http://fh3r.wordpress.com/2009/11/30/a-distancia/</guid>
<description><![CDATA[Te vi llegar, desde lo lejos, pude  percibir tu encanto en un segundo, tu mirada congelo  mi alma, m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Te vi llegar, desde lo lejos,</p>
<p>pude  percibir tu encanto en un segundo,</p>
<p>tu mirada congelo  mi alma,</p>
<p>mi corazòn se excitaba,</p>
<p>y yo , yo  solo miraba.</p>
<p>En tu  pasar  marcaste mi vida ,</p>
<p>la que apenas  entendia y ahora  dolia ,</p>
<p>aqui te  escribo lo que  mi corazòn  sufre ,</p>
<p>lo que te llora mi alma  y  lo que tal vez nunca leas.</p>
<p>Una vez le vi llorar y pregunte que  tienes?,</p>
<p>estoy bien , contestaste ,</p>
<p>ahora lloro  yo y aun que no preguntes  y no fuera tu intenciòn , me enamoraste.</p>
<p>Me parece lastimoso ver  correr el tiempo,<br />
los dias  se tornan hirientes , y los segundos quieren acabar con mi vida,<br />
no quiero enamorarme nunca mas, nunca.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Odisseia de domingo]]></title>
<link>http://minhasrealidades.wordpress.com/2009/11/29/odisseia-de-domingo/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 01:16:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>guilherme1118</dc:creator>
<guid>http://minhasrealidades.wordpress.com/2009/11/29/odisseia-de-domingo/</guid>
<description><![CDATA[Hoje, mesmo cansado, inaugurarei uma nova seção aqui no blog: &#8220;Relatos&#8221;. Contarei alguma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Hoje, mesmo cansado, inaugurarei uma nova seção aqui no blog: &#8220;Relatos&#8221;. Contarei alguma]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Un universo de 6.000 años de antigüedad]]></title>
<link>http://oldearth.wordpress.com/2009/11/29/un-universo-de-6-000-anos-de-antiguedad/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 16:47:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Manuel</dc:creator>
<guid>http://oldearth.wordpress.com/2009/11/29/un-universo-de-6-000-anos-de-antiguedad/</guid>
<description><![CDATA[A estas alturas del siglo XXI sabemos muchas cosas acerca del universo, aunque también hay muchas ot]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A estas alturas del siglo XXI sabemos muchas cosas acerca del universo, aunque también hay muchas ot]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A chave]]></title>
<link>http://essipercipi.wordpress.com/2009/11/29/a-chave/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 15:23:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Dearo</dc:creator>
<guid>http://essipercipi.wordpress.com/2009/11/29/a-chave/</guid>
<description><![CDATA[Trouxeste a chave? Era isso que perguntaria, talvez, se gostasse de poesia e mais ainda de aplicá-la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Trouxeste a chave?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Era isso que perguntaria, talvez, se gostasse de poesia e mais ainda de aplicá-la nas palavras de seu cotidiano, de literalizar as palavras que poderiam sair e soar simples, mas provocativas e loucas e peculiares se vindas do que se passava oculto e particular em sua mente abastecida pelo que lera ontem, anteontem e em outros esparsos dias. E era isso que perguntaria se fosse também de uma objetividade e crueza incomum e destoante de qualquer momento que requeresse meias-palavras, intencionalidades e indiretas. Mas nunca nem mesmo lhe perguntara se gostava de poesia, talvez arriscasse que sim, mais por saber que de certa forma o rótulo de intelectual e ávida leitora lhe caía bem, mas também porque uma vez viu-lhe um sorriso no rosto enquanto falava de poesia, enquanto colocava eu, poesia, e escrever em sintonia numa mesma frase, revelando prontamente, sem pensar muito na conseqüência e nas impressões subseqüentes de tal exposição, que era um poeta, preguiçoso também, pois dissera na ocasião que poesia era coisa de escritor preguiçoso.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Mas ela nunca lhe falara Trouxeste a chave?, aliás, nunca lhe dissera muita coisa, muita coisa muito mais urgente e útil e reveladora, mas sim lhe dissera muito mais, talvez significando a mesma coisa, mas em forma de silêncio omissão recusa espera não-ato. Já tinha sido clara, apesar de às vezes insistir pra se enganar que na verdade era o contrário, que nunca tinha uma resposta e ela lhe era confusa e indecisa e misteriosa. Fora clara no silêncio, no silêncio de nada a declarar simplesmente porque aquilo que dissera nada lhe dizia nem nada lhe significava, mas também no silêncio conseqüente de outro silêncio, do nada que lhe foi dito, do que não lhe foi dito, a reticência pela espera do que deveria ter sido lhe dito mas nunca chegou a ser.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Também havia clareza na omissão, na ignorância do que quer que fosse, porque aquilo simplesmente não lhe interessava nem poderia lhe interessar mesmo que lhe fosse prometida uma mudança radical, então a omissão era a recusa de ser alguma coisa, de falar alguma coisa e agir e pensar e tudo aquilo colocar significados e sentidos onde nunca havia tido significado e sentido e onde nunca poderia haver tais: era preciso cautela com as palavras. Cautela que lhe era pouca e às vezes inexistente, pois se cautela com palavras, econômicas e medidas, nada disso em gestos e comunicação física, sempre tão confusa e ambígua e provocadora dos sempre mais grandiosos e dramáticos mal-entendidos, nos olhares, nos sorrisos, no que as mãos faziam, no para onde os cabelos se movimentavam e provocavam.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Mas também a tentativa dupla e contraditória de colocar e evitar tais significados e sentidos pelo não-ato, pelo ato que se evidenciava mas não se consumava, pelo ato-protesto de não fazer nada como tentativa de provocar alguma ação, tudo pasteurizado numa espera que terminou sem ter visto o fim, simplesmente por ser banal e desperdiçada, por nada ter acontecido justamente porque se esperava que algo acontecesse, porque se esperava que a conseqüência viesse antes da ação e não ver que a conseqüência, pós-ato, na verdade era o pré-ato, era o que deveria ser primordialmente considerado, mas que se transformava em pensamentos e sonhos e abobalhações imaturas e retidas no passado e no que deveria ter sido e não foi.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">E tudo confluía naquele momento, às tantas da madrugada, um tanto distante da realidade negra, quente com vento e solitária e depressiva do lado de fora. Tudo confluía nos olhares furtivos e distantes, de um corpo posto à distância justamente para observar e não ser observado, para apagar a linha da direção de seu olhar e poder olhar e pensar e refletir sem demonstrar que ali parado estava a fazer justamente isso, perdido e abobado diante de tal visão, visão que ignorava tal gesto e distância e que estava a ser olhada e que continuava a fazer o que fazia, fosse o que fosse. Mas era também uma distância que só poderia ser exatamente aquilo que era, não poderia ser diferente, só poderia ser uma distância e continuar a ser tal porque a recusa e a eterna espera e a omissão continuavam ali, a compor uma barreira, se consumavam e delineavam exatamente o que ali se via: tal cena de um lado, a viver o seu momento e a rir e a conversar, e o gesto impassível de observar do outro, com uma grande distância no meio.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">E durante tais horas foi essa a distância que se postou entre eles, uma barreira que não podia ser transposta, uma porta que não podia ser destrancada. Era um jogo de derrota, que há muito tempo parecia ter chegado ao fim, com uma derrota como desfecho, mas que não terminara, não cessara de percorrer e trespassar cada minuto e cada gesto, cada olhar e cada ação, cada momento junto e cada momento afastado. Ali, distante, a observar, entre momento e outro de breve, rasa e efêmera confluência, composto por talvez uma conversa e alguns sorrisos e alguns olhares que tudo ou nada poderiam significar – novamente a questão da sensível colocação de significados e sentidos –, somente um grande silêncio dava conta de reconfortar e colocar tudo no lugar. Um grande silêncio em meio a um grande caos de vozes e risos e samba, todo o redor com samba e festa, mas a impossibilidade de se ouvir e se entender qualquer coisa quando o olhar era justamente para lá direcionado, com ela e ele e tal momento como o foco, o que se estava tanto a observar afinal.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Sim, o silêncio criado pelo simples não-entendimento, pela impossibilidade de se chegar mais perto, aliás, pela falta de permissão para se chegar mais perto, o suficiente para ouvir e falar, entender. Porque já não havia permissão e brecha, por mais reconfortante e animador que fosse desejar e sonhar o contrário, e que se algum dia houvera tal permissão e brecha, e muito provavelmente houvera, agora, já há algum bom tempo, aliás, mas principalmente naquele momento, já não havia mais. Todos postos distantes, incapazes e impotentes diante do que se consumava aos olhos, em meio a tanto barulho e tantas vozes e tanta música doce e animada e que embalava pra dançar, potentes somente para observar e falar coisas sem nexo e inaudíveis, fingir não se importar e ir lá ver outra coisa, arriscar uma dança, mas sempre sabendo que, ali, talvez às sua costas, talvez à sua direita ou esquerda, algo está acontecendo, algo inexplicável e sem entendimento, inalcançável e que não lhe é de seu pertencimento, algo que lhe ocorre e passa e acontece sem importar-se com sua existência, sem necessitar de sua aprovação ou aval ou consentimento ou compreensão.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">E pela rua das quatro da manhã, onde a escuridão já não é mais total, também ainda não há luz, mas somente o leve frio e o vento e alguns pássaros que dão o tom do fim-de-noite que já se anuncia e se despede e logo vem a silenciosa e vagarosa manhã, fica-se apenas o burburinho de pessoas que necessitam falar, que necessitam expelir som, não estão satisfeitas com o que o silêncio pode dizer. E vão se todas, caóticas e frenéticas para um lado, entre pensamentos contidos e falas abruptas, enquanto para o outro lado, vai-se o silêncio.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O silêncio que tudo diz, mas vai silencioso e vagaroso, a cada passo diminuindo, cada vez mais longe, cada vez mais em silêncio, mais inalcançável. E menos entendimento, mais impossibilidade, a distância física que já é grande e uma ainda mais distância etérea, que se consome em cada passo na direção contrária, no contrário de todos os outros, que já se vai, irresoluta, definitiva, resolvida, já ignora todo o resto e vai-se fechada, auto-suficiente, contanto segredos, na verdade bem escancarados, mas um enigma para todos os outros. Um nada misterioso e dispendioso para quem se vai, para o outro lado, caótico e confuso, atado ao barulho e aos outros e à confusão, mas uma existência clara e marcante e barulhenta para quem para e observa, sem nada ver e ouvir, o que se está ali indo embora, compasso risos palavras olhares passos expressão tato, mas um grande silêncio e meio-tom, que por um momento o leva a pensar que na verdade se está ali, adiante, já distante, a andar ao seu lado e a ouvir e a sentir, que os passos são seus, as palavras são suas, mas que logo tudo novamente se cala e se projeta no corpo inerte que observa de um lado e é impulsionado a outro, às quatro e tanto da manhã com leve vento de melancolia.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eu perco o chão, eu não acho as palavras]]></title>
<link>http://ziario.wordpress.com/2009/11/29/eu-perco-o-chao-eu-nao-acho-as-palavras/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 15:19:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Iara</dc:creator>
<guid>http://ziario.wordpress.com/2009/11/29/eu-perco-o-chao-eu-nao-acho-as-palavras/</guid>
<description><![CDATA[Eu perco o chão, eu não acho as palavras Eu ando tão triste, eu ando pela sala Eu perco a hora, eu c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/7EsMiH2Y9G4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/7EsMiH2Y9G4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style="color:#000000;">Eu perco o chão, eu não acho as palavras<br />
Eu ando tão triste, eu ando pela sala<br />
Eu perco a hora, eu chego no fim<br />
Eu deixo a porta aberta<br />
Eu não moro mais em mim</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Eu perco a chaves de casa<br />
Eu perco o freio<br />
Estou em milhares de cacos, eu estou ao meio</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Onde será que você está agora?</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Eu perco a chaves de casa<br />
Eu perco o freio<br />
Estou em milhares de cacos, eu estou ao meio</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Onde será que você está agora?</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma grande vantagem de ser um atirador de elite...]]></title>
