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	<title>em-2008 &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/em-2008/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "em-2008"</description>
	<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 13:44:35 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Marketing no setor público: a criação de uma agenda escolar como produto capaz de suprir as necessidades informacionais verificadas no ambiente do colégio estadual Padre Arnaldo Jansen]]></title>
<link>http://rhaonipicoli.wordpress.com/2009/11/09/marketing-no-setor-publico-a-criacao-de-uma-agenda-escolar-como-produto-capaz-de-suprir-as-necessidades-informacionais-verificadas-no-ambiente-do-colegio-estadual-padre-arnaldo-jansen/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:42:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>rhaonipicoli</dc:creator>
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<description><![CDATA[Florindo Rhaoni Picoli; Natália Moratteli Padilha; Vanessa Putrique Gonçalves; Vanessa Viol Moretti.]]></description>
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<title><![CDATA[Demandas de informação inerentes ao uso do portal Dia-a-Dia Educação por professores do Colégio Estadual Flávio F. da Luz - Curitiba / PR]]></title>
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<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:41:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>rhaonipicoli</dc:creator>
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<description><![CDATA[Florindo Rhaoni Picoli; Ana Carolina Greef; Camila Manfrinatto; Francisco Daniel de Oliveira Costa. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Florindo Rhaoni Picoli; Ana Carolina Greef; Camila Manfrinatto; Francisco Daniel de Oliveira Costa. ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Gestão da Informação e Marketing: a elaboração de uma agenda escolar como alternativa de suprir as necessidades informacionais verificadas no Colégio Estadual Padre Arnaldo Jansen]]></title>
<link>http://rhaonipicoli.wordpress.com/2009/11/09/gestao-da-informacao-e-marketing-a-elaboracao-de-uma-agenda-escolar-como-alternativa-de-suprir-as-necessidades-informacionais-verificadas-no-colegio-estadual-padre-arnaldo-jansen/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:38:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>rhaonipicoli</dc:creator>
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<description><![CDATA[Florindo Rhaoni Picoli. Painel e apresentação oral realizada durante o Evento de Iniciação Científic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Florindo Rhaoni Picoli. Painel e apresentação oral realizada durante o Evento de Iniciação Científic]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Políticas de informação: sistematização de um modelo de diretrizes informacionais para Colégio Estadual Flávio F. da Luz]]></title>
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<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:37:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>rhaonipicoli</dc:creator>
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<description><![CDATA[Florindo Rhaoni Picoli; Ana Carolina Greef; Camila Manfrinatto; Francisco Daniel de Oliveira Costa. ]]></description>
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<title><![CDATA[Marketing da informação: o estudo de caso da Climatempo]]></title>
<link>http://rhaonipicoli.wordpress.com/2009/11/09/marketing-da-informacao-o-estudo-de-caso-da-climatempo/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:34:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>rhaonipicoli</dc:creator>
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<description><![CDATA[Florindo Rhaoni Picoli; Natália Moratteli Padilha; Vanessa Putrique Gonçalves; Vanessa Viol Moretti.]]></description>
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<title><![CDATA[Árvore binária de busca: construção de um modelo voltado à organização de um conjunto de dados]]></title>
<link>http://rhaonipicoli.wordpress.com/2009/11/09/arvore-binaria-de-busca-construcao-de-um-modelo-voltado-a-organizacao-de-um-conjunto-de-dados/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:28:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>rhaonipicoli</dc:creator>
