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	<title>eau &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/eau/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "eau"</description>
	<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 14:02:31 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[La NASA a vu de l'eau sur la Lune]]></title>
<link>http://scoopactualites.wordpress.com/2009/11/30/la-nasa-a-vu-de-leau-sur-la-lune/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 19:14:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>duke552</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Nous avons trouvé de l&#8217;eau et pas seulement un petit peu, mais des quantités importante]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#8220;Nous avons trouvé de l&#8217;eau et pas seulement un petit peu, mais des quantités importante]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Sasha Grey attachée]]></title>
<link>http://zebigbooster.wordpress.com/2009/11/30/sasha-grey-attachee/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 15:49:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>LittleBigMonster</dc:creator>
<guid>http://zebigbooster.wordpress.com/2009/11/30/sasha-grey-attachee/</guid>
<description><![CDATA[J&#8217;aime beaucoup Sasha Grey. D&#8217;ailleurs, je n&#8217;arrive toujours pas à comprendre pour]]></description>
<content:encoded><![CDATA[J&#8217;aime beaucoup Sasha Grey. D&#8217;ailleurs, je n&#8217;arrive toujours pas à comprendre pour]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dimanche pluvieux]]></title>
<link>http://gilgphoto.wordpress.com/2009/11/29/dimanche-pluvieux/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 18:34:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>gilgphoto</dc:creator>
<guid>http://gilgphoto.wordpress.com/2009/11/29/dimanche-pluvieux/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://bighugelabs.com/onblack.php?id=4143837573&#38;size=large"><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2559/4143837573_bc91743a8e_o.jpg" alt="" width="480" height="321" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comme un songe venu de l’eau (Marguerite Clerbout)]]></title>
<link>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/29/comme-un-songe-venu-de-l%e2%80%99eau-marguerite-clerbout/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 05:25:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>arbrealettres</dc:creator>
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<description><![CDATA[&nbsp; Légèreté du pinceau qui sépare le bleu du ciel du bleu de la pervenche et crée tous les ciels]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;font-weight:bold;font-size:17px;font-family:Comic sans-serif;color:blue;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10031" title="pervenche" src="http://arbrealettres.wordpress.com/files/2009/11/pervenche.jpg" alt="" width="760" height="576" /></p>
<p>&#160;</p>
<p>Légèreté du pinceau qui sépare le bleu du ciel<br />
du bleu de la pervenche<br />
et crée tous les ciels<br />
comme un songe venu de l’eau</p>
<p>(Marguerite Clerbout)</p>
<p>&#160;</p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crise em Dubai]]></title>
<link>http://josuesilva.wordpress.com/2009/11/29/crise-em-dubai/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 04:59:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Josué Silva</dc:creator>
<guid>http://josuesilva.wordpress.com/2009/11/29/crise-em-dubai/</guid>
<description><![CDATA[Dubai situa-se dentro do deserto da Arábia. No entanto, a topografia de Dubai é significativamente d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://josuesilva.wordpress.com/files/2009/11/300px-burj_dubai_200909161.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1283" title="Burj Dubai, Edificio mais alto do mundo" src="http://josuesilva.wordpress.com/files/2009/11/300px-burj_dubai_200909161.jpg" alt="" width="300" height="600" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Dubai situa-se dentro do deserto da Arábia. No entanto, a topografia de Dubai é significativamente diferente da topografia encontrada na porção sul dos EAU, visto que grande parte da paisagem de Dubai é destacada por padrões de deserto de areia e cascalho, enquanto os desertos dominam grande parte da região sul do país.</p>
<p style="text-align:justify;">O Produto Interno Bruto (PIB) de Dubai em 2005 foi US$ 37 bilhões.Embora a economia de Dubai tenha sido construída através da indústria do petróleo, as receitas de petróleo e gás natural representam atualmente menos de 6% das receitas do emirado. Estima-se que Dubai produz 240.000 barris de petróleo por dia e quantidades substanciais de gás em campos. O emirado possui 2% das reservas de gás dos EAU. As reservas de petróleo de Dubai diminuíram significativamente e estima-se que se esgotarão em 20 anos.</p>
<p style="text-align:justify;">Como observamos estamos falando de um lugar no meio do deserto e dependente de uma unica industria, que em 20 anos vai acabar. Como crescer num ambiente hostil como esse?</p>
<p style="text-align:justify;">Ah mais um dado, o país não tem nenhuma industria, tudo que consome é importado.</p>
<p style="text-align:justify;">Pensando em tudo isso o governo tomou a melhor descisão que podia,  investir em outros mercados e transformar o país numa Disney para milionários, e deu certo hoje o faturamento do petroleo é responsavel por menos de 6% do PIB.</p>
<p style="text-align:justify;"> Segundo o diretor geral da Câmara de Comércio e Indústria de Dubai (DCCI), Hamad Buamim, o Produto Interno Bruto (PIB) de Dubai cresceu 168% entre os anos de 2000 e 2006, média anual de 17,9%.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas como toda economia que prospera rapidamente chega um momento em que a festa começa a dar sinais de que esta acabando, por exemplo, no ano passado o desemprego já começava a assolar Dubai.</p>
<p style="text-align:justify;">Acredito que essa moratória pedida pelo governo nessa semana, foi mais um aviso do tipo, pessoal vamos arrumar um pouco a casa e em breve voltaremos. Não acredito que a região já esteja estagnada e não tenha mais pra onde crescer, até porque acabamos de sair de uma crise de proporções catastróficas e mundial.</p>
<p style="text-align:justify;">Vejo esse momento mais como um tempo para tomar fôlego e voltar átona numa segunda rodada, inclusive quero fazer um parêntese, lá o governo faz uma política de crescimento solida, usando a indústria da construção civil para tornar o deserto num país tropical, ao contrario de nosso governo que usa o bolsa família para tentar fazer a nação crescer.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas também não podemos ter uma visão simplista das coisas é necessário termos em mente que o funcionamento do mercado é igual a uma feira livre, uma dúzia de banana verde custa R$ 1,50 na feira de domingo essa mesma dúzia custara R$ 2,50 na feira de quarta feira que é o momento em as bananas já estarão maduras e prontas para o consumo imediato, na feira do próximo domingo essa mesma banana estará custando R$ 2,00, simplesmente porque já passou do melhor ponto de venda e é melhor o feirante começar a vender ela o mais rápido possível antes que ele fique com o prejuízo.</p>
<p style="text-align:justify;">Creio que Dubai esteja passando por esse momento.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://josuesilva.wordpress.com/files/2009/11/800px-dubai_marina_and_jumeirah_lake_towers_on_28_november_20071.jpg"><img class="size-full wp-image-1284  aligncenter" title="Dubai Marina " src="http://josuesilva.wordpress.com/files/2009/11/800px-dubai_marina_and_jumeirah_lake_towers_on_28_november_20071.jpg" alt="" width="500" height="345" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Infelizmente preciso fazer um desabafo aos nossos governantes, se um lugar inóspito como Dubai pode se transformar na Disney dos milionários imagine o que poderia acontecer no Brasil se nossos governantes realmente desejassem nosso crescimento sustentável!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Flickrfan: Jet d'eau ]]></title>
<link>http://flickrfanstan.wordpress.com/2009/11/27/flickrfan-jet-deau/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:19:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>sgarrett6</dc:creator>
<guid>http://flickrfanstan.wordpress.com/2009/11/27/flickrfan-jet-deau/</guid>
<description><![CDATA[Photographed by Daniele Sartori A group of swans on the Lake of Geneva and behind them the &quot;Jet]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><a href="http://www.flickr.com/photos/daniele_sartori/2811055625/"><img src="http://flickrfanstan.files.wordpress.com/2009/11/jet-deau.jpg?w=500&#038;h=334" border="0" height="334" width="500" alt="Jet d'eau , flickrfan, road trip, trip, travel, viaggio, geneva, ginevra, svizzera, switzerlan, suisse, jet, eau, water, getto, acqua, jet d'eau, water-jet, cigno, swan, lago, lake, lac, lac leman, lago di ginevra, geneva lake, nikon, d80, nikon d80,photo by Daniele Sartori on FlickrFan Stan's site licensed under Creative Commons"></a></p>
<p>Photographed by Daniele Sartori</p>
<blockquote><p>A group of swans on the Lake of Geneva and behind them the &#34;Jet d&#8217;eau&#34;, Geneva (Switzerland)</p></blockquote>
<p align="right">&#8211; <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/" rel="nofollow">License</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Le combat de Wahleah Johns]]></title>
<link>http://notreterre.wordpress.com/2009/11/27/le-combat-de-wahleah-johns/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 12:50:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>notreterre</dc:creator>
<guid>http://notreterre.wordpress.com/2009/11/27/le-combat-de-wahleah-johns/</guid>
<description><![CDATA[Wahleah Johns, présidente de la &#8220;Black Mesa Water Coalition&#8221;, est une figure importante ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><a href="http://notreterre.wordpress.com/files/2009/11/wahlea.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-486" title="wahlea" src="http://notreterre.wordpress.com/files/2009/11/wahlea.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a>Wahleah Johns, présidente de la &#8220;Black Mesa Water Coalition&#8221;, <strong>e</strong>st une figure importante des environnementalistes aux Etats-Unis.</p>
<p style="text-align:justify;">Wahleah a grandi sur la réserve qui comprend les Black Mesa. Elle et sa famille n&#8217;avaient pas l&#8217;électricité et ils allaient tous les jours chercher l’eau au puits que l’aquifère exploite. Wahleah assiste dès son plus jeune âge aux effets destructeurs de l’exploitation minière, et défend assidûment les droits des peuples indigènes et la justice</p>
<p style="text-align:justify;"> Elle s’oppose au projet « Mesa énergie noire », dont les mines de charbon drainent l&#8217;eau pure à partir d&#8217;un aquifère du désert pour créer un purin de charbon, sous les terrez sacrées des Amérindiens. Ce charbon est ensuite transporté jusqu’au Nevada pour alimenter une centrale électrique qui alimente les panneaux d&#8217;affichage et les projecteurs !  Cette centrale Mohave a été citée pour avoir violé 40000 articles de la Loi sur l&#8217;air pur, avant d’être fermé suite au procès intenté par le Sierra Club, de concert avec des groupes tribaux politiques. La compagnie d&#8217;électricité maintient pourtant que la raison de sa cessation d’activités est due à des raisons économiques !</p>
<p style="text-align:justify;"> Depuis le retrait de la compagnie de charbon (2006), les puits sont à sec. Maintenant, l&#8217;entreprise négocie secrètement avec certains chefs de tribus, l’autorisation de vider un autre aquifère plus profond à proximité.</p>
<p style="text-align:justify;">Elle tente de faire appliquer la loi, et met tout en œuvre pour qu’un plan de transition pour l&#8217;emploi permette de sortir de l’hégémonie du charbon vers des sources d&#8217;énergie renouvelables. Elle essaye aussi d’apaiser les tensions entre Navajo et Hopi, que la société de charbon a exploitées dans le passé.</p>
<p style="text-align:justify;">Son combat n’est pas sans rappeler celui de Maria Godough, en West Virginie, avec la compagnie de charbon dans les Appalaches pratique l’anéantissement du paysage et du territoire à coup de dynamite.</p>
<p><em>Voir le site vu du ciel de Yann Arthus Bertrand</em></p>
<p><em><a href="http://programmes.france3.fr/vu-du-ciel/data/saison03/index.php">http://programmes.france3.fr/vu-du-ciel/data/saison03/index.php</a></em></p>
<p><em>Publié par notre Terre Mère</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Messaggio in runico e poi la festa]]></title>
<link>http://loriscosta.wordpress.com/2009/11/27/messaggio-in-runico-e-poi-la-festa/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 10:18:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>loriscosta</dc:creator>
<guid>http://loriscosta.wordpress.com/2009/11/27/messaggio-in-runico-e-poi-la-festa/</guid>
<description><![CDATA[(ASCA) &#8211; Roma, 27 nov &#8211; Il Financial Times si sofferma sulla crisi debitoria del fondo g]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://byfiles.storage.live.com/y1p7ZHckMk72NrgD0flQ8-SnqP2hXp0QENbsuAurwFx1dzjN0lDgKECPXf-s2ar_HT8lXX-pDCIqHg" alt="http://byfiles.storage.live.com/y1p7ZHckMk72NrgD0flQ8-SnqP2hXp0QENbsuAurwFx1dzjN0lDgKECPXf-s2ar_HT8lXX-pDCIqHg" /></p>
<p>(ASCA) &#8211; Roma, 27 nov &#8211; Il Financial Times si sofferma sulla  crisi debitoria del fondo governativo Dubai World,  interamente posseduto dal governo degli Emirati Arabi Uniti.</p>
<p>Per il quotidiano Ft, l&#8217;Emirato ha reso nota la situazione  con un &#8221;messaggio in runico&#8221;, cioe&#8217; utilizzando un  linguaggio poco chiaro. Il runico e&#8217; infatti un alfabeto  oscuro, antichissimo, scritto sulle pietre e precedente al  latino. Alfabeto tornato in auge nel diciottesimo secolo per  l&#8217;occultismo.</p>