<link>http://kasadojoao.wordpress.com/2009/11/28/uma-grande-vantagem-de-ser-um-atirador-de-elite/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 14:59:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Neto</dc:creator>
<guid>http://kasadojoao.wordpress.com/2009/11/28/uma-grande-vantagem-de-ser-um-atirador-de-elite/</guid>
<description><![CDATA[Urinar a dois metros de distância é o sonho de qualquer homem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_4343" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://kasadojoao.wordpress.com/files/2009/11/01214.jpg"><img class="size-full wp-image-4343" title="01214" src="http://kasadojoao.wordpress.com/files/2009/11/01214.jpg" alt="" width="450" height="343" /></a><p class="wp-caption-text">Urinar a dois metros de distância é o sonho de qualquer homem</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agujas de tiempo]]></title>
<link>http://trendeotonyo.wordpress.com/2009/11/26/agujas-de-tiempo/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 11:59:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pedro Ferreira</dc:creator>
<guid>http://trendeotonyo.wordpress.com/2009/11/26/agujas-de-tiempo/</guid>
<description><![CDATA[“Se caerá, sin abrir, la primavera”, Juan Ramón Jiménez Las agujas del tiempo se clavan en mi carne,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[“Se caerá, sin abrir, la primavera”, Juan Ramón Jiménez Las agujas del tiempo se clavan en mi carne,]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Virou sapo]]></title>
<link>http://amelhordasintencoes.wordpress.com/2009/11/26/virou-sapo/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 02:13:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciana Sabbag</dc:creator>
<guid>http://amelhordasintencoes.wordpress.com/2009/11/26/virou-sapo/</guid>
<description><![CDATA[Eu e o Marcelo* nos conhecemos em uma comunidade do Orkut, que falava sobre teatro. Criei um tópico ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://amelhordasintencoes.wordpress.com/quem"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-16" title="Luciana Sabbag" src="http://amelhordasintencoes.wordpress.com/files/2009/06/luciana.jpg?w=150" alt="" width="105" height="105" /></a>Eu e o Marcelo* nos conhecemos em uma comunidade do Orkut, que falava sobre teatro. Criei um tópico sobre um teste de uma peça que eu estava fazendo, para a qual procurávamos atores exatamente do &#8220;tipo&#8221; dele. Trocamos contato, conversamos sobre o texto&#8230; Achei o bofe simpaticíssimo, com ótima articulação, linda voz, além de muito bonito nas fotos. Só que havia um problema: eu e o resto do elenco éramos de São Paulo enquanto ele, do Rio de Janeiro. Marcelo afirmou que isso não era um obstáculo e que ele poderia muito bem morar em &#8220;Sampa&#8221; &#8212; inclusive, já tinha morado por um tempo.</p>
<p>O diretor da peça achou que Marcelo era muito velho para o personagem (um garoto de vinte e poucos anos), já que tinha mais de trinta. Por isso, Marcelo acabou nem participando do teste. Ainda assim, mantivemos contato: nos falávamos quase todos os dias por MSN e ele me ligava umas três vezes por semana.</p>
<p>Depois de alguns meses, acabei me apaixonando. E ele também. Começaram as ligações melosas, os planos, as declarações, os corações disparados&#8230;</p>
<p>Já que eu visito o Rio de Janeiro constantemente, resolvi viajar para conhecer o gato. Marcamos de nos encontrarmos em um restaurante na Barra da Tijuca. Cheguei antes (encontro assim, é melhor você ver o cara chegando, pra dar tempo de sair correndo se for o caso) e fiquei esperando pelo cara em uma mesinha do lado de fora.</p>
<p>Ele me ligou, dizendo que já tinha chegado e perguntou onde eu estava. Foi então que vi um cara de costas, falando ao celular. Fui em frente e dei uma cutucadinha nas costas dele. Quando Marcelo se virou, nos olhamos nos olhos, sorrimos e nos abraçamos muito forte. Fomos nos separar do abraço e ele me beijou.</p>
<p>Passamos o final de semana juntos, nos amando, nos curtindo e fazendo planos para o futuro.</p>
<p>Voltei para São Paulo e nossas conversas ficaram cada vez mais apaixonadas. Ele falava até em casamento. Falava em filhos, Brasil! Dizia que queria uma menininha que fosse a minha cara&#8230;</p>
<p>Foi tudo muito forte, muito intenso. Dias depois ele veio para São Paulo. Nos encontramos, ficamos juntos&#8230;</p>
<p>Quando começamos a namorar, começou o desentendimento. Ele achava que mandava em mim mesmo à distância, queria controlar todos os meus passos. Me vigiava na internet, perguntava quem era tal pessoa que tinha me deixado um &#8220;scrap&#8221;, brigava comigo por algum recado que deixei para alguma pessoa&#8230; As coisas começaram a ficar tensas. Mesmo assim, eu estava apaixonada &#8212; e cega.</p>
<p>Certa vez, ele veio para São Paulo e marcou de me buscar em casa às 21h. Era quase meia-noite e ele não tinha aparecido. Eu já estava preocupada. Liguei para o celular dele umas dez vezes e só chamava. Fiquei nervosa e fui me deitar. Lá pelas 2h da manhã ele me liga, dizendo que não podia atender o telefone e que eu não tinha respeito por ele. A desculpa era de que um amigo tinha passado mal e ele tivera de levá-lo ao hospital. Perguntei porque ele não tinha me avisado e começamos a discutir feio. Ele gritava comigo, dizendo que não tinha que me dar satisfação de nada, que estava indo para a minha casa e queria que eu estivesse pronta em dez minutos.</p>
<p>&#8211; Agora eu não vou sair mais! Já estou deitada!</p>
<p>&#8211; Vai sim!!! Vou te esperar na portaria!</p>
<p>&#8211; Não vou, Marcelo. Tá tarde!</p>
<p>Entre gritos e berros, desligamos o telefone.</p>
<p>Chorei, morri de ódio&#8230; Mas caí na realidade: com certeza, se tivéssemos discutido assim pessoalmente, ele teria me batido. Aí lembrei do quão estúpido ele era na cama. Aquilo não era só uma fantasia sexual masculina de &#8220;mandar&#8221; na mulher, não. Ele era MESMO um cara violento! Ainda bem que a máscara caiu logo. Eu achava o cara perfeito: romântico, educado, inteligente&#8230; Mas é porque eu não o conhecia de verdade.</p>
<p>Não nos falamos por três anos. Hoje, quando comecei a escrever esse post, ele me chamou no MSN (oi?). Falamos amenidades e eu inventei que estou namorando. Aproveitando a deixa, ele contou que se casou e que vai ser pai.</p>
<p>É&#8230; Ainda bem que não foi comigo!</p>
<p><a href="http://amelhordasintencoes.wordpress.com/quem"><strong><span style="color:#ff0000;">Lu</span></strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Toda forma de amor é valida.]]></title>
<link>http://isoca.wordpress.com/2009/11/25/toda-forma-de-amor-e-valida/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 01:43:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>isoca</dc:creator>
<guid>http://isoca.wordpress.com/2009/11/25/toda-forma-de-amor-e-valida/</guid>
<description><![CDATA[Eles estavam distantes, enquanto ela lia um livro e de repente lançava um olhar desfocado para o nad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eles estavam distantes, enquanto ela lia um livro e de repente lançava um olhar desfocado para o nada pensando nele, ele talvez estivesse rindo, ou falando ao telefone, ou mesmo pensando nela. Quem sabe enquanto ele bebia uma cerveja, ela tomava um banho cantando. Nem sempre estavam juntos, mas lutavam para isso e assim, os dois enfrentavam a distancia. </p>
<p>Eles eram ele x ele, havia quem dissesse que não daria certo, quem achasse pouca vergonha, piadas? Estas não cessavam. Mas o brilho no olhar um do outro, a forma que se ajudavam, a coragem que tinham, orgulhava seus amigos, cada qual tem sua forma de ser feliz. </p>
<p>(E assim se seguem mil exemplos)</p>
<p>&#8230;</p>
<p> Se houver brilho nos olhos, se após a nuvem na paixão desaparecer, os defeitos ficarem a mostra e forem aceitos, se nas dificuldades ao invés de brigarem derem as mãos, se taparem os ouvidos para  as maldades do mundo, é amor e vale a pena.</p>
<p> Porque quem ama pouco liga para o mundo, quem ama é sorridente, é mais bonito, quem ama é verdadeiro. É mais solidário, é mais humano, é mais batalhador, o amor é como se fosse um turbo, te impulsiona.</p>
<p> Existe a coragem, quem ama enfrenta o mundo, quem ama arrisca mais, não só no amor, em tudo! Quem ama cresce, o amor da fôlego, te leva para frente, cria idéias&#8230; E não te abandona quando tens pouco, porque quem ama sempre tem muito, o fato de estar junto é muito, se reerguer, construir, seguir, é conseqüência.</p>
<p> Sendo então o amor o sentimento mais nobre, ingênuo e quente ao mesmo tempo, quando verdadeiro, pouco importa o sexo, distancia, raça, situação financeira e não é ladainha de gente apaixonada não, quem ama (de verdade!) tem mais motivos para seguir em frente&#8230;</p>
<p> Qualquer forma, que gere um sentimento tão bonito, nobre e raro, é valida. Deve ser alimentada&#8230;</p>
<p><em> ‘Cuide bem do seu amor, seja quem for’</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em><span style="color:#ff0000;">O texto &#8216;Não mantém conversa&#8217; na versão pessoalmente, será postado na sequencia. Hoje quis postar esse&#8230;</span></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Renacer]]></title>
<link>http://mayidigital.wordpress.com/2009/11/24/renacer/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:16:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>mayidigital</dc:creator>
<guid>http://mayidigital.wordpress.com/2009/11/24/renacer/</guid>
<description><![CDATA[Ya no siento vacía el alma al ver las calles llenas de gente van y vienen sin pensar que les depara ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">Ya no siento vacía el alma al ver las calles llenas de gente</p>
<p style="text-align:center;">van y vienen sin pensar que les depara el mañana</p>
<p style="text-align:center;">Tristemente algunos de hoy no pasaran</p>
<p style="text-align:center;">O quizás sea fortuna para sus miserables vidas</p>
<p style="text-align:center;">no me interesa ya…</p>
<p style="text-align:center;">Vuelve el amanecer con un frio gélido que castiga mi cuerpo</p>
<p style="text-align:center;">pero mi alma se enciende y me da calor al pensar en el mañana</p>
<p style="text-align:center;">Vuelvo a hundirme en mis más profundos deseos</p>
<p style="text-align:center;">Ahí siempre te encuentro</p>
<p style="text-align:center;">No existe otra forma de vida en mi mundo</p>
<p style="text-align:center;">Mi pequeño planeta gira en torno a este universo de sensaciones</p>
<p style="text-align:center;">Y yo…</p>
<p style="text-align:center;">Yo ya no imagino otra forma de vida</p>
<p style="text-align:center;">Cae la noche y me encuentro con la esperanza arraigada en el pecho</p>
<p style="text-align:center;">Con el peso del cansancio del día a día</p>
<p style="text-align:center;">las piernas cansadas y la espalda adolorida</p>
<p style="text-align:center;">sin embargo, no quiero dormir</p>
<p style="text-align:center;">mi mente me obliga a pensar en este futuro que está naciendo</p>
<p style="text-align:center;">En esta sensación que hoy más que nunca me hace sentir viva</p>
<p style="text-align:center;">Dulce renacer que tanto me ha costado</p>
<p style="text-align:center;">y aun me castiga con el peso de las horas</p>
<p style="text-align:center;">encuentro significado ya a cada segundo,</p>
<p style="text-align:center;">cada minuto que pasa ya no me muestra tristeza</p>
<p style="text-align:center;">ya no me castiga …cada minuto se transforma en sabiduría</p>
<p style="text-align:center;">cada hora en una lección,</p>
<p style="text-align:center;">cada día es una batalla ganada</p>
<p style="text-align:center;">La vida me ha prometido mostrar todos los caminos que debo recorrer.</p>
<p><a href="http://mayidigital.wordpress.com/files/2009/11/csc_0041.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-34" title="Amanecer" src="http://mayidigital.wordpress.com/files/2009/11/csc_0041.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Anos Luz]]></title>
<link>http://labsweblog.wordpress.com/2009/11/23/anos-luz/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 15:47:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>veronicasilva</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Calcular a que distancia cae un rayo.]]></title>
<link>http://valgalaredundancia.wordpress.com/2009/11/23/calcular-la-distancia-a-la-que-cae-un-rayo/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 07:30:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>valgalaredundancia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Muchas veces cuando vemos caer un rayo nos surge la pregunta ¿a qué distancia de nosotros habrá “imp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Muchas veces cuando vemos caer un rayo nos surge la pregunta ¿a qué distancia de nosotros habrá “imp]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Vendo-a distanciar-se de mim]]></title>
<link>http://ziario.wordpress.com/2009/11/22/vendo-a-distanciar-se-de-mim/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 12:31:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Iara</dc:creator>