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<description><![CDATA[Florindo Rhaoni Picoli; Ana Carolina Greef; Camila Manfrinatto; Francisco Daniel de Oliveira Costa; ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Florindo Rhaoni Picoli; Ana Carolina Greef; Camila Manfrinatto; Francisco Daniel de Oliveira Costa; ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Inter x Timão: polêmico Ricardo Marques Ribeiro apita a decisão da Copa do Brasil]]></title>
<link>http://blogdointer.wordpress.com/2009/06/30/inter-x-timao-polemico-ricardo-marques-ribeiro-apita-a-decisao-da-copa-do-brasil/</link>
<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 05:04:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>brennofaro6</dc:creator>
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<description><![CDATA[No mesmo dia que o Internacional criou um dossiê relatando os erros de arbitragem que teriam favorec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No mesmo dia que o Internacional criou um dossiê             relatando os erros de arbitragem que teriam favorecido o             Corinthians a         chegar à final da Copa do         Brasil, a CBF anunciou o nome do árbitro que apitará a         decisão do torneio. O nome do polêmico Ricardo Marques Ribeiro,         de Minas Gerais, foi sorteado e ele comandará Inter x Timão,         nesta quarta-feira, no Beira-Rio. O primeiro duelo, em São         Paulo, terminou com a vitória do time paulista por 2 a 0.</p>
<p>Ricardo Marques Ribeiro se envolveu em algumas polêmicas nos         últimos anos. Logo após a primeira rodada do Brasileiro do ano         passado, o homem de preto foi suspenso pela Comissão de         Arbitragem, por falta             de ação disciplinar na partida entre Palmeiras e         Coritiba. Ainda em 2008, foi a vez do Figueirense             reclamar do árbitro, depois da partida contra o         Fluminense, quando o time carioca venceu a partida com um gol         aos 40 minutos da etapa final. Washington, então no Flu, teria         desviado a bola com a mão, tirando do goleiro Wilson, e deixando         Thiago Neves livre para marcar.</p>
<p>No início deste ano, o presidente do Atlético-MG, Alexandre         Kalil, divulgou uma nota             oficial com acusações contra Marques Ribeiro. O         dirigente atleticano acusou o árbitro de ser funcionário do         vice-presidente do Conselho Deliberativo do Cruzeiro e pediu         para que ele não apitasse mais jogos do Galo.</p>
<p>Nesta quarta, o Corinthians pode perder por até um gol de         diferença que conquista o título da Copa do Brasil. Já o         Colorado tem a obrigação de vencer por pelo menos dois gols para         levar a taça. Caso leve um gol no Beira-Rio, o time gaúcho tem         que aumentar a diferença para três.</p>
<p><strong>Confira a arbitragem de Inter x Timão:</strong></p>
<p>Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)<br />
Assistente 1:         Alessandro Matos (BA)</p>
<p>Assistente 2: Roberto Braatz (PR)</p>
<p>Quarto Árbitro: Leandro Vuaden (RS)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Jornalista americano consegue escapar]]></title>
<link>http://usaconfidential.wordpress.com/2009/06/20/jornalista-americano-consegue-escapar/</link>
<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 16:10:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>usaconfidential</dc:creator>
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<description><![CDATA[O jornalista do New York Times David Rohde, que foi sequestrado por terrorista no Afeganistão em 200]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O jornalista do <em>New York Times </em>David Rohde, que foi sequestrado por terrorista no Afeganistão em 2008, encontra-se , neste momento, sob proteção do exército americano.</p>
<p>O jornal nao deu detalhes de como Rohde conseguiu escapar das mãos dos terroristas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bolsa de valores]]></title>
<link>http://valentimrfagim.wordpress.com/2009/04/16/bolsa-de-valores/</link>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 22:41:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>valentimrfagim</dc:creator>
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<description><![CDATA[No sec. XVIII todas as monarquias europeias falavam francês. Hoje, com a exceção de Zapatero e Berlu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No sec. XVIII todas as monarquias europeias falavam francês. Hoje, com a exceção de Zapatero e Berlusconi, todas as chefias de estado europeias falam inglês e só algumas se expressam em francês. Por outras palavras, o valor do francês e do inglês seguiu caminhos divergentes. </p>
