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	<title>emocoes &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/emocoes/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "emocoes"</description>
	<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 08:22:36 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Faz tempo?]]></title>
<link>http://pensaremdizer.wordpress.com/2009/11/25/faztempo/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 18:16:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>macaichjian</dc:creator>
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<description><![CDATA[Vide Embalagem &#8220;Que a minha verdade seja dita&#8230; Tanta emoção que você já me fez sentir, e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a name="404169823470046764"></a></p>
<h3><a href="http://marcelacaichjian.blogspot.com/2009/11/janta.html">Vide Embalagem</a></h3>
<div>&#8220;Que a minha verdade seja dita&#8230;</div>
<div>Tanta emoção que você já me fez sentir, e hoje, depois de sei lá eu quanto tempo da minha vida nessa relação &#8211; a que talvez eu tenha almejado com toda minha força um dia &#8211; já não existe mais nenhum motivo de guardar tudo só pra mim. Te falar exatamente o que eu sinto agora? Mais difícil do que ler que você &#8216;não sabe&#8217; me dizer o que acontece aí dentro de ti. Eu confesso que definitivamente ainda não sei identificar o que eu mesma sinto por você. Amo e odeio em poucos dias ou horas. Talvez eu nunca tenha lutado tanto pra sustentar ou controlar os sentimentos que uma pessoa me causa.</div>
<div>Este é só um dos inúmeros textos que já te escrevi nos meus momentos de desespero, afeto, carinho, solidão&#8230;.mas que nunca tive coragem ou vontade de te deixar ler. Vergonha de sentir tanta coisa por uma pessoa que não me quer da mesma maneira que eu. Insegurança pura em ser uma mulher desejada pela metade. E até medo de estragar o que eu idealizei como &#8216;incrível&#8217; em algum momento disso tudo.</div>
<div>Tive a capacidade de viver uma história que eu já pude julgar tantas outras pessoas por se atirarem de barriga.</div>
<div>De um lado, lista de reclamações, crises de ciúmes, repressões, incertezas, segredos, mentiras, falta de comunicação&#8230;do outro, o desejo incontrolável que eu desenvolvi por você.</div>
<div>Já tentei me livrar disso incontáveis vezes&#8230;mas confesso, sem forças, que foi forte demais pra eu achar graça em não te querer mais. Dualidade insana que me tomou por todo esse tempo. Você foi o meu assunto, no meu próprio diálogo interno, por dias e dias, tomou conta dos meus pensamentos malucos por vários meses, tornou-se um desafio pra mim sem eu nem me dar conta. Joguei teu jogo com metade do meu time em campo. Ouvi e cantei pra você todas as músicas da minha lista favorita, por noites e madrugadas, na companhia de um rejeitado cigarro enrolado. Esperei seu sinal verde brilhar pra mim, por quase todos os dias de semanas sem feriados. Te recusei contra o meu próprio desejo, a favor da minha felicidade ao acordar no dia seguinte, sem ter me rendido ao seu poder em me derreter numa fala. Declarei guerra comigo por não saber deixar de te querer. Desisti, investi, me iludi, tropecei em todas as pedras desse caminho, e fui além do limite que eu cheguei a definir na minha ilusão decidida. Te quis longe e dentro de mim, da maneira mais incoerente que eu já pude fazer. Me anulei, tentei ser alguém que eu não sou, diante das suas manifestações de insatisfação e na idéia de conseguir ser a mulher perfeita pro cara que estava fazendo todos os meus desejos escorrerem da minha pele. Sonhei, bodiei, detestei, chorei e adorei. Sem sucesso! Não sou suficientemente perfeita aos seus olhos clínicos. Enquanto eu poderia me dar conta das minhas maiores virtudes através das pessoas que me adoram, eu insistia na tortura de um espelho arranhado.</div>
<div>Cobrada de fidelidade sem ter evidências de uma mísera cumplicidade ou compromisso de dois, sempre apontada como infantil, carente de auto-estima e elogios, menina passiva e sem atitude.</div>
<div>É de você mesmo que estou falando. Será que isso foi tão obvio assim pra ti? Já pensei que sim, depois saquei que não, e nunca me certifiquei disso.</div>
<div>Vivi um dos anos mais intensos da minha vida e, na maioria das vezes, completamente sozinha. Te procurei por aí, te apaguei dos meus finais de semana, senti seu cheiro nas manhãs de muitos dos meus dias longos e ansiosos. Já pensei em desistir da convivência, mas não, fugir disso seria muito mais fácil do que aprender com, justamente, isso tudo. Tenho o prazer de ir até o fim. Seja pra sofrer ou para vibrar com cada realização. Principalmente, porque não duvido que você seja livre das mesmas loucuras que eu.</div>
<div>Podíamos ter feito da nossa sintonia o que quiséssemos, e muito bem, fizemos. Com todas as nossas diferenças e semelhanças&#8230;fizemos. Não me pergunte de que maneira. Mas sim, você causou bens e males à minha saúde.</div>
<div>Viver uma farsa indefinida todos os dias, mentir, engolir a sensação de não fazer parte da vida do cara que dormiu enroscado em todos os membros flexíveis do seu corpo, dividindo mais uma batalhada noite juntos&#8230;só porque aquilo tudo era o suficiente para alimentar a sua próxima vontade dele, que estaria por vir. Escutar em silêncio as propagandas de mau gosto, e admirada por muitos, achando até graça, na crença solitária de uma relação sua.</div>
<div>Confesso que desejei loucamente o momento que você me mostrasse que, sim, eram duas pessoas vivendo o tal sentimento sem nome, sentir de você todo o possível amor que eu estava querendo te dar, mas sempre tudo tinha o seu prazo de validade. E doía demais assistir a esse eterno capítulo da tal novela campeã em picos da minha audiência.</div>
<div>Olha que demorou para eu enxergar, através dos meus olhos embaçados de conceitos morais, que eu de verdade me apaixonei por você. Don’t you shiver?</div>
<div>Depois de infinitas discussões, conflitinhos virtuais, declarações obscuras e toda a nossa comunicação torta&#8230;fomos capazes de viver tudo isso. Eu vivi sozinha? Nunca vou saber. Perdi o controle que tive em alguns poucos momentos. E hoje não tenho problema nenhum em confessar isso pra você, porque é da minha mais profunda sinceridade.</div>
<div>Cada um tem a sua participação e o seu próprio papel, especial ou não, no filme da nossa vida.</div>
<div>Que dessa maluquice toda, seja possível sobreviver o que de melhor conseguiu ser exposto para cada um de nós dois.</div>
<p>Memórias frescas, embaladas e prontas para viagem.&#8221;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Mine is Yours]]></title>
<link>http://poucaspalavras.wordpress.com/2009/11/24/the-mine-is-yours/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 16:04:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>J.</dc:creator>
<guid>http://poucaspalavras.wordpress.com/2009/11/24/the-mine-is-yours/</guid>
<description><![CDATA[É que quando eu conheci você eu não poderia&#8230; Alto, boca carnuda, sobrancelhas grossas, branco,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">É que quando eu conheci você eu não poderia&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Alto, boca carnuda, sobrancelhas grossas, branco, cabelos e olhos tão escuros que não poderia definir se eram pretos ou castanhos-muito-escuros&#8230; só poderia dizer que eram marcantes. Assim como sua voz, que me arrepiava mesmo antes do toque.</p>
<p style="text-align:justify;">E o toque não poderia acontecer. Eu namorava e era apaixonada. Você estava feliz ao lado dela, que era linda, sorridente e tinha um coração bom. Mantive uma distância segura entre mim e os meus desejos vindos do teu cheiro. Não te olhava, por medo de me denunciar.</p>
<p style="text-align:justify;">Então você me chamou para dançar e eu fui. Minha mão suava sobre a sua e eu olhava o tempo todo para baixo. Medo do meu olhar se encontrar com o seu, e não resistir à toda aquela quentura que me subia tentando acompanhar seus movimentos de maneira desastrada; tentando esconder o nervoso que a briga do anjinho com o diabinho me causavam.</p>
<p style="text-align:justify;">O tempo passou, o mundo girou e o vento soprou ao nosso favor&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Agora contamos segundos para um novo toque, uma nova descoberta. Enquanto você me (d)escreve em mensagens privadas (que bem poderiam ser publicadas porque são tão boas que não deveriam ser guardadas pra mim &#8211; mas eu guardo porque sou egoísta, e são MINHAS e não quero mais que ninguém leia&#8230;).</p>
