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	<title>documentario &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "documentario"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 19:24:08 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[1982]]></title>
<link>http://festivaldepenedo.wordpress.com/2009/11/29/1982/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 15:39:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>lisboalarissa</dc:creator>
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<description><![CDATA[CHÃO de casa. Direção e produção: Celso Brandão. Argumento/roteiro: Vera Calheiros. Direção de fotog]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>CHÃO de casa. Direção e produção: Celso Brandão. Argumento/roteiro: Vera Calheiros. Direção de fotografia: Benvau Fon. Montagem: Gilberto Santeiro. Companhias produtoras: Estrela do Norte, Funted. 1982. Curta-metragem (16min), sonoro, cor, documentário, 16mm.<br />
Sinopse: Aborda a construção de casas de taipa como alternativa para resolver os problemas de moradia.<br />
Observações:<br />
Ficha técnica complementar:<br />
Fotografia de cena: Rita Toledo Piza.<br />
Sonografia: Silvio Da-Rin.<br />
Dados adicionais:<br />
Embrafilme informa 17 minutos de duração e 1983 como ano de produção. Selecionado para o Festival Internacional de Filmes Etnográficos.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>CONFLITO de amor. Direção, roteiro, montagem, direção de fotografia e produção: José Jaime Braga Filho. Elenco: Maurício Costa e Zélia Santos. 1982. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>CONVERSA com Fernando Lopes. Direção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. Assistente de direção: Rogério Gomes. Assistente de fotografia: Eliane Vielmond. Sonoplastia: Nélson Braga. Produção: Pinacoteca da Universidade Federal de Alagoas e Carmem Lúcia Dantas. 1982. Curta-metragem (9min), sonoro, documentário, Super 8.<br />
Sinopse: Sobre o artista plástico Fernando Lopes.</p>
<p>&#160;</p>
<p>GUENZO. Direção, produção e roteiro: Joaquim Alves. Diretor de fotografia: Nélson Braga. Elenco: Ronaldo de Andrade, Anilda Leão, Isac Bezerra, Edite Camelo, Franklin Martins, Francisco Roger Ayres, Graça Cabral, Luciana Braga, Darlan, Marcelo Brandão, Alexandre Pereira, Marcial Lima, Bartolomeu Dresch, Rubens Mamedes, Maria Calheiros, Edith Camelo. Maceió-AL. 1982. Longa-metragem, sonoro, ficção, 16mm.<br />
Sinopse: Uma mulher da meia idade tem um irmão subversivo que está voltando para o Brasil do seu auto-exílio no exterior e que agora é perseguido pela polícia. O apartamento deles é revirado pela polícia que a leva para ser torturada. Seu irmão que é envolvido com grupos de esquerda, inclusive fazendo jornais/panfletos, também é perseguido e torturado. Ele consegue uma nova identidade e continua sua luta, enquanto sua irmã sai escrevendo nos muros burgueses frases/slogans como “Abaixo a Ditadura”.<br />
Observações:<br />
Ficha técnica complementar:<br />
Música: Ronaldo de Andrade e Nelson Braga.<br />
Dados adicionais:<br />
Trata-se de uma adaptação/atualização do conto “Dois Dedos”, de Graciliano Ramos. Participou da Mostra Competitiva do Festival de Brasília, 1985, Brasília-DF.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>GUERREIROS das Alagoas. Direção, produção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. Assistentes de direção e produção: Arlette Roubaud e Washington Monteiro. 1982. Curta-metragem, sonoro, cor, documentário, Super 8.<br />
Sinopse: Mostra a apresentação do grupo de Guerreiro Mestre José Inácio de Boca da Mata, município de Alagoas. Traz entrevistas com os participantes do grupo.</p>
<p>A PINTURA de Rogério Gomes. (original perdido). Direção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. Assistente de direção:Washington Monteiro. Produção: Pinacoteca da Universidade Federal de Alagoas e Carmem Lúcia Dantas. 1982. Curta-metragem, sonoro, documentário, Super 8.<br />
Sinopse: Sobre o artista plástico Rogério Gomes.</p>
<p>POVO de fé. Direção: Antonio de Souza. Penedo-AL. 1982. Curta-metragem, sonoro, cor, documentário, 16mm.<br />
Sinopse: Procissão de Bom Jesus dos Navegantes, em Penedo, Alagoas.<br />
Observações:<br />
Prêmio no VIII Festival de Cinema de Penedo, AL, 1982.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SUPER-homem contra o imperador da inflação. Direção, produção, roteiro e montagem: Luciano Agrelli Sarmento. 1982. Documentário, Super 8.</p>
<p>ZÉ Gente. Direção, produção, roteiro, texto e narração: Otávalo de Viveiros. Fotografia: Kleyner Gomes. Sonoplastia e montagem: Otávalo e Kleyner. 1982. Curta-metragem (7min), sonoro, documentário, Super 8.<br />
Sinopse: Traz a realidade triste de indigentes que vivem na casas de saúde de doentes mentais.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1981]]></title>
<link>http://festivaldepenedo.wordpress.com/2009/11/29/1981/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 15:09:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>lisboalarissa</dc:creator>
<guid>http://festivaldepenedo.wordpress.com/2009/11/29/1981/</guid>
<description><![CDATA[BARRIL de lixo. Direção, produção, roteiro e narração: Otávalo de Viveiros. Fotografia: Kleiner Gome]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>BARRIL de lixo. Direção, produção, roteiro e narração: Otávalo de Viveiros. Fotografia: Kleiner Gomes. Montagem e sonoplastia: Kleiner e Otávalo. Maceió-AL. 1981. Curta-metragem (10min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Mostra as distoantes perspectivas, de um lado uma criança de pais ricos e do outro uma criança de pais pobres, desde a maternidade até a expectativa de vida.</p>
<p>Observações:</p>
<p>Prêmio de Melhor filme Alagoano no VII Festival Brasileiro de Cinema de Penedo, AL, 1981.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>ENCONTRO a felicidade. Direção, roteiro, montagem, direção de fotografia e produção: José Jaime Braga Filho. Elenco: Nonato Maia, Helena Braga, Ieda Santos, Marcelo Góes. 1981. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>ENIGMAS populares. Direção: Celso Brandão. Maceió-AL. 1981. Curta-metragem (7min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Sobre adivinhas ou adivinhações populares, recitadas e explicadas por José Maria de Melo, autor de livro homônimo.</p>
<p>Observação:</p>
<p>Prêmio de melhor filme alagoano no VIII Festival de Cinema de Penedo, 1982, AL.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>LINDA Mascarenhas. Direção, produção e roteiro: José Marcio Passos. Assistente de direção: Linda Torres Bernardes. Montagem: Lidia Torres Bernardes e José Marcio Passos. Direção de fotografia: Benvau Fon e Celso Brandão. Maceió-AL. 1981. Curta-metragem (10min), documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Um dia na vida da grande dama do teatro alagoano.</p>
<p>Observação:</p>
<p>Ficha técnica complementar:</p>
<p>Texto: “Sinfonia teatral para uma atriz” de Ronaldo de Andrade.</p>
<p>Sonoplastia: Carlos Lompa e Rui Agostinho.</p>
<p>Dados adicionais:</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>MACEIÓ, cidade sorriso. Direção: João Gomes e Antonio Souza. 1981. Documentário, Super 8.</p>
<p>Observação:</p>
<p>3º lugar na Maratona de Super 8 (SESI/AL), 1982.</p>
<p>&#160;</p>
<p>PAISAGENS brasileiras. Direção: Carlos Bezerra Brandão. 1981. Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SHUP. Direção: Gustavo Quintela. Maceió-AL. 1981. Curta-metragem, silencioso, ficção, Super 8. Sinopse: História de um vampiro realizada segundo o cinema mudo.</p>
<p>Observações:</p>
<p>Menção Honrosa no VII Festival de Penedo, 1981, AL.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>A VIDA começa ao entardecer. Direção, produção e montagem: Mario Jorge Calheiros Feijó. Assistente de direção: Artur Frassy. Roteiro: Mario Jorge Feijó, Nilton Farias e José Márcio Medeiros. Elenco: José Márcio Medeiros, Nilton Farias, Kátia Feijó, Iranilda Silva Santos, Estela Albuquerque e Graça Frassy. 1981. Média-metragem (28min),sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Ligação homossexual entre dois amigos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1980]]></title>
<link>http://festivaldepenedo.wordpress.com/2009/11/29/1980/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 15:01:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>lisboalarissa</dc:creator>
<guid>http://festivaldepenedo.wordpress.com/2009/11/29/1980/</guid>
<description><![CDATA[AURÉLIO Buarque: roteiro sentimental. Direção, produção, montagem e direção de fotografia: Celso Bra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>AURÉLIO Buarque: roteiro sentimental. Direção, produção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. Realização: Solange Lages. 1980. Curta-metragem, sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Visita de Aurélio Buarque a sua terra natal.</p>
<p>Observação:</p>
<p>O original foi entregue à Fundação Aurélio Buarque de Holanda.</p>
<p>&#160;</p>
<p>OS BANDOS. Direção, roteiro, montagem, produção e fotografia: José Maria Tenório Rocha. 1980. Curta-metragem, sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Documenta a corrida de Bandos, existente em Tapera, Anadia-Alagoas.</p>
<p>&#160;</p>
<p>O BOI vai dançar!. Direção e montagem: José Maria Tenório Rocha. Fotografia: Aldevan Henrique. 1980. Média-metragem (25min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Auto ou folguedo do Bumba-meu-boi, de Barra Grande, Maragogi-AL.</p>
<p>&#160;</p>
<p>FOLGUEDOS e danças de Alagoas. Direção, roteiro, montagem e produção: José Maria Tenório Rocha. Fotografia: Aldevan Henrique, Celso Brandão, José Maria Tenório Rocha e Mariano Paredes. Assistente de direção: Iracilda Tenório. 1980. Média-metragem (35min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Painel sobre diversas manifestações populares.</p>
<p>Observação:</p>
<p>Prêmio de pesquisa no VI Festival de Penedo, AL, 1980.</p>
<p>&#160;</p>
<p>FOLGUEDOS natalinos de Alagoas. Direção, roteiro, montagem, produção e fotografia: José Maria Tenório Rocha. 1980. Curta-metragem, sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Apresenta manifestações folclóricas como guerreiro, reisado, chegança, fandago, entre outros.</p>
<p>&#160;</p>
<p>HORA da visita. Produção, direção e montagem: Mario Jorge Calheiros Feijó. Roteiro: Wolfran Tenório e Mario Jorge Feijó. 1980. Curta-metragem (12min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Narrativa sobre o abandono de velhinhos em asilos.</p>
<p>&#160;</p>
