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	<title>elucubracoes &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/elucubracoes/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "elucubracoes"</description>
	<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 22:04:54 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Efemeridade]]></title>
<link>http://psicopatafu.wordpress.com/2009/10/26/efemeridade/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 20:38:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>psicopatafu</dc:creator>
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<description><![CDATA[Parafraseando o título do posto do blog do @moraleida hoje, achei que ele ia falar algo parecido com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Parafraseando o título do posto do <a title="Dois Ouvidos" href="http://www.ricardomoraleida.com" target="_blank">blog</a> do @moraleida hoje, achei que ele ia falar algo parecido com isso, mas o tema dele em relação à efemeridade era diferente do que imaginei.</p>
<p>Já tem tempos afinal que quero escrever sobre isso, mas não estava pronta ainda. Tem sentimentos e elucubrações que prefiro amadurecer antes de colocar pra fora, e tem hora que prefiro intronizar um sentimento antes de externalizá-lo. Estava em momento assim. Agora já dou conta de teorizar.</p>
<p>Alguém, logo que entrei no <a title="Couchsurfing" href="http://www.couchsurfing.org" target="_blank">CS</a>, me veio com uma teoria (ou teorema, ou tese, ou ainda filosofia de buteco, como preferir) sobre relacionamentos e prazo de validade. Na época já puder comprovar empiricamente essa teoria a partir de algumas experiências minhas, entretanto, parece que ela ganha força cada vez que penso nela.</p>
<p>Segundo a teoria, os melhores relacionamentos têm prazo de validade. Você pode me responder que todos têm, afinal não somos eternos e um dia morremos, no mínimo o relacionamento termina aí. Mas a teoria refere-se a prazos curtos. Segundo quem me contou a teoria as pessoas mais legais com as quais você vai se relacionar na vida são aquelas que vão passar pela sua vida. Você não consegue contê-las, são fugazes, efêmeras. Como disse, por alguma observação poderia eu comprovar essa teoria.</p>
<p>Não que não tenha pessoas fantásticas na minha vida que permanecer por longo período e até hoje (haja visto tenho 4 amigas de 11 anos de amizade que são ótimas), entretanto há outras tantas pessoas que considero fantásticas e que gostaria de ter convivido mais. Mas por um motivo ou outro, a coisa desvaneceu.</p>
<p>Há pouco tempo isso ocorreu novamente comigo. Me pergunto às vezes se o fato da intensidade que coloco em alguns relacionamentos faz diferença nesses resultados, às vezes, fatídicos. Como eu tenho a tendência de me culpar à toa, acabo tentando me convencer que nada que eu tivesse feito ou deixado de fazer influenciaria no resultado final (apesar de saber que todo relacionamento é 50% 50%, portanto, passível de alteração de resultado caso qualquer componente da fórmula sofra alteração).</p>
<p>Enfim, fato é, a teoria se comprova novamente. O que faz com que eu ache que as pessoas mais interessantes não sejam as disponíveis? E eu não falo só de disponibilidade o cara ser casado, ou a amiga mudar de cidade, falo de disponibilidade emocional para vivenciar o relacionamento, seja ele qual for. Me pergunto novamente se a resposta está em mim e não no outro: se eu não estou disponível, por exemplo, para um relacionamento mais sério, pode ser uma explicação pela qual os sujeitos que eu acho mais interessantes serem aqueles com os quais eu não tenho “futuro”. Isso me exime, por exemplo, de arcar com a responsabilidade de arcar com esse relacionamento.</p>
<p>Sou do tipo de pessoa diz preferir se arrepender do que fez, do que se arrepender do que não fez. Isso é uma escolha. Essa escolha permite vivenciar um grande número de coisas, mas será que me permite vivenciar a fundo o que eu tenho? Até quando essas relações efêmeras vão me satisfazer? Acho que se eu começo a me perguntar, elas começam a não fazer tanto sentido quanto antes&#8230; A pergunta agora é: como mudar o chip mental e passar a achar interessantes as pessoas disponíveis? Se souber a resposta, me conte.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Vergonha Alheia]]></title>