<p style="text-align:justify;">Seu cheiro inspira meu desejo, e agora livre, entrego-me ao diabo nesse pecado delicioso que nos espera. Luxúria, entrelinhas, suores, entre caracteres, nossas secreções sedentas pela mistura entre elas. Entra. Entra na minha vida. Entra e sai. Entra e fica. Mexe. Tira. Entra. Fica.</p>
<p style="text-align:justify;">Quero o seu querer. Quero o seu poder, a sua potência, toda essa suculência do teu antebraço envolvendo as minhas costas. E seu rosto esfregando em meu colo, lambendo o meu suor que escorre como acontece em outras (p)artes com outros fluidos que umidificam a nossa união e selam como (e)terna, do momento em que fecho os olhos, até quando gemo de prazer.</p>
<p style="text-align:justify;">Nessa telepatia insone e insana, que não me deixa dormir por estar suficientemente acesa, só por te esperar.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="../files/2009/11/themineisyours.jpg"></a><a rel="attachment wp-att-1634" href="http://poucaspalavras.wordpress.com/2009/11/24/the-mine-is-yours/_themineisyours/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1634" src="http://poucaspalavras.wordpress.com/files/2009/11/themineisyours.jpg" alt="" width="267" height="297" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:right;"><em>You&#8217;re mine, your fucking teaser. You are all mine.<br />
And I&#8217;m yours. At least, for a while.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Ciúme: quando esse sentimento pode ser considerado doença?]]></title>
<link>http://psisaber.wordpress.com/2009/11/24/ciume-quando-esse-sentimento-pode-ser-considerado-doenca/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 15:55:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>homoloquax</dc:creator>
<guid>http://psisaber.wordpress.com/2009/11/24/ciume-quando-esse-sentimento-pode-ser-considerado-doenca/</guid>
<description><![CDATA[O ciúme é um sentimento universal, vivenciado em diferentes graus. O ciúme romântico é aquele que ac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><a href="http://psisaber.wordpress.com/files/2009/11/ciumes.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-316" title="ciumes" src="http://psisaber.wordpress.com/files/2009/11/ciumes.jpg" alt="" width="400" height="308" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O ciúme é um sentimento universal, vivenciado em diferentes graus. O ciúme romântico é aquele que acontece nas relações afetivas dos casais e desenvolve-se quando percebemos que nosso relacionamento romântico encontra-se ameaçado, ou quando o parceiro não está tão conectado quanto nós gostaríamos que estivesse.</p>
<p style="text-align:justify;">Para algumas pessoas, o ciúme é uma forma de medir a intensidade do amor, isto é, quem sente muito ciúme é porque ama muito também. Entretanto, muitas pessoas percebem o ciúme como um sentimento angustiante que pode tomar formas doentias e prejudicar a saúde física e mental do ciumento e/ou do parceiro vitimizado.</p>
<p style="text-align:justify;">O ciúme é um sentimento que se origina na infância a partir da relação com os pais, com vivências de abandono e negligência. Outros fatores como insegurança, medo, instabilidade e desorganização pessoal contribuem para o desenvolvimento do ciúme. Algumas vezes, o ciumento pode perder o controle e agredir o parceiro, tanto verbal quanto fisicamente. Isto é mais comum entre os homens, mas também pode ocorrer com as mulheres.</p>
<p style="text-align:justify;">O ciúme apresenta três características principais: (1) é uma reação diante de uma ameaça percebida; (2) pode se associar a um rival real ou imaginário; (3) a reação tem como objetivo eliminar o risco da perda do amor.</p>
<p style="text-align:justify;">O ciúme surge quando o relacionamento é ameaçado, frequentemente está ligado ao medo de ter que dividir algo que se julga pertencer ao indivíduo ou quando se percebe que o amor e a atenção estão sendo direcionados para outra pessoa ou outra atividade. Geralmente está entrelaçado com o medo de sermos abandonados, traídos ou dispensáveis para a pessoa que amamos, o medo de não sermos mais amados e de não sermos mais a pessoa mais importante da vida do nosso parceiro. Pode envolver outros sentimentos e pensamentos além do medo, como suspeita, desconfiança, raiva, abandono e rejeição. Pode apresentar, ainda, manifestações físicas como taquicardia, respiração acelerada, sudorese, extremidades frias, dores musculares, sintomas alérgicos, irritabilidade e agressividade.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quando o sentimento vira patologia?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O principal desafio das pessoas, ou do clínico, é diferenciar o ciúme considerado normal do patológico. O ciúme normal é aquele que está dentro dos limites convencionados pela cultura e pela sociedade e ainda pelas demandas implícitas e explícitas do casal, ou seja, os acordos feitos entre os casais sobre exclusividade no relacionamento. É desencadeado por conflitos reais, é uma reação compreensível e proporcional a uma situação de infidelidade, concreta ou plausível.</p>
<p style="text-align:justify;">Caracteriza-se por ser um estado transitório que se baseia em fatos reais, apoiado na antecipação da existência de um adversário e é específico a um parceiro, evento ou rival.</p>
<p style="text-align:justify;">O ciúme torna-se patológico quando passa a causar angústia e prejuízo significativo tanto à pessoa amada quanto ao indivíduo ciumento. Aqui, as suspeitas são infundadas e não existem dados de realidade. O ciúme patológico pode ser classificado em delirante e obsessivo. No ciúme delirante (ou psicótico), o indivíduo acometido apresenta convicção absoluta e irredutível por qualquer argumento lógico de que está sendo traído, mesmo que todas as evidências apontem o oposto. Um exemplo é o delírio  de ciúme alcoólico, que representa uma complicação da dependência de álcool. Para tratar esse tipo de ciúme, as medicações antipsicóticas são as mais indicadas, com o objetivo de reduzir a irritabilidade e a agressividade.</p>
<p style="text-align:justify;">Já o ciúme obsessivo é composto por uma série de pensamentos, emoções e preocupações exageradas e irracionais, associadas a comportamentos inaceitáveis ou extravagantes, nos quais o tema predominante é a possível infidelidade do parceiro. O maior desejo do ciumento patológico é controlar completamente os sentimentos e os comportamentos do parceiro. Para tanto, passa a verificar compulsivamente agendas, celulares, emails, roupas e faturas de cartão de crédito, bem como exigir senhas de acesso a diversos tipos de informação (redes sociais, por exemplo) e fazer visitas inadvertidas ao local de trabalho ou à casa do parceiro, além de segui-lo na tentativa de surpreendê-lo e confirmar as suspeitas.<br />
Em alguns casos, a pessoa nutre uma curiosidade obsessiva pelo passado do parceiro, ou seja, os principais temas das suas preocupações, pensamentos repetitivos e imagens são os relacionamentos anteriores do parceiro.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Uma questão de confiança</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Geralmente, o ciumento patológico é uma pessoa que tem baixa autoestima e imensa dificuldade em estabelecer relações de confiança. Dessa forma, acredita que honestidade e reciprocidade nas relações não valem a pena e se considera, de antemão, “traível” e “abandonável” por não reconhecer o próprio valor.</p>
<p style="text-align:justify;">O ciúme é um tormento tanto para o ciumento quanto para seu alvo. O ciumento patológico tende a exigir que o parceiro seja só dele. Vai pouco a pouco fazendo restrições ao comportamento do parceiro e impondo condições ao relacionamento, que vai se tornando cada vez mais sufocante. O parceiro alvo do ciúme tenta, inicialmente, “tranquilizar” o ciumento, se anulando com freqüência e aceitando os comportamentos controladores na tentativa de diminuir ou acabar com o ciúme do parceiro. Este tipo de atitude, porém, é interpretada pelo parceiro ciumento, na maioria dos casos, como uma prova de que a infidelidade realmente existe.</p>
<p style="text-align:justify;">Em relação ao tratamento do ciúme obsessivo, a intervenção psicológica é fundamental, ainda que o uso de antidepressivos seja necessário para a diminuição da ansiedade, ou quando houver a concomitância de quadros depressivos.<br />
É importante ter em mente que o primeiro passo para o tratamento é admitir que se tem um problema e discutir o tema com o parceiro abertamente é fundamental.</p>
