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	<title>dos-autores &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/dos-autores/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "dos-autores"</description>
	<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 08:55:54 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[ARTIGO - URARIANO MOTA]]></title>
<link>http://boitempoeditorial.wordpress.com/2009/10/27/artigo-urariano-mota/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 15:15:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>boitempoeditorial</dc:creator>
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<description><![CDATA[A ditadura do ombudsman Qualquer pesquisa na internet informará que ombudsman é uma palavra sueca qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A ditadura do ombudsman Qualquer pesquisa na internet informará que ombudsman é uma palavra sueca qu]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Do Playstation para as pistas]]></title>
<link>http://raceinblood.wordpress.com/2009/10/23/do-playstation-para-as-pistas/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 20:04:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>raceinblood</dc:creator>
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<description><![CDATA[Lucas Ordonez  é um &#8216;piloto&#8217; de muita sorte: basicamente até meados de 2008 sua unica ex]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/6EzMj71e5BA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/6EzMj71e5BA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Lucas Ordonez  é um &#8216;piloto&#8217; de muita sorte: basicamente até meados de 2008 sua unica experiencia com corridas eram as partidas de Gran Turismo que ele jogava em seu Playstation<!--more-->, até que se sagrou campeão do primeiro Nissan GT Academy, que em parceria com a Sony visava formar um piloto de grip a partir de um jogador de video game, o campeão do torneio. Pra quem quiser saber mais sobre a historia, segue o link: <a href="http://www.lucasordonez.com/">www.lucasordonez.com</a></p>
<p>Eu mando bem no GT2, porque  não dou uma sorte dessas?</p>
<p><em>Thiago Marinelli</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E se fosse verdade?!]]></title>
<link>http://raceinblood.wordpress.com/2009/10/22/e-se-fosse-verdade/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 20:20:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>raceinblood</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dessa forma a revista Classic Show Magazine apresentou alguns dos trabalhos de Du Oliveira, responsá]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img style="display:block;margin-left:auto;margin-right:auto;border:0 initial initial;" title="remake escort xr3" src="http://raceinblood.wordpress.com/files/2009/10/remake-escort-xr3.jpg" alt="remake escort xr3" width="450" height="290" /></p>
<p>Dessa forma a revista Classic Show Magazine apresentou alguns dos trabalhos de Du Oliveira, responsável pelo blog <a href="http://irmaododecio.blogspot.com/" target="_blank">Irmão do Décio</a>, que eu conheci a algum tempo atrás e achei impressionante. Ao ver essa chamada na capa da revista me lembrei dos seus remakes de carros nacionais, e resolvi compartilhar alguns dos meus preferidos com vocês!<!--more--></p>
<p>O XR3 é em homenagem ao Massa.. rs, e ai mano, faria bonito por aí hein! E com uma boa base, não teria pra ninguém!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-242" title="Remake Galaxie 500" src="http://raceinblood.wordpress.com/files/2009/10/remake-galaxie-500.jpg" alt="Remake Galaxie 500" width="450" height="190" />E o Galaxie? 300C ficaria pequeno ao lado dele.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-243" title="Remake Pampa Frente" src="http://raceinblood.wordpress.com/files/2009/10/remake-pampa-frente.jpg" alt="Remake Pampa Frente" width="450" height="206" />Tudo bem que a Ford Pampa nunca foi o carro mais amado do país, mas também é filha de Deus né?! Bela interpretação no estilo da Ford americana!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="Remake Ford Del Rey" src="http://raceinblood.wordpress.com/files/2009/10/remake-ford-del-rey.jpg" alt="Remake Ford Del Rey" width="450" height="221" />Outro carro que nunca despertou grandes paixões, Ford Del Rey. Assim as suas chances seriam maiores.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-245" title="Remake veraneio_viatura" src="http://raceinblood.wordpress.com/files/2009/10/remake-veraneio_viatura.jpg" alt="Remake veraneio_viatura" width="450" height="236" />Veraneio vascaina vem dobrando a esquina&#8230; de Vortec V6 super silencioso.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-246" title="Remake Monza" src="http://raceinblood.wordpress.com/files/2009/10/remake-monza.jpg" alt="Remake Monza" width="450" height="244" />Esse me lembra bons tempos de infancia no Monza do velho!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-247" title="Remake Monza Hatch" src="http://raceinblood.wordpress.com/files/2009/10/remake-monza-hatch.jpg" alt="Remake Monza Hatch" width="450" height="255" />Melhor que SS!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-244" title="remake gol GTi" src="http://raceinblood.wordpress.com/files/2009/10/remake-gol-gti.jpg" alt="remake gol GTi" width="450" height="223" />Pra fechar com chave de ouro! O que iria ter de gente colocando Orbital nessas coisas&#8230;</p>
<p>Quem quiser conhecer mais do trabalho do cara, segue o link! Parabens e sucesso ao Du Oliveira, que ao meu ver consegue manter uma identidade absurda nos seus restylings, o cara tem futuro!</p>
<p><a href="http://irmaododecio.blogspot.com/" target="_blank">http://irmaododecio.blogspot.com/</a></p>
<p><em>Thiago Marinelli</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Preview - Tokyo Motor Show]]></title>
<link>http://raceinblood.wordpress.com/2009/10/22/preview-salao-de-tokyo/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 01:10:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>raceinblood</dc:creator>
<guid>http://raceinblood.wordpress.com/2009/10/22/preview-salao-de-tokyo/</guid>
<description><![CDATA[Se existe um lugar nesse mundo que sempre me fascinou esse lugar chama-se Tokyo, e esses salões chei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-210" title="2010_Lexus_LFA23" src="http://raceinblood.wordpress.com/files/2009/10/2010_lexus_lfa23.jpg" alt="2010_Lexus_LFA23" width="450" height="308" />Se existe um lugar nesse mundo que sempre me fascinou esse lugar chama-se Tokyo, e esses salões cheios de carros fantásticos que acontecem por lá me fazem gostar ainda mais do lugar!<!--more--> O meu sonho de consumo é o Tokyo Auto Salon; e ainda irei postar matérias diretamente de lá para vocês! Mas o Tokyo Motor Show também é um evento grandioso, e o que mais gosto nele é a profusão de carros conceito que as montadoras apresentam, incluindo gigantes ocidentais como a Mercedes, que sempre reserva para o evento da terra do sol nascente alguns modelos revolucionários da série F.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-211" title="2010_Lexus_LFA3" src="http://raceinblood.wordpress.com/files/2009/10/2010_lexus_lfa3.jpg" alt="2010_Lexus_LFA3" width="450" height="252" /> Porém o foco do evento esse ano (como tudo o que envolve veículos nesses últimos tempos) é a tecnologia verde da industria automotiva e o que ela pode fazer pelo futuro do planeta. Sim, parece que nosso futuro está fadado a ser monotono como pilotar um Prius elétrico&#8230; mas isso é assunto para um próximo post à caminho, até porque nem tudo está perdido e no evento desse ano a Toyota apresenta a versão de produção do aguardado Lexus LF-A, supercarro de motor V10 dianteiro de estúpidos 580 cavalos aspro, acredito que o carro é tecnologia de F1 lapidada para as ruas pura! O que justificará o seu preço, superior a uma Lamborghini Murcielago SV!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-212" title="2010_Lexus_LFA12" src="http://raceinblood.wordpress.com/files/2009/10/2010_lexus_lfa12.jpg" alt="2010_Lexus_LFA12" width="450" height="292" />Detalhe para a bela asa ajustável, desenvolvida para colar ainda mais o carro no chão. Trabalho fácil considerando os anos de acerto de suspensão em Nürburgring pelos quais o carro passou. <img class="aligncenter size-full wp-image-213" title="2009_Toyota_FT86Concept1" src="http://raceinblood.wordpress.com/files/2009/10/2009_toyota_ft86concept1.jpg" alt="2009_Toyota_FT86Concept1" width="450" height="299" />A Toyota parece mesmo estar engajada em conquistar ainda mais terreno no campo de performance da mesma forma que lidera no campo de tecnologia limpa com seu Prius, e apresentará no evento o conceito FT86, cujo nome remete ao imortal AE86, carro-ícone quando o assunto é automobilismo, preparação e desempenho. As linhas do carro são modernas, fluídas&#8230; lindas! e me lembram bastante o conceito FT-HS</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-214" title="2009_Toyota_FT86Concept4" src="http://raceinblood.wordpress.com/files/2009/10/2009_toyota_ft86concept4.jpg" alt="2009_Toyota_FT86Concept4" width="450" height="299" /> O FT-HS alías foi definido como o novo Célica quando surgiu, e há boatos que a versão de produção do modelo teria essa designação, ou até mesmo viria a ser conhecido como novo Supra, mas a menção ao Corolla no nome do conceito ainda mantém viva a esperança dos apaixonados pelo hachi roku. E o nome aparentemente é o unico ponto em comum entre os dois carros, visto que o FT86 é parte de um projeto em conjunto com a Subaru e também terá um representante da marca de Ota, mas se serve de consolação muito do sucesso do AE86 se devia à sua distribuição de peso 50-50, e os motores Boxer da Subaru costumam contribuir e muito para uma divisão de peso e centro de gravidade quase perfeito em seus carros. É esperar para ver&#8230;</p>
