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	<title>divagando &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/divagando/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "divagando"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 11:09:09 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Depuracion Cerebral.]]></title>
<link>http://atoniaverbal.wordpress.com/2009/12/11/depuracion-cerebral/</link>
<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 01:07:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>22</dc:creator>
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<description><![CDATA[Me encuentro sentado en mi silla, si, mi silla preferida y tan solo busco en mi habitacion mi otro y]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Me encuentro sentado en mi silla, si, mi silla preferida y tan solo busco en mi habitacion mi otro yo.</p>
<p>No joder donde lo habre dejado, busco en el librero, se abra consumido en algun libro? busquemos entre Carl Sagan y Cohelo, fuck no esta ahi&#8230;. y si se convirtio en bytes, prendo el ordenador y no se encuentra&#8230;.</p>
<p>Bien donde podra estar, hace un año estaba a mi lado, no joder tanta luz me confunde, salgo a la calle, paseo por aquel parque, recuerdos, pinches recuerdos, giro a la derecha un par de señoras hablando de infidelidades, pinches señoras infieles, pudranse&#8230; sigo caminando&#8230; ho pancakes, su aroma llena mi paladar de sensaciones, tendre que desterrar pensamientos de mi cabeza.</p>
<p>Camino, vago, por dios que no soy bipolar, solo , no tengo espacio para sentimientos absurdos en estos momentos, preciso seria mi adjetivo. Me llama aquella Srita. no joder pondre el cartel.</p>
<p>&#8220;No Molestar Programador Depurando Su Mente, Gracias &#8220;</p>
<p>Tengo que tomar el control de mi vida, mi mente, mis desiciones, es tiempo de apoderarme y defender mi ideales, bien susurra mi colega <a href="http://www.twitter.com/siddexter" target="_blank">@siddexter</a> , Esa es la actitud, mas no se si es el metodo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E essa minha timidez??]]></title>
<link>http://nuncaetarde.wordpress.com/2009/11/30/e-essa-minha-timidez/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:49:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>fecalasans</dc:creator>
<guid>http://nuncaetarde.wordpress.com/2009/11/30/e-essa-minha-timidez/</guid>
<description><![CDATA[E continuando na fase de descobrimentos e redescobrimentos&#8230; estou eu hoje pensando e divagando]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>E continuando na fase de descobrimentos e redescobrimentos&#8230; estou eu hoje pensando e divagando sobre a minha &#8220;timidez&#8221;&#8230;</p>
<p>Incrível isso&#8230;  No geral não posso me considerar uma pessoa digamos assim&#8230; tímida!!</p>
<p>Quem me conhece acha que isso seria IMPOSSÍVEL!! rs</p>
<p>Mas estou descobrindo que sim&#8230; como todas as pessoas &#8220;normais&#8221;, eu também sou tímida!!</p>
<p>Principalmente nas horas que me encontro em situações &#8220;fora de controle&#8221;, ou seja, situações e momentos em que tudo pode acontecer&#8230;  o inesperado está instaurado&#8230; a incerteza e a expectativa se encontram e dão aquele tapinha nas costas do tipo &#8220;é e agora, o que fazemos?&#8221;</p>
<p>Parando pra analisar chega até ser engraçado&#8230; Eu, aquela pessoa que fala quase sem respirar, balançando as mão pra lá e pra cá&#8230; aquele sangue italiano misturado com espanhol que corre solto&#8230; fervendo&#8230;  de repente apareço falando pouco, baixo, sem quase olhar pras pessoas&#8230;</p>
<p>E o pior é que isso as vezes me incomoda&#8230;  porque parece que não sou eu&#8230;</p>
<p>Mas sim&#8230; sou eu&#8230; em carne e osso&#8230; sem saber o que fazer&#8230; o que falar&#8230; o que fazer com as mãos&#8230; que a essa hora do campeonato já estão suando frio&#8230;</p>
<p>E aí já era&#8230; já saiu tudo errado&#8230; o dito pelo não dito&#8230; ou a falta do dizer&#8230;. palavras trocadas&#8230; desencontradas&#8230; incompreendidas&#8230;</p>
<p>Que caos&#8230;. 5 minutos depois já to querendo me matar&#8230; de tanta vergonha&#8230; por não ter dito, nem feito nada!!!</p>
<p>O bacana disso tudo é que aos poucos estou conseguindo ter consciência desses momentos de timidez&#8230; desse meu comportamento que as vezes soa avesso à minha natureza&#8230;  mas que também existe dentro de mim&#8230;</p>
<p>E sei que não vou conseguir modificá-lo ou controlá-lo&#8230;. mas saber que ele existe e estar completamente consciente dele no momento exato em que ele ocorre já é um grande progresso&#8230;</p>
<p>E o finalmente será aceitá-lo&#8230; e com tanta naturalidade que ele passará mais despercebido&#8230; sem causar grandes estragos, ou danos, ou cobranças de mim para comigo mesma!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/d7jHvxjfQ4I&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/d7jHvxjfQ4I&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pa mi saca!]]></title>
<link>http://nepalia.wordpress.com/2009/11/30/pa-mi-saca/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 16:41:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>nepalia</dc:creator>
<guid>http://nepalia.wordpress.com/2009/11/30/pa-mi-saca/</guid>
<description><![CDATA[Voy a confesar algo que tirará por los suelos (una vez más) mi pobre y maltrecha reputación, ganada ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://nepalia.wordpress.com/files/2009/11/porquet.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-455" title="porquet" src="http://nepalia.wordpress.com/files/2009/11/porquet.jpg" alt="" width="196" height="147" /></a>Voy a confesar algo que tirará por los suelos (una vez más) mi pobre y maltrecha reputación, ganada a golpe de post por cierto. Sé que después de esto, para muchos terminaré de caer en desgracia pero allá voy: Me cuesta lo que no está escrito dejar propina. Ya está dicho.</p>
<p>No voy sobrada de money, más bien al contrario, y cada euro de propinilla lo dejo con un dolor que te cagas, al tiempo que pienso: &#8220;Me iría tan bien para el café de mañana ese eurito&#8230;&#8221; Todos los días como fuera de casa. Procuro comer muy económico: un sólo plato, algún día bocadillo&#8230; a pesar de ello, eso el sueldo no me lo compensa en absoluto, así que cada céntimo que consigo rascar me supone que el finde pueda salir a tomar algo con mi pareja y a comer a algún sitio, que es el único capricho que me doy. Si echo cuentas, todo euro me hace falta.</p>