<p>O valor em bolsa de uma língua descansa essencialmente no valor dos seus falantes e dos países que as falam. Neste sentido conta mais a qualidade do que a quantidade. Poucas pessoas no mundo sabem da existência do Bhojpuri (eu próprio nada sabia dele até escrever este artigo) embora seja falado por 126 milhões de pessoas na Índia. </p>
<p>Foros como o G-8 podem ser mais ilustrativos. Nele há três países anglófonos, o Canadá, os EUA e a GB, o que dá para ver porque o inglês é a língua não materna mais estudada.</p>
<p>Outro dado: a CPLP vai pedir para o português se tornar língua oficial da ONU. Por quê? Talvez por o Brasil ser um país Bric (Brasil-Rússia-Índia-China) e se tudo correr como os especialistas esperam que corra, as economias juntas destes países superarão, em menos de 40 anos, as do G-6 (os países mais industrializados hoje).</p>
<p>G-6, G-8, G-20&#8230; vamos deter-nos agora no GZ. Sabemos que o valor da nossa língua, aqui, não é muito alto. Afinal, não é falado polas pessoas que têm mais capital, seja este do tipo que for: dinheiro, fama, prestígio, poder. Perante isto, muitas vezes temos caído na ilusão de fazer de esta carência, virtude. Já sabedes como é o esquema: a língua asterix-obelix a resistir agora e sempre ao invasor. O problema é que em bastantes ocasiões o invasor nos mudou os cueiros, trabalha ao nosso lado e, em casos extremos, até dorme connosco. </p>
<p>Na verdade, a maioria das pessoas respondem a outros estímulos. Numa cidade galega, um desenhador gráfico recebe a visita do dono de um restaurante. Quer uma ementa em galego. Curioso, o desenhador pergunta o motivo, ao qual o cliente responde: o delegado de cultura vem comer habitualmente ao meu negócio. </p>
<p>Valeu? Valor.</p>
<p><em>Outubro 2008</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como os catalães e os bascos]]></title>
<link>http://valentimrfagim.wordpress.com/2009/04/16/como-os-catalaes-e-os-bascos/</link>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 22:27:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>valentimrfagim</dc:creator>
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<description><![CDATA[Catalunha e o País Basco, tal como a Europa, som além de uma realidade histórica, um espaço mítico. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Catalunha e o País Basco, tal como a Europa, som além de uma realidade histórica, um espaço mítico. Assim, quando alguém fala “da Europa” não se está a referir a Grécia ou a Polónia. Da mesma forma quando se afirma que temos que fazer “como os catalães e os bascos”, ninguém está a pensar em Albert Boadella ou em Iñaki Urdangarin.</p>
<p>Ambas as nações são olhadas por nós com um misto de inveja e admiração:  a sua mesma existência vem a ser afinal uma esperança para o nosso desespero. No entanto, e aqui erramos, não os observamos a olho nu, usamos lupa. </p>
<p>Esta lupa permite-nos ver e engrandecer o seu capital humano: os jornais que se criam num dia, selecções em competições internacionais, 66% de pais e mais a escolher ensino em euscara, o domínio CAT&#8230; mas não nos deixa ver o capital financeiro que está por trás (o que até é espantoso, porque não é pouco).  </p>
<p>Isto é assim porque valorizamos o sacrifício, a militança e o voluntarismo. Reverenciamos Robin Hood quando na verdade as línguas (e as nações) precisam também do João sem Terra para assim alargar o seu capital. </p>
<p>Novas da Galiza, o jornal que tens entre as mãos, vai fazer no Outono uma ampliação de capital; para sermos um bocadinho mais “como os catalães e os bascos”. </p>
<p><em>Agosto de 2008</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Língua visível do meu povo]]></title>
<link>http://valentimrfagim.wordpress.com/2009/04/16/lingua-visivel-do-meu-povo/</link>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 22:24:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>valentimrfagim</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cena 1 Entramos no restaurante, pegamos na carta, lemos a ementa do dia e pedimos qualquer cousa que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Cena 1</p>
<p>Entramos no restaurante, pegamos na carta, lemos a ementa do dia e pedimos qualquer cousa que não aparece lá. O empregado olha-nos estranhado, apenas há 4 pratos para escolher, só um deles é peixe, portanto e sem demorar muito exclama: ah, merluza!</p>
<p>Cena 2</p>
<p>Vamos até um banco pedir um crédito. Falamos durante 15, 20 minutos com a directora, uma mulher agradável. Ao sair da sucursal reparamos nas palavras que deixaram de sair dos nossos lábios durante a conversa e sabemos que todas elas tenhem algo em comum.</p>
<p>Cena 3</p>