<p>OS KARIRI- xocó de Alagoas. Direção, roteiro, montagem, produção e fotografia: José Maria Tenório Rocha. Assistentes de fotografia: Celso Brandão e Fábio Camelo. Assistente de direção: Iracilda Tenório. 1980. Curta-metragem (20min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Discute a problemática da sociedade indígena residente em Porto Real do Colégio, em posse das terras da Companhia do Vale de São Francisco (Codevasf).</p>
<p>&#160;</p>
<p>OURO negro. Direção: Flávio Aloisio de Barros Oliveira. 1980. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>POR uma criança. Direção, roteiro, montagem, direção de fotografia e produção: José Jaime Braga Filho. Elenco: Walma Mastroiane, Maurício Pradines, Geraldo Mota. 1980. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>POR viver. Direção, produção, narração e roteiro: Otávalo de Viveiros. Fotografia: Kleyner Gomes. Montagem e sonoplastia: Kleyner e Otávalo. 1980. Curta-metragem (15min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Denúncia acerca da poluição nas lagoas Manguaba e Mundaú e as trágicas conseqüências por ela causadas aos pescadores.</p>
<p>Observação:</p>
<p>Ficha técnica complementar:</p>
<p>Música (instrumental/violão): José Gomes Brandão do Grupo Terra.</p>
<p>Dados adicionais:</p>
<p>Prêmio de Melhor Filme Alagoano do VI Festival de Penedo, AL, 1980. Participou do Festival de Gramado.</p>
<p>&#160;</p>
<p>TORÉS e danças de Alagoas. Direção, roteiro, montagem, produção e fotografia: José Maria Tenório Rocha. 1980. Curta-metragem (18min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Apresenta expressões religiosas populares como o toré dos índios vivos, em aldeias, e o Toré dos índios “mortos”, em terreiros de candomblés e umbandas.</p>
<p>&#160;</p>
<p>OS XUCURU- kariri de Palmeira. Direção, roteiro, montagem, produção e fotografia: José Maria Tenório Rocha. 1980. Média-metragem (25min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Posse do então cacique Xucuru-Kariri Manoel Celestino.</p>
<p>&#160;</p>
<p>“&#8230;E ELES ainda brincam&#8230;”. Direção, roteiro, montagem, produção e fotografia: José Maria Tenório Rocha. 1980. Curta-metragem (14min), sonoro, documentário, Super8.</p>
<p>Sinopse: Mostra brincadeiras infantis tradicionais como pau-de-sebo, corrida de saco, quebra-pote, quebra-coco, em uma “festa de santo”, em Jatiúca, Maceió-AL.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1979]]></title>
<link>http://festivaldepenedo.wordpress.com/2009/11/29/1979/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 14:52:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>lisboalarissa</dc:creator>
<guid>http://festivaldepenedo.wordpress.com/2009/11/29/1979/</guid>
<description><![CDATA[AS ANDORINHAS. Direção: Marcelino Batista Silva. 1979. Documentário, Super 8. &nbsp; APARÊNCIAS. Dir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>AS ANDORINHAS. Direção: Marcelino Batista Silva. 1979. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>APARÊNCIAS. Direção: Artur José Rocha Frassy. 1979. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>COISAS que a gente vê. Direção: Antonio Souza. 1979. Desenho animado, Super 8</p>
<p>Observação:</p>
<p>Vetado pela censura.</p>
<p>&#160;</p>
<p>DIVINA comédia humana. Direção, produção, argumento/roteiro e montagem: Mario Jorge Calheiros Feijó. Elenco: Artur Frassy, Roseana Farias, Cavalcante Filho, Mauro Roberto Braga Neto, Paulo Arruda, Mário Feijó, Lígia Ambrósio, Cibelle Arruda e Eugênia Frassy. 1979. Média-metragem (28min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Através de uma narrativa surrealista e mística, aborda as convenções sociais e a repressão sobre o ser humano.</p>
<p>&#160;</p>
<p>EXPRESSÃO do saber. Direção: Antonio Souza. 1979. Documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Sobre o escultor João Lisboa</p>
<p>&#160;</p>
<p>FILÉ do Pontal. Direção, produção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. 1979. Curta-metragem, sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Mostra as rendeiras do Pontal da Barra, Maceió-AL.</p>
<p>&#160;</p>
<p>FOLGUEDOS carnavalescos de Alagoas. Direção, roteiro, produção e montagem: José Maria Tenório Rocha. Fotografia: Aldevan Henrique. 1979. Média-metragem (22min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Sobre manifestações folclóricas como cambindas, samba-de-matuto, cabloclinhos, expressões dançadas e cantadas na zona norte de Alagoas. Em Coruripe- AL, mostra os bois de carnaval, La ursa e Negrinhos.</p>
<p>&#160;</p>
<p>GRAÇAS a Deus. Direção: Antonio Souza. 1979. Documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Apresenta a pesca do sururu na Lagoa Mundaú, em Alagoas.</p>
<p>Observação:</p>
<p>1º lugar na Maratona de Super 8 (SESI/AL), 1982.</p>
<p>&#160;</p>
<p>LOURENÇO Peixoto. (filme desaparecido). Direção e produção: Benedito Ramos. Roteiro: Elinaldo Barros. Direção de fotografia: Benvau Fon. Montagem: Benedito Ramos, Benvau Fon e Carlos Bezerra Brandão. 1979. Curta-metragem (10min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Retrata o cotidiano do pintor acadêmico.</p>
<p>Observações:</p>
<p>Ficha técnica complementar:</p>
<p>Narração: Benedito Ramos.</p>
<p>Operador: Benvau Fon.</p>
<p>Assistentes de produção e fotografia: Rui Agostinho e Carla Fon.</p>
<p>Sonoplastia: Carlos Bezerra Brandão.</p>
<p>Música: Ruy Agostinho.</p>
<p>Dado adicional:</p>
<p>Adaptação a partir de uma crônica de Benedito Ramos sobre o pintor Lourenço Peixoto.</p>
<p>&#160;</p>
<p>A MARÉ da padroeira. (original perdido). Direção, produção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. 1979. Curta-metragem (7min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Procissão de Nossa Senhora da Conceição realizada pelos pescadores no dia 7 de dezembro, em Marechal Deodoro-AL.</p>
<p>&#160;</p>
<p>MEDIÇÃO do teor de sacarose. Direção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. Produção: Sávio Almeida. Realização: Estação experimental da cana-de-açúcar. 1979. Curta-metragem, sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Filme didático sobre as técnicas de como utilizar os diversos métodos de medição de sacarose.</p>
<p>&#160;</p>
<p>MENOR carente. Direção, argumento e montagem: Otávalo de Viveiros. Produção: Kleyner Gomes e Otávalo de Viveiros. Fotografia: Kleyner Gomes. 1979. Curta-metragem (10min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Pesquisa sobre a condição do menor abandonado realizada por Otávalo Viveiros, que foi utilizada como base para o documentário.</p>
<p>Observações:</p>
<p>Ficha técnica complementar:</p>
<p>Narração: Reinaldo Cavalcante.</p>
<p>Sonoplastia: Otávalo e Kleyner.</p>
<p>Dados adicionais:</p>
<p>3º lugar no V Festival de Penedo, 1979 AL.</p>
<p>&#160;</p>
<p>MISTICISMO. Direção: Cícero Amorim. 1979. Documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Ritual de sagração de babalorixá de um candomblé.</p>
<p>&#160;</p>
<p>NA BOCA da mata. (original perdido). Direção, argumento/roteiro, direção de fotografia e montagem: Celso Brandão. Boca da Mata-AL. 1979. Curta-metragem (8min), sonoro, cor, documentário, em Super 8.</p>
<p>Sinopse: Sobre o escultor autodidata Manoel da Marinheira e seu bestiário de madeira em Boca da Mata, cidade do interior de Alagoas.</p>
<p>Observações:</p>
<p>Ficha técnica complementar:</p>
<p>Texto de locução: Vera Calheiros.</p>
<p>Mixagem: Carlos Lampa.</p>
<p>Dados adicionais:</p>
<p>Participou do Festival Nacional de Cinema de Aracajú (FENACA), 1980, SE.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>NATUREZA terapia. Direção, produção, argumento/roteiro, montagem e direção de fotografia: Mario Jorge Calheiros Feijó. Elenco: Artur Frassy, Célia Braga, Cláudio Frassy, José Lobo. 1979. Média-metragem (29min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Busca expressar a potencialidade da ação da natureza sobre as pessoas, sugerir que a melhor psicoterapia está em curtir a tranqüilidade das paisagens.</p>
<p>&#160;</p>
<p>PATRÃO. Direção, argumento/roteiro e montagem: José Marcio Vieira Passos. Direção de fotografia: Benvau Fon. Elenco: Francisco Loureiro Bahia, Dalva Sales, Salete Barbosa, Fabiano Pimentel, Mestre Osório. Maceió-AL. 1979. Curta-metragem (16min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Mostra trabalhadores nordestinos que motivados pela poesia e música de um cantador, adquirem a consciência e força para a luta contra o patrão. o “O resultado do trabalhador rural”.</p>
<p>Observações:</p>
<p>Ficha técnica complementar:</p>
<p>Sonografia: Carlos Lompa e Ruy Agostinho.</p>
<p>Dados adicionais:</p>
<p>Inspirado no poema “O resultado do trabalhador rural”, de Mestre Osório. Participação no Super Festival Nacional do Filme Super, 1980, SP. Prêmio de Melhor fotografia no VI Festival do Cinema Brasileiro de Penedo, 1980, AL.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>PAULO Afonso, realidade. Direção: Cássio Murilo. 1979. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>POLUIÇÃO. Direção: Ricardo César de Barros Oliveira. 1979. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>A PRECE do mendigo. Direção: Ana Severina Conceição. 1979. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>RELATÓRIO sem feed-back. Direção, roteiro, câmera e edição: Joaquim Alves. Elenco: Anilda Leão, Homero Cavalcante, Ronaldo de Andrade, José Márcio Passos, e Chico Leão. 1979. Curta-metragem, sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Crise existencial de uma senhora, abordando sua busca pela juventude que se esvai, enquanto o mundo indiferente ignora as carências das mulheres da meia-idade. Seus conflitos, suas buscas, seus delírios e gozos insatisfeitos, numa sociedade machista onde o que predomina é a beleza jovem de bonitas mulheres.</p>
<p>&#160;</p>
<p>RENDEIRAS do nordeste. Direção: Antonio Souza. 1979. Documentário, Super 8;</p>
<p>&#160;</p>
<p>SE não puder, não ria. Direção: Eduardo de Souza Lira. 1979. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>A SEDE e a fonte. Direção, produção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. Roteiro: Solange Lages. 1979. Curta-metragem, sonoro, documentário, Super8.</p>
<p>Sinopse: Sobre Pierre Chalita, pintor e colecionador de Arte Sacra.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SOBRE viventes do lixo. Direção, argumento/roteiro e montagem: José Márcio Vieira Passos. Direção de fotografia e letreiros: Benvau Fon. Direção de som: Ruy Agostinho. Maceió-AL. 1979. Curta-metragem (5min), sonoro, cor, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Habitantes do lixão de Maceió que buscam alimentos e sobras aproveitáveis.</p>