<p>Poi, il quotidiano britannico critica la tempistica  dell&#8217;annuncio. Il governo di Dubai ha reso noto lo stato di  pre-default del fondo proprio alla vigilia della lunga festa  islamica dell&#8217;Eid al-Ahda, &#8221;in modo da scomparire per  quattro giorni&#8221;.</p>
<p>red-men/sam/bra</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Et par là...*]]></title>
<link>http://oopsyetsonchat.wordpress.com/2009/11/27/plomber-le-moral/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 23:04:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>OoPsy</dc:creator>
<guid>http://oopsyetsonchat.wordpress.com/2009/11/27/plomber-le-moral/</guid>
<description><![CDATA[On se parle plus beaucoup hein ? Vous et moi je veux dire. Enfin moi à vous mais disons que j&#8217;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>On se parle plus beaucoup hein ? Vous et moi je veux dire. Enfin moi à vous mais disons que j&#8217;oscille entre le &#8220;j&#8217;ai<strong> rien</strong> à raconter&#8221; et le &#8220;j&#8217;ai <strong>rien d&#8217;intéressan</strong>t à raconter&#8221;. (Faut dire qu&#8217;on m&#8217;invite pas aux <strong>soirées</strong> clé en main que t&#8217;as du <strong>cadeaux</strong>, à bouffer et un <strong>billet</strong> tout prêt&#8230;)</p>
<p>Bref. Du coup de rien du tout j&#8217;ai pas dit que j&#8217;avais fait de l<strong>&#8216;<a href="http://www.dermaptene.com/les-allergies-cutanees/47-selon-le-siege/111-les-paupieres" target="_blank">allergie manuportée</a></strong>. (Je me la garde sous le coude des fois que je jugerais utile d&#8217;en causer.) En même temps j&#8217;ai pas trop envie de voir chacun étaler sa <strong>théorie</strong> de l&#8217;<strong>allergie</strong> et de me raconter son rhume des foins et son nez qui coule. Moi jusqu&#8217;à présent ma grande fierté c&#8217;était d&#8217;être<strong> allergique</strong> à rien (enfin à rien auquel j&#8217;avais été exposé. Mais c&#8217;est compliqué tout ça. Une histoire de <strong>protéines</strong> je crois&#8230;.)</p>
<p>Je pourrais aussi raconter que je prends des <strong>douches froides</strong> depuis 2 semaines. Pas par <a href="http://conseildevie.net/41.html" target="_blank">plaisir</a>. Mais là aussi chacun y aurait été de ses <strong>mésaventures</strong> avec le <strong>plombier</strong>, de sa façon de chauffer de l&#8217;<strong>eau</strong>. Et y&#8217;en aurait bien un qui aurait été privé d&#8217;<strong>eau chaude</strong> pendant 3 semaines. J&#8217;aurais encore été de la loose sur ce coup&#8230;***</p>
<p>Tout ça pour dire que j&#8217;ai pas trop la <strong>forme</strong>. Alors je fais une petite cure de <strong>magnésium</strong>&#8230;</p>
<div id="attachment_4271" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://pix.zancdar.eu/s/thOU"><img class="size-full wp-image-4271" title="mini pose" src="http://oopsyetsonchat.wordpress.com/files/2009/11/hepar.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Petite dose...**</p></div>
<p>Oui je sais vous vous prenez du <strong>chocolat</strong>. Moi en vrai de prends de la <strong>vitamine C</strong> parce que le <strong>chocolat</strong> si c&#8217;est pas le matin au petit déj&#8217;, à part me faire culpabiliser il me remonte que très moyennement le<strong> moral</strong>&#8230;</p>
<p><em>* Je vous ferez pas dire que j&#8217;ai longuement cherché un titre&#8230;</em></p>
<p><em>**et moi non plus j&#8217;aime pas l&#8217; <strong>Hépar</strong>. En vrai c&#8217;est pour le <a href="http://mimolechat.wordpress.com/" target="_blank">chat</a>. (En vrai de vrai&#8230;)<br />
</em></p>
<p><em>***le plombier doit passer &#8220;demain&#8221; (c&#8217;est demain depuis 3 jours.)<br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Le centre de vaccination de Villefranche-sur-Saône rejette ses égouts en amont des captages d'eau potable]]></title>
<link>http://leau.wordpress.com/2009/11/26/le-centre-de-vaccination-de-villefranche-sur-saone-rejette-ses-egouts-dans-son-eau-potable/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 21:22:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>brunod</dc:creator>
<guid>http://leau.wordpress.com/2009/11/26/le-centre-de-vaccination-de-villefranche-sur-saone-rejette-ses-egouts-dans-son-eau-potable/</guid>
<description><![CDATA[Depuis 10 ans, des usagers dénoncent la gestion scandaleuse de la ressource locale en eau, mais là u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">Depuis 10 ans, des usagers dénoncent la gestion scandaleuse de la ressource locale en eau, mais là un nouveau cap vient d&#8217;être franchi. Le centre de vaccination de Villefranche-sur-Saône (60 000 personnes vaccinables) a été installé dans des locaux non reliés au réseau d&#8217;assainissement. Les eaux usées du centre se rejettent par un tuyau directement dans la rivière du Nizerand. Cette rivière est actuellement presque à sec, et donc les eaux usées s&#8217;infiltrent dans la nappe phréatique, qui est captée en aval pour alimentation en eau des 60 000 usagers de la région.</div>
<p>Après le fonctionnement du centre, hier mercredi, toute la journée, l&#8217;état de la rivière est lamentable. Sur des dizaines de mètres, on trouve des matières fécales, du papier blanc (usage médical probable), des serviettes hygiéniques&#8230;</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<div id="attachment_1353" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://leau.wordpress.com/files/2009/11/vaccination_nizerand_091126_1.jpg"><img class="size-full wp-image-1353" title="VACCINATION_NIZERAND_091126_1" src="http://leau.wordpress.com/files/2009/11/vaccination_nizerand_091126_1.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">Rejet direct des égouts du centre de vaccination dans le Nizerand (eau potable de la ville) </p></div>
</div>
<div id="attachment_1307" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://leau.wordpress.com/files/2009/11/vaccination_nizerand_091126_2.jpg"><img class="size-full wp-image-1307" title="VACCINATION_NIZERAND_091126_2" src="http://leau.wordpress.com/files/2009/11/vaccination_nizerand_091126_2.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">Egouts du centre de vaccination de Villefranche (papiers hygiéniques blancs)</p></div>
<div id="attachment_1313" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://leau.wordpress.com/files/2009/11/vaccination_nizerand_091126_3.jpg"><img class="size-full wp-image-1313" title="VACCINATION_NIZERAND_091126_3" src="http://leau.wordpress.com/files/2009/11/vaccination_nizerand_091126_3.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">Lit du Nizerand plein des rejets des égouts du centre de vaccination</p></div>
<p style="text-align:justify;">Sur les photos, l&#8217;eau est claire car le centre est fermé depuis une journée. Il ne reste que les matières solides. Quand le centre fonctionne, avec des centaines de personnes présentes, l&#8217;eau de la rivière est dans un état infect.</p>
<p style="text-align:justify;">Le centre est installé dans le palais des sports de la ville de Villefranche-sur-Saône. Malgré un tuyau proche menant à la station d&#8217;épuration, le palais des sports n&#8217;a jamais été raccordé au réseau public d&#8217;assainissement. Les eaux des WC et des lavabos sont rejetées directement dans la rivière sans aucun traitement. En 2006, nous l&#8217;avions signalé aux élus, à l&#8217;administration, mais ils n&#8217;ont rien fait pour sortir de l&#8217;illégalité (c&#8217;est bien sûr totalement illégal). Il y a quelques mois, de nouveau le Maire de Villefranche et la presse ont été prévenus, mais comme d&#8217;habitude, rien n&#8217;a été fait pour résoudre le problème.</p>
<div id="attachment_1314" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://leau.wordpress.com/files/2009/11/vaccination_nizerand_091126_4.jpg"><img class="size-full wp-image-1314" title="VACCINATION_NIZERAND_091126_4" src="http://leau.wordpress.com/files/2009/11/vaccination_nizerand_091126_4.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">Centre de vaccination dans le palais des sports de Villefranche-sur-Saône</p></div>
<div id="attachment_1315" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://leau.wordpress.com/files/2009/11/nizerand_palais_sport_091007.jpg"><img class="size-full wp-image-1315" title="NIZERAND_PALAIS_SPORT_091007" src="http://leau.wordpress.com/files/2009/11/nizerand_palais_sport_091007.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">Matières fécales brutes (flottants marrons) à la sortie de l&#39;égout du palais des sports</p></div>
<div id="attachment_1316" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://leau.wordpress.com/files/2009/11/eco_responsable.jpg"><img class="size-full wp-image-1316" title="ECO_RESPONSABLE" src="http://leau.wordpress.com/files/2009/11/eco_responsable.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">ECO-RESPONSABLE EXEMPLAIRE?</p></div>
<p>29/11/2009 : la première photo a été flouée. Pour les personnes choquées, ce spectacle est courant dans le Beaujolais. Il faut donc publier ces photos pour faire cesser ces pollutions publiques illégales. Dans notre région, des tuyaux d&#8217;assainissement (= envoyer ses déchets chez les autres) publics,  et  des &#8220;stations d&#8217;épuration&#8221; qui n&#8217;épurent rien du tout, rejettent le contenu des WC directement dans les rivières. Un seul conseil, enlever le bandeau que vous avez devant les yeux, puis demander à votre Maire d&#8217;agir.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[YÉMEN : LE PAM INTENSIFIE SES EFFORTS DE DISTRIBUTION ALIMENTAIRE AVANT L'AÏD (UNNews)]]></title>
<link>http://secheresse.wordpress.com/2009/11/26/yemen-le-pam-intensifie-ses-efforts-de-distribution-alimentaire-avant-laid-unnews/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 20:12:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>willem van cotthem</dc:creator>
<guid>http://secheresse.wordpress.com/2009/11/26/yemen-le-pam-intensifie-ses-efforts-de-distribution-alimentaire-avant-laid-unnews/</guid>
<description><![CDATA[Read at : UNNews YÉMEN : LE PAM INTENSIFIE SES EFFORTS DE DISTRIBUTION ALIMENTAIRE AVANT L&#8217;AÏD]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Read at : UNNews YÉMEN : LE PAM INTENSIFIE SES EFFORTS DE DISTRIBUTION ALIMENTAIRE AVANT L&#8217;AÏD]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carte de qualité faussée]]></title>
<link>http://leau.wordpress.com/2009/11/25/carte-de-qualite-faussee/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 20:57:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>brunod</dc:creator>
<guid>http://leau.wordpress.com/2009/11/25/carte-de-qualite-faussee/</guid>
<description><![CDATA[Carte de la DDASS de la qualité de l&#39;eau distribuée pour les pesticides  La carte précédente est]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="mceTemp mceIEcenter">
<div id="attachment_1289" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://leau.wordpress.com/files/2009/11/69_pesticides_2007.jpg"><img class="size-full wp-image-1289" title="69_pesticides_2007" src="http://leau.wordpress.com/files/2009/11/69_pesticides_2007.jpg" alt="" width="450" height="637" /></a><p class="wp-caption-text">Carte de la DDASS de la qualité de l&#39;eau distribuée pour les pesticides</p></div>
<p style="text-align:justify;"> La carte précédente est un document public diffusé par la DDASS du Rhône : <a href="http://rhone-alpes.sante.gouv.fr/rhone/sante_environnement/pdf/qualite_eau_potable_2007.pdf">http://rhone-alpes.sante.gouv.fr/rhone/sante_environnement/pdf/qualite_eau_potable_2007.pdf</a></p>
<p style="text-align:justify;">La tâche rouge au milieu, c&#8217;est Villefranche-sur-Saône et sa région (CAVIL et SIEOV). Problème : <strong>la DDASS indique seulement 2 molécules détectées, lors que dans la réalité 11 molécules différentes ont été détectées dans l&#8217;eau</strong> (analyses européennes de 2007). Les seuils de détection trop élevés des analyses DDASS faussent donc l&#8217;information des consommateurs.</p>
<p style="text-align:justify;">Plus grave, le Grand Lyon a été entièrement mis en vert = absence de détection de pesticides. Cette soi-disant absence est due au seuil très haut de 30 ng/l des analyses DDASS. Si on descendait à 20 ng/l comme pour les analyses européennes, ou à 6 ng/l comme cela est possible, on détecterait de l&#8217;atrazine et certains autres des 37 pesticides du Rhône, et de leurs produits de dégradation. Bien sûr cela ne ferait pas plaisir au Grand Lyon et à VEOLIA, qui clament depuis des dizaines d&#8217;années que l&#8217;eau de Lyon est excellente.</p>
<p style="text-align:justify;">La preuve. En 1997,  6 analyses indépendantes ont été faites dans l&#8217;un des puits d&#8217;eau potable du Grand Lyon : 5 détections d&#8217;atrazine et 3 détections de déséthyl-atrazine (produit de dégradation de l&#8217;atrazine). Ces analyses indépendantes ont été supprimées après. Pourquoi? Et ce n&#8217;est pas tout, du <strong>mercure</strong> (0,1 µg/l), du <strong>cadmium</strong>, (1 µg/l), du <strong>chrome</strong> (10 µg/l), du cuivre (6 détections, max 110 µg/l), plus <strong>78 détections de solvants chlorés</strong>, dont du tétrachlorure de carbone (très toxique), du tétrachloréthylène&#8230;, ont été mesurés dans l&#8217;eau de Lyon. Les détections de métaux lourds sont très rares en France dans les captages d&#8217;eau potable. En détecter autant, dans un seul puits de captage, montre bien que l&#8217;eau de l&#8217;agglomération lyonnaise n&#8217;est pas aussi bonne que cela.</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La fontaine est comme l'eau, elle est comme l'eau vive...courrez, courrez, jamais vous ne l'attraperez !]]></title>