<p>Estamos na mercearia, está calor e o nosso corpo pede fruta fresca. Pedimos morangos e ameixas mas temos a precaução de assinalar com o dedo cada um dos nossos pedidos, e é só graças a isso que somos convenientemente servidos. </p>
<p>O que tenhem em comum as três cenas é a invisibilidade. Na década de 60 cantava o poeta aquilo de Língua Proletária do meu Povo. Cinquenta anos depois teima-se na cantiga quando na verdade era o momento de se passar para Língua Visível do meu Povo. Porque o que não se vê, não existe. Pior, não dá para reclamar.</p>
<p><em>Julho de 2008</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O mapa do tempo]]></title>
<link>http://valentimrfagim.wordpress.com/2009/04/16/o-mapa-do-tempo/</link>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 22:22:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>valentimrfagim</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nacionalismo Banal é um termo criado por Michael Biling e que fai referência a todas aquelas acções ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nacionalismo Banal é um termo criado por Michael Biling e que fai referência a todas aquelas acções que, sob o pano da normalidade, venhem a dizer-nos a que nação pertencemos. É a selecção nacional, o concurso de eurovisión, a bandeira nos ingredientes dos cereais&#8230; ou o mapa do tempo.</p>
<p>Apareça este em meios galegos ou em meios madrilenos permanece uma constante: sabemos se vai chover em Maiorca mas não no Porto, e isto apesar de que por cada estadia de um cidadão galego em Maiorca, há 100 visitas à cidade invicta. Não falemos já em Melilha ou em Ceuta&#8230;</p>
<p>O mapa do tempo já tanto invadiu a nossa retina, que nem muitas pessoas que se dizem nacionais galegas conseguem desprender-se do seu influxo hipnótico.</p>
<p>Recentemente dous cidadãos galegos estiveram na Assembleia da República portuguesa a falar da língua que nos une. O mais significativo, a meu ver, é que estiveram como galegos. Talvez por isto, o seguimento que se fixo na Galiza foi assim tão mesquinho e, o que é bem pior, alguns meios nacionais galegos não ofereceram um perfil lá muito genuíno.</p>
<p>O próximo ano vão decorrer os II Jogos da Lusofonia em&#8230; Lisboa (que seja dito de passagem fica mais perto que Maiorca) A questão que se coloca é: continuaremos encerrados no seu mapa do tempo ou aproveitaremos este evento para alimentar o nosso necessitado nacionalismo banal?</p>
<p><em>Maio 2008</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bla, Bla, Bla...]]></title>
<link>http://valentimrfagim.wordpress.com/2009/04/16/bla-bla-bla/</link>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 22:21:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>valentimrfagim</dc:creator>
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<description><![CDATA[A forma Galiza provém de Gallaecia. BLA BLA A terminação “cia” na nossa língua derivou em “za” como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A forma Galiza provém de Gallaecia. BLA BLA A terminação “cia” na nossa língua derivou em “za” como se pode ver em palavras como BLA BLA BLA&#8230; Nos textos medievais até os séculos XIII-XIV a forma predominante era Galiza, enquanto nos séculos XV-XVI, as proporções invertem-se e BLA, BLA BLA&#8230;. A forma Galicia é a forma espanhola e a forma Galiza portuguesa, portanto BLA BLA BLA&#8230; Sempre em Galiza de Castelao, Consello de Galiza no exílio, Historia de Galiza de Otero Pedraio BLA, BLA BLA&#8230;</p>
<p>8 Junho. Ditame da Real Academia Galega: A denominación oficial do País normativa e xuridicamente lexítima é Galicia.</p>
<p>10 Junho. La Voz de Galicia puxa do tema. Lois Blanco, açoite do nacionalismo não espanhol, afirma que o BNG não renunciará à “utilização ideológica de Galiza com dinheiro público”.</p>
<p>11 Junho. O deputado popular Ignacio López Chaves anuncia a apresentação de uma iniciativa no Parlamento a favor do uso exclusivo de &#8220;Galicia&#8221;.</p>
<p>12 Junho. PP e PSOE rechaçam considerar o galego “idioma oficial preferente” como pediu o BNG. O porta-voz socialista afirma que a petição é só para agradar os militantes e a porta-voz popular frisa que “há que impulsionar o galego com carinho”. </p>
<p>17 Junho. Nas comunicações oficiais dos departamentos autonômicos da Junta o BNG usará Galicia. Anxo Quintana acata o ditame da RAG e afirma que &#8220;Para a comunicação oficial, o nome é Galicia”.</p>
<p>E acabou o BLA, BLA, BLA.<br />
<em><br />
Junho de 2008</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nacional de onde?]]></title>