<link>http://gilvas.wordpress.com/2009/10/26/a-vergonha-alheia/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 15:46:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>gilvas</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sofro de constrangimento alheio, ou seja, fico envergonhado quando alguma pessoa paga algum mico. Me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Sofro de constrangimento alheio, ou seja, fico envergonhado quando alguma pessoa paga algum mico. Me]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Devolva o Neruda que você me tomou]]></title>
<link>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/10/25/devolva-o-neruda-que-voce-me-tomou/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 00:53:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Escarola</dc:creator>
<guid>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/10/25/devolva-o-neruda-que-voce-me-tomou/</guid>
<description><![CDATA[Eu estava só revirando a estante de livros quando o Neruda, com cheiro de guardado, devolveu o amor ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu estava só revirando a estante de livros quando o Neruda, com cheiro de guardado, devolveu o amor que você me tomou. E nunca leu.</p>
<p>&#8230;&#8230;&#8230;..</p>
<p><em>Pensei morrer, senti de perto o frio,<br />
e de quanto vivi só a ti deixava:<br />
tua boca eram meu dia e minha noite terrestres<br />
e tua pele a república fundada por meu beijos.</em></p>
<p><em>Nesse instante terminaram os livros,<br />
a amizade, os tesouros sem trégua acumulados,<br />
a casa transparente que tu e eu construímos:<br />
tudo deixou de ser, menos teus olhos.</em></p>
<p><em>Porque o amor, enquanto a vida nos acossa,<br />
é simplesmente uma onda alta sobre as ondas,<br />
mas ai quando a morte vem tocar a porta </em></p>
<p><em>há teu olhar apenas para tanto vazio,<br />
só tua claridade para não seguir sendo,<br />
só teu amor para fechar a sombra.</em></p>
<p><strong><em>- Neruda (Cem Sonetos de Amor)</em></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Crenças e bundas]]></title>
<link>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/10/24/crencas-e-bundas/</link>
<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 18:08:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Escarola</dc:creator>
<guid>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/10/24/crencas-e-bundas/</guid>
<description><![CDATA[Outro dia comentei no facebook que, apesar de ser totalmente contra o trabalho infantil, contrataria]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Outro dia comentei no facebook que, apesar de ser totalmente contra o trabalho infantil, contrataria redatores de 5 anos para criar os filmes publicitários de Natal. Como é que pode sair alguma coisa realmente boa de uma cabeça de 34 anos que não acredita em Papai Noel nem em propaganda?</p>
<p>Minha filha Elisa acredita em Papai Noel. E em propaganda. Canta os jingles, dos piores aos menos piores, e sai correndo para me pedir a nova Barbie no instante seguinte que acaba o comercial. E eu não posso ser hipócrita e proibi-la de ver televisão. Até porque, graças ao novo conceito de propaganda 360º, a boneca persegue minha filha na escola, no supermercado e na casa das avós.</p>
<p>Então, retificando, eu acredito sim em propaganda. Mais do acredito em Deus e em cremes para celulite que, aliás, nem precisam fazer propaganda porque vendem por si só. Não tem uma mulher, nesta vida pelo menos, que não sonha em ter a bunda lisinha como a da Barbie.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1539" title="Barbie" src="http://saladadeescarola.wordpress.com/files/2009/10/picture-13.png" alt="Barbie" width="277" height="373" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Caloi Ceci]]></title>
<link>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/10/13/caloi-ceci/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 17:45:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Escarola</dc:creator>
<guid>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/10/13/caloi-ceci/</guid>
<description><![CDATA[Sentiu aquilo de novo, mas sabia que era mentira. Sentimentos são como monstros, não existem. Lembro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sentiu aquilo de novo, mas sabia que era mentira. Sentimentos são como monstros, não existem. Lembrou da sua mãe no dia que caiu da Caloi Ceci pela primeira vez “por acaso você esfolou os dois joelhos para chorar deste jeito?”<br />
Não era mais criança para acreditar em dor. E mesmo que fosse verdade e seu coração estivesse realmente todo esfolado, merthiolate não arde mais.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/aspiz/439572176/"><img src="http://saladadeescarola.wordpress.com/files/2009/10/picture-11.png" alt="Picture 1" title="Picture 1" width="495" height="368" class="aligncenter size-full wp-image-1525" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pura verdade]]></title>
