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	<title>doutora &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/doutora/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "doutora"</description>
	<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 08:10:42 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Luto: Morre a Doutora Percy de “Toma Lá, Dá Cá”]]></title>
<link>http://audienciatv2.wordpress.com/2009/08/17/luto-morre-a-doutora-percy-de-%e2%80%9ctoma-la-da-ca%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 18:14:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>audiencia3</dc:creator>
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<description><![CDATA[Morreu na manhã desta segunda (17), aos 58 anos, o ator Miguel Magno (foto), que interpretava a psic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Morreu na manhã desta segunda (17), aos 58 anos, o ator Miguel Magno (foto), que interpretava a psic]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Desculpe lá sra. doutora]]></title>
<link>http://pclaro.wordpress.com/2009/05/19/desculpe-la-sra-doutora/</link>
<pubDate>Tue, 19 May 2009 22:27:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pedro Claro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Eu até li a notícia de uma maneira muito céptica. Desconfiei do ênfase dado pelos media e desconfiei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu até li a notícia de uma maneira muito céptica. Desconfiei do ênfase dado pelos media e desconfiei, como pude mais tarde constantar, que as <a href="http://www.publico.clix.pt/videos/?v=20090519140235&#38;z=1">declarações</a> não estavam devidamente contextualizadas. De facto, desconheço inteiramente se antes de atirar para cima dos miúdos com aquelas palavras, recebeu algumas palavras menos agradáveis da outra parte. Compreendi até que tivesse que ser dura e depois de ouvir algumas das suas palavras temi que a fogueira já estava a arder no meio da praça pública pronta para a abraçar.  Continuei a escutar as suas ofensivas e comecei a simpatizar consigo, pois os cortes das falas comprovavam que os seus feitos estavam descontextualizados. Pior foi o pensamento de que duas raparigas haviam premeditado uma ou mais gravações nas suas aulas.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/B3Tlt4BPvzk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/B3Tlt4BPvzk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Por fim, toda a minha simpatia foi destruída quando exigiu que alguém com menos alguns anos de estudo a tratasse por senhora doutora. Ora bem, eu agora como bom português, perito em julgar com <a href="http://www.phdcomics.com/comics/archive.php?comicid=1174">apenas alguns factos</a>, acho que vou buscar ali um pedaço de lenha para a fogueira.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Teresa de Lisieux: doutora aos 24 anos. ]]></title>
<link>http://juliemaria.wordpress.com/2008/10/08/teresa-de-lisieux-doutora-aos-24-anos/</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 00:47:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julie Maria</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Um dos reconhecidos paradoxos do Cristianismo é que a alegria nesta vida aumenta quando é fru]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#8220;Um dos reconhecidos paradoxos do Cristianismo é que a alegria nesta vida aumenta quando é fru]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MÉDICO CENTER]]></title>
<link>http://medicocenter.wordpress.com/2008/07/22/medico-center/</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 02:57:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>resolveagora</dc:creator>
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<description><![CDATA[NOMES DE ESPECIALIDADES MÉDICAS Os nomes dados às coisas são necessariamente incompletos e inexatos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>NOMES DE ESPECIALIDADES MÉDICAS</strong></p>
<p><em>Os nomes dados às coisas são necessariamente incompletos e inexatos</em></p>
<p><em> Michel Bréal </em></p>
<p>[1]</p>
<p>Desde o <em>Crátilo</em>, de Platão, que se discute sobre a propriedade ou impropriedade das palavras. A História e a Lingüística indicam que o significado das palavras é mera convenção e que a língua segue o seu curso, indiferente aos ensinamentos dos filólogos e às normas estabelecidas. Como instrumento de comunicação e expressão, a língua vai se adaptando às necessidades de cada época, de cada país, de cada profissão ou atividade humana, criando palavras novas ou conferindo novas acepções às já existentes, ampliando ou restringindo o seu significado. Por isso os dicionários devem ser revistos periodicamente.</p>