<p style="text-align:left;"><img class="aligncenter" title="2010_Lexus_LFA14" src="http://raceinblood.wordpress.com/files/2009/10/2010_lexus_lfa14.jpg" alt="2010_Lexus_LFA14" width="450" height="336" />O que importa é que teremos motivos de sobra para ficarmos ligados no evento, as demais montadoras japonesas já mostraram alguns conceitos híbridos, como o Honda CRZ, reedição ecologicamente correta do antigo CRX, e agora resta a nós aguardar até o dia 24 para ver as novidades que surgirão de lá, afinal muito do nosso futuro depende disso!</p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;"><em>Thiago Marinelli</em></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">Fotos: Toyota</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://www.tokyo-motorshow.com/en/index.html" target="_blank">http://www.tokyo-motorshow.com/en/index.html </a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[VERSÃO REVISADA]]></title>
<link>http://boitempoeditorial.wordpress.com/2009/10/20/versao-revisada/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 14:53:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>boitempoeditorial</dc:creator>
<guid>http://boitempoeditorial.wordpress.com/2009/10/20/versao-revisada/</guid>
<description><![CDATA[Sociedade do trabalho abstrato Obra Os sentidos do trabalho, de Ricardo Antunes, ganha décima impres]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Sociedade do trabalho abstrato Obra Os sentidos do trabalho, de Ricardo Antunes, ganha décima impres]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apresentando: Guilherme Porazza]]></title>
<link>http://raceinblood.wordpress.com/2009/10/17/apresentando-guilherme-porazza/</link>
<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 12:02:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>guilhermeporazza</dc:creator>
<guid>http://raceinblood.wordpress.com/2009/10/17/apresentando-guilherme-porazza/</guid>
<description><![CDATA[Nome: Guilherme Porazza Local: São Paulo &#8211; SP, Brasil. Profissão: Consultor técnico Experiênci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-25" title="pilot" src="http://raceinblood.wordpress.com/files/2009/10/pilot.jpg" alt="pilot" width="437" height="494" /></p>
<p><!--more-->Nome: Guilherme Porazza</p>
<p>Local: São Paulo &#8211; SP, Brasil.</p>
<p>Profissão: Consultor técnico</p>
<p>Experiência: Grande parte de minha experiência foi adquirida nas revistas durante minha infância/ adolescência. Após concluir o ensino médio, comecei o curso técnico em automobilística, do Senai (em andamento). Trabalhei por pouco tempo em uma oficina de preparação e agora trabalho no setor técnico de uma concessionária Volkswagen.</p>
<p>Carro: Corsa MPFI (carro da família)</p>
<p>Carros anteriores: Eu ainda não tenho “carros anteriores”. Mas me orgulho em dizer que minha mãe dirigia um Gol GTS zero!</p>
<p>Carros favoritos: Difícil dizer um ou outro. Num geral sou fã de carros nipônicos, principalmente Nissan (família GTR, para ser mais específico) e um bom N/A da Honda. Os Volkswagen’s, aqui no Brasil, são os melhores.</p>
<p>Próximo carro: Civic EX EJ9 / Gol ou Saveiro (desde que seja AP)</p>
<p>História automotiva: Na verdade foi uma história bem simples, ingênua e eficaz.</p>
<p>Na época em que eu estava aprendendo a falar, já vivia jogado no tapete da sala com um carrinho na mão. Mesmo quando criança, eu e um amigo vivíamos brincando de hotwheels, fingindo que éramos o Toretto ou o Brian.</p>
<p>Entre 2001 e 2003 eu era tuneiro de carteirinha (Obrigado Velozes e Furiosos). Há algum tempo atrás fui apresentado a duas coisas que me resgataram disso: Initial D e Gran Turismo. Devo a eles muito dos meus poucos conhecimentos e gostos.</p>
<p>Numa simples quinta feira do ano passado, muita coisa mudou, quando vi a lista de aprovados do curso técnico. A partir daí eu realmente entrei pro mundo automotivo.</p>
<p>Estilo: Durante a semana é social, aos fins de semana é casual. Jeans, moletom com touca e tênis surrado.</p>
<p>Música: Depende de onde estou e do que estou fazendo. Desde Eminem até Snow Patrol.</p>
<p>Frase pessoal: “Uma mão lava a outra, e as duas seguram o volante.”</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apresentando: Felipe Massayuki]]></title>
<link>http://raceinblood.wordpress.com/2009/10/17/yoroshiku-onegaishimasu/</link>
<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 05:58:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Massayuki</dc:creator>
<guid>http://raceinblood.wordpress.com/2009/10/17/yoroshiku-onegaishimasu/</guid>
<description><![CDATA[Nome: Felipe Massayuki Local: Campinas &#8211; SP, Brasil Locais Anteriores: São Paulo &#8211; SP Br]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-18" title="IMG_2680" src="http://raceinblood.wordpress.com/files/2009/10/img_26802.jpg" alt="IMG_2680" width="450" height="377" /></p>
<p style="text-align:left;"><!--more-->Nome: Felipe Massayuki</p>
<p>Local: Campinas &#8211; SP, Brasil</p>
<p>Locais Anteriores: São Paulo &#8211; SP Brasil / Cataguases &#8211; MG Brasil / Washizu &#8211; Shizuoka Japão</p>
<p>Profissão: Mecânico Automotivo</p>
<p>Experiência: Quase nenhuma, a cada dia eu vejo que ainda estou em formação. Trabalho á 1 ano e meio como mecânico automotivo, cursou regulagem e afinação de motores na Escola de Mecânica e Elétrica Vicentini, curso técnico de preparação de motores (não concluído) na Escola Carlos Gomes.</p>
<p>Carro: Vendi o meu ultimo, estou á procura enquanto isso uso o do velho ou peço carona! (hehehe)</p>
<p>Carros Anteriores: Ford Escort 2001 1.6 GL N/A e Gol 2002 Geração três 1.9 Turbo</p>
<p>Carros Favoritos: Em sua maioria carros japôneses, Volkswagen da linha AP, refrigerados a ar e 2.0 16v, Chrevrolet com conjunto 6cc, tração traseira ou 2.0/2.2 16v e alguns muscle cars.</p>
<p>Próximo carro: Volkswagen Gol GTS/ Gol 1.8/ Saveiro 1.8/ Voyage 1.8/ Santana 2.0/ Fusca 1.600, honda civic qualquer um com motor v-tec e outros simples e acessiveis</p>
<p>História Automotiva:  Meu pai fala que a maior decepção dele comigo foi logo após eu ter nascido, ele me pegava no colo, olhava nos meus olhos e pedia somente pra soletrar &#8220;pai&#8221; ou &#8220;papai&#8221; quando passou um maverick<br />
pela janela e eu falei &#8220;carro!&#8221;, basicamente não sei descrever, sempre gostei de carros desde pivete notava modificações e quanto um carro andava mais que o outro. Mas comecei a vivenciar isso aos 12 anos quando<br />
morava no japão, e indo pra aula passsando  em baixo de uma ponte em Nagoya, surgia um supra prata turbo acelerando com tudo e espirrando, a partir dali queria saber mais daquele misterioso &#8220;espirro&#8221; e de como ele fazia o trajeto entre dois pontos<br />
tão rapido hehehe&#8230;logo conheci meu primo onde tive minha primeira experiência em andar com um carro modificado aos 13 anos, um Skyline GTS-T Tyoe M R33 preparado pra drift&#8230;Desde então venho estudando, trabalhando e<br />
mechendo em carros e hoje não consigo me ver sem graxas nas mãos seja por hobby ou profissão.</p>
<p>Estilo: Racing! rsrsr Basicão, calça jeans (geralmente manchadas com graxa), camisas, tênis, blusa e touca!</p>
<p>Música: Odeio esses titulos, sou bem eclético. Do rock com Rise Against, Millencolin e Oficina G3, passando pelo rap/hip hop com 2Pac, Fort Minor e Pregador Luo, até o gospel. Eu escuto aquilo que me ajuda a pensar.</p>
<p>Frase Pessoal: &#8220;Vencer é nunca desistir continuo acelerando sem perder essa direção!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apresentando: Thiago Marinelli]]></title>
<link>http://raceinblood.wordpress.com/2009/10/17/apresentando-thiago-marinelli/</link>
<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 04:26:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>raceinblood</dc:creator>
<guid>http://raceinblood.wordpress.com/2009/10/17/apresentando-thiago-marinelli/</guid>
<description><![CDATA[Nome: Thiago de Faria Marinelli Local: São Paulo, Brasil Carro: No momento tô de carona! Carro Favor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-14" src="http://raceinblood.wordpress.com/files/2009/10/imagem1.jpg" alt="" width="450" height="428" /></p>
<p><!--more-->Nome: Thiago de Faria Marinelli</p>
<p>Local: São Paulo, Brasil</p>
<p>Carro: No momento tô de carona!</p>
<p>Carro Favorito: É bem difícil responder, tanto faz se é um GTi ou um Aston Martin, posso gostar de qualquer um!</p>
<p>Futuro Carro: Um Fusca! Ou uma Brasília.. estão mais perto!</p>
<p>História Automotiva: Meu pai me alfabetizou através da leitura de exemplares de revistas Quatro Rodas, e quando descobriu que eu já sabia falar basicamente me fazia decorar todos os nomes de carros que eu pudesse ver do vidro traseiro. Com meses de idade, meu primeiro carrinho na verdade foi um Jeep Willys 1951 que ele fez questão de comprar pro filho&#8230; com o passar dos anos ingressei no curso de aprendizagem industrial do SENAI, mecânica automotiva claro, sempre aproveitando as horas vagas (ou não) das aulas para defender os motores refrigerados a Ar junto de outros amigos aficionados pela mecânica VW, fruto também da paixão de meu pai pelo simpático besouro, e hoje estudo Desenho Industrial voltado a Design de Produto, buscando trabalhar com projetos ligados a isso que me move e me fascina, os carros.</p>
<p>Estilo: Bem casual nos dias da semana, camisa pólo e jeans são imbatíveis, mas meu estilo é urbano, é o que sou aos finais de semana.</p>