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<description><![CDATA[[...] E começou a afastar-se. Ficar ali, vendo-a distanciar-se de mim, tinha de ser a experiência ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000000;">[...] E começou a afastar-se. Ficar ali, vendo-a distanciar-se de mim, tinha de ser a experiência mais aterradora de minha vida. Precisei apelar para cada átomo de coragem, a fim de não correr atrás dela, agarrar-lhe o braço e suplicar que ficasse comigo. Somente a certeza de que, agindo assim, a afastaria completamente de mim fez com que me contivesse. Minha necessidade dela era devastadora. Como uma criança amedrontada, continuei parado, contemplando a única pessoa naquele mundo, aquela a quem mais queria, desaparecer de meu campo visual.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Pensamentos do personagem Richard, na obra &#8220;Em algum lugar do passado&#8221; de  Richard Matheson</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E mesmo longe é com você que eu quero estar!]]></title>
<link>http://zeroaocubo.wordpress.com/2009/11/21/e-mesmo-longe-e-com-voce-que-eu-quero-estar/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 18:46:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>zeroaocubo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ao logo dos tempos conquistamos amizades, algumas que são passageiras outras que são verdadeiras e p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://zeroaocubo.wordpress.com/files/2009/11/sem-titulo-14.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-55" title="Amizade" src="http://zeroaocubo.wordpress.com/files/2009/11/sem-titulo-14.jpg?w=300" alt="" width="300" height="206" /></a>Ao logo dos tempos conquistamos amizades, algumas que são <strong>passageiras</strong> outras que são verdadeiras e pra <span style="color:#da1071;">eternidade</span>. A mais amizade mais &#8220;comum&#8221; é aquela que você conhece a pessoa pessoalmente, mas atualmente tem surgido uma outra, a amizade <span style="color:#da1071;">distante</span>&#8230; Aquela que você jamais pode ter conhecido a pessoa <strong>pessoalmente</strong>, mas já conversou com ela por algum dos meios eletrônicos que o mundo nos disponibiliza.</p>
<p>Essa amizade pode ser <span style="text-decoration:underline;">mais</span>  forte e você pode confiar na pessoa bem mais do que em qualquer outra que você conheça <span style="color:#da1071;">pessoalmente</span>, e poder durar muito mais tempo, apesar da distância&#8230;</p>
<p>Mas a distância é algo subjetiva, ela não interfere na amizade e é capaz de fortalece-la <strong>mais</strong> ainda! </p>
<p>Particularmente, tenho muitos amigos no que atualmente chama de vida &#8220;<em>on</em>&#8220;, e sei que posso contar com eles nos momentos mais dificeis, como tenho vários amigos na vida &#8220;<em>off</em>&#8221; e sei que posso contar muito com eles também, e eu sei que minha amizade com <span style="color:#da1071;">todos</span> eles vai ser pra <strong>sempre</strong>, pois levo cada um deles no meu <span style="color:#da1071;">coração</span>.</p>
<p>Afinal, a distância não vai separar o que o tempo e o coração uniram por opção! E a <em>AMIZADE</em>, <strong>verdadeira</strong>, ultrapassa fronteiras, atravessa montanhas, sobrevive a temporais e sempre <span style="color:#da1071;">supera</span>!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trechos do livro "Por que Amamos", de Helen Fisher]]></title>
<link>http://ziario.wordpress.com/2009/11/21/trechos-do-livro-por-que-amamos-de-helen-fisher/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 16:51:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Iara</dc:creator>
<guid>http://ziario.wordpress.com/2009/11/21/trechos-do-livro-por-que-amamos-de-helen-fisher/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Que êxtase impetuoso&#8221;: apaixonar-se   &#8220;O mundo, para mim, e tudo que ele abarca É]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="color:#000000;">&#8220;Que êxtase impetuoso&#8221;: apaixonar-se</span></strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong> </strong><br />
&#8220;O mundo, para mim, e tudo que ele abarca<br />
É cercado por teus braços; para mim ali jaz,<br />
Nas luzes e sombras de teus olhos,<br />
A única beleza que jamais envelhece.&#8221;<br />
James Weldon Johnson<br />
&#8220;A beleza que jamais envelhece&#8221;</span></p>
<p><span style="color:#000000;">&#8220;O fogo atravessa meu corpo — a dor de amar a ti. A dor atravessa meu corpo com as chamas de meu amor por ti. A enfermidade ronda meu corpo com meu amor por ti. A dor como de uma pústula prestes a se romper com meu amor por ti. Consumido pelo fogo de meu amor por ti. Lembro-me do que disseste a mim. Estou pensando em teu amor por mim. Eu me dilacero por teu amor por mim. Dor e mais dor. Para onde vais com meu amor? Disseram-me que ias partir. Disseram-me que me deixarias aqui. Meu corpo está entorpecido de pesar. Lembra-te do que eu disse, meu amor. Adeus, meu amor, adeus.&#8221;</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Assim falou um índio kwakiutl do sul do Alasca em seu poema arrebatador, transcrito da língua nativa em 1896.<br />
Quantos homens e mulheres amaram-se em todas as épocas que antecederam a mim e a você? Quantos de seus sonhos foram realizados; quantas de suas paixões desperdiçadas? Com freqüência, quando caminho ou me sento para meditar, maravilho-me com todos os casos de amor que este planeta absorveu. Felizmente, homens e mulheres de todo o mundo nos deixaram muitas provas de sua vida romântica.<br />
De Uruk, um sumério antigo, chegam poemas em tábuas cuneiformes que saúdam a paixão de Inanna, rainha da Suméria, por Dumuzi, um pastor. &#8220;Meu amado, o deleite de meus olhos&#8221;, lamenta Inanna para ele mais de quatro mil anos atrás.<br />
Os textos védicos e outros textos indianos, os mais antigos datando de 1000 e de 700 a.C., falam de Shiva, o mítico Senhor do Universo, que se apaixonou por Sati, uma jovem indiana. O deus reflete que &#8220;viu Sati e a si mesmo no pináculo de uma montanha/ enlaçados em amor&#8221;.<br />
Para alguns, a felicidade jamais chegaria. Assim foi para Qays, filho de um chefe tribal na antiga Arábia. Uma lenda árabe, datando do século VII d.C., diz que Qays era um rapaz bonito e brilhante — até conhecer Laila, que significa &#8220;noite&#8221;, devido a seus cabelos pretos como azeviche. Qays ficou tão inebriado que um dia saltou de sua carteira escolar para correr pelas ruas gritando o nome dela. Desde então ele ficou conhecido como Majnun, ou louco. Logo Majnun começou a vagar pelas areias do deserto, morando em cavernas com os animais, cantando versos a sua amada, enquanto Laila, enclausurada na tenda do pai, escapulia à noite para atirar bilhetes de amor ao vento. Um transeunte solidário levaria estes apelos ao jovem poeta desgrenhado e seminu. Sua paixão mútua por fim levaria à guerra entre as duas tribos — e à morte dos amantes. Só o que restou foi esta lenda.<br />
Meilan também sobreviveu à própria morte. Na fábula chinesa do século XII d.C. &#8220;A Deusa de Jade&#8221;, Meilan era a filha mimada de 15 anos de um alto funcionário de Kaifeng — até se apaixonar por Chang Po, um rapaz vivaz com dedos longos e finos e um dom para entalhar o jade. &#8220;Desde que céu e terra foram criados, você foi feita para mim e eu fui feito para você e não a deixarei partir&#8221;, declarou Chang Po a Meilan certa manhã no jardim da família dela. Mas estes amantes eram de classes diferentes na rígida hierarquia social da China. Desesperados, eles fugiram — e logo foram encontrados. Ele escapou. Ela foi enterrada viva no jardim do pai. Mas a história de Meilan ainda assombra a alma de muitos chineses.<br />
Romeu e Julieta, Páris e Helena, Orfeu e Eurídice, Abelardo e Heloísa, Tróilo e Créssida, Tristão e Isolda: milhares de poemas, canções e histórias românticas atravessaram séculos, vindos da Europa ancestral, bem como do Oriente Médio, do Japão, China, Índia e de cada sociedade que deixou registros escritos.<br />
Mesmo quando não possuem documentos escritos, os povos deixaram evidências de sua paixão. Na verdade, em um levantamento de 166 culturas variadas, antropólogos encontraram provas do amor romântico em 147, quase 90% delas. Nas 19 sociedades restantes, os cientistas simplesmente não conseguiram examinar este aspecto da vida das pessoas. Mas da Sibéria ao interior da Austrália e à Amazônia, as pessoas cantavam canções, compunham poemas de amor e contavam mitos e lendas do amor romântico. Muitas fazem a magia do amor — levando amuletos e encantamentos ou servindo condimentos ou preparados para estimular o ardor romântico. <strong>Alguns matam os amantes. Outros se matam. Muitos adoecem de uma tristeza tão profunda que mal podem comer ou dormir.</strong><br />
A partir da leitura de poemas, canções e histórias de povos de todo o mundo, passei a acreditar que a capacidade para o amor romântico está firmemente entrelaçada no tecido do cérebro humano. <strong>O amor romântico é uma experiência humana universal.</strong><br />
<strong>O que é este sentimento volátil, com freqüência incontrolável, que se apodera da mente, trazendo alegria em um momento e desespero no outro?</strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong> </strong><br />
<strong>O estudo do amor</strong><br />
&#8220;Oh, diga-me a verdade sobre o amor&#8221;, exclamou o poeta W. H. Auden. Para entender o que realmente leva a esta profunda experiência humana, investiguei a literatura psicológica sobre o amor romântico, selecionando aquelas características, sintomas ou problemas físicos que foram repetidamente mencionados. Não é de surpreender que este poderoso sentimento seja um complexo de muitas características específicas.<br />
Depois, para me convencer de que estas características da paixão romântica são universais, eu as usei como a base para um questionário que planejei sobre o amor romântico. E com a assistência de Michelle Cristiani, na época aluna de pós-graduação na Universidade Rutgers, e da Dra. Mariko Hasagawa e do Dr. Toshikazu Hasagawa, da Universidade de Tóquio, distribuí este levantamento entre homens e mulheres na Universidade Rutgers, em Nova Jersey, e na Universidade de Tóquio.<br />
A pesquisa começava: &#8220;Este questionário trata de ‘estar amando’, as sensações de estar enfeitiçado, apaixonado, ou ter uma forte atração romântica por alguém.Se você não está atualmente ‘amando’ alguém, mas se sentiu muito apaixonado por alguém no passado, por favor responda às perguntas com esta pessoa em mente.&#8221; Os participantes eram depois indagados sobre várias questões demográficas, idade, situação financeira, religião, etnia, orientação sexual e estado civil. Também perguntei sobre seus casos de amor. Entre as perguntas: &#8220;Quanto tempo você ficou apaixonado?&#8221; &#8220;Qual o percentual diário, em média, que você pensa nesta pessoa?&#8221; E &#8220;Você às vezes se sente como se seus sentimentos estivessem fora de seu controle?&#8221;<br />
Depois vinha o corpo do questionário. Continha 54 afirmativas, como: &#8220;Tenho mais energia quando estou com ______.&#8221; &#8220;Meu coração dispara quando ouço a voz de _______ ao telefone.&#8221; E &#8220;Quando estou em aula/no trabalho, minha mente vagueia para _______.&#8221; Elaborei estas perguntas para que refletissem as características mais comumente associadas com o amor romântico. Os participantes tinham de indicar a que ponto concordavam com cada pergunta numa escala de sete pontos que ia de &#8220;discordo enfaticamente&#8221; a &#8220;concordo enfaticamente&#8221;. Um total de 437 americanos e 402 japoneses responderam ao questionário. Depois os estatísticos MacGregor Suzuki e Tony Oliva reuniram os dados e fizeram uma análise estatística.<br />
Os resultados foram assombrosos. Idade, gênero, orientação sexual, afiliação religiosa, grupo étnico: nenhuma destas variáveis humanas fizeram muita diferença nas respostas.<br />
Por exemplo, pessoas de diferentes grupos etários responderam, sem nenhuma diferença estatística significativa, a 82% das afirmativas. As pessoas com mais de 45 anos relataram estar tão apaixonadas quanto aquelas que tinham menos de 25 anos. Heterossexuais e homossexuais deram respostas semelhantes em 86% das questões. Em 87% das perguntas, os homens e mulheres americanos responderam praticamente da mesma forma: havia poucas diferenças de gênero. Americanos &#8220;brancos&#8221; e &#8220;outros&#8221; responderam similarmente em 82% das perguntas: a raça quase não tinha importância no ardor romântico. Católicos e protestantes não exibiram variação significativa em 89% das afirmativas: a afiliação a igrejas não tinha importância. E quando os grupos mostraram diferenças &#8220;estatisticamente significativas&#8221; em suas respostas, em geral um grupo era um pouco mais apaixonado do que o outro.<br />