<p style="text-align:justify;">As pessoas que acharem que seu ciúme é exagerado e que traz prejuízos a si mesmas e/ou ao relacionamento, ou ainda aquelas que estiverem se relacionando com um parceiro que considerem excessivamente ciumento podem procurar ajuda especializada no Instituto de Psiquiatra do Hospital das Clínicas de São Paulo, através do Ambulatório dos Transtornos do Impulso – PRO-AMITI, que conta com psiquiatras e psicólogos especializados no atendimento do ciúme patológico. O telefone para contato é (11) 3069-7805.</p>
<p><em>Andrea Lorena da Costa – psicóloga clínica, mestranda do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP e membro do Ambulatório Integrado dos Múltiplos Transtornos do Impulso (PRO-AMITI).</em><em><br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Monica L. Zilberman – médica psiquiatra, pesquisadora do Laboratório de Psicofarmacologia (LIM-23) do Instituto de Psiquiatria da USP e professora do programa de pós graduação do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte <a href="http://oqueeutenho.uol.com.br/">O que eu Tenho UOL</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sinédoque, Superego.]]></title>
<link>http://seusuperego.wordpress.com/2009/11/23/sinedoque-superego/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 22:46:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>seusuperego</dc:creator>
<guid>http://seusuperego.wordpress.com/2009/11/23/sinedoque-superego/</guid>
<description><![CDATA[Oi. Tô meio chateada hoje. Tô meio assim&#8230; PUTA com a vida e com o que ela me oferece. Tô]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Oi.</p>
<p style="text-align:justify;">Tô meio chateada hoje.</p>
<p style="text-align:justify;">Tô meio assim&#8230; PUTA com a vida e com o que ela me oferece.</p>
<p style="text-align:justify;">Tô&#8230;Enfim.</p>
<p style="text-align:justify;">Tô que nem o senhorzinho que sentou do meu lado quando fui assistir Sinédoque, Nova York.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://cinespaco.files.wordpress.com/2009/04/sinedoque.jpg?w=284&#038;h=405" alt="" width="284" height="405" /></p>
<p style="text-align:justify;">Sim, eu encarei um shopping lotado de teens em plena semana de estréia de Lua Nova. Eu e minha mãe que, coitada, não entendeu patavinas daquelas meninas (com e sem pênis) gritando ainda na fila e pirando o cabeção, literalmente, porque Edward Cullen (?) estava estampado no saco de pipocas.</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto a fila pra Lua Cheia (nas palavras de minha mãe já que, Tudo é lua!) tava bombando, eu e ela entramos lindas, loiras e ricas numa sessão com&#8230; ninguém. Dava pra ouvir a galerinha animada lá fora enquanto nós duas e o cara da sala de projeção esperávamos mais alguém. Ao final erámos em 7 pessoas na sala.</p>
<p style="text-align:justify;">Incluindo o senhorzinho do meu lado que RONCOU durante quase todo filme. Sabe aquele ronco profundo de sono desregulado, de sono de gente cansada? Pronto, esse era o ronco o senhorzinho. E é assim que tô hoje, a vida passando numa tela grande, gente empolgada lá no fundo e eu aqui, roncando cansada.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Emoção, Inovação e Diversão]]></title>
<link>http://abaldaia.wordpress.com/2009/11/23/emocao-inovacao-e-diversao/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 18:34:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>jabaldaia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Resolver problemas com emoção À parte as questões da neurociência e de quem as controla, se hoje é o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Resolver problemas com emoção</strong></p>
<p>À parte as questões da neurociência e de quem as controla, se hoje é o sistema límbico ou se amanhã é ele com a ajuda de outros sistemas, as emoções nos negócios são sempre vistas de dois ângulos: o do produtor/vendedor e o do consumidor/pagador.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/dwwhJX_P_UA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/dwwhJX_P_UA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span> </p>
<p>Numa entrevista a “Ideaconnection” , Tom kelly, autor de “the Art of Innovation” fala um pouco sobre o papel das emoções no processo de inovação:</p>
<p>“ <strong>VB:</strong> Você diz: &#8220;A medida que você observa as pessoas nos seus ambientes naturais, não deve apenas olhar para as nuances do comportamento humano, mas também esforçar-se por inferir da motivação e emoção.&#8221; Quer falar sobre o papel da emoção no processo de inovação?</p>
<p><strong>Tom Kelley:</strong> Uma parte de fazer o trabalho de inovação é compreender e pôr-se na pele dos clientes, a fim de resolver as suas questões. A vida não é sobre o que se costumava chamar de &#8220;apenas os factos&#8221;.</p>
<p>Se você se concentrar apenas nas especificações de um produto ou um serviço, você pode deixar de fora muita coisa. Na verdade, uma grande parte das descobertas de um antropólogo é a diferença entre o que as pessoas deveriam fazer, ou mesmo o que as pessoas dizem que fazem e o que eles realmente fazem. Mesmo se o que eles realmente fazem é irracional, você ainda tem que responder a isso.  </p>
<p> Se você deixar de fora o conteúdo emocional, você pode ter as melhores especificações no mundo, mas as pessoas não podem comprar o seu produto ou serviço.</p>
<p> Será que o iPod da Apple têm especificações melhores, ou melhor armazenamento de dados por dólar gasto do que outros leitores de MP3? Eu não penso assim, mas isso refere-se à emoção. Na IDEO tentamos lembrar o componente emocional em todos os nossos trabalhos.”</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/E7GHKzWEA6U&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/E7GHKzWEA6U&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span> </p>
<p>A natureza das emoções não só é posta em discussão na relação produtor/consumidor mas também entre a equipa ou equipas que gravitam em torno da ideia.</p>
<p> Nestes grupos, chamados “grupos quentes” aparecem algumas figuras para que convém estar atento, sob pena de termos de admitir que o sucesso tarda e não vem, não porque eles causem constrangimentos mas porque eles são fundamentais:</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>São eles: “O visionário”, “O mata problemas”, “O Iconoclasta (ataca crenças estabelecidas) ”, “O tomador de pulso”, “O artesão”, “O tecnologista”, “O empreendedor” ou “O transformista”.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não sou uma Escritora...]]></title>
<link>http://nessaclass.wordpress.com/2009/11/22/nao-sou-uma-escritora-2/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 22:18:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vanessa Class</dc:creator>
<guid>http://nessaclass.wordpress.com/2009/11/22/nao-sou-uma-escritora-2/</guid>
<description><![CDATA[Eu não sou uma escritora, sou uma “sentidora”. Gosto de falar das emoções, dos sentimentos e das rea]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://nessaclass.wordpress.com/files/2009/11/i_love_rose_by_qskulls.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-137" title="I_LOVE_ROSE_by_qskulls" src="http://nessaclass.wordpress.com/files/2009/11/i_love_rose_by_qskulls.jpg?w=150" alt="" width="150" height="100" /></a>Eu não sou uma escritora, sou uma “sentidora”. Gosto de falar das emoções, dos sentimentos e das reações, por isso o enredo tem importância secundária nas coisas das quais escrevo. Gostos do psicológico das pessoas, questionar por que estamos neste mundo, de descobrimentos absurdos e fatos inusitados. Gosto de reviravoltas e desequilíbrios interiores capazes de mudar a vida da personagem para sempre. Não me atrai enredos muito detalhados, não me interessa a roupa que se está vestindo a não ser que esta roupa desperte algum sentimento. Não me interessa escrever que: “levantei da cama, calcei minhas pantufas, fui até o banheiro, tomei banho, sequei o cabelo, vesti uma blusa azul&#8230; etc. e tal”. Mas me interessa escrever os primeiros pensamentos que ocorreram à personagem naquela manhã. Me interessa saber se ela estava feliz, triste, contente ou desiludida&#8230; O que mais importa para mim é &#8211; e sempre serão &#8211; as emoções, as descobertas interiores, e os fantasmas se forem o caso. Então, não me critiquem por escrever em palavras exatamente tudo o que minha personagem sente&#8230; Pois não consigo escrever de outra maneira.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não sou uma Escritora...]]></title>
<link>http://nessaclass.wordpress.com/2009/11/22/nao-sou-uma-escritora/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 22:17:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vanessa Class</dc:creator>
<guid>http://nessaclass.wordpress.com/2009/11/22/nao-sou-uma-escritora/</guid>