<p>Hoy he ido a hacerme la cera (hala, otra intimidad al ciberespacio) y le he dejado propina, y ayer tomé un chocolate en un sitio que está muy bien de precio y también le dejé propinilla. Pero el sábado estuve comiendo en un restaurante en el que considero me tomaron el pelo (mucha fusión y plato enorme pero salí que me hubiera comido una tortilla de patatas de postre bien a gusto), bueno, pues no dejé propina. De castigo me dejé la tarjeta de crédito, así que hay que volver a por ella, lo que me da un corte&#8230;</p>
<p>De todas mis amigas y compañeras de curro, soy la única que suelo dejar propina en la pelu, lo cual me sorprendió en grande cuando me enteré. Aún así, si en alguna ocasión no lo hago salgo del sitio en cuestión a hurtadillas, como si me fuera sin pagar, ya ves tú.</p>
<p>Total, que cuando dejo me duele y si no dejo me avergüenza. ¿Porqué señor tengo yo estas diatribas tan tontas?</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Felicidade!]]></title>
<link>http://maribremecker.wordpress.com/2009/11/30/felicidade/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 15:19:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mariana Bremecker</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoje em plena segunda-feira com grande probabilidade de chuva, onde acordei as 6 e meia da manhã, en]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoje em plena segunda-feira com grande probabilidade de chuva, onde acordei as 6 e meia da manhã, enfrentei &#8220;busão&#8221; lotado, trânsito, e o meu sapato me deixando com um calinho muito do chato, posso afirmar para vocês que estou em um dos melhores dias. Sim, mesmo com tantas coisas contra esse meu sentimento de alegria repentina, afirmo com todas as letras que EU ESTOU MUITO FELIZ EM PLENA SEGUNDA!</p>
<p>O ano está a 31 dias do fim, engraçado parece que foi ontem que eu gritava feliz ano novo para quem quisesse ouvir, e aqui estamos novamente, pensando em presentes, família, perus e lentilha&#8230;afinal temos que já começar a fazer as resoluções de ano-novo&#8230;acha que eu estou muito apressada? Acho que não, prefiro não deixar para a última hora, mas para não sair muito do contexto, hoje eu to vendo a vida mais colorida, fiquei contente com tudo que aprendi e como ainda tenho 1 mês se meu Deus permitir, para ainda aprender muita coisa, afinal a cada dia temos várias lições que cabe a nós mesmos perceber de onde devemos tirar esse aprendizado.</p>
<p>Mas a questão é, o que está me deixando tão feliz ultimamente? Será estar ao fim de um ano muito bom? Estar perto de alguém que eu amo muito? Ter os melhores pais que a vida poderia ter me dado? Ter amigos com quem eu rio, brigo e as vezes me estresso? Ou ter aprendido o verdadeiro valor da vida? Em que nós temos muitas pedras no nosso caminho, nos desapontamos muitas vezes, sofremos por quem não merece, mas aprendemos, sim&#8230;</p>
<p>A Felicidade está dentro de você, como se fosse uma caixinha e cabe todo dia você conseguir a chave para abri-la, seja no sorriso de um desconhecido no qual você fez um bem, seja no seu bichinho que todo alegre veio receber carinho do dono, seja por aquele beijo carinhoso de quem você tanto gosta, seja no bom dia junto com cheiro de café dos seus pais, ou seja simplesmente pelo sol que está tímido ou radiante, seja pela chuva que veio molhar as coisas ruins e levar embora todos os mals pensamentos, a felicidade está em todo lugar é só abrir os olhos para poder enxergá-la!</p>
<p>E Seja Feliz, e viva Feliz, reclamar até pode, mas saiba superar suas reclamações!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entomofagia <i>in nuce</i>]]></title>
<link>http://topometallo.wordpress.com/2009/11/28/entomofagia-in-nuce/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 05:09:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>topometallo</dc:creator>
<guid>http://topometallo.wordpress.com/2009/11/28/entomofagia-in-nuce/</guid>
<description><![CDATA[Tempo fa, ero andato ad ascoltare lo scrittore-reporter-viaggiatore Pino Cacucci che presentava il s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;font-family:verdana;">Tempo fa, ero andato ad ascoltare lo scrittore-reporter-viaggiatore Pino Cacucci che presentava il suo libro <a href="http://www.anobii.com/books/Un_po_per_amore,_un_po_per_rabbia/9788807701955/01e1db384076a1afa1/" target="_blank"><em>Un po’ per amore, un po’ per rabbia</em></a>, una raccolta di pezzi, racconti, articoli e altro, inediti e no. Libro che, <em>ça va sans dire</em>, acquistai subito. A dire il vero acquistai in seguito, appena uscito, anche il successivo <em><a href="http://www.anobii.com/books/Le_balene_lo_sanno/9788807711015/015814f7699826810f/" target="_blank">Le balene lo sanno</a>,</em> dal maledetto Cacucci annunciato nella stessa occasione: la mia corporatura mi porta ad avere un certo <em>penchant </em>nei confronti dei cetacei, soprattutto quelli particolarmente voluminosi. Ma sto divagando come al solito.</p>
<p style="text-align:justify;font-family:verdana;">Quella sera, il messicaneggiante autore narrò fra le altre cose di «<em>quella volta in viaggio</em>» (un <em>topos </em>dei più classici) durante la quale un amico gli offrì da sgranocchiare, porgendogliene un sacchetto pieno, delle dolcissime formiche. Per la precisione, specificò Cacucci, dei sederi di formiche. Ricordo dalla mia infanzia certe illustrazioni naturalistiche dove venivano raffigurate le stanze di un formicaio. Quasi sempre c’era la figura di alcune formiche appese al “soffitto”, con penzolanti addomi enormi e trasparenti nei quali (recitavano le didascalie) custodivano una sorta di sciroppo dolciastro per i giorni di magra del formicaio. Una cantina vivente, insomma. Le leccornie offerte erano appunto “le botti” di questa cantina.</p>
<p style="text-align:justify;font-family:verdana;">Confesso di non aver mai assaggiato niente che provenisse dal mondo degli artropodi (perlomeno non consciamente: se qualche insalata non è stata lavata proprio alla perfezione, beh, insomma, occhio non vede…) non tanto per mio rifiuto quanto perché banalmente non mi si è mai presentata l’occasione. Per ora sublimo questa voglia insoddisfatta applicandomi nella teoria, cioè leggendo quel che trovo sull’argomento (e un po’ , lo confesso, invidiando un pochino quelli che, come Cacucci, han potuto provare per credere).</p>
<p style="text-align:justify;font-family:verdana;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;font-family:verdana;"><a title="Buono da mangiare" href="http://www.anobii.com/books/Buono_da_mangiare/9788806128678/01555e5ed40401bbd9/"><img style="float:left;padding:4px;" title="Buono da mangiare" src="http://image.anobii.com/anobi/image_book.php?type=4&#38;item_id=01555e5ed40401bbd9&#38;time=0" alt="Buono da mangiare" /></a>Tutto è partito da un saggio di Marvin Harris, <strong><em>Buono da mangiare</em></strong> (letto un paio di vite fa, chissà dove rimane seppellito al momento), dove con zelo antropologico e buona scrittura sono presentate tutta una serie di usanze alimentari che se appaiono strane per non dire repellenti in qualche regione del pianeta, sono banali abitudini in altre. E non sempre siamo noi occidentali”i più schizzinosi della catena: ad esempio molti cinesi (che si nutrono con cose al limite del descrivibile) ritengono un bicchiere di latte una cosa ripugnante oltre ogni immaginazione.</p>