<p>Música: Todas as vertentes de Hardcore como Metalcore, Deathcore, Grind&#8230; Death Metal melódico&#8230; mas sei cantar praticamente qualquer samba ou musica que for que escutar, não sou encanado com isso, assim como na música a vida te oferece oportunidades e oportunidades, tá tudo aí, é só aproveitar.</p>
<p>Frase Pessoal: &#8221;Aceite as consequências do que acha que te faz melhor &#8221;, não há nada mais digno.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Está no seu DNA]]></title>
<link>http://raceinblood.wordpress.com/2009/10/17/esta-no-seu-dna/</link>
<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 02:15:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>raceinblood</dc:creator>
<guid>http://raceinblood.wordpress.com/2009/10/17/esta-no-seu-dna/</guid>
<description><![CDATA[Ou então como você explicaria uma vida inteira dedicada à busca incessante por ser mais rápido do qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://raceinblood.wordpress.com/files/2009/10/blood_on_the_racetrack_by_jellaboom.jpg" alt="" width="400" height="375" /></p>
<p>Ou então como você explicaria uma vida inteira dedicada à busca incessante por ser mais rápido do que todos os outros, ou o bem imenso que o simples fato de estar imerso no seu próprio mundo, envolto apenas por seu banco, com o controle de tudo no volante às suas mãos te faz sentir? <!--more--></p>
<p>Isso está no seu DNA, é parte da sua essência, essa paixão pela velocidade e por tudo que se move e te move mais rápido, a fascinação que te exerce saber que somente você pode fazer melhor; e ir mais veloz; do que você.</p>
<p>É com esse pensamento que nasce esse blog, materialização do ideal de amigos que, com toda certeza, tem muito em comum com todos vocês filhos da pátria dos grandes campeões e dos apaixonados por carros, e é esse pensamento que iremos buscar dia após dia compartilhar com você, sempre falando sobre o que faz o nosso mundo girar! Porque seja no fundo de uma garagem escondida desmontando um motor ou a toa por ai dando uma volta com os amigos, é isso que nos faz felizes, é isso que nos ajuda a viver.</p>
<p>Contamos com o apóio de vocês para tornar esse o primeiro passo de uma caminhada longa e próspera! Sejam Bem-Vindos ao nosso mundo, ao mundo de vocês!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[J. CHASIN - CONFIRA HOMENAGEM EM VÍDEO]]></title>
<link>http://boitempoeditorial.wordpress.com/2009/10/13/jose-chasin-confira-homenagem-em-video/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 16:43:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>boitempoeditorial</dc:creator>
<guid>http://boitempoeditorial.wordpress.com/2009/10/13/jose-chasin-confira-homenagem-em-video/</guid>
<description><![CDATA[Confira abaixo o vídeo de homenagem a J. Chasin, preparado para o lançamento de sua obra Marx: estat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Confira abaixo o vídeo de homenagem a J. Chasin, preparado para o lançamento de sua obra Marx: estat]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ISTVÁN MÉSZÁROS RECEBE PRÊMIO INTERNACIONAL ]]></title>
<link>http://boitempoeditorial.wordpress.com/2009/09/14/istvan-meszaros-recebe-premio-internacional/</link>
<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 19:06:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>boitempoeditorial</dc:creator>
<guid>http://boitempoeditorial.wordpress.com/2009/09/14/istvan-meszaros-recebe-premio-internacional/</guid>
<description><![CDATA[István Mészáros recebe hoje prêmio internacional pela obra O desafio e o fardo do tempo histórico Gr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[István Mészáros recebe hoje prêmio internacional pela obra O desafio e o fardo do tempo histórico Gr]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ARTIGO - O CABO ANSELMO NA BAND, POR URARIANO MOTA]]></title>
<link>http://boitempoeditorial.wordpress.com/2009/09/02/artigo-o-cabo-anselmo-na-band-por-urariano-mota/</link>
<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 18:08:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>boitempoeditorial</dc:creator>
<guid>http://boitempoeditorial.wordpress.com/2009/09/02/artigo-o-cabo-anselmo-na-band-por-urariano-mota/</guid>
<description><![CDATA[Aos reclamos e avisos dos amigos, “não esqueça o Cabo Anselmo hoje na televisão&#8230; Não deixe de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Aos reclamos e avisos dos amigos, “não esqueça o Cabo Anselmo hoje na televisão&#8230; Não deixe de ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Absurdo Bipartito :D]]></title>
<link>http://blakwolvesfate.wordpress.com/2009/08/19/absurdo-bipartito/</link>
<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 01:31:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>wolfman17</dc:creator>
<guid>http://blakwolvesfate.wordpress.com/2009/08/19/absurdo-bipartito/</guid>
<description><![CDATA[Es hora de entretener un poco a los lectoreees!! xD aqui subo un&#8230; cuento? ensayo? poema en pro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Es hora de entretener un poco a los lectoreees!! xD</p>
<p>aqui subo un&#8230; cuento? ensayo? poema en prosa? carta? algo raro&#8230; pero con una caracteristica especial, y es su doble autoria&#8230; resulta q estabamos en clases con un amigo, el chino Vera&#8230; conversando acerca de lo q escribo y too eso (bastante aburridos) y entonces&#8230; se me ocurrió la brillante idea de q escribieramos algo, una linea cada uno&#8230; y salió algo asi: (lo q escribi yo en <strong>negro</strong>, lo q escribio él en <em><strong><span style="color:#ff0000;">rojo</span></strong></em>)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Existe en esta vida un solo camino, y una sola oscuridad</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><em><span style="color:#ff0000;">que están en un lugar de la mancha</span></em></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>de tu camisa, pero que jamás podrás recorrer sin</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;"><em>pantalones que hablan al fuego de tu</em></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>mirada. Mas no te preocupes: tu sonrisa es una flor</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;"><em>y aliento a cocodrilo de manzanilla lo</em></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>sabe bien; esto puede no tener sentido, pero si fumas</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;"><em>un espermatozoide sabrás que es azulado</em></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>y que no lo es. No todo es azulado: algunas ovejas</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;"><em>son del dulce color de la amargura</em></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>que sabiamente es más rosada que tú. Pero me gusta tu</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;"><em>mentón de perro mugroso y hermoso</em></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>a la vez, y tus ojos que no hacen nada más que</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;"><em>caminar como oruga que muerde mi medusa</em></span><br />
</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>alegremente, y pienso que todo esto es un juego de</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;"><em>la diabla de tu pierna que roza mi</em></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>alma, y es que todavía me queda. Aunque tú crees</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;"><em>que yo hablo lo que hablo y miro lo que</em></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>tratas de esconder debajo de ese aterrador caballo con</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;"><em>pelusas húmedas que activan mi toque de</em></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>acidés estomacal. Pero ya estoy harto. No quiero</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;"><em>ponerme esa cosa que te gusta de mi</em></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>ala derecha, y aunque insistas diré que no porque</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;"><em>vuelo como burbuja sobre una estrella</em></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>de navidad. Es un lindo árbol, parece un pájaro que</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;"><em>con su mano toca mi espuma sobresaliente</em></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>de lo más profundo del ropero. Finalmente quiero</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;"><em>darte mi hoyo verde que tu conoces</em></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>desde hace mucho tiempo, y confesarte que me gusta</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;"><em>el cielo del suelo en tu penosa cosa alegre.</em></span></strong></p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#000000;">Se despide, <strong>Pa<span style="color:#ff0000;"><em>Ja</em></span> Carra<span style="color:#ff0000;"><em>Vera</em></span></strong></span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000000;">No es hermoso?? aunque a simple vista parece una carta escrita x algún tipo demasiado ebrio o drogado (y en realidad eso se acerca más a la realidad q pensar q es una obra de arte)  tiene muxos significados abstractos y simbolismos&#8230; tal vez (solo tal vez) algún dia alguien lo entienda en verdad; nosotros no xDDD</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[                        Canção]]></title>
<link>http://interpretacoes.wordpress.com/2009/07/03/cancao/</link>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 22:22:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>interpretacoes</dc:creator>
<guid>http://interpretacoes.wordpress.com/2009/07/03/cancao/</guid>