<link>http://valentimrfagim.wordpress.com/2009/04/16/nacional-de-onde/</link>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 22:14:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>valentimrfagim</dc:creator>
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<description><![CDATA[Imaginai a seguinte competição. Pegamos na grelha de filmes da TVG desde o seu começo até hoje. Conc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Imaginai a seguinte competição. Pegamos na grelha de filmes da TVG desde o seu começo até hoje. Concorrem filmes de Cantinflas em V.O. contra películas do Brasil ou Portugal. Qual o resultado? 40-5? Talvez.</p>
<p>Outro desafio. Seção de obituários de El País contra semanário A Nosa Terra na íntegra. Ano 2008. Qual dos dous dedica mais informação sobre o Brasil e Portugal? Acertaste, cara, mas quando os mortos ganham aos vivos, na verdade, não dá para festejar.</p>
<p>No entanto, as iniciativas lusófonas na Galiza vivem a sua época melhor, e tudo aponta para essa difusão crescer. E isto é o fruto de pessoas que para além de possibilismos, das línguas irmãs ma non troppo, tornam possível o desejável. </p>
<p>Agora é preciso os nossos meios de comunicação (alguns já o fazem) acompanharem e alimentarem o processo. Nomeadamente os públicos. É desconcertante acender o rádio para ouvir em direto o concerto de Cantos na Maré em Ponte Vedra para, ao acabar uma canção, reparar que o evento não estava a ser retransmitido pola rádio galega mas por RN&#8230;E. </p>
<p><em>Dezembro 2008</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Espinete e o Tom Zé]]></title>
<link>http://valentimrfagim.wordpress.com/2009/04/16/o-espinete-e-o-tom-ze/</link>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 00:43:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>valentimrfagim</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quem é o Tom Zé? Um louco baiano de 71 anos que num concerto na capital puxo toda a malta a rir e a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quem é o Tom Zé? Um louco baiano de 71 anos que num concerto na capital puxo toda a malta a rir e a vibrar. </p>
<p>Por que o menciono nesta secção? Se pegamos nas crónicas que os média deram do evento todos destacam a Comunicação que se deu entre o artista e o público. Alguns até frisam que se estendeu de mais nos seus monólogos e houve uma canção, Brigitte Bardot, que arrancou as melhores gargalhadas da noite. </p>
<p>Quem é o Espinete? Era a personagem principal da versão espanhola de Rua Sésamo. Tratava-se de um porco-espinho que media 1,80 cm e era cor de rosa.</p>
<p>Por que o menciono nesta seção? </p>
<p>Na Galiza existem muitas vozes, quase todas as institucionais, a ecoarem que o português é estrangeiro. Portanto, Tom Zé fala estrangeiro. E, no entanto, a galera que se reuniu em Santiago acompanhou o Tom Zé, e o pessoal parece não reparar na contradição. Ora, sendo miúdos, também não ligávamos para  o facto de o Espinete andar sem roupa durante o dia, para a noite deitar-se a dormir de pijama e gorro. </p>
<p>Enfim, Espinete está vestido, o Rei esta despido, o português é nosso.<br />
<em><br />
Abril, 2008</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[2084]]></title>
<link>http://valentimrfagim.wordpress.com/2009/04/16/2084/</link>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 00:39:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>valentimrfagim</dc:creator>
<guid>http://valentimrfagim.wordpress.com/2009/04/16/2084/</guid>
<description><![CDATA[1707- Decreto de Nova Planta no Reino de Aragão que PROÍBE o uso do catalão na escola, nos tribunais]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>1707- Decreto de Nova Planta no Reino de Aragão que PROÍBE o uso do catalão na escola, nos tribunais civis e eclesiásticos, nos livros de contabilidade empresarial e no teatro.</p>
<p>1857- A Lei Moyano torna o ensino primário em universal e IMPÕE a língua castelhana como a única a ser estudada.</p>
<p>1923 – Uma das primeiras iniciativas do general Primo de Rivera, após o Golpe Militar, é a OBRIGAÇÃO de usar unicamente o castelhano no ensino público e privado.</p>
<p>1978 &#8211;  A Constituição espanhola estabelece uma hierarquia entre as línguas do Reino. O castelhano é a única que os cidadãos tenhem a OBRIGA de conhecer. O resto ficam-se em direito.</p>
<p>2008- Uma responsável de Galicia Bilingue queixa-se de os livros de geografia em galego mudarem o nome dos rios. O <em>conseller de educació</em> valenciano afirma que o seu departamento prefere potencializar o inglês antes do que outra língua estrangeira (refere-se ao catalão). Um inquérito de um jornal espanhol mostra que metade dos questionados acham que ensinar galego, catalão ou basco na Andaluzia é NEGATIVO </p>