<p style="text-align:justify;font-family:verdana;">Fra le tante abitudini descritte ovviamente un posto d’onore spetta alle popolazioni che si cibano di insetti (mettendo nel novero anche scorpioni e ragni, per amor di brevità non stiamo a fare i tassonomici duri e puri)</p>
<p style="text-align:justify;font-family:verdana;">Ricordo, fra i varî passaggi del libro, l’offerta di una manciata di larve grassocce e vive (a quanto pare, dolcissime e zuccherine) da parte di una tribù aborigena di non so più quale zona tropicale. Oppure la frenesia che prendeva gli abitanti di un villaggio africano che scoprivano che uno sciame di cavallette stava per investirli: anziché trovare un rifugio, correvano tutti a cercare qualcosa per fare un braciere di fortuna nel quale gettare a grigliare gli insetti acchiappati al volo. Ottimi con il miele, secondo un califfo <em>gourmet </em>dei tempi di Sheherazade.</p>
<p style="text-align:justify;font-family:verdana;">
<p style="text-align:justify;font-family:verdana;"><a title="Man Eating Bugs" href="http://www.anobii.com/books/Man_Eating_Bugs/9781580080224/01698767456bca3ec7/"><img style="float:right;padding:4px;" title="Man Eating Bugs" src="http://image.anobii.com/anobi/image_book.php?type=4&#38;item_id=01698767456bca3ec7&#38;time=1199551889" alt="Man Eating Bugs" /></a>Altra interessante lettura, oltretutto riccamente illustrata, è stato <strong><em>Man eating bugs,</em></strong> che presenta foto e descrizioni di cibi pieni di zampette provenienti da tutti i continenti. E qui noi europei restiamo definitivamente tagliati fuori e isolati, perché anche alcuni cugini <em>caucasian</em> degli U.S.A. si deliziano con dei lecca-lecca trasparenti aventi dei grilli all’interno, incastonati come fossili nell’ambra.</p>
<p style="text-align:justify;font-family:verdana;">Altre colorate fotografie presentano piatti appetitosi e ottimamente serviti, come spiedini di ragni e scorpioni oppure un risotto guarnito con ora non ricordo quali bestioline rossastre (che no, non erano gamberetti: e anche qui ci sarebbe da disquisire sul perché un gambero dovrebbe apparire più appetitoso, per esempio, delle cavallette sopra citate).</p>
<p style="text-align:justify;font-family:verdana;">
<p style="text-align:justify;font-family:verdana;"><a title="Eat-a-bug Cookbook" href="http://www.anobii.com/books/Eat-a-bug_Cookbook/9780898159776/01119b34ce4e673fc7/"><img style="float:left;padding:4px;" title=" Eat-a-bug Cookbook" src="http://image.anobii.com/anobi/image_book.php?type=4&#38;item_id=01119b34ce4e673fc7&#38;time=1212224769" alt="Eat-a-bug Cookbook" /></a>Ma quella che è stata la mia lettura preferita sull’argomento è un vero e proprio ricettario, <strong><em>The Eat-A-Bug Cookbook</em></strong>, di un tal David George Gordon (<a href="http://www.davidgeorgegordon.com/" target="_blank">il cui sito consiglio</a>); libro nel quale le illustrazioni non sono all’altezza del precedente volume ma che si rivela una ricca fonte di notizie utili, dal valore nutrizionale di alcune specie (i grilli sono ricchi di calcio, le termiti di ferro) ai vini consigliati per accompagnare alcuni piatti come ad esempio «<em>l’insalata delle tre api</em>» o la torta di cioccolato e grilli (curiosa questa associazione ricorrente fra il gusto dolce e gli <em>ortotteri</em>, come chiama grilli e cavallette chi se ne capisce di entomologia).</p>
<p style="text-align:justify;font-family:verdana;">Nel libro sono elencati anche alcuni indirizzi di fiducia ai quali rivolgersi per avere ingredienti di qualità. Per non rimanere mai senza cicale essiccate, per dirne una: hai visto mai capitassero a sorpresa degli amici&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;font-family:verdana;">Confesso che la tentazione di farmi mandare un po’ di <em>delikatessen </em>l’ho avuta, ma sono stato frenato da due fattori: da un lato, sono restío a farmi spedire per posta cibi o comunque merce deperibile da oltre oceano; e d’altra parte il libro (che ho comprato usato su <em>Amazon</em>, come pure il <em>Man eating bugs</em> descritto prima) è del 1998, per cui non è detto che gli indirizzi siano ancora validi.</p>
<p style="text-align:justify;font-family:verdana;">Il ricettario di Gordon merita inoltre di essere menzionato per la presenza di un collaboratore dell’autore, o meglio di una collaboratrice, nella fattispecie una pelosa e colossale migale addomesticata che mister Gordon si teneva in casa e alla quale faceva assaggiare i propri esperimenti di cucina, non proprio o non solo per affetto verso l’inusuale <em>pet</em>, ma soprattutto per propria garanzia: se la ragna schifava l’assaggio, l’apprendista <em>chef </em>capiva che era meglio buttare gli intingoli nel gabinetto. Uso l’imperfetto in quanto pur non conoscendo la durata media della vita dei ragni, dato che come ho detto il libro è del 1998 temo che l’assaggiatrice ufficiale abbia ormai raggiunto il paradiso degli aracnidi.</p>
<p style="text-align:justify;font-family:verdana;">
<p style="text-align:justify;font-family:verdana;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2736" title="ragno" src="http://topometallo.wordpress.com/files/2009/08/ragno.gif" alt="ragno" /><em>A proposito di aracnidi: </em>ragno <em>(come pure </em>aracnide<em>) deriva dal nome <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Aracne" target="_blank">della povera Aracne leggendaria</a>, trasformata in piccolo animale zampettante da quella zitella stizzosa di Atena dopo una gara di tessitura. Etimo valido sia per l’italiano che per le altre lingue neolatine, dove però il nome è (giustamente, direi) femminile, come </em>araignée <em>in francese e (con una stessa pronuncia per le tre lingue) </em>araña <em>in spagnolo, </em>aranya <em>in catalano, </em>aranha <em>in portoghese; pure quei barbari degli inglesi, che tanto dicono </em>spider <em>e usano il genere neutro, quando “umanizzano” gli animali in genere raffigurano i ragni come femmine (cfr. </em>La sposa cadavere<em> di Tim Burton: “</em>Sposo novello, eh? Io invece sono una vedova<em>”). D’altra parte sono note le usanze erotiche di questi animaletti per i quali spesso il maschio non ha, per così dire, “una seconda occasione nella vita”; per cui una statistica un po’ rozza porterebbe a pensare che se vedi un ragno, facile che sia una femmina.</em></p>