<description><![CDATA[O peso do mundo é o amor. Sob o fardo da solidão, sob o fardo da insatisfação o peso o peso que carr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>                  O peso do mundo<br />
                           é o amor.<br />
                  Sob o fardo<br />
                         da solidão,<br />
                  sob o fardo<br />
                        da insatisfação</p>
<p>                         o peso<br />
                  o peso que carregamos<br />
                          é o amor.</p>
<p>                  Quem poderia negá-lo?<br />
                            Em sonhos<br />
                  nos toca<br />
                        o corpo,<br />
                  em pensamentos<br />
                          constrói<br />
                  um milagre,<br />
                           na imaginação<br />
                  aflige-se<br />
                           até tornar-se<br />
                  humano -</p>
<p>                  sai para fora do coração<br />
                           ardendo de pureza -</p>
<p>                  pois o fardo da vida<br />
                            é o amor,</p>
<p>                  mas nós carregamos o peso<br />
                             cansados<br />
                  e assim temos que descansar<br />
                  nos braços do amor<br />
                            finalmente<br />
                  temos que descansar nos braços<br />
                             do amor.</p>
<p>                  Nenhum descanso<br />
                          sem amor,<br />
                  nenhum sono<br />
                          sem sonhos<br />
                  de amor -<br />
                             quer esteja eu louco ou frio,<br />
                  obcecado por anjos<br />
                             ou por máquinas,<br />
                  o último desejo<br />
                            é o amor<br />
                  &#8211; não pode ser amargo<br />
                           não pode ser negado<br />
                  não pode ser contigo<br />
                             quando negado:</p>
<p>                  o peso é demasiado<br />
                            &#8211; deve dar-se<br />
                  sem nada de volta<br />
                           assim como o pensamento<br />
                  é dado<br />
                           na solidão<br />
                  em toda a excelência<br />
                           do seu excesso.</p>
<p>                  Os corpos quentes<br />
                            brilham juntos<br />
                  na escuridão,<br />
                            a mão se move<br />
                  para o centro<br />
                          da carne,<br />
                  a pele treme<br />
                            na felicidade<br />
                  e a alma sobe<br />
                           feliz até o olho -</p>
<p>                  sim, sim,<br />
                             é isso que<br />
                  eu queria,<br />
                            eu sempre quis,<br />
                  eu sempre quis<br />
                           voltar<br />
                  ao corpo<br />
                           em que nasci.</p>
<p>Allen Ginsberg</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aforismo]]></title>
<link>http://interpretacoes.wordpress.com/2009/07/03/dialogos-3/</link>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 22:02:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>interpretacoes</dc:creator>
<guid>http://interpretacoes.wordpress.com/2009/07/03/dialogos-3/</guid>
<description><![CDATA[vazio agudo&#8230; ando meio cheio de tudo! Paulo Leminski]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>vazio agudo&#8230;<br />
ando meio cheio de tudo!</p>
<p>Paulo Leminski</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Matemática, a Ciência... a crise... a Luta de Classes]]></title>
<link>http://leituracapital.wordpress.com/2009/04/27/a-matematica-a-ciencia-a-crise-a-luta-de-classes/</link>
<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 13:39:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno</dc:creator>
<guid>http://leituracapital.wordpress.com/2009/04/27/a-matematica-a-ciencia-a-crise-a-luta-de-classes/</guid>
<description><![CDATA[Podaríamos ficar surpreendidos como encontramos a luta ideológica nos lugares mais singelos. Desta f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Podaríamos ficar surpreendidos como encontramos a luta ideológica nos lugares mais singelos. Desta feita, a Matemática, através dum artigo de <a href="http://ptmat.fc.ul.pt/~jbuescu/" target="_blank">Jorge Buescu</a>, professor na Faculdade de Ciências, reconhecido divulgador científico.</p>
<p style="text-align:justify;">(Para poder ler o artigo clique em <strong><a href="http://img206.imageshack.us/img206/7568/32766688.jpg" target="_blank">parte 1</a></strong> e <strong><a href="http://img206.imageshack.us/img206/1392/16683243.jpg" target="_blank">parte 2</a></strong>.)</p>
<h2 style="text-align:justify;">&#8220;Crise: a culpa é da Matemática?&#8221;</h2>
<p style="text-align:justify;">O título do artigo não engana ao que vem (&#8220;Crise: a culpa é da Matemática?&#8221;), o autor rejeita neste artigo uma visão moralista do descalabro económico actual, segundo a qual uns malvados agentes financeiros terão ultrapassado os limites de operação segura do sistema apenas com <strong>o objectivo de extensão do lucro</strong>. De forma acertada, o prof. Buescu aponta tal explicação simplista como uma cortina de fumo de objectivos políticos e sugere em seguida que <strong>&#8220;a Matemática pode ter desempenhado um papel crucial&#8221; na origem da crise financeira</strong> e, subsequentemente, no bloqueio da actividade <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1374236&#38;idCanal=57" target="_blank">económica produtiva</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Sumariamente, este artigo dá conta de alguns princípios da <strong>modelização matemática do risco</strong> financeiro envolvido em qualquer operação de troca de <a href="http://leituracapital.wordpress.com/2009/03/31/salarios-vs-lucros-vira-o-disco/" target="_blank">dinheiro por&#8230; dinheiro</a>. O <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Risk_management" target="_blank">risco</a> é, assim, alvo de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Value_at_risk" target="_blank">quantificação</a> e toma uma forma bastante intuitiva: o risco de um fundo ou de uma outra instituição financeira mede-se, por exemplo, pela quantidade mínima de dinheiro que na semana seguinte poderá ser perdido com uma probabilidade de 1%. Somas superiores de dinheiro perdido têm, nesta simulação, menor probabilidade de serem perdidas. As medidas tomadas pelos agentes financeiros são, então, no sentido de reduzir o risco associado, por exemplo separando os créditos em produtos financeiros diferentes.</p>
<p style="text-align:justify;">O autor aponta então erros de concepção destes modelos: em geral não é tida em conta a dependência probabilística de acontecimentos (por exemplo, incumprimento de pagamentos), como se o sistema voltasse ao estado inicial a cada avaliação; os modelos são construídos com base em assunções de &#8220;normalidade&#8221; dos mercados, não sendo capazes de reflectir adequadamente situações &#8220;perturbadas&#8221; de funcionamento do sistema (como a actual crise). A estas dificuldades ainda se juntaria uma errada aplicação de controlo de risco, uma vez que dados errados acerca do mercado de hipotecas estavam a viciar o modelo matemático.</p>
<p style="text-align:justify;">Sejamos sinceros, este artigo enche-nos de esperança: ao serem tratadas estas incorrecções dos modelos e voltando o sistema financeiro ao que era, poderemos estar mais descansados quanto à estabilidade da nossa economia. E não é verdade que estes empréstimos arriscados eram a forma de proporcionar um maior consumo às famílias e com isso aumentar o seu nível de vida? É esta passividade &#8220;cientifizante&#8221; face ao fundo político da crise que prentendemos questionar, uma vez que este artigo toma (necessarimente) tanto partido quanto os moralistas que acusam os gananciosos banqueiros.</p>
<h2 style="text-align:justify;">Reenquadremos isto (um pouco)</h2>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 136px"><img src="http://images.jacotei.com.br/grd/379385.jpg" alt="" width="126" height="200" /><p class="wp-caption-text">Estão a lembrar-se deste livro?</p></div>
<p style="text-align:justify;">A <strong>ciência</strong> no seu caminho de criar concepções <strong>racionais </strong>de <strong>interpretação </strong>e <strong>previsão </strong>dos <strong>fenómenos naturais</strong>, encontra logo de inicio um problema: o Universo é uno, <strong>todos os fenómenos estão interconectados entre si</strong>. Por motivos práticos, é naturalmente necessário <strong>isolar</strong> um fenómeno para o poder estudar. É fundamental saber isolar o fenómeno em estudo sem lhe retirar <strong>interdependências dominantes</strong>. Fácil de compreender isto com um exemplo: para se prever a temperatura em Lisboa amanha, é completamente supérfluo o movimento das placas tectónicas, mas já não o é a humidade no ar.</p>