<link>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/09/25/pura-verdade/</link>
<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 20:54:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Escarola</dc:creator>
<guid>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/09/25/pura-verdade/</guid>
<description><![CDATA[- Não sou apaixonado por você. - Como não? Falei as coisas mais inteligentes que você já ouviu. Fui ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>- Não sou apaixonado por você.</p>
<p>- Como não? Falei as coisas mais inteligentes que você já ouviu. Fui sexy o tempo todo. Descontraída nas horas que você queria. Forte nas que precisou. Pareci frágil para te dar poder. Forte para não perder o controle. Resgatei minhas melhores histórias. Verdadeiras e inventadas. Fui fantástica na cama. Fiz você se sentir mais fantástico ainda. Joguei na medida. Me entreguei na medida. Calculei todos os comentários. Segurei as lágrimas. Soltei os sorrisos. Eu&#8230;</p>
<p>-	Você precisa tirar férias de ser incrível.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Geração Y e sustentabilidade]]></title>
<link>http://psicopatafu.wordpress.com/2009/09/23/geracao-y-e-sustentabilidade/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 19:17:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>psicopatafu</dc:creator>
<guid>http://psicopatafu.wordpress.com/2009/09/23/geracao-y-e-sustentabilidade/</guid>
<description><![CDATA[Engraçado isso de pensar sustentabilidade justamente com a ascensão da Geração Y  nas empresas. É ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Engraçado isso de pensar sustentabilidade justamente com a ascensão da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gera%C3%A7%C3%A3o_Y" target="_blank">Geração Y</a>  nas empresas. É característica dessa geração ser fiel a si mesmo, e não à outras pessoas. Mas não será talvez em decorrência disso mesmo que o conceito de sustentabilidade pode se manter? Explico.</p>
<p>Sustentabilidade tem a ver com pensar no impacto das ações em todos os envolvidos, sob vários aspectos: ambiental, social e financeiro. Trocando em miúdos, quer dizer que se eu resolver lançar um produto sustentável, ele deve causar pouco impacto no meio ambiente, ser responsável socialmente com todos os envolvidos (e isso incluir funcionários, não serve só doar merenda pra creche) e ser rentável, para que eu possa continuar produzindo e perpetuando o círculo virtuoso.</p>
<p>Assim, no âmbito pessoal, se eu tenho uma atitude sustentável ela leva em consideração não somente meu desejo, mas as pessoas nas quais a minha atitude pode impactar, se a permanência de um planeta será afetada e se minha atitude é sustentável financeiramente. Ou, trocando em miúdos, se resolvo comprar um refrigerante pra mim num dia quente, devo ter dinheiro para isso, oferecer pra pessoa que me acompanha, e não jogar a latinha no chão depois de terminar.</p>
<p>Troquei sustentabilidade em termos extremamente simples aqui pra mostrar que nas pequenas atitudes, assim como nas grandes, é possível ser sustentável. Numa primeira avaliação, assim por cima, parece incompatível o desejo da Geração Y e atitudes sustentáveis. Entretanto não o é. Se o sujeito resolve ser fiel a si mesmo, e ele entende que esse ser fiel não é somente ser dominado pelo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Id" target="_blank">Id</a>, ele entende que suas atitudes vão impactá-lo, num momento ou em outro. Para isso ele precisa ter <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pensamento_sist%C3%AAmico" target="_blank">visão sistêmica</a>, e, pasmem, é mais fácil alguém da Geração Y ter visão sistêmica do que alguém de uma geração anterior.</p>
<p>O que me motivou esse post foi a <a href="http://is.gd/3BzpA" target="_blank">nota que a assessoria de comunicação do Mato Grosso do Sul</a> foi obrigada a soltar pra justificar seu governador ter chamado Carlos Minc de viado e maconheiro. E um outro texto contanto de como o <a href="http://bit.ly/d8W2n" target="_blank">stress no trabalho</a> tem sido reavaliado pelas empresas.</p>
<p>Hein? Explico.</p>