<p>As especialidades na área médica surgiram em função da evolução da medicina e passaram a exigir a criação de novos nomes. Nem sempre as denominações escolhidas são os mais apropriadas. Uma vez aceitas, entretanto, desvinculam-se de suas origens, de suas raízes etimológicas, adquirem autonomia semântica e se revestem de uma conotação que lhes garante a sobrevivência.</p>
<p>Em abono deste ponto de vista daremos alguns exemplos relacionados a alguns setores da atividade médica.</p>
<p><strong> Ortopedia </strong>(do grego <strong><em>orthós</em></strong>, reto + <strong><em>paidós</em></strong>, criança + sufixo –<strong><em>ia</em></strong>) foi o nome criado e empregado pela primeira vez por Andry, em 1741, em um livro intitulado: <em>L&#8217;orthopedie ou l&#8217;art de prévenir et de corriger dans les enfants les difformités du corps.</em>[2]<em> </em>Referia-se, portanto, à correção das deformidades em crianças e não em adultos. A &#8220;arte&#8221; estendeu-se aos adultos, mas o nome ficou, apesar das tentativas de mudança para <strong>Orthomorphie </strong>(Delpec) ou <strong>Orthopraxie </strong>(Begg).</p>
<p><strong> Enfermagem</strong> passou a designar a profissão de enfermeiro somente no início do século XX, [3] sem que se saiba ao certo como surgiu o nome. O sufixo -<em>agem, </em>em português, designa ação, estado, coleção, mas não ocupação ou atividade profissional. Pedro Pinto, em seu <em>Dicionário de termos médicos </em>define enfermagem como &#8220;ato de enfermar, de tornar-se enfermo&#8221; e propõe para a profissão de enfermeiro o termo <em>nosocomia</em><strong>.[</strong>4<strong>] </strong>O espanhol optou por <em>enfermería</em><strong>, </strong>palavra já existente naquele idioma com a mesma acepção de enfermaria em português. Em inglês se diz <em>nursing.</em></p>
<p>Pergunto: quem já usou <em>nosocomia</em>, além do autor da proposta? As escolas de enfermagem no País jamais tomaram conhecimento da impropriedade lingüística.</p>
<p>O tratamento de queimados tornou-se ultimamente uma atividade médica especializada. Em Goiânia há um hospital que só trata de queimados, com vários especialistas. Seu antigo proprietário, já falecido, Dr. Nelson Piccolo, consultou ao maior lingüista do Brasil, Prof. Antônio Houaiss, sobre como deveria chamar-se a nova especialidade. Houaiss sugeriu <strong>Causiologia </strong>(do grego <strong><em>khaûsis</em>, eos, </strong>queimadura). O especialista no ramo seria um <em>causiologista</em><strong> </strong>(a palavra soa mais como um termo jurídico). A dificuldade surgiu quando se pensou em fundar uma sociedade nacional da especialidade. Como deveria chamar-se? Sociedade Brasileira de Causiologia? Optaram por <em>Sociedade Brasileira de Queimaduras</em>, deixando de lado a denominação proposta por Houaiss. Melhor teria sido <em>Sociedade Brasileira para estudo das queimaduras, </em>já que as queimaduras não poderiam, a rigor, formar uma sociedade.</p>
<p>Muitas especialidades têm denominação insuficiente para indicar todo o seu campo de atuação.</p>
<p>A <strong>gastroenterologia</strong>, por exemplo, não se restringe ao estômago e ao intestino, como o nome sugere; abrange outros órgãos do aparelho digestivo, como o esôfago, fígado, pâncreas, vias biliares.</p>
<p>A <strong>cardiologia </strong>não cuida apenas do coração; do contrário os cardiologistas não poderiam tratar a hipertensão arterial.</p>
<p>Os <strong>proctologistas</strong>, para não deixar dúvida quanto aos limites de seu feudo, decidiram antepor o colo à antiga denominação de sua especialidade, que passou a chamar-se c<strong>oloproctologia</strong>.</p>
<p>Os <strong>otorrinolaringologistas</strong>, apesar da extensão quilométrica do nome de sua especialidade, costumam acrescentar um subtítulo explicativo: &#8220;Doenças do nariz, ouvido e garganta&#8221;, como a dizer que <em>lárygx, </em>em grego, além de laringe, quer dizer também garganta.</p>
<p>Os <strong>ginecologistas</strong>, que em sua maioria também fazem partos, preferem manter acopladas as denominações de g<strong>inecologia </strong>e <strong>obstetrícia</strong>, como uma fruta inconha. Alguns abreviam para <strong>gineco-obstetrícia, </strong>de muito mau gosto.</p>
<p>O sistema urinário deu origem a uma curiosa dicotomia: quando a abordagem é clínica, a especialidade se chama <strong>nefrologia; </strong>quando exercida por cirurgião, u<strong>rologia, </strong>como se o clínico não tratasse uma cistite ou o cirurgião não operasse o rim.</p>