<p style="text-align:justify;">Não ficamos admirados em notar que esses <strong>modelos matemáticos</strong>, usados para <strong>maximização do lucro por via financeira</strong>, cometem logo o erro de isolar os processos para o lucro sem ter em conta que <strong>o capital é uma relação social</strong>.  É a ciência, dada muitas vezes como imparcial na luta de classes, a demonstrar como cega perante os interesses da <strong>classe dominante</strong>. Perdendo assim a sua função de <strong>interpretar </strong>e <strong>prever </strong>os fenómenos para melhorar as <strong>condições de vida ao conjunto da humanidade</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">É importante relembrar que o avanço das forças produtivas devido às conquistas da ciencia e da técnica só poderão ser um progresso social efectivo, se houver condições políticas para tal, e para isso <strong>é necessário alterar o objectivo social dominante</strong>.</p>
<address># Colectivo <em>Leitura Capital</em><br />
</address>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Salários vs Lucros: vira o disco...]]></title>
<link>http://leituracapital.wordpress.com/2009/03/31/salarios-vs-lucros-vira-o-disco/</link>
<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 00:13:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno</dc:creator>
<guid>http://leituracapital.wordpress.com/2009/03/31/salarios-vs-lucros-vira-o-disco/</guid>
<description><![CDATA[Foi &#8211; e é &#8211; por necessidades sociais que os humanos começaram a trocar mercadorias (M). ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Foi &#8211; e é &#8211; por necessidades sociais que os humanos começaram a trocar <strong>mercadorias (M)</strong>. <img class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/_mtQe0H56jgE/SNeMsPufaxI/AAAAAAAAB4I/uX3XUFh7apg/s400/MH+-+M-M.jpg" alt="" width="180" height="30" />Outrora trocando-as directamente, surgiu a determinado momento histórico o <strong>dinheiro</strong> <strong>(D)</strong> como meio para facilitar a <strong>troca</strong> entre mercadorias. <img class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/_mtQe0H56jgE/SOXqUS6IGsI/AAAAAAAAB6k/o5mkch-15tQ/s400/MH+-+M-D-M.jpg" alt="" width="90" height="55" />Surge também a possibilidade de sobressaltos na <strong>circulação</strong>, que ocorrem quando por algum motivo as pessoas deixam de colocar dinheiro em circulação, são as ditas <strong>crises</strong>. Entretanto, no <strong>capitalismo</strong>, o dinheiro deixou de ser um <strong>meio</strong> para trocas entre <strong>mercadorias</strong> de <strong>valor equivalente</strong>, passando elas a ser o <strong>meio</strong> para a obtenção de <strong>mais-dinheiro (D&#8217;)</strong>, sendo agora este a ser o <strong>fim</strong>. <img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_mtQe0H56jgE/SPO2qQ9dbTI/AAAAAAAAB84/QaSY1cQIlcA/s400/MH+-+D-M-P-M-P.jpg" alt="" width="149" height="85" />Porque a partir de uma quantidade de dinheiro busca-se obter <strong>mais dinheiro &#8211; D&#8217; -</strong>, tornaram-se as crises inerentes ao capitalismo. De que forma?</p>
<h3 style="text-align:justify;">Mais-Valia, Taxa de Exploração; Taxa de Lucro; Composição Orgânica do Capital</h3>
<p style="text-align:justify;">O <strong>Lucro </strong>decorre da <strong>Mais-Valia (m)</strong>. Sendo que esta provém da <strong>diferença</strong> entre o v<strong>alor produzido por um trabalhador</strong> e o <strong>salário</strong> que lhe é pago. Por outras palavras, é o tempo de <strong>trabalho não remunerado</strong>. Logo, o <strong>lucro</strong> vem directamente ou indirectamente do <strong>trabalho humano</strong>, do trabalhador. Daí, ainda podemos calcular a <strong>taxa de exploração (m&#8217;)</strong>, por exemplo, se o valor produzido por um trabalhador durante um ano é de 40000$ e a mais-valia de 20000$, então: [1]<img class="size-full wp-image-2057 aligncenter" title="Taxa de Exploração" src="http://revolucionaria.wordpress.com/files/2009/03/11.jpg" alt="Taxa de Exploração" width="253" height="34" /><!--[if !mso]&#62; &#60;!  v\:* {behavior:url(#default#VML);} o\:* {behavior:url(#default#VML);} w\:* {behavior:url(#default#VML);} .shape {behavior:url(#default#VML);} --> <!--[endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0   21   false false false  PT X-NONE X-NONE                           &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;                                                                                                                                            &#60;![endif]--><!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:10.0pt; 	line-height:115%;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;! 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<p style="text-align:justify;">O que interessa ao capitalista é o lucro e a busca por maiores <strong>taxas de lucro</strong>. Ele precisa de saber se o valor que legalmente rouba aos seus trabalhadores &#8211; <strong>a mais-valia (m)</strong> &#8211; é superior ao capital que investe em <strong>capital constante (k)</strong> e <strong>capital variável (v)</strong>. Sendo o capital constante a maquinaria, matérias-primas&#8230; e o capital variável a compra de força de trabalho aos trabalhadores. Logo, matematicamente a taxa de lucro representa-se assim: <img class="size-full wp-image-2058 aligncenter" title="Taxa de Lucro" src="http://revolucionaria.wordpress.com/files/2009/03/2.jpg" alt="Taxa de Lucro" width="68" height="39" /></p>
<p style="text-align:justify;">Juntando as duas equações, em que m=m&#8217;v, obtemos:<img class="aligncenter size-full wp-image-2059" title="Taxa de Lucro (incluindo a taxa de exploração)" src="http://revolucionaria.wordpress.com/files/2009/03/3.jpg" alt="Taxa de Lucro (incluindo a taxa de exploração)" width="116" height="54" /></p>
<p style="text-align:justify;">Ficando claro que a<strong> taxa de lucro (l&#8217;)</strong> é <span style="text-decoration:underline;">proporcional</span> à <strong>taxa de exploração (m&#8217;)</strong>. E além desse pormenor completamente insignificante², vê-se a interdependência entre a <strong>taxa de lucro</strong> e a <strong>composição orgânica do capital</strong>, que é a relação entre <strong>capital constante (k)</strong> e <strong>capital variável</strong> <strong>(v)</strong>.<img class="aligncenter size-full wp-image-2060" title="Composição Organica do Capital" src="http://revolucionaria.wordpress.com/files/2009/03/4.jpg" alt="Composição Organica do Capital" width="74" height="53" /></p>
<p style="text-align:justify;">O incessante e impetuoso <strong>desenvolvimento técnico</strong>, impulsionado pela concorrência entre capitalistas, obriga-os a investirem em maquinaria (capital constante) que lhes permite <strong>produzir o mesmo</strong> com <strong>menos tempo de &#8220;trabalho vivo&#8221; </strong>(capital variável). Portanto, na sua busca pela reprodução de capital, tendem a investir <span style="text-decoration:underline;">mais</span> em <strong>capital constante (k)</strong> e <span style="text-decoration:underline;">menos</span> em <strong>capital variável (v)</strong>, <span style="text-decoration:underline;">aumentando</span> tendencialmente a <strong>composição orgânica do capital (coc)</strong> e a <strong>taxa de lucro</strong> tende a <span style="text-decoration:underline;">diminuir</span>. O <strong>desemprego</strong> resulta deste maior investimento em capital constante em prejuízo do capital variável, tornando-se assim também <span style="text-decoration:underline;">mais difícil</span> aos capitalistas obter a <strong>mais-valia</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">Os capitalistas para contrariar a <strong>tendência para a <span style="text-decoration:underline;">baixa</span> taxa de lucro</strong> tendem a <span style="text-decoration:underline;">aumentar</span> a <strong>taxa de exploração</strong>. Simultaneamente, incentivam ao <strong>consumo</strong> enquanto o <strong>poder de compra</strong> dos trabalhadores tende a <span style="text-decoration:underline;">baixar</span>. Esta diminuição poder de compra &#8211; que em Portugal conhecemos bem &#8211; é um dos motivos para se comprar <span style="text-decoration:underline;">menos</span> <strong>mercadorias</strong>. Assim, a tal circulação <strong>D-M-D&#8217;</strong> abranda e&#8230; dão-se as <strong>crises</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">O capitalismo para &#8220;sobreviver&#8221; às suas próprias <strong>contradições</strong> desenvolveu uma enorme <strong>financeirização </strong>da economia, trocando-se o <strong>dinheiro</strong> directamente por <strong>mais dinheiro</strong> e sem passar directamente pela <strong>produção</strong>.<img class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/_mtQe0H56jgE/SP0XGFFZvZI/AAAAAAAAB9w/sXVTX1uFgt0/s400/MH+-+D-D.jpg" alt="" width="97" height="60" /> Tal não tem utilidade social e funciona meramente por considerações <strong>especulativas</strong>. O<strong> D-D&#8217;</strong> é a espera de que as mercadorias, onde os &#8220;<a title="A crise da hipoteca subprime - Last Laugh" href="http://www.youtube.com/watch?v=dJENM3xxp50" target="_blank">pacotes de investimento</a>&#8221; se levantam, subam de valor. Mas a valorização dessas mercadorias estão <strong>limitadas</strong> pela dita <strong>economia real</strong> &#8211; como explicado acima &#8211; e o sistema financeiro tem sempre o momento em que cai na realidade&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">É certo que o funcionamento da economia não tem esta simplicidade, mas limitamo-nos a referir a base onde toda a dinâmica capitalista &#8211; cada vez mais complexa &#8211; assenta.</p>
<h2 style="text-align:justify;">O lado A e B dos singles da música dominante</h2>
<p style="text-align:justify;">Esta rápida excursão pela teoria económica marxista não pretende ser um mero exercício de doutrina. Estamos conscientes dos perigos da <em>cristalização dos conceitos e princípios</em>. E antecipamos o juízo taxativo, ou preconceituoso, nos termos do <a title="…burguês?! Sim, burguês." href="http://revolucionaria.wordpress.com/2009/03/11/burgues/" target="_blank">nosso post anterior</a>: &#8220;lá estão eles com a k7&#8243;. Sendo assim, gostaríamos de passar em revista algumas tendências do discurso dominante, uma vez que reconhecemos nele algumas das características do&#8230; vinil.</p>