<p style="text-align:justify;font-family:verdana;"><em>E io, che nelle scemenze ci sguazzo, mi chiedo: ma com’è che da noi in Italia il “ragno” è diventato maschile?</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Acasos factuais]]></title>
<link>http://erichcavalcanti.wordpress.com/2009/11/27/acasos-factuais/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 02:45:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>erichcavalcanti</dc:creator>
<guid>http://erichcavalcanti.wordpress.com/2009/11/27/acasos-factuais/</guid>
<description><![CDATA[E minhas idéias não condizem com meus fatos. &nbsp; Olho o horizonte desta vida, vejo o fim Tudo tão]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>E minhas idéias não condizem com meus fatos.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Olho o horizonte desta vida, vejo o fim</p>
<p>Tudo tão próximo, e distante&#8230;</p>
<p>Minha mente é vã, inconstante.</p>
<p>Nem mais sei, o que será de mim&#8230;</p>
<p>&#160;</p>
<p>Perdido em meio a falsos ideais</p>
<p>Jogado para o lado, esquecido</p>
<p>A dor corroe os ossos irreais</p>
<p>&#160;</p>
<p>E o que foi que fiz?</p>
<p>Por que criei esta complicação?</p>
<p>Afinal, de onde surge a emoção?</p>
<p>Nada sei, nestas artes nem sou aprendiz.</p>
<p>&#160;</p>
<p>O que importa</p>
<p>- e realmente importa? -</p>
<p>é que bati com a cara na porta.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Bloqueado do caminho graças a meus próprios erros.</p>
<p>Plenamente destruído, graças a meu próprio desejo.</p>
<p>E que meus erros não sejam meus desejos.</p>
<p>Ainda quero sobreviver ao caminho destruído.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Existe dor no meu peito. Da onde veio? De onde surgiu?</p>
<p>A minha mente alucina meu corpo. Minh&#8217;alma destrói meus sentidos.</p>
<p>E, inesperadamente, meu coração se acende.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Deve existir um balde de água gelada por perto.</p>
<p>Sei que é bom ter a alma viva, porém&#8230; às vezes isso pode complicar a situação.</p>
<p>Não tornar-me-ei o antigo menino que antes fui.</p>
<p>Muito do meu passado está enterrado, não existem motivos para desenterrá-lo.</p>
<p>E, mesmo se existissem&#8230; Seria muito difícil fazê-lo.</p>
<p>&#160;</p>
<p>E eu, na rouquidão do tempo,</p>
<p>fiz coisas incríveis e falei coisas imbecis</p>
<p>agi segundo minh&#8217;alma e destruí-me sem noção</p>
<p>&#160;</p>
<p>Que as letras se alinhem em sentidos verdadeiros</p>
<p>pois que meus atos apenas embolam meus dias.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Acostumei-me com a presença passageira.</p>
<p>Será isso bom?</p>
<p>ou seria algo mau?</p>
<p>&#160;</p>
<p>Que o acaso me proteja.</p>
<p>.</p>
<p>&#160;</p>
<p>[Cool... The world isn't falling down...)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sin comentarios...]]></title>
<link>http://detrasdelaventanilla.wordpress.com/2009/11/27/sin-comentarios/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 19:27:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>kyledrkns</dc:creator>
<guid>http://detrasdelaventanilla.wordpress.com/2009/11/27/sin-comentarios/</guid>
<description><![CDATA[- Asi me dejan las llamadas de la gente que me llama para solicitar apoyo. Normalmente soy una perso]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>- Asi me dejan las llamadas de la gente que me llama para solicitar apoyo. Normalmente soy una persona muy paciente, pero en los ultimos meses he comenzado a perder esa cualidad en pos de las llamadas telefonicas que recibo&#8230; la gente puede ser taaaaaaaan estupida&#8230;.</p>
<p>- Nuevamente el gordito Carstens declarando en contra de otro Premio Nobel, en verdad alguien le sigue creyendo??</p>
<p>- La musa me abandono ultimamente&#8230; obviamente por eso esto se quedo sin actualizacion.</p>
<p>- Las multitudes pendejas nos bombardean con mas de <a href="http://detrasdelaventanilla.wordpress.com/2009/08/28/ampliacion-de-crapusculo/">CRAPusculo</a>&#8230; en honor a ustedes y contra mis principios la comprare en pirata para darles una reseña aqui, la buscare con doblaje gallego para al menos divertirme oyendo la pronunciacion&#8230;</p>
<p>- Aun no tengo internet en casa, parece que telmex ya esta por terminar las obras de cableado en el fraccionamiento, por lo que tendre que hacer mas rico a carlos slim en pos de meterme al live a partir madres&#8230;.</p>
<p>- El Puebla esta en la liguilla, el primer partido fue un cuatro a cuatro trepidante dañado por los errores del pendejo de erim ramirez, al que le debemos el alargue del partido donde el Guadalajara empato en el ultimo minuto de la compensacion y mucho antes nos habia anulado dos goles legitimos contra el Toluca.</p>
<p>- Derivado del anterior punto, gracias a la &#8220;ley chaco&#8221; sancionaron a Jaime Lozano por fingir un penal que influyo en el resultado, me uno a las voces que piden que la comision de arbitraje sea presidida por un ex arbitro&#8230;</p>
<p>- Ya viene navidad, primera en nuestra casa, creo que este año dejare de lado mi actitud grinch para tratar de festejar un poquito por ser el primer año.</p>
<p>Ya, es todo&#8230;.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Este post se escribio escuchando: Get Back &#8211; The Beatles</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Me Revelar!]]></title>
<link>http://maribremecker.wordpress.com/2009/11/27/me-revelar/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 17:58:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mariana Bremecker</dc:creator>
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<description><![CDATA[Atualmente o legal é falar o que você está fazendo no orkut, ter vários perfis sociais, ter blogs e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Atualmente o legal é falar o que você está fazendo no orkut, ter vários perfis sociais, ter blogs e um montão de coisas que a tecnologia nos permitiu para termos nossas vidas mais divulgada. Não estou sendo hipócrita, pois eu também tenho <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=5320263596388218191" target="_blank">orkut</a>, <a href="http://twitter.com/maribremecker" target="_blank">twitter </a>, facebook [num vou por aqui o link porque eu nem uso!], e mais um monte de coisinhas que pode me levar a outros lugares e a conhecer outras pessoas.</p>
<p>Longe de mim vir atirar pedras a quem tem tudo isso também, porque se não eu ia estar atirando pedra a mim mesmo, mas a dúvida que eu fico é que: Será que temos a necessidade de querer ser também uma &#8220;celebridade&#8221;? Sim porque querendo ou não quem tem trilhões de seguidores no twitter tem uma espécie de fã, já que a cada 140 caracteres que você lançar ali nós saberemos, se você quiser saberemos até a cor da sua roupa intima, mas lógico isso tudo que você quiser!</p>