<p>Observação:</p>
<p>Ficha técnica complementar:</p>
<p>Texto de locução: Stephane Lins.</p>
<p>Dados adicionais:</p>
<p>Melhor Filme no Festival Nacional de Cinema de Aracajú (FENACA), Aracajú-SE, 1980. 2º lugar no V Festival de Penedo, AL, 1979, e 2º lugar no IV Festival Nacional de Super 8 de Gramado, RS.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SÓS. Direção: Marco Antonio Lira Rego. 1979. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>TARZAN depois da gripe. Direção, roteiro e montagem: Kleyner Gomes. Elenco: José Cícero “Cicinho”, José Carlos “Peu”, Geraldo “Veio”, Sérgio “Prego”, “Zé Gustavo” Barreiros, Luciano “Briba”, Márcio Guido, Ricardo “Baóba”, Irmãos – Cláudio, “Fonseca”, Luisinho, Dedé e Kleyner Gomes (Turma da Rua). 1979. Curta-metragem, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Sátira com um Tarzan magricela. Após perder os pais, Tarzan cresce na selva, mas por ser magro, não é o corajoso rei da selva. É obrigado a disputar a filha do cacique ou encarar a própria morte.</p>
<p>&#160;</p>
<p>TIBORNA. Direção, roteiro, montagem, direção de fotografia e produção: José Jaime Braga Filho. 1979. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>TRANSPORTES – Ontem, hoje e amanhã. Direção, roteiro e montagem: Kleyner Gomes. 1979. Curta-metragem (12min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Trabalho de pesquisa retratando o trânsito na cidade, para participar de um edital de documentários sobre tráfico.</p>
<p>&#160;</p>
<p>TREM das sete. Direção: Marcelino Batista Silva. 1979. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1978]]></title>
<link>http://festivaldepenedo.wordpress.com/2009/11/29/1978/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 14:07:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>lisboalarissa</dc:creator>
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<description><![CDATA[ALÍVIO. Direção, produção, montagem e roteiro: José Marcio Passos. Direção de fotografia: Benvau Fon]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>ALÍVIO. Direção, produção, montagem e roteiro: José Marcio Passos. Direção de fotografia: Benvau Fon e Antonio José. Elenco: Cláudia Maria de Oliveira. 1978. Curta-metragem (8min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Uma mulher procura desesperadamente um local para urinar no comércio, passa por tensão e vergonha por não encontrar um banheiro.</p>
<p>Observação:</p>
<p>Adaptação do conto “Alívio”, de Anilda Leão.</p>
<p>&#160;</p>
<p>BRIGA de galo. Direção, produção, roteiro e montagem: Carlos Hora Santos. 1978. Média-metragem (30min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Um dia nas rinhas de galo em Penedo.</p>
<p>&#160;</p>
<p>CASAMENTO de uma Maria. Direção e roteiro: José Márcio Passos. Direção de fotografia e letreiros: Benvau Fon. Elenco: Edja Vieira, Sinézio Santos, Vicente Barbosa, Socorro Pimentel, Neco Leite, Ismenea Pimentel, Fabiano Pimentel, Ilka Pimentel, Igor Passos. Viçosa-AL. 1978. Curta-metragem (11min), sonoro, cor, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: O dia do casamento de uma Maria qualquer. Uma noiva do nordeste prepara-se para seu casamento. Festas. Alegria. Casa-se. Começa a sentir a vida. Acontecimentos típicos surgem. As injustiças sociais. Outra noiva prepara-se. Começa tudo de novo e nada muda.</p>
<p>Observação:</p>
<p>Primeiro filme alagoano com trilha sonora original, por Ronaldo de Andrade, Leureny e Carlos Moura.</p>
<p>Prêmios de melhor filme, melhor filme de ficção, direção, atriz e fotografia do II Festival Paineiras do Cinema Amador – SP, e 2º lugar no Festival Mundial da UNITA, em Aachen-Alemanha.</p>
<p>A  Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>CERÂMICA utilitária cariri. Direção, produção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. 1978. Curta-metragem, sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Sobre a milenar técnica de produção de cerâmica utilitária pelos índios Kariri-Xocó, na então rua dos Índios, Porto Real do Colégio-AL.</p>
<p>Observação:</p>
<p>1º lugar no IV Festival de Penedo, 1978, AL. Menção Honrosa pelo texto da professora e antropóloga Vera Lúcia Calheiros.</p>
<p>&#160;</p>
<p>O DIVÓRCIO. Direção: Marcelino Batista Silva. 1978. Ficção, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>EVOÉ. Direção, roteiro, câmera e edição: Joaquim Alves. 1978. Curta-metragem, sonoro, documentário, Super 8 .</p>
<p>Sinopse: Documentário sobre pessoas pacatas e supostamente conservadoras, quando embarcam na loucura de um carnaval incandescente, como o de Salvador/BA.</p>
<p>&#160;</p>
<p>FANTÁSTICO sonhador. Direção, produção, roteiro, direção de fotografia e montagem: Inácio Manoel da Nóbrega. Elenco: Inácio Manoel da Nóbrega, José Ednaldo e Roseli Oliveira. 1978. Documentário, Super 8.</p>
<p>Observação:</p>
<p>Menção Honrosa no IV Festival de Penedo, 1978, AL.</p>
<p>&#160;</p>
<p>GUERREIRO. Direção: Aldevan Henrique da Silva. 1978. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>O JORNAL. Direção, argumento/roteiro e direção de fotografia: Antonio de Souza. 1978. Curta-metragem (13min), sonoro, cor, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Cine-Jornal.</p>
<p>Observação:</p>
<p>2º lugar na Maratona de Super 8 (SESI/AL), 1982.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>MEDICINA popular. Direção, produção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. 1978. Curta-metragem (10min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Apresenta a extração de plantas medicinais das matas nos arredores de Maceió, através de coletores/raizeiros e a produção de soluções nas farmácias populares do antigo Mercado Público.</p>
<p>Observação:</p>
<p>3º lugar no IV Festival de Penedo, 1978, AL.</p>
<p>&#160;</p>
<p>ORGASMO. Diretor: Aldevan Henrique da Silva. 1978. Ficção, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>PENEDO, velhos tempos. Direção: Antonio Souza. 1978. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>PONTO das ervas. Direção e argumento/roteiro: Celso Brandão. Direção de fotografia: Dib Lutfi. Montagem: Mair Tavares. Companhias produtoras: Alter Filmes Ltda., Departamento do Filme Cultural, Embrafilme. Maceió-AL. 1978. Curta-metragem (11min), sonoro, cor, documentário, 35mm.</p>
<p>Sinopse: Sobre o médium e raizeiro Prof. Oliveira em seu estabelecimento comercial no Mercado Público, um complexo de consultório, farmácia e laboratório. &#8220;Ponto das Ervas de Senhor do Bonfim, Alagoas. Casa especializada em plantas e ervas medicinais para cura de todos os tipos de doenças.&#8221; (INC/CESD)</p>
<p>Observações:</p>
<p>Ficha técnica complementar:</p>
<p>Produção Executiva: Carlos Diegues.</p>
<p>Música (Genérico): Djalma Correia.</p>
<p>Dados adicionais:</p>
<p>2º lugar no VII Festival de Penedo, AL, 1981. Melhor trilha sonora no Festival de Brasília, 1978, Brasília-DF. Participou do Medical Filme Festival, em Nova  Iorque.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>PREMEX, o cérebro eletrônico. Direção, roteiro e montagem: Kleyner Gomes. Roteiro: José Cícero Farias Braga (“Cicinho”). Elenco: José Cícero “Cicinho”, José Carlos “Peu”, Geraldo “Veio”, Sérgio “Prego”, “Zé Gustavo” Barreiros, Luciano “Briba”, Márcio Guido, Ricardo “Baóba”, Irmãos – Cláudio, “Fonseca”, Luisinho e Dedé (Turma da Rua). 1978. Curta-metragem (9min), silencioso, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Após a chegada de um contrabando internacional no aeroporto, trava-se a disputa por seu domínio.</p>
<p>&#160;</p>
<p>A SOMBRA da morte. Direção: Flávio Aloisio de Barros Oliveira. 1978. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>TAIPA. Direção: José Márcio Passos e Benvau Fon. Direção de fotografia e letreiros: Benvau Fon, Argumento/roteiro, direção de som e narração: José Márcio Passos. Coruripe-AL. 1978. Curta-metragem (7min), sonoro, cor, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Mostra a construção de uma casa de taipa e as condições sócio-econômicas dos futuros habitantes.</p>
<p>Observação:</p>
<p>Ficha técnica complementar:</p>
<p>Texto de locução: Ronaldo de Andrade e José Márcio Passos.</p>
<p>Dados adicionais:</p>
<p>Prêmios Sexto Lugar como Melhor Filme no FENACA, 1979, Aracajú, SE (Festival Nacional de Cinema de Aracajú). Melhor documentário do VII Festival do GRIFE, São Paulo, 1979. 1º lugar no V Festival de Penedo, 1979, AL. Melhor documentário do II Festival de Paineiras do Cinema Amador, SP.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1977]]></title>
<link>http://festivaldepenedo.wordpress.com/2009/11/29/1977/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 13:51:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>lisboalarissa</dc:creator>
<guid>http://festivaldepenedo.wordpress.com/2009/11/29/1977/</guid>
<description><![CDATA[AGONIA. Direção, montagem, roteiro e produção: Carlos Hora Santos. 1977. Média-metragem (30min), son]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>AGONIA. Direção, montagem, roteiro e produção: Carlos Hora Santos. 1977. Média-metragem (30min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Mostra alucinações e miragens em clima de sufocante pesadelo.</p>
<p>&#160;</p>
<p>ALEGRANDO. (original perdido). Direção, produção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. 1977. Curta-metragem (8min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Apresenta figuras do carnaval da região praiera da Garça Torta (Maceió/AL), produção de máscaras de carnaval, grupos carnavalescos “Boi Marrão” e “Maria Charclete”.</p>
<p>Observação:</p>
<p>1º lugar no I Festival Alagoano de Super 8, 1976. 2º lugar no III Festival de Cinema de Penedo, 1977, AL.</p>
<p>&#160;</p>
<p>ARTESANATO. Direção, montagem, roteiro e produção: Carlos Hora Santos. 1977. Média-metragem (30min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Aborda o trabalho dos oleiros da cidadezinha sergipana de Santana do São Francisco, conhecida como Carrapicho, vizinha a Penedo. Mostra o processo de elaboração do artesanato de barro.</p>
<p>Observação:</p>
<p>1º lugar no III Festival de Penedo, AL, 1977.</p>
<p>&#160;</p>
<p>CONTRABANDO. Direção, roteiro e montagem: Kleyner Gomes. Elenco: José Cícero “Cicinho”, José Carlos “Peu”, Geraldo “Veio”, Sérgio “Prego”, “Zé Gustavo” Barreiros, Luciano “Briba”, Márcio Guido, Ricardo “Baóba”, Irmãos – Cláudio, “Fonseca”, Luisinho e Dedé (Turma da Rua). 1977. Curta-metragem (12min), silencioso, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Uma carga chega ao porto, e uma das encomendas é objeto de transação entre contrabandistas.</p>
<p>&#160;</p>