<p>Minha primeira sensação ao ler a nota foi o embrulho no estômago que eu sentiria se fosse obrigada a escrever uma coisa dessas para justificar o injustificável. E aí é que tá. Eu não sei se escreveria. Sabe-se lá a situação do sujeito que escreveu, e meu post não é para julgá-lo, mas para analisar uma inferência que fiz com outro texto. Se o sujeito realmente se incomodou em escrever a nota, como eu acho que eu me incomodaria, ele não está sendo fiel a si mesmo. E isso pode justificar uma das características da Geração Y de escolha de trabalho. Eu escolho trabalhar por prazer, no que acredito, em empresas com as quais eu me identifique com os valores. Não porque sou boazinha, mas porque me faz mal não ser fiel a mim mesma. E eu descobri que sou feliz no trabalho somente quando eu acredito no que faço.</p>
<p>Assim, se fosse eu no lugar do sujeito, minha atitude fiel a mim mesma seria não escrever a nota. Mesmo que isso causasse minha demissão.  E entendo essa  atitude é sustentável, mesmo que a princípio tivesse impacto financeiro negativo na vida do demitido.</p>
<p> Minha pergunta é, isso se aplica a todos da Geração Y? Ou não tem nada a ver com a geração e são fatos isolados um do outro, não podem ser interpretados da mesma maneira? Claro que nem faço idéia se o sujeito que escreveu a nota é ou não dessa geração, estou só conjecturando coisas a partir de uma inferência que fiz. E se ele fosse, faria diferença? Acho que é essa a pergunta.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amarelo fosforescente]]></title>
<link>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/09/23/amarelo-fosforescente/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 03:42:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Escarola</dc:creator>
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<description><![CDATA[São 10 da noite e eu tenho que criar um anúncio. Está escrito no briefing que é para amanhã até as 1]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>São 10 da noite e eu tenho que criar um anúncio. Está escrito no briefing que é para amanhã até as 15 de qualquer jeito. Passaram até aquela caneta fosforescente amarela para eu saber que o cumprimento do prazo é de extrema importância.<br />
Não tenho a menor idéia do que fazer, mas acabo de decidir que vou passar a caneta fosforescente no meu corpo. Vou começar pelo peito, perto do coração, ainda não ficou clara a urgência de tudo que tem aqui dentro. Quero subir pelos ombros e chegar até o pescoço. A dor que eu sinto ao virar a cabeça para os lados está aqui há anos. Se ficar bem amarela, não vou me esquecer de que preciso fazer alguma coisa. Estou me vendo. Não posso parar agora. Vou grifar as olheiras, ressaltar as marcas do tempo e fazer um círculo em volta da minha boca. Preciso sorrir. Sem falta. Também quero deixar bem marcado todo e qualquer espaço entre os fios de cabelo. Existem parágrafos inteiros aqui embaixo para serem lidos e compreendidos. E tem que ser hoje. Impreterivelmente. Não dá para esperar até amanhã depois das 15.</p>
<p><img src="http://saladadeescarola.wordpress.com/files/2009/09/photo-57-1.jpg" alt="eu" title="eu" width="500" height="375" class="aligncenter size-full wp-image-1430" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A lucidez da ignorância]]></title>
<link>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/09/20/a-lucidez-da-ignorancia/</link>
<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 05:07:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Escarola</dc:creator>
<guid>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/09/20/a-lucidez-da-ignorancia/</guid>
<description><![CDATA[Me bateu um ódio mortal das pessoas ignorantes com as quais já convivi. Não existe esforço mais em v]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Me bateu um ódio mortal das pessoas ignorantes com as quais já convivi. Não existe esforço mais em vão que tentar abrir as portas de uma pessoa ignorante. Elas só não absorvem nada como tornam-se ignorantes à própria incapacidade de absorção. Os ignorantes acham que inspirando cultura dos outros vão expirar lucidez. Mas a única maneira de enxergar algum crescimento nos ignorantes é fazendo-os subir na balança. Já que decidiu pensar, meu caro, coloque uma coisa na cabeça (se for possível): sua lucidez vai sair correndo pela mesma porta que vem tentando entrar.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/sugar_daddy/2835623394/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1414" title="ignorancia" src="http://saladadeescarola.wordpress.com/files/2009/09/2835623394_215231b5972.jpg" alt="ignorancia" width="332" height="500" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Duas observações sobre um domingo de trabalho]]></title>
<link>http://papagoiaba.wordpress.com/2009/09/20/duas-observacoes-sobre-um-domingo-de-trabalho/</link>