As maiores diferenças estavam entre os americanos e os japoneses. Em mais de 43 questões onde mostraram variações estatísticas significativas, uma nacionalidade simplesmente expressou uma paixão romântica um pouco maior. E todas as 12 perguntas que mostravam diferenças drásticas pareciam ter explicações culturais óbvias. Por exemplo, somente 24% dos americanos concordaram com a afirmativa: &#8220;Quando estou falando com _____, com freqüência tenho medo de dizer alguma coisa errada&#8221;, enquanto colossais 65% de japoneses concordaram com esta declaração. Suspeito que esta variação específica tenha ocorrido porque os jovens japoneses em geral têm relações mais formais com o sexo oposto do que os americanos. Assim, considerando tudo, nestas duas sociedades muito diferentes, homens e mulheres eram muito semelhantes em seus sentimentos de paixão romântica.<br />
Amor romântico. Amor obsessivo. Amor apaixonado. Paixão. Chame como quiser, homens e mulheres de cada época e cultura foram &#8220;enfeitiçados, amolados e aturdidos&#8221; por este poder irresistível. Estar apaixonado é universal à humanidade; faz parte da natureza humana.<br />
Além disso, esta magia ataca a cada um de nós praticamente da mesma maneira.<br />
<strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>&#8220;Significado especial&#8221;</strong><br />
Uma das primeiras coisas que acontecem quando você se apaixona é que você vive uma mudança drástica na consciência: seu &#8220;objeto de amor&#8221; assume o que os psicólogos chamam de &#8220;significado especial&#8221;. <strong>Seu amado torna-se singular, único e sumamente importante.</strong> Como disse um enamorado, &#8220;Todo o meu mundo se transformou. Eu tinha um novo centro, e este centro era Marylin&#8221;. Romeu, de Shakespeare, expressou este sentimento mais sucintamente, dizendo de sua adorada:</span><span style="color:#000000;"><strong> &#8220;Julieta é o Sol&#8221;.<br />
</strong>Antes que o relacionamento se desenvolva para o amor romântico, você pode se sentir atraído por vários indivíduos diferentes, voltando sua atenção para um, depois para outro. Mas por fim você começa a concentrar a paixão em apenas um. Emily Dickinson chamou este mundo particular de </span><span style="color:#000000;"><strong>&#8220;o reino do você&#8221;.<br />
</strong>Este fenômeno está relacionado com a incapacidade humana de sentir paixão romântica por mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Em meu levantamento, 79% dos homens e 87% das mulheres disseram que não iriam a um encontro amoroso com outra pessoa se seu amado não estivesse disponível.<br />
<strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Atenção Concentrada</strong><br />
<strong>A pessoa possuída pelo amor concentra a atenção quase completamente no amado</strong>, com freqüência em detrimento de tudo e todos em torno dela, inclusive trabalho, família e amigos. Ortega y Gasset, o filósofo espanhol, chama isto de &#8220;um estado anormal de atenção que ocorre em um homem normal&#8221;. Esta atenção concentrada é um aspecto essencial do amor romântico.<br />
Homens e mulheres apaixonados também se concentram em todos os acontecimentos, canções, cartas e outras coisinhas que eles associaram com o amado. O tempo que parou no parque para mostrar a ela uma flor; a noite em que ela atirou limões para ele preparar as bebidas: para o possuído pelo amor, estes momentos casuais estão vivos. Setenta e três por cento dos homens e 85% das mulheres em meu levantamento lembraram-se de coisas banais que seu amado disse e fez. E 83% dos homens e 90% das mulheres reprisam estes episódios preciosos em sua mente enquanto refletem sobre seus amados.<br />
Bilhões de outros amantes provavelmente sentiram um surto de ternura quando pensaram nos momentos passados com um namorado. Um exemplo asiático tocante disto vem de um poema chinês do século IX, &#8220;A Esteira de Bambu&#8221;, de Yuan Chen. Chen angustiou-se: &#8220;Não suporto guardar/ a esteira de bambu:/ na noite em que te trouxe para casa,/ eu te vi desenrolá-la.&#8221; Para Chen, um objeto cotidiano tinha adquirido um poder icônico.<br />
O conto do século XII, Lancelot, de Chrétien de Troyes, ilustra este mesmo aspecto da paixão romântica. Neste épico, Lancelot encontra o pente da rainha Guinevere na estrada depois que ela e seu cortejo passam. Vários de seus cabelos dourados estão emaranhados nos dentes. Como escreveu de Troyes, &#8220;Ele começou a adorar os cabelos dela; mil vezes ele os tocou com os olhos, a boca, a testa e a face&#8221;.</span></p>
<p><strong><span style="color:#000000;"> </span></strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Engrandecendo o amado</strong><br />
<strong>O apaixonado também começa a superdimensionar, até a exagerar aspectos minúsculos do adorado.</strong> Se pressionados, quase todos os amantes podem relacionar as coisas de que não gostam em seu amor. Mas eles deixam estas percepções de lado ou se convencem de que <strong>os defeitos são únicos e encantadores.</strong> &#8220;Assim os amantes governam a causa de sua paixão/ para amar suas damas por suas falhas&#8221;, refletiu Molière. Concordo. <strong>Alguns chegam a adorar seus amados por seus defeitos.</strong><br />
E os amantes idolatram as qualidades positivas de seus amados, desprezando flagrantemente a realidade. É a vida através de lentes cor-de-rosa, o que os psicólogos chamam de &#8220;efeito da lente cor-de-rosa&#8221;. Virginia Woolf descreveu vividamente esta miopia ao dizer: &#8220;Mas o amor (&#8230;) é apenas uma ilusão. A história que alguém compõe mentalmente sobre outra pessoa. E sabe-se o tempo todo que não é verdade. É claro que se sabe; por que o eterno acalentar não destrói a ilusão&#8221;.<br />
Nossa amostra de americanos e japoneses certamente ilustra este efeito da lente cor-de-rosa. Cerca de 65% dos homens e 55% das mulheres no levantamento concordaram com a afirmativa: &#8220;______ tem alguns defeitos, mas eles não me incomodam de jeito nenhum&#8221; . E 64% dos homens e 61% das mulheres concordaram com a afirmativa: &#8220;Eu amo tudo em ______&#8221; .<br />
Como nos iludimos quando amamos. Chaucer estava certo: &#8220;O amor é cego.&#8221;</span></p>
<p><strong><span style="color:#000000;"> </span></strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>&#8220;Pensamento intrusivo&#8221;</strong><br />
<strong>Um dos principais sintomas do amor romântico é a meditação obsessiva sobre o amado.</strong> É conhecida pelos psicólogos como<strong> &#8220;pensamento intrusivo&#8221;. Você simplesmente não consegue tirar o amado da cabeça.</strong><br />
Exemplos de pensamento intrusivo abundam na literatura mundial. O poeta chinês do século IV, Tzu Yeh, escreveu: &#8220;Como posso não pensar em ti&#8230;&#8221;. Um poeta japonês do século VIII lamentou: &#8220;Meu desejo não tem tempo, embora cesse&#8221;. Giraut de Borneil, um trovador da França do século XII, cantou: &#8220;Por amar demais (&#8230;) Tão terrivelmente meus pensamentos me atormentam&#8221;. E o nativo maori da Nova Zelândia expressou seu sofrimento com estas palavras: &#8220;Deito-me acordado toda noite,/ Para o amor me pilhar em segredo.&#8221;<br />
Mas talvez o exemplo mais admirável de pensamento intrusivo venha da obra-prima medieval de Wolfram von Eschenbach, Parzival. Nesta história, Parzival estava a meio galope em seu corcel quando viu três gotas de sangue na neve de inverno, vertido por um pato selvagem que tinha sido ferido por um falcão. Isto o recordou da tez carmim e alabastro de sua esposa, Condwiramurs. Petrificado, Parzival senta-se em contemplação, congelado em seus estribos. &#8220;E assim ele refletiu, perdido em pensamentos, até que seus sentidos/ desertaram-no. O poderoso amor o fez escravo.&#8221;<br />
Infelizmente, Parzival segurava sua lança erguida — um sinal cavalheiresco de desafio. Logo depois, cavaleiros que estavam acampados em uma campina próxima com o rei Artur perceberam e galoparam para um combate com ele. Foi somente quando os seguidores de Parzival colocaram um cachecol sobre as gotas de sangue que ele se sacudiu de seu transe de amor, abaixou a arma e evitou uma batalha mortal.<br />
Poderoso é o amor. Não é de surpreender que 79% dos homens e 78% das mulheres em meu levantamento tenham relatado que quando estão em aula ou no trabalho sua mente se volta continuamente para o amado. E 47% dos homens e 50% das mulheres concordaram que &#8220;Não importa por onde comece, minha mente sempre termina pensando em ______&#8221; . Outras pesquisas relatam descobertas semelhantes. Os participantes dizem que pensam em seu &#8220;objeto de amor&#8221; por mais de 85% das horas de vigília.<br />
Como Milton foi perspicaz em Paraíso perdido ao colocar Eva dizendo a Adão: &#8220;Contigo conversando, esqueço-me de todo o tempo&#8221;.<br />
</span></p>
<p><strong><span style="color:#000000;"> </span></strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Fervor Emocional</strong><br />
Dos 839 participantes americanos e japoneses de meu levantamento do amor romântico, 80% dos homens e 79% das mulheres concordaram com a declaração: &#8220;Quando tenho certeza de que _____ está apaixonado por mim, me sinto mais leve do que o ar&#8221;</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Nenhum aspecto isolado de &#8220;estar apaixonado&#8221; é tão familiar ao amante do que a torrente de emoções intensas que inundam sua mente.</strong> Alguns se tornam dolorosamente envergonhados ou desastrados quando na presença do amado. Alguns ficam pálidos. Alguns ruborizam. Alguns tremem. Outros gaguejam. Alguns suam. Alguns ficam com os joelhos frouxos, sentem-se tontos, ou têm &#8220;borboletas no estômago&#8221;. Outros relatam uma respiração acelerada. E muitos dizem sentir o coração em brasa.<br />
Catulo, o poeta romano, certamente foi arrebatado. Escrevendo para sua amada, ele disse: &#8220;Você me enlouquece./ Ver você, Minha Lésbia, tira-me o fôlego./ Minha língua congela, meu corpo/ enche-se de chamas&#8221;. Ono No Komachi, uma poetisa japonesa do século IX, escreveu: &#8220;Deito-me desperta, quente/ as chamas crescentes da paixão/ explodindo, inflamando meu coração&#8221;. A mulher do Cântico dos Cânticos, a carta de amor hebreu composta entre 900 e 300 a.C., lamentava: &#8220;Desfaleço de amor&#8221;. E o poeta americano Walt Whitman descreveu este turbilhão emocional perfeitamente, ao dizer: &#8220;Esta furiosa tempestade galopa por mim — tremo apaixonadamente&#8221;.<br />
Os amantes cavalgam um jaguar de contentamento tão veloz que muitos acham difícil comer ou dormir.<br />
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<p><strong><span style="color:#000000;"> </span></strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Energia Intensa</strong><br />
<strong>A perda de apetite e sono tem uma relação direta com outra das sensações esmagadoras do amor: uma enorme energia.</strong> Como disse a um antropólogo um jovem da ilha de Mangaia, no Pacífico Sul, quando pensava em sua amada ele &#8220;se sentia como se saltasse no céu!&#8221; Sessenta e quatro por cento dos homens e 68% das mulheres de nosso levantamento também relataram que o coração acelerava quando ouviam a voz do amado ao telefone. E 77% dos homens e 76% das mulheres disseram ter uma explosão de energia quando estavam com o amado.<br />
Bardos, menestréis, poetas, dramaturgos, romancistas: homens e mulheres cantaram por séculos esta <strong>química energizante</strong>, bem como a <strong>gagueira desconcertante e o nervosismo</strong>,<strong> o coração martelando e a falta de fôlego que podem acompanhar o amor romântico.</strong> Mas de todos os que discutiram este pandemônio físico e psíquico, ninguém foi tão ilustrativo como Andreas Capellanus, ou André Capelão, um erudito francês da década de 1180 que circulava nas altas rodas cortesãs e escreveu Tratado do amor cortês, um clássico literário de todos os tempos.<br />
Foi naquele século que surgiu a tradição do amor cortês na França. Este código prescrevia a conduta do amante em relação à amada. O amante era freqüentemente um trovador — um poeta muito culto, músico e cantor, com freqüência das fileiras da cavalaria. Em muitos casos sua amada era uma mulher casada com o senhor de uma família distinta da Europa. Estes trovadores compunham e depois cantavam versos muito românticos para idolatrar e lisonjear a senhora da casa.<br />
Todavia esperava-se que aqueles &#8220;romances&#8221; fossem castos — e observassem rigidamente os códigos complexos da conduta cavalheiresca. Assim, em seu livro, Capelão codificou as regras do amor cortês. Sem saber, ele também relacionou muitas das principais características do amor romântico, entre elas a <strong>turbulência interior do amante</strong>. Como ele expressou adequadamente, &#8220;ao ter um vislumbre súbito de sua amada, o coração do amante começa a palpitar&#8221;. &#8220;Todo amante regularmente empalidece na presença de sua amada.&#8221; E &#8220;Um homem atormentado pelo pensamento do amor come e dorme muito pouco&#8221;.<br />
O clérigo sofisticado também falou do pensamento intrusivo que vivem os amantes, declarando: &#8220;tudo o que um amante faz termina na idéia de sua amada&#8221;. E &#8220;Um verdadeiro amante está contínua e ininterruptamente obcecado pela imagem da amada&#8221;. Ele também reconheceu claramente que o amante concentra toda sua atenção em uma só pessoa quando ama, ao dizer: &#8220;Ninguém pode amar duas pessoas ao mesmo tempo&#8221;.<br />