<p>DESPREZO. Diretor: Edson Silva. 1977. Ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Ficção que aborda a exclusão social.</p>
<p>&#160;</p>
<p>EPÍLOGO. Direção, produção e montagem: Mario Jorge Calheiros Feijó. Roteiro: Mario Jorge Calheiros Feijó e Roseana Farias. Direção de fotografia: Vanilo Soares e José Márcio Medeiros. Assistente de direção: José Márcio Medeiros. Elenco: Roseana Farias, Mário Feijó, Edmar Araújo e Fernanda Simões. 1977. Média-metragem (29min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Filhos de pais desatenciosos, irmãos estimulam fantasias e outras nuâncias neste relacionamento. Amor incestuoso entre um casal de irmãos da alta classe média.</p>
<p>FARINHADA. Direção: Aldevan Henrique da Silva. 1977. Documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Mostra a produção de farinha no interior de Alagoas.</p>
<p>&#160;</p>
<p>JORNADA. Direção: José Maria Tenório Rocha. Assistente de direção: Iracilda Tenório. Fotografia: Celso Brandão e José Maria Tenório Rocha. 1977. Média-metragem (22min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Apresenta para os turistas ou pesquisadores os folguedos e danças de Alagoas.</p>
<p>&#160;</p>
<p>MACEIÓ, uma província no início do século. Direção, argumento/roteiro e montagem: Adnor Pitanga. Direção de fotografia: José de Almeida. Companhia produtora: Scorpios Produções Cinematográficas. 1977. Curta-metragem (10min), sonoro, cor, documentário, 35mm.</p>
<p>Sinopse: Descreve a evolução urbana e social de Maceió, utilizando fotografias da 1920.</p>
<p>Observações:</p>
<p>Participou do Festival de Brasília, 1977, Brasília-DF.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>MANDIOCA da terra à mesa. (original perdido). Direção, argumento/roteiro, direção de fotografia e de som: Celso Brandão. Maceió-AL. 1977. Curta-metragem (13min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Culinária de derivados da mandioca produzidos em fornos artesanais.</p>
<p>Observações:</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>MEU nome é Miss Paripueira. Direção, produção, argumento/roteiro: José Márcio Vieira. Direção de fotografia: Celso Brandão. Paripueira-AL. 1977. Curta-metragem (11min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Mostra a vida de D. Ambrosina, sua felicidade e a pureza do seu declínio frente às agressões que recebe das pessoas.</p>
<p>Observações:</p>
<p>2º lugar no IV Festival de Penedo, 1978, AL. 3° lugar para melhor filme no Festival Nacional de Cinema de Aracajú (FENACA), Aracajú-SE, 1978. A lista dos filmes premiados neste festival é composta por cinco títulos dispostos em ordem alfabética, não explicitando se esta é a mesma ordem das premiações.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>PASSEIO no céu – Torres e andores. Direção, produção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. 1977. Curta-metragem (10min), documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Mostra festejos católicos e umbandistas no dia dos Santos Cosme e Damião, em Igarassu, Pernambuco.</p>
<p>&#160;</p>
<p>A PROMESSA. Direção: Paulinho do Cadoz. Argumento: José Luiz da Silva. Direção de fotografia: Gerbase e Jackson. Roteiro e sonoplastia: Grupo Mandacaru. Elenco: Glória Melo, Marcos Ferreira, Maria Conceição, Dirson Souza, Padre Reginaldo Soares. 1977. Ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Filho tenta realizar a promessa que sua mãe não pôde cumprir, pois morreu.</p>
<p>&#160;</p>
<p>REENCONTRO na vida. Direção, roteiro e produção: Joaquim Silva Santos. Câmeras: Joaquim Silva Santos, Nelson Espíndolo, Elias Costa. Iluminador: Elias Costa. Maquiagem: Nadir Honorato. Elenco: Luiz Bezerra, Idalina Duarte, Mercia Duarte, Alcides Costa, Raimundo Diniz. Direção: Joaquim Silva Santos. 1977. Média-metragem (21min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Drama de uma família poderosa, cujo filho desde pequeno já apresentava distorções de caráter, temperamento agressivo, traços de um comportamento e que até a adolescência esteve envolvido com amizades e vícios diversos, levando a família ao sofrimento, decepções e dor. Após um grave acidente de carro, salvo por milagre, o filho se regenera e busca a vida religiosa como forma de se reencontrar com a vida.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SACROSSAQUES. Direção, roteiro e câmera: Joaquim Alves. Edição Joaquim Alves, Reinaldo Volpato e João Batista de Andrade. Elenco: Anilda Leão. 1977. Curta-metragem, sonoro, ficção, 35mm.</p>
<p>Sinopse: Nas cidades históricas do Nordeste, em especial Alagoas, a burguesia ingressa na moda de decorar suas mansões com obras sacras, algumas até saqueadas das igrejas católicas. Apresenta o processo de planejamento e roubo de uma imagem de padroeira por uma dama cleptomaníaca, para mostrar para suas amigas no próximo chá das cinco.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SÃO GONÇALO D&#8217;Água Branca. Direção e argumento/roteiro: José Maria Tenório Rocha. Fotografia: Mariano Paredes. Montagem e som: Celso Brandão. Narração: Ronaldo de Andrade. Água Branca-AL. 1977. Curta-metragem (6min), sonoro, cor, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Louvação ao santo com cânticos e danças.</p>
<p>Observações:</p>
<p>Menção honrosa no IV Festival de Penedo, 1978, AL.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SÃO RAFAEL, o grande, perdoai-nos, nós somos todos assassinos. Comandamos a morte dos poetas para depois cantá-los (sub-título: A Pier Paolo Pasolini). Direção, roteiro, produção, montagem e direção de fotografia: José Geraldo Marques. Elenco: Luciano Gonzaga, Isac Bezerra, Ana Guiomar, Maria das Graças, José Tenório Filho, Jorge Chagas, Carlos Alberto Vasconcelos. 1977. Silencioso, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Homenagem ao cineasta italiano, Píer Paolo Pasolini.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SOMOS culpados. Direção, roteiro, produção argumento/roteiro, câmera e direção de som: Joaquim Silva Santos. Câmeras: Nelson Espíndola e Elias Costa. Elenco: Valner Peixoto, Joaquim Silva Santos, Anilton Bastos Pereira, Rui Lisboa de Almeida, Raimundo Souza Rosário. Penedo-AL. 1977. Curta-metragem (14min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Aborda o problema da exclusão social, da mendicância, da pobreza mascarada em uma sociedade onde a religiosidade, o caráter humanitário se distanciam na prática. O filme m ostra que diante de todas as formas perversas ou não trabalhadas pelo homem, no contexto social, a criança é o único ser capaz de se sensibilizar diante da &#8220;aparência&#8221; do homem travestido de mendigo.</p>
<p>Observações:</p>
<p>O ano de produção é provavelmente o indicado.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SOSSEGO. Direção: Kleber Montenegro. 1977. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>VAQUEJADA. Direção: Antonio Souza. 1977. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>VIAGEM ao reino da fantasia. Direção: José Paulo de Barros Melo. 1977. Documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Registro de um passeio turístico à Disneylândia.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1976]]></title>
<link>http://festivaldepenedo.wordpress.com/2009/11/29/1976/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 13:37:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>lisboalarissa</dc:creator>
<guid>http://festivaldepenedo.wordpress.com/2009/11/29/1976/</guid>
<description><![CDATA[AINDA hoje. (original perdido). Direção, produção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>AINDA hoje. (original perdido). Direção, produção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. 1976. Curta-metragem (7min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Mostra os pregoeiros de Recife e Olinda, entre eles o popular Bolinha de Cambará.</p>
<p>Observação:</p>
<p>Prêmio Diário de Pernambuco (melhor documentário) no Festival de Cinema de Recife.</p>
<p>&#160;</p>
<p>CALABOUÇO. (filme inacabado). Direção, roteiro, cenografia, maquiagem e produção: Joaquim Alves. Câmera: Benvau Fon. Elenco: Anilda Leão, Arrizete Costa, Dário Bernardes, Ronaldo Andrade, José Márcio Passos, Fátima Neto, Pinto Silva, Marilda Goulart, Ana Andrade, Carlos Calheiros. 1976. Sonoro, ficção, 16mm.</p>
<p>Sinopse: Uma família matriarcal busca não perder a estabilidade social e econômica devido à ao Golpe Militar de 1964 e que vive ignorando a tragédia nacional. O filho retorna à casa com uma namorada, de costumes, idéias e modos opostos à família, ambos Estão fugindo da perseguição, provocando a desestruturação do que era seguro.</p>
<p>&#160;</p>
<p>CAVALHADA, folclore nordestino. Direção, produção, argumento/roteiro e câmera: Antonio Souza. Direção de som: Roberto Carvalho. Maceió-AL. 1976. Curta-metragem (10min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Mosta a festa folclórica onde os cavaleiros acertam em uma argola com uma lança, montados em seus cavalos.</p>
<p>Observação:</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>CONTEÚDO. Direção, roteiro e produção: Joaquim Silva Santos. Câmeras: Joaquim Silva Santos, Elias Costa e Nelson Espíndola. Elenco: Rui Lisboa de Almeida e Manoel Martins. 1976. Curta-metragem (10min), ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Em uma partida de xadrez, á beira do Rio São Francisco, as peças do jogo servem de paralelo sobre os problemas sociais como marginalidade, prostituição, drogas, mendicância, criminalidade. Cada jogada é um problema e cada problema leva os jogadores a um estado de total desconforto, inquietude, impaciência, tortura e medo.</p>
<p>Observação:</p>
<p>3º lugar no II Festival de Penedo, 1977, AL.</p>
<p>&#160;</p>
<p>DESTINO. Direção, montagem, roteiro e produção: Carlos Hora Santos. 1976. Média-metragem (30min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Foto-novela ribeirinha. Um rapaz interiorano fica órfão e vai tentar ganhar a vida em Penedo. Trabalha como jardineiro numa casa da alta classe média da cidade, passa a receber aulas de alfabetização pela filha dos donos da casa. Os dois se enamoram, os pais bronqueiam, o rapaz é despedido. De repente, surge na tela um letreiro que anuncia que o jovem ganhou a loteria esportiva e voltou para casar.</p>
<p>Observação:</p>
<p>Menção Honrosa no II Festival de Cinema de Penedo, 1977, AL.</p>
<p>&#160;</p>
<p>AS DUAS faces. Diretor: Denício Calixto. 1976. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>ENQUANTO a natureza morre. Direção e argumento/roteiro: José Geraldo Wanderley Marques. Direção de fotografia, direção de arte, montagem e letreiros: Celso Brandão. Direção de som: Gabriel Le Campion, Elenco: José Geraldo Wanderley Marques. Maceió-AL. 1976. Curta-metragem (5min), sonoro, cor, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Aborda, de maneira poética, a degradação ambiental.</p>