<description><![CDATA[Eu não sou uma escritora, sou uma “sentidora”. Gosto de falar das emoções, dos sentimentos e das rea]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu não sou uma escritora, sou uma “sentidora”. Gosto de falar das emoções, dos sentimentos e das reações, por isso o enredo tem importância secundária nas coisas das quais escrevo. Gostos do psicológico das pessoas, questionar por que estamos neste mundo, de descobrimentos absurdos e fatos inusitados. Gosto de reviravoltas e desequilíbrios interiores capazes de mudar a vida da personagem para sempre. Não me atrai enredos muito detalhados, não me interessa a roupa que se está vestindo a não ser que esta roupa desperte algum sentimento. Não me interessa escrever que: “levantei da cama, calcei minhas pantufas, fui até o banheiro, tomei banho, sequei o cabelo, vesti uma blusa azul&#8230; etc. e tal”. Mas me interessa escrever os primeiros pensamentos que ocorreram à personagem naquela manhã. Me interessa saber se ela estava feliz, triste, contente ou desiludida&#8230; O que mais importa para mim é &#8211; e sempre serão &#8211; as emoções, as descobertas interiores, e os fantasmas se forem o caso. Então, não me critiquem por escrever em palavras exatamente tudo o que minha personagem sente&#8230; Pois não consigo escrever de outra maneira.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inspiração. Quando a engrenagem para.]]></title>
<link>http://viniciusneogedom.wordpress.com/2009/11/19/inspiracao-quando-a-engrenagem-para/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 23:38:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>neogedom</dc:creator>
<guid>http://viniciusneogedom.wordpress.com/2009/11/19/inspiracao-quando-a-engrenagem-para/</guid>
<description><![CDATA[Segundo o dicionário priberam de Língua Portuguesa, inspiração é: Idéia ou pensamento que vem de rep]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Segundo o dicionário priberam de Língua Portuguesa, inspiração é:</p>
<p>Idéia ou pensamento que vem de repente, estro;</p>
<p>Para fins mais elucidativos vamos destrinchar a semântica de estro também:</p>
<p>1. Inspiração ou entusiasmo poético ou artístico;</p>
<p>2. Riqueza de imaginação;</p>
<p>&#160;</p>
<p>Inspiração é um termo corriqueiro de semântica bastante explícita. Tanto que se fosse perguntado a um simples aluno de primário ele estaria apto a responder. Contudo, sua transparência semântca não a torna corriqueira e acessível, e este é o problema.</p>
<p>Escritores, cineastas, artistas plásticos, engenheiros, programadores, e qualquer atividade de cunho criativo exige que seja despejado jorros e jorros de idéias novas e intrigantes, principalmente se estes tais usem suas habilidades a fim de exercitá-las profissionalmente. Inevitavelmente para que isto aconteça deve-se recorrer à esta inspiração.</p>
<p>Só que o problema está no fato de que nós, seres humanos, não aprendemos ainda a solicitar seus serviços. Ela, a inspiração, vem e pronto. Dane-se os trabalhos mal-feitos, dane-se a síndrome da folha em branco. Seu comportamento equipara-se ao de um ser vivo. Somente ela é responsável por sua chegada e sua saída. Decide se atende ou não o pedido de quem a precisa. Enfim, dona de suas próprias decisões.</p>
<p>Vindo do mesmo léxico usado anteriormente, podemos sacar ainda esta definição de inspiração:</p>
<p><em>Teol.</em> Infusão da vontade divina na consciência humana.</p>
<p>Seria isso? Deus, detentor da inspiração, não apraz que a tenhamos quando bem quisemos e bem entendermos?</p>
<p>É certo que a semântica a qual se refere esa última definição se difere daquela primariamente discutida, a que demomino agora de Inspiração Clássica, contudo é inegável que estas tenham vindo do mesmo ventre linguístico, seja qual for ele. Sendo assim, brotaram de mesmos derivados ou semelhantes.</p>
<p>O que se sabe é que nada se sabe sobre a tal recorrência da inspiração. O que nos resta é sujeitar-nos aos seus caprichos, suportarmos más venturas que possam vir a acontecer pela falta dela e orar ao Detentor da Inspiração,  o Melhor Usador Desta (vide a Criação), para que esta última não venha se tornar concreta.</p>
<p>Aprender a viver é: sujeitar-nos àquilo que não podemos controlar.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Barbados.]]></title>
<link>http://seusuperego.wordpress.com/2009/11/16/barbados/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 22:05:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>seusuperego</dc:creator>
<guid>http://seusuperego.wordpress.com/2009/11/16/barbados/</guid>
<description><![CDATA[Balancei o corpo e peguei o saquinho de adoçante em cima da mesa. Li todas aquelas letras miudinhas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Balancei o corpo e peguei o saquinho de adoçante em cima da mesa. Li todas aquelas letras miudinhas antes de rasgar o papel e derramar o açúcar no café, mexendo sem força, quando ouvi ela dizer que Adoçantes causam câncer.</p>
<p style="text-align:justify;">Minha vida é um câncer disse sorrindo, achando aquela minha frase muito boa, cheia de sentido simbólico e com uma margem enorme para reflexões. Mas pela cara dela achei isso sozinho e sozinho fiquei pensando que Putz, a vida é injusta com o sarcasmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Muito injusta.</p>
<p style="text-align:justify;">E daí que pensando assim, mergulhei meus olhos dentro do café que esfriava e que agora, com todo aquele câncer em forma de adoçante granulado me fazia ter espasmos de dúvida. Aquele era meu primeiro dia e o relógio, que nunca havia saído de cima da geladeira, já marcava o tempo que se esgotava. Deixei o café com câncer, coloquei meus tênis surrados e saí, balançando os braços acompanhado de um Volto logo, a benção? fechando com força o portão que ficou balançando depois que tranquei.</p>
<p style="text-align:justify;">Resolvi ir a pé. E fui. Olhando meus pés  indo e voltando firmes e foi aí que pensei Quanto será que os pés podem agüentar andar? E me lembrei daqueles velocistas que correm como se o mundo fosse acabar, e tudo aquilo se devia aos pés, indo e voltando firmes, como os meus, ali.</p>
<p style="text-align:justify;">Suspirei quando achei a casa e toquei a campainha. Uma cabeça assustada apareceu na janela dando um sorriso logo depois quando, aparentemente, lembrou de mim.</p>
<p style="text-align:justify;">Entrei para logo ser inundado de perguntas do tipo Qual seu nome mesmo e Quantos anos você tem mesmo e Sua mãe é muito minha amiga e blá blá blá e no final eu só pensava Moça só estou aqui pelo dinheiro não quero ser simpático mas apenas sorri, pegando a coleira e dizendo Está tudo bem. Tenho jeito com cachorros. Mentira deslavada, mas tudo pelos trocados a custa de um passeio sem compromisso e uma ida no pet-shop.</p>
<p style="text-align:justify;">Enrolei a coleira na mão e sorri mais uma vez, saindo sob os olhos preocupados da dona e Ih, esqueci de perguntar o nome do cachorro&#8230; ou cadela, ou fosse o que fosse, a partir dali iria chamá-lo de Barbados porque sempre Barbados havia me soado um bom nome para um cachorro. E todos sorriam quando eu passava com Barbados e Barbados parecia retribuir os sorrisos porque queria cheirar as pessoas e lambê-las, o que era horrível para mim que parecia muito mais ser guiado por ele do que o contrário.</p>
<p style="text-align:justify;">Não satisfeito Barbados latia e mijava nos postes e eu ali, sem saber o que fazer, balançando a cabeça quando alguém passava, tentando dizer com isso que ele não era meu cachorro, enquanto ele babava minha mão, sujava minha calça nova, berrava e me arranhava desesperado quando neguei lhe dar uma parte do meu último chiclete.</p>
<p style="text-align:justify;">Ca-chor-ro-dos-in-fer-nos.</p>
<p style="text-align:justify;">Olhei o relógio e só havia passado 15 minutos, quis voltar e devolver Barbados, me desculpando para dona e dizendo Olha, menti. Não levo jeito com cachorros, mas agora era tarde, porque ela tinha me pagado com antecedência e o dinheiro rebolava no meu bolso. A única alternativa era deixá-lo logo no pet-shop e esperar à hora passar em algum lugar.</p>
<p style="text-align:justify;">Arrastei Barbados com raiva ser dar crédito para seus uivos. Esperei numa pequena fila atrás de outros cachorros quietos nos braços de seus donos, enquanto Barbados devorava uma pilha de revistas e eu, sem sucesso, tentava recolocar seus restos no lugar de origem, sob o olhar reprovador da atendente do pet-shop.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele não é meu cachorro, resmunguei.</p>