Os aspectos fundamentais do amor romântico não mudaram em quase mil anos.<br />
<strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Oscilações de Humor: do êxtase ao desespero</strong><br />
&#8220;Ele deriva pela água azul/ sob a lua clara,/ pegando lírios brancos no Lago Sul./ Cada flor de lótus/ fala de amor/ até seu coração se despedaçar.&#8221; Para o poeta chinês do século VIII Li Po, o romance era doloroso.<br />
<strong>As sensações do amor vão às alturas e despencam.</strong> Se o amado inunda o amante de atenção, se ele liga regularmente, escreve<br />
e-mails afetuosos ou se une ao amante para uma tarde ou noitinha de comida e diversões, o mundo irradia. Mas se o adorado parece indiferente, aparece tarde ou sequer aparece, deixa de responder aos e-mails, telefonemas ou cartas, ou manda algum sinal negativo, o amante começa a se sentir desesperado. Apáticos, deprimidos, estes galanteadores ficam melancólicos até que consigam explicar satisfatoriamente seus atos, aliviar seus corações menosprezados e renovar a caça.<br />
<strong>A paixão romântica pode produzir uma variedade de mudanças estonteantes de humor que vão da exultação, quando o amor é retribuído, à ansiedade, desespero ou até raiva quando o ardor romântico é ignorado ou rejeitado.</strong> Como coloca o escritor suíço Henri Frederic Amiel, &#8220;Quanto mais um homem ama, mais ele sofre&#8221;. Os povos tâmeis do sul da Índia chegam a ter um nome para esta enfermidade. Eles chamam este estado de sofrimento amoroso de &#8220;mayakkam&#8221;, que significa intoxicação, tonteira e ilusão.<br />
Não chega a me surpreender que 72% dos homens e 77% das mulheres em meu levantamento discordem da afirmativa: &#8220;O comportamento de ______ não tem nenhum efeito sobre meu bem-estar emocional&#8221; . E 68% dos homens e 56% das mulheres apóiam a afirmativa: &#8220;Meu estado emocional depende de como _______ se sente em relação a mim&#8221;.</span></p>
<p><strong><span style="color:#000000;"> </span></strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>O Desejo de União Emocional</strong><br />
&#8220;Venha a mim em meus sonhos, e então/ De dia eu estarei novamente bem./ Pois assim a noite compensará/ o desejo desesperançado do dia&#8221;. Os amantes anseiam por união emocional com um amado, como sabia o poeta Matthew Arnold. Sem esta conexão com um amado, eles se sentem incompletos ou vazios, como se lhes faltasse uma parte essencial de si mesmos.<br />
Esta necessidade assoberbante de união emocional, tão característica do amante, é memoravelmente expressa em O banquete, o relato de Platão de um jantar em Atenas em 416 a.C. Nesta noite festiva, algumas das mentes mais brilhantes da Grécia clássica reuniram-se para jantar na casa de Agaton. Enquanto se reclinam em seus divãs, um convidado propõe que se divirtam com um tópico de discussão, apenas esportivamente: cada um deles deveria descrever e louvar o Deus do Amor.<br />
Todos concordaram. A flautista foi dispensada. Depois, um por um, eles usaram sua vez para louvar o Deus do Amor. Alguns consideraram esta figura sobrenatural a mais &#8220;antiga&#8221;, a mais &#8220;honrada&#8221; ou a menos &#8220;preconceituosa&#8221; de todos os deuses. Outros sustentaram que o Deus do Amor era &#8220;jovem&#8221;, &#8220;sensível&#8221;, &#8220;poderoso&#8221; ou &#8220;bom&#8221;. Mas não Sócrates. Ele começou sua homenagem contando o diálogo que teve com Diotima, a esposa sábia de Mantinea. Falando do Deus do Amor, ela disse a Sócrates: &#8220;Ele sempre vive em um estado de necessidade&#8221;.<br />
<strong>&#8220;Um estado de necessidade.&#8221;</strong> Talvez nenhuma expressão em toda a literatura tenha apreendido com tanta clareza a essência do amor romântico apaixonado: Necessidade. Em meu levantamento, 86% dos homens e 84% das mulheres concordaram com a afirmativa: &#8220;Eu espero de todo coração que _______ esteja tão atraído(a) por mim como estou por ele/ela&#8221;.<br />
Este desejo de se fundir com o amado permeia a literatura mundial. O poeta romano do século VI d.C. Paulo Silentiarius escreveu: &#8220;E ali repousam os amantes, os lábios selados/ delirantes, infinitamente sedentos,/ cada um deles esperando para entrar completamente no outro&#8221;.Yvor Winters, poeta americano do século XX, escreveu: &#8220;Possam nossos sucessores nos selar em uma só urna,/ Um só espírito nunca retorna&#8221;.E Milton expressou isto perfeitamente em Paraíso perdido quando Adão diz a Eva: &#8220;Nós somos um,/ Uma carne; perder-te é perder a mim mesmo&#8221;.<br />
O filósofo Robert Solomon acredita que este desejo intenso é a principal razão para o amante dizer &#8220;eu te amo&#8221;. Isto não é uma declaração do fato, mas um pedido de confirmação. O amante quer ouvir aquelas poderosas palavras, &#8220;eu também te amo&#8221;. Tão profunda é esta necessidade de união emocional com o amado que os psicólogos acreditam que <strong>o senso de identidade do amante se tolda.</strong> Como disse Freud, &#8220;A esta altura, o estado de ser no amor ameaça obliterar as fronteiras entre ego e objeto&#8221;.<br />
A romancista Joyce Carol Oates apreendeu vividamente esta sensação de jubilosa fusão quando escreveu: &#8220;Se eles se virarem de repente para nós, recuaremos/ a pele se arrepia úmida, sutilmente/ seremos rasgados em duas pessoas?&#8221;<br />
<strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>À procura de Pistas</strong><br />
<strong>Quando os amantes não sabem se seu amor é apreciado e retribuído, eles se tornam hipersensíveis aos sinais enviados pelo adorado.</strong> Como escreveu Robert Graves, &#8220;Ouvindo uma batida na porta, esperando por um sinal&#8221;. Em meu levantamento, 79% dos homens e 83% das mulheres relataram que quando se sentem fortemente atraídos por alguém, dissecam os atos do amado, procurando por pistas sobre seus sentimentos em relação a ele. E 62% dos homens e 51% das mulheres disseram que às vezes procuraram por significados alternativos para as palavras e gestos do amado.<br />
<strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Mudança de Prioridades</strong><br />
<strong>Muitos apaixonados também mudam o estilo do guarda-roupa, os maneirismos, os hábitos, às vezes até os valores para conquistar o ser amado.</strong> Um novo interesse por golfe, aulas de tango, colecionar antigüidades, um novo corte de cabelo, Mozart em vez de música country, até se mudar para uma nova cidade ou dar início a uma nova carreira: homens e mulheres fisgados pelo amor formam todo tipo de novos interesses, crenças e estilos de vida para agradar aos seus amados.<br />
O campeão do amor cortesão do século XII, André Capelão, resumiu este impulso escrevendo as palavras: &#8220;O amor não pode negar nada ao amor&#8221;. Enquanto um americano embriagado de amor coloca isso rudemente: &#8220;O que quer que ela gostasse, eu gostava&#8221;. Ele era um entre muitos. Setenta e nove por cento dos americanos e 70% das americanas em nosso levantamento concordaram com a afirmativa: &#8220;Gosto de manter minha programação em aberto para o caso de ______ estar livre e podermos nos ver&#8221;.<br />
Os amantes reorganizam a vida para acomodar o ser amado.<br />
</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Dependência Emocional</strong><br />
<strong>Os amantes também se tornam dependentes do relacionamento, muito dependentes</strong>. Como o Marco Antônio de Shakespeare declarou a Cleópatra, &#8220;Tinha eu o coração atado por fios a teu leme&#8221;. Um antigo poema hieroglífico egípcio descrevia a mesma dependência ao dizer: &#8220;Meu coração é um escravo/ se ela me abraça&#8221;. O trovador do século XII Arnaut Daniel escreveu: &#8220;Sou dela da cabeça aos pés&#8221;. Mas Keats foi o mais apaixonado, escrevendo: &#8220;Em silêncio, para ouvir teu terno respirar,/ E assim viver para sempre — ou desvanecer até a morte&#8221;.<br />
<strong>Como os amantes são tão dependentes de um amado, eles sofrem uma terrível &#8220;ansiedade de separação&#8221; quando não estão em contato.</strong> Um poema japonês, escrito no século X, padece deste desespero. &#8220;A manhãzinha cintila/ no brilho difuso/ da primeira luz. Sufocado de tristeza,/ Eu te ajudo com tuas roupas.&#8221;<br />
Os amantes são marionetes que balançam das cordas do coração do outro.<br />
<strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Empatia</strong><br />
<strong>Conseqüentemente, os amantes sentem uma enorme empatia pelo amado.</strong> Em meu levantamento, 64% dos homens e 76% das mulheres concordaram com a afirmativa: &#8220;Fico feliz quando _____ está feliz e triste quanto ele/ela está triste&#8221;.<br />
O poeta E. E. cummings escreveu encantadoramente sobre isso, dizendo: &#8220;ela ria sua alegria ela chorava sua tristeza&#8221;. <strong>Muitos amantes chegam a se dispor a se sacrificarem por seu amado</strong>. Talvez o sacrifício de Adão por Eva seja a oferta mais dramática de toda a literatura universal. Como Milton a descreveu, depois de descobrir que Eva havia comido da maçã proibida, Adão decide comer ele mesmo da maçã — o que ele sabe que levará à expulsão deles do Jardim do Éden e à morte. Adão diz: &#8220;pois contigo/ por certo minha resolução é morrer&#8221;.<br />
<strong></strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>A Adversidade </strong><br />
<strong>A adversidade com freqüência alimenta a chama.</strong> Chamo este curioso fenômeno de &#8220;frustração-atração&#8221;, mas é mais conhecido como &#8220;efeito Romeu e Julieta&#8221;. Os obstáculos sociais ou físicos acendem a paixão romântica. Permitem que a realidade seja descartada e que nos concentremos nas enormes qualidades do outro. Até as discussões ou rompimentos temporários podem ser estimulantes.<br />
Um dos exemplos mais divertidos da literatura de como a adversidade aumenta o romance é a peça de um ato de Tchekov, O urso. Neste drama, um proprietário de terras mal-humorado, Grigori Stepanovitch Smirnov, aparece na casa de uma jovem viúva para pegar um dinheiro que o marido morto devia a ele. A mulher se recusa a pagar um cópeque que seja. Ela está de luto, explica, e grita bruscamente para ele: &#8220;Não estou com espírito para me preocupar com questões monetárias&#8221;. Isto lança Smirnov num discurso contra todas as mulheres — chamando-as de hipócritas, falsas, cruéis e ilógicas. &#8220;Brrrr!&#8221;, ele diz com veemência, &#8220;Tremo de fúria&#8221;. A raiva dele incita a dela e eles começam a trocar insultos aos gritos. Logo ele apela para um duelo. Aflita para fazer um buraco na cabeça dele, a viúva pega as pistolas do marido morto e eles tomam posições.<br />
Mas à medida que o rancor cresce, aumenta também o respeito mútuo — e a atração. De repente Smirnov exclama: &#8220;Agora, isto é que é mulher! Eu bem vejo! Uma mulher de verdade! Não é uma choramingas, não é uma covarde, é um meteoro, um foguete, é uma arma de fogo! É uma vergonha ter de matá-la!&#8221; Um minuto depois ele declara um amor imortal e pede a ela que seja esposa dele. Quando os criados dela correm para a sala para defender sua senhora com machados, ancinhos e forcados, tropeçam nos amantes — empolgados num abraço louco.<br />
Esta estranha relação entre a adversidade e o ardor romântico é vital em todos os amantes das grandes lendas do mundo. Se incitados por dificuldades de um ou outro tipo, eles só se amam ainda mais.<br />
A história ocidental mais conhecida desse tipo, é claro, é a tragédia de Shakespeare Romeu e Julieta. Aqueles jovens amantes da Verona do século XVI são apanhados em uma disputa amarga entre duas poderosas famílias, os Montéquio e os Capuleto. Romeu é um Montéquio, Julieta uma Capuleto. Todavia Romeu se apaixona por Julieta no momento em que a vê em uma festa da família, exclamando: &#8220;Oh, ela ensina o archote a luzir!/ Conheceria meu coração até hoje o amor? Abjure-o, olhe!/ Nunca soube até esta noite o que era a beleza&#8221;. Julieta também sucumbe à flecha do Cupido. Quando Romeu parte do banquete, ela pergunta à ama: &#8220;Vai perguntar como se chama. Se for casado,/ Meu túmulo será meu leito nupcial&#8221;. A peça se desenrola numa série de obstáculos e confusões que só intensificam a paixão dos dois.<br />
Sessenta e cinco por cento dos homens e 73% das mulheres em meu levantamento concordaram com a afirmativa: &#8220;Eu nunca desisto de amar _____, mesmo quando as coisas ficam ruins&#8221; . E 75% dos homens e 77% das mulheres concordaram com a afirmativa: &#8220;Quando o relacionamento com _____ tem um contratempo, eu me esforço mais para que as coisas dêem certo&#8221;.<br />
Um dos resultados inesperados de meu levantamento quase certamente pode ser atribuído ao papel da adversidade no amor. Os participantes homossexuais, tanto homens como mulheres, relataram mais turbilhão emocional do que os heterossexuais. Estes indivíduos eram mais atormentados pela insônia, perda de apetite e o desejo de união emocional com um amado. Acho que este sofrimento físico ocorre, pelo menos em parte, devido aos obstáculos sociais que devem ser superados por muitos amantes homossexuais.<br />