<p>2084 – Dous meninos discutem acaloradamente no tempo do recreio. A dada altura um deles, preso da maior das iras, deixa fugir um palavrão em qualquer jargão estranho. Palavra puxa palavra e o outro grita: Bilíngue!!  ao qual retruca o primeiro: BILINGUE TU! </p>
<p><em>Março 2008</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Língua da Galiza à espanhola]]></title>
<link>http://valentimrfagim.wordpress.com/2009/04/16/lingua-da-galiza-a-espanhola/</link>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 00:29:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>valentimrfagim</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ingredientes: Língua da Galiza Molho castelhano Preparação: Antes de começar é preciso retirar da lí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ingredientes:</p>
<p>Língua da Galiza<br />
Molho castelhano</p>
<p>Preparação:</p>
<p>Antes de começar é preciso retirar da língua alguns dos elementos mais marcantes, a fim de facilitar a digestão. Numa panela à pressão coloque a língua em água quente para aferventar. Em seguida, retire toda a pele bravia e o excesso de gordura. Existem outras formas de a preparar mas no prato que nos ocupa é importante que o sabor da língua não nos evoque a sua origem mas sim o seu destino.</p>
<p>Espere a língua esfriar e corte-a muito finamente. Quanto mais pequenas forem as fatias, mais o agradecerá o estômago dos seus comensais.</p>
<p>Uma característica essencial deste tipo de língua e o seu alto grau de permeabilidade. É por isso que o molho escolhido vem a ser definitivo no seu sabor final. O molho castelhano é sem dúvida o melhor pra lhe dar o seu característico sabor regional.</p>
<p>Por fim, é preciso fazer uma advertência. A língua da Galiza tem tendência para, quando fornada, levedar e aumentar o seu tamanho desenvolvendo uma gama de sabores estranhos e pouco centrados. Para o evitar é fundamental usar um molde resistente que limite qualquer expansão.</p>
<p>É tudo. Lembre que só deve consumir este tipo de língua em circunstâncias assinaladas. Não é conveniente para o dia a dia. Nem mesmo mudando de molho.</p>
<p><em>Janeiro de 2008</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Decalques]]></title>
<link>http://valentimrfagim.wordpress.com/2009/04/16/decalques/</link>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 00:00:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>valentimrfagim</dc:creator>
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<description><![CDATA[Falamos em decalque linguístico quando para denominar uma realidade numa língua B copia-se o signifi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Falamos em decalque linguístico quando para denominar uma realidade numa língua B copia-se o significado ou a estrutura de uma língua A. Na Galiza somos peritos na matéria: por suposto (&#60; <em>por supuesto</em>), cumpreanos (&#60; <em>cumpleaños</em>), rueiro (&#60; <em>callejero</em>)&#8230;</p>
<p>Para os decalques se naturalizarem é importante a sua data de elaboraçom. Assim, quando som recentes &#8211; pense-se em parelha de feito ou folha de rota- até pode ser mais fácil aperceber-se do processo: </p>
<p>Club Financiero de Vigo. Setembro de 2008. No está en nuestro ánimo entrar en el debate sobre cuál es la lengua propia de un territorio: en primer lugar porque partimos de la base de que no son los territorios los que tienen lengua, sino las personas.</p>
<p>Neste caso acontece que a estrutura original que deu lugar ao decalque tem apenas uns meses (reparai na data):</p>
<p>Manifiesto por una lengua común. Madri. Junho de 2008. Son los ciudadanos quienes tienen derechos lingüísticos, no los territorios ni mucho menos las lenguas mismas</p>
<p>Estamos portanto perante um decalque-proveta que na verdade dá muito nas vistas. É interessante notar, no entanto, que os decalques podem ter um único degrau ou mais de um. Por exemplo, a frase “achar em falta” foi tomada polo castelhano e daí “echar em falta”, para depois os galegos refazerem-na em “botar em falta”.</p>
<p>Manifiesto por una lengua común.Todas las lenguas oficiales en el Estado son igualmente españolas y merecedoras de protección institucional como patrimonio compartido, pero sólo una de ellas es común a todos, oficial en todo el territorio nacional y por tanto sólo una de ellas -el castellano- goza del deber constitucional de ser conocida y de la presunción consecuente de que todos la conocen. Es decir, hay una asimetría entre las lenguas españolas oficiales, lo cual no implica injusticia (?) de ningún tipo porque en España hay diversas realidades culturales pero sólo una de ellas es universalmente oficial en nuestro Estado democrático.</p>