<link>http://blogobic.wordpress.com/2009/11/25/la-fontaine-est-comme-leau-elle-est-comme-leau-vive-courrez-courrez-jamais-vous-ne-lattraperez/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 13:43:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogobic</dc:creator>
<guid>http://blogobic.wordpress.com/2009/11/25/la-fontaine-est-comme-leau-elle-est-comme-leau-vive-courrez-courrez-jamais-vous-ne-lattraperez/</guid>
<description><![CDATA[Sachez qu’un tiers de la population mondiale n’a pas accès à l’eau potable (2,4 milliards de personn]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000000;">Sachez qu’un tiers de la population mondiale n’a pas accès à l’eau potable (2,4 milliards de personnes)</span></p>
<p><span style="color:#000000;">D’après l’ONU, il faudrait un investissement de 10 milliards de dollars par an pour diviser par deux la proportion de personnes privées d’assainissement en 2015. “<strong>C’est moins de 1% du budget militaire mondial de 2005, un tiers des dépenses en eau en bouteille et environ l’équivalent des dépenses en glaces des européens</strong>”,<br />
</span></p>
<p>&#160;</p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><a href="http://bhrumeur.blog.lemonde.fr/2008/03/21/journee-mondiale-de-l-eau-agua-water-shui-coalition-eau/">Blog leMonde.fr</a> <a href="http://blogobic.wordpress.com/files/2009/11/balles-vs-eau-001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-32" style="border:0 none;" title="balles vs eau 001" src="http://blogobic.wordpress.com/files/2009/11/balles-vs-eau-001.jpg" alt="" width="600" /></a><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La faim justifie les moyens]]></title>
<link>http://blogobic.wordpress.com/2009/11/25/la-faim-justifie-les-moyens/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 13:29:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogobic</dc:creator>
<guid>http://blogobic.wordpress.com/2009/11/25/la-faim-justifie-les-moyens/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://blogobic.wordpress.com/files/2009/11/faim-1er-001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-29" style="border:0 none;" title="Faim (1er) 001" src="http://blogobic.wordpress.com/files/2009/11/faim-1er-001.jpg" alt="" width="645" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Permafrost - Aernoudt Jacobs]]></title>
<link>http://noreille.wordpress.com/2009/11/25/permafrost-aernoudt-jacobs/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 10:17:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>noreille</dc:creator>
<guid>http://noreille.wordpress.com/2009/11/25/permafrost-aernoudt-jacobs/</guid>
<description><![CDATA[Découverte hier de la très belle installation Permafrost, au Kaaitheater Studio, dans le cadre du Bu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.flickr.com/photos/fabonthemoon/tags/aernoudtjacobs/"><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2610/4132293240_6ebb01baa5.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Découverte hier de la très belle installation Permafrost, au <a href="http://www.kaaitheater.be/productie.jsp?productie=672">Kaaitheater Studio</a>, dans le cadre du Burning Ice festival, qui rassemble artistes, philosophes, politiciens et scientifiques pour &#8220;formuler les enjeux du changement climatique&#8221;. Permafrost est une structure sonore qui s’inspire du processus de gel de l’eau. Ce processus de cristallisation devient la source sonore, la matière qui déborde devient visible et tangible. <a href="http://www.lamediatheque.be/med/rech_n.php?ser=&#38;intervenant=tmrx&#38;titre=&#38;morceau=&#38;descripteur=&#38;label=&#38;ref=&#38;supa[1]=1&#38;supa[2]=1&#38;supa[3]=1&#38;supa[4]=1&#38;supa[5]=1&#38;supa[7]=1&#38;supa[6]=1&#38;supa[8]=1">Aernoudt Jacobs</a> est artiste sonore. Il analyse le son en fonction de la matière et de la perception, et présente ses constatations dans des installations et des concerts. Permafrost est une structure double, une cuve remplie d&#8217;eau en train de geler, une autre en train de dégeler. Durant le processus des micros amplifient les craquements de l&#8217;eau en train de changer d&#8217;état, la glace qui se fissure et fond, l&#8217;eau en voie de solidification. A la fois sculpture et machinerie musicale, l&#8217;installation rend audible un processus lent qui se traduit tantôt en un léger cliquetis, tantôt en crépitement, et parfois en craquements plus impressionnants. Comme toute les bonnes installations sonores, Permafrost captive l&#8217;attention de manière très subtile et donne envie de suivre le processus complet de trois heures pour assister à la progression entière, avec ses variations et ses transitions.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.flickr.com/photos/fabonthemoon/tags/aernoudtjacobs/"><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2596/4132288432_526de31bba.jpg" alt="" width="420" height="316" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.flickr.com/photos/fabonthemoon/tags/aernoudtjacobs/"><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2568/4131531357_bedf565011.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.flickr.com/photos/fabonthemoon/tags/aernoudtjacobs/"><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2492/4131527275_a8be65747f.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Photo par<a href="http://www.flickr.com/photos/fabonthemoon/tags/aernoudtjacobs/"> Fabonthemoon</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Une autre vision du pétrole]]></title>
<link>http://madeinearth.wordpress.com/2009/11/25/une-autre-vision-du-petrole/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 08:53:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nicollas</dc:creator>
<guid>http://madeinearth.wordpress.com/2009/11/25/une-autre-vision-du-petrole/</guid>
<description><![CDATA[Un court billet sur une métaphore explicitant les différents niveaux de vision que l&#8217;on peut a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Un court billet sur une métaphore explicitant les différents niveaux de vision que l&#8217;on peut avoir du pétrole.</p>
<p>Comme je l&#8217;ai <a href="http://madeinearth.wordpress.com/2009/05/16/la-france-et-le-petrole-en-chiffres/">déjà dit</a>, le pétrole est essentiel pour notre économie, puisqu&#8217;il les produits pétroliers représentent près de la moitié de la consommation énergétique finale de la France. Le secteur clef des transports et quasiment assujetti au pétrole.</p>
<p>Le pétrole est tellement présent qu&#8217;on a du mal à comprendre toutes les implications. Je vais essayer de les expliciter en prenant un parallèle avec l&#8217;eau.</p>
<p>Le premier niveau de compréhension correspond à la partie visible et tangible. Pour l&#8217;eau, c&#8217;est l&#8217;eau qui coule du robinet, de la douche, des nuages. Pour la pétrole, c&#8217;est celui que l&#8217;on met dans son réservoir de voiture ou sa chaudière au fioul. Quand on essaie de réduire sa consommation, on a tendance à se focaliser sur ses parties : pour l&#8217;eau, on économise sur les bains (prendre une douche à la place), on réutilise l&#8217;eau de lavage des légumes pour le jardin &#8230; Pour le pétrole, on essaie de moins prendre sa voiture.</p>
<p>Le deuxième niveau correspond aux utilisations masquées. Chaque être animé ou chaque objet contient une part d&#8217;eau, que ce soit au niveau de sa structure, pour se maintenir, ou lors de sa création.  Le corps humain est composé majoritairement d&#8217;eau, il faut de l&#8217;eau pour élever un animal, cultiver du blé, construire une voiture &#8230; C&#8217;est la même chose pour le pétrole. Beaucoup d&#8217;objets contiennent du pétrole, que se soit sous forme de matière première (plastiques, fibres synthétiques &#8230;) ou indirectement par l&#8217;utilisation de pétrole sur les chaînes de montage, pour le transport des divers composants, etc.</p>
<p>Le troisième niveau est le plus invisible et le plus important à la fois. Il se situe au niveau du système. On y pense peu, mais l&#8217;eau peut façonner des paysages entiers par l&#8217;action de l&#8217;érosion des roches ou des sols. L&#8217;eau creuse, valonne, s&#8217;accumule &#8230; L&#8217;eau est un facteur vital pour l&#8217;établissement et la pérennité des sociétés humaines. Longtemps l&#8217;humanité a été contrainte géographiquement par les cours d&#8217;eau et les océans, car la présence de ressources marines était un élément important.<br />
Le pétrole a également façonné de manière profonde nos sociétés. Les ressources fossiles sont à l&#8217;origine de la révolution industrielle, qui a été le plus gros bouleversement des sociétés humaines depuis la révolution néolithique agricole qui a vu naître les civilisations. La révolution industrielle a commencé en Angleterre avec le charbon, qui a depuis été remplacé par le pétrole, bien plus efficace (forme liquide plus facile a transporter, stocker, utiliser, et rendement énergétique supérieur). Ces sources d&#8217;énergie, qui ne sont rien d&#8217;autre que de l&#8217;énergie solaire accumulée et compressée pendant des millions d&#8217;années, ont rendu l&#8217;énergie abondante et peu chère, pour la première fois dans l&#8217;histoire (et avant) de l&#8217;humanité. C&#8217;est grâce au charbon et au pétrole que vous pouvez lire ces lignes. Pas seulement parce qu&#8217;il a fallu de l&#8217;énergie pour fabriquer et transporter votre ordinateur et le mien, mais aussi parce qu&#8217;elles ont augmenté la productivité agricole, qui a fourni des mains supplémentaires pour l&#8217;industrie, tout en ayant de quoi nourrir les bouches correspondantes. C&#8217;est grâce à cette énergie que des connaissances scientifiques de pointe ont pu émerger, et se transmettre et s&#8217;enrichir au fil des ans (pour devenir à l&#8217;occasion un ordinateur), grâce à une société assez stable pour que les informations se perpétuent. Les énergies fossiles sont derrière la mondialisation, et permettent de tisser des réseaux autour du globe, comme celui d&#8217;internet. C&#8217;est également grâce aux énergies fossiles qui vous pouvez <em>lire</em> ces lignes, que l&#8217;école est devenue accessible et même obligatoire. Elles ont permis à l&#8217;Homme un contrôle sans précédent, menaçant jusqu&#8217;à l&#8217;équilibre de notre biosphère.</p>
<p>Le grand défi à venir sera de gérer la <a href="http://madeinearth.wordpress.com/2009/08/06/descente-energetique/">descente énergétique</a> qui se profile, et à mettre à profit le paradoxe de la société industrielle, qui est que tout en nous permettant de détruire le monde et nous avec, elle nous a permis de jeter un regard vers nos racines, plus lointaines que la naissance de l&#8217;agriculture. Saurons nous tirer partie de toute cette connaissance et ces objets produits, ainsi que de l&#8217;énergie qui nous reste, pour mettre en place des systèmes humains et agricoles coopératifs et autonomes, pour enfin vivre en paix avec nous même et les autres formes de vie, et dans l&#8217;abondance ? C&#8217;est pour moi tout l&#8217;intérêt de la permaculture.</p>
<p><em>Données: <a href="http://www.developpement-durable.gouv.fr/IMG/pdf/Bilan_energetique_pour_l_annee_2007_cle2ba984.pdf">Bilan énergétique de la France, 2007</a>.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dormir (André Frénaud)]]></title>
<link>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/25/dormir-andre-frenaud/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 08:30:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>arbrealettres</dc:creator>
<guid>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/25/dormir-andre-frenaud/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Dormir, le flanc déchiré, bête d&#8217;étal où grouillent vers noirs et vers blancs, des bête]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;font-weight:bold;font-size:17px;font-family:Comic sans-serif;color:blue;"><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-9761" title="cascade-irlande" src="http://arbrealettres.wordpress.com/files/2009/11/cascade-irlande.jpg" alt="" width="682" height="1023" /></p>
<p>&#160;</p>
<p>Dormir, le flanc déchiré,<br />
bête d&#8217;étal où grouillent<br />
vers noirs et vers blancs, des bêtes,<br />
puis le chant de l&#8217;eau profonde,<br />
grondeuse en sourdine, gronde.</p>
<p>Ne plus aimer, ne plus rêver.<br />
Finies les déchirantes déchirures.<br />
Endolori, engourdi, guéri?<br />
On n&#8217;en demande pas tant.<br />
C&#8217;est-il mourir ou vivre? Tout comme.<br />
Seulement le bruit de l&#8217;eau, la couleur verte<br />
toujours égale. Il n&#8217;y a plus d&#8217;abeilles.<br />
Gronde, gronde.</p>
<p>(André Frénaud)</p>
<p>&#160;</p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Borloo - Climat : «Tout le monde est dans l’évitement»]]></title>
<link>http://mneaquitaine.wordpress.com/2009/11/25/borloo-climat-%c2%abtout-le-monde-est-dans-l%e2%80%99evitement%c2%bb/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 07:26:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>pascalbourgois2</dc:creator>
<guid>http://mneaquitaine.wordpress.com/2009/11/25/borloo-climat-%c2%abtout-le-monde-est-dans-l%e2%80%99evitement%c2%bb/</guid>
<description><![CDATA[liberation.fr, Guillaume Launay, Christian Losson, le 24 novembre 2009 Climat : «Tout le monde est d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://">liberation.fr</a>, Guillaume Launay, Christian Losson, le 24 novembre 2009</p>
<p>Climat : «Tout le monde est dans l’évitement»</p>
<p>A quinze jours de Copenhague, le ministre de l’Ecologie, Jean-Louis Borloo, confie ses doutes, ses espoirs et évoque son avenir.</p>