<h4 style="text-align:justify;">LADO A</h4>
<p style="text-align:justify;">Em primeiro lugar, o defeito do disco riscado. Há que aumentar a <strong>competitividade</strong> da nossa economia para responder às exigências crescentes da economia num contexto <strong>globalizado</strong>, repetem-nos exaustivamente. E, lá pelo meio, dizem (e fazem!) o que verdadeiramente lhes interessa: há que aliviar a <strong>pressão do Trabalho</strong> na actividade económica. E para isto pode contribuir a <span style="text-decoration:underline;">subtracção</span> do <strong>poder de negociação</strong> e <strong>reivindicação</strong> da <strong>classe trabalhadora</strong> &#8211; como foi o caso do Código Laboral do PS &#8211; ou, de forma mais palpável, a <strong>diminuição dos salários</strong>. Em ambas as formas revemos a luta empreendida pela classe dirigente para o aumento da <strong>taxa de exploração</strong>, como explicitada acima.</p>
<p style="text-align:justify;">E contudo, a coberto da crise, vemos surgir apelos claros para que esta tendência objectiva do Capital seja<strong> interiorizada</strong> pelos trabalhadores, criando bases subjectivas para que os <strong>salários</strong> <span style="text-decoration:underline;">não subam</span>, justificando-se com a defesa do emprego. Apelos que para o a classe assalariada subscreva &#8211; uma vez mais: lá está o disco riscado! &#8211; os ditames da ordem capitalista.</p>
<h4>LADO B</h4>
<p style="text-align:justify;">Uma outra característica dos discos de vinil, e em particular dos singles (amontoam-se as analogias políticas sofríveis), é a do lado B dos discos, que correspondia às versões alternativas das músicas do lado A. E muitas vezes apenas para ocupar o espaço de gravação que restava&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" src="http://pissarro.home.sapo.pt/soares3.jpg" alt="" width="196" height="123" />Para ir direito ao assunto, nas suas expressões actuais, o lado B defende essencialmente um <strong><em>relifting</em> do neo-liberalismo</strong> para um &#8220;<strong><a href="http://ww1.rtp.pt/wportal/acessibilidades/legendagem/pecas.php?data=2008-12-16&#38;fic=telej_1_16122008&#38;peca=10&#38;tvprog=1103" target="_blank">capitalismo regulado e ético</a></strong>&#8220;, como consequência da profunda <strong>&#8220;crise de valores&#8221;</strong> a que o &#8220;anterior&#8221; modelo nos conduziu. Segundo esta versão alternativa da realidade houve uns quantos tipos <strong>imorais</strong> que ora montavam elaboradas <strong>fraudes</strong> financeiras, ora executavam empréstimos que deixaram uma série de desgraçados endividados; quando não dispersavam os seus capitais por investimentos que prometiam altos lucros, tantas vezes aproveitando-se excessivamente de <strong><em>offshores</em></strong> que visavam tão só incrementar o desenvolvimento de regiões empobrecidas.²</p>
<h2>Nós cá não gostamos de singles</h2>
<p style="text-align:justify;">Acontece que a crise <strong>não</strong> é resultado da falta de ética dos seus intervenientes, mas ocorreu pela confrontação destes intervenientes com os <strong>limites</strong> de estabilidade do sistema em que actuam. Sistema este da troca <strong>D-D&#8217;</strong> que, como explicitado acima, tem os seus limites (também) na <strong>produção económica</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">Contudo, as respostas que os &#8220;lados B&#8221; encontram para superar as <strong>contradições </strong>em que a sociedade se encontra passam por defender a continuidade do sistema, puxando o lustro à <strong>ética </strong>dos <strong>especuladores </strong>e dos <strong>governantes </strong>que com eles sempre pactuaram. Como se a moral dominante não fosse um reflexo das condições materiais da sua época&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">O discurso destes vinis é que já se encontra gasto! É necessário que as <strong>massas trabalhadoras e não monopolistas</strong> ganhem <strong>consciência</strong> dos <strong>limites</strong> do nosso sistema económico actual, para a tendência real de <span style="text-decoration:underline;">diminuição</span> das suas <strong>condições de vida</strong> e de <a title="cários gráficos relacionando problemas sociais com a desigualdade" href="http://www.equalitytrust.org.uk/why/evidence/physical-health" target="_blank"><strong>incremento das desigualdades</strong></a> &#8211; em particular na presente altura de crise. <span style="color:#800000;">E é urgente que esta tomada de consciência se efective em <strong>acção social</strong> e <strong>política!</strong> Quer nas <strong>negociações dos salários</strong> e na <strong>defesa do emprego com direitos,</strong> quer em iniciativas de contestação ao aumento da <strong>taxa de exploração</strong>. <a title="Fotoreportagem da manif" href="http://www.dorl.pcp.pt/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=3069&#38;Itemid=100" target="_blank">E é isso que nós andamos a fazer.</a></span></p>
<address>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</address>
<address>Escrito para o <a href="http://revolucionaria.wordpress.com/2009/03/30/uma-questao-de-capital/" target="_blank">Cheira-me a Revolução!<br />
</a></address>
<address>.<br />
</address>
<address>[1] não se trata do escudo. É uma mera representação para o exemplo.</address>
<address>[2] uso fantástico, por parte dos autores, de um recurso estilístico! ironia/sarcasmo.</address>
<address>.<br />
</address>
<address> </address>
<address>Algumas imagens &#8211; e consulta &#8211; são mais-valia retirada do blog <a href="http://anonimosecxxi.blogspot.com/search/label/materialismo%20hist%C3%B3rico" target="_blank">anonimo sec xxi</a></address>
<address>consultado ainda <a href="http://www.dorl.pcp.pt/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=188&#38;Itemid=105" target="_blank">Conceitos Fundamentais de O Capital, de Lapidus e Ostrovitiano</a>, <a title="Reading Marx’s Capital with David Harvey" href="http://davidharvey.org/">Reading Marx’s Capital with David Harvey </a>e <a href="http://vimeo.com/1962208" target="_blank">Capitalism Hits the Fan: A Marxian View</a></address>
<address>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</address>
<p style="text-align:justify;"># Colectivo <em>Leitura Capital</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sorri]]></title>
<link>http://interpretacoes.wordpress.com/2009/01/24/sorri/</link>
<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 22:08:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>interpretacoes</dc:creator>
<guid>http://interpretacoes.wordpress.com/2009/01/24/sorri/</guid>
<description><![CDATA[Composição: Charles Chaplin/G.Parson/J. Turner Quando a dor te torturar E a saudade atormentar Os te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Composição: Charles Chaplin/G.Parson/J. Turner</p>
<p>Quando a dor te torturar<br />
E a saudade atormentar<br />
Os teus dias tristonhos, vazios<br />
Sorri<br />
Quanto tudo terminar<br />
Quando nada mais restar<br />
Do teu sonho encantador<br />
Sorri<br />
Quando o sol perder a luz<br />
E sentires uma cruz<br />
Nos teus ombros cansados, doridos<br />
Sorri<br />
Vai mentindo a tua dor<br />
E ao notar que tu sorris<br />
Todo mundo irá supor<br />
Que és feliz</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[“A única forma de sermos livres, é sermos cultos.”*]]></title>
<link>http://leituracapital.wordpress.com/2009/01/22/%e2%80%9ca-unica-forma-de-sermos-livres-e-sermos-cultos%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 00:01:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno</dc:creator>
<guid>http://leituracapital.wordpress.com/2009/01/22/%e2%80%9ca-unica-forma-de-sermos-livres-e-sermos-cultos%e2%80%9d/</guid>
<description><![CDATA[Com surpresa e agrado, há semanas fomos convidados pelo colectivo Cheira-me a Revolução a integra-lo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#808080;">Com surpresa e agrado, há semanas fomos convidados pelo colectivo <a href="http://revolucionaria.wordpress.com/" target="_blank">Cheira-me a Revolução</a> a integra-lo. Estreamo-nos ontem nesse novo desafio, com um texto escrito colectivamente pelo dois autores  do Leitura Capital, que também aqui gostaríamos de apresentar.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Olá a todos;</p>
<p style="text-align:justify;">O &#8220;Leitura Capital&#8221; surgiu da curiosidade e do estudo da filosofia, em particular do marxismo, por parte dum pequeno grupo de amigos.  O primeiro texto lido e que nos inspirou foi «<strong><a href="http://www.dorl.pcp.pt/images/SocialismoCientifico/texto_bjcara%E7a.pdf" target="_blank">A Cultura Integral do Indivíduo</a></strong>» de Bento de Jesus Caraça.</p>