<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 03:52:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julio Ibelli</dc:creator>
<guid>http://papagoiaba.wordpress.com/2009/09/20/duas-observacoes-sobre-um-domingo-de-trabalho/</guid>
<description><![CDATA[(O casal de turistas com o(a) filho(a) é sempre o primeiro a entrar na loja. E são facilmente identi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.flickr.com/photos/realejolivros/3858217222/"><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2587/3858217222_935e56e423.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>(O casal de turistas com o(a) filho(a) é sempre o primeiro a entrar na loja. E são facilmente identificáveis pela profusão de xadrezes nas roupas vendidas como &#8216;confortáveis&#8217;, e que só tem coragem de usar &#8216;na praia&#8217;, NUNCA num Ibirapuera ou outro parque descolado de cidade no interior, que pedem tecidos mais, hum, &#8216;tecnológicos&#8217;)</p>
<p>(Corta para a filha loira &#8216;gatchena&#8217; do casal &#8211; de olhos claríssimos, fazendo biquinho para o pai (aquele de &#8216;compra! compra!&#8217;) ao se deparar com um livro do Che. Ela leva o livro ao lado do rosto para completar o que daria uma bela peça publicitária-espertinha-para-o-público-jovem-pseudo-engajado)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Blindness]]></title>
<link>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/09/15/blindness/</link>
<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 03:58:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Escarola</dc:creator>
<guid>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/09/15/blindness/</guid>
<description><![CDATA[Conheci um senhor de 92 anos na última sexta-feira. Ele veio se arrastando e disse: - quer casar com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Conheci um senhor de 92 anos na última sexta-feira.<br />
Ele veio se arrastando e disse:</p>
<p>- quer casar comigo?<br />
- o senhor está falando sério?<br />
- podemos dar certo, meu amor é cego.</p>
<p><a href="http://photos.uol.com.br/materia.asp?id_materia=312"><img class="aligncenter size-full wp-image-1403" title="Evgen Bavcar " src="http://saladadeescarola.wordpress.com/files/2009/09/picture-13.png" alt="Evgen Bavcar " width="297" height="198" /></a></p>
<p>- foto do meu querido Evgen Bavcar</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Você não polui]]></title>
<link>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/09/08/voce-nao-polui/</link>
<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 22:48:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Escarola</dc:creator>
<guid>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/09/08/voce-nao-polui/</guid>
<description><![CDATA[Papel - 6 meses Alumínio – 80 anos Plástico – mais de 100 anos Pneu – 600 anos Vidro – 1 milhão de a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Papel </strong>- 6 meses<br />
<strong>Alumínio </strong>– 80 anos<br />
<strong>Plástico </strong>– mais de 100 anos<br />
<strong>Pneu </strong>– 600 anos<br />
<strong>Vidro </strong>– 1 milhão de anos</p>
<p><strong>Vida </strong>- quando você percebe que jogou fora, já deteriorou. Pode até separar os anos e colocar nos lixos apropriados. Tirando suas idéias ultrapassadas, o resto não dá pra reciclar.</p>
<p><img src="http://saladadeescarola.wordpress.com/files/2009/09/picture-4.png" alt="Vik Muniz" title="Vik Muniz" width="426" height="548" class="aligncenter size-full wp-image-1364" /></p>
<p>Vik Muniz</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escolhas]]></title>
<link>http://psicopatafu.wordpress.com/2009/09/08/escolhas/</link>
<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 14:38:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>psicopatafu</dc:creator>
<guid>http://psicopatafu.wordpress.com/2009/09/08/escolhas/</guid>
<description><![CDATA[Cada escolha é uma renúncia. Essa história não é novidade para ninguém, mas toda vez que nos deparam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Cada escolha é uma renúncia. Essa história não é novidade para ninguém, mas toda vez que nos deparamos com uma escolha difícil essa verdade nos bate com força na cara. Mesmo eu, da Geração Y, que gosto de mudanças, tenho dificuldade em escolher em algumas determinadas situações. E vejo que essa situação não se aplica somente a mim.</p>
<p>Fazemos escolhas o tempo todo, desde as mais simples, como tomar café ou chá, até as mais complexas, como morar com o pai ou a mãe quando estes se separam. Isso pra dizer apenas das escolhas que as opções são somente duas. Muitas vezes elas contêm inúmeras possibilidades.</p>