<p>O uso da internet para mim é maravilhoso porque só por aqui consigo fazer que vocês pessoas desse mundão grande de Deus consiga ler o que eu penso, eu me revelo todos os dias para vocês, lógico mantendo um pouco de ética por que <span style="text-decoration:line-through;">o baguiu não é bagunçado!</span> Pelo twitter converso com pessoas que ó estão bem longe de mim, e sim quero também um pouqinho de atenção já que é tanta gente pedindo, deixa eu pedir também.</p>
<p>Mas enfim, se revelem, falem de vocês, se deixam ouvir e ouçam também. Porque olha se é pra falar besteira é melhor ficar queto e ouvir uma boa música!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sentimentalismo barato]]></title>
<link>http://naoebemassim.wordpress.com/2009/11/27/sentimentalismo-barato/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 17:36:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Chloé</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoje eu gostaria que você sentasse aqui comigo. Trouxesse duas cervejas e o mar, pra conversa fluir ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoje eu gostaria que você sentasse aqui comigo. Trouxesse duas cervejas e o mar, pra conversa fluir um pouco melhor.</p>
<p>Caso você resolva vir, gostaria também que tivesse um bocado de paciência: pode ser que eu tagarele, pode ser que eu fale sobre o tempo ou pode ser que eu fique apenas me justificando antes de falar mesmo o que eu preciso falar, que eu nem sei direito o que é. Vale avisar que esse tipo de comportamento é bem típico meu.</p>
<p>Por conta de não sabermos direito o tempo que será gasto, escolha para você aquela cadeira de palha confortável na qual você nunca pôde me embalar,  ou será que fui eu que nunca quis ser embalada? Quem sabe no ritmo dela a gente consiga se acertar.</p>
<p>Hoje eu gostaria que o dia não acabasse, mesmo sabendo que é esse o fim, triste ou não, de todos os dias. Gostaria mesmo é de não saber nada. Hoje eu quero ser criança de novo, se é que eu já fui criança um dia, se é que eu já deixei de ser.</p>
<p>Enfim, hoje há tempo para qualquer filosofia de bar. Hoje estão perdoadas a licença poética e qualquer lágrima que porventura escape dos nossos olhos tão treinados a não se deixar trair por qualquer sentimentalismo barato.</p>
<p>Hoje eu quero ouvir suas histórias de infância, mesmo que elas nem sejam verdades, mesmo que nem você seja de verdade, eu não me importo.</p>
<p>Se você não tiver tempo de vir, eu vou estar feliz em saber que você estava ocupado com planos maiores, como sempre esteve (ah, você é tão diferente de mim!). Eu peço pro garçom guardar a cerveja e espero você me ligar.</p>
<p>Eu quis tanto te julgar, esperei toda noite você curar um pouco da monotonia de todos os meus dias. Hoje não quero mais, não quero nem ver você aqui.</p>
<p>E chega desse blá-blá-blá, que o pessoal do bar me olha torto e essa cerveja não tomada já me deixou sentimental demais.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E cresceu!]]></title>
<link>http://maribremecker.wordpress.com/2009/11/26/e-cresceu/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 16:41:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mariana Bremecker</dc:creator>
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<description><![CDATA[Você nasce, brinca e brinca, vai para escolinha, conhece um monte de amiguinhos, começa a fazer prov]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Você nasce, brinca e brinca, vai para escolinha, conhece um monte de amiguinhos, começa a fazer provas, os pais começam a puxar a orelha se você tira nota vermelha, provas, recuperação, iiii repetiu de ano, mais provas, férias na praia, gente nova, gente velha, ensino médio, provas, o que eu vou ser?, vestibular? vestibular!, passei, trabalhos, 1º emprego&#8230;é agora a vida começa a apertar!</p>
<p>Como agora eu dou valor ao meu tempo de colégio, onde a minha única responsabilidade é tirar nota, fazer amigos, e muita bagunça no fundão, chegava em casa e dormia, via televisão até cansar, internet de madrugada e no outro dia tudo isso de novo. Era um tempo tão bom que as vezes até dá vontade de voltar no tempo.</p>
<p>Agora a vida é acordar cedo, ir trabalhar, faculdade, busão lotado, e dormir pouco, fico em casa só para dormir, estudar? Só quando dá animo. Sábado são 4 horas dentro de uma sala de aula aprimorando o Inglês e o Espanhol, domingão&#8230;namorado, apesar que namorado é todo dia, porque eu também posso relaxar, também sou filha de Deus. Mas só de pensar que agora a vida é assim uma série de responsabilidades, várias coisas para pagar, para comprar, para fazer e tempo que é bom não sobra.</p>
<p>Então garotos e garotas aproveitem, porque essa felicidade de colégio dura muito pouco e passa muito rápido.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Peneirando.]]></title>
<link>http://maribremecker.wordpress.com/2009/11/25/peneirando/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:28:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mariana Bremecker</dc:creator>
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<description><![CDATA[A partir de que momento conseguimos saber o que será bom e o que será ruim em nossa vida? Desde de q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A partir de que momento conseguimos saber o que será bom e o que será ruim em nossa vida? Desde de quando descobrimos o que realmente deve ser dado valor? Por exemplo, twitter lá se recebe milhões de pessoas colocando tubagens e coisas interessantes naqueles 140 caracteres, cabe a cada um saber o que quer ler ou não. Seria como se nós tivéssemos uma peneira, ou até mesmo sendo um caçador de ouro (e existe isso?), você vai ver quais são as pedrinhas de verdade e quais são os ouro de tolos. A questão em sim é saber escolher, saber peneirar.</p>
<p>Em qualquer situação de nossas vidas temos que fazer escolhas e ali deixamos algumas coisas de lado e acolhemos outras, é sempre um jogo de querer e não querer, um são rejeitados e outros escolhidos. Sempre vai ter uma coisa que você não vai querer.</p>
<p>O pior que nesse momento eu não consigo encerrar meu raciocínio já que tenho um monte de coisas na cabeça que não tem nada haver com o post, são problemas profissionais, na faculdade,e comigo mesmo, onde eu já não consigo disfarçar, estou o desânimo em pessoa, num é nada grave, só que estou achando que não estou sabendo peneirar direito e isso está me deixando muito cansada mentalmente e fisicamente. Questões bobas que apenas com um pouco de oportunidade e dedicação consigo altera-las, só que acho que ainda não chegou o momento certo.</p>
<p>A única coisa que poderia me fazer melhor agora seria um banho quente, uma massagem e uma boa noite de sono.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vivir sin miedo]]></title>
