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	<title>endemico &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/endemico/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "endemico"</description>
	<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 00:26:48 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Plantas únicas]]></title>
<link>http://biodiversidadpr.wordpress.com/2009/10/29/plantas-unicas/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 01:20:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Héctor J.</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Héctor En Puerto Rico no sólo hay animales endémicos. Varias especies de plantas presentes en la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Héctor En Puerto Rico no sólo hay animales endémicos. Varias especies de plantas presentes en la]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Juan Fernández 1: una tragedia]]></title>
<link>http://terreno.wordpress.com/2008/07/10/juan-fernandez-1-una-tragedia/</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 22:39:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>terreno</dc:creator>
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<description><![CDATA[bosque de lumas: &quot;myrtysilva fernandeziana&quot; Cuando uno está en un bote mirando a la isla d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[bosque de lumas: &quot;myrtysilva fernandeziana&quot; Cuando uno está en un bote mirando a la isla d]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[O FLAGELO DA DENGUE PELO DESCASO?]]></title>
<link>http://vincit3.wordpress.com/2008/05/22/o-flagelo-da-dengue-pelo-descaso/</link>
<pubDate>Thu, 22 May 2008 20:15:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>jvilsemar</dc:creator>
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<description><![CDATA[- Não restam mais dúvidas, as conseqüências do aumento da temperatura no planeta já se fazem sentir ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://bp0.blogger.com/_frm2-hRsbTg/SDWsktvbV4I/AAAAAAAAAFc/wmR2LPvVYHI/s1600-h/DENGUE+3+banner_index_779_199.gif"><img style="float:left;cursor:pointer;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp0.blogger.com/_frm2-hRsbTg/SDWsktvbV4I/AAAAAAAAAFc/wmR2LPvVYHI/s320/DENGUE+3+banner_index_779_199.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">- Não restam mais dúvidas, as conseqüências do aumento da temperatura no planeta já se fazem sentir em todos os continentes. Uma das conseqüências é o favorecimento da <a href="http://txt.estado.com.br/editorias/2008/04/18/ger-1.93.7.20080418.8.1.xml">disseminação de vírus</a> e, entre os quais, temos um arbovírus, da família Flaviviridae, responsável pela dengue. Essa arbovirose é transmitida pelo <em>Aedes aegypti</em>, <a href="http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowEspeciais%21destaque.action?destaque.idEspeciais=598">disseminado em centenas de cidades por todo o território nacional</a>, sendo que a maioria das infestações ocorreram por desleixo federal, estadual, municipal, falta de participação efetiva de muitas instituições de ensino superior (IES) e do próprio povo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">- Convém observar que, a educação e a saúde, historicamente, não foram prioridades de vários governos republicanos, mas existem exceções.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">- Em 1958 esse vetor foi controlado, a partir da cidade do Rio de Janeiro, graças a um programa governamental eficiente de combate ao mosquito-da-dengue para a erradicação da febre amarela, a qual, diga-se de passagem, também é transmitida pelos mosquitos do gênero <em>Aedes</em> (<em>Aedes aegypti</em> e <em>Aedes albopictus</em>). Nesses tempos heróicos houve a participação de médicos sanitaristas de renome como Emílio Ribas e Osvaldo Cruz.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">- A população do Rio de Janeiro e de diversas cidades brasileiras ficaram livres do culicídeo por longas décadas, mas a modernidade e muitos valores questionáveis fizeram ressuscitar doenças, antes erradicadas, com a volta triunfal do mosquito transmissor, agora com quatro sorotipos virais comprovados: <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0004-282X2005000300023&#38;script=sci_arttext">DEN 1, DEN 2, DEN 3 e DEN 4.</a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>- A facilidade de transportes modernos, outrora feita com carroças, é também usufruída pelo mosquito. Temos hoje navios gigantescos, caminhões com carretas, ônibus, aeronaves, trens de cargas etc, levando, gratuitamente, o passageiro indesejável e dessa forma contribuindo com a disseminação nos grandes e médios centros urbanos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">- Com a urbanização desenfreada, serviços públicos totalmente falhos, ou paliativos e terrenos baldios transformados em verdadeiros chavascais permitem que o sonho de consumo do esperto mosquitinho urbano se transforme em uma realidade inquestionável. Esses terrenos baldios, bem como a aglomeração residencial urbana sem saneamento básico não passam de áreas nobres, uma espécie de “fast food”, “shopping Center” e motéis para mosquitos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">- Nesses tempos modernos o controle populacional do <em>Aedes aegyti</em> não é fácil. O uso de inseticidas ajuda a reduzir o número de fêmeas, desenvolve imunidade nos sobreviventes, além de não atingir os ovos desse inseto, também conhecido como pernilongo-rajado. Já os programas de combate não poderiam admitir meias medidas sob pena do fracasso, como se bem vê em várias cidades brasileiras.