<p>Uma escolha ainda está atrelada a um cenário externo a nós e outro interno. Quando escolhemos X em detrimento de Y, consideramos o que acontece ao nosso redor, os impactos de nossa escolha nas outras pessoas, as mudanças que ocorrerão a partir dessa escolha. E também avaliamos o que estamos sentindo, o que nos incomoda, o que nos faz feliz, as coisas que nos são caras naquele momento. Dessa análise complexa sai o resultado: mudar de cidade ou de emprego, namorar ou continuar solteiro, casar ou comprar uma bicicleta.</p>
<p>Para mim, as especialmente mais difíceis são as relacionadas à minha carreira. Fui criada para ser uma mulher independente, valorizo minha carreira muito, por vezes já escolhi a ela a determinados assuntos pessoais. Estudei onde e o curso que queria, mas tive que lutar muito até chegar lá. Fiz escolhas de mudança de trabalho difíceis, por duas vezes, considerando minha possibilidade de aprendizado em detrimento de ganho financeiro. Contei com a sorte, e claro, a competência colaborou para que ambas escolhas fossem bem sucedidas. Ainda assim, sabendo que meu <em>feeling</em> contribui bastante para o sucesso dessas escolhas, cada vez que elas se apresentam desencadeiam todo o processo de avaliação de possibilidades novamente.</p>
<p>O mais difícil ao escolher, afinal, é conseguirmos ser coerentes com aquilo que realmente queremos. E muitas vezes, o que realmente queremos não está suficientemente claro para nós. Entender isso, perceber o que buscamos de verdade, fará com que façamos sempre as escolhas mais acertadas, por mais difíceis que elas possam parecer. E fazem com que as renúncias inerentes à escolha não nos pesem no futuro, e causem possíveis arrependimentos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Limpar privada vira campeonato]]></title>
<link>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/09/07/limpar-coco-vira-campeonato/</link>
<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 02:19:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Escarola</dc:creator>
<guid>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/09/07/limpar-coco-vira-campeonato/</guid>
<description><![CDATA[Navegando pelo UOL me deparei com a seguinte enquete: Qual foi a melhor empregada da novela “Caminho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Navegando pelo UOL me deparei com a seguinte enquete:<br />
<em><strong>Qual foi a melhor empregada da novela “Caminho das Índias”?</strong><br />
</em>Tirando o fato que se passa na Índia, não sei mais nada sobre a novela que pode, inclusive, ser uma trama voltada à problemática das empregas estilo “Domésticas” de Fernando Meirelles.<br />
Sem querer desmerecer o programa que eu realmente não conheço em profundidade, uma enquete para saber qual foi a melhor empregada da novela é um afronto à dignidade do brasileiro e, principalmente, das milhares de brasileiras que passam o dia limpado a sujeira dos outros.<br />
Quando várias empregadas chegam a ter papéis relevantes a ponto de conduzirem a trama banal de uma novela da Globo é porque a diferença sócio-econômica, o problema mais grave deste país, tornou-se algo inquestionável. Nas novelas existem as mocinhas, os mocinhos, os vilões e as empregadas que limpam o cocô de todo mundo. Nada mais natural, não é mesmo?<br />
Errado. Nenhuma mulher nasceu pré-destinada a ser empregada (talvez na Índia), mas no Brasil isto é um problema muito sério e complexo que não pode ser tratado de maneira tão irresponsável, principalmente pela emissora de maior audiência deste país.<br />
Não vou me surpreender se daqui um tempo eu acessar novamente o UOL e encontrar uma nova enquete:<br />
<em><strong>Qual a melhor criança abandonada da nova novela das oito? </strong></em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1350" title="empregadas" src="http://saladadeescarola.wordpress.com/files/2009/09/picture-11.png" alt="empregadas" width="500" height="365" /></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[A herege]]></title>
<link>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/08/30/a-herege/</link>
<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 19:26:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Escarola</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aprendi que acreditar em alguma coisa após a morte nos faz aceitar as desgraças do mundo. Nada mais ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Aprendi que acreditar em alguma coisa após a morte nos faz aceitar as desgraças do mundo. Nada mais sensato. “Que Deus cuide das criancinhas subnutridas em Serra Leoa” é algo muito fácil de pensar deitada no meu sofá na Vila Madalena. </p>