<link>http://nepalia.wordpress.com/2009/11/24/vivir-sin-miedo/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 20:14:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>nepalia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Las películas de terror no me asustan. Las películas sobre la maldad humana me aterrorizan. En un ni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://nepalia.wordpress.com/files/2009/11/www-ilustra-eu_2009.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-449" title="www.ilustra.eu_2009" src="http://nepalia.wordpress.com/files/2009/11/www-ilustra-eu_2009.jpg?w=300" alt="" width="240" height="240" /></a>Las películas de terror no me asustan. Las películas sobre la maldad humana me aterrorizan. En un nivel bajo (respecto a otras horripilantes que prefiero ni nombrar) estarían &#8220;La naranja mecánica&#8221;, &#8220;Funny games&#8221;, y ya subiendo pondria &#8220;Irreversible&#8221;. Es un miedo racional, de lucha por sobrevivir, por estar atenta y temer bajar la guardia. Sólo a veces no tengo miedo.</p>
<p>Me asusta la gente, su capacidad de odiar y provocar dolor. Me da miedo pensar en lo frágil que soy, en lo fácil que es hacerme daño físico (emocional más, por supuesto). Miro las noticias y me asombro del nivel de crueldad que somos capaces de alcanzar los humanos entre nosotros, hacia los animales, sobre la naturaleza&#8230;</p>
<p>Hace un rato respondí a alguien: &#8220;No tengo miedo, tengo hambre&#8221;. Y entonces me di cuenta de que hay gente que no puede decir lo mismo porque además de miedo tiene hambre. Estas personas no buscan ya vivir sin miedo sino sobrevivir a él.</p>
<p>Muchas veces, y creo que ya lo he dicho en otras ocasiones, pienso que no soy apta para divagar por este mundo. Es un pensamiento muy duro porque quién llega a él suele tomar decisiones drásticas pero no es mi caso. Soy muy consciente de que hay gente tan frágil como yo, gente honesta, tranquila, alegre&#8230; gente con la que vale mucho la pena compartir este mundo injusto y esta vida corta.</p>
<p>Se puede vivir sin miedo y yo muchas veces lo consigo. A pesar de todo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NIÑO RICARDO. Paseando por Sevilla]]></title>
<link>http://valverdedelcamino.wordpress.com/2009/11/24/nino-ricardo-paseando-por-sevilla/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 08:38:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Doria</dc:creator>
<guid>http://valverdedelcamino.wordpress.com/2009/11/24/nino-ricardo-paseando-por-sevilla/</guid>
<description><![CDATA[Maestro de guitarristas, el &#8220;Papa&#8221; le llamó Paco de Lucía. No está mal andar, en Sevilla]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">Maestro de guitarristas, el &#8220;Papa&#8221; le llamó Paco de Lucía</span>.</h2>
<p style="text-align:justify;">No está mal andar, en Sevilla con la que está liada de &#8220;alambres&#8221; por todas partes, es además casi la unica forma de moverte. Tampoco es mala cosa pararse de vez en cuando y contemplar lo que ves, mirando siempre levantado la vista por encima de los dos metros, es la única forma de contemplar algo que merezca la pena ser visto.</p>
<p style="text-align:justify;">Me paro hoy en la plaza del Cristo de Burgos, atrás quedó la plaza de San Ildefonso, San Leandro, su convento,  la &#8221; pila del pato&#8221; y la calle Descalzos. Aquí entre arboles centenarios, en posición de saludo, guitarra en mano izquierda y la mano derecha apoyada elegantemente en la silla está, inmortalizado por Gavira, el maestro de maestros guitarristas ;  Paco de Lucía, Manolo Sanlucar, etc. .Bebió de Ramón Montoya y Javier Molina, siendo el más grande de los guitarristas acompañando al cante de Mairena, Valderrama, Pepe Pinto, la Niña de los Peines, el mayor conocedor del fandango, fue tambien un gran creador e innovador en la manera de interpretar, &#8221; el Papa&#8221; le llamaba Paco por su sabiduría, era <span style="font-family:verdana;">Manuel Serrapí Sánchez, <strong>Niño Ricardo.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:verdana;"><strong>VIDEO: </strong><em>Al principio suena la guitarra de Niño Ricardo acompañando al &#8220;Niño de la Huerta&#8221; para continuar después Paco de Lucía interpretando &#8220;Gloria a Niño Ricardo&#8221;.</em></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:verdana;"><em><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/931JdaZMUIg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/931JdaZMUIg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><br />
</em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Así lo Veo Yo [Fragmento]]]></title>
<link>http://pinpones.wordpress.com/2009/11/23/asi-lo-veo-yo-fragmento/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 21:29:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sachiel</dc:creator>
<guid>http://pinpones.wordpress.com/2009/11/23/asi-lo-veo-yo-fragmento/</guid>
<description><![CDATA[Si el sexo fuera tan solo fricción, frotarnos contra la pared nos bastaría. Si el sexo se tratara so]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Si el sexo fuera tan solo fricción, frotarnos contra la pared nos bastaría. Si el sexo se tratara solo de insertar la varilla B en la ranura A, muy poco nos importaría los detalles distintos a aquella hendidura o ranura; saber seguir instrucciones sería lo adecuado. Si el sexo fuera algo egoísta, no buscaríamos con la mirada una señal positiva en el rostro de nuestra compañía a cada movimiento que, sabemos, podría gustarle; no dirigiríamos nuestro oído a percibir su respiración entrecortada, no extenderíamos nuestros brazos para buscar y estimular sus zonas más sensibles,no esperaríamos verle de nuevo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como agradá-las?]]></title>
<link>http://maribremecker.wordpress.com/2009/11/23/como-agrada-las/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:44:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mariana Bremecker</dc:creator>
<guid>http://maribremecker.wordpress.com/2009/11/23/como-agrada-las/</guid>
<description><![CDATA[Mulheres, eita bicho difícil. Minhas queridas porque somos tão estranhas? Porque gostamos de fazer t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mulheres, eita bicho difícil. Minhas queridas porque somos tão estranhas? Porque gostamos de fazer tanta cena? Porque somos interesseiras? Se por acaso você se ofendeu com alguma dessas questões, peço desculpas, mas eu não estou errada, admita para você mesmo que sim, você é estranha, você adora fazer aquele charme até conseguir o que quer, e sim você é interesseira, porque a partir do momento em que está se interessando a comprar aquele sapato, aquela bolsa maravilhosa, ou aquela sombra que em todas as revistas estampa como a nova cor da estação&#8230;você está sendo interesseira, interesseira não é só no lado pejorativo da palavra.</p>