<p>O pior deste tipo de decalques é esquecer a sua raiz porque perdemos a pespectiva e nom sabemos situar as palavras:</p>
<p>J.M. Primo de Rivera 1923. A ningún español puede producir amargura la exhibición de la bandera única, y respecto al idioma, aunque es gratísimo escuchar sin trabas ni persecuciones el verbo espontáneo y popular de las lenguas regionales, no se ha de permitir el daño y el agravio de que el idioma común, el español, que hay que procurar conozcan todos, sea perseguido y aún escarnecido.</p>
<p><em>Setembro 2008</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[I + P]]></title>
<link>http://valentimrfagim.wordpress.com/2009/04/16/317/</link>
<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 23:51:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>valentimrfagim</dc:creator>
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<description><![CDATA[Entre os movimentos sociais que nascem na margem social, mas com aspirações de transitar para o cent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Entre os movimentos sociais que nascem na margem social, mas com aspirações de transitar para o centro, é comum que V (Voluntarismo) e S (Sacrifício) ocupem um lugar importante. Pode-se afirmar, até, que na infância de um movimento social galego, a equação V + S faz parte inerente do seu ser.</p>
<p>A adolescência começa a se desenhar quando a V + S se soma E (Experiência) que fai com que o pisar seja mais firme e as acções um bocado mais eficazes.</p>
<p>Já o passo seguinte, rumo à idade adulta, não é assim tão transitado. Há movimentos que preferem os brinquedos e os filmes de época. </p>
<p>E que se passa connosco, galegas e galegos lusófonos? Devo reconhecer que até há pouco passava pola minha cabeça uma coluna intitulada A Doença Infantil do Reintegracionismo. Hoje, polo contrário, sinto que o nosso corpo está a mudar:</p>
<p>(I)</p>
<p>q	Nasceu a Academia Galega da Língua Portuguesa, AGLP, que servirá para instituir com firmeza a Galiza no seio da Lusofonia.</p>
<p>(P)</p>
<p>q	O grupo de investigação Gálabra, da USC vem de criar Holística, uma consultoria sobre a Lusofonia, que nasce com 2 pessoas contratadas.<br />
q	A Agal acaba de aprovar na sua última assembleia a contratação de 1 profissional.<br />
q	Este periódico que nos alberga, e a sua filial Inova, tem já 4 pessoas a receberem estipêndios polo seu trabalho.<br />
q	Edições da Galiza, editora do Atlas Histórico da Galiza, está perto da sua profissionalização.</p>
<p>I (Instituições) + P (Profissionalização), uma equação para a maturidade.</p>
<p><em>Setembro de 2008</em></p>
<blockquote></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[23 Tage]]></title>
<link>http://naggen.wordpress.com/2009/03/03/23-tage/</link>
<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 22:06:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kaspar</dc:creator>
<guid>http://naggen.wordpress.com/2009/03/03/23-tage/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;23 Tage&#8221; ist ein einzigartiges Film-Experiment, denn es ist die erste EM-Doku 2.0 der W]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/MxYzNpgaXa4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/MxYzNpgaXa4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>&#8220;23 Tage&#8221; ist ein einzigartiges Film-Experiment, denn es ist die erste <em>EM-Doku 2.0</em> der Welt! </p>
<p>23 Tage lang habt haben die Fans während der EM zusammen mit anderen YouTube Usern Europas die EM auf ihre eigene Weise dokumentiert. Aus den besten der über 2.100 hochgeladenen Fan-Videos produzierte das Team um Detlev Buck ein witziges, teilweise verrücktes vor allem aber hochkreatives Film-Tagebuch. </p>
<p><strong>Info: </strong>Am 4. März 2009 um 0:35 Uhr läuft der Film im ZDF.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Kasch selba nuffhocka!]]></title>
<link>http://offensichtlich.wordpress.com/2009/02/16/kasch-selba-nuffhocka/</link>
<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 19:56:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Frau Elise</dc:creator>
<guid>http://offensichtlich.wordpress.com/2009/02/16/kasch-selba-nuffhocka/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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