<p>Observação:</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>EXPERIÊNCIA. Direção, produção, roteiro e montagem: Luciano Agrelli Sarmento. Elenco: José Edson Falcão, Sebastião Ramos, Mário Jorge Feijó, Marta Tereza. 1976. Documentário, Super 8.</p>
<p>Observação:</p>
<p>Outra remetência de título: A ilha das máquinas.</p>
<p>&#160;</p>
<p>FARAMIM Iemanjá. (original perdido). Direção, produção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. 1976. Curta-metragem (8min), sonoro, documentário, Super8.</p>
<p>Sinopse: Ritual realizado na Festa de Iemanjá nas praias de Maceió pelos terreiros da cidade e do interior de Alagoas.</p>
<p>Observação:</p>
<p>2º lugar no II Festival de Penedo, 1976.</p>
<p>&#160;</p>
<p>FASES da produção da cana de açúcar. Diretor: Aldevan Henrique da Silva. 1976. Documentário, Super 8.</p>
<p>Observação:</p>
<p>3º lugar no I Festival Alagoano de Super 8, 1976.</p>
<p>&#160;</p>
<p>A FEIRA de São Miguel dos Campos. (original perdido). Direção, produção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. 1976. Curta-metragem (14min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Feira fluvial debaixo da ponte do rio São Miguel excepcionalmente realizada na véspera da Semana Santa. Uma das feiras mais importante da Zona da Mata de Alagoas.</p>
<p>&#160;</p>
<p>FREI Damião &#8211; Vida e obra. Diretor: Denício Calixto. Montagem e direção de fotografia: Edson Silva. 1976. Documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Filme sobre a vida do frade franciscano.</p>
<p>&#160;</p>
<p>A ILHA. Direção, produção e roteiro: José Marcio Passos. Montagem: José Marcio Passos e Benvau Fon. Direção de fotografia: Benvau Fon. Elenco: José Marcio Passos, Ronaldo de Andrade, Dário Bernardes. 1976. Curta-metragem (15min), sonoro, ficção Super 8.</p>
<p>Sinopse: Citação de um resumo dos sonetos.</p>
<p>Observação:</p>
<p>Baseado no livro de sonetos “A ilha”, de Carlos Moliterno. Adaptação da peça teatral que passou a ser ambientada numa ilha de verdade. Foi a primeira transposição literária para o cinema em Alagoas. 3º lugar no III Festival de Penedo, 1977, AL.</p>
<p>&#160;</p>
<p>INÍCIO de uma neurose. Direção, produção, roteiro, montagem e argumento: Mario Jorge Calheiros Feijó. Direção de fotografia: Mário Jorge Feijó. Elenco: João Barros, Tereza Marluce Barreto, Edmar Araújo, Thilda Mayra, Nilson Peixoto. 1976. Curta-metragem (16min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Rapaz reprimido e super protegido pela família resolve romper com a mesma e ir em busca de si mesmo, encontrando-se através da psicoterapia.</p>
<p>&#160;</p>
<p>A REVOLTA de viver. Direção e argumento/roteiro: Antonio Souza. Narração: Roberto Carvalho. Elenco: Ana. Maceió-AL. 1976. Curta-metragem (20min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: História de uma jovem do interior que tenta a vida na cidade grande. Não encontrando o que esperava e desiludida, suicida-se.</p>
<p>Observações:</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SANTA matança. Direção, roteiro e câmera: Joaquim Alves. Assistente de câmera: Rubinaldo Castro. Edição: Joaquim Alves e Reinaldo Volpato. 1976. Curta-metragem, sonoro, documentário, 35mm.</p>
<p>Sinopse: Aborda a decadência de uma cidade histórica, sob o olhar displicente dos governantes. Igrejas, casarios, cultura, auto-estima do povo, tudo vindo abaixo, sem nada ser feito.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SEMEADURA. Direção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. Roteiro e produção: Severino João Medeiros Albuquerque. Elenco: Beto Leão e Álvares Vasconcelos. 1976. Curta-metragem (7min), silencioso, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: História do paralelo entre um rico e um mendigo.</p>
<p>Observação:</p>
<p>Adaptação do conto homônimo de Severino João. Prêmio Menção honrosa de melhor ator para Beto Leão no II Festival de Penedo, 1976, AL.</p>
<p>&#160;</p>
<p>TESTES. Direção, roteiro e produção: Joaquim Silva Santos. Câmeras: Ricardo Mota, Joaquim Silva Santos e Nelson Espíndola. Elenco: Joaquim Silva Santos, João José da Silva. 1976. Curta-metragem (8min), ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Ficção na qual o poder econômico e político comandam ações, deliberadas, de crimes, roubos, seqüestros, em uma sociedade corrompida pelo medo, pelo dinheiro, e pela ousadia do crime organizado. Um assassino profissional é contratado para eliminar um grande banqueiro que comandava lavagem de dinheiro no país, contrariando interesses, sendo o mesmo assassinado ao sair de um banco com uma maleta de dinheiro.</p>
<p>&#160;</p>
<p>A VOLTA. Diretor: Aldevan Henrique da Silva. 1976. Ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Aborda problemas conjugais.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1975]]></title>
<link>http://festivaldepenedo.wordpress.com/2009/11/29/1975/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 13:23:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>lisboalarissa</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'></div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vamos ver docs ambientais?]]></title>
<link>http://gecamanaus.wordpress.com/2009/11/29/vamos-ver-docs-ambientais/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 13:21:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>grupogeca</dc:creator>
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<description><![CDATA[No dia 25/11, às 22h, o GECA reuniu-se no Coletivo Difusão para planejar as próximas atividades do e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No dia 25/11, às 22h, o GECA reuniu-se no Coletivo Difusão para planejar as próximas atividades do ensaio audiovisual do Igarapé Mestre Chico.</p>
<p>A primeira atividade ficou marcada para o <strong>dia 30/11 (segunda-feira)</strong>, <strong>18h</strong>, na <strong>sede do</strong> <strong>Coletivo Difusão</strong>, com a exibição de dois documentários relacionados às causas ambientais. São eles:</p>
<p><a href="http://gecamanaus.wordpress.com/files/2009/11/surplus_press_poster1.jpg"></a></p>
<p><a href="http://gecamanaus.wordpress.com/files/2009/11/surplus_press_poster1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-22" title="surplus_press_poster" src="http://gecamanaus.wordpress.com/files/2009/11/surplus_press_poster1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="214" /></a><strong>Surplus &#8211; Aterrorizados para Consumir</strong> (&#8220;Surplus &#8211; Terrorized Into Being Consumers&#8221;), 2003, Suécia, dirigido por Erik Gandini, 52min:</p>
<p>Iniciando com violentas cenas dos protestos do 27º encontro do G8 em Gênova, o documentário sueco de 2003, dirigido pelo italiano Erik Gandini, escancara sem piedade as mazelas da globalização e da sociedade de consumo. Filmado na China, EUA, Cuba, Itália, Hungria, Índia, Canada e Suécia, e editado pelo compositor Johan Söderberg, esta odisséia visual sobre a natureza destrutiva da cultura de consumo ganhou um dos mais prestigiosos prêmos da categoria: o Lobo de Prata do Festival Internacional de Documentários de 2003 (IDFA), em Amsterdã, além do prêmio Cora Coralina de melhor obra no FICA &#8211; Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, no Brasil.</p>
<p>O filme levou três anos para ser concluído e foi produzido inicialmente para a televisão pública sueca (dado interessantíssimo, diga-se de passagem). O documentário utiliza a técnica de sincronização labial para formar interessante intercâmbio entre imagem e som, trocando discursos de Fidel Castro, George W. Bush, Silvio Berlusconi e Steve Ballmer (CEO da Microsoft), entre outros. Editado em estilo mixagem, quase como um trabalho de DJ e VJ em uma única peça, o filme gera um estado de hipnose neurótica semelhante ao que se encontram os consumidores aterrorizados, sempre em busca da felicidade instantânea. É a lógica do “feitiço contra o feiticeiro”, ou a subversão da linguagem do videoclipe e dos comerciais de TV, com loops, edição veloz, música intensa e táticas de manipulação.</p>
<p>Logo de início o espectador é jogado a toda dentro da brutalidade e hipocrisia que convivem com as sociedades capitalistas modernas; da necessidade em ser um “bom consumidor” de um lado, à demanda por ser um “bom produtor”do outro. De fato, se há algo nesta jornada de 50 minutos que merece atenção especial, é o foco desta relação. Do socialismo Cubano de Fidel ao capitalismo americano, passando pela Índia, onde trabalhadores pobres chegam ao ponto de raspar cascos de navios enferrujados para reciclar metal, o filme denuncia que todos na sociedade moderna somos aterrorizados para nos tornarmos consumistas. O título é um trocadilho inteligente: “surplus” pode ser traduzido tanto como “superávit” como “excesso”, delineando a relação promíscua entre os dois significados.</p>
<p><a href="http://gecamanaus.wordpress.com/files/2009/11/koyaanisqatsi.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-23" title="koyaanisqatsi" src="http://gecamanaus.wordpress.com/files/2009/11/koyaanisqatsi.jpg?w=211" alt="" width="211" height="300" /></a><strong>Koyaanisqatsi &#8211; uma vida fora de equílibrio</strong>, 1983, EUA, dirigido por Godfrey Reggio, 1h25min:</p>
<p>Literalmente sem palavras, o clássico produzido em 1983 por Francis Ford Coppola e dirigido por Godfrey Reggio une imagem e som, com trilha marcante de Phillip Glass, em uma experiência sensorial única.</p>
<p>Criado entre 1975 e 1982, o filme é uma visão apocalíptica da colisão de dois mundos diferentes: a vida urbana e tecnológica e o meio-ambiente. Pioneiro e visionário, o filme já tratava há quase 3 décadas de um assunto cada vez mais contemporâneo, ao questionar que nós não mais vivemos com a natureza, mas vivemos sobre ela, fora dela. A natureza se tornou o recurso para manter viva esta natureza artificial da nossa experiência.</p>
<p>Início da agora famosa &#8220;trilogia qatsi&#8221;, o termo koyaanisqatsi tem origem na língua índigena Hopi, com significado que segue profundamente atual. Assista e descubra. Recomendável em tela grande e com bom equipamento de som.</p>
<p>Ko.yaa.nis.qatsi (da lííngua Hopi), n. 1. Vida louca. 2. Vida tumultuada. 3. Vida em desintegraççãão. 4. Vida desequilibrada. 5. Um estado de existêência que exige outro modo de viver.</p>
<p>(Fonte: <a href="http://www.plantandoconsciencia.org/surp.htm" target="_blank">http://www.plantandoconsciencia.org</a>).</p>