Os que responderam a meu questionário enquanto pensavam num ex-amante também pareciam mais frágeis emocionalmente. Também eles tiveram dificuldades para comer e dormir. Ficavam mais tímidos e desajeitados perto de seu antigo amado. Sofriam mais de &#8220;pensamento intrusivo&#8221; e mais oscilações de humor. E com mais freqüência relataram ter um coração acelerado quando pensavam em sua antiga chama. Suspeito de que muitos destes participantes foram rejeitados pelo ser amado — e esta adversidade aumentou seu ardor romântico.<br />
Como barcos a remo em um mar turbulento, homens e mulheres viajam pelas ondas da angústia e da alegria que são o amor romântico. E os obstáculos intensificam estas emoções. Se seu amado é casado com outra pessoa, se ele mora em outro continente, se vocês falam línguas diferentes, provêm de grupos étnicos diferentes ou de diferentes partes da cidade, este obstáculo pode aumentar a paixão romântica. Dickens disse sobre isso: &#8220;O amor com freqüência cresce de forma mais abundante na separação e sob as circunstâncias mais difíceis&#8221;. É bem verdade.<br />
</span></p>
<p><strong></strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Esperança</strong><br />
&#8220;Digamos que eu pudesse viver em esperança&#8221;, argumenta o rei Pirro com Andrômaca no drama de amor e morte de Racine. Por que os amantes devem continuar a ter esperança, mesmo quando os dados lançados pela vida saem incansavelmente contra eles? A maioria ainda espera que o relacionamento renasça — até anos depois de ter terminado amargamente. A esperança é outra característica predominante do amor romântico.<br />
Um poema encantador do século XVI, de Michael Drayton, expressa este otimismo. Ele começa: &#8220;Como não há remédio, vem, beijemo-nos e digamos adeus!/ Não, nada mais tenho, não terás mais nada de mim;/ E estou feliz, sim, de todo coração,/ Por me libertar assim tão honestamente/ Eternos apertos de mãos, anulem-se os votos;/ E quando nos reencontrarmos um dia,/ Que não se veja em teu semblante,/ que resta um mínimo de amor em nós&#8221;. Com estas palavras Drayton declara, com aparente confiança, que o caso está finalmente acabado. Mas, no final do poema, ele de repente muda de tom. Vencido pela esperança, ele afirma que o &#8220;Amor&#8221; ainda pode ser salvo: &#8220;Se tivesses entregado tudo a ele,/ Da morte à vida, ainda assim o redimirias.&#8221;<br />
Acho que esta tendência à esperança se tornou arraigada no cérebro humano eras atrás para que nossos antepassados buscassem obstinadamente parceiros em potencial até que expirasse a última faísca de possibilidade.<br />
<strong></strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Uma Ligação Sexual</strong><br />
&#8220;Eu preferia morrer cem vezes a ficar sem o teu doce amor. Eu te amo. Eu te amo desesperadamente. Eu te amo como amo minha própria alma.&#8221; Assim declarou Psiquê ao marido, Eros, em O asno de ouro, romance do século II de Apuleio. &#8220;Ardendo de desejo&#8221;, continua a história, &#8220;ela se inclinou e o beijou impulsivamente, impetuosamente, com um beijo depois de outro depois de outro beijo, temerosa de que ele despertasse antes que ela tivesse terminado.&#8221;<br />
A poesia de todo o mundo atesta o intenso anseio do amante por união sexual com o amado, outra característica básica do amor romântico.<br />
No Cântico de Salomão, a mulher evoca: &#8220;Oh vento norte, desperta. /Vento sul, levanta-te./ Soprai em meu jardim/ e levai minhas fragrâncias./ Deixai que meu amor entre neste jardim/ e coma de seu doce fruto&#8221;. Inanna, rainha da antiga Suméria, ficou extasiada com a sexualidade de Dumuzi, dizendo: &#8220;Oh, Dumuzi! Sua plenitude é meu deleite!&#8221; Mas o mais doce para meus ouvidos é o poema inglês anônimo que lamenta: &#8220;Vento oeste, quando deixarás de soprar?/ a chuva fina pode cair,/ Cristo, se minha amada estivesse em meus braços/ E eu novamente em minha cama!&#8221;<br />
Freud, assim como muitos eruditos e leigos, sustentava que o desejo sexual é um componente central do amor romântico. Não era uma idéia nova. Quem estudou o Kama Sutra, o manual do amor da Índia do século V, sabe que a palavra &#8220;love&#8221;, &#8220;amor&#8221;, vem do sânscrito &#8220;Lubh&#8221;, que significa &#8220;desejar&#8221;.<br />
Certamente faz sentido que as sensações do amor romântico sejam entrelaçadas com o desejo sexual. Afinal, se a paixão romântica evoluiu entre nossos antepassados para motivá-los a concentrar sua energia para o acasalamento em um indivíduo &#8220;especial&#8221; pelo menos até que a inseminação tenha sido concluída, então a paixão romântica deve estar relacionada com o desejo sexual.<br />
Os resultados de meu levantamento apóiam esta proposição. Substanciais 73% dos homens e 65% das mulheres têm devaneios com fazer sexo com o amado.<br />
<strong></strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Exclusividade Sexual</strong><br />
Os amantes também querem exclusividade sexual. Eles não desejam ter seu relacionamento &#8220;sagrado&#8221; maculado por terceiros. Quando alguém vai para a cama com &#8220;apenas um amigo&#8221;, ele com freqüência não se preocupa muito se o parceiro sexual também está copulando com outro. Mas uma vez que um homem ou uma mulher se apaixonam e começam a ansiar por união emocional com um amado, querem profundamente que seu parceiro permaneça sexualmente fiel — a eles.<br />
Muitas das histórias de amor do mundo refletem esta possessividade sexual, bem como o desejo do amante de manter sua fidelidade sexual. Por exemplo, enquanto separado de Isolda, a Justa, Tristão casou-se com outra mulher com o mesmo nome, Isolda das Brancas Mãos — em grande parte porque esta mulher lhe trazia muito do apelo da amada. Mas Tristão não consegue consumar o casamento. Quando, na lenda árabe, Laila fica noiva de alguém que não era seu amado Majnun, ela também evita o leito nupcial. E cerca de 80% dos homens e 88% das mulheres em meu levantamento concordaram com a afirmativa: &#8220;Ser sexualmente fiel é importante quando você está apaixonado&#8221;.<br />
De todas as propriedades do amor romântico, este anseio por exclusividade sexual é o mais interessante para mim. Provavelmente evoluiu por dois motivos essenciais: para proteger os homens ancestrais de serem traídos e criarem o filho de outro; e para proteger as mulheres ancestrais de perderem para uma rival um marido em potencial e pai para seus filhos. Este desejo por exclusividade sexual permitiu que nossos antepassados protegessem seu precioso DNA enquanto gastavam quase todo o seu tempo e energia cortejando alguém que adoravam.<br />
Mas, junto com o impulso para garantir a fidelidade sexual durante a corte, veio uma característica menos atraente do amor romântico. O &#8220;monstro de olhos verdes&#8221; de Shakespeare, </span><span style="color:#000000;"><strong>o ciúme.<br />
</strong>Ciúme: a &#8220;ama-de-leite do amor&#8221;<br />
Em seu livro sobre as regras do amor cortês, Capelão escreveu: &#8220;Quem não sente ciúme não é capaz de amar&#8221;. Ele chamava o ciúme de &#8220;ama-de-leite do amor&#8221; porque acreditava que ele nutria a chama romântica.<br />
O sagaz clérigo, como sempre, estava certo. Em toda sociedade em que os antropólogos estudaram a paixão romântica, os dois sexos eram ciumentos, muito ciumentos. Como alertou o I Ching, o livro chinês da sabedoria escrito mais de três mil anos atrás, &#8220;Um vínculo estreito somente é possível entre duas pessoas; um grupo de três engendra ciúme&#8221;.</span></p>
<p><span style="color:#808080;">Fonte: Revista</span><a href="http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/050406/trecho_porque_amamos.html" target="_blank"> Veja</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Adormecida Arte de Sonhar]]></title>
<link>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/20/a-adormecida-arte-de-sonhar/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 08:17:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>izaprado</dc:creator>
<guid>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/20/a-adormecida-arte-de-sonhar/</guid>
<description><![CDATA[“Lay your head down And sleep on my shoulder Lay your head down And start a new dream And for tonigh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">“Lay your head down<br />
And sleep on my shoulder<br />
Lay your head down<br />
And start a new dream<br />
And for tonight<br />
the moment is over<br />
Drift in a lullaby<br />
Here where the stars reside</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">And angels are always seen<br />
Lay your head down<br />
The stars they have whispered<br />
Hear what they say<br />
And know that it means</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">The moon is your guide<br />
The stars they have kissed her<br />
As she goes gently by<br />
Light as a babys eye<br />
Save on a fairytales dream</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">And start a new dream”</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><em>A Final Dream &#8211; </em></strong><strong>Within Temptation</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><a rel="attachment wp-att-3078" href="http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/20/a-adormecida-arte-de-sonhar/sonhar-2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3078" src="http://apenassentimentos3.wordpress.com/files/2009/11/sonhar1.jpg" alt="" width="450" height="450" /></a><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A cada novo dia, ou melhor, a cada nova noite, tenho mais certeza de que vivo em dois mundos: o mundo real, de carne e osso, onde faço mestrado e lido com os sentimentos próprios da existência humana. O outro é o mundo dos sonhos, um mundo tão real quanto aquele que vivo quando estou acordada, mas com um diferencial: a possibilidade de fazer<strong> TUDO</strong> (exatamente tudo) o que eu quero. Me entrego as paixões, sofro com a distância, cuido de pessoas queridas e sou livre. De verdade? É quase que um dia-a-dia que acontece só quando eu durmo. E meus sonhos são tão reais – tão reais – que acordo sem saber ao certo o que aconteceu. Sinto texturas, formas, cheiros, gostos e sons. É tudo tão estranho, porque é tudo <strong>MUITO</strong> real. Acordo assustada e, na maioria das vezes, quero voltar para este reino mágico e totalmente possível.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Relaciones a distancia 2.0]]></title>
<link>http://oremi.wordpress.com/2009/11/20/relaciones-a-distancia-2-0/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 07:00:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>IvO</dc:creator>
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<description><![CDATA[No hay nadie en Cuba sin una relación a distancia. Esta afirmación puede parecer demasiado absoluta ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[No hay nadie en Cuba sin una relación a distancia. Esta afirmación puede parecer demasiado absoluta ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guia Universitário - CURSO A DISTÂNCIA GANHA MAIS ESPAÇO ]]></title>
<link>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/guia-universitario-curso-a-distancia-ganha-mais-espaco/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:09:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>autor</dc:creator>
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<description><![CDATA[O resultado do Censo da Educação Superior, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;font-size:x-small;">O resultado do Censo da Educação Superior, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), revela que os cursos de graduação de ensino a distância (EAD) cresceram pelo menos 500% nos últimos sete anos em todo o País.<!--more--></p>
<p>A pesquisa revela ainda que em 2006 a quantidade de alunos inscritos em cursos de EAD chegavam à casa dos 100 mil. Em um ano, o total de estudantes dobrou para 200 mil universitários, espalhados por todos o País.</p>
<p>O EAD é um modelo de aprendizagem onde não há preocupação com tempo nem distância. Hoje, um aluno no Mato Grosso pode assistir, em tempo real, a mesma aula que um aluno de São Paulo.</p>
<p>Em entrevista à Gazeta, o Secretário Nacional de Ensino a Distância (Seed), Carlos Eduardo Bielschowsky, afirma que, entre vários fatores, o grande crescimento pela procura do EAD se deve ao perfil do aluno, que muitas vezes trabalha e não tem flexibilidade nos horários. &#8220;Um dos principais fatores é que (o EAD) atente pessoas que, eventualmente, não teriam disponibilidade para cursar a universidade. Muitos precisam trabalhar ou não tem tempo disponível para participar das aulas presenciais.” Outro fator que eleva a procura pela modalidade de ensino é que o aluno mais distante dos grandes centros universitários pode ter contato com profissionais qualificados, coisa que antes não era possível. &#8220;O EAD permite fazer uma rede de competências e chegar a locais que antes não era possível.&#8221;</p>