<p>Quero ter fé, mas me sinto pecando. Minha racionalidade é tanta que vejo a alma escorrendo pelo ralo toda vez que tomo banho. Mas não sou forte o bastante para arcar com meus erros. É duro demais não ter a quem recorrer. O cara que inventou aquela do “vivendo e aprendendo” era um puta de um masoquista. </p>
<p>Não dá mais para culpar os pais. Não dá para culpar a garota idiota que não me deixava brincar de Barbie. E assumir “sim, caguei” é de uma crueldade sem tamanho. Não é à toa que me pego olhando para cima com as mãos na cabeça &#8211; “puta que pariu, me ajuda”. </p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/thevisionsofkai/2586342501/"><img src="http://saladadeescarola.wordpress.com/files/2009/08/picture-16.png" alt="ceu" title="ceu" width="496" height="326" class="aligncenter size-full wp-image-1309" /></a> </p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[O interruptor]]></title>
<link>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/08/26/o-interruptor/</link>
<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 03:23:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Escarola</dc:creator>
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<description><![CDATA[Medo de dormir de luz apagada. Mais ainda de acordar de luz acesa. Estou me perseguindo. E não é via]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Medo de dormir de luz apagada.<br />
Mais ainda de acordar de luz acesa.<br />
Estou me perseguindo.<br />
E não é viagem da minha cabeça.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[O que é isso?]]></title>
<link>http://psicopatafu.wordpress.com/2009/08/21/o-que-e-isso/</link>
<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 20:13:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>psicopatafu</dc:creator>
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<description><![CDATA[O que é isso que me consome? Vai passar? Tenho me feito essas duas perguntas recentemente. Um sentid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O que é isso que me consome? Vai passar? Tenho me feito essas duas perguntas recentemente. Um sentido de urgência, de querer que as coisas aconteçam (não faço idéia do que sejam, mas quero que elas aconteçam), essa inquietude. Tá, geração Y e tal, fazemos tudo ao mesmo tempo e agora, e queremos tudo pra ontem. Mas será que vai passar? Ou seremos uma geração de eternos inquietos?</p>
<p>Essa coisa de parar num emprego, criar raízes num trabalho (e eu chamo isso de ficar mais do que 5 anos no mesmo emprego. Nenhum dos meus amigos passou de 4 no mesmo lugar). Namorar e casar. Ok, alguns namoram e casam, mas tenho visto ficar cada vez mais comum solteiro com 25 anos que não tem a menor intenção de estabelecer relacionamentos sérios durante um bom tempo. E ainda não criar raízes num local. Tenho amigas que querem mudar pro Rio, outra pra Salvador, outro quer mudar de país. Quase ninguém quer ficar no mesmo lugar o resto da vida.</p>
<p>Um amigo me disse que não quer se acomodar com o que incomoda (teatro mágico). O problema é se tudo incomoda. E se tudo vai continuar incomodando. É certo que a insatisfação é a mola da mudança. Somente quando estamos insatisfeitos que nos movemos para mudar uma determinada situação. Então será que somos apaixonados pela mudança? Vamos passar o resto da vida mudando tudo?</p>
<p>O objetivo não desse post não é uma apologia à mesmice, nem nada do gênero. Só tenho “me incomodado” com isso de não chegar num ponto em que eu encontre satisfação e queira permanecer com aquilo por um bom tempo&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Política for dummies]]></title>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 13:34:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Escarola</dc:creator>
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<description><![CDATA[Eu sou a única pessoa petista que eu conheço que ainda era petista. Cansei. Chega de fechar os olhos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu sou a única pessoa petista que eu conheço que ainda era petista. Cansei. Chega de fechar os olhos em nome de pensamentos românticos adolescentes. Agora não acredito em mais ninguém. Nem na Juma Marruá do Acre que daqui um ano vai dizer com toda a honestidade que lhe foi atribuída: “Não tenho condições de fazer nada pelo Brasil.”</p>