<p><strong>La réussite du sommet climat de Copenhague est menacée par la frilosité américaine</strong>, estime le ministre français de l&#8217;Ecologie Jean-Louis Borloo, qui juge <strong>indispensable de prévoir un dispositif &#8211; concret et chiffré &#8211; de solidarité envers les pays les plus vulnérables.</strong></p>
<p>A deux semaines du sommet climatique de Copenhague, beaucoup craignent un échec des négociations. Entre deux déplacements en Afrique et en Amérique du Sud, le ministre de l’Ecologie, Jean-Louis Borloo, a répondu à Libération.</p>
<p><strong>Le sommet de Copenhague sera-t-il le fiasco annoncé ?</strong></p>
<p><strong>Bien sûr que non. L’enjeu est de taille. Il s’agit de convaincre les pays industrialisés de réduire leurs émissions de gaz à effets de serre de 25% à 40% d’ici 2020 par rapport à leurs émissions de 1990, et de 80% d’ici 2050</strong>. Il faut aussi que les pays émergents s’engagent sur des cibles concrètes de maîtrise de leurs émissions de CO2 et les fassent accepter par leur population. C’est énorme, difficile, mais essentiel. Mais on ne peut pas demander à des pays qui ont un fort taux de pauvreté de choisir entre réduction de CO2 et croissance. Ce serait irréaliste.</p>
<p><strong>Un texte fort avec des chiffres et des dates d’engagement est-il possible ?</strong></p>
<p><strong>Plus le texte sera emphatique, plus il sera vide. Plus les chiffres seront globaux et lointains, plus on voudra repousser une décision ou un traité, à six mois ou davantage, plus on cherchera à gagner du temps inutilement</strong>. Je le dis à ceux qui parlent déjà d’un Copenhague bis dans six mois : «De quelle information disposera-t-on dans six mois qu’on ne connaît pas déjà aujourd’hui ?»</p>
<p>Pourquoi est-ce si délicat alors que les opinions publiques sont volontaristes ?</p>
<p>Parce que cela engage de vraies révolutions. Or la réalité, c’est que tous les gouvernements réfléchissent et hésitent. Que<strong> tout le monde est dans l’évitement</strong>. Mais que <strong>sans initiative forte, on va dans le mur</strong>. <strong>Or il faut que l’on parvienne à un texte clair, avec des objectifs précis, et des mesures opérationnelles. Que les chefs d’Etat s’impliquent et soient là, sinon, on fera du surplace malgré tous les efforts déjà accomplis depuis deux ans</strong>. A l’image du pas réalisé par l’Europe il y a un an, quand elle a fait voter son paquet énergie climat, avec 20% de baisse des gaz à effet de serre, 20% d’économie d’énergie, 20% d’énergies renouvelables…</p>
<p>La contribution française, «Justice climat», vise-t-elle à court-circuiter le processus de l’ONU ?</p>
<p>Non, elle cherche juste à infuser des idées complémentaires et on l’affine tous les jours. On essaye de tenir compte de la vérité de chacun, dans la droite ligne de ce que veut l’ONU. L’idée, c’est de créer quatre catégories de pays en fonction de leurs émissions de CO2 et de leur PIB par habitant. Et pour les plus pauvres et vulnérables, <!--more-->notamment africains, nous souhaitons leur garantir dorénavant une aide minimum publique d’environ 450 milliards de dollars [300 milliards d’euros, ndlr] sur vingt ans dès la fin de 2010, pour faciliter un accès aux énergies renouvelables, tout comme à l’eau, à la forêt, et à l’agriculture.</p>
<p>Financée par le serpent de mer d’une taxe sur les transactions financières ?</p>
<p>Mais elle avance comme jamais ça n’a été le cas auparavant ! Oui, on sait que les budgets ne suffisent pas. Oui, la crise financière est passée par là, les G20 aussi. La plupart des pays européens y sont favorables. Ce n’est plus un point bloquant !</p>
<p>Copenhague sera-t-il un moment décisif du XXIe siècle ?</p>
<p>Il ne faut ni surdimensionner ni éviter le rendez-vous. Mais on rentre dans les deux années les plus belles ou les plus dures de l’histoire récente. Au fond, va-t-on vers une humanité de la mesure et du respect ou traite-t-on le respect comme une valeur individuelle mais pas collective ? La croissance s’est trop souvent faite au détriment de l’autre. On peut parvenir à une croissance qui se partage. La crise climatique oblige à sortir des chemins encombrés de l’indifférence…</p>
<p>On a dit cela sur les réfugiés, la faim…</p>
<p>Oui, mais j’espère que la somme des échecs antérieurs nous permettra de comprendre que l’enjeu, là, est vraiment universel, pas dans la conscience, mais dans la réalité.</p>
<p>Les Etats-Unis semblent tétanisés… Faut-il les aider ou les menacer ?</p>
<p>Ils sont en effet au pied du mur. Il faut les aider à prendre ce tournant. Il ne faut surtout pas que la position américaine soit le prétexte de la débandade générale. Je ne mets pas en cause les convictions d’Obama. L’admiration que j’ai pour l’homme et le processus qui l’a amené au pouvoir fait qu’on va finir par être coupable d’affection. Il faut le renforcer vis-à-vis de son Congrès. Les Etats-Unis sont sortis du déni, ils sont en marche. Mais il ne faut pas exagérer non plus : tous les gouvernements de la planète doivent faire des efforts. C’est aussi dur pour les Etats-Unis que pour l’Inde ou les pays européens.</p>
<p>Mieux vaut pas d’accord à Copenhague qu’un accord tiède ?</p>
<p>Non, mais mieux vaut pas d’accord qu’un accord faux. Après, on peut toujours discuter des modalités. Certaines grandes puissances essayent de faire passer un message : «Ne venez pas, il ne se passera rien.» Nous, on dit : «Venez quand même, ce sera crucial.»</p>
<p>Au-delà du scepticisme de certains Etats, êtes-vous surpris par la montée en puissance des climato-sceptiques ?</p>
<p>Il s’agit de faire la part des choses entre les inquiétudes de bonne foi et le déni systématique. Il y a des lobbies puissants, comme le lobby pétrolier ou charbonnier américain, qui s’expriment.</p>
<p>Sur ces questions, les angoisses françaises sont-elles réglées ?</p>
<p>La France est dans un consensus de fond sur le fait que l’avenir se joue là, positivement. Que se jouent à Copenhague et ailleurs nos emplois de demain, notre compétitivité. Et qu’on a des atouts dans ce domaine. Au début du Grenelle, les professionnels du bâtiment s’inquiétaient : «Vous allez bloquer le marché.» Notre premier soutien aujourd’hui ? Les mêmes. C’est bien la preuve que la mutation est en route.</p>
<p>La France profite du nucléaire et de ses industries de services : le beau rôle, finalement…</p>
<p>On l’avait avant et on ne s’engageait pas fortement pour autant. Ce n’est pas seulement le gouvernement français qui est en avance ou admirable. C’est la France et tous les Français.</p>
<p>Quelle part vous attribuez-vous dans ce changement ?</p>
<p>Il y a eu un processus, avec le Pacte écologique, acte très fondateur de la démocratie française. Nous, on a honoré le projet sérieusement, professionnellement, sans tricher. Et puis c’est une question de moment. Il y a eu du respect, un travail colossal. On a fait le job.</p>
<p>Ce serait ça, une «écologie de droite» ?</p>
<p>Quand l’écologie est perçue comme de l’imprécation, on ne peut pas faire la mutation. Je suis pour l’emploi de demain et pour qu’il y ait toujours des ressources. Je ne crois pas que la désignation des coupables a fait beaucoup avancer la société. L’écologie politique traditionnelle doit faire attention à ne pas retourner dans cette espèce de critique permanente. L’écologie, c’est un projet positif. Il n’y a pas un camp qui a le monopole de cette problématique. Je note juste que je suis le ministre de l’Environnement le plus confortable et puissant, par rapport à mes prédécesseurs et par rapport aux autres pays du monde. Et c’est bien Nicolas Sarkozy qui l’a souhaité ainsi.</p>
<p>Les arbitrages se font vraiment facilement au sein du gouvernement ?</p>
<p>Ce sont plus les symboles idéologiques qui peuvent faire blocage : taxe pique-nique, etc. On aligne les anathèmes, on multiplie les raccourcis. Sur le bonus-malus, certains ont crié au retour des prix régulés. La bataille a été rude mais aujourd’hui, ça marche.</p>
<p>Ministre de l’Energie, quel est votre rôle après les récents incidents sur plusieurs sites nucléaires français ?</p>
<p>Je n’ai pas à dire qui a tort ou raison, mais m’assurer que chacun a les moyens nécessaires pour mener à bien sa mission. J’ai mis en place la Haute autorité de la transparence, je m’assure que l’Autorité de sûreté nucléaire a tous les moyens d’investigation. Rien ne serait pire qu’un système ou notre rôle serait d’étouffer l’information.</p>
<p>On vous entend peu sur le nucléaire…</p>
<p>Ma position est très claire : il y a un savoir-faire et une qualité française dans le nucléaire. Même si ce n’est pas la réponse universelle, je suis là pour défendre cette filière technologique. Et assurer transparence et contre-pouvoirs.</p>
<p>Henri Proglio, nouveau patron d’EDF, plaide pour une réorganisation de la filière nucléaire, sous l’égide d’EDF…</p>
<p>C’est mon rôle de réfléchir au fonctionnement de la filière française, de savoir s’il doit y avoir un chef de file ou pas. Il y aura dans quelques semaines une réunion sur le sujet, pour remettre les choses sur la table en terme de fonds propres, d’organisation. Le nucléaire n’est pas un produit comme un autre.</p>
<p>La double casquette de Proglio (qui reste président du conseil d’administration de Veolia) ne vous pose pas problème ?</p>
<p>Ça m’en aurait posé un s’il avait occupé un poste exécutif dans les deux sociétés ; ce n’est pas le cas. Dans les grands marchés mondiaux, les rapprochements de vision sur l’énergie, l’eau et les déchets sont plutôt une bonne chose. Il faut organiser un peu mieux le club France, dans ces batailles mondiales. Evidemment, le président exécutif d’EDF doit consacrer tout son temps à EDF.</p>
<p>Même symboliquement, après la question de la moralisation du capitalisme ?</p>
<p>Je partage cet avis. Il faut faire attention. Mais ne m’en veuillez pas d’être cohérent avec mon regard sur le monde. Les sujets du XXIe siècle, c’est l’énergie, et pas seulement la production, les transports. Le «génie français», c’est la jonction des arts et métiers et de la délégation de service public, ce rapport public-privé. Le marché seul ne peut pas répondre aux mutations qui sont devant nous.</p>
<p>La France va-t-elle passer l’hiver électrique, en cas de vague de froid ?</p>
<p>Je l’espère, nous nous organisons. On a une réunion dans quinze jours avec tous les acteurs, pour réfléchir à ce problème de disponibilité des centrales.</p>
<p>Des regrets de n’avoir pas intégré l’électricité dans la taxe carbone, comme le préconisait la commission Rocard ?</p>
<p>Je suis Grenelle, tout Grenelle, que Grenelle. La loi dit : une taxe progressive donnant un signal prix sur l’énergie fossile, à l’exclusion de l’électricité. Je ne repose pas à chaque fois les questions qui ont été tranchées. Je suis le notaire de ce qui a été décidé ensemble.</p>
<p>Et si vous devez changer de poste dans six mois, vous serez frustré ?</p>
<p>On est dans des sujets qui nous dépassent. Il n’y a jamais un moment où on se dit : «C’est fait, je suis content, je peux partir.» On est au début d’une mutation tellement puissante… Le seul regret qu’il ne faut pas avoir, c’est le sentiment d’avoir distrait une once d’attention, d’énergie, de l’objectif final.</p>
<p>Après Copenhague, est-ce que vous pourriez considérer que c’est le moment de passer à autre chose ?</p>
<p>Je ne me projette pas, ce serait une perte de temps. Je suis séquentiel. Le jour où je passerai le ballon, est-ce que j’aurai le sentiment d’avoir épuisé toutes mes ressources physiques, intellectuelles, est-ce que je serai à peu près apaisé ? Je veux pouvoir me dire : «Voilà, tu as honoré la mission qui t’a été confiée.»</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hé TED, sers-m'en un autre !]]></title>
<link>http://owshitz.wordpress.com/2009/11/25/he-ted-sers-men-un-autre/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 00:59:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Trigz</dc:creator>
<guid>http://owshitz.wordpress.com/2009/11/25/he-ted-sers-men-un-autre/</guid>
<description><![CDATA[Ne me demandez pas pourquoi, mais je trouve que Ted est un prénom qui colle très bien pour un barman]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://owshitz.wordpress.com/files/2009/11/ted_logo.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3391" title="TED" src="http://owshitz.wordpress.com/files/2009/11/ted_logo.png?w=300" alt="" width="300" height="158" /></a></p>
<p>Ne me demandez pas pourquoi, mais je trouve que Ted est un prénom qui colle très bien pour un barman.</p>
<p>D&#8217;ailleurs en parlant d&#8217;alcool, il est toujours étonnant de s&#8217;apercevoir comment les personnes lourdement chargées peuvent vous apporter des idées intéressantes sur des sujets scientifiques, historiques ou philosophiques. Si vous n&#8217;avez jamais vécu cette expérience, essayez ! Invitez des amis, prolongez fortement l&#8217;apéro, feignez de les accompagner à boire, lancer un sujet dont on a aucune réponse actuellement au moment de passer à table et notez !</p>
<p>Mais je diverge&#8230;</p>
<p><!--more--></p>
<p>C&#8217;était cet été, on est en retard (comme d&#8217;hab !) mais il faut en parler. <strong>TED</strong> (<em>Technology Entertainment Design</em>) est un évènement qui se déroule 3 fois par an en Californie, au Royaume-Uni et en Inde où s&#8217;enchaînent des conférences tenues par des érudits, des personnalités célèbres, des hommes d&#8217;affaires, et de jeunes chercheurs dans tous les domaines pour vous évoquer leurs idées concrètes et réalisables afin d&#8217;améliorer la condition humaine dans un avenir plus ou moins proche.</p>
<p>Alors ça peut faire peur dit comme ça sachant que les conférences sont souvent l&#8217;équivalent d&#8217;un très bon somnifère, mais que nennie ! On assiste à de vrais shows à l&#8217;américaine. 18mn de blabla, pas plus, pour nous éclairer et nous convaincre d&#8217;appuyer leurs idées.</p>