<p><strong> Anestesista </strong>passou a ser simplesmente aquele que aplica a anestesia. Para elevar o <em>status</em> da especialidade e do especialista ao nível dos demais, foi necessário acrescentar o <strong><em>lógos</em> </strong>grego, com sua magia &#8211; <strong>anestesiologia </strong>e, conseqüentemente, <strong>anestesiologista</strong>.</p>
<p>O mesmo se deu em relação aos <strong>oculistas</strong>, que trocaram o latim pelo grego e passaram a <strong>oftalmologistas</strong>.</p>
<p>Os dentistas não fizeram por menos; os que se prezam e têm diplomas na parede passaram a ser <strong>odontólogos</strong>.</p>
<p>Os radiologistas já não se contentam com a antiga denominação vinculada aos ultrapassados raios-X e estão propondo um novo nome para a especialidade – <strong>imaginologia -</strong> para incluir outros métodos de imagem como a ultra-sonografia, a tomografia computadorizada e a ressonância nuclear magnética. É óbvio, no entanto, que há outros tipos de imagem que pertencem a outras áreas, como a medicina nuclear e a endoscopia.</p>
<p>Os <strong>pediatras</strong> e <strong>psiquiatras</strong> foram mais modestos. Dispensaram a marca da erudição e preferiram ser chamados de <strong><em>iatrós</em>, </strong>no sentido clássico da <em>práxis</em> médica: aquele que trata, que cuida, que medica.</p>
<p>Os <strong>geriatras</strong> seguiram o exemplo dos pediatras (afinal são os dois extremos da vida) e deixaram <strong>gerontologia </strong>para o ramo das ciências médicas que estuda o envelhecimento, embora em alguns países só se empregue <strong>gerontologia </strong>em ambos os sentidos.</p>
<p>Algumas especialidades mais novas ainda não fizeram sua opção definitiva. É o caso da <strong>patologia clínica</strong>, para a qual têm sido sugeridas outras denominações, como <strong>medicina laboratorial </strong>ou <strong>biopatologia</strong>. O especialista em <strong>patologia clínica (patologista clínico</strong>) desfruta, a meu ver, de uma posição invejável; a de alguém cujo saber se estende da patologia à clínica; um misto de cientista e médico, capacitado a confirmar ou modificar uma hipótese diagnóstica. A troca do nome da especialidade para <strong>medicina laboratorial </strong>deixaria o especialista em desvantagem, que passaria a ser simplesmente <strong>médico laboratorista, </strong>ou então deveria ser chamado por um nome de mais alta hierarquia, como <strong>laboratoriologista</strong> (pobres das secretárias!) <strong>Biopatologia médica </strong>seria uma denominação correta e expressiva, não fosse o curso de biomedicina e <strong>biomédico</strong>, como sabemos, não é médico.  <strong>Biopatologista</strong> sugere antes uma especialização de <strong>biólogo. </strong>Enquanto aguardamos a decisão dos interessados, já se observa uma tendência para a opção por <strong>medicina laboratorial.</strong></p>
<p>Como bem assinala Manuila et al., muitas palavras afastam-se de tal maneira de seu sentido original que sua etimologia passa a ter interesse apenas para os historiadores e lingüistas.[5]</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Doutora Advogada]]></title>
<link>http://zeroadireita.wordpress.com/2007/10/22/doutora-advogada-2/</link>
<pubDate>Mon, 22 Oct 2007 21:31:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>zeroadireita</dc:creator>
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<description><![CDATA[Depois de alguns anos eu tive o desprazer de conversar com uma advogada. Já trabalhei num escritório]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Depois de alguns anos eu tive o desprazer de conversar com uma advogada. Já trabalhei num escritório de advogados e estou mais do que vacinado contra. A de hoje acha que vai me convencer a fazer um trabalho que ela está sendo paga pra fazer. Ela deve estar esquecendo que não é ela que paga o meu salário, portanto, a madame será obrigada a pegar fila em repartição pública. Mas o que eu mais gostei mesmo foi chamá-la pelo nome, sem &#8220;doutora&#8221; na frente; dava pra ouvir os suspiros dela do outro lado do telefone. Falarei bastante com ela, já que vou enrolar bastante até ela perceber que não vou fazer nada, ou seja, diversão garantida.</p>
<p>O mais engraçado disso tudo é que a folgada que trabalha comigo vai se separar do marido e também vive falando com um advogado, Doutor, pra ela, claro. Pena que ela não vai conseguir apagar a tatuagem do rosto do marido dela na perna né?</p>
</div>]]></content:encoded>
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