<p><strong>COLETIVO DIFUSÃO</strong></p>
<p>Endereço: Avenida Castelo Branco, 1111-A (Altos), Bairro Cachoeirinha, Manaus – Amazonas<br />
Mais informações: <a href="mailto:coletivodifusao@gmail.com" target="_blank">gecamanaus@gmail.com</a> / (92) 9604-8013/9182-1453/8421-3391/3233-3878</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eliezer no trem dos elogios]]></title>
<link>http://carmattos.wordpress.com/2009/11/29/eliezer-no-trem-dos-elogios/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 11:00:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>carmattos</dc:creator>
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<description><![CDATA[Eliezer Batista, o Engenheiro do Brasil é um documentário que pisa em ovos. De um lado, é decorrênci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><em><a href="http://carmattos.wordpress.com/files/2009/11/eliezer1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1776" title="eliezer" src="http://carmattos.wordpress.com/files/2009/11/eliezer1.jpg" alt="" width="230" height="156" /></a><strong>Eliezer Batista, o Engenheiro do Brasil</strong> </em>é um documentário que pisa em ovos.</p>
<p style="text-align:left;">De um lado, é decorrência comprensível do trabalho do cineasta Victor Lopes com temas ligados à história da mineração do Brasil. Depois de realizar dois filmes para a Vale do Rio Doce, ele mergulhou no projeto grandioso de um filme investigativo sobre Serra Pelada, que deve ficar pronto ainda este ano. No processo, fez também o curta <em>Escola Eldorado</em>, sobre um ex-garimpeiro que entrou para o MST e acabou como uma das vítimas do massacre de Carajás. Aceitou o convite para realizar esta biografia de Eliezer Batista com o propósito de conciliar o filme de encomenda com uma proposta autoral. O desejo de contar parte importante da recente história político-econômica do Brasil, mais o que Victor chama de “dialética do destino”, respondem por essa sucessão de enfoques.</p>
<p style="text-align:left;">De outro lado, é uma peça de glorificação. Que Eliezer Batista é uma figura admirável, disso não resta dúvida. O ex-presidente da Vale e ex-Ministro dos governos Goulart e Collor é um homem íntegro, pretensamente apolítico, de inteligência brilhante e ideias sempre além do seu tempo, capaz de se emocionar com sinceridade ao falar de seus trabalhadores. Chegou a ser acusado de esquerdismo nos primeiros anos da ditadura, o que só ajuda a enobrecer o seu perfil. Mas o filme não encontrou outra forma de contar essa história senão através de uma sucessão interminável – e às vezes redundante – de depoimentos laudatórios. Filhos, amigos, colaboradores e parceiros enfileiram elogios como os vagões das longas composições de transportar minério.</p>
<p style="text-align:left;">Se não chega a ser enfadonho, é porque o diretor domina seu ofício e sabe dosar o pessoal com o profissional, o íntimo com o épico. Mesmo que, para enfatizar esse último aspecto, lance mão de acordes wagnerianos que não se justificam apenas pela nacionalidade alemã da esposa de Eliezer, Jutta Batista. No fim das contas, o talento e a simpatia do personagem, bastante óbvios, ficam um tanto sufocados pelo excesso de ênfase e a voz única do enaltecimento.</p>
<p style="text-align:left;">Por sua natureza de biografia “autorizada”, o filme passa ao largo dos aspectos polêmicos, por exemplo, do projeto Carajás. O trecho mais complexo e delicado é quando se refere à privatização da Vale no governo Fernando Henrique. Raphael de Almeida Magalhães deixa claro que ele e Eliezer se opunham à venda da empresa, e até FHC se diz “contrário, no princípio”. Na ocasião, Eliezer perdeu a batalha e levou seu paletó de ouro para outros escritórios. A pauta do filme não cobre os recentes ruídos na relação entre o governo Lula, a presidência atual da Vale e o herdeiro mais vistoso de Eliezer, Eike Batista. Mas é possível compreender, para além da conjuntura, como aquela pedra ainda incomoda o sapato da família.</p>
<p style="text-align:left;">O fato de ser patrocinado em boa parte por empresas que seu personagem presidiu ou ajudou a criar seria completamente natural se isso não fosse feito através da Lei do Audiovisual. O uso do dinheiro público para, em última instância, louvar as virtudes do próprio patrocinador coloca a produção no alvo de cabíveis críticas.  </p>
<p style="text-align:left;">Por fim, é interessante comparar esse filme com <em>Cidadão Boilesen</em>, a ser lançado na semana que vem. Se Eliezer Batista é um símbolo da capacidade de realização positiva do país, o empresário Henning Boilesen passou à história como uma mancha sombria. Ele foi um dos líderes do financiamento à repressão na ditadura militar. Seu engajamento era tanto que o levava a assistir a sessões de tortura dos prisioneiros do regime. <em>Cidadão Boilesen </em>conta sua história com a isenção possível diante de crimes óbvios. Na semana que vem, voltarei a esse filme de impacto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[answers. lotta femminile. |le foto|]]></title>
<link>http://miriamlepore.wordpress.com/2009/11/29/answers-lotta-femminile-le-foto/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 09:40:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>miriamlepore</dc:creator>
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<description><![CDATA[ho passato un giorno e una notte con le lavoratrici e i lavoratori della answers di pistoia, secondo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[ho passato un giorno e una notte con le lavoratrici e i lavoratori della answers di pistoia, secondo]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1954]]></title>
<link>http://primordios.wordpress.com/2009/11/28/1954/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 13:55:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>lisboalarissa</dc:creator>
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<description><![CDATA[A MARCA do crime. Co-direção: Josué Jr. Companhia produtora: Estúdio Nobreza. Elenco: Mário Broad, A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A MARCA do crime. Co-direção: Josué Jr. Companhia produtora: Estúdio Nobreza. Elenco: Mário Broad, Aldo Nobre, Elmano Pinheiro. 1954. Curta-metragem (40min), silencioso, PB, documentário, 16mm.<br />
Observações:<br />
Documentário dramático e humorístico, um trabalho artístico da família Nobre. Não foi exibido em nenhum cinema de Maceió, nem noticiado pelos jornais, mas projetado em casa de amigos e no Foto Clube de Maceió, e ainda no Colégio Paes Barreto, de Aracajú, onde existia grande número de estudantes alagoanos.</p>
<p> A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1933]]></title>
<link>http://primordios.wordpress.com/2009/11/28/1933/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 13:52:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>lisboalarissa</dc:creator>
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<description><![CDATA[CASAMENTO é negócio?. Direção, produção, argumento/roteiro, operador de câmera e cenografia: Guilher]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>CASAMENTO é negócio?. Direção, produção, argumento/roteiro, operador de câmera e cenografia: Guilherme Rogato. Co-direção: Etelvino Lima. Letreiros: Carlos Paurílio. Companhia produtora: Gáudio Filmes. Elenco: Bonifácio Silveira, Luis Girard, Moacir Miranda, Josefa Cruz, Agnelo Fragoso, Orlando Vieira, Armando Montenegro, Antonio Portugal Ramalho, Morena Mendonça, Cláudio Jucá. Maceió-AL. 1933. Curta-metragem, silencioso, PB, ficção, 35mm.<br />
Sinopse: Moça é disputada por um rapaz rico e outro simples. O rapaz simples sonha em enriquecer através da descoberta de petróleo.</p>
<p>Observações:<br />
Longo intertítulo, após os créditos, pede ao espectador perdão pelas falhas técnicas e pelo amadorismo dos intérpretes e solicita ainda, compreensão diante do esforço efetuado por um grupo modesto de Alagoas em favor da cinematografia nacional. Exibido, em Maceió, no Capitólio. Locações durante as filmagens: praça Deodoro, Sítio Leopoldis, praça D. Pedro II, Lagoa Manguaba. Vê-se a Maceió da década de 30.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>O PETRÓLEO em Alagoas. Companhia produtora: Rogato Filme. 1933. Curta-metragem, silencioso, documentário, 35mm.</p>
<p>Observações:<br />
Financiado pela Companhia Petróleo Nacional. Sofreu Censura Federal 872, em 8/2/1933. A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1931]]></title>
<link>http://primordios.wordpress.com/2009/11/28/1931/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 13:45:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>lisboalarissa</dc:creator>
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<description><![CDATA[ALAGOAS Jornal nº 02. Direção: Edson Chagas. Companhia produtora: Alagoas Filme. Elenco: Fernandes L]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>ALAGOAS Jornal nº 02. Direção: Edson Chagas. Companhia produtora: Alagoas Filme. Elenco: Fernandes Lima. Maceió-AL.1931. Documentário, silencioso, PB, 35mm.<br />
Sinopse: Coleção de reportagens dos acontecimentos de Maceió, destacando-se a chegada do governador Fernandes Lima, imagens do Carnaval, o encalhe do vapor Pirineus, vistas de Bebedouro, movimento das casas comerciais e exames da Escola Remington.<br />
Observações:<br />
A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>UM BRAVO do nordeste. Direção: Edison Chagas. Argumento/roteiro: Ernani Passos, Edison Chagas. Elenco: Ernani Passos, Adalberto Montenegro, Nice Buenos Aires, Elizabeth Montenegro, Francisco Rocha Filho, Walmira Graça. União dos Palmares-AL. 1931. Longa-metragem, silencioso, PB, ficção, 35mm<br />
Sinopse: Um ladrão de gado tenta enganar um rico proprietário, comprando o seu gado. Chegando à fazenda, apaixona-se pela filha do coronel. Vendido o rebanho, o fazendeiro vai ao banco depositar o dinheiro, mas o caixa recusa-se a receber em virtude de ser dinheiro falso.</p>
<p>Observações:<br />
A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>SAÍDA dos espectadores da matinée do Cine Capitólio. (título atribuído). Direção e imagens: Edson Chagas. Maceió-AL. 1931. Curta-metragem, não ficção, 35mm.</p>
<p>Observações:<br />
A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1927]]></title>
<link>http://primordios.wordpress.com/2009/11/28/1927/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 13:41:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>lisboalarissa</dc:creator>