<p>Alan de Alcântara, 25 anos, faz pós-graduação em direito empresarial e aponta a possibilidade de um professor falar com diversas regiões do País, como o grande diferencial em relação aos cursos presenciais. &#8220;Eu acho bacana o professor que fala para mim, ao mesmo tempo passa informações para alunos que estão a quilômetros de distância de Ribeirão.”</p>
<p>De acordo com Bielschowsky, os baixos custos dos cursos também funcionam como atrativo para os alunos com baixa renda. As instituições de ensino gastam menos com o pagamento de professores e funcionários, uma vez que um só professor pode dar a mesmo aula para várias turmas espalhadas pelo País.</p>
<p>O secretário alerta, no entanto, que, na hora de escolha, a instituição em que vai cursar a graduação, pós ou curso sequencial, o aluno avalie as condições de ensino e as referencias dadas por outros alunos. O Inep divulgou que, no ano passado, cerca de 2 milhões de pessoas utilizaram o ensino a distância.</p>
<p>Quando comparado o rendimento dos alunos do ensino a distância aos do método presencial, dos 13 cursos avaliados, em sete, os alunos do EAD apresentaram melhor rendimento. &#8220;A essa modalidade de ensino tem crescido muito e com isso a preocupação com a qualidade também aumentou. A qualidade tem sido acompanhada muito de perto por nós para que não haja abusos por parte das instituições&#8221;, diz o secretário.</p>
<p><strong>FRASE</strong></p>
<p>“Muitos precisam trabalhar ou não têm como participar das aulas presenciais.”</p>
<p>Carlos Eduardo Bielschowsky Secretário Nacional de Ensino a Distância (Seed)</p>
<p><strong>SALA DE AULA</strong></p>
<p>2 milhões De pessoas utilizaram o ensino a distância no ano passado no País.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>Para saber se a instituição ou curso está devidamente credenciado, acesse http://portal.mec.gov.br/seed<br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sistema Educacional Brasileiro registra crescimento de 33,4%]]></title>
<link>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/sistema-educacional-brasileiro-registra-crescimento-de-334/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:08:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>autor</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Sistema Educacional Brasileiro (SEB) registrou crescimento de 33,4% em sua receita líquida, que so]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O Sistema Educacional Brasileiro (SEB) registrou crescimento de 33,4% em sua receita líquida, que somou R$ 117,4 milhões no terceiro trimestre de 2009. No acumulado do ano, a receita totalizou R$ 291,9 milhões, aumento de 27,6% sobre os R$ 228,9 milhões obtidos nos primeiros nove meses de 2008. No trimestre, o lucro líquido ajustado da Companhia foi de R$ 23,9 milhões, 11,5% superior ao do mesmo período do ano passado. Entre janeiro e setembro, o crescimento foi de 20,8%, totalizando R$ 51,5 milhões. O lucro líquido ajustado considera as despesas do IPO, a amortização de ágio das aquisições e as despesas não recorrentes, conforme disse ontem o diretor financeiro e de Relações com Investidores da empresa, Marco Rossi, acrescentando que, em termos de resultado financeiro, a companhia registrou Ebtida ajustado de R$ 30,4 milhões no terceiro trimestre, crescimento de 17,8% sobre o mesmo período do ano passado.<!--more--></p>
<p>O crescimento da receita do SEB foi impulsionado pela expansão do número total de alunos próprios e parceiros, que saltou de 392.039 para 471.545, uma evolução de 20,3%. De forma separada, o total de alunos próprios (matriculados nas escolas e instituições de ensino da rede SEB) chegou a 67.237 no final do terceiro trimestre de 2009, um aumento de 29,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Já o total de alunos de instituições parceiras (que incluem tanto a rede pública quanto a rede privada) somou 404.308 estudantes de julho a setembro, crescimento de 18,9% sobre igual trimestre de 2008.</p>
<p>- Essa evolução no número de alunos ocorreu especialmente no Ensino à Distância (EAD), no qual o aumento foi de 51,3%, e na Educação Básica, com a incorporação dos três mil alunos do Pueri Domus.</p>
<p>A educação básica permaneceu como o segmento que mais contribuiu para as receitas do SEB, representando 40,2% dos resultados do trimestre. A receita bruta do segmento foi de R$ 49,7 milhões no terceiro trimestre de 2009, 48,1% maior do que no mesmo período do ano anterior. O crescimento ocorreu principalmente em função do aumento do número de alunos, que passou de 23,2 mil no terceiro trimestre de 2008 para 28,5 mil no terceiro trimestre de 2009. Em sistema de ensino, a receita bruta do segmento apresentou crescimento de 27,4% na comparação entre trimestres, totalizando R$ 47,1 milhões em setembro.</p>
<p>No ensino superior, a receita bruta somou R$ 45,6 milhões no acumulado do ano, um aumento de 11,7% em relação ao período de janeiro a setembro de 2008. Já o EAD vem apresentando crescimento significativo, impulsionado pelo maior número de alunos. No terceiro trimestre de 2009, a receita do segmento aumentou 95,2%, atingindo R$ 13,8 milhões. O SEB acredita que o EAD continuará aumentando sua participação na receita bruta total.</p>
<p>Aquisições &#8211; No início de julho , a SEB concluiu a aquisição do Pueri Domus, por R$ 41,5 milhões, uma instituição reconhecida por sua excelência acadêmica nos mais de 40 anos de sua existência. Essa aquisição agrega ao grupo quatro unidades próprias localizadas na região metropolitana de São Paulo, com aproximadamente três mil alunos, e um sistema de ensino com 125 parceiros privados e seis prefeituras, atendendo a aproximadamente 45 mil alunos. Além disso, o Pueri Domus fornece livros didáticos a aproximadamente 100 mil alunos nos estados de Minas Gerias e Santa Catarina.</p>
<p>- Essa aquisição traz ao SEB importante presença no maior mercado educacional brasileiro, além de complementar seu portfólio de sistemas de ensino, com posicionamento diferenciado em relação ao COC e ao Dom Bosco &#8211; disse, acrescentando que, no mês de outubro, o SEB adquiriu as operações do Colégio Monet, em Salvador, por R$ 1,2 milhão. A compra reforça a posição de liderança do Sartre COC na região metropolitana de Salvador e representa investimento em uma região de recente desenvolvimento naquela capital.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sebrae lança novo canal de ensino à distância ]]></title>
<link>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/sebrae-lanca-novo-canal-de-ensino-a-distancia/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:05:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>autor</dc:creator>
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<description><![CDATA[A partir do mês de outubro, o Sebrae-SP disponibiliza mais um canal de atendimento: o ensino a distâ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">A partir do mês de outubro, o Sebrae-SP disponibiliza mais um canal de atendimento: o ensino a distância. O Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), apoiado no portal do Sebrae-SP, permitirá que os futuros empreendedores tenham acesso aos cursos sobre gestão empresarial, sem sair de casa, acompanhando as aulas pela internet. As inscrições podem ser feitas gratuitamente a partir do dia 29 de outubro e as primeiras turmas já iniciam no dia 03 de novembro.<!--more--></p>
<p>Os cursos agregam uma série de mídias e conteúdos de textos, publicações e material audiovisual já desenvolvidos pelo Sebrae-SP. &#8220;A metodologia privilegia a integração entre o conteúdo dos cursos e os materiais disponíveis na midiateca do Sebrae-SP, a fim de manter o participante motivado durante todo o curso, com a diversidade de estratégias educacionais multimídia. Isso vai desde uma cartilha ou software de plano de negócios, até uma reportagem da TV Sebrae que remete ao tema &#8220;, comenta a consultora Rita Vucinic Teles, gestora do projeto.</p>
<p>O novo canal de atendimento da instituição também contempla a acessibilidade, já que o ambiente foi projetado para facilitar o acesso aos deficientes audiovisuais, que podem fazer o download do conteúdo do curso.</p>
<p>O projeto de Ensino a Distância, em desenvolvimento há seis meses, tem como objetivo promover o acesso a informação sobre gestão empresarial para o maior número de pessoas interessadas em empreender.</p>
<p>Facilidades<br />
Para realizar os cursos basta acessar o endereço www.sebraesp.com.br/ead, cadastrar-se e selecionar o tema de interesse. As matrículas podem ser feitas até um dia antes do início de cada curso.</p>
<p>Os primeiros cursos disponibilizados são voltados para o público que pretende abrir uma empresa nos próximos 12 meses e os temas são: Desperte seu potencial &#8211; Desenvolva suas habilidades; Invista no Planejamento &#8211; Aproveite as oportunidades e Desenvolva a sua empresa &#8211; È hora de fazer acontecer, todos gratuitos, com carga horária de três horas e 15 dias de duração. A partir de novembro, serão apresentados três novos cursos para contemplar também o público formado por empresários já constituídos.</p>
<p>&#8220;Este projeto de educação on line está dentro da nossa estratégia de atuação do Sebrae-SP para ampliar os números de micro e pequenas empresas atendidas, seja presencialmente ou remotamente pela internet. Para isso, estamos ampliando os canais de atendimento remoto aos clientes, concentrando esforços para orientar o maior número de pessoas que pensam ou estão abrindo sua empresa, principalmente, nos municípios do Estado onde não há um posto físico do Sebrae&#8221;, destaca Paulo Roberto Tebaldi, gerente da Unidade Organizacional de Expansão da Rede do Sebrae-SP.</p>
<p>Uma das vantagens do EAD é a flexibilidade de horários, já que os participantes podem estudar a qualquer hora neste ambiente educacional que ficará disponível por 24h. Além disso, os participantes não precisam se deslocar a um ponto físico para estudar, podendo acompanhar os cursos do local que preferir, desde que tenha acesso a um computador e conexão com a internet.</p>
<p>Os cursos autoinstrucionais foram desenvolvidos de forma bem didática, lúdica, para a melhor absorção do conteúdo de gestão empresarial, sem necessidade da presença de um tutor. O aluno ainda encontra uma sala de aula virtual com ferramentas para interação com os colegas de turma como: fóruns de discussão, blogs, chat e outros recursos como mural de aviso, enquetes de opinião pública, calendário de atividades. As dúvidas podem ser sanadas através da Central de Ajuda que disponibiliza monitores para atender aos questionamentos que possam surgir durante o curso.</p>
<p style="text-align:justify;">Edição:  Christiano Rodrigues  &#124; Fonte:  Marcelle Carvalho &#8211; Assessora de Comunicação</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ex-Ministro da Educação critica falta de incentivo para novos modelos educacionais]]></title>
<link>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/ex-ministro-da-educacao-critica-falta-de-incentivo-para-novos-modelos-educacionais/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:03:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>autor</dc:creator>
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<description><![CDATA[O desenvolvimento insatisfatório da educação no Brasil e o pouco uso em sala-de-aula de novas tecnol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">O desenvolvimento insatisfatório da educação no Brasil e o pouco uso em sala-de-aula de novas tecnologias forma um cenário inadequado do ensino brasileiro, de acordo com Carlos Alberto Chiarelli, Presidente da Associação da Cadeia Produtiva de Educação a Distância (ACED) e ex-Ministro da Educação. “Infelizmente, nossa educação ainda é basicamente voltada para o ensino tradicional, que não busca outras ferramentas que possam auxiliar o aprendizado. Dessa forma, nota-se certo desestímulo entre os estudantes, que estão no seu cotidiano em contato com novos instrumentos tecnológicos”, destaca. <!--more--></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Chiarelli explica que existem instituições de ensino e alunos que buscam novas alternativas para o acesso ao saber, mas, infelizmente, as tecnologias educacionais não estão sendo incorporadas na velocidade necessária. O ex-Ministro ainda comenta que, na busca por novos métodos, os estudantes encontram na Educação a Distância (EAD) e em materiais didáticos diferenciados novas formas de aprender, mas ainda há dificuldades impostas sobre estas ferramentas. “O próprio governo não facilita no patamar desejado o avanço destas novas tecnologias enquanto que, em outros países, o estímulo para a adesão ao EAD, por exemplo, é crescente. É necessário que haja mais incentivos para esses mecanismos de acesso ao saber. Só assim conseguiremos modificar o cenário da educação brasileira”, diz.</p>
<p>Uma classificação feita pelo  <a href="http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?id=21886&#38;op=cursos#">Fórum</a> Econômico Mundial coloca o Brasil apenas na posição de número 59 entre as economias que mais conseguem tirar proveito das novas tecnologias, por força, inclusive, do governo, que não utiliza suficientemente essas tecnologias. Entre os países latino-americanos, o líder é o Chile, na 34.ª posição. Já o Brasil vem caindo desde 2005 e já é superado por países como Turquia, México, China, Jamaica, Arábia Saudita, Índia ou Barbados. “Com base nesses dados, deveriam ser revistos os investimentos na área da educação. É preciso agir rapidamente para avançar no uso da tecnologia”, finaliza Chiarelli.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Método de EAD ignora as barreiras geográficas]]></title>