<p><strong>TED</strong> retransmet ses conférences sur internet. Le problème était qu&#8217;il fallait aimer la langue de Shakespeare. Mais tout cela est résolu depuis quelques mois (on est plus à 6 mois près&#8230;) avec des sous-titres dans presque toutes les langues ! Vous pouvez même participer à traduire les vidéos, le but étant que les idées évoquées soit entendues par tous.</p>
<p>Voici, donc une vidéo pratique afin de trouver une solution pour ceux qui se retrouvent face à un manque d&#8217;eau potable.</p>
<p style="text-align:center;"><object width="446" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param> <param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/embed/MichaelPritchard_2009G-embed_high.flv&su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/MichaelPritchard-2009G.embed_thumbnail.jpg&vw=432&vh=240&ap=0&ti=613" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/embed/MichaelPritchard_2009G-embed_high.flv&su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/MichaelPritchard-2009G.embed_thumbnail.jpg&vw=432&vh=240&ap=0&ti=613"></embed></object></p>
</p>
<p>Et une vidéo plus théorique qui nous fait nous interroger sur nos origines.</p>
<p style="text-align:center;"><object width="446" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param> <param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/embed/ElaineMorgan_2009G-embed_high.flv&su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/ElaineMorgan-2009G.embed_thumbnail.jpg&vw=432&vh=240&ap=0&ti=607" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/embed/ElaineMorgan_2009G-embed_high.flv&su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/ElaineMorgan-2009G.embed_thumbnail.jpg&vw=432&vh=240&ap=0&ti=607"></embed></object></p>
</p>
<p>J&#8217;aurais pu encore parler de <a href="http://www.ted.com/talks/lang/fre_fr/josh_silver_demos_adjustable_liquid_filled_eyeglasses.html" target="_blank">celui</a> qui a trouver comment faire pour que tout le monde puisse avoir une paire de lunettes à sa vue, ou de la solution pour pouvoir recharger <a href="http://www.ted.com/talks/lang/fre_fr/eric_giler_demos_wireless_electricity.html" target="_blank">sans fil</a> toutes ses batteries, ou encore du <a href="http://www.ted.com/talks/lang/fre_fr/henry_markram_supercomputing_the_brain_s_secrets.html" target="_blank">simulateur de cerveau</a> afin de le connaître dans le moindre détail&#8230; Mais je vais m&#8217;arrêter là. Vous pourrez voir toutes les autres vidéos, ainsi que les vidéos à venir <a href="http://www.ted.com/translate/languages/fre_fr" target="_blank">ici</a>.</p>
<p><strong>TED</strong> s&#8217;agrandit avec les <strong>TEDx Events</strong>, mais on vous en reparlera certainement avec notamment celui qui se déroulera à Paris fin janvier (si on n&#8217;est pas en retard, bien sûr&#8230;).</p>
<p>Quant à moi, je vais inviter de nouveaux <a href="http://www.youtube.com/watch?v=EFdzrPq2Gm4" target="_blank">amis</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conseil musique : "A l'eau"]]></title>
<link>http://marcetanika.wordpress.com/2009/11/24/conseil-musique-a-leau/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 21:37:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcanika</dc:creator>
<guid>http://marcetanika.wordpress.com/2009/11/24/conseil-musique-a-leau/</guid>
<description><![CDATA[Voilà le meilleur CD pour enfants que je connaisse ! De beaux textes pleins de petits mots jolis et ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Voilà le meilleur CD pour enfants que je connaisse ! De beaux textes pleins de petits mots jolis et ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Seuils de détections]]></title>
<link>http://leau.wordpress.com/2009/11/24/seuils-de-detections/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 20:52:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>brunod</dc:creator>
<guid>http://leau.wordpress.com/2009/11/24/seuils-de-detections/</guid>
<description><![CDATA[Nous avons vu précédemment que les seuils de détection élevés du contrôle sanitaire faussaient les r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nous avons vu précédemment que les seuils de détection élevés du contrôle sanitaire faussaient les résultats, en particulier pour la limite de qualité sur le total des pesticides.</p>
<p>Ces seuils peuvent facilement être abaissés. Quelques exemples :</p>
<p>D&#8217;après &#8220;la référence des professionnels&#8221;, le Rodier, &#8220;L&#8217;Analyse de l&#8217;eau&#8221;, 9e édition, 2009, <strong>le seuil de détection de l&#8217;atrazine est de 6 ng/l</strong> (par CG, en page 548). Hors la DDASS du Rhône demande au laboratoire un seuil de 30 ng/l. Cela fausse le résultat sur le total des pesticides, et permet de dire qu&#8217;il n&#8217;y a pas de pesticides dans l&#8217;eau des 1,1 million d&#8217;habitants du Grand Lyon.</p>
<p>En 2004, l&#8217;AFSSA (Agence française de Sécurité Sanitaire des Aliments) a réalisé de nombreuses analyses avec les seuils suivants :</p>
<ul>
<li><strong>Tétrachloroéthylène : 2 ng/l (seuil DDASS 69 : 500 ng/l</strong>, et norme 60 ng/l d&#8217;après Article R1321-2 du CSP)</li>
<li><strong>Benzo(a)pyrène : 0,8 ng/l (seuil DDASS 69 : 10 ng/l</strong>, et norme 10 ng/l)</li>
<li><strong>Métolachlore : 8 ng/l (seuil DDASS 69 : 35 ng/l</strong>, et norme 100 ng/l)</li>
</ul>
<p>Autre aberration : <strong>métolachlore ESA, OA</strong> : aucune analyse de la DDASS 69. Cela est grave, car ces produits de dégradation de pesticides sont parfaitement connus et analysés en Allemagne, en Angleterre, aux Etats-Unis depuis plus de 10 ans, et la France refuse de les rechercher dans l&#8217;eau potable, alors que c&#8217;est obligatoire d&#8217;après la réglementation européenne (produits de dégradation pertinents).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Urgence à l'étang Brossard]]></title>
<link>http://grandbarbeau.wordpress.com/2009/11/24/urgence-a-letang-brossard/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 18:13:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>grandbarbeau</dc:creator>
<guid>http://grandbarbeau.wordpress.com/2009/11/24/urgence-a-letang-brossard/</guid>
<description><![CDATA[En raison de la sécheresse, il reste très peu d&#8217;eau dans l&#8217;étang Brossard. A suivre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>En raison de la sécheresse, il reste très peu d&#8217;eau dans l&#8217;étang Brossard.</p>
<p>A suivre&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bientôt... ]]></title>
<link>http://grandbarbeau.wordpress.com/2009/11/24/bientot/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:21:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>grandbarbeau</dc:creator>
<guid>http://grandbarbeau.wordpress.com/2009/11/24/bientot/</guid>
<description><![CDATA[Notre site est en construction, merci de revenir nous voir dans quelques semaines!]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Notre site est en construction, merci de revenir nous voir dans quelques semaines!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Flipo et Gaudillière : Inégalités écologiques, « croissance verte » et utopies technocratiques.]]></title>
<link>http://mneaquitaine.wordpress.com/2009/11/24/flipo-et-gaudilliere-inegalites-ecologiques-%c2%ab-croissance-verte-%c2%bb-et-utopies-technocratiques/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 10:51:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>pascalbourgois2</dc:creator>
<guid>http://mneaquitaine.wordpress.com/2009/11/24/flipo-et-gaudilliere-inegalites-ecologiques-%c2%ab-croissance-verte-%c2%bb-et-utopies-technocratiques/</guid>
<description><![CDATA[mediapart.fr, Fabrice Flipo, Jean-Paul Gaudillière, le 23 Novembre 2009 Première publication par Mou]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://">mediapart.fr</a>, <a href="http://www.mouvements.info/+-Fabrice-Flipo-+.html">Fabrice Flipo</a>, <a href="http://www.mouvements.info/+-Jean-Paul-Gaudilliere-+.html">Jean-Paul Gaudillière</a>, le 23 Novembre 2009</p>
<p>Première publication par <a href="http://">Mouvements</a></p>
<p><a href="http://www.mediapart.fr/club/blog/velveth/231109/inegalites-ecologiques-croissance-verte-et-utopies-technocratiques"><strong>Inégalités écologiques, « croissance verte » et utopies technocratiques.</strong></a></p>
<p>Les auteurs de ce texte, tout en définissant la notion de &#8220;décroissance&#8221;, déclinent trois priorités : <strong>reconnaître une « valeur » et non un prix à la nature ; redistribuer et réduire les inégalités tant celles sous-jacentes à la crise écologique que celle induites par les mesures imaginées pour y remédier ; relocaliser et resocialiser l&#8217;économie pour démocratiser les choix.</strong></p>
<p><strong>La crise écologique et financière oblige les décideurs à se pencher sur les scénarios de sortie de crise verte. Mais cette prise de conscience court le risque de s&#8217;arrêter à mi-chemin. « Capitalisme vert », « croissance verte », « keynésianisme vert » et « technologies propres » constituent autant de confortables mirages destinés à nous épargner les nécessaires remises en cause liées aux limites écologiques d&#8217;une planète aux ressources finies. La prise en compte conséquente de ces limites amène à aborder de front la question des inégalités écologiques et sociales et à changer les modes de production, de consommation et donc les modes de vie les plus prédateurs. Sans autre échappatoire, dans cette redistribution des richesses à opérer, que la redéfinition collective du sens de ces richesses elles-mêmes.</strong></p>
<p><strong>Grenelle de l&#8217;environnement, succès aux élections européennes, invitation des leaders écologistes à l&#8217;Élysée, débat (difficile) sur une loi créant une taxe carbone&#8230;L&#8217;écologie politique semble avoir gagné un statut nouveau sur la scène politique française. La crise écologique et la dégradation de notre environnement ont apparemment cessé d&#8217;exister comme cette chose dont il faut parler en fin de discours pour faire bonne mesure pour devenir un enjeu à propos duquel il est bon de réfléchir, voire même d&#8217;inventer des événements.</strong></p>
<p><strong>Cette nouvelle donne doit beaucoup à la conjonction des deux crises : la crise climatique et la crise financière</strong>. La visibilité de la première tient bien sûr à l&#8217;agenda des négociations internationales, aux discussions sur l&#8217;après Kyoto. <strong>Au-delà de la conjoncture, en matière de climat, tous les signaux sont en effet au rouge. Les organisations internationales, du GIEC aux grandes ONG environnementales en passant par le PNUD, multiplient les mises en garde sur l&#8217;accélération du réchauffement, sur l&#8217;ampleur de ses effets à relativement court terme</strong>, <strong>sur la vulnérabilité phénoménale des pays d&#8217;Afrique, d&#8217;Asie du Sud et d&#8217;Amérique Latine, sur les inégalités que le changement climatique va créer ou renforcer</strong>. Les médias européens et nord-américains relaient désormais<strong> le consensus des experts du climat sur la réalité du phénomène et font largement écho à la fonte des calottes glaciaires, aux migrations d&#8217;espèces ou encore aux nouvelles « guerres » de l&#8217;eau. </strong>Parallèlement, l&#8217;éclatement de la crise financière a rouvert un espace pour discuter des changements du capitalisme, du fonctionnement des marchés financiers, des effets « pervers » du déplacement de pouvoir vers l&#8217;actionnariat et les places boursières, des défauts de « l&#8217;auto-régulation » des marchés et du même coup signé le retour en grâce de l&#8217;intervention publique, ne serait-ce que pour sauver les banques et assurer la pérennité d&#8217;un régime d&#8217;accumulation (légèrement) amendé.</p>
<p><strong>À gauche, cette conjonction des deux crises a paradoxalement des effets délétères. En rendant la question écologique plus visible et urgente, elle rend encore plus patente la difficulté à proposer des réponses autres que cosmétiques</strong>. La vivacité et surtout la nature des dénonciations venant tant du parti socialiste que de la gauche de la gauche d&#8217;un projet de taxe carbone présenté comme « anti-sociale » alors qu&#8217;il s&#8217;agit au contraire de le configurer pour en faire un outil liant redistribution et changement des façons de produire en a été un bien triste révélateur.</p>
<p>On n&#8217;aurait toutefois tort de considérer que les discours sur la sortie de crise « verte » ou le Green Deal ne sont que des temporaires, de simple effet de couverture médiatique grâce auxquels on découvre ces exotiques décroissants du midi de la France.<strong> Bénéficiant des acquis de l&#8217;expertise économico-climatique poursuivie depuis une dizaine d&#8217;années dans et autour du GIEC et des institutions en charge des politiques énergétiques, les propositions &#8211; voire les scénarios &#8211; liant réponse à la crise financière, re-régulation et investissements écologiques massifs tendent à faire référence, y compris du côté de la présidence américaine</strong>. Les registres varient, depuis la simple mise en avant d&#8217;un recours significatif aux sources d&#8217;énergie renouvelables dans le « bouquet » énergétique jusqu&#8217;à des argumentations plus fondamentales sur la nécessité d&#8217;une politique écologique globale faisant intervenir des transferts importants de ressources vers les pays du Sud. Dans un ouvrage récent, Lester Brown évoquait ainsi <strong>la perspective d&#8217;une « éco-écologie</strong> » <!--more-->fondée non seulement sur des outils de régulation nouveaux destinés à prendre en compte inégalités et contraintes environnementales dans nos comptabilités économiques mais aussi sur un recours massif à l&#8217;innovation technique conçue comme principal vecteur de la transformation des pratiques de production. Ce « keynésianisme » vert peut-être tentant, ne serait-ce que pour faire converger écologie et critique sociale, donner une place à la question des inégalités écologiques tant à gauche qu&#8217;au sein de la mouvance environnementale. Encore faudrait-il que la convergence aide à penser sortie du capitalisme et sortie de l&#8217;économie de croissance, encore faudrait-il qu&#8217;elle ne se limite pas à l&#8217;idée d&#8217;une croissance « verte » permettant de faire l&#8217;économie d&#8217;une remise en cause du productivisme, de la course à la consommation et de la rationalité économique dominante en mettant sans cesse en avant l&#8217;invention technique et l&#8217;optimisation experte.</p>