<p style="text-align:justify;">Na minha vez a mesma atendente me perguntou o que era para fazer em Barbados e eu disse Tudo, quanto mais tempo ele ficar aqui melhor e ela o olhou  como quem olha um pedacinho de nada e colocou uma identificação nele, pegou a coleira e o arrastou para dentro, colocando ele numa jaulinha horrenda e muito pequena para seu tamanho e disse Daqui a duas horas ele estará pronto e pensei Quem nesses dias ainda fala “estará”? Mulher estranha.</p>
<p style="text-align:justify;">E saí sentindo o olhar de Barbados nas minhas costas. Parei um pouquinho na calçada e ouvi um chorinho lá no fundo, me virei e vi que era ele quem chorava, olhinhos tristes e focinho contra a grade da jaula, estranhando o poodle feliz do seu lado esquerdo e o pincher meio morto do lado direito.</p>
<p style="text-align:justify;">Me voltei para rua e pensei que aquela calça não era tão nova assim e que o arranhão nem tinha doído tanto e que, na verdade, renegar a Barbados aquele ventinho de fim de tarde e todos aqueles postes para serem mijados era um brutal egoísmo meu. E foi assim que voltei, peguei de volta Barbados e, parando na primeira sorveteria, dividi com ele um picolé de chiclete.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Esse post é especialmente dedicado para:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Sofia e Iago Bolher. ♥</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eu não sei na verdade quem eu sou...]]></title>
<link>http://poucaspalavras.wordpress.com/2009/11/16/eu-nao-sei-na-verdade-quem-eu-sou/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 17:41:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>J.</dc:creator>
<guid>http://poucaspalavras.wordpress.com/2009/11/16/eu-nao-sei-na-verdade-quem-eu-sou/</guid>
<description><![CDATA[Eu não sei na verdade quem eu sou, Já tentei calcular o meu valor, Mas sempre encontro sorriso e o m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style="color:#3366ff;"><em>Eu não sei na verdade quem eu sou,<br />
Já tentei calcular o meu valor,<br />
Mas sempre encontro sorriso e o meu paraíso é onde estou&#8230;</em></span></p>
<p style="text-align:justify;">Sim. Por mais que aconteçam coisas ruins, logo depois vem a surpresa. Nem dá tempo de reclamar&#8230; minha vida não é perfeita como a de todo mundo, mesmo que possa parecer.O importante pe estar perto de quem interessa&#8230;</p>
<p style="text-align:center;"><em><br />
<span style="color:#3366ff;">Por que a gente é desse jeito<br />
criando conceito pra tudo que restou?</span></em></p>
<p style="text-align:justify;">Porque sempre tem que ser assim? Pessoas julgando, condenando, por histórias, EStórias, aquilo o que chega aos nosso ouvidos&#8230; que machuca outras pessoas e agrada os nossos. Somos tão cruéis.. que nem nos damos conta. Perdemos tanto tempo falando mal da Madonna, da Fernanda Young, da Luana Piovani e esquecemos que somos ordinários, como todos. Não ganhamos milhares de reais por propaganda nas quais sorrimos ou não estamos na capa da Caras dando entrevista sobre o nosso casamento perfeito.</p>
<p style="text-align:justify;">Estamos procurando emprego, namorado, uma casa maior, montando um novo negócio. Ou administrando a nossa mesada, planejando o futuro, embriagando o presente para amortecer as dores do passado&#8230;<em><br />
</em></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#3366ff;"><em>Meninas são bruxas e fadas,<br />
Palhaço é um homem todo pintado de piadas!<br />
Céu azul é o telhado do mundo inteiro,<br />
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro!</em></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#3366ff;"><em>Mas eu não sei na verdade quem eu sou!<br />
Já tentei calcular o meu valor.<br />
E sempre encontro o sorriso e o meu paraíso é onde estou<br />
Eu não sei na verdade quem eu sou!</em></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#3366ff;"><em>Perguntar de onde veio a vida,<br />
por onde entrei deve haver uma saída,<br />
e tudo fica sustentado pela fé!<br />
Na verdade ninguém sabe o que é!</em></span></p>
<p style="text-align:justify;">Mas ela existe, ela esta lá, a fé. Fé no que queremos, no que temos, no que ainda temos para conseguir. É preciso ter paciência, afinal, as coisas acontecem como têm de ser&#8230; é só esperar.<em><br />
</em></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#3366ff;"><em>Velhinhos são crianças nascidas faz tempo!<br />
Com água e farinha eu colo figurinha e foto em documento!<br />
Escola é onde a gente aprende palavrão&#8230;<br />
Tambor no meu peito faz o batuque do meu coração!</em></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#3366ff;"><em>Mas eu não sei na verdade quem eu sou.<br />
Já tentei calcular o meu valor,<br />
E sempre encontro o sorriso e o meu paraíso é onde estou!<br />
Eu não sei na verdade quem eu sou!</em></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#3366ff;"><em>Percebi que a cada minuto<br />
Tem um olho chorando de alegria e outro chorando de luto<br />
Tem louco pulando o muro, tem corpo pegando doença<br />
Tem gente trepando no escuro, tem gente sentindo ausência!</em></span></p>
<p style="text-align:center;">São altos e baixos, <em>loopings</em>, tonturas, adrenalina, alívio, vontade de descer de novo. Montanha-russa da vida, que nos dá medo quando chegamos lá em cima, porque sabemos que a descida é inebriante. Dói, mas é algo que passa, pois daí vem outra subida, e <em>loopings </em>e descidas de novo&#8230;<em><br />
</em></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#3366ff;"><em>Meninas são bruxas e fadas,<br />
Palhaço é um homem todo pintado de piadas!<br />
Céu azul é o telhado do mundo inteiro,<br />
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro!</em></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#3366ff;"><em>Eu não sei na verdade quem eu sou,<br />
Já tentei calcular o meu valor,<br />
Mas sempre encontro sorriso e o meu paraíso é onde estou&#8230;<br />
Eu não sei na verdade quem eu sou.</em></span></p>
<p style="text-align:justify;">Um dia eu aprendo&#8230;</p>
<p style="text-align:center;"><em><a href="http://blip.fm/profile/brabul/blip/27827050/O_Teatro_Mgico-Eu_no_sei_na_verdade_quem_eu_sou" target="_blank"><strong>(O Teatro Mágico)</strong></a><br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fui ali.........]]></title>
<link>http://cintia1971.wordpress.com/2009/11/15/fui-ali/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 22:19:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>cintia</dc:creator>
<guid>http://cintia1971.wordpress.com/2009/11/15/fui-ali/</guid>
<description><![CDATA[Fui até ali para ver se me achava&#8230;&#8230;. me olhei no espelho e encontrei uma pessoa diferent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;"><img class="aligncenter size-full wp-image-710" title="medium_olhar" src="http://cintia1971.wordpress.com/files/2009/11/medium_olhar.jpg" alt="medium_olhar" width="332" height="400" />Fui até ali para ver se me achava&#8230;&#8230;.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">me olhei no espelho e encontrei uma pessoa diferente da que conhecia&#8230;&#8230;</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">uma pessoa mais decidida,</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;"> mais corajosa,</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;"> mais aberta,</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;"> mais apaixonada, </span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">mais realista,</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;"> mais bondosa,</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">mais intensa&#8230;&#8230;&#8230;</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">intensa em tudo</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">alguem que surta, que chora, que fala o que sente, que expõe o que quer,  e tambem o que não quer</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">tudo isso é bom, e não é&#8230;&#8230;..</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">assusta as pessoas,</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">a maioria não está preparada para encarar pessoas assim,</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">somente os que são assim conseguem se entender, e isso acaba limitando muito as relações.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">Sempre quis ser assim, admiro as pessoas autenticas ( autenticas !!! Não pessoas que ferem outras pessoas)</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">Agora sou assim, e estou tentando me encaixar em um mundo onde a maioria das pessoas são superficiais, descompromissadas com tudo e todos, e sofro pela forma como enxergo as pessoas agora.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">Não estou dizendo que todos são assim, mas que comecei a enxergar muitas que são.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">beijo!<br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;"><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[dá-se um sopro (de empurrão) para o sucesso]]></title>