<link>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/metodo-de-ead-ignora-as-barreiras-geograficas/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:01:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>autor</dc:creator>
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<description><![CDATA[Todos os dias, o jornalista Alessandro Bocchi, 28 anos, reserva cerca de três horas de sua rotina pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Todos os dias, o jornalista Alessandro Bocchi, 28 anos, reserva cerca de três horas de sua rotina para os estudos, em casa, no silêncio do seu quarto. Ele mora em Araraquara, município do Estado de São Paulo, e faz pós-graduação a distância em comunicação pública pela Universidade Gama Filho, de Brasília. Com duração de um ano, o curso será concluído em maio de 2010 e, até lá, é preciso estar focado para cumprir as obrigações.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Comodidade, economia com transporte e alimentação, ganho de tempo e mais chances de se manter concentrado: estas foram algumas vantagens que levaram o estudante a ser adepto da educação a distância (EAD).</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O método de ensino, que caminha a passos largos para se livrar de vez do preconceito, enraizado na concepção principalmente de quem possui acesso e opta pelas aulas convencionais, tem seguidores em todo o país. Nas palavras de Marco Antonio Araujo Junior, diretor pedagógico de cursos livres da escola LFG (Luiz Flávio Gomes), a modalidade se popularizou por abrir caminhos à “democratização do ensino”.</p>
<p style="text-align:justify;">No caso de Bocchi, o curso de jornalismo foi concluído da maneira tradicional – a lousa repleta de conteúdo, o entra e sai de alunos, a troca de professores, o falatório dos colegas de classe, a liberdade que permite esquecer a aula e prolongar o intervalo. Para alguns estudantes, há momentos em que registrar o nome na lista de presenças parece ter mais importância do que o aprendizado.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Os professores cumprem a tarefa de ensinar, aprende quem se dedica – e esta dedicação é o combustível na busca por resultados satisfatórios. “É muito mais difícil conseguir uma nota pelo ensino a distância”, revela Bocchi. Há prazos viáveis para elaborar os trabalhos, contudo, os professores são bastante exigentes. Segundo ele, estudar longe da sala de aula requer disciplina, interesse e organização, além de estar antenado com as tecnologias. “Acesso à internet com banda larga é indispensável”, acrescenta.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Na prática</strong> &#8211; O ambiente virtual caracteriza-se como a plataforma de comunicação mais utilizada na EAD, mas os livros e as apostilas sobrevivem neste cenário tecnológico. Passado, presente e futuro se convergem: enquanto os olhos piscam em menor frequência, dominados pela tela do computador, as letras no papel continuam atraentes, como uma fonte segura, palpável e rica em conteúdo (muitas vezes, insubstituível).</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">É por meio do site da universidade que Bocchi mantém contato com os professores, coordenadores e outros alunos. Nos fóruns de discussões, os estudantes realizam debates, questionam e opinam. Os tutores se comprometem a sanar todas as dúvidas, coletivas e individuais, em um tempo determinado. “Eles têm um prazo de 24 horas para responder qualquer questão, comentam as atividades diariamente e são solícitos na troca de informações”, diz. Outra possibilidade é se comunicar com os educadores por e-mails, o que evita expor um assunto de interesse particular aos demais membros do fórum.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Há um dinamismo nos recursos, mas para dar conta do que é oferecido e buscar a solução dos assuntos que causam inquietações, é fundamental ser pró-ativo. Essa característica faz com que os alunos leiam mais e se tornem mentores do seu próprio conhecimento. “Se o aluno não for disciplinado, as chances de reprovação são significativas”, alerta Marco Antonio.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Prova sem consulta</strong> &#8211; O suporte aos estudantes ultrapassa as barreiras físicas e garante o acesso à educação. Para avaliar o rendimento dos alunos, a maioria das instituições organiza encontros presenciais. Normalmente, são obrigatórios e acontecem em diferentes pólos espalhados pelo país, ao término de cada disciplina cursada. A internet, as mídias audiovisuais, as bibliografias e até mesmo a interação via celular aproximam universitários e professores. As ferramentas auxiliam as pesquisas, mas é preciso que o estudante volte à sala de aula para comprovar, na prática, o que aprendeu no conforto do seu lar.</p>
<p style="text-align:justify;">
Nos encontros, também é possível fazer exercícios em laboratórios, conforme a necessidade do curso, e apresentar trabalhos. Segundo o diretor Marco Antonio, essa modalidade, chamada de híbrida, é a melhor opção de curso, pois mescla o ensino a distância com o presencial.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>A escolha certa</strong> – Obter uma certificação qualificada ao completar os estudos é uma conquista que requer planejamento, e não apenas no aspecto financeiro. O valor das mensalidades em educação a distância costuma ser mais barato, porém, antes de decidir efetuar a matrícula é importante analisar as condições dos serviços oferecidos. Entre os itens que devem ser considerados estão o credenciamento no Ministério da Educação (MEC), a metodologia aplicada pelo corpo docente e os locais onde os pólos estão situados. Vale ressaltar que o MEC certifica os cursos de graduação e pós-graduação, portanto, apenas essas modalidades compõem a lista de credenciamento.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Pesquisar sobre a instituição permite conhecer o sistema de aprendizagem com antecedência. Disciplina e empenho são características próprias de quem se identifica com a EAD &#8211; e esses fatores contribuem para que o índice de evasão seja até três vezes menor se comparado ao ensino convencional, destaca o diretor pedagógico da LFG. “O aluno que se dispõe a realizar um curso a distância planejou muito mais do que aquele que realiza um curso presencial, portanto, a evasão costuma ocorrer somente em casos extremos”, conclui.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Inclusão acadêmica</strong> – A oferta de cursos nas grandes metrópoles dá a possibilidade de escolher, entre as diversas opções, onde e como estudar. De acordo com o Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância (AbraEAD), referência nacional especializada em coleta de dados sobre o assunto, “um em cada 73 brasileiros estuda a distância”.</p>
<p style="text-align:justify;">
Quando a disseminação do ensino se depara com barreiras teoricamente geográficas, a EAD entra em cena para facilitar a vida dos estudantes. Mais do que uma escolha, para muitos brasileiros o método é uma necessidade, já que sem ele a profissionalização seria dificultada, esbarraria nos limites de tempo e espaço.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Modalidade credenciada</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O site do Ministério da Educação disponibiliza o “Sistema de Consulta de Instituições Credenciadas para Educação a Distância e Pólos de Apoio Presencial”, o Siead. Para ter acesso à ferramenta de pesquisa, em www.mec.gov.br, é necessário clicar no link “Instituições Credenciadas”, localizado no menu “Estudantes”, e escolher o tópico “Educação Superior a Distância”.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Em caso de dúvidas é possível entrar em contato com a central de atendimento do MEC pelo telefone 0800-616161 ou pelo e-mail falabrasil@mec.gov.br.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Flávio Fernandes/SP</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Jornal de Concursos</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudo revela preconceito contra educação a distância]]></title>
<link>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/estudo-revela-preconceito-contra-educacao-a-distancia/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 23:59:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>autor</dc:creator>
<guid>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/estudo-revela-preconceito-contra-educacao-a-distancia/</guid>
<description><![CDATA[Mais de 18 mil alunos de cursos de educação a distância de instituições particulares e públicas sofr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Mais de 18 mil alunos de cursos de educação a distância de instituições particulares e públicas sofreram preconceito por terem optado por essa modalidade de ensino, segundo levantamento da Associação Brasileira de Estudantes de Ensino a Distância (ABE-EAD), que recebe as denúncias desde 2007. São casos de discriminação por alunos de cursos presenciais, dúvidas dos empregadores sobre a validade dos cursos &#8211; mesmo os autorizados pelo Ministério da Educação (MEC) -, dificuldades para conseguir estágio, para obter o registro profissional e fazer inscrição em concurso.<!--more--></p>
<p>Hoje há no Brasil mais de 2,6 milhões de alunos em 1.752 cursos, segundo o Censo de Educação a Distância. No início do mês, a ABE-EAD entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o Conselho Nacional do Ministério Público. Por meio da resolução nº 40, de maio deste ano, o órgão dizia que só diplomas de cursos presenciais seriam aceitos para o Ministério Público (MP). A conclusão deve sair nas próximas semanas.</p>
<p>Além do conselho, outros órgãos veem problemas no ensino a distância. É o caso do Conselho Federal de Serviço Social, que não apoia a modalidade. A dificuldade para estágio é, segundo a presidente da entidade, Ivanete Boschetti, culpa da estrutura da educação a distância, que prioriza a &#8220;quantidade em vez da qualidade da formação&#8221;. &#8220;O mercado não absorve esse número de estagiários.&#8221; As informações são do jornal <strong>O Estado de S. Paulo</strong>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Profuncionário: aula inaugural será no próximo sábado]]></title>
<link>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/profuncionario-aula-inaugural-sera-no-proximo-sabado/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 23:57:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>autor</dc:creator>
<guid>http://centralead.wordpress.com/2009/11/19/profuncionario-aula-inaugural-sera-no-proximo-sabado/</guid>
<description><![CDATA[Acontece neste sábado, 21, das 8h às 13h, no auditório da Secretaria de Estado da Educação e do Espo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Acontece neste sábado, 21, das 8h às 13h, no auditório da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (SEE), no Centro de Maceió, a primeira aula do Programa de Formação Inicial em Serviço dos Profissionais da Educação Básica dos Sistemas de Ensino Público (Profuncionário), que oferece habilitação técnica em Secretaria Escolar, Alimentação Escolar e Infraestrutura para funcionários de escolas.<!--more--><br />
A coordenadora adjunta do Profuncionário, Marlene Veronezi, garante que a aula inaugural vai acontecer, simultaneamente, nos polos de Maceió, Arapiraca, Santana do Ipanema e Palmeira dos Índios. “A única exceção é o polo de Viçosa, que só começará suas atividades no próximo dia 28 de novembro”. Segundo ela, os participantes desse curso, após concluí-lo, passam a ter mais identidade na escola, enquanto profissionais. “Eles terão mais conhecimento técnico e específico ligado à área em que eles atuam”, diz.</p>
<p>Veronezi acrescenta que os cincos polos do Estado têm 27 turmas. Esta será a segunda etapa do programa. Ao todo, são 500 vagas. O curso tem duração de 18 meses e é realizado na modalidade de Educação à Distância e, também, através das aulas presenciais que acontecem duas vezes por mês, sempre aos sábados. “Os participantes do curso realizam esta formação em serviço. Por isso, os encontros presenciais são realizados nos fins de semana”, assegura.</p>
<p>O Profuncionário foi implantado em Alagoas em 2007 e formou a primeira turma com cerca de 900 cursistas. Trata-se de uma iniciativa da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), por meio de parceria entre estados, municípios e entidades representativas da Educação. É um curso profissional técnico em educação direcionado aos funcionários de escolas, com o ensino médio concluído ou em fase de conclusão, que utilizará instrumentos de educação à distância e também de encontros presenciais.</p>
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