<p style="text-align:justify;">Contendo a matéria de uma conferência realizada para a inauguração da União Cultural «Mocidade Livre» em 25 de Maio de 1933, época de <strong>grave crise económica</strong> e grandes transformações na Europa. Na Alemanha subia Hitler ao poder, e no nosso país, em particular, o <strong>fascismo </strong>foi a resposta encontrada para as <strong>contradições </strong>que se faziam sentir.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">No texto, Bento de Jesus Caraça define dois conceitos: &#8220;<strong>Grau de Civilização</strong>&#8221; e &#8220;<strong>Grau de Cultura</strong>&#8220;.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><strong></strong><strong>Grau de Civilização</strong></h3>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><strong>O grau de civilização de um povo mede-se pela quantidade e qualidade dos meios que a sociedade põe à disposição do indivíduo para lhe tornar a existência fácil; pelo grau de desenvolvimento dos seus meios de produção e distribuição; pelo nível de progresso dos seus meios de produção e distribuição; pelo nível de progresso científico e utilização que dele se faz para as relações da vida económica.</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">À sua época, Bento de Jesus Caraça, matemático de formação, assinalava os progressos que se haviam feito na teoria física &#8211; a relatividade e a mecânica quântica -, assim como os avanços na aplicação dos maquinismos, da exploração da energia, das telecomunicações, da organização do trabalho &#8211; enfim, da <strong><a title="2º Revolução Industrial no Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_Revolução_Industrial" target="_blank">2ª revolução industrial</a></strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">Porém, este esforço de conquista técnica não reverteu a favor da Humanidade, como mostrava a história recente. As <strong>guerras </strong>(por recursos, por mercados), as <strong>depressões</strong> (com nomes que parecem saídos da actualidade! &#8211; <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Long_Depression" target="_blank">Longa Depressão</a> e <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Great_Depression" target="_blank">Grande Depressão</a></strong>), as próprias respostas políticas aos problemas sentidos não sustentavam que o progresso técnico-científico o fosse igualmente social.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><strong>Grau de Cultura</strong></h3>
<p style="text-align:justify;">É da necessidade de contextualização histórica e social da aplicação da técnica que Bento de Jesus Caraça formula o conceito de Cultura:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><strong>O grau de cultura [duma sociedade] mede-se pelo conceito que ele forma do que seja a vida e da facilidade que ao indivíduo se deve dar para a viver; pelo modo como nele se compreende e proporciona o consumo; pela maneira e fins para que são utilizados os progressos da ciência; pelo modo como entende a organização das relações sociais e pelo lugar que nelas ocupa o homem.</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">A <strong>cultura </strong>não é, pois, uma aquisição imediata e determinada pelo grau de civilização. E se, por outras palavras, a <strong>consciência </strong>não é um mero reflexo das circunstâncias de existência em dado momento, é também factor influenciador da nossa <strong>organização social</strong>.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><strong>Se o desenvolvimento da civilização, entendida como acima, só por si, pode conduzir ao automatismo e à consequente escravização do homem, o que nos é mostrado pela civilização capitalista actual, é isso devido, não a um alto mas sim a um baixo grau de cultura que permite que os meios de progresso sejam utilizados num ambiente de completo abandono dos objectivos superiores da vida.</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">A questão que Bento de Jesus &#8211; premente no seu tempo, tal como no nosso &#8211; é a da tomada de consciência pelos povos como sujeitos da história, capazes de ser agentes de mudança e tomar o seu futuro em mãos. É necessário um  &#8220;<strong>despertar da alma colectiva das massas!</strong>&#8220;.</p>
<p style="text-align:justify;">
<h3 style="text-align:justify;">&#8220;<strong>Despertar da Alma Colectiva das Massas!</strong>&#8220;</h3>
<p style="text-align:justify;">No entanto, o seu despertar, se falseado, não basta para que estas resolvam suas necessidades. Na <strong>década de 30</strong> o poder foi tomado por forças como de Hitler, subjugando as massas, ou <strong>no presente</strong> &#8211; de forma não tão dramática &#8211; o seu despertar deu lugar aos motins de <a title="La Haine" href="http://www.youtube.com/watch?v=ugZ9h5cIgWQ" target="_blank">França </a>e <a href="http://www.odiario.info/index.php?p=974&#38;c=1" target="_blank">Grécia</a>, sem que elas tivessem conseguido agir assertivamente para a resolução das suas necessidades.</p>
<p style="text-align:justify;">Os desenvolvimentos técnicos além de terem potenciado o grau de civilização, também <strong>potenciam </strong>o grau de cultura dos povos. A <strong>Internet </strong>é um dos melhores exemplos disso.  Com a nossa acção, desejamos contribuir para a elevação do <strong>N</strong>osso grau de cultura, com o objectivo de <strong>colocar o progresso técnico e cientifico em prol de todos nós</strong>, da <strong>H</strong>umanidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas afinal, <strong>o que será um homem culto?</strong></p>
<blockquote><p><strong>É aquele que:</strong></p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><strong>Tem consciência da sua posição no cosmos e, em particular, na sociedade a que pertence;</strong></li>
<li><strong>Tem consciência da sua personalidade e da dignidade que é inerente à existência como ser humano;</strong></li>
<li><strong>Faz do aperfeiçoamento do seu ser interior a preocupação máxima e fim último da vida.</strong></li>
</ul>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">E assim, que nos próximos despertares se sinta um intenso <strong>Cheiro a Revolução</strong>!</p>
<p style="text-align:left;">* citando José Martí</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Materialismo Dialéctico: Leis da Dialéctica (2)]]></title>
<link>http://leituracapital.wordpress.com/2008/11/17/materialismo-dialectico-as-leis-2/</link>
<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 00:01:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno</dc:creator>
<guid>http://leituracapital.wordpress.com/2008/11/17/materialismo-dialectico-as-leis-2/</guid>
<description><![CDATA[Este post é a continuidade do anterior publicado. A que se propõe? O marxismo propõe-se a responder ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#808080;">Este post é a continuidade do anterior publicado. </span></p>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="color:#808080;"><span style="color:#333333;">A que se propõe?</span><br />
</span></h2>
<p style="text-align:justify;">O marxismo propõe-se a responder a questões relacionadas sobre natureza e humanidade, incluindo questões sobre:</p>
<ul>
<li> A origem da energia ou movimento na natureza;</li>
<li>As razões pelas quais galáxias, sistema solar, planetas, animais e todos os reinos da natureza constantemente aumentar em quantidade;</li>
<li>A origem da vida, das espécies, da consciência e da mente;</li>
<li>A origem da ordem da sociedade e da sua direcção; e</li>
<li>O fim da história e do que pode ser parecido como tal.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Marx e Engels responde a todas estas questões, utilizando as três leis do movimento, ou seja, da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dialectic#Modern_philosophy" target="_blank">dialéctica</a>, descoberto pela primeira vez pelos filósofos gregos e, mais tarde, codificadas por Hegel. Essas três leis são descobertas no interior da Natureza em vez de ser sobreposta sobre ela.</p>
<h2 style="text-align:justify;">A lei da unidade e conflito de opostos</h2>
<p style="text-align:justify;">Marx e Engels começou com a observação de que toda a existência é uma unidade de opostos. Por exemplo, a electricidade é caracterizada por uma carga negativa e positiva, e os átomos consistem em protões e electrões,  que estão unificados, mas  em última instância, são forças contraditórias. Os seres humanos através de introspecção descobrem que são uma unidade de qualidades opostas: masculinidade e feminilidade, egoísmo e altruísmo, humildade e orgulho, e assim por diante. A conclusão marxista sendo que tudo &#8220;contém duas reciprocidades, exclusivas e incompatíveis, mas no entanto, partes ou aspectos igualmente essenciais e indissociáveis&#8221;. O conceito base é que esta unidade dos opostos na natureza faz cada entidade ser-se auto-dinâmica, e proporciona este constante motivo para movimento e mudança. Esta ideia foi emprestado de Georg Wilhelm Hegel, que disse: &#8220;Contradição na natureza é a raiz de todo movimento e de toda a vida.&#8221;.</p>
<h2 style="text-align:justify;">A Lei da Negação da Negação</h2>
<p style="text-align:justify;">A lei da negação foi criado para dar conta da tendência de natureza aumentar constantemente em quantidade todas as coisas. Marx e Engels demonstraram que as entidades tendem a negar-se, a fim de antecipar ou reproduzir uma maior quantidade. Isto significa que a natureza da oposição que gera conflitos, em cada elemento e lhes dá movimento tende também a negar a coisa em si. Este processo dinâmico de nascimento e destruição é o que provoca às entidades evoluir. Esta lei é comummente simplificada como o ciclo de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Thesis,_antithesis,_synthesis" target="_blank">tese, antítese, e síntese.</a></p>
<p style="text-align:justify;">Na natureza, muitas vezes Engels citou o caso das sementes de cevada que, no seu processo natural, quando germinam negam-se produzindo uma planta; a planta cresce até o seu vencimento, por sua vez, e é por si só depois negada tendo muitas sementes de cevada. Assim, toda natureza está em constante expansão através de ciclos.</p>
<p style="text-align:justify;">Em sociedade, temos o caso da classe. Por exemplo, a aristocracia foi negada pela burguesia; e de seguida a burguesia criou o proletariado que, um dia, lhes negará. Isto demonstra que o ciclo da negação da negação é eterno, já que a entidade gerada transporta consigo o seu próprio coveiro, ie, transporta consigo a sua própria negação.</p>