<link>http://outrocantinhomari.wordpress.com/2009/11/14/da-se-um-sopro-de-empurrao-para-o-sucesso/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 14:40:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>maricid</dc:creator>
<guid>http://outrocantinhomari.wordpress.com/2009/11/14/da-se-um-sopro-de-empurrao-para-o-sucesso/</guid>
<description><![CDATA[hoje foi dia de despedida, de abraço apertado, de beijo sentido, de lágrimas de saudade &#8230; na s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">hoje foi dia de despedida, de abraço apertado, de beijo sentido, de lágrimas de saudade &#8230; na segunda-feira a &#8221;nossa&#8221; D<span style="color:#888888;">(</span>ê<span style="color:#888888;">)</span> dá passos na construção do seu novo caminho.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prisão Social]]></title>
<link>http://viniciusneogedom.wordpress.com/2009/11/13/prisao-social/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 01:21:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>neogedom</dc:creator>
<guid>http://viniciusneogedom.wordpress.com/2009/11/13/prisao-social/</guid>
<description><![CDATA[É tão desconfortável quando se sente vontade de fazer algo, que, porém, é impossível no momento. No ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É tão desconfortável quando se sente vontade de fazer algo, que, porém, é impossível no momento.<br />
No momento em que escrevo este post, me vejo enclusurado pelas paredes desta situação. É como se aguma essência de mim se sentisse desconfortável e desejasse escapar de todos os laços de responsabilidade que me prendem.</p>
<p>Com base nisso, chega-se à conclusão de que uma tarja minoritária de pessoas não vivem como querem.</p>
<p>Parece que a dissonância daquela voz áspera e rouca (chata bagarai!) do chefe não desaloca nossa mente. (Precisamos dar um free(mente); nela!). Digo chefe (acho que já por convenção), porque não há uma palavra genérica suficiente para englobar todos aqueles que se incluem no grupo daqueles que te sufocam, mesmo que involuntariamente. Quero incluir familiares, amigos, etc, etc, e até, principalmente, nós mesmos.</p>
<p>O problema é que a mãe-vida estipula tantas diretrizes, nos mostra tanta treva em formato de tragédias físicas e interiores (solidão, por exemplo), que se nós não picotarmos nossas asinhas e dizermos para nós mesmo: Hey, baixa um pouco a bola, zé, ela vem e nos estapeia. E que tapa, doido!</p>
<p>O que nos resta então? Abandonar o barco? Abaixar a cabeça na mesa e chorar pedindo de novo a sopinha da mãe? Talvez&#8230; É sério! Isso pode ser uma solução. O choro é um descarrego e um desabafo da alma, uma forma de desprender aquilo que te aflige. Diz-se até mesmo que numa forma sublime o espectro do Criador Supremo (comumente chamado de Espírito Santo) se manifesta através do choro. O choro sensibiliza, mostra rumos diferentes para um mesmo destino. Estimula a compaixão! É o aspiraor de pó que vm dar uma geral em você. Então por que se fazer de durão a vida toda? Por que não aquiescer e experimentar esta sensação aliviadora de um pranto? Digo que é melhor que choremos voluntariamente do que  chorarmos forçados.</p>
<p>Sabe de que o mundo precisa hoje? Mais choro!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estamos com fome de amor]]></title>
<link>http://demodelando.wordpress.com/2009/11/13/estamos-com-fome-de-amor/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 05:43:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joe</dc:creator>
<guid>http://demodelando.wordpress.com/2009/11/13/estamos-com-fome-de-amor/</guid>
<description><![CDATA[Uma vez Renato Russo disse, com uma sabedoria ímpar: &#8220;Digam o que disserem, o mal do século é ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2175" title="Amor" src="http://demodelando.wordpress.com/files/2009/11/amor1.jpg" alt="Amor" width="150" height="122" />Uma vez Renato Russo disse, com uma sabedoria ímpar: &#8220;Digam o que disserem, o mal do século é a solidão&#8221;. Pretensiosamente digo que assino embaixo, sem dúvida alguma. Parem para notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias.</p>
<p style="text-align:justify;">Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas. E saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos.</p>
<p style="text-align:justify;">Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos &#8220;personal dance&#8221;, incrível, né? E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida?</p>
<p style="text-align:justify;">Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão &#8220;apenas&#8221; dormir abraçados, sabe, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.</p>
<p style="text-align:justify;">Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a &#8220;sentir&#8221;, só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.</p>
<p style="text-align:justify;">Quem duvida do que estou dizendo, é só dar uma olhada no site de relacionamentos Orkut, o número de comunidades como: &#8220;Quero um amor pra vida toda!&#8221;, &#8220;Eu sou pra casar!&#8221; até a desesperançada &#8220;Nasci pra ser sozinho!&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.</p>
<p style="text-align:justify;">Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa. Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega.</p>
<p style="text-align:justify;">Alô, gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados &#8230; mas e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, &#8220;pague mico&#8221;, saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta.</p>
<p style="text-align:justify;">Mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois.</p>
<p style="text-align:justify;">Quem disse que ser adulto é ser ranzinza? Um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: &#8220;vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois (ou quem sabe até os dois), vai querer pular fora. Mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza que vou me arrepender pelo resto da vida&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Antes idiota que infeliz!</p>
<p style="text-align:justify;">Texto atribuído a Arnaldo Jabor.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[WORKSHOP - EFT nos relacionamentos - MAIA (Porto)]]></title>
<link>http://mudancacriativa.com/2009/11/12/workshop-eft-nos-relacionamentos-maia-porto/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 15:42:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>angvieira</dc:creator>
<guid>http://mudancacriativa.com/2009/11/12/workshop-eft-nos-relacionamentos-maia-porto/</guid>
<description><![CDATA[Os nossos relacionamentos reflectem as nossas necessidades emocionais mais profundas e existem como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Os nossos relacionamentos reflectem as nossas necessidades emocionais mais profundas e existem como bênçãos para nos oferecer a possibilidade de nos libertarmos pessoal e colectivamente.</p>
<p>Um relacionamento entre duas pessoas é uma co-criação das duas pessoas, onde ambas dão oportunidades uma à outra, para crescerem e evoluírem a sua consciência.</p>
<p>Os problemas nos relacionamentos nascem das necessidades emocionais interiores das quais não temos consciência.</p>
<p><strong>Os relacionamentos com os outros são um espelho da nossa relação connosco mesmos.</strong></p>
<p><em>Que tipo de relacionamento estabelece consigo?</em></p>
<p><strong>A maior parte de nós procura o amor e o reconhecimento nos seus relacionamentos, mas será que todos nós nos amamos profunda e completamente?</strong></p>
<p><strong><em>Amar-se a si mesmo é primordial para criar relacionamentos saudáveis, harmoniosos e bem-sucedidos com os outros e com a sua vida em geral.</em></strong></p>
<p><em>O objectivo deste workshop é aprender a AMAR-SE COMPLETAMENTE, e dessa forma criar os relacionamentos que deseja.</em></p>
<p>Para isso, precisa eliminar dentro de si todas as razões mentais e emocionais que o impedem de amar a si mesmo, completamente.</p>
<p>Neste workshop vamos usar EFT – Emotional Freedom Techniques, que é uma técnica de libertação emocional, chamada também de acupunctura emocional sem agulhas, para dissolver tudo aquilo que está dentro de si e que o impede de amar a si mesmo e os seus relacionamentos.</p>