<p>Mulher sempre está insatisfeita com algo. O mais comum é o quesito corpo/cabelo/peso. Sim, apenas conheço uma que está satisfeita com o corpo e com o peso&#8230;mas cabelo ela é igual todas as mortais. Acho eu que até a mulher mais linda do mundo se incomoda com algo de sua aparencia, afinal ela é mulher, nós podemos estar magras e lindas, ainda colocaremos defeito naquele dedo mindinho do pé esquerdo que a unha foi lascada com aquela cor do esmalte que você não tem em casa para poder prestar os primeiros-socorros. Fúteis? As vezes sim. Não sempre, afinal nós trabalhamos, estudamos e cuidamos de uma casa&#8230;não somos totalmente fúteis, apenas temos que ter o nosso momento de futilidade, onde esquecemos de alguns problemas e nos sentimos mais belas.</p>
<p>Mulher é mulher não importa a idade ou o local, nós vamos reclamar que vocês não conseguem retirar a toalha molhada de cima da cama, ou aquela cueca jogada no chão do banheiro&#8230;mas ainda precisaremos de você para abrir nossos potes de compota de doces ou de azeitonas. Mulheres reclamam que os filhos nunca organizam o quarto mas quando vocês saírem de suas respectivas casas, elas sentiram falta da sua zona organizada. Mulheres se sentiram obesas como porcas gordas, mas se sentiram mais bonitas quando ouvir você dizer que ela está ótima e que até prefere ter onde pegar.</p>
<p>Afinal adoramos um showzinho e sempre queremos ser os centros das atenções&#8230;porque sabemos que sem nós você não conseguiria ir para frente, afinal quem te ensinou a andar foi provavelmente uma mulher, sua mãe.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://mirianne.wordpress.com/2009/11/22/70/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 14:46:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>mirianne</dc:creator>
<guid>http://mirianne.wordpress.com/2009/11/22/70/</guid>
<description><![CDATA[tenho a impressão de que, por um lado, as coisas passam por si e, por outro, passam pra quem sente]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://mirianne.wordpress.com/files/2009/11/folha.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-72" title="..." src="http://mirianne.wordpress.com/files/2009/11/folha.jpg?w=258" alt="" width="258" height="300" /></a></p>
<p>tenho a impressão de que, por um lado, as coisas passam por si e, por outro, passam pra quem sente&#8230;</p>
<p>passam, mas pra quem sente não; ou não passam, mas pra quem sente passam.</p>
<p>e, às vezes, a lembrança traz a harmonia perfeita: as coisas em si &#8211; o fim &#8211; e as coisas pra gente &#8211; aquelas que a gente sente inacabadas &#8211; passam ao mesmo tempo assim&#8230;</p>
<p>aí, a gente voa com as lembranças até encontrar onde pousar no tempo, num outro ponto onde o tempo do fim é o mesmo tempo em que o fim é sentido pela gente, quando há sintonia, quando se vê o que não podia ser visto antes &#8211; o fim.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ayer alguien me dijo: -¿Vas a ver Luna N...]]></title>
<link>http://pinpones.wordpress.com/2009/11/21/ayer-alguien-me-dijo-%c2%bfvas-a-ver-luna-n/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 18:58:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>cupto</dc:creator>
<guid>http://pinpones.wordpress.com/2009/11/21/ayer-alguien-me-dijo-%c2%bfvas-a-ver-luna-n/</guid>
<description><![CDATA[Ayer alguien me dijo: -¿Vas a ver Luna Nueva? Se estrena hoy a media noche. 1.- ¿Luna Nueva? New Moo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ayer alguien me dijo:</p>
<p>-¿Vas a ver Luna Nueva? Se estrena hoy a media noche.</p>
<p>1.- ¿Luna Nueva? New Moon, ¿es tan difícil?<br />
2.- Se estrenó el miércoles a media noche, no el viernes. Idiota.<br />
3.- New Moon, it´s falls you? (¿Te cae? Pinches ignorantes) Esa película se hizo para quinceañeras, adolescentes gays y para el espuki.</p>
<p>Ash, luego porqué nadie los quiere.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eu Divirto-me]]></title>
<link>http://perdidapelomundo.wordpress.com/2009/11/20/eu-divirto-me/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 21:25:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Raquel</dc:creator>
<guid>http://perdidapelomundo.wordpress.com/2009/11/20/eu-divirto-me/</guid>
<description><![CDATA[Porta mais metralhada que alvo de tiro, mas mesmo assim recebe uma &#8220;reforma&#8221; e passa de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Porta mais metralhada que alvo de tiro, mas mesmo assim recebe uma &#8220;reforma&#8221; e passa de porta velha e banal, a porta velha de mola, yupiii!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1074" title="Fechadura 006 (600x800)" src="http://perdidapelomundo.wordpress.com/files/2009/11/fechadura-006-600x800.jpg" alt="" width="500" height="666" /></p>
<p>O pormenor da fechadura instalada do lado errado e por isso de pernas para o ar, e desse arame a segurar para o trinco não fechar, senão não seria porta de mola não é?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1076" title="Fechadura 005 (800x600)" src="http://perdidapelomundo.wordpress.com/files/2009/11/fechadura-005-800x600.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>E agora, como é que as pessoas do lado de dentro abrem a porta? Vão ter que puxar pela fechadura com a pontaa dos dedos? Nada disso, cá está o puxador, o salvador da pátria das unhas das senhoras.</p>
<p><a href="http://perdidapelomundo.wordpress.com/files/2009/11/fechadura-004-800x600.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1078" title="Fechadura 004 (800x600)" src="http://perdidapelomundo.wordpress.com/files/2009/11/fechadura-004-800x600.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Adoro fotos de trapalhadas, vocês não?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revoluciones]]></title>
<link>http://pinpones.wordpress.com/2009/11/20/de-revoluciones-2/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 19:58:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>cupto</dc:creator>
<guid>http://pinpones.wordpress.com/2009/11/20/de-revoluciones-2/</guid>
<description><![CDATA[Mi profesor de historia de bachillerato es un personaje peculiar, sus cátedras fueron conocidas por ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mi profesor de historia de bachillerato es un personaje peculiar, sus cátedras fueron conocidas por generaciones, así como su singular método de enseñanza. Dudo que exista algún alumno suyo que no lo recuerde. Muchas de sus enseñanzas se basaban en conceptos propios que son difíciles de encontrar en bibliografías comunes.</p>