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">- Para impedir a epidemia bastaria manter sob controle apenas um dos elementos da tríade: humano contaminado/vírus/mosquito. Para que isto verdadeiramente ocorra tem que haver vontade política, principalmente do governo municipal, pois é sábio lembrar que o Poder Público Municipal é o que está mais intimamente ligado às mazelas urbanas e com a tarefa precípua de solucioná-las adequadamente em consonância com as leis federais estaduais e municipais.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">- Infelizmente, o que se percebe em muitas cidades, inclusive em Boa Vista, é uma quantidade de terrenos baldios repletos de monturo, consubstanciado com a falta de conscientização de muitas pessoas que, inconscientemente, trabalham em consonância com o mosquito-da-dengue. Além do mais, poder-se-ia fazer o seguinte questionamento: do que adiante o Agente de Saúde verificar as residências a procura de focos larvais, quando muitos desses terrenos baldios, em dissonância com a função social a que realmente deveriam se destinar, não passam de verdadeiros berçários do famigerado <em>Aedes Aegypti</em> e estão, pelo visto, incólumes das vistas dos Agentes de Saúde e autoridades sanitárias.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">- Em suma, ou as autoridades tomam medidas enérgicas com medidas coercitivas, de acordo com cada caso, ou o flagelo da dengue e suas variantes estará a produzir um número incalculável de vitimas em várias cidades, incluindo Boa Vista. O melhor exemplo de descaso governamental gerado durante anos é a cidade do Rio de Janeiro, beirando mais de uma centena de óbitos e milhares de munícipes contaminados com o vírus. É o caos endêmico instalado pelo descaso, pelo individualismo e pelo vírus da corrupção. Muito diferente do tempo do presidente da República Rodrigues Alves, dos médicos Osvaldo Cruz e Emílio Ribas, todos do século passado, quando o mosquitinho <em>Aedes aegyti</em> foi erradicado.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><strong>.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;font-weight:bold;">- Hoje já está perfazendo 17 dias que o documento publicado neste blog com o título de &#8220;DENGUE EM BOA VISTA&#8221; foi entregue ao prefeito de Boa Vista e 13 dias para a presidenta do Conselho Municipal do Meio Ambiente (COSEMMA). Alguns Agentes de Saúde fizeram uma limpeza parcial em um dos terrenos, após a denúncia verbal de minha parte a um deles, por ocasião de uma visita em minha residência. Infelizmente os terrenos continuam com mato e lixo. Continuo coletando mosquitos-da-dengue em minha propriedade e praticamente nada até agora foi feito. Conseqüentemente os moradores da rua e adjacências continuam correndo o risco de adquirir a doença gerada pelo desleixo de uns. Os moradores continuam aguardando as providências das autoridades municipais.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Chamei na Larrousse]]></title>
<link>http://fogonaperuca.wordpress.com/2006/05/17/chamei-na-larrouse/</link>
<pubDate>Wed, 17 May 2006 02:35:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Juliano</dc:creator>
<guid>http://fogonaperuca.wordpress.com/2006/05/17/chamei-na-larrouse/</guid>
<description><![CDATA[Passei o dia todo falando a expressão &#8220;Bócio endêmico&#8221;. Eis que após árdua pesquisa na L]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:justify;">
<p>Passei o dia todo falando a expressão &#8220;Bócio endêmico&#8221;.</p>
<p>Eis que após árdua pesquisa na Larrousse eu acho isso: Bócio é um aumento do volume do pescoço por doença de tireóide. Este aumento de tireóide pode ser difuso ou nodular. O bócio nodular pode ser uninodular ou multinodular, conforme o número de nódulos. Conforme a presença ou ausência de excesso de liberação de tiroxina, o hormônio da tireoide, o bócio pode ser tóxico ou atóxico. O bócio é popularmente é conhecido como papo. Doenças autoimunes, infecções, neoplasias benignas ou malignas (Câncer) e deficiência de Iodo na dieta são causas possíveis de bócio. Os sintomas e os tratamentos são muito variáveis, dependendo das doenças de base. A Tiroxina é muito usada no tratamento. A Tiroxina foi isolada pela primeira vez em 1919 e sintetizada em 1927. Atualmente utiliza-se tiroxina sintética para tratar principalmente o cretinismo (hipotiroidismo congénito) e o <strong>BÓCIO ENDÊMICO.</strong></p>
<p>Afu, mas teria sido muito mais legal se eu tivesse passado o dia todo falando &#8220;Revolução Bósnia-Herzegoviense.&#8221;</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
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