<p>A EFT tem a capacidade de libertar a energia que está bloqueada no seu sistema energético em minutos, libertando a carga emocional que tem associada a memórias passadas traumáticas e recorrentes.</p>
<p><strong>Vamos usar esta técnica para libertar os seus padrões mentais e emocionais sobre si mesmo, sobre os outros e sobre o mundo.</strong></p>
<p>Vamos aprender a libertar a culpa pelas situações do passado e o medo do futuro.</p>
<p>Vamos fazer as pazes com o seu presente e ensiná-lo a viver uma vida plena, amando-se profunda e completamente.</p>
<p><strong>Programa:</strong></p>
<p><strong>- Auto-imagem: que imagem reproduzo de mim?</strong></p>
<p><strong>- Técnicas de libertação emocional: </strong>primeiros passos de libertação pessoal.</p>
<p><strong>- A culpa: </strong>as memórias do passado que se repetem.<br />
Exercícios de libertação da culpa.<br />
O Perdão: exercícios.</p>
<p><strong>- O presente: </strong>o que penso que sou? Que imagem tenho de mim, da vida e dos outros?</p>
<p><strong> </strong>Exercícios de libertação de crenças.</p>
<p><strong>- O medo: </strong>que futuro estou a criar para mim?</p>
<p><strong> </strong>Aprender a libertar os medos.</p>
<p><strong>- Fazer as pazes comigo: </strong>exercícios de libertação emocional profundos – EFT e a criança interior.</p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#339966;"><strong>Passe um Natal em família, com uma alegria e paz renovadas no amor por si!</strong></span></p>
<p><strong>Data:</strong> Nas manhãs de 12 e 19 de Dezembro &#8211; duas manhãs.<br />
<strong>Horário:</strong> 9h às 13h (8h)<br />
<strong>Local:</strong> Espaço Renascer &#8211; Maia</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Mais informações e inscrições:</span></strong><br />
<strong>Ângela Vieira</strong><br />
934 900 443<br />
mudancacriativa@hotmail.com</p>
<p>ou</p>
<p><strong>Beatriz Neves<br />
</strong>931 195 732<br />
mail.renascer@sapo.pt<br />
<span style="font-family:Calibri;color:#993366;font-size:large;"></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[We Feel Fine, o livro]]></title>
<link>http://runmotherfuckerrun.wordpress.com/2009/11/12/we-feel-fine-o-livro/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 12:20:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>runmotherfuckerrun</dc:creator>
<guid>http://runmotherfuckerrun.wordpress.com/2009/11/12/we-feel-fine-o-livro/</guid>
<description><![CDATA[Como disse o cara da Colméia, o Jonathan Harris tá a frente do nosso tempo. E esse projeto é irritan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://runmotherfuckerrun.wordpress.com/files/2009/11/ff.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4625" title="ff" src="http://runmotherfuckerrun.wordpress.com/files/2009/11/ff.jpg" alt="ff" width="509" height="230" /></a></p>
<p>Como disse o <a href="http://www.colmeia.tv/blog/2009/11/12/jonathan-harris-is-ahead-of-his-time-gotta-pay-some-respect-to-the-man/" target="_blank">cara da Colméia</a>, o Jonathan Harris tá a frente do nosso tempo. E <a href="http://wefeelfine.org" target="_blank">esse projeto</a> é irritantemente foda.</p>
<p><a href="http://wefeelfine.org/book/" target="_blank">Clique aqui</a> e se delicie com a genialidade desse cara.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[true]]></title>
<link>http://outrocantinhomari.wordpress.com/2009/11/11/true-32/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 22:42:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>maricid</dc:creator>
<guid>http://outrocantinhomari.wordpress.com/2009/11/11/true-32/</guid>
<description><![CDATA[love can sometimes be magic. but magic can sometimes&#8230; just be an illusion. (Javan)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><em><span style="color:#993366;">love can sometimes be magic. but magic can sometimes&#8230; just be an illusion. </span></em>(Javan)</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Respire!]]></title>
<link>http://mundodossentidos.wordpress.com/2009/11/11/respire/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 20:22:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Angelita</dc:creator>
<guid>http://mundodossentidos.wordpress.com/2009/11/11/respire/</guid>
<description><![CDATA[O ato de respirar é essencial para o transporte de oxigênio e nutrientes em todo o corpo, sendo isso]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O ato de respirar é essencial para o transporte de oxigênio e nutrientes em todo o corpo, sendo isso]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Give me peace on earth.]]></title>
<link>http://seusuperego.wordpress.com/2009/11/11/give-me-peace-on-earth/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 00:03:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>seusuperego</dc:creator>
<guid>http://seusuperego.wordpress.com/2009/11/11/give-me-peace-on-earth/</guid>
<description><![CDATA[Mas na praça temos onze anos, eu e Tomás com as bundas na gangorra  dizendo que aquele é o pior brin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Mas na praça temos onze anos, eu e Tomás com as bundas na gangorra  dizendo que aquele é o pior brinquedo do mundo, quando o pior ainda nos faz rir pra valer, e quem será que inventou esse negócio de descer e subir? Vai ter sempre alguém querendo bancar o espertinho e deixar você presa lá em cima com as pernas no ar esperando que ele termine o riso e se canse.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Num ofereciemento de:</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">Carol Bensimon. <strong>Pó de parede.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Hoje o dia é de festa...]]></title>
<link>http://poroutraspalavras.wordpress.com/2009/11/10/hoje-o-dia-e-de-festa/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 14:11:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carla Sousa</dc:creator>
<guid>http://poroutraspalavras.wordpress.com/2009/11/10/hoje-o-dia-e-de-festa/</guid>
<description><![CDATA[Não tenho por hábito festejar o meu aniversário. Aliás, nunca gostei da sensação de festejar o facto]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<p style="text-align:justify;">Não tenho por hábito festejar o meu aniversário. Aliás, nunca gostei da sensação de festejar o facto de ter passado mais um ano na minha vida e sempre senti que não se tratava de receio de envelhecer&#8230; não era seguramente um sentimento consciente. Talvez fossem histórias mal resolvidas, emoções desordenadas, medos por desvendar&#8230; mas estou numa nova fase da minha vida e começo a perceber a beleza do acontecimento. Por isso, hoje é dia de festa e eu estou feliz!!!<br />
Deixo de seguida um vídeo giríssimo, que um <em>amigo</em> do Facebook me ofereceu. Achei-o fabuloso! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/4L1iREJcn4s&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/4L1iREJcn4s&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Acreditar]]></title>
<link>http://mentallux.wordpress.com/2009/11/10/acreditar/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 12:37:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>mentallux</dc:creator>
<guid>http://mentallux.wordpress.com/2009/11/10/acreditar/</guid>
<description><![CDATA[Um dos nossos maiores problemas é que não confiamos em nós mesmos, profunda e completamente. Como é ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Um dos nossos maiores problemas é que não confiamos em nós mesmos, profunda e completamente. Como é ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mal-humorados lidam melhor com dificuldades, diz estudo.]]></title>
<link>http://psisaber.wordpress.com/2009/11/10/mal-humorados-lidam-melhor-com-dificuldades-diz-estudo/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 03:25:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>homoloquax</dc:creator>
<guid>http://psisaber.wordpress.com/2009/11/10/mal-humorados-lidam-melhor-com-dificuldades-diz-estudo/</guid>
<description><![CDATA[Mau humor ajudaria a organizar pensamentos com clareza Um estudo realizado na Austrália indica que p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong> Mau humor ajudaria a organizar pensamentos com clareza</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-241" title="grumpy" src="http://psisaber.wordpress.com/files/2009/11/grumpy.jpg?w=150" alt="grumpy" width="150" height="112" /></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Um estudo realizado na Austrália indica que pessoas mal-humoradas tendem a lidar melhor com situações difíceis do que aquelas que vivem mais felizes.</p>