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<description><![CDATA[TERRA de Alagoas. (filme desaparecido). Produção, fotografia e câmera: Guilherme Rogato. 1927. Silen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>TERRA de Alagoas. (filme desaparecido). Produção, fotografia e câmera: Guilherme Rogato. 1927. Silencioso, PB, não ficção/documentário, 35mm.</p>
<p>Sinopse: Filme-propaganda de Alagoas, com cenas da capital e do interior do Estado mostrando as atividades econômicas e belezas naturais.</p>
<p>Observações:</p>
<p>Iniciado em 1925 e finalizado em 1927. A produção recebeu apoio governamental. Em 1927, foi exibido em Maceió, sem especificação de datas ou salas, e em Penedo, no Ideal, sem especificação de data.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1926]]></title>
<link>http://primordios.wordpress.com/2009/11/28/1926/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 13:38:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>lisboalarissa</dc:creator>
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<description><![CDATA[CARNAVAL de 1926. Produção, fotografia e câmera: Guilherme Rogato. Maceió-AL. 1926. Curta-metragem, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>CARNAVAL de 1926. Produção, fotografia e câmera: Guilherme Rogato. Maceió-AL. 1926. Curta-metragem, silencioso, PB, documentário, 35mm.</p>
<p>Sinopse: Imagens da festa nas ruas de Maceió (AL), com cenas rodadas na Rua do Comércio, nas proximidades do antigo Relógio Central, entre outros locais.</p>
<p>Observações:</p>
<p>O filme foi realizado em meio às filmagens de Terra de Alagoas. Exibido em Maceió, no Floriano e no Capitólio, e depois no interior do Estado. A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1921]]></title>
<link>http://primordios.wordpress.com/2009/11/28/1921/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 13:36:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>lisboalarissa</dc:creator>
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<description><![CDATA[CARNAVAL em Maceió. Produção, fotografia e câmera: Guilherme Rogato. Companhia produtora: Rogato Fil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>CARNAVAL em Maceió. Produção, fotografia e câmera: Guilherme Rogato. Companhia produtora: Rogato Filme. Maceió-AL. 1921. Curta-metragem, silencioso, PB, documentário, 35mm.</p>
<p>Observações:</p>
<p> Este filme e A inauguração da ponte de Victoria, do mesmo ano, foram os primeiros trabalhos de Rogato em Alagoas.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele. Outra remetência de título: Carnaval de 1921.</p>
<p>&#160;</p>
<p> HOMENAGENS ao governador Fernandes Lima. (filme desaparecido). Produção, fotografia e câmera: Guilherme Rogato. Companhia produtora: Rogato Filme. Elenco: Fernandes Lima. Maceió-AL. 1921. Curta-metragem, silencioso, PB, documentário, 35mm. Sinopse: Com imagens de jogos realizados em homenagem ao governador.</p>
<p>Observações:</p>
<p>Companhia produtora e produtor prováveis. O filme foi exibido especialmente para políticos, autoridades e jornalistas. A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>A INAUGURAÇÃO da ponte de Victória. (filme desaparecido). Produção, fotografia e câmera: Guilherme Rogato. Quebrangulo-AL. 1921. Curta-metragem, silencioso, PB, documentário, 35mm.</p>
<p>Observações:</p>
<p>Este filme, juntamente com Carnaval em Maceió, do mesmo ano, foram os primeiros trabalhos de Rogato em Alagoas.</p>
<p>Outra remetência de título: A inauguração da ponte de cimento em Victória.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vira Cultura 2009: a maratona começou!]]></title>
<link>http://o2aktuell.wordpress.com/2009/11/28/a-maratona-comecou/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 11:30:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Aktuell Comunicação com Atitude</dc:creator>
<guid>http://o2aktuell.wordpress.com/2009/11/28/a-maratona-comecou/</guid>
<description><![CDATA[Desde as 9h de hoje está rolando a segunda edição do Vira Cultura, realização da Livraria Cultura ao]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Desde as 9h de hoje está rolando a segunda edição do <a href="http://www.viracultura.com.br" target="_blank">Vira Cultura</a>, realização da Livraria Cultura ao lado da Aktuell.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/45wKXqAMN9M&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/45wKXqAMN9M&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Já passaram por aqui a Orquestra Villa-lobinhos, a Cia. Borelli de dança e daqui a pouco Malu Mader e Mini Kerti estarão aqui na loja principal dando autógrafos no DVD &#8220;Contratempo&#8221;, documentário dirigido por elas e que está sendo transmitindo agora no Cine Bombril &#8211; sala 2. Corre pra cá!</p>
<div id="attachment_2136" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://o2aktuell.wordpress.com/files/2009/11/malu-mader_mini-kerti.jpg"><img class="size-full wp-image-2136" title="malu mader_mini kerti" src="http://o2aktuell.wordpress.com/files/2009/11/malu-mader_mini-kerti.jpg" alt="" width="500" height="319" /></a><p class="wp-caption-text">Malu Mader e Mini Kerti</p></div>
<p style="text-align:center;">Confira aqui o trailer do documentário Contratempo:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/pqgw7tFBwFQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/pqgw7tFBwFQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><br />
<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/_LGspdyZX3s&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/_LGspdyZX3s&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:left;">Continue nos acompanhando &#8230; de hora em hora, postaremos novidades do que está rolando por aqui!</p>
<p style="text-align:left;"><em>Da redação</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Documentário do Mestre está pronto!]]></title>
<link>http://spfcfacts.wordpress.com/2009/11/27/documentario-do-mestre-esta-pronto/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 23:40:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ronan</dc:creator>
<guid>http://spfcfacts.wordpress.com/2009/11/27/documentario-do-mestre-esta-pronto/</guid>
<description><![CDATA[O documentário &#8220;Telê Santana &#8211; Meio Século de Futebol Arte&#8221; está finalizado. Reali]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O documentário <strong>&#8220;Telê Santana &#8211; Meio Século de Futebol Arte&#8221;</strong> está finalizado.</p>
<p>Realizado por Ana Carla Portella e Danielle Rosa, será lançado primeiramente em evento fechado no restaurante Copa, do estádio do Morumbi, no próximo dia 30 de novembro.</p>
<p>Elas relatam a dificuldade de arrumar patrocínios e boa parte do trabalho foi custeado pelas próprias realizadoras. Por causa disso a data de exibição pública ainda não foi definida.</p>
<p>Telê Santana é um dos grandes personagens do futebol brasileiro. Merece mais do nunca ser eternizado em filme, por tudo que fez pelo futebol.</p>
<p>O Mestre que jogou e ensinou o futebol arte, legítimo e brasileiro para o mundo.</p>
<p>Visite e divulgue o blog oficial &#62; <a href="http://documentariotelesantana.blogspot.com/">http://documentariotelesantana.blogspot.com/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[piana discount]]></title>
<link>http://miriamlepore.wordpress.com/2009/11/27/piana-discount/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 20:10:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>miriamlepore</dc:creator>
<guid>http://miriamlepore.wordpress.com/2009/11/27/piana-discount/</guid>
<description><![CDATA[ogni toscano potrebbe occupare lo spazio di una mattonella da quaranta centimetri per quaranta di ce]]></description>
<content:encoded><![CDATA[ogni toscano potrebbe occupare lo spazio di una mattonella da quaranta centimetri per quaranta di ce]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cidadão Boilesen ]]></title>
<link>http://blogfeijoadanacional.wordpress.com/2009/11/27/cidadao-boilesen-doc-vem-entre-os-ulimos-de-2009/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 03:15:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>feijaonacao</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Zé Honorato Última sexta-feira de novembro, não há mais o que se comentar sobre cinema no que di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a rel="attachment wp-att-3306" href="http://blogfeijoadanacional.wordpress.com/2009/11/27/cidadao-boilesen-doc-vem-entre-os-ulimos-de-2009/ogaaaceoi6bfewjjf6jmxs6qk-zbpybmrcyg4byldzvfyzbob-qsxryvxft1so2dwincoxnhhh4kmwftapmft1uxbkam1t1ukcja6p0wdtg1381ha_dklghxshe/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3306" title="OgAAACEoi6bfeWjJf6JmxS6QK-ZbpYBMRcyg4ByLdZVfyzBob--QsxRYvXFt1SO2DwInCOxnHHH4KMWftapMFT1uxbkAm1T1UKcjA6P0wdtG1381hA_DKlgHXShe" src="http://blogfeijoadanacional.wordpress.com/files/2009/11/ogaaaceoi6bfewjjf6jmxs6qk-zbpybmrcyg4byldzvfyzbob-qsxryvxft1so2dwincoxnhhh4kmwftapmft1uxbkam1t1ukcja6p0wdtg1381ha_dklghxshe.jpg" alt="" width="450" height="331" /></a></p>
<p>Por Zé Honorato</p>
<p>Última sexta-feira de novembro, não há mais o que se comentar sobre cinema no que diz respeito a “grandes” lançamentos, vulgo blockbusters. Com a soltura de <a href="http://blogfeijoadanacional.wordpress.com/2009/11/20/a-saga-crepusculo-lua-nova/" target="_blank"><em><strong>“A Saga Crepúsculo – Lua Nova”</strong></em></a> (que inclusive se tornou a terceira maior estréia dos cinemas, atrás de <em>Batman: O Cavaleiro das Trevas e Homem-Aranha 3</em>), fecha-se o círculo dos “esperados do ano”. Está certo que ainda resta o<em><strong> “Atividade Paranormal”</strong></em> no caixote cinematográfico, mas mesmo sendo comentado e tendo tudo mais que um filme consegue ter, ainda não chega perto de seus precursores, tidos como lançamentos do ano e porque não, do século <span style="text-decoration:line-through;">que ultimamente acontece todo dia</span> (visão seca e direta que não leva em conta a discussão a respeito do que é bom ou não na sétima arte).</p>
<p>Agora sem os grandes, alucinantes, esperados, alienantes, delirantes e divertidos lançamentos, o que sobra é nada mais nada menos do que os <strong>“filmes cabeça”</strong>. Obras que podem ser encaradas como de gosto duvidoso por quem as olha da ótica dos fãs do grande e emocionante “cinema de ação”. Formando um motivo mais do que suficiente para que esses espectadores passem longe do cinema, pois este momento é o momento dos esnobes, metidos, cheios de si (há controversas) e apreciadores do cinema montado, pensado e concebido fazerem a festa nas salas de exibição afora. Nesta linha um dos que ganham espaço aqui, seja pela concorrência, seja pelo ineditismo (no que diz respeito a este tipo de filme ganhando um artigo no Feijoada Nacional), é<strong> Cidadão Boilesen</strong>.</p>