<p><strong>La montée de l&#8217;éco-efficacité ou le rêve d&#8217;une convergence par le calcul.</strong></p>
<p>Le cas du climat est à bien des égards exemplaire. Parmi tous les acteurs institutionnels du débat climatique, le gouvernement allemand est l&#8217;un de ceux qui affichent des objectifs ambitieux, au moins tant qu&#8217;ils n&#8217;entrent pas en conflit avec la façon dont les industriels locaux de l&#8217;automobile comprennent leurs intérêts. Il est le seul pays européen à avoir adopté un projet de réduction de 40 % des émissions de gaz à effet de serre d&#8217;ici à 2020 dont le moteur essentiel n&#8217;est pas la substitution du gaz et du pétrole par le nucléaire mais une diminution massive des consommations par le biais d&#8217;une efficacité accrue des usages de l&#8217;énergie (deux tiers dans le cadre de la production industrielle, un tiers dans le cadre des usages et consommations domestiques). </p>
<p>Un des effets de l&#8217;acceptation du changement climatique comme phénomène réel exigeant d&#8217;importantes adaptations de l&#8217;économie mondiale a non seulement été de multiplier les scénarios énergétiques mais aussi, depuis peu, de voir apparaître une convergence entre ceux émanant des États, des organisations internationales du système ONU et de certaines ONG très engagées dans l&#8217;expertise alternative. Le scénario officiel du gouvernement allemand est ainsi très proche des propositions du collectif d&#8217;experts « <a href="http://www.negawatt.org/"><strong>Negawattt</strong></a> » réunis à l&#8217;initiative d&#8217;associations françaises essayant de convaincre qu&#8217;il y a une alternative réaliste à la politique nucléaire d&#8217;EDF, une alternative qui impose d&#8217;en finir avec les mauvais usages de l&#8217;énergie mais pas avec les consommations finales ou du moins de façon acceptable par la majorité de la population.</p>
<p>La plupart de ces scénarios reposent sur deux idées forces de l&#8217;éco-écologie. La première est la chasse au « gaspi » autrement dit une prise en considération du fait que la façon dont sont aujourd&#8217;hui organisées la production et la distribution de biens repose sur de très profondes irrationalités écologiques : depuis la priorité à l&#8217;automobile individuelle jusqu&#8217;à la généralisation de l&#8217;agriculture d&#8217;exportation en passant par le non recyclage de vastes quantités de matières. La seconde est l&#8217;idée que ces gaspillages sont entretenus voire créé par les régulations marchandes aujourd&#8217;hui dominantes et les signaux prix qui les caractérisent. Dans cette perspective d&#8217;efficacité, notre économie est une économie productiviste et peu « économe » puisqu&#8217;elle ne prend en compte aucun des effets de long terme des activités humaines et de leurs coûts en termes de destruction de la nature et de l&#8217;environnement. Notre appareil productif est aussi un appareil destructif qui consomme sans contrepartie nombre des biens que la nature a lentement accumulés. Et cela dans la plus parfaite indifférence puisque le fait est rendu totalement invisible au consommateur. Le paradigme du recours aux sources d&#8217;énergie fossiles tient dans ce constat : les coûts réels sont cachés, les externalités négatives ne sont pas prises en compte. La conjonction de ces deux idées est à l&#8217;origine d&#8217;une réponse essentielle de la nouvelle économie « durable », de la promesse d&#8217;un New Deal vert : il faut compter autrement pour pouvoir réguler plus efficacement, pour pouvoir prendre en compte les biens écologiques et respecter les droits dont chacun dispose à ce sujet, en vertu du principe de res communis (propriété collective des dons de la nature) qui a été établi par Grotius, Locke, Kant et l&#8217;école du droit naturel. Autrement dit ce qui est en cours est une sorte de réouverture des enclosures menées à bien au cours des deux révolutions industrielles.</p>
<p>Compter autrement ne veut pas simplement dire remettre en cause l&#8217;usage du sacro-saint PIB comme indicateur d&#8217;efficacité économique, de progrès et de comparaison entre pays. La notion d&#8217;éco-efficacité vise bien plus que la production d&#8217;indicateurs adéquats à la comptabilité des inégalités, du bien-être social ou de « l&#8217;empreinte écologique ». Elle est par exemple au cœur du scénario Negawatt qui nous dit que nous pouvons maintenir le niveau de vie actuel avec deux fois moins d&#8217;énergie, en divisant par cinq les émissions de GES et en sortant du nucléaire. Dans cette perspective, la sortie de crise « verte » de même que la conversion à des régulations plus respectueuses de la nature repose sur de nouvelles formes d&#8217;allocation des ressources et d&#8217;optimisation de leurs usages qui visent à donner un prix aux effets de nos productions et de nos consommations sur les écosystèmes ; qui visent à faire voir l&#8217;empreinte écologique plus ou moins « lourde » des biens et services, que ceux-ci soient mis sur le marché ou produits dans un contexte de service public. Cette comptabilité peut être réalisée en monnaie ou en matière. Dans les deux cas, elle suppose la possibilité d&#8217;une forme de rationalité (par le calcul) dont les résultats s&#8217;imposeraient à tous du fait même de leur capacité à prendre en compte les contraintes objectives et c&#8217;est là que le bas blesse. L&#8217;archétype de ce nouveau calcul éco-écologique est la mise en place (fort controversée) du marché du carbone. L&#8217;enjeu d&#8217;importance est moins ici la question du droit à polluer pour les « riches » (on achète des tonnes de droits d&#8217;émission de CO2 pour continuer à produire comme avant) pris pour cible par la critique de gauche que celle de la nature politique de l&#8217;outil de régulation ainsi imaginé par les experts et la Commission européenne. Le pari du recours aux échanges marchands était de donner une valeur (un prix) de marché au carbone de façon à contraindre les grands utilisateurs à l&#8217;économie, à payer pour l&#8217;utiliser &#8211; et ainsi à décourager les émissions. Alors que la plupart des experts situent le niveau minimum d&#8217;un prix dissuasif autour de 100 euros la tonne, le marché européen du carbone a toujours opéré très en deçà de ce seuil et s&#8217;est même effondré à moins d&#8217;un euro la tonne de carbone en 2006. Le marché des permis d&#8217;émission est en fait un système qui n&#8217;a imposé aucune internalisation des coûts écologiques ni favorisé la moindre économie d&#8217;énergie. Et cela non pas parce qu&#8217;on a « marchandisé » mais parce qu&#8217;il s&#8217;agit d&#8217;un pseudo-marché sans « offreurs » et sans « demandeurs », un « marché » totalement politique où les quantités sont fixées par les autorités de régulation, sur la base de coûts anticipés par des modèles économétriques. Le mécanisme d&#8217;un marché des droits d&#8217;émission n&#8217;a été accepté que parce qu&#8217;il revenait à établir des coûts complètement prévisibles pour les acteurs. Or pour faciliter la transition les autorités ont toujours accepté de fixer des quotas qui ne pénalisaient pas les entreprises&#8230; Difficile ensuite de s&#8217;étonner de l&#8217;absence de compétition et de pression à la hausse des prix.</p>
<p>L&#8217;erreur de départ de tout ce mécanisme est en effet double. Avoir institué « le carbone » comme pseudomarchandise c&#8217;est d&#8217;une part avoir oublié que c&#8217;est un déchet et non un bien, et que dans ces conditions il ne saurait être question de lui appliquer les principes de l&#8217;économie des biens et services. C&#8217;est d&#8217;autre part d&#8217;avoir généré une usine à gaz (sans jeu de mots) en cherchant à comptabiliser avec certitude une substance dont la traçabilité est très difficile à établir car c&#8217;est un gaz inodore et invisible qui entre dans la composition de tout ce qui est autour de nous. Il eût été infiniment plus simple de partir de la comptabilité énergétique qui est déjà disponible, sachant que l&#8217;enjeu premier est la sobriété et non la décarbonisation. Toutes les études attestant des difficultés quasi-insurmontables qui se présentent sur le chemin d&#8217;un simple remplacement des énergies carbonées par d&#8217;autres sources énergies. Les renouvelables sont très très loin de pouvoir remplacer le fossile, et cela avant longtemps, tant qu&#8217;on en reste aux niveaux de consommation qui sont les nôtres aujourd&#8217;hui.</p>
<p>Dans ces conditions, la différence entre le marché du carbone et un système de taxe tient de la discussion sur le sexe des anges et joue au bénéfice de ce dernier qui a au moins le mérite de rendre plus visible la nature politique des décisions comptables. De nombreux pays dont l&#8217;Inde ont ainsi une tarification de l&#8217;énergie en fonction de la quantité consommée, qui fonctionne par « tranches » progressives un peu comme notre impôt sur le revenu : si vous consommez une unité, vous payez un prix donné, si vous en consommez deux, vous payez trois fois plus. On peut facilement imaginer d&#8217;autres paliers. Très récemment les gros consommateurs indiens se sont vus imposer une hausse de leur prix du kWh de&#8230; 45 % ! Contre zéro pour les petits. C&#8217;est simple, plus favorable à des effets de redistribution de richesse et ça ne nécessite pas de bureaucratie supplémentaire.</p>
<p>Les enjeux de ces calculs ne sont donc pas purement écologiques au sens technique, ils sont toujours aussi politiques et sociaux, favorables ou non à la réduction des inégalités et à la démocratie, à la prise en compte de certains intérêts et pas d&#8217;autres, à la perpétuation ou non des rapports de dominations. De ce point de vue, la réification des outils tend à obscurcir les choix. Plus la quête d&#8217;une optimisation écologique fondée sur la seule comptabilité des « externalités négatives » par la généralisation de prix des biens et des dommages environnementaux entretient souvent d&#8217;étroites parentés avec la fiction de l&#8217;acteur rationnel égoïste mais utilitariste de l&#8217;économie politique néoclassique. La recherche d&#8217;un « optimum » passe alors par une réduction des actions et des intérêts au jeu des échanges marchands entre des acteurs individuels en compétition dont on peut moduler le comportement si « on » choisit les bonnes incitations. Que cela contribue à évacuer la question des inégalités sous-jacentes ou créées par ces incitations n&#8217;est guère surprenant.</p>
<p>Ceci n&#8217;est évidemment pas intrinsèque au recours aux indicateurs et outils économiques. La discussion française sur la taxe carbone et les expertises qui l&#8217;ont nourrie ont &#8211; au contraire &#8211; largement porté sur les conséquences sociales, les effets de redistribution et l&#8217;impact sur l&#8217;économie globale de la nouvelle contribution. Jusqu&#8217;à en noyer la signification. La quête d&#8217;une solution indolore augurant du miracle de la croissance « verte » combinée à la vulgate de l&#8217;économie politique néo-libérale (sous la forme du « pas question d&#8217;augmenter les prélèvements obligatoires ») ont progressivement conduit à des options réduisant fortement l&#8217;impact de la taxe carbone sur les consommations énergétiques. Ainsi en est-il de l&#8217;exemption des industries bénéficiant des permis européens (gratuits), du montant très bas, de l&#8217;abandon d&#8217;une affectation de son produit à l&#8217;investissement écologique, de la compensation intégrale pour tous. Vu de gauche le bilan n&#8217;est pas beaucoup plus favorable à une convergence éco-socialiste puisque la critique du caractère « anti-social » de la taxe carbone sarkozyenne n&#8217;a pas eu pour effet de nourrir la réflexion sur des modalités de compensation alliant réforme fiscale, redistribution et soutien à des formes alternatives de consommation énergétique (par exemple une combinaison d&#8217;aides à la rénovation de l&#8217;habitat ET à l&#8217;usage des transports collectifs ou à l&#8217;accès au logement dans les zones bien desservies, dotées en commerces, écoles etc.) mais à voir dans la taxe carbone un outil pour stimuler croissance et consommation (par une réduction des charges salariales ou par la distribution de chèques « verts ») au bénéfice des classes moyennes et populaires. Dans cette version, les investissements dits « verts » ne se différencient en rien du très classique keynésianisme social basé sur la redistribution des fruits de la croissance et les politiques contra-cycliques dont les effets de « durabilité » sont encore à prouver puisqu&#8217;elles n&#8217;ont fait jusqu&#8217;ici que socialiser les risques&#8230; pour leur permettre de grandir. Il y a donc lieu d&#8217;infléchir cette dynamique dans deux directions. Tout d&#8217;abord il s&#8217;agit de décider collectivement du contenu des chèques « verts » &#8211; ce qu&#8217;ils permettent d&#8217;acheter ou pas &#8211; ainsi que de ce qu&#8217;on doit attendre de leur effet agrégé. Ensuite, il s&#8217;agit d&#8217;infléchir les dynamiques d&#8217;enrichissement matériel et d&#8217;accumulation en favorisant de moindres écarts de revenu, d&#8217;autres formes de production et de propriété que la grande entreprise capitaliste.</p>