<p>Definía a la Historia como: &#8220;Es el estudio sistemático y cronológico de todos aquellos hechos importantes en los que ha intervenido el hombre desde su aparición en el planeta y que han repercutido preponderantemente hasta nuestros días&#8221;. Desafiaba todo lo escrito en los libros de texto, fomentaba la investigación y a los historiadores autónomos.</p>
<p>La historia de México le resultaba particularmente curiosa, la relataba con romanticismo, con emoción, aunque siempre recordando que la mayoría de los sucesos del país eran repercusiones de otros de mayor importancia alrededor del globo. Pues sí, siempre hemos sido unos copiones, eso no es noticia. Aun bajo sus métodos de enseñanza, la revolución mexicana era uno de los temas mas complejos de estudiar. Siempre llegaba el momento en que nos llegábamos a preguntar: &#8220;¿Te cae?&#8221;.</p>
<p>Pues sí, no es sencillo, lo más fácil de entender de aquellos sucesos era el disgusto de la población sometida de una nación. La riqueza de unos a costa del sufrimiento de la mayoría. Eso, eso es muy fácil de entender en condiciones actuales. Pero luego todo se vuelve muy confuso y enredado, maderistas contra porfiristas, zapatistas contra maderistas, huertistas contra carranzistas, y luego, todos contra todos.</p>
<p>Inclusive, es tan complicado, que si tuviéramos que dividir a todos los personajes involucrados en dos bandos (los buenos y los malos), las conjeturas y conclusiones de los historiadores nos llevarían a otra revolución. Sin embargo, para bien de la nación los gobiernos posteriores llegaron a un conclusión práctica, sencilla y definitiva: &#8220;El malo malo, siempre puede ser Porfirio Díaz, ¿qué? ¿No?&#8221;. ¿Y adivinen qué? Pues funcionó. Además, los mexicanos somos bien buenos para eso, en serio. ¿Por qué culpar a muchos, cuando se puede culpar a uno solo? ¿Por qué tomar responsabilidades cuando podemos nombrar a un solo responsable? ¿Les suena?</p>
<p>Es curioso, pobre Porfirio, se equivocaba, como todos, pero como los grandes villanos de la historia, su mayor error, fué rodearse de la gente equivocada. &#8220;El pueblo mexicano ya estaba apto para la democracia, yo me retiraré&#8221; decía. Pues sí mano, la cosa es que no te iban a dejar, no el pueblo, sino todos tus protegidos.</p>
<p>Madero pensó lo mismo, sabía que la ruta electoral no podría ser el camino, la dictadura estaba cimentada con armas y solo con armas podría terminar. Era lógico, tampoco descubrió el hilo negro. Los obreros y campesinos estaban cansados, lastimados, humillados y desorganizados. Querían mejores condiciones, querían tierra, querían libertad. Buscaban un culpable, querían quemar algo.</p>
<p>Luego vino la lucha, los malentendidos, la ambición, los ideales y todo eso que hicieron un desmadre del país por varios años, Porfirio se alejó y murió fuera del territorio nacional, en ese momento ya a nadie le importaba, todos se habían dado cuenta, que él no era el principal problema. Fuero muchos años de guerrillas, saqueos, violaciones, asesinatos, fusilamientos, excesos, hasta que cansados todos, decidieron que tendrían que conformarse al menos con algo. Una reforma a la constitución, la más importante, sí, pero no una nueva.</p>
<p>Entonces, aquella fue una lucha con logros frustrados, incompletos, pero sustentada en una nación ignorante, desorganizada y oprimida. La única salida posible a todos los problemas del país era a través de las armas, de la revuelta y la lucha, para luego en un clima menos reprimido, intentar la organización.</p>
<p>Hoy la sociedad mexicana está dividida, los de en medio sostienen a los de arriba y a los de abajo, las organizaciones laborales han sido consumidas por la ambición y la corrupción. No se busca tierra, no se busca libertad, mientras unos buscan mejores condiciones de trabajo, otros buscan conservar los beneficios exagerados que sus organizaciones les han brindado. El campo está destruido y los hacendados se han transformado en empresarios.</p>
<p>Pero nos confundimos y pedimos revolución, tomamos estandartes de personajes que no conocemos, que nunca comprendimos. No tenemos un gobierno que se sostenga mediante las armas, ni que sea represor en términos equivalentes a los de hace 100 años, pero buscamos un Porfirio Díaz (el cual, por cierto, aun no nos decidimos en nombrar). No tenemos barreras de comunicación, ni limitantes tecnológicas, tenemos gobernantes electos mediante el sufragio efectivo y no se practica la reelección. Inclusive, tenemos la oportunidad de poner en tela de juicio sus decisiones. La cosas están mal, pero seguimos distraídos, confundidos, queremos revuelta, queremos quemar algo.</p>
<p>*<br />
Mi profesor de historia hacía énfasis en que el objetivo real de la historia era estudiar los errores del pasado, para no volverlos a cometer en el presente.Cuando era niño recuerdo que mi madre me recordaba cual era el resultado de intentar mentirle, me lo recordaba con una claridad, que no deseaba hacerlo nunca más. Ella era la historiadora de mi vida.</p>
<p>El 20 de noviembre se conmemora el inicio de la revolución mexicana, cuyos festejos hoy en día, involucran solo actividades artísticas y deportivas.</p>
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<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 18:19:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Facso</dc:creator>
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<description><![CDATA[La palabra troll está mal empleada. Antes era una persona que hacía reclamos sin sentido. Después se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>La palabra troll está mal empleada. Antes era una persona que hacía reclamos sin sentido. Después se convirtió en alguien que alzaba la voz para rebatir idioteces -aquí estoy-. Ahora se emplea para denominar a quien esta en desacuerdo con algo, aunque sea mínimo.</p>
<p>De cuando ser troll significaba algo.</p>
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<title><![CDATA[De donde vengo]]></title>
<link>http://pinpones.wordpress.com/2009/11/20/de-donde-vengo-la-gente-le-llama-soda/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 04:04:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>kraken</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>De donde vengo la gente le llama &#8217;soda&#8217; a los refrescos. Las garnachas, tlacoyos y <a href="http://facso.net/2009/10/30/5-recomendaciones-para-seguir-en-tuiter/">los tacos de suadero no existen</a>. La gente morena y chaparra es etiquetada como &#8216;del sur&#8217;, lo que significa dos cosas:<br />
1) Viene a trabajar de jornalero<br />
2) Viene a robarse nuestra comida<br />
Y como todos sabemos, ambas cosas no son bien vistas. Entonces, antes de venir a Chihuahua, bola de sureños corrientes, vividores y mugrosos, piensen si les gustaría ser discriminados o preferirían quedarse en sus ciudades malhechas. Saludos @biokah</p>
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