<p><!--more-->Vencedor deste ano do <a href="http://www.itsalltrue.com.br/2010/home.asp" target="_blank"><em>É Tudo Verdade</em></a>, <strong>Cidadão Boilesen</strong> é um documentário que conta a história do dinamarquês <strong>Henning Boilesen</strong>, que veio para o Brasil e como muitos encheu a burra de grana como empresário com um lugar ao Sol.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3301" href="http://blogfeijoadanacional.wordpress.com/2009/11/27/cidadao-boilesen-doc-vem-entre-os-ulimos-de-2009/020253232-fmm00/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3301" title="0,,20253232-FMM,00" src="http://blogfeijoadanacional.wordpress.com/files/2009/11/020253232-fmm00.jpg" alt="" width="450" height="320" /></a><br />
<strong>Ainda não sabe quem é o cara? </strong>Eu explico: <strong>Henning Boilesen</strong> nasceu na Dinamarca mas veio para o Brasil <span style="text-decoration:line-through;">como já disse</span> fazer o que todo o gringo faz, virar patrão. Com carreira bem sucedida como industrialista, Boilesen presidiu o grupo <strong>Ultra</strong> (dos <strong>botijões Ultragaz</strong>), além de ter sido o “telefone sem fio” do governo militar com o empresariado nacional. E é daí (da relação governo militar/ empresariado) que o documentário parte e não para mais.</p>
<p>Diz a lenda que ele tinha um “O” de Oscar Schindler, porém em Cidadão Boilesen isso não faz muita diferença. O que pega na história é a relação de Boilesen com a ditadura militar (a qual segundo testemunhos do filme), foi não só defensor, mas também ilustre espectador. Isto porque segundo alguns depoimentos “pescados” para o documentário, Hennign Boilesen era quase como um sádico quanto a tortura, e não perdia uma oportunidade de assistir aqueles que eram contra o regime, comendo o pão que o diabo <a href="http://docevomito.blogspot.com/" target="_blank">vomitou</a>. Fato que o filho de Boilesen nega veementemente.</p>
<p>No mas, não é de se surpreender que o diretor <strong>Chaim Litewski</strong>, tenha faturado alguma coisa no último <em>É Tudo Verdade</em>, já que seu filme segue a regra do “formas eficientes de se montar um documentário”, onde a união de Litewski com a <strong>Palmares Produções e Jornalismo</strong>, conseguiu montar um documentário enxuto, com trabalho de arquivo elogiável e muita disposição para ouvir (e editar histórias), além de uma reunião privilegiada de material de arquivo, o que é claro dá grande vantagem para um filme documental se sair bem na hora da verdade.</p>
<p>O único ponto que ressalto em Cidadão Boilesen (e neste caso já é mais uma impressão pessoal), é que em vários momentos, o filme me pareceu uma aula de história daquelas em que a professora explica como os Portugueses descobriram o Brasil, mostrando mapas e desenhos para que os alunos acreditem no que está sendo dito. São diversos depoimentos, muito material de arquivo e uma abordagem direta que é muito bacana sim, mas não sei porque no final de tudo, sai com a sensação de que ali havia uma tentativa de acabar de vez com a imagem de uma pessoa que como todas as outras do mundo tinha condutas questionáveis <span style="text-decoration:line-through;">independente da biografia de Boilesen não resta dúvidas disto ao ver o filme,</span> mas sem dar muitas provas &#8220;concretas&#8221; do que estava sendo falado e defendido o documentário inteiro. <span style="text-decoration:line-through;">Nada muito impactante além dos depoimentos bem distribuidos</span>. No bem ou no mal o fato é que isto é apenas um pensamento baseado em uma pequena impressão que não supera um interessante trabalho de pesquisa e narração histórica. Minha opinião final: não é uma Brastemp, mas dá MUITO para o gasto e me convenceu do título conquistado no <em>É Tudo Verdade</em>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cinema Brasileiro - Entre a luz e a sombra ]]></title>
<link>http://impolutos.wordpress.com/2009/11/26/cinema-brasileiro-entre-a-luz-e-a-sombra/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 01:19:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>RMAX</dc:creator>
<guid>http://impolutos.wordpress.com/2009/11/26/cinema-brasileiro-entre-a-luz-e-a-sombra/</guid>
<description><![CDATA[Estreia dia 27/11, em cinemas de São Paulo, Santos e Belo Horizonte e dia 04/12, em cinemas do Rio d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estreia dia 27/11, em cinemas de São Paulo, Santos e Belo Horizonte e dia 04/12, em cinemas do Rio de Janeiro.</p>
<p>Dirigido por Luciana Burlamaqui, o documentário investiga a violência e a natureza humana a partir da história de três personagens que tiveram seus destinos cruzados no complexo Carandiru, considerado até então o maior presídio da América Latina. Uma atriz que dedica sua vida para humanizar o sistema carcerário. A dupla de rap 509-E, formada por Dexter e Afro-X dentro do Carandiru. Um juiz que acredita em um meio de ressocialização mais digno para os encarcerados. Entre a Luz e a Sombra acompanha a vida desses personagens durante sete anos, a partir do ano 2000. As temáticas da prisão, crime, violência, reintegração social extrapolam para o encontro de classes sociais distintas e as mais difusas contradições do ser humano na busca de seus ideais.</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/htGE71XCE9c&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/htGE71XCE9c&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-1482        aligncenter" title="rmax" src="http://impolutos.wordpress.com/files/2009/01/rmax.jpg" alt="rmax" width="440" height="76" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[São Paulo Sob Ataque]]></title>
<link>http://cinepreltt.wordpress.com/2009/11/26/sao-paulo-sob-ataque/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 18:59:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thainá Fidelis Antenucci</dc:creator>
<guid>http://cinepreltt.wordpress.com/2009/11/26/sao-paulo-sob-ataque/</guid>
<description><![CDATA[Assim como Salve Geral, um documentáro que o Discovery Channel estréia dia 29 às 20h vai contar um p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Assim como Salve Geral, um documentáro que o Discovery Channel estréia <img class="alignright" title="spsobataque" src="http://3.bp.blogspot.com/_fvMmtgX9Xf0/SQ-t8Ib5PjI/AAAAAAAADJk/pPvHcIRrv14/s400/O+dia+que+SP+parou+PCC+6.jpg" alt="" width="191" height="113" />dia 29 às 20h vai contar um pouco do ataque que parou São Paulo em maio de 2006, mas  ao invés de mostrar esse fato deixando a história girar em torno de uma professora que se envolve com uma fação criminosa para livrar seu filho da cadeia, &#8216;São Paulo Sob Ataque&#8217; vai mostrar os bastidores dessa ação que marcou tanto a nossa história.<br />
Em quase três dias de guerra urbana, foram contabilizados 280 ataques, 46 assassinatos, 78 feridos, 82 ônibus incendiados, além bases da PM e agências bancárias destruídas.<br />
O documentário conta com depoimentos de pessoas-chave do governo, histórias das vítimas &#8211; em sua maioria, parentes de policiais e agentes penitenciários mortos e atores que reconstituem o horror pelo qual milhares de pessoas em São Paulo passaram, em um formato que lembra o extinto programa policial da Rede globo &#8220;Linha Direta&#8221;.<br />
O diretor do filme tentou entrar em contato com os líderes da organização criminosa que comandaram os ataques, mas não foi possível.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/VrUJne8SZoQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/VrUJne8SZoQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:right;"><strong><em>Thainá Fidelis Antenucci</em></strong></p>
<p style="text-align:right;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align:left;">Fonte: <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL1382000-7086,00.html">http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL1382000-7086,00.html</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Capitalism]]></title>
<link>http://coracaodeceluloide.wordpress.com/2009/11/26/capitalism/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 15:47:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>mrblacktie</dc:creator>
<guid>http://coracaodeceluloide.wordpress.com/2009/11/26/capitalism/</guid>
<description><![CDATA[Embora sejam raros os documentários nas salas portuguesas, parece que para a fanfarronice operática ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/_EFc4WVp45rU/SslPh98--BI/AAAAAAAAAhc/6aVa5vBpaWA/s320/200px-Capitalism_a_love_story_poster.jpg" alt="" width="200" height="295" /></p>
<p style="text-align:justify;">Embora sejam raros os documentários nas salas portuguesas, parece que para a fanfarronice operática de Michael Moore há espaço. Óptimo. Embora, a sua ética documentarista seja discutível, Michael Moore é um belíssimo cineasta e os seus filmes costumam ser verdadeiras lições de montagem. E agora com Obama, para onde dispara Michael? O presidente dos EUA tem visto a sua popularidade decrescer em grande parte devido às reformas que quer fazer na saúde, precisamente o tema do último documentário de Moore. No filme que hoje estreia, o cineasta atira-se ao capitalismo, algo que ninguém espera que nenhum Presidente tente reformar. Parece que com Bush fora, Moore vira-se para um sentido político mais puro  e menos dado a políticas. Será?</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.capitalismalovestory.com"><cite>www.<strong>capitalismalovestory</strong>.com</cite></a></p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/JeROnVUADj0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/JeROnVUADj0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Omaggio a Gualtiero Jacopetti alla Casa del Cinema]]></title>
<link>http://blog.romavisibile.it/2009/11/26/omaggio-a-gualtiero-jacopetti-alla-casa-del-cinema/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 12:49:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>romavisibile</dc:creator>
<guid>http://blog.romavisibile.it/2009/11/26/omaggio-a-gualtiero-jacopetti-alla-casa-del-cinema/</guid>
<description><![CDATA[Gualtiero Jacopetti è un giornalista, regista e autore molto conosciuto per il film documentario che]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Gualtiero Jacopetti è un giornalista, regista e autore molto conosciuto per il film documentario che]]></content:encoded>
</item>

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