<p>Mais l&#8217;éco-efficacité ne se décline pas seulement en revendications de monétarisation des coûts écologiques. Elle opère aussi à partir de comptabilités « matière » qui posent des questions spécifiques mais rejoignent les apories du prix du carbone en ce qu&#8217;elles tendent à transformer des rapports de pouvoir en questions justiciables d&#8217;une expertise et d&#8217;une optimisation technique. On ne compte désormais plus seulement en euros mais aussi en kilogrammes de CO2 ou de déchets toxiques. Issue de l&#8217;étude des écosystèmes, la pratique des analyses de cycle-matière devenus éco-bilans et « analyses de cycle de vie » (ACV) tend ainsi à se répandre pour « quantifier les flux de matière et d&#8217;énergie entrant et sortant aux frontières d&#8217;un système représentatif du cycle de vie d&#8217;un produit ou d&#8217;un service ». Du point de vue de l&#8217;éco-efficacité, l&#8217;enjeu est d&#8217;objectiver les solutions les plus efficaces pour ensuite définir les incitations favorables à leur généralisation. Malheureusement, cette évidence s&#8217;obscurcit dès qu&#8217;on remet les ACV en contexte.</p>
<p>Quand le Wuppertal Institut en Allemagne montre que le téléchargement a moins d&#8217;impact écologique que l&#8217;achat de CD, il y a là une solution apparemment simple à généraliser. Mais rien n&#8217;est moins sûr, l&#8217;impact écologique n&#8217;est favorable que si l&#8217;usager ne grave pas chez lui. Le choix est donc autre : entre le téléchargement à volonté avec interdiction de graver les CD ou l&#8217;achat limité de CD en magasin, ce qui pose évidemment des problèmes plus difficiles que la seule promotion du téléchargement ! Les ACV ont d&#8217;autres faiblesses . Les ACV basent par exemple souvent leurs comparaisons sur des unités fonctionnelles stables. Dans l&#8217;exemple précédent : la fonction « écouter de la musique ». Mais ces fonctions sont rarement équivalentes, la comparaison entre travail et télétravail en est un exemple frappant. Si les bénéfices écologiques de l&#8217;absence de déplacement ne sont pas toujours évidents, les dégâts sociaux sont eux fréquents avec des télé-travailleurs bien plus sujets au surtravail. </p>
<p>Surtout les ACV sont effectuées à détour de production similaire alors que des différences d&#8217;impact écologique bien plus grandes peuvent souvent être observées en modifiant les détours de production eux-mêmes. Ainsi pour le même approvisionnement des ménages, le détour par un supermarché de proximité donne &#8211; selon la direction des transports elle-même &#8211; un bilan énergétique et de production de nuisances entre trente et cin-quante fois plus faible que le recours à un supermarché de périphérie. En-fin les ACV donnent rarement la possibilité de comparer les impacts car ceux-ci sont noyés dans des « éco-points » dont l&#8217;arbitrage est opaque et technocratique. De plus, parce qu&#8217;elles sont coûteuses, ces ACV peuvent fonctionner comme des barrières à l&#8217;entrée sur les marchés, renforcer des positions de monopole et allonger les détours de production qui sont justement à l&#8217;origine des impacts que l&#8217;on voulait justement limiter. Idem pour la « carte carbone » actuellement à l&#8217;étude au Royaume-Uni : la base informationnelle requise est unanimement décrite comme gigantesque.</p>
<p>Certains y voient une sorte de nouvelle frontière, nous n&#8217;y voyons que l&#8217;actualisation réelle, cette fois, de Big Brother.</p>
<p>L&#8217;enjeu n&#8217;est pas ici l&#8217;inutilité intrinsèque des indicateurs. Au contraire : l&#8217;invention d&#8217;indicateurs « alternatifs » au PIB en particulier l&#8217;indice de développement humain de l&#8217;ONU ou l&#8217;empreinte écologique ont beaucoup fait pour rendre visible non seulement la crise écologique mais aussi ses dimensions inégalitaires. L&#8217;enjeu est ici &#8211; comme pour le pseudo-marché du carbone &#8211; de ne pas prendre l&#8217;arbre pour la forêt, d&#8217;inscrire les indicateurs dans une démarche d&#8217;économie politique qui ne réifie pas l&#8217;outil pour en faire une boîte noire masquant les multiples choix et décisions concernant qui bénéficie de quoi et pour quoi faire.</p>
<p>La société dématérialisée ou le rêve d&#8217;une sortie de crise par l&#8217;innovation</p>
<p>La comptabilité et l&#8217;internalisation des coûts écologiques ne sont pas les seules pistes d&#8217;une sortie de crise « verte ». L&#8217;ampleur des conséquences du réchauffement climatique ont en particulier contribué à l&#8217;émergence d&#8217;un discours parallèle et complémentaire centré sur le recours aux innovations. La forme caricaturale de ces utopies technologiques est le rêve d&#8217;une neutralisation du changement climatique grâce aux technologies (futures) de séquestration du CO2 par stockage souterrain, par ensemencement des océans en fer pour favoriser la croissance du phyto-plancton ou encore de réduction du rayonnement solaire par injections de soufre dans l&#8217;atmosphère. La discussion sur l&#8217;économie « hydrogène » a d&#8217;autres implications que celle suscitée par ces « RANAP » (recherches appliquées non applicables) dans la mesure où elle est conçue par nombre d&#8217;éco-écologistes (par exemple Jeremy Rifkin ou le même Lester Brown) comme une alternative crédible à l&#8217;économie « carbone » basée sur l&#8217;utilisation des sources d&#8217;énergies fossiles.  Dans les scénarios « hydrogène » le recours à l&#8217;électricité devient général, y compris pour préserver le transport automobile individuel. Les moteurs à combustion classique seraient à terme remplacés par des systèmes de traction faisant appel à la combustion de l&#8217;hydrogène pour produire de l&#8217;eau. Pour obtenir ce carburant hydrogène il n&#8217;existe pas de perspective autre que sa production par hydrolyse à partir de l&#8217;eau. Toute la question devient alors celle des sources de cette électricité qui seule permettrait d&#8217;échapper à une tautologie matérielle. Le nucléaire étant écarté comme recours principal, il ne reste que la mise au point de cellules énergétiques permettant à la fois d&#8217;améliorer considérablement le rendement des dispositifs solaires et d&#8217;en généraliser l&#8217;usage. Les scénarios « hydrogène » sont le plus souvent critiqués comme illustrations d&#8217;une économie de la promesse valorisant des innovations qui sont non seulement encore à venir mais dont les principes mêmes sont problématiques et qui pourraient bien connaître le sort de la fusion nucléaire ou des thérapies géniques. Mais le principal problème de ces scénarios est politique : à savoir de proposer une sortie de crise par investissements massifs dans la recherche et l&#8217;innovation, dans les technologies « propres » contre nos techniques « sales » de façon à contourner la question de l&#8217;empreinte écologique globale, du niveau et des formes de nos activités de consommation. Les utopies énergétiques ont ainsi été largement mobilisées dans les négociations climatiques pour relativiser voire remettre en cause l&#8217;idée selon laquelle limiter le réchauffement à deux degrés suppose une réduction de la consommation énergétique.</p>
<p>Une autre forme, plus radicale, du recours à l&#8217;innovation comme moteur de la reconversion économique « verte » est l&#8217;idée d&#8217;une dématérialisation croissante de la production. L&#8217;« autre » croissance s&#8217;appuierait sur la substitution des emplois de service aux emplois de production matérielle. La société « tertiarisée » serait ainsi de façon quais-naturelle une société durable car beaucoup moins gourmande en biens. Le problème est que cette tertiarisation &#8211; déjà bien avancée en Europe et aux États-Unis &#8211; n&#8217;a jusqu&#8217;ici impliqué aucune réduction de l&#8217;empreinte écologique. Plus de professeurs, d&#8217;assistantes maternelles, de spécialistes du « care » et de l&#8217;aide aux personnes ne veut pas nécessairement dire moins de production matérielle. Au contraire, dans une société productiviste cela peut vouloir dire plus de travailleurs du tertiaire avec plus de voitures, habitant dans des maisons plus grandes dans des banlieues pavillonnaires lointaines. Les bilans des trente dernières années sont clairs : la tertiarisation des sociétés « européennes » n&#8217;a pas entraîné une réduction de leur empreinte écologique. Globalement parce que les activités productives ont été délocalisées vers les pays « émergents » mais aussi parce que leur consommation spécifique ont continué à augmenter avec surtout des effets de substitution : les biens électroniques et « informationnels » remplaçant les biens mécaniques. Plus fondamentalement, la perspective de dématérialisation est une forme renouvelée du pari sur les conséquences sociales des hausses de productivité qui était déjà au cœur de la dialectique entre forces productives et rapports de production caractéristique du marxisme classique et de sa croyance en l&#8217;équation science = technique = progrès &#8211; et inversement critique de la technique = irrationalisme = obscurantisme et retour à l&#8217;âge de pierre. Les écologistes, s&#8217;opposant à la vérité des experts de profession, appartenant aux institutions publiques ou privées, cherchant à clarifier les enjeux politiques sous-jacents à leur discours et pratiques sont souvent taxés d&#8217;obscurantisme et de relativisme et pas seulement par l&#8217;élite scientifico-industrielle&#8230;Paradoxalement, ces obscurantistes ne font que reprendre le diagnostic que Marx appliquait déjà en son temps au productivisme : « Celui qui dévoile ce qu&#8217;il en est dans la réalité de l&#8217;utilisation capitaliste de la machinerie est accusé de ne pas vouloir du tout qu&#8217;on l&#8217;emploie : c&#8217;est un ennemi du progrès social ! » . Le fond commun est ce schéma selon lequel l&#8217;innovation technologique augmente de façon radicale la productivité, libère du temps et économise les matières. À terme l&#8217;automation, la miniaturisation, le recours massif aux NTIC seraient les vecteurs d&#8217;une sortie des logiques productivistes de l&#8217;accumulation. C&#8217;est cette thèse que l&#8217;on retrouve par exemple dans les discussions sur le capitalisme informationnel auxquelles l&#8217;éclatement de la crise financière ont redonné une certaine actualité. </p>
<p>En son temps Illich avait longuement insisté sur l&#8217;absence de miracle technologique : toute innovation a son prix, ses conséquences négatives, ses externalités négatives.  De plus dans une société productiviste les scénarios économes peuvent facilement se retourner en leur contraire comme en a témoigné l&#8217;histoire de l&#8217;automobile &#8211; instrument pour gagner du temps et de la mobilité qui nous a amené à en perdre- ou même celle de certains médicaments &#8211; sources d&#8217;effets indésirables voire de nouvelles pathologies.  L&#8217;infrastructure numérique supposément dématérialisée et propre est ainsi devenue une source majeure de dégâts écologiques, consommant 5 à 10 % de la facture énergétique des pays développés et produisant des millions de tonnes de déchets &#8211; qui vont croissant. </p>
<p>Le problème tient ici au caractère très relatif si ce n&#8217;est fallacieux de la dématérialisation. Le capitalisme « informationnel » a délocalisé les productions. Il ne les a pas supprimées, au contraire leur niveau a considérablement augmenté. Ceci est évidemment vrai des productions « numériques » qui font la fortune (relative) de la Chine ou de l&#8217;Inde mais c&#8217;est aussi le cas des productions classiques (les automobiles sont non seulement fabriquées en Amérique Latine, en Europe Centrale ou en Asie mais on en a jamais produit autant et la ville-voiture s&#8217;étend aux grandes cités du Sud). La mondialisation des dernières décennies a radicalement changé la division internationale du travail. Nous sommes devenus des pays hébergeant les holdings et dirigeants d&#8217;entreprises, les centres de recherche et d&#8217;innovation, accumulant la valeur ajoutée et usant les produits venant des « ateliers » délocalisés et délocalisables. Non seulement &#8211; contrairement à la formule de la croissance dématérialisée donc verte &#8211; les gains de productivité ont été obtenus par des coûts écologiques croissants, mais ils l&#8217;ont été aussi au prix d&#8217;inégalités sociales et mondiales croissantes.</p>
<p>Repenser l&#8217;économie des besoins : décroissance sélective, inégalités et rapports Nord-Sud.</p>
<p>La sobriété est donc indispensable. Mais contrairement à ce qu&#8217;une partie de la littérature éco-écologique laisse parfois entendre, en s&#8217;indignant &#8211; souvent à raison &#8211; de la consommation de tel ou tel appareil « Nous demandons solennellement, dans le seul but d&#8217;éviter le pire à la Planète, que les écrans de 15 , voire moins, soient remis sur le marché » , son caractère indispensable n&#8217;est pas une donnée technique. Ce n&#8217;est pas le résultat inévitable de la seconde loi de la thermodynamique, l&#8217;effet du caractère physiquement limité des ressources naturelles, la traduction de principes écologiques rendant scientifiquement impossible la croissance illimitée. Un changement radical de nos façons de produire et de consommer conduisant à réduire nos prélèvements sur la nature est indispensable au sens éco-politique. Seule la sobriété peut répondre à l&#8217;effet « rebond » mis en exergue par les économistes. Celui qui fait que dans un système valorisant toute production et toute consommation matérielle comme bonnes et témoignant de la capacité des personnes à vivre bien, les économies réalisées ici se traduisent par de nouvelles dépenses là. Les voitures consomment moins mais roulent plus, les maisons sont moins énergivores mais elles sont individuelles et plus grandes, etc. Consommer mieux signifie consommer moins. Le fait de ne pas reconnaître cette équation est le talon d&#8217;Achille des propositions de New Deal vert. L&#8217;enjeu de la sobriété est un enjeu majeur, y compris sur un plan « purement » politique car en l&#8217;absence de sobriété la montée des conflits touchant à l&#8217;accès et aux usages des ressources pourraient bien menacer nombre des acquis de la démocratie &#8211; sociale ou tout court.</p>