<p style="text-align:justify;">A pesquisa da Universidade de Nova Gales do Sul, e publicada na revista especializada Australasian Science Magazine, mostra ainda que os mal-humorados são menos ingênuos e melhores em tomar decisões.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Enquanto a alegria fomenta a criatividade, a flexibilidade e a cooperação, a melancolia alimenta a atenção e o pensamento cauteloso&#8221;, disse à revista o psicólogo Joe Forgas, chefe da equipe que realizou o estudo.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo ele, isso ocorre porque o cérebro das pessoas mal-humoradas promove &#8220;estratégias de processamento de informações&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Tarefas</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Na pesquisa, o psicólogo pediu para que voluntários assistissem a diferentes filmes e refletissem sobre acontecimentos positivos e negativos de suas vidas, em uma tentativa de colocá-los de bom ou de mau humor.</p>
<p style="text-align:justify;">Em seguida, os voluntários tinham que realizar uma série de tarefas, como julgar a veracidade de algumas histórias e relatar eventos a que assistiram.</p>
<p style="text-align:justify;">Os que estavam mal-humorados obtiveram melhores resultados que os bem-humorados, ao errar menos e se comunicar melhor.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Até mesmo um humor moderadamente negativo pode promover um estilo de comunicação mais concreto, acomodativo e mais bem-sucedido&#8221;, disse o cientista.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/">BBC Brasil</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dia após dia]]></title>
<link>http://nodivacomsamantha.wordpress.com/2009/11/09/dia-apos-dia/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 22:31:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Samantha</dc:creator>
<guid>http://nodivacomsamantha.wordpress.com/2009/11/09/dia-apos-dia/</guid>
<description><![CDATA[Como eu gosto de você meu amor Gosto tanto de você Não consigo medir em palavras o tamanho do meu am]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">Como eu gosto de você meu amor</p>
<p style="text-align:center;">Gosto tanto de você</p>
<p style="text-align:center;">Não consigo medir em palavras o tamanho do meu amor por ti</p>
<p style="text-align:center;">Sinto-me tão leve e tão bem</p>
<p style="text-align:center;">Você me faz muito bem</p>
<p style="text-align:center;">Quanto mais falo contigo, mais eu quero falar</p>
<p style="text-align:center;">Quanto mais eu estou contigo, mais eu quero ficar</p>
<p style="text-align:center;">Vontade de bis sempre</p>
<p style="text-align:center;">Pouco a pouco meu amor</p>
<p style="text-align:center;">Eu estou aprendendo a lidar com tantas emoções</p>
<p style="text-align:center;">Um turbilhão de emoções para gerenciar</p>
<p style="text-align:center;">Eu pensei que fosse fácil, mas não é</p>
<p style="text-align:center;">É bem difícil sentir tanta emoção e nem sempre poder colocar tudo para fora</p>
<p style="text-align:center;">Há momentos em que tenho que sufocá-las</p>
<p style="text-align:center;">Mas, tudo vale muito a pena ao seu lado</p>
<p style="text-align:center;">O nosso futuro é incerto, assim como o de todos</p>
<p style="text-align:center;">Mas, para que se preocupar com o futuro se estamos no presente</p>
<p style="text-align:center;">O que realmente importa, é o HOJE</p>
<p style="text-align:center;">Viver, um momento de cada vez</p>
<p style="text-align:center;">Dia após dia.</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vida Atriz]]></title>
<link>http://drickaperilo.wordpress.com/2009/11/09/vida-atriz/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 13:57:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>drickaperilo</dc:creator>
<guid>http://drickaperilo.wordpress.com/2009/11/09/vida-atriz/</guid>
<description><![CDATA[Cumprimos vários papéis na sociedade,um monte de personagens em casa, na escola, no trabalho, na igr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-medium wp-image-101" title="Teatro" src="http://drickaperilo.wordpress.com/files/2009/11/2488019951_e86e4b047c_o.jpg?w=224" alt="Teatro" width="224" height="280" /></p>
<p>Cumprimos vários papéis na sociedade,um monte de personagens em casa, na escola, no trabalho, na igreja&#8230;<br />
Para cumprir com alguns destes, seguimos um roteiro em meio a rotina, para outros fazemos laboratório com pessoas influentes, ou então, vamos na nossa própria intuição e instinto mesmo.<br />
Há quem diga que &#8220;o que se faz em casa vai à praça&#8221;, mas tem aqueles que se dedicam a cada função de formas diferentes. Alguns apelam por artifícios como máscaras, seja por proteção, identificação de um grupo ou para se esconder. Outros, utilizam-se de maquiagem forte e expressiva, desenhando e moldando expressões específicas para aquela situação apresentada.<br />
Para cada papel, um personagem, um figurino novo, um cenário e uma apresentação. Como bom ator que és, se preparará bem e saberá administrar os eventuais imprevistos com ótimos improvisos. Talvez a vida seja séria, mas quando há platéias, o palhaço se faz e você consiga divertir-se ou divertir-me.<br />
A vida é um teatro sem palcos, ou com vários deles.<br />
Mas, que personagem você é quando está sozinho, sem artificios, sem roteiros, sem platéias, sem aplausos, neste grande teatro das emoções, e se depara com a não necessidade de ser ator ou intérprete?! Como tudo o que você atuou expressa você, quando você está sozinho?<br />
A vida é um teatro sem palcos. A vida é um teatro. A vida é&#8230; o que eu quero que ela seja! Até que eu esteja sozinha e veja que eu não sou atriz quando mais preciso ser.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O dinheiro e as emoções]]></title>
<link>http://jovemmilionario.wordpress.com/2009/11/08/o-dinheiro-e-as-emocoes/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 01:00:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Coach</dc:creator>
<guid>http://jovemmilionario.wordpress.com/2009/11/08/o-dinheiro-e-as-emocoes/</guid>
<description><![CDATA[Oi amigos Hoje vamos falar mais um pouco sobre Robert Kiyosaki e seu best seller Pai Rico, Pai Pobre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Oi amigos</p>
<p>Hoje vamos falar mais um pouco sobre <strong>Robert Kiyosaki</strong> e seu b<strong>est seller Pai Rico, Pai Pobre</strong>.</p>
<p>No livro ele cita a importância das emoções em como as pessoas lidam com o dinheiro. Sendo as mais importantes,<strong> o Medo e a Ambição</strong>.</p>
<p>O medo de não ter dinheiro suficiente para as coisas que precisam e a ambição de conseguir dinheiro para poder realizar seus desejos. Muitas vezes o que faz com que a pessoa acumule uma grande riqueza é o medo de ficar pobre, mas mesmo assim com todo o dinheiro, dificilmente a pessoa perde o medo. Fica com mais medo ainda de perder o que conquistou com tanto trabalho. Mesmo tendo tanto dinheiro, acaba se tornando escravo de seu próprio dinheiro. Já que não tem o mais importante: o modo de pensar e a inteligência financeira de uma pessoa verdadeiramente rica.<!--more--></p>
<p>A ambição faz com que as pessoas trabalhem duro para conseguir as coisas que elas desejam, e muitas vezes nem mesmo precisam. Muitas vezes as pessoas acabam se endividando, ao comprar de maneira impensada e impulsiva, piorando sua situação financeira. Muitas pessoas trabalham horas e horas mas no final acabam não tendo tempo para cuidar de seu dinheiro adquirido com tanto esforço e não conseguem fazê-lo crescer de maneira segura e rápida.</p>
<p>A maior parte das pessoas quando tem que tomar alguma decisão relacionada ao dinheiro é controlada por suas emoções.  A principal causa dos problemas financeiros é o medo e a ignorância, a falta de inteligência financeira.</p>
<p>Por esse motivo Robert ressalta a importância da educação financeira como alicerce da contrução de uma grande riqueza. <strong> O mais importante não é quanto dinheiro você ganha, e sim quanto você conserva. </strong></p>
<p>Muitas pessoas tem rendas elevadas, mas gastam tudo o que ganham, algumas vezes até mais e não conseguem acumular um grande patrimônio. Por outro lado, pessoas com rendas menores que sabem, administrar e investir corretamente podem acumular grandes fortunas ao longo de suas vidas.</p>
<p>Mais sobre isso e muito mais no livro.</p>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=6650&#38;tipo=2&#38;isbn=853520623x"><img class="alignnone size-full wp-image-116" title="prpp book" src="http://jovemmilionario.wordpress.com/files/2009/11/prpp-book.jpg" alt="prpp book" width="265" height="383" /></a></p>
<p>Clique a figura para acessar o site e comprar o livro</p>
<p>Um grande abraço!!</p>
<p>Coach</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