<p><img src="http://saladadeescarola.wordpress.com/files/2009/08/picture-34.png" alt="Sarney" title="Sarney" width="500" height="352" class="aligncenter size-full wp-image-1280" /></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Epitáfio]]></title>
<link>http://partodeideias.wordpress.com/?p=38</link>
<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 02:54:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>abizinoto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Viver é muito fácil, respirar e pronto, comer na hora certa e esperar a morte. Nesse ínterim, a brin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Viver é muito fácil, respirar e pronto, comer na hora certa e esperar a morte. Nesse ínterim, a brincadeira é criar a história de vida que melhor se possa conseguir, e resumí-la com criatividade para as palavras que serão gravadas na pequenina tabuleta sobre a grama que vai agasalha-lo na eternidade. Alguns escolhem criar uma verdade grande o suficiente para ser descrita em uma só palavra. Outros precisam de tanto pra se explicar que acabam perdidos no esquecimento da retórica. Sem fim, no fim.</p>
<p>Um segundo de lembrança que não seja representado por palavras que te apequenam como “somente” ou a &#8220;saudade&#8221;, talvez uma “ainda”.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Rapidinhas]]></title>
<link>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/08/18/rapidinhas/</link>
<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 17:13:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Escarola</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tomei um chão na escadaria do prédio. E por causa dessa porra de lei que só pode fumar na rua, metad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tomei um chão na escadaria do prédio. E por causa dessa porra de lei que só pode fumar na rua, metade da agência viu.</p>
<p>A idade faz a gente simplificar as coisas. Agora quero um homem que gosta de falar de futebol, não de amor. </p>
<p>Percebi que não adianta nada ficar reivindicando justiça. É muito mais eficiente rezar o Pai Nosso.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Em farelos]]></title>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 16:59:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Escarola</dc:creator>
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<description><![CDATA[PS: Se é pra sofrer, prefiro comer paçoca.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://saladadeescarola.wordpress.com/files/2009/08/dsc048522.jpg" alt="paçoca" title="paçoca" width="500" height="375" class="aligncenter size-full wp-image-1256" /></p>
<p>PS: Se é pra sofrer, prefiro comer paçoca.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Me poupe]]></title>
<link>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/08/13/me-poupe/</link>
<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 03:49:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Escarola</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pode falar &#8220;podia ter chego mais cedo&#8221;, &#8220;que seje&#8221;, &#8220;de segunda&#8221;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pode falar &#8220;podia ter chego mais cedo&#8221;, &#8220;que seje&#8221;, &#8220;de segunda&#8221;, “quer que eu ligo”, &#8220;menas coisas&#8221;, &#8220;pra mim fazer&#8221;; juro que não me incomoda.<br />
Mas, por favor, não me venha com “vamos combinar?”, “ótemo”, “gênio” e “ninguém merece”.<br />
Me dá vontade de ir morar na Ucrânia.</p>
<p><img src="http://saladadeescarola.wordpress.com/files/2009/08/picture-24.png" alt="gênio" title="gênio" width="500" height="233" class="aligncenter size-full wp-image-1227" /></p>
<p>Olha que gênio isso!!!!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Figuras ]]></title>
<link>http://saladadeescarola.wordpress.com/2009/08/11/figuras/</link>
<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 14:21:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Escarola</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hiperbólicos: Conheci a mulher da minha vida. Eufemistas: Conheci uma mulher interessante. Verdadeir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Hiperbólicos:</strong><br />
Conheci a mulher da minha vida.</p>
<p><strong>Eufemistas:</strong><br />
Conheci uma mulher interessante.</p>
<p><strong>Verdadeiros:</strong><br />
Não conheço.</p>
<p><img src="http://saladadeescarola.wordpress.com/files/2009/08/picture-12.png" alt="gramatica" title="gramatica" width="304" height="397" class="aligncenter size-full wp-image-1219" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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