<p>La sobriété n&#8217;a rien de « malthusienne ». Il ne s&#8217;agit pas de réduire la consommation matérielle parce que nous manquerions de ressources, parce qu&#8217;il existerait quelque chose comme des « contraintes écologiques ». Cette lecturelà, oui, est malthusienne &#8211; et c&#8217;est celle de la plupart des économistes, progressistes compris. La sobriété se structure sur le « trop » et non sur le manque. Si nous devons cesser de produire autant, et vivre plus simplement, c&#8217;est parce que nous serons d&#8217;autant plus riches &#8211; mais d&#8217;une richesse qui est fort différente de celle préconisée par les économistes. On conçoit que cette proposition sonne comme un cataclysme pour l&#8217;économie classique puisque toute la justification de sa « neutralité » repose sur la « Pareto-optimalité », c&#8217;est-à-dire l&#8217;idée que si tout le monde possède plus alors le bien-être en sera objectivement &#8211; c&#8217;est-à-dire sans jugement de valeur &#8211; augmenté. C&#8217;est cette idée qu&#8217;il faut combattre en premier lieu. Elle porte évidemment en elle une interprétation assez nouvelle des inégalités, qui ne peuvent plus être comprises comme la seule volonté de rattraper celui qui a le plus.</p>
<p>Le grand mérite de la notion de décroissance est d&#8217;insister sur cette composante d&#8217;une politique écologiste conséquente et sur la difficulté à la rendre légitime dans une perspective de convergence avec la critique sociale. Les &#8220;décroissantistes&#8221; utilisent le terme pour évoquer un changement de valeurs, un changement radical du point de vue porté sur nos économies pour pouvoir penser hors de la croissance. Mais il s&#8217;agit aussi de pointer moins des outils techniques à tout faire qu&#8217;une série de mesures destinées à incarner ou mettre en œuvre des priorités nouvelles, des mesures organisant la rupture avec le cercle vicieux production élargie &#8211; consommation pour « redistribuer, relocaliser, réutiliser ».</p>
<p>Le grand problème d&#8217;un tel renversement est le comment de son avènement, les modalités de construction d&#8217;un rapport de forces politique rendant acceptables en démocratie des « taxes écologiques » radicales. Pour cela, la convergence éco-socialiste doit fonctionner dans les deux sens. La sobriété d&#8217;une éco-économie est inimaginable, c&#8217;est-à-dire illégitime et socialement inacceptable, si les politiques qui la portent ne sont pas capables d&#8217;une part d&#8217;élargir la question de l&#8217;emploi à celle du travail et de son utilité ou de sens et d&#8217;autre part &#8211; et c&#8217;est ce qui nous occupe ici &#8211; de faire avancer l&#8217;égalité, de répondre à la question des inégalités, de leur creusement, y compris lorsque celui-ci est le fait de mesures écologiques.</p>
<p>Le problème est d&#8217;une acuité particulière lorsqu&#8217;il s&#8217;agit des pays du Sud, de leur place dans la distribution des richesses mondiales et surtout de la situation faite à leurs habitants les plus pauvres. L&#8217;impasse de la gauche est de sans cesse oublier que si l&#8217;on admet (ce qui est grossier mais pratique et de toute manière vrai sur le long terme) que le revenu est proportionnel à l&#8217;empreinte écologique, le SMIC représente 50 % de l&#8217;empreinte moyenne française laquelle correspond à l&#8217;équivalent de trois planètes ! L&#8217;erreur symétrique consiste à oublier que si l&#8217;empreinte écologique d&#8217;un Africain n&#8217;est qu&#8217;une fraction de celle d&#8217;un Américain, nombre des besoins dont personne ne viendrait contester le caractère essentiel (ce qui ne préjuge absolument de leur nature biologique ou physiologique comme en témoigne la question de l&#8217;accès à l&#8217;information) ont été totalement négligés par la société de croissance.</p>
<p>En dépit de la réussite industrielle et commerciale récente de quelques pays émergeants dont l&#8217;Inde, la Chine et le Brésil les inégalités sociales et écologiques « Nord-Sud » restent tout aussi massives et brutales que durant les Trente Glorieuses lorsque la dénonciation de « l&#8217;échange inégal » du « pillage des ressources » et de l&#8217;agriculture néocoloniale appartenaient au discours de base de la gauche et à l&#8217;horizon fondateur de l&#8217;écologie politique. La conjonction entre crise écologique globale et mondialisation néolibérale a renforcé l&#8217;inégalité pour rendre les populations d&#8217;Afrique, d&#8217;Asie et d&#8217;Amérique latine encore plus vulnérables. Les inégalités écologiques conjuguent ainsi une exposition accrue aux pollutions du fait des conditions de l&#8217;industrialisation et du transfert des déchets venus du Nord ; l&#8217;exportation massive des ressources naturelles conduisant à leur disparition rapide ; un accès restreint aux ressources de base, alimentaire comprises ; une sensibilité particulière aux effets du réchauffement climatique. De fait, ce dernier enjeu est devenu l&#8217;étalon à partir duquel sont réévalués d&#8217;anciennes questions comme les questions de production agricole ou d&#8217;accès à une eau de qualité.</p>
<p>La discussion sur les effets de la révolution verte et ses alternatives est un bon exemple de la complexité du problème. Au risque du schématisme, on peut dire que si la mobilisation technologique de la modernisation agricole des années 1960 et 1970 (monoculture, engrais, irrigation, semences industrielles génétiquement sélectionnées) a, pour les cultures commerciales, permis une augmentation des quantités produites. Elle l&#8217;a fait au prix d&#8217;une réduction drastique de la diversité des cultures locales et de l&#8217;autonomie des communautés, jetant des millions de paysans dans les bidonvilles ; elle l&#8217;a fait aussi au prix d&#8217;une fragilisation des systèmes de production que ce soit du fait de la sensibilité aux aléas techniques (sensibilité des espèces à haut rendement, développement des résistances aux pesticides, etc) ou des aléas financiers (effondrement périodique des prix à l&#8217;exportation). C&#8217;est ainsi que dans un conteste de changement climatique marqué par la fonte des couvertures glaciaires, le changement du régime des précipitations en zone tropicale et subtropicale, l&#8217;agriculture irriguée qui a &#8211; par exemple &#8211; fait le succès de la production indienne de riz est directement menacée. Quelles que soient leurs limites les cartes de vulnérabilité au changement climatique produite par les agences de l&#8217;ONU ou les cabinets d&#8217;experts spécialisés sont sans ambiguïtés sur l&#8217;ampleur de cette vulnérabilité. Parallèlement, des formes nouvelles de domination émergent dans le contexte des politiques écologiques globales par exemple en matière de conservation, de création de réserves ou de lutte contre la destruction de la forêt tropicale primaire. </p>
<p>Ce constat justifie totalement l&#8217;idée d&#8217;une décroissance sélective entre Nord et Sud pour assurer non seulement une redistribution significative des biens et moyens d&#8217;activité mais aussi prendre au sérieux les besoins « négligés », mettre en œuvre un autre « développement » au sens d&#8217;invention et de mise à disposition de biens spécifiques. La sélection peut notamment se faire en reconnaissant l&#8217;apport des pays du Sud dans la préservation de l&#8217;environnement global, mais pas seulement : ils ont aussi des techniques à proposer, notamment des techniques économes en ressources.</p>
<p>La critique du développement tel que les politiques des Trente Glorieuses l&#8217;ont mise en œuvre n&#8217;est plus à faire. Les réalignements de la mondialisation néolibérale se sont chargés de tordre le cou aux interventions massives de l&#8217;État, aux grands projets, aux investissements dans les infrastructures (énergie, routes, irrigation, etc.) comme moteurs de l&#8217;essor économique. Cette critique a d&#8217;ailleurs largement bénéficié de la critique des Etats-nations du Sud, de leurs grands projets bureaucratiques et de leur corruption. La mondialisation néolibérale a aidé l&#8217;émergence d&#8217;un discours mettant en avant besoins locaux, usage raisonné des ressources et accès aux marchés. Même la Banque mondiale s&#8217;est aujourd&#8217;hui convertie à des formes d&#8217;intervention et un discours qui conjuguent exportations et marchés locaux, respect des cultures indigènes et mondialisation des normes, investissements nationaux et évaluation environnementale. Face à la fin du développement et aux tournants « durables » des acteurs de la mondialisation la seule mise en avant du respect de la nature et des bienfaits de la relocalisation n&#8217;est donc pas sans ambiguïté et conflits. Surtout elle ne peut à elle seule donner des réponses à la question des besoins négligés et fonder une économie politique « écologique » attractive pour ceux qui doivent en priorité la concrétiser. On en prendra ici pour indicateur non pas les négociations climatiques (voir Dahan dans ce numéro) mais les enjeux sanitaires. Ceux-ci sont en effet révélateurs de pratiques de remise en cause de l&#8217;économie politique néolibérale et d&#8217;innovation « alternative » portées par les acteurs du Sud. La question de l&#8217;accès aux trithérapies du Sida a été largement médiatisée. Elle a joué un rôle décisif en ce qu&#8217;elle a non seulement reposé la question de la propriété intellectuelle, du système des brevets de médicament généralisé par l&#8217;OMC mais significativement changé les normes d&#8217;action. Les accords de Doha ont effet sanctionné une règle d&#8217;exception au système des brevets pour urgence de santé publique permettant &#8211; avec certaines restrictions &#8211; aux pays fortement touchés par l&#8217;épidémie de suspendre les brevets et d&#8217;engager la producton de trithérapies génériques. Le Brésil a profité de cet « accès » facilité de façon particulièrement intéressante en combinant production publique de générique, distribution gratuite et mise en place d&#8217;une infrastructure de recherche fondée sur la copie.  L&#8217;invention par la copie et le recours à des politiques publiques offensives ne sont pas les seules formes d&#8217;innovation alternative rendue possible par la fin de la quête obsessionnelle des transferts de technologies. Les usages des plantes médicinales dans les médecines traditionnelles sont ainsi devenues la cible d&#8217;intervention contradictoires associées à la valorisation de la biodiversité. Les alliances entre ONG et laboratoires -firmes locales (indiennes tout particulièrement) ne se limitent pas toujours à vouloir profiter du marché des médecines « douces » mais cherchent à « scientificiser » des formes de prise en charge des maladies tropicales différentes du paradigme de la grande industrie pharmaceutique identifiant la médecine à la distribution de molécules synthétisées en Europe ou aux États-Unis.</p>
<p>Prendre au mot le keynésianisme vert pour aborder les vrais enjeux.</p>
<p>Dans Eco-economy, le livre évoqué en introduction à cet article, L. Brown propose une stratégie économique de prise en compte des contraintes écologiques dont les deux piliers relèvent de l&#8217;intervention financière publique : introduire des écotaxes intelligentes et subventionner les activités jugées utiles du point de vue du développement durable ou plutôt des « contenus » de l&#8217;activité économique. La recette est typiquement « keynésienne » en ce qu&#8217;elle ne pose pas la question des formes de propriété, de leur diversité et de leurs rapports mais identifie la régulation aux actions monétaires de l&#8217;État et parie sur un effet « multiplicateur » de ces incitations financières par le relais des entreprises industrielles. La tentative présente aussi des éléments de politique postkeynésienne dans la mesure où l&#8217;enjeu n&#8217;est plus la recherche des grands équilibres pour maximiser la croissance et &#8211; dans les variantes socialistes &#8211; lier cette optimisation à la défense de l&#8217;emploi, plus rarement encore à la réduction des inégalités, mais bien de prendre en compte la « nature » des matériaux de la production et des activités humaines, leurs effets sur la nature. Ce changement d&#8217;objectif impose l&#8217;introduction dans l&#8217;éco-économie tant des relations entre humains et objets, vivants ou non que des inégalités résultant de l&#8217;organisation de ces rapports, en d&#8217;autres termes d&#8217;un ensemble de biens que les comptabilités « matières » et le chiffrage des externalités environnementales tentent d&#8217;objectiver. Ces déplacements sont un élément d&#8217;importance de la nouvelle donne « éco-écologique ». Malgré leurs limites, tant la gauche critique du capitalisme que la mouvance écologique ont tout intérêt à les prendre à sérieux pour les radicaliser et aborder les vrais enjeux. Au final l&#8217;argument que nous défendons est que ceux-ci se déclinent autour de trois priorités : reconnaître une « valeur » et non un prix à la nature ; redistribuer et réduire les inégalités tant celles sous-jacentes à la crise écologique que celle induites par les mesures imaginées pour y remédier ; relocaliser et resocialiser l&#8217;économie pour démocratiser les choix.</p>
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