<h2 style="text-align:justify;">A lei da passagem das mudanças quantitativas em qualitativas</h2>
<p style="text-align:justify;">Esta lei estabelece que o continuo desenvolvimento quantitativo resulta em &#8220;saltos&#8221; qualitativos, no qual uma forma ou entidade completamente nova é produzida. Isto é como o &#8220;desenvolvimento quantitativo torna-se mudança qualitativa&#8221;. Permite a reciprocidade, em que transformação de qualidade afecta a quantidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta teoria desenha muitos paralelismos com a teoria da Evolução. Filósofos marxistas concluíram que as entidades que, através de acúmulos quantitativos, são inerentemente capaz de &#8220;saltos&#8221; qualitativos. A lei demonstra que, durante um longo período de tempo, através de um processo de pequenas e quase irrelevantes acumulações, a natureza desenvolve perceptíveis mudanças de direcção.</p>
<p style="text-align:justify;">Isto pode ser ilustrado pela erupção de um vulcão, que é causada por anos de criação de pressão. O vulcão pode já não ser uma montanha, mas quando esfria a sua lava tornar-se-á terras férteis onde anteriormente não havia nenhuma. Uma revolução que é causada por anos de tensões entre facções opostas na sociedade funciona como uma ilustração social. A lei também ocorre em sentido inverso, exemplificando:  através da introdução de melhores ferramentas agrícolas (mudança de qualidade), essas ferramentas irão ajudar no aumento do montante do que é produzido (alteração da quantidade).</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#808080;">As próximas inserções serão transcrições do <a href="http://leituracapital.wordpress.com/category/livros/engels-friedrich/anti-duhring/" target="_self">Anti-Dürhing</a>, constatando com vários exemplos estas leis na realidade.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Materialismo Dialéctico: uma introdução (1)]]></title>
<link>http://leituracapital.wordpress.com/2008/11/13/materialismo-dialectico-uma-introducao-1/</link>
<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 22:37:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno</dc:creator>
<guid>http://leituracapital.wordpress.com/2008/11/13/materialismo-dialectico-uma-introducao-1/</guid>
<description><![CDATA[Este é o primeiro de dois posts com o objectivo de ajudar à introdução sobre o Materialismo Dialécti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Este é o primeiro de dois <em>posts </em>com o objectivo de ajudar à introdução sobre o Materialismo Dialéctico. Para isso traduzi e adaptei o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dialectical_materialism" target="_blank">artigo</a> correspondeste do Wikipédia. Eles serão úteis para melhor compreensão das inserções futuras sobre os capítulos <span style="color:#808080;">«Quantidade e Qualidade» e «Negação da Negação» de Anti-Düring.</span></span></p>
<h2 style="text-align:justify;">A origem do termo</h2>
<p style="text-align:justify;">Materialismo dialéctico foi cunhado em 1887 por Joseph Dietzgen, um socialista curtidor que correspondeu com Marx durante e após o fracasso da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Revolutions_of_1848_in_the_German_states" target="_blank">Revolução Alemã de 1848</a>. O termo é casualmente mencionado em Frederish Engels de Kautsky, escrito no mesmo ano. Marx falou da &#8220;concepção materialista da história&#8221;, na qual posteriormente foi referida por Engels como &#8220;materialismo histórico&#8221; &#8211; não &#8220;materialismo dialéctico&#8221; &#8211; em a Dialéctica da Natureza, em 1883. Georgi Plekhanov, o pai do marxismo russo, depois introduziu o termo materialismo dialéctico na literatura marxista. O termo não foi acoplado pelo próprio Marx, e refere-se à combinação <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dialectic" target="_blank">dialéctica </a>e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Materialism" target="_blank">materialismo</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Materialismo dialéctico é a filosofia de Karl Marx que formulou ao tomar a dialéctica de Hegel e interliga-lo com o Materialismo de Feuerback, extraindo dai o conceito de progresso a partir do contraditório, interagindo forças chamadas de tese e antítese, culminando a determinado ponto lugar à síntese. Aplicando-a à história do desenvolvimento social, dela emanam essencialmente um conceito revolucionário de mudança social.</p>
<h2 style="text-align:justify;">Sobre o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Idealism#Hegel" target="_blank">idealismo dialéctico de Hegel</a></h2>
<p style="text-align:justify;">Materialismo dialéctico é essencialmente caracterizado pela tese de que a história é produto da luta de classes e segue o princípio geral da filosofia da história de Hegel, que é o desenvolvimento da tese em sua antítese, que é negada pela &#8220;Aufhebung&#8221; &#8211; que conserva a tese e antítese o ao mesmo tempo que a abole. (Aufheben &#8211; esta contradição explica as dificuldades do pensamento de Hegel).  A dialética hegeliana tem como objectivo explicar o crescimento e o desenvolvimento da história humana. Ele considerou que a Verdade era produto da história e atravessava por vários momentos, incluindo o momento do erro, como erro ou também como negatividade, é parte do desenvolvimento da verdade. O materialismo dialéctico de Marx considera, ao contrário do idealismo de Hegel, que a história não é produto do Espírito (Geist ou também Zeitgeist &#8211; o &#8220;Espírito do Tempo&#8221;), mas efeito material da luta de classes na sociedade. Teoricamente, portanto, tem as suas raízes na materialidade da existência social.</p>
<h2 style="text-align:justify;">Aspectos do materialismo dialéctico</h2>
<p style="text-align:justify;">Materialismo dialéctico provém de dois importantes aspectos da filosofia de Marx. Uma delas é a sua transformação da compreensão idealista da dialética de Hegel em uma materialista, geralmente designado por ele ele como &#8220;pondo a dialéctica hegeliana de volta ao bom caminho&#8221;. O outro é a ideia nuclear de que &#8220;a história de toda sociedade existente até agora é a história das lutas classe&#8221; como se afirma no Manifesto Comunista, em 1848.</p>
<p style="text-align:justify;">Marxismo é baseado na convicção científica de que tudo pode ser explicado unicamente pela Matéria. Este qualifica o marxismo como uma filosofia fundamentalmente materialista. De acordo com o materialismo, a matéria é explicação para o espaço, natureza, o homem, consciência psíquica, inteligência humana, sociedade, história e todos os outros aspectos da existência. Marxismo atribui a tarefa de saber toda a verdade para a ciência. Se ciência pode ficar a conhecer tudo sobre a Matéria, então ele pode ficar a conhecer a respeito de tudo. Conclusiva, a matéria é aceite como princípio e fim de toda realidade. A soberania da Matéria em determinar o curso da natureza é uma parte vital do pensamento marxista, e separa materialismo dialéctico do método dialéctico idealista de Hegel.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#808080;">O próximo post, que concluirá esta introdução, será sobre as Leis da Dialéctica.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[handbook]]></title>
<link>http://leituracapital.wordpress.com/2008/10/13/handbook/</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 23:29:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Esteves</dc:creator>
<guid>http://leituracapital.wordpress.com/2008/10/13/handbook/</guid>
<description><![CDATA[Manual da Banca &#8211; &#8220;Tudo o que precisa de saber para se sentir tranquilo&#8221; Trata-se ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.cgd.pt/Particulares/Solucoes-Segmentos/Jovens/Documents/Manual-Banca.pdf" target="_self">Manual da Banca</a> &#8211; &#8220;Tudo o que precisa de saber para se sentir tranquilo&#8221;</p>
<p>Trata-se dum manual da Caixa Geral de Depósitos dirigido aos finalistas ou recém-licenciados num curso superior. Indíviduos que, em geral, em breve terão maior interesse para o mercado de dinheiro &#8211; daí a estratégia de vendas que é montada pelos bancos, seja no patrocínio das instituições universitárias, dos estudantes que as frequentam e das suas associações.</p>
<p>Neste manual procura-se dar uma ideia dos produtos disponíveis, num estilo de esclarecimento respeituoso, de acordo com o nível do público. Incentivando à aquisição dos produtos mas com responsabilidade e discernimento. Mas num mundo em crise económica, qual a moral que as entidades bancárias podem ter perante um estudante recém-licenciado?</p>
<p>&#8220;E agora?&#8221; que mercado de trabalho? Um curso superior abre portas (de caixas fortes)? Aprecio a forma equilibrada como os diferentes produtos são apresentados e as questões com que são introduzidas, mesmo que pareça para clientes diferentes: um licenciado em ciências da comunicação poderá considerar seriamente o investimento em fundos? Oh, e um de ciências, mesmo ciências?</p>
<p>A linguagem organizada de acordo com a ideologia: consultem-se as definições de &#8220;salário&#8221;, &#8220;lucro&#8221;, &#8220;mais-valia&#8221;, &#8220;preço&#8221; no glossário.</p>
<p>Reparo também que não existe nenhum produto de assistência (incentivo?) a criação de empresas. É uma questão de estratégia de vendas? Ou um sintoma da financeirização da economia, na medida em que aquele banco privilegia o investimento em mercados financeiros? E isso funciona?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
